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Parto e Maternidade: profissionalização, assistência, políticas ...

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Parto e Maternidade: profissionalização, assistência, políticas

Anais do VII Seminário Fazendo Gênero 28, 29 e 30 de 2006 Parto e Maternidade: profissionalização, assistência, políticas públicas ST. 26 Ana Cristina Ostermann Caroline Rodrigues da Silva UNISINOS Palavras-chave: fala-em-interação – saúde da mulher – comunicação entre profissional da saúde e paciente mulher Contribuições dos estudos de fala-em-interação para a compreensão dos atendimentos à saúde da mulher Introdução - Análise da Conversa Este trabalho busca uma interlocução entre a Lingüística Aplicada e outras áreas das Ciências Sociais e Humanas interessadas no estudo das relações de gênero na área da saúde da mulher. Apresentamos aqui, especificamente, as contribuições teórico-analíticas da Análise da Conversa (BARNES, 2005; KITZINGER & FRITH, 1999; WETHERELL, 1998; WOOFFITT, 2005) para os estudos sobre a relação entre profissionais da saúde e pacientes mulheres. Internacionalmente, estudiosos/as da Análise da Conversa já vêm desenvolvendo um trabalho muito significativo na área da saúde (e.g. MAYNARD & HERITAGE, 2005; WEIJTS et al, 1991). Esses estudos têm os mais diferentes focos analíticos, desde entender a estrutura dos diferentes eventos discursivos na área da saúde (i.e. consultas médico/a-paciente, reuniões entre médicos/as e enfermeiros/as, reuniões interdisciplinares de estudos de caso), até observar relações de poder entre os/as participantes de cada uma dessas diferentes interações. A abordagem teórico-analítica da Análise da Conversa de base etnometodológica, também conhecida como micro-sociologia das interações ou microetnografia, caracteriza-se por buscar compreender os métodos utilizados pelos próprios atores sociais enquanto desempenham seus diferentes papéis (como, por exemplo, de atendente da saúde e de paciente). Nessa abordagem, como o próprio nome indica, estuda-se a fala das pessoas propriamente dita – não seus pensamentos, emoções, atitudes, crenças ou experiências de vida, assumidos como subjacentes à fala (e a serem expressas através dela). A perspectiva da Análise da Conversa trata da fala como uma forma de ação social – isto é, como uma forma de fazer coisas no mundo (como discordar, reclamar, ou apresentar uma identidade em particular). Em outras palavras, investiga como as pessoas envolvidas na interação compreendem o que sua fala está fazendo, já que essas compreensões são disponibilizadas, comunicadas na fala em si (WILKINSON, 2003, p. 94). 1

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