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A mulher através do olhar bilaquiano na

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A mulher através do olhar bilaquiano

Ruídos na representação da mulher: preconceitos e estereótipos na literatura e em outros discursos - ST 13 Fernanda Munhão Martins Silvestre UNESP/ Assis Palavras-chave: Revista de estudos feministas – mercado editorial - representações A mulher através do olhar bilaquiano na na revista a cigarra (1895) O século XIX foi marcado no Brasil pela expansão da imprensa, graças aos avanços tecnológicos propiciados pela época. No entanto, os periódicos dependiam de colaboradores literários e financeiros para a sua sobrevivência, além de um número considerável de leitores que na época, eram as mulheres, a quem estes eram destinados, principalmente no espaço intitulado folhetim, no qual eram publicadas variedades e assuntos corriqueiros ditados pela sociedade burguesa que se encaixavam ao perfil feminino. Apesar de que nesse período apenas 20% das mulheres sabiam ler e escrever, contra 29% dos homens alfabetizados, elas eram as leitoras da época. Olavo Bilac, aproximando-se dessa tendência, seguida pelos veículos de comunicação de se tempo, também se preocupou em dirigir-se a esse público feminino, além de inseri-lo em seu trabalho jornalístico. Nas páginas da revista ilustrada A Cigarra, publicada no Rio de Janeiro entre maio e outubro de 1895, Bilac atuou como redator e cronista de várias seções, nas quais deixou transparecer resíduos do cotidiano, caracterizado pelos costumes e pensamentos da elite carioca, inspirados na Belle Epoque. A figura feminina, por sua vez, sempre esteve presente nos textos publicados por ele nessa revista, inclusive na seção “Crônica”, que é a mais importante seção da revista. Nesse espaço, a mulher é inserida pelo cronista a partir de diferentes vertentes: na da beleza exterior, emaranhada ao modismo parisiense, ao pensamento abolicionista, ao matrimônio e a sexualidade. Assuntos destacados pela voz do crítico-cronista, cujo pseudônimo utilizado era Fantasio. Tal é a importância dessa referência feminina que, logo na primeira crônica da seção, publicada no primeiro número da revista, Fantasio destina sua prosa às mulheres da Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro. O cronista atenta-se aos acessórios utilizados pelas mulheres e aos traços dos rostos e curvas femininas, remetendo-se à beleza. “As asas de leques palpitando

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