Suest/PI - Funasa
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RELATÓRIO DE<br />
GESTÃO 2010<br />
SUEST/<strong>PI</strong><br />
SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ
SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ<br />
PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL<br />
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2010<br />
MARÇO/2011<br />
1
SUPERINTENDENCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ<br />
PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL<br />
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2010<br />
Relatório de Gestão do exercício de 2010<br />
apresentado aos órgãos de controle interno e<br />
externo como prestação de contas ordinárias<br />
anual a que esta Unidade está obrigada nos<br />
termos do art. 70 da Constituição Federal,<br />
elaborado de acordo com as disposições da<br />
Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão<br />
Normativa TCU nº 107/2010 e da Portaria –TCU<br />
nº 277/2010 e das orientações do órgão de<br />
controle interno.<br />
Teresina (<strong>PI</strong>), março/2011<br />
2
LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS<br />
RG – Relatório de gestão<br />
IN – Instrução Normativa<br />
DN- Decisão Normativa<br />
TCU – Tribunal de Contas da União<br />
CGU – Controladoria –Geral da União<br />
Port. - Portaria<br />
FUNASA – Fundação Nacional de Saúde<br />
CORE-<strong>PI</strong> – Coordenação Regional do Piauí<br />
SUEST-<strong>PI</strong> – Superintendência Estadual do Piauí<br />
CASAI-<strong>PI</strong> – Casa de Saúde Indígena do Piauí<br />
DIESP – Divisão de Engenharia de Saúde Pública<br />
PAC – Programa de Aceleração do Crescimento<br />
SEPAT – Setor de Patrimônio<br />
ASI – Sistema Automatizado de Inventário<br />
S<strong>PI</strong>UNET – Sistema de Gerenciamento dos Imóveis de Uso Especial da União<br />
SALOG – Seção de Logística<br />
COMPRASNET – Portal de Compras do Governo Federal<br />
SUS – Sistema Único de Saúde<br />
SVS – Secretaria de Vigilância em Saúde<br />
SUCAM - Superintendência de Campanha de Saúde Pública<br />
FSESP - Fundação Serviços de Saúde Pública<br />
SNABS - Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde<br />
DATAPREV - Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social<br />
MS – Ministério da Saúde<br />
SESAI - Secretaria Especial de Saúde Indígena<br />
Coresa/ Sul – Consórcio Regional de Saneamento do Sul do Piauí<br />
Cgpla – Coordenação Geral de Planejamento e Avaliação<br />
CGERH – Coordenação Geral de Recursos Humanos<br />
UJ – Unidade Jurisdicionada<br />
UO – Unidade Orçamentária<br />
UGO – Unidade Gestora Orçamentária<br />
SIORG – Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal<br />
LOA – Lei Orçamentária Anual<br />
SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal<br />
DENSP – Departamento de Engenharia de Saúde Pública<br />
RIDE – Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />
ASCOM – Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde<br />
PESMS – Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social<br />
ONG – Organização não governamental<br />
DESAI – Departamento de Saúde Indígena<br />
DEADM – Departamento de Administração<br />
PMSB – Plano Municipal de Saneamento Básico<br />
NICT – Núcleo Intersetorial de Cooperação Técnica<br />
OCI – Órgão de Controle Interno<br />
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística<br />
TCE – Tomada de Conta Especial<br />
Plamsus – Sistema de Planejamento, Orçamento e Monitoramento do SUS<br />
3
Sigplan – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento<br />
EP – Emenda Parlamentar<br />
TC/PAC – Termo de Compromisso do PAC<br />
SALOG – Setor de Logística<br />
SOPAT – Setor de Patrimônio<br />
SECON – Setor de Convênio<br />
SOTRA – Setor de Transportes<br />
APPM – Associação Piauiense de Municípios<br />
PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual<br />
PPA – Plano Plurianual<br />
CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas<br />
SIAPE – Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos<br />
SIAPECAD - Sistema de Cadastro<br />
SICOTWEB – Sistema de Informações para Controle de Transportes<br />
SIDOC – Sistema Inteligente de Documento<br />
4
LISTA DE QUADROS E GRÁFICOS<br />
Título Página<br />
Gráfico 1 - Desempenho da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em 2010 por metas programas por<br />
unidade gestora de execução.<br />
36<br />
QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO 35<br />
OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />
Quadro 2.3 - Identificação das Unidades Orçamentárias 37<br />
Quadro 2.4 - Programação de Despesas Correntes 37<br />
Quadro 2.5 Programação de Despesas Capital 37<br />
Quadro 2.6 - Quadro Resumo da Programação de Despesas 38<br />
Quadro 2.7 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa 38<br />
Quadro 2.8 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos 39<br />
originários da UJ<br />
Quadro 2.9 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos 39<br />
créditos originários da UJ<br />
Quadro 2.10 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos 40<br />
créditos originários da UJ<br />
Quadro 2.11 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos 40<br />
recebidos por movimentação<br />
Quadro 2.12 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos 41<br />
créditos recebidos por movimentação<br />
Quadro 2.13 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos 42<br />
créditos recebidos por movimentação<br />
Quadro 3.1 - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou 48<br />
Recursos<br />
Quadro 4.1 - Situação dos Restos a Pagar de exercícios anteriores 48<br />
Quadro 5.1 Composição do Quadro de Recursos Humanos-Situação apurada 49<br />
em 31/12/2010<br />
Quadro 5.2 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por faixa etária - 49<br />
Situação apurada em 31/12/2010<br />
Quadro 5.3 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por nível de 49<br />
escolaridade - Situação apurada em 31/12/2010<br />
Quadro 5.4 - Composição do Quadro de Servidores Inativos - Situação 50<br />
apurada em 31/12/2010<br />
Quadro 5.5 - Composição do Quadro de Instituidores de Pensão - Situação 50<br />
apurada em 31/12/2010<br />
Quadro 5.6 - Composição do Quadro de Estagiários 50<br />
Quadro 5.7 - Quadro de custos de recursos humanos nos exercícios de 2008, 51<br />
2009 e 2010.<br />
Quadro 5.8 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e 52<br />
vigilância ostensiva<br />
Quadro 5.9 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra 52<br />
5
Quadro 5.10 - Distribuição do pessoal contratado mediante contrato de 53<br />
prestação de serviço com locação de mão de obra<br />
6.1. Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício 54<br />
de referência<br />
6.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios 55<br />
6.3 - Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e 55<br />
exercícios seguintes<br />
6.4. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ 55<br />
na modalidade de convênio e de contratos de repasse.<br />
6.5. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ 56<br />
na modalidade de convênio e de contratos de repasse<br />
Quadro 9.1 - Estrutura de controles internos da UJ 60<br />
Quadro 10.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis 63<br />
Quadro 11.1 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial de 65<br />
Propriedade da União<br />
Quadro 11.2 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial 66<br />
Locados de Terceiros<br />
Quadro 11.3 - Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob 66<br />
responsabilidade da UJ<br />
Quadro 15.1 - Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício 69<br />
Quadro 15.2 - Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes 71<br />
de atendimento no exercício<br />
Quadro 15.3 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI 73<br />
15.4 - Situações das recomendações do OCI que permanecem pendentes de 75<br />
atendimento no exercício<br />
6
APRESENTAÇÃO<br />
O Relatório de Gestão/2010 foi desenvolvido pela equipe de Planejamento da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, com<br />
o objetivo de contribuir para a transparência de sua gestão junto aos órgãos de controle e à<br />
sociedade em geral.<br />
O documento foi preparado com base na legislação vigente, composta pela Instrução<br />
Normativa do Tribunal de Contas da União - TCU nº 63/2010, pela Decisão Normativa TCU nº<br />
107/2010, Portaria do Tribunal de Contas da União – TCU nº 277/2010 e pela Portaria da<br />
Controladoria Geral da União – CGU nº 2.546/2010.<br />
No âmbito desta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, o Plano Operacional e o seu monitoramento são as principais<br />
ferramentas utilizadas para a elaboração do Relatório de Gestão, e as informações prestadas estão<br />
coerentes com o Balanço de Governo, elaborado pela Superintendência, servindo este último<br />
documento como subsídio para a construção do Relatório de Gestão.<br />
Na elaboração do presente documento, estão registradas as informações referentes a cada<br />
subação, adstrita à Superintendência, visto que as informações referentes às ações do Plano<br />
Plurianual 2008-2011, exercício 2010, são de responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
É importante esclarecer que este documento pode necessitar de ajustes, caso novas<br />
instruções sejam publicadas pelos órgãos de controle ou caso haja detectado alguma imprecisão ou<br />
falta de clareza nos dados anunciados.<br />
7
SUMÁRIO<br />
ORGANOGRAMA FUNCIONAL 11<br />
INTRODUÇÃO 12<br />
1. INFORMAÇÕES SOBRE A IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE<br />
JURISDICIONADA<br />
1.1 IDENTIFICAÇÃO DA UJ - RELATÓRIO DE GESTÃO<br />
INDIVIDUAL<br />
1.2 QUALIFICAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL 15<br />
2. INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO E GESTÃO<br />
ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DA UNIDADE<br />
2.1 RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS DA UNIDADE<br />
16<br />
2.2 ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO FRENTE ÀS<br />
RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS 16<br />
2.3 EXECUÇÃO DAS SUBAÇÕES<br />
2.3.1 Resumo da Execução Física das subações realizadas pela UJ<br />
QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO<br />
OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />
GRÁFICO 1 - DESEMPENHO DA SUEST-<strong>PI</strong> EM 2010 POR METAS<br />
PROGRAMAS POR UNIDADE GESTORA DE EXECUÇÃO<br />
2.4 DESEMPENHO ORÇAMENTÁRIO/FINANCEIRO 37<br />
2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa 37<br />
2.4.1.1 Programação de Despesas de Capital 37<br />
2.4.1.2 Quadro Resumo da Programação de Despesas 38<br />
2.4.1.3 Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa 38<br />
2.4.2 Execução Orçamentária da Despesa 39<br />
2.4.2.1 Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ<br />
2.4.2.1.1 DESPESAS POR MODALIDADE DE<br />
CONTRATAÇÃO<br />
14<br />
14<br />
16<br />
19<br />
26<br />
35<br />
36<br />
39<br />
39<br />
8
2.4.2.1.2Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />
2.4.2.1.3Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />
2.4.2.2 Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por<br />
Movimentação<br />
2.4.2.2.1 Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />
recebidos por movimentação<br />
2.4.2.2.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />
dos créditos recebidos por movimentação<br />
2.4.2.2.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />
dos créditos recebidos por movimentação<br />
2.4.3 Indicadores Institucionais<br />
3. INFORMAÇÕES SOBRE RECONHECIMENTO DE PASSIVOS<br />
POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />
3.1 RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA<br />
DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />
4. INFORMAÇÕES SOBRE A MOVIMENTAÇÃO E OS SALDOS<br />
DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />
4.1 PAGAMENTOS E CANCELAMENTOS DE RESTOS A<br />
PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />
5. INFORMAÇÕES SOBRE RECURSOS HUMANOS<br />
5.1 COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES ATIVOS<br />
5.2 COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS<br />
E PENSIONISTAS<br />
50<br />
5.3 QUADRO DE CUSTOS DE RECURSOS HUMANOS 51<br />
5.4 CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM<br />
LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA<br />
52<br />
5.5 INDICADORES GERENCIAIS SOBRE RECURSOS<br />
HUMANOS<br />
53<br />
6. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSFERÊNCIAS 54<br />
6.1.1 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício<br />
de 2010<br />
54<br />
6.1.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e<br />
valores repassados nos três últimos exercícios<br />
55<br />
6.1.3 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios<br />
e contratos de repasse<br />
55<br />
6.1.4 Informações sobre a análise das prestações de contas de<br />
convênios e de contratos de repasse<br />
56<br />
7. REGISTROS ATUALIZADOS NO SISTEMA SIASG E SICONV 58<br />
8. DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS 59<br />
9. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO<br />
60<br />
10. INFORMAÇÕES QUANTO A ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE<br />
SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 63<br />
39<br />
40<br />
40<br />
40<br />
41<br />
42<br />
42<br />
48<br />
48<br />
48<br />
48<br />
48<br />
48<br />
9
11. GESTÃO DE PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO<br />
11.1 GESTÃO DE BENS IMÓVEIS DE USO ESPECIAL<br />
12.GESTÃO DE TI 68<br />
13. UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO 69<br />
14. RENÚNCIA TRIBUTÁRIA 69<br />
15. PROVIDÊNCIAS ADOTADAS<br />
DELIBERAÇÕES DO TCU<br />
PARA ATENDER ÀS<br />
69<br />
15.1DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO 69<br />
15.2 DELIBERAÇÕES DO TCU PENDENTES DE<br />
ATENDIMENTO AO FINAL DO EXERCÍCIO<br />
15.3 RECOMENDAÇÕES DO OCI ATENDDAS NO EXERCÍCIO<br />
15.4 RECOMENDAÇÕES DO OCI PENDENTES DE<br />
ATENDIMENTO AO FINAL DO EXERCÍCIO<br />
16. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO<br />
16.1 DECLARAÇÃO PLENA, COM RESSALVA OU ADVERSA<br />
17. INFORMAÇÕES SOBRE COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA 77<br />
18. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS PARTIDÁRIOS<br />
77<br />
19. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS CONSTITUCIONAIS<br />
20. INDICADORES DE EMPENHO DO IFES<br />
21. ANÁLISE DE SITUAÇÃO FINANCEIRA<br />
22. REMUNERAÇÃO PARA ADMINISTRADORES DE<br />
EMPRESAS PÚBLICAS<br />
23. CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE<br />
“PRODUTO”<br />
24. INFORMAÇÕES A RESPEITO DA DESIMOBILIZAÇÃO DE<br />
ATIVOS IMOBILIÁRIOS<br />
ANEXO 1 78<br />
ANEXO 2 86<br />
ANEXO 3 89<br />
ANEXO 4 112<br />
ANEXO 5 115<br />
ANEXO 6 133<br />
65<br />
65<br />
71<br />
73<br />
75<br />
76<br />
76<br />
77<br />
77<br />
77<br />
77<br />
77<br />
77<br />
10
ORGANOGRAMA FUNCIONAL<br />
11
INTRODUÇÃO<br />
A Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) é uma fundação pública vinculada ao Ministério<br />
da Saúde, instituída com base no disposto no artigo 14 da Lei nº 8.029, de 16 de abril de 1990,<br />
regulamentada pelo decreto nº 100, de 12 de abril de 1991 e regida pela Lei nº 8.112, de 11 de<br />
dezembro de 1990. Sua criação teve como finalidade precípua congregar as atividades até então<br />
desenvolvidas pela Superintendência de Campanha de Saúde Pública – SUCAM, pela Fundação<br />
Serviços de Saúde Pública – FSESP, e por outras atividades oriundas da Secretaria Nacional de<br />
Ações Básicas de Saúde – SNABS e de Programas Especiais de Saúde do Ministério da Saúde –<br />
MS, além daquelas relacionadas à área de informática do Sistema Único de Saúde (SUS) e as<br />
desenvolvidas pela Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social – DATAPREV.<br />
Em 2000, a <strong>Funasa</strong> passou por sua primeira reestruturação organizacional, regulamentada<br />
pelo Decreto nº 3450, de 09 de maio de 2000. Em 2003, foi estabelecido o Novo Modelo de Gestão<br />
Pública do Governo, fundamentado no compromisso de incluir socialmente a população carente.<br />
Neste sentido, coube à <strong>Funasa</strong> promover ações de saúde e saneamento para as comunidades<br />
indígenas e atender os municípios com baixa cobertura de serviço de saneamento com população de<br />
até 50 mil habitantes, bem como as populações vulneráveis: Quilombolas, Assentamentos,<br />
Ribeirinhos e Extrativistas.<br />
Ainda no ano de 2003, identifica-se o decreto nº 4.726, de 09 de junho, aprovando o novo<br />
Estatuto da <strong>Funasa</strong>, que exclui de sua estrutura organizacional o Centro Nacional de Epidemiologia,<br />
transferindo suas atividades para a Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS, vinculada ao MS.<br />
Além disso, o Decreto nº 4.727, de 09 de junho de 2003 que aprova o Regimento Interno da <strong>Funasa</strong>,<br />
através da Portaria nº 1.776 de setembro de 2003, instituindo as novas competências da <strong>Funasa</strong>,<br />
efetivando definitivamente o seu papel no SUS como instância responsável pela preservação e<br />
controle de doenças na assistência à saúde das populações indígenas, no fomento às ações de<br />
saneamento e educação em saúde, no estabelecimento de parcerias e firmando a descentralização<br />
das ações típicas da área de epidemiologia e controle de doenças.<br />
Atualmente, a <strong>Funasa</strong> tem como grande desafio a missão de “promover a inclusão social por<br />
meio de Ações de Saneamento Ambiental e de Ações de Atenção Integral à Saúde dos Povos<br />
Indígenas, com referência na gestão e em consonância com o SUS”. Para tanto, definiu seu Plano<br />
Estratégico de forma clara e objetiva, de modo a desenvolver sua política de acordo com os eixos<br />
prioritários definidos nos Planos Plurianuais (PPA’s) de 2004/2007 e 2008/2011.<br />
No que se refere à saúde indígena, é importante ressaltar que no Estado do Piauí não existe o<br />
indígena aldeado, no entanto, a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> conta com uma Casai que é subordinada ao DSEI-MA.<br />
Neste sentido, a Casai - <strong>PI</strong> tem como responsabilidade apoiar a política de saúde dos povos<br />
indígenas referenciados do Estado do Maranhão e outros Estados da federação, alojados e<br />
garantindo a assistência à saúde, na rede SUS, nos níveis de média e alta complexidade.<br />
Cabe ressaltar que a Casa de Saúde Indígena de Teresina é uma instância instituída<br />
conforme Decrete 3.156, de 27 de agosto de 1999 e regulamentada pela a Portaria 254, de 31 de<br />
janeiro de 2002. A Casai - <strong>PI</strong> tem como funções regimentais: receber pacientes e seus<br />
acompanhantes encaminhados pelos Distritos; alojar e alimentar pacientes e seus acompanhantes,<br />
durante o período de tratamento médico; acompanhar pacientes para consultas, exames subsidiários<br />
e internações hospitalares; prestar assistência de enfermagem aos pacientes pós-hospitalização e em<br />
fase de recuperação e fazer contra-referência com os Pólos-Bases, articulando o retorno dos<br />
pacientes e acompanhantes aos seus domicílios por ocasião da alta.<br />
12
Atualmente a Casai – <strong>PI</strong> conta com uma equipe técnica composta pelos seguintes<br />
profissionais: enfermeiros (01); pedagoga (1); técnico de enfermagem (14); auxiliar de nutrição (0).<br />
Além do corpo técnico, conta com 05 vigilantes, 04 serviços gerais e 05 motoristas.<br />
No entanto, o exercício de 2010 foi notoriamente marcado por profundas mudanças<br />
institucionais nessa área, com a publicação do Decreto nº 7.335, de 20 de outubro de 2010, que cria<br />
a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e transfere a gestão do Subsistema de Atenção à<br />
Saúde Indígena, competência até então da <strong>Funasa</strong>, para o Ministério da Saúde. Cabe à <strong>Funasa</strong>, no<br />
período de transição de 180 dias, assegurar todo o apoio administrativo necessário, para que não<br />
ocorra prejuízo das ações e dos serviços prestados aos povos indígenas.<br />
Através do referido Decreto, as Superintendências Estaduais passam a incorporar novas<br />
demandas na área fim, com a inserção da Saúde Ambiental e , na área meio, com a descentralização<br />
da gestão de convênios.<br />
Este Relatório de Gestão está estruturado na forma padrão proposta pela Portaria TCU nº<br />
277/2010 que trata da estrutura do conteúdo do Relatório de Gestão de 2010, Decisão Normativa nº<br />
107/2010 e Instrução Normativa nº 63/2010. Dentre os conteúdos indicados pela DN nº 107/2010<br />
para constar no Relatório 2010, destacamos os Quadros 2.4, 2.5, 2.6, 2.8, 2.9, 2.10, 6.1, 6.2, 6.3 e<br />
Itens 12, 14, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23 e 24, que não se aplicam a esta UJ, considerando que são de<br />
responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
Finalmente, esta UJ teve, durante o exercício de 2010, várias dificuldades para consolidar<br />
seus objetivos. Dentre essas podemos citar:<br />
Na área de gestão de convênios:<br />
Morosidade na análise e aprovação do pleito, considerando o “desinteresse” dos gestores na<br />
apresentação dos projetos, o que prejudicou sensivelmente o cumprimento de algumas<br />
metas.<br />
Descentralização das ações de convênio pela Presidência sem a capacitação prévia das<br />
equipes desta <strong>Suest</strong> para deslanchar o processo, embora essa capacitação tenha sido feita<br />
posteriormente.<br />
Quantidade de pleitos a serem acompanhados e recusas financeiras para custeio de diárias.<br />
Grande número de demandas judiciais, acarretando atraso no acompanhamento dos pleitos.<br />
Na área de Saúde Ambiental:<br />
Estruturar a área com pessoal técnico qualificado.<br />
Na área de Gestão Administrativa:<br />
Andamento de duas licitações ficou prejudicado por problemas técnicos-administrativos. No<br />
ano de 2011, a intenção da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> é superar os problemas de 2010 e dinamizar o cumprimento<br />
das metas estabelecidas no Plano Operacional deste ano.<br />
13
1. INFORMAÇÕES SOBRE A IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA<br />
1.1. Identificação da UJ - Relatório de gestão individual<br />
Poder e Órgão de Vinculação<br />
Poder: Executivo<br />
Órgão de Vinculação: Ministério da Saúde<br />
Identificação da Unidade Jurisdicionada<br />
Código SIORG: 2207<br />
Denominação completa: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde do Piauí<br />
Denominação abreviada: FUNASA/SUEST-<strong>PI</strong><br />
Código SIORG: 2207<br />
Situação: Ativa<br />
Código LOA: 36211 Código SIAFI: 255018<br />
Natureza Jurídica: Fundação do Poder Executivo<br />
Principal Atividade: Promoção de programas de saúde Federal, Estadual,<br />
Municipal.<br />
Código CNAE: 8412-4/00<br />
Telefones/Fax de contato: (086) 3232-3995 (086) 3232-3047 (099) 3232-3520<br />
E-mail: corepi.gab@funasa.gov.br<br />
Página na Internet: http://www.funasa.gov.br<br />
Endereço Postal: Av. João XXIII, 1317, Jóquei Clube; CEP: 64049-010; Teresina - <strong>PI</strong><br />
Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />
Instituída pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, pelo Decreto nº 100, de 16 de abril de 91, e em conformidade com<br />
o que dispõe o Decreto nº 4.727, de 9 de junho de 2003, publicado no Diário Oficial da União, do dia 10 de junho de<br />
2003. Portaria nº 1.776 de 8 de setembro de 2003 que aprova o regimento interno da <strong>Funasa</strong>.<br />
Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada<br />
Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada<br />
Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />
Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />
Código SIAFI Nome<br />
255018 SUEST-<strong>PI</strong><br />
Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />
Código SIAFI Nome<br />
255018 FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE<br />
Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões<br />
Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão<br />
255018 36211<br />
14
1.2. Qualificação da Superintendência Estadual<br />
Nome do Superintendente Estadual Raimunda Nonato da Cruz Oliveira<br />
População do Estado 3.119.015 ( Fonte: IBGE/2010)<br />
Nº. de Municípios abrangidos pela SUEST 214<br />
População Indígena do Estado ---------------------------------------------------------------------------<br />
Observação: No Estado do Piauí não existe indígena aldeado, contudo há uma CASAI para<br />
alojar os índios do Estado do Maranhão, Pará e outros, que buscam a rede assistencial de Saúde de<br />
Teresina para tratamento. Neste sentido, a SUEST-<strong>PI</strong> apenas administra os contratos de gestão da<br />
CASAI, ficando toda a responsabilidade técnica e epidemiológica para a SUEST-MA/DSEI/MA.<br />
Atualmente a Casai – <strong>PI</strong> conta com uma equipe técnica composta pelos seguintes profissionais:<br />
enfermeiros (01); pedagoga (1); técnico de enfermagem (14); auxiliar de nutrição (0). Além do<br />
corpo técnico, conta com 05 vigilantes, 04 serviços gerais e 05 motoristas.<br />
Caso a SUEST possua Distrito Sanitário Especial Indígena em sua estrutura, cada Dsei deverá ser<br />
qualificado em separado, com as seguintes informações:<br />
Nome do Dsei<br />
População Indígena abrangida pelo Dsei<br />
Número de Pólos-Base<br />
Número de Casai<br />
Número de Aldeias<br />
Etnias Indígenas<br />
Caso a SUEST não possua Distrito Sanitário Especial Indígena em sua estrutura, mas execute ações<br />
de Saúde Indígena, deverá apresentar as seguintes informações:<br />
Nome do Dsei a que pertence DSEI/São Luís do Maranhão<br />
População Indígena abrangida pela SUEST 30.881<br />
Número de Pólos-Base 06<br />
Número de Casai 03<br />
Número de Aldeias 291<br />
Etnias Indígenas 08 ( Awa-Guajá, Guajá, Guajajara, Krikati, Kanela, Timbira,<br />
Gavião, Urubu – ka’ apor)<br />
15
2. INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E<br />
FINANCEIRA DA UNIDADE<br />
2.1 Responsabilidades institucionais da unidade<br />
No Estado do Piauí, a Superintendência Estadual da <strong>Funasa</strong>, desde que foi instituída, vem<br />
desenvolvendo ações de Saneamento Ambiental em 100% dos municípios piauiense com população<br />
inferior a 50 mil habitantes, executando prioritariamente ações de: Construção e Ampliação de<br />
Sistemas de Abastecimento de Água, Construção e Ampliação de Melhorias de Sistemas de<br />
Esgotamento Sanitário, Implantação e Ampliação de Sistemas de Tratamento e Destino Final de<br />
Resíduos Sólidos, Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares com o objetivo de controlar as<br />
doenças e outros agravos ocasionados pela falta de inadequação das condições de saneamento<br />
básico nos domicílios. Acresce-se a isto as ações de Saneamento em áreas de relevante interesse<br />
epidemiológico como é o caso da ação de Melhoria Habitacional para o Controle da Doença de<br />
Chagas, com o objetivo de promover na área endêmica a melhoria das habitações cujas condições<br />
físicas favoreçam a colonização de vetores transmissores de Doença de Chagas.<br />
O cumprimento das ações acima referenciadas tem por objetivo o atendimento da população<br />
no Estado que, segundo o Censo Demográfico de 2010, é de 3.119.015 habitantes, onde se<br />
considera que um percentual significativo dessa população vive abaixo da linha de pobreza. Possui<br />
uma área de 251.576,644 km 2 e uma densidade demográfica de 12,4 hab./km 2 . Assim, o grande<br />
desafio da <strong>Funasa</strong> é fazer com que as ações de saneamento possam contribuir para a elevação do<br />
IDH no Estado que atualmente é de 0,703 (PNUD 2008), para patamares que evidenciem uma<br />
qualidade de vida satisfatória, elevando a expectativa de vida do piauiense que atualmente é de 69,3<br />
anos (2008), bem como diminuindo os índices de Mortalidade Infantil em crianças menores de um<br />
ano (este é de 24/1000 nascidos vivos no ano de 2009), conforme Indicadores de Saúde 2002-2009,<br />
da Secretaria da Saúde do Piauí.<br />
A missão institucional da <strong>Funasa</strong> concretiza-se mediante a atuação técnica das<br />
Superintendências Estaduais, que são unidades descentralizadas e diretamente subordinadas à<br />
Presidência da <strong>Funasa</strong> em Brasília-DF. Sua competência institucional se concretiza mediante o<br />
desenvolvimento de suas atribuições as quais são definidas em lei, estatuto e regimento e<br />
implementada por intermédio das políticas públicas para atender às necessidades dos beneficiários<br />
diretos e indiretos. Para tanto, atua através de Unidades Descentralizadas, que são as<br />
Superintendências Estaduais (<strong>Suest</strong>), que tem como competências regimentais: coordenar,<br />
supervisionar e desenvolver atividades de saneamento básico e de saúde indígena nas suas<br />
respectivas áreas de jurisdição.<br />
2.2 Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais<br />
A – Saneamento ambiental<br />
A grande responsabilidade da <strong>Funasa</strong> nesse milênio é o cumprimento de sua missão<br />
institucional que é “Promover a inclusão social por meio de ações de saneamento ambiental e de<br />
ações de atenção integral à saúde dos povos indígenas, com excelência na gestão e em consonância<br />
com o Sistema Único de Saúde”. Para garantir tal intuito, a <strong>Funasa</strong>, através do Programa de<br />
Aceleração do Crescimento – PAC, vem promovendo ações de saneamento em municípios com até<br />
50 mil habitantes. Para tanto, atuará no período de 2007 a 2010, em articulação com os Ministérios<br />
das Cidades e da Integração Nacional, priorizando os seguintes eixos de atuação:<br />
16
Saneamento em áreas especiais, atendendo indígenas e comunidades Remanescentes de<br />
Quilombos certificadas pela Fundação Palmares;<br />
Saneamento em áreas de interesse epidemiológico, contemplando os programas de Melhoria<br />
Habitacional para Controle da Doença de Chagas e Drenagem em áreas endêmicas de<br />
malária;<br />
Saneamento em municípios com população total de até 50.000 hab., contemplando<br />
programas como: Sistemas de Abastecimento de Água, Sistemas de Esgotamento Sanitário,<br />
Sistemas de Resíduos Sólidos e Melhorias Sanitárias Domiciliares;<br />
Saneamento Rural, contemplando: Assentamentos de Reforma Agrária, Reservas<br />
Extrativistas e Saneamento em Escolas Públicas;<br />
Ações Complementares de Saneamento que são as Ações Controle da Qualidade da Água<br />
para Consumo Humano.<br />
O investimento da FUNASA, com as ações do PAC, em todo o território nacional, será de<br />
aproximadamente R$ 4 bilhões, que serão aplicados no período de 2007 a 2010. No que se refere ao<br />
Estado do Piauí, o investimento do PAC no período de 2007 a 2009 chegou a R$ 145.502.516,16,<br />
beneficiando, nesse período, aproximadamente 46.686 famílias, o que corresponde a um<br />
quantitativo de aproximadamente 233.432 pessoas. Para isto, durante o ano de 2010, a<br />
Superintendência Estadual promoveu os seguintes eventos: um seminário com a participação do<br />
Presidente da <strong>Funasa</strong>, Prefeitos Municipais e técnicos da área, bem como reuniões regionalizadas<br />
com os gestores municipais para a orientação quanto aos procedimentos necessários para a<br />
celebração dos Termos de Compromisso/PAC, condições básicas para a formalização dos pleitos.<br />
Além disso, colocou à disposição dos municípios o seu corpo técnico de engenharia e de educação<br />
em saúde, para atendimento individualizado, sob forma de plantão, visando esclarecer as dúvidas<br />
existentes sobre os pleitos.<br />
As prioridades do PAC/<strong>Funasa</strong> foram determinadas com base nos municípios com maior índice<br />
de mortalidade infantil entre os períodos de 2003 a 2005. No Estado do Piauí, foram selecionados<br />
até o ano de 2010 cerca de 214 municípios com população até 50 mil habitantes. Outra estratégia de<br />
grande importância para a política de saneamento desenvolvida pela <strong>Suest</strong> – <strong>PI</strong> foi a aquisição de 02<br />
unidades móveis para controle da qualidade da água para consumo humano, sendo uma para o<br />
Coresa/Sul e outra para a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, que já se encontram em pleno funcionamento, com o objetivo de<br />
atender as demandas no Estado. Para isto, a <strong>Funasa</strong>/ <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, através de parceria com a <strong>Suest</strong>-PE,<br />
promoveu a capacitação de 03(três) técnicos que irão proceder à análise da qualidade da água nos<br />
Sistemas de Abastecimento de Água, sob responsabilidade desta Superintendência.<br />
B – Saúde Indígena<br />
No que se refere à Saúde Indígena, esta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> vem mantendo administrativamente a Casa de<br />
Saúde em uma parceria com a <strong>Suest</strong>-MA. Tal parceria vem se configurando através de duas grandes<br />
linhas de ação:<br />
1) No que se refere à administração de contratos terceirizados, a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> vem realizando<br />
processos licitatórios com empresas para prestação de serviços (fornecimento de refeições,<br />
limpeza e conservação, serviços funerários, fornecimento de passagens terrestres, serviços<br />
de vigilância desarmada, fornecimento de medicamentos básicos e específicos, serviços de<br />
motorista, locação e imóvel), com vistas a garantir a qualidade no processo de atendimento<br />
17
ao indígena que vem à Teresina, em busca de tratamento de saúde de média e alta<br />
complexidade, bem como de seus familiares.<br />
2) Ações de promoção, vigilância, proteção e recuperação da saúde indígena. Neste<br />
aspecto, a estratégia de atuação foi preparar a equipe técnica da Casai, através de cursos,<br />
oficinas e rodas de conversas para prestar serviços humanizados aos indígenas e suas<br />
famílias.Todavia, convém ressaltar que a gestão dos serviços e dos recursos humanos da<br />
Casai-<strong>PI</strong> estão sob a responsabilidade do DSEI-MA.<br />
Cabe ressaltar a importância das ações de saúde preventiva desenvolvidas pela Casai – <strong>PI</strong> no<br />
que se refere às DST’S/AIDS, Tuberculose e Saúde Materno-infantil, realizando prioritariamente<br />
orientações educativas a 100% dos casos referenciados e acompanhamento aos serviços médicos<br />
de média e alta complexidade dos indígenas em tratamento de saúde. Além dessas ações, a Casai-<br />
<strong>PI</strong> desenvolveu ainda atividades voltadas para saúde mental, fisioterapia e procedimentos de<br />
enfermagem.<br />
C – Gestão<br />
Na área de gestão, podemos inferir que as estratégias de atuação estiveram voltadas para os<br />
seguintes aspectos/áreas:<br />
Capacitação de Recursos Humanos – o foco foi seguir as determinações regimentais<br />
cumprindo essencialmente as demandas oriundas do CGERH, implementando na <strong>Suest</strong> o<br />
Plano Anual de Capacitação (PAC), em conformidade com as necessidades e/ou lacunas<br />
existentes nos serviços, visando fortalecer a capacidade executiva da força de trabalho das<br />
diferentes áreas (fim e meio);<br />
Reforma do prédio onde funciona a <strong>Suest</strong> e a Casai-<strong>PI</strong> – a instalação física do prédio<br />
onde funciona a Superintendência Estadual há mais de 30 anos não sofre qualquer tipo de<br />
melhoria, o que, com o passar dos anos, o prédio foi se depreciando e tornando uma<br />
estrutura vulnerável às intempéries do tempo. Daí a necessidade de se investir na sua<br />
reforma física, visando garantir segurança e conforto aos servidores. O investimento para<br />
isto foi na ordem de R$ 228.624,60 (duzentos e vinte e oito mil, seiscentos e vinte e quatro<br />
reais e sessenta centavos). É importante salientar que esse investimento veio proporcionar<br />
uma melhoria significativa nas instalações da superintendência, além de possibilitar auto –<br />
estima dos servidores em relação à sua instituição de trabalho. Presume – se que esta auto –<br />
estima venha contribuir para melhoria dos processos de trabalho desenvolvidos por esta<br />
<strong>Suest</strong>;<br />
Readequação de Parque computacional às mudanças físicas na sede da <strong>Suest</strong>, otimizando<br />
os sistemas informatizados e equipamentos, bem como sua expansão estrutural. Acresce – se<br />
a isto, a aquisição de equipamentos de informática modernos proporcionando mais<br />
capacidade, além de velocidade e qualidade nas informações. Tal medida vem beneficiar as<br />
áreas fins e meio desta Superintendência;<br />
Mudanças organizacionais – durante o ano, promoveram –se algumas mudanças no que se<br />
refere à organização dos serviços, tais como: junção em um mesmo espaço das seções<br />
/setores: SALOG/SOMAT/SOPAT/CPL, visando facilitar os processos de trabalho inerentes<br />
a esses setores e mudanças/remanejamento de chefias visando dar maior agilidade aos<br />
serviços;<br />
Solicitação de força tarefa para as áreas de convênios e engenharia, visando dar maior<br />
celeridade aos pleitos de convênios de exercícios anteriores e aos TC/PAC;<br />
18
Fortalecimento da equipe de TCE – com ampliação do número de tomadores e realização<br />
de processo de capacitação em TCE para os tomadores da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> e de outras<br />
Superintendências;<br />
Participação Intersetorial – fortalecimento do Core – Colegiado Regional de Gestão, como<br />
forma de garantir a participação de todos os setores nas discussões inerentes às questões<br />
apresentadas pelas áreas envolvidas e no encaminhamento das mesmas.<br />
2.3 Subações sob a responsabilidade da UJ<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 20CW – Assistencia médica aos servidores e empregados – exames periódicos.<br />
Tipo de Ação: Não informado<br />
Finalidade: Proporcionar aos servidores e empregados condições para manutenção da saúde física e mental<br />
Descrição: Realização dos exames médicos periódicos dos servidores e empregados da Administração Pública Federal<br />
Direta, autárquica e fundacional.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG)<br />
Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Júnior<br />
Unidade Executora:Departamento de Administração (DEADM)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação do Programa de Governo<br />
Código no PPA: 0122 Denominação: Serviços Urbanos de Água e Esgoto<br />
Tipo do Programa: Finalístico<br />
Objetivo Geral: Ampliar o acesso aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos,<br />
com vistas à universalização.<br />
Objetivos Específicos: Ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços públicos urbanos de abastecimento<br />
de água e esgotamento sanitário.<br />
Gerente: Leodegar da Cunha Tiscoski - Ministério das<br />
Cidades<br />
Responsável: José Raimundo Machado dos Santos –<br />
<strong>Funasa</strong><br />
Público Alvo: População urbana de menor nível socioeconômico, e a residente em áreas de habitação subnormal, em<br />
periferias de grandes centros e em municípios de pequeno porte.<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 20 AF – Apoio ao Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Apoiar técnica e financeiramente os responsáveis pela operação de sistema ou solução alternativa de<br />
abastecimento de água visando à melhoria dos procedimentos de controle da qualidade da água e o atendimento dos<br />
padrões de potabilidade estabelecidos na legislação vigente. Proporcionar o financiamento da implantação de unidades<br />
de fluoretação da água.<br />
Descrição: Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos envolvidos com a operação e manutenção de sistema<br />
ou solução alternativa de abastecimento de água; financiamento para aparelhamento e implantação de unidades<br />
laboratoriais e outras instalações destinadas ao controle da qualidade da água para consumo humano; desenvolvimento<br />
de ações de vigilância e controle de qualidade da água em áreas indígenas.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 10GD - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Abastecimento de Água em Municípios de<br />
até 50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />
(RIDE).<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
19
Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos com abastecimento público de água adequado visando à<br />
prevenção e ao controle de doenças e agravos.<br />
Descrição: Implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de abastecimento de água,<br />
contemplando a elaboração de planos diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede de<br />
distribuição e estação de tratamento, e ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 10GE - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Esgotamento Sanitário em Municípios de até<br />
50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />
(RIDE).<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos de sistema público de coleta e tratamento de esgoto<br />
sanitário adequado visando à prevenção e o controle de doenças e agravos.<br />
Descrição: Implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de esgotamento sanitário,<br />
contemplando a elaboração de planos diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede<br />
coletora e estação de tratamento, e ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 20AG - Apoio à Gestão dos Sistemas de Saneamento Básico em Municípios de até 50.000 Habitantes.<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Promover e apoiar, técnica e financeiramente, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias para o<br />
fortalecimento institucional dos modelos de gestão dos serviços públicos de saneamento ambiental de estados e<br />
municípios.<br />
Descrição: Promoção de intercâmbio com estados, municípios, entidades de ensino e pesquisa, associações e<br />
instituições públicas de saneamento, a partir do repasse de experiências e de recursos financeiros, visando ao<br />
desenvolvimento de novas tecnologias e de Programas de modelo de gestão para qualidade dos serviços de controle de<br />
perdas, de fomento à capacitação, de aquisição de equipamentos, de controle de qualidade da produção de água, de<br />
elaboração de plano diretor de saneamento, dentre outros. Esta ação busca a melhoria contínua do desempenho<br />
ambiental em um processo cíclico, em que os atores envolvidos revêem e avaliam, periodicamente, os sistemas de<br />
gestão em saneamento ambiental empregados, de modo a identificar oportunidades de melhorias.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 6908 - Fomento à Educação em Saúde voltada para o Saneamento Ambiental<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Assessorar gestores e técnicos em todos os níveis para o desenvolvimento de ações permanentes de<br />
comunicação e educação em saúde, por meio da mobilização social, visando à promoção da saúde, prevenção e<br />
controle de doenças e agravos, ocasionados pela falta e/ou inadequação de ações de saneamento ambiental.<br />
Descrição: As ações de Educação em Saúde e Mobilização Social nos projetos de saneamento ambiental financiados<br />
junto aos estados e municípios pela <strong>Funasa</strong> têm o sentido de fomentar, apoiar e fortalecer ações que resultem em<br />
efetiva melhoria na qualidade de vida da população beneficiada. A proposta é garantir que as melhorias em saneamento<br />
ambiental implementada nos municípios de até50.000 habitantes, nos projetos das áreas metropolitanas e em áreas<br />
especiais (assentamentos, remanescentes de quilombo e áreas extrativistas) integrem-se de forma harmoniosa e<br />
sustentável nas comunidades, garantindo a inclusão social por intermédio do acesso das populações vulneráveis aos<br />
serviços a que têm direito e colaborando para a adequada e transparente aplicação dos recursos públicos nessa área,<br />
20
inclusive estimulando a parceria junto a outros projetos e programas de iniciativa governamental e não governamental.<br />
Com essas ações, esperam-se iniciativas nos municípios beneficiados. Para tal é necessário o assessoramento técnico<br />
qualificado, por intermédio das ações discriminadas a seguir: atuação junto aos gestores e técnicos em todos os níveis<br />
visando sensibilizá-los para a importância do desenvolvimento de atividades permanentes de Comunicação e Educação<br />
em Saúde; apoio técnico aos profissionais que atuam nas diversas instâncias de governo, representantes de ONGs para<br />
a elaboração, execução, acompanhamento e supervisão de projetos, programas e atividades educativas de caráter<br />
permanente; ampliação do Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social (PESMS), financiada por recursos<br />
de convênio, para que se torne gerador/estimulador de outros projetos de alcance social; incentivo à integração das<br />
ações permanentes de Comunicação e Educação em Saúde a outros projetos sociais / comunitários visando estimular a<br />
participação, controle e inclusão sociais, geração de emprego e renda; fomento à organização de estruturas e equipes<br />
locais para o desenvolvimento de ações permanentes de Educação em Saúde; incremento ao apoio logístico e de<br />
recursos humanos às Assessorias de Comunicação e Educação em Saúde (ASCOM) das Coordenações Regionais da<br />
<strong>Funasa</strong>, por intermédio da aquisição de equipamentos e insumos, pagamento de diárias e passagens, prestação de<br />
serviços de terceiros por pessoas física e jurídica visando o cumprimento das ações propostas.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 7652 - Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos de condições sanitárias adequadas visando à prevenção e<br />
controle de doenças e agravos.<br />
Descrição: Melhorias Sanitárias Domiciliares são intervenções promovidas, prioritariamente, nos domicílios e<br />
eventualmente intervenções coletivas de pequeno porte. Inclui a construção de módulos sanitários, banheiro, privada,<br />
tanque séptico, sumidouro (poço absorvente), instalações de reservatório domiciliar de água, tanque de lavar roupa,<br />
lavatório, pia de cozinha, ligação à rede pública de água, ligação à rede pública de esgoto, dentre outras. São<br />
consideradas coletivas de pequeno porte, por exemplo: banheiro público, chafariz público, ramais condominiais, tanque<br />
séptico, etc. Pode também fomentar a implantação de oficina municipal de saneamento.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação do Programa de Governo<br />
Código no PPA: 1287 Denominação: Saneamento Rural<br />
Tipo do Programa: Finalístico<br />
Objetivo Geral: Promover e participar da adoção de medidas voltadas à prevenção e ao controle dos determinantes e<br />
condicionantes de saúde da pzopulação.<br />
Objetivos Específicos: Ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços de saneamento ambiental em áreas<br />
rurais.<br />
Gerente: Faustino Barbosa Lins Filho - <strong>Funasa</strong> Responsável: José Raimundo Machado dos Santos - <strong>Funasa</strong><br />
Público Alvo: População rural dispersa, residente em assentamentos da reforma agrária e em localidades de até 2.500<br />
habitantes e as minorias étnico-raciais como quilombolas, população indígena e outros povos da floresta.<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 3921 - Implantação de Melhorias Habitacionais para Controle da Doença de Chagas<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Melhorar as condições físicas e sanitárias das habitações, tornando-as refratárias à colonização de<br />
triatomíneos contribuindo para controle da doença de Chagas.<br />
Descrição: A ação visa melhorar as condições físico-sanitárias da casa por meio de restauração (reforma) ou<br />
reconstrução; a restauração compreende, dentre os principais serviços, os seguintes: reboco das paredes internas e<br />
externas e pintura das mesmas; calçada de proteção em torno da casa; cobertura com materiais adequados; piso<br />
21
cimentado ou de madeira; recuperação de abrigo de animais e depósitos; substituição de cercas; e implantação e/ou<br />
recuperação de instalações sanitárias; nos casos em que as casas não suportarem reformas, as mesmas serão demolidas<br />
e reconstruídas.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 4641 - Publicidade de Utilidade Pública<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Propiciar o atendimento ao princípio constitucional da publicidade, mediante ações que visam informar,<br />
esclarecer, orientar, mobilizar, prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos<br />
que lhe tragam benefícios sociais, com o fim de melhorar a sua qualidade de vida.<br />
Descrição: A ação se desenvolverá por meio de divulgação de conteúdos vinculados a objetivos sociais de interesse<br />
público, que assuma caráter educativo, informativo, de mobilização ou de orientação social, ou ainda que contenha<br />
uma orientação à população que a habilite ao usufruto de bens ou serviços públicos e que expresse, com objetividade<br />
e clareza, mediante a utilização de linguagem de fácil entendimento para o cidadão.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: Domingos Augusto Germano Xisto da Cunha<br />
Unidade Executora: Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde (ASCOM)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 7656 - Implantação, Ampliação ou Melhoria do Serviço de Saneamento em Áreas Rurais, em Áreas<br />
Especiais (Quilombos, Assentamentos e Reservas Extrativistas) e em Localidades com População Inferior a 2.500<br />
Habitantes para Prevenção e Controle de Agravos.<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Propiciar resolutibilidade, em áreas de interesse especial (assentamentos, remanescentes de quilombos e<br />
áreas extrativistas) para problemas de saneamento, prioritariamente o abastecimento público de água, o esgotamento<br />
sanitário e as melhorias sanitárias domiciliares e/ou coletivas de pequeno porte, bem como a implantação de oficina<br />
municipal de saneamento, visando à prevenção e ao controle de doenças e agravos.<br />
Descrição: Fomento e financiamento a implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de<br />
abastecimento de água e de sistemas públicos de esgotamento sanitário, contemplando a elaboração de planos<br />
diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede coletora de esgoto, rede de distribuição<br />
de água e estação de tratamento, ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos, bem como a implantação de<br />
melhorias sanitárias domiciliares e/ou coletivas de pequeno porte, assim como a implantação de oficina municipal de<br />
saneamento, compreendendo desde a elaboração do projeto até a sua operação plena.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional da Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 10 GC - Implantação e Melhoria de Serviços de Saneamento em Escolas Públicas Rurais -<br />
"Saneamento em Escolas".<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Promover a melhoria das condições de saúde dos alunos, reduzir evasão escolar e elevar a capacidade de<br />
ensino e aprendizagem por meio da melhoria das condições sanitárias das escolas públicas rurais em municípios<br />
selecionados.<br />
Descrição: Implantação de sistemas simplificados de abastecimento de água mediante estudo hidrológico local e<br />
instalação de poço tubular (poços, cisternas, cacimbões, dentre outros); pequenas adutoras; dessalinizadores, quando<br />
necessário; caixas d'água; banheiros com dois gabinetes e um lavatório; cozinha e chafariz para atender as<br />
comunidades vizinhas, bem como capacitação de alunos, corpo docente e membros da comunidade local no uso e<br />
22
gestão da água.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação do Programa de Governo<br />
Código no PPA: 8007 Denominação: Resíduos Sólidos Urbanos<br />
Tipo do Programa: Finalístico<br />
Objetivo Geral: Promover e difundir a gestão ambiental, a produção e o consumo sustentável nos ambientes urbanos<br />
e rurais e nos territórios dos povos e comunidades tradicionais.<br />
Objetivos Específicos: Ampliar a área de cobertura e eficiência dos serviços públicos de manejo de resíduos sólidos,<br />
com ênfase no encerramento de lixões, na redução, no reaproveitamento e na reciclagem de materiais, por meio da<br />
inclusão socioeconômica de catadores<br />
Gerente: Silvano Silvério da Costa – Ministério do<br />
Meio Ambiente<br />
Responsável: José Raimundo Machado dos Santos -<br />
<strong>Funasa</strong><br />
Público Alvo: População localizada em áreas de maior concentração de pobreza do país e/ou de fragilidade físicoambiental;<br />
em municípios de pequeno e médio portes, nas periferias de grandes centros e de regiões metropolitanas.<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 10GG - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos em Municípios<br />
de até 50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento<br />
Econômico (RIDE).<br />
Tipo de Ação: Projeto<br />
Finalidade: Apoiar, técnica e financeiramente, os estados e municípios na implantação, ampliação ou melhoria dos<br />
sistemas de coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos para prevenção e controle de agravos nas áreas<br />
mais carentes do país e com população inferior a 50.000 habitantes, preferencialmente, nos municípios acometidos de<br />
incidência da dengue.<br />
Descrição: A ação de implantação e ampliação dos sistemas de limpeza pública, acondicionamento, coleta, disposição<br />
final e tratamento de resíduos sólidos urbanos contempla intervenções que visam contribuir para a universalização dos<br />
serviços de coleta, limpeza pública, tratamento e disposição final dos resíduos sólidos nas áreas mais carentes do país<br />
e com população inferior a 30.000 habitantes, preferencialmente, nos municípios acometidos de incidência da dengue,<br />
e será implementada por intermédio das modalidades relacionadas a seguir: a) acondicionamento, coleta e transporte;<br />
implantação de sistema de coleta convencional e/ou seletiva, incluindo a aquisição de veículos, material e<br />
equipamentos para acondicionamento (cestas e contenedores para Postos de Entrega Voluntária - PEV e Locais de<br />
Entrega Voluntária - LEV instalados em logradouros públicos); b) unidades de disposição final - aterros sanitários ou<br />
de rejeitos. É passível de apoio financeiro toda a infra-estrutura para implantar aterros sanitários, incluindo: acesso;<br />
proteção adequada da área (cercamento e barreira vegetal); edificações de controle e apoio (balança, escritório, oficina<br />
de reparos, etc.), drenagem pluvial de chorume e de gases, impermeabilização de base, tratamento do chorume e<br />
equipamentos para operação. c) unidades de tratamento - triagem e/ou compostagem. É passível de apoio financeiro<br />
toda a infra-estrutura de implantação de unidades de tratamento de resíduos, bem como galpão para separação de<br />
resíduos destinados a catadores, incluindo obras civis, materiais e equipamentos; pátio de compostagem; balança;<br />
aterro de rejeitos e equipamentos para a operacionalização da unidade de tratamento. d) erradicação de "lixões" e<br />
recuperação das áreas degradadas.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />
Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />
Fonte: Sigplan<br />
23
Identificação do Programa de Governo<br />
Código no PPA: 0016 Denominação: Gestão da Política de Saúde<br />
Tipo do Programa: Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais<br />
Objetivo Geral: Fortalecer a gestão do SUS nas três esferas de governo, de modo a melhorar e aperfeiçoar a<br />
capacidade resolutiva das ações e serviços prestados à população<br />
Objetivos Específicos: Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos<br />
programas na área da saúde.<br />
Gerente: Márcia Bassit Lameiro da Costa Mazzoli –<br />
Ministério da Saúde<br />
Público Alvo: Governo<br />
Fonte: Sigplan<br />
Responsável: Luiz Fernando Beskow – Ministério da<br />
Saúde<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 4572 - Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Promover a qualificação e a requalificação de pessoal com vistas à melhoria continuada dos processos de<br />
trabalho, dos índices de satisfação pelos serviços prestados à sociedade e do crescimento profissional.<br />
Descrição: Realização de ações diversas voltadas ao treinamento de servidores, tais como custeio dos eventos,<br />
pagamento de passagens e diárias aos servidores, quando em viagem para capacitação, taxa de inscrição em cursos,<br />
seminários, congressos e outras despesas relacionadas à capacitação de pessoal.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Junior<br />
Unidade Executora: Departamento de Administração (DEDM)<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação do Programa de Governo<br />
Código no PPA: 0750 Denominação: Apoio Administrativo<br />
Tipo do Programa: Apoio às Políticas e Áreas Especiais<br />
Objetivo Geral: Não definido<br />
Objetivos Específicos: Prover os órgãos da União dos meios administrativos para a implementação e gestão de seus<br />
programas finalísticos<br />
Gerente: Não se aplica Responsável: Carlos Luiz Barroso Junior - <strong>Funasa</strong><br />
Público Alvo: Governo<br />
Fonte: Sigplan<br />
Identificação da Ação<br />
Denominação: 2000 - Administração da Unidade<br />
Tipo de Ação: Atividade<br />
Finalidade: Constituir um centro de custos administrativos das unidades orçamentárias constantes dos orçamentos da<br />
União, agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em programas ou ações finalísticas.<br />
Descrição: A atividade padronizada Administração da Unidade substitui as antigas atividades 2000 - Manutenção de<br />
Serviços Administrativos, 2001 - Manutenção de Serviços de Transportes e 2002 - Manutenção e Conservação de<br />
Bens Imóveis. Nesse sentido se constitui na agregação de despesas de natureza administrativa que não puderem ser<br />
apropriadas em ações finalísticas, nem a um programa finalístico. Essas despesas, quando claramente associadas a<br />
determinada ação finalística, devem ser apropriadas nesta ação; quando não puderem ser apropriadas a uma ação<br />
finalística, mas puderem ser apropriadas a um programa finalístico, devem ser apropriadas na ação Gestão e<br />
Administração do Programa (GAP, 2272); quando não puderem ser apropriadas nem a um programa nem a uma ação<br />
finalística, devem ser apropriadas na ação Administração da Unidade (2000). Essas despesas compreendem: serviços<br />
administrativos; pessoal ativo; manutenção e uso de frota veicular, própria ou de terceiros por órgãos da União;<br />
manutenção e conservação de imóveis próprios da União, cedidos ou alugados, utilizados pelos órgãos da União;<br />
tecnologia da informação, sob a ótica meio, incluindo o apoio ao desenvolvimento de serviços técnicos e<br />
24
administrativos; despesas com viagens e locomoção (aquisição de passagens, pagamento de diárias e afins); sistemas<br />
de informações gerenciais internos; estudos que têm por objetivo elaborar, aprimorar ou dar subsídios à formulação de<br />
políticas públicas; promoção de eventos para discussão, formulação e divulgação de políticas etc.; produção e edição<br />
de publicações para divulgação e disseminação de informações sobre políticas públicas e demais atividades - meio<br />
necessárias à gestão e administração da unidade.<br />
Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />
Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Junior<br />
Unidade Executora: Departamento de Administração (DEADM)<br />
Fonte: Sigplan<br />
25
2.3.1 Resumo da Execução Física das subações realizadas pela UJ<br />
Funçã<br />
o<br />
Subfunç<br />
ão<br />
Progra<br />
ma<br />
Ação Tip<br />
o<br />
Priorida<br />
de<br />
10 512 0122 20AF A 3<br />
10 512 0122 20AG A 3<br />
10 512 0122 20AG A 3<br />
Subação Descrição da Meta Produto<br />
39358 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Apoio ao<br />
Controle da<br />
Qualidade<br />
da Água<br />
para<br />
Consumo<br />
Humano<br />
39364 -<br />
<strong>Suest</strong> – <strong>PI</strong><br />
Fomento a<br />
estudos e<br />
pesquisas<br />
visando a<br />
avaliação do<br />
impacto das<br />
ações de<br />
saneamento<br />
e educação<br />
em saúde<br />
em obras de<br />
execução<br />
direta<br />
36815 -<br />
<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong><br />
Fomento à<br />
elaboraçã<br />
o de<br />
Planos<br />
SANEAMENTO AMBIENTAL<br />
- Apoiar 01 Sistema Público de<br />
Abastecimento de Água com a<br />
implementação de ações voltadas para<br />
o controle da qualidade da água para<br />
consumo humano (laboratório de<br />
Teresina);<br />
- Realizar 03 visitas de<br />
acompanhamento da reforma e<br />
ampliação do Laboratório da Fundação<br />
Municipal de Saúde de Teresina – <strong>PI</strong>.<br />
- Acompanhar 01 pesquisa para<br />
avaliação do impacto das ações<br />
de Saneamento Básico em obra<br />
s de execução direta.<br />
- A p o i a r t e c n i c a m e n t e 0 4<br />
municípios com<br />
implantação de Planos<br />
Municipais de Saneamento<br />
Básico, por meio dos NICT;<br />
Sistema<br />
apoiado<br />
Visita de<br />
acompanh<br />
amento<br />
realizada<br />
Pesquisa<br />
acompanh<br />
ada<br />
Município<br />
s<br />
beneficiad<br />
os<br />
Un.<br />
medid<br />
a<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
Execução Física<br />
Meta<br />
Previst<br />
a<br />
1<br />
3<br />
1<br />
4<br />
Meta<br />
Realiza<br />
da<br />
1<br />
3<br />
0<br />
4<br />
Execução<br />
Financeira<br />
Meta<br />
Meta<br />
Realiza<br />
Prevista<br />
da<br />
7.080,00<br />
88.824,00<br />
__<br />
__<br />
__<br />
6.150,00<br />
26
10 541 0122 6908 A 3<br />
Municipai<br />
s de<br />
Saneamen<br />
to Básico<br />
– PMSB<br />
39257 -<br />
<strong>Suest</strong>-Pi -<br />
Fomento à<br />
Educação em<br />
Saúde<br />
voltada para<br />
Saneamento<br />
Ambiental.<br />
-Analisar 2 planos<br />
de trabalho e orçamentos<br />
detalhados relativos aos<br />
PMSB;<br />
- Participação em 08<br />
reuniões dos Comitês de<br />
Coordenação de elaboração<br />
do PMSB em caráter<br />
orientativo;<br />
- Analisar e elaborar 04<br />
pareceres finais referente aos<br />
demais produtos contidos<br />
no TR dos PMSB.<br />
- A p o i a r 1 5 2 m u n i c í p i o s n a<br />
implantação de ações educativas referente<br />
ao Programa de Educação em Saúde e<br />
Mobilidade Social (PESMS) nos convênios<br />
celebrados com a <strong>Funasa</strong> anteriores a<br />
2006 e TCPAC anteriores a 2009;<br />
-Apoiar 02 municípios na implantação e/ou<br />
implementação das ações de Educação<br />
em comunidades quilombolas;<br />
- Beneficiar com ações de Educação em<br />
Saúde 07 comunidades de áreas<br />
especiais(quilombolas, assentamentos,<br />
extrativistas, ribeirinhos) relativos aos<br />
exercícios anteriores a 2009;<br />
- Sensibilizar e apoiar técnicos e gestores<br />
municipais na implantação e/ou implemen<br />
tacão das ações de Educação em Saúde<br />
em 52 municípios conveniados com a Fu<br />
nasa, comtemplados em recursos do<br />
PAC;<br />
- Apoiar 10 municípios na implantação<br />
/implementação dos núcleos de Educação<br />
em Saúde nos municípios atendidos com<br />
recursos da <strong>Funasa</strong>.<br />
PMSB<br />
analisados<br />
Participaçã<br />
o em<br />
reuniões<br />
Parecer<br />
elaborado<br />
Município<br />
apoiado<br />
Município<br />
apoiado<br />
Comunidad<br />
es<br />
beneficiada<br />
s<br />
Município<br />
apoiado<br />
Município<br />
apoiado<br />
Unida<br />
de<br />
2<br />
8<br />
4<br />
152<br />
02<br />
07<br />
52<br />
10<br />
2<br />
2<br />
2<br />
19<br />
02<br />
02<br />
18<br />
02<br />
18.450,00<br />
98.436,80<br />
__<br />
3.075,00<br />
__<br />
8.386,99<br />
882,84<br />
882,84<br />
7.945,56<br />
882,84<br />
27
10 512 0122 7652 P 1<br />
10 512 0122 10GD P 1<br />
39296 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implantação<br />
de Melhorias<br />
Sanitárias<br />
Domiciliares<br />
para<br />
Prevenção e<br />
Controle de<br />
Agravos<br />
39315 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implantação<br />
e Melhoria de<br />
Sist. Públicos<br />
de Abast. de<br />
Água em<br />
municípios<br />
com até 50<br />
mil hab<br />
- A n a l i s a r 0 2 p r o j e t o s d e i m p l a n t a ç ã o<br />
e Melhorias Sanitárias Domicilia<br />
res(relativos aos pleitos de 2010);<br />
- Analisar 05 projetos de implan<br />
tacão e Melhorias Sanitárias Do<br />
miciliares de exercícios anteriores;<br />
- Realizar 38 visitas de acompanha<br />
mento de convênios de exercícios<br />
anteriores;<br />
- Realizar 01 visita de acompanha<br />
mento de convênio de 2010;<br />
- Realizar 02 visitas preliminares<br />
de convênio de 2010.<br />
- A n a l i s a r 3 6 p r o j e t o s d e i m p l a n<br />
tacão e melhoria de Sistemas Públi<br />
cos de Abastecimento de Água, re<br />
lativos aos pleitos de 2010;<br />
- Analisar 39 projetos de implanta<br />
ção e melhoria de Sistemas Públi<br />
cos de Abastecimento de Água, re<br />
lativos a exercícios anteriores;<br />
- Realizar 50 visitas de acompanha<br />
mento de obras de implantação e<br />
Melhoria de Sistemas Públicos de<br />
Abastecimento de Água, relativas<br />
a exercícios anteriores;<br />
- Realizar 10 visitas de acompanha<br />
mento de obras de implantação e<br />
melhoria de Sistemas Públicos de<br />
Abastecimento de Água;<br />
- Realizar 36 visitas preliminares<br />
para viabilização de obras de im<br />
Projetos<br />
analisados<br />
Projetos<br />
analisados<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
realizada<br />
Visita<br />
realizada<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
02<br />
05<br />
38<br />
01<br />
02<br />
36<br />
39<br />
50<br />
10<br />
36<br />
00<br />
05<br />
33<br />
00<br />
00<br />
04<br />
39<br />
30<br />
00<br />
00<br />
50.091,00<br />
85.314,00<br />
__<br />
__<br />
41.325,07<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
29.760,70<br />
__<br />
__<br />
28
10 512 0122 10GD P 1<br />
10 512 0122 10GE P 1<br />
10<br />
512 0122 10GC P 1<br />
39355 –<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Construção<br />
de Poços<br />
Tubulares<br />
para<br />
Abasteciment<br />
o Público de<br />
Água -<br />
Execução<br />
Direta<br />
39356 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implant. e<br />
Melhoria de<br />
Sist. Públicos<br />
de Esgotam.<br />
Sanit. em<br />
Municípios de<br />
até 50mil hab<br />
39359 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implant. e<br />
Melhoria de<br />
Serv. de<br />
Saneam. em<br />
Escolas<br />
Públicas<br />
Rurais -<br />
Saneam. em<br />
Escolas<br />
plantação e melhoria de Sistemas<br />
Públicos de Abastecimento de Água.<br />
-Recuperar 10 poços tubulares exi s<br />
Tentes;<br />
- Construir 02 poços tubulares.<br />
-Analisar 12 projetos de implantação<br />
e melhoria de Sistemas Públicos de<br />
Esgotamento Sanitário de exercícios<br />
Anteriores;<br />
-Realizar 08 visitas preliminares de<br />
convênios de 2010;<br />
-Analisar 08 projetos de implantação<br />
e melhoria de Sistemas Públicos de<br />
Esgotamento Sanitário (relativos ao<br />
pleito de 2010);<br />
- Realizar 10 visitas de acompanha<br />
mento de convênios de exercícios<br />
anteriores;<br />
-Realizar 03 visitas de acompanha<br />
mento de convênios de 2010.<br />
-Realizar 74 visitas de acompanhament o<br />
de convênios de exercícios anteriores<br />
para implantação e melhoria de servi<br />
ços de saneamento em escolas públi<br />
cas rurais.<br />
Poços<br />
recuperado<br />
s<br />
Poços<br />
construídos<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Visita<br />
técnica<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
10<br />
02<br />
12<br />
08<br />
08<br />
10<br />
03<br />
00<br />
00<br />
12<br />
00<br />
00<br />
09<br />
00<br />
89.916,00<br />
8.142,00<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
3.489,42<br />
__<br />
74 00 31.860,00 __<br />
29
10<br />
131<br />
1287<br />
4641<br />
10 131 1287 3921 A 3<br />
10 131 1287 7656 A 3<br />
A<br />
3<br />
39363 –<br />
<strong>Suest</strong>- <strong>PI</strong><br />
Divulgação<br />
permanente<br />
da imagem<br />
institucional<br />
da <strong>Funasa</strong><br />
nas ações de<br />
Saneamento<br />
e Saúde<br />
39360 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implantação<br />
de Melhorias<br />
Habitacionais<br />
para Controle<br />
de Doença de<br />
Chagas<br />
39362 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implant.,<br />
Ampli. ou<br />
Melhor. do<br />
Serv. de<br />
Saneam. em<br />
Áreas Rurais,<br />
em Áreas<br />
Especiais<br />
-Divulgar junto à mídia externa à<br />
<strong>Funasa</strong> 220 matérias, informativos etc.,<br />
sobre as ações, projetos e programas<br />
desenvolvidos nas áreas de saneamento<br />
ambiental e saúde indígena;<br />
-Divulgar junto à mídia interna à <strong>Funasa</strong><br />
60 matérias, informativos etc., sobre as<br />
ações,projetos e programas desenvolvidos[<br />
nas áreas de saneamento ambiental e saú<br />
de indígena.<br />
-Analisar 06 projetos de Implantação<br />
de Melhorias Habitacionais para Con<br />
trole da Doença de Chagas(relativos<br />
ao pleito de 2010);<br />
-Analisar 09 projetos de Implantação<br />
de Melhorias Habitacionais para Con<br />
trole da Doença de Chagas de exer<br />
cícios anteriores;<br />
- Realizar 54 visitas de acompanha<br />
mento de convênio de exercícios an<br />
teriores;<br />
-Realizar 02 visitas de acompanha<br />
mento de convênios de 2010;<br />
-Realizar 06 visitas preliminares de acom<br />
panhamento de convênios de 2010.<br />
-Realizar 20 visitas de acompanh a<br />
mento de convênios de 2009 de sanea<br />
mento ambiental em comunidades rema<br />
nescentes de quilombo, assentamento<br />
da reforma agrária, reserva extrativis<br />
ta ou localidades rurais com até 2.500<br />
hab.;<br />
-Realizar 20 visitas técnicas preliminares<br />
de convênios de 2010;<br />
-Analisar 20 projetos de saneamento am<br />
biental em comunidades remanescentes<br />
Matéria<br />
divulgada<br />
Matéria<br />
divulgada<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
220<br />
60<br />
06<br />
09<br />
54<br />
02<br />
06<br />
20<br />
20<br />
20<br />
228<br />
64<br />
00<br />
09<br />
52<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
5.047,58<br />
50.091,00<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
42.011,80<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
__<br />
30
10 131 8007 10GG A 3<br />
10 122 0750 2000 A 4<br />
39361 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> –<br />
Implantação<br />
e melhoria de<br />
Sistema<br />
Públicos de<br />
Manejo de<br />
Resíduos<br />
Sólidos em<br />
municípios de<br />
até 50.000<br />
hab.,<br />
inclusive de<br />
Regiões<br />
Metropolitana<br />
s ou Regiões<br />
Integradas<br />
de<br />
Desenvolvim<br />
ento<br />
Econômico<br />
(RIDE)<br />
de quilombo, assentamento da reforma<br />
agrária, reserva extrativista ou localida<br />
des rurais com até 2.500 hab., relativos<br />
ao pleito de 2010;<br />
-Realizar 20 visitas preliminares de con<br />
vênios de 2010;<br />
- Realizar 20 visitas de acompanha<br />
mento de convênios de exercícios anterio<br />
res de saneamento ambiental em comu<br />
nidades remanescentes de quilombo, assen<br />
tamento da reforma agrária,reserva extra<br />
tivista ou localidades rurais com até 2.500<br />
hab.<br />
-Analisar 14 projetos de implantação de<br />
Melhorias de Sistemas Públicos de Manejo<br />
de Resíduos Sólidos (relativos ao pleito de<br />
2010);<br />
-Realizar 02 visitas de acompanhamento<br />
de convênio de exercícios anteriores;<br />
- Realizar 05 visitas de acompanhamento<br />
de convênios de 2010;<br />
- Realizar 14 visitas preliminares de com<br />
vênios de 2010;<br />
- Analisar 15 projetos de implantação de<br />
Melhorias de Sistemas Públicos de Mane<br />
jo de Resíduos Sólidos de exercícios ante<br />
riores.<br />
SANEAMENTO INDÍGENA<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
prestar serviços de limpeza e<br />
conservação;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
prestar serviços funerários na<br />
Casai-<strong>PI</strong>;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
fornecimento de passagens<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Visita<br />
técnica<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Projeto<br />
analisado<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
1<br />
1<br />
1<br />
20<br />
20<br />
14<br />
02<br />
05<br />
14<br />
15<br />
1<br />
1<br />
1<br />
00<br />
20<br />
00<br />
02<br />
00<br />
00<br />
15<br />
100.005,00<br />
6.018,00<br />
__<br />
50.002,50<br />
__<br />
__<br />
752,25<br />
__<br />
__<br />
__<br />
14.304,00<br />
60.000,00<br />
31
10 122 0750 2000 A 4<br />
10 122 0750<br />
20C<br />
W<br />
A 4<br />
10 122 0016 4572 A 4<br />
39335 -<br />
<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> -<br />
Administraçã<br />
o da<br />
Unidade-<br />
CASAI<br />
39337 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Implantaçao<br />
do Programa<br />
de Controle<br />
Médico de<br />
Saúde<br />
Ocupacional<br />
(PCMSO)<br />
39357 -<br />
<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />
Assistência<br />
Médica aos<br />
Servidores e<br />
Empregados<br />
Públicos<br />
(Exames<br />
Periódicos)<br />
39316 -<br />
<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> -<br />
terrestres;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
fornecimento de refeições<br />
diárias;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
fornecimento de medicamentos<br />
básicos não contemplados na<br />
Farmácia Básica e os<br />
específicos;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
prestar serviços de motoristas<br />
para Casai-<strong>PI</strong>;<br />
-Manter contrato de locação de<br />
01 imóvel para Casai-<strong>PI</strong> e de<br />
serviços básicos;<br />
-Contratar 01 empresa para<br />
prestar serviços de vigilância<br />
desarmada na Casai-<strong>PI</strong>.<br />
GESTÃO<br />
- D e s e n v o l v e r p e l o m e n o s 0 3<br />
ações de promoção da saúde, sendo<br />
uma delas a ginástica laboral.<br />
- R e a l i z a r e x a m e s p e r i ó d i c o s e m<br />
718 servidores descentralizados;<br />
-Realizar exames periódicos em 125<br />
servidores lotados na <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>.<br />
- C a p a c i t a r 1 0 0 s e r v i d o r e s p ú b l i c o s<br />
Federais em exercício na <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>;<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Empresa<br />
contratada<br />
Ações<br />
desenvolvid<br />
as<br />
Servidores<br />
beneficiado<br />
s<br />
Servidores<br />
beneficiado<br />
s<br />
Servidor<br />
capacitado<br />
Unidade<br />
Unida<br />
de<br />
Unida<br />
de<br />
03<br />
718<br />
125<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
1<br />
488.663,59<br />
00 15.000,00 __<br />
00<br />
00<br />
3.000,00<br />
215.634,40<br />
36.000,00<br />
115.804,11<br />
33.363,48<br />
__<br />
__<br />
__<br />
100 95 48.261,90<br />
32
Fonte: PlamSUS<br />
Análise Crítica:<br />
Participação<br />
de Servidores<br />
Públicos<br />
Federais em<br />
Eventos de<br />
Capacitação<br />
-Promover a participação de 274 ser<br />
vidores da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em eventos de<br />
capacitação;<br />
Participação<br />
em eventos<br />
Unida<br />
de<br />
274<br />
206<br />
190.000,00<br />
104.652,12<br />
1 - A UJ não fez o acompanhamento de execução financeira das Subações, uma vez que sua programação recai sobre custeio, e a sua aplicação se realiza<br />
de forma compartilhada com outras subações. No entanto, a meta financeira alcançada está baseada na média de gastos com custeio das ações no ano de<br />
2010;<br />
De acordo com o Quadro 1, abaixo, verificamos os seguintes aspectos:<br />
2 – Em relação à Ação 20 AG, subação 39364, que trata do fomento a estudos e pesquisas visando a avaliação do impacto das ações de saneamento e<br />
educação em saúde em obras de execução direta, em junho de 2010 foi encaminhado projeto de pesquisa à Presidência da <strong>Funasa</strong> para aprovação e<br />
liberação de recursos. No entanto, até 31 de dezembro de 2010, não houve nenhuma manifestação favorável para que a pesquisa ocorresse. Por essa<br />
razão, a meta deixou de ser cumprida, sendo reprogramada para o ano de 2011, e já solicitado à Presidência atenção ao pleito através do Memorando nº<br />
010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong> (ANEXO 6), tendo para isto o reforço do Acórdão número 3089/2010 do TCU que recomenda a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> a “realização periódica<br />
de estudos detalhados a cerca dos resultados alcançados com suas ações de saneamento e demais programas por ventura em execução, avaliando e<br />
monitorando, nos diversos municípios do Estado do Piauí, o impacto dessas ações nas comunidades beneficiadas, apresentando dados consistentes que<br />
possam subsidiar eventuais tomadas de decisão por parte dos gestores”. Considerando que não houve liberação de recursos para a mesma, por parte da<br />
Presidência da <strong>Funasa</strong>, a meta foi reprogramada no Plano Operacional da <strong>Suest</strong>-Pi, para o ano de 2011;<br />
3 – As metas referentes aos pleitos de convênios EP e TC/PAC de 2010, da Divisão de Engenharia, que deixaram de ser cumpridas, justifica-se em razão<br />
da ausência de projetos para análise, aprovação e visita técnica. Os municípios deixaram de apresentar seus pleitos, embora todos tenham sido<br />
notificados oficialmente. Além da notificação oficial, esta <strong>Suest</strong>-Pi procedeu ainda com encontros e reuniões em parceria com a APPM, CGU e TCU<br />
onde foi reiterada a necessidade de apresentação dos pleitos, bem como de todo o processo de gestão de convênios: habilitação, análise e aprovação,<br />
acompanhamento e prestação de contas.<br />
4 - Outro aspecto que contribuiu para o não alcance das metas estabelecidas para a área de Engenharia, foi a grande demanda de solicitações de vistorias<br />
para o atendimento de TCE e órgãos de controle internos e externos. Em virtude dessa situação, as visitas de acompanhamento ficaram prejudicadas, o<br />
que resultou no não cumprimento das metas estabelecidas pelo setor de engenharia. Além disso, outro forte componente foram as demandas geradas<br />
pelos convenentes para atender as prestações de contas parcial e final dos convênios.<br />
33
Em relação à ação 10GC, que trata da implantação e melhoria de serviços de saneamento em escolas públicas rurais – saneamento em escolas, a<br />
meta não foi cumprida em virtude de o Governo do Estado/Seinfra ter manifestado desinteresse na execução dos convênios, bem como ter<br />
procedido a devolução dos recursos relativos aos pleitos de 2005. No ano de 2006, não houve apresentação de projetos para análise e aprovação<br />
por parte desse órgão.<br />
Em relação à Ação 10GD, programa 0122, referente à implantação e melhoria de Sistemas Públicos de Abastecimento de água em municípios de<br />
até 50 mil habitantes exclusive de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento econômico (RIDE), a meta deixou de ser<br />
cumprida em virtude da máquina perfuratriz ter tido problemas técnicos e a contratação do geólogo acontecerem muito próximo do final do ano,<br />
o que impossibilitou a execução de um planejamento adequado para realização da ação pretendida. Além disso, é importante destacar que no<br />
período eleitoral foram proibidas ações desse porte junto aos municípios, estando proposto para 2011 a retomada da meta como prioridade para<br />
esta <strong>Suest</strong>-Pi.<br />
5 - Observa-se também, em relação ao Serviço de Recursos Humanos, que as metas estabelecidas, na ação 20CW referente à assistência médica aos<br />
servidores e empregados – exames periódicos, não foi executada considerando que a mesma está atrelada à CGERH da Presidência da <strong>Funasa</strong> e não teve<br />
seu cumprimento efetivado no ano de 2010 pela Presidência, estando reprogramada para 2011.<br />
Outro aspecto diz respeito à ação 2000, subação 39337 - de Implantação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, que<br />
também não foi executada, embora algumas etapas tenham sido cumpridas, como por exemplo, a aplicação de questionário de opinião sobre as<br />
atividades do programa,a consolidação dos questionários e início do processo de licitação da empresa especializada para realização de ginástica<br />
laboral, não sendo concluído por falta de tempo hábil para o processo licitatório.<br />
Em relação ao Programa 016, ação 4572, que se refere à capacitação de servidores públicos federais em processo de qualificação e<br />
requalificação, vale acrescentar que esta meta embora tenha tido um desempenho satisfatório (75,18%), houve durante o ano um corte no teto<br />
orçamentário das capacitações, o que contribuiu para o não cumprimento da meta integralmente. Além disso, convém mencionar que muitos<br />
servidores deixaram de participar de eventos programados, considerando demandas de serviços e outros motivos não identificados. A partir desse<br />
fato, a <strong>Suest</strong>-Pi tomou as seguintes providencias: que os servidores tenham maior compromisso e não agendem nada para as datas já<br />
estabelecidas para os eventos; todos foram avisados que deverão ressarcir ao erário o dano causado pelo não comparecimento – isto nos casos<br />
não justificados e não acatados pelo setor.<br />
O programa 0122, ação 6908, que se refere ao fomento à Educação em Saúde voltada para o saneamento ambiental, cumpriu suas metas apenas<br />
parcialmente, considerando que houve atraso no repasse de recursos para o custeio; a baixa adesão dos gestores para apresentação dos projetos de<br />
Educação em Saúde junto às ações de saneamento, sendo feito várias tentativas, eventos para discutir a importância da ação educativa. Em julho<br />
34
de 2010, a área colocou à disposição dos prefeitos três dias de plantão para encaminhar os processos através de um grupo de técnicos<br />
responsáveis pela orientação metodológica dos projetos. Tal fato, não produziram os resultados esperados, pois repassaram apenas três gestores<br />
para esse mutirão (Ofício Circular nº 5 de 7 de julho de 2010).<br />
35
QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />
INTERVALOS DE DESEMPENHO<br />
UNIDADE<br />
QUANTIDADE<br />
DE METAS<br />
A = > 90% B = 71% a 90% C = 51% a 70% D = 31% a 50% E = 0% a 30% F<br />
(Inconsistente)<br />
TOTAL<br />
SENSP 35 11 02 01 01 20 35<br />
ASPLAN 01 01 01<br />
ASCOM 02 02 02<br />
NICT 04 02 01 01 04<br />
ED. EM SAÚDE 05 01 01 03 05<br />
SEREH 02 02 03<br />
SEREH/SECAP 02 01 01 02<br />
CASAI 08 08 08<br />
TOTAL 60 25 03 01 02 5 24 60<br />
ÍNDICE PERCENTUAL 41,67 5,00% 1,67% 3,33% 8,33% 40,00% 100%<br />
36
Gráfico 1 - Desempenho da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em 2010 por metas programas por unidade gestora de execução.<br />
Fonte: <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> /2010<br />
37
2.4 Desempenho Orçamentário/Financeiro<br />
2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa<br />
Quadro 2.3 - Identificação das Unidades Orçamentárias<br />
Denominação das Unidades Orçamentárias Código da UO<br />
Código SIAFI da<br />
UGO<br />
Superintendência Estadual da FUNASA no Piauí 36211 255018<br />
Quadro 2.4 - Programação de Despesas Correntes<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
LOA<br />
CRÉDITOS<br />
Origem dos Créditos<br />
Orçamentários<br />
Dotação proposta pela UO<br />
PLOA<br />
LOA<br />
Suplementares<br />
Especiais<br />
Abertos<br />
Reabertos<br />
Valores em R$ 1,00<br />
Grupos de Despesas Correntes<br />
1 – Pessoal e Encargos 2 – Juros e Encargos da 3- Outras Despesas<br />
Sociais<br />
Dívida<br />
Correntes<br />
Exercícios Exercícios Exercícios<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
Extraordinários Abertos<br />
Reabertos<br />
Créditos Cancelados<br />
Outras Operações<br />
Total<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong><br />
2.4.1.1 Programação de Despesas de Capital<br />
LOA<br />
Quadro 2.5 Programação de Despesas Capital<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
CRÉDITO<br />
S<br />
Origem dos Créditos<br />
Orçamentários<br />
Dotação proposta pela UO<br />
PLOA<br />
LOA<br />
Suplementares<br />
Especiais<br />
Abertos<br />
Reabertos<br />
Extraordinário Abertos<br />
Valores em R$ 1,00<br />
4 – Investimentos<br />
Grupos de Despesa de Capital<br />
5 – Inversões<br />
Financeiras<br />
6- Amortização da<br />
Dívida<br />
Exercícios Exercícios Exercícios<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
38
s Reabertos<br />
Créditos Cancelados<br />
Outras Operações<br />
Total<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong><br />
2.4.1.2 Quadro Resumo da Programação de Despesas<br />
Quadro 2.6 - Quadro Resumo da Programação de Despesas<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
LOA<br />
CRÉDITOS<br />
Origem dos Créditos<br />
Orçamentários<br />
Dotação proposta pela UO<br />
PLOA<br />
LOA<br />
Suplementares<br />
Abertos<br />
Especiais<br />
Reabertos<br />
Despesas Correntes Despesas de Capital<br />
Valores em R$ 1,00<br />
9 – Reserva de<br />
Contingência<br />
Exercícios Exercícios Exercícios<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
Extraordinários Abertos<br />
Reabertos<br />
Créditos Cancelados<br />
Outras Operações<br />
Total<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong><br />
2.4.1.3 Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa<br />
Quadro 2.7 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa<br />
Natureza da Movimentação<br />
de Crédito<br />
Movimentação<br />
Interna<br />
Movimentação<br />
Externa<br />
Natureza da Movimentação<br />
de Crédito<br />
Movimentação<br />
Interna<br />
Movimentação<br />
Externa<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
UG<br />
concedente<br />
ou<br />
recebedora<br />
Concedidos<br />
Recebidos 255018<br />
Concedidos<br />
Recebidos<br />
UG<br />
concedente<br />
ou<br />
recebedora<br />
Concedidos<br />
Recebidos<br />
Concedidos<br />
Recebidos<br />
Classificação<br />
da ação<br />
Classificação<br />
da ação<br />
1 – Pessoal e<br />
Encargos<br />
Sociais<br />
4 –<br />
Investimentos<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Despesas Correntes<br />
2 – Juros e 3 – Outras<br />
Encargos da Despesas<br />
Dívida Correntes<br />
Despesas de Capital<br />
5 – Inversões<br />
Financeiras<br />
6 –<br />
Amortização<br />
da Dívida<br />
39
Observação: Não houve ocorrência no período.<br />
2.4.2 Execução Orçamentária da Despesa<br />
2.4.2.1 Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ<br />
2.4.2.1.1 Despesas por Modalidade de Contratação<br />
Quadro 2.8 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />
originários da UJ<br />
(“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”)<br />
Modalidade de Contratação<br />
Modalidade de Licitação<br />
Convite<br />
Tomada de Preços<br />
Concorrência<br />
Pregão<br />
Concurso<br />
Consulta<br />
Registro de Preços<br />
Contratações Diretas<br />
Dispensa<br />
Inexigibilidade<br />
Regime de Execução Especial<br />
Suprimento de Fundos<br />
Pagamento de Pessoal<br />
Pagamento em Folha<br />
Diárias<br />
Outros<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Despesa Liquidada<br />
2009 2010<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Despesa paga<br />
2009 2010<br />
Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />
2.4.2.1.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />
Quadro 2.9 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />
créditos originários da UJ<br />
“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”<br />
Grupos de Despesa<br />
1 – Despesas de Pessoal<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
2 – Juros e Encargos da Dívida<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
3 – Outras Despesas Correntes<br />
1º elemento de despesa<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Despesa<br />
Empenhada<br />
Despesa<br />
Liquidada<br />
RP não<br />
processados<br />
Valores Pagos<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
40
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />
2.4.2.1.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />
Quadro 2.10 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />
dos créditos originários da UJ<br />
“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Despesa Despesa<br />
RP não<br />
Valores Pagos<br />
Grupos de Despesa Empenhada Liquidada processados<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
4 – Investimentos<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
5 – Inversões Financeiras<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
6 – Amortização da Dívida<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />
Análise crítica<br />
A execução orçamentária da despesa é realizada a nível de Presidência.<br />
2.4.2.2 Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por Movimentação<br />
2.4.2.2.1 Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos recebidos por<br />
movimentação<br />
Quadro 2.11 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />
recebidos por movimentação<br />
Modalidade de Contratação<br />
Licitação<br />
Despesa Liquidada<br />
2009 2010<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Despesa paga<br />
2009 2010<br />
Convite - - - -<br />
Tomada de Preços 158.379,81 - 127.713,81 -<br />
Concorrência - - -<br />
Pregão 1.300.914,14 1.290.824,00 1.022.620,58 1.165.765,52<br />
Concurso - - - -<br />
Consulta - -<br />
41
Não se aplica 489.223,14 631.124,67 489.086,52 631.124,67<br />
Contratações Diretas<br />
Dispensa 350.924,11 373.983,80 348.302,15 367.060,73<br />
Inexigibilidade - - - -<br />
Regime de Execução Especial<br />
Suprimento de Fundos 26.902,32 5.691,50 26.902,32 5.691,50<br />
Pagamento de Pessoal<br />
Pagamento em Folha - - - -<br />
Diárias 482.921,39 625.228,11 482.784,77 625.228,11<br />
Outras<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Observação: O Pagamento em Folha é realizado a nível de Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
2.4.2.2.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos créditos recebidos<br />
por movimentação<br />
Quadro 2.12 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />
créditos recebidos por movimentação Valores em R$ 1,00<br />
Grupos de Despesa<br />
1 – Despesas de Pessoal<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
2 – Juros e Encargos da Dívida<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
3- Outras Despesas Correntes<br />
1º elemento de despesa (14)<br />
2º elemento de despesa (30)<br />
3º elemento de despesa (33)<br />
Elemento 36<br />
Elemento 37<br />
Elemento 39<br />
Despesa<br />
Empenhada<br />
Despesa<br />
Liquidada<br />
RP não<br />
processados<br />
Valores Pagos<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
478.863,<br />
30<br />
267.250,<br />
59<br />
32.413,1<br />
6<br />
37.421,5<br />
7<br />
580.665,<br />
92<br />
749.451,<br />
32<br />
604.296,<br />
61<br />
281.480,<br />
00<br />
35.452,4<br />
4<br />
54.294,9<br />
8<br />
660.743,<br />
98<br />
670.444,<br />
86<br />
478.863,<br />
30<br />
208.001,<br />
84<br />
31.173,8<br />
4<br />
37.421,5<br />
7<br />
570.428,<br />
19<br />
630.213,<br />
34<br />
604.296,<br />
61<br />
260.057,<br />
34<br />
34.764,5<br />
6<br />
54.294,9<br />
8<br />
659.572,<br />
89<br />
638.196,<br />
19<br />
Elemento 47 1.331,93 1.031,35 1.331,93 1.031,35<br />
Elemento 92 480,00 277,84 480,00 277,84<br />
Elemento 93 475,20 232,21 475,20 232,21<br />
- - 478.726, 604.296,<br />
68 61<br />
59.248,7 21.422,6 147.867, 223.939,<br />
5 6 13 83<br />
1.239,32 687,88 31.173,8 28.749,5<br />
4 3<br />
- - 37.421,5 51.514,6<br />
7 9<br />
10.237,7 1.171,09 565.120, 596.702,<br />
3<br />
86 89<br />
119.237, 32.248,6 613.039, 613.997,<br />
98 7 86 47<br />
- - 1.331,93 1.031,35<br />
- - 480,00 277,84<br />
- - 475,20 232,21<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Observação: Despesas de Pessoal e Juros e Encargos da Dívida são realizados a nível de<br />
Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
42
2.4.2.2.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos créditos recebidos<br />
por movimentação<br />
Quadro 2.13 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />
créditos recebidos por movimentação<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Grupos de Despesa<br />
Despesa<br />
Empenhada<br />
Despesa<br />
Liquidada<br />
RP não<br />
processados<br />
Valores Pagos<br />
2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />
4 - Investimentos<br />
2.422.18<br />
158.379,<br />
2.263.80 - 127.713, -<br />
1º elemento de despesa (51) 5,67 - 81 - 5,86<br />
81<br />
322.616, 399.342, 209.574, 48.900,0 113.041, 350.442, 11.274,5 48.900,0<br />
2º elemento de despesa (52)<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
5 - Inversões Financeiras<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
6 - Amortização da Dívida<br />
1º elemento de despesa<br />
2º elemento de despesa<br />
3º elemento de despesa<br />
Demais elementos do grupo<br />
Fonte: SIAFI Gerencial<br />
05 00 50 0 55 00 0 0<br />
Observação: Inversões Financeiras e Amortização da Dívida são realizadas a nível de Presidência<br />
Análise crítica<br />
As alterações ocorridas no exercício não foram significativas a ponto de permitir uma análise. O<br />
contingenciamento de créditos prejudicou e/ou atrasou em parte a execução do orçamento da <strong>Suest</strong>-<br />
<strong>PI</strong>. Não houve outras ocorrências que tenham influenciado positiva ou negativamente a execução do<br />
orçamento.<br />
2.4.3. Indicadores Institucionais<br />
Os indicadores institucionais a serem utilizados estão relacionados na tabela abaixo.<br />
43
Indicadores da área de comunicação e educação em saúde<br />
Indicador<br />
Percentual<br />
de TC com<br />
projetos de<br />
Educação<br />
em Saúde e<br />
Mobilização<br />
Social<br />
Finalida<br />
de<br />
Verificar<br />
a adesão<br />
dos<br />
municípi<br />
os às<br />
ações de<br />
educação<br />
em saúde<br />
e<br />
mobiliza<br />
ção<br />
social<br />
Fórmula de Cálculo<br />
Memória de<br />
cálculo<br />
0/6 = 0%<br />
Tipo Fonte<br />
Eficácia<br />
SIGOB<br />
Cgcon<br />
Equipe<br />
s de<br />
educaç<br />
ão em<br />
saúde<br />
da<br />
<strong>Suest</strong> e<br />
Presi<br />
Método<br />
de<br />
Aferição<br />
Consulta<br />
aos<br />
TC/PAC<br />
e<br />
relatórios<br />
do<br />
SIGOB<br />
Área<br />
Responsável<br />
pelo<br />
Indicador<br />
Ascom-<br />
<strong>Suest</strong><br />
Result<br />
ado<br />
2009<br />
Meta<br />
2010<br />
44<br />
Result<br />
ado<br />
2010<br />
0% 6 0
Indicadores de saneamento ambiental<br />
Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />
Percentual<br />
de execução<br />
física de<br />
obras de<br />
abasteciment<br />
o de água<br />
com<br />
recursos do<br />
PAC (*)<br />
(*)<br />
Acumul<br />
ado -<br />
2007 a<br />
2009.<br />
(Parâmetro<br />
de<br />
verificação:<br />
Portaria<br />
544)<br />
Medir a<br />
execução<br />
física das<br />
obras do<br />
PAC<br />
Memória de<br />
Cálculo<br />
316/318 x 100<br />
= 99,37%<br />
2/318 x 100 =<br />
0,63%<br />
0/318 x 100 =<br />
0,01%<br />
Tipo Fonte<br />
Eficá<br />
cia<br />
Eficá<br />
cia<br />
Eficá<br />
cia<br />
Sigesan<br />
Siscon<br />
Siafi<br />
Método<br />
de<br />
Aferição<br />
Relatório<br />
s do<br />
Sigesan;<br />
Parecer<br />
técnico<br />
de visita<br />
de<br />
acompan<br />
hamento<br />
(Diesp e<br />
Sensp)<br />
Área<br />
Responsável<br />
pelo<br />
Indicador<br />
Densp<br />
Depin<br />
<strong>Suest</strong><br />
Resultad<br />
o 2009<br />
5,88%<br />
94,71%<br />
0%<br />
Meta<br />
2010<br />
318<br />
318<br />
318<br />
45<br />
Resulta<br />
do<br />
2010<br />
99,37%<br />
0,63%<br />
0,01%
Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />
Percentual<br />
de execução<br />
física de<br />
obras de<br />
esgotamento<br />
sanitário<br />
com<br />
recursos do<br />
PAC (*)<br />
(*)<br />
Acumul<br />
ado -<br />
2007 a<br />
2009.<br />
(Parâme<br />
tro de<br />
verifica<br />
ção:<br />
Portaria<br />
544)<br />
Percentual<br />
de<br />
comunidade<br />
s<br />
remanescent<br />
es de<br />
quilombo<br />
com SAA<br />
implantado<br />
com<br />
recursos do<br />
PAC<br />
(*)<br />
Acumulado<br />
Medir a<br />
execução<br />
física das<br />
obras do<br />
PAC<br />
Verificar o<br />
percentual<br />
de<br />
comunidade<br />
s<br />
remanescent<br />
es de<br />
quilombo<br />
com SAA<br />
implantado<br />
Memória de<br />
Cálculo<br />
22/24 x 100 =<br />
97,87%<br />
2/24 x 100 =<br />
8,33%<br />
0/24 x 100 =<br />
0%<br />
4/4 X 100 =<br />
100%<br />
Tipo Fonte<br />
Eficá<br />
cia<br />
Eficá<br />
cia<br />
Sigesan<br />
Siscon<br />
Siafi<br />
Relatór<br />
io<br />
Consoli<br />
dado de<br />
ativida<br />
des<br />
(Densp<br />
)<br />
Planilh<br />
a de<br />
acompa<br />
nhame<br />
nto<br />
(Diesp)<br />
Método<br />
de<br />
Aferição<br />
Relatório<br />
s do<br />
Sigesan;<br />
Parecer<br />
técnico<br />
de visita<br />
de<br />
acompan<br />
hamento<br />
(Diesp e<br />
Sensp)<br />
Planilha<br />
Acompan<br />
hamento<br />
(Densp)<br />
e visita<br />
de<br />
acompan<br />
hamento<br />
(Diesp/S<br />
ensp)<br />
Área<br />
Responsável<br />
pelo<br />
Indicador<br />
Densp<br />
Depin<br />
<strong>Suest</strong><br />
DENSP<br />
<strong>Suest</strong><br />
Resultad<br />
o 2009<br />
20%<br />
80%<br />
0%<br />
60%<br />
Meta<br />
2010<br />
24<br />
24<br />
24<br />
4<br />
46<br />
Resulta<br />
do<br />
2010<br />
97,87%<br />
8,33%<br />
0%<br />
100%
Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />
– 2007 a<br />
2009<br />
Percentual<br />
de<br />
domicílios<br />
com<br />
Melhorias<br />
Sanitárias<br />
Domiciliares<br />
implantadas<br />
com<br />
recursos do<br />
PAC (RA<br />
ajustado)<br />
(*)<br />
Acumulado<br />
– 2007 a<br />
2009<br />
Percentual<br />
de<br />
domicílios<br />
com<br />
Melhoria<br />
Habitacional<br />
para o<br />
Controle da<br />
Doença de<br />
Chagas<br />
realizada<br />
com<br />
recursos do<br />
PAC<br />
Verificar o<br />
percentual<br />
de<br />
domicílios<br />
com<br />
Melhorias<br />
Sanitárias<br />
Domiciliares<br />
implantadas<br />
Aferir o<br />
percentual<br />
de<br />
domicílios<br />
com<br />
Melhoria<br />
Habitacional<br />
para o<br />
Controle da<br />
Doença de<br />
Chagas<br />
realizada<br />
Memória de<br />
Cálculo<br />
1704/6930 x<br />
100 = 24,59%<br />
932/3276 x<br />
100 = 28,45%<br />
Tipo Fonte<br />
Eficá<br />
cia<br />
Eficá<br />
cia<br />
/Sensp)<br />
Progra<br />
mação<br />
do<br />
PAC<br />
Progra<br />
mação<br />
do<br />
PAC<br />
Sigesan<br />
Progra<br />
mação<br />
do<br />
PAC<br />
Sigesan<br />
Método<br />
de<br />
Aferição<br />
Relatório<br />
gerado<br />
do<br />
Sistema<br />
Programa<br />
ção do<br />
PAC<br />
Relatório<br />
gerado<br />
do<br />
Sistema<br />
Programa<br />
ção do<br />
PAC<br />
Área<br />
Responsável<br />
pelo<br />
Indicador<br />
DENSP/Sue<br />
st<br />
DENSP/Sue<br />
st<br />
Resultad<br />
o 2009<br />
43,43%<br />
31,03%<br />
Meta<br />
2010<br />
6.930<br />
3.276<br />
47<br />
Resulta<br />
do<br />
2010<br />
24,59%<br />
28,45%
Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />
(*)<br />
Acumulado<br />
– 2007 a<br />
2009<br />
Memória de<br />
Cálculo<br />
Tipo Fonte<br />
Método<br />
de<br />
Aferição<br />
Área<br />
Responsável<br />
pelo<br />
Indicador<br />
Resultad<br />
o 2009<br />
OBSERVAÇÃO: A fonte de dados utilizada para o cálculo dos indicadores foi o SIGESAN, onde nem todos os pleitos foram atualizados no período,<br />
daí o baixo desempenho de alguns indicadores.<br />
Meta<br />
2010<br />
48<br />
Resulta<br />
do<br />
2010
3. INFORMAÇÕES SOBRE RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA<br />
DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />
3.1 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos<br />
Quadro 3.1 - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos<br />
ou Recursos Valores em R$ 1,00<br />
Identificação da Conta Contábil<br />
Código SIAFI Denominação<br />
255018 FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE<br />
UG Credor (CNPJ/CPF)<br />
Razões e Justificativas:<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
Justificativa: Não houve ocorrência.<br />
Saldo Final em<br />
31/12/2009<br />
Linha Detalhe<br />
Movimento<br />
Devedor<br />
Movimento<br />
Credor<br />
Saldo Final em<br />
31/12/2010<br />
4. INFORMAÇÕES SOBRE A MOVIMENTAÇÃO E OS SALDOS DE RESTOS A PAGAR<br />
DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />
4.1 Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores<br />
Quadro 4.1 - Situação dos Restos a Pagar de exercícios anteriores Valores em R$ 1,00<br />
Ano de Inscrição Montante Inscrito<br />
Restos a Pagar Processados<br />
Cancelamentos<br />
acumulados<br />
Pagamentos<br />
acumulados<br />
Saldo a Pagar em<br />
31/12/2010<br />
2009 311.718,14 136,62 311.581,52 -<br />
2008 118.007,60 - 118.007,60 396,00<br />
2007 - - 191.596,91 -<br />
2006 88.799,37 388,75 88.410,62 -<br />
2005 86.000,94 7.708,49 109.672,50 -<br />
Restos a Pagar não Processados<br />
Ano de Inscrição Montante Inscrito<br />
Cancelamentos<br />
acumulados<br />
Pagamentos<br />
acumulados<br />
Saldo a Pagar em<br />
31/12/2010<br />
2009 2.566.811,19 66.517,11 810.188,82 1.690.105,26<br />
2008 125.561,68 75.191,13 49.974,55 -<br />
2007 1.511.837,81 610.752,88 709.488,02 -<br />
2006 162.640,62 12.358,72 150.281,90 -<br />
2005<br />
Observações:<br />
737.087,55 19.234,42 686.473,08 -<br />
Fonte: Siafi Gerencial<br />
5. INFORMAÇÕES SOBRE RECURSOS HUMANOS<br />
49
5.1 Composição do Quadro de Servidores Ativos<br />
Quadro 5.1 Composição do Quadro de Recursos Humanos-Situação apurada em 31/12/2010<br />
Tipologias dos Cargos<br />
Lotação<br />
Autorizada Efetiva<br />
Ingressos<br />
em 2010<br />
Egressos em<br />
2010<br />
1 Provimento de cargo efetivo<br />
1.1 Membros de poder e agentes políticos<br />
1.2 Servidores de Carreira<br />
1.2.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 133 01 00<br />
1.2.2 Servidor de carreira em exercício<br />
descentralizado 02<br />
1.2.3 Servidor de carreira em exercício provisório 00 00 00 00<br />
1.2.4 Servidor requisitado de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />
1.3 Servidores com Contratos Temporários 00 00 02 01<br />
1.4 Servidores Cedidos ou em Licença<br />
1.4.1 Cedidos 00 726 00 477<br />
1.4.2 Removidos 00 00 00 01<br />
1.4.3 Licença remunerada 00 00 00 09<br />
1.4.4 Licença não remunerada 00 00 00 03<br />
2 Provimento de cargo em comissão<br />
2.1 Cargos Natureza Especial<br />
2.2 Grupo Direção e Assessoramento superior<br />
2.2.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 00 06 00<br />
2.2.2 Servidor de carreira em exercício<br />
descentralizado 00<br />
2.2.3 Servidor de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />
2.2.4 Sem vínculo 00 00 01 00<br />
2.2.5 Aposentado 00 00 00 00<br />
2.3 Funções gratificadas<br />
2.3.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 00 14 00<br />
2.3.2 Servidor de carreira em exercício<br />
descentralizado 00<br />
2.3.3 Servidor de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />
3 Total 02 - 24 -<br />
Fonte: SIAPE<br />
Quadro 5.2 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por faixa etária - Situação<br />
apurada em 31/12/2010<br />
Tipologias do Cargo<br />
1. Provimento de cargo efetivo<br />
Até 30<br />
Faixa Etária (anos)<br />
Acima de<br />
De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60<br />
60<br />
1.1. Membros de poder e agentes políticos 00 00 00 00 00<br />
1.2. Servidores de Carreira 02 07 50 64 10<br />
1.3. Servidores com Contratos Temporários 01 00 01 00 00<br />
1.4. Servidores Cedidos ou em Licença<br />
2. Provimento de cargo em comissão<br />
00 02 83 118 14<br />
2.1. Cargos de Natureza Especial 00 00 00 00 00<br />
2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 00 02 02 03 00<br />
2.3. Funções gratificadas<br />
Fonte: SIAPE<br />
00 01 03 08 02<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
50
Quadro 5.3 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por nível de escolaridade -<br />
Situação apurada em 31/12/2010<br />
Tipologias do Cargo<br />
1 2 3<br />
Nível de Escolaridade<br />
4 5 6 7 8 9<br />
1. Provimento de cargo efetivo<br />
1.1. Membros de poder e agentes políticos 00 00 00 00 00 00 00 00 00<br />
1.2. Servidores de Carreira 00 00 09 10 63 49 01 01 00<br />
1.3. Servidores com Contratos Temporários 00 00 00 000 00 02 00 00 00<br />
1.4. Servidores Cedidos ou em Licença 00 00 05 30 124 59 00 00 00<br />
2. Provimento de cargo em comissão<br />
2.1. Cargos de Natureza Especial<br />
2.2. Grupo Direção e Assessoramento<br />
00 00 00 00 00 00 00 00 00<br />
Superior 00<br />
2.3. Funções gratificadas 00 00 00 00 06 08 00 00 00<br />
LEGENDA<br />
Nível de Escolaridade<br />
1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo<br />
grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 – Mestrado; 9 - Doutorado; 10<br />
- Não Classificada.<br />
Fonte: SIAPE<br />
5.2 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas<br />
Quadro 5.4 - Composição do Quadro de Servidores Inativos - Situação apurada em<br />
31/12/2010<br />
Regime de proventos / Regime de aposentadoria<br />
00<br />
00<br />
00<br />
00<br />
Quantitativo de<br />
Servidores<br />
07<br />
00<br />
00<br />
00<br />
Aposentadorias em<br />
2010<br />
1 Integral<br />
1.1 Voluntária 477 13<br />
1.2 Compulsório 00 00<br />
1.3 Invalidez Permanente 00 00<br />
1.4 Outras 00 00<br />
2 Proporcional<br />
2.1 Voluntária 00 00<br />
2.2 Compulsório 00 00<br />
2.3 Invalidez Permanente 00 00<br />
2.4 Outras 00 00<br />
Fonte: SIAPE<br />
Quadro 5.5 - Composição do Quadro de Instituidores de Pensão - Situação apurada em<br />
31/12/2010<br />
Regime de proventos originário do servidor<br />
Quantitativo de<br />
Beneficiários<br />
Pensões concedidas em<br />
2010<br />
1. Integral - -<br />
2. Proporcional 13 11<br />
Fonte: SIAPE<br />
Quadro 5.6 - Composição do Quadro de Estagiários<br />
Nível de<br />
Quantitativo de contratos de estágio vigentes Custo do exercício<br />
escolaridade<br />
Nível superior<br />
1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre (Valores em R$ 1,00)<br />
Área Fim 00 01 00 00<br />
Área Meio<br />
Nível Médio<br />
03 00 01 02<br />
Área Fim 04 00 04 00<br />
Área Meio<br />
Fonte: SIAPE<br />
11 00 02 01<br />
51
Observações: Foram gastos com estagiários de nível médio e de nível superior os seguintes valores:<br />
1º Trimestre R$ 26.628,20<br />
2º Trimestre R$ 31.034,43<br />
3º Trimestre R$ 30.497,78<br />
4º Trimestre R$ 31.317,93<br />
As informações acima estão consolidadas por trimestre, considerando que conforme consulta<br />
realizada no SIAPE, os dados são disponibilizados mês a mês, sem distinguir por nível<br />
5.3 Quadro de custos de recursos humanos<br />
Quadro 5.7 - Quadro de custos de recursos humanos nos exercícios de 2008,<br />
2009 e 2010.<br />
Tipologia<br />
s /<br />
Exercício<br />
s<br />
Vencimento<br />
s e<br />
vantagens<br />
fixas<br />
Retribuiçõe<br />
s<br />
Gratificaçõe<br />
s<br />
Despesas Variáveis<br />
Adicionais<br />
Indenizaçõe<br />
s<br />
Benefícios<br />
Assistenciai<br />
s e<br />
previdenciá<br />
rios<br />
Demais<br />
despesas<br />
variáveis<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Membros de poder e agentes políticos<br />
2008 - - - - - - - -<br />
2009 - - - - - - - -<br />
2010 - - - - - - - -<br />
Servidores de Carreira que não ocupam cargo de provimento em comissão<br />
2008<br />
11.469.769,3<br />
7<br />
1.433.745,3<br />
5<br />
24.561.175,<br />
80<br />
2.129.144,5<br />
0<br />
4.949.761,1<br />
5<br />
428.239,57 234.092,<br />
71<br />
45.205.928,<br />
45<br />
2009<br />
20.855.381,7<br />
3<br />
1.251.573,7<br />
1<br />
16.679.707,<br />
28<br />
4.112.939,6<br />
9<br />
3.621.416,5<br />
6<br />
523.730,17 206.429,<br />
37<br />
47.251.178,<br />
51<br />
2010<br />
22.888.426,0<br />
8<br />
1.160.802,0<br />
2<br />
17.957.065,<br />
07<br />
4.086.332,5<br />
1<br />
6.047.402,7<br />
0<br />
1.635.169,3<br />
6<br />
178.855,<br />
27<br />
53.954.053,<br />
01<br />
Servidores com Contratos Temporários<br />
2008 - - 53.220,00 8.733,32 - - - 61.953,32<br />
2009 - - 52.615,03 19.746,38 - - - 72.361,41<br />
2010 - - 72.653,31 31.010,97 - - - 103.664,28<br />
Servidores Cedidos com ônus ou em Licença<br />
2008 - - - - - - - -<br />
2009 - - - - - - - -<br />
2010 - - - - - - - -<br />
Servidores ocupantes de Cargos de Natureza Especial<br />
2008 - - - - - - - -<br />
2009 - - - - - - - -<br />
2010 - - - - - - - -<br />
Servidores ocupantes de cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior<br />
2008<br />
1.314.417,09<br />
2.427.005,13 - - - -<br />
- 3.741.422,2<br />
2<br />
2009<br />
1.793.762,19<br />
2.271.392,94 - - - -<br />
- 4.065.155,1<br />
3<br />
2010<br />
1.577.878,34<br />
2.131.188,24 - - - -<br />
- 3.709.066,5<br />
8<br />
Servidores ocupantes de Funções gratificadas<br />
2008<br />
1.172.384,16<br />
- - - - -<br />
- 1.172.384,1<br />
6<br />
2009<br />
1.316.642,82<br />
- - - - -<br />
- 1.316.642,8<br />
2<br />
2010<br />
1.394.928,39<br />
- - - - -<br />
- 1.394.928,3<br />
9<br />
Fonte: SIAPE<br />
Total<br />
52
5.4 Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra<br />
Quadro 5.8 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva<br />
Unidade Contratante<br />
Nome: Fundação Nacional de Saúde<br />
UG/Gestão: 255018 CNPJ: 26.989.350/0008-92<br />
Ano do<br />
contrat<br />
o<br />
2009<br />
2010<br />
2009<br />
2010<br />
Área Nat.<br />
Identific<br />
ação do<br />
Contrato<br />
L O 008<br />
L O 006<br />
V O 020<br />
V O 021<br />
2007 V O 006<br />
Observação:<br />
Informações sobre os contratos<br />
Empresa<br />
Contratada<br />
(CNPJ)<br />
05.695.726/00<br />
0-65<br />
10.820.620/00<br />
01-20<br />
05.522.602/00<br />
01-22<br />
05.522.602/00<br />
01-22<br />
05.522.602/00<br />
01-22<br />
Período<br />
contratual de<br />
execução das<br />
atividades<br />
contratadas<br />
Nível de Escolaridade exigido<br />
dos trabalhadores contratados<br />
F M S<br />
Sit.<br />
Início Fim P C P C P C<br />
15/05/2 14/05/2<br />
009 011 - 2 - 5 - - 7<br />
18/07/2 17/07/2<br />
011 011 - 3 - 1 - - 4<br />
24/11/2 23/11/2<br />
009 011 - 2 - 2 - - 4<br />
08/01/2 07/01/2<br />
010 012 - 1 - 2 - 1 4<br />
12/03/2 11/03/2<br />
007 011 - 1 - 4 - - 5<br />
LEGENDA<br />
Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilância Ostensiva.<br />
Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial.<br />
Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior.<br />
Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.<br />
Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada.<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />
Quadro 5.9 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra<br />
Unidade Contratante<br />
Nome: Fundação Nacional de Saúde<br />
UG/Gestão: 255018 CNPJ: 26.989.350/0008-92<br />
Ano do<br />
contrato<br />
2006<br />
2009<br />
2009<br />
Áre<br />
a<br />
Nat.<br />
Identificaçã<br />
o do<br />
Contrato<br />
3 O 003<br />
4 O 008<br />
8 O 007<br />
2008<br />
Observação:<br />
8 O 007<br />
Informações sobre os contratos<br />
Empresa<br />
Contratada<br />
(CNPJ)<br />
05.875.019/<br />
0001-03<br />
05.695.726/<br />
000-65<br />
06.234.467/<br />
0001-82<br />
06.234.467/<br />
0001-82<br />
Período<br />
contratual de<br />
execução das<br />
atividades<br />
contratadas<br />
Nível de Escolaridade exigido<br />
dos trabalhadores contratados<br />
F M S<br />
Sit.<br />
Início Fim P C P C P C<br />
01/03/2 01/03/2<br />
006 011 - - - - - 1 1<br />
15/05/2 14/05/2<br />
009 011 - - - 1 - 1<br />
02/03/2 01/03/2<br />
009 011 - - - 5 - 1 8<br />
02/03/2 01/03/2<br />
009 011 - - - 1 - 1 2<br />
53
LEGENDA<br />
Área:<br />
1. Apoio Administrativo Técnico e Operacional;<br />
2. Manutenção e Conservação de Bens Imóveis;<br />
3. Tecnologia da Informação;<br />
4. Serviços de Copa e Cozinha;<br />
5. Manutenção e conservação de Bens Móveis;<br />
6. Serviços de Brigada de Incêndio;<br />
7. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes;<br />
8. Outras.<br />
Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial.<br />
Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior.<br />
Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.<br />
Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada.<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />
Quadro 5.10 - Distribuição do pessoal contratado mediante contrato de prestação de serviço<br />
com locação de mão de obra<br />
Identificação do Contrato Área Qtd. Unidade Administrativa<br />
008 9 7 SUEST-<strong>PI</strong><br />
006 9 4 SUEST-<strong>PI</strong>/CASAI<br />
020 10 4 SUEST-<strong>PI</strong>/SOTRA<br />
021 10 4 SUEST-<strong>PI</strong><br />
006 10 5 SUEST-<strong>PI</strong>/CASAI<br />
008 5 1 SUEST-<strong>PI</strong><br />
LEGENDA<br />
1. Área:<br />
2. Apoio Administrativo Técnico e<br />
Operacional;<br />
3. Tecnologia da Informação<br />
4. Manutenção e Conservação de Bens<br />
Imóveis;<br />
5. Serviços de Copa e Cozinha;<br />
6. Manutenção e conservação de Bens<br />
Móveis;<br />
7. Serviços de Brigada de Incêndio;<br />
8. Apoio Administrativo – Menores<br />
Aprendizes;<br />
9. Higiene e Limpeza;<br />
10. Vigilância Ostensiva;<br />
11. Outras.<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />
5.5 Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos<br />
A política de gestão de pessoas no âmbito da Administração Pública vem se desenhando e se<br />
consolidando nos últimos anos. Entretanto, devido a diversos fatores, a mesma se apresenta ainda<br />
de forma incipiente.<br />
Todavia, a FUNASA tem buscado garantir a efetivação desta política, através de ações<br />
voltadas para a qualificação profissional, melhor desempenho funcional e ações para a qualidade de<br />
vida no trabalho.<br />
54
Nessa perspectiva, é intenção da área de Recursos Humanos, desenvolver ações planejadas<br />
com vistas a mensuração de indicadores que conformam a gestão de pessoas.<br />
No tocante ao Absenteísmo, nosso registro diz respeito aos afastamentos para tratamento de<br />
saúde. No ano de 2010, foram 239 afastamentos . Desses, as motivações mais expressivas<br />
dizem respeito a doenças do Sistema Osteomuscular e Transtornos Depressivos.<br />
Quanto à variável Acidentes de Trabalho, não tivemos registro no exercício 2010. Referente<br />
a Doenças Ocupacionais, já estamos em vias de realização dos exames médicos periódicos,<br />
possivelmente para este 1º semestre, que possibilitará o diagnóstico referente às mesmas.<br />
Quanto à Rotatividade, a saída de servidores ocorre geralmente por aposentadoria e no ano<br />
de 2010 não tivemos nenhum desligamento por demissão.<br />
Concernente à Educação Continuada, não dispomos dessa modalidade de aprendizagem.<br />
Os aspectos Satisfação e Motivação, apesar de se revestirem de muita subjetividade, é<br />
intenção adotarmos a prática da pesquisa sobre clima organizacional, porém, já realizamos<br />
alguns eventos como Semana do Servidor, Semana da Saúde, Semana da Mulher, Palestras<br />
Motivacionais, Confraternizações voltadas para todos os servidores.<br />
Quanto ao item Desempenho Funcional, já houve a institucionalização da avaliação de<br />
desempenho e no momento já estamos trabalhando no 1º ciclo de avaliação. Quanto aos<br />
níveis salariais, estes são fixados por Lei e fogem da nossa governabilidade.<br />
6. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSFERÊNCIAS<br />
6.1.1 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2010<br />
6.1. Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício<br />
de referência<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
Nome:<br />
Unidade Concedente ou Contratante<br />
CNPJ: UG/GESTÃO:<br />
Modalidade<br />
Nº do<br />
instrument<br />
o<br />
LEGENDA<br />
Modalidade:<br />
1 - Convênio<br />
2 - Contrato de Repasse<br />
3 - Termo de Parceria<br />
4 - Termo de Cooperação<br />
5 - Termo de Compromisso<br />
Fonte:<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
Informações sobre as transferências<br />
Valores Pactuados Valores Repassados Vigência<br />
Beneficiári<br />
o Global Contrapartida<br />
No<br />
exercício<br />
Acumulad<br />
o até<br />
exercício Início Fim<br />
Situação da Transferência:<br />
1 - Adimplente<br />
2 - Inadimplente<br />
3 - Inadimplência Suspensa<br />
4 - Concluído<br />
5 - Excluído<br />
6 - Rescindido<br />
7 - Arquivado<br />
Sit.<br />
55
Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />
6.1.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três<br />
últimos exercícios<br />
6.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
Unidade Concedente ou Contratante<br />
Nome:<br />
CNPJ: UG/GESTÃO:<br />
Quantidade de instrumentos<br />
celebrados em cada exercício<br />
Valores repassados em cada exercício<br />
(Valores em R$ 1,00)<br />
Modalidade<br />
2008 2009 2010 2008 2009 2010<br />
Convênio<br />
Contrato de Repasse<br />
Termo de Parceria<br />
Termo de Cooperação<br />
Termo de Compromisso<br />
Totais<br />
Fonte:<br />
Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />
6.3 - Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e exercícios seguintes<br />
(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />
Unidade Concedente ou Contratante<br />
Nome:<br />
CNPJ: UG/GESTÃO:<br />
Qtd. de<br />
instrumentos<br />
Valores (R$ 1,00)<br />
Modalidade<br />
Convênio<br />
Contrato de Repasse<br />
Termo de Parceria<br />
Termo de Cooperação<br />
Termo de Compromisso<br />
Totais<br />
Fonte:<br />
com vigência<br />
em 2011 e<br />
seguintes<br />
Contratados<br />
Repassados<br />
até 2010<br />
Previstos para<br />
2011<br />
Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />
% do Valor<br />
global repassado<br />
até o final do<br />
exercício de 2010<br />
6.1.3 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios e contratos de repasse<br />
6.4. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ<br />
na modalidade de convênio e de contratos de repasse.<br />
Unidade Concedente<br />
Nome: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde do Piauí<br />
Valores em R$<br />
1,00<br />
56
CNPJ: 26.989.350/0008-92 UG/GESTÃO: 255018/36211<br />
Exercício da<br />
prestação de<br />
contas<br />
Quantitativos e montante repassados<br />
Instrumentos<br />
(Quantidade e Montante Repassado)<br />
Termo de<br />
Convênios<br />
Compromisso<br />
Ainda no prazo de Quantidade 04 03<br />
prestação de contas Montante Repassado 356.000,00 644.000,00<br />
2010 Com prazo de<br />
prestação de contas<br />
vencido<br />
Contas<br />
prestadas<br />
Contas NÃO<br />
prestadas<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
91<br />
10.330.487,61<br />
35<br />
2.008.947,50<br />
41<br />
7.228.220,00<br />
-<br />
-<br />
2009<br />
Contas prestadas<br />
Contas NÃO prestadas<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
128<br />
20.221.400,00<br />
16<br />
2.602.800,00<br />
21<br />
2.602.800,00<br />
-<br />
-<br />
2008<br />
Contas prestadas<br />
Contas NÃO prestadas<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
134<br />
14.290.285,00<br />
15<br />
1.457.234,00<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
Anteriores a<br />
2008<br />
Contas NÃO prestadas<br />
Quantidade<br />
Montante Repassado (R$)<br />
01<br />
239.898,25<br />
-<br />
-<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SECON/SIAFI<br />
6.1.4 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de<br />
repasse<br />
6.5. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na modalidade<br />
de convênio e de contratos de repasse<br />
Unidade Concedente ou Contratante<br />
Nome: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde no Piauí<br />
CNPJ: 26.989.350/0008-92 UG/GESTÃO: 255018/36211<br />
Exercício<br />
da<br />
Quantitativos e montantes repassados<br />
prestação<br />
de contas<br />
2010<br />
2009<br />
2008<br />
Convênios<br />
Instrumentos<br />
Valores em R$ 1,00<br />
Contratos de<br />
Repasse<br />
Quantidade de contas prestadas 91 42<br />
Com prazo de<br />
análise ainda não<br />
vencido<br />
Com prazo de<br />
análise vencido<br />
Quantidade 21 40<br />
Montante repassado (R$) 8.712.494,49 8.438.800,50<br />
Contas<br />
analisadas<br />
Contas NÃO<br />
analisadas<br />
Quantidade Aprovada 68 20<br />
Quantidade Reprovada 174 0<br />
Quantidade de TCE 16 0<br />
Quantidade 61 0<br />
Montante repassado (R$) 14.764.148,95 0<br />
Quantidade de contas prestadas 130 23<br />
Quantidade Aprovada 79 04<br />
Contas analisadas Quantidade Reprovada 57 0<br />
Quantidade de TCE 06 0<br />
Contas NÃO Quantidade 109 0<br />
analisadas Montante repassado (R$) 22.884.430,87 0<br />
Quantidade de contas prestadas 180 0<br />
Quantidade Aprovada 124 0<br />
Contas analisadas Quantidade Reprovada 47 0<br />
Quantidade de TCE 07 0<br />
57
Exercícios<br />
anteriores a<br />
2008<br />
Contas NÃO<br />
analisadas<br />
Contas NÃO<br />
analisadas<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SECON/SIAFI<br />
Análise Crítica<br />
Quantidade 170 0<br />
Montante repassado 28.664.202,21 0<br />
Quantidade 72 0<br />
Montante repassado 17.350.612,80 0<br />
Foi realizada 01 (uma) força-tarefa para a realização das atividades, sendo que o saldo<br />
restante desse processo foi rateado entre os analistas de convênios da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>. Diversos fatores<br />
contribuíram para o atraso na prestação de serviços do Secon: grande demanda de TCE; solicitações<br />
do Departamento de Saúde Pública,de Prefeituras, órgãos de controle interno e externo, TCU, CGU,<br />
Ministério Público; atendimento aos gestores, controladores e ao público em geral; ingresso de<br />
novos servidores na equipe que ainda se apresentam como aprendizes; reforma predial e a<br />
instalação de novos equipamentos com a conseqüente readaptação a essas mudanças.<br />
Além disso, no ano de 2010 ocorreu a descentralização dos convênios da Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong> para as respectivas Superintendências Estaduais e com isso a inclusão de novas atividades<br />
(Celebração de Convênios e Instrução para Pagamento). Houve também o advento da Portaria<br />
623/10 em detrimento da 544/08, o que ocasionou mudanças na sistemática da gestão de convênios,<br />
implicando também em uma readaptação dos servidores à nova estrutura gerencial. Não obstante ao<br />
exposto, cita-se ainda o período eleitoral de 2010, no qual os gestores estavam envolvidos com a<br />
campanha política, não atendendo, em sua maioria, as notificações do setor.<br />
58
9. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO<br />
Quadro 9.1 - Estrutura de controles internos da UJ<br />
Aspectos do sistema de controle interno Avaliação<br />
Ambiente de Controle 1 2 3 4 5<br />
1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à<br />
consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.<br />
X<br />
2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os<br />
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.<br />
X<br />
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X<br />
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X<br />
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em<br />
documentos formais.<br />
X<br />
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e<br />
servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos,<br />
das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.<br />
X<br />
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das<br />
responsabilidades.<br />
X<br />
8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. X<br />
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados<br />
planejados pela UJ.<br />
X<br />
Avaliação de Risco 1 2 3 4 5<br />
10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X<br />
11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas<br />
da unidade.<br />
X<br />
12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa)<br />
envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da<br />
probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para<br />
mitigá-los.<br />
X<br />
13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de<br />
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.<br />
X<br />
14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no<br />
perfil de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.<br />
X<br />
15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em<br />
uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.<br />
X<br />
16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos<br />
da unidade.<br />
X<br />
17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para<br />
apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.<br />
X<br />
18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e<br />
valores de responsabilidade da unidade.<br />
X<br />
Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5<br />
19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os<br />
riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.<br />
X<br />
20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam<br />
consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.<br />
X<br />
21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de<br />
benefícios que possam derivar de sua aplicação.<br />
X<br />
22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão<br />
diretamente relacionados com os objetivos de controle.<br />
X<br />
Informação e Comunicação 1 2 3 4 5<br />
23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada,<br />
armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.<br />
X<br />
24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente<br />
para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.<br />
X<br />
25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X<br />
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e<br />
indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz.<br />
X<br />
61
27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas<br />
as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.<br />
X<br />
Monitoramento 1 2 3 4 5<br />
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua<br />
validade e qualidade ao longo do tempo.<br />
X<br />
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas<br />
avaliações sofridas.<br />
X<br />
30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu<br />
desempenho.<br />
Considerações gerais:<br />
X<br />
LEGENDA<br />
Níveis de Avaliação:<br />
(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no<br />
contexto da UJ.<br />
(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no<br />
contexto da UJ, porém, em sua minoria.<br />
(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na<br />
afirmativa no contexto da UJ.<br />
(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no<br />
contexto da UJ, porém, em sua maioria.<br />
(5) Totalmente válido. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no<br />
contexto da UJ.<br />
Considerações Gerais:<br />
A atuação da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> se faz a partir das orientações e procedimentos operacionais oriundos da<br />
Presidência da <strong>Funasa</strong>. Neste sentido, vem efetivando suas ações junto às áreas fim e meio por<br />
intermédio dos instrumentos normativos implantados.<br />
O quadro abaixo visa mostrar os instrumentos e mecanismos que a <strong>Funasa</strong> utilizou no seu processo<br />
de gestão durante o ano de 2010:<br />
ÁREA FIM ÁREA MEIO<br />
Manuais de Saneamento; CIF (Comunicador Interno da <strong>Funasa</strong>);<br />
Portarias de gestão das ações de saneamento<br />
encontradas no site www.funasa.gov.br e na<br />
Intranet (redefunasa);<br />
Programas: SIGESAN (Sistema Gerencial de<br />
Acompanhamento de Convênios de<br />
Saneamento); SISCON (Sistema de Convênios);<br />
SICONV (Sistema de Gestão de Convênios);<br />
SIGOB ( Sistema Integrado de Gestão de<br />
Obras).<br />
SCDWEB ( Sistema de Controle de<br />
Documentos via Web);<br />
Contrato continuado com a Empresa Brasileira<br />
de Correios de Telégrafos.<br />
Implantação em 2010 do Sigep –<br />
Sistema de Gerenciamento de Postagem.<br />
Este programa foi instalado com o<br />
objetivo de facilitar a postagem de<br />
documentos e correspondências oficiais;<br />
Selo personalizado com a logomarca da<br />
<strong>Funasa</strong> , em comemoração ao Dia 22 de<br />
março – Dia miundail da água.<br />
62
Manual de Procedimentos para<br />
acompanhamento de convênios e obras diretas<br />
(intranet.funasa.gov/depin);<br />
Manual para aplicação de recursos financeiros:<br />
critérios e procedimentos. Encontrado no site:<br />
www.funasa.gov.br;<br />
Manual de apresentação de projetos de<br />
engenharia sanitária. Encontrado no site:<br />
www.funasa.gov.br;<br />
COREGE - Colegiado Regional de Gestores. È<br />
uma ferramenta de gestão que tem como<br />
objetivo discutir e deliberar sobre os problemas<br />
e situações da gestão em todos os níveis. Tem<br />
como representação o Superintendente, os<br />
assessores, PGF, os chefes de divisões e<br />
serviços que reúnem-se uma vez por mês para<br />
discutir e encaminhar as situações-problemas da<br />
gestão.<br />
Programas: ASIWEB, SCDP, SIAFI,<br />
SIAPECAD, SICOTWEB, SIDOC, SIPAD,<br />
SIASI, SIAPENET;<br />
Programa de Qualidade de Vida – PQVT<br />
que tem como objetivo desenvolver<br />
ações que venham proporcionar uma<br />
melhoria na qualidade de vida dos<br />
servidores e fomentar uma ambiência<br />
propícia ao desempenho das ações<br />
institucionais.<br />
Siass-Subsistema Integrado de Atenção à<br />
Saúde do Servidor. O objetivo do Siass<br />
é coordenar e integrar ações e programas<br />
nas áreas de assistência à saúde, perícia<br />
oficial, promoção, prevenção e<br />
acompanhamento da água dos servidores<br />
da administração direta, autárquica e<br />
fundacional de acordo com a política de<br />
atenção à saúde e segurança do trabalho<br />
do servidor público federal.<br />
Observação: Esta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> tem a intenção de implantar ainda este ano o SICAV (Sistema de<br />
Controle de Visitantes); Criar a home Page e o twitter desta UJ; Implantar ouvidoria interna e<br />
adquirir AUTOCAD para área da engenharia.<br />
.<br />
63
10. INFORMAÇÕES QUANTO A ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE<br />
AMBIENTAL<br />
Quadro 10.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis<br />
Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação<br />
Licitações Sustentáveis<br />
1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem<br />
em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e<br />
1 2 3 4 5<br />
matérias primas.<br />
X<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade<br />
ambiental foram aplicados?<br />
2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente<br />
adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior<br />
quantidade de conteúdo reciclável.<br />
3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por<br />
fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de<br />
limpeza biodegradáveis).<br />
4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência<br />
de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como<br />
critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços.<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido<br />
considerada nesses procedimentos?<br />
5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor<br />
consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas).<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses<br />
produtos sobre o consumo de água e energia?<br />
6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado).<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos?<br />
7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos<br />
poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos.<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi<br />
incluído no procedimento licitatório?<br />
8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização,<br />
reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga).<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido<br />
manifestada nos procedimentos licitatórios?<br />
9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e<br />
qualidade de tais bens/produtos.<br />
10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia,<br />
possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da<br />
edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais<br />
que reduzam o impacto ambiental.<br />
11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua<br />
destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006.<br />
12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a<br />
diminuir o consumo de água e energia elétrica.<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha<br />
(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Conversa informal com os servidores<br />
em cada setor.<br />
13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de<br />
proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus<br />
servidores.<br />
Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha<br />
(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Palestras, visitas de inspeção do meio<br />
ambiente seguida de orientação, uso de cartazes, utilização de containeres para colocar<br />
lixo reciclado.<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
64
Considerações Gerais:<br />
LEGENDA<br />
Níveis de Avaliação:<br />
(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />
integralmente não aplicado no contexto da UJ.<br />
(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />
parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria.<br />
(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do<br />
fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.<br />
(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />
parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria.<br />
(5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />
integralmente aplicado no contexto da UJ.<br />
Observações:<br />
Em relação ao item 05, a UJ realizou a troca de todas as torneiras convencionais por<br />
torneiras automáticas, a substituição de 100% dos aparelhos de ar condicionado por split, troca de<br />
lâmpadas convencionais por econômicas etc.Tais fatos proporcionarm um impacto positivo anual<br />
na fatura de energia em 5%. No que se refere à fatura de água, não foi observado impacto positivo,<br />
considerando que no ano de 2010 a Superintendência passou por reforma predial.<br />
Quanto ao item 07, a aquisição de veículos automotores está sob a responsabilidade da<br />
Presidência da <strong>Funasa</strong>, sendo que os veículos adquiridos são 100% a diesel.<br />
No que se refere ao item 12, Houve durante o ano de 2010 reuniões do Colegiado e contatos<br />
informais com cada setor.<br />
65
11. GESTÃO DE PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO<br />
11.1 Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial<br />
Quadro 11.1 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da<br />
União<br />
BRASIL<br />
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA<br />
QUANTIDADE DE IMÓVEIS DE<br />
PROPRIEDADE DA UNIÃO DE<br />
RESPONSABILIDADE DA UJ<br />
EXERCÍCIO 2009 EXERCÍCIO 2010<br />
UF - Piauí 46 46<br />
Boqueirão do Piauí 1 1<br />
Cocal de Telha 1 1<br />
Jatobá do Piauí 1 1<br />
Nossa Senhora de Nazaré 1 1<br />
Coivaras 1 1<br />
Altos 1 1<br />
Antonio Almeida 1 1<br />
Bocaina 1 1<br />
Campo Maior 1 1<br />
Eliseu Martins 1 1<br />
Esperantina 2 2<br />
Flores do Piauí 1 1<br />
Floriano 3 3<br />
Itaueira 1 1<br />
José de Freitas 4 4<br />
Landri Sales 1 1<br />
Manoel Emídio 1 1<br />
Marcos Parente 1 1<br />
Nazaré do Piauí 1 1<br />
Parnaíba 6 6<br />
Picos 1 1<br />
Piripiri 3 3<br />
Rio Grande do Piauí 1 1<br />
São José do Peixe 2 2<br />
União 1 1<br />
São João da Canabrava 1 1<br />
Sigefredo Pacheco 2 2<br />
Brasileira 1 1<br />
Bom Principio do Piauí 1 1<br />
Teresina 2 2<br />
Subtotal Brasil 46 46<br />
Total (Brasil) 46 46<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SOPAT/S<strong>PI</strong>UNET/ASI<br />
66
Quadro 11.2 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”<br />
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA<br />
QUANTIDADE DE IMÓVEIS LOCADOS<br />
DE TERCEIROS PELA UJ<br />
EXERCÍCIO 2009 EXERCÍCIO 2010<br />
UF 1<br />
município 1<br />
município 2<br />
Σ Σ<br />
BRASIL<br />
município “n”<br />
UF “n”<br />
município 1<br />
município 2<br />
município “n”<br />
Σ Σ<br />
Subtotal Brasil Σ Σ<br />
PAÍS 1<br />
cidade 1<br />
cidade 2<br />
Σ Σ<br />
EXTERIOR<br />
cidade “n”<br />
PAÍS “n”<br />
cidade 1<br />
cidade 2<br />
cidade “n”<br />
Σ Σ<br />
Subtotal Exterior Σ Σ<br />
Total (Brasil + Exterior) Σ Σ<br />
Fonte:<br />
Quadro 11.3 - Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob<br />
responsabilidade da UJ<br />
UG RIP Regime<br />
255018 0282.00001.500-5<br />
255018 0304.00001.500-0<br />
255018 0324.00001.500-4<br />
255018 03.56.00001.500-2<br />
255018 0995.00002.500-7<br />
255018 1007.00005.500-2<br />
255018 1015.00002-500-7<br />
255018 1035.00002-500-1<br />
255018 1048.00017.500-4<br />
255018 1071.00013.500-8<br />
255018 1073.00005.500-0<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
Estado<br />
de<br />
Conser<br />
vação<br />
Valor<br />
Histórico<br />
Bom 22.360,44<br />
Bom 21.763,91<br />
Bom 10.167,80<br />
Bom 21.308,44<br />
Bom 22.226,02<br />
Bom 119.664,42<br />
Bom 23.048,44<br />
Bom 64.477,87<br />
Bom 150.466,24<br />
Bom 66.001,85<br />
Bom 21.488,44<br />
Valor do Imóvel<br />
Data da<br />
Avaliação<br />
Valor<br />
Reavalia<br />
do<br />
22/02/2000 -<br />
01/04/2002 -<br />
29/10/2010 -<br />
22/12/200 -<br />
03/01/2001 -<br />
20/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
Despesa com<br />
Manutenção no<br />
exercício<br />
Imóvel Instalações<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
67
255018 1073.00006.500-6<br />
255018 1075.00013.500-0<br />
255018 1077.00038.500-3<br />
255018 1077.00040.500-4<br />
255018 1077.00055.500-6<br />
255018 1101.00002.500-3<br />
255018 1109.00009.500-7<br />
255018 1109.00010.500-2<br />
255018 1109.00011.500-8<br />
255018 1109.00012.500-3<br />
255018 1111.00004.500-1<br />
255018 1117.00005.500-6<br />
255018 1119.00002.500-6<br />
255018 1133.00004.500-2<br />
255018 1153.00047.500-1<br />
255018 1153.0048.500-7<br />
255018 1153.00049.500-2<br />
255018 1153.00050.500-8<br />
255018 1153.00051.500-3<br />
255018 1153.00052.500-9<br />
255018 1159.00014.500-0<br />
255018 1167.00213.500-3<br />
255018 1167.00214.500-9<br />
255018 1167.00218.500-0<br />
255018 1179.00002.500-0<br />
255018 1201.00005.500-6<br />
255018 1201.00006.500-1<br />
255018 1219.00200.500-9<br />
255018 1219.0021.500-4<br />
255018 1221.00039.500-6<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
Bom 21.488,44<br />
Bom 106.148,63<br />
Bom 223.659,75<br />
Bom 234.335,31<br />
Bom 21.518,44<br />
Bom 1.244,91<br />
Bom 22.028,44<br />
Bom 21.278,44<br />
Bom 3.600,00<br />
Bom 25.226,02<br />
Bom 64.681,85<br />
Bom 66.161,85<br />
Bom 58.537,60<br />
Bom 64.681,85<br />
Bom 177.086,26<br />
Bom 217.346,75<br />
Bom 21.308,44<br />
Bom 31.820,00<br />
Bom 1.914,75<br />
Bom 1.110,00<br />
Bom 127.665,70<br />
Bom 190.320,55<br />
Bom 22.946,02<br />
Bom 138.356,65<br />
Bom 123.139,31<br />
Bom 40.000,00<br />
Bom 15.000,00<br />
Bom 969.703,05<br />
Bom 886.166,16<br />
Bom 750,00<br />
20/12/2000 -<br />
01/04/2002 -<br />
10/10/2007 -<br />
22/12/2000 -<br />
10/02/2006 -<br />
28/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
03/01/2001 -<br />
10/10/2007 -<br />
22/12/2000 -<br />
28/12/2000 -<br />
28/12/2000 -<br />
28/12/2000 -<br />
28/12/2000 -<br />
18/10/2001 -<br />
20/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
03/04/2002 -<br />
22/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
03/04/2002 -<br />
03/04/2002 -<br />
22/12/2000 -<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
68
255018 1291.00002.500-5<br />
255018 1379.00003.500-8<br />
255018 1379.00004.500-3<br />
255018 2283.00003.500-0<br />
255018 2287.00004.500-3<br />
Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SOPAT/S<strong>PI</strong>UNET/ASI<br />
Análise crítica:<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
21<br />
Bom 65.884,35<br />
Bom 21.428,44<br />
Bom 22.328,44<br />
Bom 22.946,02<br />
Bom 21.308,44<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
22/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
20/12/2000 -<br />
Total -<br />
Os imóveis que estão sob a responsabilidade da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, pertencentes ao patrimônio da União,<br />
estão regularizados, ou seja, sob a responsabilidade da <strong>Funasa</strong>.<br />
Atualmente, alguns deles encontram-se cedidos aos Municípios e/ou Estados, através de contrato<br />
(Termo de Cessão de Uso).<br />
No quadro 11.3, a coluna “Valor Reavaliado” trata do valor atualizado do referido imóvel. Isto<br />
porque os valores encontram-se defasados, com o custo do metro quadrado fora dos padrões do<br />
SPU/<strong>PI</strong> (Superintendência de Patrimônio da União).<br />
Não foram feitas as devidas vistorias, conforme determinação da Subcláusula segunda, da Cláusula<br />
segunda do Termo de Cessão de Uso.<br />
As situações descritas já foram encaminhadas à Administração há bastante tempo. Entretanto,<br />
nenhuma providência foi tomada.<br />
12. GESTÃO DE TI.<br />
“NÃO SE APLICA À NATUREZA JURÍDICA DA UJ”<br />
Justificativa: A <strong>Suest</strong> não tem uma estrutura formal de Tecnologia da Informação. Esta<br />
responsabilidade é da competência da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
-<br />
69
13. UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO<br />
Entidade<br />
Sq Cartão<br />
Pagto Gov<br />
Federal<br />
Fatura -<br />
Cartão Pagto<br />
Gov. Fed<br />
09446427304<br />
0944642730<br />
4<br />
1321605285<br />
JOSE PORFIRIO DE SOUSA 283,10<br />
13216052850 0 EVARISTO JOSE DOS SANTOS NETO 752,00 2.313,94<br />
2406265030 JOSE DE ARIMATEIA AMORIM DA<br />
24062650304 4<br />
7574840130<br />
SILVEIRA 200,00 174,00<br />
75748401304 4 FRANQUELSON SANTOS DANTAS 213,00 2.627,76<br />
Total 1.165,00 5.398,80<br />
Fonte: SIAFI GERENCIAL<br />
14. RENÚNCIA TRIBUTÁRIA<br />
“NÃO SE APLICA À NATUREZA JURÍDICA DA UJ”<br />
Justificativa: A <strong>Suest</strong> não executa renúncia tributária, pois a gestão orçamentária e financeira é de<br />
responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />
15. PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES DO TCU<br />
15.1 Deliberações do TCU atendidas no exercício<br />
Quadro 15.1 - Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício<br />
Unidade Jurisdicionada<br />
Denominação completa: Código SIORG<br />
FUNASA/SUEST-<strong>PI</strong> 2207<br />
Deliberações do TCU<br />
Deliberações expedidas pelo TCU<br />
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida<br />
01 016.214/2009-1<br />
264/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ<br />
Julgamento Legal<br />
02 000.955/2010-80<br />
830/2010 - TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
03 024.477/2009-7<br />
983/2010 – TUCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
04 004.256/2010-7<br />
1295/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
05 004.305/2010-8<br />
1459/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ<br />
Atos prejudicados por perda de<br />
objeto<br />
06 009.492/2008-0<br />
1775/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
07 010.850/2010-4<br />
2727/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
08 012.583/2010-3<br />
3061/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ<br />
Ato prejudicado por perda de<br />
objeto<br />
70
09 012.723/2010-0<br />
3070/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ<br />
Ato prejudicado por perda de<br />
objeto e ato julgado legal<br />
10 013.473/2010-7<br />
3632/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
11 013.048/2010-4<br />
3628/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
12 012.421/2010-3<br />
4107/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
13 017.949/2010-6<br />
4926/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
14 017.658/2010-1<br />
4941/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
15 011.658/2009-5 ----- ----<br />
Pede esclarecimento e<br />
documentos<br />
16 013.567/2010-1<br />
5774/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento legal<br />
17 013.149/2010-5<br />
5797/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento legal<br />
18 017.441/2010-2<br />
4334/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento legal<br />
19 024.024/2010-4<br />
6390/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
DETMINA<br />
ÇÃO<br />
Encaminhar novo SISAC<br />
21 026.609/2010-0<br />
6715/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ<br />
Atos prejudicados por perda de<br />
objeto<br />
22 027.161/2010-2<br />
6926/2010 – TCU – 2ª<br />
CAMARA<br />
NÃO HÁ Julgamento Legal<br />
Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação Código SIORG<br />
Tribunal de Contas União - TCU<br />
Descrição da Deliberação:<br />
Considerar legais, para fins de registro, os atos de concessões de aposentadoria de: - ANTENOR ALVES DA SILVA,<br />
JOAQUIM LOPES FEITOSA SOBRINHO, LUIZ DA COSTA ARAÚJO e MATIAS NERES DA SILVEIRA<br />
ELIAS NERES DE ARAÚJO, ISABEL MARIA CUNHA DOS SANTOS e MARIA LUISA FERNANDES<br />
LIMA DUARTE. ALBINO DOS SANTOS SOUSA, ANTONIO LOPES DA SILVA, CÍCERO VIEIRA DA<br />
SILVA, DEUSDEDT SIQUEIRA NOGUEIRA, EDMUNDO SANTOS DA CRUZ, FERNANDO BENVINDO<br />
PEREIRA, FIRMINO CIPRIANO DA SILVA, IRACENE MARIA DANTAS, JOSÉ LUIS DE OLIVEIRA, JOSÉ<br />
DE MOURA LIMA, JOSÉ DE RIBAMAR SOUSA, LUIS BARBOSA DE MOURA, LUIZ CRUZ MORAIS,<br />
MANOEL MOREIRA DA SILVA, RAIMUNDO MENDES DE MESQUITA, SALVALDOR MONTE<br />
GONÇALVES e SIMPLÍCIO PEREIRA AMORIM.<br />
FRANCISCO BARBOSA DA SILVA.<br />
Ato prejudicado por perada de objeto: FRANCISCO JOSÉ SANTOS FONSECA.<br />
Considera legais, para fins de registro, os atos de concessões de aposentadoria de:<br />
FRANCISCO DAS CHAGAS GALVÃO e MARIA IRIS DE AZEVEDO GUIMARÃES CRUZ.<br />
CIRENE SERPA BARBOSA e JOSÉ PEREIRA DOS SANTOS.<br />
JOSÉ DIAS DOS SANTOS.<br />
Considerar prejudicado, para fins de registro, por perda do objeto, o exame de mérito do ato de concessão do<br />
instituidor CASEMIRO CALAND TAVARES, e considera legal, para fins de registro, o ato de concessão de pensão<br />
da interessada ANA MARIA MARTINS FERREIRA.<br />
Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de: JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA.<br />
ANTONINO LOPES DOS SANTOS e JOSÉ CUTRIM MOTA.<br />
ANTONIO BEZERRA DO VALE, ELMIRO RODRIGUES DE ABREU, JOSÉ BORGES DE OLIVEIRA,<br />
LUIS GONZAGA MARCOS DE SOUSA, MANOEL BESERRA CAVALCANTE e RAIMUNDO NONATO<br />
PEREIRA DE CARVALHO.<br />
ADELMIR BATISTA SOUZA, FLORENTINO ALVES TEIXEIRA, FRANCISCO RIBEIRO DO NASCIMENTO e<br />
JOÃO FRANCISCO BARROS DE CARVALHO.<br />
Considera legal, para fins de registro, o ato de concessão de pensão da interessada FRANCISCA DA SILVA<br />
NEVES.<br />
Quanto a ordem de número 15, o Ofício nº SEFIP-D/856,de 13/09/2010, pede esclarecimento e/ou documento em<br />
relação ao atos de LUIZ CHAVES MARTINS, MIGUEL DOS SANTOS FRANÇA, EDMAR GOMES CHAVES E<br />
YOLANDA CASTELO BRANCO FRANÇA.<br />
71
Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de:<br />
EDIMIR MENDES DE ALENCAR, ELIAS BARBOSA DOS SANTOS, JOSÉ BARBOSA DE SOUSA, JOSÉ<br />
ELOI DE SÁ, JOSÉ PEREIRA NETO e MARIA IRENE SIMPLICIO PEREIRA.<br />
Considera legal, para fins de registro, os atos de concessão de pensão dos interessados: ANTONIA MUNIZ DAS<br />
NEVES, BERNARDA DOS SANTOS NETO, BRUNA KASSIA DOS SANTOS NETO, CECÍLIA MARIA DE<br />
OLIVEIRA CAETANO, DELZUITA SILVA MARTINS, FRANCISCA DE CARVALHO LEITE, JOSÉ RIBAMAR<br />
DE CARVALHO, JOÃO BRUNO DOS SANTOS NETO, MARIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA MARTINS, MARIA<br />
DE NAZARÉ DA PAZ MEDEIROS, MARIA DO DESTERRO GOMES DA COSTA, MARIA DO SOCORRO<br />
MELO DA SILVA e REGIANE RODRIGUES DOS SANTOS.<br />
Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de:<br />
MANOEL GOMES DE HOLANDA.<br />
Ordem 19 – Considerar prejudicada, por inépcia, a apreciação de mérito do ato de concessão de aposentadoria de<br />
GERALDINA MUTRAN DE BARROS, fazendo as determinações especificadas.<br />
Considerar prejudicado, para fins de registro, por perda de objeto, o exame de mérito dos atos de concessões<br />
de: PAULO AFONSO PAZ GIL e de SEBASTIÃO ALVES FERREIRA.<br />
Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de: ANTONIO RODRIGUES DE LIMA.<br />
Providências Adotadas<br />
Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />
SOCAD/SEREH/SUEST-<strong>PI</strong>/FUNASA 2207<br />
Síntese da providência adotada:<br />
ARQUIVAR EM FICHA FUNCIONAL E EMITIR TÍTULOS DE INATIVIDADE.<br />
Quanto a ordem de número 15, foi encaminhado ao SEREH/SUEST-<strong>PI</strong>, despacho com as informações solicitadas no<br />
Ofício nº SEFIP-D/856,de 13/09/2010, para resposta ao SEFIP-TCU encaminhado as informações solicitadas.<br />
Ordem 19 – Encaminhado Ofício 92/SOCAD/SEREH-<strong>PI</strong>, de 16/12/2010, informando que foi cadastrado novo ato no<br />
SISAC, sob o número 10367934-04-2010-000079-3, referente a servidora aposentada GERALDINA MUTRAN DE<br />
BARROS<br />
Síntese dos resultados obtidos<br />
Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo<br />
gestor<br />
Fonte: Ofícios TCU<br />
15.2 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício<br />
Quadro 15.2 - Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento<br />
no exercício<br />
Unidade Jurisdicionada<br />
Denominação completa: Código SIORG<br />
SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ 2207<br />
Deliberações do TCU<br />
Deliberações expedidas pelo TCU<br />
Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida<br />
01 TC 019.402/2009-5 3089/2010<br />
Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação Código SIORG<br />
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 48630<br />
Descrição da Deliberação:<br />
9.4. Recomendar à <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> a realização periódica de estudos detalhados acerca dos resultados alcançados<br />
com suas ações de saneamento e demais programas porventura em execução, avaliando e monitorando nos diversos<br />
municípios do Estado do Piauí o impacto dessas ações nas comunidades beneficiadas, apresentando dados<br />
consistentes que possam subsidiar eventuais tomadas de decisão por parte dos gestores.<br />
9.6 Determinar à <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> que:<br />
72
9.6.1. Adote, no prazo de 90 (noventa) dias, as medidas necessárias à efetiva análise de todas as prestações<br />
de contas de convênios ou termos de compromisso apresentados a essa entidade, ex vi do que dispõe o art. 31 da<br />
IN/STN n. 01/97 e o art. 60 da Portaria Interministerial n. 127/2008, apresentando a este Tribunal, findo o prazo<br />
estipulado, relatório circunstanciado acerca do resultado das análises procedidas.<br />
9.6.2. Adote no prazo de 90 (noventa) dias as medidas necessárias à análise e encaminhamento, para a<br />
Controladoria-Geral da União, dos processos de tomada de contas especial informados no Despacho n. 058/2010-<br />
TCE/GAB/Corepi, em conformidade com o que dispõe o art. 1. da IN-TCU n. 56/2007.<br />
Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento<br />
Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />
TCE/SECON/GABINETE 2207<br />
Justificativa para o seu não cumprimento:<br />
Resposta: Por sentirmos a partir de uma avaliação crítica da efetividade dos objetos pactuados, principalmente o<br />
impacto desses indicadores de saúde da população usuária, desde outubro de 2009, em comum acordo<br />
com a presidência da <strong>Funasa</strong>, formalizamos convite à Universidade Federal do Piauí/Núcleo de Estudos<br />
de Saúde Pública – NESP, para uma parceria com vista a avaliação de resultados das ações<br />
empreendidas por este órgão junto a população usuárias e gestores municipais.<br />
Tal parceria encontra-se em andamento, sendo objeto de elaboração de termo de referência e termo de<br />
cooperação técnica para pesquisa, ainda em fase de conclusão pela referida instituição.<br />
Resposta: Quanto aos processos de convênios que apresentaram suas prestações de contas e se encontravam<br />
pendentes de análise nesta Superintendência, informamos que foram analisados 97 (noventa e sete) de<br />
um total de 109 (cento e nove), restando 12 (doze) que ainda não tiveram suas análises concluídas.<br />
Entre os motivos que determinaram o atraso nas análises das prestações de contas, podemos destacar<br />
aqueles decorrentes do número insuficiente de técnicos das áreas envolvidas (à época) e da natural<br />
dificuldade com que os mesmos se deparam no desenvolvimento das análises dado o lapso temporal. No<br />
ensejo, o Setor de Prestação de Contas solicita o prazo de 30 (trinta) dias para conclusão das referidas<br />
análises. Este prazo foi atendido e as análises concluídas na sua totalidade.<br />
Resposta: Quanto aos processos de Tomada de Contas Especial – TCE, dos 108 (cento e oito) processos informados<br />
no Despacho n. 058/2010-TCE/GAB/Corepi 02 (dois) foram repetidos, quais sejam: Convênios nº<br />
297/2001 – PM Cajueiro da Praia e o de n° 1657/2000 – PM de Colônia do Piauí, totalizando assim 106<br />
(cento e seis) processos, desses, 47 foram concluídos e encaminhados para a Auditoria, restando 59 a<br />
serem finalizados.<br />
Esta Superintendência adotou as providências para o cumprimento da determinação, conforme<br />
Memorandos n°s 060 e 063/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong> e Memorando Circular nº 006/2011/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />
(ANEXO 1). No entanto, como aliás já comentado na resposta ao item anterior, em alguns casos não foi<br />
possível proceder às conclusões e aos encaminhamentos na sua totalidade, considerando as alegativas das<br />
áreas envolvidas, sendo solicitada a prorrogação do prazo em 90 (noventa) dias para conclusão das<br />
análises de Prestação de Contas e processos de Tomadas de Contas Especiais - TCE. Embora este prazo<br />
tenha sido concedido, os processos de tomadas de contas não foram concluídos na sua totalidade (106),<br />
sendo que desses 48 encontram-se em andamento, com previsão de encerramento ainda neste semestre.<br />
Análise crítica :<br />
Esta Superintendência, apesar de ter envidado todo esforço para o cumprimento das determinações , ainda restam<br />
48(quarenta e oito) processos a serem finalizados, tendo em vista a concessão de prazos aos gestores para<br />
apresentarem defesa, em cumprimento ao estabelecido nas normativas, bem como, na maioria dos casos, houve a<br />
necessidade de realização de visita in loco por parte da área técnica para emissão de parecer conclusivo considerando<br />
tratar de convênios antigos que quando da instauração da tomada de conta, não havia planilha com a quantificação do<br />
prejuízo ao erário.<br />
73
15.3 Recomendações do OCI atendidas no exercício<br />
Quadro 15.3 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI<br />
ACOMPANHAMENTO DAS RESPOSTAS PRELIMINARES DO RELATÓRIO DE AUDITORIA - RA (PLANO DE PROVIDÊNCIAS PERMANENTE)<br />
COMUNICAÇÃO EXPEDIDA: OFÍCIO Nº 17.352/2010/CGU-REGIONAL/<strong>PI</strong><br />
IDENTIFICAÇÃO DO RA: RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE<br />
CONTAS Nº 244115 - EXERCÍCIO 2010<br />
(ITEM DO RA):<br />
CONSTATAÇÃO<br />
1.1.1.1 (009) Ausência de<br />
confiabilidade de 5 dos<br />
7indicadores<br />
4.1.2.1 (051) Realização<br />
da Tomada de Preços nº<br />
001/2009 com projeto<br />
básico elaborado sem<br />
licenciamento ambiental<br />
prévio e sem Anotação de<br />
Responsabilidade<br />
Técnica.<br />
DESCRIÇÃO DA RECOMENDAÇÃO UNIDADE RESPOSTA DA UNIDADE<br />
001 - Recomendar à FUNASA que promova treinamento<br />
para os servidores responsáveis pelo cálculo dos<br />
indicadores, orientando os mesmos para utilizarem os<br />
dados obtidos em visita "in loco", quando do cálculo dos<br />
indicadores de execução física.<br />
Recomenda-se à FUNASA/CORE-<strong>PI</strong>, que: a) o projeto<br />
básico seja elaborado quando a licença prévia já estiver<br />
autorizada, evitando assim o desperdício de recursos caso<br />
o projeto tenha que sofrer modificações em itens como<br />
localização e solução técnica. O projeto básico dever ser<br />
elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos<br />
preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o<br />
adequado tratamento do impacto ambiental do<br />
empreendimento, conforme previsto no art. 6º, IX da Lei<br />
8.666/93. Concluído o projeto básico, inicia-se o<br />
procedimento licitatório, conforme previsto no art. 7º §2º<br />
da Lei 8.666/93.<br />
b) registre, junto ao CREA, as Anotações de<br />
Responsabilidade Técnica referente à elaboração dos<br />
projetos relativos às licitações realizadas pela Unidade, na<br />
forma da Lei nº 6.496/77, artigos 1º e 2º;<br />
CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />
SUEST-<strong>PI</strong>)<br />
Cgpla<br />
CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />
SUEST-<strong>PI</strong>)<br />
Situação sanada conforme Relatório CGU 244115/10.<br />
Recomendação acatada e sanada. Quanto às Licenças, informamos que já foram<br />
providenciadas, bem como as Anotações de Responsabilidades Técnicas .<br />
74
5.2.2.1 (046) Realização<br />
do Convite nº 001/2009<br />
com apenas dois<br />
participantes, em<br />
desacordo com a Lei<br />
8.666/93.<br />
10.3.1.1 (039) Não<br />
atendimento à exigência<br />
do artigo 25 da Lei<br />
Complementar nº 101, de<br />
04 de maio de 2000.<br />
10.3.1.2 (042) Ausência<br />
de servidor responsável,<br />
formalmente designado,<br />
pelo acompanhamento e<br />
execução de doze<br />
transferências voluntárias,<br />
concedidas no valor de R$<br />
7.999.779,78.<br />
c) observe em cada etapa, a licença ambiental adequada,<br />
com base nas Resoluções Conama n° 237/97 e 06/87:<br />
licença prévia (no planejamento da obra), licença de<br />
instalação (na construção) e licença de operação (na<br />
operação ou funcionamento).<br />
Recomenda-se à FUNASA que, na realização de licitações<br />
na modalidade convite, quando não for obtido o número<br />
legal mínimo de três propostas aptas à seleção, proceda a<br />
repetição do ato, com a convocação de outros possíveis<br />
interessados, ressalvadas as hipóteses de limitações do<br />
mercado ou manifesto desinteresse dos convidados,<br />
circunstâncias essas que deverão ser devidamente<br />
justificadas no processo.<br />
Abstenha-se de celebrar convênios sem observância ao<br />
cumprimento do artigo 25 da Lei Complementar n°<br />
101/2000.<br />
Atente para o disposto no artigo 53 da Portaria<br />
Interministerial MP//MF/CGU n° 127, de 29 de maio de<br />
2008.<br />
CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />
SUEST-<strong>PI</strong>)<br />
PRESI-<br />
CGCON/DE<strong>PI</strong>N<br />
CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />
SUEST-<strong>PI</strong>)<br />
Recomendação acatada.<br />
Oficio n° 030/CGCON/DE<strong>PI</strong>N/FUNASA, de 08 de junho de 2010 (ANEXO 02).<br />
Esta Superintendência já adotou as providências com a emissão de Portarias de<br />
Designação de Servidores como Fiscais de Convênios e TC/PAC.s (ANEXO 03).<br />
Observação: Esta Superintendência, no ano de 2010, instaurou 29 processos de TCE, tendo sido concluídos 7 processos. No entanto, foram concluídos<br />
também 36 do passivo de 115.<br />
75
15.4 Recomendações do OCI pendentes de atendimento ao final do exercício<br />
15.4 - Situações das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no<br />
exercício<br />
Unidade Jurisdicionada<br />
Denominação completa: Código SIORG<br />
SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ 2207<br />
Recomendações do OCI<br />
Recomendações expedidas pelo OCI<br />
Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida<br />
*<br />
Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG<br />
Descrição da Recomendação:<br />
Providências Adotadas<br />
Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />
Justificativa para o seu não cumprimento:<br />
Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor<br />
*Observação:<br />
Considerando que não houve auditoria por parte da AUDIT nesta <strong>Suest</strong>-Pi no ano de 2010, segue em<br />
anexo parecer da Auditoria Interna numero 10/2011. (ANEXO 5).<br />
76
16. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO<br />
16.1 Declaração Plena, com Ressalva ou Adversa<br />
77
17. INFORMAÇÕES SOBRE COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
18. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS PARTIDÁRIOS<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
19. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS CONSTITUCIONAIS<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
20. INDICADORES DE EMPENHO DO IFES<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
21. ANÁLISE DE SITUAÇÃO FINANCEIRA<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
22. REMUNERAÇÃO PARA ADMINISTRADORES DE EMPRESAS PÚBLICAS<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
23. CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO”<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
24. INFORMAÇÕES A RESPEITO DA DESIMOBILIZAÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS<br />
“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />
<strong>Funasa</strong>.<br />
78
ANEXO 1<br />
Memorando Circular nº<br />
060/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />
Memorando nº<br />
063/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />
Memorando Circular nº<br />
006/2011- GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />
79
ANEXO 2<br />
Ofício nº<br />
030/CGCON/DE<strong>PI</strong>N/FUNASA<br />
87
ANEXO 3<br />
Portarias de Designação de<br />
Servidores como Fiscais de<br />
Convênios e TC/PACs<br />
90
100
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
ANEXO 4<br />
Rol de Responsáveis<br />
113
114
115
ANEXO 5<br />
Parecer de Auditoria Interna nº<br />
10/2011 SUEST-<strong>PI</strong><br />
116
117
118
119
120
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132
ANEXO 6<br />
Memorando 010/GAB/SUEST<strong>PI</strong><br />
133
134
135