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Suest/PI - Funasa

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RELATÓRIO DE<br />

GESTÃO 2010<br />

SUEST/<strong>PI</strong><br />

SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ


SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ<br />

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL<br />

RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2010<br />

MARÇO/2011<br />

1


SUPERINTENDENCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ<br />

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIAS ANUAL<br />

RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2010<br />

Relatório de Gestão do exercício de 2010<br />

apresentado aos órgãos de controle interno e<br />

externo como prestação de contas ordinárias<br />

anual a que esta Unidade está obrigada nos<br />

termos do art. 70 da Constituição Federal,<br />

elaborado de acordo com as disposições da<br />

Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão<br />

Normativa TCU nº 107/2010 e da Portaria –TCU<br />

nº 277/2010 e das orientações do órgão de<br />

controle interno.<br />

Teresina (<strong>PI</strong>), março/2011<br />

2


LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS<br />

RG – Relatório de gestão<br />

IN – Instrução Normativa<br />

DN- Decisão Normativa<br />

TCU – Tribunal de Contas da União<br />

CGU – Controladoria –Geral da União<br />

Port. - Portaria<br />

FUNASA – Fundação Nacional de Saúde<br />

CORE-<strong>PI</strong> – Coordenação Regional do Piauí<br />

SUEST-<strong>PI</strong> – Superintendência Estadual do Piauí<br />

CASAI-<strong>PI</strong> – Casa de Saúde Indígena do Piauí<br />

DIESP – Divisão de Engenharia de Saúde Pública<br />

PAC – Programa de Aceleração do Crescimento<br />

SEPAT – Setor de Patrimônio<br />

ASI – Sistema Automatizado de Inventário<br />

S<strong>PI</strong>UNET – Sistema de Gerenciamento dos Imóveis de Uso Especial da União<br />

SALOG – Seção de Logística<br />

COMPRASNET – Portal de Compras do Governo Federal<br />

SUS – Sistema Único de Saúde<br />

SVS – Secretaria de Vigilância em Saúde<br />

SUCAM - Superintendência de Campanha de Saúde Pública<br />

FSESP - Fundação Serviços de Saúde Pública<br />

SNABS - Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde<br />

DATAPREV - Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social<br />

MS – Ministério da Saúde<br />

SESAI - Secretaria Especial de Saúde Indígena<br />

Coresa/ Sul – Consórcio Regional de Saneamento do Sul do Piauí<br />

Cgpla – Coordenação Geral de Planejamento e Avaliação<br />

CGERH – Coordenação Geral de Recursos Humanos<br />

UJ – Unidade Jurisdicionada<br />

UO – Unidade Orçamentária<br />

UGO – Unidade Gestora Orçamentária<br />

SIORG – Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal<br />

LOA – Lei Orçamentária Anual<br />

SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal<br />

DENSP – Departamento de Engenharia de Saúde Pública<br />

RIDE – Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />

ASCOM – Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde<br />

PESMS – Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social<br />

ONG – Organização não governamental<br />

DESAI – Departamento de Saúde Indígena<br />

DEADM – Departamento de Administração<br />

PMSB – Plano Municipal de Saneamento Básico<br />

NICT – Núcleo Intersetorial de Cooperação Técnica<br />

OCI – Órgão de Controle Interno<br />

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística<br />

TCE – Tomada de Conta Especial<br />

Plamsus – Sistema de Planejamento, Orçamento e Monitoramento do SUS<br />

3


Sigplan – Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento<br />

EP – Emenda Parlamentar<br />

TC/PAC – Termo de Compromisso do PAC<br />

SALOG – Setor de Logística<br />

SOPAT – Setor de Patrimônio<br />

SECON – Setor de Convênio<br />

SOTRA – Setor de Transportes<br />

APPM – Associação Piauiense de Municípios<br />

PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual<br />

PPA – Plano Plurianual<br />

CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas<br />

SIAPE – Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos<br />

SIAPECAD - Sistema de Cadastro<br />

SICOTWEB – Sistema de Informações para Controle de Transportes<br />

SIDOC – Sistema Inteligente de Documento<br />

4


LISTA DE QUADROS E GRÁFICOS<br />

Título Página<br />

Gráfico 1 - Desempenho da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em 2010 por metas programas por<br />

unidade gestora de execução.<br />

36<br />

QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO 35<br />

OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />

Quadro 2.3 - Identificação das Unidades Orçamentárias 37<br />

Quadro 2.4 - Programação de Despesas Correntes 37<br />

Quadro 2.5 Programação de Despesas Capital 37<br />

Quadro 2.6 - Quadro Resumo da Programação de Despesas 38<br />

Quadro 2.7 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa 38<br />

Quadro 2.8 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos 39<br />

originários da UJ<br />

Quadro 2.9 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos 39<br />

créditos originários da UJ<br />

Quadro 2.10 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos 40<br />

créditos originários da UJ<br />

Quadro 2.11 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos 40<br />

recebidos por movimentação<br />

Quadro 2.12 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos 41<br />

créditos recebidos por movimentação<br />

Quadro 2.13 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos 42<br />

créditos recebidos por movimentação<br />

Quadro 3.1 - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou 48<br />

Recursos<br />

Quadro 4.1 - Situação dos Restos a Pagar de exercícios anteriores 48<br />

Quadro 5.1 Composição do Quadro de Recursos Humanos-Situação apurada 49<br />

em 31/12/2010<br />

Quadro 5.2 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por faixa etária - 49<br />

Situação apurada em 31/12/2010<br />

Quadro 5.3 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por nível de 49<br />

escolaridade - Situação apurada em 31/12/2010<br />

Quadro 5.4 - Composição do Quadro de Servidores Inativos - Situação 50<br />

apurada em 31/12/2010<br />

Quadro 5.5 - Composição do Quadro de Instituidores de Pensão - Situação 50<br />

apurada em 31/12/2010<br />

Quadro 5.6 - Composição do Quadro de Estagiários 50<br />

Quadro 5.7 - Quadro de custos de recursos humanos nos exercícios de 2008, 51<br />

2009 e 2010.<br />

Quadro 5.8 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e 52<br />

vigilância ostensiva<br />

Quadro 5.9 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra 52<br />

5


Quadro 5.10 - Distribuição do pessoal contratado mediante contrato de 53<br />

prestação de serviço com locação de mão de obra<br />

6.1. Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício 54<br />

de referência<br />

6.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios 55<br />

6.3 - Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e 55<br />

exercícios seguintes<br />

6.4. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ 55<br />

na modalidade de convênio e de contratos de repasse.<br />

6.5. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ 56<br />

na modalidade de convênio e de contratos de repasse<br />

Quadro 9.1 - Estrutura de controles internos da UJ 60<br />

Quadro 10.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis 63<br />

Quadro 11.1 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial de 65<br />

Propriedade da União<br />

Quadro 11.2 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial 66<br />

Locados de Terceiros<br />

Quadro 11.3 - Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob 66<br />

responsabilidade da UJ<br />

Quadro 15.1 - Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício 69<br />

Quadro 15.2 - Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes 71<br />

de atendimento no exercício<br />

Quadro 15.3 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI 73<br />

15.4 - Situações das recomendações do OCI que permanecem pendentes de 75<br />

atendimento no exercício<br />

6


APRESENTAÇÃO<br />

O Relatório de Gestão/2010 foi desenvolvido pela equipe de Planejamento da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, com<br />

o objetivo de contribuir para a transparência de sua gestão junto aos órgãos de controle e à<br />

sociedade em geral.<br />

O documento foi preparado com base na legislação vigente, composta pela Instrução<br />

Normativa do Tribunal de Contas da União - TCU nº 63/2010, pela Decisão Normativa TCU nº<br />

107/2010, Portaria do Tribunal de Contas da União – TCU nº 277/2010 e pela Portaria da<br />

Controladoria Geral da União – CGU nº 2.546/2010.<br />

No âmbito desta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, o Plano Operacional e o seu monitoramento são as principais<br />

ferramentas utilizadas para a elaboração do Relatório de Gestão, e as informações prestadas estão<br />

coerentes com o Balanço de Governo, elaborado pela Superintendência, servindo este último<br />

documento como subsídio para a construção do Relatório de Gestão.<br />

Na elaboração do presente documento, estão registradas as informações referentes a cada<br />

subação, adstrita à Superintendência, visto que as informações referentes às ações do Plano<br />

Plurianual 2008-2011, exercício 2010, são de responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

É importante esclarecer que este documento pode necessitar de ajustes, caso novas<br />

instruções sejam publicadas pelos órgãos de controle ou caso haja detectado alguma imprecisão ou<br />

falta de clareza nos dados anunciados.<br />

7


SUMÁRIO<br />

ORGANOGRAMA FUNCIONAL 11<br />

INTRODUÇÃO 12<br />

1. INFORMAÇÕES SOBRE A IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE<br />

JURISDICIONADA<br />

1.1 IDENTIFICAÇÃO DA UJ - RELATÓRIO DE GESTÃO<br />

INDIVIDUAL<br />

1.2 QUALIFICAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL 15<br />

2. INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO E GESTÃO<br />

ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA DA UNIDADE<br />

2.1 RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS DA UNIDADE<br />

16<br />

2.2 ESTRATÉGIA DE ATUAÇÃO FRENTE ÀS<br />

RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS 16<br />

2.3 EXECUÇÃO DAS SUBAÇÕES<br />

2.3.1 Resumo da Execução Física das subações realizadas pela UJ<br />

QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO<br />

OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />

GRÁFICO 1 - DESEMPENHO DA SUEST-<strong>PI</strong> EM 2010 POR METAS<br />

PROGRAMAS POR UNIDADE GESTORA DE EXECUÇÃO<br />

2.4 DESEMPENHO ORÇAMENTÁRIO/FINANCEIRO 37<br />

2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa 37<br />

2.4.1.1 Programação de Despesas de Capital 37<br />

2.4.1.2 Quadro Resumo da Programação de Despesas 38<br />

2.4.1.3 Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa 38<br />

2.4.2 Execução Orçamentária da Despesa 39<br />

2.4.2.1 Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ<br />

2.4.2.1.1 DESPESAS POR MODALIDADE DE<br />

CONTRATAÇÃO<br />

14<br />

14<br />

16<br />

19<br />

26<br />

35<br />

36<br />

39<br />

39<br />

8


2.4.2.1.2Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />

2.4.2.1.3Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />

2.4.2.2 Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por<br />

Movimentação<br />

2.4.2.2.1 Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />

recebidos por movimentação<br />

2.4.2.2.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />

dos créditos recebidos por movimentação<br />

2.4.2.2.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />

dos créditos recebidos por movimentação<br />

2.4.3 Indicadores Institucionais<br />

3. INFORMAÇÕES SOBRE RECONHECIMENTO DE PASSIVOS<br />

POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />

3.1 RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA<br />

DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />

4. INFORMAÇÕES SOBRE A MOVIMENTAÇÃO E OS SALDOS<br />

DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />

4.1 PAGAMENTOS E CANCELAMENTOS DE RESTOS A<br />

PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />

5. INFORMAÇÕES SOBRE RECURSOS HUMANOS<br />

5.1 COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES ATIVOS<br />

5.2 COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS<br />

E PENSIONISTAS<br />

50<br />

5.3 QUADRO DE CUSTOS DE RECURSOS HUMANOS 51<br />

5.4 CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM<br />

LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA<br />

52<br />

5.5 INDICADORES GERENCIAIS SOBRE RECURSOS<br />

HUMANOS<br />

53<br />

6. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSFERÊNCIAS 54<br />

6.1.1 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício<br />

de 2010<br />

54<br />

6.1.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e<br />

valores repassados nos três últimos exercícios<br />

55<br />

6.1.3 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios<br />

e contratos de repasse<br />

55<br />

6.1.4 Informações sobre a análise das prestações de contas de<br />

convênios e de contratos de repasse<br />

56<br />

7. REGISTROS ATUALIZADOS NO SISTEMA SIASG E SICONV 58<br />

8. DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS 59<br />

9. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO<br />

60<br />

10. INFORMAÇÕES QUANTO A ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE<br />

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 63<br />

39<br />

40<br />

40<br />

40<br />

41<br />

42<br />

42<br />

48<br />

48<br />

48<br />

48<br />

48<br />

48<br />

9


11. GESTÃO DE PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO<br />

11.1 GESTÃO DE BENS IMÓVEIS DE USO ESPECIAL<br />

12.GESTÃO DE TI 68<br />

13. UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO 69<br />

14. RENÚNCIA TRIBUTÁRIA 69<br />

15. PROVIDÊNCIAS ADOTADAS<br />

DELIBERAÇÕES DO TCU<br />

PARA ATENDER ÀS<br />

69<br />

15.1DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO 69<br />

15.2 DELIBERAÇÕES DO TCU PENDENTES DE<br />

ATENDIMENTO AO FINAL DO EXERCÍCIO<br />

15.3 RECOMENDAÇÕES DO OCI ATENDDAS NO EXERCÍCIO<br />

15.4 RECOMENDAÇÕES DO OCI PENDENTES DE<br />

ATENDIMENTO AO FINAL DO EXERCÍCIO<br />

16. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO<br />

16.1 DECLARAÇÃO PLENA, COM RESSALVA OU ADVERSA<br />

17. INFORMAÇÕES SOBRE COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA 77<br />

18. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS PARTIDÁRIOS<br />

77<br />

19. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS CONSTITUCIONAIS<br />

20. INDICADORES DE EMPENHO DO IFES<br />

21. ANÁLISE DE SITUAÇÃO FINANCEIRA<br />

22. REMUNERAÇÃO PARA ADMINISTRADORES DE<br />

EMPRESAS PÚBLICAS<br />

23. CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE<br />

“PRODUTO”<br />

24. INFORMAÇÕES A RESPEITO DA DESIMOBILIZAÇÃO DE<br />

ATIVOS IMOBILIÁRIOS<br />

ANEXO 1 78<br />

ANEXO 2 86<br />

ANEXO 3 89<br />

ANEXO 4 112<br />

ANEXO 5 115<br />

ANEXO 6 133<br />

65<br />

65<br />

71<br />

73<br />

75<br />

76<br />

76<br />

77<br />

77<br />

77<br />

77<br />

77<br />

77<br />

10


ORGANOGRAMA FUNCIONAL<br />

11


INTRODUÇÃO<br />

A Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) é uma fundação pública vinculada ao Ministério<br />

da Saúde, instituída com base no disposto no artigo 14 da Lei nº 8.029, de 16 de abril de 1990,<br />

regulamentada pelo decreto nº 100, de 12 de abril de 1991 e regida pela Lei nº 8.112, de 11 de<br />

dezembro de 1990. Sua criação teve como finalidade precípua congregar as atividades até então<br />

desenvolvidas pela Superintendência de Campanha de Saúde Pública – SUCAM, pela Fundação<br />

Serviços de Saúde Pública – FSESP, e por outras atividades oriundas da Secretaria Nacional de<br />

Ações Básicas de Saúde – SNABS e de Programas Especiais de Saúde do Ministério da Saúde –<br />

MS, além daquelas relacionadas à área de informática do Sistema Único de Saúde (SUS) e as<br />

desenvolvidas pela Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social – DATAPREV.<br />

Em 2000, a <strong>Funasa</strong> passou por sua primeira reestruturação organizacional, regulamentada<br />

pelo Decreto nº 3450, de 09 de maio de 2000. Em 2003, foi estabelecido o Novo Modelo de Gestão<br />

Pública do Governo, fundamentado no compromisso de incluir socialmente a população carente.<br />

Neste sentido, coube à <strong>Funasa</strong> promover ações de saúde e saneamento para as comunidades<br />

indígenas e atender os municípios com baixa cobertura de serviço de saneamento com população de<br />

até 50 mil habitantes, bem como as populações vulneráveis: Quilombolas, Assentamentos,<br />

Ribeirinhos e Extrativistas.<br />

Ainda no ano de 2003, identifica-se o decreto nº 4.726, de 09 de junho, aprovando o novo<br />

Estatuto da <strong>Funasa</strong>, que exclui de sua estrutura organizacional o Centro Nacional de Epidemiologia,<br />

transferindo suas atividades para a Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS, vinculada ao MS.<br />

Além disso, o Decreto nº 4.727, de 09 de junho de 2003 que aprova o Regimento Interno da <strong>Funasa</strong>,<br />

através da Portaria nº 1.776 de setembro de 2003, instituindo as novas competências da <strong>Funasa</strong>,<br />

efetivando definitivamente o seu papel no SUS como instância responsável pela preservação e<br />

controle de doenças na assistência à saúde das populações indígenas, no fomento às ações de<br />

saneamento e educação em saúde, no estabelecimento de parcerias e firmando a descentralização<br />

das ações típicas da área de epidemiologia e controle de doenças.<br />

Atualmente, a <strong>Funasa</strong> tem como grande desafio a missão de “promover a inclusão social por<br />

meio de Ações de Saneamento Ambiental e de Ações de Atenção Integral à Saúde dos Povos<br />

Indígenas, com referência na gestão e em consonância com o SUS”. Para tanto, definiu seu Plano<br />

Estratégico de forma clara e objetiva, de modo a desenvolver sua política de acordo com os eixos<br />

prioritários definidos nos Planos Plurianuais (PPA’s) de 2004/2007 e 2008/2011.<br />

No que se refere à saúde indígena, é importante ressaltar que no Estado do Piauí não existe o<br />

indígena aldeado, no entanto, a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> conta com uma Casai que é subordinada ao DSEI-MA.<br />

Neste sentido, a Casai - <strong>PI</strong> tem como responsabilidade apoiar a política de saúde dos povos<br />

indígenas referenciados do Estado do Maranhão e outros Estados da federação, alojados e<br />

garantindo a assistência à saúde, na rede SUS, nos níveis de média e alta complexidade.<br />

Cabe ressaltar que a Casa de Saúde Indígena de Teresina é uma instância instituída<br />

conforme Decrete 3.156, de 27 de agosto de 1999 e regulamentada pela a Portaria 254, de 31 de<br />

janeiro de 2002. A Casai - <strong>PI</strong> tem como funções regimentais: receber pacientes e seus<br />

acompanhantes encaminhados pelos Distritos; alojar e alimentar pacientes e seus acompanhantes,<br />

durante o período de tratamento médico; acompanhar pacientes para consultas, exames subsidiários<br />

e internações hospitalares; prestar assistência de enfermagem aos pacientes pós-hospitalização e em<br />

fase de recuperação e fazer contra-referência com os Pólos-Bases, articulando o retorno dos<br />

pacientes e acompanhantes aos seus domicílios por ocasião da alta.<br />

12


Atualmente a Casai – <strong>PI</strong> conta com uma equipe técnica composta pelos seguintes<br />

profissionais: enfermeiros (01); pedagoga (1); técnico de enfermagem (14); auxiliar de nutrição (0).<br />

Além do corpo técnico, conta com 05 vigilantes, 04 serviços gerais e 05 motoristas.<br />

No entanto, o exercício de 2010 foi notoriamente marcado por profundas mudanças<br />

institucionais nessa área, com a publicação do Decreto nº 7.335, de 20 de outubro de 2010, que cria<br />

a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e transfere a gestão do Subsistema de Atenção à<br />

Saúde Indígena, competência até então da <strong>Funasa</strong>, para o Ministério da Saúde. Cabe à <strong>Funasa</strong>, no<br />

período de transição de 180 dias, assegurar todo o apoio administrativo necessário, para que não<br />

ocorra prejuízo das ações e dos serviços prestados aos povos indígenas.<br />

Através do referido Decreto, as Superintendências Estaduais passam a incorporar novas<br />

demandas na área fim, com a inserção da Saúde Ambiental e , na área meio, com a descentralização<br />

da gestão de convênios.<br />

Este Relatório de Gestão está estruturado na forma padrão proposta pela Portaria TCU nº<br />

277/2010 que trata da estrutura do conteúdo do Relatório de Gestão de 2010, Decisão Normativa nº<br />

107/2010 e Instrução Normativa nº 63/2010. Dentre os conteúdos indicados pela DN nº 107/2010<br />

para constar no Relatório 2010, destacamos os Quadros 2.4, 2.5, 2.6, 2.8, 2.9, 2.10, 6.1, 6.2, 6.3 e<br />

Itens 12, 14, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23 e 24, que não se aplicam a esta UJ, considerando que são de<br />

responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

Finalmente, esta UJ teve, durante o exercício de 2010, várias dificuldades para consolidar<br />

seus objetivos. Dentre essas podemos citar:<br />

Na área de gestão de convênios:<br />

Morosidade na análise e aprovação do pleito, considerando o “desinteresse” dos gestores na<br />

apresentação dos projetos, o que prejudicou sensivelmente o cumprimento de algumas<br />

metas.<br />

Descentralização das ações de convênio pela Presidência sem a capacitação prévia das<br />

equipes desta <strong>Suest</strong> para deslanchar o processo, embora essa capacitação tenha sido feita<br />

posteriormente.<br />

Quantidade de pleitos a serem acompanhados e recusas financeiras para custeio de diárias.<br />

Grande número de demandas judiciais, acarretando atraso no acompanhamento dos pleitos.<br />

Na área de Saúde Ambiental:<br />

Estruturar a área com pessoal técnico qualificado.<br />

Na área de Gestão Administrativa:<br />

Andamento de duas licitações ficou prejudicado por problemas técnicos-administrativos. No<br />

ano de 2011, a intenção da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> é superar os problemas de 2010 e dinamizar o cumprimento<br />

das metas estabelecidas no Plano Operacional deste ano.<br />

13


1. INFORMAÇÕES SOBRE A IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE JURISDICIONADA<br />

1.1. Identificação da UJ - Relatório de gestão individual<br />

Poder e Órgão de Vinculação<br />

Poder: Executivo<br />

Órgão de Vinculação: Ministério da Saúde<br />

Identificação da Unidade Jurisdicionada<br />

Código SIORG: 2207<br />

Denominação completa: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde do Piauí<br />

Denominação abreviada: FUNASA/SUEST-<strong>PI</strong><br />

Código SIORG: 2207<br />

Situação: Ativa<br />

Código LOA: 36211 Código SIAFI: 255018<br />

Natureza Jurídica: Fundação do Poder Executivo<br />

Principal Atividade: Promoção de programas de saúde Federal, Estadual,<br />

Municipal.<br />

Código CNAE: 8412-4/00<br />

Telefones/Fax de contato: (086) 3232-3995 (086) 3232-3047 (099) 3232-3520<br />

E-mail: corepi.gab@funasa.gov.br<br />

Página na Internet: http://www.funasa.gov.br<br />

Endereço Postal: Av. João XXIII, 1317, Jóquei Clube; CEP: 64049-010; Teresina - <strong>PI</strong><br />

Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />

Instituída pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, pelo Decreto nº 100, de 16 de abril de 91, e em conformidade com<br />

o que dispõe o Decreto nº 4.727, de 9 de junho de 2003, publicado no Diário Oficial da União, do dia 10 de junho de<br />

2003. Portaria nº 1.776 de 8 de setembro de 2003 que aprova o regimento interno da <strong>Funasa</strong>.<br />

Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada<br />

Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada<br />

Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />

Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />

Código SIAFI Nome<br />

255018 SUEST-<strong>PI</strong><br />

Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada<br />

Código SIAFI Nome<br />

255018 FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE<br />

Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões<br />

Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão<br />

255018 36211<br />

14


1.2. Qualificação da Superintendência Estadual<br />

Nome do Superintendente Estadual Raimunda Nonato da Cruz Oliveira<br />

População do Estado 3.119.015 ( Fonte: IBGE/2010)<br />

Nº. de Municípios abrangidos pela SUEST 214<br />

População Indígena do Estado ---------------------------------------------------------------------------<br />

Observação: No Estado do Piauí não existe indígena aldeado, contudo há uma CASAI para<br />

alojar os índios do Estado do Maranhão, Pará e outros, que buscam a rede assistencial de Saúde de<br />

Teresina para tratamento. Neste sentido, a SUEST-<strong>PI</strong> apenas administra os contratos de gestão da<br />

CASAI, ficando toda a responsabilidade técnica e epidemiológica para a SUEST-MA/DSEI/MA.<br />

Atualmente a Casai – <strong>PI</strong> conta com uma equipe técnica composta pelos seguintes profissionais:<br />

enfermeiros (01); pedagoga (1); técnico de enfermagem (14); auxiliar de nutrição (0). Além do<br />

corpo técnico, conta com 05 vigilantes, 04 serviços gerais e 05 motoristas.<br />

Caso a SUEST possua Distrito Sanitário Especial Indígena em sua estrutura, cada Dsei deverá ser<br />

qualificado em separado, com as seguintes informações:<br />

Nome do Dsei<br />

População Indígena abrangida pelo Dsei<br />

Número de Pólos-Base<br />

Número de Casai<br />

Número de Aldeias<br />

Etnias Indígenas<br />

Caso a SUEST não possua Distrito Sanitário Especial Indígena em sua estrutura, mas execute ações<br />

de Saúde Indígena, deverá apresentar as seguintes informações:<br />

Nome do Dsei a que pertence DSEI/São Luís do Maranhão<br />

População Indígena abrangida pela SUEST 30.881<br />

Número de Pólos-Base 06<br />

Número de Casai 03<br />

Número de Aldeias 291<br />

Etnias Indígenas 08 ( Awa-Guajá, Guajá, Guajajara, Krikati, Kanela, Timbira,<br />

Gavião, Urubu – ka’ apor)<br />

15


2. INFORMAÇÕES SOBRE O PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E<br />

FINANCEIRA DA UNIDADE<br />

2.1 Responsabilidades institucionais da unidade<br />

No Estado do Piauí, a Superintendência Estadual da <strong>Funasa</strong>, desde que foi instituída, vem<br />

desenvolvendo ações de Saneamento Ambiental em 100% dos municípios piauiense com população<br />

inferior a 50 mil habitantes, executando prioritariamente ações de: Construção e Ampliação de<br />

Sistemas de Abastecimento de Água, Construção e Ampliação de Melhorias de Sistemas de<br />

Esgotamento Sanitário, Implantação e Ampliação de Sistemas de Tratamento e Destino Final de<br />

Resíduos Sólidos, Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares com o objetivo de controlar as<br />

doenças e outros agravos ocasionados pela falta de inadequação das condições de saneamento<br />

básico nos domicílios. Acresce-se a isto as ações de Saneamento em áreas de relevante interesse<br />

epidemiológico como é o caso da ação de Melhoria Habitacional para o Controle da Doença de<br />

Chagas, com o objetivo de promover na área endêmica a melhoria das habitações cujas condições<br />

físicas favoreçam a colonização de vetores transmissores de Doença de Chagas.<br />

O cumprimento das ações acima referenciadas tem por objetivo o atendimento da população<br />

no Estado que, segundo o Censo Demográfico de 2010, é de 3.119.015 habitantes, onde se<br />

considera que um percentual significativo dessa população vive abaixo da linha de pobreza. Possui<br />

uma área de 251.576,644 km 2 e uma densidade demográfica de 12,4 hab./km 2 . Assim, o grande<br />

desafio da <strong>Funasa</strong> é fazer com que as ações de saneamento possam contribuir para a elevação do<br />

IDH no Estado que atualmente é de 0,703 (PNUD 2008), para patamares que evidenciem uma<br />

qualidade de vida satisfatória, elevando a expectativa de vida do piauiense que atualmente é de 69,3<br />

anos (2008), bem como diminuindo os índices de Mortalidade Infantil em crianças menores de um<br />

ano (este é de 24/1000 nascidos vivos no ano de 2009), conforme Indicadores de Saúde 2002-2009,<br />

da Secretaria da Saúde do Piauí.<br />

A missão institucional da <strong>Funasa</strong> concretiza-se mediante a atuação técnica das<br />

Superintendências Estaduais, que são unidades descentralizadas e diretamente subordinadas à<br />

Presidência da <strong>Funasa</strong> em Brasília-DF. Sua competência institucional se concretiza mediante o<br />

desenvolvimento de suas atribuições as quais são definidas em lei, estatuto e regimento e<br />

implementada por intermédio das políticas públicas para atender às necessidades dos beneficiários<br />

diretos e indiretos. Para tanto, atua através de Unidades Descentralizadas, que são as<br />

Superintendências Estaduais (<strong>Suest</strong>), que tem como competências regimentais: coordenar,<br />

supervisionar e desenvolver atividades de saneamento básico e de saúde indígena nas suas<br />

respectivas áreas de jurisdição.<br />

2.2 Estratégia de atuação frente às responsabilidades institucionais<br />

A – Saneamento ambiental<br />

A grande responsabilidade da <strong>Funasa</strong> nesse milênio é o cumprimento de sua missão<br />

institucional que é “Promover a inclusão social por meio de ações de saneamento ambiental e de<br />

ações de atenção integral à saúde dos povos indígenas, com excelência na gestão e em consonância<br />

com o Sistema Único de Saúde”. Para garantir tal intuito, a <strong>Funasa</strong>, através do Programa de<br />

Aceleração do Crescimento – PAC, vem promovendo ações de saneamento em municípios com até<br />

50 mil habitantes. Para tanto, atuará no período de 2007 a 2010, em articulação com os Ministérios<br />

das Cidades e da Integração Nacional, priorizando os seguintes eixos de atuação:<br />

16


Saneamento em áreas especiais, atendendo indígenas e comunidades Remanescentes de<br />

Quilombos certificadas pela Fundação Palmares;<br />

Saneamento em áreas de interesse epidemiológico, contemplando os programas de Melhoria<br />

Habitacional para Controle da Doença de Chagas e Drenagem em áreas endêmicas de<br />

malária;<br />

Saneamento em municípios com população total de até 50.000 hab., contemplando<br />

programas como: Sistemas de Abastecimento de Água, Sistemas de Esgotamento Sanitário,<br />

Sistemas de Resíduos Sólidos e Melhorias Sanitárias Domiciliares;<br />

Saneamento Rural, contemplando: Assentamentos de Reforma Agrária, Reservas<br />

Extrativistas e Saneamento em Escolas Públicas;<br />

Ações Complementares de Saneamento que são as Ações Controle da Qualidade da Água<br />

para Consumo Humano.<br />

O investimento da FUNASA, com as ações do PAC, em todo o território nacional, será de<br />

aproximadamente R$ 4 bilhões, que serão aplicados no período de 2007 a 2010. No que se refere ao<br />

Estado do Piauí, o investimento do PAC no período de 2007 a 2009 chegou a R$ 145.502.516,16,<br />

beneficiando, nesse período, aproximadamente 46.686 famílias, o que corresponde a um<br />

quantitativo de aproximadamente 233.432 pessoas. Para isto, durante o ano de 2010, a<br />

Superintendência Estadual promoveu os seguintes eventos: um seminário com a participação do<br />

Presidente da <strong>Funasa</strong>, Prefeitos Municipais e técnicos da área, bem como reuniões regionalizadas<br />

com os gestores municipais para a orientação quanto aos procedimentos necessários para a<br />

celebração dos Termos de Compromisso/PAC, condições básicas para a formalização dos pleitos.<br />

Além disso, colocou à disposição dos municípios o seu corpo técnico de engenharia e de educação<br />

em saúde, para atendimento individualizado, sob forma de plantão, visando esclarecer as dúvidas<br />

existentes sobre os pleitos.<br />

As prioridades do PAC/<strong>Funasa</strong> foram determinadas com base nos municípios com maior índice<br />

de mortalidade infantil entre os períodos de 2003 a 2005. No Estado do Piauí, foram selecionados<br />

até o ano de 2010 cerca de 214 municípios com população até 50 mil habitantes. Outra estratégia de<br />

grande importância para a política de saneamento desenvolvida pela <strong>Suest</strong> – <strong>PI</strong> foi a aquisição de 02<br />

unidades móveis para controle da qualidade da água para consumo humano, sendo uma para o<br />

Coresa/Sul e outra para a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, que já se encontram em pleno funcionamento, com o objetivo de<br />

atender as demandas no Estado. Para isto, a <strong>Funasa</strong>/ <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, através de parceria com a <strong>Suest</strong>-PE,<br />

promoveu a capacitação de 03(três) técnicos que irão proceder à análise da qualidade da água nos<br />

Sistemas de Abastecimento de Água, sob responsabilidade desta Superintendência.<br />

B – Saúde Indígena<br />

No que se refere à Saúde Indígena, esta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> vem mantendo administrativamente a Casa de<br />

Saúde em uma parceria com a <strong>Suest</strong>-MA. Tal parceria vem se configurando através de duas grandes<br />

linhas de ação:<br />

1) No que se refere à administração de contratos terceirizados, a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> vem realizando<br />

processos licitatórios com empresas para prestação de serviços (fornecimento de refeições,<br />

limpeza e conservação, serviços funerários, fornecimento de passagens terrestres, serviços<br />

de vigilância desarmada, fornecimento de medicamentos básicos e específicos, serviços de<br />

motorista, locação e imóvel), com vistas a garantir a qualidade no processo de atendimento<br />

17


ao indígena que vem à Teresina, em busca de tratamento de saúde de média e alta<br />

complexidade, bem como de seus familiares.<br />

2) Ações de promoção, vigilância, proteção e recuperação da saúde indígena. Neste<br />

aspecto, a estratégia de atuação foi preparar a equipe técnica da Casai, através de cursos,<br />

oficinas e rodas de conversas para prestar serviços humanizados aos indígenas e suas<br />

famílias.Todavia, convém ressaltar que a gestão dos serviços e dos recursos humanos da<br />

Casai-<strong>PI</strong> estão sob a responsabilidade do DSEI-MA.<br />

Cabe ressaltar a importância das ações de saúde preventiva desenvolvidas pela Casai – <strong>PI</strong> no<br />

que se refere às DST’S/AIDS, Tuberculose e Saúde Materno-infantil, realizando prioritariamente<br />

orientações educativas a 100% dos casos referenciados e acompanhamento aos serviços médicos<br />

de média e alta complexidade dos indígenas em tratamento de saúde. Além dessas ações, a Casai-<br />

<strong>PI</strong> desenvolveu ainda atividades voltadas para saúde mental, fisioterapia e procedimentos de<br />

enfermagem.<br />

C – Gestão<br />

Na área de gestão, podemos inferir que as estratégias de atuação estiveram voltadas para os<br />

seguintes aspectos/áreas:<br />

Capacitação de Recursos Humanos – o foco foi seguir as determinações regimentais<br />

cumprindo essencialmente as demandas oriundas do CGERH, implementando na <strong>Suest</strong> o<br />

Plano Anual de Capacitação (PAC), em conformidade com as necessidades e/ou lacunas<br />

existentes nos serviços, visando fortalecer a capacidade executiva da força de trabalho das<br />

diferentes áreas (fim e meio);<br />

Reforma do prédio onde funciona a <strong>Suest</strong> e a Casai-<strong>PI</strong> – a instalação física do prédio<br />

onde funciona a Superintendência Estadual há mais de 30 anos não sofre qualquer tipo de<br />

melhoria, o que, com o passar dos anos, o prédio foi se depreciando e tornando uma<br />

estrutura vulnerável às intempéries do tempo. Daí a necessidade de se investir na sua<br />

reforma física, visando garantir segurança e conforto aos servidores. O investimento para<br />

isto foi na ordem de R$ 228.624,60 (duzentos e vinte e oito mil, seiscentos e vinte e quatro<br />

reais e sessenta centavos). É importante salientar que esse investimento veio proporcionar<br />

uma melhoria significativa nas instalações da superintendência, além de possibilitar auto –<br />

estima dos servidores em relação à sua instituição de trabalho. Presume – se que esta auto –<br />

estima venha contribuir para melhoria dos processos de trabalho desenvolvidos por esta<br />

<strong>Suest</strong>;<br />

Readequação de Parque computacional às mudanças físicas na sede da <strong>Suest</strong>, otimizando<br />

os sistemas informatizados e equipamentos, bem como sua expansão estrutural. Acresce – se<br />

a isto, a aquisição de equipamentos de informática modernos proporcionando mais<br />

capacidade, além de velocidade e qualidade nas informações. Tal medida vem beneficiar as<br />

áreas fins e meio desta Superintendência;<br />

Mudanças organizacionais – durante o ano, promoveram –se algumas mudanças no que se<br />

refere à organização dos serviços, tais como: junção em um mesmo espaço das seções<br />

/setores: SALOG/SOMAT/SOPAT/CPL, visando facilitar os processos de trabalho inerentes<br />

a esses setores e mudanças/remanejamento de chefias visando dar maior agilidade aos<br />

serviços;<br />

Solicitação de força tarefa para as áreas de convênios e engenharia, visando dar maior<br />

celeridade aos pleitos de convênios de exercícios anteriores e aos TC/PAC;<br />

18


Fortalecimento da equipe de TCE – com ampliação do número de tomadores e realização<br />

de processo de capacitação em TCE para os tomadores da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> e de outras<br />

Superintendências;<br />

Participação Intersetorial – fortalecimento do Core – Colegiado Regional de Gestão, como<br />

forma de garantir a participação de todos os setores nas discussões inerentes às questões<br />

apresentadas pelas áreas envolvidas e no encaminhamento das mesmas.<br />

2.3 Subações sob a responsabilidade da UJ<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 20CW – Assistencia médica aos servidores e empregados – exames periódicos.<br />

Tipo de Ação: Não informado<br />

Finalidade: Proporcionar aos servidores e empregados condições para manutenção da saúde física e mental<br />

Descrição: Realização dos exames médicos periódicos dos servidores e empregados da Administração Pública Federal<br />

Direta, autárquica e fundacional.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Ministério do Planejamento, orçamento e gestão (MPOG)<br />

Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Júnior<br />

Unidade Executora:Departamento de Administração (DEADM)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação do Programa de Governo<br />

Código no PPA: 0122 Denominação: Serviços Urbanos de Água e Esgoto<br />

Tipo do Programa: Finalístico<br />

Objetivo Geral: Ampliar o acesso aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos,<br />

com vistas à universalização.<br />

Objetivos Específicos: Ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços públicos urbanos de abastecimento<br />

de água e esgotamento sanitário.<br />

Gerente: Leodegar da Cunha Tiscoski - Ministério das<br />

Cidades<br />

Responsável: José Raimundo Machado dos Santos –<br />

<strong>Funasa</strong><br />

Público Alvo: População urbana de menor nível socioeconômico, e a residente em áreas de habitação subnormal, em<br />

periferias de grandes centros e em municípios de pequeno porte.<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 20 AF – Apoio ao Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Apoiar técnica e financeiramente os responsáveis pela operação de sistema ou solução alternativa de<br />

abastecimento de água visando à melhoria dos procedimentos de controle da qualidade da água e o atendimento dos<br />

padrões de potabilidade estabelecidos na legislação vigente. Proporcionar o financiamento da implantação de unidades<br />

de fluoretação da água.<br />

Descrição: Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos envolvidos com a operação e manutenção de sistema<br />

ou solução alternativa de abastecimento de água; financiamento para aparelhamento e implantação de unidades<br />

laboratoriais e outras instalações destinadas ao controle da qualidade da água para consumo humano; desenvolvimento<br />

de ações de vigilância e controle de qualidade da água em áreas indígenas.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 10GD - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Abastecimento de Água em Municípios de<br />

até 50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />

(RIDE).<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

19


Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos com abastecimento público de água adequado visando à<br />

prevenção e ao controle de doenças e agravos.<br />

Descrição: Implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de abastecimento de água,<br />

contemplando a elaboração de planos diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede de<br />

distribuição e estação de tratamento, e ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 10GE - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Esgotamento Sanitário em Municípios de até<br />

50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico<br />

(RIDE).<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos de sistema público de coleta e tratamento de esgoto<br />

sanitário adequado visando à prevenção e o controle de doenças e agravos.<br />

Descrição: Implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de esgotamento sanitário,<br />

contemplando a elaboração de planos diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede<br />

coletora e estação de tratamento, e ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 20AG - Apoio à Gestão dos Sistemas de Saneamento Básico em Municípios de até 50.000 Habitantes.<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Promover e apoiar, técnica e financeiramente, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias para o<br />

fortalecimento institucional dos modelos de gestão dos serviços públicos de saneamento ambiental de estados e<br />

municípios.<br />

Descrição: Promoção de intercâmbio com estados, municípios, entidades de ensino e pesquisa, associações e<br />

instituições públicas de saneamento, a partir do repasse de experiências e de recursos financeiros, visando ao<br />

desenvolvimento de novas tecnologias e de Programas de modelo de gestão para qualidade dos serviços de controle de<br />

perdas, de fomento à capacitação, de aquisição de equipamentos, de controle de qualidade da produção de água, de<br />

elaboração de plano diretor de saneamento, dentre outros. Esta ação busca a melhoria contínua do desempenho<br />

ambiental em um processo cíclico, em que os atores envolvidos revêem e avaliam, periodicamente, os sistemas de<br />

gestão em saneamento ambiental empregados, de modo a identificar oportunidades de melhorias.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 6908 - Fomento à Educação em Saúde voltada para o Saneamento Ambiental<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Assessorar gestores e técnicos em todos os níveis para o desenvolvimento de ações permanentes de<br />

comunicação e educação em saúde, por meio da mobilização social, visando à promoção da saúde, prevenção e<br />

controle de doenças e agravos, ocasionados pela falta e/ou inadequação de ações de saneamento ambiental.<br />

Descrição: As ações de Educação em Saúde e Mobilização Social nos projetos de saneamento ambiental financiados<br />

junto aos estados e municípios pela <strong>Funasa</strong> têm o sentido de fomentar, apoiar e fortalecer ações que resultem em<br />

efetiva melhoria na qualidade de vida da população beneficiada. A proposta é garantir que as melhorias em saneamento<br />

ambiental implementada nos municípios de até50.000 habitantes, nos projetos das áreas metropolitanas e em áreas<br />

especiais (assentamentos, remanescentes de quilombo e áreas extrativistas) integrem-se de forma harmoniosa e<br />

sustentável nas comunidades, garantindo a inclusão social por intermédio do acesso das populações vulneráveis aos<br />

serviços a que têm direito e colaborando para a adequada e transparente aplicação dos recursos públicos nessa área,<br />

20


inclusive estimulando a parceria junto a outros projetos e programas de iniciativa governamental e não governamental.<br />

Com essas ações, esperam-se iniciativas nos municípios beneficiados. Para tal é necessário o assessoramento técnico<br />

qualificado, por intermédio das ações discriminadas a seguir: atuação junto aos gestores e técnicos em todos os níveis<br />

visando sensibilizá-los para a importância do desenvolvimento de atividades permanentes de Comunicação e Educação<br />

em Saúde; apoio técnico aos profissionais que atuam nas diversas instâncias de governo, representantes de ONGs para<br />

a elaboração, execução, acompanhamento e supervisão de projetos, programas e atividades educativas de caráter<br />

permanente; ampliação do Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social (PESMS), financiada por recursos<br />

de convênio, para que se torne gerador/estimulador de outros projetos de alcance social; incentivo à integração das<br />

ações permanentes de Comunicação e Educação em Saúde a outros projetos sociais / comunitários visando estimular a<br />

participação, controle e inclusão sociais, geração de emprego e renda; fomento à organização de estruturas e equipes<br />

locais para o desenvolvimento de ações permanentes de Educação em Saúde; incremento ao apoio logístico e de<br />

recursos humanos às Assessorias de Comunicação e Educação em Saúde (ASCOM) das Coordenações Regionais da<br />

<strong>Funasa</strong>, por intermédio da aquisição de equipamentos e insumos, pagamento de diárias e passagens, prestação de<br />

serviços de terceiros por pessoas física e jurídica visando o cumprimento das ações propostas.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 7652 - Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Dotar os domicílios e estabelecimentos coletivos de condições sanitárias adequadas visando à prevenção e<br />

controle de doenças e agravos.<br />

Descrição: Melhorias Sanitárias Domiciliares são intervenções promovidas, prioritariamente, nos domicílios e<br />

eventualmente intervenções coletivas de pequeno porte. Inclui a construção de módulos sanitários, banheiro, privada,<br />

tanque séptico, sumidouro (poço absorvente), instalações de reservatório domiciliar de água, tanque de lavar roupa,<br />

lavatório, pia de cozinha, ligação à rede pública de água, ligação à rede pública de esgoto, dentre outras. São<br />

consideradas coletivas de pequeno porte, por exemplo: banheiro público, chafariz público, ramais condominiais, tanque<br />

séptico, etc. Pode também fomentar a implantação de oficina municipal de saneamento.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machados dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação do Programa de Governo<br />

Código no PPA: 1287 Denominação: Saneamento Rural<br />

Tipo do Programa: Finalístico<br />

Objetivo Geral: Promover e participar da adoção de medidas voltadas à prevenção e ao controle dos determinantes e<br />

condicionantes de saúde da pzopulação.<br />

Objetivos Específicos: Ampliar a cobertura e melhorar a qualidade dos serviços de saneamento ambiental em áreas<br />

rurais.<br />

Gerente: Faustino Barbosa Lins Filho - <strong>Funasa</strong> Responsável: José Raimundo Machado dos Santos - <strong>Funasa</strong><br />

Público Alvo: População rural dispersa, residente em assentamentos da reforma agrária e em localidades de até 2.500<br />

habitantes e as minorias étnico-raciais como quilombolas, população indígena e outros povos da floresta.<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 3921 - Implantação de Melhorias Habitacionais para Controle da Doença de Chagas<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Melhorar as condições físicas e sanitárias das habitações, tornando-as refratárias à colonização de<br />

triatomíneos contribuindo para controle da doença de Chagas.<br />

Descrição: A ação visa melhorar as condições físico-sanitárias da casa por meio de restauração (reforma) ou<br />

reconstrução; a restauração compreende, dentre os principais serviços, os seguintes: reboco das paredes internas e<br />

externas e pintura das mesmas; calçada de proteção em torno da casa; cobertura com materiais adequados; piso<br />

21


cimentado ou de madeira; recuperação de abrigo de animais e depósitos; substituição de cercas; e implantação e/ou<br />

recuperação de instalações sanitárias; nos casos em que as casas não suportarem reformas, as mesmas serão demolidas<br />

e reconstruídas.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 4641 - Publicidade de Utilidade Pública<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Propiciar o atendimento ao princípio constitucional da publicidade, mediante ações que visam informar,<br />

esclarecer, orientar, mobilizar, prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos<br />

que lhe tragam benefícios sociais, com o fim de melhorar a sua qualidade de vida.<br />

Descrição: A ação se desenvolverá por meio de divulgação de conteúdos vinculados a objetivos sociais de interesse<br />

público, que assuma caráter educativo, informativo, de mobilização ou de orientação social, ou ainda que contenha<br />

uma orientação à população que a habilite ao usufruto de bens ou serviços públicos e que expresse, com objetividade<br />

e clareza, mediante a utilização de linguagem de fácil entendimento para o cidadão.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: Domingos Augusto Germano Xisto da Cunha<br />

Unidade Executora: Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde (ASCOM)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 7656 - Implantação, Ampliação ou Melhoria do Serviço de Saneamento em Áreas Rurais, em Áreas<br />

Especiais (Quilombos, Assentamentos e Reservas Extrativistas) e em Localidades com População Inferior a 2.500<br />

Habitantes para Prevenção e Controle de Agravos.<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Propiciar resolutibilidade, em áreas de interesse especial (assentamentos, remanescentes de quilombos e<br />

áreas extrativistas) para problemas de saneamento, prioritariamente o abastecimento público de água, o esgotamento<br />

sanitário e as melhorias sanitárias domiciliares e/ou coletivas de pequeno porte, bem como a implantação de oficina<br />

municipal de saneamento, visando à prevenção e ao controle de doenças e agravos.<br />

Descrição: Fomento e financiamento a implantação e/ou a ampliação e/ou a melhoria de sistemas públicos de<br />

abastecimento de água e de sistemas públicos de esgotamento sanitário, contemplando a elaboração de planos<br />

diretores e projetos, a realização de obras, incluindo ligação domiciliar, rede coletora de esgoto, rede de distribuição<br />

de água e estação de tratamento, ações voltadas para a sustentabilidade dos mesmos, bem como a implantação de<br />

melhorias sanitárias domiciliares e/ou coletivas de pequeno porte, assim como a implantação de oficina municipal de<br />

saneamento, compreendendo desde a elaboração do projeto até a sua operação plena.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional da Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 10 GC - Implantação e Melhoria de Serviços de Saneamento em Escolas Públicas Rurais -<br />

"Saneamento em Escolas".<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Promover a melhoria das condições de saúde dos alunos, reduzir evasão escolar e elevar a capacidade de<br />

ensino e aprendizagem por meio da melhoria das condições sanitárias das escolas públicas rurais em municípios<br />

selecionados.<br />

Descrição: Implantação de sistemas simplificados de abastecimento de água mediante estudo hidrológico local e<br />

instalação de poço tubular (poços, cisternas, cacimbões, dentre outros); pequenas adutoras; dessalinizadores, quando<br />

necessário; caixas d'água; banheiros com dois gabinetes e um lavatório; cozinha e chafariz para atender as<br />

comunidades vizinhas, bem como capacitação de alunos, corpo docente e membros da comunidade local no uso e<br />

22


gestão da água.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação do Programa de Governo<br />

Código no PPA: 8007 Denominação: Resíduos Sólidos Urbanos<br />

Tipo do Programa: Finalístico<br />

Objetivo Geral: Promover e difundir a gestão ambiental, a produção e o consumo sustentável nos ambientes urbanos<br />

e rurais e nos territórios dos povos e comunidades tradicionais.<br />

Objetivos Específicos: Ampliar a área de cobertura e eficiência dos serviços públicos de manejo de resíduos sólidos,<br />

com ênfase no encerramento de lixões, na redução, no reaproveitamento e na reciclagem de materiais, por meio da<br />

inclusão socioeconômica de catadores<br />

Gerente: Silvano Silvério da Costa – Ministério do<br />

Meio Ambiente<br />

Responsável: José Raimundo Machado dos Santos -<br />

<strong>Funasa</strong><br />

Público Alvo: População localizada em áreas de maior concentração de pobreza do país e/ou de fragilidade físicoambiental;<br />

em municípios de pequeno e médio portes, nas periferias de grandes centros e de regiões metropolitanas.<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 10GG - Implantação e Melhoria de Sistemas Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos em Municípios<br />

de até 50.000 Habitantes, Exclusive de Regiões Metropolitanas ou Regiões Integradas de Desenvolvimento<br />

Econômico (RIDE).<br />

Tipo de Ação: Projeto<br />

Finalidade: Apoiar, técnica e financeiramente, os estados e municípios na implantação, ampliação ou melhoria dos<br />

sistemas de coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos para prevenção e controle de agravos nas áreas<br />

mais carentes do país e com população inferior a 50.000 habitantes, preferencialmente, nos municípios acometidos de<br />

incidência da dengue.<br />

Descrição: A ação de implantação e ampliação dos sistemas de limpeza pública, acondicionamento, coleta, disposição<br />

final e tratamento de resíduos sólidos urbanos contempla intervenções que visam contribuir para a universalização dos<br />

serviços de coleta, limpeza pública, tratamento e disposição final dos resíduos sólidos nas áreas mais carentes do país<br />

e com população inferior a 30.000 habitantes, preferencialmente, nos municípios acometidos de incidência da dengue,<br />

e será implementada por intermédio das modalidades relacionadas a seguir: a) acondicionamento, coleta e transporte;<br />

implantação de sistema de coleta convencional e/ou seletiva, incluindo a aquisição de veículos, material e<br />

equipamentos para acondicionamento (cestas e contenedores para Postos de Entrega Voluntária - PEV e Locais de<br />

Entrega Voluntária - LEV instalados em logradouros públicos); b) unidades de disposição final - aterros sanitários ou<br />

de rejeitos. É passível de apoio financeiro toda a infra-estrutura para implantar aterros sanitários, incluindo: acesso;<br />

proteção adequada da área (cercamento e barreira vegetal); edificações de controle e apoio (balança, escritório, oficina<br />

de reparos, etc.), drenagem pluvial de chorume e de gases, impermeabilização de base, tratamento do chorume e<br />

equipamentos para operação. c) unidades de tratamento - triagem e/ou compostagem. É passível de apoio financeiro<br />

toda a infra-estrutura de implantação de unidades de tratamento de resíduos, bem como galpão para separação de<br />

resíduos destinados a catadores, incluindo obras civis, materiais e equipamentos; pátio de compostagem; balança;<br />

aterro de rejeitos e equipamentos para a operacionalização da unidade de tratamento. d) erradicação de "lixões" e<br />

recuperação das áreas degradadas.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: José Raimundo Machado dos Santos<br />

Unidade Executora: Departamento de Engenharia de Saúde Pública (DENSP)<br />

Fonte: Sigplan<br />

23


Identificação do Programa de Governo<br />

Código no PPA: 0016 Denominação: Gestão da Política de Saúde<br />

Tipo do Programa: Apoio às Políticas Públicas e Áreas Especiais<br />

Objetivo Geral: Fortalecer a gestão do SUS nas três esferas de governo, de modo a melhorar e aperfeiçoar a<br />

capacidade resolutiva das ações e serviços prestados à população<br />

Objetivos Específicos: Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos<br />

programas na área da saúde.<br />

Gerente: Márcia Bassit Lameiro da Costa Mazzoli –<br />

Ministério da Saúde<br />

Público Alvo: Governo<br />

Fonte: Sigplan<br />

Responsável: Luiz Fernando Beskow – Ministério da<br />

Saúde<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 4572 - Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Promover a qualificação e a requalificação de pessoal com vistas à melhoria continuada dos processos de<br />

trabalho, dos índices de satisfação pelos serviços prestados à sociedade e do crescimento profissional.<br />

Descrição: Realização de ações diversas voltadas ao treinamento de servidores, tais como custeio dos eventos,<br />

pagamento de passagens e diárias aos servidores, quando em viagem para capacitação, taxa de inscrição em cursos,<br />

seminários, congressos e outras despesas relacionadas à capacitação de pessoal.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Junior<br />

Unidade Executora: Departamento de Administração (DEDM)<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação do Programa de Governo<br />

Código no PPA: 0750 Denominação: Apoio Administrativo<br />

Tipo do Programa: Apoio às Políticas e Áreas Especiais<br />

Objetivo Geral: Não definido<br />

Objetivos Específicos: Prover os órgãos da União dos meios administrativos para a implementação e gestão de seus<br />

programas finalísticos<br />

Gerente: Não se aplica Responsável: Carlos Luiz Barroso Junior - <strong>Funasa</strong><br />

Público Alvo: Governo<br />

Fonte: Sigplan<br />

Identificação da Ação<br />

Denominação: 2000 - Administração da Unidade<br />

Tipo de Ação: Atividade<br />

Finalidade: Constituir um centro de custos administrativos das unidades orçamentárias constantes dos orçamentos da<br />

União, agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em programas ou ações finalísticas.<br />

Descrição: A atividade padronizada Administração da Unidade substitui as antigas atividades 2000 - Manutenção de<br />

Serviços Administrativos, 2001 - Manutenção de Serviços de Transportes e 2002 - Manutenção e Conservação de<br />

Bens Imóveis. Nesse sentido se constitui na agregação de despesas de natureza administrativa que não puderem ser<br />

apropriadas em ações finalísticas, nem a um programa finalístico. Essas despesas, quando claramente associadas a<br />

determinada ação finalística, devem ser apropriadas nesta ação; quando não puderem ser apropriadas a uma ação<br />

finalística, mas puderem ser apropriadas a um programa finalístico, devem ser apropriadas na ação Gestão e<br />

Administração do Programa (GAP, 2272); quando não puderem ser apropriadas nem a um programa nem a uma ação<br />

finalística, devem ser apropriadas na ação Administração da Unidade (2000). Essas despesas compreendem: serviços<br />

administrativos; pessoal ativo; manutenção e uso de frota veicular, própria ou de terceiros por órgãos da União;<br />

manutenção e conservação de imóveis próprios da União, cedidos ou alugados, utilizados pelos órgãos da União;<br />

tecnologia da informação, sob a ótica meio, incluindo o apoio ao desenvolvimento de serviços técnicos e<br />

24


administrativos; despesas com viagens e locomoção (aquisição de passagens, pagamento de diárias e afins); sistemas<br />

de informações gerenciais internos; estudos que têm por objetivo elaborar, aprimorar ou dar subsídios à formulação de<br />

políticas públicas; promoção de eventos para discussão, formulação e divulgação de políticas etc.; produção e edição<br />

de publicações para divulgação e disseminação de informações sobre políticas públicas e demais atividades - meio<br />

necessárias à gestão e administração da unidade.<br />

Unidade responsável pelas decisões estratégicas: Fundação Nacional de Saúde<br />

Coordenador da Ação: Carlos Luiz Barroso Junior<br />

Unidade Executora: Departamento de Administração (DEADM)<br />

Fonte: Sigplan<br />

25


2.3.1 Resumo da Execução Física das subações realizadas pela UJ<br />

Funçã<br />

o<br />

Subfunç<br />

ão<br />

Progra<br />

ma<br />

Ação Tip<br />

o<br />

Priorida<br />

de<br />

10 512 0122 20AF A 3<br />

10 512 0122 20AG A 3<br />

10 512 0122 20AG A 3<br />

Subação Descrição da Meta Produto<br />

39358 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Apoio ao<br />

Controle da<br />

Qualidade<br />

da Água<br />

para<br />

Consumo<br />

Humano<br />

39364 -<br />

<strong>Suest</strong> – <strong>PI</strong><br />

Fomento a<br />

estudos e<br />

pesquisas<br />

visando a<br />

avaliação do<br />

impacto das<br />

ações de<br />

saneamento<br />

e educação<br />

em saúde<br />

em obras de<br />

execução<br />

direta<br />

36815 -<br />

<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong><br />

Fomento à<br />

elaboraçã<br />

o de<br />

Planos<br />

SANEAMENTO AMBIENTAL<br />

- Apoiar 01 Sistema Público de<br />

Abastecimento de Água com a<br />

implementação de ações voltadas para<br />

o controle da qualidade da água para<br />

consumo humano (laboratório de<br />

Teresina);<br />

- Realizar 03 visitas de<br />

acompanhamento da reforma e<br />

ampliação do Laboratório da Fundação<br />

Municipal de Saúde de Teresina – <strong>PI</strong>.<br />

- Acompanhar 01 pesquisa para<br />

avaliação do impacto das ações<br />

de Saneamento Básico em obra<br />

s de execução direta.<br />

- A p o i a r t e c n i c a m e n t e 0 4<br />

municípios com<br />

implantação de Planos<br />

Municipais de Saneamento<br />

Básico, por meio dos NICT;<br />

Sistema<br />

apoiado<br />

Visita de<br />

acompanh<br />

amento<br />

realizada<br />

Pesquisa<br />

acompanh<br />

ada<br />

Município<br />

s<br />

beneficiad<br />

os<br />

Un.<br />

medid<br />

a<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

Execução Física<br />

Meta<br />

Previst<br />

a<br />

1<br />

3<br />

1<br />

4<br />

Meta<br />

Realiza<br />

da<br />

1<br />

3<br />

0<br />

4<br />

Execução<br />

Financeira<br />

Meta<br />

Meta<br />

Realiza<br />

Prevista<br />

da<br />

7.080,00<br />

88.824,00<br />

__<br />

__<br />

__<br />

6.150,00<br />

26


10 541 0122 6908 A 3<br />

Municipai<br />

s de<br />

Saneamen<br />

to Básico<br />

– PMSB<br />

39257 -<br />

<strong>Suest</strong>-Pi -<br />

Fomento à<br />

Educação em<br />

Saúde<br />

voltada para<br />

Saneamento<br />

Ambiental.<br />

-Analisar 2 planos<br />

de trabalho e orçamentos<br />

detalhados relativos aos<br />

PMSB;<br />

- Participação em 08<br />

reuniões dos Comitês de<br />

Coordenação de elaboração<br />

do PMSB em caráter<br />

orientativo;<br />

- Analisar e elaborar 04<br />

pareceres finais referente aos<br />

demais produtos contidos<br />

no TR dos PMSB.<br />

- A p o i a r 1 5 2 m u n i c í p i o s n a<br />

implantação de ações educativas referente<br />

ao Programa de Educação em Saúde e<br />

Mobilidade Social (PESMS) nos convênios<br />

celebrados com a <strong>Funasa</strong> anteriores a<br />

2006 e TCPAC anteriores a 2009;<br />

-Apoiar 02 municípios na implantação e/ou<br />

implementação das ações de Educação<br />

em comunidades quilombolas;<br />

- Beneficiar com ações de Educação em<br />

Saúde 07 comunidades de áreas<br />

especiais(quilombolas, assentamentos,<br />

extrativistas, ribeirinhos) relativos aos<br />

exercícios anteriores a 2009;<br />

- Sensibilizar e apoiar técnicos e gestores<br />

municipais na implantação e/ou implemen<br />

tacão das ações de Educação em Saúde<br />

em 52 municípios conveniados com a Fu<br />

nasa, comtemplados em recursos do<br />

PAC;<br />

- Apoiar 10 municípios na implantação<br />

/implementação dos núcleos de Educação<br />

em Saúde nos municípios atendidos com<br />

recursos da <strong>Funasa</strong>.<br />

PMSB<br />

analisados<br />

Participaçã<br />

o em<br />

reuniões<br />

Parecer<br />

elaborado<br />

Município<br />

apoiado<br />

Município<br />

apoiado<br />

Comunidad<br />

es<br />

beneficiada<br />

s<br />

Município<br />

apoiado<br />

Município<br />

apoiado<br />

Unida<br />

de<br />

2<br />

8<br />

4<br />

152<br />

02<br />

07<br />

52<br />

10<br />

2<br />

2<br />

2<br />

19<br />

02<br />

02<br />

18<br />

02<br />

18.450,00<br />

98.436,80<br />

__<br />

3.075,00<br />

__<br />

8.386,99<br />

882,84<br />

882,84<br />

7.945,56<br />

882,84<br />

27


10 512 0122 7652 P 1<br />

10 512 0122 10GD P 1<br />

39296 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implantação<br />

de Melhorias<br />

Sanitárias<br />

Domiciliares<br />

para<br />

Prevenção e<br />

Controle de<br />

Agravos<br />

39315 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implantação<br />

e Melhoria de<br />

Sist. Públicos<br />

de Abast. de<br />

Água em<br />

municípios<br />

com até 50<br />

mil hab<br />

- A n a l i s a r 0 2 p r o j e t o s d e i m p l a n t a ç ã o<br />

e Melhorias Sanitárias Domicilia<br />

res(relativos aos pleitos de 2010);<br />

- Analisar 05 projetos de implan<br />

tacão e Melhorias Sanitárias Do<br />

miciliares de exercícios anteriores;<br />

- Realizar 38 visitas de acompanha<br />

mento de convênios de exercícios<br />

anteriores;<br />

- Realizar 01 visita de acompanha<br />

mento de convênio de 2010;<br />

- Realizar 02 visitas preliminares<br />

de convênio de 2010.<br />

- A n a l i s a r 3 6 p r o j e t o s d e i m p l a n<br />

tacão e melhoria de Sistemas Públi<br />

cos de Abastecimento de Água, re<br />

lativos aos pleitos de 2010;<br />

- Analisar 39 projetos de implanta<br />

ção e melhoria de Sistemas Públi<br />

cos de Abastecimento de Água, re<br />

lativos a exercícios anteriores;<br />

- Realizar 50 visitas de acompanha<br />

mento de obras de implantação e<br />

Melhoria de Sistemas Públicos de<br />

Abastecimento de Água, relativas<br />

a exercícios anteriores;<br />

- Realizar 10 visitas de acompanha<br />

mento de obras de implantação e<br />

melhoria de Sistemas Públicos de<br />

Abastecimento de Água;<br />

- Realizar 36 visitas preliminares<br />

para viabilização de obras de im<br />

Projetos<br />

analisados<br />

Projetos<br />

analisados<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

realizada<br />

Visita<br />

realizada<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

02<br />

05<br />

38<br />

01<br />

02<br />

36<br />

39<br />

50<br />

10<br />

36<br />

00<br />

05<br />

33<br />

00<br />

00<br />

04<br />

39<br />

30<br />

00<br />

00<br />

50.091,00<br />

85.314,00<br />

__<br />

__<br />

41.325,07<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

29.760,70<br />

__<br />

__<br />

28


10 512 0122 10GD P 1<br />

10 512 0122 10GE P 1<br />

10<br />

512 0122 10GC P 1<br />

39355 –<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Construção<br />

de Poços<br />

Tubulares<br />

para<br />

Abasteciment<br />

o Público de<br />

Água -<br />

Execução<br />

Direta<br />

39356 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implant. e<br />

Melhoria de<br />

Sist. Públicos<br />

de Esgotam.<br />

Sanit. em<br />

Municípios de<br />

até 50mil hab<br />

39359 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implant. e<br />

Melhoria de<br />

Serv. de<br />

Saneam. em<br />

Escolas<br />

Públicas<br />

Rurais -<br />

Saneam. em<br />

Escolas<br />

plantação e melhoria de Sistemas<br />

Públicos de Abastecimento de Água.<br />

-Recuperar 10 poços tubulares exi s<br />

Tentes;<br />

- Construir 02 poços tubulares.<br />

-Analisar 12 projetos de implantação<br />

e melhoria de Sistemas Públicos de<br />

Esgotamento Sanitário de exercícios<br />

Anteriores;<br />

-Realizar 08 visitas preliminares de<br />

convênios de 2010;<br />

-Analisar 08 projetos de implantação<br />

e melhoria de Sistemas Públicos de<br />

Esgotamento Sanitário (relativos ao<br />

pleito de 2010);<br />

- Realizar 10 visitas de acompanha<br />

mento de convênios de exercícios<br />

anteriores;<br />

-Realizar 03 visitas de acompanha<br />

mento de convênios de 2010.<br />

-Realizar 74 visitas de acompanhament o<br />

de convênios de exercícios anteriores<br />

para implantação e melhoria de servi<br />

ços de saneamento em escolas públi<br />

cas rurais.<br />

Poços<br />

recuperado<br />

s<br />

Poços<br />

construídos<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Visita<br />

técnica<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

10<br />

02<br />

12<br />

08<br />

08<br />

10<br />

03<br />

00<br />

00<br />

12<br />

00<br />

00<br />

09<br />

00<br />

89.916,00<br />

8.142,00<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

3.489,42<br />

__<br />

74 00 31.860,00 __<br />

29


10<br />

131<br />

1287<br />

4641<br />

10 131 1287 3921 A 3<br />

10 131 1287 7656 A 3<br />

A<br />

3<br />

39363 –<br />

<strong>Suest</strong>- <strong>PI</strong><br />

Divulgação<br />

permanente<br />

da imagem<br />

institucional<br />

da <strong>Funasa</strong><br />

nas ações de<br />

Saneamento<br />

e Saúde<br />

39360 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implantação<br />

de Melhorias<br />

Habitacionais<br />

para Controle<br />

de Doença de<br />

Chagas<br />

39362 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implant.,<br />

Ampli. ou<br />

Melhor. do<br />

Serv. de<br />

Saneam. em<br />

Áreas Rurais,<br />

em Áreas<br />

Especiais<br />

-Divulgar junto à mídia externa à<br />

<strong>Funasa</strong> 220 matérias, informativos etc.,<br />

sobre as ações, projetos e programas<br />

desenvolvidos nas áreas de saneamento<br />

ambiental e saúde indígena;<br />

-Divulgar junto à mídia interna à <strong>Funasa</strong><br />

60 matérias, informativos etc., sobre as<br />

ações,projetos e programas desenvolvidos[<br />

nas áreas de saneamento ambiental e saú<br />

de indígena.<br />

-Analisar 06 projetos de Implantação<br />

de Melhorias Habitacionais para Con<br />

trole da Doença de Chagas(relativos<br />

ao pleito de 2010);<br />

-Analisar 09 projetos de Implantação<br />

de Melhorias Habitacionais para Con<br />

trole da Doença de Chagas de exer<br />

cícios anteriores;<br />

- Realizar 54 visitas de acompanha<br />

mento de convênio de exercícios an<br />

teriores;<br />

-Realizar 02 visitas de acompanha<br />

mento de convênios de 2010;<br />

-Realizar 06 visitas preliminares de acom<br />

panhamento de convênios de 2010.<br />

-Realizar 20 visitas de acompanh a<br />

mento de convênios de 2009 de sanea<br />

mento ambiental em comunidades rema<br />

nescentes de quilombo, assentamento<br />

da reforma agrária, reserva extrativis<br />

ta ou localidades rurais com até 2.500<br />

hab.;<br />

-Realizar 20 visitas técnicas preliminares<br />

de convênios de 2010;<br />

-Analisar 20 projetos de saneamento am<br />

biental em comunidades remanescentes<br />

Matéria<br />

divulgada<br />

Matéria<br />

divulgada<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

220<br />

60<br />

06<br />

09<br />

54<br />

02<br />

06<br />

20<br />

20<br />

20<br />

228<br />

64<br />

00<br />

09<br />

52<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

5.047,58<br />

50.091,00<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

42.011,80<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

__<br />

30


10 131 8007 10GG A 3<br />

10 122 0750 2000 A 4<br />

39361 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> –<br />

Implantação<br />

e melhoria de<br />

Sistema<br />

Públicos de<br />

Manejo de<br />

Resíduos<br />

Sólidos em<br />

municípios de<br />

até 50.000<br />

hab.,<br />

inclusive de<br />

Regiões<br />

Metropolitana<br />

s ou Regiões<br />

Integradas<br />

de<br />

Desenvolvim<br />

ento<br />

Econômico<br />

(RIDE)<br />

de quilombo, assentamento da reforma<br />

agrária, reserva extrativista ou localida<br />

des rurais com até 2.500 hab., relativos<br />

ao pleito de 2010;<br />

-Realizar 20 visitas preliminares de con<br />

vênios de 2010;<br />

- Realizar 20 visitas de acompanha<br />

mento de convênios de exercícios anterio<br />

res de saneamento ambiental em comu<br />

nidades remanescentes de quilombo, assen<br />

tamento da reforma agrária,reserva extra<br />

tivista ou localidades rurais com até 2.500<br />

hab.<br />

-Analisar 14 projetos de implantação de<br />

Melhorias de Sistemas Públicos de Manejo<br />

de Resíduos Sólidos (relativos ao pleito de<br />

2010);<br />

-Realizar 02 visitas de acompanhamento<br />

de convênio de exercícios anteriores;<br />

- Realizar 05 visitas de acompanhamento<br />

de convênios de 2010;<br />

- Realizar 14 visitas preliminares de com<br />

vênios de 2010;<br />

- Analisar 15 projetos de implantação de<br />

Melhorias de Sistemas Públicos de Mane<br />

jo de Resíduos Sólidos de exercícios ante<br />

riores.<br />

SANEAMENTO INDÍGENA<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

prestar serviços de limpeza e<br />

conservação;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

prestar serviços funerários na<br />

Casai-<strong>PI</strong>;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

fornecimento de passagens<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Visita<br />

técnica<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Projeto<br />

analisado<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

1<br />

1<br />

1<br />

20<br />

20<br />

14<br />

02<br />

05<br />

14<br />

15<br />

1<br />

1<br />

1<br />

00<br />

20<br />

00<br />

02<br />

00<br />

00<br />

15<br />

100.005,00<br />

6.018,00<br />

__<br />

50.002,50<br />

__<br />

__<br />

752,25<br />

__<br />

__<br />

__<br />

14.304,00<br />

60.000,00<br />

31


10 122 0750 2000 A 4<br />

10 122 0750<br />

20C<br />

W<br />

A 4<br />

10 122 0016 4572 A 4<br />

39335 -<br />

<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> -<br />

Administraçã<br />

o da<br />

Unidade-<br />

CASAI<br />

39337 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Implantaçao<br />

do Programa<br />

de Controle<br />

Médico de<br />

Saúde<br />

Ocupacional<br />

(PCMSO)<br />

39357 -<br />

<strong>Suest</strong> - <strong>PI</strong> -<br />

Assistência<br />

Médica aos<br />

Servidores e<br />

Empregados<br />

Públicos<br />

(Exames<br />

Periódicos)<br />

39316 -<br />

<strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> -<br />

terrestres;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

fornecimento de refeições<br />

diárias;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

fornecimento de medicamentos<br />

básicos não contemplados na<br />

Farmácia Básica e os<br />

específicos;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

prestar serviços de motoristas<br />

para Casai-<strong>PI</strong>;<br />

-Manter contrato de locação de<br />

01 imóvel para Casai-<strong>PI</strong> e de<br />

serviços básicos;<br />

-Contratar 01 empresa para<br />

prestar serviços de vigilância<br />

desarmada na Casai-<strong>PI</strong>.<br />

GESTÃO<br />

- D e s e n v o l v e r p e l o m e n o s 0 3<br />

ações de promoção da saúde, sendo<br />

uma delas a ginástica laboral.<br />

- R e a l i z a r e x a m e s p e r i ó d i c o s e m<br />

718 servidores descentralizados;<br />

-Realizar exames periódicos em 125<br />

servidores lotados na <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>.<br />

- C a p a c i t a r 1 0 0 s e r v i d o r e s p ú b l i c o s<br />

Federais em exercício na <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>;<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Empresa<br />

contratada<br />

Ações<br />

desenvolvid<br />

as<br />

Servidores<br />

beneficiado<br />

s<br />

Servidores<br />

beneficiado<br />

s<br />

Servidor<br />

capacitado<br />

Unidade<br />

Unida<br />

de<br />

Unida<br />

de<br />

03<br />

718<br />

125<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

1<br />

488.663,59<br />

00 15.000,00 __<br />

00<br />

00<br />

3.000,00<br />

215.634,40<br />

36.000,00<br />

115.804,11<br />

33.363,48<br />

__<br />

__<br />

__<br />

100 95 48.261,90<br />

32


Fonte: PlamSUS<br />

Análise Crítica:<br />

Participação<br />

de Servidores<br />

Públicos<br />

Federais em<br />

Eventos de<br />

Capacitação<br />

-Promover a participação de 274 ser<br />

vidores da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em eventos de<br />

capacitação;<br />

Participação<br />

em eventos<br />

Unida<br />

de<br />

274<br />

206<br />

190.000,00<br />

104.652,12<br />

1 - A UJ não fez o acompanhamento de execução financeira das Subações, uma vez que sua programação recai sobre custeio, e a sua aplicação se realiza<br />

de forma compartilhada com outras subações. No entanto, a meta financeira alcançada está baseada na média de gastos com custeio das ações no ano de<br />

2010;<br />

De acordo com o Quadro 1, abaixo, verificamos os seguintes aspectos:<br />

2 – Em relação à Ação 20 AG, subação 39364, que trata do fomento a estudos e pesquisas visando a avaliação do impacto das ações de saneamento e<br />

educação em saúde em obras de execução direta, em junho de 2010 foi encaminhado projeto de pesquisa à Presidência da <strong>Funasa</strong> para aprovação e<br />

liberação de recursos. No entanto, até 31 de dezembro de 2010, não houve nenhuma manifestação favorável para que a pesquisa ocorresse. Por essa<br />

razão, a meta deixou de ser cumprida, sendo reprogramada para o ano de 2011, e já solicitado à Presidência atenção ao pleito através do Memorando nº<br />

010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong> (ANEXO 6), tendo para isto o reforço do Acórdão número 3089/2010 do TCU que recomenda a <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> a “realização periódica<br />

de estudos detalhados a cerca dos resultados alcançados com suas ações de saneamento e demais programas por ventura em execução, avaliando e<br />

monitorando, nos diversos municípios do Estado do Piauí, o impacto dessas ações nas comunidades beneficiadas, apresentando dados consistentes que<br />

possam subsidiar eventuais tomadas de decisão por parte dos gestores”. Considerando que não houve liberação de recursos para a mesma, por parte da<br />

Presidência da <strong>Funasa</strong>, a meta foi reprogramada no Plano Operacional da <strong>Suest</strong>-Pi, para o ano de 2011;<br />

3 – As metas referentes aos pleitos de convênios EP e TC/PAC de 2010, da Divisão de Engenharia, que deixaram de ser cumpridas, justifica-se em razão<br />

da ausência de projetos para análise, aprovação e visita técnica. Os municípios deixaram de apresentar seus pleitos, embora todos tenham sido<br />

notificados oficialmente. Além da notificação oficial, esta <strong>Suest</strong>-Pi procedeu ainda com encontros e reuniões em parceria com a APPM, CGU e TCU<br />

onde foi reiterada a necessidade de apresentação dos pleitos, bem como de todo o processo de gestão de convênios: habilitação, análise e aprovação,<br />

acompanhamento e prestação de contas.<br />

4 - Outro aspecto que contribuiu para o não alcance das metas estabelecidas para a área de Engenharia, foi a grande demanda de solicitações de vistorias<br />

para o atendimento de TCE e órgãos de controle internos e externos. Em virtude dessa situação, as visitas de acompanhamento ficaram prejudicadas, o<br />

que resultou no não cumprimento das metas estabelecidas pelo setor de engenharia. Além disso, outro forte componente foram as demandas geradas<br />

pelos convenentes para atender as prestações de contas parcial e final dos convênios.<br />

33


Em relação à ação 10GC, que trata da implantação e melhoria de serviços de saneamento em escolas públicas rurais – saneamento em escolas, a<br />

meta não foi cumprida em virtude de o Governo do Estado/Seinfra ter manifestado desinteresse na execução dos convênios, bem como ter<br />

procedido a devolução dos recursos relativos aos pleitos de 2005. No ano de 2006, não houve apresentação de projetos para análise e aprovação<br />

por parte desse órgão.<br />

Em relação à Ação 10GD, programa 0122, referente à implantação e melhoria de Sistemas Públicos de Abastecimento de água em municípios de<br />

até 50 mil habitantes exclusive de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento econômico (RIDE), a meta deixou de ser<br />

cumprida em virtude da máquina perfuratriz ter tido problemas técnicos e a contratação do geólogo acontecerem muito próximo do final do ano,<br />

o que impossibilitou a execução de um planejamento adequado para realização da ação pretendida. Além disso, é importante destacar que no<br />

período eleitoral foram proibidas ações desse porte junto aos municípios, estando proposto para 2011 a retomada da meta como prioridade para<br />

esta <strong>Suest</strong>-Pi.<br />

5 - Observa-se também, em relação ao Serviço de Recursos Humanos, que as metas estabelecidas, na ação 20CW referente à assistência médica aos<br />

servidores e empregados – exames periódicos, não foi executada considerando que a mesma está atrelada à CGERH da Presidência da <strong>Funasa</strong> e não teve<br />

seu cumprimento efetivado no ano de 2010 pela Presidência, estando reprogramada para 2011.<br />

Outro aspecto diz respeito à ação 2000, subação 39337 - de Implantação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, que<br />

também não foi executada, embora algumas etapas tenham sido cumpridas, como por exemplo, a aplicação de questionário de opinião sobre as<br />

atividades do programa,a consolidação dos questionários e início do processo de licitação da empresa especializada para realização de ginástica<br />

laboral, não sendo concluído por falta de tempo hábil para o processo licitatório.<br />

Em relação ao Programa 016, ação 4572, que se refere à capacitação de servidores públicos federais em processo de qualificação e<br />

requalificação, vale acrescentar que esta meta embora tenha tido um desempenho satisfatório (75,18%), houve durante o ano um corte no teto<br />

orçamentário das capacitações, o que contribuiu para o não cumprimento da meta integralmente. Além disso, convém mencionar que muitos<br />

servidores deixaram de participar de eventos programados, considerando demandas de serviços e outros motivos não identificados. A partir desse<br />

fato, a <strong>Suest</strong>-Pi tomou as seguintes providencias: que os servidores tenham maior compromisso e não agendem nada para as datas já<br />

estabelecidas para os eventos; todos foram avisados que deverão ressarcir ao erário o dano causado pelo não comparecimento – isto nos casos<br />

não justificados e não acatados pelo setor.<br />

O programa 0122, ação 6908, que se refere ao fomento à Educação em Saúde voltada para o saneamento ambiental, cumpriu suas metas apenas<br />

parcialmente, considerando que houve atraso no repasse de recursos para o custeio; a baixa adesão dos gestores para apresentação dos projetos de<br />

Educação em Saúde junto às ações de saneamento, sendo feito várias tentativas, eventos para discutir a importância da ação educativa. Em julho<br />

34


de 2010, a área colocou à disposição dos prefeitos três dias de plantão para encaminhar os processos através de um grupo de técnicos<br />

responsáveis pela orientação metodológica dos projetos. Tal fato, não produziram os resultados esperados, pois repassaram apenas três gestores<br />

para esse mutirão (Ofício Circular nº 5 de 7 de julho de 2010).<br />

35


QUADRO 1 - DE DESEMPENHO DAS METAS DO PLANO OPERACIONAL DE 2010 (AÇÕES E SUBAÇÕES)<br />

INTERVALOS DE DESEMPENHO<br />

UNIDADE<br />

QUANTIDADE<br />

DE METAS<br />

A = > 90% B = 71% a 90% C = 51% a 70% D = 31% a 50% E = 0% a 30% F<br />

(Inconsistente)<br />

TOTAL<br />

SENSP 35 11 02 01 01 20 35<br />

ASPLAN 01 01 01<br />

ASCOM 02 02 02<br />

NICT 04 02 01 01 04<br />

ED. EM SAÚDE 05 01 01 03 05<br />

SEREH 02 02 03<br />

SEREH/SECAP 02 01 01 02<br />

CASAI 08 08 08<br />

TOTAL 60 25 03 01 02 5 24 60<br />

ÍNDICE PERCENTUAL 41,67 5,00% 1,67% 3,33% 8,33% 40,00% 100%<br />

36


Gráfico 1 - Desempenho da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> em 2010 por metas programas por unidade gestora de execução.<br />

Fonte: <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> /2010<br />

37


2.4 Desempenho Orçamentário/Financeiro<br />

2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa<br />

Quadro 2.3 - Identificação das Unidades Orçamentárias<br />

Denominação das Unidades Orçamentárias Código da UO<br />

Código SIAFI da<br />

UGO<br />

Superintendência Estadual da FUNASA no Piauí 36211 255018<br />

Quadro 2.4 - Programação de Despesas Correntes<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

LOA<br />

CRÉDITOS<br />

Origem dos Créditos<br />

Orçamentários<br />

Dotação proposta pela UO<br />

PLOA<br />

LOA<br />

Suplementares<br />

Especiais<br />

Abertos<br />

Reabertos<br />

Valores em R$ 1,00<br />

Grupos de Despesas Correntes<br />

1 – Pessoal e Encargos 2 – Juros e Encargos da 3- Outras Despesas<br />

Sociais<br />

Dívida<br />

Correntes<br />

Exercícios Exercícios Exercícios<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

Extraordinários Abertos<br />

Reabertos<br />

Créditos Cancelados<br />

Outras Operações<br />

Total<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong><br />

2.4.1.1 Programação de Despesas de Capital<br />

LOA<br />

Quadro 2.5 Programação de Despesas Capital<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

CRÉDITO<br />

S<br />

Origem dos Créditos<br />

Orçamentários<br />

Dotação proposta pela UO<br />

PLOA<br />

LOA<br />

Suplementares<br />

Especiais<br />

Abertos<br />

Reabertos<br />

Extraordinário Abertos<br />

Valores em R$ 1,00<br />

4 – Investimentos<br />

Grupos de Despesa de Capital<br />

5 – Inversões<br />

Financeiras<br />

6- Amortização da<br />

Dívida<br />

Exercícios Exercícios Exercícios<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

38


s Reabertos<br />

Créditos Cancelados<br />

Outras Operações<br />

Total<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong><br />

2.4.1.2 Quadro Resumo da Programação de Despesas<br />

Quadro 2.6 - Quadro Resumo da Programação de Despesas<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

LOA<br />

CRÉDITOS<br />

Origem dos Créditos<br />

Orçamentários<br />

Dotação proposta pela UO<br />

PLOA<br />

LOA<br />

Suplementares<br />

Abertos<br />

Especiais<br />

Reabertos<br />

Despesas Correntes Despesas de Capital<br />

Valores em R$ 1,00<br />

9 – Reserva de<br />

Contingência<br />

Exercícios Exercícios Exercícios<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

Extraordinários Abertos<br />

Reabertos<br />

Créditos Cancelados<br />

Outras Operações<br />

Total<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: As operações de programação de despesas é de responsabilidade da Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong><br />

2.4.1.3 Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa<br />

Quadro 2.7 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa<br />

Natureza da Movimentação<br />

de Crédito<br />

Movimentação<br />

Interna<br />

Movimentação<br />

Externa<br />

Natureza da Movimentação<br />

de Crédito<br />

Movimentação<br />

Interna<br />

Movimentação<br />

Externa<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

UG<br />

concedente<br />

ou<br />

recebedora<br />

Concedidos<br />

Recebidos 255018<br />

Concedidos<br />

Recebidos<br />

UG<br />

concedente<br />

ou<br />

recebedora<br />

Concedidos<br />

Recebidos<br />

Concedidos<br />

Recebidos<br />

Classificação<br />

da ação<br />

Classificação<br />

da ação<br />

1 – Pessoal e<br />

Encargos<br />

Sociais<br />

4 –<br />

Investimentos<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Despesas Correntes<br />

2 – Juros e 3 – Outras<br />

Encargos da Despesas<br />

Dívida Correntes<br />

Despesas de Capital<br />

5 – Inversões<br />

Financeiras<br />

6 –<br />

Amortização<br />

da Dívida<br />

39


Observação: Não houve ocorrência no período.<br />

2.4.2 Execução Orçamentária da Despesa<br />

2.4.2.1 Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ<br />

2.4.2.1.1 Despesas por Modalidade de Contratação<br />

Quadro 2.8 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />

originários da UJ<br />

(“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”)<br />

Modalidade de Contratação<br />

Modalidade de Licitação<br />

Convite<br />

Tomada de Preços<br />

Concorrência<br />

Pregão<br />

Concurso<br />

Consulta<br />

Registro de Preços<br />

Contratações Diretas<br />

Dispensa<br />

Inexigibilidade<br />

Regime de Execução Especial<br />

Suprimento de Fundos<br />

Pagamento de Pessoal<br />

Pagamento em Folha<br />

Diárias<br />

Outros<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Despesa Liquidada<br />

2009 2010<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Despesa paga<br />

2009 2010<br />

Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />

2.4.2.1.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa<br />

Quadro 2.9 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />

créditos originários da UJ<br />

“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”<br />

Grupos de Despesa<br />

1 – Despesas de Pessoal<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

2 – Juros e Encargos da Dívida<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

3 – Outras Despesas Correntes<br />

1º elemento de despesa<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Despesa<br />

Empenhada<br />

Despesa<br />

Liquidada<br />

RP não<br />

processados<br />

Valores Pagos<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

40


2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />

2.4.2.1.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />

Quadro 2.10 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa<br />

dos créditos originários da UJ<br />

“NÃO SE APLICA A ESTA UJ”<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Despesa Despesa<br />

RP não<br />

Valores Pagos<br />

Grupos de Despesa Empenhada Liquidada processados<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

4 – Investimentos<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

5 – Inversões Financeiras<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

6 – Amortização da Dívida<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: Esta UJ não tem créditos iniciais recebidos diretamente da LOA.<br />

Análise crítica<br />

A execução orçamentária da despesa é realizada a nível de Presidência.<br />

2.4.2.2 Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por Movimentação<br />

2.4.2.2.1 Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos recebidos por<br />

movimentação<br />

Quadro 2.11 - Despesas por Modalidade de Contratação dos créditos<br />

recebidos por movimentação<br />

Modalidade de Contratação<br />

Licitação<br />

Despesa Liquidada<br />

2009 2010<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Despesa paga<br />

2009 2010<br />

Convite - - - -<br />

Tomada de Preços 158.379,81 - 127.713,81 -<br />

Concorrência - - -<br />

Pregão 1.300.914,14 1.290.824,00 1.022.620,58 1.165.765,52<br />

Concurso - - - -<br />

Consulta - -<br />

41


Não se aplica 489.223,14 631.124,67 489.086,52 631.124,67<br />

Contratações Diretas<br />

Dispensa 350.924,11 373.983,80 348.302,15 367.060,73<br />

Inexigibilidade - - - -<br />

Regime de Execução Especial<br />

Suprimento de Fundos 26.902,32 5.691,50 26.902,32 5.691,50<br />

Pagamento de Pessoal<br />

Pagamento em Folha - - - -<br />

Diárias 482.921,39 625.228,11 482.784,77 625.228,11<br />

Outras<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Observação: O Pagamento em Folha é realizado a nível de Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

2.4.2.2.2 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos créditos recebidos<br />

por movimentação<br />

Quadro 2.12 - Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />

créditos recebidos por movimentação Valores em R$ 1,00<br />

Grupos de Despesa<br />

1 – Despesas de Pessoal<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

2 – Juros e Encargos da Dívida<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

3- Outras Despesas Correntes<br />

1º elemento de despesa (14)<br />

2º elemento de despesa (30)<br />

3º elemento de despesa (33)<br />

Elemento 36<br />

Elemento 37<br />

Elemento 39<br />

Despesa<br />

Empenhada<br />

Despesa<br />

Liquidada<br />

RP não<br />

processados<br />

Valores Pagos<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

478.863,<br />

30<br />

267.250,<br />

59<br />

32.413,1<br />

6<br />

37.421,5<br />

7<br />

580.665,<br />

92<br />

749.451,<br />

32<br />

604.296,<br />

61<br />

281.480,<br />

00<br />

35.452,4<br />

4<br />

54.294,9<br />

8<br />

660.743,<br />

98<br />

670.444,<br />

86<br />

478.863,<br />

30<br />

208.001,<br />

84<br />

31.173,8<br />

4<br />

37.421,5<br />

7<br />

570.428,<br />

19<br />

630.213,<br />

34<br />

604.296,<br />

61<br />

260.057,<br />

34<br />

34.764,5<br />

6<br />

54.294,9<br />

8<br />

659.572,<br />

89<br />

638.196,<br />

19<br />

Elemento 47 1.331,93 1.031,35 1.331,93 1.031,35<br />

Elemento 92 480,00 277,84 480,00 277,84<br />

Elemento 93 475,20 232,21 475,20 232,21<br />

- - 478.726, 604.296,<br />

68 61<br />

59.248,7 21.422,6 147.867, 223.939,<br />

5 6 13 83<br />

1.239,32 687,88 31.173,8 28.749,5<br />

4 3<br />

- - 37.421,5 51.514,6<br />

7 9<br />

10.237,7 1.171,09 565.120, 596.702,<br />

3<br />

86 89<br />

119.237, 32.248,6 613.039, 613.997,<br />

98 7 86 47<br />

- - 1.331,93 1.031,35<br />

- - 480,00 277,84<br />

- - 475,20 232,21<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Observação: Despesas de Pessoal e Juros e Encargos da Dívida são realizados a nível de<br />

Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

42


2.4.2.2.3 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos créditos recebidos<br />

por movimentação<br />

Quadro 2.13 - Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos<br />

créditos recebidos por movimentação<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Grupos de Despesa<br />

Despesa<br />

Empenhada<br />

Despesa<br />

Liquidada<br />

RP não<br />

processados<br />

Valores Pagos<br />

2009 2010 2009 2010 2009 2010 2009 2010<br />

4 - Investimentos<br />

2.422.18<br />

158.379,<br />

2.263.80 - 127.713, -<br />

1º elemento de despesa (51) 5,67 - 81 - 5,86<br />

81<br />

322.616, 399.342, 209.574, 48.900,0 113.041, 350.442, 11.274,5 48.900,0<br />

2º elemento de despesa (52)<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

5 - Inversões Financeiras<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

6 - Amortização da Dívida<br />

1º elemento de despesa<br />

2º elemento de despesa<br />

3º elemento de despesa<br />

Demais elementos do grupo<br />

Fonte: SIAFI Gerencial<br />

05 00 50 0 55 00 0 0<br />

Observação: Inversões Financeiras e Amortização da Dívida são realizadas a nível de Presidência<br />

Análise crítica<br />

As alterações ocorridas no exercício não foram significativas a ponto de permitir uma análise. O<br />

contingenciamento de créditos prejudicou e/ou atrasou em parte a execução do orçamento da <strong>Suest</strong>-<br />

<strong>PI</strong>. Não houve outras ocorrências que tenham influenciado positiva ou negativamente a execução do<br />

orçamento.<br />

2.4.3. Indicadores Institucionais<br />

Os indicadores institucionais a serem utilizados estão relacionados na tabela abaixo.<br />

43


Indicadores da área de comunicação e educação em saúde<br />

Indicador<br />

Percentual<br />

de TC com<br />

projetos de<br />

Educação<br />

em Saúde e<br />

Mobilização<br />

Social<br />

Finalida<br />

de<br />

Verificar<br />

a adesão<br />

dos<br />

municípi<br />

os às<br />

ações de<br />

educação<br />

em saúde<br />

e<br />

mobiliza<br />

ção<br />

social<br />

Fórmula de Cálculo<br />

Memória de<br />

cálculo<br />

0/6 = 0%<br />

Tipo Fonte<br />

Eficácia<br />

SIGOB<br />

Cgcon<br />

Equipe<br />

s de<br />

educaç<br />

ão em<br />

saúde<br />

da<br />

<strong>Suest</strong> e<br />

Presi<br />

Método<br />

de<br />

Aferição<br />

Consulta<br />

aos<br />

TC/PAC<br />

e<br />

relatórios<br />

do<br />

SIGOB<br />

Área<br />

Responsável<br />

pelo<br />

Indicador<br />

Ascom-<br />

<strong>Suest</strong><br />

Result<br />

ado<br />

2009<br />

Meta<br />

2010<br />

44<br />

Result<br />

ado<br />

2010<br />

0% 6 0


Indicadores de saneamento ambiental<br />

Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />

Percentual<br />

de execução<br />

física de<br />

obras de<br />

abasteciment<br />

o de água<br />

com<br />

recursos do<br />

PAC (*)<br />

(*)<br />

Acumul<br />

ado -<br />

2007 a<br />

2009.<br />

(Parâmetro<br />

de<br />

verificação:<br />

Portaria<br />

544)<br />

Medir a<br />

execução<br />

física das<br />

obras do<br />

PAC<br />

Memória de<br />

Cálculo<br />

316/318 x 100<br />

= 99,37%<br />

2/318 x 100 =<br />

0,63%<br />

0/318 x 100 =<br />

0,01%<br />

Tipo Fonte<br />

Eficá<br />

cia<br />

Eficá<br />

cia<br />

Eficá<br />

cia<br />

Sigesan<br />

Siscon<br />

Siafi<br />

Método<br />

de<br />

Aferição<br />

Relatório<br />

s do<br />

Sigesan;<br />

Parecer<br />

técnico<br />

de visita<br />

de<br />

acompan<br />

hamento<br />

(Diesp e<br />

Sensp)<br />

Área<br />

Responsável<br />

pelo<br />

Indicador<br />

Densp<br />

Depin<br />

<strong>Suest</strong><br />

Resultad<br />

o 2009<br />

5,88%<br />

94,71%<br />

0%<br />

Meta<br />

2010<br />

318<br />

318<br />

318<br />

45<br />

Resulta<br />

do<br />

2010<br />

99,37%<br />

0,63%<br />

0,01%


Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />

Percentual<br />

de execução<br />

física de<br />

obras de<br />

esgotamento<br />

sanitário<br />

com<br />

recursos do<br />

PAC (*)<br />

(*)<br />

Acumul<br />

ado -<br />

2007 a<br />

2009.<br />

(Parâme<br />

tro de<br />

verifica<br />

ção:<br />

Portaria<br />

544)<br />

Percentual<br />

de<br />

comunidade<br />

s<br />

remanescent<br />

es de<br />

quilombo<br />

com SAA<br />

implantado<br />

com<br />

recursos do<br />

PAC<br />

(*)<br />

Acumulado<br />

Medir a<br />

execução<br />

física das<br />

obras do<br />

PAC<br />

Verificar o<br />

percentual<br />

de<br />

comunidade<br />

s<br />

remanescent<br />

es de<br />

quilombo<br />

com SAA<br />

implantado<br />

Memória de<br />

Cálculo<br />

22/24 x 100 =<br />

97,87%<br />

2/24 x 100 =<br />

8,33%<br />

0/24 x 100 =<br />

0%<br />

4/4 X 100 =<br />

100%<br />

Tipo Fonte<br />

Eficá<br />

cia<br />

Eficá<br />

cia<br />

Sigesan<br />

Siscon<br />

Siafi<br />

Relatór<br />

io<br />

Consoli<br />

dado de<br />

ativida<br />

des<br />

(Densp<br />

)<br />

Planilh<br />

a de<br />

acompa<br />

nhame<br />

nto<br />

(Diesp)<br />

Método<br />

de<br />

Aferição<br />

Relatório<br />

s do<br />

Sigesan;<br />

Parecer<br />

técnico<br />

de visita<br />

de<br />

acompan<br />

hamento<br />

(Diesp e<br />

Sensp)<br />

Planilha<br />

Acompan<br />

hamento<br />

(Densp)<br />

e visita<br />

de<br />

acompan<br />

hamento<br />

(Diesp/S<br />

ensp)<br />

Área<br />

Responsável<br />

pelo<br />

Indicador<br />

Densp<br />

Depin<br />

<strong>Suest</strong><br />

DENSP<br />

<strong>Suest</strong><br />

Resultad<br />

o 2009<br />

20%<br />

80%<br />

0%<br />

60%<br />

Meta<br />

2010<br />

24<br />

24<br />

24<br />

4<br />

46<br />

Resulta<br />

do<br />

2010<br />

97,87%<br />

8,33%<br />

0%<br />

100%


Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />

– 2007 a<br />

2009<br />

Percentual<br />

de<br />

domicílios<br />

com<br />

Melhorias<br />

Sanitárias<br />

Domiciliares<br />

implantadas<br />

com<br />

recursos do<br />

PAC (RA<br />

ajustado)<br />

(*)<br />

Acumulado<br />

– 2007 a<br />

2009<br />

Percentual<br />

de<br />

domicílios<br />

com<br />

Melhoria<br />

Habitacional<br />

para o<br />

Controle da<br />

Doença de<br />

Chagas<br />

realizada<br />

com<br />

recursos do<br />

PAC<br />

Verificar o<br />

percentual<br />

de<br />

domicílios<br />

com<br />

Melhorias<br />

Sanitárias<br />

Domiciliares<br />

implantadas<br />

Aferir o<br />

percentual<br />

de<br />

domicílios<br />

com<br />

Melhoria<br />

Habitacional<br />

para o<br />

Controle da<br />

Doença de<br />

Chagas<br />

realizada<br />

Memória de<br />

Cálculo<br />

1704/6930 x<br />

100 = 24,59%<br />

932/3276 x<br />

100 = 28,45%<br />

Tipo Fonte<br />

Eficá<br />

cia<br />

Eficá<br />

cia<br />

/Sensp)<br />

Progra<br />

mação<br />

do<br />

PAC<br />

Progra<br />

mação<br />

do<br />

PAC<br />

Sigesan<br />

Progra<br />

mação<br />

do<br />

PAC<br />

Sigesan<br />

Método<br />

de<br />

Aferição<br />

Relatório<br />

gerado<br />

do<br />

Sistema<br />

Programa<br />

ção do<br />

PAC<br />

Relatório<br />

gerado<br />

do<br />

Sistema<br />

Programa<br />

ção do<br />

PAC<br />

Área<br />

Responsável<br />

pelo<br />

Indicador<br />

DENSP/Sue<br />

st<br />

DENSP/Sue<br />

st<br />

Resultad<br />

o 2009<br />

43,43%<br />

31,03%<br />

Meta<br />

2010<br />

6.930<br />

3.276<br />

47<br />

Resulta<br />

do<br />

2010<br />

24,59%<br />

28,45%


Indicador Finalidade Fórmula de Cálculo<br />

(*)<br />

Acumulado<br />

– 2007 a<br />

2009<br />

Memória de<br />

Cálculo<br />

Tipo Fonte<br />

Método<br />

de<br />

Aferição<br />

Área<br />

Responsável<br />

pelo<br />

Indicador<br />

Resultad<br />

o 2009<br />

OBSERVAÇÃO: A fonte de dados utilizada para o cálculo dos indicadores foi o SIGESAN, onde nem todos os pleitos foram atualizados no período,<br />

daí o baixo desempenho de alguns indicadores.<br />

Meta<br />

2010<br />

48<br />

Resulta<br />

do<br />

2010


3. INFORMAÇÕES SOBRE RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA<br />

DE CRÉDITOS OU RECURSOS<br />

3.1 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos<br />

Quadro 3.1 - Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos<br />

ou Recursos Valores em R$ 1,00<br />

Identificação da Conta Contábil<br />

Código SIAFI Denominação<br />

255018 FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE<br />

UG Credor (CNPJ/CPF)<br />

Razões e Justificativas:<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

Justificativa: Não houve ocorrência.<br />

Saldo Final em<br />

31/12/2009<br />

Linha Detalhe<br />

Movimento<br />

Devedor<br />

Movimento<br />

Credor<br />

Saldo Final em<br />

31/12/2010<br />

4. INFORMAÇÕES SOBRE A MOVIMENTAÇÃO E OS SALDOS DE RESTOS A PAGAR<br />

DE EXERCÍCIOS ANTERIORES<br />

4.1 Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores<br />

Quadro 4.1 - Situação dos Restos a Pagar de exercícios anteriores Valores em R$ 1,00<br />

Ano de Inscrição Montante Inscrito<br />

Restos a Pagar Processados<br />

Cancelamentos<br />

acumulados<br />

Pagamentos<br />

acumulados<br />

Saldo a Pagar em<br />

31/12/2010<br />

2009 311.718,14 136,62 311.581,52 -<br />

2008 118.007,60 - 118.007,60 396,00<br />

2007 - - 191.596,91 -<br />

2006 88.799,37 388,75 88.410,62 -<br />

2005 86.000,94 7.708,49 109.672,50 -<br />

Restos a Pagar não Processados<br />

Ano de Inscrição Montante Inscrito<br />

Cancelamentos<br />

acumulados<br />

Pagamentos<br />

acumulados<br />

Saldo a Pagar em<br />

31/12/2010<br />

2009 2.566.811,19 66.517,11 810.188,82 1.690.105,26<br />

2008 125.561,68 75.191,13 49.974,55 -<br />

2007 1.511.837,81 610.752,88 709.488,02 -<br />

2006 162.640,62 12.358,72 150.281,90 -<br />

2005<br />

Observações:<br />

737.087,55 19.234,42 686.473,08 -<br />

Fonte: Siafi Gerencial<br />

5. INFORMAÇÕES SOBRE RECURSOS HUMANOS<br />

49


5.1 Composição do Quadro de Servidores Ativos<br />

Quadro 5.1 Composição do Quadro de Recursos Humanos-Situação apurada em 31/12/2010<br />

Tipologias dos Cargos<br />

Lotação<br />

Autorizada Efetiva<br />

Ingressos<br />

em 2010<br />

Egressos em<br />

2010<br />

1 Provimento de cargo efetivo<br />

1.1 Membros de poder e agentes políticos<br />

1.2 Servidores de Carreira<br />

1.2.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 133 01 00<br />

1.2.2 Servidor de carreira em exercício<br />

descentralizado 02<br />

1.2.3 Servidor de carreira em exercício provisório 00 00 00 00<br />

1.2.4 Servidor requisitado de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />

1.3 Servidores com Contratos Temporários 00 00 02 01<br />

1.4 Servidores Cedidos ou em Licença<br />

1.4.1 Cedidos 00 726 00 477<br />

1.4.2 Removidos 00 00 00 01<br />

1.4.3 Licença remunerada 00 00 00 09<br />

1.4.4 Licença não remunerada 00 00 00 03<br />

2 Provimento de cargo em comissão<br />

2.1 Cargos Natureza Especial<br />

2.2 Grupo Direção e Assessoramento superior<br />

2.2.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 00 06 00<br />

2.2.2 Servidor de carreira em exercício<br />

descentralizado 00<br />

2.2.3 Servidor de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />

2.2.4 Sem vínculo 00 00 01 00<br />

2.2.5 Aposentado 00 00 00 00<br />

2.3 Funções gratificadas<br />

2.3.1 Servidor de carreira vinculada ao órgão 00 00 14 00<br />

2.3.2 Servidor de carreira em exercício<br />

descentralizado 00<br />

2.3.3 Servidor de outros órgãos e esferas 00 00 00 00<br />

3 Total 02 - 24 -<br />

Fonte: SIAPE<br />

Quadro 5.2 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por faixa etária - Situação<br />

apurada em 31/12/2010<br />

Tipologias do Cargo<br />

1. Provimento de cargo efetivo<br />

Até 30<br />

Faixa Etária (anos)<br />

Acima de<br />

De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60<br />

60<br />

1.1. Membros de poder e agentes políticos 00 00 00 00 00<br />

1.2. Servidores de Carreira 02 07 50 64 10<br />

1.3. Servidores com Contratos Temporários 01 00 01 00 00<br />

1.4. Servidores Cedidos ou em Licença<br />

2. Provimento de cargo em comissão<br />

00 02 83 118 14<br />

2.1. Cargos de Natureza Especial 00 00 00 00 00<br />

2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 00 02 02 03 00<br />

2.3. Funções gratificadas<br />

Fonte: SIAPE<br />

00 01 03 08 02<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

50


Quadro 5.3 - Composição do Quadro de Recursos Humanos por nível de escolaridade -<br />

Situação apurada em 31/12/2010<br />

Tipologias do Cargo<br />

1 2 3<br />

Nível de Escolaridade<br />

4 5 6 7 8 9<br />

1. Provimento de cargo efetivo<br />

1.1. Membros de poder e agentes políticos 00 00 00 00 00 00 00 00 00<br />

1.2. Servidores de Carreira 00 00 09 10 63 49 01 01 00<br />

1.3. Servidores com Contratos Temporários 00 00 00 000 00 02 00 00 00<br />

1.4. Servidores Cedidos ou em Licença 00 00 05 30 124 59 00 00 00<br />

2. Provimento de cargo em comissão<br />

2.1. Cargos de Natureza Especial<br />

2.2. Grupo Direção e Assessoramento<br />

00 00 00 00 00 00 00 00 00<br />

Superior 00<br />

2.3. Funções gratificadas 00 00 00 00 06 08 00 00 00<br />

LEGENDA<br />

Nível de Escolaridade<br />

1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo<br />

grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 – Mestrado; 9 - Doutorado; 10<br />

- Não Classificada.<br />

Fonte: SIAPE<br />

5.2 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas<br />

Quadro 5.4 - Composição do Quadro de Servidores Inativos - Situação apurada em<br />

31/12/2010<br />

Regime de proventos / Regime de aposentadoria<br />

00<br />

00<br />

00<br />

00<br />

Quantitativo de<br />

Servidores<br />

07<br />

00<br />

00<br />

00<br />

Aposentadorias em<br />

2010<br />

1 Integral<br />

1.1 Voluntária 477 13<br />

1.2 Compulsório 00 00<br />

1.3 Invalidez Permanente 00 00<br />

1.4 Outras 00 00<br />

2 Proporcional<br />

2.1 Voluntária 00 00<br />

2.2 Compulsório 00 00<br />

2.3 Invalidez Permanente 00 00<br />

2.4 Outras 00 00<br />

Fonte: SIAPE<br />

Quadro 5.5 - Composição do Quadro de Instituidores de Pensão - Situação apurada em<br />

31/12/2010<br />

Regime de proventos originário do servidor<br />

Quantitativo de<br />

Beneficiários<br />

Pensões concedidas em<br />

2010<br />

1. Integral - -<br />

2. Proporcional 13 11<br />

Fonte: SIAPE<br />

Quadro 5.6 - Composição do Quadro de Estagiários<br />

Nível de<br />

Quantitativo de contratos de estágio vigentes Custo do exercício<br />

escolaridade<br />

Nível superior<br />

1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre (Valores em R$ 1,00)<br />

Área Fim 00 01 00 00<br />

Área Meio<br />

Nível Médio<br />

03 00 01 02<br />

Área Fim 04 00 04 00<br />

Área Meio<br />

Fonte: SIAPE<br />

11 00 02 01<br />

51


Observações: Foram gastos com estagiários de nível médio e de nível superior os seguintes valores:<br />

1º Trimestre R$ 26.628,20<br />

2º Trimestre R$ 31.034,43<br />

3º Trimestre R$ 30.497,78<br />

4º Trimestre R$ 31.317,93<br />

As informações acima estão consolidadas por trimestre, considerando que conforme consulta<br />

realizada no SIAPE, os dados são disponibilizados mês a mês, sem distinguir por nível<br />

5.3 Quadro de custos de recursos humanos<br />

Quadro 5.7 - Quadro de custos de recursos humanos nos exercícios de 2008,<br />

2009 e 2010.<br />

Tipologia<br />

s /<br />

Exercício<br />

s<br />

Vencimento<br />

s e<br />

vantagens<br />

fixas<br />

Retribuiçõe<br />

s<br />

Gratificaçõe<br />

s<br />

Despesas Variáveis<br />

Adicionais<br />

Indenizaçõe<br />

s<br />

Benefícios<br />

Assistenciai<br />

s e<br />

previdenciá<br />

rios<br />

Demais<br />

despesas<br />

variáveis<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Membros de poder e agentes políticos<br />

2008 - - - - - - - -<br />

2009 - - - - - - - -<br />

2010 - - - - - - - -<br />

Servidores de Carreira que não ocupam cargo de provimento em comissão<br />

2008<br />

11.469.769,3<br />

7<br />

1.433.745,3<br />

5<br />

24.561.175,<br />

80<br />

2.129.144,5<br />

0<br />

4.949.761,1<br />

5<br />

428.239,57 234.092,<br />

71<br />

45.205.928,<br />

45<br />

2009<br />

20.855.381,7<br />

3<br />

1.251.573,7<br />

1<br />

16.679.707,<br />

28<br />

4.112.939,6<br />

9<br />

3.621.416,5<br />

6<br />

523.730,17 206.429,<br />

37<br />

47.251.178,<br />

51<br />

2010<br />

22.888.426,0<br />

8<br />

1.160.802,0<br />

2<br />

17.957.065,<br />

07<br />

4.086.332,5<br />

1<br />

6.047.402,7<br />

0<br />

1.635.169,3<br />

6<br />

178.855,<br />

27<br />

53.954.053,<br />

01<br />

Servidores com Contratos Temporários<br />

2008 - - 53.220,00 8.733,32 - - - 61.953,32<br />

2009 - - 52.615,03 19.746,38 - - - 72.361,41<br />

2010 - - 72.653,31 31.010,97 - - - 103.664,28<br />

Servidores Cedidos com ônus ou em Licença<br />

2008 - - - - - - - -<br />

2009 - - - - - - - -<br />

2010 - - - - - - - -<br />

Servidores ocupantes de Cargos de Natureza Especial<br />

2008 - - - - - - - -<br />

2009 - - - - - - - -<br />

2010 - - - - - - - -<br />

Servidores ocupantes de cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior<br />

2008<br />

1.314.417,09<br />

2.427.005,13 - - - -<br />

- 3.741.422,2<br />

2<br />

2009<br />

1.793.762,19<br />

2.271.392,94 - - - -<br />

- 4.065.155,1<br />

3<br />

2010<br />

1.577.878,34<br />

2.131.188,24 - - - -<br />

- 3.709.066,5<br />

8<br />

Servidores ocupantes de Funções gratificadas<br />

2008<br />

1.172.384,16<br />

- - - - -<br />

- 1.172.384,1<br />

6<br />

2009<br />

1.316.642,82<br />

- - - - -<br />

- 1.316.642,8<br />

2<br />

2010<br />

1.394.928,39<br />

- - - - -<br />

- 1.394.928,3<br />

9<br />

Fonte: SIAPE<br />

Total<br />

52


5.4 Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra<br />

Quadro 5.8 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva<br />

Unidade Contratante<br />

Nome: Fundação Nacional de Saúde<br />

UG/Gestão: 255018 CNPJ: 26.989.350/0008-92<br />

Ano do<br />

contrat<br />

o<br />

2009<br />

2010<br />

2009<br />

2010<br />

Área Nat.<br />

Identific<br />

ação do<br />

Contrato<br />

L O 008<br />

L O 006<br />

V O 020<br />

V O 021<br />

2007 V O 006<br />

Observação:<br />

Informações sobre os contratos<br />

Empresa<br />

Contratada<br />

(CNPJ)<br />

05.695.726/00<br />

0-65<br />

10.820.620/00<br />

01-20<br />

05.522.602/00<br />

01-22<br />

05.522.602/00<br />

01-22<br />

05.522.602/00<br />

01-22<br />

Período<br />

contratual de<br />

execução das<br />

atividades<br />

contratadas<br />

Nível de Escolaridade exigido<br />

dos trabalhadores contratados<br />

F M S<br />

Sit.<br />

Início Fim P C P C P C<br />

15/05/2 14/05/2<br />

009 011 - 2 - 5 - - 7<br />

18/07/2 17/07/2<br />

011 011 - 3 - 1 - - 4<br />

24/11/2 23/11/2<br />

009 011 - 2 - 2 - - 4<br />

08/01/2 07/01/2<br />

010 012 - 1 - 2 - 1 4<br />

12/03/2 11/03/2<br />

007 011 - 1 - 4 - - 5<br />

LEGENDA<br />

Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilância Ostensiva.<br />

Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial.<br />

Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior.<br />

Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.<br />

Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada.<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />

Quadro 5.9 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra<br />

Unidade Contratante<br />

Nome: Fundação Nacional de Saúde<br />

UG/Gestão: 255018 CNPJ: 26.989.350/0008-92<br />

Ano do<br />

contrato<br />

2006<br />

2009<br />

2009<br />

Áre<br />

a<br />

Nat.<br />

Identificaçã<br />

o do<br />

Contrato<br />

3 O 003<br />

4 O 008<br />

8 O 007<br />

2008<br />

Observação:<br />

8 O 007<br />

Informações sobre os contratos<br />

Empresa<br />

Contratada<br />

(CNPJ)<br />

05.875.019/<br />

0001-03<br />

05.695.726/<br />

000-65<br />

06.234.467/<br />

0001-82<br />

06.234.467/<br />

0001-82<br />

Período<br />

contratual de<br />

execução das<br />

atividades<br />

contratadas<br />

Nível de Escolaridade exigido<br />

dos trabalhadores contratados<br />

F M S<br />

Sit.<br />

Início Fim P C P C P C<br />

01/03/2 01/03/2<br />

006 011 - - - - - 1 1<br />

15/05/2 14/05/2<br />

009 011 - - - 1 - 1<br />

02/03/2 01/03/2<br />

009 011 - - - 5 - 1 8<br />

02/03/2 01/03/2<br />

009 011 - - - 1 - 1 2<br />

53


LEGENDA<br />

Área:<br />

1. Apoio Administrativo Técnico e Operacional;<br />

2. Manutenção e Conservação de Bens Imóveis;<br />

3. Tecnologia da Informação;<br />

4. Serviços de Copa e Cozinha;<br />

5. Manutenção e conservação de Bens Móveis;<br />

6. Serviços de Brigada de Incêndio;<br />

7. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes;<br />

8. Outras.<br />

Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial.<br />

Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior.<br />

Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.<br />

Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada.<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />

Quadro 5.10 - Distribuição do pessoal contratado mediante contrato de prestação de serviço<br />

com locação de mão de obra<br />

Identificação do Contrato Área Qtd. Unidade Administrativa<br />

008 9 7 SUEST-<strong>PI</strong><br />

006 9 4 SUEST-<strong>PI</strong>/CASAI<br />

020 10 4 SUEST-<strong>PI</strong>/SOTRA<br />

021 10 4 SUEST-<strong>PI</strong><br />

006 10 5 SUEST-<strong>PI</strong>/CASAI<br />

008 5 1 SUEST-<strong>PI</strong><br />

LEGENDA<br />

1. Área:<br />

2. Apoio Administrativo Técnico e<br />

Operacional;<br />

3. Tecnologia da Informação<br />

4. Manutenção e Conservação de Bens<br />

Imóveis;<br />

5. Serviços de Copa e Cozinha;<br />

6. Manutenção e conservação de Bens<br />

Móveis;<br />

7. Serviços de Brigada de Incêndio;<br />

8. Apoio Administrativo – Menores<br />

Aprendizes;<br />

9. Higiene e Limpeza;<br />

10. Vigilância Ostensiva;<br />

11. Outras.<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SALOG/COMPRASNET<br />

5.5 Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos<br />

A política de gestão de pessoas no âmbito da Administração Pública vem se desenhando e se<br />

consolidando nos últimos anos. Entretanto, devido a diversos fatores, a mesma se apresenta ainda<br />

de forma incipiente.<br />

Todavia, a FUNASA tem buscado garantir a efetivação desta política, através de ações<br />

voltadas para a qualificação profissional, melhor desempenho funcional e ações para a qualidade de<br />

vida no trabalho.<br />

54


Nessa perspectiva, é intenção da área de Recursos Humanos, desenvolver ações planejadas<br />

com vistas a mensuração de indicadores que conformam a gestão de pessoas.<br />

No tocante ao Absenteísmo, nosso registro diz respeito aos afastamentos para tratamento de<br />

saúde. No ano de 2010, foram 239 afastamentos . Desses, as motivações mais expressivas<br />

dizem respeito a doenças do Sistema Osteomuscular e Transtornos Depressivos.<br />

Quanto à variável Acidentes de Trabalho, não tivemos registro no exercício 2010. Referente<br />

a Doenças Ocupacionais, já estamos em vias de realização dos exames médicos periódicos,<br />

possivelmente para este 1º semestre, que possibilitará o diagnóstico referente às mesmas.<br />

Quanto à Rotatividade, a saída de servidores ocorre geralmente por aposentadoria e no ano<br />

de 2010 não tivemos nenhum desligamento por demissão.<br />

Concernente à Educação Continuada, não dispomos dessa modalidade de aprendizagem.<br />

Os aspectos Satisfação e Motivação, apesar de se revestirem de muita subjetividade, é<br />

intenção adotarmos a prática da pesquisa sobre clima organizacional, porém, já realizamos<br />

alguns eventos como Semana do Servidor, Semana da Saúde, Semana da Mulher, Palestras<br />

Motivacionais, Confraternizações voltadas para todos os servidores.<br />

Quanto ao item Desempenho Funcional, já houve a institucionalização da avaliação de<br />

desempenho e no momento já estamos trabalhando no 1º ciclo de avaliação. Quanto aos<br />

níveis salariais, estes são fixados por Lei e fogem da nossa governabilidade.<br />

6. INFORMAÇÕES SOBRE TRANSFERÊNCIAS<br />

6.1.1 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2010<br />

6.1. Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no exercício<br />

de referência<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

Nome:<br />

Unidade Concedente ou Contratante<br />

CNPJ: UG/GESTÃO:<br />

Modalidade<br />

Nº do<br />

instrument<br />

o<br />

LEGENDA<br />

Modalidade:<br />

1 - Convênio<br />

2 - Contrato de Repasse<br />

3 - Termo de Parceria<br />

4 - Termo de Cooperação<br />

5 - Termo de Compromisso<br />

Fonte:<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

Informações sobre as transferências<br />

Valores Pactuados Valores Repassados Vigência<br />

Beneficiári<br />

o Global Contrapartida<br />

No<br />

exercício<br />

Acumulad<br />

o até<br />

exercício Início Fim<br />

Situação da Transferência:<br />

1 - Adimplente<br />

2 - Inadimplente<br />

3 - Inadimplência Suspensa<br />

4 - Concluído<br />

5 - Excluído<br />

6 - Rescindido<br />

7 - Arquivado<br />

Sit.<br />

55


Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />

6.1.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três<br />

últimos exercícios<br />

6.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

Unidade Concedente ou Contratante<br />

Nome:<br />

CNPJ: UG/GESTÃO:<br />

Quantidade de instrumentos<br />

celebrados em cada exercício<br />

Valores repassados em cada exercício<br />

(Valores em R$ 1,00)<br />

Modalidade<br />

2008 2009 2010 2008 2009 2010<br />

Convênio<br />

Contrato de Repasse<br />

Termo de Parceria<br />

Termo de Cooperação<br />

Termo de Compromisso<br />

Totais<br />

Fonte:<br />

Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />

6.3 - Resumo dos instrumentos de transferência que vigerão em 2011 e exercícios seguintes<br />

(NÃO SE APLICA À SUEST)<br />

Unidade Concedente ou Contratante<br />

Nome:<br />

CNPJ: UG/GESTÃO:<br />

Qtd. de<br />

instrumentos<br />

Valores (R$ 1,00)<br />

Modalidade<br />

Convênio<br />

Contrato de Repasse<br />

Termo de Parceria<br />

Termo de Cooperação<br />

Termo de Compromisso<br />

Totais<br />

Fonte:<br />

com vigência<br />

em 2011 e<br />

seguintes<br />

Contratados<br />

Repassados<br />

até 2010<br />

Previstos para<br />

2011<br />

Justificativa: A <strong>Suest</strong> não faz transferências a outros Órgãos ou Unidades.<br />

% do Valor<br />

global repassado<br />

até o final do<br />

exercício de 2010<br />

6.1.3 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios e contratos de repasse<br />

6.4. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ<br />

na modalidade de convênio e de contratos de repasse.<br />

Unidade Concedente<br />

Nome: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde do Piauí<br />

Valores em R$<br />

1,00<br />

56


CNPJ: 26.989.350/0008-92 UG/GESTÃO: 255018/36211<br />

Exercício da<br />

prestação de<br />

contas<br />

Quantitativos e montante repassados<br />

Instrumentos<br />

(Quantidade e Montante Repassado)<br />

Termo de<br />

Convênios<br />

Compromisso<br />

Ainda no prazo de Quantidade 04 03<br />

prestação de contas Montante Repassado 356.000,00 644.000,00<br />

2010 Com prazo de<br />

prestação de contas<br />

vencido<br />

Contas<br />

prestadas<br />

Contas NÃO<br />

prestadas<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

91<br />

10.330.487,61<br />

35<br />

2.008.947,50<br />

41<br />

7.228.220,00<br />

-<br />

-<br />

2009<br />

Contas prestadas<br />

Contas NÃO prestadas<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

128<br />

20.221.400,00<br />

16<br />

2.602.800,00<br />

21<br />

2.602.800,00<br />

-<br />

-<br />

2008<br />

Contas prestadas<br />

Contas NÃO prestadas<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

134<br />

14.290.285,00<br />

15<br />

1.457.234,00<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

Anteriores a<br />

2008<br />

Contas NÃO prestadas<br />

Quantidade<br />

Montante Repassado (R$)<br />

01<br />

239.898,25<br />

-<br />

-<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SECON/SIAFI<br />

6.1.4 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de<br />

repasse<br />

6.5. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na modalidade<br />

de convênio e de contratos de repasse<br />

Unidade Concedente ou Contratante<br />

Nome: Superintendência Estadual da Fundação Nacional de Saúde no Piauí<br />

CNPJ: 26.989.350/0008-92 UG/GESTÃO: 255018/36211<br />

Exercício<br />

da<br />

Quantitativos e montantes repassados<br />

prestação<br />

de contas<br />

2010<br />

2009<br />

2008<br />

Convênios<br />

Instrumentos<br />

Valores em R$ 1,00<br />

Contratos de<br />

Repasse<br />

Quantidade de contas prestadas 91 42<br />

Com prazo de<br />

análise ainda não<br />

vencido<br />

Com prazo de<br />

análise vencido<br />

Quantidade 21 40<br />

Montante repassado (R$) 8.712.494,49 8.438.800,50<br />

Contas<br />

analisadas<br />

Contas NÃO<br />

analisadas<br />

Quantidade Aprovada 68 20<br />

Quantidade Reprovada 174 0<br />

Quantidade de TCE 16 0<br />

Quantidade 61 0<br />

Montante repassado (R$) 14.764.148,95 0<br />

Quantidade de contas prestadas 130 23<br />

Quantidade Aprovada 79 04<br />

Contas analisadas Quantidade Reprovada 57 0<br />

Quantidade de TCE 06 0<br />

Contas NÃO Quantidade 109 0<br />

analisadas Montante repassado (R$) 22.884.430,87 0<br />

Quantidade de contas prestadas 180 0<br />

Quantidade Aprovada 124 0<br />

Contas analisadas Quantidade Reprovada 47 0<br />

Quantidade de TCE 07 0<br />

57


Exercícios<br />

anteriores a<br />

2008<br />

Contas NÃO<br />

analisadas<br />

Contas NÃO<br />

analisadas<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SECON/SIAFI<br />

Análise Crítica<br />

Quantidade 170 0<br />

Montante repassado 28.664.202,21 0<br />

Quantidade 72 0<br />

Montante repassado 17.350.612,80 0<br />

Foi realizada 01 (uma) força-tarefa para a realização das atividades, sendo que o saldo<br />

restante desse processo foi rateado entre os analistas de convênios da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>. Diversos fatores<br />

contribuíram para o atraso na prestação de serviços do Secon: grande demanda de TCE; solicitações<br />

do Departamento de Saúde Pública,de Prefeituras, órgãos de controle interno e externo, TCU, CGU,<br />

Ministério Público; atendimento aos gestores, controladores e ao público em geral; ingresso de<br />

novos servidores na equipe que ainda se apresentam como aprendizes; reforma predial e a<br />

instalação de novos equipamentos com a conseqüente readaptação a essas mudanças.<br />

Além disso, no ano de 2010 ocorreu a descentralização dos convênios da Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong> para as respectivas Superintendências Estaduais e com isso a inclusão de novas atividades<br />

(Celebração de Convênios e Instrução para Pagamento). Houve também o advento da Portaria<br />

623/10 em detrimento da 544/08, o que ocasionou mudanças na sistemática da gestão de convênios,<br />

implicando também em uma readaptação dos servidores à nova estrutura gerencial. Não obstante ao<br />

exposto, cita-se ainda o período eleitoral de 2010, no qual os gestores estavam envolvidos com a<br />

campanha política, não atendendo, em sua maioria, as notificações do setor.<br />

58


9. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO<br />

Quadro 9.1 - Estrutura de controles internos da UJ<br />

Aspectos do sistema de controle interno Avaliação<br />

Ambiente de Controle 1 2 3 4 5<br />

1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à<br />

consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.<br />

X<br />

2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os<br />

servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.<br />

X<br />

3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X<br />

4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X<br />

5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em<br />

documentos formais.<br />

X<br />

6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e<br />

servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos,<br />

das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.<br />

X<br />

7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das<br />

responsabilidades.<br />

X<br />

8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. X<br />

9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados<br />

planejados pela UJ.<br />

X<br />

Avaliação de Risco 1 2 3 4 5<br />

10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X<br />

11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas<br />

da unidade.<br />

X<br />

12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa)<br />

envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da<br />

probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para<br />

mitigá-los.<br />

X<br />

13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de<br />

conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.<br />

X<br />

14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no<br />

perfil de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.<br />

X<br />

15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em<br />

uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.<br />

X<br />

16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos<br />

da unidade.<br />

X<br />

17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para<br />

apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.<br />

X<br />

18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e<br />

valores de responsabilidade da unidade.<br />

X<br />

Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5<br />

19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os<br />

riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.<br />

X<br />

20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam<br />

consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.<br />

X<br />

21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de<br />

benefícios que possam derivar de sua aplicação.<br />

X<br />

22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão<br />

diretamente relacionados com os objetivos de controle.<br />

X<br />

Informação e Comunicação 1 2 3 4 5<br />

23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada,<br />

armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.<br />

X<br />

24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente<br />

para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.<br />

X<br />

25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X<br />

26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e<br />

indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz.<br />

X<br />

61


27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas<br />

as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.<br />

X<br />

Monitoramento 1 2 3 4 5<br />

28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua<br />

validade e qualidade ao longo do tempo.<br />

X<br />

29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas<br />

avaliações sofridas.<br />

X<br />

30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu<br />

desempenho.<br />

Considerações gerais:<br />

X<br />

LEGENDA<br />

Níveis de Avaliação:<br />

(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no<br />

contexto da UJ.<br />

(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no<br />

contexto da UJ, porém, em sua minoria.<br />

(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na<br />

afirmativa no contexto da UJ.<br />

(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no<br />

contexto da UJ, porém, em sua maioria.<br />

(5) Totalmente válido. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no<br />

contexto da UJ.<br />

Considerações Gerais:<br />

A atuação da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> se faz a partir das orientações e procedimentos operacionais oriundos da<br />

Presidência da <strong>Funasa</strong>. Neste sentido, vem efetivando suas ações junto às áreas fim e meio por<br />

intermédio dos instrumentos normativos implantados.<br />

O quadro abaixo visa mostrar os instrumentos e mecanismos que a <strong>Funasa</strong> utilizou no seu processo<br />

de gestão durante o ano de 2010:<br />

ÁREA FIM ÁREA MEIO<br />

Manuais de Saneamento; CIF (Comunicador Interno da <strong>Funasa</strong>);<br />

Portarias de gestão das ações de saneamento<br />

encontradas no site www.funasa.gov.br e na<br />

Intranet (redefunasa);<br />

Programas: SIGESAN (Sistema Gerencial de<br />

Acompanhamento de Convênios de<br />

Saneamento); SISCON (Sistema de Convênios);<br />

SICONV (Sistema de Gestão de Convênios);<br />

SIGOB ( Sistema Integrado de Gestão de<br />

Obras).<br />

SCDWEB ( Sistema de Controle de<br />

Documentos via Web);<br />

Contrato continuado com a Empresa Brasileira<br />

de Correios de Telégrafos.<br />

Implantação em 2010 do Sigep –<br />

Sistema de Gerenciamento de Postagem.<br />

Este programa foi instalado com o<br />

objetivo de facilitar a postagem de<br />

documentos e correspondências oficiais;<br />

Selo personalizado com a logomarca da<br />

<strong>Funasa</strong> , em comemoração ao Dia 22 de<br />

março – Dia miundail da água.<br />

62


Manual de Procedimentos para<br />

acompanhamento de convênios e obras diretas<br />

(intranet.funasa.gov/depin);<br />

Manual para aplicação de recursos financeiros:<br />

critérios e procedimentos. Encontrado no site:<br />

www.funasa.gov.br;<br />

Manual de apresentação de projetos de<br />

engenharia sanitária. Encontrado no site:<br />

www.funasa.gov.br;<br />

COREGE - Colegiado Regional de Gestores. È<br />

uma ferramenta de gestão que tem como<br />

objetivo discutir e deliberar sobre os problemas<br />

e situações da gestão em todos os níveis. Tem<br />

como representação o Superintendente, os<br />

assessores, PGF, os chefes de divisões e<br />

serviços que reúnem-se uma vez por mês para<br />

discutir e encaminhar as situações-problemas da<br />

gestão.<br />

Programas: ASIWEB, SCDP, SIAFI,<br />

SIAPECAD, SICOTWEB, SIDOC, SIPAD,<br />

SIASI, SIAPENET;<br />

Programa de Qualidade de Vida – PQVT<br />

que tem como objetivo desenvolver<br />

ações que venham proporcionar uma<br />

melhoria na qualidade de vida dos<br />

servidores e fomentar uma ambiência<br />

propícia ao desempenho das ações<br />

institucionais.<br />

Siass-Subsistema Integrado de Atenção à<br />

Saúde do Servidor. O objetivo do Siass<br />

é coordenar e integrar ações e programas<br />

nas áreas de assistência à saúde, perícia<br />

oficial, promoção, prevenção e<br />

acompanhamento da água dos servidores<br />

da administração direta, autárquica e<br />

fundacional de acordo com a política de<br />

atenção à saúde e segurança do trabalho<br />

do servidor público federal.<br />

Observação: Esta <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> tem a intenção de implantar ainda este ano o SICAV (Sistema de<br />

Controle de Visitantes); Criar a home Page e o twitter desta UJ; Implantar ouvidoria interna e<br />

adquirir AUTOCAD para área da engenharia.<br />

.<br />

63


10. INFORMAÇÕES QUANTO A ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE<br />

AMBIENTAL<br />

Quadro 10.1 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis<br />

Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação<br />

Licitações Sustentáveis<br />

1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem<br />

em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e<br />

1 2 3 4 5<br />

matérias primas.<br />

X<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade<br />

ambiental foram aplicados?<br />

2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente<br />

adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior<br />

quantidade de conteúdo reciclável.<br />

3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por<br />

fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de<br />

limpeza biodegradáveis).<br />

4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência<br />

de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como<br />

critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços.<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido<br />

considerada nesses procedimentos?<br />

5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor<br />

consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas).<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses<br />

produtos sobre o consumo de água e energia?<br />

6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado).<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos?<br />

7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos<br />

poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos.<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi<br />

incluído no procedimento licitatório?<br />

8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização,<br />

reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga).<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido<br />

manifestada nos procedimentos licitatórios?<br />

9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e<br />

qualidade de tais bens/produtos.<br />

10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia,<br />

possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da<br />

edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais<br />

que reduzam o impacto ambiental.<br />

11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua<br />

destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006.<br />

12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a<br />

diminuir o consumo de água e energia elétrica.<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha<br />

(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Conversa informal com os servidores<br />

em cada setor.<br />

13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de<br />

proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus<br />

servidores.<br />

Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha<br />

(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Palestras, visitas de inspeção do meio<br />

ambiente seguida de orientação, uso de cartazes, utilização de containeres para colocar<br />

lixo reciclado.<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

64


Considerações Gerais:<br />

LEGENDA<br />

Níveis de Avaliação:<br />

(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />

integralmente não aplicado no contexto da UJ.<br />

(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />

parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria.<br />

(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do<br />

fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.<br />

(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />

parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria.<br />

(5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é<br />

integralmente aplicado no contexto da UJ.<br />

Observações:<br />

Em relação ao item 05, a UJ realizou a troca de todas as torneiras convencionais por<br />

torneiras automáticas, a substituição de 100% dos aparelhos de ar condicionado por split, troca de<br />

lâmpadas convencionais por econômicas etc.Tais fatos proporcionarm um impacto positivo anual<br />

na fatura de energia em 5%. No que se refere à fatura de água, não foi observado impacto positivo,<br />

considerando que no ano de 2010 a Superintendência passou por reforma predial.<br />

Quanto ao item 07, a aquisição de veículos automotores está sob a responsabilidade da<br />

Presidência da <strong>Funasa</strong>, sendo que os veículos adquiridos são 100% a diesel.<br />

No que se refere ao item 12, Houve durante o ano de 2010 reuniões do Colegiado e contatos<br />

informais com cada setor.<br />

65


11. GESTÃO DE PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO<br />

11.1 Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial<br />

Quadro 11.1 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da<br />

União<br />

BRASIL<br />

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA<br />

QUANTIDADE DE IMÓVEIS DE<br />

PROPRIEDADE DA UNIÃO DE<br />

RESPONSABILIDADE DA UJ<br />

EXERCÍCIO 2009 EXERCÍCIO 2010<br />

UF - Piauí 46 46<br />

Boqueirão do Piauí 1 1<br />

Cocal de Telha 1 1<br />

Jatobá do Piauí 1 1<br />

Nossa Senhora de Nazaré 1 1<br />

Coivaras 1 1<br />

Altos 1 1<br />

Antonio Almeida 1 1<br />

Bocaina 1 1<br />

Campo Maior 1 1<br />

Eliseu Martins 1 1<br />

Esperantina 2 2<br />

Flores do Piauí 1 1<br />

Floriano 3 3<br />

Itaueira 1 1<br />

José de Freitas 4 4<br />

Landri Sales 1 1<br />

Manoel Emídio 1 1<br />

Marcos Parente 1 1<br />

Nazaré do Piauí 1 1<br />

Parnaíba 6 6<br />

Picos 1 1<br />

Piripiri 3 3<br />

Rio Grande do Piauí 1 1<br />

São José do Peixe 2 2<br />

União 1 1<br />

São João da Canabrava 1 1<br />

Sigefredo Pacheco 2 2<br />

Brasileira 1 1<br />

Bom Principio do Piauí 1 1<br />

Teresina 2 2<br />

Subtotal Brasil 46 46<br />

Total (Brasil) 46 46<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SOPAT/S<strong>PI</strong>UNET/ASI<br />

66


Quadro 11.2 - Distribuição Espacial dos Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”<br />

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA<br />

QUANTIDADE DE IMÓVEIS LOCADOS<br />

DE TERCEIROS PELA UJ<br />

EXERCÍCIO 2009 EXERCÍCIO 2010<br />

UF 1<br />

município 1<br />

município 2<br />

Σ Σ<br />

BRASIL<br />

município “n”<br />

UF “n”<br />

município 1<br />

município 2<br />

município “n”<br />

Σ Σ<br />

Subtotal Brasil Σ Σ<br />

PAÍS 1<br />

cidade 1<br />

cidade 2<br />

Σ Σ<br />

EXTERIOR<br />

cidade “n”<br />

PAÍS “n”<br />

cidade 1<br />

cidade 2<br />

cidade “n”<br />

Σ Σ<br />

Subtotal Exterior Σ Σ<br />

Total (Brasil + Exterior) Σ Σ<br />

Fonte:<br />

Quadro 11.3 - Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob<br />

responsabilidade da UJ<br />

UG RIP Regime<br />

255018 0282.00001.500-5<br />

255018 0304.00001.500-0<br />

255018 0324.00001.500-4<br />

255018 03.56.00001.500-2<br />

255018 0995.00002.500-7<br />

255018 1007.00005.500-2<br />

255018 1015.00002-500-7<br />

255018 1035.00002-500-1<br />

255018 1048.00017.500-4<br />

255018 1071.00013.500-8<br />

255018 1073.00005.500-0<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

Estado<br />

de<br />

Conser<br />

vação<br />

Valor<br />

Histórico<br />

Bom 22.360,44<br />

Bom 21.763,91<br />

Bom 10.167,80<br />

Bom 21.308,44<br />

Bom 22.226,02<br />

Bom 119.664,42<br />

Bom 23.048,44<br />

Bom 64.477,87<br />

Bom 150.466,24<br />

Bom 66.001,85<br />

Bom 21.488,44<br />

Valor do Imóvel<br />

Data da<br />

Avaliação<br />

Valor<br />

Reavalia<br />

do<br />

22/02/2000 -<br />

01/04/2002 -<br />

29/10/2010 -<br />

22/12/200 -<br />

03/01/2001 -<br />

20/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

Despesa com<br />

Manutenção no<br />

exercício<br />

Imóvel Instalações<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

67


255018 1073.00006.500-6<br />

255018 1075.00013.500-0<br />

255018 1077.00038.500-3<br />

255018 1077.00040.500-4<br />

255018 1077.00055.500-6<br />

255018 1101.00002.500-3<br />

255018 1109.00009.500-7<br />

255018 1109.00010.500-2<br />

255018 1109.00011.500-8<br />

255018 1109.00012.500-3<br />

255018 1111.00004.500-1<br />

255018 1117.00005.500-6<br />

255018 1119.00002.500-6<br />

255018 1133.00004.500-2<br />

255018 1153.00047.500-1<br />

255018 1153.0048.500-7<br />

255018 1153.00049.500-2<br />

255018 1153.00050.500-8<br />

255018 1153.00051.500-3<br />

255018 1153.00052.500-9<br />

255018 1159.00014.500-0<br />

255018 1167.00213.500-3<br />

255018 1167.00214.500-9<br />

255018 1167.00218.500-0<br />

255018 1179.00002.500-0<br />

255018 1201.00005.500-6<br />

255018 1201.00006.500-1<br />

255018 1219.00200.500-9<br />

255018 1219.0021.500-4<br />

255018 1221.00039.500-6<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

Bom 21.488,44<br />

Bom 106.148,63<br />

Bom 223.659,75<br />

Bom 234.335,31<br />

Bom 21.518,44<br />

Bom 1.244,91<br />

Bom 22.028,44<br />

Bom 21.278,44<br />

Bom 3.600,00<br />

Bom 25.226,02<br />

Bom 64.681,85<br />

Bom 66.161,85<br />

Bom 58.537,60<br />

Bom 64.681,85<br />

Bom 177.086,26<br />

Bom 217.346,75<br />

Bom 21.308,44<br />

Bom 31.820,00<br />

Bom 1.914,75<br />

Bom 1.110,00<br />

Bom 127.665,70<br />

Bom 190.320,55<br />

Bom 22.946,02<br />

Bom 138.356,65<br />

Bom 123.139,31<br />

Bom 40.000,00<br />

Bom 15.000,00<br />

Bom 969.703,05<br />

Bom 886.166,16<br />

Bom 750,00<br />

20/12/2000 -<br />

01/04/2002 -<br />

10/10/2007 -<br />

22/12/2000 -<br />

10/02/2006 -<br />

28/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

03/01/2001 -<br />

10/10/2007 -<br />

22/12/2000 -<br />

28/12/2000 -<br />

28/12/2000 -<br />

28/12/2000 -<br />

28/12/2000 -<br />

18/10/2001 -<br />

20/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

03/04/2002 -<br />

22/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

03/04/2002 -<br />

03/04/2002 -<br />

22/12/2000 -<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

68


255018 1291.00002.500-5<br />

255018 1379.00003.500-8<br />

255018 1379.00004.500-3<br />

255018 2283.00003.500-0<br />

255018 2287.00004.500-3<br />

Fonte: SUEST-<strong>PI</strong>/SOPAT/S<strong>PI</strong>UNET/ASI<br />

Análise crítica:<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

21<br />

Bom 65.884,35<br />

Bom 21.428,44<br />

Bom 22.328,44<br />

Bom 22.946,02<br />

Bom 21.308,44<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

22/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

20/12/2000 -<br />

Total -<br />

Os imóveis que estão sob a responsabilidade da <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong>, pertencentes ao patrimônio da União,<br />

estão regularizados, ou seja, sob a responsabilidade da <strong>Funasa</strong>.<br />

Atualmente, alguns deles encontram-se cedidos aos Municípios e/ou Estados, através de contrato<br />

(Termo de Cessão de Uso).<br />

No quadro 11.3, a coluna “Valor Reavaliado” trata do valor atualizado do referido imóvel. Isto<br />

porque os valores encontram-se defasados, com o custo do metro quadrado fora dos padrões do<br />

SPU/<strong>PI</strong> (Superintendência de Patrimônio da União).<br />

Não foram feitas as devidas vistorias, conforme determinação da Subcláusula segunda, da Cláusula<br />

segunda do Termo de Cessão de Uso.<br />

As situações descritas já foram encaminhadas à Administração há bastante tempo. Entretanto,<br />

nenhuma providência foi tomada.<br />

12. GESTÃO DE TI.<br />

“NÃO SE APLICA À NATUREZA JURÍDICA DA UJ”<br />

Justificativa: A <strong>Suest</strong> não tem uma estrutura formal de Tecnologia da Informação. Esta<br />

responsabilidade é da competência da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

-<br />

69


13. UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO<br />

Entidade<br />

Sq Cartão<br />

Pagto Gov<br />

Federal<br />

Fatura -<br />

Cartão Pagto<br />

Gov. Fed<br />

09446427304<br />

0944642730<br />

4<br />

1321605285<br />

JOSE PORFIRIO DE SOUSA 283,10<br />

13216052850 0 EVARISTO JOSE DOS SANTOS NETO 752,00 2.313,94<br />

2406265030 JOSE DE ARIMATEIA AMORIM DA<br />

24062650304 4<br />

7574840130<br />

SILVEIRA 200,00 174,00<br />

75748401304 4 FRANQUELSON SANTOS DANTAS 213,00 2.627,76<br />

Total 1.165,00 5.398,80<br />

Fonte: SIAFI GERENCIAL<br />

14. RENÚNCIA TRIBUTÁRIA<br />

“NÃO SE APLICA À NATUREZA JURÍDICA DA UJ”<br />

Justificativa: A <strong>Suest</strong> não executa renúncia tributária, pois a gestão orçamentária e financeira é de<br />

responsabilidade da Presidência da <strong>Funasa</strong>.<br />

15. PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES DO TCU<br />

15.1 Deliberações do TCU atendidas no exercício<br />

Quadro 15.1 - Cumprimento das deliberações do TCU atendidas no exercício<br />

Unidade Jurisdicionada<br />

Denominação completa: Código SIORG<br />

FUNASA/SUEST-<strong>PI</strong> 2207<br />

Deliberações do TCU<br />

Deliberações expedidas pelo TCU<br />

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida<br />

01 016.214/2009-1<br />

264/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ<br />

Julgamento Legal<br />

02 000.955/2010-80<br />

830/2010 - TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

03 024.477/2009-7<br />

983/2010 – TUCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

04 004.256/2010-7<br />

1295/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

05 004.305/2010-8<br />

1459/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ<br />

Atos prejudicados por perda de<br />

objeto<br />

06 009.492/2008-0<br />

1775/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

07 010.850/2010-4<br />

2727/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

08 012.583/2010-3<br />

3061/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ<br />

Ato prejudicado por perda de<br />

objeto<br />

70


09 012.723/2010-0<br />

3070/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ<br />

Ato prejudicado por perda de<br />

objeto e ato julgado legal<br />

10 013.473/2010-7<br />

3632/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

11 013.048/2010-4<br />

3628/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

12 012.421/2010-3<br />

4107/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

13 017.949/2010-6<br />

4926/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

14 017.658/2010-1<br />

4941/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

15 011.658/2009-5 ----- ----<br />

Pede esclarecimento e<br />

documentos<br />

16 013.567/2010-1<br />

5774/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento legal<br />

17 013.149/2010-5<br />

5797/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento legal<br />

18 017.441/2010-2<br />

4334/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento legal<br />

19 024.024/2010-4<br />

6390/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

DETMINA<br />

ÇÃO<br />

Encaminhar novo SISAC<br />

21 026.609/2010-0<br />

6715/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ<br />

Atos prejudicados por perda de<br />

objeto<br />

22 027.161/2010-2<br />

6926/2010 – TCU – 2ª<br />

CAMARA<br />

NÃO HÁ Julgamento Legal<br />

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação Código SIORG<br />

Tribunal de Contas União - TCU<br />

Descrição da Deliberação:<br />

Considerar legais, para fins de registro, os atos de concessões de aposentadoria de: - ANTENOR ALVES DA SILVA,<br />

JOAQUIM LOPES FEITOSA SOBRINHO, LUIZ DA COSTA ARAÚJO e MATIAS NERES DA SILVEIRA<br />

ELIAS NERES DE ARAÚJO, ISABEL MARIA CUNHA DOS SANTOS e MARIA LUISA FERNANDES<br />

LIMA DUARTE. ALBINO DOS SANTOS SOUSA, ANTONIO LOPES DA SILVA, CÍCERO VIEIRA DA<br />

SILVA, DEUSDEDT SIQUEIRA NOGUEIRA, EDMUNDO SANTOS DA CRUZ, FERNANDO BENVINDO<br />

PEREIRA, FIRMINO CIPRIANO DA SILVA, IRACENE MARIA DANTAS, JOSÉ LUIS DE OLIVEIRA, JOSÉ<br />

DE MOURA LIMA, JOSÉ DE RIBAMAR SOUSA, LUIS BARBOSA DE MOURA, LUIZ CRUZ MORAIS,<br />

MANOEL MOREIRA DA SILVA, RAIMUNDO MENDES DE MESQUITA, SALVALDOR MONTE<br />

GONÇALVES e SIMPLÍCIO PEREIRA AMORIM.<br />

FRANCISCO BARBOSA DA SILVA.<br />

Ato prejudicado por perada de objeto: FRANCISCO JOSÉ SANTOS FONSECA.<br />

Considera legais, para fins de registro, os atos de concessões de aposentadoria de:<br />

FRANCISCO DAS CHAGAS GALVÃO e MARIA IRIS DE AZEVEDO GUIMARÃES CRUZ.<br />

CIRENE SERPA BARBOSA e JOSÉ PEREIRA DOS SANTOS.<br />

JOSÉ DIAS DOS SANTOS.<br />

Considerar prejudicado, para fins de registro, por perda do objeto, o exame de mérito do ato de concessão do<br />

instituidor CASEMIRO CALAND TAVARES, e considera legal, para fins de registro, o ato de concessão de pensão<br />

da interessada ANA MARIA MARTINS FERREIRA.<br />

Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de: JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA.<br />

ANTONINO LOPES DOS SANTOS e JOSÉ CUTRIM MOTA.<br />

ANTONIO BEZERRA DO VALE, ELMIRO RODRIGUES DE ABREU, JOSÉ BORGES DE OLIVEIRA,<br />

LUIS GONZAGA MARCOS DE SOUSA, MANOEL BESERRA CAVALCANTE e RAIMUNDO NONATO<br />

PEREIRA DE CARVALHO.<br />

ADELMIR BATISTA SOUZA, FLORENTINO ALVES TEIXEIRA, FRANCISCO RIBEIRO DO NASCIMENTO e<br />

JOÃO FRANCISCO BARROS DE CARVALHO.<br />

Considera legal, para fins de registro, o ato de concessão de pensão da interessada FRANCISCA DA SILVA<br />

NEVES.<br />

Quanto a ordem de número 15, o Ofício nº SEFIP-D/856,de 13/09/2010, pede esclarecimento e/ou documento em<br />

relação ao atos de LUIZ CHAVES MARTINS, MIGUEL DOS SANTOS FRANÇA, EDMAR GOMES CHAVES E<br />

YOLANDA CASTELO BRANCO FRANÇA.<br />

71


Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de:<br />

EDIMIR MENDES DE ALENCAR, ELIAS BARBOSA DOS SANTOS, JOSÉ BARBOSA DE SOUSA, JOSÉ<br />

ELOI DE SÁ, JOSÉ PEREIRA NETO e MARIA IRENE SIMPLICIO PEREIRA.<br />

Considera legal, para fins de registro, os atos de concessão de pensão dos interessados: ANTONIA MUNIZ DAS<br />

NEVES, BERNARDA DOS SANTOS NETO, BRUNA KASSIA DOS SANTOS NETO, CECÍLIA MARIA DE<br />

OLIVEIRA CAETANO, DELZUITA SILVA MARTINS, FRANCISCA DE CARVALHO LEITE, JOSÉ RIBAMAR<br />

DE CARVALHO, JOÃO BRUNO DOS SANTOS NETO, MARIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA MARTINS, MARIA<br />

DE NAZARÉ DA PAZ MEDEIROS, MARIA DO DESTERRO GOMES DA COSTA, MARIA DO SOCORRO<br />

MELO DA SILVA e REGIANE RODRIGUES DOS SANTOS.<br />

Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de:<br />

MANOEL GOMES DE HOLANDA.<br />

Ordem 19 – Considerar prejudicada, por inépcia, a apreciação de mérito do ato de concessão de aposentadoria de<br />

GERALDINA MUTRAN DE BARROS, fazendo as determinações especificadas.<br />

Considerar prejudicado, para fins de registro, por perda de objeto, o exame de mérito dos atos de concessões<br />

de: PAULO AFONSO PAZ GIL e de SEBASTIÃO ALVES FERREIRA.<br />

Considerar legal, para fins de registro, o ato de concessão de aposentadoria de: ANTONIO RODRIGUES DE LIMA.<br />

Providências Adotadas<br />

Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />

SOCAD/SEREH/SUEST-<strong>PI</strong>/FUNASA 2207<br />

Síntese da providência adotada:<br />

ARQUIVAR EM FICHA FUNCIONAL E EMITIR TÍTULOS DE INATIVIDADE.<br />

Quanto a ordem de número 15, foi encaminhado ao SEREH/SUEST-<strong>PI</strong>, despacho com as informações solicitadas no<br />

Ofício nº SEFIP-D/856,de 13/09/2010, para resposta ao SEFIP-TCU encaminhado as informações solicitadas.<br />

Ordem 19 – Encaminhado Ofício 92/SOCAD/SEREH-<strong>PI</strong>, de 16/12/2010, informando que foi cadastrado novo ato no<br />

SISAC, sob o número 10367934-04-2010-000079-3, referente a servidora aposentada GERALDINA MUTRAN DE<br />

BARROS<br />

Síntese dos resultados obtidos<br />

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo<br />

gestor<br />

Fonte: Ofícios TCU<br />

15.2 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício<br />

Quadro 15.2 - Situação das deliberações do TCU que permanecem pendentes de atendimento<br />

no exercício<br />

Unidade Jurisdicionada<br />

Denominação completa: Código SIORG<br />

SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ 2207<br />

Deliberações do TCU<br />

Deliberações expedidas pelo TCU<br />

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida<br />

01 TC 019.402/2009-5 3089/2010<br />

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação Código SIORG<br />

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 48630<br />

Descrição da Deliberação:<br />

9.4. Recomendar à <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> a realização periódica de estudos detalhados acerca dos resultados alcançados<br />

com suas ações de saneamento e demais programas porventura em execução, avaliando e monitorando nos diversos<br />

municípios do Estado do Piauí o impacto dessas ações nas comunidades beneficiadas, apresentando dados<br />

consistentes que possam subsidiar eventuais tomadas de decisão por parte dos gestores.<br />

9.6 Determinar à <strong>Suest</strong>-<strong>PI</strong> que:<br />

72


9.6.1. Adote, no prazo de 90 (noventa) dias, as medidas necessárias à efetiva análise de todas as prestações<br />

de contas de convênios ou termos de compromisso apresentados a essa entidade, ex vi do que dispõe o art. 31 da<br />

IN/STN n. 01/97 e o art. 60 da Portaria Interministerial n. 127/2008, apresentando a este Tribunal, findo o prazo<br />

estipulado, relatório circunstanciado acerca do resultado das análises procedidas.<br />

9.6.2. Adote no prazo de 90 (noventa) dias as medidas necessárias à análise e encaminhamento, para a<br />

Controladoria-Geral da União, dos processos de tomada de contas especial informados no Despacho n. 058/2010-<br />

TCE/GAB/Corepi, em conformidade com o que dispõe o art. 1. da IN-TCU n. 56/2007.<br />

Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento<br />

Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />

TCE/SECON/GABINETE 2207<br />

Justificativa para o seu não cumprimento:<br />

Resposta: Por sentirmos a partir de uma avaliação crítica da efetividade dos objetos pactuados, principalmente o<br />

impacto desses indicadores de saúde da população usuária, desde outubro de 2009, em comum acordo<br />

com a presidência da <strong>Funasa</strong>, formalizamos convite à Universidade Federal do Piauí/Núcleo de Estudos<br />

de Saúde Pública – NESP, para uma parceria com vista a avaliação de resultados das ações<br />

empreendidas por este órgão junto a população usuárias e gestores municipais.<br />

Tal parceria encontra-se em andamento, sendo objeto de elaboração de termo de referência e termo de<br />

cooperação técnica para pesquisa, ainda em fase de conclusão pela referida instituição.<br />

Resposta: Quanto aos processos de convênios que apresentaram suas prestações de contas e se encontravam<br />

pendentes de análise nesta Superintendência, informamos que foram analisados 97 (noventa e sete) de<br />

um total de 109 (cento e nove), restando 12 (doze) que ainda não tiveram suas análises concluídas.<br />

Entre os motivos que determinaram o atraso nas análises das prestações de contas, podemos destacar<br />

aqueles decorrentes do número insuficiente de técnicos das áreas envolvidas (à época) e da natural<br />

dificuldade com que os mesmos se deparam no desenvolvimento das análises dado o lapso temporal. No<br />

ensejo, o Setor de Prestação de Contas solicita o prazo de 30 (trinta) dias para conclusão das referidas<br />

análises. Este prazo foi atendido e as análises concluídas na sua totalidade.<br />

Resposta: Quanto aos processos de Tomada de Contas Especial – TCE, dos 108 (cento e oito) processos informados<br />

no Despacho n. 058/2010-TCE/GAB/Corepi 02 (dois) foram repetidos, quais sejam: Convênios nº<br />

297/2001 – PM Cajueiro da Praia e o de n° 1657/2000 – PM de Colônia do Piauí, totalizando assim 106<br />

(cento e seis) processos, desses, 47 foram concluídos e encaminhados para a Auditoria, restando 59 a<br />

serem finalizados.<br />

Esta Superintendência adotou as providências para o cumprimento da determinação, conforme<br />

Memorandos n°s 060 e 063/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong> e Memorando Circular nº 006/2011/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />

(ANEXO 1). No entanto, como aliás já comentado na resposta ao item anterior, em alguns casos não foi<br />

possível proceder às conclusões e aos encaminhamentos na sua totalidade, considerando as alegativas das<br />

áreas envolvidas, sendo solicitada a prorrogação do prazo em 90 (noventa) dias para conclusão das<br />

análises de Prestação de Contas e processos de Tomadas de Contas Especiais - TCE. Embora este prazo<br />

tenha sido concedido, os processos de tomadas de contas não foram concluídos na sua totalidade (106),<br />

sendo que desses 48 encontram-se em andamento, com previsão de encerramento ainda neste semestre.<br />

Análise crítica :<br />

Esta Superintendência, apesar de ter envidado todo esforço para o cumprimento das determinações , ainda restam<br />

48(quarenta e oito) processos a serem finalizados, tendo em vista a concessão de prazos aos gestores para<br />

apresentarem defesa, em cumprimento ao estabelecido nas normativas, bem como, na maioria dos casos, houve a<br />

necessidade de realização de visita in loco por parte da área técnica para emissão de parecer conclusivo considerando<br />

tratar de convênios antigos que quando da instauração da tomada de conta, não havia planilha com a quantificação do<br />

prejuízo ao erário.<br />

73


15.3 Recomendações do OCI atendidas no exercício<br />

Quadro 15.3 - Relatório de cumprimento das recomendações do OCI<br />

ACOMPANHAMENTO DAS RESPOSTAS PRELIMINARES DO RELATÓRIO DE AUDITORIA - RA (PLANO DE PROVIDÊNCIAS PERMANENTE)<br />

COMUNICAÇÃO EXPEDIDA: OFÍCIO Nº 17.352/2010/CGU-REGIONAL/<strong>PI</strong><br />

IDENTIFICAÇÃO DO RA: RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE<br />

CONTAS Nº 244115 - EXERCÍCIO 2010<br />

(ITEM DO RA):<br />

CONSTATAÇÃO<br />

1.1.1.1 (009) Ausência de<br />

confiabilidade de 5 dos<br />

7indicadores<br />

4.1.2.1 (051) Realização<br />

da Tomada de Preços nº<br />

001/2009 com projeto<br />

básico elaborado sem<br />

licenciamento ambiental<br />

prévio e sem Anotação de<br />

Responsabilidade<br />

Técnica.<br />

DESCRIÇÃO DA RECOMENDAÇÃO UNIDADE RESPOSTA DA UNIDADE<br />

001 - Recomendar à FUNASA que promova treinamento<br />

para os servidores responsáveis pelo cálculo dos<br />

indicadores, orientando os mesmos para utilizarem os<br />

dados obtidos em visita "in loco", quando do cálculo dos<br />

indicadores de execução física.<br />

Recomenda-se à FUNASA/CORE-<strong>PI</strong>, que: a) o projeto<br />

básico seja elaborado quando a licença prévia já estiver<br />

autorizada, evitando assim o desperdício de recursos caso<br />

o projeto tenha que sofrer modificações em itens como<br />

localização e solução técnica. O projeto básico dever ser<br />

elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos<br />

preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o<br />

adequado tratamento do impacto ambiental do<br />

empreendimento, conforme previsto no art. 6º, IX da Lei<br />

8.666/93. Concluído o projeto básico, inicia-se o<br />

procedimento licitatório, conforme previsto no art. 7º §2º<br />

da Lei 8.666/93.<br />

b) registre, junto ao CREA, as Anotações de<br />

Responsabilidade Técnica referente à elaboração dos<br />

projetos relativos às licitações realizadas pela Unidade, na<br />

forma da Lei nº 6.496/77, artigos 1º e 2º;<br />

CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />

SUEST-<strong>PI</strong>)<br />

Cgpla<br />

CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />

SUEST-<strong>PI</strong>)<br />

Situação sanada conforme Relatório CGU 244115/10.<br />

Recomendação acatada e sanada. Quanto às Licenças, informamos que já foram<br />

providenciadas, bem como as Anotações de Responsabilidades Técnicas .<br />

74


5.2.2.1 (046) Realização<br />

do Convite nº 001/2009<br />

com apenas dois<br />

participantes, em<br />

desacordo com a Lei<br />

8.666/93.<br />

10.3.1.1 (039) Não<br />

atendimento à exigência<br />

do artigo 25 da Lei<br />

Complementar nº 101, de<br />

04 de maio de 2000.<br />

10.3.1.2 (042) Ausência<br />

de servidor responsável,<br />

formalmente designado,<br />

pelo acompanhamento e<br />

execução de doze<br />

transferências voluntárias,<br />

concedidas no valor de R$<br />

7.999.779,78.<br />

c) observe em cada etapa, a licença ambiental adequada,<br />

com base nas Resoluções Conama n° 237/97 e 06/87:<br />

licença prévia (no planejamento da obra), licença de<br />

instalação (na construção) e licença de operação (na<br />

operação ou funcionamento).<br />

Recomenda-se à FUNASA que, na realização de licitações<br />

na modalidade convite, quando não for obtido o número<br />

legal mínimo de três propostas aptas à seleção, proceda a<br />

repetição do ato, com a convocação de outros possíveis<br />

interessados, ressalvadas as hipóteses de limitações do<br />

mercado ou manifesto desinteresse dos convidados,<br />

circunstâncias essas que deverão ser devidamente<br />

justificadas no processo.<br />

Abstenha-se de celebrar convênios sem observância ao<br />

cumprimento do artigo 25 da Lei Complementar n°<br />

101/2000.<br />

Atente para o disposto no artigo 53 da Portaria<br />

Interministerial MP//MF/CGU n° 127, de 29 de maio de<br />

2008.<br />

CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />

SUEST-<strong>PI</strong>)<br />

PRESI-<br />

CGCON/DE<strong>PI</strong>N<br />

CORE-<strong>PI</strong> (atual<br />

SUEST-<strong>PI</strong>)<br />

Recomendação acatada.<br />

Oficio n° 030/CGCON/DE<strong>PI</strong>N/FUNASA, de 08 de junho de 2010 (ANEXO 02).<br />

Esta Superintendência já adotou as providências com a emissão de Portarias de<br />

Designação de Servidores como Fiscais de Convênios e TC/PAC.s (ANEXO 03).<br />

Observação: Esta Superintendência, no ano de 2010, instaurou 29 processos de TCE, tendo sido concluídos 7 processos. No entanto, foram concluídos<br />

também 36 do passivo de 115.<br />

75


15.4 Recomendações do OCI pendentes de atendimento ao final do exercício<br />

15.4 - Situações das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no<br />

exercício<br />

Unidade Jurisdicionada<br />

Denominação completa: Código SIORG<br />

SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO <strong>PI</strong>AUÍ 2207<br />

Recomendações do OCI<br />

Recomendações expedidas pelo OCI<br />

Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida<br />

*<br />

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG<br />

Descrição da Recomendação:<br />

Providências Adotadas<br />

Setor responsável pela implementação Código SIORG<br />

Justificativa para o seu não cumprimento:<br />

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor<br />

*Observação:<br />

Considerando que não houve auditoria por parte da AUDIT nesta <strong>Suest</strong>-Pi no ano de 2010, segue em<br />

anexo parecer da Auditoria Interna numero 10/2011. (ANEXO 5).<br />

76


16. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO<br />

16.1 Declaração Plena, com Ressalva ou Adversa<br />

77


17. INFORMAÇÕES SOBRE COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

18. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS PARTIDÁRIOS<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

19. INFORMAÇÕES SOBRE FUNDOS CONSTITUCIONAIS<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

20. INDICADORES DE EMPENHO DO IFES<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

21. ANÁLISE DE SITUAÇÃO FINANCEIRA<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

22. REMUNERAÇÃO PARA ADMINISTRADORES DE EMPRESAS PÚBLICAS<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

23. CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO”<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

24. INFORMAÇÕES A RESPEITO DA DESIMOBILIZAÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS<br />

“Não se aplica à natureza jurídica da UJ”. A informação está disponibilizada a nível de Presidência da<br />

<strong>Funasa</strong>.<br />

78


ANEXO 1<br />

Memorando Circular nº<br />

060/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />

Memorando nº<br />

063/2010/GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />

Memorando Circular nº<br />

006/2011- GAB/SUEST-<strong>PI</strong><br />

79


ANEXO 2<br />

Ofício nº<br />

030/CGCON/DE<strong>PI</strong>N/FUNASA<br />

87


ANEXO 3<br />

Portarias de Designação de<br />

Servidores como Fiscais de<br />

Convênios e TC/PACs<br />

90


100


101


102


103


104


105


106


107


108


109


110


111


112


ANEXO 4<br />

Rol de Responsáveis<br />

113


114


115


ANEXO 5<br />

Parecer de Auditoria Interna nº<br />

10/2011 SUEST-<strong>PI</strong><br />

116


117


118


119


120


121


122


123


124


125


126


127


128


129


130


131


132


ANEXO 6<br />

Memorando 010/GAB/SUEST<strong>PI</strong><br />

133


134


135

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