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ÓRGÃO OFICIAL DO GRANDE ORIENTE DO DISTRITO FEDERAL ANO Edição 1 N°5 8

Novo BRASIL

GODF aceita desafio

Discurso

Por um Brasil ético,

moral e digno

Página 3

Evento

Baile do

XVIIMaçom

Página 6

Homenagem

Veneráveis do Grande

Oriente do Distrito Federal

Página 16


2

Editorial

No próximo ano, 2010, os cidadãos brasileiros vão exercer o direito e o dever de escolher

seus dirigentes para um futuro melhor nas urnas para o período de 2010 a

2014. O futuro será bom e efetivo se os escolhidos forem pessoas de elevada reputação

ética e moral em todos os sentidos para fazer com que o país faça parte das grandes

democracias mundiais do nosso planeta. Nosso principal compromisso é com a sociedade

e as gerações futuras em seus anseios e sonhos que poderão ser realizados, já, na próxima

geração.

Implantemos a moralidade pública que dia após dia se afasta de nossos dirigentes

A frente de batalha não se limita, no entanto, à Brasília, ela é ampla demais. Brasília

apenas hospeda cidadãos de todos os rincões desse imenso e maravilhoso país, que temos

a obrigação de preservar para as gerações futuras que estão chegando.

O projeto apresentado ao Congresso Nacional nos últimos dias, condiz com o interesse

da maioria no afastamento de todos os dirigentes nocivos ao interesse comum da

sociedade.

Os recursos do petróleo do pré-sal é outro assunto de importância fundamental para as

futuras gerações. É importante que uma parte de tais recursos seja investida em educação

pública e privada, a fim de que o cidadão brasileiro possa adquirir conhecimento técnico

científico suficiente para um futuro melhor assim como para exercer a cidadania com ética

e moral e que repasse seus conhecimentos do bem comum para a sociedade.

Não podemos esquecer, também, da saúde que passa por uma UTI e da segurança que

está atrás das barras.

O tripé, Educação, Saúde e Segurança, é o segredo que o Brasil necessita para ser uma

das maiores lideranças mundiais.

Precisamos de líderes que possam motivar a sociedade. Não é suficiente motivar a sociedade.

Não é suficiente ter uma ideia clara aonde ir, mas principalmente como ir.

Acreditamos no nosso país, nos nossos concidadãos e nos bons dirigentes éticos que

visam o bem estar comum.

Vamos construir e fazer a história do futuro do mundo com à ajuda de todos os homens

de bons costumes e das bênçãos do Grande Arquiteto do Universo.

*Ex-Professor Unb Escola Nacional de

Engenharia Instituto Militar de Engenharia

3

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16

*Laélio Ladeira

Por um Brasil ético, moral e

digno

Jafé Torres, Grão-Mestre do GODF

Ordem do Mérito Aeronáutico

XVII Baile do Maçom

Homenagem ao Presidente JK

A Evolução do Universo

Laélio Ladeira

Um Pardalzinho Curioso

Jafé Torres, Grão-Mestre do GODF

Notícias das Lojas

Homenagem aos Veneráveis

do GODF

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

SUMÁRIO

AO ZENYTE ANO II Edição Especial

31

32

34

35

36

Cidadã Honorária

Fraternidade Feminina

25 anos

Pioneiros de Brasília

Dislexia e dificuldade de

aprendizado não são bichos

papões

Luciana B.N. Batalha

O que se deve saber sobre o

Superior Tribunal Eleitoral

Maçônico?

Inimá José Valente

Movimentos “Nós Podemos”

Notíscias, entrevistas e informações

sobre o movimento

Expediente

GRANDE ORIENTE DO

DISTRITO FEDERAL

Federado ao Grande Oriente do Brasil

SQN 415 - Área para Templos

CEP: 70.878-000 - Brasília - DF

Tel.(61) 3340-1321 / 3340-2664

Fone/Fax: (61) 3340-1828

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COMPOSIÇÃO DO GODF

Jafé Torres

Grão-Mestre

Lucas Francisco Galdeano

Grão-Mestre Adjunto

GRANDES SECRETÁRIOS

Esmeraldino Henrique da Silva

Irani Barbosa Braga

Laélio Ladeira de Souza

Luiz Hamilton da Silva

Sylvio Santinoni

Wagner Lima

Reginaldo Pereira de Araújo

José Wedson Feitosa

Fernando Sergio de Britto e Silva

Humberto Pereira Abreu

Flávio Amaury Fusco

Mauro Magalhães

Cristiano Loder

Francisco de Assis Castro

EDITOR CHEFE

Gilberto Simonassi Corbacho

CONSELHO EDITORIAL

Félix Fischer

José de Jesus Filho

Lecio Resende da Silva

Lucas Francisco Galdeano

JORNALISTA RESPONSÁVEL

Johaben Camargo

DRT 4719/06 DF

DIAGRAMAÇÃO E EDITORAÇÃO

André Kainan

CAPA

Gabriel Torres

COLABORADORES

Lucas Galdeano

Laélio Ladeira

Walber Coutinho Pinheiro

REDAÇÃO

GODF - Grande Oriente do Distrito Federal

SQN 415 - Área Especial para templos

CEP: 70.878-000 Brasília-DF

Telefone: 3340-1828

Os colaboradores respondem pela opinião expressa nos artigos

assinados. Os artigos aqui publicados podem ser reproduzidos

parcial ou totalmente, sem consulta prévia, desde que indicados

o autor e a fonte.

IMPRESSÃO

Mundi Gráfica e Editoração Ltda

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TIRAGEM

10.000 Exemplares


Por um Brasil ético, moral e digno

Grão-Mestre do Grande Oriente do Distrito Federal faz discurso em apoio ao projeto “Novo Brasil”

Discurso na integra

Caríssimo Irmão Mozarildo Cavalcante,

presidente e mentor,

a uma década, dessa notável

homenagem ao Maçom no seu dia 20

de agosto. Caríssimo Irmão, amigo e líder

maior da minha potência, Soberano

Marcos José da Silva. Meu Caríssimo

Grã-Mestre do Grande Oriente de Santa

Catarina e vice-presidente da CONAB,

Rubens. Meu dileto amigo, conterrâneo,

do sofrido agreste de Pernambuco,

Cristóvão Buarque. Na pessoa da nossa

cunhada Carmem, saúdo aqui todas as

cunhadas presentes. Saúdo também todos

os Irmãos que aqui se encontram, e

todos os outros presentes. E uma saudação

muito especial ao taquígrafo dessa

casa. Sobretudo porque toda a minha família,

minha mulher, meus cunhados são

taquígrafos, e isso muito me orgulha. A

emoção invadiu meu coração nesse instante.

O homem fala com a palavra, e com

essa palavra, transmito nesse instante, a

todos os meus veneráveis do Distrito Federal,

que entenderam e aceitaram essa

convocação para cá está, nessa manhãtarde

memorável em prol do Maçom.

Ouvi atentamente todas as palavras sobre

a história da Ordem, uma retrospectiva

dizendo o passado. Mas hoje nasce

uma nova preocupação para esse grãomestrado

do Distrito Federal, bem como

para aqueles todos que represento nesse

estado brasileiro. Não sei a opinião do

meu soberano Grão-Mestre. Vi e ouvi

atentamente a palavra do Cristóvão. Nós

do Grande Oriente do Distrito Federal

acatamos esse desafio, Irmão Mozarildo.

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AO ZENYTE EDIÇÃO 8 3


Esse Brasil Novo está nascendo nesse

momento. Por uma bandeira desfraldada

por você, Cristóvão, e muito mais pelo

Grande Oriente do Distrito Federal, que

orgulhosamente represento. É daí que

nós vamos partir. Vamos mudar. Poucos

sabem que as diretas já nasceram no seio

da maçonaria de Cuiabá, no qual foi liderada

por Dante. As instituições continuam

e os homens passam. E nós homens

livres de bons costumes temos o dever

de deixar implantado nesse país a democracia

livre de fato e de direito. É dogma

da Ordem a Liberdade, a Igualdade e a

Fraternidade. Dessa maneira, penso que

o Soberano vai encampar essa ideia, bem

como com o vice-presidente da CONAB,

e os Irmãos das Sereníssimas Lojas.

Nós sinceramente temos uma responsabilidade,

hoje estamos fazendo história

para a história de amanhã. E a história do

amanhã, com certeza absoluta, Maçons

livres de bons costumes, será esse Brasil

Novo tão almejado e tão desejado. E para

dignificar muito mais, os nossos futuros

herdeiros, para que não digam que

fomos omissos nesse estado de coisas

que acontecem, a Maçonaria se encontra

alerta. E esse grito foi dado. Absolvido,

e daqui, com certeza, do dia 20 de

agosto de 2009, para a Maçonaria será

diferenciado. E futuramente, nesse plenário,

nossos netos dirão, meus Irmãos

Maçons, que nós não ficamos omissos

e participamos ativamente no destino

dessa nação.

Obrigado a todos. E me desculpem.

Eu sempre falo de coração.

Terminando as minhas palavras, meu

caríssimo Senador. O Grande Oriente

do Distrito Federal queria fazer uma

homenagem a você, Mozarildo. Essa homenagem

diz o seguinte: “O Grande Arquiteto

do Universo homenageia, bem

como nós homens livres e de bons costumes

homenageamos e agradecemos

a iniciativa do Senado Federal, na pessoa

do nosso Irmão Senador Mozarildo

Cavalcanti, pelo 10° ano consecutivo de

sessões ininterruptas em homenagem a

dia do Maçom. Brasília, 20 de Agosto de

2009. Jafé Torres, Grão-Mestre do Grande

Oriente do Distrito Federal”.

Pediria, nesse instante, ao meu Soberano

Grão-Mestre, Marcos José da Silva,

que fizesse a entrega desta placa ao digníssimo

Irmão.

E encerrando as minhas palavras, com

a glória do Grande Arquiteto do Universo,

faço agradecimentos ao Senado Federal,

nas pessoas de todos os senhores

senadores. Nossos sinceros agradecimentos,

quando da 10° sessão especial

em homenagem ao dia do maçom, que

com muito orgulho tivemos na sua presidência

o saudoso e eterno Irmão Rui

Barbosa, Águia de Haia. Brasília 20 de

agosto de 2009.

E pediria ao meu grande amigo Cristóvão

que entregasse essa placa ao Irmão

Mozarildo.

Obrigado a todos e um belo dia.

MILTON

4

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


ORDEM DO MÉRITO AERONÁUTICO

Criada a 1º de Novembro

de 1943,

por meio do Decreto-Lei

nº. 5.961, a “Ordem

do Mérito Aeronáutico”

é destinada a premiar

os militares da Aeronáutica

que tenham prestado notáveis

serviços ao País ou

tenham se distinguido no

exercício de sua profissão,

assim como, para reconhecer

serviços prestados à

Aeronáutica por personalidades

civis e militares e por

Organizações Militares e

instituições civis, brasileiras

ou estrangeiras.

É a mais elevada distinção

honorífica da Instituição.

Por isso, o dia 23 de

outubro – Dia do Aviador

– é considerado como data

oficial para a entrega de tão

significativa condecoração.

A data relembra o vôo do

14-Bis de Alberto Santos

Dumont, o Pai da Aviação.

Foi no dia 23 de outubro

de 1906, no Campo

de Bagatelle, em Paris, que

mais de mil pessoas e representantes

da imprensa

internacional assistiram

ao primeiro vôo de um

avião. Pela primeira vez,

um homem ergueu-se do

solo, com recursos de um

aparelho mais pesado que

o ar, realizando um vôo

planado.

Em meio a essas circunstâncias

significativas,

no dia 23 de outubro de

2009, as 10h00min, na

Base Aérea de Brasília o

Eminente Irmão Jafé Torres

e o Poderoso Irmão Lucas

Galdeano, Grão-Mestre

e Grão-Mestre Adjunto do

Grande Oriente do Distrito

Federal, respectivamente,

O Paraninfo na imposição das Medalhas, Major-Brigadeiro-do- Ar

Ailton dos Santos POHLMANN e o Grão-Mestre Distrital, Eminente

Irmão Jafé Torres, agraciado com a Medalha da Ordem do Mérito

Aeronáutico no Grau de Oficial

O Tenente-Brigadeiro-do-Ar João Manoel SANDIM de Rezende,

ladeado pelo Grão-Mestre Distrital, Jafé Torres e pelo Grão-Mestre

Distrital Adjunto, Lucas Galdeano

Jafé Torres, Grão-Mestre Distrital e Lucas Galdeano, Grão-Mestre

Distrital Adjunto no Pátio da Base Aérea de Brasília

foram admitidos na Ordem do Mérito Aeronáutico,

no grau de Oficial, pelo Decreto de 29 de setembro de

2009 do Presidente da República Luiz Inácio Lula da

Silva, Grão-Mestre da Ordem do Mérito Aeronáutico,

de acordo com o disposto no art. 84, inciso XXI, da

Constituição, pelos assinalados serviços prestados à

Aeronáutica e terem contribuído para a consolidação

O Paraninfo na imposição das Medalhas, Major-Brigadeiro-do- Ar

Ailton dos Santos POHLMANN e o Grão-Mestre Distrital Adjunto,

Irmão Lucas Galdeano, agraciado com a Medalha da Ordem do

Mérito Aeronáutico no Grau de Oficial

Os Agraciados, da esquerda para direita: o Eminente Irmão Jafé

Torres, o Monsenhor Marcony Ferreira, Vigário Geral da Arquidiocese

de Brasília e o Poderoso Irmão Lucas Galdeano, Grão-Mestre

Distrital Adjunto

Da esquerda para direta: Irmão Lucas Galdeano, Grão-Mestre Distrital

Adjunto; Irmão Orlando Galdiano Júnior., Ten. Cel. Aviador e

esposa Srª. Marlene; Srª. Maria Cândida; Irmão Jafé Torres, Grão-

Mestre Distrital e o Desembargador Miguel Ângelo de Alvarenga

Lopes acompanhado de sua família

dos laços de amizade entre a Força Aérea Brasileira

e a Maçonaria.

Vale a pena ressaltar que os agraciados são admitidos

por uma Comissão permanente da Aeronáutica

por indicação de um Oficial Brigadeiro

ou pelo Presidente da República.

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 5


XVII BAILE DO

MAÇ OM

Homenagem ao

presidente Juscelino kubtischek

2000 mil pessoas prestigiaram

a magnífica festa

Autoridades e Cunhadas no momento de homenagem ao Presidente

Juscelino Kubtischek

Dupla de violeiros fazendo serenata

Salão completamente ocupado

Salão repleto de Irmãos e Cunhadas dançando

6

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Mesa com ornamentos do baile

Grão-Mestre, Jafé Torres, Ministro do Superior Tribunal de Justiça Maçônico,

Eugênio Lisboa, Grão-Mestre Adjunto, Lucas Galdeano

Irmãos, Cunhadas e convidados ouvindo atentamente o discurso do Sen. Paulo

Otávio

Ir.˙.Leornado Henrique, Ir.˙. Renato Godói, Grão-Mestre Adjunto Lucas Galdeano,

Cunhada Sandra, Elton Gontijo, subprocurador do GODF, e namorada

Trio dos metais tocando

Irmãos e cunhadas aguardando homenagens ao Presidente Juscelino

Kubtischek

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AO ZENYTE EDIÇÃO 8 7


Placa in memorian ao Presidente JK, entregue a família do homenageado por

intermédio do Vice-Governador Paulo Octávio

Grão-Mestre do Distrito Federal, Jafé Torres, Cunhada e Izalcir Lucas

Irmãos e Cunhadas dançando no momento da seresta

Grão-Mestre, Jafé Torres, Cunhada e Venerável Vagner Fernandes

Ielson, Alexandre e André

Ir.˙. Ryan dançando com a Cunhada

8

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Vice-Governador Paulo Octávio, representando sua esposa, Anna Christina Kubitschek,

recebe o diploma Anita Garibaldi

Da direita para a esquerda o Irmão José Pinto e cunhada

Da direita para esquerda o Ir.˙. Brademir e Cunhada

Vice-Governador Paulo Octávio recebendo placa do Eminente Jafé Torres

Mesa cheia com Irmãos, Cunhadas e convidados

Ir.˙. Carlos Bontempo e Cunhada

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AO ZENYTE EDIÇÃO 8 9


11° Aniversário da A.˙.R.˙.L.˙.S.˙.

Mensageiros da Arte Real

No dia 1° de setembro, fazendo o entrelaçamento da Maçonaria

de Goiás e do Distrito Federal se fez presente o Eminente

Ir.˙. Jafé Torres e comitiva de 98 Irmãos do Grande Oriente

do Distrito Federal.

A A .˙. R .˙. L .˙. S .˙. Mensageiros da Arte Real de Águas Lindas (GO) é

jurisdicionada ao GOB/GO, foi fundada em 18 de agosto de 1998 por

Irmãos do Oriente de Taguatinga e adjacências, fortalecendo a Ordem

Maçônica na comunidade de Águas Lindas.

A A .˙. R .˙. L .˙. S .˙. Mensageiros da Arte Real de Águas Lindas (GO)

recebeu da prefeitura um terreno de 3000 m2 onde com a abnegação

de valorosos Irmãos construiu um belíssimo Templo, já devidamente

Sagrado, dando orgulho aos homens livres de bons costumes.

Da esquerda para direita: Ir.. Eustáquio, Ir.. Euripedes Barbosa, Grão-Mestre do

GOB-GO, Ir..Sabino, Venerável Mestre, Ir..Aucides Siqueira, Deputado Federal;

Ir.. Nilson Piriquito, Venerável

Visão geral do Templo da Mensageiros da Arte Real

Eminente Grão-Mestre Distrital Jafé Torres recebendo do Ir.. Gibrail Magalhães

homenagem da Loja Mensageiros da Arte Real

Eminente Irmão

JAFÉ TORRES

Ao parabenizá-lo por seus 40 anos de caminhar Maçônico, reconhecemos o

seu valoroso esforço em semear princípios que contribuem para construção de

um mundo mais justo e fraterno e seu incansável trabalho pelo fortalecimento da

nossa Ordem.

Parabéns pelos seus 40 anos dedicados à Maçonaria

A .˙. R .˙. L .˙. S .˙. Areópago de Brasília n°3001

10

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Evolução do Universo

T oria do

E=MC²

Big Bang

IDEIAS PRIMEIRAS

Desde a antiguidade, a humanidade observa

com admiração o céu e imagina de

que maneira o universo se tornou o que é hoje.

O assunto tem sido tema de debates filosóficos,

religiosos e científicos. O que aconteceu

no momento da criação? Será que o Universo

teve começo? Para estas questões o homem

sempre procurou uma resposta, seja em forma

de mito ou científica.

Não obstante, ciência e religião abordem a

questão da origem do Universo com enfoques

diferentes, elas têm algo em comum: as duas representam

o valor para compreender a existência

do universo. Os mitos são basicamente religiosos,

um procedimento da atração com que

as mais variadas culturas encaram o mistério da

criação. Nos mitos da criação e da cosmologia

moderna, a nossa compreensão da natureza

e do universo como um todo, se desenvolveu

de mãos dadas com a evolução da física, desde

suas origens com os filósofos pré-socráticos

da Grécia antiga, até a introdução da mecânica

quântica e da teoria da relatividade durante as

três primeiras décadas do século XX.

O universo de Aristóteles (384-322 a.C.), e

Cláudio Ptolomeu (100-178 d.C.) colocava a

Terra no centro do universo, sistema geocêntrico.

Foi adotado pela igreja durante toda a Idade

Média durante 14 séculos até a Renascença,

quando foi modificada pela teoria de Nicolau

Copérnico (1473-1543). Astrônomo e tímido

cônego polonês, que revolucionou a ciência

e a filosofia da época ao afirmar que a Terra

não era o centro do universo, mas se movia ao

redor do Sol. O astrônomo italiano, Galileu

Galilei (1564-1642), foi o primeiro a apontar

um telescópio para as estrelas. Constatou que o

planeta Júpiter possuía satélites que giravam ao

seu redor. A ideia heliocêntrica começava a ser

consistente. A marcha foi lenta e sinuosa. Muitos

filósofos da antiguidade participaram da

pesquisa dessa ideia. A religião teve um papel

crítico no processo criativo de vários cientistas.

Por Laélio Ladeira

Finalmente, o matemático e astrônomo alemão

Johannes Kepler (1571-1630), colocou novos

dados nos problemas existentes. Baseado

em dados recolhidos durante 35 anos pelo

astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546-

1601), mostrou que a Terra e os planetas giram

em torno do Sol em órbitas elípticas. Todavia,

a grande descoberta científica foi feita

pelo físico inglês Isaac Newton (1643-1727).

Em seu trabalho sobre as leis da mecânica e

da Teoria da Gravitação Universal, dois corpos

se atraem mutuamente devido ao fato de

possuírem massas.

Atualmente, a teoria do cientista russo naturalizado

norte-americano, George Antonovich

Gamow (1904-1968) (ex-aluno de Friedmann)

é a mais aceita na comunidade científica

sobre a origem do Universo. O artigo defende a

ideia da expansão inicial do Universo. Foi publicada

em 1948, em colaboração com seu aluno,

o físico norte-americano Ralph Asher Alpher.

A teoria apoia sua tese na equação de Einstein

e nas Leis da Termodinâmica. No modelo cosmológico

de Gamow, o Universo nasceu entre

13 e 20 bilhões de anos atrás, a partir de uma

centralização de matéria e energia extremamente

densa e quente. Segundo especialistas,

a expansão ocorreu, possivelmente tão rápida

quanto à velocidade da luz. A expressão “Big

Bang” , como sendo uma explosão, não condiz.

É equivocada. A palavra foi cunhada, pejorativamente,

pelo astrofísico inglês, Sir Fred Hoyle

(1915-2001), na década de 1950. A teoria

da expansão é uma tentativa de explicar como

o universo se desenvolveu. A propósito, o artigo

apresentado por Gamow, também ficou

famoso pelo seu senso de humor, uma vez que

persuadiu o físico germano-norte-americano

Hans Albrecht Bethe (1906-2005), Prémio

Nobel de Física em 1967, para também assinálo,

com o objetivo de formar as três primeiras

letras do alfabeto grego, alfa (α) (Alpher), beta

(β) (Bethe) e gama (γ) (Gamow), que combinavam

bem com o propósito do artigo que

era o de descrever o início do Universo! Desta

forma ficou conhecido como modelo cosmológico

(α β γ).

A concepção de BURACO NEGRO é o

inverso do universo em expansão, onde toda a

massa da estrela se contrai no centro. No caso

do universo, as observações, as interpretações

e as equações sugerem que toda matéria está

se expandindo. Assim, quanto maior a massa

de um corpo maior será sua atração gravitacional.

Lei de Newton. (As hipóteses são: expansão

para sempre; expandir até certo limite;

ficar estacionário; ou finalmente, o universo

poderia se contrair).

Alguns cientistas acreditam que a busca

do conhecimento científico possui elementos

essencialmente místicos, uma espécie de

conexão com uma fonte de inteligência superior.

Talvez isso venha a chocar muita gente,

incluindo cientistas. Se voltarmos no tempo,

observaremos que alguns dos cientistas responsáveis

pelo desenvolvimento de nossa visão

do Universo eram religiosos. O misticismo,

se interpretado como a incorporação da nossa

fascinante atração pelo desconhecido, tem um

papel fundamental no processo criativo de vários

cientistas, tanto do passado como hoje.

Os mitos da criação surgiram há alguns

milênios. A natureza venerada e idolatrada era

a única responsável pelos atos de sobrevivência

de nossa espécie, que sobrevivia da caça e da

agricultura rudimentar. A divinização da Natureza

dependia da localidade. As catástrofes

naturais eram atribuídas a deificação da Natureza.

Em certas civilizações, diferentes deuses

controlavam as diferentes manifestações naturais,

enquanto em outras, a própria natureza

era divina, a “Deusa-Mãe”. Cerimoniais e oferendas

buscavam conquistar a simpatia divina,

garantindo assim a sobrevivência da comunidade.

Desse modo, tinha uma função social,

impondo valores morais e éticos para a unidade

do grupo.

A morte tem interpretações diferentes, que

depende da religião. Em certas religiões, a morte

é uma passagem para uma nova vida, uma

ponte ligando uma existência à outra, em um

ciclo que se repete eternamente. Em outras religiões,

a morte representa uma subida aos céus,

a promessa de uma merecida existência eterna

no Paraíso, após as vicissitudes e dificuldades

da vida. Em quase todas as culturas, a busca

pela compreensão da morte através da religião

atende a necessidade que temos de lidar com o

que é aleatório e incompreensível.

Uma circunstância em que a religião tem

um papel importante é na da origem do Universo.

Essa é a pergunta principal que fazemos

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 11


eferente a nossa existência. Enfim, a espécie

humana se encontra no planeta Terra porque

o Cosmo oferece condições para que a vida

possa evoluir, a ponto de perguntarmos sobre

nossa origem. Consequentemente, não é surpresa

que a cosmologia exerça tanto deslumbramento.

A ciência tem obrigação de oferecer

resposta universal, independente de ponto de

vista religioso ou moral.

Não é fácil compreender qual a origem de

tudo. Se assumirmos que algo criou tudo, caímos

em uma regressão infinita; quem criou

o algo que criou tudo? Como podemos entender

o que existia antes de tudo existir? Se

dissermos que nada existia antes de tudo, estamos

assumindo a existência de nada, o que

assume a existência de um tudo que lhe é contrário.

Quando tentamos entender o Universo

como um todo, somos limitados pela nossa

perspectiva interna.

Antes de iniciar com as equações da física,

faço uma analogia entre ciência e música.

Para apreciar a beleza de uma sinfonia, não é

necessário conhecer uma partitura. Em física,

também, não é necessário saber resolver uma

equação para apreciar a sua harmonia.

Em 1915 Albert Einstein (1879-1955) formulou

a TEORIA DA RELATIVIDADE GE-

RAL (TRG) representada pela equação:

Rμν = gμν - ½ gμν R = Gμν = K Tμν

gμν

Rμν

Gμν

Tμν

R = gμν Rμν;

K = 8π G/c4

g

C

μν = 1,2,3,

A equação de Einstein acima, nos informa

que, quando um corpo cai na Terra não é

atraído pela força gravitacional Newtoniana de

nosso planeta prontamente, mas se desloca na

curvatura do espaço-tempo gerada pela presença

da massa da Terra, ele se move na geodésica

da Geometria Riemanniana (gμν) levada pela

massa terrestre. [Riemann, Bernhard (1826-

1866). Matemático alemão influenciou a análise

geométrica com antecedência de 50 anos e

as soluções dos espaços geométricos concebidos

por Einstein para a teoria da relatividade].

RELAÇÃO ESPAÇO-TEMPO - Para localizar

a posição de um corpo no espaço são

necessárias três coordenadas. Para localizar

um evento, que ocorre durante um intervalo

de tempo determinado, exige-se a noção adicional

de tempo. Desta forma, combinando o

primeiro sistema, tridimensional, com a medida

de tempo, chega-se à noção de espaçotempo,

tetradimensional.

A AVALIAÇÃO DE ESPAÇO-TEMPO

que relaciona dois grupos tratados de forma

autônoma pela física tradicional foi postulado

por Einstein na teoria especial da relatividade,

de 1905, e na teoria geral da relatividade, de

1915. O senso comum nunca admitiu conexão

entre espaço e tempo. A inexistência da inércia

absoluta significa que não se pode afirmar que

dois eventos ocorridos no mesmo lugar, mas

em instantes diferentes, ocorreram realmente

no mesmo lugar do espaço.

Destarte, a expansão é um enfoque peculiar

do universo. Teorias podem ser contraditórias;

aprovadas ou não. Quando aprovadas

experimentalmente serão sustentáveis e consistentes.

Devemos ter em mente, por ora,

que mitos da criação e modelos cosmológicos

têm algo de fundamental em comum: ambos

representam nossos esforços para compreender

a existência do Universo.

Na TEORIA RESTRITA

DA RELATIVIDADE, as

hipóteses de Einstein se

completam com a equação

da equivalência entre massa

Tensor métrico Riemanniano;

Tensor geométrico de Ricci;

Tensor de Einstein;

Tensor energia-matéria;

(Substitui na equação acima)

Constante de gravitação de Einstein;

Constante de gravitação de Newton-Cavendish;

Velocidade da luz no vácuo, e

e energia como uma das manifestações paralelas

do mesmo fenômeno. A lei da conversão

entre matéria e energia, expressa pela equação

matemática (E = mc2), foi constatada, experimental,

mediante as reações nucleares.

Em 1917, Einstein encontrou uma solução

para a sua equação, diferente da solução

encontrada por Karl Schwarzschild (1873-

1916). Astrofísico alemão que resolveu a

TRG de Einstein para explicar o avanço do

periélio de Mercúrio. (ponto de menor afastamento

do planeta do sistema solar no seu

movimento de translação em torno do Sol).

(afélio ≠ periélio).

Hoje, comprovado, o Universo está em

expansão, pela Lei de Hubble, Edwin Powell

Hubble (1889-1953). Astrônomo americano.

Fundador da astronomia extragaláctica,

pioneiro das modernas hipóteses sobre a

configuração e expansão do Universo. Assim,

quanto mais longe uma galáxia está da Terra,

mais rápido ela está se afastando. Então, para

contornar essa dificuldade, ele formulou a hipótese

de que as forças entre as galáxias eram

independentes de suas massas e que variavam

na razão direta da distância entre elas, isto é,

havia uma “repulsão cósmica”, além, é claro, da

“atração gravitacional Newtoniana”. Matematicamente,

essa hipótese significava acrescentar

um termo ao primeiro membro de sua equação

– o famoso termo cosmológico ou termo

de repulsão cósmica (Λ gμν). Assim, Einstein

na sua nova hipótese apoia que o Universo é

estático e finito, sendo de curvatura Riemanniana

positiva ou esférica. Esse modelo cosmológico

ficou conhecido como o Universo

Cilíndrico de Einstein, cujo espaço é curvo,

porém o tempo é retilíneo. Atualmente, esse

termo cosmológico tem um outro significado

físico (ρvac gμν), sendo ρvac a densidade de

energia do vácuo quântico. Substituindo no

segundo membro da equação TRG temos:

Gμν = K Tμν=(8 π G/c4 ) (Tμν+ρvac gμν)

Equação que esclarece a aceleração da expansão

do Universo, observada em 1998, nas

supernovas do tipo Ia, denotando explosões

termonucleares de estrelas anãs brancas com

1,4 vez a massa do Sol.

PRÓXIMO NÚMERO: Tipos de geometria

do Universo. Energia escura.

BIBLIOGRAFIA

1- Cosmos - Carl Sagan.

2- A Revolução Copernicana-Galileana -

Fátima Regina Rodrigues.

3- O Homem e o Universo - Arthur

Koestler.

4- Universo - Roberto de Andrade Martins.

5- Crônicas da Física - José Filardo Bassalo.

6- A Dança do Universo - Marcelo Gleiser.

7- Kepler: A Descoberta das Leis do Movimento

Planetário - Ronaldo Rogério de

Freitas Mourão.

8- Os Gênios da Ciência, Rogério de Freitas

Mourão William Hawking.

12

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


UM PARDALZINH

CURIOSO

A história sobre um passarinho que bicava

a janela freneticamente

por Innocêncio Viégas

São oito e quinze da manhã de

um dia quente, abafado, claro

e muito seco, aqui nas montanhas

do velho Duca.

Estou sentado, lendo – sempre,

como diz a Bel – enquanto aguardo

o telefonema de um amigo. À minha

esquerda, a janela que dá para o canil,

aberta a folha externa deixando

passar a claridade pela vidraça da folha

interna.

Lá, no canil, um pé de amora

carregadinho serve a sombra para a

cadela Panda e o lanche para os pequenos

pássaros meus amiguinhos.

Embevecido pela leitura – A sombra

do vento – escuto bater repetidas

vezes no vidro da janela e logo vejo

uma pequenina cabeça de um pardal

ainda criança, bicando o vidro da janela,

freneticamente.

O pardal parecia não entender

que ele estava no mundo do lado de

lá e eu, no mundo do lado de cá. Que

podíamos olhar um para o outro, e

algo transparente nos separava.

Parei a leitura definitivamente e

passei a observar o pardal e a “matutar”

sobre as coisas que nos acontecem.

Logo o pardalzinho desapareceu

num vôo rasante.

O mundo, a providência divina, o

acaso e outros tantos acontecimentos

nos separam uns dos outros no

ambiente em que vivemos, mesmo

que não haja uma parede de vidro

entre nós.

É a posição social, a condição intelectual,

a profissão, a beleza, a feiura,

a riqueza, a pobreza, a esperteza, a

demência, a força, a fraqueza, e tudo

o que nos faz diferente do nosso dito

semelhante.

O pardalzinho voltou! Será que

ele está com fome? Com sede? Ou

é um menino inquieto e curioso que

quer saber o que estou fazendo? O

pardal sumiu! Aproveitei a sua ausência

e coloquei no batente da janela

uma tampinha de plástico com

água. Pardal gosta de água para o seu

banho espalhafatoso. O pardal voltou!

Está bicando novamente o vidro

e não ligou para a água, então deduzi

que ele não estava com sede.

Farelo de pão! Pardal gosta muito

de migalhas de pão. O pardal fugiu!

Aproveitei a escapada dele e espalhei

pedacinhos de pão, ficando à espreita

para ver o que aconteceria. Claro

que ele voltou e nem bicou a janela

e logo um dos seus irmãos também

se banqueteava com o farelo de pão,

e cada um pegou um bom pedaço e

ambos desapareceram do outro lado

da vidraça.

Saí voando com eles para ouvir

o que contariam aos seus irmãos e

amigos. Enquanto dividiam o pão

com um velho pardal, talvez doente

ou sem forças para voar, falavam que

a comidinha fora dada por um velhão

que passa o dia lendo, escrevendo e

dando comidinhas aos passarinhos.

Um vovô bonachão!

Eles não me viam pois passarinhos

não acreditam que pensamentos

voem. Se eles acreditassem,

estariam aqui, de volta, para saber

o que o velhão estaria escrevendo

aos seus queridos amigos que não se

transportam para além da realidade.

Que não servem migalhas de pão aos

passarinhos e que dificilmente leem

livros.

Era uma vez um pardalzinho

curioso batendo o bico freneticamente

contra a vidraça da minha janela.

Voou!

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 13


14

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Novacap entrega Medalha do

Mérito Alvorada

Em comemoração ao 53° aniversário da

Companhia Urbanizadora da Nova Capital

do Brasil (Novacap), nesta quintafeira

(17), o governador José Roberto Arruda

entregou a medalha Mérito Alvorada a 170

personalidades da cidade, entre elas o Eminente

Irmão Jafé Torres, Grão-Mestre do Grande

Oriente do Distrito Federal, e o Poderoso Irmão

Lucas Galdeano, Grão-Mestre Adjunto.

Para Arruda, os pioneiros que construíram a

capital merecem todas as homenagens. “Ao

completar 50 anos, Brasília aprende a criar suas

raízes próprias e a dar valor a seus pioneiros. O

objetivo da medalha é reverenciar a história”,

afirmou Arruda.

Tal honraria foi outorgada pelo Governo do

Distrito Federal aos nossos representantes do

Grande Oriente do Distrito Federal, pelos assinalados

serviços prestados pelos referidos

Irmãos, ao Distrito Federal, e por ambos terem

contribuído para a consolidação dos laços de

amizade entre o Governo do Distrito Federal

e a Maçonaria.

A condecoração Mérito da Alvorada foi criada

em 1970 para comemorar a fundação da Novacap.

O objetivo é homenagear personalidades

civis ou militares que tenham contribuído

para o progresso do Distrito Federal, por meio

de atividades artísticas, assistenciais científicas,

comerciais, culturais, esportivas, industriais, de

administração pública, de divulgação, de ensino,

de saúde ou de segurança.

Governador José Roberto Arruda

recebe Grão-Mestre Jafé Torres e

69 Veneráveis das Lojas do DF

Loja Brasília comemora

36 anos com Sessão Magna

Pública

A

Sessão Magna Pública realizada

pela Loja Brasília no último

dia 29 de junho, com a presença

do Soberano Irmão Marcos José da Silva,

Grão-Mestre do Grande Oriente do

Brasil, em comemoração aos 36 anos de

Fundação da Loja, foi coroada de sucesso,

graças à participação de cada um dos

membros, seus familiares e amigos, que,

numa demonstração de União, protagonizaram

uma das mais belas Sessões Públicas

de sua história, com 110 pessoas

presentes.

O Eminente Irmão João Guimarães,

membro ativo da Loja Brasília, proferiu

palestra com o tema A Família Maçônica,

sendo acaloradamente aplaudido ao

final.

Na manhã de segunda-feira,

31/08/2009, reuniram-se com

o Governador José Roberto

Arruda, os Veneráveis das Lojas Jurisdicionadas

ao Grande Oriente do Distrito

Federal e das Grandes Lojas.

O Eminente Irmão Jafé Torres, acompanhado

do Poderoso Irmão Lucas Galdeano

e de vários Secretários do GODF,

falou em nome dos presentes, manifestando

a satisfação pelo excelente trabalho

desenvolvido pelo atual Governo, e

renovando o apoio de toda a Maçonaria

do Distrito Federal aos projetos de

Governo de nosso Irmão. O Governador

renovou seu carinho e apreço pela

Ordem Maçônica, relatando aos Irmãos

o andamento das obras e as melhorias

alcançadas com as reformas nos

diversos setores governamentais, como

a Educação, e ressaltou o choque de

gestão aplicado desde o primeiro ano

de seu governo, aliado ao ajuste fiscal e

das contas públicas.

Mostrando-se satisfeito com os resultados

obtidos até aqui, afirmou o Governador

que ter um membro à frente do

Governo do Distrito Federal, “é uma

das maiores conquistas da Maçonaria na

área política dos últimos tempos, sustentando

os ideais que regem a nossa

Ordem”, resumiu o Governador.

O Venerável Mestre Vagner Fernandes,

em nome da Loja, fez a entrega ao Grão-

Mestre Geral de Certificado de Reconhecimento

pelos relevantes serviços

prestados à Ordem e, em particular, por

sua presença nesta Magna Data para a

Loja Brasília.

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AO ZENYTE EDIÇÃO 8 15


Homenagem

aos Veneráveis

de 2007 à 2009

Valdeci Nunes do Rego

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. G. Rodrigues dos Santos 2032

Olivério Fernandes B. Filho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Univ.-V e Evolução 3492

João de Carvalho Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Honra e Tradição 3873

Eduardo de Cássio F. Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Vicente Gomes Machado 2157

16

José Pinto Rocha

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Abrigo da Virtude 1701

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

José Celso Cardoso

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Três Poderes 2308

Silas Malvão Ribas

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Real Segredo 2090


José Paulo da Cunha Victório

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. De São João Luz 3636

José Cezar Nonato

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Humildade e União 2273

Silas Malvão Ribas

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Real Segredo 2090

José Soares Pires

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Anthony Sayer 2496

Ryan de Chantal Z. e Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Brigadeiro Proença 1784

Jairo Soares Santana

Cav. Temp. do Planalto 3889

Oswaldo F. de O. Canto Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Estudo e Trabalho 2330

José Raimundo Packness

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Renascença 3792

Lázaro Inácio Ferreira

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. União Planaltinense 3854

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 17


José Paulo da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Obreiros do Vale 3317

Jones Mendes de Vasconcelos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Dirceu Torres 1936

Odair Rizza de Vasconcelos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Universal VI 2031

José Abdias de Aguiar Miranda

Fraternidade Lago Oeste 3243

José Marlinoelio de A. Pontes

Acácia da Montanha 3249

Orismundo M. de Araújo

Aurora de Brasília 1634

18

Mauro Magalães Aguiar

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pioneiros de Brasília 2288

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

Jurandy Mourão da Cunha

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Virtude e Razão 2951

Renes Mauro de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. José Castellani 3883


Milton Antonio Paduan

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Filhos de Salomão 2311

Ruy Hallack D. de Almeida

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Ministro Hélio Beltrão 3912

Renato Godoi de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fidelidade e Razão 3544

Otávio Nóbrega Henriques

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Acácia Brasiliense 3791

Alexandre Nogueira Martins

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Libertadores das Américas 3380

Manoel Assis Brandão Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Joferlino Miranda Pontes 3325

Fernando Ant° P. Gomide

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Luz do Oriente 2905

Reginaldo G. de Albuquerque

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Antônio Francisco Lisboa 3793

Milton Bailão da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Cav. da Fraternidade 2315

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 19


Adelino Blanco de Miguel

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade de Samambaia 3230

Marco Antonio de souza silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Acácia do Planalto 1635

Werther Maurício C. da Costa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Obreiros da Arte Real 2137

Marcos A. Pereira Noronha

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Universidade O. Luz e Amor 3848

Mário Destro Filho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. G.M. Geral O. Teixeira 3581

Orlandino Alves de Araújo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. União e Silêncio 1582

20

Jorge Almeida do Nascimento

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pioneiros do Progresso 2352

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

Arthur F. Vieira Monteiro

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Luz do Planalto Central 3784

Vandeir Melchior Alves

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Vigário Bartolomeu 2312


José Alves dos Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. João Rosário Dória 2533

José Domingos Moreira Filho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Brasília 1882

Milton Vieira Alves Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Lázaro Luis Zamenhof 3600

Marcelo Mendes de Maio

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. G.M. José de M. e Silva 3849

Theodomiro Caminha Lustosa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Lírios do Campo 2532

Hamilton V. Pires de Almeida

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Atalaia de Brasília 1574

Marcílio Pereira de Oliveira

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Acácia dos 33 2341

Sinval da Costa Marques

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pitágoras1982

Anuar José Elias Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Guatimozim 2107

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 21


Jânio Fábio M. Lessa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Areópago de Brasília 3001

Eurípedes Victório Affonso

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Thomas Kemphis 2193

Francisco Antonio da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Raimundo Rodrigues 2028

Renato Bocayuva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Sete de Setembro 1752

Fernando Sérgio de Brito e Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Brasiliense 2300

Paulo Cesar Thimótheo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Presidente J. Kubtscheck 3530

22

Kléber de Oliveira Vieira

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade e Justiça 1576

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

Vicente Estáquio Pimenta

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Inconfidentes 3459

Pedro Roberto Cantele

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Estrela de Brasília


AO ZENYTE EDIÇÃO 8 23


Homenagem

aos Veneráveis atuais

2009 - 2011

Paulo Ferreira dos Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pioneiros de Brasília 2288

Luiz Alberto Chaves

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Universitário V. e Evolução 3492

Flávio Stuart Wernik

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Ministro Hélio Beltrão 3912

Miguel Machado Primo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Águia do Planalto 1767

Leôncio Coelho dos Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Thomas Kenphis 2193

José Luiz de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Real Segredo 2090

24

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Carlos Alberto Gomes

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Vicente Gomes 2157

Raimundo Andrade Galiza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Obreiros do Planalto 2323

Ildo Ferreira da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pitágoras 1982

Mauro Xavier Martins Fontes

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Dirceu Torres 1936

José Alvaro Landim

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Samambaia 3230

Luis Baltazar Goulart Garay

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. João Rosário Dória 2533

José Fernando de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Luz e Fraternidade 1636

Marcos Antônio de Araújo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Estudo e Trabalho 2330

Edilson Almeida da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Três Poderes 2308

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 25


Jayme Rodrigo S. Neto

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Honra e Tradição 3873

Vagner Fernandes

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Brasília 1882

Sebastião M. Lopes de Andrade

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Sete de Setembro 1752

Ervino Kloth

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Cavaleiros da Fraternidade 2315

Valtir de Sousa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Miguel Archanjo Tolosa 2131

Gilson Carlos Gomes da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Raimundo Rodrigues 2028

Luiz Carlos Bezerra da Motta

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fênix de Brasília 1959

Paulo César Terra

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Humildade e União 2273

Reginaldo G. de Albuquerque

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Antônio Francisco Lisboa 3793

26

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Fernando José de Queiroz

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Lago Oeste 3243

Carlos Jorge M. de Mello Mattos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. De São João Luz 3636

Edno Luis Talamonte

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Gonçalves Ledo 1785

José Jorge dos Santos

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Filhos de Salomão 2311

Julio Cesar Ribas Costa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Duque de Caxias 1776

Geraldo Aurélio Cipriano Resende

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Lírios do Campo 2532

Bismarck Lopes de Paula

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Abrigo da Virtude 1701

José Firmo Ferreira Pires

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Anthony Sayer 2496

Gilson Silva Alexandre

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Universal VI 2031

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 27


Olivério Fernandes B. Filho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Pioneiros do Progresso 2352

Omar Cristino da Silva

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Inconfidentes 3459

Edson Fernandes

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Luz do Planalto Central 3784

Joneides Fernandes da Silveira

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Acácia dos 33 2341

Atílio Gregório Santana

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Estrela de Brasília

Marcos A. Pereira Noronha

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Universidade O. Luz e Amor 3848

José Carlile Machado de Camargo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Obreiros do Vale

Hamilton Lacerda Alves

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Equidade e Justiça 2336

Asdrúbal de Carvalho Jacobina

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Aurora de Brasília 1634

28

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Alexandre dos Santos da Costa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. G.M. José de M. Silva 3849

Astrogildo Almeida de Melo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Lib. das Américas 3380

Gilberto Simonassi Corbacho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Areópago de Brasília

Hamilton V. Pires de Almeida

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Atalaia de Brasília 1574

Jairo Soares Santana

Cav. Temp. do Planalto 3889

Renato Godoi de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fidelidade e Razão 3544

Mário Destro Filho

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. G.M. Geral O. Teixeira 3581

Manoel Assis Brandão Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Joferlino Miranda Pontes 3325

Renes Mauro de Souza

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. José Castellani 3883

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 29


Milton Vieira Alves Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Lázaro Luis Zamenhof 3600

José Raimundo Packness

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Renascença 3792

Orlandino Alves de Araújo

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. União e Silêncio 1582

Jurandy Mourão da Cunha

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Virtude e Razão 2951

José Marlinoelio de A. Pontes

Acácia da Montanha 3249

Werther Maurício C. da Costa

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Obreiros da Arte Real 2137

30

Cleucyo Meira Tavares

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Vigário Bartolomeu 2312

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

Aldery Silveira Junior

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. Fraternidade Brasiliense 2300

Obs.: A próxima edição virá com as fotos dos Veneráveis

que não constam nesta.


Cidadã Honorária

FRATERNIDADE FEMININA

FRATERNIDADE

“Segundo Chico Xavier, o exemplo é uma força que repercute

de maneira imediata, longe ou perto de nós. Não

podemos nos responsabilizar com o que os outros fazem

de suas vidas. Cada qual é livre para fazer o que bem entende,

mas não podemos negar que atitudes influenciam

atitudes, quer para o bem, quer para o mal. Fico feliz por

fazer parte de seu exemplo de cidadania”

Após anos de trabalho em prol de um Brasil mais fraterno e

solidário, a presidente da Fraternidade Feminina Cruzeiro do

Sul, Maria do Carmo, recebeu no dia 18 de setembro, o título

de “Cidadã Honorária”.

A sessão que teve início às 19h, contou com a presença

do Grão-Mestre do Grande Oriente do Distrito Federal, Jafé

Torres, do representante do Rotary Club Internacional, Flávio

Mendlovitz, dos Deputados Geraldo Naves e Eliana Pedrosa,

de presidentes de entidades envolvidas na inclusão social pelo

esporte e dos 50 jovens de São Sebastião que foram selecionados

para estudar no colégio Marista.

Cunhadas fazendo bordados

A presidente da Fraternidade feminina Cruzeiro do Sul, Maria

do Carmo, em uma noite de verdadeira fraternidade e solidariedade,

visitou a loja maçônica Águia do Planalto para ensinar

as cunhadas a fazer lindos bordados. Todas as cunhadas

que irão participar do encontro nacional da fraternidade feminina,

no mês de novembro, em Brasília ganharão um desses

bordados.

Da direita para a esquerda: o Grão-Mestre do Distrito Federal, Jafé Torres,

o Deputado Geraldo Naves, a Presidente da Fraternidade Fenina do

Cruzeiro do Sul, Maria do Carmo, a Secretária de Ação Social, Eliana

Pedrosa, Flávio Mendlovitz

Emocionada por ter ganhado o título, Maria do Carmo afirmou:

“Para mim a importância desse título não foi à questão

de reconhecimento pessoal, mas sim de que o voluntariado é

importante, ou seja, de que esse trabalho faz diferença na vida

daquelas pessoas que precisam.” E adicionou dizendo: “Não é

questão de ser bondoso ou caridoso, não é nada disso. Eu acho

que nós temos o dever de ajudar as pessoas que estão ao nosso

redor. A Eliana Pedrosa me conheceu fazendo projetos sociais

no Hospital de Base. Lá eu fiz várias reformas, como: colocar

bancos novos no estabelecimento, mudar todo o aspecto do

Ambulatório, fazer uma reforma na Odontologia, etc”.

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 31


Pioneiros de Brasília

Visão Geral da Entrada

Visão Geral da Entrada

Irmãos entrando com a bandeira

Visão Geral do Templo

Grão-Mestre Distrital, Jafé Torres, e Ven. Paulo da

Pioneiros de Brasília

Autoridades e Veneráveis presentes

Ir.. Robison, Grão-Mestre Distrital Jafé, Ven. Paulo, P. da

Câm. Legislativa, Tavares e G.-Mestre Adjunto Lucas

Ir.. Robison, Grão-Mestre geral Marcos Ven. Paulo, Grão-

Mestre Distrital Jafé e P. da Câm. Legislativa, Tavares

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Tel: (61) 3242.4132 / 3244.6476 Fax: (61) 3244.6476

32

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Ir.. Pessoa entregando condecoração a

Grão-Mestre Jafé Torres

Ir.. Magalhães recebendo diploma do

Grão-Mestre Adjunto Lucas Galdeano

Ir.. Vicente da loja Guatimozim recebem

diploma do Grão-Mestre Jafé Torres

Ir.. Américo da Guatimozim recebendo diploma

do Grão-Mestre geral Marcos José

Ir.. Raimundo Bento, ex-Ven.. recebendo

diploma dos Grão-Mestres Geral e Distrital

Ir.. Tavares, presidente da Câmara legislativa,

Ir.. Ivaldo , Ir.. Braga e Ir Vagner

Ir.. Lucas Galdeano entrega medalha ao

Ir.. Innocêncio Viégas

Ir.. Orlandino da Loja União e Silêncio

recebendo diploma do Ir.. Braga

Ir..Tavares entregando diploma ao Sapientíssimo

Ir.. Ivaldo Medeiros da João Rosário Dória

Ir.. Paulo Venerável Mestre entrega

diploma ao Ir.. Magalhães,

Grão-Mestre Adjunto, Lucas Galdeano

entrega placa ao Venerável Paulo

Ir.. Zezinho recebendo diploma do Grão-

Mestre Ajunto Lucas Galdeano

Ir.. Getúlio Gurgel recebe diploma do

Grão-Mestre Adjunto

Ir.. Braga, ao ex-Ven. José

Alves da João Rosário

Dória

Ir.. Rocha recebendo diploma do Ven..

Paulo

Ir.. Magalhães entrega lembrança para o

Grande Primaz do Supremo Conclave do

Rito Brasileiro Nei Inocêncio ao Ir.. Robison

Grão-Mestre Geral fazendo a entrega da

Comenda Dom Pedro I ao Sapientíssimo

Ir.. Simões

Ir..Regattieri mostrando a placa com

o nome dos membros da Loja

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 33


ENFIM... UMA BOA NOTÍCIA:

DISLEXIA E DIFICULDADE

DE APRENDIZADO NÃO

SÃO BICHOS PAPÕES

34

Muito têm sido especulado, sobretudo na

área da educação, acerca da Dislexia e demais

problemas relacionados à dificuldade

de aprendizado. No entanto, o que tenho percebido

é que o imenso sofrimento que acomete a grande

maioria das pessoas, que de alguma forma está em

contato com esse problema, sejam pais, filhos ou

mestres, poderia ser minimizado caso houvesse

maior conhecimento sobre o assunto.

Após me dedicar, por quase dois anos e meio, ao

estudo dessa matéria, especializando-me no Reading

Research Council - Centro de Correção de Dislexia

- na Califórnia, Estados Unidos -, sinto-me bastante à

vontade para afirmar que as crenças sem fundamento

e os conceitos equivocados que existem em torno

desse tema são, de fato, os grandes vilões da história.

Assim sendo, em poucas linhas tentarei trazer

mais informação sobre o assunto, certamente

que de maneira bastante superficial, apenas para

tentar desmistificar algumas questões erroneamente

pré-concebidas.

Para começar, a primeira boa notícia é que a

Dislexia é um dom e não uma doença como normalmente

se pensa e quando digo dislexia, nesse

conceito está incluído, também, outras limitações

de aprendizado. Muito poucas pessoas sabem que

os maiores talentos da humanidade, tais como Einstein,

Graham Bell, Thomas Edison, Walt Disney,

Benjamim Franklin e tantos outros, eram disléxicos.

Muitos deles chegaram até a serem diagnosticados

como portadores de deficiência mental. O próprio

Einstein foi considerado “burro” porque tinha dificuldade

de aprendizagem, inclusive de leitura, e, no

entanto, é reconhecido como sendo o maior gênio

do século XX.

Pode parecer bobagem, mas o simples fato de

reverter esse conceito faz com que qualquer indivíduo

disléxico mude a imagem que construiu sobre

si mesmo - e essa imagem é normalmente prejudicial

porque foi alicerçada em supostos “fracassos” - e

ganhe confiança para seguir adiante e revelar os próprios

talentos.

Com base não apenas em meus estudos e observações,

mas, sobretudo, em minha própria experiência

de trabalho com indivíduos portadores desses

transtornos, posso dizer que um indivíduo com dificuldade

de aprendizagem geralmente reage ao meio

e capta as impressões externas da seguinte forma:

§ A pessoa se depara com um determinado estímulo,

AO ZENYTE EDIÇÃO 8

Por Luciana B.N. Batalha

que pode ser uma palavra escrita ou falada, um símbolo

ou um objeto;

§ A pessoa não consegue reconhecer esse estímulo,

ainda que ele seja bastante comum para a maioria das

outras pessoas;

§ A impossibilidade de reconhecer esse estímulo

gera nela uma confusão;

§ A confusão gerada, natural e automaticamente,

estimula e provoca uma desorientação, e a pessoa

se utiliza dessa mesma para examinar mentalmente

os estímulos, de maneira que ela possa reconhecer e

resolver a confusão;

§ A desorientação, então, produz falsas percepções

sensoriais, que são registradas no cérebro

como reais;

§ A desorientação, associada às falsas percepções resultantes,

leva a assimilação de dados incorretos;

§ Esses dados incorretos fazem com que a pessoa cometa

erros, contudo, o indivíduo não reconhece os

dados como incorretos, pois ela assimilou as percepções

como fatos reais;

§ Os erros causam reações emocionais. Ninguém

gosta de cometer erros. Assim, o indivíduo está

apenas experimentando uma reação humana – a

frustração, que é o resultado cumulativo de erros e

reações emocionais;

§ Finalmente são criadas e adotadas as chamadas soluções

compulsivas para resolver erros. Uma solução

é um método de saber ou fazer algo. Basta ter funcionado

apenas uma vez para se tornar compulsiva.

Essas soluções começam a aparecer normalmente

por volta dos 8 ou 9 anos, podendo em alguns casos

ocorrer ainda antes disso. Dessa forma, ao invés de o

gatilho desorientador (por disparar uma série de reações)

provocar uma desorientação, ele desencadeia

uma solução compulsiva. E as soluções compulsivas

são que impedem o aprendizado.

E é exatamente por isso que, normalmente, os

alunos com tais dificuldades são vistos como dispersos,

preguiçosos, pouco esforçados, o que absolutamente

não é verdade. O fato é que esses “serezinhos”

são dotados de aguçada percepção sensorial. Essa é a

segunda boa notícia.

Na verdade, a mesma causa que gera o transtorno

gera também aquele tal dom maravilhoso, manifestado

de diversas maneiras em cada indivíduo,

sendo um trunfo significativo que melhora e otimiza

suas performances em: consciência espacial, planejamento

estratégico, mecânica, dramatização, música/

dança, invenção, design, capacidades manuais, arte,

construção, atletismo, pilotagem, engenharia e muitos

outros. Assim sendo aqueles homens famosos

que já foram citados e outros tantos bem sucedidos,

não são ou foram gênios apesar da dislexia, e sim, por

causa dela.

A propósito, é conveniente abrir parêntesis para

lembrar que muitos papais e mamães, desesperados

com o baixo aproveitamento escolar de seus filhos

disléxicos, às vezes cometem o erro de privá-los da

pratica das atividades que lhes dão mais prazer, como

a dança, o judô, a capoeira, o desenho, a pintura, a

aula de teatro, o vôlei ou o futebol. Seguramente não

é esse o caminho que os levará a conseguir melhores

resultados no seu desempenho escolar! Ao contrário,

ao impedi-los de fazer atividades, pode ser que os

pais estejam retirando a grande motivação e a oportunidade

deles realmente se tornarem o que mais desejam:

BEM-SUCEDIDOS e FELIZES, fazendo e

realizando o que sabem de melhor, quebrando paradigmas

do que é a verdadeira educação e o sucesso!

Mas, o que interessa mesmo, é dizer que existe,

sim, possibilidade de recuperar um indivíduo disléxico,

embora ele continue sendo disléxico para

sempre. O “ X “ da questão é conseguir fazer com

que ele aprenda a usar a aguçada percepção sensorial

que possui para orientar-se corretamente no meio, e

esteja apto a re-simbolizar os estímulos externos que

chegam a ele. Isso é o que se poderia grosseiramente

chamar de processo de re-alfabetização.

Entretanto, para se obter um resultado eficaz

no tratamento da dislexia, é preciso que a pessoa

encontre uma motivação e isso pode ser facilitado

com a ajuda de um profissional competente, que

lhe ensine a direcionar o modo de raciocinar e exteriorizar

este aprendizado, para demonstrar o quão

capaz e inteligente.


O que se deve saber sobre o

Tribunal Eleitoral Maçônico?

O Tribunal Eleitora Maçônico visa a legitimidade das eleições tanto em Lojas jurisdicionadas

ao Grande Oriente do Distrito Federal bem como a eleição do Grão-

Mestrado no Grande Oriente do Distrito Federal.

Em entrevista ao jornal Ao Zenyte, o Juiz Presidente do Tribunal Eleitoral Maçônico

(TEM), Inimá José Valente, esclarece algumas dúvidas sobre o tribunal e explica os

principais componentes TEM.

Ao Zenyte - Senhor Inimá Valente, o Tribunal

Eleitoral Maçônico é composto

por quantos membros?

Inimá José Valente - A composição do Tribunal

Eleitoral Maçônico (TEM) é de nove

membros chancelados pela Assembléia Legislativa

e nomeados pelo Grão-Mestre.

Ao Zenyte - Qual o quorum para o funcionamento?

Inimá José Valente - O quorum para o

funcionamento do TME é de dois terços de

seus membros.

Ao Zenyte - Qual o período em que o tribunal

mais trabalha?

Inimá José Valente - O período de maior

atividade do TEM é exatamente na época

das Eleições, seja para o preenchimento de

cargos da Administração das Lojas, como

para os cargos de Grão-Mestre e Grão-Mestre

Adjunto.

Ao Zenyte - Como que se procede uma

nova eleição quando alguém perde o

mandato?

Inimá José Valente - No caso de vacância

de algum cargo de membros eleitos nas

eleições pré-fixadas – eleições normais – se

faz uma prancha ao TEM solicitando autorização

para a realização de uma nova eleição.

Em seguida, o Tribunal fixa uma data

para uma reeleição obedecendo à legislação

pertinente.

Ao Zenyte - No caso de eleição para Deputado

Federal, a autorização é feita

pelo Superior Tribunal Eleitoral (STE)

ou Tribunal Reginal Eleitoral (TER)?

Inimá José Valente - Antes era feito pelo

STE, mas depois, por uma portaria ditada

pelo próprio STE, salvo me engano a portaria

005 de 2009, houve uma delegação de

poderes em que o TER ficou incumbido de

designar data para a realização de eleições.

Só comunicando depois o

STE para a diplomação dos

membros eleitos.

Ao Zenyte - A Legislação

Eleitoral é atualizada?

Inimá José Valente - Nós

temos leis atualizadas, inclusive, a nossa

constituição é recém aprovada e editada,

mas o nosso Código Eleitoral data no ano

de 1982, salvo me engano, acho que é a lei

n° 1 de julho de 1982 que teve várias modificações

no decorrer desse período. Hoje

nós observamos as mudanças instituídas

na própria constituição e, às vezes, temos

que recorrer a Legislação Profana para

aplicação da Legislação em determinados

casos.

Ao Zenyte - Qual o período de atualização

da Legislação Eleitoral?

Inimá José Valente - A atualização não

tem um tempo determinado, isso ocorre

de conformidade com as necessidades que

aparecem no decorrer do tempo. Isso é fruto

da própria Assembléia Legislativa que

legisla sobre determinados assuntos. Todavia,

tanto a assembléia Legislativa Estadual

quanto a Federal é quem faz as modificações

necessárias que ditam as leis, e essas

são aplicadas pelos tribunais.

Ao Zenyte - Os juízes do TEM têm alguma

regalia junto às lojas que são membros?

Inimá José Valente - O juiz de um Tribunal

goza da isenção de presença nas Lojas

a que pertence em razão do trabalho que

exerce.

Ao Zenyte - O que se deve fazer se não

houver disponibilidade de juízes no tribunal

para a realização de sessões?

Inimá José Valente - Quando falta membros

do Tribunal para realização de uma

Inimá Valente, Juiz Presidente Tribunal Eleitoral Maçônico

sessão, isso pode ser suprido mediante convocação

de juízes do Tribunal de Justiça

para composição e Quorum no TEM.

Ao Zenyte - Dentre os Mestres Maçons,

o que é exigido para a escolha de novos

juízes?

Inimá José Valente - Para escolher um juiz,

o Ministro ou qualquer membro de qualquer

tribunal observa os conhecimentos

jurídicos das pessoas, dentre os demais, os

Irmãos Maçônicos escolhidos para a ocupação

desses casos.

Ao Zenyte - Qual é o prazo de mandato

de um juiz eleitoral?

Inimá José Valente - É de três anos.

Ao Zenyte - Para finalizar, o que o senhor

pode dizer sobre a administração

do Grão-Mestre atual?

Inimá José Valente - A administração do

Eminente Grão-Mestre, Jafé Torres, tem

sido muito boa. É uma administração progressista,

que tem apresentado inúmeras

obras, sem necessidade de contribuição dos

Irmãos, com a facilidade do Eminente para

arrecadar recursos para a implantação dessas

obras em benefício do Grande Oriente

do Distrito Federal e dos membros maçons

do Distrito Federal.

É voz geral entre os Irmãos Maçons de que

a administração do atual Eminente Grão-

Mestre tem sido bastante profícua e proveitosa

para a maçonaria como um todo, inclusive

dentro do âmbito do Grande Oriente

do Brasil.

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 35


Movimento Nós Podemos

8 jeitos de mudar o mundo

O

Movimento “Nós podemos” é um

conjunto de iniciativas sociais espontâneas,

de diferentes setores da

sociedade brasileira, que vem acontecendo

nos últimos anos, representando um novo

comportamento face às grandes demandas

sociais.

O Movimento é um desdobramento da

campanha mundial da ONU chamada: “Nós

Podemos! 8 jeitos de mudar o mundo” que

está presente em mais de cem países e alcança

milhões de pessoas em todo o planeta.

Em cada país, reúne pessoas e organizações,

públicas e privadas, que se comprometem a

agir no sentido de que sejam alcançados os

ODM.

No Brasil, o Movimento organiza-se em

âmbito nacional, estadual e local, e as iniciativas

surgem na medida em que representantes

de uma parcela significativa da sociedade

civil se reúnem e dão forma ao movimento, o

que vem acontecendo em vários estados e cidades,

como pode ser constatado pela visita

aos seguintes sites: www.nospodemos.org.br

e www.nospodemosparana.org.br

O NÓS PODEMOS NAS EMPRESAS E

ORGANIZAÇÕES

Nas empresas, a participação no Movimento

tem sido incorporada às políticas de

responsabilidade social e ambiental. Na esfera

dos governos vem sendo utilizada cada vez

mais a metodologia dos ODM, que desdobra

os 8 Objetivos numa série de indicadores

específicos de resultados, para formular as

políticas públicas e, ao mesmo tempo, busca

articulação entre as iniciativas governamentais

e as da sociedade civil.

JUSTIFICATIVA

O Movimento apoia-se na convicção de

que a solução dos problemas sociais e ambientais

depende do envolvimento de todas

as forças vivas da sociedade, e de se dar expressão

ampla ao espírito solidário do brasileiro

que, em toda a sua diversidade, pode

contribuir decisivamente para que se atinja

um novo patamar de desenvolvimento sócioeconômico,

com redução das desigualdades

sociais e, por outro lado, afirmação da justiça

e da igualdade de oportunidades.

O Movimento justifica-se pela necessidade

de envolver toda a sociedade na solução

dos complexos problemas sócio-ambientais,

compreendendo-se que para se alcançar os

ODMs faz-se necessário articular as ações

governamentais com as várias iniciativas

existentes nas empresas e na sociedade civil

organizada (associações, clubes de serviço,

igrejas, escolas), para gerar uma sinergia à

altura da complexidade e da grandeza das

questões sócio-ambientais da atualidade.

PRINCÍPIOS GERAIS

É uma iniciativa da sociedade civil, apartidária

e ecumênica, representada por um

conjunto de empresas, governos e organizações

sociais. Cada entidade que adere

ao Movimento define o que deseja fazer e

como, e cria iniciativas.

36

AO ZENYTE EDIÇÃO 8


Entrevista com Ulisses Riedel

Ao Zenyte – Qual a relação das Metas do Milênio

com o Grande Oriente?

Ulisses Riedel – Concebo a maçonaria como

uma organização que sempre esteve sintonizada

com seu tempo, antecipando-se, atuando

e auxiliando a sociedade em seus momentos

mais críticos. Foi assim no Brasil, quando ela

saiu à frente na luta contra a escravidão, em defesa

da independência ou pela implantação da

República. Do modo como entendo, as Metas

do Milênio são propósitos essenciais para a

promoção da vida digna em nosso planeta. São

metas orientadoras das políticas governamentais

e privadas em defesa do meio ambiente,

do desenvolvimento sustentável, da saúde, da

qualidade do ensino, do fim da miserabilidade

e da fome. Como essas questões não saem do

debate no dia-a-dia dos irmãos em qualquer

lugar do Brasil, do Oiapoqui ao Chuí, creio

que a ligação é absolutamente natural.

Ao Zenyte – O Movimento Nós Podemos

Brasília vai desenvolver trabalhos concretos

quanto a essas Metas:

Ulisses Riedel – Ao Movimento Nós Podemos

Brasília cabe organizar e promover a participação

da sociedade civil em prol do alcance dos

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Ao

mesmo tempo, cabe ao Movimento, funcionar

como um observatório das políticas de governo,

interagindo com ele na busca de solução

para os problemas. O papel de principal executor

de políticas públicas de alcance social é dos

governos e a do Estado. Isso não impede, que

em dado momento, façamos alguma ação concreta

em parceria ou mesmo autonomamente.

Ao Zenyte – Em que patamar Brasília se encontra

quanto às Metas do Milênio?

Ulisses Riedel – Em muitos aspectos, podemos

ser uma ilha privilegiada em relação ao restante

do país. O Distrito Federal desenvolve uma

quantidade expressiva de projetos sociais – governamentais

ou não – que nos aproximam e

até superam as metas previstas para 2015. É

caso da meta 2 – atingir o ensino básico para

todos. A idéia é que deveríamos ter 95% das

crianças freqüentando a escola já em 2005 e o

DF já está muito além dessa meta. Mas, a meta

fala de “ensino básico de qualidade para todos”.

Nesse caso, temos muito a melhorar no aspecto

qualidade. Também podemos citar um número

mínimo de consultas, exames etc, para

o necessário atendimento às mães gestantes

(Meta 5), que o Distrito Federal já tem uma

certa tradição. Mas, se na média nacional podemos

estar um pouco acima das expectativas,

temos muito o que avançar quando se trata de

assegurar um atendimento digno a elas, seja no

quesito disponibilidade de profissionais ou no

pronto atendimento às parturientes, que ainda

hoje podem ser conduzidas de um hospital a

outro no momento crítico do parto.

Ao Zenyte – E nas outras seis Metas?

Ulisses Riedel - No DF já avançamos muito em

cada meta, mas há certas situações que merecem

maior atenção e essa é a principal razão

pela qual o Movimento Nós Podemos Brasília

está propondo um trabalhando sintonizado

com o Governo do Distrito Federal e Federal.

Há muitos projetos governamentais apropriadíssimos,

com resultados acima do esperado,

mas há outros que necessitam de apoio para

deslanchar. Seja no aspecto capacitação funcional,

seja na capilaridade ou no foco. A alternativa

mais revolucionária é planejar além dos

momentos políticos eleitorais institucionais,

fazendo uma sintonia entre ações de Estado, de

Governo e de iniciativa privada para retirar o

Brasil da condição de 109º colocado no ranking

mundial de exclusão social, medido pelo IES

(Índice de Exclusão Social), posição que coloca

o país num patamar pior do que o medido

pelo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)

da ONU (Organizações das Nações Unidas).

Pelo IDH - que mede o desenvolvimento

dos países com base na expectativa de vida, no

nível educacional e na renda per capita. Isso, no

momento em que diversas organizações internacionais

de análise de desempenho econômico

apontam melhora na posição do Brasil no

hanking das economias mundiais.

Ao Zenyte – É possível alcançar as Metas do

Milênio até 2015 tendo uma Copa do Mundo

em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016?

Ulisses Riedel – São três grandes desafios brasileiros.

Dois no esporte e um para colocá-lo

entre as nações que superaram as mazelas da

fome, da miserabilidade, da desigualdade de

gênero, do analfabetismo, das doenças endêmicas,

dos danos ao meio ambiente e do desenvolvimento

predatório. Falar em bilhões

de investimentos em obras para a Copa e os

Jogos Olímpicos e não reservar outros bilhões

para apoiar os atletas que enfrentarão os desafios

esportivos é, no mínimo, uma inversão de

foco. O atleta ainda é mais importante que as

obras físicas e o investimento nele significará

benefícios para essa e as próximas gerações,

reduzindo, inclusive, os índices de violência

e abandono escolar. O investimento no atleta

dará ao Brasil o melhor Dia Seguinte após os

Jogos Olímpicos. Em troca, cada atleta deveria

ser um ele de estímulo à participação da sociedade

para alcançar as metas do milênio. Temos

que vencer os três desafios.

Ao Zenyte – Quais são as principais ações do

Movimento Nós Podemos Brasília?

Ulisses Riedel – Vamos fazer um movimento

de pequenas e grandes ações práticas, diretas e

objetivas, que permitam a maior participação

possível da sociedade civil e do cidadão.

Teremos ações mensais coletivas para auxiliar

entidades participantes; desenvolvimento

de projeto; vamos lançar o “DIAP

Social” em que vamos mensurar a ação

parlamentar e governamental dentro dos

objetivos do milênio, entre tantas coisas.

O importante é alcançar o comprometimento

da sociedade civil com as metas do

milênio, construindo uma nação sólida,

que é condição básica para o desenvolvimento

sustentável.

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 37


MOVIMENTO NACIONAL DA CIDADANIA E SOLIDARIE-

DADE REÚNE 23 UNIDADES FEDERATIVAS BRASILEIRAS

23 Unidades Federativas Brasileiras representantes dos movimentos “Nós Podemos” se reúnem em São Paulo para debater a

atuação de cada estado na consecução dos ODM

Por Alice Campos, Eber Bacelar e Janaína Vieira

O Movimento Nacional da Cidadania e Solidariedade,

também conhecido como ”Nós

Podemos Brasil”, reuniu-se em São Paulo,

na última semana de setembro passado, 23

Unidades Federativas Brasileiras representantes

dos movimentos “Nós Podemos”. O

evento contou com a presença do empresário

Rodrigo Rocha Loures, Presidente

da Federação das Indústrias do Estado do

Paraná (FIEP) e Coordenador do movimento

em âmbito nacional; Wagner Caetano,

representante da Secretaria Geral da

Presidência da República; Gianna Sagazio,

representante do departamento de Planejamento

Estratégico e Desenvolvimento do

Milênio, do Programa das Nações Unidas

para o Desenvolvimento (PNUD); Ulisses

Riedel, Presidente da ONG União Planetária

e Coordenador Executivo do movimento

“Nós Podemos” Brasília.

O encontro proporcionou uma troca de

informações e experiências sobre a situação

do movimento em cada estado, num esforço

que busca articular localmente as áreas de

governo, de empresas que desenvolvem

ações de responsabilidade

sócio-ambiental e as

instituições do terceiro setor,

visando o alcance dos Objetivos

de Desenvolvimento do

Milênio (ODM) até 2015.

Durante o evento foram debatidas

também propostas para

o “Levante-se” – movimento em prol dos

ODMs –, que deve acontecer entre 16 e 19

de outubro, próximo.

A divulgação do Prêmio ODM também

foi tema tratado, tendo em vista que o prazo

para as inscrições pela Internet termina

no dia 2 de outubro. As inscrições podem

ser feitas pelo site www.odmsbrasil.org.br

e estão abertas para organizações como

ONGs, associações e empresas e para as

prefeituras municipais que desenvolvem

ações direcionadas para a consecução dos

ODM.

Durante o encontro, Riedel destacou que

a TV SUPREN (braço de comunicação da

União Planetária) será uma ferramenta do

movimento para o desenvolvimento das

ações de comunicação.

O departamento de Planejamento Estratégico

e Desenvolvimento de Negócio

do PNUD coordena o Grupo de Trabalho

sobre os ODMs do Sistema ONU e apoia

o Prêmio ODM Brasil. O Prêmio incentiva

e valoriza projetos e ações dos governos

municipais, das organizações civis, do setor

privado ou do meio acadêmico que contribuem

para o alcance dos ODMs.

Mais informações pelo site http://www.

nospodemosbrasilia.org.br/Inicial.aspx








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AO ZENYTE EDIÇÃO 8


PNUD-BRASIL convida a ONG União Planetária para

coordenar o Movimento Nós Podemos Brasília

Por JANAÍNA VIEIRA

Para dar forma ao Movimento “Nós Podemos

Brasília”, lançado dia 10 de agosto, foi

organizado um Comitê Gestor composto

por representantes do PNUD-Brasil, da Secretaria

Geral da Presidência da República,

do Governo do GDF – através de sua Secretaria

de Desenvolvimento Social e Transferência

de Renda – SEDEST, do Banco do

Brasil, da Caixa Econômica Federal, da PE-

TROBRÁS e da União Planetária.

Dentre estas entidades, o PNUD-Brasil

convidou a União Planetária para exercer

o papel de Unidade Gestora, encarregada

da coordenação e operacionalização do

Movimento. Nas demais regiões do Brasil,

outras entidades da sociedade civil também

são chamadas a coordenar movimentos de

“Nós Podemos” em cada cidade ou região.

A União Planetária constitui uma Secretaria

para a implementação das ações

que forem deliberadas pelo Comitê Gestor

com pessoas dedicadas em caráter de

exclusividade e em tempo integral à causa

do Movimento.

Novas entidades dos setores público, privado

e das associações, incluindo as áreas de

imprensa, indústrias, comércio, educação,

saúde, Ongs, Oscips, dentre outras, estão

sendo convidadas a aderir ao ”Nós Podemos

Brasília” com vistas a formar uma ampla rede

de apoio institucional ao movimento.

O Plano Estratégico do movimento prevê

ações integradas e continuadas até 2015

nas áreas de comunicações, articulação e

mobilização institucional, capacitação e

gestão do conhecimento e monitoramento

de resultados, que são os quatro pilares básicos

do movimento.

RESULTADOS ESPERADOS

Espera-se que, pela ação conjunta dos

vários atores sociais, os indicadores de resultados

de todos os Objetivos do Milênio reflitam

significativas melhorias na várias regiões

administrativas do Distrito Federal, especialmente

nas cidades e comunidades mais carentes

do Entorno, e finalmente que em todos

eles as metas estabelecidas sejam alcançadas

até o ano de 2015.

A combinação de esforços coletivos das

entidades públicas e privadas com as ações individuais

de cidadania e solidariedade deverá

produzir a sinergia necessária para a consecução

dos Objetivos e metas, de modo que Brasília

e o Distrito federal possam ser referências

nacional e mundial de desenvolvimento humano

sustentável e de qualidade de vida.

AO ZENYTE EDIÇÃO 8 39


LUAN COMUNICAÇÃO

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AO ZENYTE EDIÇÃO 8

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