Pesquisas - IBGE

ibge.gov.br

Pesquisas - IBGE

Presidenta da República

Dilma Rousseff

Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão

Miriam Belchior

INSTITUTO BRASILEIRO

DE GEOGRAFIA E

ESTATÍSTICA - IBGE

Presidenta

Wasmália Bivar

Diretor-Executivo

Nuno Duarte da Costa Bittencourt

ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES

Diretoria de Pesquisas

Marcia Maria Melo Quintslr

Diretoria de Geociências

Wadih João Scandar Neto

Diretoria de Informática

Paulo César Moraes Simões

Centro de Documentação e Disseminação de Informações

David Wu Tai

Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Denise Britz do Nascimento Silva

UNIDADE RESPONSÁVEL

Diretoria de Geociências

Coordenação de Geografia

Claudio Stenner


Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE

Diretoria de Geociências

Coordenação de Geografia

Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas

2010

Rio de Janeiro

2013


Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil

ISBN 978-85-240-4286-7

© IBGE. 2013

Capa

Aline Carneiro Damacena, Fernanda Jardim, Leonardo Martins - Gerência de Editoração/Centro de

Documentação e Disseminação de Informações - CDDI

Ligações aéreas : 2010 / IBGE, Coordenação de Geografia. - Rio de

Janeiro : IBGE, 2013.

64p.

Acima do título: Redes e fluxos do território.

Acompanha um CD-ROM, em bolso.

Inclui bibliografia.

ISBN 978-85-240-4286-7

1. Aeronáutica comercial - Brasil - Estatística. 2. Geografia

econômica. I. IBGE. Coordenação de Geografia. II. Redes e fluxos do

território.

Gerência de Biblioteca e Acervos Especiais CDU 311.21:656.7(81)

RJ/2013-09

EST

Impresso no Brasil / Printed in Brazil


Sumário

Apresentação ............................................................................7

Introdução .................................................................................9

Notas técnicas

Bases de dados e metodologia ............................................... 11

Modelo gravitacional .............................................................14

Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga .........................17

Evolução histórica ................................................................28

Interpretação do modelo gravitacional .....................................45

Matriz de custo e tempo de viagem ........................................48

Considerações finais .............................................................52

Lista de mapas

Mapa 1 - Ligações aéreas de passageiros - 2010 ......................20

Mapa 2 - Ligações aéreas de carga - 2010 ...............................22

Mapa 3 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos

principais - 2010 ..................................................................23

Mapa 4 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos

secundários - 2010 ...............................................................24

Mapa 5 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos

terciários - 2010 ...................................................................25

Mapa 6 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos principais -

2010 ..................................................................................26


4 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 7 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos secundários - 2010 ...... 27

Mapa 8 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos terciários - 2010 .......... 28

Mapa 9 - Ligações aéreas de passageiros - 1972 .......................................... 29

Mapa 10 - Ligações aéreas de passageiros - 1975 ........................................ 30

Mapa 11 - Ligações aéreas de passageiros - 1980 ........................................ 31

Mapa 12 - Ligações aéreas de passageiros - 1985 ........................................ 32

Mapa 13 - Ligações aéreas de passageiros - 1990 ........................................ 33

Mapa 14 - Ligações aéreas de passageiros - 1995 ........................................ 34

Mapa 15 - Ligações aéreas de passageiros - 2000 ........................................ 35

Mapa 16 - Ligações aéreas de passageiros - 2005 ........................................ 36

Mapa 17 - Ligações aéreas de carga - 1972 ................................................ 37

Mapa 18 - Ligações aéreas de carga - 1975 ................................................ 38

Mapa 19 - Ligações aéreas de carga - 1980 ................................................ 39

Mapa 20 - Ligações aéreas de carga - 1985 ................................................ 40

Mapa 21 - Ligações aéreas de carga - 1990 ................................................. 41

Mapa 22 - Ligações aéreas de carga - 1995 ................................................ 42

Mapa 23 - Ligações aéreas de carga - 2000 ................................................ 43

Mapa 24 - Ligações aéreas de carga - 2005 ................................................ 44

Mapa 25 - Resíduos modelo gravitacional de passageiros - 2010 .................... 45

Mapa 26 - Resíduos modelo gravitacional de carga - 2010 ............................. 47

Mapa 27 - Custo médio das viagens, em reais, por aeroporto - maio 2012 ....... 48

Mapa 28 - Custo normatizado pela distância, R$/km - maio 2012 ................... 49

Mapa 29 - Tempo médio das viagens, em horas, por aeroporto - maio 2012 ..... 50

Mapa 30 - Tempo normalizado pela distância, h/km - maio 2012 .................... 51

Referências ................................................................................................. 55

Anexos

Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem ....... 60

Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem ..... 61

Convenções

- Dado numérico igual a zero não resultante

de arredondamento;

.. Não se aplica dado numérico;

... Dado numérico não disponível;

x

Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação;

0; 0,0; 0,00 Dado numérico igual a zero resultante

de arredondamento de um dado numérico originalmente

positivo; e

-0; -0,0; -0,00 Dado numérico igual a zero resultante

de arredondamento de um dado numérico originalmente

negativo.


Listas

Siglas das Unidades da Federação

RO - Rondônia

AC - Acre

AM - Amazonas

RR - Roraima

PA - Pará

AP - Amapá

TO - Tocantins

MA - Maranhão

PI - Piauí

CE - Ceará

RN - Rio Grande do Norte

PB - Paraíba

PE - Pernambuco

AL - Alagoas

SE - Sergipe

BA - Bahia

MG - Minas Gerais

ES - Espírito Santo

RJ - Rio de Janeiro

SP - São Paulo

PR -Paraná

SC - Santa Catarina

RS - Rio Grande do Sul

MS - Mato Grosso do Sul

MT - Mato Grosso

GO - Goiás

DF - Distrito Federal


6 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Municípios das Capitais

Porto Velho/Rondônia

Rio Branco/Acre

Manaus/Amazonas

Boa Vista/Roraima

Belém/Pará

Macapá/Amapá

Palmas/Tocantins

São Luís/Maranhão

Teresina/Piauí

Fortaleza/Ceará

Natal/Rio Grande do Norte

João Pessoa/Paraíba

Recife/Pernambuco

Maceió/Alagoas

Aracaju/Sergipe

Salvador/Bahia

Belo Horizonte/Minas Gerais

Vitória/Espírito Santo

Rio de Janeiro/Rio de Janeiro

São Paulo/São Paulo

Curitiba/Paraná

Florianópolis/Santa Catarina

Porto Alegre/Rio Grande do Sul

Campo Grande/Mato Grosso do Sul

Cuiabá/Mato Grosso

Goiânia/Goiás

Brasília/Distrito Federal


Apresentação

Com a presente publicação, o Instituto Brasileiro de Geografia

e Estatística - IBGE, através da Diretoria de Geociências, dá

início à divulgação de estudos relacionados ao projeto Redes e

Fluxos do Território, enfocando, neste volume, os fluxos aéreos.

Com esta publicação, o IBGE aceita o desafio de contemplar

uma das vertentes mais avançadas da análise geográfica na

contemporaneidade, que é o de retratar a dinâmica das relações

espaciais resultantes das inúmeras redes técnicas que transmitem

informações, comando e poder para uma economia e uma

sociedade reguladas, cada vez mais, de forma descentralizada.

O projeto Redes e Fluxos do Território constitui uma linha de

investigação permanente da Coordenação de Geografia do IBGE,

que tem por objetivo analisar os relacionamentos e as ligações

entre as cidades brasileiras, sua acessibilidade e a configuração

espacial de suas trocas, quer de natureza material (pessoas,

mercadorias, carga), quer imaterial (informações, ordens, dinheiro).

Para tanto, o projeto é dividido em diversas edições

temáticas, tentando dar conta, o máximo possível, dos

diferentes fluxos que perpassam o território. O presente tema,

primeira publicação do projeto, diz respeito às ligações aéreas

e compara a posição de cada cidade brasileira na hierarquia

urbana com a quantidade de passageiros e carga movimentados

pelas suas ligações de transporte aeroviário, bem como tipifica

sua acessibilidade em termos de custo e tempo das viagens.

Futuramente, serão divulgados volumes específicos sobre gestão

do território, ligações rodoviárias, comunicações, entre outros


8 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

temas, com periodicidade variável, de acordo com as necessidades de

informações sobre esses fluxos.

Longe de reproduzir os padrões locacionais herdados do projeto

urbano-industrial dos Séculos XIX e XX, no mundo globalizado atual

a “economia em rede” requer um acompanhamento constante das

alterações ocorridas em um espaço geográfico cada vez mais fluido e

competitivo.

Os dados abarcados pelo projeto Redes e Fluxos do Território

pretendem contribuir para a necessária atualização das informações

geográficas, capazes de ajudar o IBGE a cumprir sua missão institucional,

qual seja: Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento

da sua realidade e ao exercício da cidadania.

Na atualidade, retratar o presente e prospectar o futuro das

nações e de seu espaço econômico baseia-se na sua capacidade de

medir, mapear e analisar, continuamente, as mudanças operadas nos

fluxos de pessoas, mercadorias, serviços, energia e, principalmente, de

informações.

Wadih João Scandar Neto

Diretor de Geociências


Introdução

conhecido o fato de as cidades, desde a emergência do processo

É de globalização, serem o ponto de apoio logístico dos fluxos

internacionais de pessoas, mercadorias, dinheiro, informações, ordens,

sediando as empresas privadas, bem como o aparato da máquina estatal.

As redes aéreas são, no mínimo, parcialmente responsáveis pelo

decréscimo das dificuldades impostas pela distância, o que é central para

o momento econômico presente, baseado na criação, processamento e

transmissão de informação e conhecimento.

As ligações aéreas domésticas representam não só um importante

meio clássico de interconexão entre cidades, mas também o braço,

em escala nacional, da conectividade do território com os fluxos

internacionais, sobretudo de pessoas. Elas agregam a movimentação de

caráter doméstico com aquela oriunda do sistema internacional, desde

que realizem uma conexão nos aeroportos brasileiros.

Nesse sentido, as aglomerações urbanas formam uma hierarquia

a partir das funções que oferecem, e as viagens aéreas refletem sua

capacidade de atrair para si os consumidores, os encontros de negócios

e os turistas. O presente trabalho visa caracterizar a posição das cidades

brasileiras no sistema urbano nacional a partir do transporte aéreo,

descrevendo e analisando seus fluxos de passageiros e carga. Além disso,

busca-se avaliar a acessibilidade das cidades através dessa modalidade

de transporte, verificando-se a relação entre o custo monetário e de

tempo de viagem entre elas.

Cabe salientar que o mero fato de uma cidade ser servida por

um aeroporto já constitui uma manifestação de sua centralidade. Dos

5 565 municípios existentes no País em 2010, apenas 135 possuíam


10 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

um aeroporto, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Cada um desses

aeroportos, então, conta com uma considerável área de influência, atraindo os usuários

dispersos em seu entorno, conforme levantado pela pesquisa Regiões de Influência das

Cidades 2007, realizada pelo IBGE (REGIÕES..., 2008).

Em um contexto de crescente popularização da aviação comercial, as ligações

aéreas representam um indicador do relacionamento entre os centros urbanos,

propiciando, de maneira cada vez mais acessível, o transporte rápido a longas distâncias.

Os fluxos derivados do transporte aéreo fornecem, assim, uma geografia da estrutura

da rede urbana, dado que constituem um instrumento de realização das interações

espaciais entre as cidades, sobretudo no que diz respeito às funções de alto nível (gestão

de empresas, sede de companhias, prestadores de serviços avançados, representantes

do aparelho de Estado etc.).

Dessa forma, dada a relação dos fluxos aéreos com a rede urbana, o presente

trabalho, além de realizar uma análise de um aspecto da realidade brasileira, também

cumpre a função de servir de insumo para a próxima edição da pesquisa Regiões

de Influência das Cidades, auxiliando a mostrar como a rede urbana se estrutura e

operacionaliza as conexões entre cidades.


Notas técnicas

Bases de dados e metodologia

O presente trabalho utiliza uma dupla base de dados. Primeiramente,

a partir das informações presentes no Anuário do transporte aéreo 2010,

da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, foi composta uma matriz

de ligações origem-destino do transporte aéreo entre 135 cidades

brasileiras com aeroportos entre si, para o ano de 2010. Essa informação

ficou restrita ao território nacional e aos voos regulares registrados na

ANAC, que estão decompostos em transporte de passageiros e carga.

Uma vez que as viagens de ida e volta são habituais, resultando em uma

significativa simetria dos volumes de fluxo e contrafluxo entre os pares

de cidades, os dados estão agregados por par de ligação, não importando

sua direção. Cabe salientar, entretanto, que essa simetrização não foi

considerada na análise das ligações principais, que necessita usar o

maior fluxo de saída de cada cidade.

Os dados também foram agregados por Área de Concentração de

População (ACP), conforme definidas por Castello Branco (2006), ou,

quando não aplicáveis, por município. O valor das ligações foi somado no

caso de o município ou área de concentração de população possuir mais

de um aeroporto (com exceção da ligação Pelotas-Rio Grande (RS), em

virtude de seus aeroportos estarem contabilizados de maneira individual

no Anuário da ANAC).

A matriz é composta por 877 pares de ligações, perfazendo um

total de 71 750 986 de passageiros transportados e mais 434 mil

toneladas de carga. Os dados dizem respeito ao trecho percorrido,

registrando mais uma ligação no caso de haver conexões no transporte de


12 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

passageiro ou uso de hubs de carga no transporte de mercadorias. Dessa maneira, para

uma viagem com origem em Vitória e destino em Cuiabá com uma conexão em Brasília,

por exemplo, serão contadas duas ligações: uma Vitória-Brasília e outra Brasília-Cuiabá.

Também foram levados em conta os dados históricos disponibilizados on-line pela

ANAC desde 1972. Nesse caso, foram observados o ano inicial e mais dois anos por

década, de forma a dar conta da evolução do transporte aéreo em 1975, 1980, 1985,

1990, 1995, 2000 e 2005.

Somente foram levados em consideração os voos domésticos porque os dados

de ligações internacionais estão agregados por país de procedência ou de destino,

sendo de pouca utilidade para a avaliação da rede urbana e de cidades individuais.

Entretanto, o trecho doméstico realizado em conexão pelo passageiro ou transporte de

carga internacional estará contido na presente matriz de ligações 1 .

Esses fatos são desvantagens inerentes à base de dados utilizada, já que a

substituição de uma ligação direta entre duas cidades por duas ou três conexões pode

refletir mais as estratégias de mercado das operadoras de transporte aéreo ou feições do

setor de aviação comercial do que processos sociais de estruturação urbana, como notado

por Derudder e Witlox (2005). Na prática, os centros que possuem a função de hub da

aviação, realizando a redistribuição de passageiros e/ou carga, são superdimensionados

pela quantidade de ligações aéreas que apresentam.

Essas desvantagens, entretanto, não desqualificam o dado. Mesmo que um hub

da aviação, servindo de ligação entre várias origens e destinos não esteja diretamente

relacionado ao processo de urbanização, o volume de produtos e serviços que engendra

tem potencial de exercer um forte impacto sobre as áreas urbanas adjacentes, o que o

torna não desprezível do ponto de vista da centralidade (CATTAN, 1995; O’KELLY, 1998).

Além disso, tal área pode servir como um fator de atração no momento da escolha de

localização de negócios que utilizem significativamente o transporte aéreo.

O conceito de rede geográfica, tal como descrito por Corrêa (1997), enquanto

um conjunto de localizações sobre a superfície terrestre articulado por vias e fluxos, é

uma ferramenta relevante de análise, por descrever a própria forma com que o fenômeno

investigado se configura espacialmente. Uma das abordagens mais consolidadas para

interpretar os padrões de interconexão desta natureza são as metodologias baseadas na

Teoria dos Grafos, abordando as propriedades topológicas de ligações entre elementos

puntiformes – no caso presente, as cidades brasileiras. A rede de transporte aéreo

é uma das manifestações da rede urbana, um de seus aspectos indissociáveis, que

operacionaliza as ligações entre os centros. Dessa maneira, cabe a utilização de conceitos

provenientes das metodologias baseadas em grafos para descrever sua estrutura, que

quantifiquem e permitam a identificação das associações mais intensas entre as cidades.

Entre as diversas ligações partindo e chegando de uma cidade, a noção de ligação

dominante, seu fluxo de maior valor, é a que permite definir o arcabouço da rede urbana

e a hierarquia entre as cidades (NYSTUEN; DACEY, 1961).

1 A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO disponibiliza dados sobre a movimentação internacional

de passageiros e carga, que mostram, inclusive, um aumento significativo desde 2003, porém, por não apresentar informações

quanto a sua origem e destino, apenas os totais por aeroporto, eles não foram utilizados no presente estudo. Para

informações complementares, consultar: ESTATÍSTICAS dos aeroportos. Brasília, DF: Empresa Brasileira de Infraestrutura

Aeroportuária - Infraero, [2013]. Disponível em: .

Acesso em: abr. 2012.


Notas técnicas __________________________________________________________________________________ 13

Assim, uma cidade é considerada independente se seu fluxo dominante de saída

for direcionado a uma cidade menor e é considerada subordinada se este se fizer rumo

a uma cidade maior. O tamanho foi definido pelo total da movimentação de passageiros

e carga em cada cidade. Vale a noção de transitividade, isto é, um encadeamento de

subordinações onde, se a cidade “C” for subordinada à cidade “B”, e esta última, à

cidade “A”, então “C” também será considerada como subordinada à “A”. Por fim,

nenhuma cidade pode ser subordinada a um centro que já lhe é subordinado (RABINO;

OCCELLI, 1997).

Os fluxos dominantes definem os níveis hierárquicos. As cidades independentes

constituem o primeiro nível, as cabeças de rede. Aquelas que lhes são diretamente

subordinadas são o segundo nível. Aquelas que enviam seu fluxo dominante para estas

últimas são o terceiro, e assim sucessivamente. Cabe salientar que a classificação de

duas cidades em um mesmo nível hierárquico não implica que elas possuam similaridades

demográficas ou funcionais, mas apenas que, topologicamente, se encontram na mesma

posição no conjunto de ligações da rede especificamente tratada.

Para diminuir a limitação dos dados oficiais, que prioriza seções das viagens aéreas

mais do que os reais pares de origem e destino, utilizou-se a metodologia de Zook e

Brunn (2005). Serão focados dois aspectos dos mais influentes quanto a qualquer

discussão a respeito do setor de transporte aéreo: o custo e o tempo dos deslocamentos.

Com o objetivo de avaliar a acessibilidade das cidades brasileiras através do

transporte aéreo de passageiros em termos de custo monetário e de tempo das viagens,

foi confeccionada uma segunda base de dados, compreendendo uma matriz que contém

as 135 cidades com aeroportos como origem das viagens e as 23 capitais mais populosas,

bem como Campinas (SP), como destino. Os dados foram levantados, ligação a ligação,

utilizando-se o serviço de reservas de voos on-line Decolar.com durante o mês de outubro

de 2011, selecionando-se a ligação aérea de menor preço e menor tempo (as duas não

necessariamente no mesmo voo). Buscou-se sempre a viagem apenas de ida, de um

adulto, desconsiderando-se o horário e os itinerários intermediários, como conexões. Por

causa disso, o tempo das viagens de uma origem a um destino já incorpora o quanto

foi gasto em esperas na conexão entre voos, bem como sua própria duração. Optouse

por consultar os voos programados para sete meses a partir do dia do início da

pesquisa, em uma data de meio da semana, dia 15 de maio de 2012, terça-feira. Esse

procedimento visava padronizar o máximo possível o custo das viagens, diminuindo o

efeito da flutuação de preços a curto prazo a que este mercado está submetido (período

de férias, feriados, promoções, aumento de demanda nos fins de semana etc.).

A pesquisa de voos via web tem suas limitações, uma vez que nem todos os

aeroportos retornaram voos planejados para o dia selecionado. Quando isso aconteceu,

realizou-se uma busca para os dias adjacentes, para verificar se em alguma cidade havia

voos semanais programados para outros dias da semana além do pesquisado. Para os

aeroportos que retornaram apenas voos parciais em relação às cidades pesquisadas,

estabeleceu-se o critério de corte de 1 /3 do total de ligações possíveis: menor que este

patamar, a cidade foi considerada como “sem informação”. Os aeroportos que não

retornaram resultados foram, assim, 59. Concentram-se, sobretudo, no Amazonas e

no Pará e são, via de regra, aeroportos para aviões de pequeno porte e com pouca

presença de voos regulares.


14 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Em seguida, foi realizada uma tipologia das cidades brasileiras baseada na média

do custo e do tempo de viagem a partir das origens, classificadas em quintis: o primeiro

quintil representando os centros mais baratos e rápidos, até o quinto, correspondente às

cidades mais caras e demoradas para se iniciar uma viagem. Como parte dos custos das

linhas áreas são fixos e fortemente associados à distância percorrida (como o gasto de

combustível, por exemplo), procedeu-se a uma normalização das médias pela distância,

considerada em linha reta entre cada par de cidade da matriz.

Modelo gravitacional

A observação da matriz de ligações aéreas reforça a percepção de que há uma

relativa simetria entre os fluxos e seus contrafluxos e que essa interação entre as cidades

é forte nas áreas de maior densidade demográfica – quanto mais populosa uma cidade,

maior probabilidade terá de gerar tráfego de saída e entrada – e de maior proximidade

entre si. Com efeito, ao relacionar a distância entre as cidades e o número de passageiros

observados, nota-se uma correlação negativa, embora bastante imperfeita, notadamente

nas cidades com maior quantidade de voos (Gráfico 1).

Gráfico 1 - Correlação entre a distância e a quantidade de passageiros

nas ligações com mais de 500 000 passageiros por ano - 2010

6 000 000

Passageiros por ano

5 000 000

4 000 000

3 000 000

2 000 000

1 000 000

0 500 1 000 1 500 2 000 2 500 3 000

Distância (km²)

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado

sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação

Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

Esse fato levou à aplicação de um modelo gravitacional, de longa tradição na

Geografia, de maneira a poder estimar o fluxo teórico entre duas aglomerações urbanas,

comparando-o com os valores das ligações aéreas observados. Pode-se, com este método,

avaliar quais são os pares de ligações cuja interação ocorre conforme o esperado,

“naturalmente” segundo seu peso demográfico, se há alguma barreira diminuindo o

potencial de interação, ou se sua interconexão está acima do esperado por algum motivo.


Notas técnicas __________________________________________________________________________________ 15

O modelo, então, prevê que a interação entre duas aglomerações será diretamente

proporcional ao produto de suas massas, definidas de acordo com a natureza do fluxo, e

inversamente proporcional a suas distâncias, de acordo com a fórmula (FOTHERINGHAM;

BRUNDSON; CHARLTON, 2000; PUMAIN; SAINT-JULIEN, 2001):

Onde:

F ij

=k P i

P j b1

D ij b2

F ij

é o fluxo a ser estimado entre as cidades i e j;

P é a população;

D é a distância entre estes centros urbanos;

k é um fator de escala para estabelecer uma relação comparável entre o valor do fluxo

e o das massas;

b1 representa o poder de atração das massas; e

b2 representa a fricção da distância.

No caso do transporte de passageiros, assumiu-se, quando possível, como massa

a população das áreas de concentração de população onde o aeroporto se localizava,

quando aplicável, de maneira a levar em consideração a aglomeração urbana real

independentemente das divisões políticas municipais. Fora das áreas de concentração de

população, foi utilizada a população do município. Para o transporte de carga, atribuiu-se à

massa o Produto Interno Bruto - PIB municipal ou da área de concentração de população.

Para a estimação dos parâmetros, foi realizada uma regressão linear com auxílio

do sistema estatístico SAS, usando o fluxo de passageiros observado como variável

dependente e o produto das massas (P i

P j

) e a distância D ij

como variáveis independentes.

O parâmetro k é o intercepto do eixo y (o valor da variável dependente quando as

independentes são zero) e as potências b1 e b2 são dadas pelos coeficientes da equação

da reta da regressão.

Uma vez que a distribuição de população e renda é muito desigual no território e

ocorrem valores extremos, tanto no transporte aéreo de passageiros como no de carga,

foi feita a transformação dos valores para a escala logarítmica, a fim de estimar não os

fluxos em si, mas sua intensidade relativa.

Para aumentar a adequação do modelo gravitacional com o comportamento

real dos fluxos aéreos, aplicou-se o algoritmo de Jenks 2 na distribuição dos dados de

passageiros e carga, removendo a primeira classe. As ligações de pequeno valor, mais

sujeitas a flutuações fortuitas na dinâmica da interação espacial, são, por essa razão,

mais imprevisíveis. No quesito passageiros, foram retiradas as ligações com menos de

20 313 passageiros para o ano de 2010, enquanto no quesito carga, foram removidas

as ligações com uma movimentação menor que 226 160 kg no ano.

2 O algoritmo de otimização de Jenks é uma forma de classificação de uma distribuição de dados que identifica as quebras

naturais no seu ordenamento, agrupando os valores mais próximos de si em uma mesma classe, ao mesmo tempo que

maximiza as diferenças entre elas.


Análise dos fluxos aéreos

de passageiros e carga

distribuição espacial da movimentação dos passageiros por aeroporto

A em 2010 mostra uma forte dissimetria entre as cidades, similar às

diferenças demográficas e de hierarquia (Tabela 1). Com efeito, em uma

análise bivariada entre a distribuição da população e a de passageiros,

obteve-se um coeficiente R-quadrado de 0,93, significando uma altíssima

correlação entre as duas variáveis. A posição hierárquica de uma cidade

também influencia sua propensão a gerar tráfego aéreo tendo, grosso

modo, uma correlação também positiva.

Não é, portanto, surpreendente o fato de que os fluxos aéreos

apresentem uma estrutura altamente polarizada, muito embora estejam

presentes em escala nacional. Do total das conexões aéreas verificadas

no País em 2010, compondo um total de 877 pares de ligações origemdestino

entre cidades, praticamente 50% do tráfego de passageiros se

concentrava em somente 24 pares. A ligação das seis metrópoles mais

populosas do País com São Paulo era responsável por mais de 25% do

total de passageiros transportados, conforme apresentado na Tabela 2.

O transporte de carga por via aérea é ainda mais concentrado, em

virtude dos custos elevados, com mais da metade do tráfego situado

em apenas 10 pares de ligações. Somente a ligação São Paulo–Manaus

abarcava mais de 20% do total da carga transportada em 2010 (Tabela 3).


18 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010



Municípios

de maior movimento

Passageiros

Carga

(kg)

Movimento aéreo total

População

em 2010

PIB 2009

(1 000 R$)

Hierarquia urbana

São Paulo 26 848 944 201 132 886 11 253 503 389 317 167 Grande Metrópole Nacional

Rio de Janeiro 14 467 527 37 296 620 6 320 446 175 739 349 Metrópole Nacional

Brasília 12 340 576 81 252 247 2 570 160 131 487 268 Metrópole Nacional

Salvador 6 391 352 39 475 055 2 675 656 32 824 229 Metrópole

Belo Horizonte 5 847 509 13 329 341 2 375 151 44 595 205 Metrópole

Porto Alegre 5 216 372 16 642 656 1 409 351 37 787 913 Metrópole

Recife 4 791 872 26 282 028 1 537 704 24 835 340 Metrópole

Curitiba 4 791 018 10 802 168 1 751 907 45 762 418 Metrópole

Fortaleza 3 858 424 33 673 910 2 452 185 31 789 186 Metrópole

Campinas 3 118 673 15 866 100 1 080 113 31 654 719 Capital Regional A

Vitória 2 220 272 5 668 942 327 801 19 782 628 Capital Regional A

Manaus 2 171 153 103 488 125 1 802 014 40 486 107 Metrópole

Belém 2 145 670 15 975 225 1 393 399 16 526 989 Metrópole

Florianópolis 1 956 563 4 651 834 421 240 8 287 890 Capital Regional A

Natal 1 751 132 4 737 472 803 739 10 369 581 Capital Regional A

Cuiabá 1 624 820 7 531 848 551 098 9 816 819 Capital Regional A

Goiânia 1 615 554 5 056 305 1 302 001 21 386 530 Metrópole

Maceió 1 080 537 2 596 116 932 748 10 264 218 Capital Regional A

Campo Grande 1 008 430 2 363 516 786 797 11 645 484 Capital Regional A

Fontes: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado

sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação

Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013; Regiões

de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013; Produto interno bruto dos municípios 2005-2009. Rio de Janeiro: IBGE,

2011. (Contas nacionais, n. 36). Disponível em: . Acesso em: abr. 2013; e Sinopse do censo demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Disponível em:

. Acesso em: abr. 2013.



Municípios que correspondem

aos 50% maiores pares de ligação

Passageiros

Movimento aéreo de passageiros

Percentual acumulado de

passageiros (%)

São Paulo - Rio de Janeiro 5 680 873 7,9

São Paulo - Brasília 3 006 422 12,1

São Paulo - Porto Alegre 2 619 204 15,8

São Paulo - Salvador 2 270 250 18,9

São Paulo - Belo Horizonte 2 239 153 22,0

São Paulo - Curitiba 2 236 264 25,2

Rio de Janeiro - Brasília 1 760 321 27,6

São Paulo - Recife 1 574 592 29,8

São Paulo - Florianópolis 1 365 686 31,7

Rio de Janeiro - Salvador 1 224 394 33,4

Rio de Janeiro - Belo Horizonte 1 147 735 35,0

São Paulo - Fortaleza 1 141 440 36,6

Rio de Janeiro - Porto Alegre 1 018 711 38,0

Brasília - Belo Horizonte 941 428 39,3

São Paulo - Goiânia 930 819 40,6

São Paulo - Vitória 811 261 41,8

Rio de Janeiro - Recife 795 867 42,9

Rio de Janeiro - Vitória 787 633 44,0

Rio de Janeiro - Campinas 774 535 45,1

Brasília - Salvador 726 530 46,1

Rio de Janeiro - Curitiba 692 148 47,0

São Paulo - Natal 686 289 48,0

Brasília - Fortaleza 677 947 48,9

Salvador - Recife 650 344 49,8

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado

sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação

Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 19



Municípios que correspondem

aos 50% maiores pares de ligação

Carga (1 000 Kg)

Movimento aéreo de cargas

Percentual acumulado de

cargas (%)

São Paulo - Manaus 99 344 22,8

São Paulo - Brasília 22 120 27,9

São Paulo - Fortaleza 21 492 32,9

São Paulo - Recife 17 085 36,8

São Paulo - Salvador 16 390 40,6

São Paulo - Porto Alegre 11 839 43,3

São Paulo - Rio de Janeiro 9 768 45,5

Brasília - Manaus 9 541 47,7

Recife - Fortaleza 7 557 49,5

São Paulo - Belo Horizonte 5 985 50,8

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado

sob o título Anuário Estatístico da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação

Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

O mapeamento das ligações aéreas, tanto de passageiros quanto de carga, mostra

uma alta conectividade das cidades brasileiras entre si (Mapa 1). A existência de ligações

diretas entre a maioria das cidades, a despeito da forte variação de intensidade dos fluxos,

confere um padrão aparente caótico das conexões. Topologicamente, de qualquer cidade

com aeroporto, é possível acessar a outra diretamente, pois são poucos os centros que

necessitam de mais de um passo para possuir ligações com as demais cidades da rede.

Esses centros pouco conectados são aqueles com baixa movimentação de passageiros

e estão concentrados principalmente na Região Norte.


20 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 1 - Ligações aéreas de passageiros - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

"

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

2010


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

"

O C E A N O

ACRE

P E R Ú

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

"

"

"

P A C Í F I C O

SÃO PAULO

"

"

"

Campinas

"

"

"

RIO BRANCO

"

"

C H I L E

"

"

"

LA PAZ

!.

MINAS GERAIS

"

SÃO PAULO

0 75 150 km

-47°30’

"

"

"

"

A M A Z O N A S

-45°00’

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

"

"

"

"

"

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

B O L I V I A

"

BELO

HORIZONTE

"

"

RIO DE JANEIRO

"

"

"

"

"

MANAUS

"

"

"

RIO DE JANEIRO

OCEAN O ATLÂNTICO

-42°30’

"

-20°00’

-22°30’

"

"

"

"

"

MATO

"

"

CUIABÁ "

"

"

CAMPO

GRANDE

!. ASUNCIÓN

"

Foz do Iguaçu

"

MACAPÁ

"

G O I Á S "

"

GOIÂNIA

"

"

"

"

"

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

"

"

"

"

GROSSO

MATO GROSSO DO SUL

P A R A G U A Y

A R G E N T I N A

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

P A R Á

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

"

PALMAS

"

"

"

"

"

"

SÃO PAULO

"

"

PARANÁ

RIO GRANDE DO SUL

U R U G U A Y

"

PORTO ALEGRE

"

"

"

CURITIBA

"

"

"

"

"

"

"

BELÉM

"

"

"

"

"

"

"

"

"

TOCANTINS

BRASÍLIA D.F.

" FLORIANÓPOLIS

"

"

Campinas

SANTA CATARINA

"

SÃO PAULO

MARANHÃO

"

"

SÃO LUÍS

"

"

"

"

MINAS GERAIS

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

TERESINA

"

"

PIAUÍ

"

"

CEARÁ

"

"

"

"

B A H I A

Porto Seguro

"

"

"

FORTALEZA

"

BELO

"

HORIZONTE

"

ESPÍRITO SANTO

"

"

VITÓRIA

"

"

"

"

"

"

"

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

Passageiros

(x 1.000 )

"

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 3.000

5.680

"

" NATAL

Fernando de Noronha

"

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

PARAÍBA

" "

JOÃO PESSOA

RECIFE

"

"

PERNAMBUCO

ALAGOAS

" MACEIÓ

"

ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

"

"

"

"

""

L Â N T I


-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Passageiros

(x 1.000 )

Até 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 17.095

32.208

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 21

Um outro padrão que pode ser notado é o da continuidade da forma da rede

de interconexões aéreas, que não apresenta grandes rupturas ao longo das décadas,

notadamente a partir dos anos 1990. Isso é exatamente um reflexo do fato de as formas

espaciais tenderem a se reproduzir no tempo, conferindo uma grande estabilidade

evolutiva à rede urbana.

Apesar da alta interconectividade a princípio, a prática da atividade da aviação

visando a racionalidade econômica cria vias preferenciais, localizando seus equipamentos

e centros operacionais em hubs em escala nacional. Nesse sentido, Brasília e São Paulo

se destacam pelo alto número de ligações com o conjunto da rede. São Paulo é o grande

concentrador dos fluxos em escala nacional, tendo ligações diretas com praticamente

todas as cidades da rede, além de localizar historicamente funções econômicas de alto

nível – serviços sofisticados, sedes de grandes companhias, indústria avançada, parte

significativa do mercado financeiro do País etc. – e de possuir uma população de mais

de 20 milhões de pessoas em sua área metropolitana. Brasília, por sua vez, além de ter

uma posição mais central no território, tendo assim facilidade de acesso físico a todas

as regiões, agrega a sede do poder público federal.

A arquitetura de distribuição das ligações de passageiros também reforça a

percepção clássica de que as ligações se fazem em função do tamanho populacional

das cidades e de suas distâncias, já que são as capitais as maiores geradoras de fluxo.

Nesse sentido, mantém-se como ligação principal de toda a rede o par São Paulo–Rio

de Janeiro, representando as metrópoles de maior população e em relativa proximidade.

A matriz de ligações de transporte de carga apresenta algumas particularidades,

chamando a atenção o fato de a ligação de maior volume, bem acima do dobro da

segunda maior, ser o par São Paulo–Manaus (Mapa 2). Isso se deve à presença da

Zona Franca de Manaus, que tem nas empresas sediadas em São Paulo seu ponto de

comando preferencial, assim como é seu principal mercado consumidor. Percebe-se

a hegemonia econômica que a metrópole paulista exerce ao ser a principal origem e

destino das maiores ligações de transporte aéreo de carga. Comparando com o transporte

de passageiros, o Rio de Janeiro possui uma posição bem mais secundária na rede,

registrando um volume de carga inferior aos volumes de Manaus, Brasília e Salvador.

A aplicação da técnica dos fluxos principais indica, seguramente, que São Paulo é

o grande centro independente no transporte de passageiros, subordinando praticamente

o total das cidades que possuem aeroporto, quer direta ou indiretamente (Mapa 3). As

ligações aéreas formam, portanto, um sistema integrado único, já que seus fluxos tendem

a se direcionar para a cabeça da rede em uma estrutura arbórea clássica. A exceção é

a cidade de Gurupi (TO), o único centro de nível 1 ao lado de São Paulo. Isso, porém,

se deve apenas ao fato de sua ligação principal ser com uma cidade menor, São Félix

do Araguaia (MT), compondo uma rede isolada junto com a cidade de Confresa (MT).

Esse fato é interpretado, entretanto, como uma mera flutuação aleatória de pequenos

números, sem grande significância para a rede urbana nacional. Outros exemplos de

ligações dominantes inesperadas são Tartarugalzinho (AP)–São José do Rio Preto (SP) e

Parauapebas (PA)–Belo Horizonte (MG), esta última relacionada com a estrutura interna

da Companhia Vale do Rio Doce.


22 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 2 - Ligações aéreas de carga - 2010

-70°

-60°

!.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

2010


EQUADOR

MACAPÁ

EQUADOR


BELÉM

MANAUS

Santarém

SÃO LUÍS

FORTALEZA

P A R Á

MARANHÃO

TERESINA

CEARÁ

RIO GRANDE DO NORTE

A M A Z O N A S

PIAUÍ

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

-10°

ACRE

RIO BRANCO

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MATO

GROSSO

TOCANTINS

PALMAS

B A H I A

ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

L Â N T I

-10°

C O

P E R Ú

CUIABÁ

BRASÍLIA

G O I Á S D.F.

A T

LA PAZ

!.

B O L I V I A

MATO GROSSO DO SUL

GOIÂNIA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

ESPÍRITO SANTO

O C E A N O

-20°

-30°

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

CAMPO

GRANDE

PARANÁ

RIO GRANDE DO SUL

PORTO ALEGRE

SÃO PAULO

CURITIBA

Campinas

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

RIO DE JANEIRO

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

VITÓRIA

RIO DE JANEIRO

Carga

(x 1.000 kg)

252 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 22.119

99.343

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Carga

(x 1.000 kg)

Até 3.000

3.000 a 10.000

10.000 a 25.000

25.000 a 50.000

50.000 a 133.700

253.519

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

As sub-redes encabeçadas pelas capitais são caracterizadas pelo caráter

intraestadual, com algumas exceções. Brasília é a cidade com a sub-rede mais complexa,

subordinando a maior parte da Região Norte, mas também a própria Região Centro-Oeste

e algumas capitais da Região Nordeste, reforçando seu papel como hub secundário da

aviação. A rede liderada por Manaus constitui a exceção, pois subordina-se diretamente

a São Paulo, o que se deve à natureza das relações econômicas da Zona Franca com o

parque industrial da Região Sudeste.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 23

Quando comparada a um quadro anterior (MOTTA; OLIVEIRA, 2007), verifica-se o

aumento da centralidade de Brasília, pois a sub-rede de Belém, anteriormente um centro

independente, passou a subordinar-se a ela. Belém perde um pouco de sua centralidade

no que se refere ao transporte de passageiros, uma vez que as cidades mineradoras do

sudeste paraense ligam-se preferencialmente à Brasília e não à própria capital do estado.

Mapa 3 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos principais - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

Amajari

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

# 0


EQUADOR

!.

% 2

% 2 #

# # #

0

0 0 Santarém

SÃO LUÍS

Fonte Boa

MANAUS

Parintins

0

Tefé

Maués

Altamira

"/

% 2

Tucuruí

FORTALEZA

Fernando de Noronha

Coari

São Paulo de Olivença

Borba

Itaituba

% 2

% 2

/"

!.

# 0

# 0

# 0

Carauari

TERESINA

Tabatinga % 2

P A R Á

Marabá MARANHÃO

CEARÁ MossoróRIO GRANDE DO NORTE

Manicoré

# 0

#

#

#

#

0

0

0

Parauapebas

Imperatriz

0

Ourilândia

A M A Z O N A S

# 0

"

NATAL

Eirunepé

do Norte

/

São Félix do Xingu

#

% 2

PIAUÍ Juazeiro

0

Lábrea

% 2

Humaitá

do Norte

% 2 # 0

# 0

PARAÍBA

Redenção

# 0 Campina Grande

# 0 /"

JOÃO PESSOA

Araguaína

% 2

# 0

Cruzeiro do Sul

% 2

Boca do Acre

Conceição do Araguaia

% 2 # 0

# 0 /"

RECIFE

Santana do Araguaia

Caruaru PERNAMBUCO

ACRE

PORTO

!.

TOCANTINS

VELHO

Aripuanã Alta Floresta%

2

# 0 # 0

ALAGOAS

# 0

% 2

Confresa

Petrolina Paulo

# 0PALMAS

/"

MACEIÓ

-10°

RIO BRANCO

Ji-Paraná

Afonso

-10°

% 2

"/

Juína

Juara

Gurupi

B A H I A

% 2 % 2 Sinop

# 0ARACAJU

RONDÔNIA

% 2

"/

Barreiras

São Félix do Araguaia $ 1

SERGIPE

Vilhena

# 0

Lençóis

% 2

Bom Jesus da Lapa # 0

MATO GROSSO

# 0

% 2

/"

Minaçu

Guanambi

SALVADOR

Vitória da

CUIABÁ

# 0

Conquista

P E R Ú

Ilhéus

BRASÍLIA

# 0

# 0 # 0

D.F.

Janaúba

/"

# 0 /"

Una

Rondonópolis

GOIÂNIA

% 2

Montes Claros

LA PAZ

!.

G O I Á S /"

Porto Seguro

# 0 /"

B O L I V I A

Caldas Novas

Rio Verde

MINAS GERAIS

Corumbá # 0 /"

Patos

Diamantina

de Minas

# 0

# 0 # 0 Governador

BELO Valadares

MATO GROSSO DO SUL /"

Uberlândia HORIZONTE # 0

Uberaba

Araxá

# 0 # 0 # 0 ESPÍRITO SANTO

Barretos

"/

/"

Ipatinga

Bonito CAMPO

Ribeirão

-50°00’ BRASÍLIA /"

D.F.

-45°00’

Araçatuba

# 0

# 0

Janaúba

GRANDE

Preto

G O I Á S

# 0

"

"

" # 0

"

/

/

/ VITÓRIA

Varginha Barbacena

/

São Carlos

## 00 Juiz de Fora

GOIÂNIA

Montes Claros

/"

Presidente

Bauru

# 0

# 0 "/

" " "

"

/ / /

/

Prudente

/"

% 2 Campos dos Goytacazes

Dourados

Marília

Macaé

Rio Verde

Caldas Novas

# 0#

0 /"

# 0

#

Maringá

/"

/"

0 RIO DE JANEIRO

# 0 /"

MINAS GERAIS

Campinas

Armação dos Búzios

Diamantina

Londrina

Angra Cabo Frio

PARANÁ $ 1

dos Reis

Patos de Minas

-18°00’

SÃO PAULO

RIO DE JANEIRO

Uberlândia

# 0 # 0

Governador P A R A G U A Y Cascavel

Valadares

/"

# 0 Guarapuava

SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN

BELO # 0

"/

# 0

CURITIBA

Uberaba

Foz do Iguaçu "/

Araxá

# 0 # 0

HORIZONTE

# 0

/"

Ipatinga

Chapecó

# 0 # 0

# 0

"/

Joinville

Caçador Navegantes

São José do Rio Preto Barretos

# 0

/" Legenda

São Sebastião

Erechim Joaçaba

/"

Ribeirão Preto do Paraíso

São João ESPÍRITO

# 0

"/

del Rei

% 2 # 0 /" FLORIANÓPOLIS

Santa Rosa

/"

/"

Barbacena SANTO

# 0 "/

SANTA CATARINA

Hierarquia

Presidente Araçatuba

## 00

Passo

Prudente

São Carlos "

Campos dos

Santo Ângelo Fundo "/

Criciúma

Marília

/

Goytacazes

Varginha Juiz de Fora

/"

/"

%2

"/

Uruguaiana

Caxias do Sul

1º Nível

"

"

"

/

/

/

-22°00’

# 0 # 0

Bauru

Campinas

Macaé

Santa Maria

"/

Maringá

RIO DE JANEIRO

PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

2º Nível

# 0 # 0

/"

Londrina

SÃO PAULO # 0 /"

/"

# 0 Armação

dos Búzios

Angra

São José

Cabo Frio

dos Reis

Pelotas

3º Nível

PARANÁ $1 dos Campos RIO DE JANEIRO

# 0

SÃO PAULO

% 2

0 50 100 200 km

Rio Grande

4º Nível

-20°

-30°

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

São Gabriel da Cachoeira

Santa Isabel do Rio Negro

# 0

% 2

Fonte: ANAC - Agência de Nacional de Aviação Civil, 2010.

# 0

# 0

BOA VISTA

RORAIMA

Barcelos

OCEANO ATLÂNTICO

GUYANA

# 0

Oriximiná

U R U G U A Y

AMAPÁ

MACAPÁ

SANTIAGO !. A R G E N T I N A BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

Almeirim

% 2

# 0

% 2

-50°

Tartarugalzinho

BELÉM

# 0

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

Fluxos principais

2010

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!.

O C E A N O

5º Nível

A T

-30°

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

-30°

Como a rede urbana brasileira é muito interligada, restringir-se aos fluxos principais

implica uma forte perda de informação. Dessa maneira, os fluxos secundários e terciários

também serão verificados.


24 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Nos fluxos secundários de passageiros (o segundo maior fluxo da cidade “A”

para a cidade “B”), é possível perceber que São Paulo passa a compartilhar o número

de ligações com outros centros, sendo notável o aumento de importância do Rio de

Janeiro (Mapa 4). Esta cidade passa a se caracterizar como o núcleo secundário por

excelência na rede urbana brasileira, perdendo sua primazia dos períodos historicamente

precedentes. Chama a atenção também o papel de Belém, que passa a capturar o tráfego

proveniente da atividade mineradora do sudeste paraense. Brasília continua a manter

uma importância relativa, sendo o destino secundário de São Paulo e outras cidades

das Regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste.

Mapa 4 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos secundários - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

Amajari

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

# 0


-20°

-30°

EQUADOR

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TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

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São Gabriel

da Cachoeira

Santa Isabel

do Rio Negro

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Barcelos

BOA VISTA

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RORAIMA

GUYANA

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Oriximiná

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AMAPÁ

MACAPÁ

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

A R G E N T I N A

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

Almeirim

% 2

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

# 0

% 2

-50°

Tartarugalzinho

# 0

BELÉM

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

Fluxos secundários

2010

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Fonte Boa

Parintins

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% 2

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B O L I V I A

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Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

$1

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O C E A N O

5º Nível

A T

-30°

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 25

Os fluxos terciários do transporte aéreo de passageiros se caracterizam pela

aparência mais caótica das ligações, com uma menor centralização em poucas cidades

(Mapa 5).

As ligações dominantes do quesito carga mostram uma maior centralização das

sub-redes estaduais em São Paulo, com Brasília perdendo o papel de subordinador de

parte das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (Mapa 6). Por outro lado, é maior o

número de cidades independentes, fruto da maior complexidade das relações econômicas.

Salienta-se, contudo, que o volume transportado pelas redes independentes possui uma

ordem de grandeza bem inferior à encabeçada por São Paulo.

Mapa 5 - Ligações aéreas de passageiros, segundo os fluxos terciários - 2010

-70°

-60°

-50°

-40°

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BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

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-50°00’

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Fonte: ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

0 125 250 500 km

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PROJEÇÃO POLICÔNICA

SANTIAGO A R G E N T I N A

-70° -60° !.

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-50° -40°

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-20°

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TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

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TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

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-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


26 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

O Rio de Janeiro envia seu fluxo principal a Salvador e não a São Paulo, uma

vez que o custo do transporte aéreo associado à relativa proximidade daquelas duas

metrópoles faz com que o transporte rodoviário seja uma opção mais viável para o

deslocamento de mercadorias. O mesmo motivo faz cair a hierarquia de Campinas (SP),

que passa a se ligar a Brasília e não diretamente a São Paulo.

Uma outra feição geográfica notável é a Região Norte se caracterizar pela presença

de diversos centros independentes, formando pequenas redes isoladas. O maior número

de cidades de alto nível hierárquico, entretanto, não conduz a uma maior complexidade

da rede urbana, pois elas não conseguem, nem de longe, concorrer com a centralidade de

São Paulo. Elas formam apenas pequenas redes de baixa complexidade – possivelmente

mais ligadas à logística e às necessidades operacionais do transporte de carga do que

a processos econômicos espaciais de maior escala.

Mapa 6 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos principais - 2010

-70°

-60°

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V E N E Z U E L A

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Fonte: ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

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-50° -40°

-30°

-20°

-30°

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

$ 1

São Gabriel da Cachoeira

"/

# 0

BOA VISTA

RORAIMA

OCEANO ATLÂNTICO

GUYANA

AMAPÁ

MACAPÁ

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

# 0

2%

-50°

Tartarugalzinho

-40°

Ligações aéreas - Carga

fluxos principais

2010

O C E A N O

A T

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 27

Os fluxos secundários e terciários de carga assim como os de passageiros se

caracterizam por uma aparência também mais caótica, porque, nos fluxos de menor

importância, a centralização espacial tem um peso menor (Mapas 7 e 8). Mas, mesmo

assim, percebe-se que várias capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus,

Brasília e até São Paulo são o destino de um grande número de ligações, dada a atração

de suas economias locais.

Mapa 7 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos secundários - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

Amajari

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

# 0


EQUADOR

Barcelos

São Gabriel

da Cachoeira /"

BELÉM

Oriximiná

Almeirim

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2%

# 0

!.

2%

2%

2%

2%

# 0 # 0 Santarém

SÃO LUÍS

Fonte Boa

Parintins

MANAUS

Altamira

São Paulo de Olivença

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2%

FORTALEZA

Fernando de Noronha

Coari

Tefé

Borba Maués Itaituba

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2%

2%

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TERESINA

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MARANHÃO

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Eirunepé

A M A Z O N A S

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PIAUÍ Juazeiro

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# 0

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# 0

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Humaitá

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2%

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JOÃO PESSOA

Araguaína

Redenção

/"

2%

Cruzeiro do Sul

2%

Conceição do Araguaia

# 0

# 0 # 0 RECIFE

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PERNAMBUCO

Boca do Acre

Santana do Araguaia

ACRE

PORTO

2%

TOCANTINS

VELHO

Aripuanã Alta Floresta !.

2%

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ALAGOAS

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Petrolina Paulo

# 0

-10° $

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MACEIÓ

RIO BRANCO

Ji-Paraná

Juara

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-10°

$ 1

B A H I A

!.

!.

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RONDÔNIA

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SERGIPE

2%

Lençóis

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Bom Jesus da Lapa # 0

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2%

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Minaçu

Guanambi

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Vitória da

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Conquista

P E R Ú

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G O I Á S # 0

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Ilhéus

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D.F.

# 0 # 0 Una

Rondonópolis

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LA PAZ

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Porto Seguro

# 0 Claros # 0

B O L I V I A

Rio Verde

Caldas

MINAS GERAIS

# 0 Novas/

" Patos Diamantina

de Minas

Corumbá#

0

2%

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Valadares

/"

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Uberaba

Araxá HORIZONTE

# 0 # 0 # 0 ESPÍRITO SANTO

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/"

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Bonito CAMPO

Ribeirão

-50°00’ BRASÍLIA /"

D.F.

-45°00’

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2%

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# 0

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Varginha Barbacena

/

Dourados

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GOIÂNIA

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Campos dos Goytacazes

Marília Campinas

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Rio Verde

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Maringá

RIO DE JANEIRO

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MINAS GERAIS

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PARANÁ

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Patos de Minas

-18°00’

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RIO DE JANEIRO

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2%

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P A R A G U A Y

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Valadares

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Presidente

Fundo

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Goytacazes

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5º Nível

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U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

!. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

SANTIAGO

A R G E N T I N A

-70° -60° !.

!.

-50° -40°

-30°

-20°

-30°

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

$ 1

Santa Isabel

do Rio Negro

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# 0

BOA VISTA

RORAIMA

OCEANO ATLÂNTICO

GUYANA

AMAPÁ

MACAPÁ

# 0

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-50°

Tartarugalzinho

-40°

Ligações aéreas - Carga

Fluxos secundários

2010

O C E A N O

A T

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


28 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Evolução histórica

Na evolução das ligações históricas (Mapas 9 a 24), nota-se um quadro geral de

estabilidade das relações, com concentração de fluxos na Região Sudeste, progressivamente

aumentando seus volumes em direção à Região Sul e às capitais nordestinas. A permanência

da geografia de distribuição dos fluxos é mais notória no transporte de carga, onde a relação

de Manaus diretamente com o centro-sul chama a atenção, em virtude das necessidades

das indústrias lá localizadas a partir de 1967, com a criação da Zona Franca. Contudo,

importantes modificações são observadas. Primeiramente, nos anos iniciais pesquisados,

há uma desproporcional concentração do fluxo de passageiros na ponte aérea Rio–São

Paulo, enquanto as conexões com as outras cidades são bem fracas. Esta situação muda

a partir dos anos 1980, ganhando força na década seguinte com o progressivo aumento

de acesso a esta modalidade de transporte.

Mapa 8 - Ligações aéreas de carga, segundo os fluxos terciários - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

Amajari

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

# 0


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

$ 1

Santa Isabel

do Rio Negro

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Barcelos

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# 0

BOA VISTA

RORAIMA

GUYANA

U R U G U A Y

AMAPÁ

MACAPÁ

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

A R G E N T I N A

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

# 0

2%

-50°

Tartarugalzinho

-40°

Ligações aéreas - Carga

Fluxos terciários

2010

São Gabriel

da Cachoeira

BELÉM

Oriximiná

Almeirim

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2%

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!.

2%

2%

2%

2%

# 0 # 0 Santarém

SÃO LUÍS

Fonte Boa

Parintins

MANAUS

Altamira

São Paulo de Olivença

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2%

FORTALEZA

Fernando de Noronha

Coari

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Borba Maués Itaituba

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2%

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P A R Á

MARANHÃO

CEARÁ

RIO GRANDE DO NORTE

# 0

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Manicoré

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Imperatriz

# 0

# 0

Parauapebas Marabá

Mossoró

2%

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Eirunepé

A M A Z O N A S

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PIAUÍ Juazeiro

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Humaitá

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2%

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JOÃO PESSOA

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Redenção

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Cruzeiro do Sul

2%

Conceição do Araguaia

# 0

# 0 # 0 RECIFE

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PERNAMBUCO

Boca do Acre

Santana do Araguaia

ACRE

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2%

TOCANTINS

VELHO

Aripuanã Alta Floresta

2%

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Petrolina Paulo

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MACEIÓ

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RONDÔNIA

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Lençóis

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Bom Jesus da Lapa # 0

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2%

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Minaçu

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SALVADOR

Vitória da

# 0

Conquista

P E R Ú

CUIABÁ

G O I Á S # 0

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Ilhéus

D.F.

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# 0 # 0 Una

Rondonópolis

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LA PAZ

GOIÂNIA

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Porto Seguro

# 0 Claros # 0

B O L I V I A

Caldas Novas

Rio Verde

MINAS GERAIS

# 0 /"

Patos Diamantina

de Minas

Corumbá#

0

2%

# 0 Governador

Valadares

/"

Uberlândia BELO 2%

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba

Araxá HORIZONTE

# 0 # 0 # 0 ESPÍRITO SANTO

Barretos

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Ipatinga

Bonito CAMPO

Ribeirão

-50°00’ BRASÍLIA /"

D.F.

-45°00’

Araçatuba

2%

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GRANDE

G O I Á S

# 0

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Janaúba

Varginha Barbacena

/

Dourados

São Carlos

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# 0

Montes Claros

Presidente

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GOIÂNIA

# 0

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Campos dos Goytacazes

Marília Campinas

# 0

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Macaé

Rio Verde

Caldas Novas

Maringá

RIO DE JANEIRO

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MINAS GERAIS

$ 1 $ 1

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Londrina

Angra Cabo Frio

dos Reis

Patos de Minas

-18°00’

PARANÁ

SÃO PAULO

RIO DE JANEIRO

Uberlândia

2%

# 0

P A R A G U A Y

Diamantina Governador

Cascavel

Valadares

# 0 Guarapuava

SÃO PAULO

/"

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BELO

2%

/"

# 0

CURITIBA

Uberaba

Araxá

Foz do Iguaçu /"

# 0 # 0

HORIZONTE

# 0

Joinville

/"

Ipatinga

Chapecó

"

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#

0

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São José

Caçador Navegantes

do Rio Preto Barretos

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Erechim Joaçaba

/"

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Araçatuba

Ribeirão Preto São Sebastião São João del Rei ESPÍRITO

# 0 # 0 /" FLORIANÓPOLIS

# 0

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do Paraíso

Santa Rosa

/"

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SANTO

Passo

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SANTA CATARINA

Hierarquia

Varginha

Barbacena

Presidente

Fundo

Santo

# 0 Criciúma

/"

// ""

Prudente SÃO PAULO

Campos dos

Marília

Goytacazes

Ângelo

Uruguaiana Caxias do Sul

/"

/"

/"

1º Nível

"

"

"

/

/

Juiz de Fora/

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São Carlos

-22°00’ # 0 # 0

Bauru

Campinas

Santa Maria

RIO DE JANEIRO Macaé

/"

Maringá

# 0

PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

2º Nível

Armação

Londrina

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/"

/"

/"

2%

/"

dos Búzios

Pelotas

3º Nível

$

$

1

1

Angra

Cabo Frio

São José

dos Reis

PARANÁ

dos Campos RIO DE JANEIRO

SÃO PAULO

## 00

Rio Grande

4º Nível

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

0 100 200

50 km

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

OCEANO ATLÂNTICO

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

$1

"/

#0

%2

!.

O C E A N O

5º Nível

A T

-30°

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

-30°


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 29

Há também um progressivo deslocamento da cabeça da rede, do Rio de Janeiro

para São Paulo. Nota-se que, até 1985, a metrópole carioca constituía o grande hub da

aviação nacional, polarizando boa parte do tráfego vindo de Brasília e Belo Horizonte.

Essa tendência é mais facilmente observada no transporte de carga, onde a hegemonia

econômica de São Paulo se fez sentir mais rapidamente. É nos anos 1980, também,

que se percebe, principalmente nas ligações de carga, a grande mudança estrutural da

rede urbana brasileira: o redirecionamento dos fluxos da Região Norte diretamente de

Manaus e Porto Velho para o centro-sul, contornando a ligação através de Belém.

Mapa 9 - Ligações aéreas de passageiros - 1972

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

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GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1972


EQUADOR

MANAUS

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MACAPÁ

P A R Á

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BELÉM

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MARANHÃO

SÃO LUÍS

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TERESINA

CEARÁ

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RIO GRANDE DO NORTE


-10°

ACRE

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RIO BRANCO

A M A Z O N A S

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PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MATO

GROSSO

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G O I Á S

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

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ALAGOAS

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ARACAJU

SERGIPE

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MACEIÓ

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I

-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

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LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C. Departamento de Aviação Civil, 1972.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

PARANÁ

!H

CURITIBA

PORTO ALEGRE

!H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

!H

!H

!H

!H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

!H

RIO DE JANEIRO

!H

!H NITERÓI

RIO DE JANEIRO

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ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Passageiros

(x 1.000 )

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.232

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1972. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1973]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


30 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 10 - Ligações aéreas de passageiros - 1975

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1975


EQUADOR

MANAUS

!H

MACAPÁ

P A R Á

!H

BELÉM

!H

MARANHÃO

SÃO LUÍS

!H

!H

TERESINA

CEARÁ

!H

FORTALEZA

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE


-10°

ACRE

!H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MATO

GROSSO

!H

G O I Á S

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

!H

!H

!H

!H

!H

ALAGOAS

!H

!H

ARACAJU

SERGIPE

!H

NATAL

MACEIÓ

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I

-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1975.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

MATO GROSSO DO SUL

CAMPO

GRANDE

PARANÁ

!H

CURITIBA

PORTO ALEGRE

!H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

!H

!H

!H

!H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

!H

!H

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Passageiros

(x 1.000 )

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

100 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.226

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1975. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1976]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 31

Mapa 11 - Ligações aéreas de passageiros - 1980

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1980


-10°

EQUADOR

ACRE

!H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

!H

MATO

GROSSO

MACAPÁ

P A R Á

!H

BELÉM

!H

!H

G O I Á S

MARANHÃO

SÃO LUÍS

!H

TERESINA

CEARÁ

!H

PIAUÍ

B A H I A

!H

!H

FORTALEZA

!H

!H

ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

!H

!H

ALAGOAS

!H

!H

!H

!H

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

MACEIÓ

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I


-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1980.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

MATO GROSSO DO SUL

CAMPO

GRANDE

PARANÁ

!H

CURITIBA

PORTO ALEGRE

!H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

!H

!H

!H

!H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

!H

!H

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Passageiros

(x 1.000 )

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.543

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1980. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1981]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


32 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 12 - Ligações aéreas de passageiros - 1985

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1985


-10°

EQUADOR

ACRE

!H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

!H

MATO

Santarém

!H

MACAPÁ

P A R Á

GROSSO

!H

BELÉM

!H

!H

G O I Á S

MARANHÃO

SÃO LUÍS

!H

TERESINA

CEARÁ

!H

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

!H

!H

FORTALEZA

!H

!H

ARACAJU

SERGIPE

ALAGOAS

!H

!H

!H

!H

!H

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

MACEIÓ

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I


-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1985.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

MATO GROSSO DO SUL

!H

CAMPO

GRANDE

Foz do Iguaçu

!. ASUNCIÓN

!H

PARANÁ

CURITIBA

!H

PORTO ALEGRE

!H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

!H

!H

!H

Campinas

!H !H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

!H

!H

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Passageiros

(x 1.000 )

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.548

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1985. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1986]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 33

Mapa 13 - Ligações aéreas de passageiros - 1990

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1990


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

!H

!H

Cruzeiro do Sul

ACRE

!H

RIO BRANCO

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

Tabatinga

C H I L E

LA PAZ

!.

!H

B O L I V I A

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

A R G E N T I N

MANAUS

!H

A M A Z O N A S

A

!H

MATO

P A R A G U A Y

GROSSO

CUIABÁ

!H

!. ASUNCIÓN

!H

CAMPO

GRANDE

MACAPÁ

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

PORTO ALEGRE

!H

PALMAS

BRASÍLIA

G O I Á S D.F.

!H

!H

GOIÂNIA

!H

SÃO PAULO

!H FLORIANÓPOLIS

SÃO LUÍS

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

!H

Corumbá

!H

!H

MATO GROSSO DO SUL

!H

!H

Santarém

P A R Á

Londrina

PARANÁ

!H

!H

!H

Uberlândia

!H

!H!H

!H

BELÉM

!H

TOCANTINS

!H

Araçatuba Ribeirão

Preto

!H

SÃO PAULO

Bauru

Foz do Iguaçu CURITIBA

!H

Caxias do Sul

!H

Campinas

Joinville

!H !H

Navegantes

MARANHÃO

SANTA CATARINA

!H

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

TERESINA

!H

!H

PIAUÍ

B A H I A

!H

CEARÁ

!H

!H

!H

VITÓRIA

RIO DE JANEIRO

!H

RIO DE JANEIRO

FORTALEZA

!H

!H

!H

Ilhéus

Una

ESPÍRITO SANTO

!H

!H NATAL

PARAÍBA

!H

JOÃO PESSOA

!H

RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

!H

MACEIÓ

-10°

!H

ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

Passageiros

(x 1.000)

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 3.000

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1990. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1991]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


34 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 14 - Ligações aéreas de passageiros - 1995

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

1995


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

ACRE

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

!H

!H

RIO BRANCO

C H I L E

LA PAZ

!.

!H

B O L I V I A

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

A R G E N T I N

MANAUS

!H

A M A Z O N A S

A

!H

MATO

P A R A G U A Y

GROSSO

MACAPÁ

!H

!H

PALMAS

BRASÍLIA D.F.

G O I Á S

!H

!H

GOIÂNIA

Bauru

Campinas

!H !H

Maringá Londrina

!H

SÃO PAULO

PARANÁ

Foz do Iguaçu

CURITIBA SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

PORTO ALEGRE

!H FLORIANÓPOLIS

SÃO LUÍS

!H

BELO Ipatinga

HORIZONTE

!H

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

Santarém

!H

!H

!H

Almeirim

!H

MATO GROSSO DO SUL

!H

P A R Á

Altamira

!H

!H

!H

CAMPO

Araçatuba

GRANDE

Presidente

Prudente

!H !H

!H !H

Caxias do Sul

São José

do Rio Preto

!H!H

!H

Joinville

BELÉM

!H

TOCANTINS

!H

Ribeirão Preto

!H !H

Navegantes

MARANHÃO

SANTA CATARINA

!H

MINAS GERAIS

!H

!H

!H CEARÁ

TERESINA

PIAUÍ

!H

!H

Petrolina

B A H I A

!H

!H

!H

VITÓRIA

RIO DE JANEIRO

!H

RIO DE JANEIRO

!H

FORTALEZA

!H

!H

!H

!H

SALVADOR

Ilhéus

Porto Seguro

ESPÍRITO SANTO

!H

ARACAJU

SERGIPE

!H NATAL

PARAÍBA

!H

JOÃO PESSOA

RECIFE

!H

PERNAMBUCO

ALAGOAS

!H MACEIÓ

!H

!H

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

!H

RIO GRANDE DO NORTE

Passageiros

(x 1.000)

L Â N T I


Fernando de Noronha

-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 3.000

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1995. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1996]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 35

Mapa 15 - Ligações aéreas de passageiros - 2000

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

2000


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

!H

Cruzeiro do Sul

ACRE

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

RIO BRANCO

C H I L E

!H

LA PAZ

!.

!H

B O L I V I A

!H

PORTO

VELHO

Coari

RONDÔNIA

A R G E N T I N

MANAUS

A M A Z O N A S

A

!H

Parintins

MATO

!. ASUNCIÓN

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

!H

GROSSO

CUIABÁ

!H

Almeirim

!H !H

!H

!H

MACAPÁ

!H

Altamira

P A R Á

Caxias do Sul

RIO GRANDE DO SUL

!H

!H

PORTO ALEGRE

!H

G O I Á S

CURITIBA

!H

!H

GOIÂNIA

!H

!H

!H

!H

!H

!H

BELÉM

!H

!H

PALMAS

!H

!H!H

Uberlândia

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba

São José do

!H

Rio Preto

CAMPO Araçatuba

!H

!H

GRANDE

!H

P A R A G U A Y

SÃO PAULO

Ribeirão

Preto

!H

TOCANTINS

BRASÍLIA

D.F.

!H !H

Maringá

Bauru

!H !H

Campinas

Londrina

Cascavel

SÃO PAULO

PARANÁ

Foz do Iguaçu

Marabá

Chapecó

Joinville

Navegantes

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

Criciúma

!H

MARANHÃO

Imperatriz

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

SÃO LUÍS

!H

São João del Rei

!H

!H

!H

!H

TERESINA

!H

PIAUÍ

!H

!H

RIO DE JANEIRO

CEARÁ

!H

B A H I A

Ipatinga

Juiz de Fora

Vitória da

Conquista

!H

Petrolina

!H

!H

Una

!H

RIO DE JANEIRO

!H

!H

!H

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

Juazeiro

do Norte

Ilhéus

FORTALEZA

SALVADOR

Porto Seguro

!H

!H

!H

!H

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

!H

RIO GRANDE DO NORTE

ARACAJU

SERGIPE

Fernando de Noronha

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

Passageiros

(x 1.000)

L Â N T I


-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 3.000

4.082

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2000. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2001]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


36 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 16 - Ligações aéreas de passageiros - 2005

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Passageiros

2005


-10°

EQUADOR

!H

!H

Cruzeiro do Sul

ACRE

Tabatinga

!H

RIO BRANCO

!H

Tefé

!H

!H

PORTO

VELHO

Coari

A M A Z O N A S

RONDÔNIA

MANAUS

!H

MATO

Parintins

!H !H

GROSSO

Santarém

!H

P A R Á

MACAPÁ

!H

Altamira

Marabá

EQUADOR


BELÉM

!H

!H

!H

PALMAS

!H

!H

MARANHÃO

Imperatriz

SÃO LUÍS

TERESINA

!H

PIAUÍ

TOCANTINS

!H

B A H I A

!H

!H

FORTALEZA

!H

!H

!H

!H

!H

!H

!H

CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE

Petrolina

Campina Grande

SALVADOR

ARACAJU

SERGIPE

Fernando de Noronha

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

L Â N T I

-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

Foz do Iguaçu

!. ASUNCIÓN

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

!H

Corumbá

!H

MATO GROSSO DO SUL

!H

CAMPO

GRANDE

!H

!H

!H

!H

!H !H

Londrina

PARANÁ

!H

!H

Caxias do Sul

RIO GRANDE DO SUL

!H

!H

!H

Barretos

!H !H

!H

Ribeirão

Preto

!H !H

Bauru

!H

Campinas

!H

CURITIBA

PORTO ALEGRE

BRASÍLIA

D.F.

G O I Á S

GOIÂNIA

São José do

Rio Preto

Presidente

Prudente Marília

Maringá

Chapecó

Passo Fundo

Caldas Novas

Joinville

Navegantes

Uberlândia

!H

!H

!H

!H

!H

SÃO PAULO

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

Montes Claros

!H

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

!H

!H

Governador

Valadares

!H

!H

Ipatinga

!H

RIO DE JANEIRO

!H!H

!H

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

Ilhéus

Una

Porto Seguro

O C E A N O

A T

Passageiros

(x 1.000 )

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Até 50

50 a 150

150 a 300

300 a 500

500 a 1.000

1.000 a 3.000

3.823

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2005. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2006]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 37

Mapa 17 - Ligações aéreas de carga - 1972

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J !H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1972


-10°

EQUADOR

ACRE

"J !H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

"J !H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

"J !H

MATO

GROSSO

MACAPÁ

P A R Á

"J !H

BELÉM

"J !H

G O I Á S

MARANHÃO

SÃO LUÍS

"J !H

TERESINA

CEARÁ

"J !H

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

"J !H

"J

FORTALEZA

"J

!H

ARACAJU

SERGIPE

ALAGOAS

!H

"J

"J !H

"J !H

"J !H

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

NATAL

MACEIÓ

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I


-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1972.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

"J !H

PARANÁ

"J

CURITIBA

PORTO ALEGRE

"J !H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

"J !H

"J !H

"J !H

"J !H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J !H

"J

!H !H

"J !H

RIO DE JANEIRO

NITERÓI

RIO DE JANEIRO

GUANABARA

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Carga

(x 1.000 kg)

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.597

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1972. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1973]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


38 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 18 - Ligações aéreas de carga - 1975

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J !H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1975


-10°

EQUADOR

ACRE

"J !H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

"J !H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

"J !H

MATO

GROSSO

MACAPÁ

P A R Á

"J !H

BELÉM

"J !H

!H

G O I Á S

MARANHÃO

SÃO LUÍS

"J !H

TERESINA

CEARÁ

"J !H

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

"J !H

"J !H

FORTALEZA

"J

!H

ARACAJU

SERGIPE

!H

!H

ALAGOAS

!H

"J

"J !H

"J

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

MACEIÓ

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I


-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1975.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

"J !H

MATO GROSSO DO SUL

CAMPO

GRANDE

PARANÁ

CURITIBA

"J

PORTO ALEGRE

"J !H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

"J !H

"J !H

"J

"J !H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J !H

"J !H

"J !H

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Carga

(x 1.000 kg)

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

11.931

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1975. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1976]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 39

Mapa 19 - Ligações aéreas de carga - 1980

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J !H

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1980


-10°

EQUADOR

ACRE

"J !H

RIO BRANCO

A M A Z O N A S

"J !H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

"J !H

MATO

GROSSO

MACAPÁ

P A R Á

"J !H

BELÉM

"J !H

!H

G O I Á S

MARANHÃO

SÃO LUÍS

"J !H

TERESINA

CEARÁ

"J !H

PIAUÍ

B A H I A

SALVADOR

"J !H

"J !H

FORTALEZA

"J

!H

ARACAJU

SERGIPE

ALAGOAS

!H

"J

"J !H

"J !H

"J !H

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

MACEIÓ

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

L Â N T I


-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

!. ASUNCIÓN

!H

RIO GRANDE DO SUL

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1980.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

"J !H

MATO GROSSO DO SUL

CAMPO

GRANDE

PARANÁ

"J

CURITIBA

PORTO ALEGRE

"J !H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

"J !H

"J !H

"J

"J !H

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J !H

"J !H

"J !H

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

Carga

(x 1.000 kg)

A T

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

21.966

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1980. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1981]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


40 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 20 - Ligações aéreas de carga - 1985

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1985


EQUADOR

MANAUS

"J

Santarém

"J

MACAPÁ

"J

BELÉM

"J

SÃO LUÍS

"J

FORTALEZA

"J

EQUADOR


-10°

"J

Cruzeiro do Sul

ACRE

RIO BRANCO

"J

A M A Z O N A S

"J

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MATO

GROSSO

P A R Á

G O I Á S

MARANHÃO

TERESINA

"J

PIAUÍ

CEARÁ

B A H I A

SALVADOR

"J

"J

RIO GRANDE DO NORTE

"J

"J

ARACAJU

SERGIPE

"J

"J

NATAL

PARAÍBA

JOÃO PESSOA

RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

L Â N T I

-10°

C O

-20°

-30°

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

LA PAZ

!.

B O L I V I A

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 1985.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

"J

MATO GROSSO DO SUL

"J

CAMPO

GRANDE

"J

"J

PARANÁ

Foz do Iguaçu

!. ASUNCIÓN

RIO GRANDE DO SUL

"J

PORTO ALEGRE

CURITIBA

"J

"J

GOIÂNIA

SÃO PAULO

BRASÍLIA

D.F.

"J

"J

Presidente Prudente

Campinas

"J "J

SÃO PAULO

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J

"J

"J

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

O C E A N O

A T

Carga

(x 1.000 kg)

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

20.000 a 49.838

-30°

-20°

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1985. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1986]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 41

Mapa 21 - Ligações aéreas de carga - 1990

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1990


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

"J

Cruzeiro do Sul

ACRE

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

RIO BRANCO

C H I L E

"J

LA PAZ

!.

"J

B O L I V I A

Coari

"J

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

A R G E N T I N

MANAUS

A M A Z O N A S

A

"J

P A R A G U A Y

MATO

!. ASUNCIÓN

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

"J

"J

GROSSO

CUIABÁ

Corumbá

"J

MATO GROSSO DO SUL

"J

CAMPO

GRANDE

"J

Santarém

MACAPÁ

"J

P A R Á

Londrina

PARANÁ

"J

"J

"J

Foz do Iguaçu

CURITIBA

RIO GRANDE DO SUL

PORTO ALEGRE

Altamira

G O I Á S

"J

SÃO PAULO

"J

Marabá

GOIÂNIA

"J

"J

"J

"J

BELÉM

"J

PALMAS

"J

"J

"J

TOCANTINS

BRASÍLIA D.F.

Uberlândia

Campinas

Joinville

"J "J

SÃO PAULO

Navegantes

FLORIANÓPOLIS

MARANHÃO

Imperatriz

SANTA CATARINA

SÃO LUÍS

"J

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J

"J

TERESINA

"J

PIAUÍ

"J

RIO DE JANEIRO

CEARÁ

"J

B A H I A

Petrolina

"J

RIO DE JANEIRO

"J

"J

SALVADOR

"J

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

Ilhéus

FORTALEZA

"J

"J

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

ARACAJU

SERGIPE

NATAL

PARAÍBA

"J JOÃO PESSOA

"J RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

Carga

(x 1.000 kg)

L Â N T I


-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

20.000 a 70.297

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1990. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1991]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


42 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 22 - Ligações aéreas de carga - 1995

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

!H

"J

GUYANA

RORAIMA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

1995


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

"J

Cruzeiro do Sul

"J

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

Eirunepé

ACRE

"J

!H

RIO BRANCO

C H I L E

LA PAZ

!.

"J

B O L I V I A

"J

!H

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

"J !H

Coari

A M A Z O N A S

A R G E N T I N

P A R A G U A Y

A

MATO

GROSSO

Foz do Iguaçu

!. ASUNCIÓN

MACAPÁ

!H

!H

PALMAS

BRASÍLIA

D.F.

G O I Á S

"J

"J !H

GOIÂNIA

CURITIBA

!H

!H

PORTO ALEGRE

Campinas

!H

SÃO PAULO

!H FLORIANÓPOLIS

SÃO LUÍS

!H

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

CUIABÁ

"J

!H

Santarém

"J

MATO GROSSO DO SUL

"J

!H

CAMPO

GRANDE

"J

"J

P A R Á

Londrina

"J

PARANÁ

"J

"J

Altamira

SÃO PAULO

Joinville

Navegantes

"J

"J

"J

"J

RIO GRANDE DO SUL

BELÉM

!H

"J

TOCANTINS

Ribeirão

Preto

"J

"J "J

MARANHÃO

SANTA CATARINA

"J

MINAS GERAIS

BELO

HORIZONTE

"J !H

"J

!H

TERESINA

!H

"J

PIAUÍ

"J

RIO DE JANEIRO

CEARÁ

"J

B A H I A

Petrolina

"J

!H

VITÓRIA

RIO DE JANEIRO

"J !H

FORTALEZA

!H

"J

"J

SALVADOR

Ilhéus

ESPÍRITO SANTO

!H

ARACAJU

SERGIPE

!H NATAL

PARAÍBA

"J !H JOÃO PESSOA

"J !H RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

!H MACEIÓ

"J

"J

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

Carga

(x 1.000 kg)

L Â N T I


-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

20.000 a 49.763

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 1995. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [1996]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


An gr a d os Reis

Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 43

Mapa 23 - Ligações aéreas de carga - 2000

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

2000


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

"J

"J

P E R Ú

O C E A N O

Eirunepé

Cruzeiro do Sul

G O I Á S

ACRE

P A C Í F I C O

MATO

GROSSO

DO SUL São José do

Rio Preto

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Maringá

"J

PARANÁ

Araçatuba

Presidente

Prudente

"J

"J

"J

Londrina

CURITIBA

RIO BRANCO

Caldas Novas

Bauru

"J

"J

"J

"J

"J

C H I L E

"J

Uberlândia

São Gabriel da Cachoeira

"J

LA PAZ

!.

"J

Uberaba

"J

"J

Ribeirão Preto

SÃO PAULO

"J

"J

"J

B O L I V I A

"J

A M A Z O N A S

Lábrea

Tefé

PORTO

VELHO

"J

Ji-Paraná

RONDÔNIA

Campinas

A São R José G E dosN T I N A

Campos

"J

"J "J

SÃO PAULO

Coari

MANAUS

Vilhena

MINAS GERAIS

"J

BELO

HORIZONTE

Varginha

"J

"J

"J

"J

"J

"J

Juína

"J

"J

MATO

P A R A G U A Y

Governador

Valadares

Juiz de Fora

-20°00’

"J

Campos dos

Goytacazes

RIO DE JANEIRO

RIO DE JANEIRO

-25°00’

V

Oriximiná

Sinop

"J

"J

"J

"J

GROSSO

CUIABÁ

Corumbá

!. ASUNCIÓN

"J

MATO GROSSO DO SUL

"J

CAMPO

GRANDE

"J

"J

Almeirim

Santarém

"J

"J

MACAPÁ

"J

"J

P A R Á

"J

"J

"J"J

"J

"J

"J

"J "J

"J "J

Maringá

Londrina

Cascavel PARANÁ

Santo Ângelo

Santa Maria

Chapecó

Passo Fundo

Altamira

CURITIBA

Marabá

Parauapebas

"J "J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

PORTO ALEGRE

RIO GRANDE DO SUL

PALMAS

BELÉM

"J

TOCANTINS

"J

BRASÍLIA

D.F.

G O I Á S

Caxias do Sul

GOIÂNIA

Caldas

Novas

Araçatuba

Presidente Prudente

Joinville

Navegantes

Bauru

Araguaína

"J

"J

"J

Campinas

Uberlândia

Ribeirão Preto

Uberaba

"J "J

"J

"J

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

Criciúma

"J

"J

"J

MARANHÃO

Imperatriz

SÃO LUÍS

MINAS GERAIS

Varginha

São Paulo

Barreiras

BELO

HORIZONTE

"J

"J

"J

TERESINA

"J

Juiz de Fora

PIAUÍ

"J

"J

RIO DE JANEIRO

SÃO PAULO

SÃO PAULO

Joinville

Chapecó

SANTA CATARINA

"J

"J Navegantes

0 50 100 200 km

-50°00’

-45°00’

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: D.A.C., Departamento de Aviação Civil, 2000.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

"J

"J

"J

B A H I A

Vitória da

Conquista

"J

"J

"J

"J

RIO DE JANEIRO

"J

"J

"J

Governador Valadares

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

CEARÁ

Juazeiro do

Norte

Petrolina

Ilhéus

FORTALEZA

SALVADOR

Una

Porto Seguro

Campos dos Goytacazes

"J

"J

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

"J

RIO GRANDE DO NORTE

ARACAJU

SERGIPE

NATAL

PARAÍBA

"J JOÃO PESSOA

"J RECIFE

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

Carga

(x 1.000 kg)

L Â N T I


-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

20.000 a 49.763

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2000. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2001]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


An gr a d os Reis

44 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Mapa 24 - Ligações aéreas de carga - 2005

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

BOA VISTA

"J

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Ligações aéreas - Carga

2005


-10°

-20°

-30°

"J

EQUADOR

"J

Cruzeiro do Sul

"J

P E R Ú

G O I Á S

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

ACRE

MATO

GROSSO

DO SUL São José do

Rio Preto

Araçatuba

Maringá

"J

"J

"J

"J

Londrina

PARANÁ

Chapecó

Presidente

Prudente

RIO BRANCO

-50°00’

"J

CURITIBA

Tabatinga

"J

"J

"J

"J

"J

"J

C H I L E

"J

"J

LA PAZ

!.

Caldas Novas

"J

"J

"J

"J

Carauari

Ribeirão Preto

Marília

Bauru

Joinville

"J

"J

B O L I V I A

"J

A M A Z O N A S

Uberlândia

Barretos

Uberaba

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

MANAUS

"J

Campinas

A R G E N T RIO I N DE AJANEIRO

"J

"J

SÃO PAULO

Tefé

SÃO PAULO

SANTA CATARINA

Coari

-45°00’

MINAS GERAIS

MATO

Governador

Valadares

P A R A G

"J

U A Y

BELO

HORIZONTE

"J

"J

São João del Rei

Juiz de Fora

"J

"J

-20°00’

RIO DE JANEIRO

-25°00’

0 75 150 300 km

V

Navegantes

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2005.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

"J

GROSSO

CUIABÁ

"J

Corumbá

"J

"J

MATO GROSSO DO SUL

"J

CAMPO

GRANDE

MACAPÁ

Almeirim

Oriximiná

"J "J

Santarém

Altamira

Itaituba

"J

P A R Á

"J

"J

São José do

Rio Preto Barretos

"J

"J "J

Araçatuba

"J

"J "J "J

Marília

Bauru

"J "J "J

Londrina "J

Presidente

Prudente

Maringá

"J"J

"J

Cascavel PARANÁ

!.

"J "J

ASUNCIÓN

CURITIBA

Foz do Iguaçu

Chapecó

"J

Passo Fundo

"J

Caxias do Sul

RIO GRANDE DO SUL

PORTO ALEGRE

"J

Parauapebas

"J "J

"J

"J

G O I Á S

GOIÂNIA

Tucuruí

Marabá

"J

"J

"J

"J

"J

"J

"J

BELÉM

"J

Araguaína

TOCANTINS

"J

PALMAS

BRASÍLIA

D.F.

Caldas Novas

Uberlândia

Joinville

FLORIANÓPOLIS

SANTA CATARINA

"J

SÃO PAULO

SÃO PAULO

"J

MARANHÃO

Imperatriz

Uberaba

Ribeirão Preto

Navegantes

Montes Claros

SÃO LUÍS

"J

MINAS GERAIS

Campinas

Barreiras

"J

"J

"J

"J

"J

BELO

HORIZONTE

TERESINA

PIAUÍ

"J

São João del Rei

"J

"J

RIO DE JANEIRO

CEARÁ

"J

B A H I A

Juiz de Fora

Vitória da

Conquista

Juazeiro

do Norte

"J

"J"J

"J

RIO DE JANEIRO

Petrolina

"J

"J

ESPÍRITO SANTO

VITÓRIA

FORTALEZA

SALVADOR

Una

Ilhéus

Governador Valadares

"J

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

"J

RIO GRANDE DO NORTE

NATAL

PARAÍBA

"J JOÃO PESSOA

"J RECIFE

PERNAMBUCO

MACEIÓ ALAGOAS

"J

ARACAJU

-10°

"J SERGIPE

Porto Seguro

Fernando de Noronha

Carga

(x 1.000 kg )

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

100 a 500

500 a 1.000

1.000 a 2.500

2.500 a 5.000

5.000 a 10.000

10.000 a 20.000

20.000 a 57.632

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2005. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2006]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 45

Interpretação do modelo gravitacional

Uma vez cortados os fluxos menores, a aplicação do modelo para o transporte de

passageiros compreendeu 226 ligações (Mapa 25). Destas, 194 ou 85,8% possuem um

resíduo cuja situação pode ser caracterizada próxima à média (-0,002), entre 1,5 vez

e -1,5 vez do desvio padrão do conjunto (o resíduo de valor zero significa que o valor

previsto pelo modelo coincidiu com o valor real do dado).

Mapa 25 - Resíduos modelo gravitacional de passageiros - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

!H

BOA VISTA GUYANA

AMAPÁ

RORAIMA


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

ACRE

P E R Ú

!H

RIO BRANCO

LA PAZ

!.

%2

!H

PORTO

VELHO

MANAUS

!H

CUIABÁ

!H

%2

MACAPÁ

!H

BELÉM

!H

%2

TOCANTINS

%2 !H

PALMAS

BRASÍLIA D.F.

GOIÂNIA

%2

!H

SÃO LUÍS

%2

!H

TERESINA

%2

!H

FORTALEZA

%2 !H

RIO GRANDE DO NORTE

%2

!H NATAL

JOÃO PESSOA

PARAÍBA !H

!H RECIFE

%2

PERNAMBUCO

%2 Petrolina

!H ALAGOAS

%2

MACEIÓ

-10°

B A H I A

!H ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

%2

!H

Uberlândia

BELO

HORIZONTE Ipatinga

-50°00’

-45°00’

MATO GROSSO DO SUL

G O I Á S

!H

!H

%2

%2 %2

ESPÍRITO SANTO

!H

CAMPO %2

!H

%2 %2

%2

%2 VITÓRIA

Uberlândia

%2

GRANDE

Juiz de Fora

BELO

Uberaba

Ipatinga

HORIZONTE

Marília

%2

-20°00’

%2 %2 %2

!H

RIO DE JANEIRO

%2

%2

São José do Rio Preto

!H

RIO DE JANEIRO

!.

!H

%2 %2

Londrina

SÃO PAULO

%2 Ribeirão Preto MINAS GERAIS

P A R A G U A Y Cascavel

PARANÁ

SÃO PAULO

%2

ASUNCIÓN

Juiz de Fora

CURITIBA %2

Marília

Foz do Iguaçu

%2

%2

%2 Navegantes

RIO DE JANEIRO

%2

!H

Legenda

FLORIANÓPOLIS

!H

%2

Passo Fundo%2

%2 %2

SANTA CATARINA

Centro gravitacionais

SÃO PAULO %2

%2

Londrina

!H

RIO DE JANEIRO

Caxias do Sul

Matriz

SÃO PAULO

!H

Desvio padrão

PARANÁ

PORTO ALEGRE

-25°00’

-2,50 a -2,00

CURITIBA

RIO GRANDE DO SUL

!H 0 75 150 300 km

-2,00 a -1,50

%2

-1,50 a -1,00

%2

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

A M A Z O N A S

RONDÔNIA

B O L I V I A

OCEANO

ATLÂNTICO

MATO

U R U G U A Y

P A R Á

GROSSO

G O I Á S

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

A R G E N T I N A

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

-50°

%2

%2 %2

MARANHÃO

MINAS

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

GERAIS

PIAUÍ

-40°

Resíduos modelo

gravitacional - Passageiros

2010

CEARÁ

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

%2

Fernando de Noronha

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

1,50 a 2,00

2,00 a 2,50

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


46 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Os valores mais fortemente positivos, com um fluxo real muito acima do esperado,

correspondem ao par Fernando de Noronha–Recife, sendo que Fernando de Noronha–

Natal também se encontra entre os maiores. Esta situação fornece mais uma evidência

sobre a metodologia de coleta dos dados no Anuário do transporte aéreo 2010, da

Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, de que o cômputo das ligações levam em

conta os trechos de viagem e não as viagens completas. Como a maior parte das viagens

a Fernando de Noronha se faz por conexão nos aeroportos de Recife e Natal, o número

de ligações entre essas cidades é maior do que se esperaria só pelo volume de suas

populações. Uma ida a Fernando de Noronha, dessa maneira, é contada como duas

ligações: uma, da procedência original do passageiro até Recife, por exemplo, e outra,

de Recife àquele distrito estadual, o que é responsável por inflacionar relativamente o

valor do fluxo.

Outros valores positivos têm em São Paulo seu ponto focal, direcionando-se

para Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre. A ligação preferencial com

São Paulo e diversos outros centros é indicador do aumento do tráfego de passageiros

em virtude da popularização das viagens aéreas, que é consistente com a presença

dessas ligações de resíduos positivos também com áreas turísticas (por exemplo,

Florianópolis). Além disso, Brasília e São Paulo são os maiores hubs da aviação civil

no País e tendem a agregar o tráfego oriundo das diversas regiões, o que causa um

aumento da quantidade de passageiros que necessariamente precisam passar por

estas cidades.

Os valores negativos, por sua vez correspondem em boa parte a ligações pouco

usuais, como Rio de Janeiro–São José do Rio Preto (SP), e também têm em São Paulo

um ponto de foco, que, devido a seu tamanho, é o grande atrativo dos fluxos em

nível nacional. Algumas delas correspondem a uma “zona de sombra”3 da metrópole

paulista e de Brasília, onde há concorrência com o transporte terrestre. Uma vez que as

companhias aéreas tendem a racionalizar a operação dos voos com um menor número

de passageiros cortando custos, essas ligações tendem a ser feitas a partir de conexões

com os hubs, e não diretamente, o que contribui para explicar por que seus números

se encontram abaixo do esperado.

Além disso, algumas ligações de cidades da Região Nordeste entre si (São

Luís–Teresina, Maceió–Recife, Recife–São Luís, Fortaleza–Petrolina (PE), ao possuírem

resíduos negativos, constituem um indicador de que as conexões da economia nestes

estados estão mais direcionadas para o centro-sul do que entre si. Nesse caso,

portanto, o número de passageiros transportados é inferior ao sugerido pelo tamanho

de suas populações.

A aplicação do modelo para o transporte de carga (Mapa 26), por sua vez,

compreendeu 166 ligações, excluídas as de menor valor. Os resíduos situados entre

-1,5 vez e 1,5 vez o desvio padrão do conjunto foram 152 (91,6% do total). A ligação

São Paulo–Manaus possui um resíduo muito acima da média (acima de três vezes o

desvio padrão), o que se deve à extrema distância entre esses centros. A presença da

Zona Franca de Manaus é o fator de explicação para a presença do fluxo de carga muito

acima do estimado pelo modelo.

3 O efeito de sombra acontece quando a maior cidade de uma determinada área funciona como centro polarizador do

transporte aéreo de longa distância, deprimindo os níveis de tráfego das cidades menores circunvizinhas (TAAFE, 1959).


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 47

Mapa 26 - Resíduos modelo gravitacional de carga - 2010

-70°

-60°

!. !.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE

SURINAME GUYANE

C O L O M B I A

!H

BOA VISTA GUYANA

AMAPÁ

RORAIMA

MACAPÁ

EQUADOR


!H

MANAUS

!H

"S

S

"S

Santarém

P A R Á

-50°

S

BELÉM

!H

"S

MARANHÃO

S

SÃO LUÍS

!H

"S

TERESINA

!H

-40°

Resíduos modelo

gravitacional - Carga

2010

S

EQUADOR

FORTALEZA

!H

Fernando de Noronha

"S

CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE


-10°

-20°

-30°

ACRE

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

!H

RIO BRANCO

LA PAZ

!.

Campinas

A M A Z O N A S

!H

"S

PORTO

VELHO

RONDÔNIA

B O L I V I A

"S

Fonte: ANAC-Agência Nacional de Aviação Civil, 2010.

"S !H SÃO PAULO

A R G E N T I N A

P A R A G U A Y

MATO

CUIABÁ

!H

!. ASUNCIÓN

GROSSO

MATO GROSSO DO SUL

U R U G U A Y

!H

CAMPO

GRANDE

!H PALMAS

BRASÍLIA

D.F.

G O I Á S

!H

GOIÂNIA

SÃO PAULO

Campinas

"S

"S

Maringá "S

!H

SÃO PAULO

PARANÁ

CURITIBA !H

"S

S

S TOCANTINS

!H FLORIANÓPOLIS

"S

!H

"S "S

SANTA CATARINA

Caxias do Sul

PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

BELO

HORIZONTE

!H

"S

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

"S

MINAS

S S

SS

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

PIAUÍ

B A H I A

!H

ARACAJU

SERGIPE

SALVADOR

!H

"S

GERAIS

ESPÍRITO SANTO

!H

VITÓRIA

!H RIO DE JANEIRO

"S

RIO DE JANEIRO

!H NATAL

PARAÍBA

!H JOÃO PESSOA

!H RECIFE

"S

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ!H

"S

Legenda

O C E A N O

A T

-30°

L Â N T I

-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Centro gravitacionais

Matriz

Desvio padrão

-3,0 a -2,5

-2,51 a -2,00

-2,01 a -1,50

1,50 a 2,00

2,01 a 2,50

2,51 a 3,00

>3,00

-30°

Fonte: Anuário do transporte aéreo 2010. Brasília, DF: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, [2011]. Até 1974, publicado sob o título Anuário Estatístico

da Aviação Civil. Até 2004, publicado sob a responsabilidade do Departamento de Aviação Civil - DAC, Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.

Nos resíduos negativos, sobressai o par São Paulo–Campinas (SP), duas metrópoles

situadas muito próximas, o que leva claramente a uma superestimação pelo modelo.

Devido à proximidade, o transporte aéreo sofre pesada concorrência com o terrestre,

estando Campinas situada na zona de sombra de São Paulo – a proximidade faz com que

simplesmente não valha a pena enviar carga por via aérea de uma cidade para a outra.


48 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Matriz de custo e tempo de viagem

O mapeamento do custo das viagens aéreas mostra uma importante aglomeração

dos centros no primeiro quintil (Mapa 27), as mais acessíveis, em termos de preço

médio, a partir da Região Sudeste, às quais se somam as capitais da Região Nordeste

com maior quantidade de fluxo de passageiros (Salvador, Recife e Fortaleza).

Mapa 27 - Custo médio das viagens, em reais, por aeroporto - maio 2012

-70°

-60°

!.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

SURINAME GUYANE

!

C O L O M B I A

BOA VISTA

!

!

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Custo médio das viagens

por aeroporto (R$)

Maio 2012


-20°

-30°

EQUADOR

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

!

!

!

MACAPÁ

!

! Santarém

SÃO LUÍS

Parintins

!

MANAUS

!!

!R

Altamira

!

! !R

!O

!

FORTALEZA

!

Tefé !

!

!

!

!P

!

TERESINA

Tabatinga

Marabá

!

P A R Á

MARANHÃO

CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE

!

!R !R !R

Imperatriz

A M A Z O N A S

!

NATAL

PIAUÍ

!O

!

Juazeiro

!

do Norte

!

!

!

PARAÍBA

!

!

!R

Campina

Grande!R

!R JOÃO PESSOA

!

!

!

Cruzeiro do Sul

RECIFE

! !R

!P PERNAMBUCO

ACRE

PORTO

! TOCANTINS

VELHO

Petrolina

!R

!R

ALAGOAS

!

!R

Alta Floresta

!O

MACEIÓ

RIO BRANCO

Ji-Paraná

!

!O

-10°

PALMAS

!R

B A H I A

!

ARACAJU

RONDÔNIA

!

!

Barreiras

!O

-10°

SERGIPE

!R

Vilhena

!

!

MATO GROSSO

!P

!

!

! Vitória da SALVADOR

P E R Ú

CUIABÁ

!O

!R !R

!

!R

!.

B O L I V I A

!P !P

Conquista

BRASÍLIA D.F.

Ilhéus

G O I Á S

Rondonópolis

Montes Claros

LA PAZ

Porto Seguro

GOIÂNIA !P !O

Corumbá

MINAS GERAIS

!

!P

!

Uberlândia

!

BELO

HORIZONTE !R

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba

!R !R Araxá

ESPÍRITO SANTO

!O

CAMPO São José

!O

!P

Ipatinga

!

GRANDE

do Rio Preto

!R !O

VITÓRIA

Araçatuba

!P

!

!

P A R A G U A Y

!P

Juiz de Fora

Dourados

! Presidente

Ribeirão Preto

!R !

!

Prudente !R !O

!

São José

Macaé

Bauru dos Campos !R

!

! RIO DE JANEIRO

Campinas

Maringá!O

!P !P !R

Londrina

!P !P

RIO DE JANEIRO

PARANÁ

SÃO PAULO

! CURITIBA

SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN Foz do Iguaçu !

!O !P

Joinville

Chapecó !R

!

A R G E N T I N A

Navegantes

Legenda

! ! Joaçaba !R

!

FLORIANÓPOLIS

Custo

!

! ! ! !P SANTA CATARINA

Menor

Passo Fundo

1º Quintil

!R Criciúma

Caxias do Sul!R

!P

!

! !

!O

!O!R

2º Quintil

PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

3º Quintil

Pelotas

!

!

!R 4º Quintil

Rio Grande

! 5º Quintil

ESCALA GRÁFICA

Maior

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

! Sem dados

Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES

PROJEÇÃO POLICÔNICA

MONTEVIDEO

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

-30°

!R

BELÉM

!O

O C E A N O

A T

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°

Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 49

No outro extremo, as cidades classificadas no quinto quintil localizam-se nas

extremidades do território, nas Regiões Sul e Norte e em Fernando de Noronha. Notam-se

também cidades no terceiro e quarto quintis em adjacência aos do primeiro, significando

que os aeroportos mais movimentados acarretam um efeito de sombra: a atração do

aeroporto das cidades maiores leva a que a procura por essas cidades por via aérea seja

menor, elevando, assim, os custos, como ocorre, por exemplo, em Uberaba (MG), São

José dos Campos (SP), Macaé (RJ), entre outros.

A normalização do custo pela distância (Mapa 28) reforça a regionalização

observada no mapeamento do número absoluto, com o Norte sendo a Grande Região

fracamente inserida em termos de acesso – fato agravado pela extrema desigualdade

na concentração de renda no Brasil. No outro extremo, o interior do Rio Grande do Sul

também se apresenta com baixa acessibilidade.

Mapa 28 - Custo normalizado pela distância, R$/km - maio 2012

-70°

-60°

!.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

SURINAME GUYANE

!

C O L O M B I A

BOA ! VISTA

!

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Custo normatizado pela

distância (R$/km)

Maio 2012


-10°

-20°

-30°

EQUADOR

!

Cruzeiro do Sul

ACRE

P E R Ú

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

!

!

!

Tabatinga

C H I L E

!

!

!

RIO BRANCO

!

LA PAZ

!.

Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011.

!

!

!

Tefé

A M A Z O N A S

!

B O L I V I A

!

!

!

!

PORTO

VELHO

Ji-Paraná

!

RONDÔNIA

A R G E N T I N

MANAUS

Vilhena

!

A

!R

!

!

Parintins

!!

!

U R U G U A Y

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

-60° !.

!.

-70° -50° -40°

!

!

!O

Alta Floresta

MATO

!P

CUIABÁ

!

Santarém

!

GROSSO

!O

MACAPÁ

!

!

Altamira

!

!

!

!

!

!

!

!

Porto Seguro

GOIÂNIA

Corumbá

MINAS GERAIS

! Governador

!R

!

BELO Valadares

Uberlândia!O

HORIZONTE !R

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba!R

!R Araxá

ESPÍRITO SANTO

!P

CAMPO

São José

!P

!P Ipatinga

do Rio Preto

!

GRANDE

!R !O

!O VITÓRIA

Araçatuba

!

P A R A G U A Y

Dourados !P

!

Ribeirão Preto Juiz de Fora

!R !O

!

!

!O !

!O

Presidente Prudente

Bauru São José

Macaé

dos Campos

!R

!

! RIO DE JANEIRO

Campinas

!O !P !P

Maringá Londrina

!P

!O !P

RIO DE JANEIRO

PARANÁ

SÃO PAULO

!

SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN Foz do Iguaçu CURITIBA

!

!P

P A R Á

Rondonópolis

Joinville

Chapecó

!

Navegantes

!R ! Joaçaba

!

!

FLORIANÓPOLIS

!!

!R !P SANTA CATARINA

Passo Fundo

!R Criciúma

Caxias do Sul!O

!

!

!R

!P

PORTO ALEGRE

Pelotas

!

Rio Grande

!R

!

!P

!

!O

!O

BELÉM

!R

Marabá

!

!R

!

!P !P

!R

TOCANTINS

PALMAS

BRASÍLIA

G O I Á S

D.F.

!

RIO GRANDE DO SUL

MARANHÃO

Imperatriz

Barreiras

!R

ESCALA GRÁFICA

0 125 250 500 km

PROJEÇÃO POLICÔNICA

SÃO LUÍS

!R

!O

!R

!

!

Montes Claros

TERESINA

PIAUÍ

!

!

!R

CEARÁ

B A H I A

Vitória da

Conquista

Juazeiro

do Norte

!R

Petrolina

!R !R

!R

Ilhéus

!

!R

!P

FORTALEZA

O C E A N O

A T

-30°

EQUADOR

RIO GRANDE DO NORTE

!

!R

SALVADOR

!R

Campina

Grande

Custo

Menor

Maior

!R

!R

ARACAJU

SERGIPE

L Â N T I


Fernando de Noronha

!

NATAL

PARAÍBA

!R JOÃO PESSOA

RECIFE

!O

PERNAMBUCO

ALAGOAS

MACEIÓ

Legenda

!P

!O!R

!R

!

!

-10°

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

1º Quintil

2º Quintil

3º Quintil

4º Quintil

5º Quintil

Sem dados

-30°

Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011.


50 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

A distribuição espacial das médias dos tempos de viagem (Mapa 29) mostra uma

grande diferença entre as capitais de topo de hierarquia da Região Sudeste e Brasília

com o restante das cidades. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília são os

centros mais rapidamente acessíveis, seguidos, no próximo quintil, pelas demais capitais,

em geral, e cidades médias dos Estados de São Paulo e Paraná. É possível notar cidades

no quarto quintil em adjacência com aquelas mais acessíveis. No outro extremo, os

centros de maior demora estão majoritariamente na Região Norte, mas também são

encontrados na Centro-Oeste e mesmo na Sul.

Mapa 29 - Tempo médio das viagens, em horas, por aeroporto - maio 2012

-70°

-60°

!.

BOGOTÁ

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

SURINAME GUYANE

!

C O L O M B I A

BOA VISTA

!

!

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

-50°

-40°

Tempo médio das viagens

por aeroporto (horas)

Maio 2012


-20°

-30°

EQUADOR

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

!

!

!

MACAPÁ

!

! Santarém

SÃO LUÍS

Parintins

!

MANAUS

!!

!R

Altamira

Tefé

!

! !R

!O

!

FORTALEZA

Fernando de Noronha

!

!

!

!

!

!P

!R

TERESINA

Tabatinga

!

P A R Á Marabá

MARANHÃO

CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE

!

!R !R !O

Imperatriz

A M A Z O N A S

!

NATAL

PIAUÍ Juazeiro !O

!

!

do Norte

!

!

!

PARAÍBA

Campina

!

!

!O Grande !R !R JOÃO PESSOA

!

!

!

Cruzeiro do Sul

RECIFE

! !R

!P PERNAMBUCO

ACRE

PORTO

! TOCANTINS

VELHO

!R

!R

Petrolina

ALAGOAS

!

!R

Alta Floresta

!O

MACEIÓ

RIO BRANCO

Ji-Paraná

!

!O

PALMAS

-10°

!

B A H I A

!

ARACAJU

RONDÔNIA

!

!

Barreiras

!O

SERGIPE

Vilhena

!R

!

!

MATO GROSSO

!P

!

!

SALVADOR

-10°

Vitória da

!

P E R Ú

Conquista

CUIABÁ

BRASÍLIA

!O

D.F.

Ilhéus

!R !R

!

Rondonópolis G O I Á S

!R

!P

Montes Claros

LA PAZ

!.

B O L I V I A

!P

Porto Seguro

GOIÂNIA !O !O

MINAS GERAIS

Corumbá

Governador

!

!P

!

!

BELO

Valadares

Uberlândia

HORIZONTE !R

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba!R

!R Araxá !R

ESPÍRITO SANTO

São José

Ipatinga

!R CAMPO do Rio Preto !P

!

GRANDE

!R !O

VITÓRIA

Araçatuba

!P

!

!

P A R A G U A Y Dourados !P

Juiz de Fora

! Presidente

Ribeirão Preto

!R !

!

Prudente !R !R

!

São José

dos Campos ! Macaé

Bauru

!

!

Campinas

Maringá!O

!P !P !R

!P !P RIO DE JANEIRO

Londrina

RIO DE JANEIRO

PARANÁ

SÃO PAULO

! CURITIBA

SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN Foz do

!

Iguaçu

!O !P

Joinville

Chapecó

!

!O

A R G E N T I N A

Navegantes

!R ! Joaçaba !R

Legenda

!

!

FLORIANÓPOLIS

! ! ! !P SANTA CATARINA

Tempo

Passo Fundo !

Menor

Criciúma

1º Quintil

Caxias do Sul !R

!P

!P

!

! !

RIO GRANDE DO SUL

!O!R

2º Quintil

PORTO ALEGRE

3º Quintil

Pelotas

!R !

!R 4º Quintil

Rio Grande

! 5º Quintil

ESCALA GRÁFICA

Maior

0 125 250 500 km

U R U G U A Y

! Sem dados

Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

-30°

!R

BELÉM

!O

O C E A N O

A T

EQUADOR

L Â N T I


C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

-30°

Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 51

As médias de tempo divididas pela distância (Mapa 30) deixam bem claro o

caráter hierárquico das ligações aéreas. As cidades de hierarquia mais baixa, mesmo

fisicamente próximas dos centros mais importantes, estão classificadas nos últimos

quantis. Apesar da pouca distância, a necessidade de conexões faz com que a viagem

se torne demorada, sofrendo, assim, forte concorrência com o transporte terrestre.

Como a distância percorrida possui uma óbvia influência sobre a duração das viagens,

a normalização promove a maioria das cidades da Região Norte, que em termos relativos

melhoram sua acessibilidade. Em compensação, cidades médias das Regiões Sul e

Sudeste são pesadamente rebaixadas, visto que sua proximidade relativa aos grandes

centros torna o tempo médio das viagens mais longo.

Mapa 30 - Tempo normalizado pela distância, h/km - maio 2012

-70°

-60°

!.

V E N E Z U E L A

CAYENNE!.

BOGOTÁ

SURINAME GUYANE

!

C O L O M B I A

BOA VISTA

!


-10°

-20°

-30°

P A C Í F I C O

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

O C E A N O

C H I L E

!O

RORAIMA

GUYANA

AMAPÁ

MACAPÁ

EQUADOR

EQUADOR

!


!

BELÉM

!

!

! Santarém !P

MANAUS Parintins

SÃO LUÍS

!

Tefé

!!R

!O Altamira

!O

!

!R

FORTALEZA

!R !P

Fernando de Noronha

!

!

!

!

!R

!P

!R

TERESINA

Tabatinga

!

P A R Á Marabá

MARANHÃO

CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE

!

!R !R !R

Imperatriz

A M A Z O N A S

!

!R NATAL

PIAUÍ Juazeiro

!

!

do Norte

!

!

!

PARAÍBA

Campina

!

!

!O Grande !R !R JOÃO PESSOA

!

!O

!

Cruzeiro do Sul

RECIFE

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!

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PERNAMBUCO

ACRE

PORTO

! TOCANTINS

VELHO

!R Petrolina

ALAGOAS

!

!O

!R

Alta Floresta

!R

!R MACEIÓ

RIO BRANCO

Ji-Paraná

!

PALMAS

-10°

!R

B A H I A

!

!

!R

ARACAJU

RONDÔNIA

!

Barreiras

Vilhena

SERGIPE

!R

!

!R

MATO GROSSO

!P

!

!

SALVADOR

! Vitória da

P E R Ú

Conquista

CUIABÁ

BRASÍLIA

!R !R

!O

D.F.

Ilhéus

!

Rondonópolis G O I Á S

!R

!P

Montes Claros

LA PAZ

!.

!R

B O L I V I A

!P

!R

Porto Seguro

GOIÂNIA

MINAS GERAIS

Corumbá

Governador

!R

!

!

BELO

Valadares

Uberlândia!R

HORIZONTE !R

MATO GROSSO DO SUL

Uberaba !R !R Araxá !R

ESPÍRITO SANTO

São José

Ipatinga

CAMPO

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!

GRANDE

!R !R

!R

!O VITÓRIA

!

Dourados Araçatuba

Juiz de Fora !

P A R A G U A Y

Ribeirão Preto

Presidente

!R !R !

!

!R

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Prudente

!

São José

dos Campos !R

Macaé

Bauru

!

!

Campinas

Maringá

!R

!O !O !P !P !P RIO DE JANEIRO

Londrina

RIO DE JANEIRO

PARANÁ

SÃO PAULO

! CURITIBA

SÃO PAULO

!. ASUNCIÓN Foz do Iguaçu !

!O !P

!R Joinville

Chapecó !

A R G E N T I N A

!R

!R Navegantes

!R Joaçaba

Legenda

!

!

FLORIANÓPOLIS

!O

! ! !R

SANTA CATARINA

Tempo

Passo Fundo !R

Menor

Criciúma

1º Quintil

Caxias do Sul!O

!P

!P

!

! !

2º Quintil

PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

!O!R

3º Quintil

Pelotas

4º Quintil

Rio Grande

ESCALA GRÁFICA

U R U G U A Y

0 125 250 500 km

Fonte: WWW.DECOLAR.COM.BR, 2011.

SANTIAGO !. BUENOS AIRES MONTEVIDEO

PROJEÇÃO POLICÔNICA

-60° !.

!.

-50° -70° -40°

!R !R

!O

-50°

-40°

Tempo normalizado

pela distância

(h/km)

Maio 2012

Maior

!R

!

!

O C E A N O

A T

-30°

L Â N T I

C O

-20°

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

5º Quintil

Sem dados

-30°

Fonte: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011.


52 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Considerações finais

As cidades brasileiras encontram-se altamente conectadas por vias aéreas. Há

ligações perpassando todo o território nacional. Embora seja teoricamente possível

acessar qualquer aeroporto de qualquer cidade diretamente, na prática a utilização de

uma conexão através de um aeroporto muito movimentado é a regra, fazendo com

que o tráfego seja afunilado por poucas conexões. Com efeito, os dados de ligações

confirmam o baixo número de hubs da aviação medidos pelo método de Costa, Lohmann

e Oliveira (2008) – em torno de apenas quatro, em novembro de 2006. Isso não quer

dizer, entretanto, que as ligações alternativas estejam ausentes. Elas apenas não têm a

escala que as viagens entre os maiores centros urbanos entre si apresentam.

A estabilidade estrutural da rede urbana está ilustrada na continuidade dos grandes

padrões da aviação ao longo do tempo, que, de toda forma, refletem a concentração da

economia do País e conferem alguma força à capilaridade e às trocas regionais (THÉRY,

2003). Apesar de ser uma rede que ajuda a superar rapidamente as distâncias, as ligações

aéreas estão profundamente inter-relacionadas com a hierarquia urbana, reforçando a

hegemonia das maiores cidades ao longo do tempo.

Como esperado, São Paulo é o nó de maior centralidade da rede aérea,

acompanhando sua demografia, funções econômicas e seu papel como nó na rede de

cidades globais. O Rio de Janeiro vem perdendo importância relativa na rede de tráfego

aéreo, ainda se mantendo em segundo lugar no número de passageiros, mas menos

significativo em carga.

Brasília se beneficia de sua posição central no território nacional, que facilita a

conectividade com o conjunto da rede, notadamente para a Região Norte e parte da

Nordeste. No que tange à rede aérea, essa cidade, além de ser um grande roteador de

tráfego em nível nacional, também desempenha um papel significativo na geração desse

mesmo tráfego, pois abriga os elementos fundamentais para o funcionamento do Estado.

O mesmo vale para São Paulo, porém do ponto de vista econômico.

A quantidade de passageiros de Salvador, coerente com sua posição na hierarquia

urbana, também é consistente com o fato de ser um destino turístico conhecido, além de

possuir um número alto de viajantes internacionais utilizando este aeroporto como hub,

quando comparado com o número de passageiros realmente a ela destinados, conforme

levantado pela metodologia de Derruder, Devrient e Witlox (2007). Essa situação revela

uma das limitações do presente trabalho: não foi possível discernir a proporção de

viajantes oriundos de outros países da demanda interna por deslocamento aéreo.

Nesse sentido, cabe salientar o caso de Campinas (SP), que vem se consolidando

como um grande intermediário no transporte de carga. Entretanto, essa tendência pouco

se manifesta no presente trabalho, porque a matriz de ligação aérea analisada se restringe

ao tráfego nacional, e o aeroporto de Viracopos é caracterizado majoritariamente por

movimentar carga de origem internacional 4 .

No tocante aos fluxos dominantes, o Rio de Janeiro figura historicamente em

desvantagem, tendo diminuído sua importância relativa na rede. Em 1965 e 1973, de

acordo com Freire e outros (1977), usando metodologia semelhante àa do presente

4 De acordo com as estatísticas da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, em 2010, o Aeroporto

Internacional de Viracopos, Campinas, movimentou 255 951 023 kg de carga, perfazendo 97% do total deste aeroporto.

Somente os 3% restantes foram devidos ao tráfego doméstico. Para informações complementares, consultar: ESTATÍSTICAS

dos aeroportos. Brasília, DF: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero, [2013]. Disponível em: . Acesso em: abr. 2012.


Análise dos fluxos aéreos de passageiros e carga ______________________________________________________ 53

trabalho, esta última cidade era o grande centro independente em escala nacional

e mantinha com São Paulo uma relação de complementaridade no transporte de

passageiros. Em uma comparação com o quadro atual (2010), o Rio de Janeiro pulou

de uma área de influência de alcance nacional, abarcando a totalidade das Regiões

Nordeste e Norte, para uma influência reduzida aos aeroportos vizinhos, do próprio

Estado do Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, São José dos Campos (SP) e Campinas

(SP), esta última explicada pelo efeito de sombra dos aeroportos da metrópole paulista.

A situação do Rio de Janeiro se deve às mudanças estruturais pelas quais a

economia brasileira passou nas últimas décadas, descentralizando a atividade produtiva

industrial, com concentração das atividades de gestão e controle em São Paulo, ao

que se soma a reestruturação das companhias aéreas. Além das falências, aquisições

e fusões ocorridas neste mercado, as operadoras de voos domésticos mudaram grande

parte de seus efetivos operacionais para aquela metrópole, levando a um esvaziamento

relativo dos aeroportos cariocas.

É notório que a hierarquia das ligações aéreas no trabalho de Freire e outros (1977),

segue a estrutura da rede urbana daquele período, com a Região Norte “drenando” em

direção a Belém e de lá em direção à Região Sudeste. No momento atual, essa estrutura

se modifica, pois Manaus passa a se relacionar diretamente com a cabeça da rede, que

deixa de ser o Rio de Janeiro, e o restante da Região Norte é direcionado para Brasília.

Brasília perde importância na hierarquia dos fluxos dominantes de carga quando

comparados com os de passageiros, o que é um indicador de que a natureza de suas

ligações está mais voltada para os contatos interpessoais do que interações econômicas,

o que é condizente com seu papel de sede estatal.

O transporte de carga, sendo uma das etapas da realização das transações

comerciais, possui, como esperado, alta centralização em São Paulo, que tem um alcance

de sua influência verdadeiramente nacional, com os fluxos se concentrando exatamente

onde estão o grosso das atividades econômicas de alto valor agregado.

A presença de redes isoladas no transporte de carga tem pouco significado, já

que sua escala é bem inferior à rede nacional, encabeçada por São Paulo, e diz mais

respeito às necessidades imediatas das atividades de transporte. De qualquer maneira,

a configuração das ligações secundárias e terciárias de carga mostram claramente que

essas redes têm como destino o nível hierárquico máximo, São Paulo.

Em relação à matriz de custo e tempo das viagens, a acessibilidade de preço

reforça as desigualdades, pois são mais baratos os aeroportos em cidades maiores e

localizados junto à concentração das atividades econômicas (Região Sudeste).

Nesse sentido, a ordem de grandeza dos fluxos também vai refletir sua

localização regional. As ligações oriundas ou destinadas às Regiões Sudeste e Sul

têm, em geral, maior volume, dadas as interações econômicas entre essas cidades

serem mais intensas.

Não surpreende que ocorra uma correlação direta entre o custo das viagens e

as distâncias percorridas, tomando como ponto focal a cidade de São Paulo. Nesse

sentido, apesar de ser um dos fatores primordiais de compressão do espaço, capaz de

conectar cidades centenas de quilômetros distantes umas das outras em poucas horas,

a acessibilidade através da aviação é muito dependente da hierarquia urbana: se paga

mais caro e as viagens são mais longas para as cidades menores e mais periféricas.

Além disso, apesar de sua natureza reticular, as variações de custo e tempo também

são influenciadas pelas diferenças regionais, fazendo com que, grosso modo, quanto

mais distante da core area do País, pior a acessibilidade de uma cidade ou região por


54 _________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

vias aéreas. Assim, além de a Região Norte apresentar-se como a de pior acessibilidade,

tanto em termos de custo quanto de tempo das viagens, algumas áreas dentro do próprio

centro-sul são pouco privilegiadas, como o Rio Grande do Sul. Este estado é caracterizado

pela elevada centralização de sua rede urbana na capital, fato que se reflete nos altos

custos e longas viagens, que têm como destino suas cidades menores. A centralização

dos voos em poucos hubs também parece elevar o custo e o tempo de deslocamento

para as cidades de baixa hierarquia.

Embora o efeito de barreira da distância nos padrões de ligações aéreas seja

bem documentado pela literatura referente ao transporte aéreo, e este trabalho de

fato verifica essa tendência, foi possível perceber que as relações entre as cidades são

mais complicadas, pois os vínculos econômicos do território e as interações históricas

podem subverter a imposição da distância – vide, de um lado o par São Paulo–Manaus,

com fortes trocas de fluxo e, de outro, São Luís–Teresina, duas capitais nordestinas,

relativamente próximas, mas com fluxos abaixo do esperado, uma vez que suas relações

se fazem mais com o centro-sul do que entre si.

As ligações aéreas de carga são menos influenciadas pela hierarquia urbana do

que as de passageiros, o que se deve em parte às características do setor da aviação.

O alto custo do transporte por unidade faz com que somente as ligações de grande

distância compensem economicamente, sendo as localizadas mais próximas realizadas

por outras modalidades de transporte.

Assim como Zook e Brunn (2005) verificaram a permanência do legado histórico

das ligações aéreas das metrópoles europeias com suas antigas colônias, pode-se ver,

no caso dos voos domésticos brasileiros, a continuidade dos padrões de desigualdade

interna, nos quais o centro-sul permanece relativamente privilegiado em termos de

acessibilidade do território, a Região Nordeste possuindo uma situação boa nas capitais

e a Região Norte, mais remota e de baixa acessibilidade.


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Anexos

Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia

urbana a partir da origem

Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia

urbana a partir da origem


60 __________________________________________________________________________________ Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Anexo - Tabela 1 - Custo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem

Cidade e respectivas

Unidades da Federação

Média

(R$)

Hierarquia urbana

Cidade e respectivas

Unidades da Federação

Média

(R$)

Hierarquia urbana

Belo Horizonte/MG 186,23 Metrópole São José dos Campos/SP 389,70 Capital Regional C

São Paulo/SP 209,24 Grande Metrópole Nacional Porto Velho/RO 391,61 Capital Regional B

Rio de Janeiro/RJ 209,32 Metrópole Nacional Ilhéus/BA 397,09 Capital Regional B

Salvador/BA 210,73 Metrópole Vitória da Conquista/BA 408,57 Capital Regional B

Brasília/DF 213,05 Metrópole Nacional Marabá/PA 410,17 Capital Regional C

Goiânia/GO 236,27 Metrópole João Pessoa/PB 411,95 Capital Regional A

Campinas/SP 253,48 Capital Regional A Imperatriz/MA 412,52 Capital Regional C

Ribeirão Preto/SP 262,91 Capital Regional B Governador Valadares/MG 412,61 Capital Regional C

Recife/PE 268,09 Metrópole Macaé/RJ 423,70 Centro Subregional A

Londrina/PR 274,09 Capital Regional B Rio Branco/AC 424,70 Capital Regional C

Curitiba/PR 283,09 Metrópole Santarém/PA 430,52 Capital Regional C

Uberlândia/MG 284,96 Capital Regional B Araçatuba/SP 440,78 Capital Regional C

Vitória/ES 294,32 Capital Regional A Macapá/AP 457,61 Capital Regional C

Fortaleza/CE 303,82 Metrópole Uberaba/MG 465,22 Capital Regional C

Florianópolis/SC 305,27 Capital Regional A Araxá/MG 469,17 Centro de Zona A

Montes Claros/MG 306,83 Capital Regional B Ji-Paraná/RO 470,57 Centro Subregional A

Cuiabá/MT 312,86 Capital Regional A Caxias do Sul/RS 477,52 Capital Regional B

Porto Alegre/RS 315,23 Metrópole Barreiras/BA 481,14 Capital Regional C

Palmas/TO 316,48 Capital Regional B Alta Floresta/MT 482,87 Centro de Zona A

Campo Grande/MS 322,91 Capital Regional A Criciúma/SC 496,35 Capital Regional C

Foz do Iguaçu/PR 327,83 Centro Subregional A Campina Grande/PB 503,55 Capital Regional B

São José do Rio Preto/SP 332,65 Capital Regional B Rondonópolis/MT 521,17 Centro Subregional A

Juiz de Fora/MG 332,96 Capital Regional B Juazeiro do Norte/CE 535,90 Capital Regional C

Belém/PA 335,91 Metrópole Chapecó/SC 550,22 Capital Regional B

Ipatinga - Coronel Fabriciano/MG 338,24 Capital Regional C Boa Vista/RR 571,39 Capital Regional C

Porto Seguro/BA 338,87 Centro de Zona A Vilhena/RO 576,83 Centro Subregional B

Natal/RN 339,68 Capital Regional A Dourados/MS 577,78 Capital Regional C

Aracaju/SE 348,68 Capital Regional A Corumbá/MS 612,57 Centro de Zona A

São Luís/MA 351,91 Capital Regional A Altamira/PA 629,39 Centro Subregional B

Maringá/PR 353,61 Capital Regional B Parintins/AM 755,83 Centro Subregional B

Maceió/AL 354,68 Capital Regional A Fernando de Noronha/PE 767,48 Centro Local

Joinville/SC 356,17 Capital Regional B Cruzeiro do Sul/AC 815,16 Centro Subregional B

Navegantes/SC 359,74 Centro Local Tefé/AM 857,04 Centro Subregional B

Teresina/PI 360,91 Capital Regional A Passo Fundo/RS 1 203,78 Capital Regional B

Petrolina/PE 370,00 Capital Regional C Pelotas - Rio Grande/RS 1 225,17 Capital Regional C

Presidente Prudente/SP 370,04 Capital Regional C Rio Grande/RS 1 240,43 Capital Regional B

Bauru/SP 381,82 Capital Regional C Joaçaba/SC 1 268,04 Centro Subregional A

Manaus/AM 388,73 Metrópole Tabatinga/AM 1 368,26 Centro de Zona A

Fontes: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011; e Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro:

IBGE, 2008. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Anexos ________________________________________________________________________________________ 61

Anexo - Tabela 2 - Tempo médio das viagens e hierarquia urbana a partir da origem

Cidade

Tempo

médio

Hierarquia urbana

Cidade

Tempo

médio

Hierarquia urbana

Brasília/DF 0,08 Metrópole Nacional Marabá/PA 0,22 Capital Regional C

São Paulo/SP 0,09 Grande Metrópole Nacional Vitória da Conquista/BA 0,22 Capital Regional B

Rio de Janeiro/RJ 0,09 Metrópole Nacional Presidente Prudente/SP 0,22 Capital Regional C

Belo Horizonte/MG 0,09 Metrópole Ilhéus - Itabuna/BA 0,23 Capital Regional B

Salvador/BA 0,11 Metrópole Araçatuba/SP 0,23 Capital Regional C

Curitiba/PR 0,12 Metrópole Manaus/AM 0,23 Metrópole

Campinas/SP 0,13 Capital Regional A São José dos Campos/SP 0,23 Capital Regional C

Goiânia/GO 0,13 Metrópole Caxias do Sul/RS 0,24 Capital Regional B

Fortaleza/CE 0,14 Metrópole Uberaba/MG 0,24 Capital Regional C

Recife/PE 0,14 Metrópole Petrolina/PE 0,24 Capital Regional C

Ribeirão Preto/SP 0,15 Capital Regional B Araxá/MG 0,24 Centro de Zona A

Vitória/ES 0,16 Capital Regional A Chapecó/SC 0,25 Capital Regional B

Porto Alegre/RS 0,16 Metrópole Ipatinga/MG 0,25 Capital Regional C

Florianópolis/SC 0,16 Capital Regional A Porto Velho/RO 0,25 Capital Regional B

Londrina/PR 0,16 Capital Regional B Governador Valadares/MG 0,25 Capital Regional C

Uberlândia/MG 0,17 Capital Regional B Santarém/PA 0,25 Capital Regional C

São José do Rio Preto/SP 0,17 Capital Regional B Bauru/SP 0,26 Capital Regional C

Belém/PA 0,18 Metrópole Campina Grande/PB 0,26 Capital Regional B

São Luís/MA 0,18 Capital Regional A Macapá/AP 0,26 Capital Regional C

Juazeiro do Norte/CE 0,18 Capital Regional C Alta Floresta/MT 0,28 Centro de Zona A

Aracaju/SE 0,18 Capital Regional A Rondonópolis/MT 0,29 Centro Subregional A

Cuiabá/MT 0,18 Capital Regional A Pelotas/RS 0,29 Capital Regional C

Porto Seguro/BA 0,18 Centro de Zona A Rio Branco/AC 0,29 Capital Regional C

Foz do Iguaçu/PR 0,18 Centro Subregional A Ji-Paraná/RO 0,30 Centro Subregional A

Maringá/PR 0,19 Capital Regional B Rio Grande/RS 0,31 Capital Regional C

Natal/RN 0,19 Capital Regional A Criciúma/SC 0,31 Capital Regional C

Teresina/PI 0,19 Capital Regional A Dourados/MS 0,31 Capital Regional C

Joinville/SC 0,19 Capital Regional B Vilhena/RO 0,31 Centro Subregional B

Palmas/TO 0,19 Capital Regional B Boa Vista/RR 0,33 Capital Regional C

Maceió/AL 0,19 Capital Regional A Macaé/RJ 0,35 Centro Subregional A

Montes Claros/MG 0,20 Capital Regional B Altamira/PA 0,37 Centro Subregional B

Barreiras/BA 0,20 Capital Regional C Corumbá/MS 0,37 Centro de Zona A

Navegantes/SC 0,20 Centro Local Joaçaba/SC 0,38 Centro Subregional A

Fernando de Noronha/PE 0,20 Centro Local Tefé/AM 0,38 Centro Subregional B

Campo Grande/MS 0,20 Capital Regional A Passo Fundo/RS 0,39 Capital Regional B

Imperatriz/MA 0,21 Capital Regional C Cruzeiro do Sul/AC 0,43 Centro Subregional B

João Pessoa/PB 0,21 Capital Regional A Parintins/AM 0,43 Centro Subregional B

Juiz de Fora/MG 0,21 Capital Regional B Tabatinga/AM 0,77 Centro de Zona A

Fontes: Decolar.com. São Paulo, [2011]. Disponível em: . Acesso em: out. 2011; e Regiões de influência das cidades 2007. Rio de Janeiro:

IBGE, 2008. Disponível em: . Acesso em: abr. 2013.


Equipe técnica

Diretoria de Geociências

Coordenação de Geografia

Claudio Stenner

Planejamento e coordenação do estudo

Marcelo Paiva da Motta

Equipe responsável

Adma Haman Figueiredo

Claudio Stenner

Cleber de Azevedo Fernandes

Schaiane Nogueira Ouverney Barroso

Paulo Wagner Teixeira Marques

Ronaldo Cerqueira Carvalho

Marcus Vinicius Siqueira de Oliveira (Estagiário)

Tuani Cristina Lima de Souza (Estagiária)

Marcele Borges dos Santos (Estagiária)

Celso Guilherme de Souza Silva (Estagiário)

Geovanna Vera Cruz Porto Batista (Estagiária)

Projeto Editorial

Centro de Documentação e Disseminação de Informações

Coordenação de Produção

Marise Maria Ferreira

Gerência de Editoração

Estruturação textual, tabular e de gráficos

Beth Fontoura

Katia Vaz Cavalcanti

Leonardo Martins


_________________________________________________________________________Redes e Fluxos do Território

Ligações Aéreas 2010

Diagramação tabular e de gráficos

Beth Fontoura

Helena Maria Mattos Pontes

Copidesque e revisão

Anna Maria dos Santos

Cristina R. C. de Carvalho

Kátia Domingos Vieira

Diagramação textual

Helena Maria Mattos Pontes

Programação visual da publicação

Luiz Carlos Chagas Teixeira

Sebastião Monsores

Produção de multimídia

LGonzaga

Márcia do Rosário Brauns

Marisa Sigolo

Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro

Roberto Cavararo

Gerência de Documentação

Pesquisa e normalização bibliográfica

Ana Raquel Gomes da Silva

Carla de Castro Palmieri (Estagiária)

Elizabeth de Carvalho Faria

Lioara Mandoju

Maria Beatriz Machado Santos Soares (Estagiária)

Maria da Penha Ribeiro Uchoa

Maria Socorro da Silva Araújo

Padronização de glossários

Ana Raquel Gomes da Silva

Elaboração de quartas capas

Ana Raquel Gomes da Silva

Gerência de Gráfica

Impressão e acabamento

Maria Alice Neves da Silva Nabuco

Gráfica Digital

Impressão

Ednalva Maia do Monte

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