Procedimentos para avaliação de riscos

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Procedimentos para avaliação de riscos

PROCEDIMENTOS PARA

AVALIAÇÃO DE RISCOS

CÓDIGO

PRO CAF - 014

APROVAÇÃO:

DGER

PAGINA

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DATA

01/10/09

Sumário

1 Objetivo

2 Aplicação

3 Definições

4 Procedimento

5. Listas de verificação

1 Objetivo

Estabelecer os procedimentos gerais para identificação, avaliação e redução dos fatores de

risco relacionados às certificações em grupo

2 Aplicação

Este procedimento se aplica à atividade de certificação do Programa Certifica Minas Café

e é válido a partir da data de sua aprovação.

3 Definições

Os termos e siglas utilizados neste documento aqui serão definidos

GEC = Gerência de Certificação

4 Procedimento

4.1 Condições gerais

5.1.1 Este procedimento visa estabelecer critérios para a identificação e redução dos fatores

de risco relacionados às certificações em grupo. Esta metodologia deve ser aplicada a todas

as atividades de certificação, independente do seu tipo ou relevância.

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4.1.2 As aplicações desde procedimento de análise e gerenciamento de risco são:

a) Promover a padronização do processo em todas as suas fases;

b) Estimular a mentalidade de segurança no planejamento, revisão, aprovação e

execução dos trabalhos de certificação; e

c) Criar processos formais para a identificação e classificação de situações de risco

e, conseqüentemente, a aplicação de medidas corretivas.

4.1.3 A identificação e gerenciamento adequados dos riscos, contribuem para que ocorra

sucesso nos objetivos da certificação em grupo, que deverá ser pautado pelos seguintes

pontos:.

a) Preocupar-se com o Gerenciamento de Risco desde a concepção inicial da

atividade;

b) Não aceitar riscos desnecessários, ou seja, aqueles que não contribuem

significativamente para alcançar os objetivos pretendidos;

c) Sempre que possível, reduzir o risco por meio de ações que diminuam a

probabilidade de ocorrência e o efeito do dano

d) Sempre avaliar o custo-benefício; e

e) Tomar decisões no nível adequado.

4.2 Condições específicas:

4.2.1 Risco

Medida de insegurança. Pode ser quantificado através da combinação da probabilidade

de ocorrência e dos efeitos de um determinado evento, caso ocorra. Quanto mais provável o

evento e graves suas conseqüências, maior será o risco.

4.2.2 Avaliação de Risco

Processo de identificação dos fatores de risco e suas conseqüências.

4.2.3 Controle de Riscos

Método de implementação de medidas de mitigação para cada risco identificado. Visa à

redução da probabilidade de ocorrência dos perigos (fatores de risco) e/ou redução das

suas conseqüências.

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4.2.4 Gerenciamento de Risco

a) Processo que usa a capacidade de raciocínio, aliada a uma metodologia

específica, para identificar e reduzir os riscos de uma atividade a um nível

aceitável.

b) O Gerenciamento de Risco tem como objetivo a utilização do raciocínio voltado para

tornar uma atividade mais segura. Esta metodologia deve atuar em todo o processo,

estabelecendo procedimentos com intuito de promover a mentalidade de segurança,

aperfeiçoar a identificação, classificação e mitigação de riscos, e, finalmente, aumentar o nível

de segurança da atividade de certificação em grupo.

4.3 Avaliação Preliminar de Risco

Esta avaliação preliminar será feita considerando-se os fatores de risco típicos, além de outros

aspectos qualitativos.

.

Em função do resultado da avaliação preliminar deve-se:

a) Julgar o nível de acontecimento do risco e suas implicações com o grupo;

b) Dimensionar a equipe responsável pela revisão do processo para redução do risco;

c) Elaborar as medidas mitigadoras preliminares.

4.4 Medidas Mitigadoras Preliminares

Esta etapa tem o objetivo de estabelecer medidas mitigadoras relacionadas aos riscos

identificados na fase de planejamento, antes mesmo da auditoria e da classificação final de

risco.

Como regra geral, pelo menos uma medida de redução de risco deverá ser elaborada para

cada fator de risco identificado. Estas medidas deverão ser devidamente registradas.

4.5 Classificação de Risco

4.5.1 Para ser adequadamente gerenciado, o risco deve ser mensurável. Isso exige a

utilização de uma escala de classificação de risco, modelada levando-se em consideração os

seguintes fatores:

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NÍVEL DE RISCO

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS

AVALIAÇÃO DO RISCO

1 RISCO CRÍTICO

2 RISCO MÉDIO

3 BAIXO RISCO

NÍVEL DE GESTÃO

RISCO DE GESTÃO DO GRUPO

1 ALTO RISCO

2 RISCO MODERADO

3 RISCO REMOTO

NÍVEL DE MONITORAMENTO

PROBABILIDADE DO RISCO

1 IMPROVÁVEL

2 PARCIALMENTE PROVÁVEL

3 PROVÁVEL

RISCO CRÍTICO: é definido como atividades ou atitudes comportamentais que

possuem um risco significativo para o grupo. Tratam-se de ameaças à certificação em grupo

por total descumprimento de correção de não conformidades, não comprometimento com o

grupo, requerendo supervisão rigorosa em todo o processo de produção, colheita,

armazenamento e comercialização.

RISCO MODERADO: atividades que representam um risco, mas que estão sobre

controle normal do pessoal, há um comprometimento dos integrantes do grupo. Devem ser

conhecidos, analisados, evidenciado s, documentados e acompanhados.

BAIXO RISCO é definido atividades que apresentam riscos normais de operação.

Uma supervisão de rotina é apropriada, envolvendo apenas o acompanhamento e

observação.

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4.5.2 Correlação do Risco / Probabilidade de ocorrência

BAIXO RISCO

RISCO MÉDIO

INACEITÁVEL (EVITAR)

RISCO CRÍTICO

RISCO REMOTO RISCO MODERADO ALTO RISCO

IMPROVÁVEL

PARCIALMENTE

PROVÁVEL

PROVÁVEL

5. Lista de Verificações:

As seguintes perguntas servem como guia geral para avaliação de risco

1) Como foi formado o grupo , grau de interação entre os membros,

comprometimento e homogeneidade do grupo?

2) Todos os participantes entendem os objetivos do programa?

3) Foi planejada uma reunião com todos os participantes e com o órgão

responsável pela formação do grupo?

4) Todos os participantes do grupo envolvido com as certificações sabem que

qualquer desvio deve ser notificado e aprovado antes da realização da auditoria final?

5) O grupo requer atenção especial do atendimento de normas em vigor? Se

requerer, é possível justificar desvios operacionais?

6) Todos os envolvidos conhecem as regras e procedimentos inerentes ao programa?

Sabem como funcionam? O que eles determinam?

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7) Os grupos foram planejados de forma a evitar situações de risco sempre que

possível?

8) Os grupos foram planejados segundo a filosofia de aproximação gradual?

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