anticoncepcionais hormonais orais combinados - Ucg

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anticoncepcionais hormonais orais combinados - Ucg

MATERIAL INSTRUCIONAL DE

CAPACITAÇÃO PARA A

ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO

FAMILIAR

MÓDULO II

MINISTÉRIO DA SAÚDE

FEBRASGO


CAPACITAÇÃO EM ASSISTÊNCIA EM PLANEJAMENTO FAMILIAR

MÓDULO II - (104 slides)

ATIVIDADE / CONTEÚDO

1. Discussão em grupo dos casos clínicos 2, 3, 4

e 5 (dividir em 5 grupos com 6 pessoas em cada

um), seguida de discussão no grupo geral.

Incentivar a consulta ao manual de Assistência

em Planejamento Familiar para auxiliar na

resolução dos casos

2. 1ª Aula: Anticoncepcionais Hormonais Orais

Combinados

TEMPO

1h 10’

50’

OBJETIVOS

Introduzir a discussão sobre os métodos anticoncepcionais hormonais

Apresentar e discutir os anticoncepcionais hormonais orais

combinados, enfatizando o mecanismo de ação, o modo de uso, os efeitos

secundários, as contra-indicações e as consultas de acompanhamento

3. Discussão e perguntas

4. Intervalo

5. 2ª Aula: Anticoncepcionais Hormonais Orais

apenas de Progestogênio

10’

10’

20’

Apresentar e discutir os anticoncepcionais hormonais orais apenas de

progestogênio, enfatizando o mecanismo de ação, o modo de uso, os

efeitos secundários, as contra-indicações e as consultas de

acompanhamento

6. 3ª Aula: Anticoncepcionais Hormonais

Injetáveis Mensal e Trimestral

7. Discussão e perguntas

60’

10’

Apresentar e discutir os anticoncepcionais hormonais injetáveis

mensal e trimestral, enfatizando o mecanismo de ação, o modo de uso,

os efeitos secundários, as contra-indicações e as consultas de

acompanhamento


ANTICONCEPCIONAIS

HORMONAIS


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

TIPOS

ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS:

Combinados (estrogênio + progestogênio)

Apenas de Progestogênio - Minipílula

ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

INJETÁVEIS:

Mensais (estrogênio + progestogênio)

Trimestrais (apenas de progestogênio)


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

TIPOS

ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS (OUTROS):

Implante sub-dérmico (progestogênio)

Anéis vaginais (estrogênio e progestogênio)

DIU que libera progestágeno

(levonorgestrel)– Sistema Intra-uterino


ANTICONCEPCIONAIS

HORMONAIS ORAIS COMBINADOS


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS

COMBINADOS

TIPOS E COMPOSIÇÃO

Dependendo da quantidade de

(EE):

etinilestradiol

De baixa dosagem: 30 microgramas (0,03 mg)

ou menos de EE.

De média dosagem: 50 microgramas (0,05 mg)

de EE.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

ATENÇÃO

E recomendável como 1ª opção o

uso de pílulas combinadas de baixa

dosagem (0,03 mg de EE ou

menos).


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

TIPOS E COMPOSIÇÕES

Monofásicos: A dose dos esteróides é

constante nos 21, ou 22, ou 24

comprimidos da cartela

Trifásicos: Contêm 3 tipos de

comprimidos ativos de diferentes cores,

com os mesmos hormônios em

proporções diferentes


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MECANISMOS DE AÇÃO

Inibem a ovulação

Tornam o muco cervical espesso


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

PONTOS-CHAVE:

Muito eficazes quando em uso correto

Promovem ciclos menstruais regulares

Diminuem o fluxo menstrual

Melhoram a dismenorréia e a tensão pré-menstrual


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

PONTOS-CHAVE:

Não há necessidade de pausas para “descanso”

Podem ser usados desde a adolescência até a

menopausa

A fertilidade retorna logo após a interrupção de

seu uso

Não previnem contra DST/HIV


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

EFEITOS SECUNDÁRIOS:

Náuseas, vômitos e mal-estar gástrico

Cefaléia

Tonturas

Mastalgia

Cefaléia leve


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

Leve ganho de peso

Nervosismo

Cloasma

Alterações do ciclo menstrual: Manchas ou

sangramento intermenstrual e amenorréia

Alteração do humor

EFEITOS SECUNDÁRIOS:


AVC

ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

Infarto do Miocárdio

COMPLICAÇÕES

Trombose Venosa Profunda

Todas estas complicações acontecem com maior

freqüência em fumantes de qualquer faixa etária


MEDICAMENTOS QUE PODEM INTERAGIR

COM A PÍLULA

GRUPOS

Analgésicos

Antibióticos (Rifampicina

Antifúngicos (Griseofulvina)

Anticonvulsivantes

Hipnóticos

Tranquilizantes

Diuréticos

Anti-hipertensivos

Hipoglicemiantes

Anticoagulantes

Antiretrovirais

EFEITOS

A

A

A

A, B

A

A, B

A

B

B

B

A

A - diminuição do

efeito hormonal

B - Diminuição do

efeito terapêutico


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO – INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:

No 1º mês de uso, ingerir o 1º comprimido no 1º

dia do ciclo menstrual ou no máximo até o 5º dia.

Cartela de 21 pílulas: Ao final da cartela, fazer

pausa de 7 dias e iniciar nova cartela no 8º dia.

Cartela de 22 pílulas: Ao final da cartela, fazer

pausa de 6 dias e iniciar nova cartela no 7º dia.

Cartela de 24 pílulas: ao final da cartela, fazer

pausa de 4 dias e reiniciar nova cartela no 5º dia


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO – INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:

CASO NÃO OCORRA A MENSTRUAÇÃO NO

INTERVALO ENTRE AS CARTELAS

A usuária deve iniciar uma nova

cartela e procurar o serviço de saúde

para descartar a hipótese de gravidez.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO- INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS

EM CASO DE ESQUECIMENTO

Se esquecer de tomar 1 pílula: tomar a pílula

esquecida imediatamente e a pílula regular no

horário habitual


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO- INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS

Se esquecer de tomar 2 ou mais pílulas:

• Usar método de barreira ou evitar relações

sexuais durante 7 dias

• Tomar uma pílula imediatamente

• Se restam 7 ou mais pílulas: tomar o restante

como de costume

•Se restam menos que 7 pílulas: tomar o restante

como de costume e iniciar uma nova cartela no dia

seguinte após a última pílula da cartela


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO – INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS

EM CASOS DE VÔMITOS E/OU DIARRÉIA

Nos casos de vômitos e/ou diarréia com

duração de 2 ou mais dias, as relações sexuais

devem ser evitadas ou o uso de métodos de

barreira deve ser instituído.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MODO DE USO – INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS

EM CASO DE OCORRÊNCIA DE COITO

DESPROTEGIDO NAS SITUAÇÕES DESCRITAS

Orientar a mulher para o

uso da anticoncepção de

emergência.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Idade – desde a menarca até os 40 anos

Cólica menstrual

Ciclos menstruais irregulares

Doença mamária benígna

Cefaléia leve

Varizes


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):


Esquistossomose não complicada

Doenças tiroidianas

Doença Inflamatória Pélvica

Endometriose


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

21 dias pós-parto ou mais, sem lactação

Tumores ovarianos benígnos

Mioma uterino

Tuberculose (exceto se usando rifampicina)


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Obesidade

Ectopia cervical

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Doença sexualmente transmissível

Portador assintomático de hepatite viral

Cirurgia de pequeno porte sem imobilização


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Lactantes nos primeiros 6 meses pós-parto

Não lactantes com menos de 21 dias pós-parto

Neoplasias hormônio-dependentes

Câncer de mama

Idade maior ou igual a 35 anos e fumante

Antecedente de AVC


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

História de hipertensão arterial – se não for possível

avaliar a PA

Hipertensão arterial moderada e grave

Cardiopatia isquêmica

Doença cardíaca valvular complicada

Doença tromboembólica em atividade ou no passado


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Sangramento uterino não diagnosticado

Cefaléia grave com sintomas neurológicos focais

Doença da vesícula biliar atual ou tratada com

medicamentos

Cirurgia de grande porte com imobilização

prolongada


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

História de colestase relacionada ao uso de

anticoncepcional oral combinado

Cirrose compensada ou descompensada

Tumores de fígado malígnos ou benígnos

Hepatite viral em atividade

Diabetes com mais de 20 anos de duração ou com

doença vascular


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Lupus eritematoso sistêmico

Uso de rifampicina, griseofulvina, tetraciclinas e

anticonvulsivantes – fornecer condom para usar

junto com a pílula nos casos de uso temporário

destes medicamentos, ou orientar o uso de outro

método, nos casos de uso prolongado

Gravidez


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

SINAIS DE ALERTA:

Dor intensa e persistente no abdome, tórax ou

membros

Cefaléia intensa que começa ou piora após o

início do uso da pílula

Perda breve de visão

Escotomas cintilantes ou linhas em zigue-zague


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU

COMPLICAÇÕES:

NÁUSEAS: sugerir tomar a pílula à noite ou após

uma refeição

CEFALÉIA LEVE: sugerir o uso de antiinflamatório

não esteróide

EFEITOS SECUNDÁRIOS MENORES que duram

mais de 3 meses: se a mulher prefere pílula, oferecer

outro AOC ou pílula de progestogênio.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU

COMPLICAÇÕES:

AMENORRÉIA NA VIGÊNCIA DE USO:

•Perguntar se está realmente tomando a pílula

diariamente

•Perguntar se esqueceu de tomar 2 ou mais pílulas

consecutivamente: neste caso, há possibilidade de

gravidez;

•recomendar a interrupção do uso da pílula e sugerir o

uso do condom até a próxima menstruação ou até que

a possibilidade de gravidez seja afastada.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU

COMPLICAÇÕES:

MANCHAS OU SANGRAMENTO

INTERMENSTRUAL:

•Perguntar se esqueceu de tomar alguma pílula, se

apresentou vômitos ou diarréia, se está tomando

rifampicina ou anticonvulsivante

• Esclarecer que é frequente a ocorrência de pequeno

sangramento intermenstrual durante os primeiros

meses do uso da pílula.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU

COMPLICAÇÕES:

MANCHAS OU SANGRAMENTO

INTERMENSTRUAL:

• Se o sangramento persistir por mais de 10 dias, deve

ser investigado.

• Permanecendo o sangramento intermenstrual após 3

meses, investigar para afastar outras etiologias.


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU

COMPLICAÇÕES:

SANGRAMENTO VAGINAL ANORMAL:

Orientar a continuar usando a pílula, enquanto o

problema está sendo avaliado.

CEFALÉIAS MUITO SEVERAS:

mudar para outro método.

Orientar a


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS

COMBINADOS

CONSULTAS DE RETORNO

1º retorno: após 30 dias

Retornos subsequentes anuais

Retornos mais frequentes para as

usuárias com patologias associadas:

hipertensão arterial leve, diabetes, etc


ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS

ORAIS COMBINADOS

CONSULTAS DE RETORNO

Avaliar regularidade na ingestão, tolerância,

aceitabilidade

Pesquisar o aparecimento de condições clínicas

que contra- indiquem o uso do método

Avaliar o peso e pressão arterial

Fazer exame físico geral

Fazer exame ginecológico e de mama anual

Fazer exame colpocitológico quando necessário.


ANTICONCEPCIONAIS

HORMONAIS ORAIS APENAS DE

PROGESTOGÊNIO


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

MINIPÍLULA

São pílulas que Contêm uma dose muito baixa

de progestogênio

Boa escolha para as lactantes que desejam um

anticoncepcional oral.


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

MINIPÍLULA

MECANISMO DE AÇÃO:

Espessamento do muco cervical


Inibem a ovulação


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

MODO DE USO E INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:

Nas não lactantes: A minipílula pode ser

iniciada imediatamente após o parto

Nas lactantes: O uso deve ser iniciado após

6 semanas do parto.

Durante a menstruação normal: iniciar nos

primeiros 5 dias da menstruação


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

MODO DE USO E INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:

O uso é contínuo, sem interrupção entre

uma cartela e outra

Deve ser tomada sempre no mesmo

horário


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

MODO DE USO E INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:

Atraso na ingestão da pílula de mais de 3

horas ou esqueceu alguma pílula: deve

tomar a pílula esquecida assim que

possível e continuar tomando 1 pílula por

dia. Entretanto, deve usar algum método de

barreira ou evitar relações sexuais, pelo

menos durante dois dias.


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

Quando usados fora da amamentação, são comuns

alterações no padrão menstrual – ciclo menstrual

irregular e sangramento nos intervalos.

Cefaléia

EFEITOS SECUNDÁRIOS:

Sensibilidade mamária


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

SINAIS DE ALERTA

Sangramento excessivo

Cefaléia intensa

Icterícia

Possibilidade de gravidez


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Lactantes: iniciar 6 semanas após o parto

Não lactantes: imediatamente após o parto

Pós-aborto: imediatamente após o aborto

Idade de 16 anos ou mais


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Fumante (qualquer idade)

Hipertensão arterial leve (PA 140 – 159 / 90 – 99

mmHg) e moderada (PA 160 – 179/100 – 109 mmHg)

Trombose venosa profunda ou embolia pulmonar

Anemia Ferropriva

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Cirurgia de grande porte com ou sem imobilização

prolongada

Cirurgia de pequeno porte

Varizes

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Tromboflebite superficial

Cefaléia leve

Doença mamária benígna

Ectopia cervical

DIP

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

DST

(CATEGORIA 1 DA OMS):

HIV positivo ou AIDS

Doença biliar sintomática ou assintomática

Portadora assintomática de hepatite viral


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Mioma uterino

Obesidade

Tireoidopatias

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Anemia falciforme – podem reduzir as crises

hemolíticas


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Antibióticos (exceto rifampicina e griseofulvina)

Dismenorréia grave

Endometriose

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Tumores ovarianos benígnos


Lactantes com menos de 6 semanas pós-parto

Doença cardíaca isquêmica

AVC

ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Cefaléia grave, recorrente, incluindo enxaqueca,

com sintomas neurológicos focais


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Sangramento vaginal inexplicado

Câncer de mama atual ou no passado

Hepatite viral aguda

Cirrose hepática grave


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Tumores hepáticos benígnos ou malígnos

Uso de rifampicina, griseofulvina e anticonvulsivante

Gravidez


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

CONSULTAS DE RETORNO:

1º retorno após 30 dias

Retornos subsequentes anuais

Retornos mais frequentes naquelas usuárias

com patologias associadas: hipertensão

arterial, diabetes, etc


ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS

DE PROGESTOGÊNIO

CONSULTAS DE RETORNO:

Avaliar regularidade na ingestão, tolerância,

aceitabilidade

Pesquisar o aparecimento de condições clínicas que

contra-indiquem o uso do método

Avaliar peso e pressão arterial

Fazer exame físico geral

Fazer exame ginecológico e de mama anual

Fazer exame colpocitológico quando necessário


ANTICONCEPCIONAL

INJETÁVEL MENSAL


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

Contém um éster de estrogênio

Natural, o estradiol, e um

progestogênio Sintético.


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

FORMULAÇÕES

25 mg de acetato de medroxiprogesterona + 5

mg de cipionato de estradiol – cyclofemina

50 mg de enantato de noretisterona + 5 mg de

valerato de estradiol – mesigyna

150 mg de acetofenido de dihidroxiprogesterona

+ 10 mg de enantato de estradiol – perlutan,

ciclovular, unociclo


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

MECANISMO DE AÇÃO:

Inibe a ovulação

Espessamento do muco cervical


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

Alta eficácia

PONTOS- CHAVE

Absorção independe do trato gastrointestinal

Melhora dismenorréia e TPM

Menor frequência de alterações menstruais

quando comparado ao trimestral

Fertilidade retorna em tempo mais curto do que

com o injetável trimestral

Não protege contra DST / HIV


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

A primeira opção deve

recair sobre as formulações

que contenham 5mg de

estrogênio


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

MODO DE USO

1ª injeção: até o 5º dia do início da menstruação

Aplicações subsequentes: a cada 30 dias mais ou

menos 3 dias, independente da menstruação


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

MODO DE USO

Deve-se aplicar por via IM

profunda, sem massagem ou

aplicação de calor local.


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

EFEITOS SECUNDÁRIOS

Alterações menstruais

Cefaléia

Náuseas e/ou vômitos

Mastalgia

Aumento de peso


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

21 dias pós-parto ou mais, em não lactentes

Pós-aborto

Desde a menarca até os 40 anos

Cirurgia de pequeno porte sem mobilização

Varizes

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO PODE SER USADO SEM ESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Cefaléia leve

Doença mamária benígna

Ectopia cervical

DST atual ou no passado

HIV positivo ou AIDS

Portadora assintomática de hepatite viral


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES


Mioma uterino

(CATEGORIA 1 DA OMS):


Tireoidopatias


Obesidade


Anemia ferropriva


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Esquistossomose não complicada

Antibióticos (exceto rifampicina ou griseofulvina)

Dismenorréia Grave


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Tuberculose (exceto se usando rifampicina)

Endometriose

Tumores ovarianos benignos


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Lactantes nos primeiros 6 meses pós-parto

Menos de 21 dias pós-parto

Idade maior ou igual a 35 anos e fumantes

Hipertensão arterial moderada ou grave ou com

doença vascular


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

História de hipertensão arterial moderada ou

grave

Diabetes com mais de 20 anos de duração ou com

doença vascular

Sangramento vaginal inexplicado


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

Gravidez

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Câncer de mama no passado ou atual

Cefaléia grave recorrente, com sintomas

neurológicos focais

Hepatite viral ativa


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Cirrose grave e descompensada

Tumor hepático benígno ou malígno

Uso de rifampicina, griseofulvina e

anticonvulsivantes

Doença tromboembólica em atividade ou no

passado


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS)

Cirurgia de grande porte com imobilização

prolongada

Cardiopatia isquêmica atual ou no passado

Doença cardíaca valvular complicada

Antecedente de AVC


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

CONSULTAS DE RETORNO:

1º retorno em 30 dias

retorno seguinte aos 3 meses

retornos subsequentes anuais


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

CONSULTAS DE RETORNO:

Avaliar regularidade do uso, tolerância,

aceitabilidade, etc.

Pesquisar condições clínicas que contraindiquem

o uso do método

Avaliar ciclos menstruais, peso e pressão

arterial

Realizar exame físico geral e ginecológico


ANTICONCEPCIONAL

INJETÁVEL TRIMESTRAL


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

Contém apenas progestogênio – 150mg de

Acetato de medroxiprogesterona: Depoprovera

e Tricilon


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

MECANISMO DE AÇÃO

Inibe a ovulação

Aumenta a viscosidade do muco cervical


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

Muito eficaz

PONTOS-CHAVE:

Pode ser usado por qualquer grupo etário,

mas não se recomenda seu uso antes de 16

anos de idade

Atraso no retorno da fertilidade - em média,

o retorno à fertilidade pode levar 4 meses

após o término do efeito. Mas, 25% das

usuárias por tempo prolongado não

engravidam até 2 anos após a última injeção


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

PONTOS-CHAVE:

Pode ser usado por lactantes após 6

semanas de parto

Não provoca os efeitos colaterais nem

aumenta o risco de complicações

relacionadas ao uso do estrogênio

Ajuda a reduzir os sintomas de

endometriose

Não previne contra DST/HIV


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

EFEITOS SECUNDÁRIOS

Amenorréia – bastante comum, ocorre em

mais de 50% dos casos, ao final do 1º ano

de uso

Sangramento irregular

Aumento de peso – em média 1 a 2 kg/ano

Cefaléia


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

EFEITOS SECUNDÁRIOS

Alterações de humor

Nervosismo

Atraso no retorno da fertilidade

Diminuição da libido

Depressão


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

Os distúrbios menstruais, a amenorréia e

o ganho de peso, são as principais causas da

descontinuação de uso do método


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

MODO DE USO

1ª injeção: nos primeiros 5 a 7 dias do

ciclo menstrual

Aplicações subsequentes: a cada 3 meses,

até no máximo 15 dias após a data

estipulada


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

MODO DE USO

Aplicar na região glútea ou no

braço (profundamente). Não se deve

massagear ou aplicar calor local

após a injeção.


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

MODO DE USO

Atraso de mais de 15 dias, usar

método de barreira ou evitar

relações sexuais até a próxima

injeção


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Lactantes, iniciar 6 semanas após o parto

Não lactantes, pode ser iniciado

imediatamente após o parto

Fumantes

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Idade de 16 anos ou mais

Doença mamária benígna

Cefaléia leve

Pós-aborto


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Anemia ferropriva

Varizes

Irregularidade menstrual já investigada

Anemia falciforme

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Esquistossomose não complicada

Ectopia cervical

Tireoidopatias

Mioma uterino

Epilepsia

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

Tuberculose

Trombose venosa profunda ou embolia

pulmonar

Cirurgia de grande porte com ou sem

imobilização prolongada

Obesidade

(CATEGORIA 1 DA OMS):


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

DIP atual ou no passado

DST atual ou no passado

HIV positivo ou AIDS

Dismenorréia grave

Endometriose


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER

USADOS SEM RESTRIÇÕES

(CATEGORIA 1 DA OMS):

Tumores ovarianos benígnos

Doença biliar sintomática ou assintomática

História de colestase relacionada à gravidez

Portador assintomático de hepatite viral


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS):

Lactantes com menos de 6 semanas pós-parto

Hipertensão grave

Diabete com mais de 20 anos de duração ou

com doença vascular.

Doença cardíaca isquêmica


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

AVC

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS):

Múltiplos fatores de risco para doenças

cardiovasculares

Câncer de mama

Cirrose hepática grave


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO

(CATEGORIAS 3 E 4 DA OMS):

Hepatite viral aguda

Tumores hepáticos

Gravidez

Sangramento vaginal inexplicado


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

CONSULTAS DE RETORNO

‣1º retorno em 30 dias

‣2º retorno após 6 meses

‣Retornos subsequentes anuais


ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL

TRIMESTRAL

CONSULTAS DE RETORNO

Avaliar regularidade do uso, tolerância,

aceitabilidade




Pesquisar condições clínicas que contraindiquem

a continuação do uso do método

Realizar exame físico geral e ginecológico

Avaliar o ciclo menstrual, peso e pressão

arterial

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