Agosto 2009 - DNA Cascais

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Agosto 2009 - DNA Cascais

Agosto 2009

Boletim BDO

Sumário

Sistema de Normalização Contabilística

I. Legislação Publicada

em Julho de 2009 2

II. Jurisprudência 5

III. Resoluções

Administrativas 5

IV. Informações

Vinculativas 6

V. Obrigações Fiscais e

Parafiscais Significativas 9

VI. Notícias da BDO 10

No passado dia 13 de Julho foram publicados os diplomas que aprovam

o Sistema de Normalização Contabilística (SNC) e as alterações ao

Código do IRC face ao SNC e às Normas Internacionais de Contabilidade

(NIC/IFRS), aplicáveis às empresas a partir do primeiro exercício que se

inicie em ou após 1 de Janeiro de 2010.

A transição do POC para o SNC, implica importantes alterações

contabilísticas, fiscais e organizacionais para a generalidade das

empresas em Portugal. Considerando a experiência acumulada da

BDO na transição para as NIC/IFRS, a nossa firma constituiu equipas

especializadas para levarem à prática acções que denominámos

Projecto de Transição SNC e Formação SNC dirigidas aos nossos actuais

e potenciais Clientes abrangidos pelo SNC.

Ainda no capítulo da legislação publicada em Julho, destacamos no

presente Boletim BDO, a relativa aos coeficientes de desvalorização

da moeda, assim como a aprovação da Convenção para Evitar a Dupla

Tributação entre Portugal e a Guiné-Bissau.

Quanto às resoluções administrativas, publicamos o ofício circulado nº

20139/2009, de 24 de Julho de 2009, relativo aos formulários modelos

21, 22, 23 e 24 RFI, a utilizar em casos de aplicação da Convenção para

Evitar a Dupla Tributação celebrada entre Portugal e Espanha.


I. Legislação Publicada em Julho de 2009

Sistema de Normalização

Contabilística

Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de

Julho

Aprova o Sistema de Normalização

Contabilística e revoga o Plano Oficial de

Contabilidade, aprovado pelo Decreto-

Lei n.º 47/77, de 7 de Fevereiro.

Decreto-Lei n.º 159/2009, de 13 de

Julho

No uso da autorização legislativa

concedida pelos nºs 1 e 2 do artigo 74.º

da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro,

altera o Código do IRC, adaptando

as regras de determinação do lucro

tributável às normas internacionais

de contabilidade tal como adoptadas

pela União Europeia, bem como aos

normativos contabilísticos nacionais

que visam adaptar a contabilidade a

essas normas.

Decreto-Lei n.º 159/2009, de 13 de

Julho

Aprova o regime jurídico de organização

e o funcionamento da Comissão de

Normalização Contabilística e revoga

o Decreto-Lei n.º 367/99, de 18 de

Setembro

Coeficientes de

desvalorização da moeda

Portaria n.º 772/2009, de 21 de Julho

Actualiza os coeficientes de

desvalorização da moeda a aplicar aos

bens e direitos alienados durante o ano

de 2009, para efeitos de determinação

da matéria colectável do imposto sobre

o rendimento das pessoas singulares e

das pessoas colectivas.

Os coeficientes de desvalorização da

moeda são os seguintes:

Anos

Coeficientes

Até 1903 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 318,93

1904 a 1910 . . . . . . . . . . . . . . . . 4 020,40

1911 a 1914 . . . . . . . . . . . . . . . . 3 856,02

1915 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 430,68

1916 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 808,03

1917 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 241,65

1918 . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 1 599,35

1919 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 225,73

1920 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 809,91

1921 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 528,42

1922 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 391,35

1923 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239,51

1924 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201,61

1925 a 1936 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173,77

1937 a 1939 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168,75

1940 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142,00

1941 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126,12

1942 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108,89

1943 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92,72

1944 a 1950 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78,72

1951 a 1957 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72,20

1958 a 1963 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67,89

1964 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64,89

1965 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62,51

1966 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59,72

1967 a 1969 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55,85

1970 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51,72

1971 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49,23

1972 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46,02

1973 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41,84

1974 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32,09

1975 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27,41

1976 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22,96

1977 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17,62

1978 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13,78

1979 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10,87

1980 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9,80

1981 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8,02

1982 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6,66

1983 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5,32

1984 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4,13

1985 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,45

1986 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3,12

1987 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,86

1988 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,58

1989 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,32

1990 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,07

1991 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,84

1992 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,69

1993 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,57

1994 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,49

1995 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,44

1996 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,40

1997 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,38

1998 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,33

1999 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,31

2000 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,28

2001 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,20

2002 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,16

2003 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,12

2004 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,10

2005 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,08

2006 . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 1,05

2007 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,03

2008 . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

2


I. Legislação Publicada em Julho de 2009

Convenção para Evitar a

Dupla Tributação Portugal

- Guiné-Bissau

Decreto do Presidente da República

n.º 70/2009, de 30 de Julho de

2009

Ratifica a Convenção entre a República

Portuguesa e a República da Guiné-

Bissau para Evitar a Dupla Tributação

em Matéria de Impostos sobre o

Rendimento e Prevenir a Evasão Fiscal,

assinada em Lisboa em 17 de Outubro

de 2008

Resolução da Assembleia da

República n.º 52/2009, de 30 de

Julho de 2009

Aprova o Tratado entre a República

Portuguesa e a República de Cabo

Verde no Domínio da Fiscalização

Conjunta de Espaços Marítimos sob

Soberania ou Jurisdição da República

de Cabo Verde, assinado na Cidade do

Mindelo em 16 de Setembro de 2006.

Taxa supletiva de juros

moratórios

Aviso (extracto) n.º 12184/2009

da Direcção-Geral do Tesouro e

Finanças, publicado no DR 132 II

Série, de 10 de Julho de 2009

A taxa supletiva de juros moratórios

relativamente a créditos de que

sejam titulares empresas comerciais,

singulares ou colectivas, nos termos

do parágrafo 3.º do artigo 102.º do

Código Comercial, em vigor no 2.º

semestre de 2009 é de 8,00 %.

Instituições de Crédito e

Sociedades Financeiras

Decreto-Lei n.º 162/2009, de 21 de

Julho

Altera o Regime Geral das Instituições

de Crédito e Sociedades Financeiras,

aprovado pelo Decreto-Lei n.º 298/92,

de 31 de Dezembro, o

Decreto-Lei

nº 345/98, de 9 de Novembro, que

regula o funcionamento do Fundo de

Garantia do Crédito Agrícola Mútuo, e

o regime jurídico relativo ao Sistema

de Indemnização aos Investidores,

aprovado pelo Decreto-Lei n.º 222/99,

de 22 de Junho, transpondo para a

ordem jurídica interna a Directiva n.º

2009/14/CE, do Parlamento Europeu

e do Conselho, de 11 de Março, que

altera a Directiva n.º 94/19/CE, relativa

aos sistemas de garantia de depósitos

no que respeita ao nível de cobertura

e ao prazo de reembolso.

Portaria n.º 746/2009, de 14 de

Julho

Quinta alteração à Portaria n.º 95/94,

de 9 de Fevereiro, que fixa o capital

social mínimo das instituições de

crédito e das sociedades financeiras.

Sistema Nacional de

Qualificações

Portaria n.º 781/2009, de 23 de

Julho

Estabelece a estrutura e organização do

Catálogo Nacional de Qualificações.

Portaria n.º 782/2009, de 23 de

Julho

Regula o Quadro Nacional de

Qualificações e define os descritores

para a caracterização dos níveis de

qualificação nacionais.

Indexante dos apoios

sociais (IAS)

Resolução da Assembleia da

República n.º 45/2009, de 1 de

Julho

Recomenda ao Governo que tenha

em conta a evolução do índice de

preços ao consumidor (IPC) em anos

excepcionais para garantir que o

indexante dos apoios sociais (IAS) não

evolua de forma negativa.

Associações - Constituição

imediata

Portaria n.º 698/2009, de 2 de

Julho

Alarga a várias conservatórias a

competência para a tramitação do

regime especial de constituição

imediata de associações.

Lei de Defesa Nacional

Lei n.º 31-A/2009, de 7 de Julho

Aprova a Lei de Defesa Nacional.

Programa Qualificação-

Emprego

Portaria n.º 765/2009, de 16 de

Julho

Segunda alteração à Portaria n.º

126/2009, de 30 de Janeiro, que cria o

Programa Qualificação-Emprego.

3


I. Legislação Publicada em Julho de 2009

Sector agrícola

Portaria n.º 745/2009, de 13 de Julho

Aprova o Regulamento de Aplicação

da Acção n.º 4.2.2, «Redes Temáticas

de Informação e Divulgação»,

da medida n.º 4.2, «Formação e

informação especializada», integrada

no subprograma n.º 4, «Programa do

conhecimento e desenvolvimento

de competências», do Programa de

Desenvolvimento Rural do Continente

– PRODER.

Portaria n.º 739-A/2009, de 9 de

Julho

Altera o Regulamento de Aplicação da

Acção n.º 1.3.1, «Melhoria Produtiva

dos Povoamentos», da medida n.º

1.3, «Promoção da competitividade

florestal», integrada no subprograma n.º

1, «Promoção da competitividade», do

Programa de Desenvolvimento Rural do

Continente, aprovado pela Portaria n.º

828/2008, de 8 de Agosto.

Portaria n.º 739-B/2009, de 9 de

Julho

Altera o Regulamento de Aplicação

da Acção n.º 2.3.2, «Ordenamento e

Recuperação de Povoamentos», da

medida n.º 2.3, «Gestão de espaço

florestal e agro-florestal», integrada no

subprograma n.º 2, «Gestão sustentável

do espaço rural», aprovado pela Portaria

n.º 1137-B/2008, de 9 de Outubro, o

Regulamento de Aplicação da Acção

n.º 2.3.1, «Minimização de Riscos»,

da medida n.º 2.3, «Gestão do espaço

florestal e agro-florestal», integrada no

subprograma n.º 2, «Gestão sustentável

do espaço rural», aprovado pela Portaria

n.º 1137-C/2008, de 9 de Outubro, e o

Regulamento de Aplicação da Acção

n.º 2.3.3, «Valorização Ambiental dos

Espaços Florestais», da medida n.º 2.3,

«Gestão do espaço florestal e agroflorestal»,

integrada no subprograma n.º

2, «Gestão sustentável do espaço rural»,

aprovado pela Portaria n.º 1137-D/2008,

de 9 de Outubro, todos do Programa de

Desenvolvimento Rural do Continente

– PRODER.

Portaria n.º 786/2009, de 27 de Julho

Aprova o Regulamento de Aplicação

das Acções n.os 3.4.1, «Cooperação

Interterritorial», e 3.4.2, «Cooperação

Transnacional», da medida n.º

3.4, «Cooperação LEADER para o

desenvolvimento», integrada no

subprograma n.º 3, «Dinamização

das zonas rurais», do Programa de

Desenvolvimento Rural do Continente

– PRODER.

Portaria n.º 813/2009, de 27 de Julho

Aprova o Regulamento de Aplicação da

Acção n.º 4.3.2, «Serviços de Apoio às

Empresas», da medida n.º 4.3, «Serviços

de apoio ao desenvolvimento», integrada

no subprograma n.º 4, «Promoção

do conhecimento e desenvolvimento

de competências», do Programa de

Desenvolvimento Rural do Continente

– PRODER.

Decreto-Lei n.º 168/2009, de 31 de

Julho

Interpreta o regime de empreitadas no

sector agrícola e do desenvolvimento

rural, constante do Decreto-Lei n.º

130/2006, de 7 de Julho.

4


II. Jurisprudência

Código Penal

Acórdão do Supremo Tribunal de

Justiça n.º 11/2009, publicado no DR

139, I Série, de 21 de Julho

É autor de crime de homicídio na

forma tentada, previsto e punido pelas

disposições conjugadas dos artigos 22.º,

nºs 1 e 2, alínea c), 23.º, 26.º e 131.º, todos

do Código Penal, quem decidiu e planeou

a morte de uma pessoa, contactando

outrem para a sua concretização, que

manifestou aceitar, mediante pagamento

de determinada quantia, vindo em

consequência o mandante a entregarlhe

parte dessa quantia e a dar-lhe

indicações relacionadas com a prática

do facto, na convicção e expectativa

dessa efectivação, ainda que esse outro

não viesse a praticar qualquer acto de

execução do facto.

III. Resoluções Administrativas

FORMULÁRIOS MODELO

21, 22, 23 E 24 RFI -

ESPANHA

Ofício-Circulado n.º 20139/2009,

de 24 de Julho de 2009 da

Direcção de Serviços das Relações

Internacionais

Na sequência da aprovação por

Despacho do Senhor Ministro de Estado

e das Finanças dos novos formulários

modelos 21, 22, 23 e 24 RFI, para

aplicação das Convenções para Evitar

a Dupla Tributação Internacional, foi

emitida a Circular nº 5/2008, veiculando

instruções administrativas sobre a

respectiva entrada em vigor, período

transitório e manutenção dos anteriores

formulários para o caso específico de

Espanha, uma vez que as respectivas

autoridades fiscais exigem que os

mesmos sejam também redigidos em

língua espanhola.

Concluído o procedimento bilateral

com vista à elaboração dos formulários

nas línguas portuguesa e espanhola,

vêm agora as autoridades espanholas,

formalmente, aceitar os novos

modelos, pelo que importa proceder

à divulgação das seguintes instruções

administrativas:

Entrada em vigor

Os formulários modelo 21, 22, 23 e

24 RFI (ESPANHA), foram divulgados

no Portal das Finanças em www.

portaldasfinancas.gov.pt, na opção

informações fiscais/ Convenções para

Evitar a Dupla Tributação/Formulários

relativos a Espanha, no dia 20/07/2009,

data em que foram retirados os

anteriores modelos.

Considerando que até esta data e tal como

consta da Circular nº 5/2008, estiveram

em vigor os anteriores modelos 7-RFI a

18-RFI, na versão português/espanhol, e

que por esse facto poderão existir ainda

em fase de circulação e certificação

alguns formulários destas versões, serão

os mesmos aceites até 30 de Setembro

deste ano, sendo todavia desejável que,

sempre que possível, sejam já utilizadas

as novas versões dos formulários nas

línguas espanhola e portuguesa.

A partir de 1 de Outubro de 2009,

apenas serão considerados os novos

formulários modelos 21, 22, 23 e 24 RFI

(Espanha), cessando assim a vigência

dos anteriores modelos 7-RFI a 18-RFI.

5


IV. Informações Vinculativas

Diploma: Portaria n.º 1370/2007,

de 19 de Outubro, publicada no

Diário da República n.º 202 - I

Série

Artigo: Legislação complementar

do n.º 7 do art. 52.º do CIVA

Assunto: Esclarecimento de

questões técnicas

Processo: 5.5-39/08, com despacho

concordante do Sr. Director-Geral

em 2009 01-13.

Conteúdo:

Esclarecimento de questões técnicas

relacionadas com a Portaria nº 1370/2007,

de 19 de Outubro, que estabelece as

condições a observar na transposição

dos ficheiros informáticos produzidos

pelos programas de facturação para

suportes electrónicos não regraváveis,

destinados a substituir, para efeitos

fiscais, os respectivos arquivos em

papel:

• Quando uma empresa emite, facturas

ou documentos equivalentes,

talões de venda ou quaisquer

outros documentos com relevância

fiscal, e as entrega ao seu cliente,

em formato de papel, pode arquivar

directamente em formato electrónico,

imagens desses documentos

originais, sem necessidade de imprimir

cópias para arquivo, desde

que sejam cumpridas as condições

estabelecidas no n.º 7 do art. 52.º

do Código do IVA, na Portaria n.º

1370/2007, de 19/10 e ainda na Portaria

n.º 321-A/2007, de 26/03.

• As facturas ou documentos equivalentes,

os talões de venda ou

quaisquer outros documentos com

relevância fiscal, recebidos pelas

empresas, apesar de poderem ser

de igual modo, processados por

computador pela empresa que os

emitiu, estão excluídos do âmbito

da Portaria nº 1370/2007, de 19 de

Outubro, para as empresas suas

receptoras. Relativamente a esses

documentos, decorridos três exercícios

após aquele a que se reportam

e obtida autorização prévia do

Director-Geral dos Impostos podem

ser substituídos, para efeitos

fiscais, por microfilmes ou suportes

digitalizados, nos termos do n.º 7

do art.º 115º do CIRC e da Portaria

n.º 118/90, de 15.02.

• O formato adoptado para o arquivo

electrónico, deve respeitar o disposto

no artigo 4.º da Portaria nº

1370/2007, de 19 de Outubro, não

sendo obrigatório assumir o formato

PDF.

• As Segundas Vias de facturas ou documentos

equivalentes, de talões

de venda ou de quaisquer outros

documentos com relevância fiscal,

arquivados electronicamente, nos

termos da Portaria nº 1370/2007,

de 19 de Outubro, serão fornecidas

aos clientes, através da impressão

a partir do respectivo original.

Diploma: CIRS

Artigo: 85.º n.º 1 – alínea a)

Assunto: Prestações pagas

ao abrigo da linha de crédito

extraordinária destinada à

protecção da habitação própria

e permanente em caso de

desemprego – Decreto-Lei n.º

103/2009, de 12 de Maio.

Processo: 2544/2009, com

despacho concordante do Senhor

Director-Geral dos Impostos, de

2009-06-02.

Conteúdo:

1. Nos termos do Decreto-Lei n.º

103/2009, de 12 de Maio, foi criada

uma linha de crédito extraordinária

destinada à protecção da habitação

própria permanente em caso de desemprego,

disponibilizada pelo Estado,

através da Direcção-Geral do

Tesouro e Finanças.

2. A linha de crédito suporta a redução

em 50% da prestação mensal

de capital e juros a cargo do mutuário,

durante um período máximo

de 24 meses.

3. A amortização do montante utilizado,

que inclui os juros vencidos,

deve iniciar-se, no limite, a partir

do mês subsequente ao último mês

da utilização da linha de crédito e

deve estar concluída até ao termo

do prazo do respectivo crédito à habitação

própria permanente, sendo

efectuada no regime de prestações

constantes de capital e juros.

4. Para efeitos do artigo 85.º n.º 1 alínea

a) do Código do IRS, o sujeito

passivo que recorra à linha de crédito

referida só pode deduzir a parte

da prestação por si suportada,

ou seja, 50% da prestação total, não

podendo deduzir a parte suportada

pela linha de crédito extraordinária.

6


IV. Informações Vinculativas

5.

Quando terminar o período da moratória

e passar a efectuar o pagamento

da prestação pela totalidade

bem como o reembolso do crédito

disponibilizado, deduzirá estas importâncias,

nos termos do artigo

85.º n.º 1 – alínea a) do Código do

IRS.

Diploma: CIRS

Artigo: 13.º, n.º 4

Assunto: Efeitos fiscais da “préadopção”

enquanto período prévio

à decisão judicial de adopção

Processo: 5376/06, com despacho

concordante do substituto legal

do Director- Geral dos Impostos,

de 2006-12-27.

Conteúdo:

Nos termos do artigo 1973.º do Código

Civil (CC) o vínculo da adopção

constitui-se por sentença judicial e,

em rigor, só existe após uma decisão

judicial expressa nesse sentido.

A adopção não é um acto instantâneo,

mas sim um processo constituído,

legalmente, por duas fases:

• uma, em que o menor é entregue

ao adoptante durante um prazo

suficiente para se poder avaliar da

conveniência da constituição do

vínculo (art. 1974.º do CC e art. 9.º

do DL 185/93, de 22-05);

• outra, respeitante ao cumprimento

das respectivas formalidades com

vista à constituição efectiva do vínculo

de adopção.

Na fase denominada “período de

pré-adopção”, o menor fica confiado

ao candidate a adoptante mediante

confiança administrativa, confiança

judicial ou medida de promoção

e protecção de confiança a pessoa

seleccionada para a adopção (art. 8.º do

DL 185/93, de 22-05).

Decretada ou estabelecida qualquer

destas medidas com vista ao

cumprimento da fase preliminar do

processo de adopção, durante esse

período, os menores são considerados

dependentes para efeitos do artigo

13.º do Código do IRS, desde a data

em que foi proferida a decisão judicial

ou estabelecida a confiança a quem

foi seleccionado para se constituir

adoptante.

Assunto: IRC – declaração modelo

22: submissão de declarações de

substituição (artigos 114.º, 58.º-A

e 112.º do Código do IRC (CIRC)

Da análise efectuada por esta Direcção

de Serviços às declarações periódicas

de rendimentos modelo 22 de

substituição, constata-se a existência

de diversos erros que obstam à sua

validação e consequente produção de

efeitos.

No intuito de esclarecer as situações

detectadas, informa-se o seguinte:

Utilização do campo 2 do Quadro 04.1

da declaração modelo 22 (declaração

de substituição – artigos 114.º, n.º 1 e

2 do CIRC):

1. Nos termos do n.º 1 do artigo 114.

º do CIRC, quando tenha sido liquidado

imposto inferior ao devido ou

declarado prejuízo fiscal superior

ao efectivo, pode ser apresentada

declaração de substituição, ainda

que fora do prazo legalmente estabelecido.

2. Já nos termos do n.º 2 desta mesma

disposição legal, é estipulado

o prazo de um ano para a apresentação

de declarações modelo 22 de

substituição para correcção da autoliquidação

da qual tenha resultado

imposto superior ao devido ou

prejuízo fiscal inferior ao efectivo.

3. Este campo é também utilizado

para as declarações de substituição

submetidas dentro dos prazos legais

de entrega, referidos no artigo

112.º do CIRC.

Utilização do campo 3 do Quadro 04.1

da declaração modelo 22 (declaração

de substituição – artigo 58.º-A, n.º 4

do CIRC):

4. Este campo é assinalado quando

se trate de declaração de substituição

apresentada nos termos do n.º

4 do artigo 58.º-A do CIRC, ou seja,

quando o valor patrimonial tributário

definitivo do imóvel não estiver

determinado até ao final do prazo

estabelecido para a entrega da declaração

do exercício a que respeita

a transmissão.

5. Neste caso, a apresentação da declaração

é efectuada durante o mês

de Janeiro do ano seguinte àquele

em que os valores patrimoniais tributários

se tornaram definitivos.

7


IV. Informações Vinculativas

Utilização do campo 5 do Quadro 04.1

sendo aquela indicada neste cam-

as necessárias condições serão

da declaração modelo 22 (declaração

po da declaração.

marcadas como “declaração não

de substituição – artigo 58.º-A, n.º 4

do CIRC, submetida fora do prazo

legal):

6. Se a declaração a apresentar nos

termos do n.º 4 do artigo 58.º-A do

CIRC for submetida fora do prazo

10.

Assim, para efeitos do alargamento

do prazo de entrega de declarações

de substituição das quais resultem

correcções a favor do sujeito

passivo, não são tidos em conta

quaisquer factos supervenientes

liquidável”, isto é, não produzirão

os efeitos desejados pelo sujeito

passivo, podendo este reclamar da

liquidação que se pretende corrigir,

nos termos e condições referidos

no artigo 128.º do CIRC.

referido no ponto anterior, deve ser

mas apenas aqueles que se con-

assinalado este campo.

substanciam numa decisão admi-

7.

As declarações de substituição

apresentadas por força desta disposição

legal só produzem efeitos

se a alteração efectuada pelo sujeito

passivo, comparativamente à

nistrativa ou sentença judicial que

não foi possível ao sujeito passivo

conhecer no decurso do prazo geral

previsto no n.º 2 do artigo 114.º do

CIRC.

declaração anterior (certa e liquidada),

consistir exclusivamente na

correcção prevista na alínea a) do

n.º 3 do artigo 58.º-A do CIRC (ajustamento

positivo), não devendo

ser utilizadas para a introdução de

quaisquer outras correcções à autoliquidação.

Utilização do campo 6 do Quadro 04.1

da declaração modelo 22 (declaração

de substituição – artigo 114.º, n.º 3 do

CIRC):

11.

12.

Face à especificidade que envolve

este tipo de declarações, as mesmas

são alvo de análise por parte

dos serviços centrais (declaração

anómala).

Após esta análise casuística, apenas

produzirão efeitos aquelas que

reúnam as condições referidas no

n.º 3 do artigo 114.º do CIRC e com

as consequências referidas no n.º 4

deste mesmo artigo, quando seja

aplicável.

8.

9.

Com a publicação da Lei n.º 64-

A/2008, de 31 de Dezembro (Orçamento

do Estado para 2009) foi

aditado o n.º 3 ao artigo 114.º do

CIRC.

Esta nova disposição permite que o

prazo de um ano referido no ponto

4 seja, em caso de decisão administrativa

ou sentença superveniente,

contado a partir da data em que

o declarante tome conhecimento

dessa mesma decisão ou sentença,

Regras genéricas aplicáveis às

declarações de substituição:

13. As declarações de substituição devem

ser integralmente preenchidas,

sendo possível apurar o diferencial

de imposto a pagar e gerar a consequente

referência de pagamento

através da Internet, logo após a

submissão.

14. Todas as declarações modelo 22

de substituição que não reúnam

8


V. Obrigações Fiscais e Parafiscais Significativas

Agosto 2009

Obrigação

Até dia 10

IVA - Regime normal mensal

Entrega das declarações relativas às operações efectuadas no mês de Junho de 2009, no exercício

das respectivas actividades para os sujeitos passivos enquadrados neste regime.

Até dia 17

IVA - Regime normal trimestral

Entrega das declarações relativas às operações efectuadas no segundo trimestre de 2009, no

exercício das respectivas actividades para os sujeitos passivos enquadrados neste regime.

Segurança Social

Pagamento das contribuições que se mostrem devidas, com referência ao mês anterior.

Até dia 20

IRS / IRC / IMPOSTO DO SELO

Pagamento das Retenções na Fonte de IRS/IRC e Imposto do Selo, apuradas no mês anterior.

Até dia 31

IUC

Data limite do pagamento do Imposto Único de Circulação - IUC, relativo a veículos à data do

aniversário da matricula que ocorra no presente mês (substitui os anteriores Imposto Municipal

sobre Veículos e os impostos de circulação e camionagem). As pessoas singulares poderão

solicitar a liquidação em qualquer Serviço de Finanças.

“If the bankers don’t like it, that’s probably a good

sign the FASB is doing something right.”

Jonathan Weil, a Bloomberg News columnist.

9


VI. Notícias da BDO

Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) *

A BDO apoia as empresas na preparação de candidaturas a programas de incentivos, nomeadamente nas seguintes áreas:




Identificação do incentivo susceptível de candidatura.

Análise da viabilidade económica e financeira dos projectos.

Elaboração dos dossiers de candidatura e posterior acompanhamento nas fases de pré e pós concessão do incentivo, apoiando as empresas

na gestão e controlo dos projectos.

No âmbito dos vários Programas Operacionais delineados, eis um resumo dos principais concursos abertos, para apresentação de candidaturas.

Tipologias

Sistemas de Incentivos à Inovação

Novos bens e serviços / novos processos e expansão

MERCA - Estratégias de Eficiência Colectiva (EEC) reconhecidas como

Acções de Regeneração e Desenvolvimento Urbanos (ARDU)

Projectos de Empreendedorismo Qualificado

Energia (Empresas de Serviços de Energia)

Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico

Projectos em Co-Promoção

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME

Energia Competitiva - Projecto Individuais e de Cooperação (enquadrado

no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética - Portugal

Eficiência 2015 (PNAEE))

Sector de Transportes - Projectos Individuais

Sistema de Apoio a Áreas de Acolhimento Empresarial e Logística

Sistema de Apoio a Infra-estruturas Científicas e Tecnológicas

Valorização Económica de Recursos Específicos

Acção Específica de Valorização da Economia do Mar no Porto de Leixões

Acção Específica de Valorização da Economia do Mar - Criação de

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica

Turismo - Escolas de Hotelaria e Turismo

Sistema de Apoio ao Cluster de Indústrias Criativas

Sistema de Apoio a Acções Colectivas

Política de Cidades - Redes Urbanas p/ a Competitividade e Inovação

Programas Integrados de criação de Eco-Bairros

Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana

Reabilitação de Locais Contaminados e Zonas Extractivas

Energia

Promoção e Desenvolvimento da Rede Territorial de Agências de Energia

Promoção da Eficiência Energético-Ambiental em Equipamentos Sociais

Construídos - Sistemas Energéticos Sustentáveis em Piscinas Cobertas

Redução da Factura Energética na Rede de Iluminação Pública – Instalação

de Reguladores de Fluxo Luminoso

Mobilidade Territorial

Infra-Estruturas para a Conectividade Territorial

Qualificação do Sistema Urbano (Sistemas Ferroviários Ligeiros - Metro)

Redes Nacionais, Regionais e Locais

Mobilidade Territorial

Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento

Combate à erosão e defesa costeira

Prevenção e gestão de riscos

Infraestruturas Nacionais para a valorização de Resíduos Sólidos

Urbanos

Requalificação da Rede Escolar de 1º Ciclo EB e da Educ. Pré-Escolar

PO Factores

Competitividade

Período de Abertura/Encerramento por Programa Operacional

PO Valorização

Territorial

PO Regional

Lisboa

PO Regional

Centro

PO Regional

Norte

PO Regional

Alentejo

PO Regional

Algarve

3Jul09-30Set09 (Âmbito territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, à excepção da Região de Lisboa)

24Jun09-30Set09 (Âmbito territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, à excepção da Região de Lisboa)

15Jun09-9Out09 (Âmbito territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, à excepção da Região de Lisboa)

24Jun09-15Out09 (Âmbito territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, à excepção da Região de Lisboa)

9Jul09-15Out09 (Âmbito territorial: Todas as regiões NUTS II do Continente, à excepção da Região de Lisboa)

26Jun09-

11Set09

Contínuo

8Jun09-

31Ago09

11Mai09-

14Ago09

1Jun09-

31Ago09

1Jun09-

31Ago09

6Abr09-

31Ago09

18Mai09-

30Set09

2Jun09-

30Set09

17Jul09-

18Dez09

17Jul09-

30Set09

17Jul09-

30Set09

29Mai09-

30Nov09

5Mar09-

10Ago09

29Jun09-

21Dez09

29Jun09-

21Dez09

29Jun09-

30Out09

Contínuo

25Set09-

16Nov09

15Set09-

2Nov09

3Dez08-

2Dez09

12Mai09-

28Ago09

20Mai09-

31Ago09

26Mai09-

31Dez09

* O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), em vigor desde 2007 e até 2013, constitui o enquadramento para a aplicação da política comunitária

de coesão económica e social em Portugal.

10


VI. Notícias da BDO

Grupo BDO para o SNC

Na sequência da publicação dos

diplomas que aprovaram o Sistema

de Normalização Contabilística (SNC)

e as alterações ao Código do IRC face

ao SNC e às Normas Internacionais

de Contabilidade (NIC/IFRS), a BDO

constituiu o Grupo de Trabalho SNC que

visa responder às profundas alterações

contabilísticas, fiscais e organizacionais

na generalidade das empresas em

Portugal. O Grupo de Trabalho SNC

é constituído por técnicos dos vários

departamentos da BDO, sendo portanto

um grupo multidisciplinar assente

nas diferentes valências dos seus

membros. Prioritariamente as equipas

especializadas irão levar à prática as

acções que denominámos Projecto de

Transição SNC e Formação SNC dirigidas

aos nossos actuais e potenciais Clientes

abrangidos pelo SNC.

Reunião do SWG

Teve lugar em Londres, em 24 de Junho,

a reunião anual do SWG – Standards

Working Group onde a BDO Internacional

esteve representada pelo Dr. Pedro

Aleixo Dias.

XBRL

A BDO Argentina foi convidada pelo

Banco Mundial para colaborar no

processo de expansão do XBRL na

América Latina e Caraíbas.

O XBRL (eXtensible Business Report

Language), é a linguagem que usa XML

(eXtensible Markup Language), para as

empresas prepararem e comunicarem

electronicamente informações, dados

contabilístico-financeiros, comerciais,

estatísticos e outros. A XBRL

International, um consórcio sem fins

lucrativos, criado inicialmente pelo

American Institute of Certified Public

Accountants (AICPA) e que conta hoje

com cerca de 450 grandes empresas,

entidades e organismos estatais, é

a entidade responsável pela gestão

e promoção do XBRL, sendo o seu

licenciamento livre. A sua utilização

tem vindo a crescer exponencialmente

em todo o mundo. Um aspecto prático

interessante é a possibilidade de um

utilizador de relatórios financeiros

aceder às informações em um formato

único e padronizado, no idioma que

lhe for mais conveniente. Em http://

www.xbrl.org/Home/, o leitor pode não

só inteirar-se da natureza e benefícios

do XBRL e da forma de apoiar o

desenvolvimento do projecto, mas

também aderir (individualmente ou

através de uma pessoa colectiva) ao uso

do XBRL.

A BDO está disponível para prestar

quaisquer esclarecimentos adicionais

sobre a linguagem XBRL.

New Partners Conference

A conferência em epígrafe decorreu em

Junho, em Paris, onde a BDO Portugal

esteve representada pelos Drs. Gonçalo

Raposo Cruz, do escritório BDO de

Lisboa, e Nuno Vasconcelos Magina, do

escritório BDO do Porto.

BDO EMPM

Decorreu em Julho, em Bucareste, a

reunião anual do European Managing

Partners Meeting onde a BDO Portugal

esteve representada pelo Dr Pedro

Aleixo Dias.

BDO audita TC

Na sequência concurso público, será

realizada pela BDO a auditoria financeira

às contas de 2009, 2010 e 2011 do

Tribunal de Contas (Sede e Secções

Regionais).

A BDO internacional é uma rede mundial de firmas de auditoria e consultoria denominadas BDO

Member Firms. Cada BDO Member Firm é uma entidade juridicamente independente no seu

próprio país. A rede é coordenada pela BDO Global Coordination B.V., constituída na Holanda,

com sede em Eindhoven, ali registada, sob o número 33205251, e com escritório no Boulevard de

la Woluwe 60, 1200, Bruxelas, Bélgica, onde funciona o International Executive Office.

Lisboa

Av. da República, 50, 10º

1069-211 Lisboa

Portugal

Tel. (+351) 217 990 420

Fax. (+351) 217 990 439

Mail: bdo@bdo.pt

Porto

R. São João Brito, 605 E, Esc. 3.2

4100-455 Porto

Portugal

Tel. (+351) 226 166 140

Fax. (+351) 226 166 149

Mail: bdo.porto@bdo.pt

Faro

Av. 5 Outubro, 14, 2º

8000-076 Faro

Portugal

Tel. (+351) 289 880 820

Fax. (+351) 289 880 829

Mail: bdo.faro@bdo.pt

Funchal

R. dos Aranhas, 5 R/C

9000-044

Portugal

Tel. (+351) 291 213 370

Fax. (+351) 291 213 399

Mail: bdo.funchal@bdo.pt

Maputo

Av. 25 Setembro, 1230, 3º, Blc. 5

4200 Maputo

Moçambique

Tel. (+258) 21 300 720

Fax. (+258) 21 325 091

Mail: bdo@bdo.co.mz

Luanda

R. do Cafaco, 1, 2º

Luanda

Angola

Tel. (+244) 222 334 515

Fax. (+244) 222 391 899

Mail: carlos.assuncao@bdo.pt

Praia

R. Andrade Corvo

CP 63 Praia

Cabo Verde

Tel. (+238) 2 613 208

Fax. (+238) 2 613 209

Mail: bdo@bdo.cv

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