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Uma Apoio Sistematizado à Implementação do Processo de ... - WER

Uma Apoio Sistematizado à Implementação do Processo de ... - WER

satisfaçam as

satisfaçam as necessidades dos seus clientes para garantir confiança e satisfação [2]. Neste contexto, foi desenvolvido pela SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) o programa MPS.BR (Melhoria do Processo de Software Brasileiro) que tem como foco principal a implementação da melhoria dos processos de software em empresas brasileiras. Este programa divulga o modelo de referência MR-MPS [2]. Entre os processos presentes no MR-MPS está o processo de Desenvolvimento de Requisitos (DRE), que tem como propósito definir os requisitos do cliente, do produto e dos componentes do produto [2]. Essas características inerentes ao processo de Desenvolvimento de Requisitos são melhores gerenciadas quando se sistematiza o processo a partir da utilização de ferramentas, pois esta prática pode implicar na redução de esforço e tempo, devido a diminuição da necessidade de documentação, agilizando o processo como um todo. Neste contexto, este trabalho está inserido no escopo do Projeto SPIDER (Software Process Improvement – DEvelopment and Research), disponível em: www.spider.ufpa.br; o qual tem como objetivo criar um Suite de ferramentas de software livre aderente ao MR-MPS e ao CMMI-DEV (Capability Maturity Model Intergration for Development) [11]. Software livre é um software o qual pode ser executado, copiado, distribuído, estudado, modificado ou aperfeiçoado, de maneira comercial ou gratuita (Fonte: www.softwarelivre.org). Este trabalho visa descrever uma metodologia de apoio ao processo de Desenvolvimento de Requisitos (DRE) com o uso de quatro ferramentas livres e uma gratuita. Neste trabalho entende-se metodologia como sendo a codificação de um conjunto de práticas recomendadas (por exemplo, os serviços/operações providos a partir do uso de ferramentas), às vezes acompanhada de material de treinamento, programas de educação formal, planilhas, diagramas, tomando como parte um método (processo com uma série de passos, para construir um software) [1]. Esta metodologia procura agregar boas práticas para o uso de ferramentas livres de apoio ao processo de Desenvolvimento de Requisitos. Além desta seção introdutória, a Seção 2 apresenta a fundamentação teórica do processo de Desenvolvimento de Requisitos no contexto dos modelos MR-MPS e CMMI-DEV. A Seção 3 descreve alguns trabalhos relacionados encontrados durante a pesquisa, em seguida, na Seção 4 é realizada uma descrição das ferramentas utilizadas para a implementação da metodologia proposta. Na Seção 5 é apresentada a metodologia de uso das ferramentas, seguida com uma análise susinta de aderência ao MR-MPS e ao CMMI-DEV na Seção 6 e, finalmente, a Seção 7 apresenta as considerações finais deste trabalho. 2 Processo de Desenvolvimento de Requisitos A Engenharia de Requisitos tem a função de auxiliar o entendimento do sistema a ser desenvolvido, incluindo tarefas para analisar as necessidades do cliente e a forma de como o sistema irá interagir com os usuários finais [1]. A Engenharia de Requisitos pode ser dividida em duas atividades [2][4]: Desenvolvimento de Requisitos e Gerência de Requisitos. Segundo [2] e [4], o objetivo do processo de Desenvolvimento de Requisitos é interpretar as necessidades do cliente para a criação dos requisitos do sistema a ser

desenvolvido. No CMMI-DEV, a área de processo Requirements Development (RD) está estruturada em dez práticas específicas (SP – Specific Practices, “é a descrição de uma atividade considerada importante para alcançar uma meta específica associada” [4]), que são: • SP1.1: Elicit Needs; • SP1.2: Transform Stakeholder Needs into Customer Requirements; • SP2.1: Establish Product and Product Component Requirements; • SP2.2: Allocate Product Component Requirements; • SP2.3: Identify Interface Requirements; • SP3.1: Establish Operational Concepts and Scenarios; • SP3.2: Establish a Definition of Required Functionality and Quality Attributes; • SP3.3: Analyze Requirements; • SP3.4: Analyze Requirements to Achieve Balance; • SP3.5: Validate Requirements. No contexto do MR-MPS, o processo de Desenvolvimento de Requisitos (DRE) está estruturado em oito resultados esperados aderentes às práticas específicas do CMMI-DEV [2]. Um resultado esperado “é um resultado observável do sucesso do alcance do propósito do processo” [8]. Em seguida, são listados os resultados esperados do processo de Desenvolvimento de Requisitos: • DRE1: As necessidades, expectativas e restrições do cliente, tanto do produto quanto de suas interfaces são identificadas; • DRE2: Um conjunto definido de requisitos do cliente é especificado a partir das necessidades, expectativas e restrições identificadas; • DRE3: Um conjunto definido de requisitos funcionais e não-funcionais, do produto e dos componentes do produto que descrevem a solução do problema a ser resolvido é definido e mantido a partir dos requisitos do cliente; • DRE4: Os requisitos funcionais e não-funcionais de cada componente do produto são refinados, elaborados e alocados; • DRE5: Interfaces internas e externas do produto e de cada componente do produto são definidas; • DRE6: Conceitos operacionais e cenários são desenvolvidos; • DRE7: Os requisitos são analisados, usando critérios definidos, para balancear as necessidades dos interessados com as restrições existentes; • DRE8: Os requisitos são validados. Segundo [2] e [4], Gerência de Requisito é o processo responsável por gerenciar todos os requisitos do projeto e identificar as suas inconsistências com os demais produtos de trabalho. Entretanto, o processo de Gerência de Requisitos está fora do escopo desta pesquisa, focando-se apenas no processo de Desenvolvimento de Requisitos. Existe um trabalho publicado no Workshop de Engenharia de Requisitos de 2010, apresentado pelo mesmo grupo do projeto SPIDER, que descreve uma metodologia com apoio ferramental para atendimento às recomendações do processo de Gerência de Requisitos [7].

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