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No pior desempenho do ano, empregos têm forte queda - O Paraná

No pior desempenho do ano, empregos têm forte queda - O Paraná

Jornal O Paraná A4|OPR

Jornal O Paraná A4|OPR POLÍTICA| Sexta-feira, 21 de setembro de 2012 ENERGIA ELÉTRICA Treze senadores es apresent esentam emendas à MP que q reduz tar arif ifa Eles são autores de 75 das 431 emendas oferecidas à Medida Provisória 579/2012 Brasília – Treze senadores são autores de 75 das 431 emendas oferecidas à medida provisória 579/2012, que trata da renovação das concessões de geração e distribuição de energia elétrica e estabelece regras para redução de tarifas. O texto começou a tramitar no Congresso no último dia 14 e o prazo para apresentação de emendas terminou na terça-feira (18). A MP autoriza, entre outras medidas, a prorrogação de contratos de geração, transmissão e distribuição de energia hidre- létrica por até 30 anos e os de geração de energia termelétrica por até 20 anos, desde que as concessionárias concordem em retirar, do preço da tarifa, a remuneração de investimentos já amortizados. Também prevê a antecipação do processo de prorrogação para contratos com vencimento nos próximos cinco anos. Com a MP, o governo quer promover uma redução média de 16,2% na conta de luz das residências e de até 28% nas tarifas cobradas do setor produtivo. Algumas das emendas apresentadas pelos senadores visam assegurar que não ocorrerá quebra de contrato quando da antecipação da prorrogação das concessões. Esta é a preocupação, por exemplo, de Francisco Dornelles (PP-RJ) e Lúcia Vânia (PSDB-GO), responsáveis, respectivamente, pela apresentação de 15 e 21 emendas. Em comum, os dois pedem a supressão de parágrafo que considera amortizados bens reversíveis vinculados às concessões de transmissão de energia elétrica, independentemente da vida útil remanescente do equipamento. Para Lúcia Vânia, a manutenção do parágrafo configura quebra de contrato e resultará em maior percepção de risco em futuros investimentos. Governistas divulgam nota de apoio a Lula Brasília - Os partidos da base de apoio do governo divulgaram nota ontem em que defendem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. A nota é uma resposta à declaração de partidos de oposição que anunciaram na terça-feira (18), por meio de nota, que deverão pedir ao Ministério Público investigações sobre o suposto envolvimento de Lula no mensalão logo após a conclusão do julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal. O pedido da oposição se baseia em reportagem publicada pela revista Veja do último fim de semana, segundo a qual o operador do mensalão, Marcos Valério, tem dito a familiares e amigos que Lula seria o “chefe” e “fiador” do suposto esquema de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e compra de apoio político no início de seu governo, entre 2003 e 2005. A nota, publicada no site do PT nacional, é assinada pelos presidentes do PT, Rui Falcão, do PSB, Eduardo Campos, do PMDB, Valdir Raupp, do PCdoB, Renato Rabelo, do PDT, Carlos Lupi e do PRB, Marcos Pereira. oparana@oparana.com.br Procurador, Demóstenes diz que grampo pode ser prova de crime Goiânia - Há dois meses de volta ao cargo de procurador de Justiça de Goiás, o senador cassado Demóstenes Torres (ex-DEM) tem dado pareceres em que enaltece o direito de ampla defesa dos acusados, usa escutas telefônicas como prova e diz que o crime não é um caminho para a riqueza. Em agosto, Demóstenes Torres analisou 29 recursos. Passaram por sua avaliação apelações criminais sobre violação de direito autoral, homicídio, tráfico e roubo, além de pedidos de revisão criminal. Em um de seus pareceres, o procurador usa o grampo como a principal prova para a acusação de traficantes. Demóstenes foi cassado após desgaste provocado justamente pela divulgação de conversas telefônicas que mostraram sua proximidade com o empresário Carlinhos Cachoeira. Em algumas delas, o então senador tratava o contraventor de “professor” e era saudado como “doutor”. No auge do escândalo, Demóstenes chegou a atacar a divulgação de gravações “montadas e editadas” pela Polícia Federal.

Jornal O Paraná |OPR|A5 Sexta-feira, 21 de setembro de 2012

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