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Karen Amaral Tavares Pinheiro - Universidade Católica de Pelotas

Karen Amaral Tavares Pinheiro - Universidade Católica de Pelotas

12 II. DELIMITAÇÃO DO

12 II. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 2.1. Introdução Os transtornos do humor encontram-se entre as doenças mentais de maior prevalência 1,2 . Considerando-se que sua prevalência no período gravídico-puerperal é igualmente elevada e determina alterações não apenas para a mãe, mas para o desenvolvimento adequado do bebê, diversos estudos têm atentado para esse tema objetivando um melhor conhecimento do assunto e buscando formas de prevenção 3,1 . Estudos têm apontado para a associação entre o início dos transtornos do humor a partir da experiência de eventos de vida estressantes, em sujeitos suscetíveis geneticamente 4 . O período gravídico-puerperal pode ser entendido como um momento com diversos eventos estressores, capaz de desencadear um transtorno do humor nas mulheres. Estudo realizado na Austrália detectou que 20% das mães apresentam angústia em meados da gestação, na mesma direção um estudo conduzido na com mães na Noruega mostrou que 37% relataram desconforto psicológico após o parto 5 . Diante da preocupação com as possíveis repercussões dos transtornos do humor, diversos estudos têm buscado encontrar marcadores biológicos tais como fatores: tróficos moleculares, citocinas e hormônios que possam traduzir os efeitos de eventos adversos nas mudanças funcionais dos diversos processos cerebrais envolvidos na gênese dos mesmos com a finalidade de melhor compreender seus processos e diagnosticá-los adequadamente 6,7,8,9 . Além disso, quando não diagnosticados e tratados adequadamente os transtornos do humor podem agravar-se culminando com tentativas de suicídio 10 . Quando a tentativa é bem sucedida determina não apenas prejuízos pessoais, mas, neste caso, também para o bebê, que perde a figura materna. As repercussões para a criança, entretanto, não são observadas apenas

13 nos casos em que o suicídio é realizado, mas também naquelas situações em que as mães que padecem de transtornos do humor apresentam-no de forma grave e crônica 11 . Nesta situação há um menor envolvimento da mãe com seu filho o que determina prejuízos no desenvolvimento neurobiológico satisfatório do mesmo 12,13 . O presente trabalho objetiva investigar transtornos do humor durante o período gravídico-puerperal em mulheres e suas repercussões neurobiológicas e psicológicas na vida das próprias mulheres e seus bebês. 2.2. Objetivos - Verificar a prevalência de transtornos do humor (episódios depressivos, maníacos e mistos) em mulheres no período gravídico-puerperal; - Verificar a associação entre transtornos do humor no período pós-parto e risco de suicídio; - Avaliar a existência de menores níveis de BDNF em mulheres no período pós-parto com transtornos de humor; - Analisar os níveis de BDNF, NGF, IL-6 e cortisol em mulheres no período pós-parto com transtornos do humor e risco de suicídio; - Verificar a associação entre a ocorrência de eventos de vida estressores, transtornos do humor e risco de suicídio; - Avaliar a associação entre exposição a eventos de vida estressores e níveis mais baixos de BDNF em mulheres no pós-parto; - Verificar o impacto de transtornos do humor maternos no desenvolvimento neurobiológico de seus bebês; - Analisar se os níveis de BDNF, NGF, IL-6 e cortisol estão associados à presença de desenvolvimento motor inadequado;

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