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Normas Consolidadas para a Inspeção Empresas de Bebidas

Normas Consolidadas para a Inspeção Empresas de Bebidas

Requisitos Menores

Requisitos Menores 2.10.2.1 São instalados equipamentos de extração depara os equipamentos de manipulação de pó seco. 2.10.2.2 Um sistema de ventilação está disponível nas áreas de armazenamento e processamento de produtos para minimizar odores, gases e vapores. 2.11 Prevenção de Pragas Os materiais, a estrutura e a manutenção dos prédios e equipamentos apoiam o Programa de Manejo Integrado de Pragas. Requisitos Críticos 2.11.1.1 O prédio possui barreiras de proteção contra pássaros, roedores, insetos e outras pragas. 2.11.1.2 As portas externas, janelas e outras aberturas são passíveis de serem bem vedadas ou estão projetadas à prova de pragas com até ¼ polegadas ou 6 mm de abertura. 2.11.1.3 Janelas, portas e clarabóias que permanecem abertas para a ventilação possuem telas para prevenir a entrada de pragas. 2.12 Vazamentos e Lubrificação Os vazamentos, óleos e a lubrificação são gerenciados para que eles não contaminem os produtos alimentícios. Requisitos Críticos 2.12.1.1 A empresa previne, identifica e elimina os vazamentos (óleos e lubrificantes) e a lubrificação em excesso. 2.12.1.2 Bandejas ou placas defletoras são instaladas em áreas onde os motores e as caixas de engrenagem estão acima das zonas de produto e onde as esteiras se cruzam ou estão em paralelo em diferentes níveis. 2.12.1.3 Não existem manchas de graxa ou lubrificante em excesso no equipamento. 2.13 Lubrificantes Os lubrifi cantes que são essenciais para a operação efi ciente dos equipamentos são gerenciados para assegurar que eles não entrem em contato com os produtos alimentícios. Requisitos Críticos 2.13.1.1 Somente lubrificantes de grau alimentício são usados nos equipamentos de processamento e empacotamento de produtos, ou em qualquer outro equipamento onde um contato acidental com o alimento possa vir a ocorrer. 2.13.1.2 Os lubrificantes são rotulados, segregados e armazenados em uma área específica e segura. Os lubrificantes de grau alimentício e os de não-grau alimentício são mantidos separados uns dos outros. 2.14 Prevenção da Contaminação Cruzada Diferentes etapas na produção de produtos alimentícios podem impactar negativamente no processamento em outras áreas. A segregação das operações minimiza as possibilidades de surgimento de perigos aos alimentos. Requisitos Críticos 2.14.1.1 As operações são separadas baseadas no fluxo do processo, tipos de materiais, equipamentos, pessoas, fluxo de ar, qualidade do ar e serviços necessários. 2.14.1.2 O fluxo do processo, da recepção à expedição, está organizado para prevenir a contaminação do produto. As operações de alto risco são segregadas das de baixo risco para minimizar a contaminação cruzada. 2.14.1.3 As áreas de lavagem e limpeza estão localizadas longe das atividades de produção, onde apropriado. 2.14.1.4 Os banheiros são equipados com sistemas de exaustão de ar para o exterior e não abrem diretamente para as áreas de produção, empacotamento ou armazenamento de matérias-primas. 2.14.1.5 Áreas de limpeza e produção são separadas com cortinas de ar, divisórias, portas ou outros sistemas de exclusão. 2.14.1.6 Instalações e equipamento hidráulico são construídos e recebem manutenção para prevenir a sifonagem reversa e o retorno de fluxo. 2.14.1.7 O sistema de descarte de esgoto é adequado para o processo e recebe manutenção para prevenir contaminação direta ou indireta do produto. Manutenção para a Segurança dos Alimentos—17

2.14.1.8 Os sistemas Clean in Place (CIP) satisfazem as seguintes exigências de projeto para evitar a contaminação: • Permitem drenagem adequada • Não apresentam pontos sem saída • Não há conexões cruzadas • Contém plugues de tubulação que podem ser desconectados 2.14.1.9 Há o controle de pó, sujeira e microrganismos no ar e condensação em áreas de envasamento e vedação a fim de prevenir contaminação do produto. 2.14.1.10 A água usada como ingrediente provém de linhas completamente separadas da água usada para outros fins. 2.14.1.11 Não há conexão cruzada entre as linhas de água usada como ingrediente e de água usada para outros fins. 2.14.1.12 As áreas com tanques de xarope e as áreas de lavagem de garradas estão separadas das áreas de envase, se requerido pelas agências regulatórias. Requisitos Menores 2.14.2.1 As medidas de controle incluem isolamento ao redor das áreas de envasamento e vedação. 2.14.2.2 As linhas de água usada como ingrediente e de água para outros fins estão identificadas, preferencialmente com um sistema de cores. 2.15 Construção de Equipamentos e Utensílios Os equipamentos e os utensílios projetados para uma fácil manutenção asseguram o cumprimento com os Programas de Pré-Requisitos e de Segurança dos Alimentos. Requisitos Críticos 2.15.1.1 Todos os equipamentos e utensílios são projetados e feitos de materiais que são fáceis de limpar e manter. 2.15.1.2 Os equipamentos para ingredientes, armazenagem de produtos, empacotamento, transporte por esteiras, processamento e equipamentos a granel são projetados e fabricados com materiais que são facilmente limpos, inspecionados e mantidos. 2.15.1.3 As superfícies de contato com o alimento são livres de corrosão, duráveis e feitas de materiais atóxicos. 2.15.1.4 As uniões nas superfícies de contato com o alimento são lisas e livres de pontos de solda. 2.15.1.5 Tubulações, tanques de retenção e mistura são livres de defeitos e possuem uniões lisas. 2.15.1.6 Tubulações, tanques de retenção e mistura são autodrenáveis. Requisitos Menores 2.15.2.1 Os equipamentos para o processamento de matérias-primas expostas, produto em processo e produto final não embalado não são construídos de madeira, sempre onde seja possível e prático. Se os equipamentos de processo são de madeira, estes estão em boas condições. 2.16 Materiais de Conserto Temporário Os consertos temporários são algumas vezes necessários e inevitáveis. Procedimentos para assegurar que eles não se tornem um perigo de contaminação estão defi nidos. Requisitos Críticos 2.16.1.1 Fita adesiva, arame, corda, papelão, plástico ou outros materiais temporários não são usados para consertos permanentes. Se eles forem usados para um conserto emergencial, eles são datados e substituídos por um material permanente assim que possível. 2.16.1.2 Somente materiais de grau-alimentício são utilizados para consertos temporários em superfícies de contato com o alimento. 2.16.1.3 A empresa mantém registros das ordens de serviço ou pedidos de reparos/consertos. 2.16.1.4 A empresa segue os procedimentos para consertos temporários. Requisitos Menores 2.16.2.1 Os problemas de consertos temporários são resolvidos assim que possível e prático. 18—Normas Consolidadas para Inspeção

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