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Algumas

Algumas medidas já foram tomadas pelo governo para tentar solucionar tais problemas: pacotes de incentivo ao investimento, programas de apoio à exportação, etc. No entanto, esses incentivos não parecem ser suficientes para cobrir as perdas decorrentes do aumento dos juros e da carga tributária sobre o setor produtivo. Além disso, a busca por controle inflacionário, apesar de necessária, deve buscar conciliar este objetivo com outros ligados ao crescimento do emprego e da renda. O Global Competitiveness Report vem sendo publicado anualmente pelo World Economic Forum desde 1988. Há mais de duas décadas a instituição vem estudando o porquê de muitos países serem capazes de manter um crescimento econômico sustentado por longos períodos e assim melhorar o bem-estar de sua população, enquanto outros países permanecem estagnados ou até experimentam uma deterioração do padrão de vida de sua população. O Global Competitiveness Report constitui uma importante fonte de informação para empresários, agências de desenvolvimento e governos, no desafio de desenvolver a performance econômica e melhorar a qualidade de vida da população. Tabela Síntese das posições de alguns países nos rankings de competitividade País Índice de crescimento competitivo Growth Competitiveness Index Índice de competitividade dos negócios Business Competitiveness Index Índice de competitividade global Global Competitiveness Index Finlândia 1 2 2 Estados Unidos 2 1 1 Suécia 3 4 5 Taiwan 4 17 11 Dinamarca 5 7 3 Noruega 6 20 14 Cingapura 7 10 7 Suíça 8 5 4 Japão 9 8 10 Alemanha 13 3 6 Chile 22 28 29 México 48 53 60 Brasil 58 37 49 Argentina 74 69 75 O Global Competitiveness Report analisa este ano a competitividade de 104 países. No estudo, competitividade é definida como a capacidade de um país de sustentar crescimento econômico nos próximos anos e é medida por três indicadores diferentes. O primeiro denominado de Índice de Crescimento Competitivo – ICC (Growth Competitiveness Index) avalia as condições estabelecidas pelas políticas 2

econômicas e instituições públicas de um país, como base para o crescimento econômico dos próximos anos, associadas às condições existentes neste país para a expansão da inovação tecnológica. Este índice que avalia a competitividade do macro ambiente vem nos últimos anos migrando cada vez mais dos indicadores “hard” de competitividade (infra-estrutura, por exemplo) para indicadores “soft” como educação, número de patentes, analfabetismo tecnológico, etc. Neste índice, a Finlândia se consolida como o país mais competitivo do mundo, ocupando pela terceira vez nos últimos quatro anos a primeira posição no ranking. O desempenho da Finlândia decorre da excelente maneira em que o ambiente macroeconômico é gerenciado, a qualidade de suas instituições públicas e do seu ambiente tecnológico. O Brasil mantém a tendência de perda da competitividade caindo três posições no ranking relativo, passando a ocupar o 57º lugar. Já os EUA, apesar de ser o país mais bem colocado no subíndice de tecnologia, se mantêm em segundo lugar devido a uma performance mais fraca no subíndice de ambiente macroeconômico, em que aparece na 15 a posição, e no subíndice de eficiência das instituições públicas, em que aparece na 21 a posição. De uma maneira geral, o panorama mundial apresenta poucas alterações sendo que nove dos dez países mais bem colocados neste ano são os mesmos do ano passado. Merece destaque o avanço do Chile e Argentina neste ranking. O Chile se consolida como o país mais competitivo da região passando a ocupar a 22 a posição, já a Argentina demonstra sinais de estabilidade macroeconômica e crescimento do PIB e ganha 4 posições relativas, passando este ano para a 74 a posição. Em 2004, procurando melhorar a qualidade dos dados e dos indicadores, o WEF promoveu duas modificações na construção desse índice. A primeira é inclusão de uma pergunta na pesquisa realizada com executivos, onde se procura medir, de forma mais acurada, o desperdício existente nos gastos governamentais. A outra modificação se refere à utilização da uma taxa de câmbio real ponderada pelo comércio, ao invés da utilização de uma taxa de câmbio calculada em relação ao dólar, que levava à utilização de informações parciais e enganosas na construção do indicador. O segundo indicador, denominado de Índice de Competitividade de Negócios - ICN (Business Competitiveness Index), avalia os aspectos microeconômicos de um país, considerados a partir da análise das empresas, da estrutura de mercado e políticas microeconômicas como base para a competitividade presente. Juntos, os índices de crescimento competitivo (ICG) e competitividade de negócios (ICN), procuram avaliar a capacidade de cada economia estudada de competir em ambientes de livre mercado. Nenhuma modificação foi introduzida na metodologia do índice, este ano. Nele, os Estados Unidos são o país mais competitivo, ocupando o lugar que pertencia à Finlândia (que caiu para a 2 a posição). Os Estados Unidos se 3

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