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eneficiaram

eneficiaram da melhoria na sofisticação do marketing, na disponibilidade de venture capital, na intensidade da competição local, na qualidade dos fornecedores locais e na quantidade local de fornecimentos de insumos. O Brasil volta a apresentar perda de competitividade neste índice caindo da 34 a para a 37 a posição. Esta perda relativa de competitividade no ambiente microeconômico, que vem sendo observada deste 2000 (ver gráfico), se deve a uma relativa piora no ambiente empresarial causada pelo custo da importação de bens de capital (91 a posição neste indicador) e pela excessiva burocracia a que estão sujeitas as empresas (86 a posição). Essas perdas não são compensadas pela relativa melhora da competitividade das empresas (29 a posição no indicador agregado que avalia a competitividade das operações e estratégias empresariais). Na América Latina o destaque é também o Chile, que sobe 4 posições neste índice, passando agora para a 28 a posição. O país se destaca exatamente no item em que o Brasil apresenta deficiências – o custo de importação de bens de capital (6 a posição). O World Economic Forum propõe este ano o retorno a um único índice de competitividade, o Índice de Competitividade Global – ICG (Global Competitiviness Index). Ele integra aspectos existentes no Índice de Crescimento Competitivo e no Índice de Competitividade dos Negócios, baseando-se na conclusão de que os aspectos macroeconômicos e microeconômicos são interdependentes para a criação de um ambiente competitivo. Assim, não faz sentido ter dois índices separados. Empiricamente, a criação de um novo indicador se justifica pela alta correlação existente entre os dois índices anteriores. Ao agregar os aspectos macro e micro econômico, o novo índice define 12 pilares para a competitividade, cada um constituindo um subíndice: • Instituições • Infra-estrutura física • Estabilidade macro • Segurança • Capital humano (dividido em básico e avançado) • Eficiência dos mercados de bens e serviços • Eficiência do mercado de trabalho • Eficiência do mercado financeiro • Prontidão tecnológica (technological readiness), • Abertura e tamanho do mercado • Sofisticação dos negócios • Inovação Este índice também apresenta os EUA como o país mais competitivo, com a Finlândia em segundo lugar. O Brasil ocupa a 49 a posição. 4

Índice de Crescimento Competitivo Os dez primeiros colocados no ranking do Índice de Crescimento Competitivo foram: (os números entre parênteses indicam a posição no ranking de 2003): 1. Finlândia (1); 2. EUA (2); 3. Suécia (3); 4. Taiwan (5); 5. Dinamarca (4); 6. Noruega (9); 7. Cingapura (6); 8. Suíça (7); 9. Japão (11); 10. Islândia (8). Os destaques gerais são o avanço da Noruega, que subiu 3 posições, e a volta do Japão ao topo da lista. Na América Latina, o panorama é preocupante. A maioria dos países perdeu posições no ranking de competitividade deste ano segundo o Índice de Crescimento Competitivo. Bolívia (98) e Peru (67) apresentaram os piores desempenhos, perdendo, respectivamente, treze e dez posições em relação a 2003. O Paraguai é o país pior colocado do grupo, ocupando o 100º lugar em um total de 104 economias. A trajetória do Brasil tem sido decadente nos últimos anos, passando da 45 a posição em 2002, para a 54 a em 2003 e 57 a este ano. Já o México manteve sua posição estável após crescer seis posições em 2002, constando como 48 o país este ano. Houve, no entanto, importantes exceções. O Chile foi certamente o maior destaque, não só entre a América Latina, mas entre todas as nações em desenvolvimento. Em 2004, o país subiu oito posições, alcançando o 22º lugar e consolidando sua posição de liderança no subcontinente. A Argentina (74ª) também apresentou alguma melhora após uma queda brusca de 14 posições em 2003, quando atingiu o 78º lugar no ranking. Por mais um ano, o Brasil perde posições no ranking do Índice de Crescimento Competitivo (ICC), este ano o país ocupa a 57ª posição, três a menos que no ano passado. A razão para esta queda pode ser atribuída à perda de cinco posições no subíndice “Ambiente Macroeconômico” (o país caiu da 75ª para a 80ª posição) e de sete posições no subíndice “Tecnologia” (queda da 35ª para a 42ª posição). O fato positivo foi o ganho de três posições no subíndice “Instituições Públicas” (o país subiu da 53ª para a 50ª posição). Deve-se ressaltar que os dados analisados no relatório se referem a 2003, deste modo as melhorias recentes no cenário macro econômico não foram captadas pelo índice. Podemos perceber como a situação no final do ano passado, com inflação crescente e taxa de juros em 26 pontos percentuais, afetou o desempenho do Brasil na pesquisa. O país ocupa este ano a 97ª posição no fator “Estabilidade Macroeconômica”, apresentando uma perda de nove posições em relação a 2003-2004. Dentre os componentes de pior classificação merecem destaque o spread da taxa de juros (101ª posição) e inflação (93ª posição e queda de 13 posições com relação ao ano anterior). O país perdeu vinte posições no fator “Desperdício de gastos do governo” – este ponto merece destaque porque este ano foi obtido através de uma pergunta específica – ao contrário dos outros anos, quando eram feitas três perguntas mais genéricas. Isto mostra o descontentamento com a política de gastos dos governos no Brasil. 5

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