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A melhoria no subíndice

A melhoria no subíndice “Instituições Públicas” mostra uma maior confiança dos executivos nas instituições. Alguns exemplos – o ganho de nove posições no fator “Corrupção” (o país ocupa este ano a 45ª posição) e de quatro no fator “Leis e Contratos”, passando a ocupar a 53ª posição. O pior resultado do Brasil com relação ao ano de 2003 é observado no índice “Tecnologia”. A perda de sete posições mostra a incapacidade do país em gerar, absorver e difundir novas tecnologias. O fator “Transferência de Tecnologia”, que mede a capacidade dos países abaixo da fronteira do conhecimento, apresentou a maior queda, quinze posições (2ª posição em 2003 e 17 a este ano), demonstrando como estamos inclusive perdendo capacidade de introduzir novas tecnologias no país. Alguns analistas atribuem este fato à combinação câmbio desfavorável com altas taxas de juros, que está forçando as empresas a substituírem importações. As perdas em “Tecnologia” são preocupantes, especialmente porque é reconhecida sua capacidade como promotora de crescimento sustentado de longo prazo. Outros destaques do Índice de Crescimento Competitivo em 2004-2005: • A Noruega saltou do nono para o sexto lugar graças à melhoria nos três subíndices, mas principalmente na área de instituições públicas, particularmente com respeito a contratos e leis. • Refletindo melhorias notadamente no tocante ao ambiente macroeconômico, a Argentina subiu quatro posições passando para 74 o lugar. • A maioria dos países asiáticos permanece estável no ranking, com algumas pequenas melhorias como a Indonésia (de 72 o para o 69 o lugar) e o Japão (do 11 o para o 9 o lugar). A Coréia do Sul experimenta uma considerável queda (do 23 o para o 35 o lugar), devida principalmente a um declínio significante do subíndice de ambiente macroeconômico. • As nações da África Sub-Saariana continuam apresentando os piores índices de competitividade, à exceção da África do Sul que aparece na 41 a posição, à frente de todos os países latino-americanos com exceção do Chile. Botswana também se destaca das outras nações da região aparecendo em 45 o lugar no ranking graças às performances do subíndice de instituições públicas e do subíndice de ambiente macroeconômico. • Entre os países europeus, 6 aparecem entre os dez primeiros do ranking: Finlândia (1 o ) , Suécia (3 o ), Dinamarca (5 o ), Noruega (6 o ), Suíça (8 o ) e Islândia (10 o ). O Reino Unido destaca-se por ter saltado do 15 o para o 11 o lugar, enquanto Holanda (12 o ), Alemanha (13 o ) e Áustria (17 o ) mantêm as mesmas posições do ano passado. França e Itália apresentam queda no índice passando de 26 o para 27 o e de 41 o para 47 o respectivamente. 6

Índice de Competitividade dos Negócios Os dez primeiros colocados no ranking do Índice de Competitividade dos Negócios foram (o número entre parênteses indica a posição no ranking em 2003):, 1. Estados Unidos (2); 2. Finlândia (1); 3. Alemanha (5); 4. Suécia (3); 5. Suíça (7); 6. Reino Unido (6); 7. Dinamarca (4); 8. Japão (13); 9. Holanda (9); 10. Cingapura (8). A lista apresenta dois destaques, o Japão também voltou ao topo deste ranking. O destaque negativo foi à Dinamarca, que perdeu três posições e ocupa hoje o 7º lugar neste ranking. No Índice Competitividade de Negócios, o Chile também obteve uma evolução importante, porém mais discreta que no ICC. Está na 29ª posição deste ano, em comparação à 32ª em 2003. Em seguida, figura o Brasil (38ª), que por sua vez caiu três posições, se distanciando do líder latino-americano. O México voltou ao patamar de 2002 (55ª posição) após ter chegado a 47ª em 2003. A Bolívia, no 79º lugar, está em último no grupo. Porém o retrocesso da Argentina é o que merece maior destaque em termos de posições perdidas (10). Da 64ª posição em 2003, passou para a 74ª em 2004. O Brasil ocupa este ano a 37ª posição, três abaixo o ano anterior. Esta perda é reflexo de queda de três posições no subíndice “Ambiente de Negócios” (o país ocupa a 42ª posição), que superou o efeito positivo do subíndice “Performance Empresarial” (o Brasil ocupa a 29ª posição, uma acima que no ano anterior). O gráfico 1 apresenta um fato preocupante, o ambiente empresarial vem perdendo posições desde 2001, isto mostra que as empresas estão encontrando um ambiente mais hostil, dificultando a obtenção de vantagens competitivas, pois o Índice de competitividade dos Negócios está acompanhando essa tendência. Uma das possíveis razões para o destaque da performance das empresas talvez seja resultado de um esforço realizado por elas para melhor enfrentar esse ambiente. Algumas melhorias no índice merecem destaque: primeiramente, a presença local de competidores (3ª posição) e de partes e componentes (14 a posição) são pontos fortes e que apresentaram melhoria no último ano (subiram 4 e 6 posições respectivamente), também é apontado como um ponto forte a disponibilidade de serviços especializados em pesquisa e treinamento (17 a posição). Um ponto negativo é o aumento do custo de importação de equipamentos (94 a posição, 91 a em 2003), algo que, como destacado anteriormente, está estimulando empresas instaladas no Brasil – principalmente aquelas pertencentes a setores de baixa intensidade tecnológica – a substituírem equipamento importado por nacional, tornando mais demorado o acesso a novas tecnologias. 7

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