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EVOLUÇÃO DO BRASIL NO

EVOLUÇÃO DO BRASIL NO ICN 1998-2004 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 Índice de Competitividade dos Negócios Índice de Performance Empresarial Índice de Ambiente Empresarial Outros destaques do Índice Competitividade dos Negócios em 2004-2005: • Alguns países avançados melhoraram o posicionamento no ranking como Hong Kong (11 o ) devido a um mercado financeiro mais sofisticado e o desenvolvimento das práticas gerenciais, o Japão (8 o ) graças à melhoria da sofisticação do mercado financeiro como também da qualidade dos serviços administrativos e Portugal (33 o ) devido à força dos clusters. Os números entre parênteses correspondem à posição do país no ranking deste ano. • Os países avançados que caíram posições no ranking incluem a Itália (34 o ) devido à deterioração em áreas relacionadas à capacidade inovativa desse país. • As nações de renda per capita média que melhoraram o ranking neste ano incluem a Romênia (56º), a Lituânia (36º), a Eslováquia (39º), a Rússia (61º), a Namíbia (51º) e a Ucrânia (69º). A Romênia devido a consideráveis melhoras especialmente na área de sofisticação das empresas saltou 22 posições no ranking. • Entre as nações de renda per capita baixa, a Indonésia (44º) se destaca por ter melhorado 18 posições no ranking graças ao fortalecimento da sofisticação das empresas. A Índia (30º) também experimentou uma melhoria de 8 posições devido a fortalecimento da sofisticação das empresas e dos clusters. 8

Índice de Competitividade Global Os dez primeiros colocados no ranking do Índice de Competitividade Global foram: Estados Unidos, Finlândia, Dinamarca, Suíça, Suécia, Alemanha, Cingapura, Hong Kong, Reino Unido e Japão. O ICG tem um aspecto novo – leva em consideração o estágio de desenvolvimento em que os países se encontram. O fato das necessidades enfrentadas pelos países mudarem com o desenvolvimento dos mesmos justifica esta separação. Para fazer isto, primeiramente os países são divididos em 3 grupos, de acordo com o determinante das vantagens competitivas: fatores, eficiência e inovação. Os 12 pilares também são divididos em três grupos: requerimentos básicos (pilares 1 a 5, no último buscando apenas obter Capital Humano Básico), geradores de eficiência (pilares 5 a 10, sendo que o primeiro envolve apenaS Capital Humano Avançado) e fatores inovativos (pilares 11 e 12). Segundo o autor do índice, o primeiro grupo deve concentrar seus esforços em atingir os requerimentos básicos, o segundo em melhorar os geradores de eficiência e os últimos em construir os fatores inovativos, por isto o índice é ponderado pelo estágio em que o país se encontra valorizando mais os fatores que ele precisa desenvolver. Apesar da baixa pontuação nos pilares referentes a requerimentos básicos (devido principalmente aos quesitos estabilidade macroeconômica e segurança), os Estados Unidos são considerados o líder mundial nos fatores propulsores da eficiência e nos fatores de inovação. Como o país se encontra no terceiro e último estágio de desenvolvimento, os requerimentos básicos levam uma menor ponderação para a constituição do ICG, o que faz com que graças aos outros subíndices os Estados Unidos alcance a posição de líder. A Finlândia lidera o ranking de requerimentos básicos, mas aparece em 6 o no ranking dos fatores propulsores de eficiência (sendo 18 o no subíndice de eficiência do mercado de trabalho) e 4 o no ranking de fatores de inovação. A Alemanha apesar do 6 o lugar no índice geral apresenta uma pontuação muito baixa no pilar referente à eficiência no mercado de trabalho (82 o lugar). A Suécia também apresenta problemas neste pilar (25 o lugar) cujo ranking é liderado por Hong Kong (1 o ) e Cingapura (2 o ). O Brasil é considerado um país em transição entre o primeiro e o segundo grupos e aparece na 49 a posição no ICG. A boa posição do país é decorrente da boa posição nos geradores de eficiência (43 a posição), cujo peso é alto no valor total do índice e nos fatores inovativos (28 a posição) onde ficamos à frente de países como China, Chile Itália e Espanha. O país se destaca em 4 pilares: eficiência do mercado financeiro (33), abertura e tamanho do mercado (28), sofisticação dos negócios (27) e inovação (32). O Chile continua sendo o país mais competitivo da América Latina (29 a posição), seguido pelo Brasil (49 a ) e por três países da América Central: Costa Rica (53 a ), Panamá (54 a ) e El Salvador (55 a ), todos à frente da Itália. O México (1 a economia do subcontinente) é apenas o 60º país na lista. 9

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