download

brasilcooperativo.coop.br

download

Relatório de Gestão

do Exercício 2012

uNIDADE NACIONAL

Brasília, DF

Maio de 2013


Relatório de Gestão do exercício 2012 apresentado

aos órgãos de controle interno e externo

como prestação de contas anual a que esta

unidade está obrigada nos termos do art. 70

da Constituição Federal, elaborado de acordo

com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da

DN TCU nºs 119/2012 e 121/2012, Portaria

TCU nº 150/2012 e das orientações da Controladoria-

Geral da União, Portaria CGU nº

2.546, de 27/12/2010.


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Serviço Nacional de Aprendizagem

do Cooperativismo (Sescoop)

Conselho Nacional

Presidente

Márcio Lopes de Freitas

Conselheiros indicados

pelos ministérios

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

Erikson Camargo Chandoha – titular

Vera Lúcia de Oliveira – suplente

Ministério da Fazenda

João Pinto Rabelo Junior – titular

Lucas Vieira Matias – suplente

Ministério do Planejamento,

Orçamento e Gestão

João Batista Ferri de Oliveira – titular

Ministério da Previdência Social

Dênio Aparecido Ramos – titular

Alex Pereira Freitas – suplente

Ministério do Trabalho e Emprego

Fábio Battistello – titular

Fabrício Valle Dutra – suplente

Conselheiros indicados pela OCB

Região Centro-Oeste

Onofre Cezário de Souza Filho – titular

Remy Gorga Neto – suplente

Regiões Norte e Nordeste

Cergio Tecchio – titular

Manoel Valdemiro F. da Rocha – suplente

Região Sudeste

Ronaldo Ernesto Scucato – titular

Marcos Diaz – suplente

Região Sul

Vergílio Frederico Perius – titular

Marcos Antonio Zordan – suplente

Conselheiros representantes dos

empregados em cooperativas

Geci Pungan – titular

Maria Silvana Ramos – suplente

Conselho-Fiscal

Conselheiros indicados

pelos ministérios

Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento

Antônio Carrijo Primo – titular

Hélcio Campos Botelho – suplente

Ministério da Fazenda

Márcio Nahas Ribeiro – titular

Bruna Adair Miranda – suplente

Ministério da Previdência Social

Fátima Aparecida Rampin – titular

Maria de Fátima C. da Cruz – suplente

Conselheiros indicados pela OCB

Marcos Antonio Braga da Rocha – titular

José Aparecido dos Santos – suplente

Gilcimar Barros Pureza – titular

Norberto Tomasini – suplente

Conselheiros representantes dos

empregados em cooperativas

Marcelino Henrique Queiroz Botelho – titular

Robespierre Koury Ferreira – suplente

Diretoria-Executiva

Presidente

Márcio Lopes de Freitas

Superintendente

Luís Tadeu Prudente Santos

Brasília, Maio de 2012


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Unidade Nacional - Elaboração

Grupo de Trabalho

Coordenação

Renata Christine de Oliveira Boaro – Assessora de Planejamento e Orçamento

Ryan Carlo Rodrigues dos Santos – Gerente Geral de Operações

Colaboração técnica

Denis Lúcio de Paula – Analista de Planejamento e Controle

Antônio Luiz Feitosa – Analista de Gestão Estratégica


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 5

Sumário

Cumprindo a missão .................................................................................................................. 10

Sumário executivo....................................................................................................................... 11

Introdução................................................................................................................................... 16

Capítulo 1– Identificação da unidade........................................................................................ 21

1.1 Constituição e natureza da entidade.................................................................................. 21

1.2 Finalidade e competências institucionais.......................................................................... 21

1.3 Setores da economia – ramos do cooperativismo............................................................. 22

1.4 Organograma e macroprocesos......................................................................................... 23

Capítulo 2 – Planejamento estratégico, plano de meta e de ações............................................ 30

2.1 Construção do plano estratégico....................................................................................... 31

2.2 Estratégias adotadas.......................................................................................................... 36

2.3 Demonstração da execução física e financeira.................................................................. 41

2.4 Indicadores de desempenho operacional........................................................................... 101

Capítulo 3 – Estrutura de governança e de autocontrole.......................................................... 107

3.1 Relação de dirigentes e conselheiros................................................................................. 108

3.2 Remuneração de membros da diretoria e de conselhos.................................................... 110

3.3 Estruturas de controles internos administrativos............................................................... 110

3.4 Estrutura e atividades do sisema de correição da Unidade............................................... 111

3.5 Funcionamento do sistema de controle interno da unidade.............................................. 112

Capítulo 4 – Programação e execução orçamentária e financeira........................................... 117

4.1 Receitas............................................................................................................................. 117

4.2 Desempenho da unidade na execução orçmentária e financeira....................................... 118

4.3 Execução das Despesas por modalidade de licitação, por natureza e por elementos de

depesa...................................................................................................................................... 119

4.4 Transferências regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos................. 119

Capítulo 5 – Gestão de pessoas................................................................................................... 127

5.1 Estrutura de pessoal da unidade........................................................................................ 127

5.2 Terceirização de mão de obra e quadro de estagiários...................................................... 135

Capítulo 6 – Gestão do patrimônio mobiliário e imobiliário..................................................... 139

6.1 Gestão da frota de veículos............................................................................................... 139

6.2 Gestão do patrimônio imobiliário..................................................................................... 139

Capítulo 7 – Gestão da tecnologia da informação..................................................................... 143


6 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Capítulo 8 – Gestão do uso dos recursos renováveis e sustentabilidade ambiental................. 147

8.1 Critérios de sustentabilidade adotados............................................................................... 147

8.2 Medidas para uso racional dos recursos............................................................................. 147

Capítulo 9 – Conformidades e tratamento de disposições legais e normativas........................ 151

9.1 Atendimento às deliberações do tcu............................................................................... 151

9.2 Estrutura da área de auditoria interna................................................................................ 151

Capítulo 10 – Informações contábeis......................................................................................... 155

10.1 Critérios e procedimentos adotados................................................................................ 155

10.2 Parecer da auditoria independente e Demonstrações contábeis...................................... 156

Capítulo 11 – Outras informações sobre a Gestão.................................................................... 183

Considerações Finais.................................................................................................................. 183

Anexos......................................................................................................................................... 185

Anexo I: Distribuição das cooperativas, associados e empregados - por região e estado...... 187

Anexo II: Número de cooperativas por ramos do cooperativismo......................................... 188

Anexo III: Árvore estratégica corporativa do Sescoop.......................................................... 189

Anexo IV: Caracterização dos instrumentos de

transferências vigentes no exercício de referência.................................................................. 190

Anexo V: Histórico da composição e das despesas com recursos humanos - 2010 a 2012... 198

Anexo VI: Informações sobre a gestão de tecnologia da informação da uj.......................... 199

Anexo VII: Cumprimento das deliberações do tcu atendidas no exercício........................ 200

Anexo VIII: Informações sobre estrutura de controles da unidade........................................ 209

Anexo IX: Despesas por modalidade de contratação............................................................. 211

Anexo X: Gestão ambiental e licitações sustentáveis............................................................. 212

Anexo XI: Outras informações sobre gestão.......................................................................... 214

Anexo XII: Projetos por objetivos estratégicos finalísticos.................................................. 221


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 7

Lista de Tabelas e Ilustrações

Tabela 1 Identificação da Unidade ................................................................................21

Tabela 2 Macroprocessos ...............................................................................................27

Tabela 3

Resumo Esquemático do Processo de Construção...........................................32

Tabela 4 Árvore Estratégica 2010-2013.........................................................................33

Tabela 5

Tabela 6

Tabela 7

Tabela 8

Tabela 9

Tabela 10

Tabela 11

Projetos e Iniciativas por Objetivo Estratégico................................................38

Realizações Financeiras por Programas...........................................................41

Números do Cooperjovem...............................................................................46

Transferência Repasse Suplementar................................................................98

Transferências para Projetos Especiais............................................................99

Síntese da Remuneração dos Administradores..............................................110

Receitas Unidade Nacional............................................................................117

Tabela 12 Receitas Realizadas .......................................................................................118

Tabela 13

Despesas Unidade Nacional...........................................................................118

Tabela 14 Natureza de Despesas ....................................................................................118

Tabela 15

Tabela 16

Evolução da Força de Trabalho.....................................................................128

Evolução do Quadro Efetivo por Cargo.........................................................129

Tabela 17 Capacitações para os Colaboradores – 2012..................................................131

Tabela 18

Salários, Encargos e Benefícios.....................................................................132

Tabela 19 Indicador Demonstração da Força de Trabalho ............................................133

Tabela 20

Tabela 21

Tabela 22

Indicadores Perfil do Quadro Efetivo............................................................133

Indicador Movimentação do Quadro de Pessoal...........................................134

Indicador Qualificação da Força de Trabalho................................................134


8 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Tabela 23

Indicador Administração da Folha de Pagamento........................................134

Gráfico 1

Organograma Funcional do Sescoop/UN........................................................24

Gráfico 2

Desafios do Cooperativismo............................................................................31

Gráfico 3

Conteúdos do Aprendiz Cooperativo...............................................................50

Gráfico 4 Composição da Força de Trabalho – 2012.....................................................127

Gráfico 5 Percentual de colaboradores por cargo – 2012..............................................128

Gráfico 6 Percentual de colaboradores por sexo – 2012................................................129

Gráfico 7 Percentual de Colaboradores por Faixa Salarial – 2012................................129

Gráfico 8 Percentual de Colaboradores por Faixa Etária – 2012...................................130

Gráfico 9 Percentual de Colaboradores por Tempo de Casa – 2012..............................130

Gráfico 10 Percentual de Colaboradores por Escolaridade – 2012..................................131

LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS

Abreviações e Siglas

CGU

DN

IN

TCU

OCB

ONU

CNCOOP

Descrição

Controladoria-Geral da União

Decisão Normativa

Instrução Normativa

Tribunal de Contas da União

Organização das Cooperativas Brasileiras

Organização das Nações Unidas

Confederação Nacional das Cooperativas


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 9

Mensagem do Presidente

Transparência em prol do cooperativismo

Em tempos de crescimento moderado da economia, as pessoas estão sempre em busca de bons investimentos.

E é por isso que o movimento cooperativista aplica recursos e esforços no único investimento

com retorno líquido e certo, independentemente do cenário econômico ou político: a educação.

Há quatorze anos, os mais de 10 milhões de brasileiros que escolheram se associar a uma cooperativa

– modelo de negócios mais humano e sustentável do planeta – contam com o apoio do Serviço Nacional

de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para se capacitar. Como instituição integrante

do Sistema “S”, temos três objetivos principais: estimular a formação, a promoção social e o monitoramento

da qualidade da gestão das nossas quase sete mil cooperativas.

Reconhecido no setor pela transparência e pela assertividade de suas ações, o Sescoop orgulha-se de

atuar de maneira responsável, sustentável e ética pelo desenvolvimento das cooperativas brasileiras.

Nossa equipe é estimulada a colocar o interesse do cooperado sempre em primeiro lugar. Por isso,

utilizamos os recursos que nos são confiados por eles de forma justa e impessoal, prezando sempre

pela isonomia, legalidade, impessoalidade e moralidade de nossas ações.

Outro foco prioritário da Casa é a eficiência de nossas ações e programas. Fazemos questão de mensurar

os resultados obtidos por cada contrato, projeto ou iniciativa que carregue consigo a marca do Sescoop.

Só assim, conseguiremos honrar a confiança depositada por cada cooperado brasileiro em nosso trabalho.

Ano Internacional das Cooperativas - este relatório trata especificamente das conquistas e dos

desafios vivenciados pelo Sescoop em 2012, declarado pela Organização das Nações Unidas o “Ano

Internacional das Cooperativas”.

Neste exercício – que já entrou para história do cooperativismo – lançamos um projeto ambicioso,

capaz de fomentar ainda mais o crescimento do setor: o Programa de Desenvolvimento da Gestão

das Cooperativas (PDGC). A iniciativa visa a identificar as melhores práticas de governança adotadas

pelas cooperativas, além de mapear o atual estágio de gestão de cada entidade participante. Tudo é

feito a partir de uma ferramenta de autoavaliação, que fornece mais do que um diagnóstico do momento

atual da cooperativa, apontando caminhos a serem percorridos rumo a excelência da gestão.

Esta iniciativa faz parte da Diretriz Nacional de Monitoramento, implantada pelo Sescoop em 2011.

Outro destaque de 2012 foi o desenvolvimento da área de tecnologia da informação da entidade. Disposto

a fomentar a intercooperação entre a unidade nacional e as unidades estaduais, o Sescoop assumiu

o papel de desenvolvedor de soluções tecnológicas para a base. Desde então, todos os sistemas e

produtos tecnológicos criados – interna ou externamente – para otimizar nossos serviços e atividades

também podem ser utilizados, sem custos adicionais, pelas unidades estaduais.

Todos esses novos programas vieram somar-se a outros mais antigos e já consolidados, como o Cooperjovem,

o Jovens Lideranças e o Aprendiz Cooperativo – iniciativas nas quais o Sescoop investe

sistematicamente há vários anos.

Por fim, ressalto que os dados apresentados a seguir estão disponíveis para consulta dos órgãos de

controle competentes e demais interessados. As demonstrações financeiras foram verificadas por auditores

independentes, com parecer favorável e sem ressalvas.

Boa leitura!

Márcio Lopes de Freitas


10 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Cumprindo a missão

Força do cooperativismo

em 2012:

6.587 cooperativas,

10.377.392 associados

e 304.398 empregados.

Promover o

desenvolvimento do

cooperativismo de forma

integrada e sustentável...

Missão do

Sescoop

...por meio da

formação profissional,

da promoção social e

do monitoramento das

cooperativas...

Atuação em 2012:

4.639 cooperativas

atendidas envolvendo:

320.948 pessoas

beneficiadas em ações

de formação profissional

726.325 pessoas beneficiadas

em ações de promoção social.

2.261 cooperativas monitoradas.

...respeitando sua

diversidade, contribuindo

para sua competitividade e

melhorando a qualidade de vida

dos cooperados, empregados e

familiares.

Programas:

– Cooperjovem

– JovemCoop

– Aprendiz Cooperativo

– Ensino a Distância

– Programa de Orientação Cooperativista

– Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativista

– Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativistas

Outros


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 11

Sumário Executivo

A desaceleração da economia brasileira observada em 2012, especialmente nos segmentos mais

diretamente relacionados à produção de comodities, foi reflexo da crise econômica na Europa, da lenta

recuperação da economia norte-americana e do menor crescimento da China. O Governo Federal, para

evitar tal desaceleração, adotou uma série de medidas tais como estímulo do consumo, redução da taxa

básica de juros, aumento dos investimentos públicos em infraestrutura, desoneração tributária de vários

setores da economia, que, embora tenham contribuído para a manutenção e a melhoria do nível de emprego

em diversos segmentos, não foram suficientes para conter todos os efeitos da crise internacional.

Os dados divulgados pelo IBGE apontam que, embora a taxa de desemprego tenha atingido 5,3%

– menor valor desde 2002, e a taxa de juros tenha sofrido queda vertiginosa – iniciando o ano em 11%

e terminando em 7,5%, o crescimento do PIB de 2012 em relação a 2011 foi de apenas 0,9%, muito

abaixo do crescimento em 2011 (2,7%), e a inflação medida pelo IPCA atingiu 5,84%, ficando fora

do centro da meta estabelecida pelo Governo (4,5%).

O governo, a fim de recuperar a atividade da economia para o futuro, vem adotando medidas de incentivos

em diversos setores sinalizando perspectivas de expansão superiores a 3% em 2013, já sinalizando as

projeções do Banco Central ao final do ano de 2012 com o aumento da taxa Selic em 2013.

Foi nesse cenário econômico pouco favorável que o Sescoop, por intermédio de sua unidade

nacional, procurou desenvolver programas nacionais, apoiar e incentivar as unidades estaduais, para,

em conjunto, trabalharem no sentido do alcance da missão institucional de promover o desenvolvimento

do cooperativismo.

Ressalte-se que o cooperativismo é um movimento voltado para formas associativas e democráticas de

organização da produção, do trabalho e do consumo, com foco no atendimento às necessidades comuns de

seus associados e não apenas no lucro. É uma doutrina que visa a corrigir o social por meio do econômico.

É um segmento que tem como objetivo principal o bem-estar financeiro e social de cooperados e

de toda a comunidade envolvida. Faz negócios, mas se complementa com o social. Essa dualidade

é a principal distinção em relação aos demais empreendimentos. Este é um dos motivos pelos

quais a Organização das Nações Unidas escolheu o cooperativismo como tema comemorativo em

2012, com o slogan “Cooperativas constroem um mundo melhor”. O segmento é representado

internacionalmente pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), associação independente e

não-governamental, com sede em Genebra (Suíça), que congrega mais de 270 organizações

representativas do cooperativismo nos cinco continentes.

Segundo a ACI, atualmente, o setor cooperativo reúne cerca de 1 bilhão de pessoas em mais de 100

países e responde pela geração de mais de 100 milhões de empregos.

No Brasil, o movimento cooperativista é representado oficialmente pelo sistema OCB, instituição

privada composta de três entidades complementares entre si: Organização das Cooperativas Brasileiras

(OCB), Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e Serviço Nacional de Aprendizagem do

Cooperativismo (Sescoop).

O Sescoop, integrante do Sistema “S”, é responsável pela promoção da educação cooperativista e tem

três focos principais: a formação profissional, a promoção social e o monitoramento das cooperativas.

Um de seus diferenciais é o compromisso com a sustentabilidade, fomento em projetos desenhados para

a juventude, com o objetivo de educar e levar a filosofia cooperativista às novas gerações.

O Sescoop compõe-se de estrutura capilar, envolvendo uma unidade nacional e 27 unidades

que atuam nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal. Em linhas gerais, a unidade

nacional do Sescoop é responsável pela normatização de procedimentos e pela definição das


12

Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais. Estas, por sua vez, devem seguir

e implementar as diretrizes junto ao público cooperativista, sem, contudo, deixar de atender às

demandas específicas de sua região.

O cooperativismo é uma atividade em expansão no Brasil e que necessita de pessoas qualificadas

para sustentar o seu crescimento. Esse modelo de negócio cooperativista que une eficiência econômica

e eficácia social já mobiliza 33 milhões de cidadãos.

As cooperativas brasileiras já respondem por 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB), marcando

presença em 1.407 municípios.

Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem voluntariamente para satisfazer

aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns a seus integrantes. Constitui-se

numa empresa de propriedade coletiva, democraticamente gerida.

Apesar das diferenças na propriedade do capital, na destinação dos resultados e na relação com as

comunidades, as cooperativas atuam em ambiente competitivo em que predominam o mercado e as

empresas capitalistas e, portanto, devem estar bem preparadas.

Nesse ambiente competitivo, para que as cooperativas possam ser sustentáveis, é imprescindível

ênfase na educação cooperativa, com os objetivos de profissionalizar a gestão dos empreendimentos

cooperativos e de disseminar conceitos, doutrina e princípios do cooperativismo a mais pessoas.

Ao mesmo tempo, investir na boa governança, visando à transparência e à segurança, além de

seguir bons modelos de gestão profissional.

Diante desse contexto e com foco no seu Plano Estratégico 2010-2013, a unidade nacional do

Sescoop priorizou como intenção estratégica, para orientar sua atuação durante o ano de 2012, a

busca da “longevidade das cooperativas por meio da profissionalização da gestão das cooperativas e

o fortalecimento do cooperativismo”.

A intenção estratégica, priorizada para 2012, alinha a atuação da unidade nacional aos desafios do

cooperativismo identificados no Planejamento Estratégico do Sescoop 2010-2013, relativos a:

a) Gestão profissionalizada das cooperativas; e

b) Cultura da Cooperação.

Nesse sentido, o Sescoop pautou sua atuação observando, principalmente, o conhecimento do

desempenho das cooperativas, a identificação de boas práticas no mercado e o desenvolvimento de

programas de capacitação em gestão cooperativista.

Foi desenvolvida a Diretriz de Monitoramento, que congrega programas de identificação do

desempenho das cooperativas, considerando o estágio de maturação. Apesar de a diretriz ter sido

aprovada recentemente, já foram capacitados 91 técnicos de monitoramento das unidades estaduais

que passaram a orientar grupos de pessoas interessadas em criar cooperativas, com utilização do

Programa de Orientação Cooperativista e a aplicar, nas cooperativas demandantes, o Programa de

Acompanhamento da Gestão Cooperativista.

Também se encontra em fase de implementação o Programa de Desenvolvimento da Gestão das

Cooperativas, desenvolvido com base no Modelo de Excelência da Gestão, da Fundação Nacional da

Qualidade, e customizado para as cooperativas.

Para a identificação de boas práticas de gestão, foi instituído o programa “Prospecção de Boas

Práticas e Aprendizado em Cooperativismo de Crédito”.

A escolha do ramo crédito deveu-se ao fato de que esse ramo ao longo de mais de um século

de existência no País tem oferecido e levado seus benefícios, valores e conceitos para milhares de

pessoas, com uma maior organização e com atuação mais sistêmica. Desde a década de 1990, as

cooperativas de crédito iniciaram um processo de expansão de sua atuação.


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 13

Com isso, o projeto, que se encontra em desenvolvimento, busca ampliar o conhecimento sobre

o ambiente cooperativo de crédito nacional e internacional com vistas a estabelecer proposta de

aplicação, ao cooperativismo brasileiro, de boas práticas e experiências exitosas no Brasil e no exterior.

Outro instrumento importante utilizado foi o Prêmio “Cooperativa do Ano”, que permitiu dar maior

visibilidade às experiências bem-sucedidas das cooperativas, ampliando a percepção da sociedade

sobre essas organizações. Participaram do prêmio 138 cooperativas, de 20 estados, que apresentaram

212 projetos. Foram premiadas 21 cooperativas que traduziram em seus projetos o compromisso

do cooperativismo com os associados, com a comunidade e com o Brasil. Além disso, 80 projetos

apresentados foram reconhecidos com o selo “Referência Estadual”.

Destaque-se, também, o fomento a estudos e pesquisas, apoiado pelo Sescoop, com o objetivo

de incentivar a produção de conhecimentos sobre o cooperativismo e de estudos e pesquisas sobre

cenários, tendências e boas práticas de gestão cooperativista.

Em 2012, foi lançado o Prêmio Sescoop de Pesquisa em Cooperativismo, que contou com a

inscrição de 83 trabalhos desenvolvidos por professores, pesquisadores, doutorandos, mestrandos

e graduandos de diversas áreas de conhecimento, além de profissionais do sistema cooperativista

brasileiro. Foram premiados trabalhos, um de cada categoria: trabalhos científicos de pesquisadordoutor,

teses ou dissertações de pós-graduando (doutorando ou mestrando), trabalhos de conclusão de

curso de graduando e casos apresentados por profissionais ligados ao cooperativismo.

Já com relação à capacitação, além do apoio às unidades estaduais, principalmente na realização

de projetos especiais voltados para a profissionalização da gestão das cooperativas, foi criado o

Programa de Educação do Crédito Cooperativo (Educred), composto pelos cursos de Formação

de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred) e de Qualificação de Empregados de

Cooperativas de Crédito (Qualicred).

O Formacred busca contribuir para o aprimoramento da governança corporativa nas cooperativas

de crédito por meio do desenvolvimento das competências necessárias para o exercício das atribuições

formais e tácitas dos Conselheiros de Administração e Fiscal dentro da cooperativa e perante aqueles

a quem representa. Em 2012, foi realizada uma turma-piloto com a participação de 38 Conselheiros

de cooperativas de crédito.

O programa Qualicred, que visa à qualificação e à profissionalização do trabalho nas cooperativas

e melhorias dos resultados de desempenho das cooperativas de crédito, está em desenvolvimento,

com previsão de sua implementação para os próximos exercícios.

Ainda com foco em capacitação, teve início o desenvolvimento do Programa Nacional de

Educação do Ramo Saúde (EducSaúde) direcionado para a formação de dirigentes e empregados das

cooperativas do ramo com foco no aumento da sua eficiência e da sua competitividade no mercado. O

programa visa a contribuir para a profissionalização e a melhoria da qualidade dos serviços prestados

pelas cooperativas do ramo saúde como meio para o alcance de altos níveis de excelência.

Na perspectiva da disseminação da cultura da cooperação, o Sescoop focou sua atuação,

principalmente, junto aos jovens e na orientação de grupos interessados em constituir cooperativas.

Com a intenção de orientar os projetos de responsabilidade social das cooperativas brasileiras

com foco no desenvolvimento humano, o Sescoop lançou a cartilha Qualidade de vida como valor

do cooperativismo. A publicação servirá para sistematizar os trabalhos desenvolvidos pelas unidades

estaduais, visando à construção de um modelo nacional.

Note-se que as recorrentes crises financeiras, a má distribuição de renda e o estímulo ao

consumo em excesso são exemplos de que o sistema capitalista que conduz o mercado financeiro

não é tão eficaz quanto a doutrina cooperativista. Assim, é preciso promover esse modelo

socioeconômico mais justo (cooperativismo). E não há melhor forma de perpetuar esta filosofia

do que investir nos jovens.


14 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Nesse contexto, o programa Cooperjovem, que tem por principal objetivo despertar e reforçar

nos educadores, alunos e técnicos de cooperativas a consciência sobre a cooperação, mostra o

cooperativismo como uma opção de geração de trabalho e renda. O programa, direcionado aos

estudantes do Ensino Fundamental, envolveu 475 escolas, 3.107 professores, 106 cooperativas e

72.204 alunos, em 165 municípios. O programa encontra-se em execução em 13 unidades estaduais.

Ainda para propiciar condições de manter a gestão profissionalizada nas cooperativas, o Sescoop

reformulou o programa “Jovens Lideranças Cooperativistas”, que passou a se denominar “Juventude

Cooperativa”, de forma a ampliar o seu objetivo geral para “promover a sustentabilidade do cooperativismo

e das cooperativas” e a faixa etária do seu público para jovens com idade entre 15 e 35 anos.

Para preparar mão de obra qualificada e que poderá contribuir para a longevidade das cooperativas,

o Sescoop desenvolveu o programa “Aprendiz Cooperativo”, que tem por objetivo proporcionar

uma formação técnico-profissional metódica, com conteúdos teóricos de qualidade, alinhados com

a prática do trabalho e alicerçados nos preceitos da doutrina cooperativista, na ética e na cidadania.

Em 2012, o programa atendeu a 3.926 aprendizes, jovens com idade entre 14 e 24 anos, apresentando

evolução de 26,84% em relação a 2011.

Destaque-se que, em reforço ao atendimento da intenção estratégica priorizada, os recursos

do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop) repassados para as unidades

estaduais em apoio a seus projetos especiais concentraram-se, no exercício de 2012, nos projetos

alinhados aos objetivos estratégicos 1 e 2 do Plano Estratégico, que tratam do acesso das cooperativas

à formação em gestão cooperativista e promoção e adoção de boas práticas de governança e gestão

nas cooperativas, respectivamente. Do total de 35 projetos aprovados durante o exercício de 2012,

66%, ou seja, 23 deles dizem respeito a esses dois objetivos.

Visando a disseminar e construir imagem positiva do sistema cooperativista, foi desenvolvido

o projeto “Comunicação Sistêmica e Integrada”, que busca a promoção de processos integrativos

capazes de potencializar a eficiência, a eficácia e a sinergia em todas as ações de comunicação do

Sescoop, envolvendo fortemente as unidades estaduais.

Nesse contexto, em 2012, a revista Saber Cooperar, que divulga, além de entrevistas e artigos sobre

o cooperativismo, os trabalhos realizados pelo Sescoop (unidades estaduais e nacional), consolidouse

como importante ferramenta de comunicação e relacionamento do Sescoop com as unidades

estaduais, as cooperativas e a sociedade em geral. A revista é distribuída para 6,5 mil cooperativas e

dois mil parceiros.

Além disso, é importante destacar o trabalho da unidade nacional, em conjunto com as unidades estaduais,

ora apoiando com programas nacionais, ora incentivando com repasses de recursos do Fundecoop.

Nesse contexto, ressalte-se, entre outras, as seguintes ações promovidas, em 2012, pela unidade

nacional em benefício das unidades estaduais:

a) Desenvolvimento da gestão de competências nas unidades, mediante contratação da Fundação

Getúlio Vargas;

b) Atualização do Plano Estratégico das unidades estaduais, mediante o desenvolvimento de

metodologia e apoio à realização de oficinas.

Tal diversidade de ações vem exigindo do Sescoop/UN um esforço crescente na busca

pelo aprimoramento de seus métodos de gestão, da consolidação de sua estrutura física,

administrativa e de recursos humanos, de forma a proporcionar maior eficiência e eficácia

na condução de suas atividades.

Nesse sentido, a unidade nacional alinhou o seu plano estratégico, reviu a sua cadeia de valor,

mapeou seus processos organizacionais, aprimorou a sua gestão de competências e, principalmente,

a sua infraestrutura logística, inclusive a de tecnologia da informação.


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 15

Também a estrutura organizacional foi revista de forma a estabelecer o suporte necessário ao

cumprimento da missão do Sescoop e alcance dos objetivos estabelecidos.

Para 2013, está prevista a revisão do planejamento estratégico, com horizonte temporal 2014-

2017, visando à atualização do cenário estratégico de atuação do Sescoop e, em consequência, dos

direcionadores estratégicos, para o referido horizonte temporal e continuidade do redesenho dos

processos organizacionais.

Embora o contexto econômico brasileiro tenha apresentado desaceleração, acreditamos que em

razão de todo o esforço realizado pelo Sescoop no cumprimento da intenção estratégica priorizada,

foi possível observar a evolução do segmento cooperativista, conforme a seguir apresentado.

Considerando todos os ramos, existiam no País (dados de 2012), 6.587 cooperativas, 10.377.392

cooperados e 304.398 empregados, números que demonstram a complexidade e dificuldades

enfrentadas pelo Sescoop.

Em relação a 2011, embora tenha ocorrido apenas um pequeno aumento no número de cooperativas,

de 6.586, em 2011, para 6.587, em 2012, em razão do processo de ajustes e fusões, observa-se um

crescimento de 3,7% no número de cooperados, correspondente a mais de 350 mil novos cooperados,

e de 2,7% no número de empregados de cooperativas.

Dessa forma, fica clara a importância do papel do Sescoop para o desenvolvimento do

cooperativismo brasileiro.


16 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Introdução

Este relatório de gestão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, da

unidade nacional, relata o desempenho e os resultados das atividades e ações da instituição no

apoio ao cooperativismo.

O documento apresenta princípios e valores que conduzem a atuação do Sescoop, bem como suas

estratégias e compromissos perante seus diversos públicos de relacionamento.

As informações contábeis são relativas ao período compreendido entre os dias 1º de janeiro e 31

de dezembro de 2012.

Todos os dados contidos neste Relatório mantêm as mesmas fontes e métodos de cálculo utilizados

na edição imediatamente anterior a este documento (Relatório de Gestão de 2011), disponível no

formato eletrônico (pela Internet), no endereço www.brasilcooperativo.coop.br.

Este Relatório de Gestão Individual está estruturado em tópicos conforme a seguir:

• Cumprindo a missão: apresentação numérica resumida das realizações do Sescoop em relação

a sua missão.

• Sumário Executivo: apresenta síntese do desempenho da unidade no exercício.

• Capítulo 1 – Identificação da unidade: dados e informações sobre a identificação da unidade estadual.

• Capítulo 2 – Planejamento Estratégico, Plano de Metas e de Ações. Apresenta comentários

e informações sobre a construção do plano estratégico, das estratégias adotadas, da execução

física e financeira, além dos indicadores de desempenho operacional da unidade;

• Capítulo 3 – Estrutura de Governança e de Autocontrole. Apresenta informações e comentários

sobre a relação e remuneração dos dirigentes e membros da diretoria e dos Conselhos

de Administração e Fiscal. Comenta ainda sobre a estrutura e o funcionamento dos controles

internos da unidade;

• Capítulo 4 – Programação e Execução Orçamentária e Financeira. Apresenta os dados,

informações e comentários a respeito da programação e execução orçamentária e financeira

da unidade, além das transferências regulamentares mediante convênios e outros

instrumentos análogos;

• Capítulo 5 – Gestão de Pessoas. Considerações a respeito da estrutura de pessoal da unidade

e do quadro de estagiários e terceirizados.

• Capítulo 6 – Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário. Apresenta considerações a

respeito da gestão da frota de veículos e do patrimônio imobiliário da unidade.

• Capítulo 7 – Gestão da Tecnologia da Informação. Considerações sobre a condução dos

serviços relativos à tecnologia da informação.

• Capítulo 8 – Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental. Comentários

sobre medidas e critérios adotados para o uso racional dos recursos.

• Capítulo 9 – Conformidade e Tratamento de Disposições Legais e Normativas. Considerações

e informações sobre o atendimento às deliberações do TCU e sobre a estrutura da

Auditoria Interna.

• Capítulo 10 – Informações Contábeis. Informações e comentários sobre critérios e procedimentos

contábeis adotados além das demonstrações contábeis e parecer da auditoria independente.

• Capítulo 11 – Outras Informações sobre a Gestão. Informações consideradas relevantes

para demonstrar a conformidade e o desempenho da gestão no exercício.


Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012 17

• Considerações Finais. Considerações sobre a atuação da unidade frente aos objetivos

traçados e sobre as principais dificuldades enfrentadas para implementação de tais objetivos e

as propostas de solução.

Além disso, constam deste relatório 12 Anexos, que contribuem para a elaboração e fundamentação

deste Relatório de Gestão.


Capítulo 1

Identificação da unidade


Capítulo 1 • identificação da unidade 21

CAPÍTULO 1

IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE

1.1 Constituição e natureza da entidade

A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela Medida

Provisória nº 1.715, de 3 de setembro de 1998. O Decreto nº 3.017, de 6 de abril do ano seguinte,

complementou a medida provisória, instituindo regulamentos e dispositivos que disciplinam a

atuação do Sescoop.

Tabela 1 – Identificação da Unidade

Poder e Órgão de Vinculação

Poder: Executivo

Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) Código SIORG: 002844

Identificação da unidade jurisdicionada

Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

Denominação abreviada: Sescoop/UN CNPJ: 03.087.543/0001-86 Situação: ativa

Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo

Finalidade: Organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional,

a promoção social dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares

e o monitoramento das cooperativas.

Código CNAE: 85.99.6-99

Telefones/Fax de contato: (061) 3217-1501 (061) 3217.1502

E-mail: sescoop@sescoop.coop.br

Página na Internet: http://www.brasilcooperativo.coop.br

Endereço Postal: SAUS Quadra 4, bloco I, lote 3-A, Brasília-DF-CEP 70070-936

Normas relacionadas à unidade jurisdicionada

Normas de criação e alteração da unidade jurisdicionada

Medida Provisória nº 1.715, de 3 de setembro de 1998 e suas reedições e Decreto nº 3.017, de 7 de abril de 1999,

publicado no Diário Oficial da União em 7/4/1999 – Aprova o Regimento do Serviço Nacional de Aprendizagem do

Cooperativismo (Sescoop); Lei nº 11.524/2007, de 23/11/2007.

Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da unidade jurisdicionada

Regimento Interno do Sescoop, aprovado na 31ª reunião ordinária do Conselho Nacional do Sescoop, realizada em 29

de agosto de 2005.

Manuais e publicações relacionadas às atividades da unidade jurisdicionada

Regulamento de Licitações e Contratos – Resolução nº 850/2012, Norma de Pessoal – Resolução nº 300/2008.

1.2 Finalidade e Competências Institucionais

O Sescoop integra o Sistema Cooperativista Brasileiro, fornecendo-lhe suporte em formação

profissional – técnica e gerencial. A entidade atua também na promoção social dos cooperados,

empregados e familiares, bem como no monitoramento/desenvolvimento das cooperativas.

Do ponto de vista formal, o Sescoop é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos,

constituída sob o regimento de serviço social autônomo. A instituição é mantida por recursos de

natureza parafiscal. Os valores das contribuições, feitas pelas cooperativas, são definidos a partir de

um percentual sobre as folhas de pagamento.

Composto por uma unidade nacional e por 27 unidades estaduais, é considerado uma entidade

“paraestatal”, pois desempenha serviços não exclusivos do Estado, em colaboração com ele, recebendo


22 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2013

incentivos do poder público. Por essa razão, está sujeito a controle por parte da Administração Pública

e do Tribunal de Contas da União.

Em linhas gerais, a unidade nacional do Sescoop é responsável pela normatização de

procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais.

Estas, por sua vez, devem seguir essas diretrizes sem, contudo, deixar de atender às demandas

específicas de sua região.

Constituem objetivos do Sescoop, segundo o seu Regimento Interno, aprovado pelo Decreto nº

3.017, de 6/4/1999:

a) Organizar, administrar e executar o ensino e formação profissional, a promoção social

dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares, e o monitoramento das

cooperativas em todo o território nacional;

b) Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas,

conforme aprovado em Assembleia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB);

c) Assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de

treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua;

d) Estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional e à promoção social do

empregado de cooperativa, do dirigente de cooperativa, do cooperado e de seus familiares;

e) Exercer a coordenação, a supervisão e a realização de programas e de projetos de formação

profissional e de gestão em cooperativas, para empregados, cooperados e seus familiares;

f) Colaborar com o poder público em assuntos relacionados à formação profissional e à gestão

cooperativista e outras atividades correlatas;

g) Divulgar a doutrina e a filosofia cooperativistas como forma de desenvolvimento integral das pessoas;

h) Promover e realizar estudos, pesquisas e projetos relacionados ao desenvolvimento humano, ao

monitoramento e à promoção social, de acordo com os interesses das sociedades cooperativas

e de seus integrantes.

1.3 Setores da Economia – Ramos do Cooperativismo

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz parte do denominado “Sistema S”.

Tem como finalidade integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliá-lo a vencer seus desafios.

O Sescoop atua em um ambiente de elevada complexidade, pois busca apoiar de modo efetivo

cooperativas de 13 diferentes ramos econômicos (da agricultura aos serviços, passando pelo comércio

e pela indústria), com portes distintos (das grandes às pequenas) e distribuídas espacialmente por todo

o País (nos 26 estados e no Distrito Federal).

1.3.1 Ramos do cooperativismo

O segmento cooperativista brasileiro abrange 13 ramos econômicos. O agrupamento por atividade

facilita a visualização das peculiaridades e especificidades dos diversos setores econômicos. Confira:

1. Agropecuário: composto por cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca,

cujos meios de produção pertençam ao associado. Caracterizam-se pelos serviços prestados

aos associados, como recebimento ou comercialização da produção conjunta, armazenamento

e industrialização.


Capítulo 1 • identificação da unidade 23

2. Consumo: constituído por cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo

para seus associados. É o ramo mais antigo no Brasil e no mundo.

3. Crédito: cooperativas destinadas a promover a poupança e a financiar necessidades ou

empreendimentos de seus cooperados. Atuam no crédito rural e urbano.

4. Educacional: cooperativas de profissionais em educação, de alunos, de pais de alunos, de

empreendedores educacionais e de atividades afins. O papel da cooperativa de ensino é ser

mantenedora da escola.

5. Especial: cooperativas de pessoas que precisam ser tuteladas (menor de idade ou relativamente

incapaz) ou as que se encontram em situação de desvantagem nos termos da Lei nº 9.867,

de 10 de novembro de 1999. A atividade econômica mais comum neste ramo é a produção

artesanal de peças de madeira, roupas ou artes plásticas.

6. Habitacional: compõe-se de cooperativas destinadas à construção, à manutenção e à

administração de conjuntos habitacionais para seu quadro social.

7. Infraestrutura: atende direta e prioritariamente ao próprio quadro social com serviços de

infraestrutura. As cooperativas de eletrificação rural, que são a maioria deste ramo, aos poucos

estão deixando de ser meros repassadores de energia, para tornarem-se geradoras de energia.

8. Mineral: constituído por cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar,

industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais.

9. Produção: compõe-se por cooperativas dedicadas à produção de um ou mais tipos de bens e

produtos, quando detenham os meios de produção.

10. Saúde: constituído por cooperativas que se dedicam à preservação e promoção da saúde

humana em seus variados aspectos.

11. Trabalho: engloba todas as cooperativas constituídas por categorias profissionais (professores,

engenheiros, jornalistas e outros), cujo objetivo é proporcionar fontes de ocupação estáveis e

apropriadas aos seus associados, por meio da prestação de serviços a terceiros.

12. Transporte: composto pelas cooperativas que atuam no transporte de cargas e/ou passageiros.

13. Turismo e lazer: cooperativas prestadoras de serviços turísticos, artísticos, de entretenimento,

de esportes e de hotelaria. Atendem direta e prioritariamente ao seu quadro social nestas áreas.

Considerando todos os ramos, existem no País, 6.587 cooperativas, 10.377.392 cooperados e 304.398

empregados, números que demonstram a complexidade e as dificuldades enfrentadas pelo Sescoop.

No “Anexo I” apresentamos os referidos números por região e por estado e no “Anexo II” o

número de cooperativas por ramo do cooperativismo e por região.

1.4 Organograma e Macroprocessos

1.4.1 Estrutura Organizacional

Em razão, principalmente do Plano Estratégico 2011-2013 aprovado, procedemos à reflexão sobre

a estrutura organizacional de forma a estabelecer o suporte necessário ao cumprimento da nossa

missão e alcance dos objetivos estabelecidos.

Nesse sentido, apresentamos a seguir o organograma funcional do Sescoop.


24 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2013

Estrutura Organizacional

Gráfico 1 – Organograma funcional do Sescoop/UN

Conselhos

Conselho Nacional

Conselho Fiscal

Assessoria

Especial

Asesp

Presidência

Presid

Assessoria

de Auditoria

e Controle

Audit

Diretoria Executiva

Superintendência

Super

Assessoria em

Gestão Estratégica

Agest

Gerência Geral de

Desenvolvimento de Cooperativas

GGDC

Gerência Geral de Operações

GGOP

Assessoria

Jurídica

Asjur

Gerência de

Formação e

Qualificação

Profissional

GEFOR

Gerência de

Promoção Social

GEPROM

Gerência de

Monitoramento e

Desenvolvimento

de Cooperativas

GEMDC

Gerência

de Pessoas

GEPES

Gerência de

Logística

GELOG

Gerência de

Tecnologia da

Informação

GETIN

Gerência

de Finanças

GEFIN

Gerência de

Comunicação

GECOM

A unidade nacional é administrada de forma colegiada e conta com um Conselho Nacional, um

Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um superintendente.

A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas

Brasileiras (OCB).

Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais, onde as atividades são definidas e

fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais, em consonância com as diretrizes

nacionais da instituição.

• Conselho Nacional

É o órgão detentor do poder originário e soberano. Tem composição tripartite (governo

federal, organizações representativas do setor produtivo e dos trabalhadores).

Sua composição integra 11 conselheiros que representam: a Organização das Cooperativas

Brasileiras – por seu presidente – e mais quatro representantes das regiões brasileiras (Norte/

Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste); o Ministério do Trabalho e Emprego; o Ministério

da Previdência Social; o Ministério da Fazenda; o Ministério do Planejamento, Orçamento

e Gestão; o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e os trabalhadores em

sociedades cooperativas.

• Conselho Fiscal

Órgão de assessoramento do Conselho Nacional na gestão orçamentária, patrimonial

e financeira. Também possui composição tripartite. É composto por seis Conselheiros,

representantes das seguintes entidades: Organização das Cooperativas Brasileiras (dois


Capítulo 1 • identificação da unidade 25

representantes); Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministério da Previdência

Social; Ministério da Fazenda; representante dos trabalhadores em sociedades cooperativas.

• Diretoria Executiva

É o órgão de gestão e administração central. Entre outras funções, deve zelar pelo

cumprimento do Regimento Interno, fazer cumprir as deliberações do Conselho Nacional,

respeitando sempre as normas e as diretrizes da instituição. Também deve trabalhar pela

implementação das políticas e diretrizes estratégicas estabelecidas para o Sistema. Cabe

ainda à Diretoria Executiva propor planos de trabalho ao Conselho Nacional e atuar por sua

execução, além de estabelecer normas internas de funcionamento da entidade.

• Assessoria

• Assessoria de Auditoria e Controle (Audit)

Atua no acompanhamento preventivo e corretivo das ações desenvolvidas pelas unidades

estaduais e nacional, relativas ao cumprimento de dispositivos legais e normativos internos,

objetivando o fortalecimento da gestão do Sescoop.

• Assessoria em Gestão Estratégica (Agest)

Coordena a formulação e a implantação do planejamento estratégico em âmbito nacional,

em consonância com os direcionadores estratégicos e orientações emanadas do Conselho

Nacional, no sentido de fortalecer a identidade sistêmica do Sescoop.

• Assessoria Jurídica (Asjur)

Oferece respaldo legal à atuação institucional no que se refere à elaboração dos

instrumentos jurídicos, normativos, manifestações de ordem legal e acompanhamento

processual nas questões em que a instituição é parte.

• Assessoria Especial

Trata-se de unidade da estrutura organizacional destinada administrar unidades estaduais

sob intervenção, visando à correção de situações irregulares e anormais, reportando-se ao

Conselho Estadual e à Diretoria Executiva para prestação de contas dos atos praticados.

• Gerências

• Gerência-Geral de Desenvolvimento de Cooperativas (GGDC)

Organiza, administra e coordena programas, projetos, atividades e ações de formação e

qualificação profissional, promoção social e monitoramento e desenvolvimento de cooperativas.

• Gerência de Formação e Qualificação Profissional (Gefor)

Coordena as ações relacionadas com a formação e a qualificação profissional, bem

como a divulgação da doutrina e da filosofia cooperativistas, para o público-alvo, apoiando

as unidades estaduais no desenvolvimento das cooperativas, em consonância com o

Planejamento Estratégico.

• Gerência de Promoção Social (Geprom)

Coordena programas de promoção social voltadas para o público-alvo do Sescoop,

apoiando as unidades estaduais na implementação perante as cooperativas, em consonância

com o Planejamento Estratégico.


26 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2013

• Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas (GEMDC)

Promove estudos e pesquisas, estrutura análises e cenários socioeconômicos, bem como

desenvolve soluções e ferramentas, apoiando a atuação das unidades estaduais na melhoria

da gestão das cooperativas, em consonância com o Planejamento Estratégico.

• Gerência-Geral de Operações (GGOP)

Define diretrizes e coordena a implementação dos programas, projetos e atividades

relacionados com as ações de apoio do Sescoop, com as pessoas, a logística, as finanças, a

comunicação e a tecnologia da informação.

• Gerência de Pessoas (Gepes)

Coordena as diretrizes, políticas e procedimentos de gestão de pessoas, englobando as ações

relacionadas com administração de pessoal, bem como movimentação, desenvolvimento e

reconhecimento de recursos humanos.

• Gerência de Logística (Gelog)

Oferece o suporte operacional e administrativo necessário ao funcionamento da instituição,

por meio de gestão documental, controle patrimonial, aquisição de bens e serviços, apoio à

realização de eventos, apoio administrativo e serviços gerais.

• Gerência de Tecnologia da Informação (Getin)

Oferece estrutura tecnológica, de suporte e de segurança da informação, criando condições

para a execução das atividades institucionais.

• Gerência Financeira (Gefin)

Garante a correta administração dos recursos financeiros, abrangendo o processo de

recebimento, repasse e movimentação, bem como cumprir as obrigações contábeis e

financeiras da instituição.

• Gerência de Comunicação (Gecom)

Zela pela imagem e fortalecimento da identidade institucional por meio de informações

divulgadas nos veículos internos e externos de comunicação, bem como assessora a instância

diretiva em seus processos de comunicação perante os diferentes públicos formadores de opinião.

1.4.2 Macroprocessos

A unidade nacional construiu a cadeia de valor a partir do mapeamento de todas as atividades

desenvolvidas e consolidadas em macroprocessos. A cadeia de valor demonstra os principais

macroprocessos por meio dos quais a unidade nacional gera resultados para o seu público-alvo.

Os processos, juntamente com os projetos, integram o modelo de gestão adotado que se caracteriza

por ser ágil, moderno, orgânico e adequado aos objetivos organizacionais e estratégicos. Os

macroprocessos que integram a cadeia de valor estão divididos em governança, finalísticos e de apoio

e estão a seguir representados:


Capítulo 1 • identificação da unidade 27

Tabela 2 – Macroprocessos

Sescoop

unidade nacional

Governança

Coordenação do

Ensino de Formação

Profissional

Gestão do Desenv.

e Modernização das

Cooperativas

Coordenação das

Ações de Promoção Social

Coordenação das

Ações de Monitoramento/

Desenvolvimento de

Cooperativas

Suporte operacional

às unidades estaduais

Avaliação de desempenho

do Sescoop

Gestão da

Infraestrutura

Gestão de

Pessoas

Gestão Financeira

Gestão

da TI

Fonte: Gerência de Gestão de Pessoas (Gepes)

Os macroprocessos e respectivos processos identificados foram distribuídos às diversas áreas que

compõem a estrutura organizacional, conforme segue:

Área

Assessoria Jurídica

Assessoria em Gestão

Estratégica

Assessoria de Auditoria e Controle

Gerência Geral de

Desenvolvimento de Cooperativas

Gerência de Formação e

Qualificação Profissional

Macroprocessos/ Processos

Governança/Jurídico/ Suporte Operacional às unidades estaduais

Governança/ Suporte e Manutenção do Planejamento Estratégico do Sescoop/

Avaliação e Consolidação do Plano Estratégico das Unidades/ Monitoramento

do Plano Estratégico das Unidades/ Suporte Operacional às Unidades estaduais/

Avaliação do Desempenho da Governança/ Implementação das Políticas

e Diretrizes dos Conselhos/ Prestação de Contas Institucional/ Sistema de

Informações Gerenciais/ Mapeamento de Processos.

Governança/Auditoria/ Suporte Operacional às unidades estaduais.

Desenvolvimento de Redes e Parcerias/Suporte Operacional às unidades estaduais

/ Coordenação e acompanhamento das áreas subordinadas.

Coordenação da Educação e do Ensino de Formação Profissional/

Desenvolvimento de Programas de Ensino e Formação Profissional/

Acompanhamento da Execução de Programas e Ensino e Formação Profissional/

Avaliação dos Programas de Educação e do Ensino de Formação Profissional/

Suporte Operacional às unidades estaduais.


28 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2013

Gerência de Promoção Social

Gerência de Monitoramento

e Desenvolvimento de

Cooperativas

Gerência Geral de Operações

Gerência de Comunicação

Gerência de Logística

Gerência de Tecnologia da

Informação

Gerência de Pessoas

Gerência Financeira

Coordenação das Ações de Promoção Social/ Desenvolvimento de Programas de

Promoção Social/ Acompanhamento da Execução dos Programas de Promoção

Social/ Avaliação dos Programas de Promoção Social/ Suporte Operacional às

unidades estaduais.

Coordenação das ações de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas

Desenvolvimento de Redes e Parcerias/Avaliação de Desempenho do

Desenvolvimento e Modernização das Cooperativas/ Elaboração de Estudos e

Pesquisas.

Desenvolvimento de Redes e Parcerias/Suporte Operacional às unidades estaduais

/ Coordenação e acompanhamento das áreas subordinadas.

Coordenação da Comunicação Institucional/Suporte Operacional às unidades

estaduais

Gestão da Infraestrutura/Aquisição de Bens e Serviços/Controle do Patrimônio/

Controle do Estoque e Almoxarifado/ Apoio Administrativo/ Controle e

Manutenção da Infraestrutura Física/ Acervo Documental/ Suporte à Realização

de Eventos/Avaliação de Desempenho da Gestão de Infraestrutura/ Suporte

Operacional às unidades estaduais.

Gestão de TI/Definição de Políticas de TI/ Desenvolvimento de Sistemas

(soluções próprias)/ Gestão de Software de Terceiros/Suporte Técnico/ Gestão

de Infraestrutura de TI/Avaliação de Desempenho da Gestão de TI/ Suporte

Operacional às unidades estaduais/Disponibilização de Tecnologias de Apoio a

Programas do Sescoop.

Gestão de Pessoas/ Captação de Pessoas/ Gestão do Desempenho/Capacitação

dos Colaboradores/ Qualidade de Vida/Negociações Sindicais/ Afastamento de

Colaboradores/ Administração da Folha de Pagamento/Gestão do Conhecimento/

Avaliação de Desempenho da Gestão de Pessoas/ Suporte Operacional às unidades

estaduais.

Gestão Financeira/Controle da Arrecadação/ Transferência de Recursos para as

unidades/ Aplicações Financeiras/Controle de Pagamentos/ Prestação de Contas/

Fluxo de Caixa/ Contabilização/Avaliação de Desempenho da Gestão Financeira/

Suporte Operacional às unidades estaduais.

Definidos os macroprocessos, a unidade nacional iniciou em 2012 o trabalho de mapeamento e

modelagem dos processos, com o intuito de melhor alinhá-los à estratégia da instituição. Detalhes

sobre a execução do projeto serão apresentados no capítulo 2, ressaltando que o produto final deste

trabalho, cuja entrega está prevista para 2013, resultará na revisão da cadeia de valor do Sescoop e

seus respectivos macroprocessos.


Capítulo 2

Planejamento Estratégico,

Plano de Metas e Ações


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 31

CAPÍTULO 2

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E AÇÕES

Os públicos da atuação do Sescoop são as cooperativas, seus associados e empregados, bem como os

respectivos familiares. O trabalho da entidade organiza-se a partir de quatro áreas de atuação. São elas:

• Formação e capacitação profissional;

• Promoção social;

• Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas, e

• Gestão interna.

As ações do Sescoop para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação, valorização e melhor

aproveitamento dos cooperados e empregados. Desse modo, a entidade busca alçá-los a patamares mais

elevados de inovação e excelência, favorecendo a competitividade dos produtos e serviços.

No cumprimento da sua missão, o Sescoop atua visando a criar condições favoráveis ao desenvolvimento

do cooperativismo de forma integrada e sustentável, contribuindo para sua competitividade

e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e seus familiares.

• Doutrina e princípios: realiza ações no sentido de tornar a doutrina e os princípios do cooperativismo

conhecidos e praticados;

• Legislação: atua em parceria com entidades, principalmente a OCB, buscando tornar a legislação,

sua interpretação e aplicação pelos órgãos julgadores e fiscalizadores, adequada aos

preceitos cooperativistas;

• Cultura da cooperação: realiza atividades visando a sensibilizar a sociedade sobre a importância

da cultura da cooperação, como forma de propiciar desenvolvimento econômico e social;

• Cooperativas: propicia condições para a implantação de governança e gestão profissionalizadas

nas cooperativas, possibilitando atuação em ambientes competitivos, por intermédio da

capacitação dos dirigentes, cooperados e empregados. Assim, trabalha no sentido da sustentabilidade

dos empreendimentos cooperativos.

• Resultados: realiza ações de monitoramento do desempenho das cooperativas, propondo as

medidas adequadas à obtenção de resultados econômicos e sociais positivos. Cuida, em parceria

com a OCB, da transparência e da divulgação dos resultados do sistema cooperativista.

• Imagem: atua, em parceria com a OCB, no sentido de divulgar, zelar e fortalecer a imagem do

cooperativismo junto à sociedade.


32 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Gráfico 2 – Desafios do Cooperativismo

Reconhecida e

favorável

Doutrina e

princípios

Disseminada e

praticada

Imagem

divulgar

Legislação

Adequada e bem

interpretada

Fortalecer

Sescoop

influenciar

monitorar

Sensibilizar

resultados

capacitar

Cultura da

cooperação

Transparentes

e divulgados

cooperativas

Assimilidada e

praticada

Governança e

gestão

profissionalizada

Empregados

Capacitados

Capacitados e

comprometidos

cooperados

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica (Agest)

2.1 Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013

O Plano Estratégico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi aprovado pelo

Conselho Nacional em agosto de 2010 e apresenta como desafio impulsionar a atuação do Sescoop

em prol do desenvolvimento das cooperativas brasileiras, dando maior visibilidade aos resultados

gerados em favor do público-alvo.

Apresenta-se, a seguir, o processo de formulação do Plano e as estratégias adotadas para a

priorização de iniciativas para 2012.

2.1.1 Construção do Plano Estratégico

Percorrida uma década de atuação e cumprindo com sua atribuição regimental de fixar políticas

e diretrizes gerais, a unidade nacional do Sescoop realizou uma avaliação do caminho já trilhado

e formulou as estratégias que irão orientar a continuidade desse trabalho no horizonte 2010-2013,

em caráter sistêmico, com a missão de “promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma

integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento

das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a

qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares”.

A construção do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013 envolveu o desenho de cenários, a

realização de análises de ambiente interno e externo e dos desafios do cooperativismo, em processo

de construção aberta e coletiva, sob a liderança do Conselho Nacional.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 33

Tabela 3 – Resumo esquemático do processo de construção

Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica (Agest)

Apresentam-se, a seguir, os fundamentos das três grandes etapas do processo de construção:

• Construção de cenários focalizados do ambiente de atuação do Sescoop, com horizonte temporal

2020 – elaborado a partir de informações coletadas junto a atores relevantes no contexto do

cooperativismo. Contou, também, com a participação da unidade nacional e das unidades

estaduais, por meio de pesquisa web. O material produzido foi objeto de análise e sugestões em

oficinas e validado pelo Conselho Nacional do Sescoop. A partir das informações coletadas,

foram identificadas variáveis importantes e específicas ao setor de atuação do Sescoop,

principais condicionantes de futuro, ameaças e oportunidades.

• Formulação do Plano Estratégico 2010-2013 – foi realizado um diagnóstico organizacional, com

a participação da unidade nacional, unidades estaduais e cooperativas, por meio de questionário

web, gerando importantes subsídios para a construção do plano estratégico.

• Com base no diagnóstico e tomando como referencial as informações levantadas nos

cenários do Sescoop, foi realizada oficina, que contou com a participação do Conselho

Nacional do Sescoop, na qual foram geradas propostas para a revisão da missão e visão

do Sescoop e para o estabelecimento de objetivos estratégicos e linhas específicas para o

período de 2010-2013.

• Definição de metodologia de suporte para a elaboração do Planejamento Estratégico: nesta

etapa foram analisadas experiências nas unidades do Sescoop que serviram como referência


34 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

para a construção de metodologia de apoio à elaboração de planos estratégicos das unidades

estaduais, etapa iniciada em 2010 e concluída em 2011.

Fruto das etapas 1 e 2, em 10 de agosto de 2010, foi aprovado o Escopo do Plano Estratégico do

Sescoop 2010-2013, conforme árvore estratégica:

Tabela 4 – Arvore Estratégica 2010-2013

Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica - Agest

Apresentam-se, brevemente, os fundamentos do plano estratégico do Sescoop:

2.1.1 Missão e visão

A função e a razão de ser do Sescoop estão contempladas em sua Missão: “Promover o desenvolvimento

do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social

e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade

e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares”.

A Visão de Futuro é a imagem que descreve a situação desejada para o Sescoop, no horizonte do plano,

no ano de 2020, é, portanto, a síntese dos desejos e das aspirações quanto ao novo perfil institucional da

organização. A visão deve ser conquistada por meio de esforços coordenados de todos que trabalham e

fazem a instituição. Veja a seguir a visão corporativa do Sescoop.

“Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da

sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar

social de cooperados, empregados e familiares.”


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 35

2.1.2 Objetivos Estratégicos Finalísticos

Os objetivos estratégicos do Sescoop revelam as principais escolhas da instituição para o período

do plano e são orientados ao alcance da Visão de Futuro e cumprimento da missão organizacional.

Neste Plano Estratégico, o Sescoop definiu 13 objetivos estratégicos, sendo oito finalísticos e

cinco administrativos e de apoio.

• Objetivo Estratégico 1: Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os

princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil.

O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos pilares,

representados aqui pela doutrina, pelos princípios e pelos valores do cooperativismo. É preciso garantir

que todos os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da cooperativa.

Além disso, muitas vezes, a população não sabe distinguir o cooperativismo dos demais tipos

societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais formas de produção,

notadamente às empresas. Desse modo, faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos

valores do cooperativismo em todo o Brasil como elementos integradores de uma organização social

competitiva, mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados.

• Objetivo Estratégico 2: Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista,

alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade.

Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central

para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista volta-se para a

preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de

lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina,

aos princípios e aos valores do cooperativismo.

• Objetivo Estratégico 3: Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das

cooperativas na formação profissional.

Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de cooperados e

empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas.

Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos

em todo o País, não é possível nem adequado que o Sescoop desenvolva programas de formação

profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O Sescoop focará seus esforços

na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de soluções de

formação profissional para as cooperativas.

• Objetivo Estratégico 4: Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas.

Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. Como a cooperativa é uma entidade que agrega

no mínimo 20 associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança

é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos

mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão.

O Sescoop contribuirá para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação de

conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas práticas,

tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo.

• Objetivo Estratégico 5: Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade

das cooperativas.

As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de incorporar

métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem pautar-se em metas de desempenho

e resultados.


36 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com

mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria,

oportunidades e boas práticas em gestão e governança.

Sendo assim, o Sescoop atuará no desenvolvimento de um modelo de monitoramento que analise as

cooperativas e forneça informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e governança,

contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização da gestão e a

sustentabilidade das cooperativas.

• Objetivo Estratégico 6: Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho.

Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de ações

e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das cooperativas e

por cooperados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a legislação, cooperativas

que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com acidentes e assistência à saúde,

melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público.

A atuação do Sescoop nesse âmbito propõe-se a desenvolver programas e competências para a

disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à prevenção

de acidentes e à melhoria das condições de trabalho.

• Objetivo Estratégico 7: Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados

e familiares.

A promoção social tem por finalidade desenvolver ações que favoreçam um estilo de vida saudável e

possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas, associados e

seus familiares.

A atuação do Sescoop se dará por meio da articulação de parcerias para campanhas e do

desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos

cooperados, empregados e familiares.

• Objetivo Estratégico 8: Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão

das cooperativas brasileiras.

Com a preocupação cada vez maior da sociedade com o impacto das organizações nas questões

sociais e do meio ambiente, é fundamental que o cooperativismo desempenhe ações para mitigar seus

efeitos negativos, promovendo a responsabilidade socioambiental das cooperativas.

Por isso, o Sescoop atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das cooperativas, mas,

também, no estímulo a adoção de conceitos e boas práticas de responsabilidade socioambiental. Essa

atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela comunidade, que orienta o

trabalho das cooperativas também para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por

meio de políticas aprovadas pelos membros.

2.1.3 Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio

• Objetivo Estratégico 9: Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia

do Sescoop.

O Sescoop possui um quadro de funcionários qualificado. No entanto, para que os objetivos

finalísticos estabelecidos sejam alcançados, o Sescoop precisa desenvolver competências aderentes

aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada também pela

ampliação quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao aumento da

capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 37

• Objetivo Estratégico 10: Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no Sescoop.

O aumento da eficiência, da inovação e da capacidade de gerar resultados abrange uma gestão do

conhecimento. Gerir conhecimento requer processos bem definidos e eficazes de identificação,

seleção, armazenamento e disponibilização de dados, informações e boas práticas. Essas práticas

são ainda mais necessárias em organizações com elevado grau de descentralização das ações e

atuação distribuída por regiões e setores com elevada heterogeneidade.

• Objetivo Estratégico 11: Gerar sinergias e integração do Sistema Sescoop.

Um sistema não é de fato um sistema se suas partes seguem em direções distintas e de maneira

descoordenada. Por isso, as diversas unidades e áreas do Sescoop devem estar alinhadas em seus

objetivos e ações. É preciso que haja integração e busca de sinergia no Sistema Sescoop.

Mantendo a autonomia das partes, trata-se de garantir a integração no sentido estratégico e o alinhamento

de grandes iniciativas e das estratégias de comunicação, para dentro e para fora do Sistema.

• Objetivo Estratégico 12: Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e

comunicação.

O fluxo crescente de informações, as demandas por informações e a velocidade cada vez maior dos

processos de tomada de decisão ampliaram radicalmente a relevância das tecnologias de informação

e comunicação. A tecnologia de informação e de comunicação passou a ser elemento estratégico

para o bom desempenho de qualquer organização nos dias atuais. Ela deve ser orientada para o

alinhamento e a integração do sistema, assim como para o melhor atendimento do público-alvo.

• Objetivo Estratégico 13: Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na

comunicação dos resultados.

Assim como as organizações públicas e privadas, o cooperativismo vem evoluindo significativamente

para se adequar a uma mudança no comportamento da sociedade. A cobrança cada vez maior por

resultados concretos, decorrentes das contribuições, tem impulsionado a promoção da qualidade

dos serviços, a modernização da gestão e a transparência das ações.

A resposta a essa cobrança tem exigido uma mudança profunda na forma de gerir as organizações

que devem estar mais focadas na melhoria da qualidade da prestação dos serviços e na produção

de benefícios concretos ao público-alvo.

Diante disso, é fundamental que o Sescoop estabeleça e implante política adequada de transparência

e relacionamento com o público de interesse e com a sociedade em geral.

2.2 Estratégias Adotadas

Por ser um plano corporativo, as macroestratégias nele definidas representam um esforço conjunto

entre unidades estaduais e unidade nacional para a concretização de resultados. Diante deste contexto,

desde 2011 a unidade nacional direcionou seus esforços na elaboração das propostas orçamentárias

anuais tomando como referencial o arcabouço orientador do Plano Estratégico.

Em 2011, foram realizadas oficinas de priorização de projetos, que contaram com a participação

de todas as áreas do Sescoop, resultando num rol de iniciativas que foram posteriormente validadas

pela Diretoria.

Para 2012, optou-se por trabalhar com todos os objetivos estratégicos, à exceção dos objetivos 7

e 8, vez que careciam da definição de diretrizes para a proposição de novas iniciativas e programas.

Cabe esclarecer que, em 2013, será desenvolvido projeto específico para a construção de diretrizes

nacionais para a Promoção Social.


38 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Destaque-se que, no momento da escolha dos objetivos estratégicos, foram considerados e avaliados

os riscos que poderiam impedir ou prejudicar sua implementação no exercício de 2012. Esta análise

ocorreu principalmente no momento da identificação de ameaças e oportunidades, inclusive com

análise de seus impactos e probabilidades de ocorrência.

A análise considerou ainda que o Sescoop é responsável por um conjunto de iniciativas voltadas

à formação profissional, promoção social e monitoramento de cooperativas, compõe-se de estrutura

capilar, envolvendo uma unidade nacional e 27 unidades que atuam nos 26 estados da Federação e no

Distrito Federal e que cabe à unidade nacional, em linhas gerais, a normatização de procedimentos e

definição de linhas de atuação que serão adotadas e implementadas pelas unidades estaduais junto ao

público-alvo do sistema.

Após análise dos riscos inerentes ao trabalho, as áreas da unidade nacional formularam e validaram

com a Diretoria rol de projetos estratégicos, apresentados a seguir:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 39

Tabela 5 – Projetos e Iniciativas por Objetivo Estratégico

Objetivos

Estratégicos

Finalísticos

Projetos/

Iniciativas

Linha de Ação

Indicador

Metas

Alcançadas

Valor Total

1. Promover

a cultura da

cooperação e

disseminar a

doutrina, os

princípios e

os valores do

cooperativismo em

todo o Brasil.

Programa Jovens

Lideranças

Programa

Cooperjovem

1.3 Sensibilizar cooperados,

empregados e famílias para

intensificar a participação na

organização do quadro social.

1.1 Organizar conteúdos

e preparar instrutores e

multiplicadores para a

disseminação da cultura

da cooperação e do

cooperativismo.

1.2 Intensificar o trabalho

de disseminação da

cultura da cooperação

com jovens e crianças.

1.3 Disseminar a doutrina,

os princípios e os valores do

cooperativismo em todas as

atividades do Sescoop.

Número de

participantes

em eventos

sobre cultura

da cooperação,

doutrina, princípios

e valores do

cooperativismo.

Número de

participantes

em eventos

sobre cultura

da cooperação,

doutrina,

princípios e

valores do

cooperativismo.

149 382.869,02

55 248.430,86

Programa EAD

2.1 Implantar ensino a

distância.

2.2 Mapear, coletar e

analisar as demandas das

cooperativas em formação

profissional e definir

prioridades.

0

3.348,28

2. Ampliar o acesso

das cooperativas à

formação em gestão

cooperativista,

alinhada as suas reais

necessidades, com

foco na eficiência e

na competitividade.

Programa

Aprendiz

Cooperativo

Educred

EducSaúde

2.3 Elaborar programas

nacionais de formação

em gestão cooperativista,

considerando as

especificidades regionais.

2.3 Elaborar programas

nacionais de formação

em gestão cooperativista,

considerando as

especificidades regionais.

2.2 Mapear, coletar e

analisar as demandas das

cooperativas em formação

profissional e definir

prioridades.

2.3 Elaborar programas

nacionais de formação

em gestão cooperativista,

considerando as

especificidades regionais.

Programa

desenvolvido.

1

1

1

289.390,00

782.303,45

25.475,56


40 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

3. Contribuir para

viabilizar soluções

para as principais

demandas das

cooperativas

na formação

profissional.

Fomento a

Estudos e

Pesquisas

3.3 Estabelecer

redes de parceiros

para a viabilização

das demandas das

cooperativas na formação

profissional.

Artigos

publicados.

77

233.943,31

4. Promover

a adoção de

boas práticas de

governança e gestão

nas cooperativas.

Prêmio

Cooperativa do

Ano

Congresso

Internacional

CIBP

Prospecção de

Boas Práticas –

Crédito

4.1 Implantar programa

de identificação e

disseminação de boas

práticas de gestão

e governança em

cooperativas.

Cooperativas

participantes.

Pessoas

beneficiadas.

Pessoas

beneficiadas.

138

108.221,67

31

195.252,84

20 137.055,60

Cadastro das

Cooperativas

Programa

desenvolvido.

0 1.750,14

Programa

Responsabilidade

Socioambiental

5.4 Desenvolver o

Índice Sescoop de

Sustentabilidade das

Cooperativas.

Programa de RSA

desenvolvido.

0 169.880,50

5. Monitorar

desempenhos e

resultados com foco

na sustentabilidade

de cooperativas.

Implantação

da Diretriz de

Monitoramento

5.2 Estabelecer

diretrizes nacionais

de monitoramento,

garantindo o sigilo das

informações.

5.4 Disponibilizar para as

cooperativas monitoradas

suas respectivas

informações sobre

planejamento estratégico,

gestão e governança para

apoio à autogestão.

Diretriz

implantada.

1

249.805,26

Metodologia

Índice de Boas

Práticas de

Gestão

5.3 Desenvolver e

implantar um sistema que

integre as informações de

monitoramento realizadas

em cada estado.

Metodologia

desenvolvida.

1 1.666.149,66

6. Incentivar as

cooperativas na

promoção da

segurança no

trabalho.

Programa

Qualidade de Vida

6.1 Desenvolver

competências internas

para disseminar conceitos

e informações que apoiem

as cooperativas na

segurança do trabalho.

6.2 Viabilizar programas

de educação e

conscientização para

prevenção de acidentes.

6.3 Apoiar e incentivar

práticas de prevenção de

acidentes e melhoria das

condições de trabalho.

Programa

instituído.

0

190.685,59


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 41

9. Intensificar o

desenvolvimento

de competências

alinhadas à estratégia

do Sescoop.

Gestão por

Competência nas

UEs

Gestão por

Competência nas

UN

9.1 Mapear e desenvolver

as competências

necessárias ao

cumprimento da missão e

da estratégia do Sescoop.

9.2 Garantir a estrutura

organizacional e o quadro

de pessoal adequados

para o cumprimento dos

objetivos do Sescoop.

9.3 Desenvolver e

implementar mecanismos

de avaliação de

desempenho.

9.1 Mapear e desenvolver

as competências

necessárias ao

cumprimento da missão e

da estratégia do Sescoop.

PCCS

desenvolvido.

22

2.993.721,16

338.451,95

Arquitetura de

Software

9.3 Desenvolver e

implementar mecanismos

de avaliação de

desempenho.

Arquitetura

desenvolvida.

0

135.152,49

11. Gerar sinergias

e integração do

Sistema Sescoop.

12. Assegurar

adequada utilização

de tecnologia

de informação e

comunicação.

13. Assegurar

qualidade e

transparência na

divulgação das ações

e na comunicação de

resultados.

Gestão Sistêmica

Mapeamento de

Processos

Implantação da

Solução BI

Redundância Site

Colocation

Comunicação

Sistêmica

Integrada

11.1 Definir e

implementar diretrizes,

normas, padrões e

procedimentos de gestão,

alinhados aos objetivos

do Sescoop.

11.1 Estabelecer

e garantir padrões

mínimos de tecnologia

de informação e

comunicação em todo o

Sescoop, inclusive para

atendimento à estratégia

de comunicação com as

cooperativas.

11.2 Integrar processos e

sistemas corporativos.

11.1. Estabelecer e garantir

padrões mínimos de

tecnologia de informação

e comunicação em todo

o Sescoop, inclusive para

atendimento à estratégia

de comunicação com as

cooperativas.

13.2 Estabelecer política

de transparência e meios

de divulgação de ações e

resultados.

13.3 Implementar

ações de marketing

institucional.

Plano Estratégico

elaborado.

Modelo de

Gerenciamento

de Processo

desenvolvido.

Atendimento a

padrões minímos

de tecnologia

da informação e

comunicação.

Modelo de padrão

para registro de

divulgação de

ações e resultados.

22

1

0

0

101.284,92

634.800,00

158.594,00

7.120,87

677.148,30

Total 9.730.835,43

Fonte: Assessoria de Planejamento – Asplan (Sistema Zeus).


42 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

A partir dos fundamentos do Plano Estratégico, a Unidade Nacional do Sescoop elaborou o seu

Plano de Trabalho e Orçamento para o exercício de 2012, os projetos estratégicos descritos no Plano

Estratégico e as demais atividades de apoio ao desenvolvimento de seus objetivos.

Destaque-se que a gestão orçamentária do exercício 2012 encontra-se demonstrada no Capítulo

4 – Programação e Execução Orçamentária e Financeira.

2.3. Demonstração da Execução Física e Financeira (Prestação de Contas)

Conforme mencionado ao longo deste relatório, a atuação do Sescoop engloba quatro áreas de

atuação. Três delas estão relacionadas à missão da entidade, por isso são classificadas como áreas

finalísticas, são elas: Formação Profissional, Promoção Social e Monitoramento e Desenvolvimento

de Cooperativas.

A quarta e última área de atuação trata da Gestão do Sistema, ou seja, dos processos que dão

suporte às áreas finalísticas, visando a atingir os objetivos institucionais do Sescoop.

Confira, a seguir, o orçamento previsto e o realizado pela unidade nacional do Sescoop no exercício

de 2012, por programas:

Tabela 6 – Realizações financeiras por programas

2012

PROGRAMAS 2011

Previsto Realizado % Exec.

I – Atuação Finalística 1.440.435,45 7.728.039,00 4.684.561,74 60,62

Programa 5100 – Cultura da Cooperação 374.501,34 809.685,00 631.299,88 77,97

Programa 5200 – Profissionalização e Sustentabilidade 1.053.810,94 6.518.354,00 3.862.576,27 59,26

Programa 5300 – Qualidade de Vida 12.123,17 400.000,00 190.685,59 47,67

II – Gestão do Sistema – Atividade-Meio 46.221.247,87 70.434.599,00 58.281.971,18 82,75

Programa 0106 – Gestão da Política de Trabalho e Emprego 787.620,71 856.654,00 598.848,11 69,91

Programa 5400 – Administração e Apoio 5.760.234,95 11.467.721,00 5.046.273,69 44,00

Programa 0750 – Apoio Administrativo 20.609.784,17 28.463.703,00 26.928.219,16 94,61

Programa 0100 – Assistência ao Trabalhador 915.611,88 1.774.958,00 1.276.175,79 71,90

Programa 0773 – Gestão da Política de Execução

Financeira, Contábil e de Controle

18.109.958,93 27.871.563,00 24.432.454,43 87,66

Total 47.661.683,32 78.162.638,00 62.966.532,92 80,56

Fonte: Assessoria de Planejamento – Asplan (Sistema Zeus).

2.3.1 Atuação finalística

A atuação finalística do Sescoop está dividida em 3 (três) áreas de atuação: formação e capacitação

profissional, promoção social e monitoramento e desenvolvimento de cooperativas.

As ações de Formação e Capacitação Profissional têm como objetivo qualificar e capacitar

associados, dirigentes e empregados de cooperativas, por meio de cursos de aprendizagem,

qualificação, capacitação, aperfeiçoamento e especialização profissional.

As atividades de Promoção Social visam à melhoria da qualidade de vida dos empregados

de cooperativas, associados e seus familiares estendendo-se, ainda, às comunidades em que as

cooperativas estão inseridas.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 43

As ações de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas visam, especialmente, a

orientar, assessorar e acompanhar as cooperativas no desenvolvimento e aprimoramento da qualidade

da gestão.

Dessa forma, o plano de Trabalho da unidade nacional para o exercício 2012, construído em

atendimento à classificação funcional-programática, pautou-se pelas áreas de resultados e pelos

objetivos estratégicos contemplados no Plano Estratégico Sescoop 2010-2013. Essa construção

unificou a linguagem entre o orçamento entregue ao Ministério do Trabalho e Emprego, áreas de

resultado e objetivos estratégicos definidos pela instituição.

Os programas estão divididos em três grandes áreas de resultado, quais sejam: Cultura da

Cooperação; Profissionalização e Sustentabilidade e Qualidade de Vida. Detalharemos a seguir os

programas e as ações por projetos e atividades.

Programa: 5100 – Cultura da Cooperação

Este programa tem como objetivo promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os

princípios e os valores do cooperativismo. A ação vinculada a este programa é:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

5101

Promover a cultura da cooperação e disseminação da

doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo 809.695,00 631.299,88 77,97

em todo o Brasil.

Total 809.695,00 631.299,88 77,97

Ação: 5101 – Promover a cultura da cooperação e disseminação da doutrina,

dos princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil

O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos pilares,

representados aqui pela doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo. É preciso garantir que todos

os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da cooperativa. Por outro lado,

não basta uma ação no âmbito do sistema cooperativista. O adequado suporte ao cooperativismo requer

maior aproximação com a sociedade. Muitas vezes, a população não sabe distinguir o cooperativismo

dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais

formas de produção. Sendo assim, faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores

do cooperativismo em todo o Brasil como elementos integradores de uma organização social competitiva,

mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados.

Para o desenvolvimento do programa, foi prevista a ação 5101, concorrendo, prioritariamente,

para o alcance do objetivo estratégico 1 do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013: “Promover a

cultura da cooperação e disseminação da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo em

todo o Brasil”. As atividades realizadas foram:

• Reestruturação do Programa Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas;

• Elaboração e Implantação da Diretriz de Promoção Social;

• Reestruturação do Programa Cooperjovem.

• Projeto de Reestruturação do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas

Implementado pelo Sescoop em 2008, o Programa Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas

está presente em 8 (oito) unidades estaduais: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco,

Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.


44 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Visando a atender às necessidades diversas das unidades estaduais e, ao mesmo tempo, propiciar

a identidade e o reconhecimento do Programa pelo cooperativismo brasileiro, a unidade nacional do

Sescoop, em março de 2012, constituiu um grupo de trabalho para revisar e reformular o Programa

de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas. Esse grupo foi composto pelos coordenadores

do programa nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Rio de Janeiro,

São Paulo e Santa Catarina, e representantes do Sescoop Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso

e Paraná, cujas unidades estaduais desenvolvem ações relevantes voltadas à juventude cooperativista

ou manifestaram interesse em aderir ao Programa a partir de 2012.

Dentre os referenciais adotados, destaca-se a proposição de um itinerário juvenil que

deverá congregar programas diversos e abranger faixas etárias e públicos distintos (família,

mulheres, jovens e cooperados). Para cada um deles haverá resultados específicos a serem

mensurados e avaliados.

Com a reformulação, o Programa passou a ter a seguinte orientação estratégica: “Promover a

longevidade das cooperativas, por meio do fortalecimento do quadro social e a renovação dos órgãos

sociais das cooperativas e contribuir para a profissionalização da gestão e melhoria dos processos

decisórios das cooperativas”.

O Programa passa a ter, o seguinte objetivo geral: “Promover a sustentabilidade do cooperativismo

e das cooperativas” e como objetivos específicos:

• despertar a cultura da cooperação, fortalecer a doutrina cooperativista e promover a vivência

do cooperativismo;

• promover o reconhecimento da relevância socioeconômica da Cooperativa junto aos atores

com ela envolvidos e à comunidade;

• proporcionar aos jovens experiências de impacto para o desenvolvimento humano, social e

profissional;

• identificar lideranças juvenis e desenvolver competências para a sucessão na governança ou

atuação no ambiente interno e externo vinculado à Cooperativa;

• promover a Organização do Quadro Social (OQS): envolver os jovens com o negócio da família

e da Cooperativa e encorajá-los a integrarem-se no quadro social e participarem ativamente da

vida da Cooperativa; e

• promover o comportamento empreendedor e o protagonismo juvenil cooperativista.

A ação, passou a ser chamada de Programa Juventude Cooperativista (JovemCoop), em

substituição ao Programa Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas.

Em relação à nova modelagem, foram propostos os seguintes pré-requisitos como referenciais do

Programa:

• participantes com idade entre 15 e 35 anos;

• ser cooperado, familiar de cooperado ou preencher condições para se tornar um cooperado (a

depender das especificidades de cada ramo e do estatuto da cooperativa beneficiária) e

• formação escolar: ensino médio em curso ou completo.

As principais ações realizadas em 2012 foram:

• 3 (três) reuniões com o grupo de trabalho, realizadas nos meses de março, junho e agosto de 2012;

• oficina de disseminação e validação da metodologia do Programa, realizada em setembro

de 2012, em Brasília, que teve como objetivos: construir participativamente uma identidade


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 45

para o Programa aderente e atrativa para o Sistema; contextualizar o Programa para a

Juventude Cooperativista; propiciar fundamentação sobre Organização do Quadro Social

(OQS); apresentar o Programa para a Juventude Cooperativista e a nova marca; propiciar o

conhecimento das vivências em OQS/Juventude; socializar as boas práticas de programas

com foco na juventude cooperativista desenvolvidos pelo Sistema e identificar ganhos e

desafios na implementação do Programa. Participaram 28 (vinte e oito) pessoas de várias

unidades estaduais; e

• 4° Intercâmbio do Programa de Jovens, realizado em outubro de 2012, em Brasília, sob a

coordenação da unidade nacional do Sescoop. Participaram do evento jovens (cooperados

e filhos de cooperados), empregados de cooperativas que coordenam as ações localmente,

dirigentes de cooperativas, representantes das unidades estaduais e nacional do Sescoop que

realizam a coordenação do Programa nas respectivas esferas, totalizando 95 (noventa e cinco)

pessoas. O evento teve como objetivo apresentar o Programa Juventude Cooperativista

(JovemCoop), bem como promover a troca de experiências em ações de inserção de jovens na

prática cooperativista, buscando contribuir para a sustentabilidade desses empreendimentos.

Os trabalhos seguiram os princípios do enfoque participativo com ênfase no intercâmbio

de experiências e conhecimentos, tendo como ferramentas metodológicas a visualização, a

problematização, trabalhos em grupo, sessões plenárias, documentação. Essa ação contou com

o apoio de moderadores que garantiram o foco nos objetivos dos trabalhos desenvolvidos.

Embora prevista a Formação de Multiplicadores ainda em 2012, fez-se necessária a postergação da

atividade para 2013, em decorrência da indisponibilidade de grande parte dos técnicos das unidades

estaduais em função do volume de serviços e compromissos assumidos, a previsão é de que a Formação

de Multiplicadores seja realizada em março de 2013, juntamente com um curso de Organização do

Quadro Social (OQS).

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Realizar três reuniões com o Comitê

de Sistematização para a reestruturação

do Programa.

três reuniões com o Comitê de Sistematização

do Programa realizadas.

100

Físicas

Realizar uma Formação de Multiplicadores.

Realizar uma Oficina de Disseminação

e Validação da nova metodologia

do Programa de Jovens.

Realizar o 4º Intercâmbio do Programa

de Jovens.

Ação adiada para 2013. 0

Oficina de Disseminação e Validação

da nova metodologia do Programa de

Jovens realizada.

100

4° Intercâmbio do Programa realizado. 100

Financeiras 424.838,00 382.869,02 90,12

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus.


46 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Passagens e locomoções 177.735,51

• Passagens para os membros do Comitê de Sistematização,

participantes da Oficina de Validação da nova metodologia

do Programa e de profissionais da unidade nacional

em visitas técnicas.

Diárias e hospedagens 38.115,00 • Diárias para os membros do Comitê de Sistematização e

de profissionais da unidade nacional em visitas técnicas.

Auditoria e consultoria 25.000,00

• Contratação de moderadores para a condução dos trabalhos

nas reuniões com os membros do Comitê de Sistematização;

Oficina de Validação da nova metodologia do

Programa e 4° Intercâmbio do Programa de Jovens.

Serviços especializados 16.580,00

• Contratação de palestrantes para Oficina de Validação da

nova metodologia do Programa e 4° Intercâmbio do Programa

de Jovens.

Outras despesas de viagem 832,21 • Reembolsos dos participantes nos eventos realizados.

Serviços e divulgações institucionais 124.606,30

• Contratação de empresa para fornecimento de apoio logístico

e hospedagem dos participantes da Oficina de Validação

da nova metodologia do Programa e do 4° Intercâmbio

do Programa de Jovens.

Total 382.869,02

Fonte: Sistema Zeus.

• Elaboração e implantação da Diretriz de Promoção Social

A Diretriz Nacional de Promoção Social do Sescoop será o norteador para as unidades estaduais e

tem como objetivo definir o papel da Promoção Social, o público-alvo, a abrangência e os programas

nele inseridos, visando ao alinhamento sistêmico e de conceitos.

A partir de 2012, identificou-se a necessidade de iniciar o processo de construção da Diretriz de

Promoção Social do Sescoop. Foi necessário realizar uma pesquisa de cenário, onde foram levantados

os seguintes dados: número de técnicos de Promoção Social, ações desenvolvidas por cada unidade

na área e identificação de demandas.

As ações realizadas em 2012 foram as seguintes:

• Fundamentação teórica: para este fim foi contratada uma consultoria específica para buscar

elementos conceituais e práticas exercidas nos vários ambientes organizacionais, para que os

conceitos norteadores da Diretriz estejam em sintonia com as melhores iniciativas de mercado.

• Formulação da estrutura preliminar da política: com a pesquisa conceitual foi apresentada

uma proposta de estratégia para a Diretoria, para a construção coletiva do Comitê de Nacional

de Promoção Social, que será trabalhada em 2013.

Em continuidade ao projeto, a Diretriz de Promoção Social será entregue em 2013.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Realizar pesquisa de cenários e

estrutura das unidades estaduais

Pesquisa de cenários e estrutura das

unidades estaduais realizada

Físicas

100

Realizar 14 visitas às unidades estaduais 14 visitas às unidades estaduais realizadas 100

Financeiras 0,00 0,00 0

Fonte: Gerência de Promoção Social.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 47

Não houve despesas nesta etapa do projeto porque todas as discussões sobre o assunto foram

realizadas em reuniões da atividade “Programa Qualidade de Vida”.

• Programa Cooperjovem

O Programa Cooperjovem tem por principal objetivo despertar e reforçar nos educadores, alunos

e técnicos de cooperativas a consciência sobre a cooperação, ao mesmo tempo em que mostra o

cooperativismo como uma opção de geração de trabalho e renda. Com o Cooperjovem é possível

construir um modelo diferenciado de relações entre alunos, professores, comunidade e cooperativa,

promovendo mudanças estruturais nas sociedades envolvidas.

O Programa encontra-se em execução, atualmente, em 13 unidades estaduais: Alagoas, Goiás,

Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia,

Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Em 2012, somamos mais de 72.000 alunos participantes, mais de 3.000 professores capacitados,

de 475 escolas, em 165 municípios, conforme detalhado no quadro:

Tabela 7 - Números do cooperjovem

As ações realizadas em 2012 foram planejadas a fim de garantir a identidade sistêmica do

Programa e a geração de resultados efetivos e consistentes para o Sescoop, cooperativas parceiras,

escolas, professores e alunos.

Para atingir os objetivos esperados, o plano de trabalho foi definido com a seguinte estrutura:

1) elaborar o Termo de Referência do Programa Cooperjovem;

2) reformular a metodologia de formação dos professores do Programa Cooperjovem;

3) monitorar o Programa;

4) realizar os Prêmios de Redação e do Professor Cooperjovem;

5) publicar e distribuir os trabalhos finalistas dos Prêmios Nacional de Redação e Professor

Cooperjovem dos anos de 2010 e 2011;

6) atualizar e ampliar a identidade visual do programa Cooperjovem, atualizar os três exemplares

existentes e elaborar duas novas edições da revista A Turma da Cooperação.


48 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

• Principais atividades desenvolvidas

Em 2012, para atendimento das ações 1, 2 e 3, foram realizadas visitas técnicas com o objetivo

de mapear as atividades desenvolvidas pelas unidades estaduais que participam do programa,

identificando cenários, ações e boas práticas, buscando na base as reais necessidades das escolas, dos

professores, das cooperativas parceiras e das próprias unidades estaduais.

A primeira reunião com os coordenadores do Programa aconteceu em setembro, com a presença de

20 representantes das 15 unidades estaduais participantes do Programa. Nessa reunião, apresentou-se

o cenário atual do Cooperjovem. Este trabalho, resultante do mapeamento das atividades das unidades

estaduais, demonstrou a existência de disparidade entre os processos de formação de professores e

a inexistência de uniformidade de conteúdos e cargas horárias necessárias para ao atendimento da

qualidade esperada pelo Programa. Os principais resultados desse encontro foram:

• Definição das futuras ações para o processo de reformulação do Programa;

• Redefinição do Comitê Técnico; e

• Construção do Termo de Referência.

Na 1ª reunião do Comitê Técnico do Cooperjovem, realizada em outubro, foram identificados os fatores

de risco e de sucesso do Programa, bem como a sua atratividade para as unidades estaduais, cooperativas,

Secretarias de Educação e Escolas. Em consequência dessa reunião foram realizadas as seguintes atualizações:

• ampliação do público-alvo;

• adequações dos objetivos do Programa;

• redefinição das atribuições mínimas de cada uma das partes envolvidas na implantação e no

desenvolvimento do Programa.

Na 2ª reunião do Comitê, realizada em novembro, na sede do Sescoop/SP, foram revistas todas as

etapas de execução do Programa, desde a preparação para implantação e execução, até a definição dos

indicadores de medição. Nessa reunião foi estipulado o padrão mínimo necessário para a garantia da

uniformidade de atividades executadas pelo País.

O cronograma de trabalho do Comitê prevê o término das atividades em 2013, quando as unidades

estaduais serão capacitadas para a nova modelagem de desenvolvimento do Programa.

• Premiações realizadas no Programa Cooperjovem

Em 2012, foi realizado o 4º Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem

2012. O tema eleito foi: “Cooperativas constroem um mundo melhor”, em comemoração ao Ano

Internacional das Cooperativas. Ao todo, foram produzidas 17.965 redações; destas, 52 foram

enviadas à etapa final (28 na Categoria 1, para alunos de 4º e 5º anos, e, 24 redações na categoria

2, para alunos de 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental).

Foram vencedores na Categoria I, de alunos matriculados no 4º e 5º anos do Ensino Fundamental,

crianças dos estados da Paraíba, de Goiás e de Santa Catarina – 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente;

na Categoria II, foram vencedores alunos matriculados no 6º e 9º anos do Ensino Fundamental dos

estados do Piauí, do Tocantins e de Santa Catarina, também – 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente.

Como forma de premiar os professores participantes do Programa, foi lançado o Prêmio Professor

Cooperjovem 2012. Essa ação contou com a inscrição de 352 projetos nas unidades estaduais, dos quais

19 chegaram até a etapa final.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 49

Como forma de reforçar a importância dos trabalhos realizados por alunos e professores participantes

do Cooperjovem, os três melhores colocados em cada categoria de avaliação foram contemplados

com uma viagem de intercâmbio para a Capital Nacional do Cooperativismo – Nova Petrópolis/RS.

A viagem de premiação proporcionou uma experiência enriquecedora aos participantes, que tiveram

a oportunidade de vivenciar a história do Cooperativismo no Brasil.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física

Monitorar o Programa

(nove viagens previstas e atendimentos

sob demanda).

Realizar os Prêmios de Redação e

do Professor Cooperjovem.

Publicar e distribuir os trabalhos finalistas

dos Prêmios de Redação e Professor

Cooperjovem, anos de 2010 e 2011.

Atualizar e ampliar a identidade visual

do Programa Cooperjovem, atualizar

os três exemplares existentes e

elaborar duas novas edições da revista

A Turma da Cooperação.

Nove viagens realizadas e atendimentos

concluídos.

Prêmio Cooperjovem – Redação e

Professor realizados.

Trabalhos dos finalistas dos Prêmios

de Redação Cooperjovem,

anos de 2010 e 2011 produzidos.

Não realizado. 0

Financeiras 384.847,00 248.430,86 64,55*

Fonte: Gerência de Promoção Social e Sistema Zeus.

* As ações 5 e 6, devido à necessidade de maior revisão no material a ser desenvolvido, foram

reprogramadas para 2013, sendo este o motivo da execução parcial dos recursos disponibilizados.

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

• Passagens para participação dos coordenadores estaduais

Passagens e locomoções 126.350,73

no Encontro Cooperjovem, nas reuniões do Comitê Técnico

do Programa e visitas a cooperativas educacionais e

participação dos técnicos da unidade nacional no Programa

Cooperjovem nas unidades estaduais.

• Diárias para participação dos coordenadores estaduais

Diárias e hospedagens 76.484,00

no Encontro Cooperjovem, nas reuniões do Comitê

Técnico do Programa e visitas a cooperativas educacionais

e participação dos técnicos da unidade nacional no

Programa Cooperjovem nas unidades estaduais.

• Reembolso de deslocamento interurbano durante viagem

Outras despesas de viagem 230,13

para participação em formação de professores do programa

Cooperjovem no interior de Pernambuco (Pesqueira) e

reembolso de consulta médica para participante durante a

viagem de premiação do Prêmio Redação Cooperjovem.

Premiações 2.600,00

• Despesa referente à aquisição de troféus para premiação aos

vencedores dos prêmios Professor e Redação Cooperjovem.

Serviços e divulgações institucionais 28.516,00

• Despesa referente à aquisição de materiais de divulgação

dos Prêmios e publicações do Programa Cooperjovem.

• Pagamento para empresa de consultoria para contratação

Auditoria e consultoria 14.250,00

de moderador para realizar reuniões de comitê do

Programa Cooperjovem.

Total 248.430,86

Fonte: Sistema Zeus.

100

100

50


50 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Programa: 5200 – Profissionalização e Sustentabilidade

Este programa tem como objetivo melhorar a gestão e a governança das cooperativas. As ações

vinculadas a esse programa são:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

5201

Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão

cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, 3.168.824,00 1.100.517,29 34,73

com foco na eficiência e na competitividade.

5202

Contribuir para viabilizar soluções para as principais

demandas das cooperativas na formação profissional.

263.203,00 233.943,31 88,88

5203

Promover a adoção de boas práticas de governança e

gestão nas cooperativas.

716.880,00 442.280,25 61,70

5204

Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade

das cooperativas.

2.369.447,00 2.085.835,42 88,03

Total 6.518.354,00 3.862.576,27 59,26

Ação: 5201 – Ampliar o acesso das cooperativas à formação e à gestão cooperativista, alinhadas

às suas reais necessidades, com foco na eficiência e competitividade

Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central

para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista direciona-se para a

preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de lideranças

cooperativistas. Difere das abordagens empresariais na medida em que se alinha à doutrina, aos

princípios e aos valores do cooperativismo.

Para o desenvolvimento do programa foi prevista a ação 5201, concorrendo prioritariamente para

o alcance do objetivo estratégico 2 do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013: “Ampliar o acesso

das cooperativas, alinhadas as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade”.

As principais atividades realizadas foram:

• Programa Aprendiz Cooperativo;

• Programa de Educação do Crédito Cooperativo (Educred);

• Programa Nacional de Educação do Ramo Saúde (Educsaúde);

• Educação à Distância

• Programa Aprendiz Cooperativo

A partir da Lei nº 10.097/2000, também chamada “Lei do Aprendiz”, que no seu artigo 429

determina que os estabelecimentos de qualquer natureza, incluindo as cooperativas, são obrigados a

empregar e matricular aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, o Sescoop

vislumbrou a oportunidade de preparar jovens para o mercado de trabalho, em particular, dentro de

cooperativas, de forma consistente e diferenciada.

Assim, o Programa Aprendiz Cooperativo foi lançado pelo Sescoop em 2011, com o objetivo

de proporcionar formação técnico-profissional metódica, com conteúdos teóricos de qualidade,

alinhados com a prática do trabalho e alicerçados nos preceitos da doutrina cooperativista, na ética e

na cidadania, e está assim estruturado:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 51

Gráfico 3 – Conteúdos do aprendiz cooperativo


52 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Em 2012 foram intensificadas as atividades de divulgação, esclarecimento, sensibilização e formação

de técnicos e multiplicadores nas unidades estaduais para as quais destacamos algumas ações:

1. Atendimento às demandas das unidades estaduais do Sescoop (AL, CE, MT, PA, PB, PE, RJ e

SE) para apoio à implantação do Programa Aprendiz Cooperativo nas capitais desses estados,

com destaque para as seguintes ações:

• Elaboração de plano de ação, com distribuição de responsabilidades entre unidade nacional,

unidades estaduais e cooperativas para viabilização da execução e gestão do Programa;

• Orientações relevantes para a negociação, implantação, operacionalização e gestão do

Programa pelas unidades estaduais; e

• Formação de instrutores para realização das aulas.

2. Realização da Oficina de Formação de Multiplicadores: a Oficina foi organizada de forma

a promover o III Encontro de Coordenadores da Aprendizagem, das unidades estaduais

responsáveis pelo Programa Aprendiz Cooperativo e a realizar a I Formação de Instrutores

para o Programa. A Oficina contou com a presença de 56 (cinquenta e seis) participantes

oriundos de 24 (vinte e quatro) estados.

Outras atividades realizadas foram:

• Transposição do material didático para livro falado, visando a favorecer a educação inclusiva;

• Disponibilização de materiais eletrônicos de divulgação do Programa para as unidades estaduais

e cooperativas:

Como resultado, ressaltamos a ampliação da aprendizagem no Sescoop, confirmada pelo número

de unidades ofertando programas de aprendizagem. Até 2011, sete unidades estaduais ofertavam os

cursos; em 2012 contabilizaram-se dez (AL, DF, MS, MT, PA, PR, RN, RS, SC e SP), representando

um acréscimo de 42%.

Quanto ao número de aprendizes atendidos, nos últimos três anos, a evolução deu-se com os

seguintes números:

• Em 2010: atendimento a 2.162 aprendizes;

• Em 2011: atendimento a 3.095 aprendizes, sendo a evolução de 43,15%; e

• Em 2012: atendimento a 3.926 aprendizes, com evolução de 26,84%.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 53

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas

Desenvolver e elaborar Manual de Gestão

do Programa Aprendiz Cooperativo.

Realizar reunião do Comitê de Sistematização

e Aprendizagem.

Realizar ação de suporte à implantação

do Programa em seis unidades estaduais,

por meio de visitas técnicas..

Realizar processo licitatório para impressão

de apostilas.

Realizar processo licitatório para diagramação

do material didático.

Realizar processo licitatório para contratação

de serviço de transposição de

apostila para audiobook.

Validar proposta de campanha

de divulgação.

Realizar oficina de formação de instrutores.

Manual de Gestão do Programa

Aprendiz Cooperativo desenvolvido.

100

Reuniões realizadas. 100

Visitas técnicas em oito unidades

estaduais realizadas.

Processo licitatório realizado.

Entrega do produto em 2013.

133

90

Processo licitatório realizado. 100

Processo licitatório realizado.

Entrega do produto em 2013.

90

Campanha validada e realizada. 100

Oficina realizada. 100

Financeiras 420.106,00 289.390,00 68,88*

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus.

* A utilização parcial dos recursos decorreu dos seguintes fatores:

• O contrato de transposição do material didático para livro falado foi celebrado em 2012, com

pagamento postergado para 2013;

• O contrato de impressão do material didático foi celebrado em 2012 com pagamento postergado

para 2013;

• Parte do pagamento do contrato de diagramação será pago após a elaboração do material

didático de Cooperativismo e Organização do Quadro Social, cujo desenvolvimento de conteúdo

acontecerá em 2013;

• A utilização de recursos para a realização de seis visitas técnicas em unidades estaduais foi

otimizada com a realização de uma reunião conjunta em Pernambuco com a presença de

representantes de – seis estados interessados na implantação do programa (AL, CE, MT, PB,

PE e SE);

• A Oficina de Formação de Multiplicadores foi realizada nas dependências da OCB, sem custos

para o projeto. Inicialmente, a previsão era contratar um espaço de realização de eventos de

educação, inclusive com locação de equipamentos e serviços de apoio e

• A agenda das reuniões do Comitê de Sistematização da Aprendizagem foi reformulada de forma

a viabilizar a presença dos seus membros em dias imediatamente anterior à Oficina de Formação

de Multiplicadores e à reunião extraordinária do Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional,

das quais eles participariam, reduzindo os custos com deslocamentos e hospedagens de sete

representantes de unidades estaduais.


54 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 96.854,42

Diárias e hospedagens 68.598,00

Outras despesas de viagem 11.001,00

Serviços e divulgações

institucionais

112.936,20

Total 289.390,00

• Passagens para membros do Comitê em reuniões de Sistematização

de Aprendizagem;

• Passagens para membros da unidade nacional em reuniões

de Fóruns Nacional e Estaduais de Aprendizagem;

• Locomoção dos participantes da reunião de apoio sistemático

às unidades estaduais, realizada em Pernambuco;

• Locomoção para apoio na implantação do Programa nas

unidades estaduais de Alagoas, Pará e Rio de Janeiro;

• Locomoção dos participantes do III Encontro de Coordenadores

da Aprendizagem e I Formação de Instrutores do

Programa Aprendiz Cooperativo.

• Diárias para membros do Comitê em reuniões de Sistematização

de Aprendizagem;

• Diárias para membros da unidade nacional em reuniões de

Fóruns Nacional e Estaduais de Aprendizagem;

• Locomoção dos participantes da reunião de apoio sistemático

às unidades estaduais, realizada em Pernambuco;

• Locomoção para apoio na implantação do Programa nas

unidades estaduais de Alagoas, Pará e Rio de Janeiro;

• Locomoção dos participantes do III Encontro de Coordenadores

da Aprendizagem e I Formação de Instrutores do

Programa Aprendiz Cooperativo.

• Reembolso de despesas dos participantes da I Formação de

Instrutores do Programa Aprendiz Cooperativo.

• Contratação de empresa em serviços realizados para diagramação

do material dos alunos, professores e normativos do

programa para as unidades estaduais.

Fonte: Sistema Zeus.

• Programa de Educação do Crédito Cooperativo (Educred)

Motivada pela expectativa do Banco Central do Brasil em relação ao desenvolvimento do sistema

de crédito cooperativo brasileiro por meio da qualificação dos dirigentes, gestores e empregados

das cooperativas desse ramo, a unidade nacional do Sescoop iniciou, em 2010, o desenvolvimento

do Programa de Educação do Crédito Cooperativo (Educred), com a colaboração do Comitê de

Educação do Ramo Crédito (Cerc).

O Cerc, de caráter consultivo, é composto por representantes das unidades nacional e estaduais

do Sescoop, Gerência de Crédito Cooperativo da OCB, representantes das confederações de crédito

cooperativo – Sicoob, Sicredi, Unicred, Confebrás e Cooperativa Central de Crédito Urbano (Cecred/

Santa Catarina) e tem por finalidade garantir o alinhamento do Programa às necessidades reais e às

expectativas do seu público-alvo.

O Programa Educred é composto pelo curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito

(Formacred) e pelo curso de Qualificação de Empregados de Cooperativas de Crédito (Qualicred).


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 55

• Curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred)

• Objetivo: contribuir para o aprimoramento da governança corporativa nas cooperativas

de crédito por meio do desenvolvimento das competências necessárias para o exercício

das atribuições formais e tácitas dos Conselheiros de Administração e Fiscal dentro da

cooperativa e perante aqueles a quem representa.

• Público-alvo: Conselheiros de Administração e Fiscal de Cooperativas de Crédito Brasileiras.

• Carga horária: 96 horas.

• Processo: mapeamento de necessidades e expectativas dos membros do Cerc; desenvolvimento

da diretriz nacional e aprovação pelo Conselho Especializado do Crédito Cooperativo da OCB

– Ceco; desenvolvimento dos conteúdos teóricos para formação de conselheiros; realização

de curso para turma-piloto; desenvolvimento de manual descritivo do Projeto para apoiar sua

disseminação junto às cooperativas pelas unidades estaduais; desenvolvimento de instrumento

de avaliação de aprendizagem; repasse do curso para as unidades estaduais e formação de

multiplicadores para atendimento às demandas em nível nacional.

• Curso de Qualificação de Empregados de Cooperativas de Crédito (Qualicred)

• Objetivo: contribuir para a qualificação e a profissionalização do trabalho nas cooperativas

e melhoria dos resultados de desempenho das cooperativas de crédito.

• Público-alvo: empregados de cooperativas ocupantes de nove cargos funcionais (gestor

principal, gestor administrativo, gestor de negócios, analista de crédito, controle interno,

coordenador de educação cooperativista, colaborador do atendimento, caixa operador de

negócios e tesoureiro).

• Carga horária: variável, de acordo com a ocupação funcional, a partir de 160 horas.

• Processo: mapeamento das competências-padrão das cooperativas de crédito dos diversos

sistemas, portes, regiões e tipologia; elaboração de matriz curricular, planos de cursos e

itinerários formativos que propiciem o desenvolvimento das competências mapeadas, desenvolvimento

do itinerário formativo que propicie a evolução do trabalhador dentro da própria

cooperativa, desenvolvimento dos conteúdos teóricos e práticos que garantam compreensão,

apreensão e aplicação dos conceitos no exercício das funções dentro da cooperativa e formação

de multiplicadores para atender à demanda em nível nacional.

Os cursos Formacred e Qualicred, após testados na modalidade presencial e realizados os ajustes

necessários, serão oferecidos nas modalidades presencial e à distância. Também está prevista a

transposição dos cursos para audiobook e libras, no caso da oferta por meio da educação à distância,

garantindo acessibilidade aos deficientes visuais e auditivos.

O processo de desenvolvimento dos 2 (dois) cursos foi planejado da seguinte maneira:


56 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

FORMACRED

2010 • Elaborar e aprovar a Diretriz Nacional da Educação para o ramo crédito e escopo do curso Formacred.

2011 • Desenvolver conteúdo, material didático e metodologia de aprendizagem do Curso Formacred.

2012

2013

QUALICRED

• Realizar uma turma-piloto do Curso Formacred, com a participação de conselheiros de cooperativas

dos diversos sistemas de crédito cooperativo e dos 26 estados, mais Distrito Federal e

• Realizar repasse metodológico do Formacred e formação de multiplicadores (ação adiada para 2013).

• Realizar repasse metodológico do Formacred e formação de multiplicadores;

• Realizar encontro de avaliação qualitativa com os participantes da turma-piloto do curso Formacred e

• Realizar módulo complementar para os participantes da turma-piloto nas temáticas de Gestão e Governança

Corporativa, para os Conselheiros de Administração, e de Controles Internos e Auditoria

para os Conselheiros Fiscais.

2012

2013

2014

• Realizar processo licitatório para a prestação de serviços de mapeamento de competências organizacionais

e profissionais, construção de itinerários formativos e de elaboração e descrição de procedimento

para implantação de Sistema de Avaliação Educacional do Curso Qualicred – em andamento

– Realizados os Produtos 1, 2 e 3 (Catálogo das Competências Organizacionais, Catálogo das Competências

Profissionais e Catálogo dos itinerários formativos das competências profissionais);

• Realizar visitas técnicas em 11 cooperativas singulares e na Confederação Sicredi para o mapeamento

das competências organizacionais e profissionais e

• Contratar o desenvolvimento de conteúdos e metodologia do Curso Qualificação de empregados de

cooperativas de crédito (Qualicred) – adiado para 2013.

• Acompanhar o desenvolvimento e validação do documento descritivo das matrizes curriculares, dos

planos de cursos e da descrição dos procedimentos para implantação do processo de avaliação, contratados

em 2012;

• Realizar duas reuniões com o Comitê Técnico de Crédito do Sescoop (Cerc) para discussão e validação

dos Produtos do Curso Qualicred e

• Realizar processo licitatório para o desenvolvimento de conteúdos e metodologia do Curso Qualicred.

• Realizar turma piloto do Qualicred e

• Realizar repasse metodológico do Qualicred.

As atividades previstas e realizadas em 2012 foram:

• Nos meses de janeiro e fevereiro, o Cerc e a empresa contratada analisaram e validaram os

materiais didáticos do curso Formacred.

• No período de maio a novembro de 2012, foi realizada turma-piloto do Curso Formacred.

Inscreveram-se nesse curso 41 Conselheiros de cooperativas de crédito, indicados pelas

unidades estaduais e 2 (dois) representantes do Cerc.

O curso contabilizou a evasão de três alunos (6,9%). De acordo com as avaliações de reação

aplicadas após o término de cada um dos módulos (Comportamental, Organizacional e Legal), podese

dizer que o curso teve um índice de satisfação médio de 92,8%, considerando a totalização das

notas 9 e 10.

Em relação ao curso Qualicred, foram desenvolvidos os três produtos: Catálogo das Competências

Organizacionais; Catálogo das Competências Profissionais e o Catálogo dos Itinerários Formativos

das Competências Profissionais.

Os demais produtos não foram realizados pelas dificuldades encontradas pela empresa contratada

de agendar as visitas técnicas nas cooperativas participantes, ação essencial para suportar o

desenvolvimento dos produtos subsequentes, sendo postergada a entrega para maio/2013.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 57

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Duas reuniões de trabalho com

consultores e Cerc.

Validação do material instrucional,

das orientações metodológicas e

da aplicação metodológica da turma-piloto

do Formacred.

Duas reuniões de trabalho com os

consultores e o Cerc realizadas.

Material instrucional, orientações

metodológicas e aplicação metodológica

da turma-piloto do Formacred

validados pela turma-piloto.

100

100

Físicas

Realização dos módulos do curso

Formacred (turma-piloto).

Turma-piloto realizada. 100

Mapeamento das competências

organizacionais e profissionais de

empregados de cooperativas.

Mapeamento das competências organizacionais

e profissionais de empregados

de cooperativas realizado

por 11 visitas técnicas.

Desenvolvimento dos itinerários

formativos.

Itinerários formativos desenvolvidos. 100

Financeiras 1.103.992,00 782.303,45 70,86

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus.

100

As atividades previstas e não realizadas em 2012 foram:

• O repasse metodológico do Formacred e a formação de multiplicadores – pela necessidade de

contratação de empresa para diagramar e imprimir o material de apoio;

• Contratação de empresa para desenvolver os conteúdos e a metodologia do Curso Qualicred

em decorrência do atraso no desenvolvimento dos produtos da etapa anterior.

Tais fatores contribuíram para a não execução total dos recursos disponibilizados.

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 301.169,41

Diárias e hospedagens 30.788,32

Outras despesas de viagem 35.565,23

Serviços e divulgações institucionais

231.712,40

Auditoria e consultoria 172.880,00

Outros serviços 10.188,09

Total 782.303,45

• Passagens para os membros do Cerce consultores para participação

de reunião de trabalho; para os Conselheiros para participação na

turma piloto e para os consultores e analistas nas visitas técnicas.

• Diárias para os membros do Cerc e consultores para participação

em reunião de trabalho; hospedagens dos Conselheiros que participaram

da turma-piloto e analistas nas visitas técnicas.

• Reembolso aos membros do Cerc e consultores para participação

em reunião de trabalho; hospedagens dos Conselheiros que participaram

da turma-piloto e analistas nas visitas técnicas.

• Contratação de empresa de eventos para a realização do evento

Formacred.

• Contratação de consultoria referente aos serviços realizados –

Cursos Formacred e Qualicred.

• Pagamento dos serviços prestados pela empresa para reprodução

do material didático (apostilas) da turma-piloto do Formacred.

Fonte: Sistema Zeus.


58 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

• Programa Nacional de Educação do Ramo Saúde (Educsaúde)

O desenvolvimento do Programa Nacional de Educação do Ramo Saúde atende às expectativas

de formação dos dirigentes e empregados das cooperativas com foco no aumento da sua eficiência e

competitividade no mercado. O EducSaúde visa a contribuir para a profissionalização e a melhoria da

qualidade dos serviços prestados pelas cooperativas do ramo saúde como meios para o alcance de altos

níveis de excelência. Consequentemente, espera-se que esses empreendimentos sejam reconhecidos

pela promoção do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida e bem-estar dos cooperados,

colaboradores, clientes e comunidade.

Para isso, constituiu-se o Comitê Educacional do Ramo Saúde composto por membros da unidade

nacional do Sescoop, representantes das cinco regiões geográficas do País, Unimed Brasil, Fundação

Unimed, Uniodonto-Manaus, Uniodonto do Brasil, Central Nacional das Cooperativas Odontológicas,

Federação Estadual das Cooperativas Médicas de Santa Catarina (Fecomed), Cooperativa de Psicologia

(Unipsico), Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom) e Confederação Brasileira das

Cooperativas Médicas (Confemed), além de representantes das unidades estaduais do Sescoop/SP,

Sescoop/ES e Sescoop/MT, tendo por finalidades o alinhamento da demanda e a construção conjunta

do Programa Nacional de Educação do Ramo Saúde.

O Comitê buscou em primeiro lugar identificar os fundamentos para elaboração de uma diretriz que

traduza as demandas apresentadas em relação aos aspectos que minimizam riscos de sustentabilidade

do negócio, altos custos assistenciais, modelo de remuneração e valorização dos cooperados, educação

voltada à profissionalização das cooperativas de saúde e à mudança de paradigmas em relação à

prevenção de doenças e promoção da saúde, dentre outros.

Para atender a essas e a outras demandas do ramo com uniformidade, o Comitê, elaborou a Diretriz

Nacional de Educação para Cooperativas do Ramo Saúde, que se sustenta em duas linhas norteadoras:

• O reconhecimento das cooperativas de saúde pela sua excelência, profissionalização e qualidade

dos serviços e

• Que as cooperativas de saúde alcancem um desenvolvimento sustentável, e sejam

reconhecidas como promotoras de qualidade de vida e bem-estar aos cooperados,

colaboradores, clientes e comunidade

Fundamentado nessa Diretriz, o Sescoop deverá desenvolver o Programa Nacional de Educação

do Ramo Saúde (EducSaúde), tornando-se norteador para outras ações de formação e qualificação

profissional e educação cooperativista a ser adotado pelo Sescoop. Dessa forma, busca-se a uniformização

da abordagem educacional para as cooperativas da saúde e o alinhamento das ações de formação e de

qualificação profissional ao processo de desenvolvimento dessas cooperativas em âmbito nacional. Ao

concluir a elaboração da Diretriz, cumpriram-se 50% da meta física do Plano de Trabalho 2012.

A Diretriz, cuja elaboração foi concluída em novembro, apontou para a necessidade de readequação

das atividades anteriormente previstas, de forma a garantir a aderência às reais necessidades apresentadas.

Devido às adequações no projeto não foi realizada a ação de desenvolvimento de conteúdo e

metodologia do curso para Conselheiros de Administração e Fiscal, tendo sido levantadas outras

prioridades das cooperativas em relação à formação profissional.

Dessa forma, em fevereiro de 2013, acontecerá a primeira reunião do Comitê Educacional do

Ramo Saúde para o desenvolvimento da metodologia, elaboração da grade curricular e os conteúdos

do Programa Nacional de Educação para o Ramo Saúde (EducSaúde).


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 59

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas

Desenvolver conteúdo didático e de apoio metodológico

do curso de formação de Conselheiros de Administração

e Fiscal do ramo saúde (FormaSaúde).

Desenvolver e implantar a Diretriz Nacional de

Educação do Ramo Saúde.

Solicitação de readequação

da proposta.

Diretriz elaborada. 100

Financeiras 25.476,00 25.475,56 99,99

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus.

0

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 14.303,56 • Passagens para os membros do Comitê em reuniões.

Diárias e hospedagens 11.172,00 • Diárias para os membros do Comitê em reuniões.

Total 25.475,56

Fonte: Sistema Zeus

• Educação à Distância

Em 2010, foi realizado um diagnóstico de demandas e oportunidades junto às unidades estaduais

do Sescoop, por meio do qual foi identificada, dentre outras iniciativas, a necessidade do sistema

de ofertar para os empregados e cooperados de cooperativas, programas de formação profissional

e educação cooperativista na modalidade a distância. À época, dos 22 estados que não possuem

iniciativas dessa natureza, 17 manifestaram interesse e desejo de receber apoio da unidade nacional

para o desenvolvimento de ações dessa natureza.

A dispersão das quase 7 mil cooperativas pelos 26 estados da Federação e Distrito Federal apresentase

como determinante para que a unidade nacional desencadeie um processo de disseminação e

implantação de um Projeto de EaD unificado para o Sistema Cooperativista.

Reconhecendo que essa é a solução para viabilizar o atendimento à crescente demanda por

formação profissional, superando questões como as distâncias físicas e as dificuldades de aplicação

de metodologia própria e unificada em nível nacional para oferecimento de cursos presenciais, ao

oferecer conteúdos próprios e especializados na área do cooperativismo, na modalidade à distância

em todas as dimensões do negócio, o Sescoop proporcionará às cooperativas possibilidades de

aperfeiçoamento da gestão do negócio e consequente prosperidade do movimento cooperativista, no

que tange ao seu desenvolvimento social e econômico.

Assim, deu-se início, em 2011, à elaboração da proposta de Projeto de Educação à Distância do

Sescoop, a qual foi aprovada pelo Conselho Nacional em julho daquele mesmo ano e deliberado o seu

desenvolvimento ao longo do ano de 2012.

Em janeiro de 2012, instituiu-se o Comitê de Educação à Distância, composto de representantes

de unidades estaduais e nacional do Sescoop, com o objetivo de estabelecer o plano de

ação e estratégias de atuação do Sistema em relação à oferta de programas de formação na

modalidade a distância.

Dada a complexidade e o alto custo de manutenção de estrutura operacional própria de educação

a distância, optou-se pela contratação do desenvolvimento e customização da plataforma de EaD e

do Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem, bem como dos serviços especializados inerentes à

transposição de conteúdos para a linguagem de cursos pela internet, suporte tecnológico ao uso da

ferramenta, controles de acessos e outros, ficando sob a responsabilidade do Sescoop o desenvolvimento

e a gestão daquelas atividades diretamente vinculadas ao seu negócio.


60 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Fundamentando-se nas definições do Comitê de EaD, deu-se início ao processo de consultas de

mercado, elaboração de termo de referência e publicação, em 17 de abril de 2012, do Edital de

Licitação da Concorrência 001/2012.

Após a realização e divulgação dos resultados referentes à análise das propostas técnicas apresentadas

pelas licitantes, e baseado na matéria disposta no “Julgamento de Recursos e Contrarrazões”, datada

de 9 de outubro de 2012, e nos termos do artigo 57 do Regulamento de Licitações e Contratos do

Sescoop, foi deliberado o cancelamento da licitação, visando proceder à análise e à correção de vícios

que resultaram na impossibilidade do julgamento objetivo pela Comissão de Licitação.

Dada a deliberação ter ocorrido em data próxima ao encerramento do exercício, definiu-se que o

processo licitatório será retomado em 2013.

Principais atividades desenvolvidas:

• Institucionalização do Comitê Técnico de Educação a Distância do Sescoop, por meio da

Portaria n° 050/2011 e

• 1ª Reunião do Comitê Técnico de Educação a Distância do Sescoop, realizada nos dias 26 e

27/01/2012.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Realizar três reuniões do Comitê

de EaD.

Realização de uma reunião do Comitê

de EaD.

33

Físicas

Elaborar Diretriz Nacional. Não realizado. 0

Disponibilizar plataforma e operacionalizar

cursos na modalidade em EaD.

Não realizado. 0

Conceber cursos EaD. Não realizado. 0

Lançar Programa EaD. Não realizado. 0

Financeiras 1.619.250,00 3.348,28 0,20*

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus

* A não utilização dos recursos e atividades previstas para 2012 e não realizadas, decorreu do cancelamento

do processo licitatório, o qual é imprescindível para viabilizar o desenvolvimento, implantação e execução

do Programa de EaD, com exceção de uma das duas reuniões de Comitê de EaD previstas, todas as demais

ações previstas para 2012 foram adiadas para 2013

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 1.686,28

• Passagens para participação dos membros do Comitê

na 1ª Reunião do Comitê de EaD.

Diárias e hospedagens 1.480,00

• Diárias para participação dos membros do Comitê na

1ª Reunião do Comitê de EaD.

Total 3.348,28

Fonte: Sistema Zeus (

Ação: 5202 – Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas

na formação profissional na área do cooperativismo

Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de cooperados e empregados

em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas. Tendo em vista a grande diversidade

de ramos de negócios no sistema cooperativista, dispersos em todo o País, não é possível ou adequado que

o Sescoop desenvolva programas de formação profissional para todas as necessidades das cooperativas.

Para o desenvolvimento desta ação, o Sescoop desenvolveu em 2012 a seguinte atividade:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 61

Fomento a Estudos e Pesquisas

O projeto de Fomento a Estudos e Pesquisas tem como objetivo incentivar a produção de

conhecimentos sobre o cooperativismo e de estudos e pesquisas sobre cenários, tendências e boas

práticas de gestão cooperativista. Em 2012, as principais realizações foram:

• Disseminação da importância da realização de estudos e pesquisas sobre o cooperativismo:

Havia a previsão de três visitas técnicas em instituições de ensino superior, no entanto, foi realizada

apenas uma visita técnica. As demais foram replanejadas para 2013, quando buscaremos outras

instituições empenhadas na inclusão do cooperativismo em suas linhas de pesquisa, visando ao aumento

no número de trabalhos inscritos no III Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo,

previsto para 2014.

• Mobilização do núcleo gestor da Rede Brasileira de Pesquisadores em Cooperativismo (RBPC):

Foram realizadas cinco reuniões com a RBPC para:

• Elaboração participativa da proposta da programação do II EBPC para posterior apreciação

pelo Conselho do Observatório e instituição do Comitê Científico do Encontro formado

pelos pesquisadores do Núcleo Gestor da Rede;

• Distribuição dos trabalhos inscritos no II EBPC entre os membros do Comitê Científico e

finalização da proposta da programação do evento;

• Pontuação e classificação dos trabalhos analisados pelo Comitê Científico, proposição dos

critérios para premiação de trabalhos e escolha da universidade que coordenará a RBPC no

biênio 2012-2014, e

• Proposição de temática do III EBPC, previsto para 2014, e início da preparação de chamadas

de trabalho, realizada durante o II EBPC.

• Realização do I Prêmio Sescoop de Estudos e Pesquisas em Cooperativismo:

O Prêmio Sescoop de Pesquisa em Cooperativismo, premiou um trabalho de cada uma das

categorias: trabalhos científicos de pesquisador-doutor, teses ou dissertações de pós-graduando

(doutorando ou mestrando), trabalhos de conclusão de curso de graduando ou casos apresentados por

profissionais ligados ao cooperativismo.

Para a análise e a seleção de trabalhos para premiação foram constituídos comitês científico e

técnico. O comitê científico foi formado por professores-pesquisadores oriundos de nove universidades

públicas e privadas de oito estados brasileiros e o comitê técnico foi formado por dirigentes de três

unidades estaduais: OCB/Sescoop-CE, Sistema Fecoopar/Ocepar/Sescoop-PR e OCB/Sescoop-AM).

A premiação ocorreu durante o II EBPC.

• Realização do II Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (II EBPC):

O II EBPC contou com a inscrição de 83 trabalhos desenvolvidos por professores/pesquisadores,

doutorandos, mestrandos e graduandos de diversas áreas de conhecimento, além de profissionais

do Sistema Cooperativista Brasileiro, apresentando 102% de aumento na participação em relação à

primeira edição.


62 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

a) Metas físicas e financeiras

Físicas

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Realizar três atividades com universidades

ou centros de pesquisas

para disseminar a importância da

realização de estudos e pesquisas

sobre o cooperativismo.

Mobilizar o núcleo gestor da Rede

Brasileira de Pesquisadores em Cooperativismo.

Realizar o I Prêmio Sescoop de Estudos

e Pesquisas em Cooperativismo.

Realizar o Segundo Encontro Brasileiro

de Pesquisadores do Cooperativismo

(II EBPC).

Foi promovida a participação de

presidente de uma cooperativa agropecuária

no Seminário da Sociedade

Brasileira de Economia, Administração

e Sociologia Rural (Sober), onde

foram apresentados trabalhos científicos

de interesse desse ramo.

Realização de cinco reuniões:

• Elaboração da programação do

II EBPC;

• Distribuição dos trabalhos inscritos

no II EBPC para avaliação;

• Pontuação e classificação dos

trabalhos analisados;

• Proposição dos critérios para

premiação de trabalhos;

• Escolha da universidade que

coordenará a RBPC no biênio

2012-2014, e

• Proposição de temática do III

EBPC/2014.

• Comitês científicos e técnicos

para análise e seleção de trabalhos

para premiação constituídos;

• Divulgação da premiação no portal

Brasil Cooperativo, e

• Realização da premiação durante

o II EBPC.

• Call for paper elaborado

e divulgado;

• Identidade visual do evento desenvolvida;

• Trabalhos selecionados, pontuados,

classificados e divulgados;

• Reuniões de alinhamento com o

Sescoop/RS – Escoop realizadas;

• Contratação de infraestrutura,

serviços de apoio e serviços

gráficos, e

• Divulgação dos artigos

em mídias eletrônicas.

Financeiras 263.203,00 233.943,31 88,88

Fonte: Gerência de Formação e Qualificação Profissional e Sistema Zeus.

33

100

100

100


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 63

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 69.400,21

• Passagens para os técnicos da unidade nacional e/ou membros do

Observatório e RBPC.

Diárias e hospedagens 59.197,83

• Diárias para os técnicos da unidade nacional e/ou membros do

Observatório e RBPC.

Outras despesas de viagem 11.342,82

• Reembolso de despesas de viagens para os membros do Observatório

e da RBPC.

Serviços de transporte 49,00 • Reembolso de serviços de transporte.

Outras despesas tributárias 1.090,00 • Reembolsos de despesas com vistos para viagem ao Canadá.

Material de consumo 780,00

• Confecção de camisetas personalizadas para os participantes do

II EBPC. Serviço realizado pela empresa T&D Comércio de Confecções

LTDA.

Serviços e divulgações

institucionais

72.695,00

Auxílios educacionais 17.894,91

Despesas financeiras 1.493,54

Total 233.943,31

Fonte: Sistema Zeus.

• Pagamento dos serviços prestados pela empresa de eventos quanto

à logística do II EBPC.

• Pagamento das inscrições de funcionários da unidade nacional nos

eventos: “VII Seminário Investigadores Latino-Americanos” (Chile)

e “Cúpula Internacional das cooperativas 2012” (Canadá).

• Pagamento da tarifa de emissão e despesas externas sobre o câmbio

em reais (Eventos: “VII Seminário Investigadores Latino

Americanos” – Chile e “Cúpula Internacional das cooperativas

2012” – Canadá).

Ação: 5203 – Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas

Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. As cooperativas são organizações

democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas

políticas e nas tomadas de decisão. Sendo a cooperativa uma entidade que agrega no mínimo 20

associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança

é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos

mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão.

O Sescoop contribuirá para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação

de conhecimento sobre o tema e da identificação, disseminação e incentivo à adoção de boas práticas.

Tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo.

Para o desenvolvimento do programa, foi prevista a ação 5203, concorrendo, prioritariamente, para o

alcance do objetivo estratégico 4 do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013: “Promover a adoção de

boas práticas de governança e gestão nas cooperativas”. As principais atividades realizadas foram:

• Cadastro das Cooperativas;

• Prêmio Cooperativa do Ano;

• Congresso Internacional de Bancos Populares (CIBP); e

• Prospecção de Boas Práticas – Ramo Crédito.


64 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

• Cadastro das Cooperativas

O projeto do cadastro das cooperativas visa atender à linha de ação do objetivo estratégico 5

“Estruturar cadastro consistente e ampliado (informações de gestão e governança) das cooperativas

em cada estado e é um antigo anseio do sistema cooperativista”. Almeja-se no final deste trabalho

a organização de um grande painel de informações cadastrais, econômicas, financeiras e sociais das

cooperativas brasileiras. Estes dados servirão de base para a elaboração das políticas e diretrizes de

atuação do Sistema.

Este projeto teve início em setembro de 2012 realizando atividades de especificação dos requisitos

técnicos com a equipe de tecnologia da informação da unidade nacional do Sescoop e a empresa

desenvolvedora da ferramenta. O projeto tem sua conclusão prevista para 2013.

a) Realizações por elemento de despesa

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Reunião do Comitê de Cadastro

Reunião do Comitê de Cadastro.

100

realizada.

Física

Aprovar a metodologia com a

Metodologia aprovada. 100

Diretoria.

Financeira 2.000,00 1.750,14 87,51

Fonte: Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ - Contextualização

Passagens e locomoções 574,14

• Passagens para técnicos da unidade nacional e unidades

estaduais para reuniões de alinhamento do cadastro /SAG.

Diárias e hospedagens 1.176,00

• Diárias para técnicos da unidade nacional e unidades estaduais

para reuniões de alinhamento do cadastro /SAG.

Total 1.750,14

Fonte: Sistema Zeus.

• Prêmio Cooperativa do Ano

O objetivo desta atividade é dar maior visibilidade às experiências bem-sucedidas das cooperativas

ampliando a percepção da sociedade sobre essas organizações. A iniciativa é desenvolvida em parceira com

a OCB e a Editora Globo/Revista Globo Rural e, a cada ano, supera as metas previamente estabelecidas.

A oitava edição do Prêmio Cooperativa do Ano reconheceu projetos de cooperativas das cinco

regiões brasileiras. Uma prova de que o talento cooperativista tem abrangência nacional. Em 2012,

foram premiadas 21 cooperativas que traduziram – em seus projetos – o compromisso do movimento

com os associados, com a comunidade e com o Brasil. Vindas de dez estados brasileiros, as vencedoras

desenvolveram ações estratégicas nas seguintes áreas: Atendimento, Benefício, Comunicação,

Cooperativa Cidadã, Desenvolvimento Sustentável, Fidelização e, por fim, Inovação e Tecnologia.

A premiação de 2012 ocorreu em momento muito especial para o movimento, já que comemoravase

o Ano Internacional das Cooperativas – reconhecimento dado pela Organização das Nações

Unidas (ONU) ao setor pelo papel fundamental desempenhado para a recuperação da economia dos

países afetados pela crise financeira internacional de 2009. Motivado por esse cenário tão especial, o

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo e a Organização das Cooperativas Brasileiras

reformularam a premiação e investiram na sua comunicação junto às cooperativas brasileiras. O

retorno obtido pode ser mensurado em números:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 65

• 400 pessoas presentes na cerimônia de premiação;

• 212 projetos inscritos;

• 138 cooperativas participantes;

• 20 estados brasileiros;

• 61 vencedores estaduais;

• 80 projetos reconhecidos com o selo “Referência Estadual”.

a) Realizações por elemento de despesa

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física Premiação de 21 cooperativas 21 cooperativas premiadas 100

Financeira 280.000,00 108.221.67 38,65

Fonte: Gerência de Comunicação e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ - Contextualização

Passagens e locomoções 6.935,67

• Passagens para participação em reuniões com empresas

parceiras na realização do Prêmio e para participação

em premiações regionais.

Diárias e hospedagens 1.176,00

• Diárias para participação em reuniões com empresas

parceiras na realização do Prêmio e para participação

em premiações regionais.

Premiações 6.720,00 • Despesa com confecção dos troféus para premiação.

Serviços e divulgações institucionais 81.390,00

• Contratação de empresa de divulgação e telemarketing para

sensibilização das cooperativas e produção de material de

divulgação e Revista do Prêmio Cooperativa do Ano.

Serviços especializados 10.000,00

• Contratação de músico para cerimônia de entrega do

Prêmio Cooperativa do Ano.

Encargos s/ serv. de terceiros 2.000,00 • Encargos s/ contratação de músico.

Total 108.221,67

Fonte: Sistema Zeus.

A não execução total dos valores previstos deu-se pela otimização dos recursos e pelo apoio

financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras e da Revista Globo Rural.

• Congresso Internacional de Bancos Populares (Cibp)

Desde 2010, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), na figura do Banco

Cooperativo do Brasil (Bancoob), é membro da Confederação Internacional dos Bancos Populares

(CIBP), com sede em Bruxelas, representando o Brasil.

Fundada em 1950, a CIBP é uma organização não-governamental internacional que representa

as instituições bancárias e financeiras que possuam em seu estatuto os princípios da cooperação.

Atualmente, 22 países estão ali representados, podendo-se destacar: Argentina, Áustria, Bélgica,

Brasil, Canadá, Chile, França, Alemanha, Itália, Marrocos e outros. Juntos, formam uma rede que

promove fóruns técnicos acerca de temas jurídicos, contábeis e outros assuntos relacionados ao

cooperativismo de crédito no contexto mundial.

Em 2012, foi realizada a 28ª edição do Congresso CIBP, com o propósito de debater temas

relacionados à maior eficiência na gestão de instituições financeiras cooperativas, tendo como tema

central “Que tipo de ações estratégicas devem ser implementadas para preparação ao futuro”.


66 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Reconhecendo a representatividade do evento, a atualidade dos temas e seu alinhamento ao

objetivo estratégico 4 “Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas”,

o Conselho Nacional aprovou a participação de delegação brasileira no Congresso, composta de 23

participantes do Sicoob e sete de outros sistemas cooperativistas de crédito.

A programação contou com a realização de painéis em que foram discutidos assuntos estratégicos

para o cooperativismo de crédito:

• Painel 1 – Como adaptar estratégias ao novo ambiente regulatório e as consequências para os

bancos cooperativos;

• Painel 2 – Governança Cooperativa;

• Painel 3 – Relacionamento com os cooperados;

• Painel 4 – Relacionamento com o Cliente;

• Painel 5 – Como melhorar a intercooperação entre os bancos populares.

Foi demonstrada, por meio de números, a pujança do sistema em que se observa que o cooperativismo

de crédito cresce mais rápido que outras instituições bancárias.

No que se refere ao último painel, que tratou sobre a intercooperação entre membros do CIBP, foram

levantadas sugestões de constituição de um fundo global para o desenvolvimento de cooperativas, a

construção conjunta de argumentos para mostrar as diferenças entre o empreendimento cooperativo

e os bancos convencionais e o intercâmbio de experiências para a qualificação de executivos e

verificação de boas práticas.

Merecem destaque como ponto comum entre as falas dos participantes algumas características

das cooperativas que garantem seu diferencial frente ao mercado, inclusive em momentos de crise:

resiliência, proximidade com o cliente e flexibilidade.

O tom geral das discussões levou em consideração o momento de crise por que passa a Europa

e seus impactos na economia e, consequentemente, nas cooperativas. Na contramão desse cenário

atualmente desfavorável, as falas dos representantes do Brasil no Congresso foram marcadas pelo

crescimento, e ambiente favorável à expansão.

A fim de viabilizar a participação dos 30 representantes do cooperativismo no Brasil, foram

direcionados recursos no montante de R$ 196.972,00, para custear despesas com passagens,

hospedagens e inscrições no evento, com execução de R$ 195.252,84, representando 99,13% do total.

a) Realizações por elemento de despesa

META PREVISTA REALIZADA % REALIZAÇÃO

Física 30 participantes 30 participantes 100%

Financeira 196.972,00 195.252,84 99,13

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa:

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 105.466,47 • Passagens para os participantes do Congresso.

Diárias e hospedagem 72.382,43 • Hospedagem para os participantes do Congresso.

Serviços e divulgações institucionais 1.545,60 • Emissão de seguro viagem para os participantes.

Despesas bancárias 475,98

Total 195.252,84

Fonte: Sistema Zeus

• Tarifa de câmbio para inscrições dos participantes

no Congresso.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 67

• Prospecção de boas práticas e aprendizado experiencial em cooperativismo de crédito

Neste ano em que se celebrou o Ano Internacional das Cooperativas, o cooperativismo de crédito

brasileiro completa uma história de 110 anos de existência no País. Ao longo de mais de um século, tem

oferecido e levado seus benefícios, seus valores e seus conceitos para milhares de pessoas.

Nesse aspecto, o cooperativismo de crédito pode ser visto como um mecanismo de contribuição

para equilibrar um pouco esse mercado, indo ao encontro do que se entende por um sistema mais

eficiente. Atendendo em lugares onde não se encontram outras instituições, customizando as linhas

de crédito em razão da identidade e de interesse local de seus sócios e oferecendo taxas de juros mais

compatíveis com a realidade econômica.

Com isso, esse projeto teve o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o ambiente cooperativo

de crédito nacional e internacional com vistas a estabelecer proposta de aplicação ao cooperativismo

brasileiro de boas práticas e experiências exitosas no Brasil e no Exterior.

Resultados esperados:

• 20 profissionais capacitados por meio das sete visitas técnicas realizadas (quatro no Brasil e três

no exterior) com foco nas boas práticas e experiências exitosas do cooperativismo de crédito

nacional e internacional até setembro de 2014;

• Repasse de informações pelos beneficiários do projeto para outros profissionais de suas

categorias até dezembro de 2014;

• Publicação de um livro com o registro sistematizado das boas práticas e experiências exitosas

do cooperativismo de crédito nacional e internacional prospectadas durante as visitas técnicas

realizadas no Brasil e no exterior e das possíveis propostas de normatização e replicação dessas

práticas e experiências pelas instituições do cooperativismo de crédito brasileiro publicado até

julho de 2015;

• Ampliação do conhecimento e percepção dos participantes e suas respectivas organizações

sobre a atuação, impactos e potencial das cooperativas de crédito com vistas a potencializar

ainda mais o desenvolvimento e crescimento do ramo;

• Captação e absorção de experiências exitosas e boas práticas de gestão e governança que

possam ser irradiadas para outras cooperativas servindo como referência e fomentando a

intercooperação;

• Expansão das oportunidades de ações e ganho de espaço/visibilidade junto às entidades

participantes dentro de seus planejamentos e ações conjunturais;

• Valorização das experiências práticas desempenhadas pelas cooperativas singulares enfatizando

o papel das lideranças locais, quadro de associados, cooperativas centrais e unidades estaduais;

• Aproximação das entidades participantes junto às cooperativas, elevando o grau de percepção

e reflexão sobre as suas atuações e os impactos gerados na operacionalização e na

condução das cooperativas.

O projeto tem duração de três anos e, em 2012, foram realizadas as visitas às cooperativas localizadas

no sul do Brasil.


68 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Sensibilizar parceiros e alinhar

com instituições.

Sensibilização de parceiros e alinhamento

com instituições realizados.

Físicas

Realizar sete visitas técnicas nas

instituições definidas pelo Comitê Sete visitas técnicas realizadas 100%

de Crédito.

Financeiras 237.908,00 137.055,60 57,61*

Fonte: Gerência Geral de Desenvolvimento de Cooperativas e Sistema Zeus.

* As metas físicas foram totalmente realizadas. A não utilização dos recursos financeiros deu-se pela

não contratação de empresa especializada em logística de viagens, que será realizado em 2013.

100%

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 53.022,60

Diárias e hospedagens 79.380,00

Outras despesas de viagem 4.653,00

Total 137.055,60

• Passagens para técnicos da unidade nacional e membros

participantes do projeto para viagens técnicas.

• Diárias para técnicos da unidade nacional e membros

participantes do projeto para viagens técnicas.

• Locomoção dos participantes do evento: Prospecção

de Boas Práticas e Roteiro de Aprendizado Experimental

em Cooperativismo de Crédito.

Ação: 5204 – Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas

O cooperativismo constitui-se em uma excelente alternativa para empreender negócios, gerar e

distribuir riqueza e apoiar o desenvolvimento da sociedade. Contudo, para que ele consiga alcançar

estes resultados, é fundamental que as cooperativas sejam sustentáveis, bem gerenciadas e competitivas.

As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de

incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão, devem pautar-se em metas de desempenho

e de resultados.

Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com

mecanismos de monitoramento externo, que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria,

oportunidades e boas práticas em gestão e governança.

Para o desenvolvimento do programa, foi prevista a ação 5204 – “Monitorar desempenhos e

resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas”, concorrendo prioritariamente, para o

alcance do objetivo estratégico 5 do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013. As principais atividades

realizadas foram:

• Programa de Responsabilidade Social e Sustentabilidade;

• Implantação da Diretriz de Monitoramento; e

• Metodologia e Índice de Boas Práticas de Gestão.

• Programa de Responsabilidade Social e Sustentabilidade

O objetivo deste programa é desenvolver metodologia e sistemas de gestão de indicadores,

voltados à implantação de práticas de responsabilidade social empresarial e de sustentabilidade em

cooperativas brasileiras, por meio das unidades estaduais do Sescoop.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 69

O Projeto de Sustentabilidade em Cooperativas teve seu desenvolvimento iniciado em 2010, com

a constituição de um comitê técnico formado por unidades estaduais com experiências reconhecidas

no desenvolvimento de ações de Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade e

por representantes da OCB e da Unimed do Brasil, além da Unidade Nacional do Sescoop. Esse

comitê visa construir e disseminar um conhecimento técnico especializado pertinente à temática e,

concomitantemente, elaborar e propor políticas, diretrizes e metodologias educacionais passíveis de

serem implantadas junto às cooperativas brasileiras por meio das unidades estaduais do Sescoop.

Em 2012, foi realizado o painel Responsabilidade Social no Cooperativismo, que apresentou

seus principais conceitos e abordagens, demonstrando como as organizações podem promover,

por meio de comportamento ético e transparente, o desenvolvimento sustentável, a saúde e o

bem-estar da sociedade.

Outro grande momento foi a exposição no Seminário de Desenvolvimento Humano da Campanha

Dia de Cooperar – Dia C. Esta ação é uma iniciativa do Sescoop/MG que, com o apoio e a participação

efetiva das cooperativas de Minas Gerais, tem o objetivo de promover e estimular a integração das

ações voluntárias de todas as cooperativas, cooperados, colaboradores e familiares, em um grande

movimento de solidariedade cooperativista.

Para o desenvolvimento desta atividade, foram efetuadas viagens para alguns estados, com o

propósito de mapear programas e ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade realizados

pelas unidades estaduais e pelas cooperativas, transformando essas ações em dados relevantes para a

estruturação dos programas nacionais.

Como um dos resultados do projeto, foi desenvolvida a Cartilha de Responsabilidade Sócio

Ambiental, que recebeu o título de “Responsabilidade Socioambiental – Essência do Cooperativismo”.

O plano de trabalho inicial previa a elaboração do Termo de Referência do Programa, porém na revisão

e reestruturação do plano, esta atividade foi postergada para 2013.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas

Mapear programas e ações de RSA

nas unidades estaduais. Prevista a

realização de 30 viagens.

Elaborar, validar e imprimir Termo

de Referência do Programa.

Repassar metodologia do programa

às unidades estaduais.

Realizar Seminário Nacional de

Promoção Social.

Produzir vídeo sobre Responsabilidade

Social.

Acompanhar a criação da identidade

visual do programa.

21 viagens para mapear programas

e ações de RSA nas unidades estaduais

realizadas.

Termo de referência elaborado, dependendo

de validação da diretriz.

Repasse metodológico não realizado,

conforme mudança de planejamento.

Seminário realizado. 100

Vídeo não produzido. 0,0

Identidade visual criada. 100

Financeiras 407.850,00 169.880,50 41,65*

Fonte: Gerência de Promoção Social e Sistema Zeus.

* A utilização parcial dos recursos decorreu dos seguintes fatores:

• Foram previstas no início do projeto visitas às unidades estaduais para o repasse da metodologia

do programa. Devido à reformulação do plano de trabalho, essa ação foi transferida para 2013.

• Foram apresentados pela agência ganhadora da licitação três briefings com relação ao tema

do vídeo sobre Responsabilidade Social, porém não foram aprovados pelas Gerências de

Comunicação e de Promoção Social. A despesa ficará para 2013.

70

50

0,0


70 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 74.739,98

Diárias e hospedagens 48.790,00

Serviços e divulgações institucionais 25.278,52

Serviços especializados 21.034,00

• Passagens para viabilizar visitas técnicas de analista e gerente

da área às unidades estaduais, participações em atividades de

promoção social nas unidades e participações de unidades e

cooperativas no Seminário de Desenvolvimento Humano, realizado

em dezembro de 2012.

• Diárias para viabilizar visitas técnicas de analista e gerente

da área às unidades estaduais, participações em atividades de

promoção social nas unidades e participações de unidades e

cooperativas no Seminário de Desenvolvimento Humano, realizado

em dezembro de 2012.

• Despesa referente à contratação de empresa de eventos para

organização do Seminário de Desenvolvimento Humano.

• Despesa referente à contratação de palestrantes para o Seminário

de Desenvolvimento Humano.

Serviços de transportes 38,00 • Despesa referente ao reembolso de transporte.

Total 169.880,50

Fonte: Sistema Zeus.

• Implantação da Diretriz de Monitoramento

A Diretriz Nacional de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas, aprovada pela

Resolução nº 774/2011 do Conselho Nacional do Sescoop, foi desenvolvida para atender, especialmente,

ao Objetivo 5 do Planejamento Estratégico do Sescoop – “Monitorar desempenho e resultados com

foco na sustentabilidade das cooperativas.”

Em conjunto, os programas de monitoramento auxiliarão as cooperativas no seu processo de

autogestão, produzindo informações de caráter legal, societário, econômico e de gestão.

Construída com o intuito de promover o alinhamento sistêmico, a Diretriz tem como premissa a simplicidade,

sendo aplicável nas cooperativas de todos os estados, apesar das diferenças sociais, culturais e econômicas.

A padronização das ações de monitoramento, por meio dos programas nacionais, possibilitará a

consolidação de informações das cooperativas de todo o País.

A geração de informações consolidadas e consistentes acerca da realidade do cooperativismo

brasileiro é essencial para o processo de autogestão; com a implantação da Diretriz Nacional de

Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas, espera-se dar um importante passo nesse sentido.

Entendendo a importância da disseminação desta diretriz aprovada em 2011, foi realizado o projeto

contemplando três grandes ações:

• Capacitação de multiplicadores das Unidades estaduais;

• Encontro Nacional de Monitoramento; e

• Acompanhamento da implantação da diretriz de monitoramento.

Principais resultados alcançados:

• Capacitação de 76 multiplicadores nos meses de janeiro a março de 2012. A capacitação teve

como objetivo a formação para utilização dos instrumentos de aplicação de dois dos programas

que compõem a Diretriz: Programa de Orientação Cooperativista e Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativista I a serem aplicados nas cooperativas.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 71

• Realização de 12 atendimentos nas unidades estaduais do Amazonas, Minas Gerais, Piauí, São

Paulo, Bahia, Pará, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Acre, para acompanhar e capacitar

in loco os técnicos dessas unidades nos programas até então desenvolvidos: Programa de

Orientação Cooperativista e Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista.

• Realização do III Encontro Nacional de Monitoramento, onde participaram 57 técnicos de unidades

estaduais, além de 17 colaboradores do Sescoop Nacional, com o objetivo de promover a integração,

o alinhamento e o desenvolvimento dos técnicos das diversas regiões. O evento contou com

programação diversificada, de interesse do Sistema, pautada na demanda apresentada pelos técnicos

durante as capacitações de multiplicadores ocorridas nos meses de janeiro a março de 2012.

a) Metas físicas financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física

Capacitar multiplicadores das unidades

estaduais.

Realizar Encontro Nacional de Monitoramento.

Realizar a reunião do Comitê de

Monitoramento.

Realizar reunião com as Unidades

estaduais participantes do PAGC III.

Acompanhar in loco a implantação

da diretriz.

Multiplicadores das unidades estaduais

capacitados.

Encontro Nacional de Monitoramento

realizado.

Reunião do Comitê de Monitoramento

realizada.

Reunião com as unidades estaduais

participantes do PAGC III realizada.

Implantação da

diretriz in loco.

Financeira 253.370,00 249.805,26 98,59

Fonte: Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e Sistema Zeus.

100

100

100

100

100

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 111.231,59

Diárias e hospedagens 134.536,00

Outras despesas de viagem 4.037,67

Total 249.805,26

• Passagens para técnicos da unidade nacional para acompanhar

a aplicação do Programa de Acompanhamento da

Gestão Cooperativista nas unidades estaduais.

• Diárias para técnicos da unidade nacional para acompanhar

a aplicação do Programa de Acompanhamento da

Gestão Cooperativista nas unidades estaduais.

• Reembolso referente a despesas com hospedagem, taxi e

alimentação para técnicos da empresa contratada.

Fonte: Sistema Zeus.

• Metodologia e Índice de Boas Práticas de Gestão

O projeto de Metodologia e Índice de Boas Práticas de Gestão iniciou-se em fevereiro de 2012 e

tem previsão de término no início de 2014. Seu objetivo é desenvolver o Programa de Desenvolvimento

da Gestão das Cooperativas, conforme previsto na Diretriz Nacional de Monitoramento. Este

programa tem foco nos mecanismos de melhoria da gestão do empreendimento cooperativo.

As cooperativas, além dos desafios de equilíbrio social e econômico com seus cooperados, possuem,

ainda, os desafios da competitividade no mercado. A aplicação de um conjunto de mecanismos

e fatores de desempenho pode minimizar possíveis impactos ou melhorar as relações com as diversas

partes interessadas.


72 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

O Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas foi criado com base no Modelo de

Excelência da Gestão, da Fundação Nacional da Qualidade, customizado para as cooperativas.

O projeto contempla as seguintes etapas:

• Etapa 1: Desenvolvimento do modelo do Programa de Desenvolvimento da Gestão das

Cooperativas (PDGC);

• Etapa 2: Capacitação da equipe técnica;

• Etapa 3: Lançamento do Programa; e

• Etapa 4: Processo de reconhecimento das cooperativas.

Em 2012, foram trabalhadas as etapas 1 e 2, conforme detalhamento abaixo:

• Desenvolvimento do modelo do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC)

O desenvolvimento do modelo do PDGC foi realizado de forma participativa por meio do Comitê de

Gestão representado por analistas de todas as regiões do Brasil. Participaram, ainda, da sua construção

os analistas da área de monitoramento, formação profissional e promoção social da unidade nacional

do Sescoop. Para esta etapa foram realizadas cinco reuniões no período de março a junho.

Para testar a aderência do modelo às necessidades das cooperativas, foi realizada nos meses de

junho e julho pelos membros do Comitê de Gestão a aplicação de teste em cooperativas de diferentes

regiões do Brasil de todos os tamanhos, maturidade e ramos, com exceção do ramo especial.

• Capacitação da equipe técnica

Com o modelo do PDGC desenvolvido foi realizada a capacitação dos analistas das unidades

estaduais e nacional, das áreas de monitoramento, formação e promoção social no Modelo de

Excelência da Gestão (FNQ) e na metodologia e no conteúdo das ferramentas do PDGC.

As capacitações foram ministradas pela consultora da FNQ, especialista no Modelo de Excelência

da Gestão (MEG) e acompanhada pelos analistas da unidade nacional.

Esta atividade ocorreu nos meses de agosto a outubro de 2012 e foi dividida em seis turmas, nos

estados: Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais, Amazonas, São Paulo e Ceará, envolvendo 152 técnicos

dos 25 estados da Federação, conforme abaixo:

• 12 técnicos da unidade nacional do Sescoop;

• 134 técnicos de unidades estaduais;

• Cinco superintendentes estaduais; e

• Um presidente de unidade estadual.

As etapas 3 e 4 estão previstas para serem realizadas em 2013.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 73

a) Metas físicas financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Realizar a contratação de consultoria

para assessoria do desenvolvimento de

metodologia de gestão.

Contratação de consultoria para assessoria

do desenvolvimento de metodologia

de gestão realizada.

100%

Física

Realizar reuniões para desenvolvimento

e entrega do modelo.

Elaborar instrumento de aplicação

(ferramenta).

Reuniões para desenvolvimento e entrega

do modelo realizadas.

100%

Instrumentos de aplicação elaborados. 80%

Validar a metodologia com GT Super. Metodologia com GT Super validada. 100%

Capacitar técnicos do Sescoop conforme

modelo de excelência em gestão

desenvolvido.

Técnicos do Sescoop conforme

modelo de excelência em gestão capacitados.

Financeira 1.708.227,00 1.666.149,66 97,54

Fonte: Gerência de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas e Sistema Zeus.

100%

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ Contextualização

Passagens e locomoções 113.449,55

Diárias e hospedagens 123.851,00

Serviços e divulgações institucionais 43.622,50

Auditoria e consultoria 1.385.226,61

Total 1.666.149,66

Fonte: Sistema Zeus.

• Passagens para os técnicos das unidades estaduais na participação

das reuniões de comitê de gestão, visita dos técnicos da

unidade nacional e membros do comitê em cooperativas.

• Diárias para os técnicos das unidades estaduais na participação

das reuniões de comitê de gestão, visita dos técnicos da

unidade nacional e membros do comitê em cooperativas.

• Pagamento para empresa de serviços gráficos na criação

layout, editoração e finalização do manual.

• Pagamento para empresa de consultoria na implantação de

projeto de desenvolvimento da gestão das cooperativas.

Programa: 5300 – Qualidade de Vida

Este programa tem como objetivo intensificar a segurança no trabalho e a adoção de responsabilidade

socioambiental pelas cooperativas e promover estilo de vida saudável entre os cooperados, empregados

e familiares. A ação vinculada a este programa é:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

5301

Incentivar as cooperativas na promoção da segurança

no trabalho.

400.000,00 190.685,59 47,67

Total 400.000,00 190.685,59 47,67


74 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Ação: 5301 – Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho

Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção

de ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das

cooperativas e por cooperados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a

legislação, cooperativas que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com acidentes

e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público.

A atuação do Sescoop neste âmbito propõe-se a desenvolver programas e competências para a

disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para o apoio e incentivos na

prevenção de acidentes e na melhoria das condições de trabalho.

Para o desenvolvimento do programa, foi prevista a ação 5301, concorrendo, prioritariamente,

para o alcance do objetivo estratégico 6 do Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013: “Incentivar as

cooperativas na promoção da segurança no trabalho”. A principal atividade realizada foi:

• Programa Qualidade de Vida

A promoção de um estilo de vida saudável e a responsabilidade socioambiental no ambiente das

cooperativas brasileiras está definida como uma atividade estratégica do Sescoop. No planejamento

estratégico, está representada pelos objetivos 6, 7 e 8, que compreendem a promoção da segurança

no trabalho.

A partir desta orientação, seguindo a premissa de que o atendimento às cooperativas deve ser

realizado pelas unidades estaduais, a unidade nacional do Sescoop decidiu trabalhar a Qualidade de

Vida sob duas perspectivas:

• Padronizar, estruturar, orientar e agrupar as atividades realizadas pelas unidades, de forma a

otimizar os projetos, garantir identidade às ações do Sescoop e identificar os resultados efetivamente

produzidos, mantendo a mesma linguagem na comunicação;

• Realizar projetos de alcance nacional, com formatos, materiais e ferramentas previamente definidas

pela unidade nacional, de forma a gerar visibilidade e força para as ações do Sescoop e

do cooperativismo brasileiro.

Para atingir as propostas acima, o plano de trabalho desta ação foi elaborado com a seguinte estrutura:

1. Realizar o mapeamento das ações, projetos, formas de atuação, estrutura e necessidades das

unidades estaduais;

2. Definir as políticas e metodologias do programa de Qualidade de Vida;

3. Desenvolver conteúdos de materiais para subsidiar a aplicação dos projetos;

4. Realizar o repasse metodológico aos técnicos responsáveis pela promoção social nas unidades;

5. Realizar o Seminário de Promoção Social;

6. Produzir vídeo institucional para o programa; e

7. Criar a identidade visual própria para o programa.

Em 2012, foram realizadas as seguintes etapas:

• Mapeamento das ações nas unidades

Esta etapa tem como objetivo identificar o cenário existente, bem como aproximar as equipes

de promoção social do Sescoop. Serviu, ainda, para avaliar e consolidar informações essenciais ao

desenvolvimento da nova diretriz, das metodologias dos programas e das campanhas nacionais.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 75

• Definição de políticas e metodologias

Nesta etapa foi prevista a contratação de uma consultoria especializada para estruturar a diretriz

conforme bibliografias e normas atualizadas. O objetivo era o de inserir a promoção social no contexto

das políticas públicas. A consultoria foi contratada e o produto será concluído em 2013.

• Desenvolver conteúdos de materiais para subsidiar a aplicação dos projetos

Nesta etapa foi desenvolvida a Cartilha de Qualidade de Vida que recebeu o título de “Qualidade

de Vida como Valor do Cooperativismo”. A publicação buscou destacar o bem-estar das pessoas

como aliado estratégico no negócio cooperativo. Foram tratados conceitos de qualidade de vida,

qualidade de vida no trabalho, saúde e bem-estar, posicionamento da Organização Mundial de Saúde,

Marketing Social e Felicidade Interna Bruta.

Os exemplares foram distribuídos durante o Seminário de Desenvolvimento Humano e enviados

para as unidades estaduais.

• A capacitação das unidades

A capacitação das unidades na nova metodologia foi postergada para 2013, uma vez que não houve

definição sobre a metodologia do programa Qualidade de Vida.

• Seminário Nacional de Desenvolvimento Humano

Ainda em 2012, foi realizado o Seminário Nacional de Desenvolvimento Humano para o Cooperativismo,

como forma de sensibilizar as unidades e cooperativas sobre a importância da Qualidade de

Vida, da realização de projetos de incentivo ao estilo de vida saudável e como esse tema relaciona-se

diretamente com o desenvolvimento humano.

O Seminário contou com a participação de 23 unidades estaduais, reforçando a necessidade e o interesse

que sentem em relação à discussão desse tema. As apresentações e palestras preparadas exclusivamente para

o evento, foram encadeados de forma lógica e coerente, com a participação de profissionais renomados no

mercado de trabalho. Foi aberto espaço para a apresentação de cases das unidades estaduais e cooperativas.

O tema Qualidade de Vida foi bastante explorado no painel Qualidade de Vida e Saúde e Segurança

do Trabalhador, onde profissionais renomados debateram conceitos consolidados, o modelo biopsicossocial

e organizacional, as relações entre qualidade de vida e produtividade, a qualidade de vida

enquanto responsabilidade social e sustentabilidade e a saúde e segurança no trabalho. A avaliação do

seminário foi bastante positiva e confirmou a expectativa de que os trabalhos estão sendo conduzidos

de forma acertada.

• Produção de Vídeo

Estava prevista a produção de um vídeo institucional para apresentação da forma de trabalho do

programa de Qualidade de Vida. Esta ação foi postergada para depois da entrega da Diretriz Nacional

de Promoção Social do Sescoop.

• Identidade Visual

Finalizando a proposta de Qualidade de Vida para 2012, previu-se a criação de identidade visual para

o programa, a qual foi realizada e apresentada durante o Seminário de Desenvolvimento Humano.


76 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas

Realizar 20 viagens para mapear

programas e ações de QV e SST

nas unidades estaduais.

Definir políticas e metodologias

de promoção social.

Desenvolver conteúdos para publicações.

Repassar metodologia do programa

às unidades estaduais.

14 viagens realizadas. 80

Contratação da consultoria realizada

proposta de diretriz detalhada.

Previstas para 2013 a discussão e a

aprovação da proposta com comitê.

Conteúdos das cartilhas de apoio finalizado.

Previsão para 2013 da finalização

dos materiais de campanha.

Repasse metodológico não realizado,

conforme mudança de planejamento.

50

50

0,0

Realizar Seminário Nacional de

Desenvolvimento Humano.

Seminário Realizado. 100

Produzir vídeo sobre Qualidade

Vídeo não produzido.

de Vida e SST.

0,0

Acompanhar a criação da identidade

visual do programa.

Identidade visual criada. 100

Financeiras 400.000,00 190.685,59 47,67*

Fonte: Gerência de Promoção Social e Sistema Zeus.

* A não utilização total dos recursos previstos decorreu em função da:

• Reformulação do plano de trabalho, transferindo as visitas às unidades estaduais para o

repasse da metodologia do programa para 2013.

• Não aprovação dos três briefings para o vídeo sobre qualidade de vida e SST. A despesa ficará

para 2013.

b) Realizações por elemento de despesa

Elemento de Despesa R$ 1,00 Contextualização

Material de consumo 476,13

• Despesa referente ao reembolso de alimentação para palestrantes

do Seminário de Desenvolvimento Humano.

Passagens e locomoções 66.152,42

• Passagens para viabilizar visitas técnicas de analista e gerente

da área às unidades estaduais, participações em atividades

de promoção social nas unidades e participações de unidades e

cooperativas no Seminário de Desenvolvimento Humano, realizado

em dezembro de 2012.

Diárias e hospedagens 48.183,00

• Diárias para viabilizar visitas técnicas de analista e gerente da

área às unidades estaduais, participações em atividades de promoção

social nas unidades e participações de unidades e cooperativas

no Seminário de Desenvolvimento Humano, realizado

em dezembro de 2012.

Serviços e divulgações

institucionais

14.949,00

Auditoria e consultoria 18.900,00

Serviços especializados 42.025,04

Total 190.685,59

Fonte: Sistema Zeus.

• Pagamento referente à impressão de cartilhas com temas da

Promoção Social para distribuição às unidades estaduais.

• Pagamento para contratação de consultoria contratada para elaborar

proposição de diretriz de promoção social, conteúdos de

cartilhas e campanhas nacionais.

• Pagamento para contratação de palestrante para o Seminário de

Desenvolvimento Humano.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 77

2.3.2 - Gestão do Sistema

As iniciativas referentes à gestão do sistema têm o propósito de dar suporte à atuação finalística do Sescoop,

bem como desenvolver ações que visem cumprir os objetivos estratégicos de administração e apoio.

No que diz respeito à gestão do sistema, as principais ações realizadas no exercício de 2012

foram: a estruturação dos processos da área de tecnologia da informação; a reestruturação do Portal

Brasil Cooperativo, a consolidação da Revista Saber Cooperar como veículo de disseminação de

informações do sistema, o desenvolvimento do projeto Gestão por Competências nas unidades

estaduais e a estruturação do projeto de gestão estratégica. Tais ações contribuíram diretamente para

o atendimento dos objetivos estratégicos de administração e apoio definidos pela entidade, conforme

pode ser visto no ANEXO XII – Projetos por Objetivos Estratégicos

Nos próximos tópicos, detalharemos cada um destes projetos e processos e as demais atividades

referentes à gestão do sistema, que deram suporte às ações do Sescoop no exercício 2012.

Programa: 0106 – Gestão da Política de Trabalho e Emprego

As ações deste programa têm por objetivo o planejamento da execução das ações do Sescoop por

meio de definições estratégicas e operacionais das instâncias de deliberação e direção da instituição.

Em 2012, foram aplicados recursos neste programa que somaram R$ 598.848,11, representando

69,91% do total previsto que foram assim distribuídos:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

8938 Gestão do processo de planejamento institucional. 236.304,00 221.748,19 93,84

8911 Gestão administrativa diretoria. 620.342,00 377.099,92 60,79

Total 856.646,00 598.848,11 69,91

Fonte: Sistema Zeus

Ação: 8938 – Gestão do Processo de Planejamento Institucional

As atividades desenvolvidas nesta ação foram: realização de reuniões do Conselho Nacional do

Sescoop; a participação dos representantes do Conselho Nacional nos Conselhos Administrativos

Estaduais; o acompanhamento da gestão orçamentária e de projetos especiais do Fundecoop, as quais

descrevemos abaixo:

• Reuniões do Conselho Nacional

O Conselho Nacional é o órgão máximo da Administração do Sescoop, sendo composto por 11

Conselheiros e seus respectivos suplentes. As reuniões do Conselho Nacional do Sescoop são realizadas

bimestralmente. No exercício 2012 foram realizadas seis reuniões ordinárias deste colegiado.

a) Metas físicas financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas Seis Reuniões Seis Reuniões realizadas 100

Financeiras 96.359,00 94.923,74 98,51

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento e Sistema Zeus.


78 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Despesas c/dirigentes e conselheiros 65.454,50 • Pagamento de ajuda de custo aos conselheiros.

Material de consumo 125,00

Passagem e locomoções 27.625,79

Diárias e hospedagens 581,65

Outras despesas de viagem 1.136,80

Fonte: Sistema Zeus

Total 94.923,74

• Reembolso de despesa de taxi e combustível para participação

em reunião do Conselho.

• Pagamento de passagens aéreas para

transporte dos conselheiros.

• Reembolso de hospedagem para participação em reunião

do conselho.

• Reembolso de despesas de viagem para participação em

reunião do conselho.

• Participação nos Conselhos Administrativos Estaduais

O Conselho Administrativo Estadual é composto por cinco membros, conforme determina o

Regimento Interno do Sescoop. Um desses membros é indicado pelo Conselho Nacional do Sescoop,

podendo ser designados para compor o colegiado colaboradores da unidade nacional.

Em 2012, os colaboradores da unidade nacional indicados para os Conselhos Administrativos

Estaduais, participaram de 12 reuniões nestes colegiados, conforme abaixo:

• 10 reuniões do Conselho Administrativo do Sescoop/RO;

• Uma reunião do Conselho Administrativo do Sescoop/PE;

• Uma reunião do Conselho Administrativo do Sescoop/BA.

a) Metas físicas financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas 12 participações em reuniões 12 participações em reuniões 100

Financeiras 23.745,00 23.681,52 99,73

Fonte: Assessoria de Planejamento e orçamento e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Passagem e locomoções 27.625,79 • Pagamento de passagens aéreas.

Diárias e hospedagens 581,65 • Diárias para hospedagem, alimentação e traslado.

Total 23.681,52

Fonte: Sistema Zeus

• Acompanhamento da Gestão Orçamentária

A unidade nacional tem se empenhado no sentido de ampliar a qualidade dos processos orçamentários

apresentados ao Conselho Nacional, de modo que estes sejam ferramentas de evidenciação dos

trabalhos desenvolvidos pelas unidades estaduais e nacional. Neste sentido, em 2012, foi desenvolvida

a atividade de acompanhamento da gestão orçamentária.

Esta atividade tem como objetivo capacitar as unidades estaduais em relação à formalização

dos processos orçamentários, observando as peculiaridades de cada unidade, sanando dúvidas

específicas e auxiliando os analistas estaduais em suas dificuldades na operacionalização do processo


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 79

orçamentário. No desenvolvimento dos trabalhos foram levadas em consideração as premissas de

análise estabelecidas pelo Conselho Nacional do Sescoop.

O trabalho compreendeu 15 visitas técnicas nas seguintes unidades estaduais: Alagoas, Amazonas,

Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro,

Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas

Atender 15 unidades estaduais na

reformulação orçamentária.

15 unidades estaduais atendidas. 100

Financeiras 60.000,00 53.382,52 88,97

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento e Sistema Zeus

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Passagens e locomoções 23.394,52 • Pagamento de passagens aéreas para transporte dos analistas.

Diárias e hospedagens 29.988,00 • Diárias para hospedagem, alimentação e traslado dos analistas.

Total 53.382,52

Fonte: Sistema Zeus.

• Acompanhamento de Projetos Especiais

A ação “Acompanhamento de Projetos Especiais do Fundecoop” é realizada anualmente com a

finalidade de apoiar as unidades estaduais na proposição de novos projetos, alinhados à estratégia

do Sescoop, acompanhar os projetos em curso, bem como coletar informações sobre resultados e

práticas exitosas que possam ser compartilhadas em rede.

Em 2012, foram realizadas visitas a 8 (oito) unidades estaduais (RJ, AL, GO, PR, RR, MS, PA e

BA), representando 100% do total estimado para o exercício. Como resultado deste trabalho é possível

destacar: o compartilhamento de projetos entre as unidades, reduzindo o esforço na construção de

novas iniciativas, o apoio à proposição de novos projetos, aprovados posteriormente pelo Conselho

Nacional, o efetivo acompanhamento de 16 projetos vigentes à época e o repasse de orientações para

o processo de fechamento de 18 prestações de contas.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas Oito visitas Oito visitas realizadas 100

Financeiras 56.208,00 49.760,41 88,52

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Material de consumo 142,30

• Reembolso de despesa de combustível para acompanhamento

de projeto especial.

Passagem e locomoções 29.055,78 • Pagamento de passagens aéreas para transporte dos analistas.

Diárias e hospedagens 20.307,00 • Diárias para hospedagem, alimentação e traslado dos analistas.

Outras despesas de viagem 255,33

• Despesas de locação de veículo para acompanhamento de projeto

especial.

Total 49.760,41

Fonte: Sistema Zeus


80 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

• Gestão Administrativa Diretoria

Esta ação tem por objetivo gerar sinergia entre a unidade nacional e as unidades estaduais por meio

da participação em eventos nos estados, promoção de treinamentos em sistemas organizacionais para

as unidades estaduais, participação em eventos alusivos ao Cooperativismo, e as despesas gerais para

manutenção da representação institucional, dentre outros.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Físicas Representação realizada. Representação realizada. 100

Financeiras 620.342,00 377.099,92 60,79

Fonte: Gerência Geral de Operações e Sistema Zeus

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Despesas c/dirigentes

e conselheiros

69.769,44

Passagem e locomoções 165.133,54

Diárias e hospedagens 140.248,83

• Reembolso de despesas de representação

da Presidência do Sescoop.

• Pagamento de passagens aéreas em viagens de representação e

atendimento às unidades estaduais.

• Diárias para hospedagem, alimentação e translado em viagens

de representação e atendimento às unidades estaduais.

Outras despesas de viagem 627,53 • Reembolso de despesa de taxi e combustível.

Locações 309,00 • Aluguel de sala para reunião.

Outros serviços 1.011,58

• Locação de veículos em viagens de representação e atendimento

às unidades estaduais.

Total 377.099,92

Fonte: Sistema Zeus.

As atividades desta ação, seja o atendimento, a representação ou a participação em eventos nas unidades

estaduais, são realizadas sob demanda, e a previsão orçamentária é baseada na média de realização dos

últimos exercícios, sendo este o motivo da diferença entre os valores orçados e os realizados.

Programa: 5400 – Administração e Apoio

Este programa tem por objetivo desenvolver competências, integrar e alinhar as ações do Sescoop.

Os recursos aplicados neste programa somaram R$ 5.046.273,69, representando 44% do previsto e

foram organizados nas seguintes ações:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

5403 Gerar sinergias e integração do Sistema. 1.003.200,00 736.084,92 73,37

5401 Intensificar o desenvolvimento de competências. 7.023.361,00 3.067.325,60 43,67

5404 Assegurar a adequada utilização de tecnologia. 1.745.000,00 165.714,87 9,50

5405 Assegurar a adequada transparência das informações. 1.696.160,00 1.077.148,30 63,51

Total 11.467.721,00 5.046.273,69 44,00

Fonte: Sistema Zeus.

Ação: 5403 – Gerar Sinergias e Integração do Sistema

Para o atendimento desta ação, foram desenvolvidos dois projetos: Gestão Estratégica

Sistêmica e Mapeamento de Processos. Descreveremos, a seguir, os principais resultados de

cada uma destas iniciativas:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 81

• Gestão Estratégica Sistêmica

Este projeto teve como objetivo definir diretrizes e metodologia de gestão estratégica do Sescoop com

o propósito maior de promover o alinhamento estratégico sistêmico, contemplando as seguintes etapas:

1. Estabelecimento de diretrizes para planejamento (estratégico, tático e operacional), envolvendo

plano de trabalho, projetos, processos e orçamento;

2. Definição de metodologia de planejamento e gestão estratégica, em âmbito nacional, alinhada

à estratégia corporativa;

3. Disseminação da Gestão Estratégica do Sescoop; e

4. Acompanhamento da Gestão Estratégica.

1) Diretrizes para Planejamento

Como produto desta etapa foi elaborado o documento denominado “Orientações Gerais para

Alinhamento da Gestão Estratégica do Sescoop” com os seguintes objetivos:

• Estabelecer um conjunto de norteadores para a atuação do Sescoop, alinhados ao Plano

Estratégico da Instituição; e

• Apoiar a elaboração do Plano de Trabalho de cada unidade com o efetivo desdobramento das

estratégias estabelecidas.

2) Metodologia de planejamento e gestão estratégica

Nesta etapa, foram realizadas entrevistas com representantes de várias unidades estaduais, com o

propósito de aprofundar o entendimento sobre o processo de formulação e execução da estratégia,

bem como dos desafios endereçados.

A partir dessas constatações, a unidade nacional construiu processo de apoio às unidades estaduais

com o objetivo principal de propiciar maior integração entre plano estratégico e de trabalho.

Nesse sentido, propôs metodologia simplificada, conforme roteiro abaixo:

Plano

Estratégico –

visão 4 anos

Atualização

anual

Agenda

Estratégica

Anual

Projetos

Estratégicos

e Atividades

de Apoio ao

Neg.

Plano de

Trabalho

2013

Projetos Finalísticos

e de Gestão Interna

Atividades de Suporte

ao negócio e de

Gestão Interna


82 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

3) Disseminação da Gestão Estratégica

Atualização do Plano Estratégico das unidades visando à elaboração do Plano de Trabalho para o

exercício 2013.

Diante da proposição da metodologia, as unidades estaduais empreenderam na atualização

do plano estratégico, com foco no plano de trabalho para 2013. A unidade nacional esteve presente

em oficinas de atualização em 15 unidades (AC, AL, BA, CE, DF, MS, MT, PB, PE, PI,

RN, RO, RR, SP, TO). As demais unidades realizaram a atualização do plano estratégico sem

a presença da Unidade nacional.

4) Acompanhamento da Gestão Estratégica

Dando sequência ao trabalho de atualização do plano estratégico e da construção dos planos de

trabalho, a unidade nacional direcionou esforços também para o acompanhamento dos resultados da

atuação das unidades, por intermédio dos relatórios de gestão elaborados anualmente pelas unidades

e encaminhados ao TCU/CGU.

Nesse sentido, foi elaborado e disponibilizado modelo de Relatório de Gestão para o exercício

de 2012, com base nos normativos dos órgãos de controle, de forma a padronizar o formato

das informações, possibilitar a consolidação dos dados e acompanhar o seu alinhamento aos

direcionamentos estratégicos do Sescoop.

Destaque-se que a partir da utilização do modelo proposto será possível construir um documento

abrangente, consolidando informações de todas as unidades e propiciando aos interessados, sociedade

e órgãos de controle, uma visão integrada da atuação e dos resultados do Sescoop, tomando como

referência o Plano Estratégico.

Além da construção do modelo, foi realizado evento para a disseminação de orientações pertinentes

ao seu preenchimento, que contou com a participação de 52 representantes (superintendentes e

técnicos) das Unidades estaduais e da Unidade nacional.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física 26 Unidades 26 Unidades 100

Financeira 202.800,00 101.284,92 50

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

As metas físicas foram totalmente realizadas com a utilização de menor volume de recursos:

• Foram previstos recursos para apoio às 27 unidades estaduais na realização das oficinas de

atualização do plano estratégico, no entanto 10 unidades conduziram seus processos sem a

participação da unidade nacional, optando, em alguns casos, por apoios remotos.

• No que se refere aos eventos voltados à apresentação do relatório de gestão, também foram

previstos recursos para a participação das 27 unidades estaduais, no entanto, por questões de

agenda, quatro unidades não puderam participar.

• O valor médio das passagens aéreas, considerado para efeito de previsão situou-se acima dos

valores médios realizados.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 83

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Passagens e locomoções 66.788,92

Diárias e hospedagens 34.496,00

Total 101.284,92

Fonte: Sistema Zeus.

• Mapeamento de Processos

• Despesas referentes à aquisição de passagens para os

técnicos do Sescoop/Agest que coordenaram as Oficinas

e dos Superintendentes e técnicos das unidades

estaduais que participaram de eventos em Brasília.

• Concessão de diárias para o técnico responsável

pela capacitação.

Este projeto tem por propósito identificar, analisar, redesenhar, documentar e alinhar os

processos aos objetivos estratégicos. A visão por processos procura o entendimento real de

como os processos de negócio funcionam na execução, promove seu gerenciamento e possibilita

resolver problemas para que os processos se tornem mais ágeis e adaptáveis à perspectiva do

cliente e aos objetivos da organização.

Destaca-se que a iniciativa atende ao objetivo estratégico 11 – linha de ação: definir e implementar

diretrizes, normas, padrões e procedimentos de gestão, alinhados aos objetivos do Sescoop. Para a execução

desse trabalho, o Sescoop contou com a expertise de consultoria especializada na condução dos trabalhos.

Na fase de mapeamento foram realizadas 46 entrevistas, envolvendo 50 profissionais entre técnicos,

analistas e gestores com a identificação de 114 processos organizacionais e 35 indicadores.

Na etapa de modelagem foram redesenhados em torno de 106 processos com média de 367

melhorias propostas, sendo realizadas 28 reuniões de validação e elaborados 106 procedimentos.

A diferença entre o número de processos identificados e redesenhados deve-se a procedimentos de

readequação e junção, visando à simplificação dos processos.

Todo o trabalho foi realizado de forma participativa; envolvendo as áreas na medida em que o

desenvolvimento dos produtos exigia a participação, a análise ou a validação. Foram redefinidos

indicadores e metas para os processos, o que proporcionará o acompanhamento por meio da Gestão

de Processos, gerando a melhoria contínua e o aperfeiçoamento da gestão da instituição.

Além desses produtos, foi atualizada a cadeia de valor do Sescoop, construída originalmente em

2009, em decorrência do trabalho desenvolvido com a Fundação Getúlio Vargas.

Entre os desafios endereçados após a conclusão dos trabalhos, destacam-se a implementação dos processos

modelados, bem como das melhorias propostas e a estruturação da Gestão de Processos na unidade nacional,

tendo como base a metodologia de governança de processos a ser desenvolvida na etapa de padronização. O

projeto estende-se até 2013, e o monitoramento dos processos será realizado pelo Sescoop Nacional.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física

100% dos processos mapeados e

modelados

100% dos processos mapeados e

modelados

Financeira 800.400,00 634.800,00 79

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

100

A opção pelo trabalho participativo na etapa de modelagem dos processos e na fase de validação

acabou por postergar a conclusão de parte do trabalho previsto para 2012, o que resultou na execução

financeira de 79%, sem prejuízo da execução física que já em 2012 atingiu o patamar de 100%.


84 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Auditoria e consultoria 634.800,00

Total 634.800,00

Fonte: Sistema Zeus.

• Pagamento de consultoria contratada para o

mapeamento de processos.

Ação: 5401 – Intensificar o Desenvolvimento de Competências

Para o desenvolvimento desta ação foram realizados os projetos de Gestão por Competências

nas unidades estaduais, Gestão por Competências na unidade nacional e o projeto Arquitetura de

Software, os quais detalharemos a seguir:

• Gestão por competências nas unidades estaduais

Este projeto é composto por duas grandes ações: o desenvolvimento de Plano de Cargos,

Carreiras e Salários de 21 unidades estaduais, em consonância com o PCCS implantado na

unidade nacional e o desenvolvimento de encontros de alinhamento do corpo técnico e diretivo

das unidades estaduais.

1) Desenvolvimento do Plano de Cargos Carreiras e Salários das Unidades estaduais

Em 2012, a instituição iniciou o desafio de estruturar o Sistema de Gestão de Pessoas por

Competências (SGPC) – nas unidades estaduais (UEs). Nos moldes do que foi realizado na unidade

nacional, o modelo foi escolhido por permitir, além do alinhamento sistêmico, a conexão entre as

pessoas e a estratégia organizacional na medida em que favorece, de um lado, a valorização e o

desenvolvimento funcional, e do outro, a geração de resultados institucionais.

O Projeto de Gestão de Pessoas por Competências para as unidades estaduais contemplou

as seguintes etapas: diagnóstico organizacional e cadeia de valor; estrutura organizacional e

dimensionamento do quadro de pessoal; estrutura e descrição dos cargos; estrutura de carreiras

e perfis de competências; estrutura de salários e diretrizes para enquadramento e a modelagem

da metodologia de avaliação de desempenho por competência. O projeto foi disponibilizado às

unidades estaduais e a adesão foi espontânea. No total, 21 unidades aderiram.

No decorrer do ano, a FGV, juntamente com a Gerência de Pessoas, realizou oficinas com o objetivo

de orientar os representantes das unidades estaduais sobre a condução dos trabalhos. As atividades

foram realizadas por unidade, de forma presencial, com a participação de superintendentes, gerentes

e colaboradores, utilizando metodologia participativa, em encontros coletivos e individuais para

validação das especificidades de cada uma delas.

Ao término de 2012, os produtos entregues foram: o plano de trabalho para todo o projeto, o

diagnóstico organizacional, a cadeia de valor, a estrutura organizacional ideal, o dimensionamento do

quadro de pessoal, a estruturação e a descrição de cargos e funções, para cada uma das 21 unidades

estaduais, que validaram e/ou sugeriram os ajustes necessários.

Paralelo a isso, foi iniciada a etapa de estruturação das carreiras, dos perfis de competências,

a pesquisa salarial e a análise dos dados a fim de subsidiar a definição de salários e o

enquadramento dos colaboradores. A pesquisa salarial está sendo realizada por estado, em

instituições integrantes do “Sistema S” e outras indicadas pelas unidades estaduais. Estas

etapas terão continuidade em 2013, juntamente com a construção da metodologia de avaliação

de desempenho por competências.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 85

Com este trabalho, a unidade nacional pretende apoiar as unidades estaduais na definição de uma

estrutura de pessoal adequada aos seus processos de trabalho, de uma estrutura salarial e de carreira

que permita uma remuneração adequada e compatível com o mercado de forma que seja possível

reter bons profissionais, e de uma metodologia de avaliação de desempenho, que é uma ferramenta

gerencial relevante para avaliar o desempenho dos colaboradores, identificando e reconhecendo suas

entregas, bem como desenvolvendo seus pontos de fragilidade.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física Adesão de 21 unidades ao projeto. 21 adesões ao Projeto. 100

Financeira 2.892.122,00 2.200.910,51 62,27

Fonte: Gerência de Pessoas e Sistema Zeus.

O projeto tem duração de 12 meses, tendo sido iniciado em maio/2012, sua conclusão está prevista

para maio/2013, o que justifica a não execução total do recurso previsto.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Auditoria e consultoria 2.100.000,00

• Despesa com a empresa contratada para desenvolver

o projeto.

Diárias e hospedagens 27.832,00

• Diárias para os técnicos e analistas responsáveis pelo

projeto nas unidades estaduais e nacional.

Outras despesas de viagem 310,00

• Reembolso de despesas para participação em reunião

do projeto.

Passagens e locomoções 72.768,51

• Passagens aéreas para os técnicos e analistas responsáveis

pelo projeto nas unidades estaduais e nacional.

Total 2.200.910,51

Fonte: Sistema Zeus.

2) Encontros de alinhamento

Os encontros de alinhamento são reuniões de representantes das unidades estaduais e são destinados

à apresentação de trabalhos, estudos e trocas de experiências relativas às suas áreas em convergência

com o planejamento estratégico, de forma a permitir maior sinergia e atuação sistêmica das

unidades, respeitando as diversidades e particularidades de cada uma delas.

Durante o exercício de 2012, foram realizados sete encontros, totalizando 283 participações, em

sua maioria de representantes das unidades estaduais. A carga horária total foi de 158 horas de qualificação,

conforme quadro abaixo:

Tema

Carga

Total de

Horária

participações

Encontro da Área-Meio 36 106

Encontro de Arrecadação 14 35

I Encontro de Superintendentes do Sistema OCB 16 32

II Encontro de Superintendentes do Sistema OCB 16 33

Licitações e Contratos do Sistema S 20 21

Comissão Contábil Tributária 48 46

Reunião de Alinhamento sobre a Resolução nº 860/2012 8 10

Total 158 283

Fonte: Gerência de Pessoas e Sistema Zeus.


86 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

a) Metas físicas e financeiras:

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física Nove capacitações. Sete capacitações realizadas. 87,5

Financeira 1.510.797,00 654.907,27 43,35

Fonte: Gerência de Pessoas e Sistema Zeus.

A realização orçamentária de 43,35% deu-se pela não realização dos Encontros de Conselheiros

das unidades estaduais e encontro da área-fim do Sescoop.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Diárias e hospedagens 290.232,50

Passagens e locomoções 243.360,00

Encargos s/ serv. de terceiros 1.032,37

Locações 14.296,00

Materiais e divulgação 110,00

Serviços e divulgações institucionais 6.084,55

Serviços especializados 99.791,85

Total 654.907,27

Fonte:Sistema Zeus.

• Diárias para participação dos colaboradores das

unidades estaduais nos Encontros de Alinhamento.

• Passagens para participação dos colaboradores das

unidades estaduais nos Encontros de Alinhamento.

• INSS s/ serviços de instrutoria contratado nos

Encontros de Alinhamento.

• Locação de espaço para o I Encontro de Superintendentes.

• Confecção de materiais para os Encontros de Alinhamento

• Locação de espaço para o II Encontro de Superintendentes.

• Contratação de profissionais para ministrar treinamento

nos Encontros de Alinhamento.

3) Pós-graduação em Serviços Sociais Autônomos – IDP

Em 2012, foi dada a continuidade ao curso de pós-graduação lato sensu em Direito e Gestão dos Serviços

Sociais Autônomos com a participação de colaboradores da unidade nacional e unidades estaduais.

O curso foi realizado em parceria com o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e destinado

ao aprofundamento de temas referentes ao Direito e à Gestão, permitindo a reflexão teórica e filosófica

associada à prática jurídica da atividade profissional.

Além das aulas regulares, os participantes elaboraram e apresentaram o Trabalho de Conclusão de

Curso, requisito final para obtenção do certificado de especialista.

a) Metas físicas e financeiras:

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física 42 beneficiários 42 beneficiários 100

Financeira 143.593,00 137.903,38 96,03

Fonte: Gerência de Pessoas e Sistema Zeus.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 87

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Auxílio financeiro a estudante 91.490,05

Diárias e hospedagens 15.621,00

Passagens e locomoções 30.792,33

Total 137.903,38

Fonte: Sistema Zeus.

• Pagamento do curso de pós-graduação para os

colaboradores das Unidades estaduais.

• Diárias para participação dos colaboradores das

Unidades estaduais na pós-graduação.

• Passagens para participação dos colaboradores

das Unidades estaduais na pós-graduação

• Gestão por Competências – Unidade Nacional

Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, a unidade nacional do Sescoop identifica

necessidades, promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades

profissionais, buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado.

Considerando o quadro de profissionais, na sua maioria composta por colaboradores com menos

de dois anos de Casa, ações de aprimoramento dos conhecimentos que são consideradas comuns e

transversais a todos os cargos/funções são necessárias para a atuação das pessoas na instituição.

No exercício 2012 foram realizadas 77 ações de capacitação para os colaboradores da unidades

estaduais e nacional do Sescoop e OCB. O número total de participações foi significativo, totalizando

1.876 e a carga horária total de 1.055,5 horas de investimento em educação e qualificação para os

profissionais do Sistema OCB, como retrata a tabela a seguir:

Total geral

Quantidade

de Ações

Carga Horária

Total de

participações

Programa de Desenvolvimento

de Competências Técnicas.

43 765 178

Programa de Desenvolvimento

de Competências Gerenciais.

3 38 73

Programa de Desenvolvimento de Competências do Cooperativismo.

19 30,5 1.598

Intercâmbios. 12 222 27

Total 77 1.055,5 1.876

Fonte: Gerência de Pessoas.

As ações de capacitação também foram promovidas aos colaboradores da Organização das

Cooperativas Brasileiras (OCB) com respaldo no Contrato de Gestão e com foco no desenvolvimento

dos colaboradores para melhor execução das atividades em prol do cooperativismo.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física 100 ações a realizar 77 ações realizadas 77

Financeira 476.841,00 338.451,95 71

Fonte: Gerência de Pessoas e Sistema Zeus.


88 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Auxílio financeiro a estudante 30.166,36 • Pagamento de bolsa de estudos de pós-graduação.

Auxílios educacionais 89.719,79 • Pagamento de bolsa de estudos para graduação.

Bens intangíveis 59.400,00

Diárias e hospedagens 50.847,80

• Aquisição de licenças de software

de Bussines Inteligence

• Diárias para participação em cursos e treinamentos

em outros estados.

Locações 20.539,26 • Locação de espaço para capacitação gerencial

Outras despesas de viagem 19.221,44

• Despesas de deslocamento e diárias para treinamento

de imersão e viagens de intercambio.

Outros serviços 4.800,00

• Vinculação a Associação Brasileira de Treinamento

e Desenvolvimento.

Passagens e locomoções 41.622,92

• Passagens para participação em cursos e treinamentos

em outros estados

Serviços e divulgações institucionais 3.399,38 • Evento institucional - II Encontro Gerencial

Serviços especializados 18.735,00 • Contratação de instrutoria para Encontro Gerencial

Total 338.451,95

Fonte: Sistema Zeus

Ação: 5404 – Assegurar Adequada Utilização da Tecnologia

Para o atendimento desta ação foi desenvolvido o projeto: Bussines Inteligence. Descreveremos, a

seguir, os principais resultados desta iniciativa:

• Projetos Bussines Inteligence

O projeto tem por objetivo a análise e consolidação de dados estruturados (banco de dados,

planilhas, etc.) para a geração de informações estratégicas, criando subsídios fundamentados para

tomada de decisões.

No ano de 2012, foram realizadas três etapas, sendo a primeira de preparação, onde o corpo gestor do

Sescoop começou a se inteirar sobre a metodologia, o ferramental e o funcionamento do processo. Em

uma segunda etapa, foram desenvolvidos indicadores para o processo de Monitoramento, atendendo a

um dos objetivos-fim do Sescoop. Na terceira etapa, foram desenvolvidos indicadores para o processo de

Arrecadação atendendo a um dos processos de sustentabilidade financeira do Sescoop.

Em 2013, o projeto prevê o desenvolvimento de indicadores para as demais áreas estratégicas da

instituição como forma de promover o efetivo acompanhamento dos processos do Sescoop por meio

do cruzamento de informações apresentados em painéis de controle e relatórios gerenciais.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física Implantar Sistema de BI Sistema de BI implantado 100

Financeira 200.000,00 158.594,00 79,30

Fonte: Gerência de Tecnologia da Informação e Sistema Zeus.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 89

b) Realizações por elemento da despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Serviços Especializados 158.594,00

Fonte: Sistema Zeus.

Total 158.594,00

• Consultoria para o desenvolvimento do Bussines

Inteligence.

• Contratação de Data Center

Esta atividade teve como objetivo garantir a disponibilidade de todos os serviços e aplicações providas

pelo Sescoop por meio da alocação do parque computacional de servidores principal em um Data Center.

Tal ação propiciará a unificação de base dos sistemas corporativos utilizados pelo Sescoop.

Para sua realização foi prevista a contratação de um Data Center na modalidade aluguel de espaço

físico para a locação do sítio principal (conjunto de servidores de discos de armazenamentos), que

hospedará todos os sistemas de caráter nacional. Com isso, o Sescoop, unidade nacional e unidades

estaduais terão um ganho considerável na segurança da informação, tornando-a disponível em

qualquer lugar do planeta com confiabilidade e agilidade.

Iniciamos no segundo semestre de 2012 o processo licitatório para contratação da empresa que

prestará os serviços, tendo sido publicado o edital de licitação para abertura de propostas em dezembro/2012.

No transcorrer do processo, algumas dúvidas foram suscitadas pelas empresas interessadas,

o que levou a unidade nacional a postergar essa ação para 2013.

Ainda no exercício 2012, o Sistema de Autogestão, de utilização das unidades estaduais de GO,

MS e ES foi implantado no servidor da unidade nacional a fim de testar a efetividade desta ação, o que

justificou a execução de R$ 7.120,87 em despesas de passagens e diárias nesta atividade no exercício.

Ação: 5405 –Assegurar a Qualidade e Transparência na Divulgação das Informações

Para o atendimento desta ação foi desenvolvido o projeto de Comunicação Sistêmica e

Integrada do Sescoop. A iniciativa teve como escopo o desenvolvimento de estratégias para a

ampliação da percepção da imagem institucional do Sescoop como fomentador das diversas

ações direcionadas para a formação profissional, promoção social e para o monitoramento

de cooperativas em âmbito nacional.

O projeto Comunicação Sistêmica e Integrada objetiva a promoção de processos integrativos que

potencializem a eficiência, a eficácia e a sinergia em todas as ações de comuni cação do Sescoop, envolvendo

fortemente as unidades estaduais.

As principais ações realizadas foram:

• Elaboração da política de comunicação do Sescoop

No primeiro semestre de 2012, a Gerência de Comunicação terceirizou a confecção de um

planejamento de comunicação integrada para o Sescoop. Após dois meses de imersão na cultura

organizacional do Sescoop e da realização de entrevistas, recebemos um plano de trabalho que traçou

uma análise da situação organizacional da comunicação em relação às demais gerências da Casa e às

equipes de jornalismo e publicidade das unidades estaduais.

O documento mapeou uma lista de stakeholders que deveriam ser trabalhados pela equipe da

Gecom (unidades estaduais, cooperativas, jornalistas, parlamentares e demais entidades do “Sistema

S”) e definiu um posicionamento estratégico para cada um deles, o que foi iniciado em 2012.


90 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

No exercício 2013 o plano de ação proposto pela consultoria será revisitado e apresentado ao

Conselho Nacional.

• Revista Saber Cooperar

Em 2012, a revista Saber Cooperar consolidou-se como importante ferramenta de comunicação e

relacionamento do Sescoop com as unidades estaduais, as cooperativas e a sociedade em geral. Antes

da revista, não existia nenhum veículo de informação que reunisse – de forma ordenada e inteligível

para o grande público – os trabalhos realizados pelo Sescoop (unidades estaduais e nacional). A

publicação também é um canal efetivo para disseminar os conceitos, as experiências e as melhores

práticas das cooperativas em todo o território brasileiro. É ainda um instrumento que apresenta

inovações, propostas e notícias do setor, sem deixar de destacar o trabalho, o espírito e a união dos

cooperados que são os verdadeiros responsáveis por tornar o movimento cooperativista não só um

modelo socioeconômico de sucesso, como, também, uma filosofia capaz de unir desenvolvimento e

bem-estar social.

Para atingir os fins propostos para a revista, foi constituído um Conselho Editorial que conta

com cinco representantes das unidades estaduais e sete representantes do Sistema OCB, incluindo

o superintendente do Sescoop. Em 2012, foram realizados quatro encontros presenciais entre os

conselheiros da revista.

Fechamos o ano de 2012 com quatro edições produzidas que contabilizaram 56 reportagens sobre 20

estados. A Saber Cooperar é distribuída para 7 mil cooperativas e dois mil parceiros. Ainda em 2012,

preparamos a revista para ser veiculada em tablet, o que fará com que a informação ali contida chegue

a um número maior de leitores. Foi iniciada, ainda, a produção de um quinto exemplar para divulgar os

trabalhos científicos apresentados no II Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cooperativismo (EBPC).

• Construção do novo Portal Brasil Cooperativo

O portal Brasil Cooperativo foi criado em 2008, na época das comemorações dos 10 anos do

Sescoop. Organizado de forma quase que intuitiva, este canal – cuja porta de entrada é uma agência

de notícias – supriu as necessidades iniciais da Casa e, desde então, é atualizado diariamente com

notas e releases. No que se refere ao layout e à arquitetura, no entanto, nunca houve modificações

significativas, fato que prejudica a imagem de modernidade e inovação que o Sescoop e as demais

entidades do Sistema OCB querem projetar.

Em 2012, o Sescoop decidiu reestruturar a home do Portal, o site institucional, a aba que trata do

cooperativismo e a intranet. O trabalho resultou em um novo portal, com identidade sistêmica, que

toma para si – com direito e propriedade – o papel de porta-voz oficial do cooperativismo brasileiro.

Com arquitetura otimizada, menos portas de entrada de informação (para facilitar a navegação e a busca

de conteúdo) o novo portal Brasil Cooperativismo tem identidade visual mais forte, coerente e atrativa.

A home segue a ideia inicial de uma agência de notícias, reunindo informações que serão

constantemente atualizadas, como a agenda da instituição, a sala de imprensa, a biblioteca virtual

etc. Já as páginas do Sescoop e do Cooperativismo terão conteúdo estático, que poderá ser renovado

quando necessário.

A ferramenta tecnológica utilizada na construção do Portal, com base em software livre, facilitará

o gerenciamento dos conteúdos e a replicação dos sites para as unidades estaduais que se interessarem

em construir seus portais com base no desenvolvido pela unidade nacional.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 91

Outras ações:

• 32 disparos de e-mail marketing – divulgação do Ano Internacional das Cooperativas;

• Realização de registros fotográficos para o Formacred, Oficina de Jovens, Prêmio cooperativa

do Ano, Seminário de Desenvolvimento Humano;

• Arte e diagramação de publicações, folders, banners, e-mail marketing, certificados, templates

de apresentações e crachás; e

• Aquisição de materiais de distribuição em cursos e eventos de formação profissional e

promoção social.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Desenvolver portal 80% do Portal desenvolvido. 80

Realizar cinco edições da revista

Saber Cooperar.

Realizadas cinco edições da revista

Saber Cooperar.

100

Física

Diagramar 76 materiais. 12 materiais diagramados. 15,79

Produzir de 15 materiais de

distribuição.

13 materiais produzidos e entregues. 86,66

Produzir oito vídeos. 0 0

Financeiras 1.696.160,00 677.148,30 39,92

Fonte: Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Diárias e hospedagens 14.115,68

• Diárias para acompanhamento de matérias da revista

Saber Cooperar.

Encargos s/ serviços de terceiros 1.319,33 • INSS sobre serviços de Cooperativa de Trabalho.

Materiais e divulgação 17.298,00

• Produção de material para treinamentos da Gerência de

Promoção Social.

Materiais para treinamento 33.033,00

• Produção de material para treinamentos da Gerência de

Promoção Social.

Outras despesas de viagem 4.090,59

• Reembolso de despesas relacionadas à gravação de matérias

da revista Saber Cooperar.

Passagens e locomoções 37.246,31

• Passagem para gravação de matérias da revista Saber

Cooperar

• Despesas vinculadas ao desenvolvimento de materiais

Serviços e divulgações institucionais

instrucionais, impressão da revista Saber Cooperar,

453.863,85

desenvolvimento do Portal Brasil Cooperativo, desenvolvimento

da marca e identidade visual do Sescoop.

Serviços Especializados 116.181,54

• Serviços de gestão de e-mail marketing, carga de e-mail e

atividade técnica de preparação de campanhas.

Total 677.148,30

Fonte: Sistema Zeus.

Devido à reestruturação da área de comunicação não foi possível a realização de todas as atividades

previstas para 2012.


92 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Programa: 0750 – Apoio Administrativo

Este programa tem por finalidade prover as diversas áreas do Sescoop dos meios administrativos

para implementação da gestão de seus programas. Os recursos aplicados neste programa somaram R$

26.928.219,16 e foram assim distribuídos:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

8901 Manutenção dos serviços administrativos. 14.125.607,00 14.049.018,05 99,46

8910 Ações de informática. 2.418.340,00 1.842.718,32 76,20

8911 Gestão administrativa. 100.000,00 50.000,00 50,00

8977 Pagamento de pessoal e encargos sociais. 11.776.772,00 10.946.285,83 92,95

8904 Assistência seguro de vida em grupo. 42.984,00 40.196,96 93,52

Total 28.463.703,00 26.928.219,16 94,61

Fonte: Sistema Zeus.

Ação: 8901 – Manutenção dos Serviços administrativos

Esta ação compreende as atividades de manutenção e funcionamento das diversas áreas do Sescoop,

sendo realizada pelo provimento das despesas operacionais em geral. São exemplos dessas despesas:

correios, impressos, fretes, aquisição de equipamentos, diárias e passagens, contratação de serviços

de terceiros, despesas com recrutamento e seleção de pessoal, pagamento de impostos e taxas, taxa

de arrecadação etc.

Além das despesas citadas, foram classificadas nestas ações os convênios e os patrocínios, os quais

serão detalhados no capítulo 4 deste relatório.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física Entidade mantida Entidade mantida 100

Financeira 14.125.607,00 14.049.018,05 99,46

Fonte: Gerência Geral de Operações e Sistema Zeus.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 93

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Ocupação e serviços públicos 29.640,00

• Contrato de armazenagem de bens em depósito e

aluguel temporário de sala.

Despesas de comunicação 129.557,22

• Assinaturas de periódicos; serviços de correio;

serviços de telefonia e internet.

Material de consumo 363.336,57

• Aquisição de material de informática; material de

expediente; coffee-break; combustíveis.

Passagens e locomoções 19.034,40

• Passagens para atendimento a demandas jurídicas,

acompanhamento de convênios, despesas

com taxi e locação de ônibus.

Outras despesas de viagem 3.109,00

• Locação de ônibus em viagens e reembolso de

alimentação.

Materiais para treinamento 46.598,80 • Aquisição de pastas, lapiseiras, canetas e livros.

Serviços e divulgações institucionais

182.351,10

• Publicação de anúncios no Diário Oficial da

União e jornais de grande circulação de processos

licitatórios e seletivos; serviços gráficos de papelaria

e impressão da revista do Prêmio Cooperativa

do Ano e Patrocínio.

Serviços especializados 266.320,42

• Contratação de escritórios de advocacia; contratação

de pesquisa salarial.

Serviços de transportes 8.532,01

• Despesas de fretes e carretos, estacionamento,

manutenção de veículo e seguros.

Serviços gerais 17.953,63

• Manutenção de central telefônica e circuito fechado

de câmeras.

Outros serviços 4.261,36 • Custas com custas judiciais e cópias.

Estaduais 1.315,92 • Imposto sobre veículos automotores.

Outras despesas tributárias 406,10 • Pagamento de taxas de custas judiciais.

Diárias e hospedagens 10.780,00

• Passagens para atendimento a demandas jurídicas,

acompanhamento de convênios.

Auditoria e consultoria 4.980,00 • Consultas a informativos de Licitações e Contratos.

Bens intangíveis 79.200,00

• Aquisição de software para pesquisas de acórdãos

e decisões sobre Serviços Sociais Autônomos.

Federais 848.979,80 • Imposto de Renda sobre aplicações financeiras.

Despesas financeiras 6.941.740,37 • Taxa de Arrecadação da Receita Federal do Brasil.

Transferências regulamentares 3.820.240,35 • Transferência regimental OCB.

Benefícios sociais 13.930,00 • Convênio com AABB.

Material de consumo durável 10.100,00

• Despesas com montagem de divisórias do ambulatório

de enfermagem do trabalho.

Bens móveis 24.251,00 • Aquisição de máquina fotocopiadora.

Convênio com instituições privadas sem

fins lucrativos

1.222.400,00

Total 14.049.018,05

Fonte: Sistema Zeus.

Ação: 8910 – Ações de informática

• Transferência de Convênios e Patrocínios especificados

no capítulo 4.

São as ações voltadas à aquisição, à implantação, à manutenção e ao suporte dos sistemas

informatizados, dos investimentos em equipamentos de informática, o pagamento mensal do link de

videoconferência, dentre outros.


94 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física 100% das ferramentas em funcionamento. 100% das ferramentas funcionando. 100

Financeira 2.418.340,00 1.842.718,32 76,20

Fonte: Gerência de Tecnologia da Informação e Sistema Zeus.

Os seguintes fatores contribuíram para a não execução total da meta financeira prevista:

• Interrupção da ação de implantação do software de folha de pagamento nas unidades estaduais,

até que fossem realizadas adequações neste sistema;

• A não utilização em 2012 do total das horas previstas para a customização do software de gestão

estratégica;

• Penalização e mudança da empresa fornecedora do link de videoconferência.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Auditoria e consultoria 52.717,30

• Despesa com consultoria para implantação de softwares, rede

wireless e implantação do módulo folha Zeus

Bens intangíveis 565.300,00

• Renovação de licenças de software Laserfiche e aquisição de

licenças do software Portal da Estratégia

Bens móveis 146.000,00 • Aquisição de equipamentos de informática

Despesas de comunicação 133.120,33 • Despesas com Link de vídeo conferência e registro de domínio

Diárias e hospedagens 4.715,03 • Diárias para implantação do sistema Zeus folha

Outras despesas de viagem 1.081,90 • Despesas para implantação do sistema Zeus folha

Passagens e locomoções 2.641,33 • Passagens para implantação do sistema Zeus folha

Serviços especializados 937.142,43 • Manutenção de sistemas informatizados

Total 1.842.718,32

Fonte: Sistema Zeus

Ação: 8911 – Gestão Administrativa

Nesta ação, foram desenvolvidas atividades referentes ao projeto “Biblioteca Virtual” que tem

por objetivo propiciar a gestão estratégica dos documentos e informações disponíveis no acervo do

Sescoop, bem como daqueles que serão produzidos futuramente. Busca-se, ainda, o compartilhamento

desse acervo com os dirigentes e colaboradores das unidades estaduais e Nacional e com o públicoalvo

do Sescoop.

No exercício 2012 foi contratada empresa especializada para a realização dos serviços de

higienização, digitalização, indexação e organização (física e eletrônica) dos acervos videográfico,

bibliográfico e iconográfico da Unidade nacional do Sescoop.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS

% DE

REALIZAÇÃO

Física 100% do acervo bibliográfico digitalizado. 50% do acervo bibliográfico digitalizado. 50

Financeira 100.000,00 50.000,00 50

Fonte: Gerência de Logística (documentação) e Sistema Zeus.

A não digitalização total do acervo deu-se pela demora na conclusão do processo de contratação,

o que atrasou o início dos trabalhos.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 95

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Serviços especializados 50.000,00

Total 50.000,00

Fonte: Sistema Zeus.

• Pagamento de empresa especializada para a realização

dos serviços de higienização, digitalização,

indexação e organização (física e eletrônica) dos

acervos videográfico, bibliográfico e iconográfico.

Ação : 8977 – Pagamento de Pessoal e Encargos Sociais

Nas ações de Pagamento de Pessoal e Encargos Sociais e Assistência de Seguro de Vida em Grupo

foram despendidos recursos no montante de R$ 10.986.482,79. Tais ações fazem parte da política de

remuneração do Sescoop e serão tratadas juntamente com as demais ações desta política, no Programa

0100 – Assistência ao Trabalhador.

Programa 0100 – Assistência ao Trabalhador

Este programa tem por objetivo adequar a gestão de pessoas para que assegure o desenvolvimento e

valorização de competências com foco no resultado. Para melhor visualização dessas ações, agregaremos

no quadro a seguir as ações de Pagamento de Pessoal e Assistência de seguro de vida em grupo.

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

8903 Assistência médica e odontológica aos funcionários. 1.185.642,00 825.982,86 69,67

8905 Auxílio alimentação aos funcionários. 571.826,00 444.662,26 77,76

8906 Auxílio transporte aos funcionários. 17.490,00 5.530,67 31,62

Total 1.774.958,00 1.276.175,79 71,90

8904 Assistência seguro de vida em grupo. 42.984,00 40.196,96 93,52

8977 Pagamento de pessoal e encargos sociais. 11.776.772,00 10.946.285,83 92,95

Total 11.819.756,00 10.986.482,79 92,95

Fonte: Sistema Zeus.

A política remuneratória do Sescoop, em 2012, movimentou recursos da ordem de R$ 12.246.634,54,

o equivalente a 90,20% do valor orçado para o ano. A maior aplicação desse recurso recaiu sobre

o item Salários (R$ 8.227.406,63, cuja execução representa 90,37% do valor orçado), seguido de

Encargos Sociais Patronais (R$ 2.718.879,20, cuja execução representa 96,17% do valor orçado) e,

por fim, os Benefícios (R$ 1.316.372,75, cuja execução representa 79,02% do valor orçado), conforme

demonstrado na tabela a seguir:

Detalhamento 2012 Total % de execução

Vencimentos e remunerações

Orçado 9.103.964,00

Realizado 8.227.406,63

90,37

Encargos sociais patronais

Orçado 2.827.177,00

Realizado 2.718.879,20

96,17

Benefícios

Orçado 1.645.519,07

(VT+VA+Pl. Saúde+Seg.Vida+UTI) Realizado 1.316.372,75

79,02

TOTAL

Orçado 13.576.660,07

Realizado 12.268.658,58

90,20

Fonte: Sistema Zeus.

VT – Vale-transporte; VA – Vale-alimentação; Pl. Saúde – Plano de Saúde; Seg. Vida – Seguro de Vida; UTI – UTI Vida.


96 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Do total orçado, 67% foram planejados para a folha de pagamento; 21% para os Encargos Sociais

Patronais, e 12% para benefícios, tais como vale-transporte, vale-alimentação, plano de saúde, seguro

de vida em grupo e a UTI Vida.

Seguindo a mesma ordem, do total realizado, 67% foram utilizados para a manutenção das despesas

com a folha de pagamento; 22% com os Encargos Sociais Patronais e 11% com benefícios.

Os benefícios de alimentação/refeição, transporte, saúde e vida foram mantidos e concedidos conforme

a legislação vigente, sendo os valores reajustados por ocasião da data-base ou renovação contratual. Outro

benefício concedido aos colaboradores foi a UTI Vida, com o objetivo de atender a urgências e emergências

médicas, sendo um reforço na política de benefícios e na promoção da qualidade de vida dos colaboradores.

a) Metas financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Financeira 13.594.714,00 12.262.658,58 90,20

Fonte: Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa:

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Vencimentos e remunerações 8.198.442,25 • Salários (inclusive férias e 13º).

Encargos sociais patronais 2.718.879,20 • Encargos sobre salários.

Remunerações variáveis 28.964,38 • Horas extras.

Benefícios sociais 1.286.418,71

• Assistência médica, odontológica, vale-alimentação,

vale-transporte, seguro de vida em grupo,

serviços de UTI para urgências e emergências.

Outras despesas 29.954,04

• Aquisição de material, serviços e bens para montagem

do ambulatório de enfermagem.

Total 12.262.658,58

Fonte: Sistema Zeus.

Programa 0773 – Gestão da Política de Execução Financeira, Contábil e de Controle

Este programa tem por objetivo contribuir para a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro

do Sescoop, sendo composto pelas ações de assistência financeira às unidades estaduais e pelo

acompanhamento e controle da gestão do Sescoop, estando dividido nas seguintes ações:

AÇÃO PREVISTO REALIZADO %

8914 Serviço de administração e controle financeiro. 855.537,00 812.001,87 94,91

8915 Assistência financeira a entidades. 26.091.234,00 22.724.757,41 87,10

8951 Serviços de auditoria. 924.792,00 895.695,15 96,85

Total 27.871.563,00 24.432.454,43 87,66

Fonte: Sistema Zeus.

Ação 8914 – Serviço de Administração e Controle Financeiro

Nesta ação, constam as realizações de reuniões do Conselho Fiscal e a atuação da Assessoria

Jurídica, responsável pelo acompanhamento judicial e técnico das intervenções.

CONSELHO FISCAL

O Conselho Fiscal, conforme estabelecido no art. 15 de seu Regimento Interno, conta com atuação de

seis conselheiros efetivos e seis suplentes. Suas atribuições estão definidas no art. 16, a seguir transcritas:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 97

I – acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e os atos de gestão;

II – examinar e emitir pareceres sobre o Programa de Trabalho, sobre as propostas de

orçamentos anuais e plurianuais, o balanço geral e demais demonstrações financeiras;

III – elaborar o seu Regimento Interno, compatível com este Regimento, no que for

aplicável, submetendo-o à homologação do Conselho Nacional do Sescoop;

IV – recomendar a aprovação ou não da prestação de contas da Unidade nacional do

Sescoop, com as devidas observações, quando o caso exigir.

No exercício 2012, foram realizadas seis reuniões ordinárias deste colegiado, onde foram debatidos

e deliberados os assuntos referentes às suas atribuições.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física seis reuniões seis reuniões realizadas 100

Financeira 65.995,00 65.479,46 99,22

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Despesas c/dirigentes e conselheiros 44.981,00 • Pagamento de ajuda de custo aos conselheiros.

Passagem e locomoções 19.928,46

• Pagamento de passagens aéreas para transporte

dos conselheiros.

Outras despesas de viagem 570,00 • Reembolso de despesas de taxi dos conselheiros.

Total 65.479,46

Fonte: Sistema Zeus.

INTERVENÇÕES

Por meio da Assessoria Jurídica, foram realizadas atividades de acompanhamento das ações de

intervenção nas unidades do Piauí, Sergipe e Maranhão. As principais realizações foram:

• Tomada de Contas Especiais na Unidade de Sergipe;

• Impetração de ações de improbidade administrativa;

• Sindicância na Unidade do Piauí;

• Acompanhamento de ações da unidade do Piauí;

• Sindicância na Unidade de Sergipe; e

• Acompanhamento de ações da unidade do Maranhão.

A intervenção é uma ação extrema, determinada pelo Conselho Nacional quando todas as medidas

corretivas adotadas pela unidade Estadual não se mostraram suficientes para a solução dos fatos

graves apurados por auditorias e/ou denuncias.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física

Acompanhamento de

três ações de intervenção

Três ações de

intervenção acompanhadas

Financeira 789.542,00 746.522,41 94,55

Fonte: Assessoria Jurídica e Sistema Zeus.

100


98 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Vencimentos e remunerações 443.047,51

• Salário (inclusive férias e 13º) dos interventores

das Unidades de PI e SE.

Encargos sociais patronais 143.258,93 • Encargos sobre salário dos interventores

Passagens e locomoções 63.826,06

• Passagens para deslocamento para realização de

ações de intervenção

Diárias e hospedagens 83.495,50 • Diárias para realização de ações de intervenção

Outras despesas de viagem 12.101,00 • Reembolso de despesas extraordinárias em viagens.

Outros serviços 134,79 • Despesas cartoriais e copias em ações de intervenção

Ocupação e serviços públicos 150,00

• Locação de sala para realização de trabalhos de

sindicância

Material de consumo 453,62

• Reembolso de despesas de combustível em

ações de intervenção

Serviços de transportes. 55,00 • Reembolso de despesas de taxi

Total 746.522,41

Fonte: Sistema Zeus

Ação 8915 – Assistência Financeira à Entidades

A assistência financeira é realizada mediante transferências regimentais às unidades estaduais

do Sescoop, previamente definidas pelo Conselho Nacional, visto que em um país de dimensões

continentais e com altos níveis de desigualdade entre suas regiões, é compreensível que o estágio de

desenvolvimento do cooperativismo não seja o mesmo em todo o seu território.

Na busca de proporcionar melhores condições de desenvolvimento das cooperativas brasileiras,

observando a diversidade regional, foi instituído regimentalmente o Fundo Solidário de

Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop).

Referido Fundo é administrado pela unidade nacional do Sescoop, conforme diretrizes emanadas do

Conselho Nacional, e tem o objetivo de apoiar ações que visem ao desenvolvimento das cooperativas

brasileiras e de seus integrantes. Os recursos provêm da arrecadação compulsória do Sescoop, na

proporção de 20% e são aplicados no cumprimento de seus objetivos regimentais.

Conforme disciplinado pelo Conselho Nacional, o Fundo prevê três modalidades de transferências

de recursos, conforme detalhado abaixo:

• Repasse Suplementar

As transferências às unidades estaduais por meio de repasse suplementar não estão vinculadas

diretamente à arrecadação do estado. Os recursos são distribuídos de acordo com critérios estabelecidos

pelo Conselho Nacional, com objetivo de minimizar o desequilíbrio orçamentário das unidades com

menor estrutura, garantindo o desenvolvimento de ações que visem o cumprimento dos objetivos

regimentais do Sescoop.

A partir de 2012, o Conselho Nacional criou critérios de progressão no repasse destes recursos.

Além de subsidiar a estrutura mínima das unidades estaduais foram também adotados critérios de

distribuição dos recursos baseados na avaliação de desempenho das unidades estaduais. Assim, cada

unidade obteve uma pontuação que resultou, em 2012, num rateio diferenciado dos recursos definidos

pelo Conselho Nacional para o Repasse Suplementar, conforme tabela:


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 99

Tabela 8 - Transferência-Repasse Suplementar

UF VALOR BASE ADICIONAL TOTAL REPASSADO

AC 588.000,00 128.746,59 716.746,59

AL 588.000,00 133.514,99 721.514,99

AM 588.000,00 137.478,47 725.478,47

AP 588.000,00 100.136,24 688.136,24

BA 588.000,00 135.899,18 723.899,18

CE 588.000,00 162.125,34 750.125,34

DF 588.000,00 28.610,35 616.610,35

ES 588.000,00 207.425,07 795.425,07

GO 588.000,00 257.493,19 845.493,19

MS 588.000,00 238.419,62 826.419,62

MT 588.000,00 193.120,00 781.120,00

PA 588.000,00 194.699,18 782.699,18

PB 588.000,00 71.525,89 659.525,89

PE 588.000,00 150.204,36 738.204,36

PI 588.000,00 100.134,24 688.134,24

RJ 588.000,00 28.610,35 616.610,35

RN 588.000,00 193.119,89 781.119,89

RO 588.000,00 57.220,71 645.220,71

RR 588.000,00 66.757,49 654.757,49

SE 588.000,00 95.367,85 683.367,85

TO 588.000,00 181.198,91 769.198,91

Total 12.348.000,00 2.861.807,91 15.209.807,91

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

• Projetos Especiais

Assim como no repasse suplementar, a partir de 2012, o Conselho Nacional definiu critérios de

análise das propostas de projetos encaminhadas pelas Unidades estaduais. São eles:

• Aderência ao Plano Estratégico – verifica se a proposta atende aos objetivos estratégicos do

Sescoop.

• Geração de resultados – verifica o potencial de geração de resultados, face aos objetivos

propostos.

• Conformidade da proposta – verifica a coerência e consistência entre os elementos de

informação do pleito.

• Governança de Projetos – verifica a situação da unidade em relação aos projetos em curso ou

encerrados.

A partir da aplicação dos referidos critérios, o Conselho analisou e aprovou projetos para as

unidades estaduais e autorizou a transferência de recursos em 2012, nesta modalidade de repasse,

conforme tabela abaixo:


100 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Tabela 9 - Transferência Projetos Especiais

UF

PROJETOS ESPECIAIS

AC 47.460,00

AM 727.300,42

AP 92.000,00

BA 459.706,00

CE 220.537,50

DF 1.351.222,00

ES 1.028.372,70

GO 721.491,00

MS 548.800,00

PA 267.114,00

PB 82.967,00

PE 100.360,00

PI 128.756,00

RO 81.630,00

RR 49.280,00

SP 818.160,00

TO 311.450,00

Total 7.036.606,62

Fonte: Sistema Zeus.

Cabe esclarecer que os repasses realizados em 2012 compreendem parcelas de projetos aprovados

naquele exercício e parcelas de projetos aprovados em anos anteriores, com previsão de repasse em 2012.

Em 2012, a região Centro-Oeste teve a maior quantidade de recursos aprovados, no valor de R$

2.621.531,00, seguida das regiões Norte e Nordeste que, juntas, totalizam R$ 2.568.560,00. Todos os

estados da região Norte tiveram propostas de projetos aprovadas em 2012.

No que se refere à aderência aos direcionadores estratégicos do Sescoop, em 2011 o objetivo

estratégico mais atendido por meio desta modalidade de repasse foi o 2: “Ampliar o acesso das

cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na

eficiência e na competitividade”. Em 2012, o objetivo 2 também foi fortemente atendido, no entanto,

o foco maior dos projetos foi o objetivo 4 “Promover a adoção de boas práticas de governança e

gestão nas cooperativas”.

Nesse sentido, observa-se a preocupação das unidades estaduais com a eficiência da gestão das

cooperativas como instrumento central para a sustentabilidade e desenvolvimento do negócio.

Diante da análise do perfil da carteira de projetos especiais aprovados em 2012, verifica-se a

contribuição desta modalidade para a estratégia do Sescoop e sua relevância para o desenvolvimento

regional e local. Por fim, destaca-se a capilaridade de atuação desse tipo de repasse, que em 2012

contemplou iniciativas de 19 Unidades estaduais.

• Fundecoop adicional

Completando as três modalidades de repasse, o Fundecoop Adicional tem o propósito de custear

despesas e investimentos, de caráter excepcional, não inclusos no Plano Anual de Atividades,

necessários para viabilizar a atuação das unidades estaduais do Sescoop.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 101

No exercício de 2012, o Conselho Nacional autorizou a transferência de recursos, no total de

R$ 258.054,00 atendendo aos pleitos das unidades do AM e MS para aquisição de mobiliários e

equipamentos necessários para melhoria das instalações das referidas unidades.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física

100% dos recursos

disponibilizados

87% dos recursos foram

disponibilizados

Financeira 26.091.234,00 22.724.757,41 87,10

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica e Sistema Zeus.

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Federais 422.282,28

• Imposto de Renda sobre aplicação financeira – Recursos

do Fundecoop.

Transferências às unidades estaduais 15.209.807,91 • Transferências Fundecoop Suplementar.

Transferências p/projetos específicos 7.092.667,22 • Transferências Fundecoop Projetos Especiais e Adicional.

Fonte: Sistema Zeus.

Total 22.724.757,41

87

Ação 8951 – Serviço de Auditoria

A unidade de auditoria interna, subordinada ao Conselho Nacional do Sescoop, atua de forma

preventiva e consultiva com vistas a minimizar a ocorrência de irregularidades e aprimorar os

controles internos. Para o melhor desempenho de suas atribuições, a auditoria interna conta com o

apoio de serviços de auditoria independente, contratada para emitir opinião sobre as demonstrações

financeiras das unidades estaduais e nacional do Sescoop.

As auditorias realizadas nas unidades estaduais e na unidade nacional pela Assessoria de

Auditoria Interna, tem enfoque operacional, com o objetivo de assessorar a entidade no cumprimento

de suas metas, das normas internas e dos dispositivos legais, como, também, orientar

os gestores, contribuindo para a melhoria contínua dos processos. Conforme o Plano Anual de

Atividades de Auditoria Interna (PAAAI), aprovado pelo Conselho Nacional para o exercício

2012, a Assessoria de Auditoria realizou 19 visitas de auditoria, sendo emitidos os respectivos

relatórios.

Em adição, o Sescoop Nacional procede, regularmente, licitação para contratar serviços de

auditoria independente, conforme previsão em Regimento. Além da unidade nacional, tal serviço é

efetuado para todas as unidades estaduais do Sescoop e tem por objetivo obter opinião independente

de todas as demonstrações contábeis e financeiras das unidades estaduais e nacional. Tais informações

assessoram os Conselhos Fiscal e Nacional na aprovação dos processos de prestação de contas. No

exercício 2012 foram emitidos 28 relatórios dos auditores e 28 Cartas de Controles Internos.

a) Metas físicas e financeiras

METAS PREVISTAS REALIZADAS % DE REALIZAÇÃO

Física 50 relatórios de auditoria 47 relatórios de auditoria 94

Financeira 924.792,00 895.695,15 96,85

Fonte: Assessoria de Auditoria e Controle e Sistema Zeus.


102 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

b) Realizações por elemento de despesa

ELEMENTO DE DESPESA R$ CONTEXTUALIZAÇÃO

Passagens e locomoções 97.960,15

• Passagens aéreas para realização de auditorias

interna nas unidades estaduais.

Diárias e hospedagens 147.735,00

• Pagamento de diárias para realização de auditorias

interna nas unidades estaduais.

Auditoria e consultoria 650.000,00 • Contratação de empresa de auditoria independente.

Total 895.695,15

Fonte: Sistema Zeus.

2.4 Indicadores e Desempenho Operacional

2.4.1 Indicadores de Eficácia

Nome: Índice de Aplicação dos Recursos (IAR)

Descritivo: calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto, excluindo-se

recursos provenientes do Fundecoop.

Fórmula: Investimento total realizado

Investimento total previsto

Em R$

Elementos 2010 2011 2012

Investimento Total Realizado 20.242.380,52 26.464.294,80 29.061.608,96

Investimento Total Previsto 25.938.518,00 34.562.381,00 32.833.373,00

Índice de aplicação dos Recursos (IAR) 78,0% 76,6% 88,51%

Fonte: Asplan.

Nome: Média de Participantes por Evento (MPE)

Descritivo: calcula o número médio de participantes por evento.

Fórmula: Total de participantes

Total de Eventos

Elementos 2010 2011 2012

Total de Participantes 639 521 1402

Total de Eventos 13 16 33

Média de Participantes por Evento (MPE) 49 32 42

Fonte: Gefor, Geprom, GEMDC, Gepes.

Nome: Índice de Aceitação de Apontamentos (IAA)

Descritivo: calcula o percentual dos apontamentos que foram acatados pelas unidades estaduais

auditadas.

Fórmula: Apontamentos acatados

Apontamentos realizados

Elementos 2010 2011 2012

Apontamentos Acatados 287 696 1.291

Apontamentos Realizados 359 724 1.555

Índice de Aceitação de Apontamentos (IAA) 79,9% 96% 83%

Fonte: Audit.


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 103

Nome: Média de Participantes por Evento Interno (MPEI)

Descritivo: calcula o número médio de participantes por evento interno.

Fórmula: Total de participantes

Total de Eventos

Elementos 2010 2011 2012

Total de Participantes - - 1.876

Total de Eventos (*) - - 77

Média de Participantes por Evento (MPE) - - 24

Fonte:Gepes.

(*) Programa implantado em 2012.

2.4.2 Indicadores de Eficiência

Nome: Investimento Médio por Participante (IMP)

Descritivo: calcula o valor médio investido em eventos por participante.

Fórmula: Investimento total

Total de participantes

Em R$

Elementos 2010 2011 2012

Investimento Total 1.233.402,73 1.206.342,34 2.473.459,01

Total de Participantes 639 521 1402

Investimento Médio por Participante (IMP) R$ 1.930,21 R$ 2.315,43 R$ 1.764,30

Fonte: Gefor, Geprom, GEMDC, Gepes, Asplan.

Nome: Investimento Médio por Evento Realizado (IME)

Descritivo: calcula o valor médio investido por evento.

Fórmula: Investimento total em eventos

Total de eventos realizados

Em R$

Elementos 2010 2011 2012

Investimento Total em Eventos 1.233.402,73 1.206.342,34 2.473.459,01

Total de Eventos Realizados 13 16 33

Investimento Médio por Evento Realizado (IME) R$ 94.877,13 R$ 75.396,40 R$ 74.953,30

Fonte: Gefor, Geprom, GEMDC, Gepes, Asplan.

2.4.3 Indicadores de Efetividade

Nome: Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS)

Descritivo: calcula relação entre o valor investido pelo Sescoop (em ações finalísticas) e a variação

do valor arrecadado pelo Sescoop no último período, em relação ao período anterior.

Fórmula: Variação do valor arrecadado

Valor investido

Elementos 2010 2011 2012

Variação do Valor Arrecadado 22.068.591,00 25.241.902,00 29.849.339,20

Valor Investido 2.548.696,01 3.892.657,05 6.464.809,80

Índice de Fortalecimento do Sistema (IFS) 8,66 6,48 4,61

Fonte: Asplan.


104 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

2.4.4 Outros Indicadores

IMPLANTAÇÃO DA DIRETRIZ DE MONITORAMENTO

Indicadores de Desempenho

INDICADORES DE DESEMPENHO

Percentual de unidades estaduais aderidas à

Diretriz Nacional de Monitoramento.

Percentual de unidades estaduais participantes

do Encontro Nacional de Monitoramento.

Número de técnicos participantes do Encontro

Nacional de Monitoramento.

Percentual de unidades estaduais participantes

da capacitação prática do Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativista I (PAGC I).

Número de técnicos das unidades

capacitados no PAGC I.

Percentual de unidades estaduais atuantes no

Programa de Orientação Cooperativista (POC).

Percentual de unidades estaduais atuantes no

Programa de Acompanhamento da Gestão

Cooperativista I (PAGC I).

Percentual de implantações in loco em unidades

estaduais no Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativista I (PAGC I).

Número de implantações in loco em unidades

estaduais no Programa de Acompanhamento

da Gestão Cooperativista I (PAGC III).

Percentual de unidades estaduais atuantes no

Programa de Acompanhamento da Gestão

Cooperativista III (PAGC III).

Média de grupos interessados em constituir

cooperativas por unidade estadual.

Percentual de cooperativas monitoradas pelo

Sescoop no Programa de Acompanhamento da

Gestão Cooperativista I (PAGC I).

Percentual de cooperativas monitoradas pelo

Sescoop no Programa de Acompanhamento da

Gestão Cooperativista III.

Fonte: Gerência de Desenvolvimento e Monitoramento de Cooperativas (GEMDC)

CÁLCULO DO INDICADOR

Total de unidades estaduais que executaram pelo

menos um dos Programas da Diretriz Nacional

de Monitoramento/Total de unidades estaduais.

Total de unidades estaduais no Encontro de

Monitoramento/Total de unidades estaduais.

Quantidade de técnicos participantes do Encontro

Nacional de Monitoramento.

Total de unidades estaduais capacitadas no

PAGC I/Total de unidades estaduais.

DESEMPENHO

DO INDICADOR

92,6%

92,6%

58

92,6%

Quantidade de técnicos capacitados no PAGC I. 91

Total de unidades estaduais atuantes no POC/

Total de unidades estaduais.

Total de unidades estaduais atuantes no PAGC

I/ Total de unidades estaduais.

Total de unidades estaduais implantadas in

loco no PAGC I/ Total de unidades estaduais.

Total de unidades estaduais implantadas in loco

no PAGC III/ Total de unidades estaduais.

Total de unidades estaduais atuantes no PAGC

III/Total de unidades estaduais.

Total de grupos interessados participantes do

POC/Total de unidades estaduais.

Cooperativas participantes do PAGC I/Número

total de cooperativas aptas a participar no PAGC I.

Cooperativas participantes do PAGC III/Número

total de cooperativas aptas a participar PAGC III.

74%

70,4%

33%

7,4%

14,8%

11

8,4%

9%


Capítulo 2 • Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 105

METODOLOGIA E ÍNDICE DE BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO

Indicadores de Desempenho

INDICADORES DE DESEMPENHO

Percentual de unidades estaduais capacitados

na metodologia desenvolvida.

Número de técnicos capacitados na metodologia

de gestão desenvolvida.

CÁLCULO DO INDICADOR

Total de unidades estaduais capacitadas/Total

de unidades estaduais.

Quantidade de técnicos capacitados na metodologia

de gestão.

DESEMPENHO

DO INDICADOR

92,6%

152

Fonte: Gerência de Desenvolvimento e Monitoramento de Cooperativas (GEMDC)

Congresso Internacional de Bancos Populares

Indicadores de Desempenho

INDICADORES

DE DESEMPENHO

Valor total de diárias e passagens/número

total de beneficiários

Fonte: Assessoria Gestão Estratégica (Agest)

CÁLCULO

DO INDICADOR

R$ 177.848,90 / 30 participantes

DESEMPENHO

DO INDICADOR

R$ 5.928,30

Custo médio por beneficiário


Capítulo 3

Estrutura de governança e de

autocontrole da gestão


Capítulo 3 • Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão 109

CAPÍTULO 3

Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão

A estrutura de gestão do Sescoop obedece às melhores práticas de governança corporativa,

respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração:

a) Transparência: não só em relação aos dados contábeis, mas a todos os assuntos que possam

gerar conflitos de interesses internos ou externos.

b) Equidade: igualdade de tratamento a todos os grupos, sejam eles conselheiros, governo,

cooperados, empregados etc.

c) Prestação de contas: os gestores do Sescoop prestam contas à sociedade, ao sistema

cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato.

d) Responsabilidade: conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio, o

desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente.

A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura: um Conselho Nacional,

um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um superintendente.

A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas

Brasileiras (OCB).

Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais, onde as atividades são definidas e

fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais, em consonância com as diretrizes

nacionais da instituição.

A unidade nacional do Sescoop conta com a seguinte estrutura de gestão:

a) Conselho Administrativo: órgão máximo, composto por cinco membros titulares e igual número

de suplentes, com mandato de quatro anos;

b) Conselho Fiscal: composto por três membros titulares e igual número de suplentes, indicados

pela Diretoria Estadual da OCB, com mandato de quatro anos;

c) Diretoria Executiva: órgão gestor e de Administração, composta pelo Presidente do Conselho

Administrativo, como seu presidente e pelo Superintendente.


110 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

3.1 Relação de Dirigentes e Conselheiros

CONSELHO ADMINISTRATIVO

NOME DOS TITULARES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Márcio Lopes de Freitas Abril/ 2012 Abril /2016 OCB Nacional (Presidente)

Ronaldo Ernesto Scucato Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Sudeste

Vergílio Frederico Perius Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Sul

Onofre Cezário de Souza Filho Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Centro-Oeste

Cergio Tecchio Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Regiões Norte-Nordeste

João Pinto Rabelo Junior Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Fazenda

Fábio Battistello Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério do Trabalho

(mandato 2012/2016)

João Batista Ferri de Oliveira Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério do Planejamento,

Orçamento e Gestão

Dênio Aparecido Ramos Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Previdência

Erikson Camargo Chandoha Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

Geci Pungan Abril/ 2012 Abril /2016 Repres. Empregados em Cooperativas

NOMES DOS SUPLENTES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Marcos Diaz Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Sudeste

Marcos Antônio Zordan Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Sul

Remy Gorga Neto Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Região Centro-Oeste

Manoel Valdemiro F.da Rocha Abril/ 2012 Abril /2016 OCB – Regiões Norte-Nordeste

Lucas Vieira Matias Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Fazenda

Fabrício Valle Dutra Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério do Trabalho

Não fez indicação da suplência Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério do Planejamento,

Orçamento e Gestão

Alex Pereira Freitas Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério Previdência

Vera Lúcia Oliveira Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

Maria Silvana Ramos Abril/ 2012 Abril /2016 Repres .Empregados em Cooperativas

CONSELHO FISCAL

NOME DOS TITULARES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Fátima Aparecida Rampin Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Previdência

Márcio Nahas Ribeiro Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Fazenda

Antonio Carrijo Primo Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento.

Marcos A. Braga da Rocha Abril/ 2012 Abril /2016 OCB

Gilcimar Barros Pureza Abril/ 2012 Abril /2016 OCB

Marcelino Henrique Queiroz Botelho Abril/ 2012 Abril /2016 Repres.Empregados em Coop.

NOMES DOS SUPLENTES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Maria de Fátima C. da Cruz Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Previdência

Bruna Adair Miranda Abril/ 2012 Abril /2016 Ministério da Fazenda

Helcio Campos Botelho Abril/ 2012 Abril /2016

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

José Aparecido de Souza Abril/ 2012 Abril /2016 OCB

Norberto Tomasini Abril/ 2012 Abril /2016 OCB

Robespierre Koury Ferreira Abril/ 2012 Abril /2016 Repres. Empregados em Cooperativas


Capítulo 3 • Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão 111

CONSELHO ADMINISTRATIVO

(mandato 2008/2012)

NOME DOS TITULARES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Márcio Lopes de Freitas 05/2008 08/2012 OCB Nacional (Presidente)

Edivaldo Del Grande 05/2008 08/2012 OCB – Região Sudeste

Guntolf Van Kaick 05/2008 08/2012 OCB – Região Sul

Roberto Marazi 05/2008 08/2012 OCB – Região Centro-Oeste

Ruiter Luiz Andrade Pádua 05/2008 08/2012 OCB – Regiões Norte-Nordeste

Gilson Alceu Bittencourt 05/2008 08/2012 Ministério da Fazenda

Ismael Silva Lisboa 05/2008 08/2012 Ministério do Trabalho

João Batista Ferri de Oliveira 05/2008 08/2012

Ministério do Planejamento,

Orçamento e Gestão

Rose Mary Oliveira 05/2008 08/2012 Ministério da Previdência

Erikson Camargo Chandoha 05/2008 08/2012

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

Raimundo Sergio Campos 05/2008 08/2012 Repres. Empregados em Cooperativas

NOMES DOS SUPLENTES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Wagner Guerra da Fonseca 05/2008 08/2012 OCB – Região Sudeste

Geci Pungan 05/2008 08/2012 OCB – Região Sul

Remy Gorga Neto 05/2008 08/2012 OCB – Região Centro-Oeste

Agamenon Leite Coutinho 05/2008 08/2012 OCB – Regiões Norte-Nordeste

Lucas Vieira Matias 05/2008 08/2012 Ministério da Fazenda

Alex Sandro Gonçalves Pereira 05/2008 08/2012 Ministério do Trabalho

Deuseles Rosa da Silva 05/2008 08/2012

Ministério do Planejamento,

Orçamento e Gestão

Aécio Pereira Júnior 05/2008 08/2012 Ministério Previdência

Alfredo Souza de Moraes Jr 05/2008 08/2012

Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento

Antonino Falchetti 05/2008 08/2012 Repres. Empregados em Cooperativas

CONSELHO FISCAL

NOME DOS TITULARES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Joseilton Gonçalves dos Santos 06/2008 08/2012 Ministério da Previdência

Vilmar Amaral de Oliveira 06/2008 08/2012 Ministério da Fazenda

Antonio Carrijo Primo

06/2008

Ministério da Agricultura,

08/2012

Pecuária e Abastecimento.

Valéria Mendes da Silva 06/2008 08/2012 OCB

Malaquias Ancelmo de Oliveira 06/2008 08/2012 OCB

Ana Cristina Penido 06/2008 08/2012 Repres. Empregados em Coop.

NOMES DOS SUPLENTES INÍCIO FIM ÓRGÃO QUE REPRESENTA

Dênio Aparecido Ramos 06/2008 08/2012 Ministério da Previdência

Luis Fernando Alves 06/2008 08/2012 Ministério da Fazenda

Hélcio Campos Botelho

06/2008

Ministério da Agricultura,

08/2012

Pecuária e Abastecimento

Lillian Busche Almeida 06/2008 08/2012 OCB

Carlos Fabiano Braga 06/2008 08/2012 OCB

Francisca Regia Dias A de Morais 06/2008 08/2012 Repres. Empregados em Cooperativas


112 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Diretoria Executiva

Nome início fim

Márcio Lopes de Freitas Abril/2012 Abril/2016

*Luís Tadeu Prudente Santos Junho/2006 Indeterminado

*vínculo CLT.

3.2 Remuneração de Membros da Diretoria e de Conselhos

Os integrantes dos Conselhos Administrativo e Fiscal do Sescoop, de acordo com o Regimento

Interno, aprovado pelo Decreto nº 3.017, de 6/4/1999, não recebem remuneração e sim, ajuda de custo

pela sua participação nas reuniões, cujo valor fixado é de R$ 1.183,00 (mil cento e oitenta e três reais).

O Presidente da unidade nacional não é remunerado, cabendo a este, conforme determina o

Regimento Interno do Sescoop, verba de representação de caráter indenizatório. Com relação ao

Superintendente, apresentamos no quadro a seguir os valores totais pagos nos últimos três exercícios.

Tabela 10 – Síntese da Remuneração dos Administradores

Valores em R$ 1,00

Identificação do Órgão

Órgão: Superintendência

Remuneração dos Membros

EXERCÍCIO

2012 (R$) 2011 (R$) 2010 (R$)

Número de membros: 1 1 1

I – Remuneração Fixa (a+b+c+d) 410.517,12 386.375,64 184.957,32

a) salário ou pro labore 390.799,56 371.008,96 174.668,32

b) benefícios diretos e indiretos 19.717,56 15.366,68 10.289,00

c) remuneração por participação em comitês - - -

d) outros - - -

II – Remuneração variável (e+f+g+h+i) - - -

e) bônus - - -

f) participação nos resultados - - -

g) remuneração por participação em reuniões - - -

h) comissões - - -

i) outros - - -

III – Total da Remuneração (I + II) 410.517,12 386.375,64 184.957,32

IV – Benefícios pós-emprego - - -

V – Benefícios motivados pela cessação do exercício

do cargo

- - -

3.3 Estrutura de Controles Internos Administrativos

O Sescoop conta com um sistema de controle interno administrativo formado por um Conselho

Fiscal e por uma Unidade de Auditoria Interna. O Conselho Fiscal, conforme estabelecido no art.

15 de seu Regimento Interno, conta com atuação de seis conselheiros efetivos e seis suplentes. Suas

atribuições estão definidas no art. 16, abaixo transcritas:

“I – acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e os atos de gestão;

II – examinar e emitir pareceres sobre o Programa de Trabalho, sobre as propostas de

orçamentos anuais e plurianuais, o balanço geral e demais demonstrações financeiras;


Capítulo 3 • Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão 113

III – elaborar o seu Regimento Interno, compatível com este Regimento, no que for

aplicável, submetendo-o à homologação do Conselho Nacional do Sescoop;

IV – recomendar a aprovação ou não da prestação de contas da Unidade nacional do

Sescoop, com as devidas observações, quando o caso exigir.”

A unidade de Auditoria Interna, subordinada ao Conselho Nacional do Sescoop teve sua criação

autorizada durante a 5ª reunião extraordinária, em 28 de novembro de 2000. Atua de forma preventiva

e consultiva com vistas a minimizar a ocorrência de irregularidades e aprimorar os controles internos

existentes. Tem suas atribuições definidas no artigo 55 do seu Regimento Interno:

“I – verificar e acompanhar o cumprimento das metas previstas nos

planos e programas anuais e plurianuais de atividades do Sescoop;

II –

comprovar a legalidade, legitimidade, economicidade, eficiência e

eficácia dos atos de gestão praticados, quanto ao aspecto contábil,

financeiro, orçamentário, operacional e patrimonial, através

levantamentos, auditorias, inspeções e acompanhamentos;

III – realizar auditorias e inspeções sobre a gestão dos recursos sob

a responsabilidade de entidades privadas, repassados mediante

convênio, acordos, ajustes ou outro instrumento jurídico;

IV –

V –

VI –

apurar os atos ou fatos irregulares, acaso praticados pelas

Administrações das Unidades Nacional, Regional ou Estadual, na

utilização dos recursos, comunicando-os ao respectivo Conselho,

para as devidas providências;

acompanhar o cumprimento pelas Unidades Nacional, Regional

ou Estadual, das recomendações da Secretaria de Controle Interno

e do Tribunal de Contas da União;

proceder, por solicitação do Conselho Nacional, do Conselho

Fiscal, ou do Presidente do Conselho Nacional, a auditorias e

inspeções contábeis, financeiras, orçamentárias, operacionais e

patrimoniais do Sescoop;

VII – examinar e emitir parecer sobre a prestação de contas anual da

Unidade nacional;

VIII – adotar providências sempre que solicitado pelo Tribunal de Contas

da União;

IX – elaborar o seu Plano Anual de Atividades da Auditoria Interna

– PAAAI, submetendo-o a aprovação do Conselho Nacional do

Sescoop, conforme previsto no inciso XIV do artigo 14 deste

Regimento Interno, bem como o Relatório Anual de Atividade

da Auditoria Interna (RAAAI) e encaminhá-los aos órgãos

competentes.”

3.4 Estrutura e Atividades do Sistema de Correição da Unidade

O Sescoop não dispõe de uma unidade específica de correição. Eventuais irregularidades são

apuradas por meio de abertura de Sindicância ou TCE, conforme previsão no Regimento Interno:


114 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Capítulo IV –

DAS COMPETÊNCIAS DO PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DA

UNIDADE NACIONAL DO SESCOOP

(...)

“XXII – nomear as Comissões e seus componentes nos processos

de sindicância no âmbito da Unidade nacional, Regional ou Estadual,

quando for o caso, através de Resolução específica;”

(...)

Capítulo X –

DO MONITORAMENTO DAS UNIDADES ESTADUAIS OU REGIONAIS

DO SESCOOP

Art. 50. A Unidade nacional (UN) do Sescoop, mediante regulamentação do Conselho

Nacional, instituirá e manterá sistema permanente de monitoramento

das Unidades estaduais (UE) e das Unidades Regionais (UR) do Sescoop.

§ 1º O Presidente do Conselho Nacional poderá valer-se dos trabalhos da sua

equipe técnica, da auditoria interna e da auditoria independente para efetuar

o monitoramento constante das Unidades estaduais e Regionais do Sescoop.

§ 2º Constatada qualquer irregularidade pelo monitoramento, o Presidente da

Unidade nacional do Sescoop designará uma comissão de sindicância,

constituída de 3 (três) membros, incumbida de apurar os fatos.

(...)

Art. 51. O Conselho Nacional, depois da análise do relatório da comissão de sindicância,

poderá decretar a intervenção na referida Unidade Estadual ou

Regional ou adotar outras medidas capazes de corrigir as irregularidades

apuradas, sem prejuízo das sanções legais cabíveis.

3.5 Funcionamento do Sistema de Controle Interno da Unidade

Os procedimentos e instruções operacionais são padronizados em documentos formais e essenciais

para consecução dos objetivos da entidade, dando suporte ainda ao bom funcionamento.

O sistema conta com uma auditoria interna que atua in loco, proporcionando ações preventivas,

corretivas e de monitoramento dos processos.

Durante o exercício de 2012, demos continuidade à manutenção da matriz de riscos do Sescoop,

considerando a materialidade, criticidade e temporalidade de auditoria por unidade auditável e por

processo operacional, que serve de base para o planejamento desta Audit, aumentando a eficiência na

priorização de trabalhos de auditoria.

Os objetivos são identificar os fatores de risco dos controles internos de cada processo auditado

e atender com maior eficiência as necessidades das unidades auditadas no assessoramento e

acompanhamento da Audit.


Capítulo 3 • Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão 115

O mapeamento do grau dos controles internos dos processos auditáveis realizado pela Audit ao

longo de 2012, tomou por base os apontamentos dos anos anteriores tanto da auditoria independente,

CGU, TCU, quanto os da própria Auditoria Interna.

A ferramenta permite a comparação do grau de controle dos processos operacionais auditados de

um exercício para outro, ou seja, a situação de cada auditoria realizada na UE.


Capítulo 4

Programação e Execução

Orçamentária e Financeira


Capítulo 4 • Programação e Execução Orçamentária e Financeira 119

CAPÍTULO 4

Programação e Execução Orçamentária e Financeira

Fonte de Recursos

A principal fonte de recursos do Sescoop é a contribuição social em percentual de 2,5%, incidente

sobre as folhas de pagamento das cooperativas.

A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em Regimento Interno e obedece

a seguinte diretriz:

• 10% (dez por cento) são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade nacional do Sescoop;

• 2% (dois por cento) do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)

a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional, de representação,

de informação e de logística disponível no Sistema OCB/OCEs.

• 20% (vinte por cento) irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo

(Fundecoop), administrado pela Unidade nacional, conforme resolução do Conselho Nacional

do Sescoop.

• 68% (sessenta e oito por cento) são aplicados diretamente pelas Unidades estaduais ou regionais,

nas atividades relativas aos objetivos fins, despesas de caráter geral e investimentos necessários

para atingir seus objetivos, conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do Sescoop.

4.1 Receitas

Em 2012, para a realização do plano de trabalho/orçamento aprovado para o exercício, a Unidade

Nacional do Sescoop contou efetivamente com recursos oriundos da contribuição social, principal

fonte de custeio da programação do Sistema, conforme quadro abaixo:

RUBRICAS

Tabela 11 – Receitas Unidade Nacional

RECEITAS

Prevista

Realizada

R$ Participação % R$ Participação %

Variação %

Contribuições 65.335.681,00 83,59 68.051.742,80 89,15 104,16

Financeiras 5.510.200,00 7,05 7.262.809,54 9,51 131,81

Serviços - - - - -

Outras Receitas 7.316.757,00 9,36 1.018.126,61 1,33 13,91

Total 78.162.638,00 100,00 76.332.678,95 100,00 97,66

Fonte: Assessoria de Planejamento (Asplan) e Sistema Zeus.

A gestão orçamentária e o planejamento institucional da unidade nacional do Sescoop têm por

finalidade contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa.

O total das receitas previstas para o ano de 2012 foi de R$ 78.162.638,00 e sua execução foi de R$

76.332.678,95, resultando em 97,66 de realização.

Em relação a 2011, houve um incremento de 17,94% na receita (contribuições) correspondente a

R$ 10.353.799,98, conforme demonstrado a seguir:


120 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Tabela 12 – Receitas Realizadas

Variação

Receita 2010 2011

2011/2010

2012

Variação

2012/2011

Contribuições 49.069.389,45 57.697.942,82 17,58 68.051.742,80 17,94

Financeiras 4.668.454,80 7.880.320,95 68,80 7.262.809,54 7,84

Serviços - - - - -

Outras receitas 271.613,10 671.805,43 147,34 1.018.126,61 51,55

Receitas de

transferências

28.000,00 - 100,00 - -

Total 54.037.457,35 66.250.069,20 22,60 76.332.678,95 15,22

Fonte: Assessoria de Planejamento (Asplan) e Sistema Zeus.

4.2 Desempenho da Unidade na Execução Orçamentária e Financeira

As despesas efetivas do Sescoop, em 2012, no cumprimento da programação orçamentária

aprovada pelo Conselho Nacional, totalizaram o montante de R$ 62.966.532,92, correspondente a

80,56% do previsto para o exercício. Demonstramos, a seguir, as despesas classificadas por grupo

para evidenciação da destinação dos recursos geridos pela unidade nacional do Sescoop:

Tabela 13 – Despesas Unidade Nacional

DESPESAS

GRUPOS

Prevista

Realizada

Variação %

R$ % R$ %

Pessoal e encargos sociais 14.189.549,00 18,15 12.832.940,98 20,38 90,44

Outras despesas correntes 63.030.009,00 80,64 49.224.383,80 78,18 78,10

Investimentos 943.080,00 1,21 909.208,14 1,44 96,41

Inversões financeiras - - - - -

RESULTADO 78.162.638,00 100 62.966.532,92 100 80,56

Fonte: Assessoria de Planejamento (Asplan) e Sistema Zeus.

Tabela 14 – Natureza de Despesas

Despesas 2010 2011 2011/2010 2012 2012/2011

Correntes 32.255.720,24 35.034.931,98 8,62 49.224.383,80 40,50

De pessoal e encargos 6.126.372,86 10.031.791,37 63,75 12.832.940,98 27,92

De capital 932.240,70 2.594.959,97 178,36 909.208,14 64,96

Inversões financeiras - - - - -

Outras despesas - - - - -

Total 39.314.333,80 47.661.683,32 21,23 62.966.532,92 32,11

Fonte: Assessoria de Planejamento (Asplan) e Sistema Zeus.


Capítulo 4 • Programação e Execução Orçamentária e Financeira 121

4.3 Execução das Despesas por Modalidade de Licitação, por Natureza

e por Elementos de Despesa

A unidade nacional do Sescoop segue rigorosamente todas as normas e procedimentos pertinentes

para aquisição de bens, produtos e/ou serviços, obedecendo à legislação e tendo toda documentação

arquivada em processos individuais. Em 2012, foram realizados 177 Processos Administrativos para

aquisição bens, materiais e serviços, conforme abaixo:

• 47 Dispensas;

• 12 Inexigibilidade;

• Três convites;

• Nove Concorrências;

• Um Termo de Parceria;

• Um Convênio, sete Patrocínios;

• 32 Pregões Presenciais.

As informações detalhadas por modalidade de licitação, constam no quadro “Despesa por

Modalidade de Contratação” na página 211.

4.4 Transferências regulamentares de convênios e outros instrumentos análogos.

O Sescoop atendeu, em 2012, a seis pedidos de patrocínio, com base na Resolução nº 373/2010 e a 35

solicitações de aporte de recursos por meio do Fundecoop, com base na Resolução Sescoop nº 55/2006.

• Patrocínio da 42ª Convenção Nacional da Unimed

A Convenção Nacional da Unimed, maior evento cooperativista e do sistema Unimed, é realizada

anualmente com o objetivo de disseminar práticas cooperativistas e refletir sobre cenários e tendências

do setor de saúde que influenciam nos negócios das cooperativas. A realização da Convenção confirma,

a cada ano, sua importância para o fortalecimento da marca Unimed, tendo como pauta debates sobre

questões voltadas à gestão dos negócios do Sistema.

O encontro, que a cada edição reúne cerca de 2.000 (duas mil) pessoas, conta com a presença

dos principais dirigentes, executivos e médicos cooperados das 371 (trezentos e setenta e uma)

Cooperativas Unimed, além dos maiores fornecedores do mercado.

A 42ª Convenção foi realizada no período de 11 a 14 de setembro de 2012, no Costão do Santinho/

SC, cujo tema foi “Maturidade, Transformação e Construção do Futuro”. A escolha deste tema reflete

a gama de experiências bem-sucedidas da Unimed em todo o Brasil.

É importante ressaltar ainda que, além de ser um espaço para debates sobre questões políticas,

econômicas, sociais e outras que afetam o Sistema Cooperativista Unimed, a Convenção tornouse

um ponto de encontro eficaz do Cooperativismo Nacional, integração e negociação, não só

para os dirigentes, mas, também, para os médicos, cooperados, palestrantes e fornecedores.

Diante do exposto, o Sescoop, seguindo como base legal a Resolução nº 373/2009, firmou

instrumento jurídico de Patrocínio e aportou recursos financeiros no montante de R$ 432.600,00

(quatrocentos e trinta e dois mil e seiscentos reais).


122 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

A Fundação Unimed ficou responsável pelos seguintes itens:

• Espaço para montagem de estande de 100m 2 (montagem não inclusa) no local do evento;

• Mensagem de agradecimento e reconhecimento como patrocinador oficial na abertura e

encerramento do evento;

• Logotipo no caderno convencional na página de patrocinadores condicionado ao recebimento

dos mesmos até a data de 7/9/2012;

• Inserção do logotipo nos totens com a programação do evento;

• Encarte de material promocional nas pastas dos convencionais (material fornecido pelo

patrocinador);

• Permissão para distribuição da revista do patrocinador Saber Cooperar durante o evento;

• Logotipo na página de abertura (home) e na página “Patrocinadores” do hotsite do evento com

link para o site do patrocinador;

• Logotipo no e-mail marketing do evento;

• Fornecer oito inscrições completas como cortesia (palestras, coquetel de abertura, festa típica e

jantar de encerramento). Os nomes completos e demais dados foram repassados até o dia 31/8/2012;

• Inserção do logotipo nos crachás da Convenção;

• Exposição da logomarca do patrocinador no telão do auditório, antes da abertura das palestras;

• Apresentação de um vídeo de 60 segundos no auditório, duas vezes por dia (material fornecido

pelo patrocinador);

• Anúncio de meia página em uma edição do Jornal da Convenção (material fornecido pelo

patrocinador);

• Citação do Sescoop nos boletins da Convenção enviados por e-mail;

• No caso de participação de representantes do Sescoop nas mesas redondas e plenárias, a

Unimed do Brasil fez a respectiva divulgação na programação do evento;

• Inclusão da marca do Sescoop impressa nos certificados das oficinas, dos palestrantes e dos

convencionais;

• Disponibilizar link de internet para transmissão do evento às demais cooperativas do

patrocinador e Sistema OCB e

• Participação do Presidente do Sescoop, ou seu representante, em mesa redonda na plenária,

abordando o tema “O ato cooperativo no Congresso Nacional”.

• Patrocínio ao 9º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito - CONCRED

A Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), instituição responsável

pela promoção do 9º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) apresentou

projeto de inclusão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no rol de parceiros

para realização do Congresso, que teve como objetivo o crescimento e fortalecimento do

cooperativismo de crédito brasileiro.

O Concred é um evento que ocorre a cada dois anos e conta com a participação de lideranças

do Sistema de Crédito Cooperativo Nacional e representantes do Sistema Financeiro como um

todo. Em 2012, o Congresso teve como tema central “As cooperativas de crédito constroem um

mundo melhor”, alinhando-se à declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) como o

Ano Internacional das Cooperativas.


Capítulo 4 • Programação e Execução Orçamentária e Financeira 123

A demanda em questão estava alinhada aos objetivos estratégicos finalísticos do Sescoop nºs 3 e

4 – “Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação

profissional” e “Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas”,

respectivamente.

Diante do exposto, o Sescoop, seguindo como base legal a Resolução nº 373/2009, firmou

instrumento jurídico de Patrocínio e aportou recursos financeiros no montante de R$ 100.000,00

(cem mil reais).

A Confebrás ficou responsável pelos seguintes itens:

• Inclusão da marca do Sescoop como instituição patrocinadora em material impresso: Confecção

de folders, cartazes, cartões, envelopes, crachás, programação oficial do evento, convites para

cerimônia de encerramento e blocos de rascunho;

• Inclusão da marca do Sescoop como instituição patrocinadora nas peças de divulgação (material

impresso): anúncios em revista, outdoors, e-mail marketing, menção nos press releases de

divulgação, menção do patrocinador do decorrer do evento, inserção da marca do patrocinador

nos equipamentos de audiovisual e slide desk, distribuição do folder do Programa Educred,

distribuição da revista Sescoop e veiculação do vídeo institucional do Sescoop;

• Exposição da marca do Sescoop, como instituição patrocinadora, nos pontos de sinalização

internos e externos: painéis, pórticos e banners;

• Cessão de espaço para veiculação de vídeo institucional em um dos totens touch screen e stand

no local do evento (item exposição);

• Divulgar a marca fixa como patrocinador Master, no site do evento (item Site);

• Disponibilizar dez vagas para os empregados do Sistema OCB/Sescoop;

• Disponibilizar dez convites para os empregados do Sistema OCB/Sescoop e

• Disponibilizar dez vouchers para participação na festa de encerramento.

• Patrocínio da 22ª Convenção Nacional da Uniodonto

A Convenção Nacional da Uniodonto é o maior evento de formação cooperativista realizado para

o segmento odontológico organizado em cooperativas do ramo saúde. Além da ampliação de sua

estrutura, a Uniodonto avança na implantação de governança corporativa, investindo continuamente

no pleno desenvolvimento organizacional, no planejamento de suas ações, seguindo uma estratégia

bem definida de consolidação de sua liderança no mercado dos planos odontológicos. A Convenção

deve ser vista como um ponto de encontro eficaz do Cooperativismo nacional, integração e negociação,

não só para os dirigentes, mas, também, para os médios cooperados, palestrantes e fornecedores.

A 22ª edição da Convenção, realizada no período de 10 a 13 de outubro de 2012, em Foz do

Iguaçu/PR, trouxe, como tema focal, o debate sobre a “Qualidade como fator de mudança”, refletindo

o momento do mercado dos planos de saúde no País e os desafios que se impõem para as cooperativas

que compõem esse sistema, no aspecto da formação e qualificação dos seus empregados, cooperados

e dirigentes como fator-chave para a continuidade do desenvolvimento gerencial e operacional dessas

organizações.

O evento foi organizado de forma a gerar conhecimentos sobre o contexto atual das cooperativas

do ramo saúde e, em particular, ao do segmento odontológico e de provocar a construção de novos

conhecimentos aplicados às cooperativas do Sistema, principalmente por meio de debates realizados

nas oficinas.


124 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

O evento contou com a participação de aproximadamente 500 pessoas, entre dirigentes, executivos

e cooperados e 118 cooperativas singulares da Uniodonto, oriundas de 21 unidades da Federação,

além dos maiores fornecedores do mercado para esse segmento.

Dessa forma, o Sescoop identificou nessa iniciativa um importante meio de atender a sua missão,

que é a de promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentada, por meio

da formação profissional e aportou recursos no montante de R$ 100.000,00 (cem mil reais), firmando

o termo de Convênio de Patrocínio nº 5/2012.

Foram itens de contrapartida:

• Citação da logomarca do patrocinador nos boletins diários da Convenção;

• Divulgação dos representantes do patrocinador que estiveram presentes na plenária;

• Menção do patrocinador em discurso de relevância na plenária;

• Participação do Presidente do patrocinador ou representante indicado por este, na abertura do evento;

• Chamada na programação do evento;

• Logomarca do patrocinador nos e-cards enviados;

• Logomarca do patrocinador nos banners e sinalizadores do evento;

• Logomarca do patrocinador em destaque no local do evento;

• Inserção da logomarca do patrocinador nas pastas, nos materiais oferecidos, tais como: blocos

de anotação, caderno da Convenção e programação;

• Espaço para divulgação do patrocinador e seus produtos;

• Intervalo de 15 minutos para apresentação oral dos serviços ou produtos do patrocinador no

auditório principal;

• Mailing dos participantes;

• Exibição do vídeo do patrocinador duas vezes ao dia durante a programação via Web TV Uniodonto;

• Inclusão da marca no hot site da Convenção como patrocinador Master;

• Encarte do material promocional do patrocinador nas pastas;

• Mensagem de agradecimento e reconhecimento como patrocinador oficial na abertura e

encerramento do evento;

• Logomarca do patrocinador nos crachás da Convenção, e

• Logomarca do patrocinador impressa nos certificados dos palestrantes e dos convencionais.

• Patrocínio para produção do livro “Antes da Rio+20”

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, foi um evento

de grande repercussão ocorrido em 2012 e objetivou a renovação do compromisso político com o

desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação

de decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e

emergentes.

O programa de entrevistas comandado pelo Dr. Roberto Rodrigues teve como tema o impacto das

ações de desenvolvimento sustentável da Rio+20 na agricultura do Brasil e do mundo. O programa

entrevistou grandes personalidades do agronegócio brasileiro e teve como foco as possíveis influências

das ações discutidas na Conferência para a agricultura do Brasil e do mundo.


Capítulo 4 • Programação e Execução Orçamentária e Financeira 125

A fim de registrar tais discussões e criar um rico material didático/científico, foi proposto pela

Ceres Consultoria projeto de patrocínio para a produção do livro intitulado Antes da Rio+20. Esta

obra será uma coletânea dessas entrevistas, com conteúdo editado, visando garantir o registro

e a distribuição do conhecimento à sociedade, cooperativistas e cooperados. O material será

utilizado nas ações do Sescoop voltadas à área de resultado profissionalização e sustentabilidade.

O Sescoop aportou recursos no montante de R$ 25.900,00, sendo itens de contrapartida:

• Encaminhar 500 exemplares da obra científica (livro) impressa à sede do Sescoop, em Brasília/DF;

• Divulgar a marca e o logo do Sescoop em todos os materiais impressos decorrentes do objeto pactuado;

• Permitir a reprodução dos arquivos eletrônicos da obra científica (livro) para que, caso seja de

seu interesse, reproduza mais cópias do material para utilização em qualquer evento voltado às

suas áreas finalísticas;

• Ceder espaço, para participação do Sescoop, na solenidade de lançamento da obra;

• Ceder espaço na obra científica/literária (livro) para veiculação de texto de interesse do Sescoop;

• Autorizar a veiculação da mídia eletrônica da obra científica/literária produzida no site do

Sescoop, permitindo inclusive a disponibilização para download do obra.

• 10ª Edição do CooperaCriança

O CooperaCriança está na sua 10ª edição sendo realizado pela Confederação das Cooperativas de

Crédito do Brasil (Confebrás), em parceria com o Sicoob do Distrito Federal e do Serviço Nacional

de Aprendizagem do Cooperativismo, Unidades Nacional e Distrito Federal. Nesse ano, o evento,

além de comemorar o Mês das Crianças, festejou o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito.

A iniciativa da Confebrás com o apoio do Sescoop tem como objetivo exercer o 7º princípio

cooperativista, que rege o interesse pela comunidade. Trata-se de uma iniciativa solidária voltada

a crianças e adolescentes carentes do Distrito Federal, proporcionando às crianças um dia de

aprendizado e entretenimento. Em 2012, a programação incluiu sessões de cinema, Espaço Kids

com dezenas de brinquedos infláveis, ações de educação financeira com o projeto Cooperaeduca –

Cooperar e Poupar Também é Coisa de Criança, Oficinas Lúdicas de Educação Financeira, Jogos

Cooperativos e Concurso de Desenho.

A ação reuniu no dia 31/10/2012 1.600 crianças e adolescentes, com faixa etária entre 6 a 12

anos, de 22 instituições carentes de todas as cidades-satélites do DF. Dessas, 300 são especiais e cada

uma esteve acompanhada por um monitor. A ação também mobilizou cerca de 100 voluntários, entre

funcionários da Confebrás e das demais instituições parceiras.

• Patrocínio XV Congresso Brasiliense de Direito Constitucional

O XV Congresso Brasiliense de Direito Constitucional foi um evento de grande repercussão

ocorrido em 2012, com abertura realizada pelo Ministro do STF - Dr. Gilmar Mendes e o Sr. Vice

Presidente da República Michel Temer, com um espaço aberto para divulgação e debate de produções

de artigos científicos e um público de mais de 1.200 juristas, dentre eles estudantes de Direito,

Advogados, Procuradores de Justiça, Magistrados, Ministros, dentre diversas outras autoridades.

O Sescoop contou com um stand onde disponibilizou materiais sobre a formação em Cooperativismo,

recebendo a visita dos participantes do congresso durante os intervalos entre as palestras e na chegada

e saída dos mesmos do evento.

Além disto, foram realizados dois painéis sobre Cooperativismo, o primeiro denominado “Homenagem

ao “Ano Internacional das Cooperativas” - “Ordem Econômica e Financeira na Constituição”,


126 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

com a participação e exposição do Presidente do Banco Cooperativo do Brasil – Bancoob, A Crise

Financeira Global e o Cooperativismo, com exposição do Dr. ROBERTO RODRIGUES (ex- Ministro

da Agricultura; Coordenador do Centro de Estudos do Agronegócio na Fundação Getúlio Vargas

- FGV) e Cooperativismo e Desenvolvimento Nacional, com exposição do Dr. Márcio Lopes de Freitas,

Presidente do Sescoop.

O Sescoop aportou recursos no montante de R$.150.000,00, sendo itens de contrapartida:

• Cortesia de 100 inscrições;

• Inserção da logomarca do Sescoop nas peças gráficas e eletrônicas do evento, edições informativas,

programação, blocos de anotação, banners etc.

• Link no site do evento para a página do Sescoop;

• Cessão de uma cópia do mailing dos participantes do evento;

• Inserção da marca do Sescoop no site do IDP (www.idp.edu.br);

• Citação oral pelo mestre de cerimônias, do apoio do Sescoop na solenidade de abertura e de

encerramento do evento;

• Citação visual, de um vídeo institucional durante o evento;

• Espaço para estande institucional;

• Um painel em homenagem ao “Ano Internacional do Cooperativismo.”, contemplando o tema:

“Ordem Econômica e Financeira na Constituição: O Papel do Cooperativismo”; e

• Exemplares das peças de divulgação e imagens da exposição das peças de divulgação, a serem

apresentadas em CD ou DVD, referentes aos tópicos listados acima.

• Fundecoop Projetos Especiais

As transferências de recursos do Fundecoop, na modalidade Projetos Especiais, custeiam

demandas não contempladas inicialmente no Plano Anual de Atividades das unidades estaduais, que

correspondam aos requisitos dispostos na Resolução nº 55/2006 e aos critérios de análise definidos

pelo Conselho Nacional. Em 2012, os critérios de análise das propostas de projetos foram:

• Aderência ao Plano Estratégico – verifica se a proposta atende aos objetivos estratégicos do

Sescoop.

• Geração de resultados – verifica o potencial de geração de resultados, face aos objetivos

propostos.

• Conformidade da proposta – verifica a coerência e consistência entre os elementos de

informação do pleito.

• Governança de Projetos – verifica a situação da unidade em relação aos projetos em curso ou

encerrados.

No exercício 2012, foram aprovados 35 projetos e as transferências totalizaram R$ 7.036.606,62,

o que representou 79,69% do valor previsto.

As informações sobre esses projetos estão dispostos no Anexo V deste documento.


Capítulo 5

Gestão de Pessoas,

Terceirização de Mão de Obra

e Custos Relacionados


Capítulo 5 • Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados

129

Capítulo 5

Gestão de Pessoas, Terceirização de

Mão de Obra e Custos Relacionados

5.1 Estrutura de Pessoal da Unidade

Um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador impulsiona a produtividade organizacional

e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores. Por isso, o Sescoop investe constantemente na

valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal.

A unidade nacional dedica ao público interno atenção e cuidado semelhantes aos destinados às

cooperativas e a seus associados e empregados. As prioridades são a capacitação e o desenvolvimento

de seus colaboradores.

Paralelamente, procura-se criar um clima organizacional positivo, que estimule a confraternização,

o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações de voluntariado, por exemplo.

Com treze anos de atuação, o Sescoop vê-se diante de desafios comuns a organizações que se

relacionam com um cenário dinâmico, exigindo contínuo aprimoramento dos processos de trabalho.

Por isso, a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor atender aos seus objetivos

organizacionais.

Demonstração da força de trabalho Movimentação do Quadro de Pessoal

A unidade nacional do Sescoop encerrou o ano de 2012 com uma força de trabalho composta por 85

profissionais, sendo 83 (98%) efetivos e 2 (2%) terceirizados e nenhum estagiário.

Gráfico 4 – Composição da Força de Trabalho – 2012

O aumento contínuo do número de colaboradores justifica-se pela continuidade no trabalho de

implementação do quadro ideal iniciado em 2010. O aumento da força de trabalho em relação a 2011

foi de quatro profissionais, o que representa uma variação de 4,94%.


130 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Tabela 15 – Evolução da Força de Trabalho

EVOLUÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO

Vínculo 2010 2011 2012

Estagiários 1 0 0

Efetivos 57 81 83

Terceirizados 0 0 2

Total 58 81 85

No processo de Atração e Seleção de Pessoas foram realizados nove processos seletivos, sendo

cinco para cargos efetivos de analista e técnico e quatro para cargos de confiança de gerente ou assessor.

Foram realizadas 16 admissões, sendo sete para aumento do quadro e nove para substituições. O

número de desligamentos a pedido do colaborador foi de nove e por demissão sem justa causa, quatro

colaboradores, totalizando 13 desligamentos. A movimentação média anual de pessoal (turnover)

foi de 1,46%, valor considerado dentro dos parâmetros adotados pelas organizações de renovarem

e oxigenarem a sua força de trabalho. Em relação a 2011, o turnover diminuiu, o que se justifica

pelo grande número de contratações realizadas naquela ocasião, quando se iniciou a implantação da

estrutura organizacional.

MOVIMENTAÇÃO DO QUADRO

Admissões 16

Desligamentos 13

Qualificação da Força de Trabalho (Perfil do Corpo Funcional)

Considerando o quadro efetivo, a distribuição de colaboradores por cargo demonstra uma maior

concentração no cargo de analista, condizente com a característica da instituição de prestação de

serviços e coordenação em âmbito nacional.

Gráfico 5 – Percentual de Colaboradores por Cargo 2012


Capítulo 5 • Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados

131

A distribuição de colaboradores efetivos por cargo comparado aos anos anteriores é a seguinte:

Tabela 16 – Evolução do Quadro Efetivo por Cargo

EVOLUÇÃO DO QUADRO EFETIVO POR CARGO

Cargo 2010 2011 2012

Técnico 8 11 11

Analista 37 57 56

Coordenador de Processos 2 2 2

Gestor/Assessor 8 8 11

Gerente-Geral 1 2 2

Superintendente 1 1 1

Total 57 81 83

Considerando o percentual dos colaboradores por sexo, há um equilíbrio na composição

do quadro funcional, com a predominância de profissionais do sexo masculino. Do total de

colaboradores, 45 (54%) são do sexo masculino e 38 (46%) são do sexo feminino, como pode ser

visualizado no gráfico a seguir.

Gráfico 6 – Percentual de Colaboradores por Sexo 2012

Com relação à faixa salarial, a maior concentração dos profissionais, 47% (39) está na faixa salarial

entre R$ 5.001,00 e R$ 6.000,00, assim como em 2011. Deve-se considerar que houve o reajuste

salarial de 4,8% concedido por ocasião da data-base. A média salarial em 2012 foi de R$ 7.592,03, o

que retrata um valor compatível com o que é praticado no mercado, sendo uma estratégia de retenção

da força de trabalho.

Gráfico 7 – Percentual de Colaboradores por Faixa Salarial 2012


132 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Com relação à faixa etária, a maior concentração dos profissionais encontra-se entre 31 e 40 anos

de idade, totalizando 41% (34) dos colaboradores, o que evidencia um quadro experiente, na condição

de sênior e seguindo a mesma tendência dos anos anteriores.

Gráfico 8 – Percentual de Colaboradores por Faixa Etária 2012

Do total de colaboradores efetivos, 51% ingressaram na instituição há menos de dois anos,

retratando a mesma tendência dos anos anteriores, com a manutenção de um quadro funcional novo

e em fase de retenção e qualificação.

Gráfico 9 – Percentual de Colaboradores por Tempo de Casa 2012

O investimento na qualificação dos colaboradores reflete no perfil acadêmico dos profissionais do

Sescoop que apresentam excelente nível de qualificação, com 5% dos profissionais com mestrado,

31% com especialização, 55% com nível superior completo e 9% com ensino médio.


Capítulo 5 • Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados

133

Gráfico 10 – Percentual de Colaboradores por Escolaridade 2012

Capacitações

Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, a unidade nacional do Sescoop identifica

necessidades, promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades

profissionais, buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado.

Considerando o quadro de profissionais, na sua maioria composta por colaboradores com menos

de dois anos de Casa, ações de aprimoramento dos conhecimentos que são consideradas comuns e

transversais a todos os cargos/funções são necessárias para a atuação das pessoas na instituição. Nesse

sentido, a Gerência de Pessoas estruturou a Educação Corporativa do Sescoop que compreende as

atividades necessárias ao planejamento, execução e avaliação das ações de capacitação realizadas ou

contratadas para os colaboradores, de forma a garantir melhor desempenho nos processos e projetos.

No total, foram realizadas 77 ações de capacitação para os colaboradores do Sescoop, OCB e

unidades estaduais. O número total de participações foi significativo, totalizando 1.876 e a carga

horária total de 1.055,5 horas de investimento em educação e qualificação para os profissionais do

Sistema OCB, como retrata a tabela a seguir:

Tabela 17 – Capacitações para os Colaboradores 2012

Total geral

Quantidade

de Ações

Carga

Horária

Total de

participações

Programa de Desenvolvimento de Competências Técnicas 43 765 178

Programa de Desenvolvimento de Competências Gerenciais 3 38 73

Programa de Desenvolvimento de Competências do Cooperativismo 19 30,5 1598

Intercâmbios 12 222 27

Total 77 1055,5 1876

Fonte: Gerência de Pessoas (Gepes).

Ações de capacitação também foram promovidas aos colaboradores da Organização das

Cooperativas Brasileiras (OCB) com respaldo no Contrato de Gestão e com foco no desenvolvimento

dos colaboradores para melhor execução das atividades em prol do cooperativismo.

Os programas estruturados para a Educação Corporativa foram:

• Programa de Desenvolvimento de Competências Técnicas: contempla ações e programas

educacionais com foco no desenvolvimento de competências predominantemente técnicas dos

cargos/funções da instituição.


134 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

• Programa de Desenvolvimento Gerencial: esse programa foi estruturado com o objetivo de

desenvolver competências gerenciais a partir da identificação, reflexão e discussão de temas,

princípios, valores e práticas cooperativistas que fortaleçam o papel e a atuação gerencial,

traduzindo-se em uma maior integração do grupo de gestores, no maior conhecimento de

seus clientes, na transformação de estratégias em ações mais efetivas, na melhor gestão e no

atendimento aos resultados e competências organizacionais. Para essa finalidade foram realizadas

algumas ações, tais como o I Encontro Gerencial – Gestão Interna e Desafios Gerenciais; II

Encontro Gerencial – Liderança e Cultura da Cooperação; a visita de Intercâmbio à Fazenda

Malunga e encaminhamento de textos para reflexão do gestor sobre temas relacionados à gestão.

• Programa de Desenvolvimento de Competências do Cooperativismo: foi estruturado com o

objetivo de ampliar o conhecimento sobre o cooperativismo, relacionado com os propósitos de

atuação do Sistema OCB e contempla competências profissionais compartilhadas entre todos

os colaboradores, portanto comuns e transversais aos cargos/funções. Com essa intenção foi

realizado o Ciclo de Palestras sobre o Cooperativismo, contemplando a oferta de 19 palestras

sobre o cooperativismo e seus ramos, apresentações setoriais sobre a estrutura das áreas, bem

como seus projetos e processos organizacionais.

• Intercâmbios: são visitas destinadas à troca de informações entre diferentes instituições, em que

se permite um processo de aprendizado, comparação de produtos, processos, serviços e práticas,

favorecendo a identificação de formas diversificadas e de referência para o aperfeiçoamento de

processos e projetos institucionais.

• Programa de Educação Continuada: em 2012, foi dada continuidade à concessão de bolsas

de estudos de graduação e pós-graduação nos cursos de Direito e Gestão dos Serviços Sociais

Autônomos, Agronegócios, Gestão Estratégica para Resultados, Energias Renováveis, Direito

Tributário, Assessoria Parlamentar e Direito e Gestão dos Serviços Sociais Autônomos; e nos

cursos de graduação em Direito, Administração, Pedagogia e Ciências Contábeis.

Custos associados à manutenção dos recursos humanos

A folha de pagamento, em 2012, movimentou recursos da ordem de R$ 12.832.940,98, o

equivalente a 91,36% do valor orçado para o ano. A maior aplicação desse recurso recaiu sobre o item

Salários (R$ 8.670.454,14, cuja execução representa 92,84% do valor orçado), seguido de Encargos

Sociais Patronais (R$ 2.862.138,13, cuja execução representa 93,47% do valor orçado) e, por fim,

os Benefícios (R$ 1.300.348,71, cuja execução representa 79,02% do valor orçado), conforme

demonstrado na tabela a seguir:

Tabela 18 – Salários, Encargos e Benefícios

Detalhamento 2012 TOTAL % de execução

Vencimentos e remunerações

Orçado 9.338.779,00

Realizado 8.670.454,14

92,84

Encargos sociais patronais

Orçado 3.061.992,00

Realizado 2.862.138,13

93,47

Benefícios

Orçado 1.645.519,07

(VT+VA+Pl. Saúde+Seg.Vida+UTI) Realizado 1.300.348,71

79,02

Total

Orçado 14.046.290,07

Realizado 12.832.940,98

91,36

VT – Vale-transporte; VA – Vale-alimentação; Pl. Saúde – Plano de Saúde; Seg. Vida – Seguro de Vida; UTI – UTI Vida.

Fonte: Asplan.


Capítulo 5 • Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados

135

Composição do quadro de servidores inativos e pensionistas

Tendo em vista a personalidade jurídica do Sescoop, não há em nosso quadro servidor inativo e pensionista.

Indicadores gerenciais sobre recursos humanos

O Sescoop utiliza os seguintes indicadores gerencias sobre recursos humanos:

Tabela 19 – Indicador Demonstração da força de trabalho

Indicador Nº %

Número de colaboradores efetivos 83 98

Número de colaboradores terceirizados 2 2

Total da força de trabalho 85 -

Aumento da força de trabalho 4 4,94

Tabela 20 – Indicadores Perfil do Quadro Efetivo

Percentual de colaboradores por cargo

Indicador Nº %

Número de colaboradores no cargo de técnico 11 13

Número de colaboradores no cargo de analista 56 68

Número de colaboradores no cargo de coordenador de processo 2 2

Número de colaboradores no cargo de gerente/assessor 11 13

Número de colaboradores no cargo de gerente-geral 2 3

Número de colaboradores no cargo de superintendente 1 1

Percentual de colaboradores por sexo

Indicador Nº %

Número de colaboradores do sexo feminino 38 46

Número de colaboradores do sexo masculino 45 54

Percentual de colaboradores por faixa salarial

Indicador Nº %

Número de colaboradores com salário até R$ 2.000,00 8 10

Número de colaboradores com salário de 2.001,00 a 3.000,00 3 4

Número de colaboradores com salário de 3.001,00 a 5000,00 0 -

Número de colaboradores com salário de 5.001,00 a 6.000,00 39 47

Número de colaboradores com salário de 6.001,00 a 7.000,00 10 12

Número de colaboradores com salário de 7.001,00 a 8.000,00 1 1

Número de colaboradores com salário de 8.001,00 a 9.000,00 5 6

Número de colaboradores com salário acima de 9.000,00 17 20

Média salarial em 2012 (R$) 7.592,03 -

Percentual de colaboradores por faixa etária

Indicador Nº %

Número de colaboradores com idade entre 20 a 30 anos 14 17

Número de colaboradores com idade entre 31 a 40 anos 34 41

Número de colaboradores com idade entre 41 a 50 anos 27 32

Número de colaboradores com mais de 50 8 10


136 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Percentual de colaboradores por tempo de Casa

Indicador Nº %

Número de colaboradores com até 1 ano 15 18

Número de colaboradores com 1,1 a 2 anos 27 33

Número de colaboradores com 2,1 a 3 anos 7 8

Número de colaboradores com 3,1 a 6 anos 19 23

Número de colaboradores com 6,1 a 10 anos 8 10

Número de colaboradores com mais de 10,1 anos 7 8

Percentual de colaboradores por escolaridade

Indicador Nº %

Número de colaboradores com ensino médio 7 8

Número de colaboradores com ensino superior 45 54

Número de colaboradores com especialização 27 33

Número de colaboradores com mestrado 4 5

Tabela 21 - Movimentação do Quadro de Pessoal

Indicador Nº %

Movimentação média anual de pessoal (turnover) - 1,46

Número de admissões 16 -

Número de demissões 13 -

Tabela 22 – Indicador Qualificação da Força de Trabalho

Indicador Nº

Número de ações de capacitação 90

Número de horas de capacitação 1.272

Número de participações 2.313

Tabela 23 – Indicador Administração da Folha de Pagamento

Indicador

Valor (R$)

Investimento em vencimentos e remunerações 8.641.489,76

Investimento em encargos sociais 2.862.138,13

Investimento em benefícios 1.300.348,71

Custo total da folha de pagamento 12.803.976,60

Valor orçado das despesas com pessoal 14.159.368,00

Valor orçado para vencimentos e remunerações 9.308.598,00

Valor orçado para encargos sociais 3.061.489,76

Valor orçado para benefícios 1.788.778,00

% das despesas com pessoal em relação ao orçamento anual 16,38

Fonte: Gerência de Pessoas (Gepes).


Capítulo 5 • Gestão de Pessoas, Terceirização de Mão de Obra e Custos Relacionados

137

5.2 Terceirização de Mão de Obra e Quadro de Estagiários

Com a finalidade de criar mecanismos e propor ações para a promoção da qualidade de vida

dos colaboradores, em 2012 foi contratada uma empresa de medicina e segurança do trabalho com

a alocação de dois profissionais de enfermagem para atuarem na prestação de serviços de saúde

ambulatorial e de primeiros socorros nas dependências da instituição. Além disso, a contratação

desses profissionais também visa apoiar a implementação do Programa de Controle Médico de

Saúde Ocupacional (PCMSO), do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA); do Laudo

Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) e do Perfil Profissiográfico Previdenciário

(PPP), conforme prevê a legislação trabalhista.

Ao longo de 2012, a unidade nacional do Sescoop não contou com estagiários em seu quadro.


Capítulo 6

Gestão do Patrimônio

Mobiliário e Imobiliário


Capítulo 6 • Gestão do Patrimônio Mobiliárioe Imobiliário

141

Capítulo 6

Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário

6.1 Gestão da Frota de Veículos

A unidade nacional do Sescoop possui um único veículo, estando sua gestão a cargo da Gerência

de Logística. Os controles exercidos sobre o veículo são aqueles dispostos na Norma de Aquisição e

Uso de Veículos, aprovada pela Resolução nº 25/2002.

6.2 Gestão do Patrimônio Imobiliário

A unidade nacional do Sescoop não possui patrimônio imobiliário e nem realiza locações de imóveis

de terceiros. Os imóveis utilizados no desenvolvimento das nossas ações pertencem à Organização

das Cooperativas Brasileiras.


Capítulo 7

Gestão da Tecnologia

da Informação


Capítulo 7 • Gestão da Tecnologia da Informação

145

Capítulo 7

Gestão da Tecnologia da Informação

Em 2011, a Unidade nacional do Sescoop construiu o seu Plano Diretor de Tecnologia da Informação

(PDTI) com o propósito de contribuir para o aumento da capacidade de ação e desempenho da

Gerência de Tecnologia da Informação no alinhamento estratégico com os propósitos e objetivos do

Sescoop, por meio do fortalecimento dos recursos de Tecnologia da Informação (TI).

Trata-se de um instrumento de cunho estratégico, por direcionar mudanças e explorar as melhores

possibilidades de emprego e tratamento dos recursos de TI do Sescoop. Entre vários aspectos, este

documento propõe-se a:

• Definir cenários, marco referencial e prioridades para alcance das melhores soluções possíveis

de atendimento às demandas de informação dos usuários internos e externos da TI do Sescoop;

• Estabelecer parâmetros para o manejo adequado das bases de dados corporativos e da otimização

do emprego de recursos sistêmicos, humanos e de tecnologia;

• Ser um norte orientador para suporte a todas as decisões de investimento e gastos envolvendo

Tecnologia da Informação nos próximos anos;

• Contribuir para o fortalecimento da governança de TI, abarcando um conjunto de definições,

posicionamentos e diretrizes de fortalecimento dos mecanismos de controle e governança

corporativa.

A partir das informações acima discorreremos sobre os itens de gestão de tecnologia da informação

(TI) solicitados pelo Tribunal de Contas da União.

Planejamento da área

Com base nas demais diretrizes estabelecidas no PDTI, a unidade nacional do Sescoop desenvolveu

o planejamento da área e de suas ações para o período 2011-2013.

Em janeiro de 2012 ocorreu a primeira reunião ordinária do Comitê Gestor de TI (CGTI), criado

através da Portaria nº 61/2011 do Sescoop. O órgão colegiado teve importante participação nas

decisões estratégicas tomadas pela área de TI. Uma das decisões tomadas pelo CGTI em 2012 foi

a aprovação da criação do Escritório de Projetos da área de TI, chamado de Núcleo de Gestão de

Projetos.

O Núcleo tem como principal atribuição o gerenciamento de projetos da área, utilizando

metodologia, templates e processos que agregam valor às atividades realizadas. Além desta ação, a

área tem buscado constantemente estar alinhada às melhores práticas do Cobit (Guia de Gestão de

TI), melhorando, assim, a governança.

Perfil dos recursos humanos envolvidos

A Estruturação da equipe de Tecnologia da Informação é baseada no conceito de governança;

dessa forma, todos os profissionais estão devidamente alinhados com suas competências e atividades

previamente estabelecidas e seguindo os processos que lhe são atribuídos.

A Gerência de Tecnologia da Informação conta com uma equipe composta por dois profissionais

na função de analista de redes e segurança da informação, um analista de banco de dados (DBA

e AD), um analista de suporte, dois analistas de sistemas, um analista de projetos e qualidade de

software e dois técnicos de suporte.


146 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Segurança da informação

Em 2012, a Gerencia de Tecnologia do Sescoop adicionou em seu quadro um profissional na função

de analista de redes e segurança da informação. A contratação de outro analista neste cargo deu-se

pela necessidade de um profissional voltado para a área de segurança, que é uma das prioridades da

área para o próximo ano.

Ainda em relação à segurança da informação, já está difundida na organização a norma de segurança

da informação, que regulamenta a utilização dos recursos tecnológicos. No final de 2012 foi aprovado

na 6ª reunião ordinária do CGTI um projeto para a criação das Políticas de Segurança da organização,

que estará concluído até o final de 2013.

Desenvolvimento e produção de sistemas

O desenvolvimento e a produção de sistemas são realizados dentro dos preceitos do PDTI. Em

2012, foi contratada uma Fábrica de Software para o desenvolvimento e manutenção dos sistemas

da organização. Antes do início dos trabalhos, foram definidas metodologias e diretrizes de

desenvolvimento, padronização da nomenclatura de banco de dados e padrões visuais que devem ser

seguidas no desenvolvimento de todos os sistemas.

A comunicação entre a empresa contratada e as áreas demandantes do Sescoop é realizada com

intermédio do Núcleo de Gestão de Projetos de TI, com participação ativa dos analistas de sistemas,

que acompanham toda a fase de especificação técnica junto com as áreas assim como acompanham a

homologação dos produtos entregues. Para a melhor utilização dos recursos e agilidade nas entregas

foi adotada a metodologia do Scrum, que é um método de desenvolvimento ágil. Nessa metodologia,

as entregas são realizadas em ciclos mensais, o que dá maior celeridade e envolvimento do cliente

interno no projeto.

Contratação e gestão de bens e serviços de TI

Foram iniciados em 2012 três novos sistemas: o Sistema Nacional de Autogestão de Cooperativas,

o Sistema de Gestão de Eventos e o Sistema de Expedição de Documentos. Todos ainda estão em

andamento.

Quanto à contratação e gestão de bens e serviços de TI, a unidade nacional busca agregar em suas

contratações as melhores práticas preconizadas no mercado para aquisição e gestão de bens e serviços

de TI. No início de 2012 foi realizado para todos os colaboradores da área de TI, da área de compras

e da assessoria jurídica do Sescoop uma capacitação em Cobit com Instrução Normativa nº 4.

Observando as melhores práticas, foram contratados em 2012 a Implantação de Ferramenta de

Business Intelligence e a Fábrica de Software. A contratação do Data Center e da Definição de

Arquitetura tiveram início em 2012, com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2013.


Capítulo 8

Gestão do uso dos

recursos renováveis e

sustentabilidade ambiental


Capítulo 8 • Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental

149

Capítulo 8

Gestão do Uso dos Recursos Renováveis

e Sustentabilidade Ambiental

8.1 Critérios de Sustentabilidade Adotados

A unidade nacional do Sescoop é consciente da necessidade do apropriado uso dos recursos

renováveis e da sustentabilidade ambiental e está buscando meios para reduzir impactos. Algumas

ações por nós realizadas são:

• Correto descarte de lâmpadas e pilhas;

• Temporizadores nas lâmpadas nas garagens;

• Temporizadores nas torneiras dos banheiros;

• Utilização de copos de vidro nas mesas dos colaboradores.

Cabe ressaltar que por não integrar a Administração Pública direta, indireta ou fundacional, o

Sescoop não está sujeito à Instrução Normativa nº 1/2010, à Portaria nº 2/2010, ambas da Secretaria

de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e ao

Decreto nº 5.940/2006.

8.2 Medidas para Uso Racional dos Recursos

A unidade nacional do Sescoop não tem programas de conscientização do uso racional de recursos.


Capítulo 9

Conformidade e tratamento

de disposições legais e normativas


Capítulo 9 • Conformidade e tratamento de disposições legais e normativas

153

Capítulo 9

Conformidade e tratamento de disposições legais e normativas

9.1 Atendimento às Deliberações do TCU

Em cumprimento ao disposto na determinação 9.5.2, constante do Acórdão 185/2012 – Plenário –

TCU, realizamos auditoria especial no Sescoop/PI, visando apurar a ocorrência de eventuais indícios

de fraudes relacionados a pagamentos de serviços à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos

(ECT), no período de 2008 até fevereiro de 2012. Como resultado dos trabalhos realizados, foram

apurados débitos na ordem de R$ 19.763,67, atualizados até 30/4/2012, tendo sido encaminhado o

relatório ao TCU.

9.2 Estrutura da Área de Auditoria Interna

A Unidade de Auditoria Interna conta, para realização de suas atividades, com um quadro de

pessoal formado por um assessor e oito auditores.

O resultado dos trabalhos de auditoria interna é monitorado com auxílio de uma matriz de riscos,

baseada nas melhores práticas geralmente aceitas, que permite visualizar a evolução dos controles

internos dos processos operacionais e são atualizados ao final de cada trabalho.

A área de auditoria interna do Sescoop Nacional também possui controle sobre o andamento das

implementações dos planos de ação referentes às recomendações dos trabalhos realizados, que são

avaliados em testes específicos a cada auditoria executada, após os quais os registros são atualizados

em base de dados.

Após cada trabalho realizado, a Auditoria Interna do Sescoop Nacional emite um relatório contendo

recomendações/sugestões de melhoria, que é enviado para a diretoria da unidade estadual auditada,

bem como para os Conselhos Fiscal e Nacional da entidade.

No corpo do relatório é solicitado que seu teor seja formalmente comunicado aos Conselhos Fiscal

e de Administração da Unidade Estadual auditada, bem como seu registro em ata e o envio de planos

de ação relativos às recomendações sugeridas.

Informações sobre Cumprimento da Lei nº 8.730/1993

Declara-se, com a finalidade de prestação de contas junto ao Tribunal de Contas da União (TCU),

que os integrantes dos Conselhos Nacional e Fiscal ao longo do exercício de 2012, na condição de

titular ou suplente, do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), estão em dia

com as obrigações previstas na Lei n.º 05, de 10 de março de 1994/TCU, exceto os abaixo relacionados

que não apresentaram a declaração de bens e renda, mesmo tendo sido solicitada formalmente por

correspondência ou mensagem eletrônica:

· Fabrício Vale Dutra

· Rose Mary Oliveira


154 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011


Capítulo 10

Informações Contábeis


Capítulo 10 • Informações Contábeis

157

CAPÍTULO 10

INFORMAÇÕES CONTÁBEIS

10.1 Critérios e Procedimentos Adotados

As demonstrações contábeis do Sescoop Nacional foram elaboradas de acordo com as práticas

contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento

Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de

Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC),

homologados pelos órgãos reguladores e normativos voltados para entidades sem fins lucrativos NBC

T 10.19, NBC T 3 e NBC T 6.


158 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

10.2 Parecer da Auditoria Independente e demonstrações Contábeis


Capítulo 10 • Informações Contábeis

159


160 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011


Capítulo 10 • Informações Contábeis

161

3


162 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

4


Capítulo 10 • Informações Contábeis

163

5

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop

Nacional

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro

de 2012 e de 2011

(Valores expressos em reais)

ATIVO

Notas 2012 2011

Ativo circulante

Caixa e equivalentes de caixa 5 92.236.747 78.753.438

Outros créditos 6 6.407 26.358

Total do ativo circulante 92.243.154 78.779.796

Ativo não circulante

Imobilizado 7 2.968.756 3.421.418

Intangível 8 2.078.359 1.466.518

Total do ativo não circulante 5.047.116 4.887.936

Total do ativo 97.290.270 83.667.732

As notas explicativas são parte integrantes das demonstrações contábeis.


164 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

6

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop

Nacional

Balanços patrimoniais em 31 de dezembro

de 2012 e de 2011

(Valores expressos em reais)

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Notas 2012 2011

Passivo circulante

Contas a pagar 9 933.781 1.150.357

Salários, encargos sociais e impostos a recolher 10 567.320 539.304

Provisão de despesas trabalhistas e encargos sociais previdenciários 11 682.484 534.175

Contribuições a repassar de receitas retidas 13 1.498.435 917.895

Outras obrigações - 373 1.275

Total do passivo circulante 3.682.392 3.143.005

Patrimônio líquido

Patrimônio social 80.524.727

Superavit acumulado 15 60.073.847

Superavit dos exercícios 15 13.083.151 20.450.880

93.607.877 80.524.727

Total do passivo e patrimônio líquido 97.290.270 83.667.732

As notas explicativas são parte integrantes das demonstrações contábeis.


Capítulo 10 • Informações Contábeis

165

7

Serviço Nacional de Aprendizagem do

Cooperativismo – Sescoop Nacional

Demonstrações do superavit

para exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011

(Valores expressos em reais)

Notas 2012 2011

Receita operacional bruta

Receitas de contribuições 16 68.051.743 57.697.943

Total das receitas 68.051.743 57.697.943

Despesas operacionais

Transferências e convênios 18 (27.345.115) (20.297.900)

Pessoal, encargos e benefícios sociais 19 (12.832.981) (10.031.791)

Arrecadação do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) 20 (6.927.897) (5.873.798)

Serviços profissionais e contratados 21 (6.977.957) (3.184.626)

Administrativas 22 (4.917.603) (2.867.622)

Institucionais 23 (1.767.562) (1.295.623)

Depreciações e amortizações - (1.133.239) (732.466)

Outras receitas operacionais 17 1.018.238 671.806

Total das despesas operacionais (60.884.117) (43.612.020)

Superavit operacional, exceto resultado financeiro 7.167.626 14.085.923

Resultado financeiro líquido 24 5.915.525 6.364.957

Superavit do exercício 13.083.151 20.450.880

As notas explicativas são parte integrantes das demonstrações contábeis.


166 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

Serviço Nacional de Aprendizagem do

Cooperativismo – Sescoop Nacional

Demonstrações das mutações do patrimônio líquido para os exercícios findos

em 31 de dezembro de 2012 e de 2011

(Valores expressos em reais)

Patrimônio

líquido

Superavit

acumulado

Superavit do

exercício Total

Saldo acumulado de superavit integral em 31/12/2010 com incorporação do superavit do exercício findo

em 31/12/2010

- 60.073.846 - 60.073.846

Superavit do exercício - - 20.450.880 20.450.880

Saldos acumulados de superavit parcial e integral do exercício findo em 31/12/2011 - 60.073.846 20.450.880 80.524.726

Patrimônio líquido 80.524.726 - - 80.524.726

Superavit do exercício - - 13.083.151 13.083.151

- - - -

Saldos acumulados de superavit parcial e integral do exercício findo em 31/12/2012 80.524.726 - 13.083.151 93.607.877

As notas explicativas são parte integrantes das demonstrações contábeis.

8


Capítulo 10 • Informações Contábeis

167

10


168 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

11





),


Capítulo 10 • Informações Contábeis

169

12


170 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

13


Capítulo 10 • Informações Contábeis

171

14


172 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

15


Capítulo 10 • Informações Contábeis

173

16


































2 Indexadores pré-fixados, pactuados em contratos de prestação de serviços; e

Não se aplica ao Sescoop.


174 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

17









Valor contábil

31/12/2012 31/12/2011

Caixa e equivalentes de caixa 5.099 3.017

Ativos financeiros - aplicações em CDB-DI 92.231.648 78.750.421

Total de ativos financeiros 92.236.747 78.753.438



















Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Bancos 5.099 3.017

Aplicações financeiras (a) 92.231.648 78.750.421

92.236.747 78.753.438




Instituições financeiras Modalidade 31/12/2012 31/12/2011

Banco do Brasil S.A. CDB-DI 92.231.648 78.750.421

92.231.648 78.750.421


Capítulo 10 • Informações Contábeis

175

18



Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Valores a apropriar – seguros 3066 -

Adiantamentos a empregados 1293 25.178

Valores a receber de fornecedores – pessoa jurídica 2048 360

Adiantamentos concedidos a empregados - 820

6.407 26.358






Descrição

% – Taxas anuais de

depreciação 31/12/2012 31/12/2011

Biblioteca 10% - 13.240

Móveis e utensílios 10% 904.424 1.016.955

Veículos 20% 26.583 37.583

Máquinas e equipamentos 10% 290.666 294.760

Equipamentos de informática 20% 1.295.082 1.541.734

Equipamentos de comunicação (a) 10% 452.002 517.146

2.968.757 3.421.418





Descrição

Saldo líquido

em 31/12/2011 Adição Baixa Transferência Depreciação

Saldo líquido

em 31/12/2012

Equipamentos de

informática 1.541.734 146.001 - (392.652) 1.295.082

Móveis e utensílios 1.016.955 1.251 915 - (112.867) 904.424

Equipamentos de

comunicação 517.146 - - - (65.145) 452.002

Máquinas e

equipamentos 294.760 31.878 - - (35.972) 290.666

Biblioteca 13.240 - 12.422 - (818) -

Veículos 37.583 - - - (11.000) 26.583

3.421.418 1.808.782 13.337 - (618.454) 2.968.757


176 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

19


Descrição

% Taxas anuais de

amortização 31/12/2012 31/12/2011

Direitos de uso de software 20% 1.622.995 1.215.487

Outros bens intangíveis 20% 70.617 90.979

Marcas e patentes Inexiste 785 785

Direitos de uso de software em elaboração Inexiste - 159.267

Software em elaboração Inexiste 383.963 -

2.078.359 1.466.518


Destaca-se queDireitos de uso de software em elaboração e Software em Elaboração referem-se a

contas transitórias do Ativo Não Circulante – Intangível, as quais possuem saldo até o momento da entrega do referido

bem, mediante Termo de Aceite.


Descrição

Saldo líquido

em 31/12/2011 Adição Baixa Transferência Amortização

Saldo líquido

em 31/12/2012

D

ireitos de uso de software 1.215.487 730.079 - 159.267 (481.838) 1.622.995

Outros bens intangíveis 90.979 - - - (20.362) 70.617

Marcas e patentes 785 - - - - 785

Direitos de uso de software

em elaboração (a) 159.267 - - (159.267) - -

Software em elaboração(b) - 383.963 - - - 383.962

1.466.518 1.273.309 - - (502.201) 2.078.359


Direitos de

uso de software em elaboração,








Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Fornecedores – pessoa jurídica e física 930.383 1.150.357

Contas a pagar a empregado 3.398 -

933.781 1.150.357


Capítulo 10 • Informações Contábeis

177

20






Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Encargos, consignações e impostos sobre folha de pagamento 468.137 382.277

Retenções de impostos sobre prestação de serviços 96.218 141.804

Encargos sobre terceiros 2.965 15.223

567.320 539.304


Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Férias e abonos pecuniários dos funcionários com respectivos adicionais de 1/3 465.180 352.984

INSS sobre férias 157.495 131.322

FGTS sobre férias 53.163 44.328

PIS sobre férias 6.646 5.541

682.484 534.175







Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Contribuições a repassar de receitas retidas (a) 1.498.435 917.895

1.498.435 917.895


178 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

21













Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Receita de contribuições destinadas ao Sescoop Nacional pelos empregadores,

incidentes sobre a folha de salários 68.051.743 57.697.943

68.051.743 57.697.943





Mês Valor R$

Janeiro 8.926.805

Fevereiro 5.163.161

Março 5.106.868

Abril 5.134.070

Maio 5.231.798

Junho 5.373.887

Julho 5.271.144

Agosto 5.439.498

Setembro 5.572.940

Outubro 5.579.400

Novembro 5.619.805

Dezembro (*) 5.632.365

Total

68.051.743






Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Receitas de alienação de ativos imobilizados - -

Outras receitas operacionais (a) 1.018.238 671.805

1.018.238 671.805


Capítulo 10 • Informações Contábeis

179

22




Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Transferências às filiais estaduais 15.209.808 12.348.000

Transferências para projetos específicos 7.092.667 4.384.390

Contribuição para OCB 3.820.240 3.239.010

Transferências para convênios 1.222.400 326.500

27.345.115 20.297.900




Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Salários, proventos e hora extra (a) 7.114.596 5.605.592

Férias e abono constitucional 897.447 701.826

Benefícios 1.300.349 916.224

13° salário 658.452 508.612

Encargos trabalhistas 2.862.137 2.297.530

Indenizações trabalhistas - 2.007

12.832.981 10.031.791







Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Despesas com arrecadação do INSS 6.927.897 5.873.799

6.927.897 5.873.799








Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Consultoria e auditoria externa 5.059.718 1.273.629

Serviços especializados 1.845.378 1.796.963

Outros serviços contratados 20.396 56.074

Serviços gerais 17.954 9.317

Serviços de transportes 8.674 7.377

Encargos sociais sobre serviços de terceiros 25.838 41.266

6.977.958 3.184.626


180 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2011

23




Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Passagens e locomoções 2.277.761 1.056.619

Diárias, hospedagem e outras despesas de viagens 1.791.200 1.046.270

Serviços de comunicação 262.678 317.921

Material de consumo 375.677 221.348

Despesas com dirigentes e conselheiros 180.205 198.104

Aluguéis e encargos 29.640 27.360

4.917.453 2.867.622




Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Divulgação e publicidade 946.893 1.048.403

Serviços gráficos 576.165 90.566

Demais custos e despesas 244.654 156.654

1.767.712 1.295.623




Descrição 31/12/2012 31/12/2011

Receitas financeiras

Receitas de aplicações financeiras 7.205.412 7.880.321

7.205.412 7.880.321

Despesas financeiras

Imposto de renda retido na fonte s/ aplicação financeira 1.271.262 1.504.115

Despesas bancárias 15.813 9.215

Outras despesas financeiras e demais tributos 2.812 2.034

1.289.887 1.515.364

Resultado financeiro 5.915.525 6.364.957


Capítulo 10 • Informações Contábeis

181

24


Capítulo 11

Outras informações

sobre a gestão


Capítulo 11 • Outras informações sobre a gestão

185

Capítulo 11

Outras informações sobre a gestão

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O ano de 2012, em continuidade ao de 2011, foi um ano de implementação do Plano Estratégico

da unidade nacional, elaborado com base no plano corporativo do Sescoop 2010-2013.

Grandes foram as conquistas rumo aos desafios que foram colocados para o Sescoop em 2012.

Como grandes resultados de formação profissional, foram desenvolvidos os itinerários formativos

do ramo crédito e iniciados trabalhos semelhantes com o ramo Saúde; consolidamos o programa

Aprendiz Cooperativo e remodelamos o programa JovemCoop.

Na área de promoção social, iniciamos as discussões sobre os rumos da Promoção Social no Sescoop,

encarando o desafio de levar ao público-alvo programas de qualidade de vida e responsabilidade

socioambiental.

O Monitoramento de Cooperativas andou a passos largos, foi implementada em todo o Brasil a

diretriz de monitoramento, aprovada em 2011 e iniciados os trabalhos de construção do cadastro de

cooperativas, que será a grande ferramenta de autogestão do cooperativismo brasileiro. Ainda na área

de monitoramento, foi trabalhado o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas sendo

este um grande instrumento de qualificação da gestão.

Além disso, trabalhamos no mapeamento e na remodelagem dos processos da unidade nacional,

na implantação de um modelo único de planejamento e orçamento no Sescoop, na estruturação

de uma governança moderna de Tecnologia da Informação, baseada nas boas práticas do Cobit, na

estruturação dos quadros de pessoal das unidades estaduais, na formação do corpo técnico e gerencial

das unidades estaduais e nacional, dentre outros.

No entanto, tivemos algumas dificuldades que impediram o desenvolvimento de alguns projetos. O

Ensino a Distancia, uma das grandes metas do Sescoop para 2012, teve seu processo frustrado devido

a entraves no processo de contratação. Para 2013, buscaremos avançar nesta área com a adesão ao

sistema de compras do Governo Federal e do Banco do Brasil.

Mesmo com essas dificuldades, alcançamos o índice de 80,56% de realização dos investimentos

previstos. Acreditamos que, com as medidas que estão sendo adotadas, em 2013, obteremos

índices superiores em nossas realizações de forma a possibilitar, cada vez mais, o incremento e a

sustentabilidade do cooperativismo brasileiro.


Anexos


188 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012


Anexos 189

ANEXO I

Distribuição das Cooperativas, Associados

e Empregados por Região e Estado–31/12/2012

Regiões e Estados Cooperativas Associados Empregados

Sudeste 2.372 4.872.953 97.163

Espírito Santo 147 204.148 6.844

Minas Gerais 775 1.029.452 33.920

Rio de Janeiro 501 232.106 7.973

São Paulo 949 3.407.247 48.426

Nordeste 1.751 553.137 24.771

Alagoas 100 18.326 4.971

Bahia 788 237.076 3.814

Ceará 125 59.441 4.447

Maranhão 130 10.920 352

Paraíba 138 32.743 4.413

Pernambuco 234 121.479 3.348

Piauí 55 5.957 447

Rio Grande Norte 124 54.937 2.350

Sergipe 57 12.258 629

Sul 1.008 4.040.326 151.002

Paraná 238 618.584 60.972

Rio Grande Sul 509 2.162.502 51.869

Santa Catarina 261 1.259.240 38.161

Norte 815 198.338 11.526

Acre 111 11.134 763

Amapá 137 16.315 1.914

Amazonas 76 5.435 611

Pará 280 110.484 5.210

Rondônia 107 37.795 1.530

Roraima 64 3.755 390

Tocantins 40 13.420 1.108

Centro Oeste 641 712.638 19.936

Distrito Federal 169 166.484 2.358

Goiás 217 140.213 7.761

Mato Grosso 91 124.761 5.123

Mato Grosso Sul 164 281.180 4.694

Total 6.587 10.377.392 304.398

Fonte: Gerência de Desenvolvimento e Monitoramento das Cooperativas (GEMDC).


190 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

RAMOS

ANEXO II

Número de Cooperativas por ramo e Região – 31/12/2012

NORTE NORDESTE CENTRO-OESTE SUDESTE SUL BRASIL

2011 2012 VAR. 2011 2012 VAR. 2011 2012 VAR. 2011 2012 VAR. 2011 2012 VAR. 2011 2012 VAR.

Agropecuário 243 259 6,6% 377 373 -1,1% 189 194 2,6% 411 410 -0,2% 303 292 -3,6% 1.523 1.528 0,33%

Consumo 10 10 0,0% 7 8 14,3% 8 6 -25,0% 69 66 -4,3% 26 24 -7,7% 120 114 -5,00%

Crédito 65 67 3,1% 107 108 0,9% 105 97 -7,6% 532 531 -0,2% 238 246 3,4% 1.047 1.049 0,19%

Educacional 19 19 0,0% 85 85 0,0% 29 28 -3,4% 115 123 7,0% 46 42 -8,7% 294 297 1,02%

Especial 1 1 0,0% 1 1 0,0% 2 1 -50,0% 0 0 0,0% 5 5 0,0% 9 8 -11,11%

Habitacional 4 4 0,0% 27 28 3,7% 65 63 -3,1% 86 86 0,0% 44 34 -22,7% 226 215 -4,87%

Infraestrutura 2 2 0,0% 34 35 2,9% 8 8 0,0% 22 21 -4,5% 62 61 -1,6% 128 127 -0,78%

Mineral 33 34 3,0% 23 26 13,0% 7 7 0,0% 2 4 100,0% 4 4 0,0% 69 75 8,70%

Produção 59 72 22,0% 56 61 8,9% 46 33 -28,3% 68 67 -1,5% 14 14 0,0% 243 247 1,65%

Saúde 44 37 -15,9% 243 249 2,5% 60 61 1,7% 370 375 1,4% 129 126 -2,3% 846 848 0,24%

Trabalho 99 111 12,1% 397 394 -0,8% 65 59 -9,2% 317 318 0,3% 88 72 -18,2% 966 954 -1,24%

Transporte 208 195 -6,3% 367 369 0,5% 74 82 10,8% 355 369 3,9% 84 82 -2,4% 1.088 1.097 0,83%

Turismo e

Lazer

2 4 100,0% 14 14 0,0% 2 2 0,0% 2 2 0,0% 7 6 -14,3% 27 28 3,70%

Total 789 815 3,3% 1.738 1.751 0,7% 660 641 -2,9% 2.349 2.372 1,0% 1.050 1.008 -4,0% 6.586 6.587 0,02%

Fonte: Gerência de Desenvolvimento e Monitoramento das Cooperativas (GEMDC).


Anexos 191

Fonte: Assessoria de Gestão Estratégica (Agest)

AnExO III

áRvORE ESTRATéGICA dO SESCOOP–2010-2013


192 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

ANEXO IV

Caracterização dos Instrumentos

de Transferências Vigentes no Exercício de Referência

Unidade Concedente ou Contratante

Nome: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) – Unidade Nacional

CNPJ: 03.087.543/0001-86 UG/GESTÃO: Nacional

Modalidade

**

Nº do

Instrumento

Ano Beneficiário

Informação sobre as transferências

Valores Pactuados (R$1,00) Valores Repassados (R$1,00) Vigência

Valor

Fundecoop

Valor

Contrapartida

Nº no Exercício

Acumulado

até o exercício

Início Fim

Valores em R$ 1,00

6 4 2010 UE ES 185.657,00 40.160,00 18.565,70 185.657,00 01/04/2010 30/04/2014 8

6 19 2010 UE ES 361.456,00 19.033,00 18.520,00 361.456,00 01/07/2010 30/06/2012 4

6 22 2010 UE ES 175.692,00 12.100,00 45.363,00 175.692,00 01/07/2010 31/08/2012 4

6 27 2010 UE AM 268.800,00 16.200,00 178.800,00 268.800,00 01/09/2010 30/04/2013 8

6 28 2010 UE AM 130.660,00 8.340,00 53.960,00 130.660,00 27/08/2010 30/10/2012 4

6 29 2010 UE BA 242.998,00 89.520,00 102.691,00 242.998,00 01/09/2010 30/03/2013 8

6 38 2010 UE ES 96.996,00 24.670,00 35.192,00 96.996,00 01/02/2011 30/06/2012 4

6 39 2010 UE RR 274.856,00 15.680,00 49.280,00 110.556,00 04/01/2011 30/09/2013 8

6 2 2011 UE TO 134.615,00 8.720,00 52.615,00 134.615,00 23/03/2011 31/12/2012 4

6 7 2011 UE DF 159.000,00 21.600,00 67.100,00 159.000,00 27/06/2011 20/08/2012 4

6 8 2011 UE DF 406.925,00 35.975,00 260.055,00 406.925,00 28/06/2011 15/08/2012 4

6 13 2011 UE GO 298.161,00 16.000,00 84.161,00 298.161,00 29/06/2011 31/10/2012 4

6 16 2011 UE PA 81.600,00 4.600,00 33.174,00 81.600,00 08/08/2011 01/09/2012 4

6 17 2011 UE PB 167.847,00 51.965,00 82.967,00 167.847,00 03/10/2011 20/12/2013 8

6 18 2011 UE SP 749.150,00 47.055,00 499.880,00 749.150,00 27/06/2011 31/12/2012 4

6 29 2011 UE ES 381.628,00 20.147,00 129.682,00 264.221,00 16/01/2012 31/12/2013 8

6 34 2011 UE BA 453.480,00 134.855,00 225.970,00 338.405,00 01/02/2012 28/02/2014 8

6 35 2011 UE CE 195.750,00 49.050,00 97.875,00 97.875,00 01/03/2012 30/04/2014 8

6 36 2011 UE DF 188.926,00 58.000,00 188.926,00 188.926,00 23/02/2012 21/08/2012 4

6 37 2011 UE DF 90.300,00 5.820,00 90.300,00 90.300,00 19/03/2012 14/09/2013 8

6 38 2011 UE DF 249.075,00 16.605,00 249.075,00 249.075,00 12/03/2012 20/12/2013 8

Sit*


Anexos 193

6 39 2011 UE ES 425.136,00 78.898,00 56.950,00 56.950,00 18/06/2012 30/09/2015 8

6 40 2011 UE GO 108.450,00 7.590,00 108.450,00 108.450,00 01/02/2012 11/07/2013 8

6 41 2011 UE MS 73.400,00 12.000,00 73.400,00 73.400,00 13/02/2012 28/12/2012 4

6 42 2011 UE MS 400.000,00 34.200,00 280.000,00 280.000,00 13/02/2012 23/01/2014 8

6 43 2011 UE MS 95.400,00 27.000,00 95.400,00 95.400,00 13/02/2012 30/11/2012 4

6 44 2011 UE PA 285.880,00 21.228,00 75.340,00 75.340,00 15/04/2012 30/06/2013 8

6 45 2011 UE PA 335.100,00 18.790,00 87.000,00 87.000,00 15/04/2012 30/11/2013 8

6 46 2011 UE PE 140.000,00 39.870,00 70.000,00 70.000,00 01/02/2012 20/04/2013 8

6 1 2012 UE AM 155.650,00 17.600,00 155.650,00 155.650,00 01/04/2012 30/08/2012 4

6 2 2012 UE AM 64.000,00 6.000,00 64.000,00 64.000,00 01/04/2012 15/06/2013 8

6 3 2012 UE AM 39.664,00 2.790,00 39.664,00 39.664,00 01/04/2012 30/10/2012 4

6 4 2012 UE BA 236.025,00 168.212,00 131.045,00 131.045,00 19/03/2012 30/06/2013 8

6 5 2012 UE CE 245.325,00 45.200,00 122.662,50 122.662,50 01/05/2012 31/05/2015 8

6 6 2012 UE SP 318.280,00 63.600,00 318.280,00 318.280,00 28/02/2012 30/07/2012 4

6 7 2012 UE TO 153.415,00 8.100,00 153.415,00 153.415,00 01/04/2012 31/03/2013 8

6 8 2012 UE ES 56.700,00 30.900,00 56.700,00 56.700,00 01/06/2012 31/10/2013 8

6 9 2012 UE ES 160.455,00 15.962,00 62.945,00 62.945,00 01/06/2012 31/03/2014 8

6 10 2012 UE MS 30.000,00 2.352,00 30.000,00 30.000,00 17/05/2012 03/06/2012 4

6 11 2012 UE PE 30.360,00 19.354,50 30.360,00 30.360,00 17/05/2012 31/08/2012 4

6 12 2012 UE AC 47.460,00 2.844,00 47.460,00 47.460,00 03/09/2012 28/02/2013 8

6 13 2012 UE AM 155.950,00 11.136,00 155.950,00 155.950,00 01/09/2012 20/12/2012 4

6 14 2012 UE AP 92.000,00 12.000,00 92.000,00 92.000,00 28/08/2012 30/11/2013 8

6 15 2012 UE DF 243.962,00 49.000,00 243.962,00 243.962,00 01/09/2012 30/11/2012 4

6 16 2012 UE DF 105.714,00 9.080,00 105.714,00 105.714,00 03/09/2012 31/07/2013 8

6 17 2012 UE DF 292.180,00 24.260,00 146.090,00 146.090,00 02/09/2012 31/12/2013 8

6 18 2012 UE ES 166.355,00 42.300,00 166.355,00 166.355,00 08/10/2012 30/11/2012 4

6 19 2012 UE ES 187.700,00 73.240,00 162.500,00 162.500,00 10/10/2012 30/05/2013 8

6 21 2012 UE ES 180.000,00 18.000,00 180.000,00 180.000,00 01/09/2012 10/12/2012 4

6 22 2012 UE GO 137.555,00 43.723,00 137.555,00 137.555,00 01/09/2012 31/12/2012 4

6 23 2012 UE GO 391.325,00 21.087,00 391.325,00 391.325,00 01/09/2012 31/12/2012 4

6 24 2012 UE MS 70.000,00 4.000,00 70.000,00 70.000,00 13/09/2012 01/06/2013 8


194 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

6 25 2012 UE PA 71.600,00 6.000,00 71.600,00 71.600,00 01/09/2012 30/06/2013 8

6 26 2012 UE PI 257.513,00 15.744,00 128.756,00 128.756,00 03/09/2012 30/05/2013 8

6 27 2012 UE RO 118.530,00 6.254,00 81.630,00 81.630,00 13/09/2012 31/03/2013 8

6 28 2012 UE TO 105.420,00 5.985,00 105.420,00 105.420,00 01/09/2012 30/03/2013 8

6 31 2012 UE ES 95.600,00 9.610,00 95.600,00 95.600,00 05/11/2012 30/12/2012 4

3 PAT 001 2012 Confebrás 100.000,00 - 100.000,00 100.000,00 08/08/2012 07/10/2012 4

1 CV 001 2011 Confesol 840.400,00 61.100,00 513.900,00 840.400,00 20/10/2011 20/12/2012 4

3 PAT 007 2012 Confebrás 15.000,00 - 15.000,00 15.000,00 26/10/2012 25/12/2012 4

3 PAT 004 2012 Unimed 432.600,00 - 432.600,00 432.600,00 24/08/2012 31/10/2012 4

3 PAT 003 2012 IDP 150.000,00 - 150.000,00 150.000,00 27/08/2012 30/11/2012 4

3 PAT 002 2012 Ceres 24.900,00 - 25.900,00 25.900,00 23/08/2012 21/03/2013 8

3 PAT 005 2012 Uniodonto 100.000,00 - 100.000,00 100.000,00 14/09/2012 31/10/2012 4

Modalidade:

1, Convênio

2. Contrato de Repasse

3. Termo de Parceria (item 38 Parte B

DN 119

4. Termo de Cooperação

5. Termo de Compromisso

LEGENDA

Situação da Transferência:

1, Adimplente

2. Inadimplente

3. Inadimplência Suspensa

4. Concluído

5. Excluído

6. Rescindido

Fonte:Assessoria em Gestão Estratégica (Agest)

7. Arquivado


Anexos 195

Resumo dos Instrumentos Celebrados pela UJ nos Três Últimos Exercícios

Unidade Concedente ou Contratante

Nome:Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

CNPJ:03.087.543/0001-86

UG/GESTÃO:Nacional

Quantidade de

Valores repassados em cada exercício

instrumentos celebrados

(independente do ano de celebração)

Modalidade

em cada exercício

(Valores em R$ 1,00)

2010 2011 2012 2010 2011 2012

Convênio 3 2 6 896.591,00 565.989,00 1.337.400,00

Contrato de repasse - - - - - -

Termo de parceria item 38 parte B 1 4 - 660.000,00 -

Termo de cooperação - - - - - -

Termo de compromisso - - - - - -

Transferências projetos especiais 39 46 35 4.009.540,80 4.384.390,50 6.957.330,20

Totais 43 52 41 4.906.131,80 5.610.379,50 8.294.730,20

Fonte:Assessoria em Gestão Estratégica (Agest)


196 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Resumo dos Instrumentos de Transferência

que Vigerão em 2013 e Exercícios Seguintes

Unidade Concedente ou Contratante

Nome: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

CNPJ: 03.087.543/0001-86

UG/GESTÃO: Nacional

Qtd. de

Valores (R$ 1,00)

% do Valor

instrumentos com

global repassado

Modalidade

vigência em 2013

Repassados Previstos

Contratados

até o final do

e seguintes

até 2012 para 2013

exercício de 2012

Convênio 1 25.900,00 25.900,00 100,00

Contrato de repasse - - - - -

Termo de parceria - - - - -

Termo de cooperação - - - - -

Termo de compromisso - - - - -

Projetos especiais 45 8.327.753,00 4.724.741,50 3.374.755,50 57,00

Totais 46 8.353.653,00 4.750.641,50 3.374.755,50 57,00

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica (Agest).


Anexos 197

Quadro

Resumo da Prestação de Contas sobre Transferências Concedidas pela Unidade

na Modalidade de convênio, termo de Cooperação e de Contratos de Repasse

Unidade Concedente

Nome: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

CNPJ: 03.087.543/0001-86

Exercício da

prestação de

contas

2012

2011

2010

Quantitativos e montante repassados

Contas prestadas

Contas não prestadas

Contas prestadas

Contas não prestadas

Contas prestadas

Contas não prestadas

UG/GESTÃO: Nacional

Instrumentos

(Quantidade e montante repassado)

Convênios

Termo de

Cooperação

Contratos de

Repasse

Quantidade 7 - 38

Montante repassado(*) 2.227.980,00 - 7.310.467,00

Quantidade - - -

Montante repassado - - -

Quantidade - - 33

Montante repassado - - 3.977.539,00

Quantidade - - -

Montante repassado - - -

Quantidade 02 - 28

Montante repassado 306.611,00 - 2.565.862,20

Quantidade - - -

Montante repassado - - -

Quantidade - - -

Anteriores a 2010 Contas não prestadas

Montante repassado - - -

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica(Agest).

* Trata-se do valor aprovado no âmbito de cada instrumento.


198 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Resumo da Prestação de Contas sobre Transferências Concedidas pela Unidade

na Modalidade de Convênio, Termo de cooperação e de Contratos de Repasse

Unidade Concedente

Nome: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

CNPJ: 03.087.543/0001-86

UG/GESTÃO: Nacional

Exercício da

prestação de

contas

2012

2011

2010

Anteriores a

2010

Instrumentos

(Quantidade e Montante

Quantitativos e montante repassados

Repassado)

Convênios

Contratos

de Repasse

Ainda no prazo Quantidade - -

de prestação de

contas

Montante repassado - -

Com prazo de

prestação de

contas vencido

Contas prestadas

Contas não prestadas

Contas prestadas

Contas não prestadas

Contas não prestadas

Contas

prestadas

Contas não

prestadas

Fonte: Assessoria em Gestão Estratégica(Agest).

* Trata-se do valor aprovado no âmbito de cada instrumento.

Quantidade 7 38

Montante repassado (R$) (*) 2.227.980,00 7.310.467,00

Quantidade - -

Montante repassado (R$) - -

Quantidade - 33

Montante repassado (R$) - 3.977.539,00

Quantidade - -

Montante repassado (R$) - -

Quantidade 2 28

Montante repassado (R$) 306.611,00 2.565.862,20

Quantidade - -

Montante repassado (R$) - -

Quantidade - -

Montante repassado (R$) - -


Anexos 199

Visão Geral da Análise das Prestações de

Contas de convênios e Contratos de Repasse

Unidade Concedente ou Contratante

Nome: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

CNPJ: 03.087.543/0001-86

UG/GESTÃO:Nacional

Exercício da

Instrumentos

prestação de

Quantitativos e montantes repassados

Contratos

contas

Convênios

de Repasse

Quantidade de contas prestadas 7 38

Com prazo de Quantidade - -

análise ainda não

vencido Montante repassado (R$) - -

2012

Quantidade aprovada - -

Contas

Quantidade reprovada - -

Com prazo de analisadas

Quantidade de TCE - -

análise vencido

Contas não Quantidade - -

analisadas Montante repassado (R$) - -

Quantidade de contas prestadas - 33

Quantidade aprovada (*) - 14

2011

Contas analisadas Quantidade reprovada - -

Quantidade de TCE - -

Contas não Quantidade - -

analisadas Montante repassado (R$) - -

Quantidade de contas prestadas 2 28

Quantidade aprovada (*) - 10

2010

Contas analisadas Quantidade reprovada - -

Quantidade de TCE - -

Contas não Quantidade - -

analisadas Montante repassado - -

Exercícios Contas não Quantidade - -

anteriores a 2010 analisadas Montante repassado - -

Fonte:Assessoria em Gestão Estratégica(Agest).

* As demais prestações estão em análise.


200 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

ANEXO V

Histórico da Composição e das Despesas com Recursos Humanos – 2009 a 2012

Descrição 2009 2010 2011 2012

Funcionários

contratados

– CLT em

exercício na

unidade

Total pessoal

próprio

Fonte:

Quant. Despesa Valor Quant. Despesa Valor Quant. Despesa Valor Quant. Despesa Valor

52

Salários 3.110.914,21

Salários 4.184.739,88

Salários 6.818.037,03

Salários 8.670.454,14

Encargos 1.019.800,91 56 Encargos 1.450.366,67 81 Encargos 2.297.530,11 83 Encargos 2.862.138,13

Benefícios 408.487,10 Benefícios 491.266,31 Benefícios 913.156,80 Benefícios 1.300.348,71

52 4.539.203,22 56 6.126.372,86 81 10.028.723,94 83 12.832.940,98

Descrição 2009 2010 2011 2012

Estagiários

Quant. Quant. Valor Quant. Despesa Quant. Despesa Valor Quant. Despesa Valor

7

Bolsa

auxílio

Bolsa

auxílio

36.867,27

11.660,03

-

1

-

-

Taxa 3.500,00 Taxa 1.450,00 Taxa - Taxa -

Total estagiários 7 40.367,27 1 13.110,03 - - - -

Fonte: Gerência de Pessoas(Gepes).

Bolsa

auxílio

Bolsa

auxílio

-

Descrição 2012

Pessoal envolvido em ações finalísticas da unidade 17

Pessoal envolvido em ações de suporte da unidade 66

Quantidade Despesa Valor (R$)

Salários 2.078.336,54

Encargos 679.205,48

Benefícios 351.185,64

Salários 6.592.117,60

Encargos 2.182.932,65

Benefícios 949.163,07

Total Geral 83 12.832.940,98

Fonte: Gerência de Pessoas(Gepes)


Anexos 201

Planejamento

ANEXO VI

Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação da UJ

Quesitos a serem avaliados

Avaliação

1 2 3 4 5

1. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como

um todo.

x

2. Há planejamento estratégico para a área de TI em vigor. x

3. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a Unidade. x

Recursos Humanos de TI

4. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. 11

5. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do órgão/entidade. x

Segurança da Informação

6. Existe uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente

com segurança da informação.

x

7. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída

mediante documento específico.

x

Desenvolvimento e Produção de Sistemas

8. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as

necessidades da UJ.

x

9. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. x

10. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do órgão/entidade

oferecidas aos seus clientes.

x

11. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. x

Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI

12. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao

desenvolvimento interno da própria UJ.

80%

13. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da

contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI.

x

14. O órgão/entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de

gestão de contratos de bens e serviços de TI.

x

15. Há transferência de conhecimento para servidores do órgão/entidade referente a produtos

e serviços de TI terceirizados

x

Considerações gerais: respondido individualmente pelo gestor da área. (Getin)

LEGENDA

Níveis de avaliação:

(1) Totalmente inválida:significa que a afirmativa é integralmente nãoaplicada ao

contexto da UJ.

(2) Parcialmente inválida:significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao

contexto da UJ, porém, em sua minoria.

(3) Neutra:significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do

fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.

(4) Parcialmente válida:significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao

contexto da UJ, porém, em sua maioria.

(5) Totalmente válida:significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao

contexto da UJ.

Fonte: Gerência de Tecnologia da Informação(Getin).


202 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

ANEXO VII

Cumprimento das Deliberações do TCU Atendidas no Exercício

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida

001 002.089/2012-2

632/2012 – Plenário

- TCU

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

9.1

Ofício-Circular nº 116/DPSES/

DP/SFC/CGU-PR

Código SIORG

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas -

Descrição da deliberação

As unidades jurisdicionadas ao Tribunal que as orientações constantes da OTIBRnº 1/2006, editada pelo Instituto

Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (Ibraop), passarão a ser observadas por aquela corte, quando da fiscalização

de obras públicas.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Gerência Geral -

Síntese da providência adotada

Ciência às unidades estaduais e aos órgãos internos da entidade.

Síntese dos resultados obtidos

Não foram realizadas obras pelo Sescoop.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Sem comentários.

Fonte: Assessoria Jurídica(Asjur).


Anexos 203

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo

002 028.956/2011-7

Acórdão nº 3.183/2011–

Ata 42 –Plenário

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

Congresso Nacional

-

Auditorias de

conformidade nos

órgãos nacionais

Comunicação

Expedida

Ofício de Diligência nº

427/2012–TCU/Secex-5

Código Siorg

Descrição da deliberação

Realizar auditoria de conformidade nos órgãos nacionais das entidades do Sistema S por solicitação do Congresso Nacional.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Secex-5 -

Síntese da providência adotada

Em razão do Acórdão nº 2527/2012,Ata 37 – Plenário – TCU, foi autorizado que as fiscalizações no Sescoop, na Apex-

Brasil e na ABDI fossem realizadas no primeiro semestre de 2013.

Síntese dos resultados obtidos

Resultado no Acórdão nº 868/2013 – Plenário.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Sem comentários.

Fonte: Assessoria Jurídica(Asjur).


204 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código SIORG

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida

003 014.105/2012

Acórdão nº 185/2011 –

Plenário

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

9.5

Auditorias de

Conformidade

Ofício nº 584/2012–

TCU/Secex-PI

Código Siorg

Sescoop/Nacional -

Descrição da deliberação

Informar ao Tribunal, no prazo de 60 (sessenta) dias, as medidas adotadas para apurar a ocorrência de dano ao erário e a

eventual responsabilidade das funcionárias Joanice Maria de Sousa e Maria de Fátima Paz da Silva, quanto ao depósito

de cheques emitidos pelo Sescoop-PI na conta bancária da Sra. Joanice Maria de Sousa e à emissão de recibos para

comprovar supostos serviços postais prestados no exercício de 2007 ao Sescoop-PI.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código Siorg

Auditoria Interna do Sescoop/Nacional -

Síntese da providência adotada

Foi realizada uma auditoria.

Síntese dos resultados obtidos

A auditoria confirmou a ocorrência de outros pagamentos aos Correios, da mesma forma que os narrados na

Representação em apreço.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Falta de escrituração correta por parte do Gestor afastado da entidade – Sr. José Pinto de Alencar, e sua ingerência sobre

funcionários e falta de atendimento às solicitações da auditoria.

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


Anexos 205

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida

4 014.105/2012

Acórdão nº 185/2011 –

Plenário

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

9.7

Auditorias de

conformidade

Próprio acórdão

Código Siorg

Sescoop/Nacional -

Descrição da deliberação

Informar ao Tribunal, tendo em vista as competências de supervisão e controle previstas no Decreto nº 3.017, de 6 de

abril de 1999, os fundamentos de legalidade e legitimidade para a permanência do Sr. José Pinto de Alencar no cargo de

presidente e membro do Conselho de Administração do Sescoop-PI, considerando, em especial, a longa permanência

no cargo em questão (mais de 11 anos), em conflito com o disposto no art. 7º do Regimento Interno do Sescoop-PI,

que estabelece mandato de quatro anos, coincidente com o mandato da diretoria da Organização das Cooperativas do

Estado do Piauí (Ocepi).

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código Siorg

Comissão de Sindicância. -

Síntese da providência adotada

Foi realizada uma Sindicância.

Síntese dos resultados obtidos

O Sr. José Pinto de Alencar ocupava ilegitimamente o cargo de Presidente nos últimos dois mandatos.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Falta de escrituração correta por parte do Gestor afastado da entidade – Sr. José Pinto de Alencar, e sua ingerência sobre

funcionários e falta de atendimento às solicitações da auditoria.

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


206 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida

005 014.105/2012

Acórdão nº 185/2011 –

Plenário

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

9.7

Auditorias de

conformidade

Próprio acórdão

Código Siorg

Sescoop/Nacional -

Descrição da deliberação

Informar ao Tribunal, tendo em vista as competências de supervisão e controle previstas no Decreto nº 3.017, de 6 de

abril de 1999, os fundamentos de legalidade e legitimidade para a permanência do Sr. José Pinto de Alencar no cargo de

presidente e membro do Conselho de Administração do Sescoop/PI, considerando, em especial, a longa permanência

no cargo em questão (mais de 11 anos), em conflito com o disposto no art. 7º do Regimento Interno do Sescoop-PI, que

estabelece mandato de 4 (quatro) anos, coincidente com o mandato da diretoria da Organização das Cooperativas do

Estado do Piauí (Ocepi).

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Comissão de Sindicância -

Síntese da providência adotada

O Sr. José Pinto de Alencar foi afastado da Direção da entidade no Estado;foi decretada a intervenção na mesma com

a nomeação de um interventor e a mudança da sede para um novo endereço, diferente daquele ocupado pela Ocepi.

Síntese dos resultados obtidos

Foram realizadas duas sindicâncias, a primeira exposta no item acima e uma segunda que apurou os prejuízos causados

pelo gestores ao longo dos exercícios de 2005 a 2012.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Falta de escrituração correta por parte do gestor afastado da entidade – Sr. José Pinto de Alencar, e sua ingerência sobre

funcionários e falta de atendimento às solicitações da auditoria.

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


Anexos 207

Denominação completa:

Quadro 1

Situação das deliberações do TCU que permanecem

pendentes de atendimento no exercício

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Deliberações do TCU

Deliberações expedidas pelo TCU

Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida

001 014.105/2012

Acórdão nº 185/2011 –

Plenário

Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação

9.7

Auditorias de

conformidade

Próprio acórdão

Código Siorg

Conselho Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo. -

Descrição da deliberação

As competências de supervisão e controle previstas no Decreto nº 3.017, de 6 de abril de 1999, os fundamentos de

legalidade e legitimidade para a permanência do Sr. José Pinto de Alencar no cargo de presidente e membro do Conselho

de Administração do Sescoop-PI.

Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento

Setor responsável pela implementação

Código Siorg

Interventor -

Justificativa para o seu não cumprimento

Estão sendo tomadas as medidas cabíveis para administrar, corrigir situações irregulares e anormais na unidade, de

modo que a mesmas possam ser Saneadas, bem como os gestores ímprobos possam ser responsabilizados a devolver os

prejuízos identificados e cobrados pelos meios adequados.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

O procedimento de intervenção é um processo demorado, que necessita de longo prazo para identificar e corrigir

situações irregulares e anormais na unidade. Somem-se a isto constantes ações tomadas pelo Gestor afastado no sentido

de prejudicar o andamento correto dela..

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


208 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Quadro 3

Relatório de cumprimento das recomendações do Órgão de Controle Interno

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código SIORG

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Recomendações do OCI

Recomendações expedidas pelo OCI

Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida

001 201203969/014 4 Solicitação de Auditoria

Órgão/entidade objeto da recomendação

Código SIORG

Conselho Nacional do Sescoop -

Descrição da recomendação

Fragilidade no controle e na análise das prestações de contas dos recursos transferidos.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Conselho Nacional do Sescoop -

Síntese da providência adotada

O Conselho Nacional do Sescoop acolheu parcialmente a determinação, de modo a fixar prazo de 60 (sessenta) dias

para a análise dos processos de prestação da prestação de contas relativo aos convênios, podendo ser prorrogado,

mediante prévia justificativa, por mais 60 (sessenta) dias.

Síntese dos resultados obtidos

Os convênios passaram a ser analisados no prazo fixado.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Pouco número de colaboradores.

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


Anexos 209

Denominação completa

Quadro 4

Situação das recomendações do OCI que permanecem

pendentes de atendimento no exercício

Unidade Jurisdicionada

Código SIORG

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo. -

Recomendações do OCI

Recomendações expedidas pelo OCI

Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida

001 201203969 1.1.2.1 22.513/DPSES/DP/SFC/CGU-PR

Órgão/entidade objeto da recomendação

Código siorg

Conselho Nacional do Sescoop -

Descrição da recomendação

Ausência de instrumento de monitoramento no órgão central sobre as contratações realizadas em nível nacional pelas

unidades estaduais do Sescoop.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código siorg

Assessoria de Auditoria e Controle. -

Justificativa para o seu não cumprimento

As unidades estaduais possuírem autonomia própria, prestarem contas em separado, e serem descentralizadas da unidade

nacional, a avaliação e fiscalização destas ocorre normalmente, conforme visitas técnicas realizadas pela Assessoria de

Auditoria e Controle da Unidade Nacional.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).

Unidade Jurisdicionada

Denominação completa:

Código siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Recomendações do OCI

Recomendações expedidas pelo OCI

Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida

002 201203969 1.1.3 22513/DPSES/DP/SFC/CGU-PR

Órgão/entidade objeto da recomendação

Código siorg

Conselho Nacional do Sescoop -

Descrição da recomendação

A entidade não deve eximir-se de observar nos respectivos certames os princípios fundamentais assentados no artigo

37 da CF/1988, por se tratar de Serviço Social Autônomo.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código siorg

Gerência Geral -

Justificativa para o seu não cumprimento

Ao julgar a ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho contra a Unidade Nacional do Sescoop, o TRT da

10ª Região – Processo nº 01205-2008-018-10-00-1-RO entendeu que “O Sescoop, como serviço social autônomo e pessoa

jurídica de direito privado não integrante da Administração Pública que é, não se sujeita, quanto à admissão de pessoal, aos

preceitos do art. 37 da Constituição da República, não lhe sendo exigível, pois, a observância de certame público”.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


210 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Denominação completa:

Unidade Jurisdicionada

Código Siorg

Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo -

Recomendações do OCI

Recomendações expedidas pelo OCI

Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida

003 201203969 1.1.4.1 22,513/DPSES/DP/SFC/CGU-PR

Órgão/entidade objeto da recomendação

Código Siorg

Conselho Nacional do Sescoop -

Descrição da recomendação

Que houve falhas tanto na realização do Convite nº9/2010, cujo objeto era a contratação de empresa especializada

em Tecnologia da Informação para execução de atividades de elaboração do PDTI – Plano Diretor de Tecnologia da

Informação, quanto na fiscalização dos serviços decorrentes desta contratação.

Providências Adotadas

Setor responsável pela implementação

Código Siorg

Gerência Geral -

Justificativa para o seu não cumprimento

É praxe nos convites realizados pelo Sescoop, que empresas não convidadas participem do certame, e o caso ora

analisado não é singular, diga-se que esse fato nunca foi apontado por nenhum órgão de controle, pois tal permissivo

só aumenta a competividade e, por conseguinte a melhor oferta. Indaga-se, portanto, com que fundamento legal o

Sescoop deveria proibir a empresa não convidada, em participar do certame Tal fato não caracterizaria uma restrição a

competitividade As deduções apresentadas no Relatório de Auditória em comento, com todo respeito, são infundadas

e desprovidas de qualquer fundamento legal, pois ao longo de 12 (doze) anos de atividades do Sescoop, absolutamente

nenhuma, repita-se nenhuma, compra da Unidade Nacional do Sescoop teve sua lisura questionada, e mais, sempre

foram elogiadas pelos órgãos de controle.”.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Fonte: Assessoria Jurídica (Asjur).


Anexos 211

ANEXO VIII

Informações sobre Estrutura de Controles Internos da Unidade

Aspectos do sistema de controle interno

Avaliação

Ambiente de Controle 1 2 3 4 5

1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à

consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.

X

2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os

servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade.

X

3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X

4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X

5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em

documentos formais.

X

6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e

servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, X

das instruções operacionais ou do código de ética ou conduta.

7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras

das responsabilidades.

X

8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. X

9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados

planejados pela UJ.

X

Avaliação de Risco 1 2 3 4 5

10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X

11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e

metas da unidade.

X

12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos

nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência

X

desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los.

13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e

de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.

X

14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil

de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo.

X

15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em

uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.

X

16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos

internos da unidade.

X

17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para

apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.

X

18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens

e valores de responsabilidade da unidade.

X

Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5

19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os

riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.

X

20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam

consistentemente de acordo com um plano de longo prazo.

X

21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de

benefícios que possam derivar de sua aplicação.

X

22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão

diretamente relacionados com os objetivos de controle.

X


212 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

Informação e Comunicação 1 2 3 4 5

23. A informação relevante para a UJ é devidamente identificada, documentada,

armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.

X

24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente

para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas.

X

25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. X

26. A informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos

e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma

X

eficaz.

27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em

todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.

X

Monitoramento 1 2 3 4 5

28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua

validade e qualidade ao longo do tempo.

X

29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas

avaliações sofridas.

X

30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu

desempenho.

X

Considerações gerais:dando continuidade à base de dados elaborada em 2009 e aperfeiçoada em 2010, a Audit vem

atualizando a Matriz de Riscos, conforme conceitos internacionalmente aceitos do Coso, de acordo com a relevância

e materialidade dos pontos observados nos testes de auditoria.

A ferramenta permite a comparação do grau de controle dos processos operacionais auditados de um exercício para

outro, ou seja, a situação de cada auditoria realizada na UE.

LEGENDA

Níveis de Avaliação:

(1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado

no contexto da UJ.

(2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no

contexto da UJ, porém, em sua minoria.

(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na

afirmativa no contexto da UJ.

(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no

contexto da UJ, porém, em sua maioria.

(5) Totalmente válido. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no

contexto da UJ.

Fonte: Assessoria de Auditoria e Consultoria (Audit).


Anexos 213

Modalidade de Contratação

ANEXO IX

Despesas por Modalidade de Contratação

Despesa Liquidada

Valores em R$ 1,00

Despesa paga

2012 2011 2012 2011

1. Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f) 8.605.435,16 9.298.643,97 3.146.233,51 9.649.845,56

a) Convite - 654.570,40 - 736.842,04

b) Tomada de Preços - - - -

c) Concorrência 4.419.029,79 1.887.980,00 855.605,64 1.466.426,20

d) Pregão 4.186.405,37 6.756.093,57 2.290.627,87 7.446.577,32

e) Concurso - - - -

f) Consulta - - - -

2. Contratações Diretas (g+h) 4.974.011,96 5.975.391,01 2.629.496,13 4.304.165,49

g) Dispensa 4.025.172,41 5.245.012,01 2.204.118,17 3.583.786,49

h) Inexigibilidade 948.839,55 730.379,00 425.377,96 720.379,00

3. Regime de Execução Especial 36.743,27 32.391,23 36.743,27 32.391,23

i) Suprimento de Fundos 36.743,27 32.391,23 36.743,27 32.391,23

4. Pagamento de Pessoal (j+k) 10.250.380,67 7.774.212,93 10.250.380,67 7.774.212,93

j) Pagamento em Folha 8.641.489,76 6.818.037,03 8.641.489,76 6.818.037,03

k) Diárias 1.608.890,91 956.175,90 1.608.890,91 956.175,90

5. Outros - - - -

6. Total (1+2+3+4+5) 23.829.827,79 23.048.247,91 16.026.110,31 21.728.223,98

Fonte: Sistema Zeus


214 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

ANEXO X

Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis

Aspectos sobre a Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis

Avaliação

1 2 3 4 5

1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que

levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte

dos produtos e matérias-primas.

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade

ambiental foram aplicados

2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente

adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e x

maior quantidade de conteúdo reciclável.

3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados

por fonte não poluidora, bem como por materiais que não prejudicam a natureza x

(ex.:produtos de limpeza biodegradáveis).

4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência

de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex.: ISO),

como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. x

• Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido

considerada nesses procedimentos

5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor

consumo de energia e/ou água (ex.: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas).

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses

produtos sobre o consumo de água e energia

6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex.: papel reciclado).

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos

7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e

menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos.

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi

incluído no procedimento licitatório

8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização,

reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga).

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido

manifestada nos procedimentos licitatórios

9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e

x

qualidade de tais bens/produtos.

10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia,

possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da

x

edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e

materiais que reduzam o impacto ambiental.

11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua

x

destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006.

12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a

diminuir o consumo de água e energia elétrica.

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha

(palestras, folders, comunicações oficiais etc.)

13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade

de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os

seus servidores.

x

• Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha

(palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)

Considerações Gerais:As informações foram prestadas de acordo com as licitações realizadas em 2012. Embora

estejamos sensíveis às questões socioambientais não há em nosso regulamento de licitações e contratos a

prerrogativa de escolhermos produtos que embora tenham um preço maior, possam ser escolhidos por atenderem

requisitos de sustentabilidade.


Anexos 215

LEGENDA

Níveis de Avaliação:

(1) Totalmente inválida:significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto

da UJ.

(2) Parcialmente inválida:significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto

da UJ, porém, em sua minoria.

(3) Neutra:significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no

contexto da UJ.

(4) Parcialmente válida:significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da

UJ, porém, em sua maioria.

(5) Totalmente válida:significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da

UJ.

Fonte: Gerência de Logistica(Gelog).


216 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

ANEXO XI

Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a conformidade e o Desempenho da Unidade

1. Execução Física e Financeira das Ações Realizadas pela UJ

FUNÇÃO SUB-FUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO

TIPO DE

AÇÃO

11 122 5400 5403 Atividade

UNIDADE DE

MEDIDA

Plano Estratégico

Elaborado

Meta

Prevista

EXECUÇÃO FÍSICA EXECUÇÃO FINANCEIRA

Meta

Realizada

Meta a ser

realizada

em 2013

Meta Prevista

Meta

Realizada

meta a ser

realizada em

2013

26 26 26 1.003.200,00 736.084,92 1.620.980,00

11 121 0106 8938 Atividade Planejamento

Desenvolvido

1 1 1

116.208,00 103.142,93

72.090,00

11 122 0106 8911 Atividade Entidade Mantida 1 1 1

620.342,00 377.099,92

304.212,00

11 122 0750 8901 Atividade Serviço Mantido 1 1 1 14.125.607,00 14.049.018,05

14.355.289,00

11 122 0750 8910 Atividade Serviço Mantido 1 1 1 2.418.340,00 1.842.718,32 4.159.196,00

11 122 0750 8911 Atividade Serviço Mantido 1 1 1 100.000,00 50.000,00 -

11 122 0750 8977 Atividade Pessoas Beneficiadas 85 85 08 11.776.772,00 10.946.285,83 14.453.352,00

11 122 5400 5401 Atividade PCCS Implantados 22 22 1 7.023.361,00 3.467.325,60 4.197.580,00

11 122 5400 5404 Atividade

Atendimento a

padrões mínimos

de tecnologia

da informação e

comunicação

27 27 - - - -

11 123 0773 8915 Atividade Entidade Mantida 1 1 1 26.091.234,00 22.724.757,41 29.812.355,00

11 125 0106 8938 Atividade Planejamento

Instituído

1 1 1 120.104,00 118.605,26 162.080,00

11 125 0773 8914 Atividade Serviço Mantido 1 1 1 855.537,00 812.001,87 518.046,00

11 125 0773 8951 Atividade Auditoria Realizada 50 50 48 924.792,00 895.695,15 943.800,00

11 122 5400 5404 Atividade

11 131 5400 5405 Atividade

Soluções Implantadas

(Arquitetura de

Software e Business

Inteligence)

Modelo de padrão

para o registro de

divulgação de ações e

resultados

- - 1 1.745.000,00 165.714,87 2.918.220,00

1 1 1 1.696.160,00 677.148,30 1.453.240,00

11 331 0100 8903 Atividade Pessoas Beneficiadas 72 72 97 1.185.642,00 825.982,86 1.443.288,00


Anexos 217

11 331 0100 8905 Atividade Pessoas Beneficiadas 85 85 108 571.826,00 444.662,26 738.180,00

11 331 0100 8906 Atividade Pessoas Beneficiadas 9 9 20 17.490,00 5.530,67 33.564,00

11 331 0100 8904 Atividade Pessoas Beneficiadas 85 85 08 42.984,00 40.196,96 50.652,00

11 331 5300 5301 Atividade Programa Instituído 1 - 400.000,00 190.685,59 -

11 333 5200 5201 Atividade Programa

Desenvolvido

1 1 1 3.168.824,00 1.100.517,29 9.544.161,00

11 333 5200 5202 Atividade Artigos Apresentados 77 77 - 263.203,00 233.943,31 -

11 122 5400 5402 Atividade

Instituições de

Ensino Superior

Sensibilizadas

- - 4 - - 122.520,00

11 333 5200 5203 Atividade Pessoas Beneficiadas 51 51 - 434.880,00 332.308,44 150.000,00

11 333 5200 5203 Atividade Cooperativas

Participantes

21 21 - 280.000,00 108.221,67 166.500,00

11 333 5200 5203 Atividade Programa

Desenvolvido

11 333 5200 5203 Atividade

Índice de Adesão das

unidades estaduais

- - - 2.000,00 1.750,14 -

- - 6 - - 2.837.709,00

11 333 5200 5204 Atividade

Programa

Responsabilidade

Socioambiental

desenvolvido

1 - - 407.850,00 169.880,50 -

11 333 5200 5204 Atividade Diretriz Implantada 1 1 1 253.370,00 249.805,26 -

11 333 5200 5204 Atividade

Índice de Adesão das

unidades estaduais

- - 2 - - 53.430,00

11 333 5200 5204 Atividade Metodologia

desenvolvida

Número de

participantes em

11 366 5100 5101 Atividade

eventos sobre cultura da

cooperação, doutrina,

princípios e valores do

cooperativismo

11 331 5300 5302 Atividade

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.

Índice de adesão das

unidades estaduais

1 1 1 1.708.227,00 1.666.149,66 -

96 228 98 809.685,00 631.299,88 2.855.516,00

13 709.936,00


218 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

2. Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes

Origem

orçamentária

1. Pessoal e encargos 2. Juros e encargos da dívida 3. Outras despesas

Exercícios 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Em R$

Dotação

Proposta

11.504.840,00 - - 47.333.686,00

Orçamento

Aprovado

11.504.840,00 15.760.456,00 - - 47.333.686,00 67.836.612,00

Orçamento

Reformulado

11.464.460,00 14.189.549,00 - - 46.481.866,00 63.030.009,00

Total 11.464.460,00 14.189.549,00 - - 46.481.866,00 63.030.009,00

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.

3. Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital

Origem

orçamentária

4. Investimentos 5. Inversões financeiras 6. Outras despesas de capital

Exercícios 2011 2012 2011 2012 2011 2012

Dotação

Proposta

- - - -

Orçamento

Aprovado

2.205.200,00 768.300,00 - - - -

Orçamento

Reformulado

3.097.400,00 943.080,00 - - - -

Total 3.097.400,00 943.080,00 - - - -

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento(Asplan) e Sistema Zeus.


Anexos 219

4. Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas

por Grupo e Elemento de Despesa

GRUPOS DE

DESPESA

VALORES PAGOS

2011 2012

1. Despesas de Pessoal 10.031.791,37 12.832.940,98

Vencimentos e Remunerações 6.800.669,95 8.641.489,76

Encargos Sociais Patronais 2.297.530,11 2.862.138,13

Indenizações Trabalhistas 2.006,52 -

Remunerações Variáveis 15.360,56 28.964,38

Benefícios Sociais 916.224,23 1.300.348,71

Benefícios Assistenciais - -

2. Juros e Encargos da Dívida - -

3. Outras Despesas Correntes 35.034.931,98 49.224.383,80

Despesas com Dirigentes e Conselheiros 198.104,04 180.204,94

Ocupação e Serviços Públicos 27.360,00 29.790,00

Despesas de Comunicação 317.921,03 262.677,55

Material de Consumo 221.019,38 365.313,62

Material de Consumo Durável 329,00 10.364,00

Passagens e Locomoções 1.056.618,31 2.277.761,45

Diárias e Hospedagens 1.017.526,85 1.679.780,07

Outras Despesas de Viagem 28.743,13 111.711,63

Locações 39.136,25 35.144,26

Materiais e Divulgação - 17.408,00

Materiais para Treinamento 195,90 79.631,80

Premiações 11.868,00 9.320,00

Serviços de Divulgação Institucional 1.087.768,80 1.381.404,80

Auxílio Financeiro a Estudante 34.385,24 121.656,41

Auxílios Educacionais 122.268,62 122.997,06

Auditoria e Consultoria 1.273.628,80 5.058.753,91

Serviços Especializados 1.796.962,82 1.845.377,63

Serviços de Transportes 7.376,54 8.674,01

Serviços Gerais 9.317,37 17.953,63

Estagiários - -

Outros Serviços de Terceiros 56.074,58 20.395,82

Encargos s/ Serviços de Terceiros 41.265,48 25.163,74

Impostos, Taxas e Contribuições Federais 1.504.115,24 1.271.262,08

Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais 1.527,16 1.315,92

Impostos, Taxas e Contribuições Municipais 42,00 -

Outras Despesas Tributárias 409,27 1.496,10

Despesas Financeiras 5.883.068,65 6.943.709,89

Transferências Regulamentares 15.587.009,02 19.030.048,26

Transferências para Projetos Especiais 4.384.390,50 7.092.667,22

Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos 326.500,00 1.222.400,00

4. Investimentos 2.594.959,97 909.208,14

Bens Intangíveis 786.178,15 730.079,14

Bens Móveis 1.808.781,82 179.129,00

5. Inversões Financeiras - -

6. Outras despesas de capital - -

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento – (Asplan) e Sistema Zeus


220 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

5. Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa

GRUPOS DE

DESPESA

VALORES PAGOS

2011 2012

4. Investimentos 2.594.959,97 909.208,14

Bens Intangíveis 786.178,15 730.079,14

Bens Móveis 1.808.781,82 179.129,00

5. Inversões Financeiras - -

6. Outras Despesas de Capital - -

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.

6. Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais

DESCRIÇÃO

ANO

2010 2011 2012

1. Passagens 661.474,43 1.056.618,31 2.277.761,45

2. Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens 749.718,56 1.046.269,98 1.791.491,70

3. Serviços Terceirizados - - -

3.1. Publicidade - - -

3.2. Vigilância, Limpeza e Conservação - - -

3.3. Tecnologia da Informação - - -

3.4. Outras Terceirizações - - 31.731,64

4. Cartão de Pagamento do Governo Federal - - -

5. Suprimento de Fundos 19.873,72 25.307,89 36.743,27

TOTAIS 1.431.066,71 2.128.196,18 4.137.728,06

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.

7. Demonstrativo das Despesas por Natureza

Rubricas

Realizado Orçado Realizado

2010 2011 2012 2012

% Partic. % Realiz.

Pessoal, Encargos e

Indenizações

6.160.870,00 10.045.173,94 14.281.845,00 12.915.688,23 20,51 90,4

Despesas de Viagem 1.399.674,31 2.081.521,70 6.801.991,00 3.966.215,53 6,30 58,3

Outras Despesas

Variáveis

6.246,54 15.360,56 30.181,00 28.964,38 0,05 95,9

Auxílio Financeiro a

Estudante

16.804,82 34.385,24 181.988,00 121.656,41 0,19 66,8

Material de Consumo 120.030,13 233.412,28 795.618,00 482.037,42 0,77 60,5

Serviços de Terceiros 10.988.886,65 10.698.300,11 23.884.530,00 16.628.488,63 26,41 69,6

Obrigações, Tributos e

Contribuições

798.956,32 1.547.359,15 1.596223,00 1.299.237,84 2,06 81,3

Equipamentos e

Materiais Permanentes

739.911,70 1.808.781,82 213.000,00 179.129,00 0,28 84,1

Soma 20.242.380,52 26.464.294,80 47.785.376,00 35.621.417,44 56,57 74,5

Transferências e

Convênios

19.072.953,28 21.197.388,52 30.377.262,00 27.345.115,48 43,43 90,0

Total Geral 39.315.333,80 47.661.683,32 78.162.638,00 62.966.532,92 100,00 80,5

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.


Anexos 221

8. Resumo das Programações de Despesas

Origem dos Créditos

Orçamentários

Despesas Correntes

Despesas Capital

Exercícios 2011 2012 2011 2012

Dotação proposta pela UJ 58.838.526,00 83.597.068,00 2.205.200,00 768.300,00

Orçamento Aprovado 58.838.526,00 83.597.068,00 2.205.200,00 768.300,00

Orçamento Reformulado 57.946.326,00 77.219.558,00 3.097.400,00 943.080,00

Total 57.946.326,00 77.219.558,00 3.097.400,00 943.080,00

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus

9. Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa

Natureza da

Movimentação de Crédito

Movimentação

Externa

Natureza da

Movimentação de Crédito

Movimentação

Externa

UJ

concedente ou

recebedora

Classificação

da Ação

1. Pessoal e

Encargos

Despesas Correntes

2. Juros e

Encargos da

Dívida

3. Outras

Despesas

Correntes

Concedidos - Convênios e - - 27.345.115,48

Transferências

Recebidos - UEs

- - -

UJ

concedente ou

recebedora

Classificação da

Ação

4.

Investimentos

Despesas de Capital

5. Inversões

Financeiras

6. Outras

Despesas de

Capital

Concedidos - - - - -

Recebidos - - - - -

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.

10. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Originários da UJ

Modalidade de Contratação

Despesa Comprometida

Despesa Paga

Licitação

2011 2012 2011 2012

Convite 654.570,40 - 736.842,04 -

Concorrência 1.887.980,00 4.419.029,79 1.466.426,20 855.605,64

Pregão 6.756.093,57 4.186.405,37 7.446.577,32 2.290.627,87

Contratações Diretas

Dispensa 5.245.012,01 4.025.172,41 3.583.786,49 2.204.118,17

Inexigibilidade 730.379,00 948.839,55 720.379,00 425.377,96

Regime de Execução Especial

Suprimento de Fundos 32.391,23 36.743,27 32.391,23 36.743,27

Pagamento de Pessoal

Pagamento em Folha

Diárias 956.175,90 1.608.890,91 956.175,90 1.608.890,91

Outras 654.570,40 - 736.842,04 -

Fonte: Gerência de LogÍstica (Gelog)

11. Quadro “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Recebidos pela UJ

(convênios e Fundecoop projetos especiais)

Não aplicável para este exercício.


222 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

12. Quadro “Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de

Despesa” – Créditos Recebidos pela UJ. (convênios e Fundecoop projetos especiais

Não aplicável para este exercício.

13. Quadro “Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de

Despesa” – Créditos Originários da UJ

GRUPOS DEDESPESA

VALORES PAGOS

2011 2012

1. Despesas de Pessoal 10.031.791,37 12.832.940,98

Vencimentos e Remunerações 6.800.669,95 8.641.489,76

Encargos Sociais Patronais 2.297.530,11 2.862.138,13

Indenizações Trabalhistas 2.006,52 -

Remunerações Variáveis 15.360,56 28.964,38

Benefícios Sociais 916.224,23 1.300.348,71

Benefícios Assistenciais - -

2. Juros e Encargos da Dívida - -

3. Outras Despesas Correntes 35.034.931,98 49.224.383,80

Despesas com Dirigentes e Conselheiros 198.104,04 180.204,94

Ocupação e Serviços Públicos 27.360,00 29.790,00

Despesas de Comunicação 317.921,03 262.677,55

Material de Consumo 221.019,38 365.313,62

Material de Consumo Durável 329,00 10.364,00

Passagens e Locomoções 1.056.618,31 2.277.761,45

Diárias e Hospedagens 1.017.526,85 1.679.780,07

Outras Despesas de Viagem 28.743,13 111.711,63

Locações 39.136,25 35.144,26

Materiais e Divulgação - 17.408,00

Materiais para Treinamento 195,90 79.631,80

Premiações 11.868,00 9.320,00

Serviços de Divulgação Institucional 1.087.768,80 1.381.404,80

Auxílio Financeiro a Estudante 34.385,24 121.656,41

Auxílios Educacionais 122.268,62 122.997,06

Auditoria e Consultoria 1.273.628,80 5.058.753,91

Serviços Especializados 1.796.962,82 1.845.377,63

Serviços de Transportes 7.376,54 8.674,01

Serviços Gerais 9.317,37 17.953,63

Estagiários - -

Outros Serviços de Terceiros 56.074,58 20.395,82

Encargos s/ Serviços de Terceiros 41.265,48 25.163,74

Impostos, Taxas e Contribuições Federais 1.504.115,24 1.271.262,08

Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais 1.527,16 1.315,92

Impostos, Taxas e Contribuições Municipais 42,00 -

Outras Despesas Tributárias 409,27 1.496,10

Despesas Financeiras 5.883.068,65 6.943.709,89

Transferências Regulamentares 15.587.009,02 19.030.048,26

Transferências para Projetos Especiais 4.384.390,50 7.092.667,22

Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos 326.500,00 1.222.400,00

4. Investimentos 2.594.959,97 909.208,14

Bens Intangíveis 786.178,15 730.079,14

Bens Móveis 1.808.781,82 179.129,00

5. Inversões Financeiras - -

6. Outras Despesas de Capital - -

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus.


Anexos 223

ANEXO XII

Projetos por Objetivos Estratégicos

Objetivos

Estratégicos

Finalísticos

1. Promover a cultura

da cooperação

e disseminar

a doutrina, os

princípios e

os valores do

cooperativismo em

todo o Brasil

Projetos/Iniciativas Linha de Ação

Programa Jovens

Lideranças

Programa

Cooperjovem

Fonte: Assessoria de Planejamento e Orçamento (Asplan) e Sistema Zeus

1.3. Sensibilizar cooperados,

empregados e famílias para

intensificar a participação na

organização do quadro social

1.1. Organizar conteúdos

e preparar instrutores e

multiplicadores para disseminação

da cultura da cooperação e do

cooperativismo

1.2. Intensificar o trabalho de

disseminação da cultura da

cooperação com jovens e crianças

1.3. Disseminar a doutrina,

os princípios e os valores do

cooperativismo em todas as

atividades do Sescoop

Orçamento

Metas Físicas

Indicador

Previsto Realizado % realiz. Prevista Realizada

424.838,00 382.869,02 90,12

384.847,00 248.430,86 64,55

Número de

Participantes

em eventos

sobre cultura

da cooperação,

doutrina, princípios

e valores do

cooperativismo

Número de

Participantes

em eventos

sobre cultura

da cooperação,

doutrina, princípios

e valores do

cooperativismo

%

realiz.

170 149 87,65

80 55 68,75


224 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

2. Ampliar o acesso

das cooperativas à

formação em gestão

cooperativista,

alinhada as suas reais

necessidades, com

foco na eficiência e

na competitividade

3. Contribuir para

viabilizar soluções

para as principais

demandas das

cooperativas

na formação

profissional

4. Promover

a adoção de

boas práticas de

governança e gestão

nas cooperativas

Programa EAD

Programa Aprendiz

Cooperativo

Educred

Educsaude

2.1. Implantar ensino a distância

2.2. Elaborar programas

nacionais de formação em gestão

cooperativista, considerando as

especificidades regionais

2.3. Elaborar programas

nacionais de formação em gestão

cooperativista, considerando as

especificidades regionais

2.3. Elaborar programas

nacionais de formação em gestão

cooperativista, considerando as

especificidades regionais

2.2. Elaborar programas

nacionais de formação em gestão

cooperativista, considerando as

especificidades regionais

2.3. Elaborar programas

nacionais de formação em gestão

cooperativista, considerando as

especificidades regionais

1.619.250,00 3.348,28 0,21

420.106,00 289.390,00 68,88

1.103.992,00 782.303,45 70,86

25.476,00 25.475,56 100,00

Fomento a Estudos e

Pesquisas

3.3. Estabelecer redes de

parceiros para a viabilização das

demandas das cooperativas na

formação profissional

263.203,00 233.943,31 88,88

Prêmio Cooperativa

do Ano

280.000,00 108.221,67 38,65

4.1. Implantar programa de

Congresso

identificação e disseminação

Internacional CIBP

de boas práticas de gestão e

196.972,00 195.252,84 99,13

Prospecção de Boas governança em cooperativas

Práticas - Credito 237.908,00 137.055,60 57,61

Cadastro das

Coooperativas 2.000,00 1.750,14 87,51

1 0 -

1 1 100,00

Programa

Desenvolvido

1 1 100,00

1 1 100,00

Artigos publicados 77 77 100,00

Cooperativas

participantes

94 138 146,8

Pessoas

Beneficiadas

Pessoas

Beneficiadas

Programa

Desenvolvido

31 31 100

20 20 100

1 0 0


Anexos 225

5. Monitorar

desempenhos e

resultados com foco

na sustentabilidade

de cooperativas

6. Incentivar as

cooperativas na

promoção da

segurança no

trabalho

Programa

Responsabilidade

Sócio Ambiental

Implantação

da Diretriz de

Monitoramento

Metodologia Índice

de Boas Práticas de

Gestão

Programa Qualidade

de Vida

5.4. Desenvolver Índice

Sescoop de Sustentabilidade das

Cooperativas

5.2. Estabelecer diretrizes

nacionais de monitoramento,

garantindo o sigilo das

informações

5.4. Disponibilizar para as

cooperativas monitoradas suas

respectivas informações sobre

planejamento estratégico, gestão

e governança para apoio à

autogestão

5.3. Desenvolver e implantar

um sistema que integre as

informações de monitoramento

realizadas em cada estado

6.1. Desenvolver competências

internas para disseminar

conceitos e informações que

apoiem as cooperativas na

segurança do trabalho

6.2. Viabilizar programas de

educação e conscientização para

prevenção de acidentes

6.3, Apoiar e incentivar práticas

de prevenção de acidentes e

melhoria das condições de

trabalho

407.850,00 169.880,50 41,65

Programa de RSA

Desenvolvido

1 0 0

253.370,00 249.805,26 98,59

Diretriz

Implantada

1 1 100

1.708.227,00 1.666.149,66

97,54

Metodologia

desenvolvida

1 1 100

400.000,00 190.685,59 47,67 1 0 0


226 Sescoop • Relatório de Gestão do Exercício de 2012

9. Intensificar o

desenvolvimento

de competências

alinhadas à

estratégia do

Sescoop

11 - Gerar sinergias

e integração do

Sistema SESCOOP

Gestão por

competência nas UEs

Gestão por

competência nas UN

Arquitetura de

Software

9.1. Mapear e desenvolver as

competências necessárias ao

cumprimento da missão e da

estratégia do Sescoop

9.2. Garantir a estrutura

organizacional e o quadro

de pessoal adequados para o

cumprimento dos objetivos do

Sescoop

9.3. Desenvolver e implementar

mecanismos de avaliação de

desempenho

9.1. Mapear e desenvolver as

competências necessárias ao

cumprimento da missão e da

estratégia do Sescoop

9.3. Desenvolver e implementar

mecanismos de avaliação de

desempenho

4.546.512,00 2.993.721,16 65,85

476.841,00 338.451,95 70,98

2.000.008,00 135.152,49

6,76

Gestão Sistêmica 11.1. Definir e implementar

diretrizes, normas, padrões

e procedimentos de gestão,

202.800,00 101.284,92 49,94

Mapeamento de

alinhados aos objetivos do

Processos

Sescoop

800.400,00 634.800,00 79,31

22

PCCS Implantado 22

PCCS

0

desenvolvidos

Arquitetura

desenvolvida

1 0 0

Plano Estratégico

Elaborado

22 22 100

Modelo de

Gerenciamento

de Processo

Desenvolvido

1 1 100


Anexos 227

12. Assegurar

adequada utilização

de tecnologia

de informação e

comunicação

13. Assegurar

qualidade e

transparência

na divulgação

das ações e na

comunicação de

resultados

Implantação da

Solução BI

Redundância Site

Colocation

11.1. Estabelecer e garantir

padrões mínimos de tecnologia

de informação e comunicação

em todo o Sescoop, inclusive

para atendimento à estratégia de

comunicação com as cooperativas

11.2. Integrar processos e

sistemas corporativos

11.1. Estabelecer e garantir

padrões mínimos de tecnologia

de informação e comunicação

em todo o Sescoop, inclusive

para atendimento à estratégia de

comunicação com as cooperativas

200.000,00 158.594,00 79,30

1.545.000,00 7.120,87 0,46

Comunicação

Sistêmica Integrada

13.2. Estabelecer política

de transparência e meios de

divulgação de ações e resultados

13.3. Implementar ações de

marketing institucional

1.696.160,00 677.148,30 39,92

Total 19.195.760,00 9.730.835,43 50,69

Atendimento a

padrões minímos

de tecnologia

da informação e

comunicação

Modelo de padrão

p registro de

divulgação de

ações e resultados

27 0 0

1 0 0

More magazines by this user
Similar magazines