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LPI nível 2: Aula 2 - Linux New Media

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Segunda aula da preparação LPIC-2 LPI nível 2: Aula 2 TUTORIAL O primeiro passo da inicialização de um sistema Linux é o carregamento do kernel. Nesta aula vamos conhecer algumas particularidades do kernel e dos sistemas de arquivo do Linux. por Luciano Siqueira R Linux Professional Institute Tópico 202: Inicialização do sistema 2.202.1 Inicialização do sistema e processo de boot O primeiro passo da inicialização de um sistema Linux é o carregamento do kernel. Se a partição raiz for montada com sucesso, o primeiro processo disparado é o init, e justamente por isso o init possui número de processo – pid – igual a 1. Apesar de não ser utilizado por todas as distribuições, o init é o processo inicial padrão exigido na certificação LPI, e por isso nos ateremos a ele. O init é responsável por invocar todos os serviços do sistema, através dos scripts de inicialização. A localização dos scripts de inicialização varia de acordo com o padrão utilizado pela distribuição. No Slackware, que utiliza o padrão BSD, os scripts encontram-se em /etc/rc.d/. Em sistemas como o Debian, que utilizam o padrão System V, os scripts encontram-se em /etc/init.d/. Quais scripts serão disparados dependerá do runlevel determinado no arquivo /etc/inittab, pela linha: id:4:initdefault: Essa linha indica que o runlevel padrão é o 4. Num sistema Debian, serão disparados os scripts localizados no diretório /etc/rc4.d/. Neste padrão de inicialização existe um diretório que corresponde a cada nível execução. Dentro de cada um dos diretórios existem links simbólicos para os scripts em /etc/init.d. Constam apenas links para scripts que devem ser disparados no runlevel correspondente. Num sistema que obedece ao padrão BSD, como o Slackware, os scripts de inicialização são disparados por scripts mestres disparados pelo init. Por exemplo, no runlevel 4, além dos scripts padrão (/etc/rc.d/rc.S e /etc/rc.d/rc.M, que invocam scripts adicionais) será executado o /etc/rc.d/rc.4, que se encarregará de disparar os scripts responsáveis por abrir o gerenciador de login gráfico. Administração de scripts Apesar de poderem ser manipulados diretamente, muitas distribuições trazem ferramentas para ativar/desativar scripts na inicialização e ativar/desativar sua execução em tempo real. Alguns dos comandos não estão disponíveis em todas as distribuições. insserv O comando insserv é utilizado para ativar ou desativar serviços durante a inicialização. Para que um serviço seja iniciado durante o boot, é usado o comando insserv da seguinte forma: insserv named Isso fará com que o daemon named seja iniciado em todo boot. Para deixar de iniciar o serviço em todo boot, o próprio insserv é usado da seguinte forma: insserv -r named O arquivo de configuração do insserv encontra-se em /etc/insserv.conf. Neste arquivo constam as dependências necessárias para cada serviço em particular. chkconfig O chkconfig é uma espécie de interface para o insserv. Também é utilizado para ativar e desativar serviços, porém oferece alguns recursos adicionais. Utilizando chkconfig --list serviço, se for um serviço controlado pelo xinetd, será mostrado se o serviço está liberado ou não (finger on ou finger off). Se for um serviço de boot, será mostrado em quais runlevels é ativado: anacron 0:off 1:off 2:on 3:on 4:on 5:on 6:off. Para ativar ou desativar um serviço, é utilizado o argumento level, da seguinte forma: chkconfig --level 345 ntpd off Esse comando fará com que o serviço ntpd seja desativado nos runlevels 3, 4 e 5. Serviços controlados pelo xinetd são imediatamente ativados ou desativados pelo chkconfig, sem necessidade de reiniciar o xinetd. Outros serviços não são afetados imediatamente, mas somente no próximo boot. A inicialização ou a 58 http://www.linuxmagazine.com.br

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