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PNLD 2013 - Editora FTD

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<strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

EDITORA <strong>FTD</strong><br />

Rua Rui Barbosa, 156<br />

Bela Vista – 01326-010<br />

São Paulo-SP<br />

0800 772 2300<br />

www.ftd.com.br<br />

Bahia<br />

32228L1729<br />

História<br />

32191L1729<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

19992182<br />

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO<br />

DA EDITORA <strong>FTD</strong> <strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

www.ftd.com.br/<strong>PNLD</strong><strong>2013</strong>


O livro está dividido em quatro unidades, uma para cada<br />

bimestre do ano letivo. Títulos, textos, atividades constroem<br />

articulações entre passado e presente. Há uma cronologia<br />

que orienta os textos, mas não se trata de uma sequência de<br />

fatos e sim de processos históricos. Ao longo das unidades<br />

é traçada uma história da infância na Bahia, pois, se crianças<br />

fazem história, também devem estar nos livros de História.<br />

São elas:<br />

Unidade I – Começando pelas novidades mais antigas<br />

– com seis capítulos, trabalha a ocupação primitiva<br />

da região e da ocupação colonial do estado e suas<br />

repercussões no presente.<br />

Unidade II – O açúcar não adoça a vida de todo mundo<br />

– com três capítulos, trata da agroindústria do açúcar,<br />

da escravidão, desde a colonização até suas marcas no<br />

presente.<br />

Unidade III – Novos tempos, velhos problemas, novas<br />

lutas – com seis capítulos, trata do período imperial e da<br />

República até a atualidade.<br />

Unidade IV – Vamos juntos e misturados – com três<br />

capítulos, trata da identidade cultural e da infância<br />

na Bahia.<br />

História nas Trilhas da Bahia<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Bianca Amaral<br />

32191L1729<br />

Helio Nobre/IDETI<br />

Novos pontos de vista, novas ideias, novas evidências* vão rescrevendo a história<br />

o tempo todo. O que nos respondia uma coisa, com certeza absoluta, até um<br />

tempo atrás pode não ser mais suficiente para respondê-la hoje.<br />

Afinal, o que é descobrir algo, algum lugar, alguma coisa<br />

Você já deve estar pensando: Puxa, por que este livro só pergunta e nunca responde<br />

BOA<br />

PERGUNTA!<br />

Na verdade, se a gente prestar atenção, já estamos respondendo.<br />

Descobrir é chegar a um lugar que ninguém conhece, saber uma coisa que ninguém<br />

sabia. Isso não vale para uma terra já ocupada por outras pessoas.<br />

E, no lugar aonde os portugueses chegaram em 1500, já havia muita gente morando.<br />

Claro que não era tanta gente como nós vemos hoje andando pelas ruas. Mas<br />

eram grupos humanos com seu jeito de viver, morar, transformar a natureza para<br />

dela tirar sua sobrevivência, seu jeito de educar as crianças, de brincar e festejar.<br />

28<br />

Essas meninas são<br />

indígenas do povo<br />

Pataxó, da Terra<br />

Indígena de Barra<br />

Velha, na Bahia.<br />

A aldeia situa-se<br />

no município de<br />

Porto Seguro,<br />

bem pertinho<br />

do lugar aonde<br />

os portugueses<br />

chegaram em 1500.<br />

Todo o território que<br />

forma hoje o Brasil<br />

era habitado nessa<br />

época por muitos<br />

povos indígenas.<br />

Para os portugueses, era muita novidade mesmo! Até uns cem anos antes de<br />

chegarem ao Brasil, eles achavam, como a maioria dos europeus, que a terra era um<br />

tabuleiro e que, se a gente navegasse para muito longe, podia cair no fim do mundo.<br />

Diane Valdez<br />

Os textos utilizam uma linguagem que motiva o aluno a participar<br />

de sua construção. Por isso, estão repletos de conversa com<br />

as crianças e cada sala de aula os construirá à sua maneira.<br />

Os conceitos, os processos históricos são enfocados como algo<br />

que não se resume à ideia de que História é o estudo do passado.<br />

Assim, não há uma sucessão de datas, nomes e fatos a ser<br />

memorizados. Todos esses elementos aparecem, mas são tratados<br />

como componentes do processo de construção do conhecimento<br />

e não como um fim em si mesmo.<br />

A seção Conversando em nossa terra, presente em alguns<br />

capítulos, foi elaborada com base no levantamento de termos e<br />

expressões características da fala da Bahia. O objetivo é discutir<br />

as formas próprias da fala regional como um elemento de sua<br />

identidade e um recurso para estudar sua história e sociedade.<br />

Os mapas, enquanto representação do espaço geográfico,<br />

tornam-se objetos da produção do conhecimento. A partir de sua<br />

observação, são encontradas as respostas de diversas questões.<br />

Mapas não são instrumentos apenas da Geografia, mas de todas as<br />

ciências humanas.<br />

Há receitas típicas da Bahia, articuladas<br />

com os textos estudados.<br />

Com elas, são trabalhados novos<br />

aspectos da cultura e da história da Bahia,<br />

discutindo os ingredientes e o modo de<br />

preparo do prato através de atividades<br />

propostas na sequência das receitas ou<br />

disponíveis no Caderno do professor.<br />

Também no Caderno do professor<br />

encontra-se uma bibliografia sobre a<br />

Bahia, além de um texto teórico que<br />

expõe a visão das ciências humanas e do<br />

estudo do local e do regional no Ensino<br />

Fundamental.<br />

3. Quando você for perguntar o preço desses produtos na feira ou no mercado,<br />

chame-os de especiarias. A pessoa que atendeu você entendeu o que<br />

você pediu<br />

4. Por que ninguém acha esses produtos tão especiais hoje em dia<br />

5. De onde vieram as especiarias que você pesquisou Continuam vindo das<br />

Índias<br />

6. Na sua cidade, quais são os principais lugares do comércio São os lugares<br />

mais parados ou os mais movimentados<br />

Saboreando a história<br />

Sabe quando a gente tem vontade de comer uma coisa e a vontade só vai aumentando<br />

É nossa memória gustativa em ação. Agora deu uma fome de comer canjica!<br />

Depois que você descobrir o que é gustativa, vamos nos deliciar com uma boa canjica<br />

baiana.<br />

Canjica baiana<br />

Ingredientes<br />

10 espigas de milho verde<br />

2,5 xícaras de leite de coco<br />

1 xícara de chá de açúcar<br />

1 colher de sopa de manteiga<br />

1 pitada de sal<br />

Canela e cravo<br />

Modo de fazer<br />

Retire os grãos do sabugo. Junte o leite de coco e bata no liquidificador, um pouco<br />

de cada vez. Passe por uma peneira, espremendo bem. Jogue fora o bagaço. Leve<br />

o líquido ao fogo com o açúcar, a manteiga, o sal e o cravo, mexendo sem parar até<br />

ficar bem cremoso. Coloque na travessa e polvilhe com canela em pó.<br />

63<br />

Diane Valdez<br />

Permite ao aluno colocar-se como sujeito ativo capaz de construir o seu próprio saber, de<br />

compreender e dar sentido às diferentes experiências históricas e de trazer à tona seus<br />

conhecimentos anteriores, construindo e reconstruindo o conhecimento.<br />

Sugere caminhos que: levem à interconexão do passado, o presente e o futuro; contemplem<br />

o pensamento reflexivo, a compreensão, a análise e a crítica das causas e consequências dos<br />

fatos históricos; considerem a participação de toda a sociedade na construção da história,<br />

independentemente de etnia, religião, sexo, opção sexual, idade, poder, condição física e econômica.<br />

Edição totalmente renovada, com novos capítulos, novas abordagens, novos temas e novas<br />

atividades.<br />

Alguns temas ganharam mais destaque, como os saberes populares dos baianos, os<br />

afrodescendentes, a África, os indígenas, o idoso e a mulher.<br />

O livro é estruturado em capítulos que, por sua vez, são compostos por:<br />

textos informativos;<br />

títulos e subtítulos claramente hierarquizados;<br />

imagens diversas: fotografias, ilustrações, mapas etc. (o livro se<br />

caracteriza por ser ainda mais rico em imagens que o anterior).<br />

leituras complementares (Enriquecendo a aprendizagem);<br />

questões intercaladas aos textos;<br />

questões de reflexão (Para refletir);<br />

propostas de atividades (Reforçando a aprendizagem);<br />

sugestões de leituras (Uma boa leitura!).<br />

Segredos da Bahia – História<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Albani Galo Diez e Águeda Célia Fontes<br />

O livro, composto por um único volume, com conteúdo<br />

distribuído em 16 capítulos, tem como proposta<br />

básica desvendar a trajetória percorrida por nossos<br />

antepassados e contemporâneos na formação deste<br />

estado multirracial e multicultural.<br />

32228L1729<br />

HISTÓRIA<br />

Dorival Moreira/Pulsar<br />

Fabio Colombini<br />

Carranca.<br />

Capítulo<br />

4 Os saberes dos baianos<br />

A<br />

Ricardo Azoury/Pulsar<br />

Elevador Lacerda, 2007.<br />

Mulher com<br />

colares de<br />

miçangas,<br />

1998.<br />

Praia em Itacaré, 2007.<br />

s imagens representam a Bahia: terra do Senhor do Bonfim, de gente hospitaleira,<br />

espontânea, alegre, divertida, de sorriso franco, como você. De gente<br />

que sabe dançar, cantar, sambar, fazer teatro e cinema. Que sabe fazer festas populares,<br />

como o carnaval. Que inventa nomes curiosos. Que escreve e faz músicas<br />

para todos os gostos. Terra de gente de fé, de diferentes fés, que podem ser<br />

cultuadas em sincretismo.<br />

Para você, o que são os saberes de um povo Você tem<br />

algum exemplo dos saberes dos baianos Resposta pessoal.<br />

O saber de um povo é a somatória de valores cultivados por esse povo ao longo<br />

do tempo. São costumes, hábitos e conhecimentos que, quando preservados,<br />

passam de geração para geração. Esse conjunto de valores inclui, por exemplo, a<br />

língua, a culinária, a maneira de construir suas casas e suas cidades, a maneira de<br />

cultivar e de criar os animais, as danças, as músicas, as brincadeiras infantis, as<br />

crenças e muitas outras manifestações populares. Inclui, também, a maneira de<br />

pensar e agir desse povo.<br />

24<br />

Ricardo Azoury/Pulsar<br />

Questões que propiciam o levantamento de conhecimentos prévios,<br />

opiniões, vivências ou discussões de temas no momento em que são<br />

tratados.<br />

Questões intercaladas, elaboradas especialmente para aprofundar os<br />

temas, levantar questões, desenvolver habilidades de análise e reflexão,<br />

aprofundar abordagens, promover o levantamento de novas dúvidas,<br />

proposições e discussões.<br />

Enriquecendo a aprendizagem (textos complementares): textos<br />

de terceiros, de diversas fontes e gêneros, que enriquecem ou<br />

complementam as informações do livro. São acompanhados por<br />

questões que trabalham a compreensão do texto.<br />

Aborda temas atuais e importantes como história da África,<br />

documentos, exercício da cidadania, inclusão, consciência e<br />

responsabilidade sustentável e social, direitos de crianças e<br />

adolescentes, idosos e questões de gênero (maior visibilidade à<br />

mulher).<br />

Incentiva a tolerância valorizando o respeito ao próximo,<br />

independentemente de sexo, etnia, condição social, religião etc.<br />

Sugere atividades que desenvolvem o senso crítico e incentivam<br />

atitudes positivas em relação a si mesmo e à coletividade.<br />

Igreja e fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim, 2007.<br />

Renato Soares/Pulsar<br />

HISTÓRIA<br />

Para enriquecer sua aprendizagem, leia mais um pouco sobre os costumes<br />

dos Aimoré, chamados de Botocudo do Leste, no texto a seguir.<br />

Os Botocudo do Leste eram povos<br />

nômades e viviam da caça e coleta de<br />

frutos do mato. Por isso não construíam<br />

aldeias permanentes. Quando se deslocavam<br />

suas cabanas eram apenas umas<br />

folhas de palmeira fincadas no chão.<br />

Se permaneciam mais tempo num lugar,<br />

construíam ranchos resistentes, com estacas<br />

e cobertura de folha de buriti.<br />

Não usavam rede como os Tupi,<br />

mas tinham um estrado de madeira, coberto<br />

de casca de árvores, onde dormia<br />

toda a família. [...]<br />

Transmitiam suas histórias de pais<br />

para filhos, principalmente à noite, ao<br />

redor do fogo ou depois das comidas. [...]<br />

80<br />

Os Aimoré<br />

Os Aimoré foram o povo indígena de língua jê mais representativo da Bahia.<br />

Eles eram chamados de botocudos porque tinham o hábito de furar a orelha<br />

e o lábio inferior e neles introduzir rodelas de madeira, conhecidas pelo nome de<br />

botoques. Eles acreditavam que os botoques os ajudavam a ouvir e a falar melhor.<br />

Observe estas imagens:<br />

Rugendas. Séc. XIX<br />

Indígenas botocudos retratados por Rugendas no século XIX.<br />

Você já viu indígenas usando botoques hoje em dia Qual era a sua opinião<br />

sobre esses botoques anteriormente E qual é a sua opinião atual<br />

Resposta pessoal.<br />

Rugendas. Séc. XIX<br />

Enriquecendo a<br />

aprendizagem<br />

Os Botocudo eram grandes caçadores. Nesta<br />

gravura de Rugendas, do século XIX, eles são<br />

retratados com suas caças.<br />

Rugendas. Séc. XIX<br />

Rugendas. Séc. XIX. Coleção particular<br />

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<strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

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Rua Rui Barbosa, 156<br />

Bela Vista – 01326-010<br />

São Paulo-SP<br />

0800 772 2300<br />

www.ftd.com.br<br />

Distrito dra<br />

História<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

1999218<br />

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO<br />

DA EDITORA <strong>FTD</strong> <strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

anos


Distrito Federal<br />

História e Sociedade<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Bianca Amaral e Diane Valdez<br />

Conteúdo distribuído em quatro unidades:<br />

Unidade I – Entre as capitais, a capital<br />

Unidade II – A nova Capital: um longo caminho em construção<br />

Unidade III – Novos tempos, velhos problemas, novas lutas<br />

Unidade IV – O tempo não para<br />

As propostas de trabalho, chamadas de Roteiro de atividades, constituem-se de<br />

questões discursivas, cujas respostas são produzidas a partir da compreensão,<br />

da reflexão e da ampliação dos conteúdos dos textos.<br />

Além das atividades propostas para cada texto, há outras propostas de<br />

trabalho, com diversos recursos. Algumas atividades estão no Livro do aluno e<br />

outras no Livro do professor, para que ele possa escolher quais se adaptam em<br />

seu programa.<br />

Alguns capítulos trazem uma música já gravada e disponível no mercado, de um<br />

compositor regional, discutindo temas que aprofundam os conteúdos trazidos<br />

pelo texto. Com isso, pretende-se ampliar o universo musical de nossos alunos,<br />

além de possibilitar ações interdisciplinares com arte-educação.<br />

As fotografias que compõem o livro também são trabalhadas como fonte de<br />

investigação e produção do conhecimento, pois são consideradas parte do<br />

texto e do conteúdo.<br />

Cada capítulo traz um recorte de jornal de grande circulação no DF, para criar a<br />

articulação entre as temáticas estudadas com a realidade do estado. Sobre eles<br />

também existem questões propostas, disponíveis no Caderno do aluno ou no<br />

do professor.<br />

Os textos são construídos numa linguagem que<br />

procura levar o aluno a participar de sua construção.<br />

Os conceitos e os processos históricos são enfocados<br />

como algo que não se resume à ideia de que História<br />

é o estudo do passado. Então, não há uma sucessão<br />

de datas, nomes e fatos a serem memorizados. Todos<br />

esses elementos são tratados como componentes do<br />

processo de construção do conhecimento.<br />

Vários capítulos trazem uma seção chamada<br />

Trabalhando com Documentos, onde são estudados<br />

trechos de documentos históricos do DF. O documento<br />

é tratado como fonte de investigação e não como prova<br />

da verdade.<br />

Na seção Tecendo a História há uma rica diversidade<br />

de textos que abordam o cotidiano da história do DF,<br />

tratando as práticas culturais e a convivência com a<br />

pluralidade.<br />

Na seção Passeando pelo DF é proposta uma visita a<br />

um lugar específico do DF, seja ele um espaço aberto,<br />

um museu ou uma exposição. A intenção é suscitar a<br />

discussão sobre o conceito de patrimônio histórico-<br />

-cultural material e imaterial, além de estimular a prática<br />

da visitação e da preservação.<br />

32126L1729<br />

Vindo de vários lugares: o candango<br />

Na Praça dos Três Poderes, há uma escultura gigantesca de bronze feita em 1960 pelo<br />

escultor, pintor e professor Bruno Giorgi. A obra foi batizada de “Os Guerreiros”. Só que<br />

ela é mais conhecida como “Os Candangos”. Aqui no Distrito Federal, “candango” é uma<br />

palavra usada para definir os trabalhadores que construíram Brasília. Não é algo fácil<br />

definir essa expressão. Veja o que encontramos: na língua africana quimbundo, candango<br />

significa “ruim”, “ordinário”, “vilão”.<br />

Outro dado é que candango era uma expressão usada pelos negros africanos durante<br />

os séculos XVIII e XIX para designar os portugueses dominadores.<br />

Na região Nordeste, o termo é usado para popularmente definir pessoas amigáveis de<br />

origem modesta.<br />

Passeando pelo DF<br />

Hoje é dia de viajar pela terra de onde vieram muitos dos que construíram a<br />

cidade. Mas você já sabe que é uma sugestão para ser realizada quando for possível.<br />

Vamos ao:<br />

Museu de Arte e Tradições do Nordeste<br />

Flávio Florido/Folha Imagem<br />

100<br />

Bonecos em argila que<br />

retratam o folclore<br />

cearense. Uma das<br />

representações<br />

artísticas encontradas<br />

no Museu de Arte e<br />

Tradições do Nordeste.<br />

Onde fica: Setor de Grandes Áreas Norte, quadra 910<br />

Quando ir: Segunda à quinta, das 8 h às 15h30; sexta, das 8 h às 15 h.<br />

O que você vai ver lá: um espaço cheio do folclore, das tradições, dos hábitos do<br />

povo nordestino.<br />

No Caderno do aluno e também no<br />

do professor há sugestões de leitura<br />

que podem ser articuladas direta ou<br />

indiretamente aos conteúdos vistos.<br />

No Caderno do professor, a cada<br />

unidade são sugeridos vídeos que se<br />

relacionam e ampliam as discussões<br />

trazidas pelos textos.<br />

Para contribuir com a formação<br />

continuada do professor, há uma<br />

bibliografia sobre o DF. Além disso, um<br />

texto teórico expõe a visão das ciências<br />

humanas e do estudo do local e regional<br />

no Ensino Fundamental.<br />

anos<br />

www.ftd.com.br/<strong>PNLD</strong><strong>2013</strong><br />

Na Copa do Mundo de 1958, os peões se aglomeravam nos canteiros, nas obras ou nas<br />

casas de madeira da Cidade Livre para ouvir as partidas. Os peões vibraram com Garrincha<br />

e Pelé e com o fato de a Seleção Brasileira ganhar a Copa.<br />

Deu no jornal<br />

Difícil quebra-cabeça<br />

Sem manutenção há 41 anos, o Teatro Nacional começa a<br />

ter recuperada a fachada de blocos criados por Athos Bulcão.<br />

Mas ainda falta muito para poder pôr em ordem a casa.<br />

Francisco Pinheiro Maia conhece bem a fachada do Teatro Nacional Claudio Santoro.<br />

Potiguar de Doutor Severiano, seu Chico chegou a Brasília em 1971 para trabalhar<br />

na construção civil. Entre idas e vindas na Esplanada dos Ministérios, o então<br />

operário viu crescer o Teatro Nacional. As obras só foram concluídas em 1981. Nove<br />

anos depois, seu Chico era contratado por uma empreiteira para integrar a equipe<br />

encarregada do processo de impermeabilização do teatro. [...]<br />

Vista aérea do Teatro Nacional Cláudio Santoro,<br />

em Brasília.<br />

Desde o último dia 18, o pedreiro está de volta ao canteiro de obras montado em<br />

frente ao Teatro para comandar a movimentação dos 18 homens que tocam a recuperação<br />

das duas fachadas laterais e a impermeabilização do prédio.<br />

(Nahima Maciel. Jornal Correio Braziliense, 14 de julho de 2007.)<br />

118<br />

Cássio Vasconce los/SambaPhoto<br />

Detalhe da fachada do Teatro Nacional,<br />

o maior conjunto arquitetônico feito por<br />

Niemeyer exclusivamente para as artes<br />

em Brasília. Tem forma de uma pirâmide<br />

asteca e cubos e retângulos desenhados<br />

pelo artista plástico Athos Bulcão.<br />

Ricardo Azoury/Pulsar


<strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

EDITORA <strong>FTD</strong><br />

Rua Rui Barbosa, 156<br />

Bela Vista – 01326-010<br />

São Paulo-SP<br />

0800 772 2300<br />

www.ftd.com.br<br />

srito ato<br />

História <br />

orafia<br />

32146L1629<br />

32180L1729<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

1999219<br />

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO<br />

DA EDITORA <strong>FTD</strong> <strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

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História do Espírito Santo<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Augusto Gomes<br />

Possibilita a percepção das mudanças no<br />

tempo e enfatiza a observação sobre os<br />

procedimentos do historiador com as fontes.<br />

Observe alguns documentos utilizados no<br />

trabalho do historiador:<br />

Capa de Esphinges, de Francisca Júlia. c. 1903.<br />

Emiliano Di Cavalcanti, 1922.<br />

Fac-símile da<br />

capa do catálogo,<br />

com xilogravura,<br />

da Exposição<br />

da Semana de<br />

Arte Moderna,<br />

acontecida em<br />

1922.<br />

Debret. Séc. XIX.<br />

Geografia do Espírito Santo<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Gisele Girardi<br />

Dá destaque aos mapas e imagens. Há<br />

ilustrações e outras intervenções gráficas<br />

em quase todas as páginas.<br />

Apresenta rico e constante trabalho<br />

com mapas.<br />

Foto: Sérgio Dotta Jr./The Next<br />

Pratique<br />

No ATLAS DO ES, página 24 você encontrará uma Base para a Maquete, que é um mapa<br />

com curvas de nível, ou seja, linhas que unem pontos com a mesma altitude. Cada curva de nível<br />

possui uma cor. Copie separadamente cada curva em um papel transparente. Depois a transponha<br />

para placas de isopor ou papelão. Ao sobrepor as placas você terá uma maquete simplificada do<br />

relevo do Espírito Santo. Acompanhe as etapas:<br />

ORIENTAÇÃO: Manual, página 27<br />

Rafael Herrera<br />

32180L1729<br />

Capa do livro Esphinges,<br />

de Francisca Júlia (1871-<br />

-1920), poetisa do início<br />

do século XX.<br />

Cynthia Brito/Olhar Imagem<br />

Litogravura: Uma senhora<br />

brasileira em seu lar.<br />

Em Voyage Pittoresque<br />

et Historique au Brésil,<br />

vol. 2, pr. 6. Paris: 1834.<br />

Biblioteca Municipal Mário<br />

de Andrade, SP.<br />

32146L1629<br />

Destaque para a história da paisagem<br />

capixaba abordada na quarta unidade.<br />

A realidade ambiental é tratada com<br />

riqueza e espírito crítico nas últimas quatro<br />

unidades, com os elementos da natureza e<br />

as formas de apropriação pela sociedade<br />

analisados de modo integrado.<br />

Foto da campanha<br />

Diretas Já: comício por<br />

eleições diretas para a<br />

presidência do Brasil, na<br />

cidade do Rio de Janeiro,<br />

RJ, em 10/04/1984.<br />

Destaca as principais atividades econômicas nos períodos<br />

Colonial, Imperial e Republicano, as relações sociais e as formas<br />

de trabalho dominantes nos diferentes períodos, tanto no Brasil<br />

como no Espírito Santo.<br />

Trabalha noções de ordenação, sequência, mudança,<br />

simultaneidade, semelhanças e diferenças, além de cidadania,<br />

meio ambiente e cultura capixaba.<br />

Desenvolve competências e habilidades como investigação,<br />

comparação, análise, avaliação e senso crítico.<br />

Oscar Pereira da Silva - Desembarque de Pedro Álvares<br />

Cabral em Porto Seguro, 1500. 1922. Museu Paulista, SP<br />

6. A chegada dos<br />

portugueses ao Brasil<br />

Os portugueses chegaram oficialmente ao Brasil no ano de 1500, numa expedição comandada<br />

por Pedro Álvares Cabral, formada por quinze caravelas que navegaram durante quarenta dias até<br />

chegar a uma localidade que recebeu o nome de Porto Seguro, no litoral do sul da Bahia.<br />

O primeiro encontro deve ter ocorrido com os Tupiniquim que viviam naquela região. Depois<br />

de permanecerem por poucos dias em nossas terras, a expedição seguiu na direção das Índias.<br />

Depois da chegada dos portugueses, a<br />

maior parte dos estudos sobre a nossa história<br />

ficou por conta de documentos escritos<br />

pelos próprios portugueses. Um exemplo<br />

disso foi a carta que Pero Vaz de Caminha<br />

escreveu ao rei de Portugal, D. Manuel, em<br />

1 o de maio de 1500, quando os portugueses<br />

chegaram ao Brasil.<br />

Primeira página da<br />

carta que Pero Vaz de<br />

Caminha escreveu ao rei<br />

de Portugal D. Manuel<br />

em 1 o de maio de 1500.<br />

Pintura<br />

mostrando o<br />

desembarque<br />

de Pedro<br />

Álvares<br />

Cabral no<br />

Brasil.<br />

Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, Lisboa<br />

Rico Manual do professor, com sugestões de<br />

artigos de revistas, documentos e vídeos que o<br />

professor poderá relacionar com os conteúdos e<br />

desenvolver mais atividades.<br />

O autor faz a leitura de várias imagens, revelando<br />

detalhes e fatos ligados àquele momento, além<br />

de procedimentos metodológicos. Apresenta<br />

sugestões de lugares para a classe visitar e<br />

complementar o trabalho em sala de aula.<br />

10<br />

Trabalha de maneira ampla e concisa a realidade regional<br />

capixaba, priorizando o conceito de paisagem a partir de<br />

uma excelente base de apoio cartográfica. A obra estimula<br />

o senso crítico e o olhar cidadão em defesa da natureza e da<br />

justiça social, bem como valoriza a pluralidade sociocultural<br />

capixaba.<br />

Lugar e paisagem são tratados como conceitos centrais para<br />

o desenvolvimento dos conteúdos geográficos.<br />

A cartografia é constantemente utilizada como forma de<br />

compreender e localizar os fenômenos geográficos. O livro<br />

traz um abrangente atlas do Espírito Santo, rico em recursos<br />

pictóricos.<br />

John Christopher Davies/Usina de Imagem<br />

2. As paisagens do Espírito Santo<br />

No estado do Espírito Santo encontramos paisagens bastante diferentes umas das outras.<br />

Essas diferenças existem porque as áreas do estado foram ocupadas em épocas distintas, por pessoas<br />

diferentes e com objetivos diferentes. Vamos analisar algumas paisagens do Espírito Santo<br />

para entendermos por que são diferentes.<br />

Foto 1: observar que<br />

as construções são bem<br />

próximas (densa), que há<br />

muitos prédios. Observar<br />

que há semelhança deste<br />

padrão antes e depois do<br />

“rio” (na verdade, baía de<br />

Vitória). Observar que o<br />

terreno se caracteriza por<br />

ser bem plano, mas com<br />

a ocorrência de morros<br />

isolados (Mestre Álvaro,<br />

convento, Moreno...).<br />

Observar a função da<br />

ponte, de ligar duas áreas<br />

densamente ocupadas.<br />

Observar o Convento da<br />

Penha como edificação<br />

histórica. Observar, no<br />

segundo plano à esquerda,<br />

a ocorrência de uma área<br />

verde homogênea (os<br />

manguezais) e à direita,<br />

uma área verde também<br />

homogênea, mas que é a<br />

barreira de eucaliptos da<br />

Ponta de Tubarão, onde<br />

se localizam importantes<br />

indústrias. Observar que há<br />

muitas construções altas na<br />

beira das praias (Camburi e<br />

Costa).<br />

Foto 1<br />

Vila Velha com Mestre Álvaro e Vitória ao fundo, ES.<br />

Vista geral de São Mateus, ES.<br />

Professor(a): nesse primeiro momento, observe com os alunos as imagens<br />

desta atividade, leia as legendas com eles e localize os municípios fotografados<br />

no mapa Divisão Municipal no ATLAS DO ES, página 05. Pergunte quem conhece<br />

algum desses lugares, quais elementos eles observam nessas paisagens etc.<br />

Foto 2<br />

Foto 2: observar o<br />

padrão de construções<br />

(baixas) e que no primeiro<br />

plano elas estão mais<br />

próximas e algumas<br />

parecem ser bem antigas<br />

(observar a diferença no<br />

padrão e no estado dos<br />

telhados como indicadores<br />

do tempo). Há no segundo<br />

plano, à direita do rio,<br />

casas mais isoladas. O rio<br />

faz grandes curvas, é largo<br />

e o terreno em torno dele<br />

(e onde também está a<br />

área com construções)<br />

é bem baixo. Ao fundo,<br />

há um degrau no relevo<br />

no qual se observam<br />

plantações de eucaliptos<br />

(árvores mais altas e<br />

homogêneas) e pastagens.<br />

Humberto Capai/Usina de Imagem<br />

105<br />

O Manual do professor traz sugestões<br />

de interdisciplinaridade e contempla<br />

os diferentes saberes esperados<br />

na formação docente, bem como<br />

o pensamento geográfico que<br />

fundamenta a obra. Apresenta ainda<br />

várias sugestões de atividades extras<br />

e anexos que complementam as<br />

atividades do livro do aluno.<br />

24<br />

35<br />

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ois<br />

História<br />

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Pode ser aberto pela ECT.<br />

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PROTÓTIPO


Trabalhando com mapa<br />

Redescobrindo Goiás<br />

História e Sociedade<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Bianca Amaral e Ângela Mascarenhas<br />

Veja aqui como essa obra vai ajudar<br />

a saber mais sobre Goiás.<br />

As propostas de trabalho, chamadas de Roteiro de<br />

atividades, constituem-se de questões discursivas, cujas<br />

respostas são produzidas a partir da compreensão, da<br />

reflexão e da ampliação dos conteúdos dos textos.<br />

Sônia Vaz<br />

Vamos observar o mapa de Goiás e do Tocantins.<br />

Além das atividades propostas para cada texto, há<br />

outras, com diversos recursos. Algumas atividades<br />

estão no Livro do aluno e outras no Livro do professor,<br />

para que ele possa escolher quais se adaptam ao seu<br />

programa.<br />

14°S<br />

32219L1729<br />

Cada capítulo traz uma música já gravada e disponível<br />

no mercado, de um compositor regional, discutindo<br />

temas que aprofundam os conteúdos trazidos pelo<br />

texto. Além de ampliar o universo musical dos alunos,<br />

possibilita ações interdisciplinares com arte-educação.<br />

50°O<br />

26<br />

O livro está dividido em 4 unidades, uma para cada<br />

bimestre do ano letivo. Títulos, textos, atividades constroem<br />

articulações entre passado e presente. Há uma cronologia<br />

que orienta os textos, mas não se trata de uma sequência de<br />

fatos e sim de processos históricos. São elas:<br />

Unidade I – O brilho que atrai muita gente – com 5<br />

capítulos, trata da ocupação pré-colonial, da mineração e<br />

da escravidão.<br />

Unidade II – Plantando, colhendo e carregando no<br />

carro de bois – com 4 capítulos, aborda o processo de<br />

independência e suas repercussões no Estado até a<br />

República Velha.<br />

Unidade III – Entre a cidade e o campo – com 4 capítulos,<br />

fala sobre desde a República até nossos dias.<br />

Unidade IV – Quem é o cidadão goiano – com 4<br />

capítulos, tem como tema os direitos sociais, a cultura e a<br />

infância em Goiás.<br />

Os conceitos e os processos históricos são enfocados como<br />

algo que não se resume à ideia de que história é o estudo<br />

do passado. Sendo assim, não há uma sucessão de datas,<br />

nomes e fatos a serem memorizados. Todos esses elementos<br />

são tratados como componentes do processo de construção<br />

do conhecimento.<br />

UNIDADE III<br />

Entre a cidade<br />

e o campo<br />

77<br />

Peões conduzindo uma<br />

boiada em Minaçu.<br />

Tarcísio Mattos/Tempo Editorial<br />

As fotografias que compõem o livro também são trabalhadas como fonte de<br />

investigação e produção do conhecimento, já que as consideramos parte do<br />

texto e do conteúdo.<br />

Os mapas, enquanto representação do espaço geográfico, também são pensados<br />

como objetos da produção do conhecimento, pois, a partir de sua observação, são<br />

encontradas respostas para diversas questões.<br />

Cada capítulo traz um recorte de jornal de grande circulação em Goiás, articulando as<br />

temáticas estudadas com a realidade do estado. Sobre eles também existem questões<br />

propostas, disponíveis no Caderno do professor.<br />

A internet é fonte de consulta para aprofundar a compreensão dos conteúdos,<br />

sob mediação do professor. As propostas de atividades com uso da internet estão<br />

exclusivamente no Caderno do professor.<br />

No Caderno do aluno e também no do professor, há sugestões de leitura que podem<br />

ser articuladas direta ou indiretamente aos conteúdos vistos.<br />

Em cada unidade há, no Caderno do professor, sugestões de vídeos que se relacionam<br />

e ampliam as discussões trazidas pelos textos.<br />

Ainda no Caderno do professor, encontra-se uma bibliografia comentada sobre Goiás,<br />

indicando o título do livro e suas principais contribuições para o estudo do estado.<br />

Além disso, um texto teórico expõe a visão dos autores das ciências humanas e do<br />

estudo do local e do regional no Ensino Fundamental.<br />

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História<br />

Nas Trilhas de Minas<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Cláudia Sapag Ricci, Dilma Célia Scaldaferri e Soraia<br />

Freitas Dutra<br />

As atividades visam problematizar questões, fixar<br />

conteúdos e estimular o conhecimento prévio dos<br />

temas, para melhor aproveitamento do que for<br />

estudado.<br />

Nas Orientações para o professor há comentários<br />

sobre o livro; termos ou expressões dos textos;<br />

sugestões de questões para explorar as imagens;<br />

comentários e respostas das atividades; textos<br />

sobre os lugares e os povos mostrados nas fotos;<br />

indicações de fontes para informações mais<br />

específicas e muito mais!<br />

<br />

1. eia o texto:<br />

[...] dentro das casas reinava a simplicidade, os móveis eram poucos e rústicos,<br />

as roupas, em geral, escassas. A maioria das pessoas dormia em redes ou<br />

em estrados de madeira, cobertos de palha. As camas de madeira, principalmente<br />

as com dossel, eram raras e constituíam um luxo. Na mesa, os hábitos eram<br />

simples. Sentava-se geralmente em tamboretes e comia-se em pratos de folhas<br />

ou estanho, quase sem a utilização de talheres. Os talheres de prata serviam mais<br />

como pecúlio, penhorado em troca de moedas em uma hora de aperto. Mas havia<br />

ambientes onde o luxo imperava, muitas vezes até mesmo onde se esperaria<br />

a simplicidade.<br />

Júnia Ferreira Furtado. Novas tendências da historiografia sobre<br />

Minas Gerais no período colonial. Belo Horizonte, UFMG, s.d. Mimeografado.<br />

2. esponda no caderno: ual o significado das palavras rsticos escassas<br />

dossel estano e peclio O texto d dicas do significado de algumas delas.<br />

as se for necessrio consulte o dicionrio.<br />

dossel – armação ornamental para as camas; estanho – um tipo de metal; pecúlio – reserva, bens de valor.<br />

rústicos – toscos, simples; escassas – poucas, raras;<br />

. s fotografias a seguir mostram alguns mveis e obetos utiliados no interior<br />

das casas. Observeas atentamente:<br />

32192L1729<br />

O trabalho com os conteúdos de História neste livro<br />

objetiva:<br />

Atender demandas das comunidades locais do<br />

estado de Minas Gerais.<br />

Estabelecer referências de anterioridade,<br />

simultaneidade e posterioridade.<br />

Identificar permanências e transformações nas<br />

paisagens no decorrer do tempo.<br />

Adquirir consciência da passagem do tempo.<br />

Ler e interpretar documentos.<br />

92<br />

1<br />

Museu da Inconfidência, Ouro Preto, MG. Foto: Rômulo Fialdini<br />

2<br />

Museu da Inconfidência, Ouro<br />

Preto, MG. Foto: Rômulo Fialdini<br />

3<br />

Museu de Artes e<br />

Ofícios, Belo Horizonte.<br />

Foto: Andre Schirn<br />

O livro tem como proposta básica priorizar as histórias de pessoas<br />

que abriram caminho para a formação de Minas Gerais, bem como a<br />

experiência de cada um em relação ao estado. De forma dinâmica e leve,<br />

a multiplicidade dos sujeitos históricos e a produção do conhecimento<br />

histórico são intensamente focalizadas nesta obra.<br />

O conteúdo do livro está distribuído em seis unidades. Uma dupla de<br />

páginas introduz o tema que será estudado na unidade:<br />

Unidade 1 – O que é ser mineiro<br />

Unidade 2 – Antes de ser Minas Gerais<br />

Unidade 3 – As Minas Gerais<br />

Unidade 4 – Vida urbana nas Minas Gerais<br />

Unidade 5 – Minas no Brasil independente<br />

Unidade 6 – Minas em tempo de República<br />

5<br />

Exercício<br />

CAPÍTULO<br />

1. Observe as cenas abaixo:<br />

de cidadania<br />

Professor(a), ver Orientações para o professor, item VI, Sugestões.<br />

Mariangela Haddad<br />

Explora o conhecimento prévio do aluno para<br />

depois confrontá-lo com o conhecimento<br />

adquirido.<br />

As atividades desenvolvem o senso crítico e<br />

incentivam atitudes positivas em relação a si<br />

mesmo e à coletividade.<br />

Propõe trabalhos individuais e coletivos que<br />

demandam discussão, reflexão e autoavaliação.<br />

Incentiva a tolerância, valorizando o respeito<br />

ao próximo, independentemente de sexo, cor,<br />

religião, e a prática da cidadania.<br />

O tema transversal cidadania permeia a obra, e é focado com mais<br />

detalhe no capítulo 5.<br />

As seções do livro: O que você já sabe; Para investigar; Para saber mais;<br />

Refletindo; Para avaliar; Sugestões de leitura; Na internet; Para concluir...”.<br />

anos<br />

2. O que as cenas retratam Troque ideias com seus colegas e professor(a) e<br />

responda em seu caderno.<br />

A ideia central desta atividade é levar as crianças a compreender que o exercício da cidadania é cotidiano e envolve desde o gesto mais<br />

simples de utilizar a lixeira até a participação organizada em uma entidade estudantil ou comunitária.<br />

165<br />

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FIQUE SABENDO<br />

História do Mato Grosso do Sul<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Lori Gressler, Luiza Vasconcelos e Zelia Peres<br />

32185L1729<br />

Nesta obra, os conteúdos foram revistos. Os<br />

conceitos, as fotos, as notícias e as sugestões de<br />

leitura e de sites foram atualizados.<br />

A seção Fique sabendo aprofunda o estudo<br />

dos principais temas, trazendo textos<br />

complementares que podem ser explorados de<br />

diferentes formas pelo professor.<br />

A obra traz uma narrativa fascinante, com o<br />

objetivo claro de mostrar ao aluno sul-mato-<br />

-grossense as origens e a evolução de seu<br />

estado e a participação dele no crescimento<br />

do país.<br />

Na esquadra comandada por Cabral estava também o<br />

escrivão Pero Vaz de Caminha, que relatou tudo o que viu<br />

durante a viagem e depois enviou a carta ao rei de Portugal. Veja<br />

sua impressão sobre os indígenas brasileiros quando os viu pela<br />

primeira vez:<br />

Dali avistamos uns homens que andavam pela praia. Eram<br />

uns sete ou oito [...]. A pele deles é parda, meio avermelhada.<br />

Eles têm bons rostos e narizes; e são benfeitos. Andam nus, sem<br />

nada que cubra seus corpos [...]; e são tão inocentes nisso como ao<br />

mostrar o rosto. Ambos tinham os lábios de baixo furados e metido<br />

neles um osso branco verdadeiro [...]. Eles os colocam pela parte<br />

de dentro do lábio, e a parte que fica entre o lábio e os dentes é<br />

feita como uma torre do jogo de xadrez e é encaixada de maneira<br />

que não os machuque nem os atrapalhe ao falar, comer ou beber.<br />

Os cabelos deles são lisos e raspados até para cima das orelhas [...].<br />

Marc Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles<br />

Poliana Asturiano e Rodval Matias. A carta de Pero Vaz de<br />

Caminha: versão ilustrada em linguagem atual.<br />

São Paulo: <strong>FTD</strong>, 1999. p. 25-29.<br />

Osmar Alves dos Santos<br />

A partir da história de ocupação do Brasil, as autoras narram a<br />

construção do estado do Mato Grosso do Sul, associando-a às<br />

particularidades da colonização da América espanhola e da América<br />

portuguesa. Encontros, desencontros, conflitos e autonomia marcam<br />

a narrativa dessa viagem fantástica que é a formação de nosso estado.<br />

A obra trabalha com os aspectos físicos e humanos da História do<br />

Mato Grosso do Sul, apresentando para o aluno um cenário completo<br />

e complexo do estado em que vive, compreendendo-o na dinâmica do<br />

cenário regional e nacional.<br />

Contribui para a formação de um aluno-cidadão, apresentando temas<br />

contemporâneos de grande relevância.<br />

Apresenta capítulos curtos de plena legibilidade<br />

e compreensão pelo aluno, que é cobrado<br />

em atividades variadas, que desenvolvem seu<br />

espírito crítico e o questionam sobre como<br />

exercer sua cidadania em relação ao progresso<br />

de seu estado.<br />

Textos complementares e boxes muito ricos<br />

sobre lendas, poemas, detalhes históricos<br />

pitorescos devidamente documentados,<br />

personagens históricos, que marcaram<br />

momentos importantes da história do estado,<br />

e costumes regionais.<br />

Possui diagramação arejada e agradável para<br />

o estudante, com imagens, ilustrações, mapas<br />

e fotos adequadamente contextualizados para<br />

tornar mais claro o texto teórico.<br />

Sonia Vaz<br />

0°<br />

O menino indígena, fotografado por volta de 1880, e o adulto Guarani-Kaiowá<br />

(Paulito Aquino, da aldeia Panambizinho), fotografado em 2000, usam no lábio<br />

o tembetá, peça semelhante à que foi descrita na carta de Caminha.<br />

27<br />

O território federal de Ponta Porã (1943-1946)<br />

A partir de 1943, o governo de Getúlio Vargas deu início à “Marcha para<br />

Oeste”, um movimento que visava incentivar o desenvolvimento e o povoamento<br />

do interior do Brasil. Em setembro desse mesmo ano, foram criados no país cinco<br />

novos territórios federais: Amapá, Rio Branco (atual Roraima), Iguaçu, Ponta Porã<br />

e Guaporé (atual Rondônia). Para formar esses dois últimos territórios, foram desmembradas<br />

terras do estado de Mato Grosso.<br />

O território de Ponta Porã compreendia, na época, oito municípios da região<br />

sul do antigo estado de Mato Grosso: Miranda, Porto Murtinho, Bonito, Bela Vista,<br />

Maracaju, Ponta Porã, Nioaque e Dourados.<br />

Com o objetivo de ocupar a região de fronteira com o Paraguai, e ainda de<br />

reduzir o poder da Companhia Mate Laranjeira, o Governo Federal implantou,<br />

ainda em outubro de 1943, a Colônia Agrícola Nacional de Dourados, numa área<br />

de trezentos mil hectares. Essa área foi então dividida em dez mil lotes de 30<br />

hectares e cedida a colonos, principalmente nordestinos. A concessão desses lotes<br />

deu início ao surgimento de povoados, vilas e municípios. Outro fato importante<br />

propiciado pela instalação do governo territorial foi a especial atenção dispensada<br />

ao ensino primário, até então praticamente inexistente na região.<br />

A criação do território de Ponta Porã representou um grande passo para a<br />

divisão do estado de Mato Grosso. No entanto, esse território teve vida curta, pois,<br />

em 1946, com a promulgação da nova Constituição Federal, ele foi extinto.<br />

–<br />

Hectare:<br />

Unidade de medida de superfície agrária<br />

equivalente a cem ares (um are equivale a<br />

100 metros quadrados).<br />

Promulgação:<br />

Publicação oficial de uma lei.<br />

10°S<br />

5°O 5°O 5°O 55°O 54°O 5°O 5°O 51°O<br />

–<br />

Apresenta a realidade regional de forma crítica, problematizando-a.<br />

0°S<br />

1°S<br />

0°S<br />

1°S<br />

°S<br />

Contribui para a percepção da importância do estado em que vive<br />

para a dinâmica nacional.<br />

anos<br />

0°S<br />

0°O 0°O 50°O<br />

40°O<br />

0°O<br />

<br />

Fonte: IBGE. Subsídios para o Estudo da Evolução Política. Extraído do site: . Acesso em: 10 jan. 2011.<br />

96<br />

°S<br />

4°S<br />

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Pará – História<br />

Volume único (para ser usado pelo professor<br />

no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Bianca Amaral<br />

32210L1729<br />

Vários capítulos trazem pelo menos uma música já gravada e<br />

disponível no mercado, de um compositor regional, discutindo<br />

temas que aprofundam os conteúdos trazidos pelo texto.<br />

Assim, pretende-se ampliar o universo musical de nossos<br />

alunos, além de possibilitar ações interdisciplinares com<br />

arte-educação.<br />

A seção intitulada Conversando no Pará foi elaborada a partir<br />

do levantamento de termos e expressões características da<br />

fala paraense. Nela pretende-se discutir as formas próprias<br />

da fala regional como um elemento de sua identidade e um<br />

recurso para estudar sua história e sociedade.<br />

Os mapas, além de representação do espaço geográfico,<br />

também são objetos da produção do conhecimento. A partir<br />

de sua observação, encontram-se algumas respostas.<br />

Vários capítulos trazem uma receita típica do Pará, articulada<br />

com o texto estudado. Com base nela, trabalhamos novos<br />

aspectos da cultura e da história do estado, discutindo os<br />

ingredientes e o modo de preparo do prato através de<br />

atividades propostas ou disponíveis no Caderno do professor.<br />

Um dos compositores paraenses que divulgam nosso estado para o Brasil e o<br />

mundo é Nilson Chaves. A música dele e de outros compositores do Pará também<br />

vai nos ajudar a conhecer nossa história. Vamos ver o que diz a canção Destino Marajoara.<br />

Destino marajoara<br />

Quando me dei conta<br />

Eu cantava Amazônia<br />

Era um rio de beleza<br />

Navegando em minha voz<br />

O céu do Marajó<br />

O canto do curió<br />

Baía do Sol, quando dei por mim<br />

Um curumim vibrava aqui<br />

O coração de cantador, sorrir, aqui, assim<br />

Destino Marajoara...<br />

Destino Marajoara...<br />

Destino...<br />

Sina, sina, sina<br />

Ajuruteua, Salinas<br />

Tudo que aprendo me ensina<br />

O prazer de te cantar<br />

Sina, sina, sina<br />

Luar de Mosqueteiro fascina<br />

A marujada me anima<br />

Adoro o teu siriá<br />

A praia fluvial de Alter do<br />

Chão, em Santarém, é um dos<br />

lugares mais bonitos e mais<br />

visitados do Pará.<br />

28<br />

João Caldas/Olhar Imagem<br />

O livro está dividido em quatro unidades, uma para cada bimestre do ano letivo.<br />

Títulos, textos e atividades constroem articulações entre passado e presente. Há uma<br />

cronologia que orienta os textos, mas não se trata de uma sequência de fatos e sim<br />

de processos históricos. Ao longo das unidades traçamos uma história da infância no<br />

Pará. São elas:<br />

Unidade I – Começando pelas novidades mais antigas – com 4 capítulos, trabalha<br />

a ocupação primitiva da região e a ocupação colonial do estado.<br />

Unidade II – Mais gente chegando ao Pará – com 4 capítulos, trata das disputas<br />

territoriais e da escravidão, desde a colonização até suas marcas no presente.<br />

Unidade III – Novos tempos, velhos problemas, novas lutas – com 5 capítulos,<br />

trata do período imperial e da República até a atualidade.<br />

Unidade IV – Viver no Pará hoje – com 3 capítulos, trata das contradições trazidas<br />

pelo desenvolvimento do estado, da identidade cultural e da infância no Pará.<br />

Os textos são construídos numa linguagem que procura levar o aluno a participar<br />

de sua construção. Os conceitos e os processos históricos são enfocados como algo<br />

que não se resume à ideia de que História é o estudo do passado. Então, não há<br />

uma sucessão de datas, nomes e fatos a serem memorizados. Todos esses elementos<br />

aparecem, mas são tratados como componentes do processo de construção do<br />

conhecimento e não como um fim em si mesmo.<br />

Chamadas de Roteiro de atividades, as propostas de trabalho a partir do texto são<br />

questões discursivas, cujas respostas são produzidas a partir da compreensão, da<br />

reflexão e da ampliação dos conteúdos dos textos.<br />

Amancio Chiodi/<strong>Editora</strong> Abril<br />

Deu no jornal 2<br />

Transamazônica pode ter<br />

projetos reiniciados<br />

Há pouco tempo, em<br />

2007, a construção<br />

da Transamazônica<br />

foi retomada. Aqui<br />

vemos as obras do<br />

trecho entre Altamira<br />

e Medicilândia.<br />

PROTÓTIPO<br />

Tratores e<br />

caminhões abrindo a<br />

Transamazônica ficam<br />

pequenos diante da<br />

floresta.<br />

Superintendência do Dnit no Pará vai tentar também a liberação, para reinício<br />

ainda este ano, de cinco projetos de construção e pavimentação da BR-230 (Transamazônica),<br />

além de um projeto de arte especial que estão paralisados desde 2003.<br />

139<br />

Cláudio Santos/AG Pará<br />

Cada capítulo traz um recorte de jornal de grande circulação no Pará,<br />

pretendendo a busca de articulação entre as temáticas estudadas<br />

com a atualidade de uma realidade presente no estado. Sobre eles<br />

também existem questões propostas ou disponíveis no Caderno do<br />

aluno ou do professor.<br />

A seção Um pouco do nosso patrimônio tem a intenção de suscitar a<br />

discussão sobre o conceito de patrimônio histórico e cultural, material<br />

e imaterial, além de estimular a prática da visitação e da preservação.<br />

A internet é utilizada para aprofundar a compreensão dos conteúdos,<br />

sob mediação do professor.<br />

No Caderno do aluno e também no do professor, há sugestões<br />

de leitura que podem ser articuladas direta ou indiretamente aos<br />

conteúdos.<br />

No Caderno do professor, a cada unidade estão sugeridos vídeos que<br />

se relacionam e ampliam as discussões trazidas pelos textos.<br />

Apresenta uma bibliografia sobre o Pará. Além disso, um texto teórico<br />

expõe a visão das ciências humanas e do estudo do local e regional no<br />

Ensino Fundamental.<br />

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<strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

EDITORA <strong>FTD</strong><br />

Rua Rui Barbosa, 156<br />

Bela Vista – 01326-010<br />

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Para<br />

História<br />

32231L1729<br />

32122L1729<br />

anos<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

1999218<br />

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO<br />

DA EDITORA <strong>FTD</strong> <strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong><br />

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Criar e Aprender<br />

Um Projeto Pedagógico<br />

História do Paraná<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Fernando Cunha e Soleni Fressato<br />

Composto de um único volume, com conteúdo<br />

distribuído em 5 unidades e 20 capítulos.<br />

32122L1729<br />

Livro didático regional, para o 4 o ou o 5 o ano do Ensino Fundamental, trata da história<br />

do estado do Paraná. Organiza os conteúdos temáticos trabalhando especialmente<br />

com conceitos de tempo, história, trabalho, cultura, identidade, economia e<br />

preservação.<br />

Objetivos da obra:<br />

Formar alunos capazes de aprender e renovar seus conhecimentos, com base<br />

na observação e na análise da realidade e de utilizar diferentes linguagens para<br />

se expressarem e diversas fontes de informação (escritas, iconográficas, sonoras,<br />

materiais) e recursos tecnológicos na aquisição de conhecimentos.<br />

Fortalecer os laços de solidariedade social, com o incentivo à tolerância e ao<br />

respeito às características individuais e culturais de todos os cidadãos.<br />

Estimular o exercício da cidadania, tendo a participação como seu princípio<br />

fundamental, bem como o reconhecimento dos direitos e deveres civis, sociais e<br />

políticos de todos.<br />

O livro é estruturado em unidades e capítulos que, por sua vez, são compostos de:<br />

textos informativos;<br />

títulos e subtítulos claramente hierarquizados;<br />

imagens diversas: fotografias, ilustrações, mapas etc.;<br />

leituras complementares;<br />

questões intercaladas aos textos;<br />

propostas de atividades;<br />

sugestões de leitura.<br />

68<br />

A linguagem é informal, visando aproximar o aluno<br />

do livro, aguçar a curiosidade e o interesse pela<br />

leitura e por novos conhecimentos.<br />

Glossário (no final do livro).<br />

Define palavras e expressões importantes para a<br />

compreensão do texto.<br />

Explora o conhecimento prévio do aluno.<br />

Problematiza os conteúdos.<br />

Faz a interface com outras disciplinas.<br />

Apresenta e explora textos extraídos de diversas<br />

fontes históricas, bem como da cultura popular<br />

(músicas, poemas, pregões, cânticos, ditados etc.).<br />

John Henry Elliot, artista norte-americano, visitou Curitiba duas vezes, em 1855 e 1865,<br />

produzindo belas aquarelas.<br />

a) Quem são os autores dessas aquarelas<br />

b) Quando foram feitas<br />

c) Que locais elas representam Descreva-os.<br />

d) Como poderia ser o modo de vida das pessoas em cada um<br />

desses lugares<br />

As primeiras povoações<br />

A busca do ouro pelos paulistas originou o primeiro povoado<br />

no litoral do Paraná: Nossa Senhora do Rosário de<br />

Paranaguá, que também foi a primeira localidade elevada à<br />

condição de vila, em 1648. Algum tempo depois, em 1693, serra<br />

acima, foi fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz do Pinhais<br />

de Curitiba.<br />

John Henry Elliot. Séc. XIX. Coleção particular<br />

Professor, saiba mais<br />

sobre Debret e Elliot<br />

nas Orientações para o<br />

professor, p. 39.<br />

100<br />

O plantio do café continua sendo uma atividade significativa<br />

no Paraná, desempenhando papel social muito importante<br />

na geração de empregos e constituindo-se numa das melhores<br />

opções de exploração agrícola para os pequenos proprietários<br />

de terras.<br />

18. Analise estas outras imagens, que mostram um pouco do trabalho<br />

e do trabalhador no cultivo do café, e escreva um pequeno texto<br />

com base nelas.<br />

Estas fotos<br />

também foram<br />

localizadas no<br />

acervo do Museu<br />

da Imagem e do<br />

Som em Curitiba.<br />

Como as outras,<br />

não foi possível<br />

recuperar<br />

o nome do<br />

fotógrafo e as<br />

datas em que<br />

foram tiradas.<br />

Professor, estas fotos mostram as etapas de plantio das mudas,<br />

ensacamento e a colheita. Destaque a presença humana e a pouca<br />

tecnologia utilizada: não há máquinas ou ferramentas.<br />

Traz rica iconografia, que dá suporte à abordagem<br />

dos temas. O material utilizado é variado.<br />

Incentiva a tolerância, valorizando o respeito ao<br />

próximo, independentemente de sexo, etnia,<br />

condição social, religião etc.<br />

Sugere atividades que desenvolvem o senso<br />

crítico e incentivam atitudes positivas em relação<br />

a si mesmo e à coletividade.<br />

Propõe trabalhos individuais, em duplas, em<br />

grupos e coletivos, que demandam discussão,<br />

reflexão e autoavaliação.<br />

Fotos: MIS, Curitiba<br />

Viver é Descobrir<br />

História do Paraná<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor<br />

no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Magda Madalena Peruzin Tuma<br />

Composto de um único volume, com<br />

conteúdo distribuído em 11 capítulos.<br />

32231L1729<br />

Livro regional de História do Paraná que tem como proposta básica<br />

possibilitar ao aluno problematizar a diversidade dos pontos de vista<br />

e a presença da historicidade dos diferentes contextos em relações<br />

temporais e espaciais.<br />

Apresenta o livro didático como um dos meios a ser utilizados no processo<br />

de construção do conhecimento, cujas limitações serão superadas pela ação<br />

desenvolvida no coletivo escolar e em interação com o objeto de estudo.<br />

Possibilita ao aluno relacionar-se criticamente com a realidade, de maneira<br />

que chegue à compreensão do processo histórico como operação<br />

intelectual, dinâmica e crítica.<br />

Contribui para a construção cognitiva das noções de ordenação ou<br />

sucessão; duração; simultaneidade e cronologia.<br />

Auxilia na construção da noção de tempo histórico pela criança.<br />

Compreender o tempo histórico é estabelecer relações entre os fatos,<br />

ordená-los e situá-los na dimensão do presente, passado e futuro.<br />

Novos: projeto gráfico; conteúdos; imagens e glossário.<br />

Projeto gráfico novo: deixou a obra mais leve, mais clara, colorida e bonita.<br />

Inúmeras imagens foram substituídas e novas foram incorporadas.<br />

As atividades foram refeitas, reorganizadas, substituídas ou<br />

complementadas.<br />

Alguns temas ganharam mais destaque, como os<br />

indígenas do Paraná, comunidades quilombolas,<br />

a criança e a mulher.<br />

Os conceitos e as informações foram atualizados.<br />

O livro é estruturado em capítulos, que são<br />

compostos de:<br />

textos informativos;<br />

títulos e subtítulos claramente hierarquizados;<br />

imagens diversas: fotografias, ilustrações,<br />

mapas etc.;<br />

boxes que dão destaque a um assunto em especial;<br />

textos de terceiros de diferentes gêneros e fontes;<br />

atividades que se intercalam aos textos.<br />

No final do livro, encontram-se:<br />

sugestões de leitura;<br />

glossário (novo);<br />

Apêndice I – Os símbolos do Paraná;<br />

Mapa político do estado e lista de municípios;<br />

Apêndice II – Mapa da divisão política do Brasil<br />

e da América do Sul (novo).<br />

Fundamenta-se na teoria socioconstrutivista.<br />

Explora o conhecimento prévio do aluno.<br />

Age como facilitador para a expressão dos pontos<br />

de vista dos alunos e promove o debate.<br />

Apresenta e explora textos e imagens como<br />

fontes históricas.<br />

Traz iconografia que dá suporte às abordagens<br />

dos temas.<br />

As atividades desenvolvem o senso crítico e incentivam<br />

atitudes positivas em relação a si mesmo e à<br />

coletividade.<br />

Propõe trabalhos individuais, em duplas, em grupos<br />

e coletivos, que demandam discussão, reflexão e<br />

autoavaliação.<br />

Aborda temas atuais e importantes como exercício<br />

da cidadania, direitos de crianças e adolescentes,<br />

questões de gênero (mais visibilidade à mulher).<br />

Incentiva a tolerância, valorizando o respeito ao<br />

próximo, independentemente de sexo, etnia,<br />

condição social e religião.<br />

por envenenamento; outros morreram por doenças transmitidas pelos não índios,<br />

como gripe, sarampo e pneumonia. As moradias foram queimadas, e muitas crianças<br />

foram raptadas.<br />

No final da década de 1950, eles já estavam praticamente extintos.<br />

Vladimir Kozák. Acervo Museu Paranaense<br />

Indígenas xetás fotografados por<br />

Vladimir Kozák (década de 1950).<br />

Em 1961, com a criação do Parque Nacional das Sete Quedas, os Xetá tiveram<br />

seu direito à terra reconhecido. Mas, com a extinção desse parque, em 1981, o compromisso<br />

com os Xetá foi ignorado.<br />

Em 1997, oito Xetá (três mulheres e cinco homens) viviam em terras indígenas<br />

de outras etnias localizadas no Paraná. Apenas três deles falavam a língua de seu<br />

povo. Naquele mesmo ano, eles se encontraram em Curitiba, no evento “Encontro<br />

Xetá: Sobreviventes do Extermínio”. Na ocasião, foi elaborado um documento que<br />

solicitava, entre outras reivindicações, o reconhecimento de seus descendentes com<br />

o registro de seus nomes indígenas, a devolução de suas terras e uma indenização<br />

pela tragédia que aconteceu com seu povo.<br />

Muitas das crianças raptadas cresceram longe de seu grupo e se casaram com<br />

indígenas de outras etnias e com não índios. Assim, há estimativas que elevam para<br />

42 o número de descendentes dos Xetá por parte de mãe ou de pai.<br />

22 VIVER É DESCOBRIR - HISTÓRIA DO PARANÁ<br />

1. Pesquise e anote:<br />

AT I V I D A D E S <br />

a) Na sala de aula:<br />

• Quantos colegas nasceram no estado do Paraná<br />

• Quantos colegas nasceram no município onde vocês moram<br />

• Quantos colegas nasceram em outros estados brasileiros<br />

• A maioria nasceu no estado do Paraná ou fora dele<br />

b) Na família:<br />

• Onde seus pais nasceram<br />

• Onde seus avós nasceram<br />

• Onde seus bisavós nasceram<br />

2. Localize no mapa-múndi e no mapa do Brasil o país ou a região<br />

brasileira de origem dos seus avós.<br />

3. Responda às seguintes questões sobre a sua família:<br />

a) Como é a alimentação e qual é a comida preferida da família<br />

Qual a origem dessa comida<br />

b) Qual a religião dela<br />

c) Quais são as músicas preferidas E o esporte preferido<br />

d) Se seus avós ou bisavós não nasceram no Brasil, qual é a língua<br />

do país de origem deles<br />

4. Junte-se a dois colegas e comparem suas famílias com base nas<br />

anotações. Respondam: em que elas se parecem Em que elas se diferenciam<br />

5. Comente:<br />

a) o que mais chamou a sua atenção na pesquisa que fez sobre a<br />

sua família;<br />

b) a diferença entre as famílias que mais representou novidade<br />

para você.<br />

6. Conte uma história sobre sua família para a classe. Informe quem<br />

contou essa história para você.<br />

Professor(a): Consulte o Manual do Professor, página 40.<br />

Professor(a): O trabalho com a diversidade<br />

da origem familiar favorece o sentimento de<br />

pertencimento. Atente para este e outros<br />

aspectos que permeiam o trabalho com as<br />

noções históricas.<br />

VIVER É DESCOBRIR - HISTÓRIA DO PARANÁ 41<br />

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io d airo<br />

História<br />

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Pode ser aberto pela ECT.<br />

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História do Estado<br />

do Rio de Janeiro<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Renata Siebert<br />

32182L1729<br />

O livro tem como proposta básica contar a história do estado do Rio de<br />

Janeiro, priorizando o conhecimento histórico e a multiplicidade de sujeitos<br />

históricos, desde os primeiros habitantes das terras que hoje formam o estado,<br />

proporcionando a compreensão do momento em que vivemos nos dias atuais.<br />

Volume único de História (para ser usado pelo professor no 4º ou 5º ano). Uma<br />

dupla de páginas introduz o tema que será estudado na unidade. Conteúdo<br />

distribuído em três unidades:<br />

1 – O encontro com a História;<br />

2 – A conquista da Guanabara;<br />

3 – A evolução do espaço fluminense.<br />

O livro conta, ao todo, com 19 capítulos, que apresentam ricas imagens e textos<br />

referenciais, seguidos de bloco de atividades. Os capítulos apresentam boxes<br />

explicativos, que complementam e ampliam o conteúdo abordado.<br />

As atividades aparecem ao final dos capítulos e visam fixar o conteúdo<br />

estudado, auxiliando os alunos a organizar os novos conhecimentos. Esta<br />

estratégia promove um momento de reflexão: neste momento professor e aluno<br />

pensam sobre o que foi estudado e sanam as eventuais dúvidas.<br />

tas vezes tirando-os dos seus<br />

lugares de origem.<br />

Durante o processo de ocupação<br />

do espaço brasileiro,<br />

os portugueses derrubaram<br />

milhares de árvores, principalmente<br />

de pau-brasil, instalaram<br />

engenhos e fizeram<br />

imensas plantações de cana-<br />

-de-açúcar, criaram gado, extraíram<br />

ouro e pedras preciosas<br />

do solo brasileiro...<br />

Nos mais de três séculos (de 1500 a 1822) em que foi<br />

colônia de Portugal, o Brasil foi explorado em tudo o que<br />

pudesse dar lucro aos portugueses, sempre com a utilização<br />

do trabalho de escravos índios e negros.<br />

Marcos Vicentti/Folhapress<br />

Leitura sugeridas para os alunos e Sugestões de sites<br />

para pesquisa oferecem fontes seguras e ricas para a<br />

consulta do aluno sobre temas estudados no ano de<br />

escolaridade em questão.<br />

Nas Orientações para o professor há comentários<br />

sobre o livro; termos ou expressões dos textos;<br />

sugestões de questões para explorar as imagens;<br />

comentários e respostas das atividades; textos<br />

sobre os lugares e os povos mostrados nas fotos;<br />

indicações de fontes para informações mais<br />

específicas e muito mais!<br />

Objetivos do trabalho com os conteúdos de História<br />

neste livro:<br />

Atender demandas das comunidades locais do<br />

estado do Rio de Janeiro.<br />

Estabelecer referências de anterioridade,<br />

simultaneidade e posterioridade.<br />

Identificar permanências e transformações nas<br />

paisagens com o decorrer do tempo.<br />

Adquirir consciência da passagem do tempo.<br />

Ler e interpretar documentos.<br />

A devastação das nossas florestas<br />

começou há mais de 500 anos, com<br />

os portugueses, e continua até hoje.<br />

À esquerda, derrubada de árvores em<br />

Rio Branco, Acre, em 2010. Abaixo,<br />

queimada em Peixoto de Azevedo,<br />

Mato Grosso, em 2010.<br />

Rodrigo Baleia/Folhapress<br />

Indígenas e<br />

natureza no<br />

passado:<br />

convivência<br />

em harmonia.<br />

O pintor e<br />

desenhista<br />

alemão Johan<br />

Moritz Rugendas<br />

(1802-1858)<br />

retratou vários<br />

aspectos de<br />

países latino-<br />

-americanos,<br />

principalmente<br />

do Brasil.<br />

Rugendas. Séc. XIX. Coleção particular<br />

Rodval Matias<br />

140<br />

Para surpresa de todos, Mara deu à luz uma linda menina,<br />

de pele muito alva e cabelos tão loiros quanto a luz do luar.<br />

Deram-lhe o nome de Mandi e na tribo ela era adorada<br />

como uma divindade.<br />

Pouco tempo depois, a menina adoeceu e acabou falecendo,<br />

deixando todos amargurados. Somente seu avô, que nunca<br />

aceitara a netinha, manteve-se indiferente. Mara sepultou a<br />

filha em sua oca, por não querer separar-se dela. Desconsolada,<br />

chorava todos os dias, de joelhos diante do local, deixando<br />

cair leite de seus seios na sepultura. Talvez assim a filhinha<br />

voltasse à vida, pensava. Até que um dia surgiu uma fenda<br />

na terra de onde brotou um arbusto. A mãe surpreendeu-se;<br />

talvez o corpo da filha desejasse dali sair. Resolveu então<br />

remover a terra, encontrando apenas raízes muito brancas,<br />

como Mandi, que, ao serem raspadas,<br />

exalavam um aroma agradável.<br />

Naquela mesma noite, o jovem<br />

loiro apareceu em sonho ao<br />

cacique, revelando a razão<br />

do nascimento de Mandi.<br />

Sua filha não mentira. A<br />

criança havia vindo à Terra<br />

para ter seu corpo transformado<br />

no principal alimento<br />

indígena. O jovem ensinou-<br />

-lhe como preparar e cultivar<br />

o vegetal.<br />

No dia seguinte, o cacique<br />

reu niu toda a tribo e, abraçando<br />

a filha, contou a todos<br />

o que acontecera. O<br />

novo alimento recebeu o<br />

nome de Mandioca, pois<br />

Mandi fora sepultada na<br />

oca.<br />

Walde-Mar de Andrade e Silva. Lendas<br />

e mitos dos índios brasileiros. São Paulo:<br />

<strong>FTD</strong>, 1997.<br />

A obra apresenta e explora textos extraídos<br />

de diversas fontes históricas, bem como da<br />

cultura popular.<br />

Incentiva a tolerância, valorizando o respeito<br />

ao próximo, independentemente de sexo,<br />

cor, religião, e a prática da cidadania.<br />

Apresenta imagens consagradas, como obras<br />

de arte e ilustrações históricas, além de fotos<br />

atuais e mapas com dados atualizados.<br />

As atividades desenvolvem no aluno o senso<br />

crítico e incentivam atitudes positivas em<br />

relação a si mesmo e à coletividade.<br />

O livro ainda conta com um glossário que esclarece o significado de palavras<br />

desconhecidas, sempre dentro do contexto histórico, por meio de nota na<br />

própria página.<br />

• Qual a sua opinião sobre tudo isso Converse com seus<br />

colegas ou com seu professor.<br />

Queimada – queima<br />

de vegetação para<br />

preparar o solo<br />

para a agricultura<br />

ou pastagens. É<br />

muito criticada<br />

por prejudicar a<br />

fertilização do solo<br />

e contribuir para o<br />

efeito estufa.<br />

anos<br />

13<br />

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o Pao<br />

História<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

19992192<br />

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DA EDITORA <strong>FTD</strong> <strong>PNLD</strong> <strong>2013</strong>


FPHESP, SP<br />

Mozart Couto<br />

Estado de São Paulo<br />

História<br />

Nova Edição<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Silvia Szterling<br />

32129L1729<br />

Estimula o exercício da cidadania, tendo a<br />

participação como seu princípio fundamental,<br />

bem como o reconhecimento dos direitos e<br />

deveres civis, sociais e políticos de todos.<br />

O livro é estruturado em unidades e capítulos<br />

que, por sua vez, são compostos por:<br />

textos informativos;<br />

títulos e subtítulos claramente<br />

hierarquizados;<br />

imagens diversas: fotografias, ilustrações,<br />

mapas etc.;<br />

questões intercaladas aos textos;<br />

sugestões de leitura.<br />

A linguagem é informal, visando aproximar<br />

o aluno do livro, aguçar a curiosidade<br />

e o interesse pela leitura e por novos<br />

conhecimentos.<br />

Mas, antes da chegada dos portugueses, esse território já era<br />

habitado por numerosos grupos indígenas.<br />

Havia quantos anos, você imagina, que os índios já o<br />

habitavam Como será que eles viviam antes de 1532<br />

Para responder a essas e outras questões,<br />

cientistas da Universidade de São Paulo<br />

realizaram escavações nas proximidades<br />

do rio Paranapanema, a oeste do estado,<br />

e ali encontraram pontas de lança, pontas<br />

de flecha e outros instrumentos feitos de<br />

pedra datados de 10 mil a 7 mil anos.<br />

Logo eles concluíram que esses primeiros<br />

“paulistas” viviam basicamente da caça, da<br />

pesca e da coleta.<br />

Esses exemplares de pontas de flechas e de lanças encontrados em pesquisas<br />

arqueológicas foram confeccionados há aproximadamente 8 mil anos.<br />

Acompanhe esta e outras informações sobre os ancestrais<br />

dos índios paulistas na linha do tempo:<br />

História dos índios paulistas<br />

e seus ancestrais antes da chegada<br />

dos portugueses<br />

anos atrás anos atrás<br />

1000 1500 2000<br />

10 000 anos atrás 7 000 5 000 Primeiros vestígios<br />

de presença humana<br />

no estado de São Paulo,<br />

às margens do rio<br />

Paranapanema<br />

Vestígios de<br />

presença humana<br />

nas proximidades<br />

do rio Tietê<br />

Primeiros trabalhos<br />

em cerâmica feitos em<br />

território paulista<br />

Os<br />

portugueses<br />

“descobrem”<br />

o Brasil e seus<br />

habitantes:<br />

os índios<br />

Sente-se com um(a) colega e pesquisem no atlas, no mapa físico<br />

do estado de São Paulo, a localização dos rios Paranapanema<br />

e Tietê.<br />

Mapa físico: Mapa que descreve a superfície terrestre de um estado, país ou continente, mostrando a altitude<br />

de suas montanhas e serras, a profundidade de seus vales e depressões, assim como o comprimento e a<br />

largura de seus rios.<br />

Fotos: Rômulo Fialdini<br />

História do estado<br />

de São Paulo<br />

(e do Brasil)<br />

depois da chegada<br />

dos portugueses<br />

< ><br />

Editoria de arte<br />

19<br />

Livro didático regional, para o 4 o ou 5 o ano do Ensino<br />

Fundamental, destinado a alunos do estado de São Paulo,<br />

que tem como recorte temático as transformações do<br />

modo de vida paulista, particularmente do modo de vida<br />

rural, com a expansão da cafeicultura e o processo de<br />

industrialização do estado.<br />

Obra composta por um único volume, com conteúdo<br />

distribuído em 4 unidades e 7 capítulos.<br />

Objetiva formar alunos capazes de aprender e renovar<br />

seus conhecimentos, com base na observação e na análise<br />

da realidade.<br />

Capacita o aluno a utilizar diferentes linguagens para<br />

se expressar e diversas fontes de informação (escritas,<br />

iconográficas, sonoras, materiais) e recursos tecnológicos<br />

na aquisição de conhecimentos.<br />

Com o objetivo de aumentar a produção de energia elétrica para<br />

abastecer São Paulo e suas indústrias, a empresa canadense Light & Power<br />

encarregou-se de construir, em 1901, uma usina hidrelétrica na cidade de<br />

Parnaíba, a poucos quilômetros da capital.<br />

Vista aérea<br />

da usina<br />

hidrelétrica de<br />

Parnaíba, a<br />

primeira usina<br />

da Light, em<br />

São Paulo.<br />

FPHESP, SP<br />

Você sabe explicar como as usinas hidre lé tricas produzem<br />

eletricidade<br />

Observe a sequência de desenhos abaixo.<br />

A água represada desce com força pelo duto e faz girar a turbina (do gerador), que produz a<br />

eletricidade. A eletricidade gerada é reduzida no transformador e conduzida através de cabos e<br />

fios elétricos até as casas e outros lugares de consumo.<br />

2. Tubo<br />

3. Gerador<br />

(turbina)<br />

Explora o conhecimento prévio do aluno.<br />

Problematiza os conteúdos e faz a interface com<br />

outras disciplinas.<br />

Traz rica iconografia, que dá suporte à abordagem<br />

dos temas. O material utilizado é variado.<br />

Incentiva a tolerância valorizando o respeito ao<br />

próximo, independentemente de sexo, etnia,<br />

condição social, religião etc.<br />

Sugere atividades que desenvolvem o senso crítico e<br />

incentivam atitudes positivas em relação a si mesmo e<br />

à coletividade.<br />

Propõe trabalhos individuais, em duplas, em grupos<br />

e coletivos, que demandam discussão, reflexão e<br />

autoavaliação.<br />

Valoriza os conceitos de tempo, história, sujeito histórico e<br />

fonte em aspectos do cotidiano.<br />

1. Barragem<br />

4. Transformador<br />

5. Cabos e<br />

linhas<br />

Desconstrói a ideia de História como “verdade absoluta” e<br />

promove a comparação entre diferentes versões a respeito<br />

de um mesmo fato.<br />

85<br />

anos<br />

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São Paulo-SP<br />

0800 772 2300<br />

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ocatis<br />

História<br />

Fechamento autorizado.<br />

Pode ser aberto pela ECT.<br />

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MATERIAL DE DIVULGAÇÃO<br />

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Tocantins<br />

História e Sociedade<br />

Volume único (para ser usado pelo professor no 4 o ou no 5 o ano).<br />

de Bianca Amaral e Diane Valdez<br />

Veja aqui como essa obra vai ajudar a saber<br />

mais sobre o estado de Tocantins.<br />

As propostas de trabalho, chamadas de Roteiro<br />

de atividades, constituem-se de questões<br />

discursivas, cujas respostas são produzidas a partir<br />

da compreensão, da reflexão e da ampliação dos<br />

conteúdos dos textos.<br />

A Internet é fonte de consulta para aprofundar a<br />

compreensão dos conteúdos, sob mediação do<br />

professor. As propostas de atividades com uso<br />

da Internet estão exclusivamente no Caderno do<br />

professor.<br />

32229L1729<br />

O livro está dividido em quatro unidades, uma para cada bimestre do ano letivo.<br />

Títulos, textos e atividades constroem articulações entre passado e presente. Há uma<br />

cronologia que orienta os textos, mas não se trata de uma sequência de fatos e sim<br />

de processos históricos. Ao longo das unidades é traçada uma história da infância no<br />

Tocantins. São elas:<br />

Unidade I – Tocantins, um estado em construção – com 4 capítulos, trabalha a<br />

ocupação primitiva da região e da ocupação colonial do estado.<br />

Unidade II – O brilho do ouro atrai muita gente – com 4 capítulos, fala sobre a<br />

mineração e a escravidão, desde a colonização até suas marcas no presente.<br />

Unidade III – Novas mudanças, antigas lutas – com 4 capítulos, aborda o período<br />

imperial e da República, até a atualidade.<br />

Unidade IV – Quem é o cidadão tocantinense – com 2 capítulos, trata das<br />

contradições trazidas pelo desenvolvimento do estado e da infância no Tocantins.<br />

Cada capítulo traz uma seção intitulada Conversando em nosso estado, elaborada a<br />

partir do Dicionário Tocantinense de termos e expressões afins, de Liberato Póvoa.<br />

Nela, levanta-se a discussão sobre as formas próprias da fala tocantinense como um<br />

elemento de sua identidade e um recurso para discutir sua história e sociedade.<br />

Os textos são construídos numa linguagem que procura levar o aluno a participar<br />

de sua construção. Os conceitos, os processos históricos são enfocados como algo<br />

que não se resume à ideia de que História é o estudo do passado. Então, não há<br />

uma sucessão de datas, nomes e fatos a serem memorizados. Todos esses elementos<br />

aparecem, mas são tratados como componentes do processo de construção do<br />

conhecimento.<br />

UNIDADE IV<br />

Capítulo 14<br />

Crianças e adolescentes:<br />

sujeitos de direitos<br />

É<br />

verdade!<br />

Além das atividades propostas para cada texto, há<br />

muitas outras propostas de trabalho. Algumas estão<br />

no Livro do aluno e as outras, no Livro do professor,<br />

para que ele possa escolher as que se adequam<br />

melhor ao seu programa.<br />

As fotografias presentes no livro também são fonte<br />

de investigação e produção do conhecimento e<br />

tratadas como parte do texto e do conteúdo.<br />

Cada capítulo traz um recorte de jornal de grande<br />

circulação no Tocantins, relacionando os temas<br />

estudados com a realidade do estado. Sobre eles,<br />

também existem questões propostas, disponíveis no<br />

Livro do aluno ou no do professor.<br />

Isso está escrito no Estatuto da Criança e do Adolescente. Essa lei<br />

foi escrita por várias pessoas que trabalhavam com crianças e adolescentes e<br />

que não estavam nem um pouco contentes com uma lei chamada Código do<br />

Menor, que foi substituída pelo Estatuto.<br />

O ECA começou a valer como lei em outubro de 1990.<br />

Mas o que significou e significa essa lei<br />

Bom, essa é uma história que precisa ser contada. Mas, antes, que tal conhecer a<br />

história da infância no Brasil<br />

Quando os portugueses vieram para o Brasil, nas naus e caravelas, um grupo de<br />

crianças fazia parte da tripulação. Eram os “grumetes”, meninos pobres que trabalhavam<br />

lavando o convés e fazendo trabalho pesado em troca de comida.<br />

Esta terra já tinha gente, dono, como você<br />

bem sabe. Nas comunidades indígenas, apesar<br />

das diferenças entre elas, as crianças eram respeitadas<br />

e cuidadas. Os curumins não levavam<br />

broncas, não sofriam castigos físicos e participavam<br />

de todas as atividades da aldeia.<br />

Na África, antes de serem escravizadas e<br />

trazidas à força para o Brasil, as pessoas também<br />

viviam em aldeias. Seus filhos que conseguiam<br />

sobreviver à dura viagem da África para<br />

o Brasil, quando chegavam, eram separados de<br />

sua família e vendidos como “pecinhas”.<br />

Renato Soares/Imagens do Brasil<br />

Crianças Krahô, 1998.<br />

Além de trechos de jornal, o livro traz trechos<br />

de textos variados da literatura e da história<br />

do Tocantins, que estão à disposição para<br />

a atividade em sala, a partir de relatos e<br />

experiências vividas pela gente tocantinense.<br />

Cada capítulo traz pelo menos uma música<br />

já gravada e disponível no mercado, de<br />

compositor regional, discutindo temas que<br />

aprofundam os conteúdos trazidos pelo texto.<br />

Com isso, pretende-se ampliar o universo<br />

musical dos alunos, além de possibilitar ações<br />

interdisciplinares com arte-educação.<br />

No Caderno do aluno e também no do<br />

professor, há sugestões de leitura que podem<br />

ser articuladas direta ou indiretamente aos<br />

conteúdos vistos.<br />

No Caderno do professor, a cada unidade, são<br />

sugeridos vídeos que se relacionam e ampliam<br />

as discussões trazidas pelos textos.<br />

Para contribuir com a formação continuada do<br />

docente, há também no Caderno do professor<br />

uma bibliografia sobre o Tocantins, além de um<br />

texto teórico que expõe a visão das ciências<br />

humanas e do estudo do local e do regional<br />

no Ensino Fundamental.<br />

anos<br />

www.ftd.com.br/<strong>PNLD</strong><strong>2013</strong><br />

136

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