Curva Norte No.5

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Fanzine official dos Diabos Vermelhos 1982

Contamos 32 anos de muitas histórias e conquistas, com momentos únicos

vividos, e algumas vezes sofridos, pela família DV ao lado do Maior de

Portugal. Foi a vontade de colorir a velha Luz que levou um grupo de jovens

amigos a juntar-se na bancada central com inúmeras faixas e bandeiras, um

espectáculo nunca antes visto nem vivido no Inferno da Luz. O vermelho e

branco, acompanhados do laranja e amarelo, pintaram o cinzento das

bancadas e os grandiosos espectáculos pirotécnicos incendiaram o ambiente

já quente da Luz. De 82 em diante, tornámo-nos parte da história do Sport

Lisboa e Benfica, crescendo e vivendo lado a lado por esse mundo fora,

partilhando as alegrias e tristezas próprias de um amor imenso às camisolas

vermelhas. Os anos passam, e com eles o espírito e a mentalidade do grupo

foi-se fortalecendo, enriquecemos a história e tradição deste grupo, com

uma postura e mentalidade coerentes com os valores e ideais que

defendemos desde que pendurámos a nossa primeira faixa. É este

património de 32 anos que temos que honrar e defender nas ruas e

bancadas. Este momento de celebração deve-se, acima de tudo, aos ULTRAS

de várias gerações que escolheram, e continuam a escolher, o Sector Ultras

para exprimir a sua paixão e dedicação ao Sport Lisboa e Benfica, os que não

fazem depender o apoio ao seu clube pela meteorologia ou momento

desportivo do Clube, e que jogo após jogo transportam os valores do grupo

por Portugal e pelo Estrangeiro. Juntos continuaremos a escrever mais

páginas gloriosas.

"Somos os ultras mais fiéis e mais unidos de Portugal…”


Nas 4 competições nacionais anteriores ao Derby, o Benfica tinha conquistado todas

e obviamente os Diabos não podiam deixar passar isso em claro. Assim sendo foi esse

o mote para a coreografia: um lençol com um diabo a segurar os 4 troféus

conquistados.

Preparava-se então uma semana de trabalho

árduo: colar plásticos, desenhar e pintar tanto o

lenço como a frase do tifo. E se sobrasse tempo,

pintar ainda as habituais frases dos derbys.

Colocou-se então mãos à obra, e pelo meio de

conversas, cerveja e muito boa disposição, com

as limitações existentes a nível logístico sempre

compensadas com a improvisação necessária, o

trabalho foi avançando ao longo das tardes e das

noites que antecederam o jogo.

Na véspera, já tudo estava pronto. E na bancada ficou um trabalho que terá

certamente orgulhado qualquer Diabo.


Dia de derby, dia de sector cheio.

O dia começou cedo com a montagem da coreografia no sector para que o resultado

do trabalho feito durante a semana fosse positivo. E assim foi, para satisfação de

todos mostrando a todos que o Benfica “Nunca encontrou rival neste nosso

Portugal”.

No sector, a azáfama habitual dos jogos grandes. Muita gente, e um apoio

consistente nos minutos iniciais com o Benfica a ajudar e a, rapidamente, se colocar

na frente do marcador. Ainda antes do golo, os Diabos mostram a sua primeira frase,

dirigida ao presidente adversário: “Bruno, o presidente sem medo, e sem títulos” e

aproveitando a marcha do marcador, os Diabos mostram pouco depois do golo: “1€

por derby perdido já estava o pavilhão construído”. Qual karma, eis que o Benfica se

deixa empatar, e o nervosismo toma conta dos jogadores e dos adeptos, tendo-se o

apoio ressentido até ao intervalo.

No regresso das equipas, o toque à estrela do adversário “Nani, o teu nível é já não

ser credível”. O jogo prosseguia com o Benfica por cima e o apoio regular por parte

dos Diabos, e uma segunda parte em crescendo, ao contrário do sucedido na

primeira parte, sem que no relvado tenha havido qualquer mudança no marcador.

Resumindo, uma boa prestação DV neste jogo, mas sempre com espírito crítico pois

o espaço para melhorar existe sempre, nomeadamente na regularidade ao longo dos

90 minutos.


Primeiro jogo da caminhada europeia, numa noite que rapidamente ficou

sentenciada a nível de jogo jogado, com uma expulsão prematura e 2 golos sofridos

ainda na primeira parte.

Rumo do jogo que gelou todo o estádio, ainda que o sector ultra se tenha sentido no

dever de apoiar a equipa até ao fim da partida. A noite acabou por ficar marcada

pelos minutos finais em que todo o estádio decidiu brindar a equipa com um “Eu

amo o Benfica”. Que os jogadores e dirigentes retenham as “imagens” do momento.

Num jogo especial, em que se festejavam os 20 anos dos Diabos Luxemburgo, uma

bela presença dos Diabos, com malta de Lisboa, Alentejo, Luxemburgo, Suíça,

Londres e Paris.

Na entrada das equipas, e após alguns problemas com as autoridades alemãs

aquando da entrada no estádio, as habituais bandeiras do grupo deram cor e

movimento e um pequeno lençol comemorativo do aniversário. O apoio foi o

possível, sendo que a exibição não

ajudava, e o resultado se avolumava a

nosso desfavor. Se pelo futebol jogado

não foi um dia para recordar, de todo, até

pelo resultado que comprometia a

continuação na Liga dos Campeões,

também é verdade que são estas jornadas

de convívio que ficam, e que nos fazem

recordar com alegria estes “away days”.

Como nota final, parabéns aos Diabos

Luxemburgo. Que venham mais 20 !


Pouco mais de meia centena de Diabos deslocaram se ao Principado para ver o

segundo jogo fora para a Liga Milionária. A logística acabou por não ser a mais fácil, e

a estratégia adoptada pelo clube monegasco, que separou os Benfiquistas com

bilhete comprado em Portugal, e comprado directamente ao clube monegasco não

facilitou o apoio. Realce-se o facto de na revista, qual estádio onde costumam existir

graves problemas, os adeptos terem tido que se descalçar para a revista: mais

parecia o Dragão em anos recentes.

Num jogo algo morto, mas com tendência encarnada, o apoio acabou por ser

bastante irregular, e algo desconexo, tendo no entanto os Diabos conseguido dar

alguma cor ao sector com

bandeiras em constante

movimento. Se a equipa poderia

ter feito mais no campo, devemos

confessar que também nós

poderíamos ter feito mais na

bancada. No fim, verificou-se um 0-

0 que complicava as contas para a

qualificação no grupo.

Um jogo de tudo ou nada para o Benfica, só a vitória interessava para manter a

esperança de passar a fase de grupos da Liga dos Campeões, o sector ultra esteve

bem composto para um jogo a meio da semana.

O apoio foi subindo de nível à medida que os minutos iam passando e acabou por

atingir o melhor momento quando o Benfica alcançou a vantagem, que guardou até

ao fim, 1-0.

Ficam a faltar dois jogos difíceis para ditar o destino “europeu” esta época.


No regresso à cidade dos Czares apenas

3 épocas depois, desta vez com

temperaturas menos complicadas do

que em 2011/12, mais uma vez os

Diabos marcaram presença. 5

Elementos (Lisboa, Londres e Suíça)

representaram mais uma vez o grupo, numa viagem esperada já há algum tempo e

preparada com a antecedência devida.

Na véspera do jogo a habitual presença no treino aquando destas viagens, presença

usada também para apalpar terreno e conhecer o estádio e arredores.

À hora do jogo, já com temperaturas negativas, o apoio foi o possível, tendo-se feito

esporadicamente feito ouvir, juntamente com os outros 30 a 40 Benfiquistas que

partilhavam a bancada perante um estádio que a nível de apoio deixou a desejar. O

resultado, mais uma vez, não foi o que mais queríamos. Ficámos desde logo

eliminados da Liga dos Campeões, e poucas horas depois, das competições

europeias. Mas mais negativo que o resultado só mesmo o desprezo do plantel para

com quem tantos sacrifícios fez para não os deixar ver.

Nota a rever por parte de quem defende o emblema do clube.

Um sector ultra a meio gás recebeu a equipa num

jogo que já só contava para arrecadar alguns

milhares de euros, um Benfica com várias mudanças

acabou por controlar a partida, mas no final dos 90

minutos o nulo persistiu.

Da curva, uma mensagem, “Respect Fans”.


Em mais um jogo à tarde, mais uma vez um sector bem composto. Na entrada das

equipas 3 bandeiras de tamanho médio, sendo de realçar o regresso do material do

núcleo de Sarilhos.

O apoio começou forte e regular, uma novidade na primeira parte e nem o golo

adversário o fez vacilar. No entanto ao intervalo a desvantagem no marcador

mantinha-se e o apoio ia esmorecendo ao longo da segunda parte, resultado do

nervosismo que se tinha alastrado às bancadas.

No entanto, foi já na entrada na recta final do jogo que o Benfica partiu para a

reviravolta e o apoio voltou em força e sempre em crescendo até ao apito final. Um

jogo onde os Diabos estiveram

globalmente bem, mas sempre

com espaço para melhorar.

Na recepção ao Arouca, que na época passada tinha roubado pontos na Luz, o Sector

Ultras voltou a estar mais uma vez bem composto, algo que não é certamente alheio

ao facto da maioria dos jogos começar ainda com o sol a raiar no céu de Lisboa.

Com um sector mais despido de cor que o habitual, o apoio na primeira parte

também não foi o melhor. Trata-se de algo que já foi visto esta época, em que a

maioria dos jogos têm sido em crescendo com um apoio mais forte na segunda parte,

mas é algo que é sem dúvida a ver. Os resultados, maioritariamente definidos nas

segundas partes, têm ajudado a isso mas há que manter a consistência ao longo dos

noventa minutos.

Na segunda parte sim, repetimos alguns momentos do jogo anterior a casa com um

apoio mais ao nível daquilo que somos capazes, ao mesmo tempo que o Benfica

construía uma goleada.

Factor menos: a apatia na primeira parte.


Num jogo em que a equipa foi recebida com as habituais bandeiras e alguma

pirotecnia à mistura, a prestação dos Diabos esteve ao nível da equipa: periclitante.

Com um apoio algo irregular, e nervosismo a emanar do campo para a bancada,

ficámos longe do nosso melhor, apenas com alguns picos na recta final já após o golo

do Benfica que acabou por dar o mais importante: os 3 pontos.

Factor mais: a cor no sector

Factor menos: o apoio irregular.

SL Benfica vs Rio Ave

SL Benfica vs Arouca


No primeiro jogo da época em casa para a Taça de Portugal, e com o sonho vivo de

voltar ao Jamor, o Benfica apresentou-se forte, após ser recebido por bandeiras e

tochas na entrada das equipas.

Com um sector que, apesar de não tão composto como habitualmente, apoiou de

forma constante, ajudado pelo resultado que foi favorável desde o primeiro minuto

até ao 90º, de tal forma que o golo do

adversário não foi sequer notado por

uma parte significativa da malta.

Fosse sempre assim pois era bom

sinal!

No jogo que assinalou o

aniversário do grupo, a

frase “32 anos a teu lado”

foi levantada aquando da

entrada das equipas,

acompanhada de várias

tochas ao alto e as

habituais bandeiras.

Começou assim um bom jogo a nível de apoio e cor num sector sempre em

crescendo. Ainda que o Benfica tenha chegado ao intervalo com um nulo.

A segunda parte começou com um apoio forte que acabou por alear-se à também

boa entrada em campo da equipa, que fez 3 golos ao longo dos segundos 45

minutos, vencendo assim o Belenenses num jogo marcante para os Diabos.


Após a épica jornada do Dragão,

regressávamos a casa para um difícil

duelo rumo ao Jamor, que se viria a

revelar uma desilusão.

Apesar do bom inicio, forte tanto no

relvado como no sector, com um golo

ainda na primeira parte, e uma

consistência que apenas costumamos apresentar nas segundas partes, a cambalhota

no marcador fez se sentir também nos adeptos, e ao contrário do habitual, acabámos

por ir do mais para o menos. Inúmeros meses depois voltámos a perder em casa, o

sonho de repetir o Jamor esta época acabou, e sentindo que a equipa ficou aquém

do que deve conseguir, também nós sentimos que podíamos ter feito melhor.


Na ressaca da vitória no dragão, mas

também da eliminação da taça em

casa, mais uma boa moldura no

sector ultras, naquela que terá sido

talvez a melhor prestação caseira da

temporada. Com um apoio regular

desde o primeiro minuto, e com

alguns bons momentos ainda antes

do intervalo, a segunda parte fechou

com chave de ouro os jogos de

campeonato de 2014.

Com segundas partes a serem melhor que as primeiras, e já tendo a primeira sido

positiva, o que se passou nos últimos 45 minutos só nos podem deixar a todos com

um sorriso na boca e entender que é por aí o nosso caminho: apoiar, e cantar. Cada

vez mais. JJ: são mesmo os

adeptos a passar o

nervosismo à equipa!!

Aqueles de 82 estão cá, e

estão para durar.

Primeira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, um sector ultra pouco composto

recebeu a equipa com as habituais bandeiras, num jogo em que o apoio não esteve a

um nível aceitável, dado ao reduzido nº de elementos na bancada.

O Benfica marcou cedo e acabou por aguentar o resultado de 1-0 até ao fim do

encontro, primeiro lugar do grupo no fim da 1ª jornada.


Viagem ao Bessa para defrontar o

Boavista na primeira deslocação

da época, um autocarro partiu de

Lisboa numa viagem bastante

animada e bem regada, até à

Invicta.

Aos Diabos que saíram de Lisboa juntaram-se ainda algumas dezenas de Diabos

Norte.

Deu-se o início do jogo e o apoio foi constante na primeira parte, no entanto, acabou

por se ir perdendo um pouco o ritmo à medida que os minutos passavam e a equipa

não marcava.

Eliseu acabou por resolver a partida com um remate de longe, 0-1 para o Benfica e

um regresso a Lisboa com uma vitória importante numa deslocação tradicionalmente

complicada.

Dia triste para o nosso grupo, pois perdemos um jovem, o Domingos, que partiu cedo

de mais. Mas é hora de levantar a cabeça, cantar e puxar pelo nosso grande Amor, o

Sport Lisboa e Benfica, ser o 12º jogador e deixar o Domingos, onde quer que esteja,

orgulhoso desta família que é os Diabos Vermelhos.

Já dentro do estádio, com faixa e algumas bandeiras demos colorido à bancada. A

meio do encontro abrimos uma frase de homenagem ao Domingos onde se pôde ler

“Os ultras não morrem! Descansa em paz Domingos”. Destaque ainda para o bom

apoio vocal durante grande parte do encontro.

Final de jogo, sensação de dever

cumprido e mais uma vitória do

glorioso, por uns expressivos 0-5.

Descansa em paz Domingos !


Mais de uma centena de Diabos

deslocaram-se ao António Coimbra

da Mota, num final de tarde, para

estrear a nova bancada visitante,

no topo.

Com algumas bandeiras e pyro

para receber a equipa na sua

entrada em campo, o Benfica

entrou muito forte no jogo e o apoio acompanhou.

No entanto, tal como no derby, foi esmorecendo até ao intervalo.

Na segunda parte, o apoio voltou a melhorar, tornou-se mais consistente, uma

tendência que se tem verificado esta época, e o Benfica lá somou 3 pontos rumo ao

desejado 34º título nacional.

De Lisboa saiu um autocarro cheio de Diabos prontos para iniciar o caminho até um

dos objectivos desta época (…) o Jamor.

Viagem tranquila e sempre animada regada com bastante álcool. À chegada

deparámo-nos com um forte aparato policial e um “bloqueio” por parte da GNR que

nos reteve durante largos minutos por questões de … segurança ().

Início do jogo com alguns fumos e tochas a colorir o nosso canto, o apoio foi

constante durante toda partida,

atingindo-se vários bons momentos

aquando do hat-trick de Jonas que

sentenciou o encontro.

Viagem para Lisboa tranquila e com

a passagem no bolso.


Como nota introdutória, recordamos que o

Grupo está acima de qualquer núcleo ou

individualidade. E que como Grupo que

somos, devemos procurar ficar juntos em

todas as ocasiões, fora ou dentro do estádio.

Assim sendo, seremos sempre mais fortes.

2 Autocarros de Lisboa mais uma presença

massiva de elementos do norte, fizeram com

que a presença em Braga fosse ao mais alto

nível. No entanto, a nossa disposição na

bancada que acabou por ser mais dispersa que o desejável. Num jogo que enquanto

grupo o apoio ficou a desejar, apesar do sector visitante estar a rebentar pelas

costuras, também o resultado foi negativo somando o Benfica a sua primeira derrota

da época em competições nacionais.

Como notas positivas, a presença DV, os fumos na entrada das equipas, e o nosso

nome e nossa identidade na bancada: DIABOS.


Uma deslocação que deixa sempre alguma incerteza sobre o resultado dada a

dificuldade que os insulares fazem os seus adversários passar.

Um jogo em que, dada a situação económica do país, não permitiu a viagem de

muitos elementos dos Diabos Vermelhos do continente para a ilha, mas os poucos

que lá estiveram fizeram questão de se fazer ouvir e ver com as habituais faixas que

marcam sempre presença.

O jogo começou mal, um remate, o primeiro, por parte do Nacional, sendo que a

partir dai só deu Benfica e a reviravolta com golos de Sálvio e Jonas.

Um jogo mal jogado por

ambas as equipas, com

vitória de quem mais fez

por a ter e levar os 3

pontos para Lisboa.

Regresso do Benfica à cidade dos

estudantes e mais uma boa presença DV. O

apoio foi desde o minuto um até ao minuto

90, e o jogo do Benfica, sem ser brilhante,

ajudou pela sua consistência.

A entrada das equipas foi acompanhada

com as nossas habituais bandeiras.

Num jogo que ficou marcado por mais uma intervenção desmedida das entidades

policiais deste país, que carregaram sobre uma bancada repleta de adeptos, levando

à interrupção momentânea do jogo, ficam as notas positivas: a presença DV, a

regularidade no apoio e, mais uma vez, o nosso nome e nossa identidade na

bancada: DIABOS.


Na nossa estreia no novo sector

visitante do estádio do rival, uma

presença em cheio, um apoio

estrondoso e um resultado de sonho.

Será esta a melhor frase para resumir

a última ida a Contumil. Mais uma

vez com o nosso nome DIABOS na

bancada, e após ter entendido em Braga que para nós DIABOS era importante ser

criterioso no posicionamento na bancada, esta decisão acabou por ser respeitada.

Quanto ao resto, que não foi pouco, após uma longa viagem de comboio, carro ou

autocarro, foram 90 minutos a cantar BENFICA, BENFICA, BENFICA num apoio que,

vindo de todo o sector visitante e a uma só voz, tomou conta do estádio.

Os nossos bravos não nos deixaram ficar mal e retribuíram no relvado: 0-2, mais uma

vez, e 3 pontos para o Campeão que abre uma frente na liderança do título. O fim do

jogo Precioso: após o habitual desejo de bom natal a quem tão bem nos recebeu, o

Ser Benfiquista cantado a uma só voz pelos perto de 3000 adeptos foram a cereja no

topo do bolo para um dia top.

A ida a Contumil acabou assim por ser um tipo de passeio: parecia Alvalade...


UM POUCO DE HISTÓRIA

COIMBRA 17/08/94

Hoje dois grandes vão-se encontrar de novo. FCP e SL Benfica preparam-se para a finalíssima

da Supertaça. Este será o jogo decisivo para definir o vencedor do 1º Troféu da temporada

93/94.

Mas também seria a invasão a Coimbra das

claques: No Name Boys, Super Dragões e

mais tarde chegaram também os Diabos

Vermelhos. Mas quando estes chegaram já

tinha havido confrontos entre as claques dos

dois clubes. Encontrei-me com o responsável

dos Diabos pouco depois dos confrontos.

Estivemos a conversar juntos até que

chegámos ao acordo para criar um núcleo

Diabos Vermelhos no Luxemburgo. As portas

abriram e lá entrámos no estádio. Depois de

ter colocado a faixa dos Diabos, a PSP de

serviço teve a boa ideia de juntar a claque do

Porto na mesma bancada das do Benfica.

Iniciaram-se novos confrontos entre as

claques, paralelos pelo ar, um agente da PSP

que puxa da pistola, (etc.) uma confusão

total!

Durante os 90 minutos mais os 30 do prolongamento não houveram mais incidentes.

Depois de um 2-2, as duas equipas empurraram a decisão para as grandes penalidades e o

nosso rival acabou por ganhar a Supertaça. Assim acabou-se o dia e ficámos de contactar os

Diabos.

19 de Setembro de 1994 chegou a boa noticia de Portugal: Carta-branca para a criação do

núcleo Diabos Vermelhos no Luxemburgo.

Texto publicado na 1ª Fanzine dos Diabos Vermelhos Luxemburgo

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