Maria Christina Pacheco - OPEC

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Maria Christina Pacheco - OPEC

Relações entre Produtor/

Indústria

Importância do

Associativismo

3/9/2009 1

Maria Christina Pacheco


Fundada

29/07/1976

Associadas 31

3/9/2009 2


Orplana no cenário nacional

CTC

Cepea/Esalq

FGV

IAC

UFsCar

Unica

Unida

3/9/2009 3


Orplana no cenário nacional

WABCG – Associação Mundial dos

Produtores de Beterraba e

Cana

IFAP – Federação Internacional de

Produtores Agrícolas

CDS – Comissão de Desenvolvimento

Sustentável da ONU

3/9/2009 4


Lei Nº3855, de 21 de

novembro de 1941(Estatuto

da Lavoura Canavieira) da

Lavoura Canavieira)

Art. 87. O preço das canas será

calculado, em correspondência ao preço

do açúcar ou do álcool, conforme se

trate de quota para transformação em

açúcar ou álcool, tendo em vista o

coeficiente de rendimento industrial

médio das fábricas de cada Estado, a

riqueza em sacarose e a pureza das

canas fornecidas.

3/9/2009 5


Lei Nº 4.870, de 1º de

dezembro de 1965

Art. 10. O preço da tonelada de cana fornecida às usinas será fixada, para

cada Estado, por ocasião do Plano de Safra, tendo-se em vista a apuração

dos custos de produção referidos no artigo anterior.


Art. 11. O valor básico do pagamento da cana, fixado na forma do artigo

anterior, será acrescido a parcela correspondente à porcentagem da

participação do fornecedor no rendimento industrial médio do Estado,

considerado para esse fim, o teor de sacarose e pureza da cana que fornecer.


§ 1º - A matéria prima entregue pelo fornecedor com o teor de sacarose

na cana e pureza no caldo, inferior ao que for fixado pela Comissão

Executiva do IAA sofrerá o desconto que esse órgão estabelecer.

§ 2º - Para a fixação dos rendimentos industriais, o IAA tomará em

consideração os que forem apurados no triênio imediatamente anterior,

tomando-se por base os primeiros cento e cinqüenta dias de moagem.


3/9/2009 6

§ 3º - O teor de sacarose e pureza da cana, para fins de pagamento,

será apurado na usina recebedora, podendo os fornecedores ou os

seus órgãos de representação manter fiscalização nos respectivos locais de

inspeção.


Ato Nº 13/83 – 21 de abril

de 1983




Dispõe sobre as normas de implantação do sistema de pagamento de

cana de fornecedores pelo teor de sacarose e pureza, no Estado de

São Paulo, a partir da safra de 1983/84.

O Presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool, no uso das suas

atribuições, considerando o disposto no art. 11 da Lei nº 4.870, de

01 dezembro de 1965 e na Resolução nº 12/82, de 04 de

novembro de 1982, do Conselho Deliberativo,


RESOLVE:

Art. 1º. – À partir da safra 1983/84 a qualidade das canas

fornecidas às usinas de açúcar e destilarias de álcool, localizadas no

Estado de São Paulo, será aferida através de análise tecnológica, em

amostras coletadas no momento do seu fornecimento à unidade

industrial, visando ao pagamento na matéria-prima pelo teor

de sacarose e pureza do caldo.

Vigorou de 1983 á 1997/1998

3/9/2009 7


LEI Nº 8.178 – DE 1º DE

MARÇO DE 1991

ONDE TUDO COMEÇOU

Artigo 3º - O Ministro da Economia,

Fazenda e Planejamento poderá:

• III. Baixar, em caráter especial,

normas que liberem, total ou

parcialmente, os preços de

qualquer setor.

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O PROCESSO DE

DESREGULAMENTAÇÃO

PORTARIA DO MINISTÉRIO DA

FAZENDA Nº 64 (03/96)

Libera os Preços

• da cana-de-açúcar;

• do açúcar cristal standard;

• do álcool para fins carburantes e não

carburantes de todos os tipos;

• Mel residual.

Data de liberação

• 1º de Janeiro de 1997

3/9/2009 9


Sistemas de remuneração da

cana-de-açúcar

África do Sul

Argentina

Austrália

Bolívia

Costa Rica

México

Tailândia

Venezuela

3/9/2009 10


3/9/2009 11

1997


O que é o

CONSECANA-SP?

Associação sem Fins Lucrativos

3/9/2009 12


CONSECANA-SP

Conselho dos Produtores de cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool de São Paulo

3/9/2009 13


3/9/2009 14

ESTRUTURA DO CONSECANA-SP


3/9/2009 15


Fiscalização

As Associações dos Produtores de cana

fiscalizam os laboratórios 24 horas por

dia

3/9/2009 16


Preço da cana

Usina:

F,Pc,Pza,

ATR

ESALQ:

Preços dos

produtos

Preço por

tonelada

de cana

Usina:

Mix de Produção:

AMI

AME Branco

AME VHP

AAC

AHC

AAI

AHI

Participação

da matéria-prima

custo de produção

3/9/2009 17


Repartição do faturamento da agroindústria

100,0%

Produtor de cana

Processamento da cana

(Indústria)

Açúcar Etanol Açúcar Etanol

59,5% 62,1% 40,5% 37,9%

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Participação do Fornecedor de Cana

Média Açúcar Álcool

Anterior 58,4% 55,7% 60,8%

Atual 60,8% 59,5% 62,1%

Antecipação do fornecedor = 80%

3/9/2009 19


Mix de produção e

comercialização

O Mix de uma usina nada mais é do que

a cesta de produtos que uma

determinada usina produz e

comercializa durante o ano safra , ou

seja, de 01/04 a 30/03

3/9/2009 20


Mix do E.S.P.

Provisório

O Mix do E.S.P. é a cesta de produtos que todas

usinas do E.S.P. produzem conjuntamente no mesmo

período.

Utilizado para calcular o preço do kg de ATR de

faturamento, também provisório, ou seja , para

ponderar todos os preços de ATR.

É baseado nos históricos de produção do E.S.P. e na

estimativa de produção e comercialização da safra

em andamento.

É estimado pela Canatec (Consecana).

3/9/2009 21


Mix E.S.P. - Safra 09/10 -

Provisório

PRODUTOS

Produto

Quantidade

ATR (t)

% do ATR

Açúcar Branco Mercado Interno 5.600.000 5.877.200 11,11

Açúcar Branco Mercado Externo 4.500.000 4.722.750 8,93

Açúcar VHP 12.900.000 13.484.370 25,50

Etanol Anidro Carburante – EAC 4.000.000 7.060.400 13,35

Etanol Hidratado Carburante - EHC 9.850.000 16.659.305 31,50

Etanol Anidro Industrial – EAI 230.000 405.973 0,77

Etanol Hidratado Industrial – EHI 480.000 811.824 1,54

Etanol Anidro Exportação – EAE 800.000 1.412.080 2,67

Etanol Hidratado Exportação – EHE 1.450.000 2.452.385 4,64

TOTAL 52.886.287 100,00

3/9/2009 22


Mix do E.S.P.

Liquidação

Utilizado para calcular o preço do kg de ATR

de liquidação do E.S.P.

É baseado na produção e comercialização

real do E.S.P. da safra encerrada.

É elaborado pelo Consecana baseado no TI

(documento oficial enviado ao MAPA)

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Mix do E.S.P. - Safra 08/09 - Liquidação

Quantidade

PRODUTO

Produto (t)

ATR (t)

Mix de

Produção (%) R$

R$/kg de

ATR

ABMI – R$/sc 5.488.776 5.760.471 11,68 32,24 0,3011

ABME – R$/sc 3.365.920 3.532.533 7,16 25,59 0,2958

AVHP – R$/sc 10.800.700 11.289.972 22,88 22,53 0,2615

EAC – R$/m3 4.014.406 7.085.828 14,36 847,45 0,2982

EHC – R$/m3 8.747.291 14.794.293 29,99 722,25 0,2652

EAI – R$/m3 227.362 401.317 0,81 870,63 0,3063

EHI – R$/m3 486.120 822.174 1,67 743,47 0,2730

EAE – R$/m3 1.896.443 3.347.411 6,79 807,53 0,2841

EHE – R$/m3 1.359.238 2.298.878 4,66 781,54 0,2870

TOTAL 49.332.877 100,00 0,2782

3/9/2009 24


Curva de comercialização de

liquidação safra 08-09

MESES ABMI ABME AVHP EAC EHC EAI EHI EAE EHE

Abril/08 7,08 7,01 6,70 9,67 8,18 6,86 14,24 4,45 8,70

Maio 8,19 6,13 5,56 7,76 8,58 10,33 9,08 8,55 13,09

Junho 8,20 8,02 8,66 8,77 7,40 13,80 8,91 16,57 10,12

Julho 9,52 9,20 12,64 9,14 7,21 11,59 6,89 20,88 8,44

Agosto 8,51 12,02 9,63 8,65 7,39 3,26 6,70 16,80 11,25

Setembro 10,13 11,02 11,76 7,42 7,76 10,06 6,80 9,77 13,23

Outubro 10,22 12,58 11,33 8,25 7,42 10,30 5,40 8,50 14,74

Novembro 8,78 7,87 9,39 8,30 8,02 7,90 5,62 5,04 5,33

Dezembro 7,54 6,91 8,99 8,86 9,96 4,44 9,50 3,46 3,43

Jan/09 7,36 6,23 5,53 8,41 10,19 7,71 10,42 1,56 5,32

Fevereiro 7,01 6,66 4,85 6,77 7,96 8,18 7,85 0,79 1,27

Março 7,46 6,35 4,96 8,00 9,93 5,57 8,60 3,63 5,08

Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00

3/9/2009 25


Revisão do Consecana

Modelo Consecana é dinâmico

Art. 27 A cada 5 (cinco) anos, a Diretoria deverá

realizar a revisão dos aspectos técnicos e

econômicos, bem como das recomendações de

contratação de negócios de compra e venda de canade-açúcar,

definidas neste Regulamento e em seus

Anexos, podendo antecipar quando entender

conveniente e oportuno, atualizando-o, se necessário.

Próxima revisão – 2010

Cana Crua

Cogeração

3/9/2009 26


É possível crescer ?


O Brasil possui um importante

potencial para a expansão de cultivos

agrícolas em geral porque dispõe de:

• Clima e topografia favoráveis

• Chuvas regulares

• Tecnología

• Ocupa hoje somente 33% de seu território

com agricultura e pecuária

3/9/2009 27


Só se for sustentável

Ambientalmente – Protocolo Agroambiental

Socialmente – Compromisso Nacional

Economicamente – “Marco Regulatório”

Relação na Cadeia Produtiva

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18,5

Principais culturas

Milhões de hectares

13,0

8,14

4,3 3,2 2,4 2,3

0,8 0,7

SOJA MILHO CANA-DE-

AÇÚCAR

AÇÚCAR

SOJA MILHO CANA-DE-

FEIJÃO ARROZ CAFÉ TRIGO LARANJA ALGODÃO

FEIJÃO ARROZ CAFÉ TRIGO LARANJA ALGODÃO

3/9/2009 29


3/9/2009 30


PRODUÇÃO DOS FORNECEDORES

DE CANA-DE-AÇÚCAR

DE SÃO PAULO – SAFRA

2008/2009

DISCRIMINAÇÃO

TOTAL

CANA PROCESSADA (t) 109.750.961

ATR (kg/t) 143,34

PRODUÇÃO DE AÇÚCAR EQUIVALENTE (t) 6.247.975

PRODUÇÃO DE ALCOOL HIDRATADO EQUIVALENTE ( m3) 5.334.907

PRODUÇÃO DE ATR (t) 15.724.819

3/9/2009 31


Estratificação

ESTRATO (t)

Fornecedores

Nº % % acum Total Entregue % % acum Méd/For

Menor que 1.000 6.641 38,1 38,1 4.088.807 3,1 3,1 616

De 1.001 a 3.000 5.121 29,4 67,5 12.300.489 9,4 12,5 2.402

De 3.001 a 6.000 2.358 13,5 81,1 13.308.701 10,1 22,6 5.644

De 6.001 a 9.000 1.049 6,0 87,1 10.232.335 7,8 30,4 9.754

De 9.001 a 12.000 564 3,2 90,3 7.764.116 5,9 36,3 13.770

De 12.001 a 18.000 648 3,7 94,1 12.632.709 9,6 46,0 19.500

De 18001 a 24.000 333 1,9 96,0 9.234.455 7,0 53,0 27.738

De 24.001 a 50.000 445 2,6 98,5 19.914.635 15,2 68,2 44.713

De 50.001 a 75.000 114 0,7 99,2 9.136.510 7,0 75,1 80.164

De 75.001 a 100.000 50 0,3 99,5 5.742.753 4,4 79,5 114.312

Acima de 100.000 92 0,5 100,0 26.875.443 20,5 100,0 291.404

Total 17.416 100,0 131.230.953 100,0

* Não está incluída a cana de Nova Olimpia - MT = 1.966.502 toneladas

Cana(t)

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Comparativos de

receitas

Receita

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Estrato (t)

R$/mês-cct

Menor que 1.000 1.265,22

De 1.001 a 3.000 4.935,81

De 3.001 a 6.000 11.597,69

De 6.001 a 9.000 20.045,35

De 9.001 a 12.000 28.296,37

De 12.001 a 18.000 40.071,84

De 18001 a 24.000 57.001,31

De 24.001 a 50.000 91.884,54

De 50.001 a 75.000 164.737,81

De 75.001 a 100.000 234.910,19

Acima de 100.000 598.834,83

Piso Sal. Rurícola 540,00

Tratorista 1.800,00

Motorista 1.800,00

Cortador 931,19


A visão da Orplana em relação à

participação dos produtores de cana

na expansão do setor

Oportunidades para o Produtor de Cana

Momento para começar a crescer.


Além de garantir receita, o proprietário que

opta por plantar ao invés de arrendar, tem

a alternativa de aumentar a produtividade

e, conseqüentemente, sua renda, além de ter

sua terra valorizada.

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Todas as flores do futuro

estão nas sementes de hoje.

Provérbio Chinês

Obrigada!

Maria Christina Pacheco

diretoria@orplana.com.br

www.orplana.com.br

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