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O Mercado de Carbono<br />

Uma visão o de negócio<br />

José Moreira<br />

mgm INTERNATIONAL


Programaçã<br />

ção<br />

• A evolução do mercado, a comercialização, e suas<br />

perspectivas.<br />

• Negociação dos créditos<br />

• Perspectivas do mercado de carbono<br />

• Como se criou o mercado<br />

– Condições de projetos de MDL<br />

– Elaboração do documento de concepção do projeto<br />

• Exemplos – Projetos de PCH e de Biomassa<br />

• Mercado voluntário<br />

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A Evolução do Mercado


Breve Histórico<br />

Pré-Kyoto<br />

2002/2004<br />

Após a entrada<br />

em vigor de<br />

Kyoto 2005<br />

2006<br />

2008<br />

“incertezas”<br />

“confusão”<br />

“boom”<br />

“sofisticação do<br />

mercado”<br />

2009 “Expectativa”<br />

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• Preços:<br />

Evoluçã<br />

ção o do Mercado<br />

2008 “Sofisticação do mercado”<br />

• EUA Dez-2008: cerca de € 28,00<br />

• RCE: entre € 16,00 e 20,00<br />

• O mercado está exigindo níveis cada vez mais<br />

altos de sofisticação (e.g., indexação, pagamentos<br />

adiantados, facilidades de financiamento)<br />

• A diversificação do Portfólio se tornou muito<br />

importante.<br />

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Evoluçã<br />

ção o do Mercado<br />

2009 “Expectativa”<br />

• Preços atuais:<br />

• EUA Ago-2009: cerca de € 14,55<br />

• RCE: entre € 12,00<br />

• Queda nos preços.<br />

• Impacto na recuperação dos mercados?<br />

• Continuidade pós-2012?<br />

• Entrada Estados Unidos no Mercado?<br />

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A Negociação dos Créditos


Tipos de Transaçã<br />

ção<br />

Transações de Melhores Esforços<br />

- Preço Estabelecido - O comprador e o vendedor se comprometem a transacionar um<br />

volume anual de RCE a um preço estipulado. Sem a entrega não há pagamento.<br />

- Preço Indexado - O comprador e o Vendedor se comprometem a transacionar um<br />

volume de RCE ao preço de mercado na data de entrega. Ambos assumem o risco<br />

dos preços.<br />

Entrega Garantida:<br />

O comprador obtém a garantia de que as RCE serão entregues a um preço fixado.<br />

Caso o projeto falhe, a entrega das RCE é feita de outra forma, sob<br />

responsabilidade do Vendedor. A entrega pode ser assegurada por uma terceira<br />

parte ou através de um portfólio de projetos.<br />

Pagamento Antecipado:<br />

Quando o vendedor necessita financiamento antecipado para implementação do<br />

projeto. Geralmente a taxa antecipada é endossada por uma carta de crédito<br />

emitida por um banco local e reconhecida por uma instituição financeira de um país<br />

desenvolvido.<br />

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Variáveis determinantes dos preços<br />

Oferta & Demanda<br />

• Demanda:<br />

5 bilhões de reduções<br />

• Oferta:<br />

2 bilhões MDL 1.8+ IC 0.2<br />

• Ações Domésticas:<br />

3 bilhões<br />

• ‘Hot Air’:<br />

3 bilhões (pode ser mais)*<br />

* Ainda não há certeza quanto ao uso dos créditos do “hot air”para cumprimento.<br />

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Definiçã<br />

ção o de Preços no MDL<br />

EUAs<br />

• Os EUAs são as permissões comercializadas na<br />

Europa;<br />

• O preço das EUAs é dominante e, portanto,<br />

utilizado como referência para a definição do preço<br />

das RCEs;<br />

• Como o o Esquema de Comércio de Emissões da<br />

UE permite que os países Anexo-I utilizem RCEs<br />

para cumprir com parte de suas metas, o valor dos<br />

EUAs é vagamente relacionado ao preço das RCEs.<br />

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Definiçã<br />

ção o de Preços no MDL<br />

RCEs<br />

• Atualmente a EUA serve de benchmark para definir<br />

o preço das RCEs.<br />

• As RCEs carregam riscos que afetam seu preço:<br />

– Riscos inerentes aos projetos (pouco biogás no aterro,<br />

escassez de chuva e menor geração hidrelétrica, etc.)<br />

– Riscos relacionados à atrasos ou mudanças regulatórias<br />

– Riscos políticos (países em desenvolvimento)<br />

– Riscos relacionados ao International Transaction Log<br />

Portanto há um deságio no preço das RCEs em<br />

relação ao preço da EUA!!<br />

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Perspectivas para o Mercado de<br />

Carbono


O Mercado Recente<br />

• Crescimento 2007/2006 = + 80%<br />

• Crescimento 2008/2007 = + 14%<br />

• Faturamento Previsto 2008 = 46 bilhões de<br />

euros*<br />

• Total de toneladas negociadas em 2007 = 2,7<br />

bilhões<br />

• 62% Esquema Europeu e 35% MDL<br />

* Não temos dados consolidados de 2008 ainda.<br />

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Perspectivas para o Mercado<br />

•Compromissos pós-2012 devem ser<br />

definidos até 2009<br />

•Mercado Voluntário ganha espaço, o que<br />

favorece investimentos em novos projetos<br />

de reduções de emissões<br />

•Entrada do mercado americano<br />

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COMO SE CRIOU ESSE MERCADO?


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5. Condições dos projetos de MDL<br />

Ao planejar uma atividade de projeto do MDL, é preciso ter em<br />

mente os seguintes pontos:<br />

☞A finalidade do MDL deve ser auxiliar as Partes não-Anexo I a<br />

alcançar o desenvolvimento sustentável e contribuir para o<br />

objetivo final da Convenção e auxiliar as Partes no Anexo I a<br />

atender seus compromissos.[PQ Art.12 par2]<br />

⇒É prerrogativa da Parte anfitriã confirmar se a atividade<br />

de projeto do MDL a auxilia a alcançar o desenvolvimento<br />

sustentável.[CP/2001/13/Ad2, p20]<br />

☞ É necessário elaborar um Documento de Concepção do<br />

Projeto (DCP) para que o projeto seja registrado como atividade<br />

de projetono âmbito do MDL.<br />

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8. Data de início e período de obtenção de créditos<br />

Definição e esclarecimento da data de início de uma atividade de projeto do<br />

MDL[CE41 Rel, par67]<br />

♦A data de início de uma atividade de projeto do MDL é a data em que tenha início a<br />

implementação ou construção ou adoção de uma medida real de uma atividade de<br />

projeto, o que ocorra primeiro.<br />

♦O CE esclareceu ainda que: “à luz da definição acima, considerar-se-á a data de início<br />

aquela em que o PP tiver incorrido em gastos relativos à implementação ou à<br />

construção da atividade do projeto”.<br />

☞Essa, por exemplo, pode ser a data em que contratos foram assinados para a<br />

aquisição de equipamentos ou serviços de construção/operação necessários para a<br />

atividade do projeto.<br />

☞No contexto da definição acima, o planejamento pré-projeto não é considerado “ação<br />

real”.<br />

☞Qualquer análise de investimentos usada para demonstrar a adicionalidade deve<br />

cumprir os requisitos de que a análise de investimentos deve refletir o contexto<br />

econômico de tomada de decisões no momento da decisão de recomeçar o projeto.<br />

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7. Linha de base<br />

♦A linha de base (cenário e emissões) de uma atividade de projeto do MDL é o cenário<br />

que representa de forma razoável as emissões de GEE que ocorreriam na ausência da<br />

atividade de projeto proposta.[CMP/2005/8/Ad1, p16 par44]<br />

♦A diferença entre as emissões da linha de base e as emissões de GEE após a<br />

implementação da atividade do projeto de MDL (emissões do projeto) são as reduções<br />

de emissões.<br />

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♦A atividade de projeto do MDL será adicional se as emissões de GEE forem reduzidas<br />

para níveis inferiores aos que teriam ocorrido na ausência da atividade de projeto<br />

registrada no âmbito do MDL.[CMP/2005/8/Ad1, p16 par43]<br />

⇒A EOD deve rever o DCP para confirmar se a atividade do projeto deve gerar uma redução<br />

de emissões de GEE que seja adicionala qualquer uma que ocorreria na ausência da<br />

atividade de projeto proposta.[CMP/2005/8/Ad1, p14 par37(d)]<br />

♦Os PPs devem explicar por escrito como e por que a atividade do projeto é adicional, não<br />

sendo, portanto, o cenário da linha de base, de acordo com a metodologia de linha de<br />

base selecionada.[DIR DCP ver7, p12]<br />

⇒Se a data de início da atividade do projeto for anterior à data de validação, apresentar<br />

evidências de que o incentivo do MDL foi seriamente considerado na decisão de dar<br />

prosseguimento à atividade do projeto. Essas evidências devem basear-se na documentação<br />

(preferencialmente oficial, jurídica e/ou de outras corporações) existente antes ou quando do<br />

início da atividade do projeto.(cap.8-1). [DIR DCP ver7, p12]<br />

♦A “ferramenta para demonstrar e avaliar a adicionalidade” fornece um quadro geral para<br />

demonstrar e avaliar a adicionalidade. Os PPs também podem propor outras ferramentas<br />

para demonstrar a adicionalidade.<br />

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8-2. Período de<br />

obtenção de créditos<br />

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9-2. Plano de monitoramento<br />

♦O monitoramento se refere à coleta e ao arquivamento de todos os dados pertinentes<br />

necessários para determinar a linha de base, medir as emissões de GEE dentro do limite de uma<br />

atividade de projeto do MDL e as fugas, conforme o caso.[Glos ver4, p22]<br />

♦O plano de monitoramento de uma atividade de projeto proposta deve basear-se em uma<br />

metodologia de monitoramento previamente aprovada ou em uma nova<br />

metodologia.[CMP/2005/8/Ad1, p17 par54]<br />

♦As revisões, se houver, do plano de monitoramento para melhorar sua precisão e/ou<br />

complementá-lo devem ser justificadas pelos PPs e submetidas a uma EOD para<br />

validação.[CMP/2005/8/Ad1, p18 par57]<br />

☞O CE solicitou ao Secretariado que elaborasse procedimentos preliminares para facilitar as<br />

alterações nos planos de monitoramento das atividades de projeto registradas no âmbito do<br />

MDL.[CE25 Rel, par109]<br />

☞Uma metodologia de monitoramento aprovada pelo CE e publicada juntamente com a orientação<br />

pertinente.[Glos ver3, p22]<br />

☞Os PPs podem propor uma nova metodologia de monitoramento.<br />

⇒As novas metodologias de linha de base e monitoramento (NMs) devem ser propostas e<br />

aprovadas em conjunto.<br />

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10. Aprovação de cada Parte envolvida<br />

Aprovação das Partes envolvidas[Glos ver4, p6-7]<br />

♦A AND de uma Parte envolvida em uma atividade de projeto proposta no âmbito do<br />

MDL deve fornecer uma declaração do seguinte:<br />

☞A aprovação da participação voluntária na atividade de projeto proposta no âmbito<br />

do MDL.<br />

☞No caso de Parte(s) Anfitriã(s): uma declaração de que a atividade de projeto do<br />

MLD contribui para o desenvolvimento sustentável da(s) Parte(s) anfitriã(s).<br />

♦A aprovação por escrito deve ser incondicional com relação aos itens acima.<br />

♦A aprovação por escrito da Parte pode cobrir mais de um projeto, desde que todos<br />

os projetos estejam claramente listados na carta.<br />

♦A EOD deve receber a documentação da aprovação.<br />

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EXEMPLOS<br />

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PROJETOS REGISTRADOS PCH - 2007-2008<br />

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PCHs Brasileiras Registradas 2008-2009<br />

Martinuv Espigão<br />

Potencia<br />

3.9 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 10 e ACM 0002 - v 6<br />

Inicio Validação 07 Julho 2006<br />

Registro 26 Junho 2008<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1191920355.87/view<br />

Cristalino<br />

Potencia<br />

4 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 12<br />

Inicio Validação 13 Dezembro 2007<br />

Registro 15 Dezembro 2008<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/SGS-UKL1207731831.09/view<br />

Saldanha<br />

Potencia<br />

4.8 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 13<br />

Inicio Validação 27 fevereiro 2008<br />

Registro 16 Março 2009<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1200486228.81/view<br />

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Paraíso<br />

Potencia<br />

21.6 MW<br />

Metodologia ACM 0002 - v 6<br />

Inicio<br />

Validação<br />

24 Junho 2006<br />

Registro 11 Fevereiro 2008<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/BVQI1188558574.2/vie<br />

w<br />

Primavera<br />

Potencia<br />

18.2 MW<br />

Metodologia ACM 0002 - v 6<br />

Inicio<br />

Validação<br />

15 Fevereiro 2007<br />

Registro 20 Outubro 2008<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/SGS-<br />

UKL1210924584.49/view<br />

São João<br />

Potencia<br />

25 MW<br />

Metodologia ACM 0002 - v 6<br />

Inicio<br />

Validação<br />

06 Julho 2006<br />

Registro 02 Maio 2008<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/SGS-<br />

UKL1189521894.23/view<br />

Apenas 6PCHsbrasileiras foram registradas entre 2008‐2009, levando um tempo<br />

médio de aproximadamente 16 meses entre o início do período aberto para<br />

comentários ao PDD e registro final na UNFCCC, não contando nesses meses o<br />

tempo estimado de desenvolvimento do Documento de Concepção de Projeto.<br />

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PROJETOS REJEITADOS – PCH 2007/2008<br />

Mitigating Climate Change Through Sustainable Development


Projetos no Brasil<br />

Brasil Central Energia S.A. - Sacre 2<br />

Potencia<br />

30 MW<br />

Metodologia ACM 0002 - v 6<br />

Razão de<br />

rejeição<br />

Problemática - não foi considerada com seriedade<br />

Data de rejeição 28 Novembro 2008<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/TUEV-SUED1188909182.16/view<br />

Rio Grande do Sul Cooperatives<br />

Potencia<br />

16 MW<br />

Metodologia ACM 0002 - v 6<br />

Razão de<br />

rejeição<br />

Problemática na investiment barriers<br />

Data de rejeição 16 Maio 2008<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/SGS-UKL1184146245.3/view<br />

Projetos fora do Brasil<br />

2x5 Radhanagari Hydro Electric Project<br />

Potencia<br />

10 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 7<br />

Razão de<br />

rejeição<br />

Problemática - investimento, barreiras tecnologicas e práticas<br />

comuns<br />

Data de rejeição 29 Setembro 2006<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1146209056.17/view<br />

10 MW Somalia Hydro Power Plant<br />

Potencia<br />

10 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 10<br />

Razão de<br />

rejeição<br />

Problemática - barreira de investimento<br />

Data de rejeição 01 Fevereiro 2008<br />

Link http://cdm.unfccc.int/Projects/DB/DNV-CUK1182338073.37/view<br />

Erathna Hydro Power Plant<br />

Potencia<br />

9.9 MW<br />

Metodologia AMS ID - v 10<br />

Razão de<br />

rejeição<br />

Problemática - investimento e barreira financeira<br />

Data de rejeição 30 Novembro 2007<br />

Mitigating Climate Change Through Sustainable Development


PROJETOS EM VALIDAÇÃO – PCH<br />

Mitigating Climate Change Through Sustainable Development


PCHs no Brasil em validação (comentários a partir de 2008)<br />

Jaguari Mirim River Hydroelectric Plants<br />

Potência<br />

7 MW<br />

Data início<br />

validação<br />

29 Marco 2008<br />

Metodologia AMS ID ‐ v 13<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/Validation/DB/M7QD3GL0XBDC6PBGB96SONX2KDRWWT/vi<br />

ew.html<br />

23<br />

projetos<br />

em<br />

validação<br />

Caquende and Juliões Small Hydroelectric Power Plants<br />

Potência<br />

7.4 MW<br />

Data início<br />

validação<br />

19 julho 2008<br />

Metodologia AMD ID ‐ v 13<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/Validation/DB/SX7QB140I4KHXG0EO445K2U9YDDDEO/view<br />

.html<br />

Nova Sinceridade Small Hydroelectric Power Plant ‐ Brascan Energética Minas Gerais S.A.<br />

Potência<br />

9 MW<br />

Data início<br />

validação<br />

03 Novembro 2007<br />

Metodologia AMS ID ‐v 12 e ACM 0002 ‐ v 6<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/Validation/DB/ZU5VPLB08IYG3TS7XJKHJD7VK0XX5E/view.h<br />

tml<br />

Cascata Chupinguaia Small Hydroelectric Project<br />

Potência<br />

9.6 MW<br />

Data início<br />

validação<br />

06 Julho 2008<br />

Metodologia AMS ID ‐ v 13<br />

Link<br />

http://cdm.unfccc.int/Projects/Validation/DB/5MB6HSSTD8HHA08MSHIJPJ2C9ED6RX/view.<br />

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Geraçã<br />

ção de Energia<br />

por Biomassa<br />

Projetos de MDL<br />

mgm INTERNATIONAL


Projetos de MDL – Biomassa<br />

• Foram analisados os projetos apresentados<br />

ao Conselho Executivo do MDL dos<br />

seguintes países:<br />

– Brasil;<br />

– Índia;<br />

– China.<br />

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Resumo dos Projetos por Tipo<br />

Tipo Validação* Registrado Rejeitado** Solicitação EB***<br />

Biomassa Residual**** 306 191 42 5<br />

Biodiesel 2 0 2 0<br />

Plantação de Biomassa 7 1 3 0<br />

Gaseificação de Biomassa 4 1 3 0<br />

Total 567<br />

Notas:<br />

*Validação ‐ considerou‐se os projetos em validação e os com contrato de validação expirada porém sem parecer da<br />

DOE.<br />

**Rejeitados ‐ considerou‐se também os projetos com validação negativa e cancelados.<br />

***Solicitação EB = Solicitação de correção ou esclarecimento feita pelo Conselho Executivo do MDL.<br />

****Biomassa Residual = Resíduo de Agricultura, Bagaço de Cana, resíduos de madeira e resíduos industriais.<br />

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Projetos – Biomassa Residual<br />

Projeto País Situação Metodologia Biomassa<br />

Bertin’s Slaughterhouses Fuel Switch project Brasil Validação AMS-I.C.<br />

Bracol’s Tanneries Fuel Switch project Brasil Validação AMS-I.C.<br />

Tipo de<br />

Energia<br />

RCE<br />

(tCO2e/ano)<br />

Potência<br />

Instalada<br />

Eucalipto Térmica 20.305 < 15 MW<br />

Eucalipto Térmica < 15 MW<br />

Bunge Guará biomass project Brasil Registrado AMS-I.C. Eucalipto Térmica 14.649 11.63<br />

Trombini / Green Domus – Curitiba -<br />

Biomass for Thermal Energy<br />

Brasil Validação AMS-I.C. Eucalipto Térmica 58.847 25.9<br />

Thermoelectric Power Plant of 20MW driven<br />

by biomass originating from recently-planted<br />

energy forest dedicated to the project – UTE<br />

Brasil Validação AM42 Eucalipto Elétrica 102.465 20<br />

RONDON II<br />

Iguaçú Cogeneration Project<br />

AMS-III.E.+AMS- Resíduo de<br />

Brasil Validação<br />

I.C.<br />

Madeira<br />

Elétrica 14.173 10<br />

Itambé - Project of renewable energy in the<br />

units Para de Minas, Guanhães and Goiania Brasil Validação AMS-I.C. Eucalipto Térmica 70.632 30,18<br />

Electricity generation from renewable<br />

sources – Sykué I Thermoelectric Power Brasil Validação AM42 Capim Elefante Elétrica 64.878 30<br />

Plant.<br />

Inner-Mongolia Wushenzhao Biomass-fired<br />

Cogeneration Project (30MW) China Validação ACM6+ACM2 Desert Bush Elétrica 260.046 30<br />

6.0 MW Biomass based power project of<br />

Jyothi bio energies Limited, Andhra Pradesh India Validação Negativa AMS-I.D.<br />

Biomass Cogeneration Project by Bala<br />

Murugan Chemicals Private Limited.<br />

Tuticorin, Tamilnadu<br />

Juliflora, Casurina<br />

e Eucalipto<br />

Elétrica 30.777 6<br />

India Validação AMS-I.C. Prosopis Juliflora Elétrica 35.641 2.5<br />

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Projetos – Bagaço o de Cana de AçúA<br />

çúcar<br />

Situação Brasil Índia China Tipo de Energia Total<br />

Validação 37 54 0 Elétrica 91<br />

Registrados 26 36 1 Elétrica 63<br />

Rejeitados 4 18 0 Elétrica 22<br />

Total 176<br />

OBS: Os projetos de MDL de Grande Escala de Geração de Energia<br />

Elétrica a partir do Bagaço de Cana de Açúcar, em sua maioria,<br />

utilizam a metodologia ACM0006 - Metodologia consolidada para<br />

Geração de Eletricidade através de Resíduos de Biomassa.<br />

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Projetos – Gaseificaçã<br />

ção o de Biomassa<br />

Projeto País Situação Metodologia Biomassa<br />

9 biomass gasifier based power<br />

plants totalling 2.25 MW<br />

5 Biomass gasifier based power<br />

plants totalling around 2 MW<br />

Rice husk based renewable energy<br />

generation through gasification for<br />

rice mills<br />

Biomass Gasification based Power<br />

Generation by Arashi Hi-Tech Bio-<br />

Power Private Limited<br />

Biomass Gasifier for Thermal Energy<br />

generation<br />

Utilization of Producer gas<br />

generated through Bamboo Dust<br />

Gasification as a fuel at Hindustan<br />

Paper Corporation Limited<br />

Biomass Gasification based Power<br />

Generation by Beach Minerals<br />

Company Private Limited<br />

Biomass Gasifier for Thermal Energy<br />

generation in Tamil Nadu by Bala<br />

Murugan Chemicals Pvt. Ltd.<br />

India<br />

India<br />

India<br />

Validação<br />

terminada<br />

Validação<br />

Negativa<br />

Validação<br />

Negativa<br />

AMS-I.A.+AMS-<br />

I.D.<br />

AMS-I.A.+AMS-<br />

I.D.<br />

AMS-I.B.<br />

Tipo de<br />

Energia<br />

RCE<br />

(tCO2e/ano)<br />

Potência<br />

Instalada<br />

Madeira Elétrica 12.333 2.25<br />

Madeira Elétrica 10.817 2<br />

Casca de Arroz Elétrica 18.556 8.8<br />

India Registrado AMS-I.D. Casca de Coco Elétrica 5.379 1<br />

India Validação AMS-I.C. Prosopis Juliflora Térmica 7.737 4.2<br />

India Validação AMS-I.C. Pó de Bambo Térmica 10.960 23<br />

India Validação AMS-I.C. Prosopis Juliflora Elétrica 7.747 1.44<br />

India Validação AMS-I.C. Madeira Elétrica 23.046 3<br />

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O Mercado Voluntário


O que é este Mercado?<br />

‣ Um mercado mandatário possui limites de emissões de<br />

gases de efeito estufa (GEE) estabelecidos por uma<br />

entidade reguladora. Os emissores possuem metas de<br />

reduções e podem comprar créditos de carbono para atingir<br />

essas metas. (Exemplo: Mercado de Kyoto)<br />

‣ Um mercado voluntário de redução de emissões existe fora<br />

do escopo de um mercado mandatário. No entanto, há<br />

alguns conceitos comuns sobre elegibilidade de projetos,<br />

documentação a ser apresentada, etc.<br />

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Porque Comprar?<br />

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O tamanho deste Mercado<br />

• As reduções de emissões<br />

comercializadas no mercado<br />

voluntário, são comumente<br />

chamadas de Reduções Voluntárias<br />

de Emissões (Voluntary Emission<br />

Reductions -VERs)<br />

• A preocupação em se tornar “neutro<br />

em carbono“ (carbon free) contribui<br />

para o crescimento dos créditos<br />

voluntários, aumentando o volume de<br />

VERs comercializadas nos mercados<br />

voluntários globais.<br />

Ano<br />

Volume<br />

(tCO 2 e)<br />

2004 4 milhões<br />

2005-2006 20 – 50<br />

milhões<br />

2007 100 milhões<br />

(estimado)<br />

2010 400 milhões<br />

(estimado)<br />

Fonte: ICF<br />

Mitigating Climate Change Through Sustainable Development


Condiçõ<br />

ções de elegibildade<br />

‣ A princípio, qualquer projeto de redução de GEE pode se<br />

qualificar como fonte de VERs, desde que se tenham<br />

considerado os benefícios de créditos de carbono no momento<br />

da implantação do projeto.<br />

‣ Os projetos de MDL que perderam a data final para receber<br />

créditos retroativos e/ou começaram a reduzir emissões antes<br />

de serem registrados também podem se qualificar como VERs<br />

‣ Também vêm aumentando muito o mercado para créditos<br />

voluntários de projetos florestais, em parte devido ao escopo<br />

limitado das atividades de seqüestro de carbono permitidas<br />

nos termos do Protocolo de Kyoto<br />

Mitigating Climate Change Through Sustainable Development


Os preços dos VERs<br />

‣ Os preços são definidos de acordo com a<br />

qualidade do projeto, não quantidade<br />

‣ Os projetos “verdes” (como de energia renovável)<br />

são preferíveis<br />

‣ A conformidade com os padrões significa um<br />

prêmio significativo sobre outras opções<br />

‣ Os preços normalmente variam de US$ 2 a 5 por<br />

tCO 2 e.<br />

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Sites uteis


• www.unfccc.int<br />

Sites úteis<br />

• www.mct.gov.br<br />

• www.cd4cdm.org<br />

• www.ipcc.ch<br />

• www.chicagoclimatex.com<br />

• www.v-c-s.org<br />

• www.mgminter.com<br />

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Muito Obrigado!<br />

sdavid@mgminter.com<br />

www.mgminter.com<br />

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