MAPA da CIÊNCIA - inegi

inegi.up.pt

MAPA da CIÊNCIA - inegi

Instituto de Engenharia

Mecânica e Gestão Industrial

notícias

B o l e t i m I n f o r m a t i v o T r i m e s t r a l

nº 3

Agosto 2001

EDITORIAL

Os primeiros seis meses de 2001 indiciam um ano difícil em termos económicos.

A diminuição dos ritmos de crescimento da economia nacional, associada ao clima de pessimismo que actualmente atravessa a

sociedade portuguesa (e em especial a Indústria) e as dificuldades de implementação da designada Medida de Apoio à Dinamização

dos Sistemas Tecnológicos, da Formação e da Qualidade do POE, são factores que contribuem para estes indícios.

O INEGI, embora apresente durante o primeiro semestre um crescimento da sua actividade de facturação a Clientes, não pode esquecer

que, em 2000, o 2º Semestre foi extraordinariamente positivo e que não existem, pelo menos no imediato, perspectivas de aprovação

dos Projectos estruturantes que temos vindo a preparar (situação que se deve, fundamentalmente, à incapacidade da Administração

Central de regulamentar os diversos mecanismos de apoio às actividades industriais e respectivas infraestruturas tecnológicas).

Face a esta situação, torna-se fundamental racionalizar custos e aumentar taxas de produtividade, sob risco de o INEGI ver diminuir

drasticamente os recursos libertados durante os três últimos anos.

É esse o desafio que se coloca hoje ao INEGI e que tem de ser apreendido por todos os seus Colaboradores.

MAPA da CIÊNCIA

PARTICIPAÇÃO DO INEGI NA PORTO 2001

Pág.2

AND – Área de Negócios de Desenvolvimento de Produto

Projecto LOGNORTE

INEGI PROMOVE DESENVOLVIMENTO NAS EMPRESAS DA REGIÃO NORTE

Projecto PRETEXCO

Pág.5

PROJECTO DE SUCESSO REVOLUCIONA A PRODUÇÃO DE TÊXTEIS PARA COMPÓSITOS

DESTAQUES

BALANÇO PELO

ENGº JOSÉ SAMPAIO

INEGInotícias entrevista Dra. Ana Paula Mesquita

Pág.6

Pág.7

Pág.4


Mapa da Ciência

INEGI participa em iniciativa da Porto 2001

UMAPO

ACTIVIDADES

Incluído na Porto 2001, Capital Europeia

da Cultura, este roteiro científico nasceu da

ideia de que a cultura não é só arte, mas

também conhecimento. A sua componente

objectiva é indispensável e os conhecimentos

científicos e tecnológicos, revelam-se,

nesta vertente, da maior importância.

Assim, e até 21 de Outubro de 2001, os

quarenta e nove lugares que participam do

roteiro poderão ser visitados através de

marcação prévia, em horários a definir pelas

respectivas instituições.

As visitas ao INEGI realizam-se às segundas-feiras,

das 14 às 17 horas, sob marcação

na semana anterior, e incluem uma

descrição das actividades do Instituto, bem

como uma visita guiada pelos laboratórios

das Unidades Tecnológicas.

Esta iniciativa do Porto 2001, que se apresenta

como uma forma de dar a conhecer

as instituições tecnológicas e científicas da

O Mapa da Ciência é «um conjunto de percursos em torno dos

núcleos de investigação da cidade», que tem por objectivo dar a

conhecer às pessoas do Porto e visitantes, as instituições que se

dedicam às áreas da ciência e tecnologia.

Protocolo IPVC

cidade, no qual o INEGI está incluído, é de

enorme importância para todos os participantes.

Os lugares a serem visitados estão divididos

em cinco grupos – Microlugares; Lugares

do Corpo; Lugares do Espírito; Lugares da

Ciência; e Lugares da Tecnologia (onde

está incluído o INEGI) – havendo ainda

lugar para os Metalugares, relacionados

“com a ciência, a tecnologia e a indústria,

de agora ou do passado”, onde se destacam

a Barragem e Central de Crestuma-Lever,

a Estação de S. Bento e o Mercado Ferreira

Borges, entre outros.

Poderão ser obtidas mais informações em

www.mapadaciencia.org, ou através do

site oficial em www.porto2001.pt

INEGI e IPVC assinam Protocolo de Cooperação

INEGI cria uma nova unidade

Foi criada, recentemente, uma nova unidade

no INEGI: a Unidade de Maquinagem

e Protótipos (UMAPO).

Esta unidade, coordenada pelo Prof.

António Ferreira, tem como principais

objectivos servir de infraestrutura de

fabrico de sistemas mecânicos, necessários

ao desenvolvimento das outras

unidades do Instituto.

Contudo, a UMAPO pretende ir mais

longe, querendo intervir activamente no

desenvolvimento do sector, quer através

de projectos de Investigação e Desenvolvimento,

quer pela participação activa

no meio industrial, com a realização de

trabalhos solicitados pelas empresas.

Para cumprir os seus objectivos, a

UMAPO foi equipada com Sistemas de

Preparação da Maquinagem Assistida

por Computador – CAM – e equipamentos

computadorizados de fabrico – máquinas

CNC –, que permitirão, inclusivé,

servir de plataforma de suporte para um

ensino especializado dos conceitos e

tecnologias inerentes aos equipamentos.

AUDITORIA

de Higiene e Segurança

O Instituto realizou, recentemente, uma

Auditoria Interna de Higiene e Segurança,

cujo responsável foi o Dr. João Rodrigues.

No dia 30 de Maio do corrente ano, foi celebrado

um Protocolo de Cooperação entre o

INEGI e a Escola Superior de Tecnologia e

Gestão do Instituto Politécnico de Viana do

Castelo.

O Protocolo surge na sequência das relações

já existentes entre ambas as instituições no

âmbito da investigação científica e do desenvolvimento

tecnológico (I&DT) na área da Automatização

Industrial. Assim, o pessoal de

ambas as instituições poderá colaborar nas

actividades de I&DT e interagir nos projectos

da outra instituição, sendo os resultados científicos

divulgados como trabalho conjunto.

Este Protocolo de Cooperação foi homologado

pelo Presidente do Instituto Politécnico de Viana

do Castelo – Professor Doutor Carlos Rodrigues

– e pelo Presidente da Direcção do INEGI –

Professor Doutor J. F. Silva Gomes.

O Decreto-Lei 441/91 estabelece no seu

artigo 2º que todas as empresas, independentemente

do seu ramo de actividade,

devem organizar um serviço de

higiene e segurança no trabalho, podendo

o mesmo ser realizado internamente

ou através de uma empresa prestadora

do serviço.

O INEGI optou por organizá-lo internamente,

tendo nomeado como responsável

o Dr. João Rodrigues, que apresentava

todas as condições de aptidão, estabelecidas

por lei, para efectuar a respectiva

auditoria. O objectivo desta era a detecção

de anomalias nas instalações e equipamentos,

por forma a melhorar as

condições de trabalho do próprio Instituto

e, principalmente, preservar a segurança

e higiene necessárias para que todos os

seus colaboradores se sintam bem no

desempenho das suas funções.

Na sua sequência, foram definidas diversas

medidas, que corporizam a Política

de Higiene e Segurança do INEGI, e que

começaram já a ser implementadas com

bastante sucesso.

2

notícias inegi


notícias

Visitas de Alunos

do ensino secundário e superior

O INEGI foi recentemente visitado por

cerca de trinta alunos do ensino

secundário.

Esta visita enquadrou-se no âmbito do

Programa “Pense Indústria” do Centro

de Apoio Tecnológico à Indústria

Metalomecânica (CATIM), que visa

motivar os jovens estudantes para a

actividade Industrial.

A frequentarem o Agrupamento 1, da

Escola Secundária de Rio Tinto, os alunos

conheceram um pouco mais sobre o

INEGI, numa breve apresentação geral

do Instituto, na Sala Grande da Formação,

onde foram distribuídos cartões

para eventuais contactos e solicitações

de mais informações sobre as unidades

que seriam visitadas.

Divididos em dois grupos, estes alunos

tiveram, assim, a oportunidade de visitar

o CEMACOM e o CETECOFF, sendo-lhes

apresentados não só a generalidade das

unidades, mas também os seus respectivos

equipamentos.

Outra visita recente foi a dos alunos

do Instituto Superior Técnico de Lisboa

(IST).

A frequentarem o curso de Engenharia

Mecânica, no âmbito da disciplina de

Materiais Compósitos, os cerca de vinte

e cinco alunos visitaram as instalações

do CEMACOM, onde aprenderam mais

detalhadamente no que consiste a unidade

e os projectos em que esteve ou

está envolvida.

Shell Eco-Marathon

O INEGI-II esteve presente na Shell Eco-Marathon

O PROTÓTIPO EXPERIMENTAL INEGI-II DESLOCOU-SE,

ENTRE 7 E 10 JUNHO, A FRANÇA, PARA PARTICIPAR NA

XVII EDIÇÃO DO SHELL ECO-MARATHON, QUE SE REALI-

ZOU NO CIRCUITO DE NOGARO.

O INEGI-II é um veículo automóvel de dimensões

reduzidas construído com o

propósito de participar no Shell Eco-

Marathon, uma competição onde o objectivo

é percorrer o maior número de quilómetros

possível com apenas 1 litro de gasolina.

A equipa de trabalho do INEGI-II, coordenada

pelo Engº José Luís Esteves, e constituída,

na sua maioria, por alunos das licenciaturas

em Mecânica e Metalurgia da

FEUP, efectuou, relativamente ao seu antecessor,

grandes alterações ao nível do

chassi procedendo, ainda, à construção de

uma carroçaria nova de perfil aerodinâmico

bastante inovador, juntamente com melhorias

ao nível de motor e de transmissão.

Porém, e apesar das alterações, os resultados

da participação do INEGI-II ficaram

“aquém” das expectativas: a marca conseguida

ficou-se pelos 603 Km/litro, uma marca

inferior à realizada no ano anterior.

Num total de cerca de 160 participantes, o

INEGI-II obteve o 51º lugar, com a vitória

a sorrir à equipa japonesa “Fancy Carol”,

proveniente de Hiroshima, com a marca de

3444 Km/litro, constituindo um novo recorde

mundial.

Nova

frota automóvel

Aquisição de nova

frota de automóveis

Na sequência da implementação de

políticas de recursos humanos e de

racionalização de custos, o INEGI

adquiriu, recentemente, uma frota de

catorze veículos automóveis.

Destes, dois estão alocados aos Serviços

de Ambiente, um terceiro – Todo

o Terreno – serve a Unidade de Energia

Eólica e dois estão disponíveis para

deslocações profissionais, de natureza

diversa. Os restantes foram distribuídos

pelos membros da Direcção e Directores

de Unidade.

Com esta iniciativa, o INEGI conseguiu

uma substancial redução de custos e

a operacionalização das deslocações.

notícias inegi 3


ENTREVISTA com Eng.º José Sampaio

4ENTREVISTA

INEGInotícias (IN) - A Área de Negócios de

Desenvolvimento de Produto (AND) foi criada

em 1999. Qual o seu enquadramento

estratégico e o porquê da sua criação?

Engº J. Sampaio (JS) - A criação da AND

resultou da consolidação da ideia de que, por

um lado, há oportunidades de negócio importantes

na área de desenvolvimento de produto, e

por outro, que o INEGI possuí um grande potencial

para responder às necessidades específicas

desse tipo de serviços, visto possuir um conjunto

alargado de competências na área de engenharia.

Em termos estratégicos foram definidas três

orientações fundamentais: funcionamento numa

lógica de mercado, ter uma filosofia de negócio,

onde a rentabilidade é um factor fundamental,

e ser integradora de competências do INEGI.

IN - A AND dedica-se exclusivamente ao

desenvolvimento de produtos ou fornece

outros tipos de serviços tecnológicos?

Quais são as suas competências?

JS - Estabelecemos, como oferta da AND, o

desenvolvimento de novos produtos, a evolução

de produtos existentes, a racionalização e optimização

de produtos e consultoria especializada

na área de desenvolvimento de produto.

Entretanto, também estamos a reunir as

condições para que se possam oferecer

serviços de formação.

Em termos de competências técnicas, a AND

trabalha, principalmente, com o universo do

INEGI, do DEMEGI e, sempre que necessário,

com parceiros externos.

A AND possuí competências específicas em

projecto de equipamentos e em processos

estruturados de desenvolvimento de produto.

IN - O desenvolvimento de um produto obedece

a vários parâmetros de actuação e

pressupõe um processo específico de avaliação.

Como caracteriza esse processo?

JS - Desde a ideia, ou identificação de uma

necessidade, até ao produto, existe um complexo

processo de acções, para além do que

não é certo que o produto final tenha sucesso.

De acordo com os dados difundidos por várias

notícias inegi

A DESENVOLVER A SUA ACTIVIDADE DESDE 1999, A ÁREA DE NEGÓCIOS DE DESENVOLVIMENTO

DE PRODUTO (AND) DO INEGI, TEM VINDO A REGISTAR AUMENTOS PROGRESSIVOS, SITUAÇÃO

COMPROVADA PELO AUMENTO DAS RECEITAS. EM ENTREVISTA COM O RESPONSÁVEL POR

ESTA UNIDADE, ENGENHEIRO JOSÉ SAMPAIO, A INEGInotícias PRETENDEU SABER UM POUCO

MAIS SOBRE A AND E O SEU CONTRIBUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA

PORTUGUESA.

fontes, a taxa de insucesso no lançamento de

novos produtos é muito superior à taxa de

sucesso. Existem metodologias estruturadas

para o processo de desenvolvimento de produtos,

que têm como objectivo diminuir esse

mesmo risco e que, para tal, incluem ferramentas

que actuam desde o planeamento do processo

de desenvolvimento até ao lançamento

do produto no mercado, passando por técnicas

para a especificação de produtos.

Nesse sentido, a AND tem vindo a trabalhar

no sentido de utilizar essas metodologias para

rentabilizar a eficiência da sua actividade.

IN - Durante estes dois anos de existência,

como caracteriza a actividade da AND, em

termos de receitas e de participação em

projectos?

JS - A actividade tem vindo a crescer progressivamente,

bem como as receitas correspondentes.

Cremos que a actividade irá aumentar

ainda mais com projectos de impacto sectorial,

que se avizinham. Temos verificado um aumen-to

da dinâmica nesta área, quer por parte

das empresas, quer por parte de outras instituições

ligadas ao meio industrial, o que reforça

esta nossa convicção.

IN - Para um produto ser devidamente desenvolvido

são necessários meios técnicos

adequados. A AND tem os meios para efectuar

um serviço com qualidade?

JS - Em termos de meios técnicos, a AND

possui ferramentas computorizadas de apoio

à concepção e projecto. Outras unidades do

INEGI possuem meios complementares, como,

por exemplo, para a fabricação de protótipos,

dimensionamento utilizando técnicas de elementos

finitos e projecto de componentes em

chapa, etc... O universo INEGI/DEMEGI é rico

em meios técnicos e competências tecnológicas

e científicas, por esse lado penso que

estamos muito bem.

Na minha opinião, os meios mais importantes

da unidade não são tanto os meios técnicos, até

porque estes podem ser disponibilizados em

função das necessidades específicas de cada

projecto, mas sim as competências nos processos

de desenvolvimento de produto e na integração

de competências técnicas. Para isso

contamos com uma equipa jovem, num total de

oito pessoas, das quais seis de dedicam exclusivamente

a esta actividade e que têm vindo a

progredir de forma consistente no desenvolvimento

destas competências.

IN - Um dos grandes projectos em que a

AND esteve envolvida foi o SiProFit. Até

que ponto foi importante participar nesse

projecto?

JS - Foi muito importante por várias razões.

Em primeiro lugar, porque constituiu a demonstração

prática de que é possível levar a cabo

projectos de dimensão sectorial envolvendo

numa parceria instituições de I&D, produtores

de tecnologia, utilizadores de tecnologia e

entidades financiadoras, neste caso a DGI. Em

segundo lugar, porque permitiu alargar o mercado

potencial do INEGI através do estabelecimento

de relações de confiança com todos os

outros intervenientes na iniciativa e de um

melhor conhecimento do mercado do sector

têxtil e vestuário e, por último, mas não menos

importante, porque garantiu um nível de actividade

importante à AND.

IN - Qual a importância, para a indústria

portuguesa, da existência de serviços como

aqueles que a AND presta?

JS - Alguns estudos que foram realizados sobre

esta área, apontam para a necessidade vital

da indústria Portuguesa evoluir, quer nas

metodologias de trabalho quer no nível tecnológico

das soluções oferecidas, sob pena

de Portugal ficar apenas com uma actividade

residual nesta área. Grande parte das empresas

não têm dimensão, nem estrutura organizada,

para sozinhas serem bem sucedidas. A existência

deste tipos de serviços no INEGI pode,

assim, ser um contributo muito importante para

o desenvolvimento da nossa indústria e, em

par-ticular, do sector dos bens de equipamento,

que é apontado como um dos que mais necessita

de investir em novas metodologias de

trabalho, no incremento do nível tecnológico

das soluções oferecidas e na procura constante

de inovação.


notícias

Projecto LogNorte

O PROJECTO LOGNORTE – CARACTERIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DA LOGÍSTICA NAS EMPRESAS DA REGIÃO NORTE E IDENTIFICAÇÃO

DE ESTRATÉGIAS DE EVOLUÇÃO É VOCACIONADO PARA A MELHORIA DA PERFORMANCE DA LOGÍSTICA NAS EMPRESAS

DESTA REGIÃO DO PAÍS.

Muitas das empresas descuram a importância

das operações de logística no seu negócio,

concentrando o seu esforço noutro tipo

de actividades, principalmente nos processos

produtivos. No entanto, a logística tem

vindo a desempenhar um papel cada vez

mais importante no dia a dia das empresas,

tornando-se um dos principais factores de

criação de vantagem competitiva.

As infra-estruturas logísticas criadas e aquelas

cuja criação está prevista vão, certamente,

abrir novas possibilidades às empresas

em termos de estratégias logísticas a

adoptar.

Na perspectiva de fomentar o desenvolvimento

da logística na região Norte o INEGI

decidiu lançar o Projecto LogNorte apoiado

pela Comissão de Coordenação da Região

Norte (Medida 1.4 – Valorização e Promoção

Regional e Local do Eixo Prioritário 1 do Programa

Operacional da Região Norte).

No projecto LogNorte os principais

parceiros são as empresas.

Os destinatários do projecto são, principalmente,

as empresas industriais, da Região

Norte, que exerçam uma actividade produtiva.

Este projecto pretende, com a participação

das empresas, desenvolver uma ferramenta

para, por um lado, avaliar o seu desempenho

logístico e identificar os pontos onde encontra

desempenhos inferiores aos das restantes

empresas e, por outro lado, identificar estratégias

que maximizem o desempenho

da sua cadeia logística.

O desenvolvimento do projecto

assenta na participação activa de

empresas industriais da Região Norte.

Ao aderir as empresas vão beneficiar de

um conjunto de vantagens:

• Diagnóstico do seu desempenho

logístico sem custo para a empresa;

• Relatório de análise de dados personalizado;

• Relatório global do projecto;

• Convite para a sessão final de divulgação

de resultados;

• Possibilidade de acesso a informação

diversa sobre logística disponível através

do INEGI.

Às empresas participantes será pedido que

respondam a um questionário para o qual

se garante total confidencialidade da informação

fornecida.

Este questionário, cuja profundidade será

ajustada ao grau de desenvolvimento da

função logística na empresa, está organizado

por temas, a saber:

• Dados genéricos da empresa;

• Caracterização dos clientes;

• Dados da função logística;

• Caracterização do sistema de informação;

• Caracterização da estrutura de custos;

• Definição do modelo da cadeia de abastecimento;

• Caracterização da relação com os fornecedores;

• Serviço a clientes.

Para cada tema existe um conjunto de

questões que procura definir o perfil da

empresa nessa área.

Os dados compilados permitirão gerar um

conjunto de conclusões de interesse para

a empresa e de âmbito mais geral que constarão

de um relatório global do trabalho,

também disponível às empresas participantes.

LogNorte

Tem tudo a ver com

logística. Participe.

O processo de adesão pode ser

efectuado através do site:

www.inegi.up.pt/lognorte

a partir de 3 de Setembro. Aí pode

encontrar toda a informação sobre

o projecto.

Para esclarecimento de eventuais

dúvidas quanto à participação da

sua empresa, contacte-nos através

do e-mail:

lognorte@inegi.up.pt

PROJECTOS

notícias inegi 5


Projecto PRETEXCO

INTERNACIONALIZAÇÃO

INICIATIVAS

Parceria entre INEGI e CITEVE

Quando comparados com metais, os materiais

compósitos apresentam a grande

vantagem de terem um peso mais reduzido.

E, apesar do seu peso reduzido, os

compósitos mantêm as principais características

de desempenho, como a resistência

ao impacto, flexão e tracção.

Aliás, os estudos realizados têm demonstrado

que as resinas, reforçadas com

materiais têxteis, conseguem apresentar,

inclusivé, melhorias significativas, quer ao

nível das propriedades físicas, quer ao

das mecânicas.

Mas a morosidade deste processo, que

consiste em posicionar, manualmente,

camada a camada, a estrutura têxtil intercalada

com a resina, tem reclamado a

procura de soluções mais adequadas.

Para tal, estudaram-se variadas estruturas

têxteis, com especial destaque para as

3D, em fibras de poliéster, como reforço

de materiais compósitos produzidos por

RTM (Resin Transfer Molding), a serem

aplicadas na produção de painéis para a

indústria automóvel, como, por exemplo,

um “capot”.

Os objectivos traçados para o PRETEXCO

foram plenamente alcançados. Substitui-se

a tradicional fibra de vidro por uma outra

estrutura têxtil de malha teia e não tecido

conseguindo-se, ainda, valores de resistência

à tracção, flexão e ao impacto idênticos

e a custos inferiores.

O PROJECTO PRETEXCO,

COMPÓSITOS PARA AU-

TOMÓVEIS, LIDERADO PELO

CITEVE – CENTRO TEC-

NOLÓGICO DA INDÚSTRIA TÊX-

TIL E DO VESTUÁRIO –, CONTOU

COM A COLABORAÇÃO DO INE-

GI, ATRAVÉS DA UNIDADE

TECNOLÓGICA DE MATERIAIS

COMPÓSITOS, NA REALIZAÇÃO

DE ENSAIOS DE DESEMPENHO

E PRODUÇÃO DE PEÇAS (PRO-

TÓTIPOS) UTILIZANDO TÊXTEIS

TÉCNICOS.

O PRETEXCO, mais do que uma inovação,

veio demonstrar que existem novas oportunidades

de negócio na produção de têxteis

para compósitos.

Liderado pelo CITEVE e com a parceria

do INEGI, o PRETEXCO contou ainda com

a colaboração da DECORTEX, no desenvolvimento

de estruturas de malha teia; da

ALTO, na produção de peças em material

compósito e do GRUPO SALVADOR CA-

ETANO como utilizador.

A apresentação do PRETEXCO realizou-

-se no dia 30 de Maio do corrente ano, nas

instalações do CITEVE (Vila Nova de Famalicão)

e numa sessão que contou com

a presença do Ministro da Ciência e Tecnologia,

Mariano Gago, do então Ministro

da Economia, Mário Cristina de Sousa e

do Director Geral da Indústria, António

Pinheiro, entre outras personalidades.

INEGI na Europa

A Engª Maria José Marques esteve presente,

no dia 14 de Junho, na European Procast

User Meeting 2001: "Procast Application to

Increase Casting Yield", onde apresentou

um trabalho na CALCOM, Suíça.

De 13 a 17 de Junho, o Engº Rui Neto e o Prof.

Barbedo de Magalhães deslocaram-se a França

– Sévres –, ao CTIF, para o arranque dos

trabalhos relativos ao projecto “Durville”.

O Engº António Ferreira fez parte da reunião

de Coordenadores Europeus do Meeting Cluster

6, que se realizou em Corfu, na Grécia,

entre 20 e 24 de Junho.

O Engº António Nicolau marcou presença na

Reunião do Projecto MABCERN, em Genebra,

Suíça, nos dias 21 e 23 de Junho.

O Prof. António Torres Marques participou,

em 27 de Junho, numa reunião restrita do

“Task Group TG17 da CEN/TC155”, no Centre

de Recherche et de Controle des Eaux e, no

dia seguinte, numa reunião da Comissão

Científica do ORAGEC`02, em Paris, França.

Os Engºs Miguel Ferreira, Fernando Junça,

Paulo Pinto, e o Prof. Álvaro Rodrigues, da

Área de Negócios de Eólica, deslocaram-se

a Copenhaga, na Dinamarca, entre 2 e 6 de

Julho, onde apresentaram duas comunicações

na “European Wind Energy Conference

and Exhibition”.

INEGI na Ásia

O Engº António Nicolau deslocou-se ainda a

Beijing, na China, nos dias 25 e 29 de Junho,

para participar na 13ª edição da “International

Conference of Composite Materials” – ICCM13.

INEGI nos E.U.A.

A Drª Sónia Bastos deslocou-se, entre 2 e 19

de Maio, aos E.U.A, mais precisamente a Cape

Canaval, na Florida, para realizar um estágio

no âmbito da ligação entre o INEGI e a NASA.

O Engº Rui Neto deslocou-se aos E.U.A, a

Cincinatti, entre 15 e 17 de Maio para assistir

à Conferência e Exposição "Rapid Prototyping

e Manufacturing 2001", no âmbito dos

projectos “Fabrico Rápido de Ferramentas”

e “Modelos Médicos”, cujas candidaturas a

projectos mobilizadores vão ser efectuadas

a partir de Julho de 2001.

O Engº José Sampaio também esteve presente

nos E.U.A., entre 9 e 18 de Junho, no âmbito

da missão do sensor de ideias SiProFit. O

seu objectivo foi conhecer o sector têxtil nos

E.U.A., adquirir novos conhecimentos e realizar

alguns contactos.

INEGI em África

O Engº António Castro Vide, na sequência do

apoio institucional ao projecto “Fundação

Universitária” da Universidade Eduardo Mondlane,

deslocou-se a Maputo, Moçambique,

entre 6 e 14 de Julho.

6

notícias inegi


notícias

INEGInotícias

entrevista Dra. Ana Paula Mesquita

NO ÂMBITO DO PROJECTO AMMNET, QUE TEM COMO OBJECTIVO DEFINIR, PROTOTIPIFICAR, CONSTRUIR, IMPLEMENTAR

E DIVULGAR OS COMPONENTES QUE SUPORTARÃO A INTRANET DA A. M. MESQUITA, ENTENDIDA COMO UMA REDE DE

COMUNICAÇÃO PRIVADA QUE INTEGRA TODO O GRUPO DE COLABORADORES DA EMPRESA E OUTROS PARCEIROS, O

INEGInotícias ENTREVISTOU A DRª. ANA PAULA MESQUITA, ACCIONISTA E ADMINISTRADORA DA EMPRESA.

INEGInotícias (IN) - O projecto AMMnet é

bastante ambicioso e apresenta-se como um

projecto muito inovador. O que levou a A.M.

Mesquita a escolher o INEGI como parceiro

na sua elaboração e desenvolvimento?

Dra. Ana Paula Mesquita - Este não é o

primeiro projecto de inovação na história mais

recente da Mesquita. Já em 1996 havíamos,

juntamente com a Andersen Consulting, levado

a cabo um projecto de contornos muito originais

para empresas de construção civil da nossa

dimensão, nomeadamente na reformulação

dos métodos de gestão, passando a um modelo

desenvolvido em processos e apoiados

num “performante“ sistema informático integrado

de gestão, a que denominamos Sligo.

A implementação dos novos métodos e sistemas

"revolucionaram" a empresa, onde se

instalaram verdadeiros hábitos de mudança.

O “bichinho” tinha ficado, e o desejo de ir mais

longe com um processo de comunicação fluente,

no âmbito da empresa, tornou-se mais

forte.

Sabíamos que o INEGI integra um conjunto

de quadros e meios com profunda aptidão

para a investigação aplicada às empresas.

Neste sentido, realizaram-se um conjunto de

reuniões estratégicas entre nós, o INEGI, a

Universidade da Madeira e a Andersen que

permitiram montar um projecto original e francamente

inovador.

IN - Relativamente à participação do Instituto,

o trabalho desenvolvido tem-se revelado positivo?

Dra. Ana Paula Mesquita - Para além dos

frutos claramente positivos do trabalho que

tem vindo a ser desenvolvido, poderei classificar

como, no mínimo, fascinante a interligação

entre as equipas da nossa empresa e a equipa

que o INEGI destacou. De facto o projecto

AMMNet é seguramente a prova de que é

possível obter um trabalho sério e profícuo

entre o meio científico e o meio empresarial.

IN - O projecto visa a evolução de todo o modelo

de gestão interno e externo da empresa. Quais

vão ser as mais valias da sua aplicação e até

que ponto vão modernizar a empresa?

Dra. Ana Paula Mesquita - O projecto AM-

MNet previu a criação de uma intranet e de

uma extranet, num processo metódico, subdividido

em diversos subprojectos, alguns dos

quais já implementados e outros em fase de

testes finais. É assim possível estimar desde

já o seu impacto.

Antes de mais, a empresa comunica hoje

internamente com muito mais fluência e fiabi-

Dra. Ana Paula Mesquita é Accionista e

Administradora do Grupo Mesquita &

Filhos, S.A. da empresa de Construção

Civil e Obras Públicas Alberto Martins

de Mesquita & Filhos, S.A.

lidade. De facto para uma empresa na área

da Construção Civil e Obras Públicas, com

estaleiros espalhados em todo o território

continental e uma importante delegação na

Madeira, é fundamental a rapidez e credibilidade

da comunicação interna com impacto

directo na diminuição de custos de estrutura.

O subprojecto extranet desenhos (para apenas

citar um exemplo) permite a ligação com

os principais fornecedores, subempreiteiros

ou mesmo projectistas. Responder a um

concurso de subempreitada lançado por nós

via extranet, torna desnecessárias as morosas

cópias dos processos. Igualmente a

pormenorização de projectos de arquitectura

é agora possível, sem que preparadores ou

projectistas tenham que sair do seu local de

trabalho.

O AMMNet de alguma forma aumenta a

dimensão da empresa, permite forte diminuição

de custos de estrutura e comunicação,

melhora a fidelidade da comunicação

e incentiva-a, permite aceder sinergética e

uniformamente a um conjunto de informações

da empresa criticos para o incremento e

melhoria do nosso "know-how".

IN - Acha que a evolução do sector, em

Portugal, passa pela adesão das empresas

às novas tecnologias? Sente que as empresas

têm procurado adaptar-se a esta realidade?

Dra. Ana Paula Mesquita - Sem dúvida. Este

é um sector que não pode voltar as costas às

novas tecnologias, e quem não o perceber

quanto a mim ficará em segundo plano.

Estamos tão conscientes disto que, dado que

o AMMNet está praticamente a encerrar, decidimos,

em conjunto com o INEGI, desenhar

outro projecto que explora a aplicação das

novas tecnologias à nossa actividade, tendo-

-nos candidatado já a um apoio comunitário.

Sabemos que outras empresas concorrentes

estão a fazer esforços no mesmo sentido e,

dado que o projecto AMMNet é um projecto

aberto, estaremos (como sempre estivemos)

prontos para de forma detalhada demonstrar

aos colegas empreiteiros interessados, o âmbito

do projecto e o impacto positivo na actividade.


ESTALEIRO A

ESTALEIRO X

ESTALEIRO Y

Delegação

do Funchal

Projectistas

Clientes

Fornecedores

ESTALEIRO Z

Ligação à INTERNET

Ligações RDIS

para telefone,

fax, dados,

etc..

Sede

AMM

Ligações ATM

para telefone,

fax, dados,

video conferência,

etc..

Delegação

no Estrangeiro

Associações


ESTALEIRO B

Delegação

em Lisboa

Ligação à

INTERNET

Ligação à

INTERNET

Ligações à INTERNET

EDI na INTERNET

I N T E R N E T

ENTREVISTA

notícias inegi 7


Gabinete de Formação Profissional do Inegi

CURSOS PARA 2001

FORMAÇÃO

O GABINETE DE FORMAÇÃO DO INEGI, PARA ALÉM DOS HABITUAIS CURSOS QUE TÊM VINDO A SER REALIZADOS NOS ÚLTIMOS ANOS, ESTÁ A DESENVOLVER

ACÇÕES DE FORMAÇÃO FINANCIADAS PELO PROGRAMA OPERACIONAL EMPREGO, FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL (POEFDS). A ADESÃO AOS

CURSOS FOI BASTANTE POSITIVA, COM ESPECIAL DESTAQUE PARA O CURSO DE TÉCNICO DE QUALIDADE QUE, DEVIDO AO GRANDE NÚMERO DE

INSCRIÇÕES, DEU ORIGEM À CRIAÇÃO DE DUAS TURMAS. NO TOTAL, O INEGI ESTÁ A DAR FORMAÇÃO A MAIS DE QUARENTA PESSOAS. ASSIM, E TENDO

EM CONTA O SUCESSO DOS CURSOS MINISTRADOS, O GABINETE DE FORMAÇÃO ENCONTRA-SE A PREPARAR UMA NOVA CANDIDATURA AO POEFDS PARA

O ANO DE 2002.

Curso de Especialização em Gestão Ambiental

OBJECTIVOS

Transmitir, de forma integrada e desenvolvida, conhecimentos que permitam

aos participantes gerir os impactos ambientais das suas empresas, o seu

relacionamento com os organismos oficiais, na detecção e resolução de

problemas ambientais, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

DESTINATÁRIOS

Responsáveis ambientais, directores industriais, quadros dirigentes de

empresas industriais e quadros de câmaras municipais.

EDIÇÃO

Outubro a Dezembro

OUTRAS INFORMAÇÕES

Curso em reestruturação.

CEGI - Curso de Especialização em Gestão Industrial

OBJECTIVOS

Transmitir conhecimentos que possibilitem analisar, planear e controlar

sistemas industriais que proporcionem o acompanhamento das novas

exigências tecnológicas.

DESTINATÁRIOS

Directores industriais e/ou de produção, quadros dirigentes de empresas

industriais e responsáveis directos pela produção.

EDIÇÃO

1º Módulo: início previsto para Setembro

2º Módulo: 1ª edição - Setembro a Novembro (2001);

2ª edição - Abril a Junho (2002)

3º Módulo: 1ª edição - Setembro a Novembro (2002)

DURAÇÃO

70 horas DURAÇÃO

279 horas

SEGIN- Curso de Segurança Contra Incêndio: Prevenção e Regulamentação

OBJECTIVOS

Familiarização dos técnicos com os conceitos básicos do fenómeno do

fogo e com as formas de aplicação da Regulamentação de Segurança

Contra Incêndio nas suas diversas vertentes (Projecto, Inspecção,

Licenciamento e Segurança).

Workshop- Simulação de Gestão de Produção

OBJECTIVOS

Conjugar o que de mais recente se tem feito ao nível da gestão de

produção, das tecnologias de informação utilizadas com a possibilidade

de, através da simulação, oferecer uma experiência avançada de gestão

de recursos produtivos.

DESTINATÁRIOS

Técnicos envolvidos no projecto, inspecção, licenciamento e segurança

das construções

EDIÇÃO

Setembro de 2001

EDIÇÃO

Ínicio previsto para Setembro 2001

OUTRAS INFORMAÇÕES

Curso financiado pelo POEFDS.

DURAÇÃO

16 horas DURAÇÃO

60 horas

Quadros Técnicos

O programa "Formação de Quadros Técnicos Especialistas" tem o

objectivo de auxiliar as empresas a complementar a formação dos

seus quadros por forma a obter técnicos com competências específicas

que possam dar imediatamente resposta a um conjunto de necessidades

típicas da Indústria: Qualidade; Gestão de Operações; Laboratório;

Metalomecânica; Conformação Plástica e Materiais Compósitos.

Deste modo, o INEGI criou os seguintes cursos:

* Técnico de Qualidade;

* Técnico de Gestão de Operações;

* Técnico de Metalomecânica;

* Técnico de Conformação Plástica;

* Técnico de Materiais Compósitos; e

* Técnico de Laboratório.

Todos os cursos são financiados pelo POEFDS e estão divididos em

módulos de, aproximadamente, 280 horas.

Materiais Compósitos

O INEGI criou o seguinte curso:

• Desenvolvimento de Produtos em Materiais Compósitos -

- o curso tem a duração de 90 horas. Data da 1ª edição: Setembro.

Este curso é financiado pelo POEFDS.

O INEGI é uma entidade devidamente acreditada pelo INOFOR -

- Instituto para a Inovação na Formação.

A frequência com aproveitamento dos cursos garantirá a atribuição,

por parte do INEGI, de um Diploma.

Os cursos são realizados, preferencialmente, em horário pós-laboral.

Para mais informações, contactar:

Fernanda Sousa / Cristina Lousinha

Tel - 22.9578716

E-mails - fosousa@inegi.up.pt / clousinha@inegi.up.pt / atorres@inegi.up.pt

FICHA TÉCNICA

SEDE: RUA DO BARROCO, Nº174 • PROPRIEDADE: INEGI • DIRECTOR: RUI SÁ • COORDENAÇÃO E DIRECÇÃO: RUI SÁ /JORGE BALDAIA • EDIÇÃO: INEGI

DESIGN: PLENIMAGEM, LDA. • REDACÇÃO E GESTÃO EDITORIAL: PLENIMAGEM, LDA • DISTRIBUIÇÃO: INEGI • PERIODICIDADE: TRIMESTRAL

TIRAGEM: 750 EXEMPLARES

8 notícias inegi

More magazines by this user
Similar magazines