Redes de Polietileno - Experiência do DMAE - Sabesp

site.sabesp.com.br

Redes de Polietileno - Experiência do DMAE - Sabesp

QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREPREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGREDEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOSREDES DE POLIETILENOEXPERIÊNCIA DO DMAE/POA


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREI - EXPECTATIVAS INICIAISAtrativos e Obstáculos1. ATRATIVOS INICIAIS1.1. Facilidade de Instalação– Programa 100km/ano1.2. Eliminação de Vazamentos – Ausência de junta1.3. Diminuição de “gatos” - Não “colas plásticassticas”1.4. Flexibilidade do material – Acessos, obstáculos2. OBSTÁCULOS INICIAIS2.1. Desconhecimento do Material - Resina2.2. Normatizaçãoe Outras Experiências – DIN, ISO2.3. Manutenção– Equipamentos, Peças, Transporte2.4. Pessoal Qualificado - Terceirização


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREREDES PEAD E REDES TOTAISAGUA (KM) 2002 2003 2004 2005 2006REDES PEAD 1050 1160 1300 1415 1541REDES TOTAIS 3306 3382 3479 3554 3642PERCENTUAL 31,76044 34,29923 37,36706 39,8142938 42,311917ESGOTO (KM)REDES PEAD 0,3 0,5 0,5 1,35 5,93REDES TOTAIS 1327 1351 1395 1433 1481PERCENTUAL 0 0 0 0,09 0,4


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREII - USO DO PEADExperiências Exitosas - Problemas1. As primeiras Experiências – Sucessose Fracassos – Tubo, Conexões, Te de Serviço2. Criação de Normas Próprias– Apoio ABPE3. Barreiras Legais – Executantes x Lei 8666/934. Treinamento de Pessoal Próprio– Fiscais eSoldadores5. Fornecimento


CONSERTOS REDE PEADQUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREGERAL (KM) 2002 2003 2004 2005 2006 TOTAIS PERC.SERVIÇOS EXECUTADOS 940 894 1196 833 604 4467 100,00%CAUSA NÃO REGISTRADA 277 230 294 174 90 1065 23,84%ACIDENTES 230 209 417 205 144 1205 26,98%FALHAS NA SOLDA 243 242 268 177 176 1106 24,76%LIGAÇÕES INADEQUADAS 39 23 16 4 0 82 1,84%DEFEITO NO TUBO 151 190 201 273 194 1009 22,59%


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREIII – CONSOLIDAÇÃO DO USODO PEAD1. Novas Resinas – PE80 e PE1002. Opções de Fornecedores3. Diversidade de Conexões4. Qualificação de Pessoal – Próprio edos Contratados5. Qualificação do Recebimento – ABPE,Testes de Fábrica, Testes Recebimento


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREDiscriminaçãoR$/metro DN100 DN200 DN300 DN400 DE110 DE225 DE315 DE400Serviços:01. Escav.Mec.Terra 4,01 4,81 6,31 9,72 2,62 2,62 4,74 4,7402. Reaterro c/ Areia 20,38 25,78 31,52 43,9 16,48 16,48 22,64 22,6403. Escoramento Desc 23 23 23 23 - - - -04. Montagem/Assent. 6,43 9,82 13,25 17,65 4,56 5,89 6,9 7,1905. Pav.Basalto Irreg. 21,76 21,76 - - 15,23 15,23 - -06. Pav. Asfalto - - 177,52 177,52 - - 124,26 124,2607. Entroncamento 0,4 0,48 0,53 0,62 0,45 0,45 0,58 0,5808. Lavagem/Deseinf. 0,6 0,75 0,93 0,97 0,42 0,47 0,49 0,51Sub-Total 1Materiais:F E R R OP E A D76,58 86,25 253,06 273,38 39,76 41,14 159,61 159,9201. Tubos 101,15 157,28 214,52 287,9 30,82 127,27 250,35 403,0802. Conexões 18,09 27,72 37,86 50,8 5,43 22,53 44,18 71,1303. Ligação Predial 20 19,63 26,48 - - 23,8 27,5 - -Sub-Total 2 138,87 211,48 252,38 338,7 60,05 177,3 294,53 474,21TOTAIS GERAIS 215,45 297,73 505,44 612,08 99,81 218,44 454,14 634,13


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGRECONSERTOS - DADOS COMPARATIVOSTEMPO CUSTOS(R$) CONSERTOS N° EQUIPESDN 100 DN 200 DN 100 DN 200 POR KMPEAD 1h20 2h30 87,75 680,50 0,62 3OUTROS 3h00 4h15 321,00 1.415,00 0,90 31


QUALIDADE TOTAL PARA PORTO ALEGREIV– RESULTADOS E PERSPECTIVASFUTURAS1. RESULTADOS OBTIDOS1.1. Facilidade de Instalação– Redução de Tempo1.2. Custos Menores – Instalação com Fornecimento, Conexões, Espaçoem Depósitos1.3. Redução de Perdas – 35 %1.4. Manutenção Reduzida – Equipes, Equipamentos2. A EVOLUÇÃO DO MATERIAL2.1. Resinas2.2. Conexões2.3. Equipamentos3. EVOLUÇÃO DE INSTALADORES3.1. Empresas Qualificadas – CESO 4012/40133.2. Qualificação de Soldadores3.3. Qualificação de Equipamentos3.4. Qualificação dos Testes de Recebimento

More magazines by this user
Similar magazines