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III Simpósio Grandes Culturas.SojaManejo do Solo: Fertilidade e Adubação.Universidade Estadual de Maringá. UEM18 de junho de 2010.


Produtividade da sojaMáxima produtividade da soja• 2000 kg ha• 3000 kg ha• 4000 kg ha• 5000 kg ha• 6000 kg ha• 7000 kg ha• 80 sc/alq• 121 sc/alq• 160 sc/alq• 198 sc/alq• 242 sc/alq• 280 sc/alqMelhor rendimento técnico econômico.


Produção e rendimento de sojaProdução mi/tRendimento kg/haanoBrasilPRBrasilPR05/06 55,0 9,6 2419 242206/07 58,3 11,9 2823 299507/08 60,0 11,8 2816 299108/09 57,1 9,5 2629 233709/10 66,4* 13,9 2901* 3100Fonte: CONAB2010


adubos


CUSTO DE PRODUÇÃO SOJA01 ALQUEIRE – P.D. SAFRA 09/10 –1) Operações: Quantidade R$ %• Dessecação (2x) 48,00 1,89• Plantio (1x) 110,00 4,34• Herbicida (2x) 48,00 1,89• Inseticida (2x) 48,00 1,89• Fungicida (2X) 48,00 1,89• Inoculação (1X) 4,00 0,15• Colheita (1x) 300,00 11,84Sub- total (1)........................................................ 606,00 23,892) Insumos Quantidade R$ %• Semente (1x) 160 Kg 128,00 5,06• 00 – 20 – 20 (1x) 700 Kg 448,00 17,70• Inoculante (1x) 2 D/50 Kg 13,80 0,55• Roundap (1x) 8,0 l 78,40 3,10• 2,4 D (1x) 2,5 l 28,75 1,13• Pivot (1x) 2,0 l 60,00 2,36• Basagran (1x) 2,0 l 66,00 2,60• Podium (x) 2,5 l 90,00 3,55• Priotixtra + Ninbus (1x) 0,75 l +1,5 l 99,00 3,90• Opera (1x) 1,25 l 100,00 3,94• Dimilim (2x) 0,32 Kg 30,08 1,18• Tamaron (3X) 6 l 87,00 3,43• Energic (1X) 1 l 9,00 0,36• Classic (1x) 0,12 Kg 62,50 2,47• Folicur CE (1x) 1,25 l 64,50 2,95• AssitT (1x) 2,0 l 11,60 0,47Sub-total(2) ........................................................ 1.386,63 54,753) Outros Custos: R$ %• Frete da propriedade (145,7 Sc) – 0,60/Sc 78,42 3,45• Recepção e secagem (15° umid..) – 0,57 / Sc 83,05 3,28• Assistência técinca (2 %) 41,14 1,63• FUNRURAL- 2,3 % (30,00/Sc) 96,60 3,82• Custo financeiro 14 % a.a (10 meses) (1 + 2) 232,47 9,18Sub-Total(3) .................................................540,68 21,36Total Geral (1+2+3) ...................................... 2.533,31 100%


Análise do solo.- período- quantidade- profundidade- laboratório- micronutrientesAnálise quím ica do solo----------------------------------------------------------------------------------------------Nº pH Al Ca Mg H/ Al CTC K P V M.O.agua meq/100g ppm % %------ ---------------------------------------- --------------- ------ ------01 6,0 0,0 4,1 0,4 2,60 7,21 58 9,0 63,9 3,602 5,8 0,2 2,0 0,5 4,72 8,60 24 4,5 38,2 2,5


Indicação de adubação fosfatada para soja noEstado do Paraná. Embrapa Soja, 1999.________________________________________________Análise de solo Quantidade a aplicar-------------------------------------------------------------------............ mg.dm -3 ............. ............... kg.ha -1 ............P P 2 O 5< 3,0 90 – 1003,1 a 6,0 70 – 80> 6,0 50 – 60________________________________________________


Adubação fosfatada de semeadura para a soja._______________________________________________________________Rendimento P mg dm -3...................................................................................................0 - 3 4 – 8 9 – 20 > 20t ha -1 .......................... P 2 O 5 kg ha -1 ..........................1,5 – 1,9 75 50 40 30 202,0 – 2,4 96 60 50 40 202,5 – 2,9 116 80 60 40 203,0 – 3,4 132 90 70 50 303,5 – 4,0 160 * 80 50 40Fonte: Mascarenhas, H.A.A e Tanaka, R. T. Bol. Técnico nº 100. IAC. 1997


Recomendação de adubação de adubação fosfatada para a cultura de soja nosEstados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.----------------------------------------Classe de solo 1 --------------------------------------Teor de P 1 2 3 4 555% 41 a 55% 26 a 40 % 11 a 25% 5 a 10%no solo 1 ----------------------------------------------Cultivos-----------------------------------------1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º------------------------------------------------kg P 2 O 5 ha -1 --------------------------------------Limitante 140 75 50 130 60 40 120 50 40 120 50 40 130 60 40Muito Baixo 105 60 40 95 40 R 85 R R 85 R R 95 40 RBaixo 75 50 R 65 R R 55 R R 55 R R 65 R RMédio 50 R R 40 R R 30 R R 30 R R 40 R RSuficiente 30 R R 20 R R 20 R R 20 R R 20 R RAlto ≤20 ≤R R ≤20 ≤R R ≤10 ≤R R ≤10 ≤R R ≤10 ≤R RR (reposição): 2t/ha 80 sac/alq 25 kg P 2 O 5 /ha;2t a 3 t/ha 81 a 121 sac/alq 40 kg P 2 O 5 /ha;> 3t/ha 122 sac/alq 60 kg P 2 O 5 /ha_________________________________________________________________________Fonte: CFS- RS/SC. 2000


Produtividade de soja.Balsas. MA 1993Análise de solo_______________________________________________________________pH Al Ca Mg P K M.O. V...........cmol C dm-3 ........... .......mg dm-3 ...... ............%...........5,2 0,0 2,8 0,9 13 84 2,4 48______________________________________________________________Adubação. 430 kg/ha 02 - 20 - 182,5 kg de Zn - 0,2 kg de B - 0,12 kg de Mo0,4 kg de Cu - 0,30 kg de Mn - 0,03 kg de CoProdutividade: 5.684 kg/ha 94sac/ha 227sac/alqCRISTALINAFonte: POTAFOS 1996.


Produtividade de soja.Dourados MS 1997Análise de solo_______________________________________________________________pH Al Ca Mg P K M.O. V...........cmol C dm-3 ........... .......mg dm-3 ...... ............%...........5,2 0,0 10,6 1,4 24 318 2,8 72______________________________________________________________Adubação. zero kg/ha 00 - 20 - 20Produtividade: 4.860 kg/ha 81sac/ha 196 sac/alqAdubação. 450 kg/ha 00 - 20 - 20Produtividade: 4.860 kg/ha 81sac/ha 196 sac/alqBR – 16FONTE: Embrapa CPAO


Fósforo no solo em função de adubação para a sucessão trigo soja.1989 a 2002.Embrapa- soja._________________________________________________________________P 2 O 5anossoja trigo 90 92 94 96 98 00 02.........kg ha........ ......................................mg.dm -3 ..............................................0 0 9,4 9,0 7,3 5,6 4,6 4,0 3,70 50 11,0 11,4 11,5 9,3 8,7 7,4 6,330 50 11,2 12,4 11,9 10,7 9,5 10,7 10,460 50 13,5 14,7 16,3 17,8 15,2 17,8 20,5_________________________________________________________________Fonte: Lantmann. 2002


Tabela 8. Potássio extraível (Mehlich 1), em LatossoloVermelho, em função da adubação potássica aplicadapara a sucessão soja/trigo no período de 1990 a 2002,Londrina PR.__________________________________________________soja trigo 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002.....kg ha ...* ...............................K cmol c dm -3 ................................0 0 0,39 0,38 0,28 0,20 0,17 0,16 0,100 30 0,38 0,33 0,25 0,26 0,20 0,16 0,1450 30 0,40 0,41 0,35 0,39 0,36 0,32 0,30100 30 0,42 0,46 0,48 0,46 0,44 0,42 0,46__________________________________________________* Quantidade aplicada anualmente.Fonte: Lantmann, et al. (2002).


Sucessão de culturas, teor de fósforo no solo erendimento de soja, em latossolo vermelho. EmbrapaSoja, 1999.___________________________________________________Tratamentos Prof. P Rendimentoanos cm mg dm -3 kg ha -195 96 97 ......... .......... 97 98tm - mi tm – soj tri –soj 0 – 5 15.3c c c d d d 5 – 10 12.8 3.166 3.24010 - 15 11.015 - 20 5.3tri – soj tri – soj tri– soj 0 – 5 24.0c d d d d d 5 – 10 8,1 2.467 3.14010 - 15 6,115 - 20 3,4___________________________________________________tm = tremoço, mi = milho, tri = trigo, soj = soja.


População microbiana em solo (LEd) submetido a diferentes sistemas demanejo.__________________________________________________________________________________________________sistemabactériafungosactinomicetos solubilisadores................................. número por grama de solo seco 10 4 .................................Solo erodido 2.750 4,2 116 13Convencional 2.720 10,0 183 48Recuperação 5.470 22,9 256 53_________________________________________________________________________________________________Recuperação, milheto, aveia, milheto, tremoço.Fonte. Silva & Vidor (1984).


Efeitos do esterco de poedeiras na fertilidade do solo e no rendimento deculturas. (Holanda, 1981)._________________________________________________________________________Tratamentosanálise do solo..........................................................................................................................pHAlCa+Mg K P M.O.Rendimentosmilhofeijão…………. cmolc dm –3 ........... ppm % .......... kg ha -1 ......testemunha 4,8 0,23 5,5 0,25 1,6 5,5 2.620 360adubo 1 6,7 0,00 15,9 0,31 5,3 5,4 5.410 1.590adubo 2 /estr 5,9 0,30 11,7 0,20 7,6 5,8 5.460 1.810Esterco 4,9 1,60 6,9 0,23 8,2 5,7 5.460 1.720_________________________________________________________________________1 15t /ha de calcário + 120 kg/ha de P2O5 + manutenção.2 7,5t/ha de calcário + 60 kg/ha de P2O.


Quantidade de nutrientes reciclados ao solo através de algumas espéciesusadas para adubação verde e cobertura morta._________________________________________________________________EspécieMassaseca......................................kg/ha...........................................______________________________________________________________________Kg/ha N P 2 O 5 K 2 O Ca Mg_________________________________________________________________Aveia 1 4312 117 16,7 107,0 11,6 11,2Aveia 1 3614 92 9,8 113,5 8,3 8,6Aveia 2 5180 137 16,4 137,8 12,4 11,9Guandu/s 6962 192 36,6 98,5 28,5 14,6Guandu/m 7236 199 39,6 97,2 20,9 15,1Mucuna/s 6439 192 36,6 91,9 27,0 15,4Mucuna/m 7628 150 50,6 150,9 32,8 19,8_________________________________________________________________1/ Aveia após Tremoço Azul e milho 2/ Aveia após Aveia e Soja Precoce.S/ Solteiro. M/ = Junto com Milho


C oncentração de P e K no solo e rendim ento de trigo cultivado emL atossolo R oxo distrófico sob sem eadura direta. E m brapa Soja.L ondrina 2002________________________________________________________________________T e o r n o s o loR e n d im e n to.............................................................................................................................P K s o jam g d m - 33 ,96 ,05 ,74 ,0c m o l d m - 30 ,1 00 ,1 10 ,0 4tr ig o.................................. kg ha - 1 ........................................2 4 9 7 c 1 3 8 4 d3 1 3 8 b c 2 0 1 8 c2 7 9 3 c 1 5 2 4 c d0 ,1 4 2 3 4 1 c 1 6 2 2 c1 1 ,51 5 ,97 ,27 ,10 ,1 13 1 3 7 b c 2 1 4 9 b c0 ,0 83 1 8 6 b 2 3 3 9 b0 ,3 43 3 4 8 a b 2 3 0 8 b0 ,3 2 3 2 2 9 b 2 4 1 2 a b1 0 ,70 ,3 43 3 1 7 a b 2 4 8 9 a b1 8 ,80 ,4 6 3 5 4 3 a 2 5 5 5 a_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ___________________________________________________M é d ia s s e g u id a s d e m e s m a le tra , n a s c o lu n a s , n ã o d ife re m e n tre s i p e lo teste de D uncan a 5% dep r o b a b ilid a d e .


DISTRIBUIÇÃO DO ADUBO NO SULCOADUBO EM FORMADE FILETE


Profundidade de colocação dofertilizante no sulco de semeaduraTrigo Soja Milho2 a 4 cm4 a 6 cm10 a 12 cm


Agricultura de precisão


Nutrição• Necessidades.• Demanda nutricional para alta produtividade.


Quantidade de macronutrientes absorvidos pela cultura da soja.1000 kg__________________________________________________N P 2 O 5 K 2 O S Ca Mg........................... kg .............................Grãos 51 10 20 5,4 3,0 2,0Palha 32 5,4 18 10 9,2 4,7__________________________________________________


Absorve 7 kg de P ou 15 de P 2 O 5 para 1 t degrãos.P 2 O 5 nos grãos e planta toda rendim entosde soja.-----------------------------------------------------kg ha -1...........................................................................................................1020 2040 3060 4080 5100P 2 O 5grãos 6,6 15,8 34,3 45,8 59planta 8,9 21,3 46,2 61,6 79_____________________________________H anson, 1977.


ARGUMENTOS Potencial de rendimento. Custo dos adubos. Oferta de tecnologias. Alternativas. Maior rendimento.☺ Redução de custos.☺ ☺ Maximização dos efeitos da adubação.


Acidez do solo e calagem


Calagem eleva o pH do soloreduzindo a acidez. fornece Ca e Mg comonutrientes. diminui efeitos tóxicosdo Al. diminui fixação do P. maior disponibilidadede N P K Ca Mg S eMo. maior atividademicrobiológica. maior eficiência defertilizantes. Reduz ação do Mn..


Calagem• Quantidade. conforme as condições do solo• Escolha do calcário. Qualidade e preço.Legislação.• Época e modo de aplicação. Calagem emplantio direto.


Valores de alumínio e pH em Latossolo Roxo, obtidos emexperimento conduzido durante sete anos. em semeaduradireta. Embrapa – Soja. 1996.Anos--------------------------------------------------------------------------------1989 1 90 91 92 93 94 95 96pH 4,5 5,0 5,1 5,0 4,9 4,7 4,6 4,5---------------------------cmol c /dm 3 -----------------------------------Al 0,16 0,0 0,0 0,01 0,03 0,08 0,13 0,18______-------------------------------------------------------------------------------------


Ocupação ideal da CTC do solo comcátions para a nutrição da soja.Ca Mg K__________________________ % _________________________45 - 55 15 - 20 3 - 5Fonte: Sfredo & Lantmann. 1998.


ParanáSaturação de bases do solo para V 70%V 1 = valor da saturação das bases trocáveis do solo, emporcentagem, antes da correção. (V 1 = 100 S/T) sendo:V 2 = 70S = Ca 2+ + Mg 2+ + K + ( cmol c. dm -3 )NC(t/ha)T = capacidade de troca de cátions, T = S + (H + Al 3+ )(cmol c .dm -3 );f = fator de correção do PRNT do calcário f = 100/PRNT.Quando o potássio é expresso em mg.dm -3 , na análise dosolo, há necessidade de transformar para cmolc.dm-3 pelafórmulacmolc de K.dm -3 = mg de K . 0,0026 .dm -3=(V2−V1100)xTxf


Solos arenosos.Quando se tratar de solos arenosos (teor de argilamenor que 20%), a quantidade de calcário a serutilizada (NC) é dada pelo maior valor encontrado deuma destas duas fórmulas:NC ( t.ha -1 ) = ( 2 x Al ) x fNC ( t.ha -1 ) = [ 2 - ( Ca + Mg ) ] x f


Calagem no Plantio direto.• Após a implementação do plantio direto, osprocessos de acidificação do solo irão ocorrer eserá necessário depois de algum tempo a correçãoda acidez.• A quantidade de calcário a se aplicar é de 1/3 danecessária para atingir a saturação de bases em70 %, conforme resultado de amostra de soloretirada de profundidade 0 a 20 cm.• Aplicar a lanço na superfície do solo, pelo menos 6meses antes do plantio.• Para solos sob plantio direto que já receberamcalcário na superfície, a amostragem do solo deveser realizada de 0 a 10 cm e10 a 20 cm deprofundidade.


Nitrogênio


NITROGÊNIOINOCULANTE com Bradyrhizobium japonicumCUIDADOS COM O INOCULANTEa. prazo de validadeb. conservação do inoculantec. inoculantes a base de turfaCUIDADOS COM A INOCULAÇÃOa. inoculação das sementes à sombra, semeadura nomesmo dia.b. altas temperaturas eliminam as bactérias.ADUBAÇÃO COM NITROGÊNIO M INERAL


FósforoP 2 O 5 aduboP folhaH 2 PO- 4 raiz10 Ca (PO 4 ) 6 F 2 rocha


Teores médios de P no solo, em lavouras com soja, conduzidas emplantio direto e convencional de Londrina PR. Embrapa soja, 1985.__________________________________________________________________________Profundidade ……………………………… P mg dm -3 …………………………………….cm 1983 1984____________________ ____________________P.D. P.C. P.D. P.C.0 – 10 13,7 8,6 13,3 9,710 – 20 6,8 5,6 5,1 5,8média 10,2 7,1 9,2 7,7_____________________________________________________Fonte: Lantmann, 1985.


PotássioSolos argilosos.Solos arenososBaixo teor de K.Potássio em cobertura.


Tabela 8. Potássio extraível (Mehlich 1), em LatossoloVermelho, em função da adubação potássica aplicadapara a sucessão soja/trigo no período de 1990 a 2002,Londrina PR.__________________________________________________soja trigo 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002.....kg ha ...* ...............................K cmol c dm -3 ................................0 0 0,39 0,38 0,28 0,20 0,17 0,16 0,100 30 0,38 0,33 0,25 0,26 0,20 0,16 0,1450 30 0,40 0,41 0,35 0,39 0,36 0,32 0,30100 30 0,42 0,46 0,48 0,46 0,44 0,42 0,46__________________________________________________* Quantidade aplicada anualmente.Fonte: Lantmann, et al. (2002).


Indicação de adubação potássica para soja noEstado do Paraná. Embrapa Soja, 1999.________________________________________________Análise de solo Quantidade a aplicar-------------------------------------------------------------------............ mg.dm -3 ............. ............... kg.ha -1 ............KK 2 O< 0,10 900,11 a 0,20 700,21 a 0,30 50> 0,30 40________________________________________________


Profundidade de 10a 15 cm e distantespelo menos 5 cmda raiz10 a 15 cmO uso dePotássioQuantidades acima de50 unidades de k 2 O nosulco de semeadurapode causar danos naraiz e limitar odesenvolvimento incialda planta


K.Def.


Principais funções do S nas plantas Formação de proteínas. Formação nódulos. Formação de clorofila. Maturação das sementes. Formação da nitrogenase. Maior teor de óleo. Maior teor protéico. Resistência a deficiência hídrica.Controla doenças do solo.


Produção de grãos de soja em função de doses de enxofre (s).Embrapa soja. 2000.________________________________________________________Doses de S Londrina Ponta GrossaKg/haSacas/alqueire0 87 13925 102 15550 109 15075 105 141100 99 139_______________________________________________________Fonte: Sfredo, 2001.


Composição de algumas fórmulas de adubação para soja._______________________________________________________________N – P- K MAP S. S. F. K CL E. Sulafato S CAtriplo simples reativo elementar amônio..............................Kg 1 ton..................... .....%.....0-20-20 265 401 334 4,0 10,00 20 10 142 691 167 7,0 14,00 30 10 519 314 167 3,0 12,00 25 25 515 68 417 0,7 7,42 20 20 182 42 442 334 4,0 9,02 20 10 133 673 167 7,0 12,02 20 18 118 137 355 300 57 33 8,0 15,52 28 18 182 305 141 300 72 7,1 9,2___________________________________________________________


GESSO AGRÍCOLA acidez profunda ( 35 a 40 cm ) sistema radicularcálcio magnésio e potássio fonte de enxofrearenoso.....................................700 kg/hamédia.....................................1.200 kg/haargilosa..................................2.200 kg/hamuito argilosa....................... 3.200 kg/ha


Tabela 8. Indicação de adubação de correção e de manutenção com enxofre (S),conforme as faixas de teores de S no solo (mg dm -3 ), a duas profundidadesno perfil do dolo, para a cultura da soja. 2ª aproximação 1 ._________________________________________________________________________Faixas parainterpretaçãoSolo argiloso 2> 40% de argilaSolo arenoso< 40 % de argilaQauntidades de Sa aplicar (kg ha -1 ).......................................... profundidade (cm)......................................0 a 20 20 a 40 0 a 20 20 a 40 0 a 20 20 a 40............................... mg dm -3 ........................._________________________________________________________________________Baixo Baixo < 5 < 20 < 2 < 6 80 + M 3Baixo Médio < 5 20 a 35 < 2 6 a 9 60 + MBaixo Alto < 5 > 35 < 2 > 9 40 + MMédio Baixo 5 a 10 < 20 2 a 3 < 6 60 + MMédio Médio 5 a 10 20 a 35 2 a 3 6 a 9 40 + MMédio Alto 5 a 10 > 35 2 a 3 > 9 MAlto Baixo > 10 < 20 > 3 < 6 40 + MAlto Médio > 10 20 a 35 > 3 6 a 9 MAlto Alto > 10 > 35 > 3 > 9 M_________________________________________________________________________1 Sfredo, Kleper, Ortiz e Oliveira Neto, 2003.2 Metodos: Extração Ca(H 2 PO 4 ) 2 0,01 M L -1 . Determinação- Turbidimetria.3 M= Manutenção: 10 kg para cada 1000 kg de produção de grãos esperada.Fonte: Tecnologias de Produção de Soja – Paraná. 2006. p.71.


Efeitos da adubação fosfatada, naconcentração de enxôfre em folhas de soja.Soja Trigo__________ ________ ProdutividadeP 2 O 5 K 2 O P 2 O 5 K 2 O P S............................. kg ha -1 ................................... ……….. g kg -1 ….... ………..mg kg -1 ………….0 0 0 0 2.884 2,75 2,630 0 50 30 3.539 3,62 2,750 0 50 0 3.344 3,70 2,690 0 0 30 2.510 2,54 2,4730 0 50 30 3.373 4,13 2,5160 0 50 30 3.389 4,00 2,390 50 50 30 3.451 3,62 2,100 100 50 30 3.418 3,42 2,0930 50 50 30 3.542 3,82 2,1360 100 50 30 3.193 4,31 1,97Fonte: Lantmann et al, 2002.


Efeitos da adubação fosfatada, no índiceDRIS para P e S em soja.Soja Trigo__________ ________ ProdutividadeP 2 O 5 K 2 O P 2 O 5 K 2 O P S................... kg ha -1 ............. ………………..Índice DRIS …………………..0 0 0 0 2.884 - 21,0 -11,70 0 50 30 3.539 - 8,5 -12,60 0 50 0 3.344 - 4,8 -15,40 0 0 30 2.510 - 10,6 -20,630 0 50 30 3.373 + 8,9 -22,260 0 50 30 3.389 + 7,3 -23,70 50 50 30 3.451 + 2,0 -25,80 100 50 30 3.418 -0,2 -24,630 50 50 30 3.542 + 3,5 -23,860 100 50 30 3.193 + 7,7 -23,5Fonte: Lantmann et al, 2002.


Micronutrientes.BoroZincoCobre, ferroManganês, molibdênio.Análise de solos e sintomas


DESSECAÇÃO COM BOROPonto de saturação do Ác. bórico: 50g/L - 20 o CSegurança: 4 kg Ácido bórico p/ cada 100 L de caldaTeor no solo menor de 0,3 mg/dm 3 , é considerado baixoAplicação via solo: 2,0 até 6,0 kg/ha da B, em solos argilosos


Indicação de quantidades de micronutrientespara adubação da sojaVia semente Molibdênio 12 a 30 g/haCobalto 2 a 3 g/haVia adubo N - P - K mais microZn 4,0 a 6,0 kg/haB 1,0 a 4,0 kg/haCu 0,5 a 2,5 kg/haMn 2,5 a 6,0 kg/ha


Manganês Maior disponibilidade : pH 5,0 a 6,5. Solos orgânicos deficiência complexosestáveis. Alta umidade deficiência. Solos arenosos e baixa CTC deficiência. Excesso de Ca, Mg e Fe deficiência.


ADUBAÇÃO FOLIARManganês350 g/ha Mn + 200 l. água + 0,5% de uréia1,5 kg de sulfato de Mn


Fatores que afetam a absorção de íons.• Externos• Disponibilidade• Concentração da solução• Aeração oxigenação• Temperatura• Umidade relativa/água nosolo• Índice pH.• Luz• Inibidores metabolicos• Fatores interiônicos.• Modo de aplicaçãopulverizações foliares• Ângulo de contato• Internos• Superfície foliar.• Cutículas• Hidratação da cutícula.• Idade• Estado iônico interno.• Crescimento.


Lavoura com deficiência de Mn


J.L. Loecker, N.O. Nelson, W.B. Gordon, L.D. Maddox, and K.A. Janssen. Agronomy,KSU, 2011B Throckmorton, Manhattan, KS 66506Cultivares de soja resistente a glifosato são amplamente aceitas nos Estados Unidos. Essa tecnologia trazmuitos benefícios à produção agrícola, mas a soja resistente ao glifosato pode requerer a observação dealguns fatores adicionais de manejo, para obtenção de rendimentos máximos. Os objetivos desse trabalhoforam determinar: (i) absorção de nutrientes em linhas isogênicas de soja resistentes ao glifosato econvencionais e (ii) resposta de soja resistente ao glifosato e convencional à fertilização de manganês. Umestudo de campo foi conduzido em 5 locais, no Kansas, de 2005 a 2007. Os níveis de manganês no solovariaram de 15 a 52 ppm e o pH variou de 5,9 a 8,0. As isolinhas de soja foram plantadas em cada local, emum delineamento com parcelas subdivididas com 4 repetições. Os tratamentos com manganêsconsistiram da aplicação, no solo, de 0, 2,8, 5,6 e 8,4 kg de Mn/ha na forma deMnSO 4 e da aplicação foliar de 0,22 e 0,45 kg de Mn/ha. As amostras de tecido foliar e detoda a planta foram coletadas, aproximadamente, nos estágios de crescimento R1, R3 e R6. Essasamostras foram analisadas para vários nutrientes como Mn, N, K, Cu, Zn e Fe. As amostras de toda a plantaforam analisadas separadas por folhas, hastes e vagens. Não houve diferenças significativas entrevariedades, para nenhum dos nutrientes. Não houve diferenças significativas de rendimentos, em linhasisogênicas resistentes ao glifosato e convencionais, em locais de rendimentos baixos (< 3.300 Kg/ha). Emambientes de rendimentos elevados, os rendimentos das linhas isogênicas de soja convencionais foram600kg/ha maiores que os rendimentos das linhas isogênicas resistentes ao glifosato, para a taxa de 0 kgMn/ha. Entretanto, a adição de Mn aumentou o rendimento da soja resistente aoglifosato em 540 kg/ha, mas não afetou o rendimento da soja convencional. Nossosresultados não indicam nenhuma resposta aos tratamentos com Mn em soja convencional ou resitente aoglifosato em ambientes de baixos rendimentos. Eles indicam, em ambientes de altosrendimentos, respostas positivas de rendimentos, aos tratamentos com Mn, porparte de soja resistente ao glifosato. No caso da soja convencional, nesses mesmos ambientes(altos rendimentos), não houve resposta em rendimentos, aos tratamentos com Mn.


Produtividade da soja, ano/safra 98/99 e concentração de P, Cu e Bnas folhas em função de, fósforo aplicados para a sucessãosoja trigo - em solo Latossolo Roxo distrófico. Embrapa Soja.Londrina PR. 2001._________________________________________________________________________________Dose anual Produtividade Concentração nas folhas.__________________________________________P 2 O 5 P Cu B............... kg -1 ..............ha ........... g kg ............-1...…. mg kḡ 1 .......0 2884 2,75 10,3 75,950 3539 3,62 11,3 69,150 3344 3,70 10,6 69,20 2510 2,54 7,44 61,380 3373 4,13 8,25 57,6110 3389 4,00 8,52 54,080 3542 3,82 8,26 50,7110 3193 4,31 7,53 44,6________________________________________________________


Produtividade da soja, ano/safra 98/99 e índice DRIS para P, Cu e B em função defósforo aplicados para a sucessão soja/trigo, em Latossolo Roxo distrófico. - EmbrapaSoja. Londrina PR. 2001.Dose anual Produtividade Índice DRIS.P 2 O 5 P Cu B............... kg -1 ha .................0 2884 -9,9 3,3 22,250 3539 2,8 6,5 16,950 3344 0,5 1,2 14,00 2510 -18,3 -14,7 6,880 3373 2,0 -12,6 3,8110 3389 0,8 -10,4 2,280 3542 3,8 -7,1 3,6110 3193 16,6 -8,3 2,4Fonte: Lantmann 2001.


CASOS MAIS COMUNS DE EFEITOS ENTRE OS NUTRIENTESNutrienteAdicionadoEfeito no teor foliarN P K Ca Mg S B Cl Cu Fe Mn Mo ZnN P K Ca Mg S B Cl Cu Fe Mn Mo Zn Fonte: Malavolta, 1997.

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