Edição 117 download da revista completa - Logweb

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10 | edição nº 117 | Nov | 2011TIWMS: novos recursosampliam a área de atuaçãoRecursos antes não disponíveis, como módulo de faturamento da operação, módulo fiscal, voice picking e RFID, entreoutros, permitem o emprego da solução em novos setores, como, por exemplo, mineradoras e áreas de saúde, de construçãocivil, de frigorificados e congelados.Hoje, com certeza, vivemosa era da informação.E, no mundo empresarial,é impossível viver sem ela.Entretanto, em sua grandemaioria, as empresas padecempor não confiar nas informaçõesque possuem. Cadastro deprodutos com dimensões erradasinviabiliza o uso de um WMS, nãopermite que o TMS calcule fretesreais e torna um ERP inútil, porconter informações imprestáveis.Ter as ferramentas e usar mal écomo andar com um Fórmula 1em pista de barro.Ou seja, o simplesinvestimento na tecnologia nãoimplica em aumento da eficiência:é necessário treinamento,aprendizado, customização einformação, sem o que nenhumsistema gera resultados.Daí termos criado para estaedição da revista Logweb umasérie de matérias, sob o guardachuva“Tecnologia da Informação”,enfocando os segmentos deWMS, TMS, ERP e MRP, etambém outros ligados a estes.Afinal, como diz Luís MaurícioGardolinski, diretorcomercial daStartrade Comércioe Logística (Fone:41 3285.8825),ainda é comumver empresascomprando aúltima tendênciada tecnologiasemsaberusar. “É inegável a necessidadede informatização no segmentologístico, porém é imperativo terprocessos, antes de tudo.”WMSNo caso específico do WMS,temos uma solução que gera umganho significativo na operaçãologística, segundo análise deLuís Arthur Bogiano, gestorde estratégia – Distribuição &Logística da TOTVS (Fone: 080070 98 100). “Entre os benefíciosque a ferramenta oferece estãoo aumento significativo daprodutividade dos operadores,além de permitir um estoque maisassertivo, através de endereçospré-definidos e etiquetas únicaspara cada item, ajudar a reduziro volume de estoques e o índicede obsolescência, através docontrole de permanência do itemno CD, e otimizar o espaço noarmazém.”Benefícios da solução àparte, procuramos nesta matériaespecial também analisar osegmento como um todo.Embora lembre que asua empresa é fornecedorade sistemas que se ligam oucomplementam as ferramentaslistadas nesta matéria – “nãofornecemos diretamenteos sistemas de WMS, masnossos produtos transformamo uso desta ferramenta emalgo ainda mais poderoso, ouainda viabilizam o uso desta –Gardolinski, da Startrade, dizGardolinski, da Startrade:ainda é comum ver empresascomprando a última tendênciada tecnologia sem saber usarHá muito espaço para o WMS, tanto por parte de empresasque ainda não possuem um, quanto daquelas que têm umasolução menos sofisticadaque acompanham a evoluçãodesta ferramenta nos últimos 12anos e hoje é possível gerenciarqualquer tipo de armazém comqualidade e eficiência comsistemas locais, com ou semcustomização. Até 5 anos atráso WMS era um diferencial, hojeé uma necessidade – dada acrescente demanda por espaçosde armazenagem e os custos delocação e de área nas nuvens, apalavra de ordem é fazer maiscom menos. Por outro lado,aumentar a densidade de cargasem armazéns e melhorar o fluxode entrada e saída, reduzindoociosidades, são funções comunsnesta ferramenta.“O futuro desta ferramenta éa incorporação a outros pacotesadministrativos, como vendas,faturamento, contabilidade, etc.,ou seja, vai se tornar algo cadadia mais comum e indispensávelaos processos de qualquerempresa. Não se trata apenas decontrolar o estoque, mas comose controla”, ensina o diretorcomercial da Startrade.Wagner Tadeu Rodrigues,presidente da Store Automação(Fone: 11 3083.3058), tambémaproveita a oportunidadepara fazer sua análise.“O que temos notado é que,independentemente do portee do segmento em que atuam,as empresas estão focadas emfazer uma eficiente gestão dosestoques e de sua operaçãopara se tornarem competitivas.Cada empresa/segmento temsuas características e decidepela adoção de uma soluçãocorporativa, caseira ou umWMS.”E Rodrigues apoiasua análise em alguns casos.Por exemplo, as indústrias, pordiversos motivos, decidem fazera gestão dos estoques e da suaoperação utilizando um ERP oumesmo um WMS, enquanto amaioria prefere se dedicar aocore business e obter ganhos deprodutividade e reduzir custosterceirizando essa atividade


edição nº 117 | Nov | 2011 | 11junto a operadores logísticos.Por sua vez, os distribuidorese atacadistas preferem ter suaprópria gestão dos estoques eutilizam o sistema corporativo ouaté mesmo um WMS. Por outrolado, os Operadores Logísticosnecessitam de um WMS queseja altamente parametrizado econtemple todos os processose funcionalidades de umaoperação logística que atenda àsnecessidades dos depositantes(clientes do operador logístico).A solução também deve permitirfazer o faturamento de serviços(para que eles cobrem docliente) e atender à legislação dearmazém geral.“Baseado nesse cenário,o que podemos afirmar é queo mercado de WMS é muitopromissor para os fabricantes desoftware, mas vai exigir destescada vez mais soluções recheadasde tecnologias que atendamàs necessidades dos clientes”,completa o presidente da Store.Por sua vez, Hélcio FernandoLenz, CEO da Otimis (Fone:11 3027.4197), informa que,enquanto nos EUA observa-seum comportamento típico de ummercado maduro (com taxa decrescimento anual equivalenteà inflação do país), o mercadode WMS continua apresentandoforte crescimento no Brasil e naAmérica Latina.“A vertical de WMS da Otimisvem experimentando nosúltimos anos um crescimento novolume de negócios acima docrescimento do PIB da região.Percebemos que ainda há muitoespaço para os softwares WMS,tanto por parte de empresasque ainda não possuem um,quanto daquelas que têm umasolução menos sofisticada eagora buscam uma solução maisrobusta.”Em termos de perspectivas– continua Lenz –, “temospercebido uma grandemovimentação em direção asoluções ‘nas nuvens’ (cloudcomputing), modelo que reduzcustos e complexidade e aceleraa implantação e o retorno doinvestimento.“Em sua análise, Luiz AntônioRêgo, CEO da Alcis (Fone: 115531.7444), também apontaum crescimento no setor, decerca de 40% no número deprojetos por ano, bem como defaturamento. De acordo comele, esse software caminha paraser muito fortemente apoiadopor ferramentas de BI e Web.Ricardo Montagna, diretorgeral da Inovatech Soluções emInformática (Fone: 11 3061.2443),completa: o mercado continuabuscando os softwares WMSpara suas operações. A tendênciaé cada vez mais a utilização deRFID com a redução dos custosem função de escala.“Nos dois últimos anos asempresas iniciaram um processode melhoria dos processoslogísticos, onde o WMS estáinserido. As atuais soluçõesainda estão polarizadas, ou seja,conjunto de soluções globais quenão incorporam as necessidadesfiscais do Brasil e as nacionais,com baixa capacidade deLenz, da Otimis:soluções WMS sãointrinsecamente suscetíveisàs peculiaridades de cadaoperaçãoprocessamento. Nossa visãoé que nos próximos 5 anospassaremos a ter 50% destemercado industrial focando emimplementação desta solução”,analisa, agora, José Almeida,gerente de negócio do GrupoTrust (Fone: 11 3055.1711).ELEVE SEUSRESULTADOS.AUMENTE SUAPRODUTIVIDADE.A Somov é distribuidora exclusiva Hyster e autorizada Tennant eapresenta soluções em equipamentos para movimentação de materiaise limpeza ambiental industrial. Garanta mais produtividade, economia,tecnologia e os melhores resultados para seu negócio.} Venda de equipamentos novos e seminovos} Contratos de manutenção} Amplo estoque de peças de reposição} Assistência técnica especializada} Locação de equipamentosEntre em contato com nossas filiais:Bauru, SP........................................14 3203-3717Belém, PA.......................................91 3211-9500Boa Vista, RR.................................95 3625-1907Campo Grande, MS......................67 3303-1800Cuiabá, MT.....................................65 2121-1400Manaus, AM..................................92 3183-7600Ribeirão Preto, SP.........................16 2133-2525Rio Branco, AC..............................68 3227-7590Santos, SP......................................13 3222-4900São José dos Campos, SP...........12 3921-6800São José do Rio Preto, SP...........17 2138-8500São Paulo, SP.................................11 3718-5090Sumaré, SP.....................................19 3864-6321Vilhena, RO.....................................69 3416-9470www.somov.com.br


14 | edição nº 117 | Nov | 2011TITMS: auxiliando na manutençãodo negócio transporteCom a pressão pela redução de custos, de um lado, e ganhos de produtividade, de outro, as empresas precisam demelhor qualificação profissional e melhores ferramentas, como o TMS, cuja importância para a efetiva gestão dacadeia de suprimentos vem crescendo e ampliando seu uso.Fazendo uma correlaçãodesta ferramenta com atratada na matéria anteriordesta edição da revista, DanielBio, Gerente de Desenvolvimentode Negócios da SAP Brasil(Fone: 11 5503.2490), diz queas soluções de WMS e TMSestão numa curva ascendente deutilização, ou seja, as empresasestão cada vez mais investindonas soluções para essesprocessos dentro da logísticacomo um todo. “Quanto aosnúmeros, podemos dizer queo WMS e o TMS crescem aoano no mínimo 20% acima docrescimento do ERP”, revela.Entre todas as siglas citadas,o foco desta matéria especialé o TMS – TransportationManagement System ou Sistemade Gerenciamento de Transporte,solução que, segundo LuizAntônio Rêgo, CEO da Alcis(Fone: 11 5531.7444), tem sidofortemente buscada por clientesmédios e grandes, especialmentese integrada ao WMS e àBusiness Intelligence.O TMS pode trabalhar demaneiras distintas, atendendo avisão do embarcador ou a visãodo transportador, como explicaLuís Arthur Bogiano, gestorde estratégia – Distribuição& Logística da TOTVS (Fone:0800 709 8100). Na visão doembarcador, a solução ajudadesde o planejamento do custo defretes, possibilitando simulaçõesdo custo de frete por pedido,região, rota, transportador, comotambém a auditoria do frete,eliminando retrabalhos e gerandogrande produtividade e segurançana operação.Já na visão do transportador,atua no núcleo do negócio,fornecendo diversos controles,agilidade na contratação deterceiros, na montagem de cargae na emissão dos conhecimentos,além de monitorar a frota entreoutras funcionalidades.Wagner Tadeu Rodrigues,presidente da Store Automação(Fone: 11 3083.3058), lembra quedurante décadas, a maioria dasempresas de transporte rodoviáriode cargas não tinha necessidadede medir os custos de seus serviçosou a satisfação de seus clientese funcionava por décadas semsistemas de custos. “Essa faltade informações sobre produtos eclientes não era uma preocupação,pois a maioria das empresas deserviços operava em mercados nãocompetitivos”,conta.Diante desse novo ambientede concorrência acirrada, ascompanhias precisamGorodovits, daGKO: enfoque noacompanhamento dotransporte voltadopara melhoria doatendimento aosclientesse transformar em organizaçõescompetitivas. E, para tanto,os gestores das empresasde serviços necessitam deinformações para melhorara qualidade, pontualidadee eficiência das atividadesque desempenham, além decompreender precisamente ocusto e a lucratividade de cadaum de seus produtos, serviços eclientes. É onde entra o TMS paragerir as informações de formaconfiável.Além disso, na opinião deValter Luiz da Silva, gerentecomercial da BGMRodotec(Fone: 0800 600 2255), asempresas de transportes decarga vêm sofrendo grandepressão do ambiente externo,como: escrituração fiscal digital,conhecimento eletrônico eescassez de recursos (faltammotoristas e veículos), o quetem obrigado as companhiasa buscarem na gestão daprodutividade os resultadosesperados e a otimização dosrecursos disponíveis.“O conjunto dessasinformações justifica e mostrapor que as empresas detransporte têm voltado suaatenção para a implantação desoftware direcionado à gestãoda companhia como um todo”,complementa.O forte ritmo de crescimentoeconômico do Brasil nosúltimos anos fez aumentar acomplexidade das cadeias desuprimentos, e sua gestão temse tornado mais desafiadora.É o que analisa Hélcio FernandoLenz, CEO da Otimis (Fone: 113027.4197). Segundo ele, esteprocesso tem se refletido nosegmento de softwares TMSatravés da demanda por soluçõesmais sofisticadas, capazes deotimizar uma malha complexa detransportes inbound e outbound.“Neste contexto, os projetospontuais de implantação deTMS estão dando lugar aosprojetos mais amplos, comsoluções completas de gestãode transportes para cadeias desuprimentos.”Luís Maurício Gardolinski,diretor comercial da StartradeComércio e Logística (Fone: 413285.8825), acredita que “com aproliferação de transportadorase Operadores Logísticoscobrando fretes sem muitosparâmetros, as ferramentas degerenciamento de transportesfocadas no contratante de fretedescortinaram um nicho antesdominado pelas planilhas decálculo e por poucos e bravosadministradores que gerenciavamprocessos de contratação defretes, cada um com seus própriosparâmetros”.Para o profissional, com asmodernas ferramentas de TMS,a empresa hoje pode não apenasaferir se o que contratou defrete é o que foi cobrado, masse os prazos foram cumpridos,se a qualidade do serviço foisatisfatória, quais as tabelas depreços cadastradas que atendemdeterminada carga, entre outrosbenefícios, todos estes processosparametrizados de forma acontratar e medir eficiência,profissionalmente.“Por sua vez, os TMS,com foco no transportador,auxiliam na manutenção donegócio transporte, subsidiandoo Operador Logístico emoperações tão variadas quanto amanutenção de tabelas de fretepor quilograma real, quilogramacubado ou mesmo por quilômetro


edição nº 117 | Nov | 2011 | 15Cerca de 80% das empresas que contratam acima de 500 milreais de fretes/mês já possuem alguma solução para gestãodestes transportes contratadosrodado. Auxiliam, ainda, emprocessos de manutençãopreventiva de veículos, cadastrosde motoristas, controles decarteiras de habilitação, etc.Ou seja, transformou-se noERP das transportadoras.Assim como os WMS, o TMScom foco na contrataçãode fretes também tende aser incorporado a grandesferramentas, formatando umpacote completo de soluções”,destaca Gardolinski, lembrandoque a Startrade não fornecediretamente os sistemas deWMS e TMS, mas, sim, sistemasque se ligam ou complementamessas ferramentas, viabilizandoo seu uso.Considerando o prisma dossistemas de gestão de fretescontratados, área na qual aGKO Informática (Fone: 212533.3503) atua, o diretor daempresa, Ricardo Gorodovits,percebeu que as companhiasestão cada vez mais submetidasa pressões para reduzir custos eganhar produtividade, sendo queambos os aspectos se refletemna administração dos fretes,exigindo melhor qualificaçãoprofissional e melhoresferramentas. “Estimamosque 80% das empresas quecontratam acima de 500 milreais de fretes mensalmentejá possuem alguma soluçãopara gestão destes transportescontratados. Ao mesmo tempo,porém, 90% delas demonstramgraus variados de insatisfaçãocom as soluções adotadas,muitas vezes associadas aprocedimentos manuais, uso deplanilhas e sistemas precários oucom funcionalidades limitadas.À medida que há crescimentoeconômico e capacidade deinvestimento, estas empresasbuscam soluções alternativas, eeste é o momento que estamosvivendo, que esperamospersista ao longo do próximoano”, expõe.Para Gorodovits, o caminhonatural de crescimento dassoluções do segmento passapelo melhor aproveitamentoda informação eletrônicadisponibilizada pela receita, maiorintegração por meio de ambientescolaborativos que congregueminúmeras empresas do mesmosegmento de mercado, maiorfacilidade operacional e maiorflexibilidade na obtenção dasinformações gerenciais.MudançasSobre o que se modificouno segmento no último ano,Jean Pitz, gestor da área deestratégia de mercado delogística da Benner Sistemas(Fone: 47 2111.4800), considera


16 | edição nº 117 | Nov | 2011que houve uma grande mudançano nível de serviço das empresasprestadoras. “Antigamente, erapossível apenas ceder um espaçonum armazém ou simplesmentelotar uma caminhão e movimentaresta carga sem grandes controles,ou, melhor ainda, sem muitosindicadores ou informações.Atualmente não vejo uma açãosem informação, seja ela denaturezas distintas, desde oprimeiro contato entre a relação dacadeia – embarcador, prestador deserviço logístico e cliente – numamão de duas vias, com todos osenvolvidos cientes, a cada minutoque passa, da mercadoria ouproduto. Então, se há algo queevoluiu, e muito, é na questãode transparência, comunicação epró-atividade nas informações eindicadores entre os stakeholdersda cadeia”, explica.Luiz Antônio, da Alcis,também considera que o mercadoamadureceu, aumentando oprofissionalismo. “Assim, setornaram mais claros os objetivosde indicadores de desempenhoe de integração do Supply Chain.Cada vez mais se busca porsoftwares mais completos eparametrizáveis possíveis”, expõe.De fato, para Silva, daBGMRodotec, a principalmudança está na necessidadecada vez maior de utilizaçãode modernas técnicas degestão, visto que algumasmovimentações do mundodos negócios têm exigidouma comunicação maisrápida entre embarcador/transportador, transportador/fornecedor, transportador/fisco e transportador/entidadesfinanceiras. “Os embarcadores‘puxam’ as empresas detransporte para esse nívelde tecnologia de gestão”,acrescenta.A principal mudança no TMS,além do crescimento da suaimportância para a efetiva gestãoda cadeia de suprimentos, foique as empresas fornecedorasde ERP passaram a oferecersoluções compatíveis com asbest of breed, conforme análisede Daniel, da SAP. “Isto querdizer que, atualmente, empresascomo a SAP oferecem aos seusclientes em suas soluções EWM(WMS da SAP) e TM (TMS daSAP) funcionalidades antes sóencontradas nas soluções best ofbreed. Isto tornou a competiçãomuito mais interessante, pois,além de serem compatíveis comas melhores do mercado, aindaoferecem a integração nativa como ERP”, declara.Na opinião de Lenz, daOtimis, tem se percebido umaumento na granularidadefuncional da área de TMS,levando à necessidade deplanejar e administrar de formamais detalhada as operações.Além disso, preocupaçõesambientais se tornaram umapeça fundamental do processo,ao ponto que algumas empresasutilizam indicadores de pegadade carbono como critériocomplementar para selecionarseus parceiros de transporte.Para Gorodovits, da GKOInformática, o que mudou foia consciência de que existemproblemas na área de contrataçãoe gestão de fretes que merecema atenção e os investimentos dasempresas. “Somos procuradoshoje com muita frequência porempresas que, quando abordadashá 2, 3 ou 4 anos, não semostraram motivadas a adotarnossa solução. A sofisticaçãodos controles neste segmentotambém se deu a partir dadisponibilidade de profissionaismais bem preparados para afunção, que têm uma formaçãomais ampla, mas ao mesmotempo mais profunda em logísticae transportes. Essa, em definitivo,deixou de ser uma área paraamadores”, expõe.Segundo Rodrigues, da Store,a mudança aconteceu em relaçãoà maior atenção com a qualidadeda informação repassada parao cliente. “A melhor gestãorepercute na velocidade equalidade com que a informaçãoé tratada e recuperada”. Já deacordo com Bogiano, da TOTVS,está havendo maior controlena contratação de terceiros,gerenciamento avançado do custologístico e gestão de margens.NovidadesAgora falando em novidades,Pitz, da Benner, considera que umdos conceitos em que se evoluimuito, e que trata o cenário atuale suas tendências, é aproximaros expectadores de TMS de umaplataforma mais homogênea,com sinergia e resultados bemapurados. “Pensamos nosconceitos de viagem dentrodo ciclo da logística, destaforma, haverá momentos comtransportes, cross-docking,armazenagem estática,armazenagem com movimentaçãoou pequenas transformaçõescomo novas embalagens ouacessórios. Se unirmos essesconceitos especialistas,teremos mais informações, maisintegração e, consequentemente,níveis de serviços apurados,como indicadores ágeis ecerteiros”, revela.Para o TMS, segundo Silva,da BGMRodotec, a tendênciaé em relação à gestão daprodutividade on-line, ou seja, oacompanhamento permanente eimediato da operação, utilizandose,para isso, comunicaçãointegrada ao rastreador porNovas aplicaçõessatélite, bem como aos celulares,por internet.Melhor integração comsistemas corporativos, soluçõesvoltadas para logística reversae, especificamente, paratratamento de processos juntoaos Correios, entre outros,são citados por Gorodovits,da GKO, entre as tendências.“Há também um importanteenfoque em acompanhamento dotransporte voltado para melhoriado atendimento a clientes,permitindo ações preventivasquanto a atrasos ou dificuldadesde entregas”, complementa.Como expõe José Almeida,gerente de negócio do GrupoTrust (Fone: 11 3055-1711),a novidade em TMS está emintegrar as entidades externasdentro de um padrão operacionalentre as empresas.Lenz, da Otimis, consideraque as soluções TMS evoluíram• Estão surgindo, cada vez mais, indicadoresoperacionais, com atualizações em tempo real.• Clientes embarcadores que têm interesse emacompanhar sua mercadoria em tempo real para omercado consumidor podem acompanhar a frota doseu parceiro on-line.• Possibilidade de criar ambientes virtuais paracolaboração na visibilidade dos dados para clientesfinais, gerando uma comunidade dentro de cada setoronde todos os participantes têm ganhos de naturezasdiversas.• Aplicações na indústria manufatureira, visandopadronização dos custos operacionais para aumentara demanda em nível global.• Evolução do uso individual, por uma empresaespecífica, para o uso colaborativo dentro da cadeiade suprimentos em que se encontram inseridos, etambém com outros pares de fora da cadeia queapresentem potencial de sinergia. Como regra geral,para um bom TMS, quanto mais variáveis foremconsideradas, melhores os resultados da otimização.Em outras palavras, para um TMS capaz de sincronizaras operações de inbound e outbound, dos diversos nósde uma cadeia e, eventualmente, de cadeias paralelas,as possibilidade de geração de benefícios aumentamdrasticamente.• A indústria em geral entrou pesado no gerenciamentodo frete, dada a elevação na conta frete em relaçãoao custo dos produtos. De nada adianta trocar otransportador e piorar a qualidade dos serviços emdetrimento do valor de frete, ou seja, só contratar fretemais barato não garante a redução de custos, poismuitas vezes aumentam as avarias, atrasos, etc.


edição nº 117 | Nov | 2011 | 17sobremaneira nos últimosanos, incluindo recursos paramodelagem e otimização da malhalogística, seleção de administraçãode fornecedores de transporte,visibilidade, e gestão colaborativada capacidade, dentre outros. “Nasolução JDA Fleet Managment(que usa otimização baseada emalgoritmos matemáticos para criarplanos de trabalho detalhados,que gerenciam a frota baseadanas necessidades de distribuição),destacamos a capacidadede criação de cenários, quepermitem simular os impactosde determinadas mudanças demalha (por exemplo, a inclusãode um ponto de cross-dockingem um grande centro, ou o usode frota dedicada para rotasfixas), incluindo informaçõessobre nível de serviço, custos,estoques, etc. Esta ferramentapermite que as decisões dedesenho de rede sejam feitascom maior embasamento,aumentando, assim, aflexibilidade e a competitividadedas empresas”, expõe.Pitz, da Benner: maioraproximação dosexpectadores de TMS de umaplataforma mais homogêneaDe acordo com Gardolinski, daStartrade, as novidades em TMSficam por conta da entrada nopaís de players internacionais e daevolução das ferramentas nacionaisatravés da implementação emgrandes contas.Já Rodrigues, da Store, citaos documentos eletrônicos comoCT-e, NFS-e, CL-e e MDF-e.“Nos últimos anos, o governotem cercado o segmento paraser totalmente digital. É umaobrigatoriedade que os sistemastêm que ser adequados. E essaobrigatoriedade ajuda o sistemaser mais eficiente em qualidadede informação, pois está havendomenos intervenção na entradados dados”, declara.Comunicação via celular,integração com rastreadores,torre de controle, portal docliente, melhor planejamento detráfego e visão por unidade denegócios são os itens destacadospor Bogiano, da TOTVS, emrelação às novidades. Integraçãocom RFID e leitores de OCR(leitura automática e digital deplacas dos equipamentos, bemcomo de contêineres) estão nalista de Luiz Antônio, da Alcis.No entanto, para MarcelinoCosta, diretor de produtos daOpenTech Gerenciamento deRisco (Fone: 47 2101.6122), oTMS evoluiu muito pouco. “Bastaobservar a forma de comunicaçãoentre os parceiros da cadeialogística. O modelo EDI utilizadono Brasil é obsoleto e ainda hojeé intercambiado por empresasque atuam como vans, comuma performance sofrível natroca dos arquivos eletrônicos.Sabemos que transportar deixoude ser um simples processooperacional envolvendo cargas,veículos, trajetos, prazos, etc.Em todos os níveis, processosdecisórios de transportes obrigama manutenção de bases dedados de grande envergadura,análise multicriterial, estatísticas,pesquisa operacional, simulaçãoe muitas dessas informaçõesnão têm amparo tecnológicodisponível para mensurá-las.KPIs se resumem à data deentrega e a um outro quesito dequalidade ou apresentação dosveículos. Consolidação de cargas,roteirização, dispositivos móveis,seguro, nada disso faz parte dorol de funcionalidades de umbom TMS. Sem contar o TMSestrangeiro, que sequer conseguecalcular o complicado sistema decobrança de pedágio das estradasbrasileiras”, analisa. •


18 | edição nº 117 | Nov | 2011TISoluções em ERP têmevolução e continuam sendoindispensáveis para empresasTido, no início, como uma simples evolução do já conhecido MRPII, o ERP ultrapassou os portões fabris e empreendeuuma revolução em diversos setores da economia, sendo largamente utilizado por empresas comerciais e de serviçosdos mais variados seguimentos.Omercado de soluções ERPpermaneceu forte esseano e esta deve ser umatendência para 2012.Essa é análise do gerentede desenvolvimento de negóciosda New Soft Intelligence – NSI(Fone: 19 3446.8700), AndréBarros, que vai ao encontrode outras opiniões positivasapresentadas pelos entrevistadosdessa matéria especial da revistaLogweb. “As empresas voltarama investir diante do crescimentoeconômico, a despeito de umanova ameaça de crise. Alémdisso, as companhias necessitamcada vez mais melhorar seusrelatórios corporativos”, dizBarros, sobre a tendência domercado de ERP no Brasil.Pensamento semelhantetem Valter Luiz da Silva, gerentecomercial da BGMRodotec(Fone: 11 5071.3449). Com cadavez mais exigências a seremcumpridas na briga por maiorcompetitividade – afirma ele –,as empresasque atuam nosegmentode logísticabuscamno ERPsaídas para organizar a gestãoadministrativa e operacional dostrabalhos realizados. “Nossaanálise está estabelecidana competitividade que estásendo exigida das empresas detransporte, principalmente emfunção das exigências fiscaise contábeis estabelecidas pelogoverno federal, bem como asexigências cada vez maioresdos embarcadores (clientes)por rápidas informações econtroles. Essas exigênciasestão levando as empresas detransporte de cargas a passarpor grande mudança em toda asua infraestrutura e operação”,explica Silva.Resgatando o surgimentodo ERP, Marcelino Costa, diretorde produtos da OpenTechGerenciamento de Risco(Fone: 11 3266.6846), afirmaque o termo não passava deuma simples evolução do jáconhecido MRPII. “Quando, nadécada de 90, a Gartner Groupapresentou ao mundo o termoERP, os especialistas sobre asmodernas técnicas de gestãose referiam principalmente àsfuncionalidades pensadas paracontrolar processos industriais.Uma simples evolução do MRPIIque anexou controles financeirose de RH, era nisso que se resumiao ERP”, explica. No entanto, como bug do milênio, o ERP expandiuSilva, da BGMRodotec:empresas buscam no ERPsaídas para organizar agestão administrativa eoperacionalsuas fronteiras, ultrapassou osportões fabris e empreendeu umarevolução em diversos setoresda economia. “O que se viu nosúltimos 15 anos foi uma demandainesperada do ERP por empresascomerciais e de serviços, emgrande parte pela constataçãode que insumos e recursosformam o conjunto responsávelpor todas as operações de umacompanhia, e que a gestãoeficaz desses elementos podemelhorar o desempenho e, porconseguinte, o resultado dequalquer empreendimento”,continua Costa.As novas maneiras de utilizaro ERP acabaram por tornar asolução em algo indispensávelpara as empresas, de acordocom Daniel Bio, gerente dedesenvolvimento de negócios daSAP Brasil (Fone: 11 5503.2490).Para ele, essas soluções deixaramde ser objeto de desejo paraserem uma obrigação, sendoque a maioria das empresas játem um ERP e está consolidandoessas aplicações ou avaliando apossibilidade de migrar para umasolução mais consistente.EvoluçãoAlguns estudosacompanhados pela NSI durante2011 mostraram que as empresasestão ativamente à procura deatualizações ou em busca desoluções de ERP. Nessa procura,os usuários querem que osaplicativos sejam cada vez mais“utilizáveis”, com funções queatendam à constante evoluçãodas necessidades cotidianas.“Há uma expectativa muitomaior hoje dos usuários quecresceram utilizando a internet.Eles procuram, ainda, porrecursos de colaboração”, analisaBarros. Todas as exigências domercado consumidor do softwareculminam com o aumento dacompetitividade e em desafiospara os fornecedores.As funções das soluções deERP variam entre padronizaçãode processos à rastreabilidade,segundo o gestor de estratégia- Distribuição & Logística daTotvs (Fone: 0800 709 8100),Luís Arthur Bogiano. Com elas épossível realizar a rastreabilidadedas operações, além de termaior gestão e controle e ganhosde produtividade na execuçãoe no controle dos processosadministrativos e operacionais.“O ERP suporta toda a operaçãoback-office e é o responsável porintegrar módulos especialistas.Isso o torna uma plataformatecnológica flexível que possibilitaagregar outras soluções comfacilidade, algo tido como umaexigência cada vez maior domercado”, analisa Bogiano.Dentre as principais mudançasobservadas no segmento peloexecutivo estão maior inteligênciade negócios para a tomada dedecisão e maior flexibilidade daplataforma de desenvolvimento ede integração.De acordo com Barros, daNSI, o que pautou as mudançasnos últimos anos foram quatrograndes linhas: verticalização,modernização, globalização econsolidação. A verticalizaçãose deu de dois modos: com


Compreedição nº 117 | Nov | 2011 | 19fornecedores que focaram suas atividadespara indústrias específicas e aqueles quedeixaram um sistema central horizontalpara um ecossistema de parceiros. Já amodernização, especialmente com a chegadado SOA (service-oriented architecture), trouxecompostos mais flexíveis em aplicações, quepodem ser adaptados mais facilmente aosrequisitos de negócios.“A globalização tem afetado maisfortemente as grandes corporações, mas,em um sistema de fornecimento em cadeia,todos tiveram e ainda têm que se adequar.Um caso comum são as grandes companhiasque levam consigo seus fornecedorespara as novas localidades onde passama atuar. Com isso, as empresas precisamter segurança de que seus sistemas deERP são capazes de suportar os processosde negócios em todos os países em queestiverem atendendo, inclusive, aosrequisitos legais. Nesse ponto, a mobilidadedesses sistemas é fundamental, permitindoao usuário validar seus processos de ondeestiver”, explica Barros, da NSI. Já aconsolidação citada pelo entrevistado sedeu pela grande tendência que o mercadovem observando em relação ao alto nível defusões e aquisições, no segmento. “Diantedessas mudanças, a tendência é que osclientes se tornem mais rígidos na seleçãode seus fornecedores”, conclui.Silva, da BGMRodotec, acredita quea principal mudança está na necessidadecada vez maior de utilização de modernastécnicas de gestão, em quem a comunicaçãorealizada entre os envolvidos nos trabalhosseja efetuada de maneira mais rápida.Nessa cadeia de comunicação estãoembarcador, transportador, fornecedor, Fiscoe entidades financeiras.“As mudanças mais significativas do ERPforam a incorporação de funcionalidadesespecíficas de indústria. Hoje encontramosno ERP standard funcionalidades de indústriaque antes só eram encontradas nas soluçõesespecíficas para ela”, analisa Bio, da SAPBrasil, que ainda destaca as soluções RDS(rapid deployment solutions), soluções préconfiguradasque permitem colocar no ar oERP em tempo recorde, como interessantesnovidades. Já para José Almeida, gerente denegócio do Grupo Trust (Fone: 11 3055.1711),há um movimento de padronização desoluções no mercado, uma vez que os clientesbuscam otimizar os custos de manter suasaplicações. Para ele, o grande foco estános módulos de gestão de serviços e naspadronizações dos custos para manter osambientes sistêmicos.As empresas estão mais voltadas aoBusiness Intelligence e Analytics, o que fazcom que os fornecedores de ERP busquemaproximar suas ferramentas dos conceitosdessas soluções, com funcionalidadesanalíticas. Essa é a analise de Barros,Paletransna PiazzaBarros, da NSI: mudanças pautadasem quatro linhas: verticalização,modernização, globalização econsolidaçãoda NSI, que completa: “os fornecedoresprocuram respostas à nuvem e desenvolvemformas de integrar software em cloud com otradicional. O objetivo é auxiliar os clientesa aproveitarem o investimento já realizadono software operante e as oportunidadesproporcionadas pelas novas infraestruturas”.Apesar dessas visões otimistas sobreo setor, Costa, da OpenTech, acredita que,de todos os sistemas, o ERP teve a menorevolução nos últimos anos. “O ERP tem apior média no quesito evolução entre osprogramas da mesma categoria. Ainda hojeele continua a ser uma aplicação clienteservidor,na qual os usuários pagam o altopreço da lentidão do tráfego de dados naweb. ERP web-based com alta performance éraridade”, analisa. Os bancos de dados foramComprePaletransna Piazzaencarregados de minimizar as dificuldadesdo lado servidor e, por isso, segundo Costa, oERP se resume ao gerenciamento de tabelas,meros cadastros automatizados de dadosque emitem relatórios pré-formatados. “Empleno século 21, a velha máxima do “shitin, shit out” ainda prevalece. Praticamentetodo ERP é um sistema burro. Encontrarum ERP que assimile alguma inteligênciade regra de negócio para evitar deslizesde usuários é tarefa hercúlea!”, continuaele, lançando um desafio: “tente encontrarum ERP que monitore a entrada de dados,que impeça o “shit in”, que gere alertaspara usuários relapsos. É praticamenteimpossível. Experimente incluir algumasfuncionalidades desse tipo em uma RFI ouRFP e você vai ver 95% dos fornecedoresdesqualificados de qualquer processo formalde compra. Infelizmente, nossos gerentesainda precisam contar com subalternosprivilegiados, cuja mente consegue reterregras de negócio, tratando cuidadosamentetodo dado inserido. Sem esses funcionários,um ERP não é nada!”, enfatiza.Vendas e locaçãode empilhadeirase transpaletesmanuais eelétricos(11) 2954-8544ou acesse nossa loja virtualwww.piazzaempilhadeiras.com.brAlugueé naHyundai• •2633-4000• •(11)www.coparts.com.br(11) 2633-4000www.coparts.com.br


20 | edição nº 117 | Nov | 2011Novas aplicaçõesA concorrência mercadológica que surgiuna busca por suprir as novas necessidadesdas empresas por diferentes soluções dentrodo ERP acabou gerando novas possibilidadesde utilizar o programa, em diferentesatividades. Bio, da SAP Brasil, observa quehouve um aumento significativo da utilizaçãodo ERP em empresas cujos serviços estãovoltados para as áreas de educação eassistência médica. “O ERP passou a serusado, também, por empresas de todosos tamanhos, pois agora as empresas desoftware oferecem soluções adequadas paratodos os tipos de empresas, independenteda sua estrutura”, afirma ele. Na mesmalinha de raciocínio, Bogiano, da Totvs, vêque o software, já consolidado em médiase grandes companhias, está ganhandoespaço nas micro e pequenas empresas quecomeçaram a se profissionalizar e passarama precisar de um sistema de gestão parapadronização de processos e ganhos deprodutividade.“Atualmente, o SPED (Sistema Públicode Escrituração Digital) formado pelo tripéNF-e/CT-e, Escrituração Fiscal Digital (EFD)e Escrituração Contábil Digital (ECD) estáobrigando empresas de todo tamanho a seorganizar de tal forma que o ERP começa adescer o pedestal de aplicação de grandeporte e muito cara, antes apenas possívelpara grandes corporações, para se tornaruma aplicação cada vez mais democráticae possível de ser implantada em empresasde todo tamanho”, analisa Costa. Para ele,um dos setores que estão aderindo emmassa ao ERP é o logístico. Atualmente, alogística engloba cem por cento do fluxo demateriais, produtos e informações entre asdiferentes atividades da cadeia produtiva.Isso vem forçando as empresas que atuamno setor, como Operadores Logísticos etransportadores, a profissionalizarem agestão, contratando gestores profissionais.“Muitos desses gestores são oriundosdo setor fabril, cujas carreiras foramcunhadas na administração de processos,acostumados a ter integradas e coordenadasas diversas atividades operacionais eadministrativas, exigindo informaçõesrápidas e assertivas”, observa.O sistema ERP pode ser consideradouma das respostas à tendência da evoluçãoda integração entre as organizações, assimcomo das cadeias de suprimentos, por meioda tecnologia da informação, segundo Barros,da NSI. Para ele, o mais importante hojeé a forma como os executivos conduzemo processo, ou seja, como a organizaçãodeve gerenciar a implantação e o uso destesistema para que ele possa fornecer osbenefícios esperados, levando-a a alcançaros patamares de eficiência e eficáciaoperacionais. •Notícias RápidasNegócios nos TrilhosBrado anuncia crescimento na movimentação decontêineres para 2012A Brado Logística (Fone: 41 2118.2800) anunciou para o próximo ano um crescimentona movimentação de contêineres em seus 21 mil quilômetros de malha ferroviáriaespalhada pelo Brasil. A empresa, que atualmente transporta 81 mil contêineres porano, passará a movimentar 120 mil. O investimento para o próximo ano será deR$ 200 milhões, sendo que 80% deste valor será destinado à compra de locomotivase vagões. Este investimento faz parte de uma plano para os próximos cinco anos,com valor total de R$ 1,2 bilhão. Deste montante, R$ 700 milhões serão destinadospara cinco mil novos vagões e reformas, R$ 400 milhões para 69 locomotivas, R$ 100milhões em sete terminais, R$ 3 milhões em 44 carretas plataformas e R$ 5 milhõesem tecnologia da informação. Fonte: A Tribuna On-lineMRS compra 168 vagões da RandonA Randon Implementos e Participações (Fone: 54 3209.2000) divulgou que fechou ocontrato com a MRS Logística (Fone: 11 3648-8407) para fornecimento de 168vagões modelos plataforma para transporte de carga geral e de bobinas. Aentrega dos produtos está programada para ocorrer entre os meses de dezembrodeste ano e fevereiro de 2012. Fonte: Valor Online


22 | edição nº 117 | Nov | 2011TIMRP tem pouca evolução aolongo dos anos e mercadocarece de novidadesA necessidade de utilização de outros programas para suprir a demanda que deveria ser sanada pelo MRP se deu,também, pelo baixo desenvolvimento que a ferramenta teve no mercado. O MRP incorporou muito pouco dos novosconceitos de gestão da produção desde a década de 60.Agestão corporativa vemincorporando novascélulas de informação àmedida que vai ultrapassandoas barreiras tecnológicas. Bastaolhar para os últimos cinquentaanos e observar como, conformeos desafios de gestão foramvencidos, novos modelos foramconcebidos. Até os anos 60 sóexistia o simples programa PCP.Nos anos 70 surgiu o MRP, nosanos 80 o MRPII e, na décadade 1990, o ERP assumiu suafunção de consolidar o MRPII eincorporar as áreas de Finançase RH. Ainda nos anos 90, o WMSverticalizou conceitos de gestão,após o surgimento dos Centrosde Distribuição e, nos anos 2000,o TMS fincou sua bandeira noterreno da gestão logística.Essa retomada histórica dossoftwares de gestão, realizadapelo diretor de produtos daOpenTech Gerenciamento deRisco (Fone: 11 3266.6846),Marcelino Costa, mostra de quemaneira a tecnologia passou aser fundamental nos trabalhos dediferentes tipos de gestão dentrode uma empresa. “A evoluçãohumana amplia incessantementea nossa necessidade de gerenciare medir, por isso a cada novo ciclode pensadores, novos conceitose novos modelos de gestão sãoincorporados e novos subsistemassurgiram, tais como o BI (BusinessInteligence), o SCM (Suply ChainManagement), o CRM (CustomerRelationship Management), oSFA (Sales Force Automation)e o SRM (Supplier RelationshipManagement). E tão logo surgiram,foram incorporados ao dia a diaBogiano, da TOTVS, creditao término de problemascomo o ressuprimento demateriais ao MRPdas empresas”, analisa Costa.O MRP, ou ManufacturingResource Planning, é um métodopara o planejamento de todosos recursos de manufatura deuma companhia industrial, comoexplica Luís Arthur Bogiano, gestorde estratégia - Distribuição &Logística da TOTVS (Fone: 0800709 8100). “Esse é um conceitode gerenciamento total de umacompanhia para utilizar os recursosmais produtivamente”, explica.José Almeida, gerente denegócios do Grupo Trust (Fone:11 3055.1711), acredita queo sistema do MRP ainda estáem processo de evolução eamadurecimento, ocorridosentre fornecedores e clientes,com baixo grau de padronizaçãooperacional. Ainda que osoftware esteja em evolução,Bogiano, da TOTVS, credita otérmino de problemas comoo ressuprimento de materiaisao MRP. No entanto, eleobserva que o programa nãovisualiza a disponibilidade derecursos para essa execução.“O lead time de um produtoé influenciado pela carga dafábrica, disponibilidade depessoas, ferramental, financeirae outros fatores restritivos. Esteconceito vem se aprimorandoe atualmente as empresasbuscam um planejamento maisavançado, o APS (AdvancedPlanning & Scheduling), quebusca avaliar a capacidadeprodutiva da fábrica adequandoa esta capacidade as demandasde fabricação”, explica.A necessidade de utilizaçãode outros programas para suprir ademanda que deveria ser sanadapelo MRP se deu, também, pelobaixo desenvolvimento que aferramenta teve no mercado. “OMRP incorporou muito poucodos novos conceitos de gestãoda produção desde a década de60. Um exemplo é a gerênciado inter-relacionamento entrerecursos mais comuns empraticamente todas as unidadesfabris: os gargalos e nãogargalos,que uma vez medidose controlados, permitem aosgestores priorizarem a ocupaçãodestes recursos, melhorandosignificativamente a produção”afirma Costa, da OpenTech.Outros recursosApesar da baixaevolução do MRP citadopelos entrevistados, algumasnovidades aperfeiçoaram ouso da ferramenta. SegundoBogiano, da TOTVS, com oplanejamento avançado (APS),agora a produção busca planejarsimultaneamente as demandasde material e capacidadeda fábrica, combinando asvantagens das políticas deprodução e as filosofias emétodos de planejamentopara obter a sincronização e aotimização global da produção.Além disso, utiliza o conceito desequenciamento em capacidadefinita, infinita, batelada eotimização de setup paragerar alocação das máquinas,podendo, inclusive, trabalharcom a implementação deconceitos como TOC (Theory ofConstraints).“O planejamento avançado(APS) é extremamente adequadopara empresas que atuam emambientes mais complexose dinâmicos, pois consegueabsorver e tratar a maioria dasvariáveis envolvidas no processode decisão sobre programação,deixando na mão do programadorapenas as decisões estratégicasde produção”, analisa Bogiano,da TOTVS. Dentre as principaisdecisões que podem seravaliadas com o APS estão: oque, quanto e quando produzirou comprar; em qual plantae máquinas produzir; quaisos estoques manter; qual amelhor sequência de produção/setups; quais são as principaiscausas de atraso de entrega; sãonecessários turnos adicionais ouhoras extras de trabalho; e o queestá restringindo um determinadoproduto ou entrega. •


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26 | edição nº 117 | Nov | 2011ArtigoTransporte ferroviário de cargas:uma alternativa segura, econômicae ecologicamente sustentávelOtransporte de cargaspor ferrovias no Brasilvive um momento deretomada, de renascimento.Como a malha ferroviáriapossui apenas cerca de 29mil km de extensão e a maiorparte das suas linhas estádistante de centros urbanos,muita gente desconhecesua existência. Há até quemimagine que no País sóexistam trens de passageiros.Mas, mesmo com poucostrilhos cortando o Brasil, otransporte não só existe,como já é responsável pelamovimentação de 25% de todaa carga transportada no Brasil.A projeção do governo éaumentar esta participaçãopara 32% até 2020, graçasaos investimentos previstosno Plano de Aceleração doCrescimento (PAC) para aampliação da malha ferroviária.Mas, a grande verdade é queo desempenho das ferroviasé fruto de muito trabalhoe investimentos. Desdeque assumiram o controledas ferrovias, em 1997, asconcessionárias já investirammais de R$ 24 bilhões narecuperação da malha, naadoção de novas tecnologias,na redução dos níveis deacidentes, em capacitaçãoprofissional e na aquisiçãoe reforma de locomotivas evagões.Os números do setornestes 14 anos de concessãodeixam evidente que a gestãoconduzida pela iniciativaprivada tem sido um sucesso.Basta analisar os resultados.A movimentação de cargasaumentou 86%, passando de253,3 milhões de toneladasRodrigo Vilaça, presidente-executivoda ANTF – Associação Nacional dosTransportadores Ferroviáriospara 471,1 milhões detoneladas por ano. Crescimentoalavancado pelo transportede produtos siderúrgicos e decommodities agrícolas comosoja, milho e arroz. Hoje asferrovias também têm sidomuito procuradas para amovimentação de açúcar, decombustíveis, de produtospetroquímicos e de materiaisda construção civil.Além disso, a produção dasferrovias cresceu 104,1%, de1997 a 2010, aumentando de110,2 para 280,1 bilhões deTKU (tonelada por quilômetroútil). Neste mesmo período, oaumento doPIB brasileirofoi de47,8%, o quedemonstraque aproduçãodo modalferroviáriofoi superiorem maisde 100%.A Uniãotambémtem sidobeneficiadacom osresultadospositivos.Desde quea iniciativaprivadaassumiu aprestação deserviços detransporteferroviário,a União jáarrecadouaos cofrespúblicosmais deR$ 5 bilhões somente com opagamento das parcelas deconcessão e arrendamento damalha. Se forem somados osvalores pagos em impostosmunicipais, estaduais efederais, além da Cide, omontante arrecadado pelaUnião chega a R$ 13,8 bilhões.A malha ferroviária emoperação no Brasil para otransporte de cargas totaliza28.476 km, divididos em 12concessões, que estão soba responsabilidade de 10concessionárias, sendo 9 delasprivadas: ALL – América LatinaLogística Malha Norte; ALL –América Latina Logística MalhaOeste; ALL – América LatinaLogística Malha Paulista; ALL –América Latina Logística MalhaSul; Ferrovia Centro-Atlântica;Ferrovia Tereza Cristina; MRSLogística; TransnordestinaLogística; e Vale.Além dos ganhosfinanceiros, a natureza tambémlucra com o uso das ferroviaspara o transporte de cargas.Para se ter uma ideia, um tremde carga com 100 vagões tiradas estradas cerca de 357caminhões. O que significamenos poluição e menosacidentes.Apesar de todas asvantagens e benefícios, osetor ferroviário enfrentaalguns entraves quedificultam suas operaçõese, consequentemente, seudesempenho: a existência demoradias irregulares no caminhodas ferrovias; 12.500 pontos decruzamento entre trens, veículosou pedestres – chamadosde passagens em nível; e oadensamento populacionalpróximo das ferrovias, querequer a construção decontornos ferroviários. Esses“obstáculos” obrigam os trensa circularem com velocidadesmuito baixas, variando entre 28km/h e 5 km/h.Há ainda outrosproblemas sérios que afetamo crescimento do transportede cargas, como o sistematributário; a dificuldade deacesso e operação nos portosbrasileiros, que acaba gerandoatrasos nos carregamentosdos navios e consequentepagamento de multas(demurrage); além da falta deintegração entre os modais. •


ESTA É A NOVA FACHADADA SUA EMPRESA.PRONTO PARAOCUPAÇÃOIMEDIATACONDOMÍNIO FECHADO DE GALPÕES MODULARES DE 1.533m²ÁREA LOCÁVEL TOTAL DE 30.667m²• A 12 Km do Aeroporto Internacional de Viracopos• Próximo às principais rodovias do estado• Ampla área de manobraPé direito de 12m e piso com sobrecarga para 5 Ton/m²LIGUE: (11) 3323-0000REF. 7071Estrutura e organização de condomínio fechadoCOMERCIALIZAÇÃOREALIZAÇÃORodovia Engenheiro Ermênio de Oliveira Penteado, KM 52 (Antiga Santos Dummont)Indaiatuba - SPwww.multimodalweb.com.brwww.colliers.com.brwww.sdiweb.com.brIncorporador responsável: AROER II SPE EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA - Rua Hungria, 514 - Cj. 102 - Sala 7 - São Paulo SP - CEP 01455-000 - Creci: J19910. O projeto encontra-se aprovado na prefeitura da cidade de Indaiatuba sob o nº 582/2011


28 | edição nº 117 | Nov | 2011ExpansãoActive Corp anunciainvestimentos naconstrução da nova sedeAActive Corp (Fone: 11 2229.0810),que atua no segmento de softwaresfocados no segmento de transportee logística, anunciou a mudança de suasede, que também se localiza na cidade deGuarulhos, SP. “O novo prédio está muitopróximo do antigo. Em lugar de fácil acessona região central de Guarulhos, próximoà Dutra e ao polo logístico de Cumbica”,comenta Alexandre de Avila Campos,responsável pelas relações públicas dacompanhia. Foram investidos cerca de R$ 1milhão na nova sede.Avila aproveita para comentar as diferençasda antiga sede para a nova. “O novo prédio,além de moderno, foi desenvolvido focandoa alta segurança. A nova sede conta comsalas de treinamento com itens de altatecnologia. Além da reestruturação físicados departamentos, a arquitetura do local,com amplas janelas e áreas de convívio,foi desenvolvida visando ao bem-estar doquadro de colaboradores, que cresceu 40%em 2010 e há planejamento de grandeaumento este ano.”Novo espaçopara treinamentoUm dos focos da empresa foi criarum espaço apto para fornecer palestras eworkshops gratuitos para profissionais dosegmento. O espaço conta com duas salas detreinamento e um amplo salão para eventos.Sobre este espaço, Campos salientaque a Active percebeu a falta de um espaçoreservado para o debate das novidades dosetor. “Muitos empresários acreditamque tecnologia é algo direcionado somentepara as grandes empresas, habituadasao uso de softwares de gestão.O objetivo da Active é mostrar ao pequenoempresário que há soluções acessíveispara ajudar em sua gestão, e oferecer aosgrandes transportadores e OperadoresLogísticos novas soluções tecnológicascomo diferenciais competitivos.Os eventos também servirão para a geraçãode networking entre os empresários dediferentes localidades. A medida que novasobrigatoriedades do segmento causemdúvidas nos empresários, a Active vê aNotícias RápidasNegóciosnos Trilhosnecessidade da organização de um eventogratuito direcionado ao assunto”, diz orelações públicas.No ano passado, a empresa cresceu32% e, para 2011, espera crescer 50%,oferecendo produtos como o TMS – Sistemade Gestão de Transportes dividido em trêscategorias: o Active Trans Light, o Standarde o Full.“A Active Corp oferece ao mercadotrês Sistemas de Gestão de Transportes(TMS – Transport Manager System),direcionados para transportadoras dediferentes tamanhos. O modelo Light, paratransportadoras de pequeno porte, é focadono controle operacional da empresa (coletas,entregas, CTRC, manifesto). Já o ActiveTrans Standard oferece, além disso, ocontrole total da parte financeira da empresa(Contas a Pagar e Receber e Tesouraria) e,também, o controle comercial. A versão maiscompleta do sistema, o Active Trans Full, éa solução que oferece todos os controlescitados e, ainda, o controle das frotas datransportadora”, descreve Avila. •GMO projeta crescimento de50% nas vendasA GMO (Fone: 11 4229.8871), fornecedorade peças de reposição para locomotivase vagões, vai dar o primeiro passo emdireção ao mercado internacional noinício do próximo ano. De acordo comAugusto Strehl, gerente industrial,a partir de janeiro, a companhia vaicomeçar a exportar seus produtos paraa África e o Oriente Médio. A guinadainternacional da GMO faz parte de umplano de reestruturação iniciado em2010, com foco na melhoria da gestão,na expansão fabril e no aumentodas vendas – a empresa projeta umcrescimento de 50% no volume devendas até 2014. A GMO já atua comorevendedora de empresas estrangeiras,caso das argentinas Siderea, fabricantede sapatas de freio para locomotivase vagões, e Enrique Silvestrini y Cía,fabricante de válvulas de motor diesel.Fonte: Revista FerroviáriaAmstedMaxion acerta vendade 110 vagões para MRSA AmstedMaxion Fundição eEquipamentos Ferroviários (Fone: 122122.1400) concluiu a venda de 110vagões ferroviários de carga para aMRS Logística, conforme informou acontroladora da empresa, a Iochpe-Maxiom. As entregas das encomendasestão programadas para dezembrode 2011 a fevereiro de 2012. Comestes novos pedidos, as encomendasda AmstedMaxion para 2011 e 2012representam uma receita bruta decerca de R$ 1 bilhão. A companhiatem encomendas de 3.585 vagõesferroviários de carga e 1.200 caixasferroviárias com entregas programadaspara 2011. Para 2012, tem encomendasde 214 vagões ferroviários de cargae 300 caixas. Além das encomendas,a companhia tem ainda opções decompra para 1.982 vagões, com entregasprogramadas para 2012.Fonte: Portal Terra


30 | edição nº 117 | Nov | 2011EspecialCombustíveis para empilhadeiras:GLP, GNV ou diesel?Qual escolher? Vários fatores devem ser levados em conta, principalmente o tipo de operação e olocal onde as empilhadeiras vão atuar. Sem contar as características intrínsecas de cada combustível,que determinam a utilização das máquinas.Quando se pensa emcombustíveis paraempilhadeiras, comoescolher, entre GLP, GNV oudiesel? Este é o mote destamatéria especial.Esqueça os motores agasolina, ela é pouco utilizadano Brasil, devido à emissãode poluentes e o difícil acessoa abastecimento – está emdesuso, também, em funçãode seu elevado custo, egeralmente é utilizada somentecomo reserva em operaçõesou regiões com dificuldade deabastecimento de GLP.Como escolherVários fatores devemser considerados na hora daescolha do combustível para aempilhadeira.“Deve-se pensar,primeiramente, no ambiente detrabalho: se é em local confinadoou aberto, se a operação seráem temperatura ambiente ouem baixas temperaturas. Cadaoperação delimita os tiposde combustível que podemser utilizados, e existemequipamentos específicospara cada tipo operação”,ensina Francisco Arrais BezerraJunior, supervisor de serviçosYale da Auxter Soluções emMáquinas e Equipamentos(Fone: 11 3602.6000). A estesitens, Ramon de Sá, gerentede vendas da Castell (Fone: 112526.888), acrescenta os custosde manutenção e Hugo Niglio,engenheiro de manutenção daCommat Comércio de Máquinas(Fone: 11 2808.3333), potênciada máquina, facilidade deacesso (compra) e estocagemdo combustível que abasteceas máquinas. Cláudio Nunes,gerente comercial da Meggalog(Fone: 11 4409.0905),também fala na aplicação daempilhadeira e, depois, nalogística de armazenamento eressuprimento do combustívelescolhido. Marcelo de FrançaYoem, assistente comercial daZuba Comércio de Máquinas eEquipamentos Industriais (Fone:11 4719.9099), também destacaque a operação a ser realizadadeve evitar o consumo excessivode combustível.Além dos já citados, FábioPedrão, diretor executivo daRetrak Empilhadeiras (Fone: 112431.6464), cita as condiçõesde mercado (oferta/procura) ea facilidade de aquisição dessecombustível. “A preferênciana região Norte do país épelo diesel, uma vez que adistribuição logística destecombustível é melhor em relaçãoà do GLP”, completa GleisonSouza, analista de aplicação daStill (Fone: 11 4066.8100).Ao local de operação,Guilherme Pereira Osório,diretor da Movicarga (Fone:11 5014.2477), acrescentacondições como piso e apresença ou não de chuvae umidade como fatorescondicionantes da escolhado combustível. “Podemosacrescentar, ainda, o custo Xdisponibilidade de combustívelno local, necessidade deautonomia do equipamento edisponibilidade da máquina”,informa.Luiz Henrique GonçalvesCamargo, gerente de suporte aoproduto da Clark Empilhadeiras(Fone: 19 3856.9090),lembra, ainda, que o tipo deproduto movimentado e ashoras trabalhadas podemdeterminar a escolha do tipo decombustível. “Motores a dieselsão geralmente utilizados paramovimentação em locais abertos,justamente pela condição dedissipação dos poluentes. O GLPjá é um combustível melhor paraoperações em áreas confinadas,Bezerra Junior, da Auxter:cada operação delimita ostipos de combustível quepodem ser utilizadosprincipalmentepara movimentação demateriais perecíveis.Porém, é importante ressaltara logística de abastecimentodesses combustíveis. Uma boaavaliação do ambiente ondea empilhadeira irá trabalharpode determinar o melhorcusto/benefício na escolha docombustível”, explica.“Sem dúvida, a operaçãoe o ambiente de trabalho sãofatores básicos na escolha docombustível. Externos: diesel ouGLP; internos: elétricas ou a GLP.Depois é só fazer a comparaçãode custos para qual mais seadapta dentro do orçamentoda empresa”, observa KleberLi, gerente de importação daPothimaq/GC Power (Fone: 133234.2683).Já para Sergio Koji Saiki,supervisor comercial da TCIM– Comércio e Importação deMáquinas (Fone: 11 4224.6480),tudo tem de ser analisadodo ponto de vista prático noreabastecimento em cada local.“O mais usado pela facilidadeem abastecer é o GLP, devido aempresas fornecedoras deste


32 | edição nº 117 | Nov | 2011e tem a vantagem de ser muitomenos poluente. Não sabemosse existe alguma empresafazendo este tipo de teste aquino Brasil ou no exterior, mas nãodeixa de ser uma alternativaecologicamente correta”, colocao engenheiro de manutenção.Já para o gerente comercialda Meggalog, muito se falaem células de combustível efonte híbrida, mas ainda sãotecnologias que apresentamlimitações em relação aodesempenho, custo oupraticidade de uso. Nunes crêque, para aplicação de motoresa combustão, ainda há um longocaminho de desenvolvimento,em busca de uma queima maiseficiente e limpa. A utilizaçãode tecnologias como injeçãoeletrônica e oxicatalizadoresdeve estar mais presente numfuturo próximo, aponta.“As novas tecnologias vãona direção de equipamentoshíbridos acionados por motorelétrico + o motor a combustão.Isto proporciona economiade combustível, melhor custooperacional e menor poluiçãopara o meio ambiente”, finalizaPedrão, da Retrak.Saiki, da TCIM: tudo tem de ser analisado do ponto devista prático no reabastecimento em cada localCaracterísticas doGás Liquefeito de Petróleo (GLP)É mais utilizadoem empilhadeirasde 1,5 a 7,0 t.Tem fácilabastecimento(troca de cilindrosou pitstop).Os principais danos causados ocorremem decorrência da falta de lubrificaçãodas partes móveis do sistema de injeçãode combustível, o que pode causar otravamento de algum componente,como válvulas de admissão e escape.Este combustível costuma contaminar,a longo prazo, as partes internas dosmotores, causando alto consumo efalhas de funcionamento, aumentando,consequentemente, a emissão de gases.Por isso, as manutenções preventivasdevem ser realizadas a risca.Um dos problemas nautilização de GLP é a qualidadedo botijão P20. A utilizaçãode botijões acima do prazo devalidade pode comprometerdiretamente o sistema dealimentação e a vida útilde componentes, como oregulador e misturador, com aliberação de detritos metálicosmisturados ao combustível.Não é recomendado paramáquinas que exigem maispotência e força do motor.Apresenta um rendimentoinferior, por conta de suacapacidade energética.Mais barato enão precisa degrandes estoques.Não desgastatanto as peças, porse tratar de umcombustível maislimpo.Requer menostempo parareabastecimento.É facilmenteencontrado emgrandes centrosurbanos e ocombustível maisusado nessas regiões.Proporciona menoragressão ao meioambiente, devido aobaixo nível de emissãode monóxido de carbono.Isso ocorre devido àmelhor condição dequeima do gás na câmarade combustão.A utilização de GLP semprocedência pode causar perdade desempenho e aumento deconsumo, além de comprometera segurança do equipamento einviabilizar questões futuras degarantia do produto.Características doGás Natural Veicular (GNV)Exige um projetoespecifico e normalmenteé recomendado paragrandes parques deequipamentos.É mais barato emenos poluente queo GLP, a gasolina eo diesel.Características do Óleo DieselÉ usado emempilhadeiras demaior capacidadede carga (acima de7 toneladas).O motor a dieseloferece facilidadede manutenção, temmenor quantidadede peças em relaçãoa outro motora combustão e,portanto, apresentavida útil maior.É maispoluente.Não é indicado paraempilhadeiras quetrabalham em ambientefechado, em funçãodo alto indice de gáscarbono que emite. •Ainda pouco utilizado devido àdificuldade para abastecimentoe distribuição, porém muitovantajoso para indústrias quejá tem Gás Natural em suasplantas ou uma demanda quejustifique a instalação de umpitstop (mais caro que umpitstop para GLP).A principal vantagem éo bom torque alcançadocom os motores de CicloDiesel, que são utilizadospara trabalho pesadoem portos, armazéns,siderúrgicas e outrasoperações que necessitamde força extrema. Porém,tem muitas restriçõesdevido à poluição sonorae emissão de particuladosno ar (alimentício,farmacêutico etc.).Deve sermonitorado paraevitar o acúmulo de“borra” derivadade diesel velho,água em excesso eoutros agentes quepodem danificar abomba injetora e osbicos injetores.Proporciona melhordesempenho, poiso motor tem maiortorque em baixarotação.


edição nº 117 | Nov | 2011 | 37Iveco do Brasil apresentatecnologias para a redução doconsumo de combustíveisPreocupada com o meio ambiente e coma redução no consumo de combustíveis, aIveco (Fone: 0800 704.8326) apresenta algunsprodutos com tecnologias para o tratamentode gases em veículos leves e pesados semo uso de ureia. “A Iveco vem desenvolvendoduas tecnologias para o tratamento dosgases: o EGR (Exhaust Gás Recirculation -Recirculação dos Gases de Exaustão) + DPF(Diesel Particulate Filter - Filtro de MaterialParticulado) e o SCR (Selective CataliticReduction - Redução Catalítica Seletiva).A tecnologia EGR+DPF é usadaprincipalmente nos veículos leves.A vantagem é que ela possui uma menorquantidade de componentes e não necessita douso de ureia”. Já a tecnologia SCR é empregadanos pesados e, além de mais robusta ao altoteor de enxofre do diesel, possui como grandevantagem uma potencial redução no consumode combustível, em relação a um veículoequivalente ao Proconve P5”, explica AlcidesCavalcanti, diretor comercial da Iveco.Labor anuncia lançamento do semirreboquesider MaxiloaderA Labor Equipamentos Rodoviários (Fone: 11 3382.1950), fabricante deimplementos rodoviários e projetos especiais, lança dois produtos paraos operadores logísticos e empresas transportadorasnacionais, apresenta ao mercado o semirreboquesider Maxiloader. Trata-se de umequipamento que permite carregarum volume de carga superiorem relação aossemirreboques de trêseixos tradicionais.“Nos produtosconvencionais, carregaseo máximo de 28paletes. Já no SiderMaxiloader, carregamos42 paletes. Isto representa 50% amais, ou seja, a cada dois semirreboquesda Labor, precisa-se de três dos equipamentos utilizados comumente”,destaca Heberson Cosso, diretor comercial da empresa. Para garantir maioreficiência, o equipamento apresenta uma ocupação inteligente do espaçoinferior do implemento junto às rodas, normalmente desperdiçado noconceito existente no Brasil. Além disso, o sistema traz o conceito DoubleDecker, onde podem ser colocados 28 paletes (com medidas 1,00 x 1,20 m)na parte superior e 14 paletes na inferior. A altura interna total é de 3.930mm, divididas em 1.870 mm em cada piso. “O carregamento é extremamentesimples. O operador pode se movimentar com facilidade no interior dacarroceria, sem qualquer esforço.”EntrE o pEdido E a EntrEgahá um longo caminhoÉ nEssE ponto quE a storE automação faz a difErEnça.Uma empresa que está hámais de 20 anos no mercado,especializada em softwarespara gestão de armazenagem,transportes e distribuição.storE/Wmassistema completopara gestão dearmazenagemstorE/rEdExsistema completopara gestão derecinto especial paradespacho aduaneirode exportaçãostorE/tmssistema completopara gestão detransportes edistribuiçãoNosso sucesso é sua logística bem-sucedida!(11) 3083-3058www.storeautomacao.com.br


40 | edição nº 117 | Nov | 2011Negócio FechadoSouza Cruz implementa sistema de gestãoe controle de produtos da TeclógicaPara controlar seus estoques e o fluxo de produtos dentro da expedição, a fábrica da SouzaCruz em Uberlândia, MG, implementou um sistema de controle de expedição desenvolvido pelaTeclógica (Fone: 47 3036.7700), empresa especializada em gestão dos processos de TI. Batizadode Scote – Sistema de Controle de Expedição, o sistema foi desenvolvido especificamentepara atender às peculiaridades dos negócios da companhia. A Souza Cruz precisava garantir adistribuição de aproximadamente 200 marcas de cigarros diferentes e otimizar a expedição dosprocessos para os depósitos de vendas localizados em diversos Estados do Brasil. Com a solução,a empresa obteve um melhor controle dos estoques por meio do rastreamento dos produtos, oque ajuda a determinar a data de entrada, o local de armazenamento, a mudança de status e aorganização da logística de entrega. O Scote encontra-se totalmente integrado ao sistema degestão SAP, o que permite transparência e visualização a nível corporativo.Parceria entre Automotiva Usiminase Letnis gera Projeto Mobilidadeintegrado ao SAPA Automotiva Usiminas procurava agilizar o processo de movimentação de materiais erealizar melhorias na acúracia do estoque de produtos intermediários, também fabricados pelaempresa. A solução foi o projeto Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Letnis (Fone: 115904.6470), consultoria de negócios SAP. Com atividades iniciadas em julho deste ano, o projetootimizou o apontamento de produção através de coletores de dados e de balanças contadorasintegradas ao SAP, identificação dos materiais produzidos internamente com etiquetas de códigosde barras e, também, na movimentação de material na produção e nos estoques da fábrica.Entre os benefícios, ainda permite consultas de estoque e movimentação interna no depósito,utilizando as funcionalidades de warehouse management do SAP e realização de inventáriorotativo através do coletor de dados.Petrobras Biocombustível adquire 50%de usina da BSBIOS no Rio Grande do SulA Petrobras Biocombustível (Fone: 21 3212.4760) e a BSBIOS Indústria e Comércio deBiodiesel Sul Brasil (Fone: 54 2103.7100) anunciam a constituição de sociedade, comparticipação paritária, para atuar na produção de biocombustíveis no Sul do Brasil. As duasempresas já operam, em parceria, a usina de biodiesel em Marialva, PR, e, a partir de agora,passam a atuar também na unidade de Passo Fundo, RS. Com a nova sociedade, as empresaspassam a compartilhar a operação de um complexo industrial com capacidade produtiva totalde 300 milhões de litros/ano de biodiesel. A parceria ampliará as possibilidades deinvestimentos na produção de biodiesel e etanol na região Sul.Gefco inicia parceria com site dedescontos voltados à indústriaA Gefco Logística (Fone: 11 2755.5500) iniciou parceria com o Clube Indústria de Benefícios,site na internet que traz ofertas exclusivas de produtos e serviços com condições diferenciadasaos clientes industriais. O site foi criado pela CNI – Confederação Nacional da Indústria, nofinal de maio, com o objetivo de possibilitar um canal de negócios exclusivos, derelacionamento permanente e de comunicação direta entre empresas que vendem produtose serviços e indústrias que querem comprá-los. “Esta parceria com a CNI vai ao encontro daestratégia da Gefco de expandir sua atuação com os clientes de diversos ramos da indústria,principalmente de médio e de grande porte. Como se trata de uma confederação que reúne as600 mil empresas do setor industrial, a Gefco tem a oportunidade de divulgar seus serviços esua marca e ampliar seus negócios”, afirma Adriana Pedreira, diretora comercial e de marketing.


edição nº 117 | Nov | 2011 | 41Jamef dinamiza transportes demercadorias da KodakA sua atuação no país fez com que a Inter Color, distribuidora oficial dos produtos Kodak noBrasil, buscasse uma parceira que fizesse o transporte e as entregas das mercadorias.A escolhida foi a Jamef (Fone: 11 2121.6100), que desde 2010 tem realizado com sucesso otransporte para a Inter Color.“Percebemos que através de frota própria seria inviável e passamos a pesquisar e qualificarpotenciais parceiros, capazes de suprir nossas expectativas e, também, as expectativas denossos clientes em relação à entrega. Foi quando iniciamos nossa parceria com a Jamef”,relembra José Eduardo Loureiro, diretor de Operações & Logística da Inter Color.Dbtrans firma parceria com a Unikpara pagamento de freteA Dbtrans – empresa de meios de pagamentos para o setor logístico – acaba de firmarparceria com a Unik (Fone: 0800 703 2275), especializada na administração e processamentode meios de pagamentos para mais de oito mil empresas e com quatro milhões de cartõesativos. Os cartões Rodocred Frete passarão a ter ambas as bandeiras, Rodocred e Unik, eestarão aptos para saques na Rede Banco 24Horas, compras em toda a rede credenciadaUnik, recarga de celular e pagamento de contas, além da operação existente na redecredenciada Rodocred. Com a iniciativa, a Dbtrans busca fortalecer ainda mais o RodocredFrete, produto habilitado pela ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres comomeio de pagamento eletrônico de frete em substituição à carta-frete.Nutricash fecha parceria com a CETA Nutricash (Fone: 0800 284 8500), especialista no desenvolvimento de produtos eserviços direcionados à concessão de benefícios ao trabalhador e gerenciamento de frota,anuncia parceria com a CET - Companhia de Engenharia de Tráfego. O contrato é para usodo MaxiFrota, e garante serviços de Gestão de Abastecimento de Frota aos 1.100 veículosda companhia. “O MaxiFrota Gestão de Abastecimento oferece controle total e em temporeal de todas as variáveis envolvidas no consumo de combustíveis e performance da frota.É uma parceria estratégica para consolidação da marca MaxiFrota na Região Sudeste e,em especial, em São Paulo, maior mercado do país”, afirma o gerente de desenvolvimentode produtos e inteligência de mercado da Nutricash, Alceu Marques. De acordo com oexecutivo, a rede de postos de combustíveis no Estado de São Paulo deverá expandir em75% para atender ao crescimento da Nutricash na região. A expectativa da empresa édobrar o número de clientes nos próximos meses no Estado. Para atingir esses objetivos, aNutricash inaugurou recentemente um escritório na capital paulista, que deve ser o maiorda companhia.Seqtra contrata a Cepa para oprimeiro processo de segurança emtransportadoraA Seqtra (Fone: 31 3333.0018) acaba de formar uma parceria com a Cepa Safe Drivepara desenvolver um projeto de segurança veicular exclusivo aplicado os seus motoristase caminhões no transporte de materiais siderúrgicos, mineração e carga geral. O projetoconsiste na criação do “MCSV – Manual de Condução de Segurança Veicular”, voltadopara as operações logísticas da Seqtra principalmente para o setor siderúrgico e demineração. Contudo, este manual atenderá toda demanda logística da Seqtra independenteda característica da carga. Assim que finalizado, com a criação de um manual único, esteprocesso de gestão de segurança será o primeiro desenvolvido pela Cepa para uma empresade transporte e logística no Brasil.


44 | edição nº 117 | Nov | 2011Logística & Meio AmbienteCombustívelJamef e Braspress iniciamtestes com caminhões a gásVisando a melhoria domeio ambiente e o baixocusto com combustíveis,algumas transportadoras estãoescolhendo o gás natural comomeio de abastecer suas frotase diminuir a emissão de CO ²naatmosfera.Uma das transportadorasque aderiu a esse fomentofoi a Jamef EncomendasUrgentes (Fone: 11 2121.6161).Após fechar uma parceria coma Comgás (Fone: 08000 110 197),distribuidora de gás naturalcanalizado, iniciou os testespilotos em caminhões VUCabastecidos com gás naturalem sua frota. Para AdrianoDepentor, diretor presidente daJamef, essa parceria surgiu deuma ideia da Comgás.“A Comgás precisava realizar ostestes com o caminhão movido àgás natural em áreas urbanas ebuscava uma empresa com altonível de eficiência, controle dosveículos e gestão de custos ecom viés ambiental paraauxiliá-la no desenvolvimento ena melhoria desta tecnologia.A Companhia encontrou naJamef essas competências esugeriu a parceria. ”Os primeiros resultadosjá puderam ser observadosem menos de três meses deteste – tanto a Jamef quantoa Comgás acreditam que o usode combustível alternativo, nocaso o gás natural, vai reduzirsignificativamente o nível deemissões de gasespoluentes na atmosfera.Além disso, a empresa calculauma redução nos custos commanutenção do veículo.“Vamos aguardar os resultadosdo período de teste desteprimeiro caminhão movido agás natural, porém estamosmuito confiantes de que estesresultados serão positivos paraavançarmos na aplicação destatecnologia em nossa frota”,complementa o diretor da Jamef.O objetivo é testar aviabilidade técnica e financeirade ter um veículo abastecido100% com gás naturaltrabalhando numa cidade comoSão Paulo. “Estamos bastanteconfiantes com o resultado e aexpectativa é reduzir de 20%a 30% o custo operacional doveículo”, garante o gerente deGNV da Comgás, Richard Jardin.Dependor, da Jamef:a Comgás precisavarealizar os testescom o caminhãomovido a gás naturalem áreas urbanasHelou Junior, da Braspress: o uso de gás natural na frotafoi uma evolução dos procedimentos internos da empresa,envolvendo a sustentabilidadeMais adesãoOutra transportadora ainiciar as operações com gásnatural foi a Braspress (Fone:11 2188.9000). O projeto,denominado Braspress Eco²,visa substituir o combustívelpor algo menos prejudicial aomeio ambiente. Para UbiratanHelou Junior, controller de frotada Braspress, o uso de gásnatural na frota foi uma evoluçãonatural dos procedimentos.“Foi uma evolução de nossosprocedimentos internos, poisjá temos uma política desustentabilidade que procuramanter a frota de veículosbem conservada, evitando osresíduos poluentes em excessona atmosfera, além de umafrota com uma idade médiade 2,5 anos, o abastecimentocom biodiesel e o projeto Eco-Braspress 1, que é uma unidademóvel equipada com opacímetro,balanceador e alinhador de rodasque visa otimizar a emissão depoluentes de nossa frota de1200 caminhões em todo oBrasil”, explica.O caminhão escolhidopara o teste foi o modelo MBB1315 Atego, da Mercedes-Benz, que funcionará com doistanques, sendo um diesel eoutro a gás, usando 80% degás e apenas 20% de diesel,diminuindo consideravelmente aemissão de resíduos poluentesna atmosfera. •


46 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalMedicamentosRemédios especiais requeremlogística diferenciada e enfrentamproblemas no transporteOs medicamentos especiais integram uma categoria específica de remédios que são fabricados com alta tecnologia e, para quenão seja danificada, parte deles precisa de armazenamento em temperaturas baixas, câmaras frias ou salas climatizadas porgeradores. Essas necessidades encarecem e dificultam a cadeia logística de distribuição e armazenamento.Os remédios especiais,medicamentos utilizadosem casos peculiares,como no tratamento de doençasraras, estão sendo utilizadospor parcela considerável dapopulação, mas ainda enfretamdificuldades logísticas notransporte e armazenamento.Com especificações detalhadassobre como devem sermanejados, estes medicamentosraramente são encontrados emredes de farmácias e lojas físicas,em função do maior cuidado ecusto da logística envolvidos nacadeia. Há cidades no Brasil,inclusive, que não possuemuma farmácia especializadaque disponibilize esse tipo demedicamento. Percebendo ogargalo existente no setor, quenecessita de grande quantidadede remédios do tipo para otratamento contínuo de doenças,algumas farmácias especializadaspassaram a utilizar plataformason-line para suprir a demandapelos remédios especiais.Na verdade, osmedicamentos especiais são umacategoria específica de remédiosque precisam de armazenamentoe cuidados diferenciados. Sãodestinados ao tratamento dedoenças como certostipos de câncer,doenças respiratórias e hormonais,artrose e tipos raros de diabetes,entre outras enfermidades raras epouco frequentes. Têm produçãocom alta tecnologia e, para quenão seja danificada, parte delesprecisa de armazenamento emtemperaturas baixas, câmarasfrias ou salas climatizadas porgeradores. Essas necessidadesespecíficas encarecem e dificultama cadeia logística de distribuição earmazenamento. As embalagenstambém recebem atenção especialpara proteção segura.Exemplos de remédios comessas especificações são ostermolábeis, que têm origembiotecnológica, e não química,e por isso são mais instáveis,exigindo que as farmácias queo manipulam e transportamestejam habilitadas e autorizadas.“Os medicamentos especiaispossuem característicasdiferentes dos demais e oscuidados com o armazenamento,manuseio e transporte devemser rigorosamente observados.Usamos embalagens especiaispara o transporte e osmedicamentos são embaladosem isopores com cliogel noseu interior, um tipo de geloreutilizável especialmentedesenvolvido pararetardar oprocessodedescongelamento normal”, afirmaSamuel Gusmão, diretor da SareDrogarias (Fone: 11 2021.6464).Com o uso ainda maisfrequente da Internet para acompra de medicamentos,principalmente nos grandescentros, farmácias on-linedevidamente habilitadas,como a rede Sare Drogarias, jápossuem diversas opções demedicamentos especiais que sãoentregues em todo país, sempremediante a prescrição médica.A logística que envolvea compra e venda on-line deremédios especiais, além dapreocupação com embalagense carros específicos paratransporte, também exigetreinamento intenso dosfuncionários da cadeiaenvolvida. Os operadoreslogísticos e transportadoresque trabalham com essetipo de produto precisamde orientação farmacêuticasobre cada tipo de remédiotransportado e manipulado.Além do treinamento, o operadorprecisa de autorização daAnvisa – Agência Nacionalde Vigilância Sanitária queo habilita a trabalhar com osmedicamentos, além de adotarboas práticas de armazenamentoe transporte necessárias paracada especificidade de remédio.Utilizando logística própriae terceirizada, a Sare Drogariasatua com empresas comoa Locaserv, Tam Cargo eCorreios para ter garantiasobre a segurança daentrega dos remédios e quea integridade de tratamento decada um seja mantida.A logística interna dacompanhia oferece ao consumidoratenção farmacêutica por meiode equipe de atendimentoformada por profissionais desaúde, que dão orientação aospacientes desde os momentosque antecedem a compra até umacompanhamento no pós-venda.No entanto, apesar deorganizada, a logística do setortambém enfrenta problemas comaltos custos e poucas empresasespecializadas na área.“Os maiores desafios dosetor estão relacionados aoselevados custos de transporte,especialmente fora dos grandescentros logísticos, e a quaseausência de transportadorasespecializadas. A criação deempresas especializadas queatenda toda a cadeia de vendasdo setor, desde o fabricante,distribuidor, revendedor atéo consumidor, é necessária”,salienta Gusmão.Os medicamentos especiaisjá respondem por 45% dofaturamento da rede SareDrogarias, especializada emvendas on-line, com apenas umaloja física, localizada em SãoPaulo, SP. Segundo Gusmão,a companhia notou umsignificativo aumento dacompra on-line pelo consumidorbrasileiro, tanto para a comprade medicamentos comuns comoespeciais, principalmente emestados como Rio de Janeiro,São Paulo e Minas Gerais,além do Distrito Federal. •


edição nº 117 | Nov | 2011 | 49OnixSat lança tecnologia satelital de comunicação livrepara os mercados nacional e internacionalA OnixSat (Fone: 43 3378-3500), empresa que atua no fornecimento de produtos eserviços para o rastreamento de veículos pesados, assim como tecnologias decomunicação via satélite para os mercados aéreo, terrestre e náutico, anuncia oIsatData Pro. Trata-se de uma tecnologia que permite ao motorista do caminhãoo envio de mensagens livres de texto com baixíssimo custo, recebimento e envioem curto espaço de tempo, além de operar com a tecnologia satelital Inmarsat/SkyWave. O IsatData Pro foi desenvolvido pela Inmarsat e a SkyWave, empresasparceiras da OnixSat e que atuam no fornecimento de soluções em comunicaçãosatelital.Vipal apresenta novo conceito de banda pré-moldadaA Vipal (Fone: 54 3242.1666) apresenta o modelo DV-RT2, especialmentedesenvolvida para os eixos de tração do segmento de transporte rodoviário.A banda proporciona maior tração e ganhos expressivos no rendimentoquilométrico, de acordo com a empresa. O uso dos pneus no mercado brasileiroestá cada vez mais crescente: “O mercado de reforma deve fechar o ano com cercade 7,8 milhões de pneus de carga reformados. Cada vez mais os transportadoresveem no pneu reformado uma excelente alternativa para a redução de seus custosoperacionais, sem abrir mão da segurança e desempenho”, diz Eduardo Sacco,gerente de Marketing da Vipal. A nova linha foi projetada para reforma de pneusradiais usados em eixos de tração para a utilização em estradas pavimentadas,fazendo com que tenha contato mais firme do pneu com o solo.15796_Clark_AnuncioMascote_21x14cm.pdf 1 21/09/2011 11:27:52Noma lança linha FênixApós meses de pesquisas edesenvolvimento tecnológico, a Nomado Brasil (Fone: 0800 704 4083) traz aomercado a Linha Fênix, um projetomoderno, que agrega novos conceitosde sustentabilidade, praticidade edurabilidade aos implementos maisleves e robustos do país, segundo aempresa. Uma das características daFênix é a tampa EcoTech. São placascom duas camadas de alumínio e uma depolímero, desenvolvidas para substituir ocompensado naval. A nova tampa é maisleve, mais durável, por resistir à corrosão,além do prático manuseio.cLARK APRESENTA:cLARKÃO. UM CARAORIGINAL, FORTEE AUTÊNTICO.use somente pEcasgenuínas clark, assimvocê pode contar com aminha foRCa, garantia eassistência técnica.Afinal, Clark é Clark.• ATÉ 12 MESES DE GARANTIA*.• FORNECEDORES CERTIFICADOS.• ATENDIMENTO EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL.*DE ACORDO COM AS REGRAS DESCRITAS NO MANUAL DE GARANTIAE/OU AVALIAÇÃO DO DISTRIBUIDOR AUTORIZADO CLARK.WWW.CLARKEMPILHADEIRAS.COM.BRDISTRIBUIDORES EM TODO BRASILAESA - GRANDE SÃO PAULO, ABC EBAIXADA SANTISTA - (11) 3488.1466ALPHAQUIP - GRANDE SÃO PAULO,OSASCO E BARUERI - (11) 4198.3553DINÂMICA - RO E AC(69) 3535.5304 / (69) 3228.5304(68) 3221.1157DAFONTE - PE, RN, PB E AL(81) 3087.0266 / (83) 3232.3500FORMÁQUINAS - CE E PI(85) 3474.3819LINCK - PR - SC - RS(51) 2118.3333 / (41) 2111.3769(48) 3203.7000LVM - AM E RR - (92) 3236.1455MAPEL - GRANDE SÃO PAULO,VALE DO PARAÍBA E INTERIOR DE SP(19) 3278.1822TECNOESTE - MT E MS(67) 3041.2688 / (65) 3661.0661TRACBEL - MG, ES, RJ, GO, DF E TO(31) 2104.1801 / (27) 2123.9800(21) 2123.9400 / (62) 4011.3550TRATOMAQ - PA, AP E MA(91) 3342.4400 / (98) 3248.1769TRATORMASTER - BA E SE(71) 3291.7200 / (79) 2107.9898


52 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalAutomaçãoAutofax lança sistema degerenciamento remoto de dadoscom validação jurídica MDCertAAutofax Tecnologia (Fone:11 3471.2500), atuanteno desenvolvimentode tecnologias paraautomação comercial, gestãoe logística, acaba de lançar aplataforma MDCert, sistemade gerenciamento remoto dedados com validação jurídica detodas as fases dos processosde negócios. Com tecnologiasde transferência de dadosvia GPRS/GPS, o MDCert éum software de assinaturadigital utilizado para simplificarprocessos de maneira ágil.“O grande diferencial doMDCert é o pioneirismo comoplataforma de gestão logísticacom garantias jurídicas de todasas fases do processo, por meioda utilização de certificadodigital, segundo as regras doICP-Brasil”, explica LaércioSoares, diretor executivo daAutofax. O investimento diretono MDCert passou dos R$ 5milhões até o final de 2010.E já estão previstos novosinvestimentos até o fim de2012, que serão voltadospara o aprimoramento edesenvolvimento de novasferramentas a serem incluídasna plataforma.Dentre as funcionalidadesda solução estão o comprovanteeletrônico de recebimento eentrega de mercadoria, quepossibilita que o pagamentodo frete seja efetuado naconta do motorista logo apósa confirmação certificada deentrega; a flexibilidade dopagamento de frete em temporeal pela plataforma e porvariadas formas, como bancos,cartões de crédito, cartões prépago,conta poupança e outros;e a contratação de serviços defrete on-line entre motoristas,embarcadores e transportadorescom a utilização de certificadosdigitais e-CNPJ e e-CPF.“A plataforma tem porobjetivo ser o elo entretodas as fases do processologístico. Até hoje, pararealizar a contratação de umcaminhoneiro, são utilizadosmeios rudimentares, como oagente de carga, que cobrapercentuais altíssimos para aindicação de um frete. Atravésdo MDCert, o caminhoneiroestará definitivamente inseridono mercado. Podemos chamaro MDCert de seu escritórioparticular, onde deverá encontrartudo o que precisa para atendera todas as suas necessidadese sem precisar dar um passo”,avalia Soares.Ainda segundo o diretor, agama de soluções disponíveisna plataforma apresentavantagens tanto para o motoristaquando para os contratantesou embarcadores. No caso domotorista, ele poderá receber ovalor do frete on-line, onde formais conveniente, de acordocom sua escolha. O MDCerté integrado a todo o sistemabancário e basta informar ondeo valor deve ser depositado e opagamento do frete chegará comsegurança e sem os descontosabusivos de intermediários.“Outro grande benefício para omotorista é que ele poderá serlocalizado em tempo real paraser contratado para uma carga,gerando negócios para esseprofissional que até então eratotalmente refém dos agentes decarga”, salienta Soares.Já para o contratante, odiretor afirma que as vantagensestão em poder planejar,controlar e gerenciar todas asfases do processo logísticode sua frota por meio daplataforma, podendo determinarque todas as funções adjacentessejam automaticamenteconfiguradas a partir daemissão do canhoto eletrônico,possibilitando o pagamento dofrete on-line através de sistemade escolha do motorista.Toda a ação do MDCertocorre em Cloud (nuvem deinformações, ou virtualidadedas informações, à disposiçãodo internauta em qualquerlugar), agregando redeinternet e wireless que atuacomo infraestrutura para otráfego de dados; bureaus deinformações comerciais; cartãoe-CPF e e-CNPJ necessáriospara a validação e certificaçãodos dados e documentostransacionais na plataformaMDCert; bancos e meios depagamento; Receita Federal paraa validação do certificadodigital; e o Terminal MDCert –Mobile Data Certification.


edição nº 117 | Nov | 2011 | 53Com a utilização deste últimoequipamento, o primeiro terminalmóvel de certificação digital online,segundo a empresa, pode-seviabilizar a troca de documentoseletronicamente e com garantiasjurídicas, por meio de assinaturadigital. O terminal tem tecnologiade comunicação e localizaçãoGPRS/GPS, além de leitorsmartcard de cartões e-CNPJe e-CPF. “O MDCert permite avisualização completa de todoo processo logístico, desde osdados da Nota Fiscal Eletrônica(NF-e), do Conhecimento doTransporte (CT-e), dos roteirosdetalhados até a visualizaçãodas regras estabelecidas parao embarque/entrega”, explica odiretor.Entre os serviços disponíveisna plataforma MDCert estão om-Canhoto, um comprovanteeletrônico de entrega demercadorias que transmiteinformações em tempo real parafinalização do processo logístico;o m-frete, que é o pagamentode fretes aos motoristas queelimina a carta frete e dámais agilidade e segurançana transação, com integraçãocom bancos e principais meiosde pagamento; e o m-averba,envio de informações pelosistema durante todo oprocesso logístico, substituindototalmente a averbação empapel, dando controle emtempo real e garantia de que asaverbações serão realizadas.Um banco de dadospositivo sobre motoristas ecaracterísticas detalhadas doveículo, o m-cargo, tambémestá disponível na plataforma.Essa função possibilita maioragilidade e mais segurançana contratação do frete, alémde apresentar o status deocupação e localização doveículo, trazendo visibilidadedo perfil e histórico domotorista. Já o m-Serviceé uma rede credenciada deestabelecimentos comerciaise serviços disponibilizada parautilização do motorista ao longoda rota. Todas as transações sãorealizadas via plataforma, comtroca de informações, garantiade integridade dos dados egarantia de não-repúdio, alémde detalhes sobre cronologiados fatos e validade jurídicaa todos os processos paracontrole detalhado de custos daoperação.De acordo com Soares,dentre os clientes que jáutilizam o MDCert estão grandesindústrias do segmento depetróleo, eletroeletrônicos epneus, além de transportadorase operadores logísticos. Paraatender às diferentes demandasdos clientes, a Autofax realizaum trabalho mais personalizado,influenciando inclusive o preçoa ser pago para usar o MDCert.“Os valores referentes àutilização da plataforma MDCertsão variáveis de acordo com aSoares: a plataformatem por objetivo ser o eloentre todas as fases doprocesso logísticonecessidade do cliente, levandoseem conta diversos fatores,como tamanho da frota, tipode demanda, mix de serviçoscontratados, índices de sucessoe formatação, entre outros”,finaliza Soares. •


edição nº 117 | Nov | 2011 | 55AutomaçãoAtlas investe emprojeto para ganhoem produtividadeAAtlas Transportes & Logística (Fone:11 2795.3100) iniciou um projeto quecontempla a inclusão de etiquetaspadronizadas com código de barras nosvolumes que saem das filiais de São Pauloe Campinas.Antes, o processo era feito de forma bemsimples. Os produtos já vinham etiquetadosdos clientes, forçando uma organizaçãopré-determinada. Um dos maiores erros queacontecia era quando havia informaçõesincompletas nas etiquetas, focando atransportadora a completá-las. “Nas etiquetasantigas, as informações não eram suficientespara uma triagem direta através dos volumes,e havia a necessidade da conferência comas Notas Fiscais, o que acarretava umaespera das emissões na expedição. Como código de barras, a intenção é que atriagem na recepção e o direcionamento paracarregamento ocorram simultaneamente,para que tenhamos maior produtividade e,consequentemente, agilidade no envio dascargas com segurança nas informações. Asinformações que serão lidas ainda vão serformatadas, mas a princípio teremos: N° NF,N° CTe, Quantidade de Volumes e CódigoFilial Destino”, descreve Luciano Crivelari,gerente operacional da Atlas.O projeto demanda investimento emtempo e recursos, no entanto, é fundamentalpara o aprimoramento dos negócios.“A iniciativa visa agilizar os processos detriagem, carregamento, descarga, conferência,roteirização e entrega final, proporcionandoganho em produtividade”, explica Crivelari.O projeto ainda está na primeira fase e cercade R$ 20 mil já foram investidos.Entre as melhorias colocadas emprática em São Paulo e Campinas, além dasnovas etiquetas, destacam-se a adoção descanners e a inclusão do campo “setor deentregas”. Conhecendo esta informação jáno momento da descarga, a filial de destinoantecipará a separação considerando arespectiva rota de entrega.O projeto também prevê outras unidadesem uma segunda etapa, quando também seráutilizada a tecnologia de radiofrequência, coma aquisição de scanners capazes de utilizaressa tecnologia. Todo o sistema que seráutilizado foi arquitetado e construído pela áreade sistema da transportadora.Primeiramente, a Atlas espera umretorno na agilidade na identificação físicadas remessas, conseguindo um aumentosignificativo nas operações, e posteriormenteobter um retorno financeiro.O projeto tem como base a independênciade cada filial, ou seja, cada uma terá suaprópria base de dados. “A ideia principal doprojeto é que cada filial seja independente,ou seja, após a fase de testes nas filiais SPe CP, iniciaremos a próxima fase, que será aimplantação nas demais filiais exportadoras”,completa Crivelari. •


56 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalTransporte MarítimoCom inauguração prevista para2012, Superporto do Açu deve atrairinvestimentos de R$ 40 bilhõesALLX, (Fone: 21 2555.5500)empresa de logísticado Grupo EBX, de EikeBatista, já investiu o montante deR$ 1,7 bilhões dos R$ 3,4 bilhõesprevistos para a construçãodo Superporto do Açu, no Riode Janeiro. Com obras emandamento e em fase de préoperação,o empreendimentodeve ser inaugurado no segundosemestre de 2012. A construçãoadiantada e a licença ambientalpara o canal onshore colocam oSuperporto como um dos maiorescomplexos portuários do mundo.O Superporto do Açu é umComplexo Portuário Privativode Uso Misto que possui doisterminais, sendo um offshore eoutro onshore. Em construçãono norte fluminense, em SãoJoão da Barra, o Superportoserá localizado próximo à árearesponsável por 85% de toda aprodução de petróleo e gás doBrasil e já se configura como omaior investimento portuáriorealizado na América Latina.O projeto irá atender àsnecessidades logísticas esuprimento de atividades deexploração de produção de óleoe gás na Bacia de Campos. O TX1será dedicado à movimentaçãode minério de ferro e petróleo e oTX2 deverá atender às demandasde carga e descarga de produtoscomo carvão, croque de petróleo,ferro-gusa, escória e granito dasindústrias.Do total de R$ 3,4 bilhõesinvestidos no Superporto, R$ 974milhões serão colocados pelaLLX Minas-Rio, responsável pelaimplantação do terminal portuáriovoltado para o minério de ferro.Os outros cerca de R$2,4 bilhõesestá sendo investido pela LLXAçu, que será responsável pelaoperação das outras cargas, comoprodutossiderúrgicos,escória,granito, petróleo e cargas gerais.Apenas o Complexo Industrialdo Superporto do Açu deveráatrair, para instalação de diversasindústrias, investimentos naordem de R$ 40 bilhões.Estrutura e acessosO Superporto do Açu entraráem operação em área total de9.000 hectares, com profundidadeinicial de 21 metros, comexpansão para 25 metros, ecapacidade para receber naviosde grande porte.O conjunto de terminaisoffshore, TX1, terá uma pontede acesso de cerca de trêsquilômetros de extensão e 9berços dedicados a minério deferro e petróleo. Já o conjuntode terminais onshore, TX2, terá13 mil quilômetros de cais, 300metros de largura e até 18 metrosSuperporto será localizado próximo à área responsável por 85% de toda aprodução de petróleo e gás do Brasil e já se configura como o maior investimentoportuário realizado na América Latinade profundidade, além de mais de30 berços para granéis sólidos elíquidos e outros produtos.A previsão de movimentação doempreendimento está avaliadaem 350 milhões de toneladaspor ano entre exportações eimportações.Projetado com base noconceito porto-indústria, oSuperporto do Açu contarácom um Distrito Industrial emárea contígua, além de umaretroárea para armazenamentodos produtos que serãomovimentados. Nele, serãoinstaladas duas siderúrgicas,duas cimenteiras, indústriaautomobilística, base deestocagem para granéislíquidos, polo de indústriasmetal-mecânicas e de serviços,Unidade de Construção Navalda OSX (empresa do setor deequipamentos e serviços paraa indústria naval offshore depetróleo do Grupo EBX),duas termelétricas daMPX (empresa de energiado Grupo EBX), plantasde pelotização de minériode ferro, Unidade paraTratamento de Petróleo,indústrias offshore,indústrias de tecnologia dainformação e pátio logístico.O Superporto também jáestá preparado para recebernavios de grande porte comoCapesize, VLCC e Chinamax,que transportam até 400 miltoneladas de carga.O Superporto do Açu terádiversos canais de acesso.As empresas que se instalaremali serão beneficiadas com duasalternativas para o transporteferroviário: a Nova Linha Mineira(ligando o Rio de Janeiro ao


edição nº 117 | Nov | 2011 | 57Estado de Minas Gerais) e a Linha Litorânea(interligando as malhas da MRS e da FCA).Ambos os acessos possibilitarão que oSuperporto atenda às regiões Sudeste,Sul e Centro-Oeste do país. As ferrovias jáexistem e os estudos para a recapacitaçãodestes trechos já começaram. O acesso aoempreendimento também poderá ser feitopor meio das principais rodovias do país,como a BR 116 (Rodovia Presidente Dutra) ea BR 040 (Rio - Juiz de Fora).Um corredor logístico com 400 metrosde largura e 43 km de comprimento, com4 faixas rodoviárias, 2 linhas ferroviáriase 3 linhas de transmissão (de 135, 345e 500 kV), também será construído parafacilitar o acesso. O corredor logístico foidimensionado para transportar 200 milhõesde toneladas por ano, com circulação de até100 mil veículos por dia.Acordo de utilizaçãoCerca de 70 memorandos deentendimento estão em negociação entreempresas que querem se instalar oumovimentar cargas no Superporto e a LLX.A Wisco, terceira maior siderúrgica daChina, já está com um acordo de cooperaçãofirmado com o Grupo EBX para a associaçãoentre ambas na construção e operaçãode uma planta siderúrgica integrada noComplexo Industrial do Superporto do Açu.O acordo prevê que a Wisco tenha capacidadeinicial para produção de cinco milhõesde toneladas de produtos por ano, compossibilidade de aumento no decorrer dosanos, contando com investimentos de US$ 5bilhões. A planta siderúrgica se dividirá em65% para o grupo chinês e 35% com a EBX.A ítalo-argentina Ternium também jáfirmou acordo com a LLX, para a instalaçãode um parque siderúrgico no Superporto.O contrato, firmado com a subsidiária LLXAçu, envolve a alienação total das açõesda Siderúrgica Norte Fluminense (SNF),companhia controlada pela LLX Açu.Esse parque siderúrgico terá capacidadeinicial de produção de 5,6 milhões detoneladas de aço bruto por ano.Outros dois contratados take or pay delongo prazo também já foram celebrados.Um dos contratos prevê o embarque deprodutos fabricados no parque siderúrgico daTernium, e o outro o desembarque de carvão.Com a Anglo American, a empresa possuium contrato para embarque de minério deferro no Superporto.A Camargo Corrêa Cimentos e aVotorantim Cimentos também firmaramacordos comerciais individuais com a LLXpara a implantação de unidades industriaispara a produção de cimento no ComplexoIndustrial do Superporto do Açu.ResponsabilidadesocioambientalPara que todos os envolvidos na obra,tanto colaboradores internos quantomoradores que estão sendo afetados pelasobras, sejam levados em consideraçãoa LLX investiu, em 2010, cerca de R$ 2milhões em projetos socioambientais noporto, e conta com cerca de 50 programasvoltados para a responsabilidadesocioambiental.A companhia também assinou umtermo de cooperação técnica que tem oobjetivo de fortalecer a agricultura familiarnas áreas de influência do Superporto.Nessas áreas, serão implantados projetospilotos com a utilização de estufas, alémde ser realizada a introdução de tecnologiade cultivo protegido e capacitação paraaumentar a produtividade e rentabilidadedaqueles agricultores.Outras ações de responsabilidadesocial já começaram a ser colocadasem prática. O Programa de QualificaçãoProfissional, realizado em parceria como SENAI e com a prefeitura de São Joãoda Barra, disponibiliza cursos para osmoradores da região. Na primeira fase doprograma foram formadas 442 pessoas noscursos de pedreiro, soldador, carpinteiro,mecânica, operador de empilhadeira,técnico hidráulico, almoxarife, armador deferro e assistente administrativo. As aulasda segunda etapa do programa já estãoacontecendo com mais 400 alunos.Mais um programa realizado pelaempresa é o Programa ABC de Ensino, quepossibilita que pescadores concluam oensino fundamental durante curso de seismeses. Funcionando como equivalente aosupletivo, as turmas que concluírem o cursorecebem certificado de conclusão aofinal do projeto.A comunidade pesqueira ainda contacom ações como a instalação de EntrepostoPesqueiro em São João da Barra; aimplantação de consultório odontológico elaboratório de informática nas colônias depescadores; a reforma da sede de pesca deBarra do Açu; a doação de equipamentospara a legalização de barcos (expedição delaudos) – como bóias de navegação, coletessalva-vidas e bandeiras do Brasil; e doaçõesde sede para colônia de pescadores.Na área ambiental, a LLX desenvolveprogramas voltados à recuperação epreservação do meio ambiente onde oSuperporto está instalado. Nessas áreas, aLLX implantou uma unidade de conservaçãocom aproximadamente 40 km² de restingano município de São João da Barra e oplantio de 2 milhões de mudas em regiõespróximas ao Superporto do Açu. •


58 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalGestão de frotasFrota SaaS da Guberman éremodelado e lançado na FenatranBuscando atender apequenas, médias egrandes empresas deforma mais personalizada, aGuberman (Fone: 11 3211.2662)reformulou as características doFrota SaaS, sistema online queutiliza computação em nuvempara gestão de frotas. Lançadona Fenatran, no fim de outubro, osistema possui uma espécie de“cardápio” de mais de 20 módulose centenas de funcionalidadesque permitem que as empresasmontem seu software próprio deacordo com suas necessidades,escolhendo módulo a módulo.“Até então, vendíamospacotes fechados, com planosbásico, intermediário e avançado.Durante os anos de trabalho como Frota SaaS, percebemos queos clientes tinham demandasdiferentes. Para atendê-los,reformulamos o sistema e osclientes vão poder comprar oFrota SaaS de acordo com asua real demanda, e não maisatravés de pacotes fechados.Por exemplo, uma empresa querealiza mais funções associadasao controle de combustível,pneus e manutenção poderáadquirir módulos específicospara suprir essas necessidades”,explica Sérgio Guberman,diretor comercial da empresa,que completa: “os maioresbenefícios que a reformulaçãotraz ao cliente são economia,escalabilidade, agilidade, maioraproveitamento do software eaumento da competitividade”.Com o novo formato, ouso do software ficará maiseconômico e escalonável, jáque o cliente poderá incluir eretirar módulos conforme o uso,orçamento e disponibilidade.O valor mínimo para cada móduloadquirido é R$ 10 por veículo,sendo o valor proporcional àcomplexidade do módulo.Além de modificar amaneira como o gestor da frotapoderá comprar os módulos,o Frota SaaS adicionou novasferramentas, como ComprasSaaS,a integração a outros softwaresde gestão empresarial (ERP),a soluções de automação deabastecimento (CTF, GoodCard,Ticket) e de pedágios. “Alémdisso, diversos módulos do FrotaSaaS irão receber uma série defuncionalidades. Entre elas, níveisde alçada para autorização demanutenção, controle de eixosuspenso para gestão de pneuse uma série de novos relatóriosgerenciais”, afirma Guberman.Entre os módulos maispedidos estão o Manutenção,Pneu e Abastecimento, porserem os itens que representama maior parcela dos custosde uma frota. De acordo comSérgio, o módulo Manutençãorealiza principalmente a gestãoda manutenção preventiva daempresa. O módulo realiza umcontrole fiel de plane jamento ereposição de peças.“A aplicação dessaprática como rotinana empresa antecipaproblemas, deixa a frotaem perfeito estado eaumenta o desempenhodurante o transporte. Umamanutenção em dia também tema sua parcela de contribuiçãono conceito de frota limpa, jáque, muitas vezes, a emissão defumaça preta além do permitidotem origem nas disfunçõesmecânicas”, completa ele.O módulo Automação dePneus permite que os processosde inspeção de pneus queenvolvem identificação, controlede quilometragem, desgaste,leitura de profundidade de sulcose de pressão sejam feitos deforma digital, através de um chipinstalado no pneu. Em seguida,os dados são colhidos pelosmart phone ou PDA, gravadosautomaticamente no computadore transferidos direto para osservidores do Frota SaaS. Já pormeio do módulo Abastecimento,o cliente tem total controleSérgio: compra da soluçãoserá de acordo com ademanda, e não através depacotes fechadosdo consumo de combustível,evitando possíveis desviosdurante a rota do motorista, oque acaba gerando economia.Com ele também é possívelfazer o cadastro de postos decombustíveis. “Com o tempo,através dos relatórios gerenciaisque o próprio software emite, aempresa pode tirar médias depadrões de consumo por modelo,atividade, tipo de combustívele até do motorista. Comoconsequência, ela pode identificarque um determinado motoristaestá gastando além da média eoferecer premiações para aquelesque atingirem as metas e cursosde direção econômica e segura”,afirma o diretor.Outra novidade é oComprasSaaS. Integrado aosmódulos Manutenção, Estoquee Bomba Própria, o recursoautomatiza parte do processo decompra da empresa, em busca deeconomia, precisão e rapidez.A ferramenta é programada para,por exemplo, acusar estoquemínimo de peças, níveis baixos decombustíveis nas frotas e ordensde serviços abertas, gerandoautomaticamente requisições ecotações pore-mail. •


Notícias Rápidasedição nº 117 | Nov | 2011 | 59Negócios nos TrilhosMais de 80% da malha ferroviáriaultrapassa um século de vidaA ANTF - Associação Nacionaldos Transportadores Ferroviários(Fone: 61 3226.5434)afirma que, para continuarcrescendo, o Brasil requeruma malha ferroviária depelo menos 52 mil quilômetrosde extensão, contra os28,5 mil quilômetros existentesoperando em diferentesbitolas. Atualmente, destetotal, a ANTT - AssociaçãoNacional de TransportesTerrestres identifica que 22,9mil quilômetros são de bitolaestreita, mais antiga e menoscompetitiva, e apenas poucomais de 5 mil quilômetros embitola larga, de 1,6 metro delargura, que permite maiorvelocidade comercial. Osdemais 510 quilômetros damalha nacional são de bitolamista. Em seus principaistrechos, a malha ferroviáriajá opera com padrões tecnológicossemelhantes aosdas melhores ferrovias domundo, graças aos investimentosdas concessionárias.Em outros, no entanto, devidoa condições anterioresà época da concessão,a malha é tecnicamentedefasada, avalia a entidadeque congrega as empresastransportadoras. Fonte:Portal ABDIBFerrovia Transnordestina é testadaem Missão VelhaA Ferrovia Transnordestina,uma das maiores ferrovias brasileiras,já suportou um tremcarregado. A locomotiva partiude Missão Velha (Região doCariri) com destino a Salgueiro,em Pernambuco, levandoo restante do material para aconclusão da grande obra. Porconta disso, o governo federal,através da Sudene – Superintendênciado Desenvolvimentodo Nordeste, liberou mais R$468 milhões para dar andamentoàs obras, justamente no trechoMissão Velha-Salgueiro,de 98 quilômetros, que deveráficar pronto até o final desteano. Estão em andamento osseguintes trechos, tocadospela Transnodestina Logística:de Nascente ao município deArcoverde, em Pernambuco,com 500 quilômetros; no Piauísão 200 quilômetros em setelotes, sendo que quatro estãoem construção; no Ceará,ainda em construção, estão120 quilômetros de Auroraaté a divisa com Pernambuco.Segundo o presidente daTransnordestina Logística, TufiDaher Filho, 37% das obrasjá estão prontos, na maioriade infraestrutura e obras deartes especiais e estoques detrilhos, dormentes e fixações.Fonte: O Povo Online


60 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalUniãoElog, Columbia e EADISUL fazem fusão e passama atuar com o nome ElogAs renomadas empresasElog, Columbia eEADI Sul uniram suasexpertises e realizarão umafusão até dezembro paraatuarem juntas no setor delogística nacional. Já atuandocom uma empresa só, asempresas adotaram o nomeElog (Fone: 11 3305.9999) comomarca definitiva e passarama operar com dois milhõesde colaboradores diretos,absorvidos das antigas trêsempresas. Com a união dasmarcas, as 17 unidades denegócios, no sudeste e sul dopaís, deixarão de usar os nomesColumbia e EADI Sul. Ao todo,a unificação das marcas devereceber investimentos deR$ 7 milhões.As mudanças nas empresasirão terminar no final do ano,quando o contrato de fusão serárealmente colocado em prática.Toda a movimentação entre asempresas ocorreu em três fases.De acordo com Luis AugustoOpice, presidente da Elog, aprimeira etapa foi unificar asdiretorias e departamentos dastrês empresas. “As empresas jáeram de um acionista só, mastrabalhavam separadamente.Com a união era importante queunificássemos também todosos departamentos, para que ostrabalhos fossem feitos sob umavisão de negócio”, explica opresidente.A segunda fase está emplena execução. Lançar a marcaElog como a imagem oficial dasempresas unificadas foi umadecisão tomada em conjuntoentre as diretorias, levando emconsideração a força de cadamarca no mercado.A escolha pelo nome Elog comooficial foi resultado de umalonga análise sobre os valoresque a empresa possui, comoeficácia e relacionamento delongo prazo com os clientes.A força, simplicidade esonoridade do nome tambémforam consideradas.DiversidadeTrabalhando separadamente,cada uma das companhias tinhauma expertise. A Columbiaatuava fortemente no mercadode armazenagem, logísticaintegrada e distribuição emtodo país, enquanto a EADISul enfocava as mesmasatividades voltadas para o sulbrasileiro. Para a antiga Elogficava a atuação em implantaçãode grandes infraestruturaslogísticas. Com a união dasempresas e a unificação damarca, os trabalhos continuamsendo feitos, mas agora emnegociação com apenas umamarca, a Elog. A última faseda união será a fusão oficialdas empresas, em que o CNPJde cada uma passará por umaunificação.Entre os principaisbenefícios adquiridos pela uniãodas marcas está a ampliação davisibilidade da empresa.“Com a solidificação daeconomia brasileira, omercado de logísticapede que as empresasque atuam no setorsigam o bom momentoOpice, da Elog: asempresas já eram deum acionista só, mastrabalhavam separadamenteeconômico e cresçam tambémem termos de tamanho.Nós estamos fazendo a nossaparte. Antes o mercado eramuito fragmentado em microe pequenas empresas, masagora as companhias estãoinvestindo para que se tornemmédias e grandes corporações,aumentando suas visibilidadesno setor”, avalia Opice.A redução do efetivoadministrativo também éconsiderada uma vantagemconseguida com a união dasempresas. Em busca de eficiênciaadministrativa, em que existeuma unicidade nas decisõesfeitas por diretorias unificadas,as diretorias das três empresasatuam como uma só, com aabsorção dos melhores executivosda diretoria de cada empresa.“Se nosso perfil de serviço seunificou, os processos internosde trabalho também precisavamser padronizados”, completa opresidente da Elog. •OnixSat lançaferramenta paradiminuir roubosde cargaA OnixSat (Fone: 43 3378.3500)anuncia a sua mais novatecnologia em comunicaçãosatelital, o IsatData Pro.A ferramenta se diferenciadas tecnologias atualmentedisponíveis no mercadopor sua alta velocidade ecapacidade de dados – é capazde transmitir 1000 bytes em 45segundos – e por possibilitarampla gama de serviços desegurança e rastreamento, combaixo consumo de energia,informa a empresa.Foton chega aoBrasil e apresenta alinha AumakCom atuação recente nomercado brasileiro, a Foton(Site: http://www.foton-global.com/) apresenta a nova linhade caminhões leves AUMAK,com capacidade para até 9toneladas e já com as normasestabelecidas do Proncove 7/P7. Ideal para frotistas quetransitam em grandes cidades,seu chassi possui 8,3 metrosde cumprimento, 2,3 metros dealtura e 2,1 metros de largura.Tem motor Cummins ISF 3.8s5089, com sistema de injeçãoeletrônico de alta pressãoCommon Rail, que gera umtorque máximo de 610 Nmnuma variação entre 1.300 e1.700 rpm, além de potência de170 CV a 2600 RPM. A versãotambém conta com o sistemaSCR - Selective CatalyticReduction - sigla em inglês pararedução catalítica seletiva - detratamento de emissões.


edição nº 117 | Nov | 2011 | 61International® apresenta novo caminhão-conceitoprojetado para o BrasilA International®(Fone: 0800 9790144), formadaa partir de umaparceria entre aNC² e a NavistarAmérica do Sul,apresenta onovo caminhãoconceitomundialque está sendodesenvolvidopara o Brasil, oInternational®AeroStar. A marca norte-americanatambém destaca as versõesEuro 5 dos seus atuais veículosproduzidos e comercializadosno Brasil, o International® 9800ie o International® DuraStar. Emdesenvolvimento, a expectativa éque a nova plataforma seja produzidae vendida no Brasil a partir de 2013.Este modelo aerodinâmico de cabineavançada, que é combinada coma durabilidade dos produtos norteamericanos,será o primeiro de umanova plataforma que incluiu mais15 variações – abrangendo desdeo veículos de 10 toneladas até 74toneladas de PBTC – Peso Bruto TotalCombinado, com motores variandode 180 hp a mais de 500 hp, segundo aempresa.Sofit apresenta software paragestão da manutenção de frotasintegrado com CT-eA Sofit (Fone: 47 3473.0222), empresa desenvolvedorade softwares para gestão da manutenção de frotas,especializada em SaaS – Software as a Service,apresenta uma suite integrada formada por softwarepara gestão de frotas e CT-e. O Sofit 4Transport é umsoftware voltado para a gestão da manutenção defrotas de veículos que permite o melhor gerenciamentode itens como combustível, manutenção, taxas,documentos, pneus, motoristas etc. Giovani Amaral,CEO da Sofit, afirma que o Sofit 4Transport é umasolução SaaS para gestão de frotas que traz como valoragregado a possibilidade de reduzir custos e aumentara disponibilidade da frota. “É uma solução que permitea pequenas, médias e grandes empresas acessar ossistemas a partir de qualquer dispositivo com acesso ainternet, inclusive celulares, e verificar os indicadoresde gestão de sua frota em tempo real”, explica Amaral.Outra vantagem é o baixo custo da solução: totalmentevia web, o produto é isento de licença de uso, nãotem implantação e não necessita de infraestrutura deTI nem localização. O único custo do produto é umamensalidade calculada de acordo com o número deveículos que serão gerenciados.


62 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalDistribuição e transporteSetor de papel e celuloseencontra obstáculos para crescerPrincipais operadores logísticos e transportadoras falam sobre entraves que dificultam ocrescimento e analisam as futuras tendências do setorSegmento com particularidadesespecíficas, que vão desdea movimentação do produtoaté a necessidade de operaçõesbem planejadas por lidar comcargas sujeitas a avarias, o setorde papel e celulose ainda enfrentadiversas dificuldades para continuarem ascensão. Um dos grandesresponsáveis pelo crescimentoeconômico brasileiro, o setordepende de grandes investimentos,tanto do Estado quanto privados,para suprir a crescente demandanacional e estrangeira.“Por ser um mercado bastanteespecífico e possuir variáveis nemsempre gerenciadas diretamentepelo Operador Logístico, o setorenvolve uma operação complexa,que demanda investimentosespecíficos, proporcionando poucaflexibilidade para outras operações”,analisa Eric de Carvalho Derbyshire,gerente de projetos da AQCES(Fone: 11 3296.6900). Segundo ele,a condição climática, manutençãodas rodovias e vias de acesso, tempode corte da madeira e planejamentodo estoque em função da produçãoe do local de origem da madeirasão fatores preponderantes para osucesso da operação.Já para o vice-presidente doBueno Grupo (Fone: 12 3955.1100),José Roberto Bueno, a diferençamaior no setor está nos equipamentosnecessários para movimentaçãoe armazenagem dos produtos.“Empilhadeiras com clamps,armazenagem blocada e prateleiras,além de coletor de dados em virtudedo alto numero de SKU’s, lote egramatura, são muito importantespara que toda a operação ocorra deacordo”, explica ele.Com essas especificidades dosetor, alguns problemas surgemdurante as operações logísticas eprecisam de investimentos, públicose privados, para serem solucionados.José Roberto, do BuenoGrupo: centralização devendas em determinadaépoca do mês é um grandeproblemaDentre as maiores dificuldades dosetor está a localização das fábricasde papel e celulose. Marcelo Murta,diretor comercial da AbrangeLogística (Fone 19 2106.8100), explicaque as fábricas se localizam distantesdos grandes centros por necessidadesgeográficas, fazendo com que ainfraestrutura de logística nacional,envolvendo rodovias, ferrovias ehidrovias, além dos portos, todosainda muito deficientes, seja umdesafio a ser vencido. “Em fatoreseconômicos, a variação cambial, aestagnação do mercado internacionale políticas internas de consumo têmcausado impactos no segmento”,analisa. No mesmo sentido seencontra Derbyshire, da AQCES.Para ele, além das variáveis nãogerenciadas pelo Operador Logístico,como densidade da madeira, filasno campo e na fábrica, condiçõesclimáticas e estado de conservaçãodas pistas, existe ainda a variáveldemanda, que pode oscilar em funçãodo momento econômico mundial,por se tratarem de consumidores, namaioria estrangeiros.A centralização de vendas emdeterminada época do mês tambémse mostra um grande problemapara o segmento, como afirmaJosé Roberto, do Bueno Grupo.“A concentração das vendas nosúltimos dias do mês é uma questãoa ser considerada. As vendas nosúltimos três dias do mês chegaa 70% do volume”. Toda essademanda feita em pouco tempogera gargalos na logística, comproblemas no transporte que aindaprecisam ser sanados.Já para Miriam Carvalho,diretora comercial da TransportesCarvalho – Carvalhão (Fone: 212775.1700), um dos grandesobstáculos do setor é a necessidadede mão de obra treinada equalificada que esteja apta aminimizar avarias nos produtos.Máquinas eacessóriosEm busca de contornar osentraves encontrados na logísticado segmento de papel e celulose,equipamentos e veículos específicossão utilizados para que haja maioragilidade nos processos, evitandogargalos em etapas adiante.Segundo Claudia Siqueira, assistentecomercial da Expresso Mirassol(Fone: 11 2141.1211), desde o corteda madeira até o transporte final sãoutilizados equipamentos especiais,como rodotrens e barcaças.Derbyshire, da AQCES, notaque no transporte da madeira,além do implemento rodoviário serexclusivo para este tipo de produto,existe também a necessidade deum bom software de planejamentoe controle operacional, mapeandotodas as etapas das viagens epermitindo atuação direta, sempreque necessário.A utilização de máquinase empilhadeiras durante todo oprocesso logístico é lembradapor Murta, da Abrange Logística,Miriam, da Transportes Carvalho, eJosé Roberto, do Bueno Grupo. ParaMurta, esse é um segmento queutiliza equipamentos específicos eacessórios, como máquinas de 4,0t e 7,0 t com dispositivo de clamppara bobinas de papel e garraspara fardos de celulose. Já Miriamlembra a necessidade do uso deempilhadeiras dotadas de clampspara movimentação, carretas comótimo assoalho e lonas em perfeitoestado, enquanto José Roberto falade empilhadeiras com clamps paramovimentação de bobinas de diversostamanhos e coletor de dados.SoluçõesAinda que aparelhos, acessóriose bons planejamentos ajudem aamenizar os problemas encontradosno setor, muitos investimentos aindaprecisam ser feitos para que osgargalos logísticos sejam superados.“Parte das soluções envolveestruturais com adequações deportos, ferrovias e estradas, além dedesenvolvimento de alternativas parareduzir os custos logísticos, comointegração de diferentes modais notransporte e redução da dependênciahumana no processo logístico atravésde automação de etapas”, ressaltaMurta, da Abrage Logística.Maior e melhor integraçãologística entre o produtor e seurespectivo operador logístico, alémde um excelente planejamento decorte e de controle dos estoques nasfazendas e nas fábricas, por partedo produtor, e excelência na gestãooperacional por parte do OperadorLogístico são a principais soluçõesencontradas por Derbyshire, daAQCES, parasuperar osentravesdo setor.SegundoJosé


edição nº 117 | Nov | 2011 | 63Roberto, do Bueno Grupo, estimular asvendas de produtos ao longo de todoo mês, para que as compras sejamfeitas de forma diluída entre os 30dias e não enfocadas nos últimos,também é necessário.Enfoque na equipe é o queMiriam, da Transportes Carvalho,classifica como solução para osimpedimentos encontrados nessesegmento. “Manter equipe qualificadae investir em treinamentos ereciclagem é importante”, avalia. “Osequipamentos devem também ter umaconstante manutenção”, continua.Futuras tendênciasDentro de todo o panoramarelatado, tendências para o segmentojá começam a se sobrepor e recebematenção do mercado. De acordo comJosé Roberto, do Bueno Grupo, com omaior volume das entradas de produtosimportados no país, a tendência é queo inventário de produtos nacionaisdiminua em oposição ao aumentodos importados. A demanda internatambém é observada por Miriam, daTransportes Carvalho, que acredita quehaverá uma manutenção de volumepara o atendimento às demandaseconômicas nacionais.Forte demanda mundial porcelulose de fibra curta e papelserá a principal tendência para ospróximos anos para Claudia, daExpresso Mirassol. Enquanto isso,para atender toda a procura que seespera, a busca pela automação dosprocessos logísticos e dos ganhos deprodutividade no processo, sempretentando reduzir a dependência doser humano e as possibilidade deerros e avarias, serão altas, segundoMurta, da Abrange Logística.“Para haver uma maiorconfiabilidade operacional e reduçãodos gargalos e das perdas entre oselos da cadeia, vê-se a necessidadede uma maior integração entre cadaoperador logístico, em sua respectivaetapa de atuação, ou de preferênciaque o mesmo operador logístico atueem todos estes elos. Novos tipos deequipamentos que proporcionarãoaumento da produtividade neste setortambém devem estar nos planosdos operadores logísticos”, concluiDerbyshire, da AQCES.DHL coordena logística da Eldorado Celulose e PapelA DHL Global Forwarding (Fone:11 5042.5500) está coordenando, comexclusividade, a operação de transportedos equipamentos para a montagemde uma caldeira de recuperação eevaporação química. O artefato, o maiordo continente americano, vai gerarenergia para a recém-criada EldoradoCelulose e Papel.Considerada a maior fábrica decelulose mundo, ainda em construçãoem Três Lagoas, MS, a Eldorado Celulosee Papel é resultado da associaçãoentre a MCL Empreendimentos e aJ&F – controladora da JBS-Friboi.O projeto, iniciado no segundo trimestrede 2011, inclui três linhas paralelasde celulose e receberá investimentosestimados em R$ 4,8 bilhões. A fábricadeverá ficar pronta no segundo trimestrede 2012.A indústria terá capacidade paraproduzir 1,5 milhão de toneladas porano de celulose branqueada. O projetotambém conta com uma planta deevaporação, com processamento de6.800 toneladas de sólidos secos pordia e geração de vapor de 308 kg/s.A unidade de evaporação será a maiorem linha única no mundo, com seisestágios térmicos e capacidade de1.600 toneladas/h. O destino dessaprodução é a exportação para mercadosprodutores de papel da América doNorte, Europa e Ásia. De acordo comCarlos Monteiro, diretor industrial daEldorado Celulose e Papel, essa produçãoé resultado de um processo degeração de energia limpa, que utilizacomo matéria-prima os resíduos debiomassa de eucalipto de florestasplantadas, fonte 100% renovável.No início de outubro, a DHL desembarcouno porto de Paranaguá 8mil frtons/1.500 tons de equipamentos,provenientes da Metso Oyj finlandesa,fornecedora de tecnologia e serviçospara a futura fábrica. Até dezembro,mais de 20 mil frtons de equipamentosserão movimentados da Europa e China,em embarques FCL e break bulk.Aproveitando: frtons, Freight RevenueTons, é utilizado no modal breakbulk para definir a quantidade de cargae a base de cálculo do frete e espaçopara estiva (cálculo de m³ e peso emtoneladas). O valor maior é chamadode Freight Tons. •


64 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalGuia de Operadores Logísticos e Transportadores nos setores de Papel e CeluloseSoluções avançadas paraprocessos logísticosCRIETops ProSoftware para o desenvolvimento deembalagens e padrões de paletizaçãoPerfil da empresaAbrangeLogísticaAqcesLogísticaArmavaleCarvalhãoTelefone 19 2106.8100 11 3296.6900 12 3901.5000 21 2775.1712Transportadora (T) ouOperador Logístico(OL)?Localização da matriz(Indique a Cidade e oEstado)Número de filiais eEstados onde estãolocalizadasOL OL OL OLEstruturaPiracicaba, SP São Paulo, SP Jacareí, SP14 estados do país23: CE, RN, PE, AL,SE, BA, MG, RJ,SP, GO, PR, SC, RS4: SPDuque deCaxias, RJ4: RJQuantidade de CDs eEstados onde estãolocalizadosn.i. 5: SP (3), BA, PE 5: SP 04: RJRegiões atendidas pelaempresaTodo o territórionacionalTodo o territórionacionalTodo o territórionacionalRJprioritariamente,MG, SPCARREGUEMaxload ProSoftware para o planejamentode cargas em veículosEspecialidades detransportes (de umaforma geral)Serviços agregadosaos transportes (de umaforma geral)Transporte de cargasdedicadas (fechadasou fracionadas)Serviços OferecidosQuímico; petroquímico;combustível;florestal; , agrícolaGestão logísticaLogística reversa;montagem de kits;gestão de estoqueTransporte elogísticaGuindastes; remoção;empilhadeiras;transportes especiaise contêineresGuindastes;remoção;içamentoPrincipais clientesnos setores de Papel eCeluloseFibria; Ahlstrom;Suzano; MD PapéisFibriaAhlstromEditora Abril;Infoglobo;Imprensa OficialCADASTRELinha de balanças cubadorasCubiscanTotal veículos frotaprópriaTotal veículos frotaagregadaFrota rastreada? (Simou Não)Tecnologias usadas norastreamentoTecnologias utilizadasnas outras operaçõesexecutadas pelaempresaOperação130 1.300 50 248n/d 500 - n.a.Sim Sim n.i. Simn.i.WMS; TMSAutrotac; Omnilink;FM300; PointerAQSYS; Integra;SAPn.i.WMS; TMS; ERP;consulta deserviços pelainternetAutotrac;SasscarWMS; planos derigging; SolidworksCertificada na ISO 9000? Sim Sim 9001:2008 Simwww.strartrade.com.brTel.: 41 3285-8825Certificada na ISO14000?Serviços/diferenciaisoferecidosespecificamente nossetores de Papel eCeluloseNão Não Não NãoArmazenagem;logística reversa;projetosGestão da cadeialogística etransporteEquipamentos/Empilhadeiras (2,5, 4,5acessórios específicos e 7,0 t com clamp paraTritrem florestalque possui para atuar bobinas e garras paranestas áreasfardos), caminhõesLegenda: n.i. = Não Informado; n.a.: = Não se Aplican.i.n.i.Operação 24 horas;tendimentoemergencialEmpilhadeiras comrollclamps


edição nº 117 | Nov | 2011 | 65ExpressoMirassolMartiniMeatRodoviárioTransbueno11 2141.1202 41 3420.3200 12 3955.1100OL e TArmazéns Gerais e Terminais deContêineresT e OLEstruturaGuarulhos, SP Paranaguá, PR Jacareí, São PauloSP, RJ, MG, PR, SC, RS, MS, MT, GO,DF, ES, BA, PE3: PR (2), RS4: SP4: SP (3), PR - 5: SPSul, Sudeste, Nordeste, Centro-OesteSul, Sudeste, Centro-OesteTodo o território nacionalCargas completasDistribuição planejada; conceitoslogísticos de inbound (Milk-run,Kanban, JIT)Suzano Papel e Celulose;Votorantim Papel.Serviços OferecidosTransporte interno de cargas econtaineresArmazéns gerais; armazénsalfandegados; armazénsfrigoríficos; pátio de contêineresKlabin; Ibema; Norske Skog PisaSuprimento; coordenação;distribuição; porta a porta;transferência; milk-run; transportede produtos refrigeradosTransporte e logísticaAhlstromOperação660 0 120900 15 84Sim n.i. SimGRPS (híbrido) n.i. Autotracn.i.n.i.WMS; TMS; ERP; consulta deserviços pela internetSim Sim 9001:2008Não Não 14001:2004CD de consolidação e distribuição;transporte de toras de madeira;exportação de celuloseCarretas e rodotrems madeireiros;gruas de carregamento;empilhadeira com clamp;empilhadeira lateral de armazémOva e desova de contêineres;operação multimodal; armazénsalfandegadosEmpilhadeiras de 2 a 5,5 t,;máquinas reach stackersn.i.n.i.


66 | edição nº 117 | Nov | 2011MultimodalAgenda Dezembro 2011FeiraGulf TrafficFeira da Indústria de TransportePeríodo: 12 a 14 de dezembroLocal: Dubai – Emirados ÁrabesRealização: Gulf TrafficExhibition and ConferenceInformações:www.gulftraffic.comrichard.pavitt@iirme.comPromotores/organizadoresde eventosConvidamos os promotores/organizadoresde eventos nas áreas de logística,multimodal, Suplay Chain, embalagem,movimentação, armazenagem, automaçãoe comércio exterior, a nos enviareminformações sobre os eventos a seremrealizados em 2012: feiras, fórums,seminários, cursos, palestras, etc.(favor seguir o padrão da agenda abaixo).Anote o endereço:jornalismo@logweb.com.brCursosGerenciamento deCompras e SuprimentosPeríodo: 1 e 2 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: ILOG – Instituto Logweb deLogística e Supply ChainInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918Gestão Integrada deCustos na Supply ChainPeríodo: 8, 9 e 19 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: Cebralog – Centro Brasileiro deAperfeiçoamento LogísticoInformações:www.cebralog.comsac@cebralog.comFone: 19 3289.0903Formação deGerentes de LogísticaPeríodo: 5 a 9 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: IMAMInformações:www.imam.com.brimam@imam.com.brFone: 11 5575.1400Introdução à LogísticaPeríodo: 9 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: ILOG – Instituto Logwebde Logística e Supply ChainInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918Projetos emArmazénsPeríodo: 6 e 7 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: ASLOG – AssociaçãoBrasileira de LogísticaInformações:www.aslog.org.brenaslog@enaslog.org.brFone: 11 3668.5513Desenvolvimentode Analistas LogísticosPeríodo: 13 e 14 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: ILOG – Instituto Logweb deLogística e Supply ChainInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918


EMPILHADEIRASEMPILHADEIRASQUEM FABRICAEMPILHADEIRASQUEM IMPORTAQUEM FAZ LOCACÃOO leitor da revista Logweb vai saber, naedição de janeiro de 2012, quem faz o quena área de empilhadeiras.E MAIS:• Portas IndustriaisE AINDA:• Os principais fatos, reportagense notícias da logísticaTudo o que acontece na logística está nas páginas da revista LogwebNão perca tempo, reserve agora o seu espaçoRua dos Pinheiros, 240 - conj. 12 - Tel.: 11 3081.2772Contato comercial: comercial@logweb.com.brwww.logweb.com.br - Twitter: logweb_editora