1993 - Sociedade Brasileira de Psicologia

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1993 - Sociedade Brasileira de Psicologia

. *SOC IE DAUE BIG SILEIRA l)I?aI'SICOLOGIA. Resumosde'Com unicaçöesCientfllcas.XXIIIReuni:oAnualdePsicologia.Ribeir:o l'reto,S P.#113,1993:509 p.Organizadores:D.G.deSouza,C.Nl.llori,55.A.Nlatos,C.M.L.C.Zannon;L.N1.De Oliveirw5/I.k.B.kubianoe Ra.A.ltozestraten'';1. PSICO LO G GA rte da capa e cartaz: L uiz DiasFinanciam entos:CAPES - CoordenaçiodeAperreiçtlamento dePessoaldeNfvelSuperiorCNPtI - ConselhoNacionaldeDesenvolvimentt)Cientfnco eTecnoltigicoFAPESP - Fundaçâo deAmparoltPesquisa doEstado deSâo PauloFINEP -Financiadorade EstudoseProjetos. Direitosreservadospela .SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICOLOGIAr'3 .


O adolescente e o câncer 38M aneiras de estudar a consciência 42O conhecim ento no cotidiano:as representaçöes sociais na 46perspectiva da Psicologia SocialPesquisa sobre comprometim ento organizacionalno Brasil: S0o estado da arteM ESAS QEDONDASAdolescentes em tem posde A m S 54Interdisciplinaridade e Psicologia 58Casam ento contem porâneo:dissoluçâo,reconstruçâo e o papel 61da terapiaProcessos de criaçëo e descoberta em Psicologia 64CU R SO SA transferência na clfnica m icanalftica 68Casam ento e terapia de casal 71Lesâo cerebrale perda de Iinguagem:sistemas de 11com unicaçâo alternativa .Com preeluâo e produçâo de textos narrativos em crianças 73Fenom enologia sem idtica eadolescênciaAtualizaçâo em anilise do comm rtam ento7475H istdria da Psicologia:modosde estudo 76Casosclfnicos:aniliseem circuitoinstitucional 77Paradigm as,méte osdepesquisa eanilisededadosem 78Psicologia Cognitiva:tr& aM rdagenscom plementares .Psicoterapia breve:interkençœ terapêuticas com adultos, 79adolescentes e criançasEstudo da consciênciaReich:desenvolvimento hist4rico do pensamento e form ulaçöes8:81P ara a Educaçâo ' 'Orientaçâo vocacional:uma nova abordagem'.82Clfnica e metapjicologia deFreud aLacan 83WORKSH OPSPadrœ deinteraçâo socialnoscontextosfam iliareescolar 84DevelopmentalTheory in lt/eu- , perspectiveAnâlise decasos'clfnicosem terapia comm rtamental 86SESO ES DE COM UNICK öES CIENTW ICAS 87W DICE QEM ISSW O DE AUTOQES 49385 ''. . . .$q .Nota:Osresumosforam fotografadosdosorigtnaissubmetidospelosautores... .' .. .' '


ADOLESCêNCIA:O FUTURO EM CRISE?O tema centralda XXTH Reuniâo Anual àe Psicologia traz umaperguntaque vem sendo repetidam ente apresentadadesdeo infciodeste liltim oquarto deséculo. De muitossignincados,a queslo do Jovem e da crise pode. ser vista deuma perspectiva do indivfduo,em seudesenvolvimento pessoal. Ede uma perspectiva sbcial,histdrica e evolucionista,projetando a humanidadena sociedade do futuro. Podç ser consideèada como um elemento inibidor,im mmdo obsl culosà evoluçâo do hom em ;e mobilizador,eIo necesssrio àsmudançasindividuaisesociais.No conlunto de seussignincados,essa questëotraz inàmerosdesanosà sociedade contemporânea e ao compromisso daèùmunidadè cientfnca com aqualidadede vida dosJovehse com o futuro dohomem . Na escolha deste tema,procura-se a m edida de participaçâo daciência m icoldgica nosesforçosde identincaçâo,compreensâo e soluçâo dosprobl--asenfrentadospelosjovensbrasileiros. O quanto a Psicologia est;dedicadw no Brasil,ao estudo da adolescêncịa e do adolescente,dos problem asdosJovens,dosgruposedasinstituiçöesresponsiveispelosseuscuidados? Ofuturo a partir da adolescência é tem a socialque m obiliza a Psicologia? Aproduçâo cientfnca etlcnica relativa aotema ésunciente parasustentarquai:rècom endaçöes e propostas de soluçâo para osproblem as reconhecidamentecrfticosdeIlole? O tema é um apelo eumaoportunidadeao debàte sobreacontéibuiçâo dada e devida pela ciência psicol4gica à Juventude e àsociedade2brasileiras. E,tam lkm ,uma om rtunidade de usara Sociedade Brasileira dePsicolbgia com o um instrum ento de encam inhamento,aos organismos e grupossoçiais com poùentes, de .sugestœ e .de propostas cientincam entefundam entadas,de açce.sconcrètasvoltadasà proteçâo eprom oçâo davida dasgeraçöesdehojeedo futuro. ' 'Os resum os neste volum e indicam o com prom isso da Psicologiacientfnca brasileira com essa eoutrasquestœ y'representando oslim ites e agrande am plitude de temas estudados. Novam entw a Reuniâo Anual dePsicologia oferece um demonstrativo da vastà problemitica que vem sendoanalisada pela Psicologia como um a ciência da vidw dos temasdiversès quecaraçterizam seu corpo d.e coV ecimentos,dastendênciasem rspectivasda'Prod uç âo edo uso dessecoe ecim ento como instrum ento dem udança social.


1A NOç:0 DE SGBJETIVIDADE:CQNTROVkRSIAS CONTEMPOV NEASM amarta Rtbetro CzuttnhoPonttrleta Untverstdade Catoliea do Rio de JaneiroMeu princtpal objettvo â discutir a noçRo de sub-Jetividade no contexto de controvârstas. tmpassese redefiniç3#j que marcam o debate Sontrmporêneo.Inieialmente e apontada a polarizaçao bjstea, ilustrandoas formas como foi acentuada na ultima dJcada.entre as vts3es que pottulam a anterioridadeda subJetivtdade em relaçzo a cultura e as vis3esque consideram a sublettvtdade como culturalmenteconstrulda. Mas, dada a mtnha perspeettva de tntetor parte da discuss:o envzlve o debateresse ,.a made autores de dlferentes âreas das el,neias humanase soctats que -- eomparttlhando O a vis%o daconstruç:o soctal da sublettvidaœ . asstm rmo aua neces siM de de f ormulK Rb dessa problenattea emm contex to transdtsctpltnar -à levantM problemas'susettados pela de ftnt îZo da noçRo de sublettvt-dade nesse tipo de vtsao e formulM ten tattvas deequ>ctonamento ue tats problemas. E . aindaa nessapctpnadas erà/e'et=v/ .a.'mifibà wênfajé.'.;.'dada', ès 4qesto-ke* relac2m a articulaçao da esfera soctp-culturalcom a b tologtca .5


1.3 A PslcoLoclA soclAL NA EUROPAJo rge Va la - Instituto œ ciêrL'us R lais (kq llm'w-rsiœ œ œ u slvvqNascfda na Europa, a Psicologia Socfal tornou-se uma dfsc'plfna màrcada pelo seu percurso nos Estados Unidos da A-rRm .Quando no infcio dos anos sessenta um pequeno grupo de psfcölgos sociafs europeus funda a European Associatfon of Experfmeta1 Sociat Psychotogy (EAESP) têm dois objetivos ep mentecontribufr para a reativaçso do ensino e da pesqufsa em Psicologia Socfal nas virias universidades europdfas e promoveremergência de umn ''psicologia socfal mais sociaplyalternativaà Psfcotogia Socfal fndfvfdualista desenvolvida nos EEUU.O exame dos resultados deste projeko ê indiscutivelmenteposftivo a nfvel do primeiro objetivo, mas problemftico a nfve1 do segundo. De fato, os virfos autores que têm procedfdoum levantamento das grandes orfentaçoes da fnvestfgaçao na ps'co lo gfa social europdia, tomando como ponto de referlncfa aorientaçoes * dominantes nesta dfsc i plfna no contexto americanonem sempre concluem por uma diferencfaçao clara entre a Psicologia Social na Europa e nos Estados Unfdos (Doise , 1982 ; JasPars , 1980 , 1986 ; Farr, 19901Jesuino, 1993)j se J que uma tacategorizaçao faz sentido.Tendo em vista uma caracterlzaçao da psicotogia social europdia, segufremos duas estratdgias analfticas complementaresUma parte da interrogaçao sobre as grandes orfentaçoes paradimlticas na psicologia socfal para, a partfr daf, situar a novdade de tris coprentes tedrfcas desenvolvfdas a partir da Eur#pa - a teorfa genetfca da influência sockal, a teoria das re'- .presentaçoes sociais e a teorfa da fdentfdade social. OutrPar te da anilfse da produç:o efetfva do's psfcölogos sociafs eropeus e procura, a part fr daf , caracterfzar as orientaçoeesquantftativamente dominantes na Psfcologfa Socfal europdiaoNete Gltfmo caso, servfmo-nos de levantamentos biblfogrificos pblicados por outros autores e de umy anâlfse das palavras-chave das cerca de trezentas comunicaçdes apresentadas no IX Genra1 Meeting da EAESP realizado em Setembro de 1993 em Lisboa.6


4 A EPOPZIA DE TORNAR-SE ADULTO:SUA PRESENCANA CLINICA E NOS CONTOS DE FADASM aria Bernadete A .C . de AssisInstituto de Psicanâlise da Sociedade Brasileirade Psicanâlise de Sïo PauloO processo de tornar-se adulto & bastantelaborioso pàra o ser humano. Trata-se de uma verdadeira'epopêia ' a ser realizada pelo adolescente. Ocrescimento exige > mobilizaçào de recursos internosji existentes e a construçâo de novos instrumentos.de adaptaçïo . O objetivo da confer@ncia ê abordaralgamas das anglstias que surgem no proces'so de tornar-seadulto e as formas que o: adolescentes encontrampara lidar com elas. Para isto seri anaiisado,dentro de uma perspectiva te6rica psidanalftica , oconto de fadas HJoïo e o Pê de /eijâol'onde a/arecem'Z.ricas descriçses simbdlicas das tarefas a serem realizadase dos obsticulos a serem superadoà no caminhoem direçëo â idade adulta. Assim , por exemplo,osfèijöes migicos representam a soluçào onipotente paraos problémas, o gigante, a figura paterna e a galinhados ovos de ouro,a capacidad: produtiva que oadolescente deseja ter para si. Paralelamente a estaanilise serïo inseridos exemplos clfnicos.7


5 PERSPECTIHAS PA/A O FUTURO F 'COMSELHOS ' A UM ADO-LESCEMTE DO S'CJJ,O XV. Marina Massimi fDepartameEto de Psicologia e rducagio L Faculdade de Filosofia. Ciênciase Letras. Universidade de Sao Paulo. Campus de Ribeirno Preto).O obfeto da mini-confer&ncia consiste na anLlisedo manuscrito inêdito 'De Animorum Medicamentis ' (1489) do AEmanïsta Tideo Acciarini. encöntrado na Biblioteca Vaticana. emRoma.O interesse desse documento. do ponto de vista daHist&ria da Psicologia fustifica-se pelo conteûdo do mesmo ##eJo fato de Tideo Acciarini ter sido mestre de Marcus Marulus.o autor do livro Psicoloqia: De Ratione Animae Humanae '.Os historiadores da Psicologia i'ndicam neste livro a pbimeiraobra a t: Aoje conhecida onde o termo 'Psicologia '3 utilizadoem sua forma moderna.O método de anâlise do texto De Animorum Medica -mentis compreende três etapas: 1. a transcriçso do texto; 2. atradugio do mesmo (cufo original' ê em llngua lStina); 3.a an -klise de conàteûdo.Dessa an&lise resulta que o De Animorum Medicamentiscon'siste numa colet&nea de 'conselhos 'acerca dos 'remêdk.. .,,os para a alma , destinada a um Jovem adozescente do fim do s - jculo X7 (0 Princlpe Giovanni). visando sua formagio para a MTda adul ta.Os conselhos s;o derivados de vârias fontes: a cuktura çlâssica. a 'ci&ncia 'da &poca. a tradiçso crists. bem cmmo da experiGncia de vida do autor. Aparecem, entre outras coisase muitas oôservaç8es acerca de fatos psicol&gicos e intereïsantes di tames de 'psicologia 'pr&tica.A obra retrata em sèu confunto. as problemâticas.os horizontes cu2 turais e os valores'que norteiam o 'mundo da'vida ' de um adolescente do s&culo XV, na Europa. bem como asperspectivas para a construçno de seu futuro , que a sociedadee a cu1tura da Gpoca 1he proporcionam. Ao mesmo tempo. atrav&s'da anâlise. 3 posslvel detectar os conhecimentos psicol6gicosda Gpoca. sua significaçno e sua utilizaçso pr&tica.j


6 'CO> RTAM ENTO V ERBM , :m stmlclF.mEDD NECESSARIO PARAFORMAG O DE CLASSV DEEQUIVAL/NCIAP* Celso Goyos (Departamento dePsicologia -Univ.Federalde S.Carlos)O papel do comportamento verbal e, em especial oda atribuiçâo de nom es aos estfm ulos, tem ocupado ocentro de um a controvérsia a respeito da explicaçëo daorigem de comportam entos inéditos conhecidos, dentroda anâlise experim ental do comportal ento, com oform açëo de classes de equivalência.D e um dos lédos desta controvérsia, hâ aquelesque afirm am que o com portam ento verbal nâo é 'necesse io nem suficiente para fazer emergir classes deequivalência. Denle estes hâ aqueles, tais com o Sidm ae colaboradores, que oferecem dados experim entaispara sustentar sua argum entaçâo, m as encontram -setambém neste grupo aqueles que se baseiam nos dadosdos prim eiros para difundir o m esm o ponto de vista.Do outo lado da controvérsia hé aqueles,taiscomo Lowe e colaboradores, que afirm am que alinguagem e, mais especfficam ente, a atribuiçëo denomes aos est imulos (namlng),é condiçëo necesse apara se fazer observar a form açâo de classes deequivalência e que as evidências contrM as ao papel dalinguagem nâo deveriam ser aceitas passivam ente com osatisfat6rias. O presente trabalho visa re-exam inar asevidências experim entais contrérias ao papel dalinguagem na formaçëo de equivalência, tom ando-se porbase os estudos mais frequentem ente citados naliteratura.9


CONTRIBUICOES Dâ PSICOLOGIA PARA A FONOAUDIOLOGIA: DIAGNOSTI-7 C0 DE TROCAS DE FONEM;S SURDOS E SONOROSSa-ALCIONE GHEDINE BRASOLOTTO (Unlversidade de SZo Paulo e Universldade dograào Coraç:o (Bauru).Ser; desczlta uma lnvestigaçzo dlagnöstlca da troca entre fonemas sonoros esurdos em crïanças. Esta troca ocorre com pares de fonemas que partïlham v;-rlas caracterïstlcas em comup; a önlca dlrerença entre ambos reslde em que,em um b; uma fonte sonora produzlda pelas pregas vocals (sonoro) e em outron:o exlste essa vlbraçzo (surdo).0 problema também se refere a trocas entreos grafemas querepresentam esses fonemas.Estesdols Jlstörblosda comunlcaçâo(na fala e na escrlta) ocorrem concomltante ou lsoladamente e, nos doiscasos, s:o comumente atrlbuldos a falhas da dlscrimlnaçâo audltlva.Tradicionalmente,a avallaç:o reallzada em casos eomo esses n:o locallza com preclszoa orlgem do problema. No estudo a ser relatado foi elaborada uma baterla detestes de dïscrlminaçses condiclonais, combïnando-se os virlos tïpos de estlmuloscomo modelo (oral, escrlto, flgur#s) e vlrlas modalldades Je respostas(escolha de acordo com o modelo,nomeaçzo oral,nomeaçZo escrlta e dlzer seos estlmulos eram iguals ou dlferentes),perfazendo um total de 20 provas.Essas provas foram apllcadas com quatro suleltos,obtendo-se resultados d1-ferentes para cada um deles, porëm com algumas semelhanças tanto quanto aostipos de problemas de relaçïo entre os estfmulos : respostas,como quanto à1ncldêncïa deerros por fonemas.0Sulelto 1apreàentou malornömero deerrosnas tarefas que envolviam nomeaçào oral e menor nömero de erros quando aescrlta estava envolvida.Jïcom os Sujeltos2 e J ocorreu exatadente o contrïrïo:esses três sujeltos n;o apresentaram dlflculdades de dlscrlmïnaçlo aMdltlva.0 Suleito4 apresentou muita dlfieuldade tantoem nomeaçio como emescrlta e apresentou dlficuldade em dlscrlmlnaçio'auditlva quando os estlmu-1os foram apresentados de uma forma maïs complexa.os problemas apresentadospelos quatro sujeitos s5o de relaçâo de controle entre tlpos de estlmulose resposta especïfïcos.ê bateria de testes usada neste estudo determïnou essasrelaçöes e indicou com clareza as relaçies comportamentaïs que deverlamser obleto de lntervenç'o para cadasuleito.0 estudo contrïbulu,asslm, comum lnstrumento para dlagnöstlco preclso, que permite delinear o perfll do su-Jelto em termosdas relaçöesverbalsqde envolvem astrocas fonêmlcas e grafêmicase que,multas vezes,s5o gravesaponto depreludlcaro desempenhoacadêmïco no lnlcïo da escolarfzaçio.10


'8 0 PAPEL DA DISCIPLIG M lcoLolw GERAL NA FORm CR Dopslc6kolo,M:ANK ATEMDER k% NECE:%IDADE: %OCIAI:W aldirBettoiUniversidade PaulistaAna Maria A.Carvalho,em 1982,ao discutiras perspectivas 'da profissâo do Psicôlogo no Brasilaponta para a necessidade de os cursosde form açâo profissionaldo Psicôlogo contribuirem para que o profissionalFossa,de algumamaneira,atenderàsnecessidadessociaisrelacionadasa profissâo. Entre as alternativas sugeridas pela autora para que issoaconteça,estâo o estabelecim ento de condiçses de ensino em que o alunoseja colocado em contato com as reais condiçôes de trabalho do psicôlogoe que reflita e se conscientize sobre as relaçöes entre a profissâo e asoçiedade.Com base nessas sugestses,a disciplina Psicologia Geraldo prim eiro ano do curso de Psicologia da Universidade Paulista vem ,nosûltimos 10 anos.deienvolvendo um curso em que os alunos realizam uma'atividade de campo na qualtomam contato (através de entrevistas e visitasaos Iocais de trabalho).com psicôlogos de seis éreas de atuaçâo (clinicapartioular,educacional,organizaoional,instituiçöes/com unidades,hospitalare pesquisa)em que observam vérios aspeotos relacionados à profissâo.Como preparaçâo parà esse contato com a realidade profissionaldospsicölogos,o aluno Iêediscutealgunstextosem gue é levado a refletirsobre o efeito social('funçâo social')daquela atuaçao,avaliado em termosde sua abrangência e significado na sociedade.Esta avaliaçâo é feita apartirdo relacionam ento estabelecido entre a funçâo socialdo psicôlogoe determ inados fatores caracteristicos da profissso,especificam ente:(a)a forma 'tipica'de atuaçâo (seucaréterremediativo ou preventivo,aênfasedada aos determ inantesexternosou internos na anélisedocom po% m entoe o referencialexplicativo voltado para o individuo oupara a coletividade),(b) 'imagem 'da profissâo (imagem sociale auto-imagem profissionaldopsic6logo)e (c)curso de formaçâo profissionaldo psic6logo (anélise docurriculo e relaçâo deste co+ expectativas dos alunos que o procuram).Tendo em vista a necessidade de um a avaliaçâo m ais am plados efeitos de um a disciplina com essas caracteristicas sobre a atuaçâodo aluno durante o resto de seucurso e sobre sua atuaçâo profissionalfutura,o proponente coloca em discussâo, diante daqueles envolvidos com aform açâo profissionaldos psicölogos,a alternativa quetaldisciplina represenk ,na tentativa de estabelecer relaçöes m ais adequadas entre a profissâo ea sociedade.11


9CONSD EItAfr'f-)ES SOBRE SIEKrIIDOLOGlA DE PESQUISA EA1i'SICOLOGIA: %'lSiO RETROSPECZI'IVA E PRIISPI'w-C'FIS'AEliane Gerà H ito C'e lel/lnsdwto de G<#/A da &>8'e'h#J#eFe#erz do&t.de.#lldrpStio abordadosçinco pontospâra diseussâo a respeito dasdilculdadese eontrovêrsias tom que f) pesquisador se'defronta ao tentardesenvolver um a investigaçâo cientiflca.o 1* ponto se refere aoconkumo depesquisa pelos profissionaisda Pskolbgia engajadosnoensino universitlirio.com o intuito deavaliarasaplicacöesda pesquisae o tipo de leituras que .estâo sendo feitas. O 20 ponto focaliza otrabalho do pesquisador brasileiro nasU niversidades , no que se refereao tipe de metpdologia mais empregada.às principais dificuldadesrelatadas,aosproveitos pessoaisobtidos,à troca de inform açöesentrepesquisadores e ao seu N sicitm am ento aeerea das prinripaiseontrevé . n ias m d odolégieas.O 3*pqnto analisa a produçâo cientincadosûltim esdnçosanos,precurando identifk ar o tipo de m d e ologiam ais em pregado por érea de investigaçâo .O 4* ponto dix ute osaspedos coneeituaisIevantados nes momentoi anterieres.analisandbse.aplicabilidadedosdiversos m étodosde pesquisa às diversas àreas.da Psk ologia, foeallzandm R a etm trovéa ia entre abordagensquantitativas e qualiu tivas- Finalmenh o 5* ponto aprvsenta , com oconclusâo,um a proposta de ensino de pesqujsa na U niversidade ,queesté sendo implantada no Instituto de Psitologia da UFY . Sâ@ feitasreferlndas às disrussa : anterleres sobre @ tema . O s dados fom mtoletadx a pae r de questionérios aplicados a profe- resuniveaiu rios,tende-x Ievantado seu eopsuml e produçâo eiene ca .Foram analisadas dez revlse: bosileim: n- * ltim- einto an-.Conclul-se que as prex upae s com a predue dadee melhorla daqualidade da pesquiu empiriea em m icolegia estâo diro mentevinculada:a@sdeu l- da fo- açâo e atualiymç;@ d@spsicélog- , m y.*npêla qual rdou-se o La- lxt6do de Pesq.zlu s em Psicometrla ,intega ndo m squisa e alvidadesde enslno,onde profea orew alun- de# s-gm duaçâo e graduaçâo lntam enc@nH r um camlnho > ra @cresrlmeno naeionalda dlncla psleol6glca.12


12.1ANAR/L, Llsia A.,ADOLESCENCIA. SEXUALIDADEE 0 PORTADOR Dè DEFICIENCIA.BATISTA PINTO. ElicabetN;BECKER . El isabeth p AHIRALIAN . Mar ia Ldc ia .Inst itato de Ps icolos ia da Un ivers idade de S'oPauio .Este o impds io v isa d iscut ir a art iculac'oe n tre questBes complexas - a seyrual idade e o 1 1portador de dee ic iênc ia e ie ica y v isual ou imentaly a part ir de do is srandes eocos; av ivênc ia da sexualidade por parte das pes+oascom deeiciência e a representacio dessasexual idade por parte de outrem (eaœ ll ia ,proe ies iona is etc-n ).Cone ideramos a adolescência como um periodode traneeormacioy no qual a peaeoa ae depàra comdesae ios de ordem b iolds iça y pa icolös ica eaoc ial y e que é caracter izado por umainten& ie icaç'o no proceaso de estruturaçzo daident idadey inclu indo a sexual. Sendo a:ident idade sexual Pundamentada na impgemcorporaly e deeinida como uma construç%odinimica de repreaentaGBea complexas. endeconv ivem Crysmentos dq real e do imas ini/ioyI pretendemos reeletir sobre as peculiaridades doprocesso de desenvolv imento da ident idade Gexualno& portadorea de depic iênc ias.ëuanto às representaçBea da aexttalidade no'olhar'' do outro p d iacute-se a questio do deev ioe do eat isma y e oa eatere4t ipos Gexua is que têmembaeado alsumas priticas repress ivaa. Poatulaseassimy que a questio da seytualidade e apeaaoa portadora de dee ic iênc ia n;o pode &erieolada qùer dos mov imentoa puls iona is Numanos equer das eatruturak de poder .13


13 * 1 PARTICIPAC/O POLITICA D0S . ADOLESCEVTES:ABORDAGEM PSICOSSOCIAL DA llOCXO DE IDENTIDADE.Leoncio Camino - Universidade Federal da ParalbaDesde 1988 temos realizado um conjunto de Pesquisas de 0pinizo sobre diversos aspectos do comportanento polftico dosJovens. Três pesquisas estudaram a participaçïo nas canpanhaseleitorais (1988: 1989 e 1993) de estudantes universltirios.Duas,a disposïçzo de riliar-se no futuvo a um sihdicato daparte de Jovens que rreqGentamvl'eaaw.-m profissionalizantes doSE?IAI;:. E# finalmente uma investigou o desenvolvâmedto da peEcepçso das diferenças entre ricos e pobres e das causas destadirerenta (Vis'o da Estrutura Social) em alunos do IQ e 29graus. .Anâlises de RegressZo Mlltipla, eretuadas pelo mêtodo gr1dual (JENINGS), utllizando o conlunto de varilvéis estudadasem cada uma das pesquisas anteriormente citadas. mostra que avariâvel HParticipaçZo Social dos Jovens ' ê uma boa preditorada participaçso polftica em seus diversos aspectos. Entendesepor Participaçso Soclal a rreqû*ncia e qualidade da participaçKodos Jovens nas diversas rormas de organizaçzo social(Clubes esportivos, pastorais, associaçöes de balrro, movimetto estudantil, etc.).0M dados mostraram que entre os deterninantes da atividtde polrtica destaca-se o grau de participaç'o nas orianizaçöesda Socledade Civil.Dois aspectos devem ser ressaltados. Primeiro, os Jovens que participam nas o/aanizaçres da Sociedade ,pricipalmente as constitufdas por outros Jovens , mostram osmelhores fnàices de politîzaçio. Segundo, a vlsio soclal dosJovens se relaciona com o tïpo de organizaçzo elc que partlci-A aquisikio destas caracterfsticas processa-be pela no-ç:o de tdentidade com o grupo de pertença.9am.0 conlunto de resultados contesta o paradigma tradicionalda socializaçso polftica que dl ?nfasé na adaptaçso indlvldualdo Jovem âs estruturas polfticas existentes e nZo recznhece o rato de que os Jovens constroem suas identidades nasrelaçöes lnter-grupaïs e que portanto se socializam neste pracesso. conclui-se arlrmando que o processo de socializaç'ose apoia em processos dé ideptldàde social e n5o na adaptaçioa normas vigentes.#Assim a socialfzaçso poltlca do Jovem se dâ na medida emque reconhece seus.interèsses sociais e se insere ativamentenos grupos que representem esses interesses.14


13.3 n4IIVERSIDADE: kSPACO I?aTITucIoNAA PanA QDE à z' rzoLvlxEtlrra PoLlTlco.Joseli Bastos da Costa - Uqiversldade Federal da ParafbaLeoncio Camino - Uhiversldade Federal da ParafbaNum conlunto de cinco investigaç6es desenvolvidas Jor 'ocasi'odas eleiçöes nacionais (Municipals, àstaduais e Presidenciais)ocorridas em 19:5, 1988,1989 e 1990, estudamos opapel da Universidade Plblica em relaçxo ao comportamento polftico-eleitoralde seus alunos. Em cada uma destas eleiçöesestudamos pma amoétra hïerarqulzada por ârea (Tecnol6gica, S11de e Humanas), â qu'al roi aplicado um questionârio enfocandoa partieipaçïo na campanha eleitoral, o conhecimento das candidaturas;atitudes pollticas, etc, bem como a pariïcipaçz'o, nas atividades curriculares (avaliada pelo tempo de curso epelo çoeficiente de 'rendimento escolar) e nas atividades extra-curriculares(atividades de extens:o. particlpaçio nos mtcanismos de gestso, movïménto estudantil, etc.) dos alunos.A M llise dos dados demonstrou que a participaçio nas a- 'tividades curriculares n:o tem inrluência no comportamento pzlftico-eleitoral dos estudantes. Por outro lado, os'estudantescom os mais altos fndices de participaç'o extra-curriculasZo os que mais participam nas diversas atividades da campanheleitoral, os que mais procuram ïnrormaçio polxtica, os quedemonstram um maior interesse polftico e que possuem um maiorcon h ec imentopolfticp. Observou-se tambêm que entr/ os estu-dantes com maior participaç:o extra-curricular se encontra amaioria d os alunos com uma simpatia partidâria definida e umamaior valorizaçzo de 'critêrios mais politizados para a escolhaeleitoral. Por fim, observou-se que sïo es*es estudantesos que mais reconhecen concretamente a importâmcia da universidadepara o desenvolvimento de seu comportamento polftico.os dados permitem concluir que a Universidade desempenhaum importante papel no desenvolvimento polftico dos estudantes# nZo como uma insiituiçïo acadêmica, àtravês de atividadesacad?micas e cûrriculares, mas sim enquanto espaço institucionalpara a participaçïo em atlvidades extra-curricularesonde se possibilite ao aluno um> interrelaç'o mais estreitacOm Os seus pares.'15


14.1 #IEMI/ PcR DEFlclmhr lm DE HIFp9n . Jsidora demndraca 0. lnatituto de hutriciön y Tecnologla de1os Alilentos (1NT4), th iversidad de chile.La anemia por deficiencia de hierro es un trastornonutricicnal de alta prevalencia, especialmente en poblacionespe rH . El grtm etario de - > ri- o = 1x v œ w de maRo, 1œ qœ tim m altx rm uerimim tx de hierro de ido alre ido crc imim to.(G ile, D -K M) M n Rau1o:43.&z, n lm xAiresl * X). En a tœ ix pr- c tiv h- - e - vado m aau iac ie m tr* An- ia m 1œ pri- x 2 a&œ de vida yrm dimim to psic- tor nor- l pero aignificativ- te infe ieqœ el de para cœ trola (œ 1D Y 1, PDI: r- m tiv-- te).% d- ribm ad- As caract- iet icas de cœ dc ta alterada,tele c- e yor irrite ilidad, atm ciôn di- inuida, = orH ivaciön de lœ ro y afc tividad. M uimim tos m el largoplazo d- la trm qœ a e ad pr- olar 1œ d*fic its pe sistm ,e - rvM d- rm dimim tos nor- les, pero Gignificativav teinfe iore que 1œ de parH cœ trola m habilidada deinteligm cia (Stm dfor Binet), lm gue e (Illinois)#c= dinac iön vi- tc a (* 1), psice ucativas (Ixe cx k) yd- v rollo H œ' (N uininks H rv sky). Sin e argo no espx ible atribuir œ e relaci4n cx sal m tre m e nia m lainfm cia y rm dimim tœ cœ nitivœ di- inuidos. A1 igual quem otrœ traste nœ nutriciœ alH , c- dv utriciôn cal4ricoprotlicae intoxicaciln por pl- , 1œ 'niSos que pr- - tm- - - -ia = tme ie 1œ e s expll- tœ a otrœ fc tœ we im talH dW ri- o para el d- -rrollo cœ nit ivo. En nue troH tœ io de e uimim to, e - vm- que el grm o cœY t- e m te de M œ ia pr--- te a cœ diciœ e e sda vm te adas m ni- l = i- œ ômico, G olaridad Y te na,pr- - cia del padre, prœ i< uide , nivela de a ticulaciJn mel hœ ar y dm ra i4n Y te na. 41 mie ti- o pr--- karœY yœ ' ie lrœ nœ llgica. tb m Alisis de rœ re iôn mûltipled - 'x tra , qœ tm to 1as cœ diciœ H = iv œ 4micas yfe iliare c- el d- -rrollo nœ rolôgico y la m e ia =factores de riesgo para el dee-arrollo cognitivo de este grvpode niSos. Sin menargo, al alustar por variables de ccofusi4nla anemia mantiene su efecto significetivo en 1a* habilidadesde coordinacidn fina, de lenguale y habilidadespsicm.e* rativas.16


14.2DESNUTR ICION INFANTIL PRECOZ Y DESARROLLO . IsabelLbpez , Is ïdora de Andraca y Marta Colombo .Instituto de Nufrkrïôn y Tecnologfa de losAltmentos, Un iverstdad de Chile .La desnutr kc iôn ln fantil afecta a m illones denihos en el m undo . E l n tho desnutr tdo sufre dedesventaJas mûltiplesy materiales, psicolôgicas,soc tales e que ponen en r ïesgo su normaldesarrollo . Se han inver't ido enormes esfuerzos end llucïdar el peso espec iftco del fadtornutrlc lonal v ersus amb iental sobre el retard opsicomotor e ihtelectual que se observa en n ihosdesnutridos. Presentamos l6s resultados de unalinea de trabajo en esta irea. Nuestros datossenalan que 1) lactantes desnutrïdos tïenen unmarca d p retraso ps tcom otor y una conductacaracterfstlca 2) un progràma de rehabtlitaciônnutricïonal acompahado de est tmulac iônps icom otora y revierte parc kalmente estos defic its3) en edad preescolar y escolar se observa uncrec&m kentoz redimiento intelectual y èscolarmenor que en controles de igual n tvdlsocïoeconôm ïcoy lsto se relaciona con varkablesde1 entorno famtltar 4) cuando nthos que han sldoseveramente desnutr ïd os acceden a ambientesglobalmente Nme3ores'ly como es una familtaadbptkva , su crecim iento fis ico y desarrollotntelpctual alcanza niveles normàles y por enclmade aquellos que crecen en su fam ilïa de orlgen . Enbase a estos d atos y a la ltteratura se planteaque tanto nutr ïc i6n c omo ambiente son relev antéspara el desarrolloy se d tscute . s t ambosinteractûan o t ienen efectos independ tentes . Seanallzan crittcamente las lntervencionésactualmente en uso y los per iodos .Mcrftïcos* paratmplementarlas planteando las venta3as de aquellasque proponen camb los integrales, estables ycontïnuos ..'17


14.3 DESNUTRICION LEVE,CRECIMTENTO Y DESARROLLOCOGNITIVO. M arcela Castillo A:, Fanny Cortes M .,Isidora de Andraca 0. INTA, U. DE CHILE, Santiago, Chile.'La desnutriciön infantilha sido considerada un grave problem ade saIud pûblica por 1as consecuencias negatlvas .que ellaproduce en Ia sa1ud f fsica y eldesàrro lo psicolögico del nlKo.Yn 1% pafses sub-desarro lados, un numero importante de lapoblaciön infahtilpresenta retardo de su creclmiento lineal.S in em bargo, Ia etiologia de este retraso de Ia talla esdiscutible. El niKo con retraso Iineal deI crecim iento que vlveen condiciones de pobreza, no ha Iogrado obtener su potencialgenético de crecim lento y desarrollo, y por Io tanto, suintegraciôn eficiente a Ia sociedad se veré dism inufda. EnChiIe, intervenclones dirigidas a Ias madres em barazadas yniKos de hasta 6 asos han perm itido dlsm lnulr la desnutriciöngrave en los primeros asos de vid4. Sin embargo, una altaproèorcidn de Ia poblaciön escolar presenta una reducciön deIa talla. Este fenömeno es por lo general indicativo de untrastorlno nulricional precoz y de una histocia de restricciönalimentaria posterior que no perm ite una recuperaciön deldéficit estatural. Otro factor que puede participar en estareducciön del crecim iento es Ia presencia de infecciones arepeticién ! Ias que aunque exista un aporte nutricionaiadécuado Interfieren en el desarro lo deI niso.La talla es urlaèaracteristica en Ia cualIos factores genéticos tam bién jueganun roI determ inante por la estatura de los padres ademés de1as diferencias caciales existentes. Dado que un 32% de losnisop chilenos entre 7 y 8 aKos presentan una talla > jo elpercentilo 20,lo que aum enta a 65% a Ios 13, resulta altam enterelevante estu4iar elf uncionamiento psicolögico de estos niKos.Nuestra investigaciön interdiscipliharia tiene como objetivosentregar antecedentes açerca de Ia etlologfa del retraso delèrecim iento Iineal de escölares que pertenecen a nivelK cioeconömico bajo,y elimpacto que esto significa sobre elfuncionam iento cognitivo. Resultados prelim inares confIrManque los escolares de talla baja presentan condlcionessocioex nôm lco am bientales desfavorables, com parados con elgrupo eutröfico control. En Ias pruebas K gnitivas, Iospuntajes promedio de Ios gcupos no dlfieren- sin em bargo, Iaproporciön de niKos con un CI < 90 y Ias funciones de célculoy lenguaje disminuûdas es significativamente mayor en elgcupocon retraso de tà la.18


14 UNA G OX LX IA DE EVM UACION DE PATROM S. 4 INTERACC IONALES EN FAM ILIAS DE NIROS coND/FIcIT Y n* lclolALls . Beatrïz Gonzâlez L . IsabelSalas A , Instltuto de Nutrlc lôn y Tecnologla de losAlimentos (INTA). Unïversldad de Chïle. 'La experiencâa recoglda en el trabajo de nuestraunïdad con nïnos desnutr âdos y anêmïcosy nos hallevado a otorgar cada vez mayor atenc àôn a laparticipaclôn de div ersas varïables del econtextofam ïliar*. sobre el curso del d esarrollo de nisosafectados por algûn défïcït nutrlc ïonal .Nuestro lnterês partïculare desde hace ya algunosasosy ha sldo el desarrollar una metodologia detrabajo que nos permtta conocer algunos patrones deïnt:racclôn al ïnterior de êstas familla.. Con éstefàn hemos reallzado medàcïones de algunos patronesïnteracclonales del nûcleo familïar completo y dela diada madre-hljo. Las medtctones realïzadas atoda la famïlla se llevaron a efecto en sps propïoshogares y las d e la d iada en laboratorïo . Elproçedlmïento empleado para éstas evaluaclonescontempla la deflnicïôn y dtseso de la(s)actividadtes ) para facilitar la lnteracciôn de lafam ilia o d iada , la construcclôn de una pauta d ecodïflcacïôn, el entrenamlento de los Jueeese laevaluaclôn del procedlmlentotplloteole la medlciônfilmada y la codïficacïôn de los videos a trav:s deun sàstema de lueces . La experiencàa recoqàdaz nossesala que ésta metodolog fa reporka lmportantesventajas parà la evaluaclôn de patronesrelàcibhàlesl Permite observar dïrectamente (envivo) los patrones de tnteraccl4n superândosez asi,algunas de las lïmltaciones del reporte . Perm ïteobtener lnformac lôn respecto de secuenclaslnteracclonales, lo que es de gran relevancla paraflnes de lntervenc tôn . Ademâs, la ftlmac lôn de lamedïciôn perm ite que la codlfàcac âôn la realice mâsde un Juez de manera lndependlente y que se puedanobservar las med ïcïones tantas veces como seanecesarlo . Eska metodolog ia, s ïn embarqoy sôloresulta 'apropïada s i se cumplen con rlgurosïdadcada una de las etapas que requlere elprocedimàento .19


15.1 O QUE é >s0cIAL' PARA A PSICOLQGIA? - AnaMaria Almeida Carvalho - Instituto de Psieologia - Universidade de SZo PauloEste trabalho prop3e uma reflexRo coneeitual e meggicasobre o uso dos conceitos de social *todolde Nociabilidade na base em uma perspectiva psieo:tologica e na anâlise de alguns aspectos do 'estadoda arte' na area de desenvolvimlnto humano. SZoidentifieados alguns reeorte. possiv:is desse! coneeitos , destacando-se aquelesque sao compativeiseom uma abordâg:m eomparativa que incluu.a os fen3-mlnos sociais nao-humanos. Os sentidos de Ilsoci:l'sao exNmplifieados kela anâlise de sua utiliraçaùnas tres apresentaçoes anteriores dlste Simpo:io eno trabalho da autora sobre interaç:o e relaçl@s entre criançns de idade pri-eseolar. E sugerida um:conceituaçao do social como o espaço de informaçaocriado pelos seres dotados de soeiabilidade. entendida como a pyopriedad: de regular e ser reguladopelo co-espeoifico e sao diseutidas algumas implicaçoesmetod:lzgicas dessa eonoeituaç3o para a anâlisedos fenomenos sociais no ambito da Psicologia .20


15.2PROCESSOS INTERATN OS NA RESOLUCXODE PROBLEMM EM MATEMXTICALucu No DE ;.FM /&M rJ>p p - .,- gn ge n jcouguUNIVERSIDAX FEDEG DE PERNAMBUCODeacordo= e riase zmt- de'Ognie s-''ndn'(e.g.,> ve& W - er,1991),rm beztimentnqse xn- fdosexmunie sem inkro sociaiseprK cas n'.lh,m1q em ï= , aIH de dm derem de recursos mn#en'nisv 'Adntem * sztuae ' .> = (1990),porexemplo,sugerequepr= ssosiA rauvosque - = na sala deaula de mnl- nelic a% vésde discuss& sentm alunose professoresé uma prH ca que 'tmnmforma o penumento em umaauvidadeplbliœ eœ laboe vm 'N- Fm'mn & Cole(1989),poroutro'M o,sugerem m'm oiqmosexpEœ ivos especifœ sdee- prx sosiA mtivos,l,m= do o cone de aproprialo.De acordo = esk = ceito,um adulo pe'aprope 'aso deuma eHnv asie 'œ osquesâoconn entescom seusobje vos,masnâoner- sAn'nment.com osobje vosda criav .Na me daemquea prM œ sede- molaeo adultotorna seusobje vosexpncitosparaacri= a esG pusa a Gpneilbnr dos signifœ os ae buidos pelo adulto àauvidade.Newmxnefal.(1989)discue evenosem queumaprofessom pr&esx larapropria os 'rabiscos'deum aluno a um sie- n designé'œ os porela= sidemdospm œ e>m- .ae uadose.almmntes,pergune do ao alunosobx o '- ef.do de seus 'dese osf'. Em auvidades dee, upo,o altmo'.apropria as'ntene se obje vosdo e o,aprOdendù queof'mbis= 'exieed- . odeum sieemn desY 'X ossôcix ltnmls ' ondtoobje vo ép* ,='rdesenhoscom cbne dosespecifcos('.n


15 .4A VELHT E - &m QUS@T/O O lO &&X lAM# a * Fâ- a * Rouxa &aptoT W ersldade Federal* Pem am huqO objetivo deste trae o foio de inwsti- a lo sœialvelhice quecimula = n- sa sx iM oelee asconsequênolnqdeSG zep- e :naidentidade do gujeito idogo,considprou-se a w lhiœ como uma etam ddeaenvolvim enio m - xda N r m l%is sx iais es- lfeosy vnl- 'qex- tativasque influencia a p que tem o sujeito do m= do e adefmiçâo enqx to sujeito que Ztemjeneste me o.O conceito de Rep= enhçâo Sœ11 ( MOSCOW C: 1961) fouulizado nesta m squisa x o os me elos de mxnsamo to e explicaeexistotese= 1 ' dosno dada sœiM na- so> osobjet- sœiaisRepresenœ xun objeto sœ ialé conse fn= x.qdem nsv e explicv essobjdo.Baseadosnosresultadosobtidos= m squisaaante ores(SAM OS1990)GITIJ,EMARD,1979)oe ou-seque aWenciadaw lhiœserf- ementeinsum ciaA m 1a - Y o àœ ialdo enw he imento.Nestam sqaisw f- m Okevistados92sujeitosde amM spssexosdifx tesnlkeisde eGlnriaçâoydivididœ = doisn m s:o e eimem comm sto de sujeitoscom idadee.1- 20 e49 an-.enquanto o segtmdcompx dia ossujeitoscom iaxrle ac% de50 m q.O mteH deene sfdieonstituido de 36 questœ que 1e = ser dividirlxm em tësconjlmtos:a)sœtimentos,htos.opiniœ evaloresligadosà velhiœ;bfento ptos,fatœ,opiniœ e valoM ligadœ - sujeitos idtl-; ccomm rixmentœ eaimenn- % iG tizlxao d- suj4iu idœœ.Os resulà dosobddos d- * m a ez atM cia de unm z- o hçâsx ialda w lhice e -.m zln a 1* ' de elementœ M nAiaem aœ fortem ontnegativos,tais como KutiliH.ao, d- a e X m nda h œ iœ llemfnrm-se,nOe to,en% ossujeitosM faH ee de 20-49anos.a M se no el- texe ência e sale 'x am:n 1- aqe lo do envelximento.Egtelem-tos eo a- pnados ' t- nnenxldœlm 1œ sujdtœ ae vés (%1>' * ao longo (h vie ,constituindo a sua ido tirhd. deidoso.23Pesqulsador CNP


A INTERCONSULTA HIDICO-PSICOLOGICA C0H0 ESPACO PA-. 16.1' RA A FORHACAO DE HIDICOS E PSICöLOGOS. Ana Teresade Abreû Ramosacerqueira - Faculdade de Hedicina de Botucatu -Unlversîdade Estadual Paullsta.A Intercùnsulta Midico-psicol3jica (lC) entendida como aatuaçgo no contexto cllnico, onde a clfnica e a patologîa darelaçso midlco-paciente operam e podem ser detectadas, e comouma forma de se compreender os obletivos instituèionals, podeser utllizada como îhstrumento de formaçso de médicos e psic3-' ..logos na atuaçâo hospitalar.o predomfnio do modelo dualista deassistência mgdîca separa o doente da doença e promove o avançodo conhecimento clentlflco desta, submetendo a abordagem aodoente a uma visio ldeol3glca e pessoal.Consequentemente,fen8menospsicol3gîcos e soclais s; s5o considerados emprricameEte, fortalecendo o esqùema referencial da dissociaçso mentecorpo.Propöe-se a Ic como um espaço onde a interaçso .do mldl' *.co, pslc3logo e doente '.posslbilita a integraçio e elaboraçiodo conheclmento clentffico dos aspectos psicoldglcos e soclaisdo doente, construlndo um modelo de atendimento mals humano eefetivo. 0 estudo das reallzadas pela Psicologla permitiuuma leitura analltica da instituiçgo, revelando sua orgahizaç5otecnîcista, e as necessldades n5o expressas por pacientese profissionais, o que cont/lbui pa ra modificar a formaçso domJdico e do pslc3logo.o pslc8logo da grea da saûde deve buscar alternztivas 'que garantam atendimento de qualidade, nortepdo pela adaptaçâode teorias e t:cnicas ; demanda da rede pûblica.As atividadesdo Servigo de Psicologia do HC da Faculdade de Hedicina de BEtucatu! relatadas neste slmp3sio, tem procurado atender ari -rio .24


16.2 UH AMBULAT RI0 DE AVALIA 0 D0 DESENVOLVIMENTO NUH5ERVIç0 DE SAöDE MENTALGimol Benzaquen PerosaFac. de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual Paulistan ambulatlrlo de desenvolvimento vlsa avaliar os aspectosdo desenvolvimento psico-social de crianças entre % mesese % anos, encaminhadas por pediatras e neuropediatras por seremportadoras de doenças orglnicas ou lesionais que podem cuz. .# .sar com atraso no desenvolvimento psicologico (doenças crhnicas,prematuridade,crises convulsivas,paralisia cerebral..)A avaliaçso e' perildica, o que permite conhecer o processo dedesenvolvimento destas crianças.H1 tamblm,uma preocupaçloem encaminhar para outros serviços (escola, fisioterapia, Yonaaudiologia,psicopedagogia) assim como orientar a famllia.Utilizam-se as escalas de desenvolvimento conhecidas (G1sell,Baylay, Kuntz...)mas durante 8 anos de ambulatlrio percebeu-sea importlncia de observar outros comportamentos: ex-lorat *1 r io,pers istlncia , perseverança em erros,atençeao 4 es-tlmulos,assim como a forma de interagir com a m3e e a reaçloà presença de estranhos (o avaliador). Estes compbrtamentosostraram ter grande influ ; ncia Iia observancia . das orientaç3ese na evoluçlo do caso.Eéte ambulatério apresenta caracterist z : caspecu yiares2 '. 2 '' ' .or estar inserido num serviço de saûde que é o Hospital-Escoa:integrando especialidades e disciplinas e desenvolvendo um... . .. . .instruménto dè xvéliéçio do des'envolvimento a ser utilizado ,J . . ' . '' jorêdicos.'25


'16 .3PSICOTERAPIA NA REDE POBLICA DE SA09tJos: Roberto Tozonl ReisFac. de Hedlcina de Botucatu - Universldade Estadual PaulistaA implantatso dos servlgos de saûde mental na rede pûblicade saûde na ûltima d:cada melhorou a asslstência prestada, ai:entso lîmitada quase exclusivamente $ prescriçso de pslcofsrmacos.A inclusso de pslcoterapia entre as novas prâticas oferecias, signifîcou a democratlzaçso do acesso a recursos terapêuti'cos tradiciohalmente dis p onfvels apenas . aos setores economlca-ente mals privilegiados. Pretende-se descrever neste trabalhoum tipo de atendlmentd grupal no serviço de Saûde Hental de Hospîtal Escola como uma dessas alternatlvas.A avaliagso das experlências desenvolvldas nekte contextoimpöe questlonamentos e a necessidade de reflrekso que contemplemos elementos constitutlvos da prâtica psicoterâpica, culasconcepçöes se assentam em prstlcas que foram produzldas èm condlç8esdlstintas daquelas encontradas nos serviços pûblîcos.Rompendo com os pressupostos de que paciente e terapeuta compartllhamde uma mesma condiçso social e cultural e que tenham portantoa mesma visso sobre o tratamento e seus obletivos,e sobreo contrato que rege a relaçjo entre ambos,desenvolvemos umtrabalho de atendîmento pslcoterâpico grupal no Ambulat3rlo deSaûde Mehtal da Faculdade de Hediclna de Botucatu que permite,. . ' ' ' . ' 'Pôs um ano de experlência, constatar: a) ampliaçso e meiboraè. .' ..o atendimento de pacienzes neuràtîcos; b) a.irregularidade dafrequência is sessöes; c) a supeivalorizaçso do corpo enquantotlvo de queixai e e) a dlficuldade em abandonar o uso de benodiazepfnlcosapesar do reconhecimento de sua lneficlcia.+26


16. 4CBMPREENDENDB AS RELACDES ENTRE 0 PSIQUISMB E 0ADOECERSuely BngaroFac. Medicina de Botucatu - Universidade Estadual PaulistaA anllise psicollgica do doente comporta , entre outrosobjetivos, a investigaçlo das relaç3es entre a personalidade eo adoecer, entre os fatos da vida e sua ressonsncia afetiva sabre a doença. Este tem sido um dos objetivos de estudo da Psi-Jcossomltica e ,entre as vlrias teorias que fundamentàm as suasprlticas, destaca-se um grupo de pesquisadores franceses ,quetrabalha com o referencial psicanalltico..Entre eles estâ Piemre Maty, que se propse a estudar a relaç3o dos fensmenos intṛ qpslquicos com o aparecimento e a evoluç'âo das doenças , pelaa. a 'avaliaçao da personalidade e da histôria da vida do doente.seuconceito principal 6 o de mentalizaçlo, definido pela qualidadee quantidade das representaçpes pslquicas que,quandon%'o s%oinibidas pela depress%o essencial, podem agir como prctetoresdo adoecer nas situaçBes de traumatismo pslquico.os acontecimentosda vida de um individuo (perdas, por exemplo) se constituem em traumatismo quando reduzem a sua capacidade de elaborqç%o mental ou obstruem as vias respiratlrias habituais de expressAopulsional (comportamentos motores e sensoriaisl.outrosconceitos,de valor preditivo e teraplutico,fazem parte destaabordagem cllnica,que pretende compreender a singularidade do. V D'doente n%o como produto apenaé do seu psiquismo,mas tambem cqmo traduçlo de outros determinantes, como a socializaçlo na fmmllia, a relaç%o com o trabalho e com as instituiçpes de salde.27


17.).MODOS DE INTERACAO DO RECEM-NRSC IDOCOM SEU RMB IENTEMargariza H. Windholz (*) (CNPq)Inetituto de Psicologia , Univeraàdade de SAo PauloInûmeroe eetudoe moatram que condiçôeG biolôgicae e aociaie exercem inTlu@ncia Aobre o deaenvolvàmento oadio de beb@e . Horowitz (*@B7 ), no+eu modelo eatrutural-comportamental, aponta paraoa fato rea organlomicoo s identificando be b*e vulnevavei-e outroe invglneraveie, >em ou meemo comproblemae de ordem Tï-ica, e para fatorea aebientaiey idontificando ambientee Tacilitadore* e nâofacàlitadoreodo fu turo deoenvolvimento infantil.O naacimento de beb@- de ri-co oferece deeafioeineeperadoe ao& eeua paie ! culao expectatlvao deterem um beb@ norma l e Gadxo de repente >âo con trariadao. E-tudoe oobre a in tpraçâo de pai- com beb@-prlmaturoo ou a termo , mae com problemae deGaûde , apontam pama aa diTiculdadeo encontrada* poreeteo em ànteragirem com eeua Ti lhoa y e eetabe leceremre laçdea de apego e interaçâo poeitivaa .Sa ber maie oobve ae difeven tes maneirao de comunicaçâoprecoce do beb@ com *eu ambien te pode tornav-noemaie a ten toe para e-taa tentativae e facilitaroe aluetamentoa nece-aârioe pava oludA-lo aobter reapootao maie eficazeo de quem de le cu ida .A* Meequiaao que aerâo apre-entado- ne-teSimpôsao viaam contribuïr para tanto . Um do> trabalhoomoetra que y atravla de expreeoôee Taciaie ,beb@a indicam reaçôea de aqrado ou deeagrado a eatfmuloa o lTativop v permitindo As peaooae leremeetao informaçôee . O trabalho sobre choro indicacomo y atravlo deeta primeira Torma de comunicaGâoverba l, o beb@ tran-mite men-agene ap *eu ambiente de acordo com a quantidade e qua ylidade do -euchoro . A terceira peequiea aponta a interaçâoou til examinador de beb@a prematvroe com oemeamo+ , organizando ae euae habilidades e facàlitandoseu deeempenho s ao meemo tempo em queTica atento a Ginais de ewtreeae , que deveœ eerre-peitadoo .28


17.2 .ANXFISE TIME LINE COMO MEDIDA DA INTERAG ORECEM-NASCIDO E EXAMINADOR NA AVALIAG O DAESCALA BRAZELTON (NBAS)M gela M artinez da Silva HaddadInstituto de Psicologia - U niversidade Sào Paulo e W omen& IntantHospital,BrownUniversityA Escala de Avaliaçâo Comportamentalde Recém-nascido(NBAS)de Brazelton foioriginalmenteconcebidaparadescreverossistçmasintegradosautônomo,motor,estado e atençâo socialnobebêatermo e saudàvel.A NBAS nâo éum examecomqosto deapresentaçöesestimulo-resposta,massim uma avaliaçëo lnterativana qualo examinadortem um papelimportante em organizarashabilidadesfacilitando e buscando o melhordesempenho do recémnascidoȦ NBAS.: desenvolvida para serutilizadacom reclmnascidoa term o e saudâvel,vein senḍo utilizàdé também empopulaçöesde risco como a dosbebdsprematuros.Aspedbrmancesna NBAS dosrecém-nascidossaudâveis e dospretermostem se mostrado distintaso que exige também doexaminadoruma conduta diferenciada.Para estudaresta interaçâo entre examinador-bebê,ou comoosbebêspassam atravésda Escala Brazeltolifoidesenvolvida aanâlise Iïnte Z/?le,um método de quantifkaraordem lemporalnaqualosprocedimentossào administradös.Osbebêssëo avaliadosnào somenteatravésdosescorespadrâo daMàAS,mastamb.émat/ayésdo tipo e quantidadedemanobrasemanejosquecadaneonato requereu duranteoexame.DadosdapesquisarealizadanosEstadosUnidosrevelaram quegodem serobtldodadosmaissutisda pedbrmance de recémrnascldo a termo e prematurodurante o exame NBAS com o uso da anélisi Time L ilw.*NIH (NationalInstitutenfHealth)eCNPQ29


17 .3 F?>m>Tvn - FAcIAIs EM REcél4-NAsclDos.Ntllsy Helena puglta Bergamasco, oepartamentode Psicologia Experïmentat - Instltuto dePslcologla da Univvrsidade de Sao Pau lp .As express3ès raciAls dos reclri-nascldos sXoextraordlnarlamente semelharites em tpdas as culttzru'Parece que guando a f ace humana expressa as emoçoescomuns de medo , trtsteza , alegrla , desgosto e ratv aela f ala uma l 'anguagem unlversal .Dù perl6do peripatal em dlante , os reglstrosobttdo: em dlferèntes tlpos de estudos mostrM queos beb:: s%o capazes de produzir quyse todas asexpresyoes faclais de emoçoés especlf lcas do adultoOs bebes . deàje o nasçtmento . mostram uma amplafaisa de emoçges primarlas. De acordo 'com Izard ! osbebes logo apos o nascimento exibem sinais de diferentesrespostas emoclonals e podem comunlgar estessentïmentos aos seus pais/cuidadores straves dasexpresspes faclals. Asslm, a: expressoes ractal:seriam uma possibllldade de acesso ao que o bebesente/pebcebe/prefere/ d: seu meïo amblenye.O registro das expressoes fyctats atraves do v1-deo-tape possibilitou o desenvolvlmento de um sistEma que permite aos pesquisadores Identlficar objetlvamentediferentes respostas ! baseadas nos padr3œorganizados do: movimentos faclajs.Com relaçRo a reéposta aQs estimulos qulmicos,veriricamos qu: as expressoes faclajs funcionaïcoMo indlcadores de olfato e guàtaçao.Em adultos, os dores e/ou sabores eliclam trejeitosfaclajs ou ncaretasn # gonforme seja conslderadosagradavels ou desagradavelà, e, quando relaclanados çom alimentos nfrescysn ou 'eètragajosn#'lngerlveïsn o: nao Hingeriy:isd'. As reaçoçs;faciais de recem-hasc idos sao semelhantès as dosadultts.'Serao discutidas as impllcaç3es do uso destametodologia para o estudo da percepç%o e #eudesenvolvïmento no ser humang.30


1.7.4 CRYING AND COMMUN ICATIONBavry M . Leeter - USABrown U n iver-ity Bchool oT Medicine ycrying ie the infant 'e earliept form of verba lcommunication . The amount and quality of theinfant 'e cry tranemite meeeagèe to the caregivingenvivonments which ia encoded and acted upon inthe Torm of parental caretakinè. Infant crypatterna modify /arenting behavior wbich, An turn ymodifiee infant behav ior , ae part of a mutua lregùlatory Gyetem.Throuùh crking an iœportantpart of the infant-parent rèlationehip iaeatabliahed , which can ehape the later developœentoutçome of the child .In reporty we rèview Gtudiee that have examinedearly cry patterna and how cry patterno affectparenting s including pertubation in typicalcrying y Guch a- colic . We al-o pre-ent dataTcom a lonqàtudànal etudy in which the goodneaaof '.Tit . between infant c ry patteen and themother 'o reaction to the cey wa- used to predictdeve lopmenta l ou tcome in term and preterm infant- .In thie atudy we found increa-ed coqnàtive andlanguage perfovmpnce when there waG a matchbetween infant cry characteri-tic- an: how the:mot6ev perceived the cry .l. '31


18.1. I/œ AS QONC:ITUAIS: UMA ESrsxvzsza os ssvuDO INDEPENDENTE PARA X APQRMDIZAGEM SIGNIFICATIVXJosê Augusto da Silva Pontes Neto (Departamentode Pàicologia Evolutiv:k Social e Escolar - 0niversidade Estadual Paulista, Campus de Assis) *A psicologia da àprendizagem verbal sighificativa, proposta e desenvolvida por D:vid Aysùbel >. 'apresenta umq teoria da facilitaçao da aprendivz:gem e procyra expli:ar como ocorre a assimi'la9 ao de conteudos eM contexto 'escolar. .)Mapaé conceituais foram criados com base em coûceitos ausubelianos e podem ser utilizados comoestrat@gia de estudo iùdependente, indicando cùmo o aluno pode pabticipar ativamente na con;truç X o do seu proprio con h ecimento. *Pensados assim, m:paj conéeituats atuam ' como se'.fossem uma extensao as contribuigöes de Ausubelao processo de ensino % aprendizàgem, eny6lvëndoaspectos cognitivos e metacogn itivos k: Atê o momento, salvo melhor jufzo, a utilizagtode mapas conceituais, como estrategia de estudoindependente, nao mereceu a devida ênfase daparte de pesquisadores preocup:dos com a apreadizagem de Sorpos :rqanizados d: conhecimènto.Isto sem duvida, e uma lacuna que devë serr.r.considerada pois dados empfricos ṡugerem qu:mspas conceztuais podem ser uma efetiva estrztegia de estudo -aprendizagem ./'ï32


18.2 m zms œ o zx m vwaœ > >vD v> v .Antoniö Carlos Caruso RoncaPontiflcia Universidade Cat8lica de SXo PauloDiante dos iniseros desafios yor que yessa a realidadeeducacional brasileira ganha destaque a necessidade de se encontrar caminbos yara que as crianças yossam aprender o queas escolas devem ensinar.Neste sentido torna-se cada vez weis urgente que os e.tudiosos de Psicologia da Ebucaçio se dediquem a constzuirTeorias do Ensino que Fossam facilitar a tarefa do Professorem sala de aula.'Na irea de foznmçio e ayerfeiçoarento de professoresobserva-se hoje 1.M ausência de teorias do ensino.Ha i 1,nn pronmlyagxo em que o professor drmlne . tonnacas e .de instruiso e n5o tanto ccm a construçso de princlpios ge- .rais que afetem o desenvolvicento do ensino an qualquer ireado conbecicento.Neste trakalho pretendevse discutir : laior contriw l-ç5o de Ala=1*wl gara a Psicologia da Educaçao:propiciar eleaentosyara a construgx: de txnn Teorie do Enqino na qua1 asmmoimyorta-nnia ne a- ntal o Jayel desaqenhado yalos conceitosauis alplos ou aeis gerais na construçso do novo conbeciaento.Pesquisas realizadas no Brasil e enovtros yplses costramque os cnnneitos J: aaior ektensso, alem Je proplciarao estudante :xM nnnmniencia reis nltida da pr3prie estruturac itiva, s;o tnmpmm' a varixvel cnis icvortante na facilitaçaoda aprendigagem significativa e le constituem em faxenpwnta i' s na re tebçso dos conteudps.E.G.R8nca ( -tores fl1976),Mansini (1985), Pbntes Neto (1986),Davis (1990)33'


18.3APRENDIZAGEN SIGNIFICAT IVA AUSUBELIANA EMALUNOS DE 56 SERIE MAQ XREAS DE c0M0NIcAç#0E EXPRESSAO E DE MATENXTICA:M 1#1, G G e F.S. Livre Doc. da Fac. de Educ./USPEsta Pesquisa focaliza o ato de aprender atrav:sdo acompanhamento a seis professoras de escolas pûblicas(municipais e estadu:is) na cidade de Sâo PaMlo . Nos grupos de discussâo com as professoras foramrevelados: o convfvio pâsso a passo com os conflitossurgidos nas situaçoes de classe ; a necessidadede encontrar recursos apropriados para que o 2luno compreenda o que lhe ê ensinado . A anâlise dosdados colocou em evidência as diferentes mane rD doaluno lidar com o que 1he era apresentado , mostrandoas implicaçses das atitudes das professoras e dascondiçses fornecidas pelas escolas nesse processode aprend izagem .A preocupaçâo que desencadeou esta Pesquisa foia de auxiliar a professora a compreender o processode aprendizages de seus alunose a organizar os conteûdosprogramaticos de modo a propiciar AprendizagemSignificativa .A pergunta desencadeadora deste Projeto foi:hâpossibilidade de utilizar a abordagem ausubelianac:m crianças de faixl etâria de escolarizaçâo de 3*serie?Os objetivos centrais deste trabalho foram os deidentificar z. no àluno, o processo d: Aprendizagel Signific:tiva (AS) diferenciando-a da Aprendizagem Mecinica .. na Felaçâo Professor x aluno , os r:cursos queproplciam AS .A relevância desta Pesquisa estâ em permitir quese visualize o aluno elaborando e comp reendendo e ouao contrârio e repetindo tarefas sem sentido , ao deEcrever e analisar o cotidiano da sala de aula .Os dados serâo apresentados e discutidos.34


18.4 SUBSIPIOS PARA A TEORIA DA AVALIACXO DA APRENDIZAGEH SIGNIFICATIVAlilson de Faria,da UNESP-CamPUS de Marll#a e Un1versfdade S!o Francisco.oonçnrdamos com J.D.Novak quando dizque avaliaçad educac-lonal na0 usa atualmente teorja da aprendilagem. currlculo ou lnstruçio, por lsso e1a esta em rulnas .Alem disso. e1a tem fertes yatizes de pslcologla cnnexlonlsta.o que tçm levado a uma enfase em teste para med*lr aprend-lzagemmecanica *. Novak e qutroj autores prestlg-losos vïramna teoria de D.P.Ausyb:1. relat-lva a aprendizagem e ensbno,um valigso quadro tenr-lco para dar suporte a uma tecrba : deavallaçao da aprendizagem slgnsficativa.Ausubelsstuaaavâaçao coào ccmponente central em sua tegria da aprendbzagey,pela lmportâncsa primordbal da verlflcaçao do que o aluro Jaconhece antes de tentar enslnar-lhe algo mais . !Al.im d-lsso.nferece princlpios para er'lentar 0 gue e coyo avaliar.A nossapesquisa objetiva efeluar yma analise critica das propnstasde Ausubel. indo porem alem, rastreando a produçâo deaytores que partlram dn seu quadro teorico prodqzindo seluçoesnesta irqa, eu no smb#tq da pesqu#sa cient'lfica,mas quepodem ser ass-lm-lladqs â teor-la da avaliaçso da aprend-lzagemslgnifiqativa. Com lsso, pretendemcs abrir perspect-lvas parannvas l'lnhas de pesqulsa no campo analisado.A metojologia da învestigaçsy constrttri em revfszo biblioqrafica.com uma ordenaçao'htstorïca. feita a pprtirda obra de DkP. husubel et. a1. Educational Psvchaloqy, 2a. jdiçzo. B rjstrea:ento da kesquise bibliograFica devera chegar ete o ïn-zcîo da decada dos anos 90 .coletando dado: pertinentes de revistas especializadascomo: Science Educrtion e Journal of Resrarch in Sciea.ce Teaching, que tem concentrado maior numero de trabalhos desta area.Esse material serâ apreseùtadoracomganhajo yom refjexcescrlttcas, visando oferecer rontribuiçao a questoésrelativas a avaliaçsc da aprendizagem escolar. ,35


19 - 1rAR1At'OEs AQ PAbRIQ 'E M sposTzs CARDIOVAS.uutkass ouazlkzz PE Qx s DE uTztxuô suclcMqrilda Novaes LlppJennifer A. HaythornthwalteDavtd E. Andersonsattonal lnstitute or HealthA press%o arterial (PAM) e a rrequlncia cardfa-.ea (Fc) de 58 sul.itos advltos -foram - registradyscon tinuamente j no laboratorto, durante uma sessaoexperimental de 60 mlnutos, qu, inclutu: (a) lQ.mïnutosde descanso (Bl), (b) eptçevista estruturada(ENT), (e) 10 minutoa de descanso (32), (d) ouvir(QUV) e responder (RESP) a situaçTes de 'Irole play 'que envolviam streaà sgetal e que roram èlaboredasa rtm de elteitar respostaa asssrtlvas. e (,) 10 m:putos de deseanao (43. ). A pressao arterial ambulatarlal (PAA) fo1 tambem registradq por 2% horas no aubjente natural. Durante $N' a PAM aumentou eom rej.ç>o a Bl (+8.3 =/-l.Q mmHglienquanto que a FC naomudou signirieantemente. Durante QUV, a P;M mostrouum pico de.yumepto de.l3.7+/-l.3 *:Hg quando comparadacom a B2, enquanto que a FC nao mudou d, rorma.corresponGente. 5o entanto j Gurante RESP, tan to aPAM (+3.3+/-Q,8 mmHg)e aFC j+%.l+/-9.% bpm) aumeataram aeim: do pico de QUV..Nao'se eneontrou nenhamaasaociaç3o signtfieativa entçe é magnituGe Ga ralaborâtortoatlvidale GàePAMa PAA.ou FCEstedurantepadr%oo stressGe aumentosocialna fAMSdomas nao na FC, obserzaGa durante o stress social idiferent, da piettaçao cardiovascular obsprvada duranted te':tes mentats de streps que gnvolvem jarerase m atem-atica. Estudos adicionais sao neçessarios afim de se dlstlngulr os coyponentes niz diaeos G e vaa 'éularàs que mediam a resposta d, pre4s>o arterialag stress social:16


19.2ANXLISE D0S CASOS DE HIPERTEN/XO N0 HOSPITALGERAL - VIABILIDADC DE UM PROGRAMAAUTO: LALONI, DIANA T.INSTITUICXO: HOSPITAL E MATERNIDADE CELSOPIERRO - PUCCAMPD esde 1970 paeisnte: hipertensos !;mrecebido atendimento pslcologico nos servlçosde sadde. .0 Ambulat3rio de Psicologia d: H.M.P.C. foi implantadù em 1986 e desd! entao dlsenvqlyeualguns program:s de atendùmynto pslcologaoojunto Xs sspeclalidades medicas. obteveexito jvnto a Clinioa Midica pana os paci-eent&s oneolQgicos. diabeticos: reumaticos eaideticos pao tend: np entanto nenhMm programacom pagipntes hlpertensol. Apartlr dejsaconstataçao surgiu a necessidade da z entlficaçaoda demanda desses pacientes. .0 objetivo deste trabalho f$i identificarqual a demanda dos pacientes hzpertensosQo Ambalat3rio de Psicologia do H.M.P.C. e seeles s:o efetivamente encaminhados pela clfnicamediea.os dados foram coletados a partir daficSa de triagem, onde'h: a identxfzcaçâo dopaciente: da quelxa e da fonte deencaminhamento.A partir da anflije dos dtdos de 3:0fiehas: colytadaj no perxodo de paneiro a maiode 93, foi Identxficadp um: porcentagem inferiora l0% do total de atlndzmentos.j Zssss dadoj propiyiaram uma discussâounto l cl>nic: medica sobre os encaminhamentose a viabilldade e interesse sobre um programapapa esses pacientes.37


2c.1 A atuag:o do Psic3logo Junto ao adolescente submetidoa Transplante de medula 3ssea. Cloves A.de Amissis Amorim. Departamento de Psicologia daPontiffcia Universidade Cat3lica do Paranl.0 atendimento de modo diferenciado ao adolescentey como 'pessoa com caracterfsticas pr3prias inerentes a uma fase dodesenvolvimento e submetido a um procedimento que desencadeiatens3o e stress, em unidade de Transplante de medula deJssea J obletixo desta comunicatio. Foram atendidos 20 ltvin- .te) pacientes adolescentes e seus familiares e/ou acompauhanfisz-fnn-ïderando-setrFs fatores principais: 1) Particularidadesda patologia e do tratamento privio ao transplante;2) Personalidade; 3) CoputingFncias psicolögicas e sociaisdesencadeadas pelo tratamento. Realizou-sç entrevistas semiestruturadase atendimentos K ndtviduais, outros dadosforamcoletados do prontuzrio midico. Concluiu-se que as fantasiase medos geralmentezpodem ser linimizados com correç3es de.concepç 3 es err 8 neas, ' atitude'honesta *da equipe de saûde eateng:o ls metfforas que s;o verbalizadas. 0 tsolamento que otratamento exige. bem como a rotina da unidade gera fen3menospsicol3gicos como labilidade de humor, ansiedade, depress3o ,agressividade com famflfares e fns3nia; tais sentimentos/atitudespodem ser adequadamente manejados pela equipe. N3o havendocomplicag 7 es durante o internamento, a alta hospitalattambim precisou ser preparada para minimizar sentimentos deinsegurança, Vulnerabilidade e incapacidade para enfrentar omundo 1J fora.38


20.2'o ADOLESCENTE E O DIAGNOSTICO DE CANCER 'Autores : Rosemberg,s.N., Chiattone .H .B .C ., Chiattdne ,C .S ., LeIte.M.P.C., Serviço de Pslcologla Hospitalar ,Serviço de Hematologla,Hemotrrapla e Opcologia, IrmandadeSanta Casa de Misericordla de Sao Paulo'Adolescente é o lndividuo que se enconyra em f asePeculiar de transiçRo biopsicossocial, perlodo estecaractertzado por transrormaç3es blologicas em buscade seu papel socïal. determtnado pelos padr3es culturaisde seu meto.''0 adollscente em bussa de sua identidade adulta,ssa entao, por um pertodo 'turbulento 'a nlvel pstc:logic:, onde comporta entos constderados anormais oupatologicos em outras fases do deslnvolvimento . s:o -1constderados no- ats nessa trR siçao para a vida adulta.Nesse senttdo. por exemplo, pegundo a ltteratura.muttos comportR entos apresentados por M olescentes emsuas fom as extremas . assemelham-se a traços esquizûtdes.Evideptemente. q'londo o adolescente M oec! e recebeuum diaR gsttio de So cerj tem-se a exacerbaçao de comportRentos e reaçoes pm prtas da ete a de desenvolytmentojN-notAanl a tntensa fru tliaoa- @X iça.Al:m disso. o diagn3stteo de ev cer atnda possue nasodtedade elnom 3eà mutto negativas pel: po #rto esw/tie a. remetendo o adolescente e sua /e tlta a vtvencày-locomù = : sentença de.morte. Esta tnaceàtabilidzde soctal 46 oR cer pode eé' atribuida a muitu ee sas .dos quai: a mats relevr te refere-se ao medo de todosos tndividuos ao prolongado sof rimento no decorrer dotratamento e n:s etapas da doença. allm da posstbtlidadede defom açao do corpo ou comprometimento das funçcesnormais pelo tratamerto.Asslm, frente ao diagnostico d! cv cer o enfoquetdeal ao adolescente deve ser hollstico e interdisciïinarpermitindo ao paclente e'xsressar em profundidadeseu verdadeiros sqntimentos visando amenizar o so='frtàento r stress vtvenclado, restabelecenso seu equilibriopsiquico melhorando sua qualidade de vlda e desua f i1& .39


20.3 0 ADOLESCENTE C0M C3NCER : A YORTETORRES , UILHA C . - Instituto de Psicologi:da Un iversidade Federal do R io de Jpne troos dados apres'entados estzo baseados.em investigaçöessistemâticas da autora sobre morte edesenvolvimento humano, bem como em pesquisas deoutros autores da ârea de oncologia pediâtrica .A adolescência. como uma (etapa crftica depaùsagem, ë 'ortementè a#etada pèla iddia demorte Embora o adolescente se torne capaz deuma sdrié de in#erêhcias no plano lögico, paralelamente,de#ende-se da pröblemâtica da mortepessoal, projetando-a e: um' #uturo distante .Desta #orma. a ameaça de mortœ d. nesta etapa.uma cnorme 'erida narcfsica .0 diagn3utico e o tratampnh o do csncer, comtodas as suas implicaçöes. inlerferem nas tare-#as bâsicas da adolescência descritas por eeiner(t@7ô). tais como : ajustar-sè': maturaczo #fsicae sexual ; obter independência econômica e psicolögicados pais e planejar o futuro educaciona1 . e pro#issional. Assim . reacöes tïpicas deluto antpcipado - anca cdade . medo, tristeza ,raiva. depresszo - e uma grandc dificuldade paraadaptar-se ao hospital. sZo comuns neste paciente(Leventha l e Boeck , 1977) . Portanto , este requeruma assistência psicolögica especial. di#er*ntedas terapias convencionais. e cujas metassXo muito mais limikadas. sobreiudo quando asrecafdas comecam a ocorrer e a morte se tornaim inente .Quanto ao processo de morrer . embora doponto de vista biolögico se torne cada vez maisuni#orme . do ponto de viska plicolögico caracieriza-seJustamente por :er rico e multidimensional.SZo estes aspectos pstcol3gicos. portanto.que vZo determinar as medidas terapêuticaspara ass istfr e acompanhar eske paciente, garan-.tindo. tanto qupnto poss Lve y,sua seguranca e apreservaç Z o de sùa identidadek preparando-o parao con#ronko com as exigências.externas do mor/er(Fe igenberg : 198@ 1.40


20 AnnLEscENTE E O TQATAMENTO DE CâNCER. Elfzabeth Ra-.4 .nier Martins do Valle. Escola de Enfermagem de RibeirâoPreto da Universidade de s:o Paulo.Quando ocorre u1à doença grave e complexa na adolesc2 nci a , jé por si considerada uma fase de 'répidas e intensas 'transformaçBes, que demanda esforços adaptativos, o muddo-vldado indivlduo sofre um impacto que vem transtornar ainda mais oseu curso .Quest3es como independzncia, auto-imagem, al'ustamento' *sexual, relacionamento fnterpessoal,.futuro, emergem assocfâdasls conotaçBes que a doença e o tratamento suscitam: vulnerabilidade, sentfmentos de fracasso, medo de abandono, perdas de dffârentes naturezasy medo de morrer, de n:o ser mais.; fmportante consfderar a capacidade de enfrentamentodo adolescente nessa circunstância e l equipe de sauede cabe estaratenta para propiciar a continuidade do seu desenvolvimentomesmo em situaç3o t:o adversa.41


21.PRINCIPAIS MODOS D2 PESQUISAR A CONSCIâNCIA MEDIA-1 TA og ouTRos QU cMo . Arno En elmann, Instltuto dePsieologia. Universida , de ao aulo.com o nome de eonseiAnc:a h1. do meu ponto de vista, doiseoneeïtos dfflrentes: a consc i; ncia momentanea do observador -eonscientizaçao imediata ou fi - e a cansciencia de outros an1mais @ humanos ou na'o # ag passada do proprio observador -eonseïinolamediata ou cM'- A CM passada do observador s; pode setornar pesqutslvel ao se transformar em cM de outros ou CMo erorneeer indicadores externos . de mane i ra semelhante aos ou-''tros easos de CM.Em estudos que pesquisR a CMo, os indicadores poderiam serelassif ieados em quatro tipos: (l) relatos . que apresentam umaeorrespondincia de estrutura entr: indicNdores e CMo ; (2 ) V -vimentos expressivos, nos quais ha ligaçoes estabelecidas entreindieadoyes e CMoj (3) movimentos nao-expressivos,no


'21 MOVD4EVRXX EXPRESSIVOS E CCMUNICACXO NO RECK.I-.2NASCIDO - Nlllsy Helena Puglla BergrqmnMco,DeparEanento de Psicologla ExpeEirental .- Instituto dePslcologla da Universidadë de Sao Paulo.Estudos anteriores costraram que os rec ; m7 nasczdosdisc rimlnan o valor hedonlco de estllulos quimicos (Bergamqyco& Beraido.1990).0à avaljadores (que nao sabiam qual o estipuloapresentado)eranJutzqs trelnados : ptilizar crltlriosdeflnldos para classlficyr as respostas a estimulos consjderâdos agradâvvis.desagradavels 6u neutros.A alta conçordanclaentre os Julzes delrnstrou,de certa manejra,a eflcaclacocrnièatlva dessas respostas. As expreésoes facials serlamrtanto,stnaliEadorespotentes.Esta ionstataçao levou-nos a seguinte quest3o:Serâ que asexpressoes faciats elicladas por diferentes xrnmnm e saboresservirlan caan sinais soclalsx infonnando observadoreslng3huos yobre a natureza hqdonïca das réspostas dos bebls aestes estilulos?Foram utllizados 16O sujeltos dividldos em gnJrs de addltos(ccne sem fllhos),adolescentQse crlanças cuja tarefa eraordepar o tan hed3nico da reaçao faclal de bebes registradoem v ideo Jnuma escala de 5 pontos de lulto agradivel a ruitodesagradavel.04 resultados rrstraraù que: 1. As respostas faclais elïcladaspor difereptes odores e sabores Eancionam cona sinalssoclalp. infonmando observador:s ingznuos sobre a natkrèzahed3nica daa Eespo:tas dos recem-nascidos a estes estirulos.2. As avallaçoes sao consistentes para os dlferentes estlgu-1os (olfativos ou gustatlvos),entre os diferentes grupos deapostra,isto Jtha poucos efelyospara sexo, idaée e statusparental dos suleitos. 3. Atraves de suas expressoes faclais,o neonato infogna o a%blente social,que reàg: a estes lrvilentosfaciais de uma manelra adequada, lsto e, lnterpreta aresposta do beb3 consistente*ente.43


'. ' .''! . '21 . 3 A CONDICXO REVERSIVEL DA PERCEPCAO u E . DO COMZ' ..PORTAMENTO NO FLUXO SINCRôNICO DA EXPERIZNCIA.CONSCIENTE.W iliam B.Gomes,Depprtamento de Psicologia,Universidade Federaldo Rio Grandedo Sul.:; . .. : . . .'A:condiçôes formadorase oqerativasdeprocessosmentaisatrafram oesforço te4rico de mentalistas e experlenciallstas,durante os muitos séculos queprecederam o reconhecimento da psicologia como disciplina autônoma.O pröprioprojeto 'wundtianp,consagrado como marco inicialde uma psicologia cientfica,constituiu-se numasfntese integradoradeintrospecjâo eexperimentaçâo.Dificuldadesde acessos'experime'ntais à consciência,a redefjniçâe de consciência como açâointepcional.a difusâo psicanalftica,econturbajdes polfticase soclaisna Europaipibiram o interesse psicolögico sobre a consci:ncla,deslocando-oparaasexploraçöesdo Inionscien'e e para as experimentaçàes do comportamento. No entanto,movim entps pslcolögiços importantes nos meadvs deste século,como a fenomenologiaexistencial4 a ciêncla cognitiva,trouxeram novam ente à cena o interesse porprocessos mèntais.Adem ais,estudos recentes sobre aevoluçâo da consciêncla e. sobrea fisiologia da experiência subjetivaobrigam-nosa retomaro tema,nâo malscomoopositâo apsicologiado inconsciente ùu do comportamento,mascomoumprocesso integrador e construtor de significaçses. Desta forma, a consciênciaconstitui-seem fluxos deencadeamento sincrônicos,determinadosqortemporalidadese espacialidades pröprias, simétricas (um encadeamento imqlca em outro) ereversfveis(encadeamentospodem projetar-se entre si).TaIcondlçâo apontaqaraaconsciência ènquanto uma organizaçâo que exige,em princfpio,uma identldadeunfvoca e Iöglca.Esta Iögîca é reconhecida cemo uma comblnaçâo de proceqsbsbinârios (ou...ou)e ahalögicos (e...e!,no .qualuma Ilrlca pode gerenciara outra ereverslvelm ente.Esta configuraçâo aprescnta-se,no rnw,x.!-'r.nom o zpossibilidade'consub>tanciada por'capta'qualitativamenteinterpretados.* oquenostem lndicado ,estudos sobre relatos de experiências psicoterapêuticas,realizado pornossa equipe,nos ultim osanos.Nestes estudos,a experiência consciente da vivência terapêutica édescrita com auxflio de entrevistas seml-estrutur-adas com duraçâo de 4.5 a 90mlnutos.Até o momentojâ foràm estudadas maisde 50 entrevistas.envolvendodiversas situaçses e abordagens psicotw apêuticas. As descriçöes obtidas foramtranscritas na fntegra e interpretadas por critérios fenom enolögicoà. Assim ,cadapasso:cadarecorte,cada determ inaçâo dé sentido é necessariamenteum movimentosinérglco deumadescriçâo(enquantotem al,reduçâo(enquanto abstraçâo)edeumainterpretaçâo (enquanto explicaçâo).Este proeesso de anâlise/sfntese produz umm ovim ento entre presenças e ausêniias,na constituiçâo de significaçses entre aexperi:ncia conscientedo sujeito eaexperiênciaconscientedo observador.Nâo nosinteressa aquio . que estes inform antes disseram sobre seus tratam entos, m as arevelaçâo de suas consciências na intencionalidade da Iinguagem , no encontrodialético da consciêncla lmediata e m ediata, .na contextualizaçâo deste m odostransativos de , constituir sentido. Por exem plo, a reavaliaçâo da experiência pelaoportunidade de consclentizé-la de outro modo.Em termos de maneiras de estudaraconsciência.tem-se entâo a oportunidade 'de acompanhar-se o desvelamento daconsclêncla do sujeito e a doobservador,e ainda exercitaro retornodaconsciênciasobre simesma.Porfim,interpreta-se que a experiêncla consciepte comunica-seatravés de uma combinaçâo complexa de relarses ao mesmo tempo incluéivas eexclusivas, e que m ostram a condiçâo reversiva de cogni4âo e com portam ento,percepçâo eexpresszo,conteudosconsoiente:einconsclente..econsciêntia imediàtae m ediata. CNPq.FAPERGS.'''44


21.4o 'IMAGINXRIO ' M IMAT.. José Lino oliveiraBueno . Departamento de Psicologia e Educaçâo,Universidade de Sâo Paulo, Ribeirâo Preto .As representaçöes internas constituem as unidadesfundamentais da cogniçâo animal. Um animal possui umarepresentaçâo se ele pode utilizar uma informaçâo quenâo esté disponivel no seu ambiente presente . Estasrepresentaçöes podem ser codificadas comorepresentaçöes concretas, uma espécie de cdpia doevento armazenado, ou como amodais, se os animaispuderem abstrair informaçöes sobre o atributo de umestimulo e armazené-las independentemente da modalidadeà qual esté originalmente relacionada. Se falamos emcogniçâo animal, isto significa que as experiênciasmentais dos animais sejam semelhantes às dos humanos?Alguns autores usam a noçâo de representaçâo comocategoria de anélise, sem tentar identificar no queconsiste de fato esta representaçâo (R.Rescorla).Outros consideram que o estudo da cogniçâo animal estéligado ao processamento de informaçâo, nâo com aconsciência do animal (J.Pearce). .peter Holland vaialém, examinando a partir de anélises detalhaéas docomportamento condicionado a possibilidade de que arepresentaçao animal seja de fato uma imagem do evento,kemelhante ao que entendemos por imagem mental emhumanos . Dickinson, ao examinar os estudos de Holland,verifica que a forma declarativa de represeniaçâooferece melhor base para os prgcessos integrativos doconhecimento animal, mas nâo descarta a possibilidadede que os animais codifiquem a informaçâo na formaprocedural. Para Holland, os experimentos sustentam aidéia de que o imaginério - uma espécie de alucinaçâoincompleta - deve ser uï processo bésico,evolucionariamente derivado de processos relativamentesimples de percepçâo e condicionamento, visando lidarcom eventos remotos, ocupando um importante papel nasanélises comparadas e de desenvolvimento .FAPESP, CNPq45


22.1PERMAW NCIA E DIVERSDADE NASREPRESENTAX ESSOCIMSDAO ERTENSAO ARTBRIAI-ESSENCIALM ary JaneParisSpink - Ponv cia UniversidadeCatôlicadeSâo PauloA elaboraçâo das representaçöessociais,enquanto formas de conhecimentoprâticoqueorientamasaçöesno cotidiano , sedéna interfacededuasforçasmonumentais.Deum lado,temososconteédosque circulam em umadada sœ iezlndeequetêm suasorigenslnnto nasproduçX smaisremotasconstituintesdoimaginériosx ial,qlmntonaspre uçöesculturaislocaiseatuaisqueem ergem dohabitusprôprio aognzm ou,ainda,circulam comos'ub-produtosdaciência.De outro lado estâo asiforçasdecorrentesdo pröprioprocesso deinteraçâosocialeaspresse sparadesnirllmn(1a(1a situaçâode modo aconfirmaremanterasidentidadescoletivas.Esta variedndedepersm ctivasremetem a concepçöesdiversasdecontexto,cadauma dasquaiscom suasimplicaçöesmetodolögicas.Quanto maisenglobarmoso tempo longo(osconteûdosdo imaginério social)maisnosaproximaremosdasjermanênciasqueformam osnlklcosmaisestâveisdasrtpresentaçöessœ ials.No sentido om sto,quanto maisnosativermosao aquie-agoradainteraçlo,maisnosdefrontaremoscom adiversidadee a criaçâo .Embora seja ntsta seguinda vertente queo processo de elaboraçâo dasrepresentaçöeslkam aisevidente,o contexto dotempolongo constimio pano defundonecessârio para entendernasentrelinhasda diversidadeeda criatividade asressonânciasdam eméria coletiva.O estudo realizado,centrado nasrelaçöesentremédicosepacientesMpertenspspermiteevidenciarojogoentrea permanênciaeadiversidadena elaboraçâodasrepresentaçöes.A entrevista com o médicotraz à bailaa complexa tramadeconteûdosderivadosdaformacâomédicaeda vivênciadeconsultirio evidenciandoo esforço desuperaçâo dascontradiça sresultantesentreasprescliçöesdepapelenquanto médico ca experiência prâtica.Asressonânciasdo tempo longo , neste casoforam abordadasa partirdaanilisedoseditoriaisdosdoisperiôdicosmédicosmaisantigos:o Lancete o Jounmlof the American M edicalAssociation (JAMA)publicado apartirdoconieço deste W alo.Jâ asinttraçœ sentremM ico e pacienttsm rmitiram analisaro proctssode negociaçâo entre sistemasderepresentaçâo diversose o poderdasrepresentaçöesna orientaW o daaçlo.46


22.2AS REPRESENTACUES SOCIAIS NA PERSPECTIVA DEINA PSéCOSSOCIOLOGIA DO CONHECIMENTO: CONCEITUACXO E PROBLEMATIZACXOCelso Perefra de Sé - Unfversfdade do Estado do Rfo de JaneiroA contrfbufçvo prfmefra e mafs expllcita ao estabelecimento de g'uma psicossocfologia do conhecimento, (...) ao lado denmn socfologfa do conhecfmento florescente e de nmn epktemologfado senso comum (Hefder, 1958) apenas nascente'remonta, smgundo Jodelet (1989), ao fnlcfo dos anos 60 com o trabalho pfEnefro de S.Mopcovfci.l#Lé psychanalysey son fmage et son public'(1961/1976).Tomando como ponto de partf da a prlprfa teoria das representaç3essocfais de Moscovicf, argumenta-se que o campo de eltudos em questzo n3o pode prescindfr, para o seu desenvolvfme .nto, de um fntercW bfo estreito e efetivo com as disciplfnas eabordagens especiffcas que. por suas produç3es caracterlstlcas,acabaram por demqnstrar a ausêncta de uma perspectiva psicossocfolégfcae consequentemente Justff fcara a emerglncfa donovo campo .Nesse sentfdos prop3e-se que selqm examinados os segufntesaspectos definidore. do campo de estudos da Psicossociologia (k)conhecfmento , organfzados segundo uma hferarqufa que vaidasdiscfplinas fnstftucfonalizadas às prâtfcas concretas de pesqufsaspassandopelas diferentes abordagens teirfcas e corposde co% ecimento empirico com seus respectfvos temas pèfvf legiados:-Natureza fnterdfsciplfnar do campo e :uas vertentes dfscfpllnares constituintes;- contrfbufç3es telrfcas e emplrfcas especlf icas para a constltuiç go do campo;- De limftaç3o do'campo em termos de suas mafs fmportantes dimens3es temltfcas; '-condiç3es metodolégicas blsicas e dfferencfafs para a consem,ç X o d e objetos de pesquisa no campo. -*Moscovlcl, s. La psychanalyse, son fmage et son public. Paris,PUF, 1976.JODELET,D. Les représentatlons sociales. Paris, PUF, 1989.47


22.30 NöcuEo FIGURAtIVù DAS REPRESENTACOES DE !SAUDE E DOENCA. Clïlia Maria Nascimento-schulzeUnlversldade Federal de Santa Catarina.:. 1(A teoria de Representaçöes Soclais tem sido Gtil na pdsquisa e diagnöstico psicossocial ,ligados a groblemas na ïrea da saGde. Tal teorlatem sido vlsta como uma contribuiçâg da PsicologiaSocial para uma malor compreensao sobre o cqnhecimento cotldiano.Argumenta-se que todj representaçào estïorgapizada em torno de um nucleo central. No momentoda obletivaçào de um conhecimento, o n;cleg figurativo desenvolve um papel de crlstallzaçaodo mesmo. f uma imagem-estrutura que reprqduz um arcabouço conceptual de maneira visfvll.0 atual estudo buscou desvendar o nuclefigurativo das representaçöes de SaGde-Doençà.Num qrimeiro momento realizou-se entrevistas semi-dirigidasque inspiraram duas listagens de p:lavras f chaves que foram apresçqtadas a juatro dierentes grujos de sulgitos (medicos, maes, est/dantes, funcionïrios de baixà begda).As escolhas e classificaçoes de frasej pomembroj de cada qrupo foram analisadas atraves duma analise do tjpo Cluster.âs dimensoes sublacehtes és frases fjram:locuj de controle interno e externo; psicologica,biologica e espiritual.Houve uma preflrencia por parte do Ss debaixa renda ?or conteudos jais concretos e comatr ib uiçöe s n.nt err)as. Os m edic os privileg .iaramuma dimersïo biologica. os ejtudantes gontempla-' ram variaveis externas . âs maes deram enf ase . aé f! t or ès dr or gan iz açso d o c ot:tdian o na m a n u te n -%a o d a s a u d e .2!48


. . .J .-.-- .-( . '' .22.4 'PARA UMA ARTICULACAO DA IDENTIDADE SOCIAL E DASREPRESENTAX ES SOCIAIS ,Jorge Vala.lnstituto de Ciências Sociais,Universidade de Lisboa'A descril o dasrepresentaçöessociaisihclui,como umde seus elem entos mais im podantes,a anélise doscontextos sociaisem Fueelasemergem e se desenvolvem.De facto,sublinharocaractersocialdasrepresentaçöessociaissijnifica reconheceropapeldas inierajöessoçiaise da comunicaçaonasua construlo.Uma talperspectlva exige,contudo,a possibilidadeda reconstruW odas redes sociais que tom am possivelaquelas interacçöes.Poroutras palavras,implica num a abordagem teôrica dos grupos sociaise da* identificaçöesa elesassociados,compativelcom a sua funW ode espaços de aprendizagem e criaçâo de representaçöes sociais.Esta comunica# o pretende contribuirpara sublinharasvidualidadesdeuma articulal o dasrepresentaçöessociaiscom asabordagens sbcio-cognitivas e sim b6licas sobre a constituiçâö dosgrupos sociais e com os fenbmenos de identificaçâo daideco rentes.Neste sentido,apresentam-sé argumentos e algumas ilustraçôesem pîricas com o fim de mostrarque: ,a)osgrupossociais,enquanto produçöessbcio-cognitivas,e asidentidadesdeles decorrentes,sâo um dos contextosde produçâo dasrepresentaçöes sociais;b)asrejresentaçöes sobre a estrutura socialcriam os sistemasde categorizaçaoque permitem a constituiçâo de alguns grupos sociais mais .salientes;c)a relaçâo entre asrepresentaçöes,os grupossociaise osfen6menosde identificaçâo é contextualm ente regulada.As hipbteses form uladas deco rem do papeldo processo de'ancoragem 'na organizaçâo das representaçôes sociais e da funcionalidadedesse m esmo processo a nîvelda organizaçâo das relaçöes sociais49


2 3 .1 '20d?R2:E11KENT2 2i54


23.2 CCNPRQKETIKENTO ORGANIZACIONAL N0S SETORESP;BLTCQ E PRIVA9Q. BASTOS. Antonio Virqâlio.Bittencourt. universidade Federal da Bahil.A anélise do% antecedentes de comprometimentoorglnizacional, na maiùrta doè calos. limita-se a estudosentee trabalhûdores de um unica organizaçko, sendo utilizadapara #ornecer pistas para decisles polfticas quanto aoqerenciamento dol recursos humanos. 0 presente estudo.lmpliando o reduzido conjunto de dados relltivol k eealidûdebrasileiea, identifica fûtorel associûdos a nfveis d*comprometimento entre t/abalhadores de tr's tipol deorganizaçlesl emprelal p4blical, adminiftraç?o publfcadireta e empresal privldûl. Q estudo abrange uma amostra de1Q17 trabalhadorel de 24 orqanizaçles bûianas (de diversolportel e segmentos da economia) sendo os dadol coletadopatravél de questionâriol, aplicadol durante o expediente detrabalho. Co*prometimento orqlnizacional foi mensuradoatravés de uma verslo reduzida da escala proposta porhowday, Porter * Steers (1982), previllente vûlidûda pûrl oestudo. Escalal especfficas fora. utilizadas plra medir ,colo Qarilveis antecedentes, um conjunlo de variékeilpesloais, kalores relativos ao trabalho, trajetôriaproftssional, clracterfltical do trabalho e da% condiçles e.que é rea , lizado e caractertsticûl dl orqlnizaçlo. 0% dldosrevelaral nfveil loderadamente positivol de comprometimentonas empresal pûblicas e privadas e escore médiosignificativamente mais bàixo entre os servidoees dûadliniltraçlo piblicû dieeta. Utiltzando-se a anilise deregresslo. método stepwise, encontrou-le que As vaei:vefsque integram o modelo de regreslko expltca/ 57: da vari*ncf.de compromettmento da amoltra 'global e nas empresasprsvadass 67% na administraçko pûblica diretl e 4824 nasempresal piblical. A polftica de promoçko é o melhorpreditor d* comprometimento, seguido do 'elcopo do trûbalhorealizado', polftica de treinamento, valores comocentralidade do trabalho na vida * polftica de rèmuneraçlo .S*o discutidow, ainda, ol modelos de regreslyo especificolparl os trabalhadores de cadû grupo de organizaçko eltudado,que apeesenta. algumll diferenças importlntes qulnto âsvarilveis que os inteqra. * o pelo daqueles preditores ques*o coluns ao% tr#s cbnteztos de trabûlho analtlldol .51


2 3 .3 PREnITQRE: RE CQBPRQKETIHENTQ QRGANIIACIQNAL BA EBATER-XQ.KQRAES. Lucio Ftavio Renautt e :1âS. 4osd Kauro *--G*tVe*-Universidade Federatde dinal Gerais.Q comprometimento organizationat tem recebido atenç:o de gerentese cienlistas sociall, pois existe o pregsupolto de que ete determinadesemqenho. Pessoas tomprometidaa tersam probabstld-de de permanecer naorganlzavao e de trabathar para o atlnglmento de lual metal.Comprometimentoee---eonstructo,inctuium.çrença eaceltaç'odosvatores e obletivos da organszaç:oe u.a dfsposiçao de se esforçar ** seufavore umdesejo de s* panterc---âeu m--kro.Esta pesquisa #o$ desenvotvida na EKATER-KG, envotvenaa 624ipdivfduose dsstribufdos no* estritérios centrat, regsonall e tocasa. :euobjetivo prlncipat #o$ identificar as varlévels predstoras doco*prometsmenlo, agrupadas em 5 ûategorsas: p*s*o*$*z funtsonass,organizaqionalle contexto do trabatho e eonteudo do trabatho.Qbteve-se um eltore medlo atto de comprometfmentoe de 5,2$. Fora.efetuadas 6 anétises de regress:o wlttlpta, para ldentificar os methorespreditores de comprometsmento na institubç:o.Na amostra gtah-ty 2 deslas


'u23.4 COMPROMETIMENTO ORGANIZACIONAL : OS ESTUDOSREALIZADOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA .SIQUEIRA , MIRLENE MARIA MATIAS , UNIVERSZDADE FEDERADE UBERL NDIA (UFU).Comprometimento organizacional C um constructo quûtem sido objeto de inumeras investigaçses dentro eocampo de micro anâlises do comportamento organiza -cional. Embora existam duas concepçses distintas davariâvel - uma . dp natu reza afetiva ç q/tra cognitiva- a p aioçiq dos pesquisadores prefere empregar adimensâo afetiva do constructor utilizando o Questinârio de Comprometimento Organmzacional desenvolvidpor estud iosos americanos . Os resu ltados das invest 'gaçöes realizadas na UFU revelaram que este instrumentopossui alta confiabilidade (X = 0,86). Em duasinvestigaçses distintas, observou-se que comprometimentoorganizacional nâo se relacionava ao conhecimentodo processo de avaliaçâo de desempenho nem aotipo de motivaçâo social. Um estudo que analisou algunsantecedentes do constructo , apontou o sexo , aidade e a satisfaçâo dos respondentes com os colegascomo seus regressores . Outra pesqu isa , avaliando aparticipaçâo do comprometimento afetivo dentro de umodelo preditivo de intençâo de rotatividade,revelogue o conàtructo, ao lado de satisfaçâo no trabqlho,e um preditor direto de cognigöes de sàfda da organizaçao. Neste me smo estudo foram obtidas correlaçöespositivas significativas entre Jomprometimentoe satisfaçâo no trabalho , avaliaçses da tarefa, dachefia, do salârio, das promoçses, da empresa, bemcomo com o estado civil dos sujeitos. Corrëlaçsesnegativas significativas foram observadas com intençâode rotatividade e cogniçses de safda. Estudosainda em andamento na UFU pretendem validar novas m edidas do constructo com base em concepçöes afetivase cognitivistas do mesmo , analisar sua participacâocomo um anteçèdente de comportamentos de cidadania *organizacional e sua relaçao com outras variâveiscognitivas e atitudinais .I i53


24.1'ADOLESCENTES .EM TEFTOS DE A 1D3':Des&rios è perspeptivasCamilaiperes-l; Denise Martins-z; Iaéa S,yVo-5;Itamara Mor>es-#; ruizemir rago-s.Nûéleo de'Estudos paca PrevençYo 4+ AD S/USP-t ;Rst:dos e Comvnicaçao . lm Sexualidade'e PeprodaçaèHu:ama-ziGrqpo de'Trabalho e Pesquisa esOrientàçao E Sexual-s; Programa de Alendimento aoie scolar Sùlidariedade (Sedr.Municipal do Governp dà Eduozçaol-G; d *un6. 0'o Estado-s.istamos Ji>h: de* anos aprendendo a vivem emtempoë de àlDs .zindaldenunciamol ôs mais vawriRdos'precqpqei*os d e,éedo e panico,que.num nosmisto.de'incredibilida-impedm de penéar o que aAIDS tem a ve1 com hoseas'zidas e nossos amores âind: lutaios eontra annoçao qu& associa'a AIDS . a'GRW OS DE RISCO ' aos Houtpos diferentes e promis. > -.CQOS 't@àste/debate tentari contribuir par:,uma nova vlsxjda'esidemia.Dados de algamas experiYncias brasilearasde trabalho com adolescentes'que yomos' apeee entar,apontampara o fato'que,apesar de p:ị#à, Jovensse eonsieerem razoavelmente inrotmados e6bbW od meiosdg eontteiolpre-e' .ignoral o risco de cootamjnaçaoe aereditam que com a vida que legam naovao se contaminRrxpois oonfiàm e escölhem bem oNosseaquestoes A nest e encontro s:o:4tscutlr que contextop6oio-olzltural esti por trts distol oomo $posstveï instr> entalizar as mudançgs êpsieossooiaispara a peroew ao de'.riseo de inf.pça,p pelo HW T paraa eseolha de ow 3es nais segu4as denire'as . pritieas'.sexuits e oomo oferedvr apoio *as ppssoas qae'd ėetdiremmodifioar swas preatieas de rïseo.54


24.2PRRURNCKO DA AIDS RNYPR ADOLKKRRNTRSZDEKAFIOS E PRRNPECTIVASD> ISE MAW IN - EO M S E O W ICACKO >SM IALIDADE E Rr O X 7A0 W - ANA. M O R A> ANTO POTM IA = IAL/ UNIW RGIDR E DE SAOPAU:D .O obletivo deste trabalho é discuttr alcumnsquestöes relativab & prevençïo da Aids entreadolescentes . .Inicialmente . a abordagem se fundamenta naAntropolog ia p mostrando como é necess/riopensar a A ids numa perspectiva que a desloqueda racionalidade cientffica , mostrando comoo contexto cultural e psicol6gico s&o fundamentaispara compreender a doença .Em seguida, é realiza : a Bma ref ï ex a o so breas dif iculd>des. os desaf ios e possiveisperspectivas para a prevençëo da Aids entreadolescentes. d irigida aos prof issionais quetrabalham com esta populaç/o .Por f im é descrito o v fdeo ''Um Abraço ''ssobreprevençao .da Aids entre adolescentes, culoroteiro enf oca a dif icu ldade de comu nicaç/osobre as questses que a Aids imo e .A conclusào principal das questöes que o textopropöe é qu e a prevençïo da A ids nKo podeser pensada senâo num contexto de totalidade .onde as quest:es cu lturals . psicoldgicas esociais se integram e que os ado lescentestambém devem dar resposta: aos desafios queesta doença coloca .55


24.3 PREVENCAO DA Azos EM TRABAT.HO DEoazspTaçXo sExuxLNo projeto desenvdlvido na Seçretaria he icipalde Educag:o de Sâo Paulo, desde 1989, o Grupo de Trabalhoe Pesquisa em Orientaçâo Sexunl realizou um trabalhocom professores, visando a iFplantagâo de aulasoptativas de Orientagâo Serlnl nas escolas dè rede.Ap criar un espago de reflex:o sobre as questsesreferentes l serlnlidade e levando em consideragâoprincipalmente'seus aspectos sicio-afetivos, aldm dosbiol6gicos;o objetivo maior deste trabalho f o depropiciar ao adolescente o exercfcio responsfv:l eprazeroso da sua ser lnlidade.Nesta . petspectiva, a questâo da ATRR foi abordadanâo apenas em seu aspecto informativo preventivo ,que,via de regra, gera pânico e rrbiliza reagses comoa negagëo.A ATDR foi discutida tnmhfm atravfs de suasimplicagöes rnis amplas, enfocando a qùalidade de vidae de relagses que constitulemns, abordando os preconceitosligados l serlnlidade e se somando ls miltiplasdificuldades que os jovens enfrentam ao iniciar seusrelacionamentos sexunis.YARA SAYXOGTPOS-GRUPO DE TRABALHO E PESQUISA EMORIENTACXO SEXUAL56


24.4PREVU. CI0 DA .AIDS EWTRE ADOLESCUNTUS :DZSAFIOS E PERSPECCIVASITAIJAN; I'IOM ES - CQQRDENADOM DQ PRO-GRAIJA. DE ATEI 'IDIIf-ZIW TO AO ESCOT'AR DA SZCRETM IA LITXICIPAL DA EDUCK ZO DA CI-DADE DE SI0 PAULO .(H O-AINE).:Nosso objeiivo 1 atravls Ge Ginêmicasde grupo e dranatizaç g es, prop yezarreflexso sobre conceitos e valoresque fuuâameniam a sexualidade âe,cada multiplicador que atua em salade aula, allm Ge pbssibilitar a trocade experilncias e expressTo do que se4tem e vivem no dia-a-Gia com seus parceiros.)(j rotamos que os adolescentes resistemi à idlia Go uso âo preservativo, alegaul do mxnter relacionamento co1 parceirof em quem eoufiam e que acredttàm n;o:ter AD S .Os adolesqentes e as mulheres em geral.n5o cosintmam carbegar preservativoe ,Pois poderio ser c-onfundiâos com tlasde viâa ficil'.57


25 @M I.TIDISCIPLINM IEDM E EM PSICOLOGIA.2Fredericocuilherme Graef f . Faculdade dè Ff losof iayCiencza. e Letras de Ribeirxo Preto, Univer sftdade de SXoPaulo .A Psicologia encontra-se nupa interface entre as CiFnciasNaturais e as CiFncias Humanasy sofrendo das tens3e s entreestas abordagens do seu objeto de estudo. Este pode ser um dosprincipais motivos por que a Psicologia seja uma Zrea do conhecimentoonde W o existe uma teoria unif icadora. Tentat ivasrecentes de abranger toda a Psicologia sob uma perspec tivateBrica Gnica, como o comportamentalismo, logo mostraram suainvuf iciincia. Desse modo, nRo hl consenso sobre se esta condfçZoda Psicologia ; uma f ase de deserfvolvimento (pri-paradizmltica) ou uma caracter


25.3INTERDISCIPLINARIEDADE E PSICOLOGIA : 0 CASODA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANOThereza Pontual de Lemos MettelUnfversfdade de MrasflfaHâ vâr f as âreas da p éf colo! ia que ? ne e st ado atual'd a c iF n c i a , e x i g em .uma v i s a o mu 1 t1 d isc fp 1 in a r einterdisc iplinar .para setem capazes d: avangar noconhecim en to e contr ibuir para unia melhor aplicaçâo d o s se u y c o n c e i to s' te 3 r i c o s. E n t r e e s 'ta s â r e a sr e s s alta-se a Ps icologia do Desenvolvimen to Humano . '0 enfoqụe que estuda o desenvolvimento no seu cic lovital requer a apreclaçao das lim itaçoes da p sicolqgiapar4tsozinha, atender aos miltiplos aspectosda dfsciplznà. Outras âreas do conhecimenEo devem,portanto, contr ibuir tais como: é sociologik , aantrogologia, a biologia e a ciincia politica.. * Hâquestoes importantes que s3 podem éer estudâdas comproveito sob o aspecto interdisciplinar como porexemplo: as intërrelag3es enEre o prùcesso de de-''.senvolvimento e o envelhecimento ..durante a vida, osriscos e ganhos para o desenvolv imen to hum ano de'situag3es de mudanga e caos socfal e o desenvolvimentoafetivo-cognitiyo è suas relag8es com ossistemas familiar e socio-cultural. Hâ sirios probl:masmetodol3gicos a serem resolvid.os a fim deque esta integraçâq seja viâvel e yroflcua. Aqu.estâo principal a ser discutida e como fncentivara inEerdisc i pl i nar 1 .e d a de . Os obstâculos tantote3ricos como institucionais e culturais que dificultamo trabalho ém ekuipe precisam ser identificadose propostas para resolvi-fos dever:o sertrazfdas a d fscùssao .59


25 .4& zKTERoIscIpuIN&RInAnE N& AREA DA SA:DEAna Teresa de Abreu Rnmns-cerqueiraFac. de Medicina de Botucatu - Universidade Estadual PaulistaFalando-se de interdisciplinaridade da Psicologiana érea da Saûdv,é frequente confundir-se a idéia de diferentescampos de conhecimento contribuindo para a compreens%o deum determinado objeto de estudo, cpm a atuaç%o de diferentesprofissionais num determinado momento e espaço tendo como objmtivo,n%o a compreens%o conjunta do processo saGde-doença,masa prestaç%o de serviços peculiares a cada profiss%o.Pretende-se tentar esclarecer esta diferença:poisas equipes multiprofissionais na érea da Saûde s%o muito proplgadas, mas, muito ma1 sucedidas, exatamente pela inexistRnciada compreens%o dos diferentes éampos de saberes, que poderiampermear uma atuaç%o n%o multiprofiqsional,mas inter-profissianal.Para existir a interdisciplinariéade em qualquerûrea L preciso reconhecer diferentes corpos de conhecimentoque definem diferentemente um mesmo objeto de estudo, apresentamperspectivas distintas para abordar sua anûlise e incluemcorrentes de pensamento divergentes sobre esse objeto. vl - se..'. - '*' .na abordagem interdisciplinar uma reéposta indispensivel quepoderé unificar as ciincias do homem e da natureza, . articulando-sedialeticamente entre si.60


26 1 qw AFTA DE cAKAx.t> œ MA- A m r.m - .*'Tevo.no4>anvxz cNpq61


26.3 , AT2 QUE A VIDA NOS SEPARE: O ENFOQUEPSICOSSOCIALBernardo JablonskiUniversidade do Estado do Rio de JaneiroProfundas mudanças culturais e s6cio-econômicas- tais como a modernizaçâo, a urbanizaçâo ,a revoluçâo sexual, a emancipaçâo feminina, o aumentoda longevidade, etc. - t@m levado o casamentocontemporâneo a uma situaçâo de crise, caracterizadapelo crescimento acelerado do nûmero de separaçsesjudiciais e div8rcios.: no conflito causado por demandas antagônicasque estariam as ralzes da situaçâo de crise:monogamia versus permissividade , permanência versusapelo ao novo, tradiçâo versus novidade, vida emfamilia versus incentivo à realizaçâo pessoal , cultoà efemeridade das paixses versus estabilidade dasrelaçöes. Estas as principais contradiçses existentesioje em dia em nossa sociedade urbana p6s-modeEn a .A nova famflia, tendo perdido suas funç8esbâsiças ligadas à producâo econômica conjunta, reduz-seà uma funçâo sentimental. Mas pressionada porforças tâo dfspares, se vê em dificuldades at@ paracumprir satisfatoriamente essa funçâo .As origens e desenvolvimento dos conflitosapontados sâo discutidos ao longo do presente trabalho.62


26.4FIDELIDADE E INFIDELIDADE CONJUGAL .0 PAPEL DA TERAPIAMARIA RITA D eANGELO SEIXASDepartamento de Psiqulattia daEscola Paulista de Mediclna.A escolha do tema deve-se à alta freqoência de casais comproblemas de infidelidade no consultörio em contraposiçâo à eâcassa bibliografla existente.Seu obletlvo f o de motivar novas pesquiqas apresentandoas princigais idfias da literatura sobre o assunto e criaroportunidade de discussâo sobre como a autora pensa que deveser a terapla de casal nestes casos.Inicia falando da dificùldade de abordar o tema infidelidadedevido aos envolvimentos pessoais que gera em quem se diApöe a discorrer sobre o assunto.Apresenta um breve histörico do concelto de infidelidadeenfocando sua variàbilidade no tempo, de cultura para culturae de casal para casal.'Adota o conceito de Frank Pittman (1989). A infidelidadecomo ruptura da verdade, tralçâo de um relacionamento e quebrade um acordo sexual dentro de um casamento monogâmico. Estaadoçào decorre da relatividade do acordo sexual pröprio q cadacasamento.cita as prlncipals causas da infidelidade e desenvolve oparadoxo de Gambacoff M. (1992): 'A infidelidade é uma.defesacontra a fldelldade e a fldelldade uma defes: contra a in fidelidaded'.I mile Brown (1990) aparece no texto com seus 5 padröesclsssicos de infidelidade e a relaçâo de cada um com a terapia' Fala-se tambëm das consequências da lnfidel/dade para ocasamento e do ciöme como efeito e capsa da lnfidelldade.0 artigo termina falando da experiência terapêutica da #Mtora com problemas de' infidelidade , sua vislo construcionistada terapia e a lmportância dap tëcnlcas sociodramlticas queutilïza no tratamento da infldelidade conjugal.A utillzaçào de tëcnicas dramïticas evita' ao terapeutauma funçio acusatönia, porque permite aos cônjuges perceberemsua pröpria atuaç'o e fazerem por si mesmos sua auto-crfticarprocurando novas formas de relaclonàmento em comum.63


'27.1 o pRocssjo CRIXTIVO COMO OBJETO DE EbTUDODA PSICOLOGIA. Eunice M .L.Sorian9 de wyeu.cartl) e Cesar A d es . (zl.Departamento . de pszcologiaEpcolar e dö Desenvolvimento dq Unt.versidade de Brsllta (1), Departamento de Psi.bologia Experimental.' ..da untverstdade de s:o pauzo (2).O tnterqss. da Pstcologta pelo estudo do proeessocriattvo 6 relattvamente reçenie e tsto certamenteaJu da x ekpltcar o nV ero elevado de quest3es cr1 -ticas que perststefn em aberko à respetto de#te'proce:soe o reduzido cophecimenio dd alguns de seusaspeotos. N4ta-se que a etapa do processo criativoalvo de maior atençRo por parte da Pstcologia con:tiiut-ée no instght ou iluminaçVo. Esta.tem sido ivesiig'ada à'travês de mltodos os matl diversoà, coporegistro: tntrospecttvos; observaçR: pelo pesqutsaé:Ldor em uma tarera criattva (como esprever um poema)Pealizada por amostras diversas; manipulaçRg èxpe-''.rtmentàz e estudo de vart&vets presumtvezmente r:-'r..levantes para q pensamentö e proc'esso criativos (cmo 'variâvets de carâter motivacional).ou.ttpsqmitoe/s:os ihcluém a .hipnose , especialmente por Sarte daquelesinteressados 'em deskendar aspectos do proceso criattvo que ocorrem fora da consct g nc j.a e.qui ,pr8pria pessoa n3o è capaz de verballzar, allm dat imulaç 3 o de processos crtattvos eà computadores de.ulttma geraç3o. Obse/va-se 'que pouco se sabe Mobre'o perlodo de incubaçRo . emkora dtrerentes hip-otesetenham .stdo levanta4as com 'relaçio à seu papeà eruhç:o. Dentre as quest3es 'que p:rmanecem sem res-dvstacam-se a ektst?neia ou nRo de um ouposta.ts tipo: de procéssos crtaitvos e a contribtitçRomarelativa de diferèntés fatpres nas diversas etapàsdesse proce:so.64


27.3X UAOEFORMIGA,Syx n ospslcölxvos E E'röl-x os> US CAMN IOSE DKSCAMINHOS NO KSTIJX lX)COO RTAMENTO).W alterHugo de Andode Cunha.Universidadede Sâo Paulo .Em sua apresentw âo,o Prof.Cunhaœaçarâ um eslv o do cnm inho seguido emsua investigaçâo do com pm lm ento da fonniga Nylanderia fulva diante dealtelw œ scausadasem sua trilha (compnnheiM esmagadase outrasalteraçœ s).'Retom e o m Y o com o surgim m as intem retaçX steöricas pat'a o fenôm eno:prim eiro,a interpretaçâo de cunho cognitivista,calcada nasiddias de Tolm an;dem isa reformulaçâo em termosde condicionamento om rante fdta 'nâo comrem orso ou m sar,mas,ao contu rio,com a ufe adosneöntose convertidos' e,nnalmentea rejeiçâo desta tiltima maneirade conceerosprocessosenvolvidosna resm sta à m udu ça.M ostrar;com o,a partirde sua m squisa,veio a elaborarumaprom siçâo dealcancegeralsejundoaqualocomm #nmento 'podeserorganizado de dois m e os radicalm ente diferentes:de um m Y o estrutural ouarquitetônico .e de um mY o funcional(mediado m r efeitosde exm riênciaindividuall',ecomo conceY ,agora,a relaçâo entre osam rtesda Psicologiaeda Etologia para a constituiçâo de uma 'ciência biolögica cèmpleta docomm rtamento'65


.'27.4 DESAE IOS DO PROCESSO CRIADOR NA PSICOLOG IACONTEMPORANEA . Maria Helena Novaes MirazDeartamento de Psicologia da PUC/RiO de Janeiro .Dentre os desafios.que enfrenta o cientista c6iativoem Psicologiae ap:ntamos: a. A slcrise metodologica daciincia gontemporanya, que se revela tant: a ntvel daobservaçgo dos fenomenos! da experimentaçao, como dateorizaçao . b . A erosao interna do princ-ipio da legitimaç:o do saber. operando no jogo especulatkvo, quefaz com que as fronteiras entre oj saberes se deslo-V u Sm constantemente. c. A revoluçao atual d: mundo dciencia que preve uma metamorfose epistemologica, jâs: admitindo sistemas irracionais, imprevisfveis e 1ta certo ponto ca6ticosy Perc#be-se que o tempo de sestabelecerem novas aliançasy desde semprefirmadasemas durante muito temp: ignoradas, entre os saberes.O processo criador esta relacionado à busca constant:de nova rede de cQnexses visando uma reorganizaçao ideativa e a emergencia de nov:s paradigmas e t:erias, esse fato qu: provocay relaçoes entre so dadowas coijas e Qs fenomenos. Nesse sentidoy imaginaçâointuiçao estao sempre presentes, seja em procurandorespostas :dequadas e originais a situaç8es eproblemasnovo! ou respostas mais adequadas e construtivasa situaçoes antigas. PortanEo, o desejo de novidadet'e da qualidade nessa produçlo traduz estilos de critar seja a pfvel de çriaç'o ou de aperfeiçoamento t;Enico cientïfico. Daï a imp:rtâicia entre o fenômenoda p6rmuta entre :s estrategias mentaise as imagensos r-itmos: a: memorias, que proyocam por sua vez novascombinaçoest conciliando ideias e tranformandoconceitos. Em slntes:, o proc:sjo ctiativo na ciêncciaenvolve independencia de açao e pensamento , apr/veitamento dos erro:, identificaç:o de novos prQblemase questses, domlnio das analogiasy utilizaçao doacaso e do imprevisto, manipulaiao tanto dà simplicldade conceitual como da complexidade ideativa e tomzda de risco .66


27.5A LEITURA DA OBRA DE ARTE COMO EXPERIêNCIDA LIBERDADE - UMA QUESTXO DA PSICOLOGIASOCIAL. Jo 5 o A . Fraype-pereira .lnstituto de Psicologiada Universidade de S;o Paulo .A questRo da interprethçRd da obra.de arte L considerada tendo por refer'ência 1) um conjunto de pesquisasrealizadas pelo autor na perspectiva da Psicologia da Arte % da Est4tic; da Recepçso; 3) umacopcepçxo da obra com6 trabalho de reflexxo, defi-Jnido pela partiçipaçxo diferenciada do espectadore do criador; 3) o psic3logo social como leitof daobra de àrte, intermediirio entre a Histdria da Axte e a Est/tica. Desde que a obra de arte, como objeto simb3lico a sêr percêbido, Q supotte de mG1-': ..tiplos sentidos desconhecidos. isto d, novos, es-''tes pedem uma leitura compatfvel . Nessa medida,entendendo esse processo de leitura como 'exercfcioda guspèita ', a reflexso 4 encaminhada evocandocerto estilo de trqbalho que rompe a idlia de'paeadigma interpretativo ', permitindo a abertura'para o novo , e , portanto , para a alter idade - aspectofundamentdl tanto na abordagem da obra de ax'.'' 'tep quanto da pesqui4à em Psicologia Social.Ag3nciâ financiadora: CNPq67


28 .a A TRANSFERZHCIA SA CLISICA PSICANALITICA: A ABORDAGEM FREUDIA -:A. (MANOEL ANIOSIO DOS SANTOS,FFCLRP-USP)Tendo como referFncia centralo percursoadotado pelos yextos freudiaposypretendemos demarcar os pontos cruciais da formulagâo da nogao de'transferen -ciay enquanto conceito fundamental que baliza o cophecimento psicaîalltico. Pâra que possamos circunscrever yi&orosNmente a funçaoque a transferencia assumeno decoçrer do tratamento analitico,e necessârio precisar os movimentosdesuaconcepçao, que coincidem com momentos privilegiados na tralet3ria :volutiva dopenjamento freudiano. sesse sentido pretendemos enfrentar : questao da transferenci:a partir doconceito de inconsciente,ey sua relagaocom a noç3o jerepetigao, orientando nosso percurso de . modo a qu! possamos desembocar na analisedo lugar do analijta e de seu papel na diregao do procejso analltico. A -companharemos a trajetoria evolutiva do conceito de transferencia desde sua g;nesey a partir dos Estudos sobre a histeria (Breuer e Freud 1985),at3osseusdejdobrameptosmais recentes, operados pelo conhecimento pstcanalltico e pelapratica clinica atual.Preliminarmepte,focalizaremos dofs momentos cruciajsdeste percurso que marca a construçao da nogao de transfer@ncia: a formulaçaooriginal engendrada por Freud, tomando-se por base seus estudoj clâssicos espâcialmente consagyados ao temaya saber:A dinîmica da transferencia (Frevd,1912)e a Conferencia XX7II:A yransferincia,parteconstituinte das Conferen-'cias introdut3rias sobre psicanalise (Freudy 1916-17). Em segviday procurare -mos reconstitulrum momento especialdaelaborag3oda concepgao freudiana ace:ca da transferenciay colocando em discussao a anâlise que Freud (1907I19061)eEpreendeu acerca da novela de Jensen: Gradiva, uma fantasfa pompeianay em seu a:tigo Dellrios e sonhos na Gradiva de Jensen,mostrando como este texto precursorJa oferecia uma abordagem.teorica extremamente argyta ao problemay ao mesmotempo em que apontava, para o analisando uma direçao precisa para o tratamento.Freud sncontrou na narrativa de Jensen um recurso privilegiado para i -lustrar a nogao de amor transferencialy a que dedicaria anos depois um artigo(Freudx 1915), recortando os diferentejmomentos e registros Pelos qu:is ess:experiencia incide no tratamento.Iaybem o manelo da transfer:ncia erotica Jaaparece al antecipado, bem com: a ideia d: gue a tarefa tsrapeuticaconsistenodomlnio da neurose de transferencia. A analise freudf:na e ainda paradigmâticadopopto de vist: da construçao doohletona transferencia eymediante a explicitagao da questao d:contratransferenciayoferece pistasparaçue se delfmitemo lugar e a fungao do analista na condugao do process: analitico. Se tranâpormos os elementos nodais da trama novellstica - a relaçao que se estabeleceentre Hanold e Zoe Bertgang - para o plano da relag3o que s: estabelece entreanalisando e analistaypodemossituar arelag3o que o arqueologo Hanoldestabâlece com Zoe Bertgang no plano da transferencia, e a relaçao de Zoe para comHanold no nlvel da contratransferincia.Acompanhando o desenrolar do fio da na


28.bA TRANSFERZNCIA NA CLïNICA PSICANALITICA :ABORDAGDM KLEINIAN AMaria Bern adete A . C . de A ssisInstituto de Psicanâlise da Sociedade BriSilei/a de Psicanâlise de SXo PauloA transfer@ncia & o campo privilegiado detrabalho do analista na relaçxo com o paciente. Tr1ta-se de um dos pilares fundamentais da têcnica anàlftica, de onde partem o conhecimento do inconsciente e as possibilidades de transformaç 5 es ' na dinlmi-ca psfquica.O tema'seri abordado em quatro itensz(1) Conceitos bâsicos: fantasias, ansiedades, defesaae relaçöes objetais: (2) TranferYncia como apresença na relaçxo analftica das fantasias, ansiedadese defesas que fazem parte do mundo interno dopaciente. serào discutidos os conceitos de transfer@nciapositiva e negativa: (3) Interpretaçào tranlferencial, ou seja, a utilizaçëo têcnica da transftrência como vefculo terap@utico, promovendo integriçào e desenvolvimento e (4) Apresentaçâo de matebialclfnico para ilustraçâo dos conceitos abordadosnos itens anteriores.69


28.c A TaaxsFsRâxcla NA CLINICA PSICANALITICA :A ABORDAGEM LACANIANA . (HELENA BICALHO,Departamento de Psicologia e EdUCaCâO-FFCLRP-USP)Lacan retorna aos escritos ticnicos de Freuddestacando neles a funçâo paradoxal da transfer@ncia@ o mais eficaz dos fatores do sucesso dotratamento e o mais poderoso agente de resist@ncia. O ensino de Lacan vai trabalhar com este parldoxo, diferenciando o lugar que o analista ocupana anâlise , da pessoa do analista. Ao trabalhar elte paradoxo, sustenta a fundamentaçâo da transfe -rência a pariir dos três registros em que ela incide na direçâo do tratamento - real, imaginârio esimbôlico. Se a psicanâlise ê uma cllnica sob tranlferência, cabe ao analista o seu manejo. 2 atravisda formalizaçâo operadq pelo matema da transferêhciae pelo matema do discurso analltico que Lacanvai situar o manejo da transfer@ncia na direçâo daanâlise .70


290.., .to e Terapâa de rm..lTevox


30LESXO CF.REBRAL E PERDA DE LW GUAGEM :SISTEM ASDE COM UM CACAO ALTERN,ATW AFernando César Capovila W ticleo de Neuroclêlclas eCom portam ento e D epadnm ento de Pslcologia Exper*unental,Unlvepldqde de Sëo Paulo, e Unlveoldade n tadual de> nd nna) -O cuop é vpltado a pejqulsadores das Jrp.nx de pslcologla,neurpm icologia, fonoaudiologla, pslcopqdagogia, e edpcaçâoespec-lal *m teressados çm denclts dç -lm guagem . R ev-tp osdzfereptes * quadros afasias e de parallsia cerebral,sua deF m -lçso,etiologia,bases neuro-anitom o-rw-lpldg*lrnq.Aprmenta d'zferentessis-tepas de cpmynicaçâo apropriado! aos virios casos, suade cr-lçso e -m dicaçâo. D -zscute d-lferentes taxono m * ms eabordagens à com ui caçso alternntlva. Apresenta pesqulsaexperim enta' lquanto à encicla relatlva dos divcrsos sistem as ai ferentes quadros de perda da Enguagem . D iscute acomunimqçâo alternatlva com o am blente cqntrolpdo para anilseexperimentalde processoscdmportamenta-tsbe icossublacentesaq 'fenôm eno da 'lmguagem .Faz rpvlsâo d: Eteratura relativa ata-lsproc- œ .Sâo'abordadasafasias anô m * lca,atA ica,auditlva,de W e rm * çke,de Broca,de conduçâo,global,transcodicalm ista,traM cprtical m otora; bem com o paralisia cerebral do tipoespo iça, atetöide, e atéxlca. Sâo abordados os sis-tem as decomu mçal - o B I=,PIC (W ctpgm m-ldeogm m Communlcat*lon),PCS tn -ctom m Communkation System ), e Imagovox, todoscomputadorH dosem nosso laboratörio com base em tfcnlçasdem ult-unedla,dentre optros.Sâo rqvisados dados de sua aplicaçâoa quadros de afps*la!, para 'hsia cerebm l, esclecose lateralnm lotrönca, denciênria m ental, e autlAm o. E tam bfmapresentado D V , s*tstfm a e peclallsta erlado em nojsolaboratörlo ppl'a em ular proresspr de educaçâo especlalno ensinode s'Gtemass'lmbölicgsd!comunicaqâo a patlentesc?m dencitdelinguagem . Sâo dlscutldos conceltos como equlvalêncla deest-upulos, controle inerucional, quadros putoclfticosm an-lpulativos e quadros relacionais em sua apliqaçâo noestabçlecim ento de cnmunlcaçâo slmbölka alternativa. Sâosugeridos delineam entps para tal apllcaçâo que em pregam ossis-tem as com put>darizados aqulanalisados.CNPq72


31 COHPREENSAO E PRODUC3O DE TEXTOS NARRATIvnSEH CRIANCAS.Raul Aragzo Martins, UNESP - Universidade EstadualPaulista-câmpus S.J.R.PrekO.Alina Galvîo Seinillo, UFPE - Universidadc Federalde Pernambuco - Hesbrado emPsicologia Cognativa .A produçzo de bistörias orais em criancas seriabordada em #uncZo de dois aspectos : (i) uma anilisede uma macro-estrutura e (2) uma anilise de umamzcro-estrutura .Uma macro-ané lise concentra-se no exame de usode um esquema narrativo pröprio do registro de hist8riase dos elementos que compöem uma Kistöria(gramitica de histdrias) e na anélise do nfvel decompreensibilidade apresentado pela narrativa (coerênciatextual). Uma micro-anilises por sui vezsconcentra-se no esame das relaçöes coesivas que estZopresentes na narraçio.A maioriq dos estudos acerca da compreensîo, memorizaçîoe produc:o de Kiskurias em criancas teme concentrado em um ou outro tipo de anélise sepaadamente,di#icultando a compreenszo mais ampla deomo kais aspectos (esquema narraiivo, cqes%o eoerência) se relacionam e se combinam na produçîoe narrativas #eitas por subeàtos in#ankis. Taisuestöes serio #ocalizadas neste curso em uma persectivade desenvolv imento . extraindo-se implicaöespsicolinsuïsticas e educacionais para investiaçzodas habilidades narrativas da criança .73


32 FENOMENOLOGIA SEMIöTICA E ADOLESCZNCIA .William B.Gomes, Deptz de Psicologfa , Universidld e Federal do Rio Grande do Sul .Define-se as bases teôricas da fenomenologiasemiôtica e demonstra-sey através de exemplos depesquisas empïricas. suas possibilidades operacionaise analïticas.As bases teéricas encontram-se nafenomenologia transcendental de Husserl y na fenomonologiaexistencial de Merleau-pontyee na semidtica deFerdinand de Saussurey Roland Barthes e Uïberto Eco .Sugere-se a operacionalidade do método na definiçlo deseus elementos constitutivos (a condiçâo empïricaeque * um significante; e a condiçlo eidética , que é umsignificado)e do equacionnmonto da relaçdo sinérgicadestas condiçöes: a demonstraçlo de que o empïrico eo eidético formnm um todo indivisïvel e e de que arealidade social ou hxlmnna pode ser descrita e interpretadaem funçâo da especificaçao da sobreposiçaocontextual.Com efeito, trata-se do reconhecimento doquê contextualiza o quêy e de qual o critério deescolhay desde . que os contextos sâo reversïveis-Diferencia-seytnmhém,fenomenologia defenomenismo ,e semidtica de semiologia.Introduz-se , entlo y afenomenologia semiôtica como sendo uma expansao dateoria de Merleau-ponty e uma alternativa metodoldgicapara um projeto cientïfico (rigor sistêmico esistemâtico) dos estudos sociais e hlzmnnos.A ênfaseserâ para questöes psicolôgicas referentes a adolescência.Adomnisy toda a abordagem terl presente odesenvolvimento hist6rico destas posiçöesz fasefenomenolôgica, fase estruturalista e fase pdsestruturalista.Por fim, apresenta-se noçöes introdutöriassobre o uso de software em anflises qualitativas.bem como noçöes sobre a condiçâo reversivaentre quantiEativos e qualitativos.74


33 ATUALIZACXO EM ANALISE DU CCMPORTAMENTO.Ligla Ma -ria de Castro Marcondes Machado (Instituto de Psiczlogla - USP).A Annellse (Experlcental) do Conportanento (AEC) seri car:îtertzada cono una fonna de se produzir conhecilento em Pslcol:-gia vïnculada ao Behavlorlano Radlcal.Este,por sua vez, seraàbordado cong un lrr-lo da Psicologia que propoe o caq>nrtanento cono varïavel dependents e supoe qus este sela éetennlnador sua, crnmequeAncias a nivel filogenetico (seleçao natural)ontogenetico (condicinn.-npnto operante)e cultural.Psicologla Experilental, enquanto mnneïra de se pnv%lmlrcohhecilento,e o BehaviorianoMetodolûglco,enquanto arruloprecursor (e mais cohhQcido), serao contrnponto,respectivanente,para a caracterizaçao da AEC e go BehayiorianoRadjcal.Proceder-se-a a Uma recuperaçao historiea das ideias quev;o constitulr o BehavioriopoRadical, destycando-se o emplriâgo,o assgclactgnianoe o materialian:cirnttfico.Paralelanen!e,se proeurara Fnstrar cuno tajs ldeias vao aparecendo na ciencia feita em cada Rer-nto hlstorico e cuno aparecem na PstcElogia Experigental.Avanços recent:s em AEE ser3o discutidos,cun relaç3o especjflcanente è questao do aparecilento do çolportanento novo.Sîra analisada a fonnag;o de classes d: estimulos equlvalentesyemtennos de MlAm proprieaxdos caracteristlcas (reflNxividade.sisetriae transltivldade)e éo procedilenyo necessari: para ge -rar o aparecilento de relaçoes Nntre esttmulos que nao sao ensinadas aos suleltos hunanos.Sera anallsada a varlabilidade en -tre respostas sucessivas cgno una proprlejade do caqrrtapentooperante passlvelde sel:çao pela consequencla.A varïablljdadecuno classe operante àera relacionada > criativldade e seraodiscutldos os ekperlcentos (feltos con anlmals) que a caracterizan.Sera analls:do,alnda,o controle do cv rtR nto por re-EEas.Regras serao discuttdas cuno estlTulos n: aùblente e se -rao levantnamm hip3teses yobre sua nzaçao (esttrulos discrimintlvoscondlcionals ou e:timulos estabel:cedores).Flnalrenteyserao discutidas as relaçoes entre fonmw ao de equlvalencia , re -gras e Cuno cv ultiro rta nto tppico verbal. do curyo,pretende-se dar sugest3es deatlvidndes que pojem ser lncluidas nas dlsclpltnas PsicologlaExperilental e Analise Experirental dg Cv rta nto,cunenfase especial no uso do laboratorio didatieo.75


Hz s J ziz , oz z'sIc oz oc z z r xo D o s o s s s vu o o .34 Pro r . or . Isa i as Pesso tti (racu 1dade de MKdicina de Ribeirno Preto - Universidade de S3o Paulo)Profa. Dra. Marina Massimi (Faculdade de Filosofia.Ciências e Letraa de Ribeirèo Preto - Universidade deS5o Paulo).O curao visa apresen tar e discutir doisdiversos modos de ae fazer Hist&ria da Psicologia:como genealogia de conceitos psicol&gicos (em tezmos de Hià t&ria das zd&ias Psicol&gicasle c'wlo solug3odos conhecimentos psicol&gicos e da Psicologiacientlfica ao zongo do tempo e em diferentes contextosgeogrSficos. poljticos e s&cio-culturais.Serio propoa tas exeœplificaçöes destes doisenfoques. em termos de Hist6ria de alguns conceitospsicol&gicos e em termoa de Hist&ria da Psicologiano B'rasil.'ser&o tamzêm discutidas as ïnterrezaçöqa etre tais enfoques e al Sreas da Hist&ria daa cï3n -cias e da Hist&ria das Mentalidades.Serâo descrïtos os principais problemasmetodol&gicos que o historiador deve enfrentar aoemprender a tarefa de se construir a hist&ria dosconhecimentos psicol&gicos.Os t&picos especlficos abordados serio osseguïn tes r .2. Psicologia e Hist&ria: Problemas Metodolôgicçs;2. 'rvoiuç3o de 'alguns conceitos psicolôgicos;3. Hist&ria da Psicologia no Brasil:3.1. Perlodo Colonial3.2. s&culo xIxa.a. s&culo xx76


35 âNALISK . CLINIC: >= KM CIRCPITO INETITZCIONANtlson Gomes Vteira FilhoDepartamento de Psieologia/uFplcurso (aperrelçoamento)0 obletivo do curso J propcr elementostedricos e metodoldgicos para uma anllise elfnicaem etrcuito tnstitueional, ilustrada eom estudosde easosoàsta xnx*nise roi elaborada na tesede doutorado do autor ieste eurso, funeamentadaprincipalmente nas pesqutsas de F . Basaglta, Baruà-MiehelJ., e Paulo Freire. A htpötese eentralJ que a prltiea de tratamento pode ser 'ltda'emeireuito da demanda eretiva (do paeiente) e daresposta institueional em sadde mental. eula regulaçvoJ posstvel atravTs do contrato terap6utt-.co. A eireulartdade das tnteraçFes terqpeuta-pactente serta suseetfvel de produzir tamblm 'eonta.gto instituetonal' provoeando ereitos espeefrteosno estado ie sad:e do eliente.Esta xnxelise elfnico-instituetonal pode> m ittr ao terapeuta .,mx avaliaçêo de sua prd.-pria prTtica e da lndêade de trabalho na qual a-tua. outra pesqutsa nvsta mesma lieha estc sendorealizada no Departamento de Psieologia/uFpx/cNpq77


36PARADIGMM ,MéTODOS DE PESQUISA E ANXLIBE DE DADOB EMX ICOLOGIA COGNITIVA:TRG ABORDAGENS COMPLEMENTAREBJorge Tarcfslo da Rocha FalcâoAlina Galvâo SpiniloLuclano de Lemos MeiraUNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCOO presentecurx proe a exploY o dedetenninadosparadigmasexmrimentaisdem squisw a m como a nnllisede méte osdiverx secomplementaresde colet ennllisede dadosem psicologiacognitivaytôpicosestesaerdadosem trêsintervene scujosobjetivosbésicossâo resumidosabaixo:Egtudosde treinamento evarlaçX sexperimentaistM inaGalvâo Spinilo,DoutoaUniversity ofOrord -Inglaterm):O usode lmnmcte ologiaev rimentalassociada annllisesqualitativastem se moM do inctnlmento valioso nainvestigalo em psicologiacognitiva.Serâo nnnlisadosospnm dlgmasexm rimentaisesistemntdennAlise adotadosem estudos de treinnmento, em m m tisas que exploram os efeitos de diferentescondie s exm rimentais sobre um mesmo fenômeno cognitivo e em estudos quecontraenm a mrformnnœ de crianças em situae s naturais versus sitxlnçAo delaboratbrio.Asimplicaçe para atx ria epal'aa m squisapsicolbgica serâo dixuudas .Anélise dexrltlva multlalmenslonal (Jorge Tardsio da Rœ ha Falcâo, Doutor,UniversitéParis-v/sore zme-Françal: M uitosm squisadoresem psiœ logia inidmntradicionnlmentea nnilise de Kelqdadosam landoa fermmentasinferendais(e.g.,chiquadmdo),quetednm a probabilidndederejeiWo denmn M#tex nulaem um contextode nnilix unidimensional.Prv mosaquio ux defenmmentasdiferencindnK,bn- dnKem algorie os computadonais de nnllise de= itivw que pr- em a inferênciaestatfstiœ e mssibilitam a exkaWo deestrtwxmqinterpreëveisa pqrtlr'de um œnjuntomultidimensionalde lnformne s.Ahélsemlc- genétlca e Wda grasa Guciano M eira,Doutor,Univtrsity ofOmlform'natBerkeley -EstadosUnidosda Américal:A nn41K qualitativade prc ssoscogni*vosedo aprendiymdo exigeo exnmedeknne rmae sDlativamente sutiserâpidasnasrelae senke a* s(e.g.,di=mtlivasegestlmis):a estufnm de situae sesm clncas.A vldeograsa (ecfndn da aividnd,atravésdellmngensem vldxle a micro-anâlisegeaa/el (eendo de#nlbndo da evolxcmo dasrelaçe en% agentesesituae s),combinnm-separafonnn'rum m e lo de o leta eAnJ1,'- de dadosque m rmite ltmn interprYo robne eœnxistentedosmn nimmosSUbJaœ IG à aûvidndelmmnnn.Esmrae ,m ennto,M erofe- rgubsidiosqueae iem a diversiqcaWo ea adequaWomeMolé#cada psiœlogia œgnitiva a - Iqobjdosde eeldo.78


CURSO : PSICOTEM PIA BRW R Z INTERVEN-37R NO ES TEM PAUTICAS COM ADULTOS.AX LESCENTES E CRIANCAS. Mito , T . I - H .(Faculdades S;o Marcos )+ ; Yukimitsu , M.T .C. P .(Faculdades S&o Judas Tadeu lfnO curso v ise fornecer noçöes gerais dapsicoterap ia breve com adu ltos , ado lescentes ecrianças , e abrir um espaço para ref letirsobre sua aplicab ilidade em nosso meio -Ha psicoterap ia breve de adu ltos , discute-seuma variedade de propostas , desde as mais/rad icais , com critérios de se leç&o bemdefinidos para uma populaçâo especffica (Halan ,1981; Sifneos, 1989 ; Davanloo, 1986), . até ascorrentes m ais flex fveis . verificadas em nossomeio (Knobel, 1986; Simon, 1983) onde sevaloriza a capacidade de adaptaçâo , aflex ibilidade do terapeuta e a aliançaterapêutica como e lementos fundamenta is para umproçesso de psicoterapia breve.Embora com poucos estudos , o trabalho comadolescentes , merece um lugar especial , pelaspecu liaridades inerentes ao processo de mudançadesta fase de vida - A contribu içâo deKusnetzoff (1980 ), ê uma das poucas referênciasao atend imento breve com adolescentes .No caso das psicoterap ias breves infantis, umresumo histörico mostra as modificaçsessofridas na técnica e as pr incipais referênciasda literatura principalmente na Europa eEstados Unidos, com o reconhecimento dotrabalho preventivo no campo da saùde mental(Espasa 1984; Cramer, 1974; Cramer & Stern ,1988 ). A ênfase dada à relaçio m


38 ZSQEVX DA CONSCIZXCTAATnO Engelmarr Cniv*rsidxdo ;dY Sï0 T%Rl0Por eonsciência ehtehGemos dois conceitos Gife- 'rentes : con scieṉ-tizaçio imediata ou c e consciênciamediata ou gz.. A primelra compreende tudo queocorre ao inGivfduo no presente momenlo: percepç& simagens, pensamentos, processos fora do corpo , prEcessos Gentro do corpo . A segunGa compreerde acontecimentosGenlro do iniivfduo pordm passados -fZ.de eu ou G -y!e- ou dentro de outros organismos -fïde outros ou Ciko. A primeira d filosöflca, a segaLda psicoldgica; a primeira fenomenolögica, a segan :da construçio.Toda ciência começa com um observador: o observâdor d a CI. 0 observador percebe probabilisticamen12 o Dundo tambdk mediato.Mas a ciência nunca dfeita por um dnico observador, mas por virinz. Omundo , na Teoria Geral Ge Sistemas, apresenta diversosnfveis, p.ex. ïtomo-moldcula, cdlula-drcio-- organismo . No Dundo dos corros vivos animais podehaver uma parte Go orcanismo chamado de c :o. Paraocorrer G !o d neceesirio a hipdteee do corhecipen-JE: o organismo conhece algo. Em muitas G'Ts humanasvale a hipötese fenomenolcgica: as Q! s;o parzcidas com a CI. Hï no resmo rfvel da G !o partesque n;o s5o corscientes.O zestuG: emp


39 RE1cH: DESENVOLVIMEKTO HIsTöR1c0 D0PENSAMENTO E FORKBLACCES PARA A EDUCACXOPzuto zzbeazznz(Instltuto de Fstcologia da tniversidade de S5o Paulo)Quafs as formulaç8es yara a Educaçâo que podem ser identfficadas no pensamento teörzco do psfcanallsta austrlaco Wllhel-mRetcb?Essa ê a questâo bfstca que norteia o curso. Em linhas glrals pode-se aftrmar ,ue desde os yrimelros escritos o enfoquete3rfco de Wflhelm Reicb fnctuf a area educacfonal.Assfm,porexemplo, o seu prfmeiro livro -- publicado em 1925 -- Dpet'tfebâaJ'e Cknxnbâtxn (0 Carfter Impulsivo) contim todo um t8plco'dedieado a estabelecer relaçöes entre este tipo de carâcter e determinadas formas de prâtfcas educaclonais lnfantis.Acompanhando o desenvolvtmento hlst8rlco do pensamento dezse autor : posslvel observar uma constante. e crescente, preacupaçlo com a educaçlo. Esta preocupaçso insere-se em um projetode lntervençâo socfal que,ao contrlrfo da psicanâlfsefreudiana, suple a posstbiltdade de preveatâo da neurose. Emsuma,o obleto desse curso sâo as formulacJes reiehianas paraa Educaçâo que vâo eoergindo de acordo eom o desenvolviaentohist3rfco do peasaaento desse autor.Dùis conjuntos de conteidos serâo abordados:No primeiro. denominado nvlLhetv Refcûl dz6 envpfv:menzoûZzzla:cp do penzcmentp' # buscar-se-â expor historicamente oslstema te3rlco - a estrutura de conceitos e a sua l8gtca fnterna- por meto dos seguintes t3picos seqnenclais: 1. Primeiros anos: 1897-1918 - O gatlnho melanc3lfco; 2. Vfena 1918-1930: Encontro - e desencontro - com Freud; 3 . Berlim 1930-1933 - 0 combatente cultural e 4.Copenùague/Malm8: 1933-1934- 0 proscrito.',0so segundo, denomlnado 'ronmtnnnszn pcaa œ rducacJo'aboz #dar-se-l o objeto especlffco desse curso - propostas educaclznais - a partfr do conjunto tegrlco anterioréenteapresentado.As formulaç3es reichianas para a educaçâo serio expostas atrlv:s dos segulntes t3picos: 1. A busca do posslvel dentro do fEpossfvel; 2. Educag:o e auto-regulaçâo e 3. .Medidas educacionals-terapêutfcascomo tentatlva de prevenglo do ehcouragameato lnfantil.81


40ORIENTACAO vocAczoxAL - ukA xovA ABORDAGEMI3ne Vasquqs de Menezes - Udiversidade de BrdsfliaMaria Auxiliadora L ima AlvesMinistdrio da FazepdaA questio ORIENTACXO VOCACIONAL tem sido objmto de estMdos de virio: te3ricos que enfocam mdtqdos estatfjticos étrav-es do uso de testes (Kline,197.7) ou metodos clfnikos atrav/s de uma atuaçxo :;odiretiva (Bohoslavsiy, 1991). Esse trabalho, utilizando-se do enfoque clfnico visa apresentar um# , nnva abordagem em orientaçio vocacional a partir dosconceitos de qspontaneidade (E) e criatiyidade (C),Teoria de.pap-qis é acting out, fundamentados n'a Teqria psicodram-atica (Moreno, 1946). Tem com: objetivos: (1).demonstrar'qu: o ldtodo psicodramatico pade contribuir na emergëncia e na conscientizaç:o deescolha: profisgionais ! (2) ressàltar que a apliclçâo do mötodo psicodfamatico em orientaçâo vocacilnal levq o orienténdo X ihteriorizaçxo de ùm autoconhecimento que Mai aidm do reconhecimento de suashabilidades.. .o trabalho se desenvolve em grupo, numa mddia'de 8 sessöes de 2 hor:s de dvraçxo, com periodicid.de semanal e utilizaçao de tecnicas e jogos dramitiC O S ..As experiencias x vivqnciadas . sXo assimiladas àm ed ida que os participantes do grupo as discutem eas plaboram, s: möbilszando pdra atinèir o objetivocomum de escolha profiàsiopql. rate .procejso favormee a èada orientando .uma melhor compreensao de su>identidade pessoa: e conscientizaçio dos seus intmresses e Motivaçöès, permitindo-ihe uma estolha prqfissional mais adequada.82


41 CL fN lC A E H E T A P S lC 0 L 0 G IA D E F R E U D ALA Cà N'R1c hard T he ise n S im anke (Unlversldade de S2(ipau!o )0 c urs o a b o rd arJ , c o m p a ra tiv a m e nt e , o m o v 1m e nto de fo rmaçJo das do utrinas d itas m etapsico13 k1c âd e F re u d e L a c a n , c o 1o c a n d o & n fa se n a s c o n s e q ue n c ia s d 1f e re n c ia d as q ue de co rrem da a doçio de pa rad iE .m a s c 1rn ic o s d 1stin t o s: n o c a s o d e F r! u d , a h lst e -ria , q ue vem de e n con t ro $ s p reocu pa'çoes f reu d îa nad e c rrtîca a o 1o c a 11z a c 1o nis mo a n a t 8 m ic o e m n e u ro - ;1o g ia , d e 1im ita n d o , a p a rtir d ar, o c a m p o p ro b1e m 5 )l d o q u a 1 v a i e m e rg ir a p s lc a n J 1ise ; n o c a s o 'd -et La c can o , a psîcose - ma is es pec if icamen te , a pa ra n3i '- n a q u a 1 c o n v e rg e m a s q u e st 8 e s o rîu n d a s d a e x pt 'rie 1n c ia m; d 1c a e in t e 1e c t u a 1 p r6 v ia d o a u to r? .c o md e s ta q ue p ara a c r rtic a d a s p o s 1ç B e s o rg a n ic 1s ta s ,mecan lc is ta! e reduc1on is tas den t ro da psiq u ia t.gia0 obJetIvo e most'rar como os conce1tos que .compoemo c o r p o d e s t a s d o u t rln a s tê m su a o rig e gl e 6 se u p ef i1 d e t e rm 1n a do s po r u ma c e r t a c o n c'e p ç a o d o c a mpod a c 1fn ic a , q u e Q d if e re n t e - e , p o r v e z e s o p o s taInos do is ca sos . A pa rt ir da r, es pe ra -se to rna r conre e n sr v e 1s a 1g u m a s p e c u 1ia r1d a d e s d a 1e it u'r a q u e .PL a c a n f a z d e Fre u d , e x p 1ic ita n d o a s p re m îs i a s c o mque este autor abo rda o tex to freud iano , as quaisdeterminam uma torjlo signifîcatlva nos ru'mos date o ria .Uma a te n çao espe c ia 1 se r4 re se rva < a a o m.îd o d e p ro d u ç J o d a s c a te g o r 1a s me t a p sic o 13 g ic a s ,q u e f o rma m , p o r ass îm d i! e r, o a 11c e rc e d e a m b o so s sis te mas .- a e 1a b o ra ç a o d e um a e c o n o m ia , d e u mad ln3 m lc a e de u ma t 3 p lc a d o in c o n sc ie n te e m F re u dd o s re g ls t ro s d o im a g In 5 rlo , do s im b 31îc o e do ..ere a 1 e m L a c a n - a f im d e e s t a b e 1e c e r , p r e 1Im tn a r-mente , 'um pa r3metro de med ida pa ra a ef ic5c îa te3rica das duas doutrinas em re1aç5o ao obJe to que.s e a trib u e m .Agincia fînanciadpra: CAPES.83


43 padmsee de é ntemaclo social noecontextoa faœiliar e eecolar : onlllse e reflexfee*ob a pemapectiva do deoenvolvimentoMaria ltotilîadora Deesen - Insk. de Psicc3logîa/lnBMaria Sàlete Avanha - Depto. de Psicologia/UNESP/PauruEske wcrkahop kem como obletivo geraldiscuttir questôee relakivas aos aspectosconceituaia e metodoldgicoe do estudo dasinteraçôe% e relaçsea socieie dentro do contexkoTamiliar e eecclar.Aprofundar o conbecimento a respeiko dcGaspeckos mekodoldgicos referenkes à unldade deanéliee 'linteraçJo eocial ' F visandc integrmr Dsdï'ferente? nïveis de vecorke que efetivamentevepresentem o que os parceiroa f'azem fcontectdo) ecomo fazem (qualïdade), levando em consideraçdo adinâmica do fluxo das interaç6es , é um deeafir/para os peequisadorea que desenvo lvem projekostanto no conkexko familiar como eecclar.Serio abordados oe aeguinkes tdpîcos:- a abordagem sistlmica e a interdependência entr'eos vlrioe subeietemae que compdem a famïlia; - aintevaldo social em uma perepeckiva de dïadee ytr ïades e tltradeel - a influ&ncia clodesenvolvimento da cvianGa nae interacsea ere laçsee familiareel - conceituaçdo de''transiçôe%'' no desenvDlvimento Tamiliar .a formaçdo de relaç6ee sociais no conteyttoescolar poll4dico ; - o processo dedeaenvolvimento de relaçses pveferenciaie rlaprë-escola ; - carackerâzagio daa intevergôee edas melaçôee Gociaie da criança pvë-eecolar.- a pluralidade de Snetrumentoe p - o uso dovideoteipeq - o ttso da informékica na tabulaçMoe trakamento de dados r - D u%o de instrumentosmatemlticos para deteckar a formalio de grupoede relargdo & a intensidade da ligaç&oentre De diferentes parceiroG .84


44DEVELOPX NTAL TIIEORIRq IN LO SPAN PERSPECTIVE.Frances œ gen Horowitz.City Univeaity ofNew YorkIn this workshop there will Y a review of the standarddevelopm ental theories and presentation of recent advances indevelopm ental theory. n e standard developmental theories involvediscussions of Gesell,Freud,Piaget and Y haviorism . Gesell's ide%remain slong though theoreticaly have nothad fnrtherdevelopmrnt.Freudian theory hascontinued to develop and to Y used in variouswayà .aspartof sœ iallinrning theory and psychY ynnmictheory.Piagetian'ideas continue to evolve into new fonùs. Behavioral theory has:progressed largely in the contextof applied work .A nume rofrecentadvancesin dynnm ic system stheory representim m dlnt new developm en? in developm ental theory. V ese newdevelopm entalalong with the standard developm entaltheoriesand their;evolutions will le discussed and analyzed. In addition, the use ofdevelopmentaktheorywillY explored with resmc'ttotopicsinyolvingintelligence, giftedness, Y havior genetics and m rsonality.œ velopmental theory will also l)e discussed in term s of life-spandevelopm ent and the im plications for thinking aY utcontinuities anddiscontinuities in developm ent as well as the reform ulation of thenature-nllrtnreconloversy.A2 efort will lx made to apply the recent advu ces indevelopmentaltheory to praticalproblemsrelated to education,thed eve lopm ent of high risk children. and adœ essing developmentalproblem sin the reality of sœ ialcontext.*%'85


45 ANALISE DE casos cLlNlcos EM TFRAPIA coMpoRvaMsxTaL.Helio J-cuilhardil','AntonioBento A . de Moraesz e Joé: cgsaf3; Pontiffcia Universidade Cat6lical, Unfversidade . Estadual de.Campinase Universidade Metodista de Piracicaba3Neste 'work-shop ' estaremos desenvolvendo a anâlisede alguns casos clfniços a partir das propostas doBehaviorismo Radical . A expressâo Behaviorismo Radical serve para explicitar que seu objeto de estudo-@ o :omportamento . Nesta concepçâo nâo se nega a e-xistenci: dos eventos internos nem a possibilidadede estuda-los e lidar com eles e tzma vez que sâo c%ceituados como comportamentos . O problema central edef inir com qual fenômeno estamos lidando pois nâosabelosdcom precisâo a que o cliente se ref ere qua.qo f ala sobre seus sentimentos. Al@m dissoz fica diffcil para o pr6prio indivfduo conhecer o que sentena ausencia de usa comunidade verbal preparada paraprodu zir contingencias que mode lem o f alar sobre e-ventos internos . A terapia tem como objetivo a anâlisedo comportamento de modo a instrumentar o indivfduo para manejar as condiçses de sua vida (conti-ng@nçias) em direçöes convenientes para o pröpriocliente. Na prâtica o terapeuta trabalha com 'conceitos comportamentais (a anâlise conceitual f az part-eda anâlise do comportamento) elaborados a partir dosdados que obt@m no seu trabalho clfnico; basicamenterelatos verbais e observaçöes clfnicas . Com os relatos verbais do cliente, o terapeuta começa juntaros dados e descobrir possfveis regularidades que peEmitam levantar hip6teses sobre os conceitos que sintetizam o que o c liente diz estar vivendo . A partirdos conceitos o terapeuta 'ensaia uma interpretacâd'que terâ uma funçâo equivalente ao da introduça-deuma variâvel e como tal serve para testar a anâlisdo terapeuta. Uma interpretaçâo pode ter a forma dsvgstöes de como procederr uma descriçâo das contigencias que operam no cotidiano do paciente ôu ainda previsöes do que ocorrerâ se alguns comportamentos forem emitidos . Com base neste conjunto de informaç6es,sinteticamente aqui ayresentadoss levaremosa cabo a anâlise e discussao de questoes prâticasem terapia do comportamento .86


47 IDEHTIFICAQAO E EXAME DE RELACOES COM-PORTAMENTAIS Ed SITUAQOES DE XUPERVISAODE ESTUDO - Ana Lucia Cortegoso (Programa de doutoradoem Psjcologia d: Eduoaçlo da Pontiffcia Univer-.sidade Catolica da Sao Paulo)Pretendeu-se , como obletivo deste trabalhom identificar e examinar relaçoes comportamentais em situapöesde ensino, como condiçlo para uma melhor com/reensAoacerca de aspectos controladores do comportamento deprofeesores ao ensinar . Sessôes de estudo eupervisionado realizadas numa agenoia que d/ atendimento educacionala crianças e Jovens fobam gravadas atravésde uma câmera de video caesete port/til e exam inadaeposteriormente pela pesquisadora. Foram obtidosdados acerca de comportamentos tanto de supervisoreequanto de auperviaionados nessas situaçses . Outrasinformaçöee , obtidas através de observaçöes diretase/ou relatos de outras pessoas que trabalhavam nainstituiç&o foram também registradae e utilizadas notrabalho. Classes de comportamentgs dos quatro supervisores considerados foram selepionadas a partir dasobpervaçses realizadas , descritae e relacionadas acomportamentos dos supervisionados.Foi possfvel identificar cohdiçöes facilitadoras e dificultadoras daaqu isiq:o e m anutenç&o de comportamentos de estudodas crianças . Varifveis tais como tom de voz utilizado pelo supervisorycondiçôes em que este estabeleciacontato ffsico . verbal e v isual com as crianoas , propriedades dbese contato , modo como o supervisor lidava com conflitos e reaçöes das criancas hs tarèfas,tipos de consequências providenciadas ou propiciadaspelo supervieor para os supervisionadosé natureza dainteraç-ao superv isor-superv isionado , tipos de situaq5espartilh adas pelo supervisor e superv isionadosfora da sessdo de estudos foram descritas e examinadasquanto a dimensses e valores que assumlam e efeitos que geravam para a aprendizagem das crianças. Aorganizaçho das informaçöes obtidas, permitiu ideqtificar necessidades e procedimentos de intervençhoynohmbito individual e instltucional. Um exemplo de medidaeadotadas a partir dos reeultados ser/ apresentadoe discutido .(Bolsista CNPq)87


48 Reforgnnan variabiliaxao no nlmnto H = :feed-hank wa . =o 1 e = u Ativo.Antonio .de F.Ribeiro,FernAnao C.A.da RocharRoqério L. de Souza, Bileen P.Flores &Jo'o Batista C.dos Rels. Universidade de Brasïlia. Feed-backvisualr na forma de vAml'nhns traçados em uma matriz de luzesrconnnmAtante a seqq'ências de respostas em a 1>> chaves, fol.utilizado algumas vezes em experimentos sobre variabilidade docopportamento com potbos e ratos. A apresentaçâo da matriz,entretanto,parece nâo fazer diferença no padrâo comportamentalresultante. ORT/TIVO: Comparar o feed-back visual e auditivoconnnmitante a padröes de sequências de respostas resultantesde contingência de reforçamento para variaç:o do comportamento.ppnrRnTMRMTGq: UMa tentativa formada de uma sequ'ência de seispressöes em duas teclas do mouse de um nnpB ltador prna l pontosse a sequência atual diferir das anteriores. Uma sessâotermina com 64 tentativas ou 30 minutos. U: painel no vïdeo seatualiza a cada tentativa, aostrando o n-umero de tentativas,ponto na tentativa, e os pontos am Rx lados. Feed-hnn* w4=m 1 éprovido por um triângulo no vfdeo formado por um quadrado coloridono seu vértice superior, seguido por seis filas de 2 a 7quadrados nâo coloridos. Cada pressâo nas teclas esquerda oudireita do mouse colore o quadrado da fila inferior à esquerdaou direita do quadrado superior,formanao um caminho do vérticesuperior do triângulo até um dos sete quadrados que nnpphom suabase. Cada um dos 64 caminhos, nzmn em um Triângulo de Pascal,correspondem às possfveis sequ'ências de seis respostas nas duaschaves. Féed-hnnk =e ltivo, alternativo ao feed-back visual,éprovido por um tom agudo ou grave para pressöes nas teclas esquerdaou direita do mouse. Dez estudantes universitârios serviramcomo sujeitos, cinco em cada experimento. No EXP.1 asrnnal'çses oxpmrimontais foram de feed-back vlO m l-- e ltivovimm1e no * .2 #=*1tio vl=m1-=V1tiK . Cada œ M io o secolpletava em 5 sessöes ou 64 pontos numa sess:o.os sujeitosforam instn xfdos a fazerem pontos pressionnnao as teclas esquerdaou direita do louse.pK*F.TAn&q:0 feed-back visual produziumais variaçdo que o auditivo.Em quanto 3 dos 5 sujeitosdo EXP.1, que continha a lmm condiçöes de feed-back visual, a-tingiram o numero mâximo d, variaçöes,apenas 1 sujeito do EXP.2que continha apenas uma condiçâo visual, atingiu este n/vwwro.Nr-ANTXRIOS:A maioria dos experilentos em variabilidade do comportalento tem utilizado nnA'mnis como sujeitos elperiientais,e tem mostrado que a variabilidade é mne'lada por reforçaAmnto,resultando num padrâo rnmaamlco de sequências de respostas. Nopresente experimento,com sujeitos hllmanns adultos e universitârios,assimnnmn em dois estudos pilotos anteriores,variabilidadefoi alcançada através de padröes sisteldticos (n;o ramdômicos!decomportalento,qpe evolveram gradualmente para cadasujeito,durante astconting-encias de reforço para variaçâo.88A


41EFEITO DE INSTRUCCES E REFORCAMENTD DIFERENCIAL DE49 UMA DlMENsio SOBRE 0UTRA DIMENSXO DA MEAMA RESPOSTAolange Calcagno; Olavo Galvio (Universidade Federal do Paré);eisy de Souza (Universidade Federal de S;o Carlos).Relaçses de controle entre comportamento verbal e n:oerbal têm sido extensamente demonstradas. Alguns autoresugerem que as verbalizaç:es do sujeito sobre uma dimens:o daesp osta reforçada pode con trolar o desempenho nlo vorbal,esmo que o reforçamento seja contingente a uma outra dimens:o.ste estudo examinou os efeitos de contingências e instruçöesobre duas dimensses de uma resposta. Procurou-se investigar sereforçamento que é contingente a uma dimensâo particularfeta outra dimens:o da mesma resposta e, também , se hé algumaorrelaç:o entre as alteraçses do comportamento do sujeito euas ver b a lizaçöes acerca do mesmo. Nove estudantes de 1* grau' ap . oram solicitados a colorir circulos. Instruçses indicando aimens'o reforçada - orientaçëo do traço ou escolha da cor - )escreviam as contingências da Fase 1. Sem lnstruç'o verbal , :dicional na Fase 2 as contingências eram mudadas de cor para 'rientaçâo do traço ou vice-versa. Os sujeitos eram, emiferentes pontos da tarefa, questionados sobre o que estavaroduzindo o reforçamento. Na Fase 1, 04 dos 09 sujeltos :fescreviam as contingências mas n:o faziam a tarefa de acordo . ..'(om as mesmas. Dos outros 5 que passaram à Fase 2, qynas um n v%u #Gz cv rtm to nM m % 1 œ aœ e = as ncvas cœ tiw e cias e foi 'ele gze œ rretm te verM lizou as n- cœ tirge clas. Os rk'e m sto zeo refow - to œ ntim te a 1- al- nœ- e- ïf 1c,a cka reo sta r?ofeta outra asv u o da > $=q rev sta. l/mra a as cœ tirve cias nnrlmx ,'% s te tatix s er= nm u n'as gm 'a a tm nmfeA ia œ œ ntrole ckstqennllo dhs contlngAnnias .csëscritas nas iretro7ses (relativas a uoa' * o) m ra as novas cœ tirve cias (zelatlvas à Gztra a$- n* ). pmmnrnnmfeM v ta par- M s l œ œ orrer n*a'œ * 1 aa'r=nmsozv sta era m fom A na Fase 1 (ela * - trG1 mais pze el rlmn'kn'rw e ck trv era a a4'> n-- refore na Fase 1e cor na Fa* 2, œ + eo car ix r). œ m sulte x licm e s errœ tre m rn lltexattln evim rwi= intera- entzv difex tes e'- ne s ckl cv rtm to rzoe o = m re'- nto m % l.89


50INSENSIBILIDADE DO COMPORTAM ENTO DE ESCOLHA AALTERACöES NA FREQUâNCIA ABSOLUTA DE REFORCOS.Jnn-n CW udH Todorov, Crl uano nr-lho e Marcdo E-llnBeckert. Universidade de Brmsfllx.Em esquemas concorrentes cumulativos. perm anecer por longotem po em um esquem a pode representar que mais de umreform estela disponfvel no outro esqueta e possam sercolhidos apös a mudança. Quatro pombos foram submetidos aesquemas concorrentes independentes e cum ulativos deintervalo va- vel para se testar os parâmetros da equaçR daigualaço para uma alta (900 reforços por hora) e para umabaixa (60 reform s por hora) frequ-encia absoluta de reforços.Para cada uma destas frequências, manipulou-se a frequênd arel>tiva de reforços em seis condiçöes, num total de dozecondie es experimenti s. Foram registradas a frequênciarelativa de reforços obtidos e de respostas. Respostas demudança nR tinham qualquer conseqQ-encia especial. Cadasesse term inava com 60 reform s ou 60 minutos, o queocorresse primeiro. Para cada sujeito foram calculados osparâm etros da equaçO generalizadas de igualaçe para ascondie es com 60 e com 900 reforços por hora programados. Ovalor do expoente da equaçR , upa medida da sensibG dade dadistribuiçR de respostas a variaçöes na distribuiçâo dereforços entre os esquemas do par concorrente, variouassistematicamente em torno de 1,0 para os yuatro sujeitos eos dois valores de frequência absoluta utihzados. Os dadosconfirmam resultados recentemente apresentados sobre nâoinfluência dos valores absolutos do reforço na sensibilidadedo com portamento e indicam as vantagens da utilizaçR deesquemas cumulativos no estudo experim ental da escolhm porsua proximidade com o ambiente natural, no qual quanto maistem po o organismo permanece sem consultar às fontes, m aiora quantidade de alimento que ficarâ disponfvel a ele.90


'51EFEITO DA SINALIM G O EXTEREORECEPTIVAAUEC IPA TO R IA SO BR E O C O N TR O L E T EM PO R A LEM ESQUEM AR'DE REFORCAM ENTO PARCIAL.Bueno ,J.L.O.iFe elre o ,T.H..Lab.de Psjcoblologia rFFCU RP rUSP e Staddon ,J.E.Duke Unlversil .A undo Staddon(1974)9num eeuema de tntervalo nxocom reforçameno pardal#em pom - s ,a apresentaçëo deum slnal-lembrança do eveno pre en? (reform ou nëorefo- ) durante o inervalo (1) elmlna os efeios dosom bream eno de um m am ador de *m m m als sallente(ex.èomida) > ba um , menos saliente @lackout) e (:)fundona adO uadam ente com o m m ador de tem po .Es1exm rlm eno pv ura verm car @ um s1na1 , além def donar O m o marcador de temm ,e e mnuendar ocom m rtam ento presene D r slnalzar a x orë ncla de umpréxlmo evento (efelo da antedpaçso).Egtuda-se osefeltosde stnais D bre o œ ntrole em m ralde rao s subm etldq! aum eK uem p de ln* rvalo nxo com reforçam eno pardal.:4condlç& s s5o dlse - m ente Mnalhadas durante o lntervalo :N%'(1) refo* in/a al&x form '; @) reforçodntervalmnëoreform ;(3)nëo x forçœtnervalo-refow o ;(4)n5o refowolntervalmn'oreform .Pausasë -xforço eX s-nëorefo-#Y m como ,fr- uêndasde resm stasforam re stradasm rum O m putador lgado ao O m e ouro da calxa de Sklnner .A anéle dos dados moska diferenças naspausas ë s-refo- e #nasfrequênclas #em funçso dosslnalsdurante olnervalo rlndk ando que a e allxaç'o antedpa/rla em apm prle ade de m e ular o O m m e meno afetando oœ ne le e m m ral.A lo nnanœ H :CXPQ91


52 EFEITG DE CHOQUO INEVIQWVEB SINALIM X S O BRE0 PADRO ALIMEU AR DE RATG DG NW RIMJEFERSON H.MALLMANN,SEBAD XO DE SOUSA ALMEIDA LUIZ M .DEOLIVEIM .LaH atœio & Nutriçëo eCom- tamento, W N tamento (% Pàcolœ :eEduce o.Famzldaœ œ File fia,Cidneiu eLatru-USP.RitéirKö Peetq S.P.Hévériœ relatœ mM rando umahim rœ nsibilidai ao + v dœ animaia &antltridœ.comN adœ qom controlta.0 p'eœnte eaudo analin l% alteraWe no pe :o alimentœ.quando ehm tpaiM vitévei.sfœam solxel= tfxqaum p = dimento (% alimentaçso liw e,emœm--nlongwq.Fœam t>dœ 12ratœ W iMar'6 œsnutridœ nalada#o (dieta œ 6 % t%mGeina).reYm radœ com ra#o comercialatd o infcio dœ texeae6 controlea (dieta& 16% (% wdèina).A metaœ dœ anime (% >dapkm foiadaladaa um ciclo cleo -ea lkoinwrtidq & 1112 hx f% talfœmaqœ % --t*rY .œm> f- m realiadaqno R rfcdo danoite(ciclo nGurno).Oaratœ fœam mutidœ pœ 12 hœu em Oixu exmrimentaiq on&e iam A ertM o alimento G-e eio paraa.sA eviW ncia,atraœ daAs- o :Y ra.refœçadaem CRF com R lleta4% 0.050 g.Uma œ pznda beraerarefœ çadaem CRF comgdaq& a>a.A* a lqulzlo dare.'6œœu ûfa (% ehm tx 2 (Clu )slantidm œ meamœ N tmqtrœ dafa CHI.Osrœ ltadœ m- ram qœ o lwsr A pœaldœ animaiaœ snutridœ foiàgnifieantemente menœ n:ladwâoeao longo (% te asasfa sdoev rimento,O infcio dœ Gtv wx (CH1)redudu o Iv o cœv alnœ doiapulxtqyhax ndo umare=m ra#o & ntro dafa .Fa*ezefeitfwMomenœ inten- na fa (% CI12.A ANOVA ao longo ao do temm em * % fa .mm œ efeito (% *da para lxao cœN aleparatu aq(% reo u em trelAqa:fmv etamG m alteraçœ no némero œ 7 *---qàY aparaalimento nu f- -q& LBIPCH1e CH2.Houw tamG m efeito (% d eta paraoO merù ètamanho davrefeiçH nafA- & CHI.retœnando no finalfhdafa a vûl- -qa melhanteaâ LB1.O fatœ t;- mM rx na anéliœ & variânciaqlx (x< Fu> fœ amdiferentesaomente quanto ao némero & 7.A---*:barraparaalimento nafa œ LBI.NàohGzw MnhumaIntee o -tx œ fito- *da e dI< Oaanimaia e nutridœ m- ram umpi= & aumento comm - tlio nain- ëo(% alimento maiaœ do qœ œ cm troleanafa& aquisi#o.o qœ x mreum ajM amento melhœ ao ex-- m1aredu#b da in- ëoem rda& > initial,antea (% v en/ra y- ionar:bara,o qkV > riw 6m N te,rexpliœdom lo fato dalantxri#o anteriœ afete acv-rvu & alimentœ no œganiamo eapivà#o terafete me œ animaiae nutridœ .M alteraçH no pe âo alimente Kox ni-enteax m dadœ u teriœea u ndo R a dimentœ œmelhantea mu com dkcxltwqevit- ia.œ m-tnntridœ v eni ram me rapido e œ mw imtnteam mtnœ quando odïv e iaœrevitado.No > nu traM lho.nKo h- ndo emuiva. œ e nutridœN eœm G rmmnvolvido alpzm xtro meœnismo comm = tfio (nëo foiregixradaeativida/)mA qtx eleamudam .%4 pe ïoalimente eazmram œ controlea em mqtxnamem m.quanto aN œ ntar m & ge o & m so.ao lpngo dasf- qdo u udo.92


'53 LOCALIM G O TEMPORAL DE REFORCOS EM SD EDISTRIBUIG O DE RESPOSTAS ENTRE SD eSABAIER,CA .e M ARH NELLI.J.C.M .*-Universidade Federaldo EspfritoSantoO objdiw desteexperimœtofoiavaliarasœsibilidadedadistribui#o deDsposusSD eSA à le e #o inicialou fmaldeRforçosao longo deSD numpror- imaltodediscrimina#osucessiu .Algunsdadosmoxram queadistribuidoderespoR .num multip ' lo com um compœ o te deVl,pe evariar quando osreforçosno com- œ te m mativo se l= li= no inicio.no meio ou no fmaldoee ulo se lia dordo o> o compon- ,muitoemboraasfrmuhiiasdereforms.nosdoise mv altes,sejam iguais.No VI,àme daqueosrefowossedesl= mpara o G aIdo coma n- altemxtiw ,astaxasabsolutasderesm stas aumo tam ea frm u& cia > r'- .A I* respœ sem relae ko ao #r#A ld e resx stas da ses sâodec= cem.Ambasasmdidasaum- m nooutroconv œte.O quesepre sfoieuminaradistribuiWo & respoA s,de> vezcom Er em lugardeV1.Seisratosforam ev xos,ae m'exlx/o deres> deprusâoà bara',amûltiploscomcompœ- - & dume de le uto.O esquemafoiEr num compœ mte.Nooutro con- - Bram programados45reform sem sessœ & 1hora.Paraum(A)osreforedore eram progra= dosdo 5o.a/ o 2* .e mdodeSD e)para outro @ ) , do 450.ao 600 .s- do & SD . Em programadom1o mœosumreform para 0* m rie & SD . Reforçosnâo x ldadosnessesperie oseramœ œlad- .Ae 10 - t-* #* p- M im- n sofreu algmnasalterae s:asa -* - = a dumr78 e utœ , SD e SA pasumm a dnm! 100 e 80segOda Y w- M,: osreforodo= ertm pr- e para os 50s- dœ hiciais> N B)ou fmais> A)& SU.Eram pr osde1&3reforç- - > da m ri- o de SD nas 17 sessœ d- . - txm- o. Foramobsermzlxt'Axxsmme ll'sdeO Sem SD (ou indicesdediscn'mm'inndo)maiorx com reform sp- * em pore sflnaù desteeelmulodo quecomrefor- progmmxdos = N rçy s iniciais do me= o eeimulo, embora %diferenp 'M ba mnemdn tm dâlcia a desapn- rno denrrerdas sessœ .Exedado sugere,m lo mœ œ preliminxm- m,queo esta/ lx im- n de r- role deestimulo> serafo domla 1= 1.+ 0temporal& reformsaolœgodeSD:com reformsprogranue e colo dosem se> e siniciaisde SD ro rda-se odesm volvim- n do r-/ r discn'mm'xdo.*Bolsista de lnicial o Cientifio CNPq93


pF- v- ooln - AnvoEM RAa AM sEM'e54.LHAMENO DE SW AISA LSTIM ITIAS REW IRCAO QFABM EK C.A,ROCR R.C.F.*eM ARTM LLI,J.C.M .-UniversidadeFM- ldoEspirito SantoO obje vo desteexperimœto foiaw lixroznlmndaf0= #0& 'lmndiscn'minndosucessivaem F-M apésfasedeinstalad oder- oxadeprasâo àbarraem queeel'mulosreforçadoreseram ou n5o p- M idosdesinais.Como * a * fo=leilixmdas3 M mxrasFUM BEC.M e lada a respostade pressâo à bm ,reforpocom égua,osm poscxpen'm- xl(n= 6)er.- ole(n = 6)rc beram 2 sess&sdeCRF e 2 de W 30 se- dos.M 2 sessœ de CRF dllmu m apM nt o t-sufcie para aohfondo de60reformseasdeW .30minutos.n 'm-.Aent4sessœ ,Im> iuz de 7 u= 'm-12û w ltsac,l't*v-Ala'da sobre r-qdx-+ x = ,pegm-nx iacœ tinlxme ao-nparaogrupo'- toleeeradeso daporum peride o & 3s- dospela - œ seguie de reforço pam o n po exp:8m* 1.Ap& *lrxfxmœto.ossujeitosforam expnenta20sess&sdete odiscn'mm'ativo,'lmnndo-Se * mo eel'mulos discn'min-im sa 1% sobreasM mlmtaa ou apaga& .F-*


NATUREZA D0 CONBECIMENTO ACERCA DO QUE 2 PSICOTERAPIA,APRESEN-55 TAn0 POR ALUNOS DO CURSO DE FORMACXO. (MàNOEL ANIONIO DQS SAN -TOS,Departamento de Psfcologfa e EdUCaC3O-FFCLRPP-USP).Apeslr de corresponder a uma modalidade terapiutica relativaaepte novay apsicoterapia tem seu valor cada vez mais reconhecido na ârea de saude em ge -ral, e da saûde mental em parefculay. Com o fntuito de contribufr para melho -rar o ensino e a aprendtlagem da pratica da psicoterapia em nosso meio, o presenteestudo teve o proposito de investigar como os alunos de Psicologia definempsfcoterapia, nas etapaj do curso anterior e posterior ao contato coy co -nhecimentos especlficos da area. Partimos da hip3tese de q:e alunos dg ultimoano (9Qsemestre)docurso tendem a apresentar uma definigao maisproxima daque se encontra disponlvel na literaturay em comparaçao com os alunos do AQ a-no (7Q semestre).Constitulraa aamosyra 31 alunosdo curso de graduagâo emPsicologia da FFCLRP-USP,com idade media igual a 22,3 anos,'sendo 29 (93.5%)do sexo feminino e 2 (6.5%) do sexo masculino, que cursavam o 7Q jemestre (19ou 61.3%)e o 9: semestre (l2ou 38.7%).Foiaplicajo um questfonario que fn -quiria o que o alun: entende por psicoterapia. A analisedàsr:spostàs compreendeu uaaclassific:çao de acordo com asmatrizesde slgnificaçao encontradas,dentro4as dimepsoes qualitativassugeridas pelaspropriasopini3es coletadas:definigaoy funç:o,papel do terapeuta e do cliente.Entre os alunos do 59 ano,a psigoterapiae definjda porum lado,como um 'processoîou nencontro'lbipessoal(enfase n: experiencia), e por outr: lado como um 'tipodeatendimento'ou'Itratamento' (enfase na tecnica). A fungao apresentada ; invariavelmente a deHajudar/auxiliarllo cliente: a obter 'fauto-cophecimento/melhor comprsensXo desi' # a Mavaliar sintomas e. promove: a adaptagaol' # fornecendo 'condiçoes para ocresclmento pessoal'yetc.H: umaenfasemarcanee na finalidade adaptativa (resoluçao de problemasy obtençao de um melhor equilfbrio psfquico, possibilitarque o individuo possa conviver melhor consigo mesmo,etc.). Nota-se ainda umacerta preocupaç3o em situar o Hpapel'' do pjicoterapeuta, enquanto ''profissiona1habilitadonque vai Hinstrumentalizar tecnikas psicol3giçasn. Jâ os alhnosdo RQ ano definem : psicoteravia basicamente como uma Hrelaçao de aluda' (in -clusive de alvdamutua,istoe,de ntrocal) # Hprocessou ; 'tratamentol'e 'tralalholl. As funçoes tipicamente representadas s3o: Ho apxllio prestado a .alguemque necessita do entendimento de outra pessoad', t'auxilio em àeuprocesso .dedescobertapessoale de novoscamjnhos'l ! 'prgcesso de auto-conhecimentof'.A,,flnalfdade de proporcfonar orfentaçao e aluda e basicamente f:rtalecer o ego,(pindivlduo que busca psicoterapia'',visando operar modific:goes em sua vida quelevem ao seu Hbem-eltar emocionale psfqvicod'.Em suma,eum ntr:balhd'que vlsa mudangas do individuo e melhor adaptagao yo mundol'. O cliente e visto coyouna 'pessoa som problemas''em busca de soluçao para seus Hconflitosl' atravesda ''elaboraçao de sentimentos,medosf'z etc.O tsrapeutaypor sua vez, & concebidocomo alguim co: ''melhores condiçoes psicologicas parq perceber, sentir,âconse lhar'ou Halguem capacitado' y com Htreino'em Hticnicas , instrumentos epreceitos psicologicos'' que 1he permitem Hcospreender a si mesmo e ao outro'bem como assumir Mo papel de organizador, interpretey tradutor, suporte eapoiol.Conclufndo:1)os alunosdemonstram terum conhecjnento razoavelmenteaproximado do que e pjicoterapia, de acordo com a definiçao disponlvel na literatura;2)as definiyoes de psicoterapia nao diferem significativament! na'a -mostra investigada, independentemente do fato de o aluno jâ haver ou nao cursado disciplinas diretamente r:lacionada! com o assunto. Predominam as defipi -goes que enfatizam a adaptaçao e solugao de conflitos,observando-se tambeé definigoesabrangentes,imprecisase luperficiais.Estes jadoscontribuem p:radimensjonar aparticipaçao dospsicQlogosnas suas funçoesde agentesde sau -dey alen de orientar o ensino da pratica de psicoterapia nos cursos de Psico -logia.95


MEIOS DE ACESSO A IXFORMAC ES RELEVANTES A RESPEITO DA PSICOLO -56 GlA E DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DO PSICöLOGO,REFERIDOS P0RALUNOS DE DM 0UR50 DE GRADUACXO EM PSICOLOGIA. (MâNOEL ANTONIODOS S S, Departamento de Psicologia e EducagZ: da FFCLRP-USP)Em eàtudos anterioresy constatamos qu6 um numero expyessiyo de estudantesde Psicologia ingressa no curso de graduaçaocom informaçoesnao apenasinsuficientesylcomo inconsistentes ya respeito dasatividadespyofissionajsdo psico-ogo.Assim,um tema relevant: a ser melhor investigadoe a jimensao fnfovonçaoque modela a represeptaçao que se te'm acerca da profissao em nosso contexto.A presente investigagao obletfvou precisar espscificayente as foptes de iEformaçoes relevantes que influenciam a representaçao (e nao a exatidao do co -nhecimento fi ssionaisque do psicologo.o ajuno possuf)a Participaramrespeito da pesquisada Psicologiae l46 estudantesdas atividades matriculadospro-no curso de Psidologia daFFCLRP-VSP,no IQ s:mestre de 1992.Os dados foramcoletadosmedfante a aplicaçao dé um questlonarioyque soligitava que fossemNxplicitados os meios de acesso a informagoes relacionadas a Psicologfa , comoarea (e conhecimentoe campo de atuagaoprofissfonal,e indagava qualaareà deatuagao profissional em que o aluno pretendia tra>alhar.0 levantamento perceEtual d dasrespostas indicouyem primeiro lugaryHlfvrosespecializados'f (5@.6%os respondentes) e 'contato co: outros estudantes de Psicologia e/ou psicologosfora do contexto de prestaçao de serviços profissionais''(59.6%)y seguidosde Hlivros em geral'(5&.8%)y 'revistas em geral'f(46.6%),Hcontato direto compjicologoy recorrendo a algum tipo de serviço profisjionall(%1.8%)y Htelevi -saoH H (39.7%), njornais''(38.47), ''congressos e revnioes cientlficasl' (38 . 4%),tt revistas especialfzadas''(37.7%)y 'lcontato atraves de outros meios' (l9. 9%)ypublicidade'(17.8%), ucontato com pessoa conhecida que rscoryeu aserviço profissionaln (16.4%) : ur3dio''(4.8%). Nota-se, assim, que nao ha diferenças muTtomarcadas quantoa import3ncia atribulda aosoefos especialfzados (acat@micoslytaiscomo livros e revistas especializadas-nnsas, tais como livros e revistas em geral ,e aoj oefos de nn-znfcaçao ded , televisao, Jornais e publicida -ejenquantovelculos privilegiadospelos estudantespara 6optençâp de informaç3essobreaPsicologia.O mesmo pode ser dlto com relagaoas formnxde contato(direto ou indireto) coœ servfços psfcologfcos, prevalecendd o coptato indireyo com outros alunose som profissionaisforado contexto de atuagyo, mastNmbem sendo expressivo o numero de respondentes que refeyem recorrer a aten -gao especialijada pessoalmenteou,emmenor escala,atraves do conhecimento oktido por alguem, geralmente familiares yp:rentes e amigos, que recorreram aprofjssionafs.Observa-se ainda uma relagao positfva entr: o fato de se ter eEperiencia pessoal (iomopaciente) em psicoterayia e aopgaopela âreaclfnfca,denotandou:a influencia direta domodelo tradtcionalde exerclcio yrofissio -na1 do psicologo em nosso meio. Ainda que relevante , esse fator dificflmentepode ser postulado como o elemento prepQnderante (e muito menos exclusivo) da.concepgao dominante do trabalho do psicologo (C1fnfca).A gama de informaç8esassfmiladas a partir dosmais heterogineos velculosy com o inevitlvel dejnf -ve1qualitativo que se observaentre elas,parece refleyir a inconsistenciadas.reyresentaç3es dasativfdadesprofissionais do psicologo identificadasneEtes juleitos em trabalho anterior. Quando oj resultados sao distribuldos emfunçao dos dlferentes semesyres do cursoynao se observam difsrenças importantesna freqoenci: com que !ao referidos os meios de comunicagao de massas; emontrapartida, ha uma tendencia consistent: de aumento na procura por mefos eâecializados. Esses dados mostram implicaçoes para a .discussao sobre o ensinoe Psicologia em nosso yeioy enfatizando-se princfpalmente o efeito prodvzidonlyel das representagoes pelo consuao crescsnte de conhecimèntos psicologi -,os amedidaque o aluno #vançaem sua formagao acad3mica.O cursopareceestl' ular gradualmente o aluno a recorrer aosmefos espycfalizadosynos quais e1eode virtualmente entrar em contato com reprejentagoes mais exatas :cerca daatureza das atividadesprofissionais do psicologo.Taisrepresentaçoes podemventualmente se contrapor yquelas representaçoes mais estereotip:das e poucoealistas ue normalmente sao vinculadas elos oefos de cn- xnlcaçao de xassas .96


.REPRESENTA 10 cRâFlcà DA ATPACIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA 57 IMKKOEL XI0 DQS SANTOS,Dep.Psicologia eEducagao-FFcLRp-vsp .'Com o objdtivo de reconstityir as concepg8es que os alunosdgraduagao veiculam acerca do trabalho do psicologo, investigaram-se as repre -sentagoes'grâffcas que emergem em svbgrupos constituldos por 1#6 estudantes doIQ ao 5Q anos de um curso de formaçao . Para tantoyslaborou-se um instrvmentogrâficoy aplicado coletivamente,mediante a instruçao: ''rstrate como voce fma gina um profissional de psisologia fnserido em uma situaçao de trabalho qual -quer, acrescentando indicagoes verbais 'que explicitem aspectos rele -vantes desta situaç3ol'.Procedeu-se a um levantamento da freqeFncia percentualdas categorias tematicaj que compunhaa as representag8es para os cfnco jubgrupos.Para a classificagao do material obtido yutilizaraleseasduasdimepsoes prEporcionadaspeloinstrumento (figurativa e verbal).As 295 representaçoes obtidavalentedistribulraë-se nas seguintes categorias:Psfcologfa Clfnfca (l07 a 36,3%), Anxnçâo em Institufgoes (36 ou l2,2%)yy o equi-(28 Psfcologfa Escolar(19 , 9,5%), Psfcolqgfa TnaxAtrfal (22, 7y5%)z knnino (20 , , 6yk%).EncontraD-se, ainda, representaçoes gue aludiaa 6,!%)e a Xelaç3o Pesqufsa de ajuda(14,pagandA,7%), Intervengîo ea grupos num contexto nqo especificado (13 , 4,%%),PrEy e publiciaeao (2,Ga7%) e Outras,categoria em que se agruparam representaç:esque apresentavam contesto vago e snaeffnldo (34, 11,5%).No que concerned omlnioa'categoria da subcategoriade representaçoesprevalentesna 'psicologo face-a-face com oamostra cliente(C1fnica),houve em uma situagaop:tde interaç3o dual e direta' (59,20,0% do total obtidoly seguida da subcategoria(31 l'psicologo slntadoatrâsje um div3,onds se encontra deitidoo pacienten, 10,5%).Na area de Aluaçao ex Tnntftufçoesobserva-se uma difus3o por diversoscontextosded h' ayuagao,cQso hospitalgeralypresldioycentro/postode saûeyciec e y -instituigao psiquiatrjcae paradeficientesmentais orfanato am-bulat:rio, asilo e centro comunityrio.Iodavia , o universo de representaçao y z daatuagaoprofissfonalem l ogia Escolar surge associadainstituigoesparece com ''orientagâolimitado psicol8gicaaomojelo a criança'',cllnico.Psfco-professora e 'Junto laluno: em sala de aula''e Oconsultoria/reuniâo com professores'cada uma com freqqencia inferior a 2,5%.Em Psicplogta Tna:Atr4*1 prevalecemas atividqdes de 'selsg:o de pessoal''e 'aplicaçao de testes/aval'iggaol' .As a-tividades deEnsfnn sao referidasdemapeira vaga (sey especijicaçao do tipo) e as de Pesquisy se restringem a situaçoes de laloratorio (analise experimen -,tal ou observaçao do comportamento). Ainda que nao inseridas explicitamentenum contexto (1oc:1) definido, foram retratadas ayividades que snvqlvem inomeadamenteuma telaçao de lJ,1a>, em que o objetivo basico da atuaçao e auxiliar ooutro a solucionar seus probàemas.So que conçerneao impacto do curso'sobreas representagoes da pyofissao dominantes,a area mafs fortemente evocada (C1fnlcalmostra uma freqBsncia relativamenteelevadaem todososanos degradua -çao.Por outro lado,nao se observa n:sanos terminaisda formagao um: concomltante elevagao consistente da proporgao de representag8es nas demais areas . PEde-se postular , portanto, que o yontato efetivo com a realidade de outyos contextosdeatuaçio profissionalnao altera signifjcativ4mente a concepgao cllnica domipante. Estes resultados lcerca da concepçao do exerclcio profissionaTdo psicologo parecem se alinhar as conclusBes delineadas pordiversoj trabalhosanteriores,que d evldenciam que .oaluno ingressa no curso de graduagao fmbuldoe uma representaçao da psicologia como profissao liberal. Mais do que istoypsdados te obtidos fornecem suporte emplrico par: se compKovar : hip8tese previamenfirmadasugeridano decorrerde que essed: curso.tipo de representaçao psicologi:a e,por jua vez: con-Questipna-sey assim, a propria eficacia do eûs;co a n ve1 de graduagaoz no tocante a tarefa de desmistificar a hegemoni: doodelo cllnico de atuaçao profijsional y notadamente de.uma certa concepç:o dorabalho cllnfco em voga (relagao dual e direta, car:cterizada pela fungao deJuda ico desempenhada por um profissional libeyal e aqtonomo , onde a imagem do c11l e do psicanalista geralmente se superpoem), que parece impregnar o imagi-rio do aluno do intcio ao fim do curso.97


'58 A FORMACXO ACADZMICA C0M0 UM D0S DETER-MINANTES DA REPRESENTACXO DA PSICOLOGIA.WAutorés: Lidia Natalia D . WeberAdriane Rickli e Jos; Dahiel LivijkiInstituiçxo: Universidade Federal do Parana'@,A reyresentaçîo social que o poblico leigo tem do/psicologo e da Pslcologia tem se apresentado de umaforma eqpivocada e limitada. A partir da hip8tese /de que ta1 representaçXo estarfa senzo dfretâmèntedeterminada pela maneira como o profipsional da : -rea vem atuando, krocurop-se identiffcar ao longo /da pr3pria formaçao do psic3logq, os aypectos relevantesque contribuem para esta formaçao, bem como/os aspectos negatikos que dificultam-na, os quafs /por sua vez estariam influenciando este tipo de aEuaç:o. Foram suleftos os 'alunos que ingreksaram nas;tr3s faculdades de Psicologia de Curitiba no ano de1988 . sendo que estes foram en trev fstados em 3 ocaisi3es) 88,9.0 e 92. A anzlise dos dados revelou quea maioria dos alunos considera que a Psicologia seEve principalmente para resolver ploblemas e conilitos,o que vem ao encontro da visao que o pGblico /tem. Tambim no que dfz respefto 3 preferêncla por âr:a de atuaçao 'por parte dos alungs, bem como a vi-sao deste pzblfco, h: uma concordancfa no sentido /de que ambas se referem 'R Psicologia como eminentementecllnica. Em relaçxo a quem e em que situaçxo/s! deve procurar um psidologo, tanto alunos como opublico refer'emes'e V situaçoes em que o problema j:se encontra l nsta 1'd a o. Concluf-'4e , poetanto que 4 -/ .formaçao oferecida aos alunos de Psicologia nXo contempla a verdadeira Amplitude do campode atuiçio, 7mantendo um clrculo vicioso que nao permite a expaEsXo pata atividades diferenciadas do modelo esperadoPelo piblico.* Trabalho parcialmente financiado pelo convFhioBANPESQ/UFPR v CNPq.98


59 Ea Ecu 'nvAs >;soe os Do PRI- IRO ANISTA PE PslcoLoclASOUZA,1;FARINA,A .A.;AM ISTALDEN,A.F.;ARAUJO ,F.B.;ANTUNES,V.;BERGER,D.;cm ltlM o ,F.B.;FERNANDES,L.C.;M M ORINO,C.;PALLEROSI,M .F.;RUIZ,J.M .;ROOs, L.V .;ROM AN , M .P.; RUBIM , D.; SANTOS, G.M .; SILVEIRA,F. Instituto dePsicologia da Universidade de Sâo PauloPretendemos, ao longo de 10 anos, investigar o percurso doestudantedePsicolo/a,desdeseuingresso no cursoatéoscincoprimeirosanosprofssionais.N este mom ento do ingresso,levantamosdadossobre aevoluçëo de sua escolha profssional,considerando os aspectosconscientesda personalidade e os aspectos sociais e familiares como intedkrentes ounâo no procésso decisôrio.Verificam ostambém a adaptaçâo ao curso nesteprimeirosemestre eosprojetos'profssionaisprojetadosem futuroprôximo.Para coleta de dadosusamosa entrevista abertw gravada.O registroda 'fala'foiconsiderado promissor para investigaçöes em outros niveisalém da riqueza conseguida na coleta dedados.Ossujeitossëo alunosdo 1eanodePsicologia,idadesentre18e20anos.Nesta1*fase participaram 14sujeitosde um grupo de48.A partirdeminuciosa anâlise dos relatos, alguma conclusöes foram possiveis'.60%escolheu o curso de Psicologia por um processo de exclusëo;40% poridehtifcaçâo.Estesûltimosreferem também incerteza quanto à escolha etotalmenieignorantesquanto ao curso (masnëo quantoà profssëo).Atotalidade m ostrou-se notadamente alegre e satisfeita por estar numauniversidade pûblica - intem retando o ingresso como confirmaçëo de suacapacidade intelectual,além de enfatizara .transiçëo de uma vida tutçlada.(curso colegial)paraaliberdadeconcedidapelauniversidadecomo algo deextrema felicidade.Para todos,o futuro profssionalé obscuro.Quasegenericlm ente vêem,na psicologia,a possibilidadede auxiliaro pr6ximo ea sim esm os.H â uma grande decepçào entre o que buscavam no curso e oque ele estâ oferecendo.Tsmbém na totalidade encontramos completodesconhecimento da dina-mica do curso na sua plenitude.Pordecorrênciadessa ignorânciw nâo conseguem planejaro futuroproGssional,aPsicologiaGcareduzida,enquanto açëo,a condiçëo de 'ajuda'.Osdadosrevelamaindw porpartedossujeitos,certa imaturidade:asaulasnadasigniGcnmperto da grandeza da liberdade que acabaram de receber.H â uma grandeeuforia pelo novo espaço socialconquistado e também pela nova posiçëojunto à faml'lia e à sociedade.Admitimos,por serem adolescentes ossujeitos,encontrargrandesalteraçöesaolongo dessa pesquisa.99


PszcoTm n EscoTmprRxplRlzNclA Dl ESTAGIO60A.cristina P.Azevedo e Elvira A.S. AraujoDepartamento de Psicologia - Universidade de Taubat;kâ 10 anos o setor de Psic.Escolar do Curso de Psicologia-uNlTAuvem atuando atravis dos estâgios supervisionadosfemescolas da rede pûblicstmunicipal /estadual,particular e creches de Taubate e regiao .Desde 1985 a organizacâo destes estâgios em Psic .Elolaryse dâ em 2 momentosto 1* obrigatiriotlsemestreo 4Qano),2Q optativolzsemestres no soano).0 objetivo deste estudo foi fazer um levantamentoos trabalh:s realizados l990/1992,identificando asrincipais areaà de atuagâoytipos de projetos e vinulaçâocom proposta da areà de PàicoEjcolarzpriorizacâodo atendimento a gyupos,integraçao Universidae-comunidadee construçao da identidade do PsicôlooEscolar.A esyolha do perfodo 90/92 justifica - seela reformulaçao do regimento dos estâgios.Resultados:l6z alunos de 4*/5* anos realizaram estâios em PNic.Escolar,atendendo total de 82 escolave Taubate e regiâooDessas,7l pûblicas, locglizadysa perifyria das cidadesycom clientela de nivel so -io-economico baixo.Areaszloprevencâo de problem:s escolares.projetosj;ientaçâo Vocacional,orientaçao de pais, Informaçaorofissional para 8lsirie,Grupos de Reflexâo com adEescentesksexualidade,prevençao ao uso de drogasyorlntaçâo a profsssores,preservaçâo do patrimônio pû -licy.z.Assistencia a problemas jâ estabelecidos:Asistenciapsico-educacionaistprofesloresralunos e pl'sl,orientaçâo às dificuldades de aprendizagemaacomanhamentoa classes com baixp rendimentor3.Açao Psio-Educacional:Acompanho enfo do processo de aprendlagem do CB,Ayaliaçao do desenvolvimento cognitivo 'm cias.de pre-escola,lev6ntamento e pecfil de necelidades da escola,Laboratprio de brinquedos.Todos os projetos do per-aodo trabalharam com atendiento a gruposeseja de pais,alunos,profess:res e peEsoal administrativo.concluindo, a construçao da idenidade dorpsic.Escolar yaracteriza-se por uma formainstitucional de insertao na escola,valoriyandotrabalho multiprofissional de càrâter pre#entivo .100o


61- #PERCEPCâO D0 ESTAGIQ SB?BRVISIQKADO EH PSICOLQGIAASCOLAR:RELATQ 92 ESTAGIARIOS E SUPERVISORESR.Bz:rMRïâ.DeptldePsic.Esc,e Sccial-7ni7.Fed.ie Parâ.'nsestudes sebrea atuaç:: dePsicùlcgeEscclardemenstram queuma das causas que influenciam naçaraatiadeespaço na escelaparaesseprefissienalesjàrelacionada-asuafermxlaeacadwm-'ca.send:eestâgie emnmente e/'.que :alnnetl:centatecem arealidadeescelare que,pertantc,vai celecar em pritica cs cpnhecimqntca aiquiridesae lenqe1csseus quqtre anes d. fnrmaç'n,.pretendeursenesteestuleanalisar a estruturq e : funcieaament: 1: estéçie supervisienade emPsicelegiaEscelard: curs:de Psiccleçiada 7niversidadeFederal1QParâ,em Belém.ossujeitesf:ram trêssuperviseres .eiteestagiirinsque vivenciaram esAa;ezperi-encii ne anQ le 199ûa n precediment:censtcu 1e entrevista. s.ml'-estruturaiasrealizaias cem essujeitcse de anllise de lvcumentes relacienains aq referide estâgie. n:resultadesebtidesindicaram que:(a)eestiçi:n%epessuiestrutvraque privilqçie nbrmxs . ceerdenaçle para essa prâtica; (b) nstbjetivess-aeçerais,amples en%: prelizem ecempertamente lesejale;(c)asatividadesdns.stagiiriess:eiesarticvlAdasdeplanajament:da.escela; (d) ns aluncs chegam ae estâgi: despreparadesacadwmlcamente. Cenclni-s. qae e estâgie analisade necessita derefnrmulaçA: 1: sua estrutura erganizacienal, que pfivileçie cscbjetives e e funcinnamente le ta1 prltica. outrcssim,:ficeqevinieciade A carincia de ,=> zefle:k: curricular tend , e em vista eefsrqcimeùt: aealqnode prâticasdurante: curse defermxç%e,visandosna melherpreparaç:: paraQ estlqieprepriameùte litn.101


62 ESCAI,A DE VAIX RES SEXUAIS (EVS).Alvaro Tamayo -Ue edade :@ B- dh'mOsvaloressexuaistëm sidoobjdo dvmuiœ elucubrw evsm% depoucoeestdoecientificos.Um doBmotivosdvdasi- a po çm sera R eênçil deœn ine lmento de medida Yropriado.FAidem medida de zie e:gexuaie,ma o D tor desta pvsqulga ne enconkou na liternbn nenhlxninstnn ento dvavalile dosvioressemxnis.Foiobjetivo da preseiepesquisa ele orr Ixna escala de viorvs :em.n1s.A primeira ve a.nacone w> da qscala.foireçolher = a.a oe a eiglisçe va de valoreesemm4'sda qessoa.Uma a oe a d:400sujeitog,homenseMxlberes,comnfvelde escolr idnde vnk'e svmmd* io incompldo e .emmd4rio compldoreqmndersm = quedionkiono qualBedqGni= ogvalores exuaiecomo'prlnclpioe que & ia a =,n vida eemml'e ee golicitava K s sujeitoeescrever oscinco vi oreg se=lnismais impoHonteedo hom em ; da mulhere dr x a m'HR descriçe delqs.OsHndos for= e metidosa O M ise deconteûdo.Os valoreg eqxui, a sim obtidoe v a > reo etiva descriçâofem m aletoriœnente die ibuldoe nt= quee one o com inea çie:Y roprinann pc a o geu preencbimento @ x bmetidog a nmx a kiseseme ica com adolescentvse nAtltospn verific. a sua qompreense eprecise .Nee ete l a1- valorvefor- elimine osou refo= zle os.Aete a fmal congigtiu na valid- e fatorid pn adolex entee.Posterionne e a esçala seré va1i3n2> pn ndlzltos. A escala foindministada a x a a oe a de 773 H olescentes,sendo 309 do sexomuculino e4* dofvminino,com iaadvmédia de16.91=os(DP = 1.44),ciélico: e cln e do % têsûltima séries.As intercorrelx öes dos 54vdores fom m xbmetidu a O élige fatoriz utili- do o princtpalm iaJlclor/aztcom eigenvalue iN al a 1.5 e rotwM oblimin.As ccgasfiori s la ais ou o erioree a.0.30 fornm considerwdnm siplifictivas.Cincù fiores fomm obtidoe e intem ree oe; liberdade g@=xn1,reciprocide e,edn'h'rn sociz da semmlidnae,opçöe: semmige geduçâo.A precisa dosfzores foieesbvlecida e avés do coeGciente alpha deC r0n bK h .Podv-se conçluir que oe pe vkoe 'psicomékicoe da EVSfom m eolida ente ee belecidog e que,em consqquênçiw ela pode gerutilix dx em pe:quisa e napréticapgicolégica102


63VA LO RES DE AD O LESCEN TES:ESTRU TUM BI-D IM ENSIO NA L.Alv. o T= ayo - Unive dade de Bm siëaO eixo hdividlnligmo-coletivia o tem zido itiligmdo pra eo licr osvioresde indivf& os e Fo os.Pegquisas recentes,utiliyx que o fioresde se- da orde a tegfatorez cùnstitem ospélos de doi: eixos queor ' todosdosvdoreuhxmnnos.O primeiro,ab - à - d- ja vselnso aç:.(indiw dlmlia o-cpletivia o)inter osvaloregquemotlvao individuo a se& ir em direçöez ince e descoe ecidu os seug prépriogintekesesintelehlnig e emocionai: yer:us a tendência a preferira cedeaoferecidapelaprezeN açe do staturquo no relarion= ento com o: outog ,com % instituiçöese com a sociede e em geral.O se- do eixo ,a..*oprlmlçâo vse*ex-laM cœ da dw inten o:valom sque têm como metapromover og seuz prépriog interes- ,mesmo e cllex do: oe os,vsvzores que mptiva o indivlduo > lrnnnqender a: :u% preoce açöes .tgolenK e promover o bep-estr dos o* os,da sociednde e da prépriannflrea Foiobjetivodl presentepesquis: estudr a ee -xrnuiolé#cado: adoleucente:em fmwâo do gexo e do eeldo da Unie em que nu cexe mom m A mnozH foi coo oe por 1410 H olescenteg,655 do zexomasculi:o e755dof- ininoyde7 eendosdiferentei(P- fhw Rio fH ndedoNode,Be iw Amnynnu,Goil,SâoP=loeM in% Gerais),cpm idH elédia de 16.84,>os(DP = 1.26).A Anova 2x 7 rivelou'= efeitoprincp i< i do sexoa nlveldoafatùresConsewwe , F(1389;1)= 15.31ïp .


64 VALO RES SEXUAIS D E AD O LESCEN TESeDE ESC O LA PU BLICA E PRIVA DA .Alvr o Ta e o,ViviO e daM .Be osa -UM v- dlde de Brnd lmOs vzoressexuaisse principios que orienf- a vida se= alda pessoa e a .sua avalilâo decompod= entosedeevelosdetipo sexual,eorissaintereqsesmdivizlnnis,coletivogo m isto: e ee n ordene os de % ordo como seù F au de impodM ci Aspesquisu cientlfcas sobre o contefldo e aee lflra dosvaloressexuais do adolescènte se pre'cœnente inexistentes,bem como os ine xmentos pnrx a Oa avaliwe .Foiobjitivo destaqesqlisa eœ dr a o- i- e dosvalolw semmisem M çe dogexoedotlpo de escola gequenindn pelogadplescentes.A a oe a foicoe ogta por500 H olescentesda regie cenkoeste,dosdoigsexos,mee e de escol%pûblicage a ou% metH e de escolu privadag,com idade média de 17,11>o:(DP = 1.54$ ' A avali< M do:vloresfoifeita em - osde20 a.49H olescentezcom aEscala deValoresSemmis(EkS),composta por54vi oçes, or 'os em cinqo fiorés:liberzlnde gevunl,reciprocidode,ee dxlrn socialdl sexualide e,opçsessexuaize seduçe .A M ova 2 X 2foicalculada a nivelde cada um dos cinco fatoa s.A ve évelgexo teve umefeito'principalsobreosfkoregliberzlnd:sexuz F(488;1)= 46.30;p


65OBY CAO Y s PFM S DE AX LEK EN'R S DE IJMESCOLA PG LICA DE SEOUNX ORAU A N lr AOS ALG OS.PAB E PROR SD M S.ou clm M .R .. D UM .F.P.e> ATO ,M .*0 adolese é a e e çe da s> fnm llix e da sœ ie de =e eWw .E1emtm e to a m tole sxM - t0 a Wvacidae eariqx da m-mn*.Foi- 11*% = m so = 80 a1- dè a % sos= o,do * n u de4- esœla plbëa osquaiscl- m nœm d> die e nnh- , œ ie mM in de 17,5 e 19 anœ ,M - 'vxme .Ue u-sed01:tpesheoe œ := desfinxan aœ alunos,' = * 34 > œ mlltipla - IV aW dnnan as- to:biole a ,x oise v uim;o oue foi- os> ,= 20 > (mœ plaes*H )so% o e i- - fo de* eO -.Po œ N f-s- foifo= eo = m 1H de = 1= 'e. M - ao = m rg= œ dosquesdoe œ .C- toueeqte:- a1- * N M o no- o te umme* a laciox ento = n œ Ie ;enqta to (pe o Gànsx o de dre asœ:% os alm osdo di= o é * or que œ do no- o,contudo as -sxiaisœ m- aœili* egt- (= D1+ o àquelesl.Ae e o œ œ œ conclui.se que os alun- do noe o,am -de eSfA- dene de = sx iM nao e c- rH m geuspam issœ iais,eleaosquesGox (s* queee e nmm muitosdœ N bl- s- talmm isim> ).F= me o ao menoruso dee asm regtes(al- doxtumo)him te .se quealg- e veisconGbu= N a isso,= :pM sxo da Rm lix (+ emaqfmu.se= e om).falà de (IA H -esseflm e as- O e - o % * e e.105


66pàls/àICLEIZEdTEI:11àI! à! àjEà! IE (ûjFLITû?1.2ûà22I,j.IàLLEI,!.!àjTàjà,2.LûpE$,d,ZEZEIZE,2.Tàïà2E!(û.2Elà,F.J.!ûL2àIdI/EZIIIàIEFEIEC/LIEpE21à83L2ûEIIE E$TL)û,?2ûtp2àjr1l?2ûFdk)à2û!ZESILIà,C!làIdkE!IlCà$àûIûSZEàZEàSZEZûyFLITûSFàI/I,ûLEItEjIE! ZEàLIZàIûpû2 Lû?E!lzqàldl(1293),ûSJETIkàkEZIFIZàZ1)à!IZEà!IEZûdFLITû! E/TZEFàls EFIL8ûs/às EdFksàû là Sà/EIZà Cûdû EL/! !/ûFEZZEZIà!Tà/TûPELû!FàI!,2ûdûFELû!FILdû!,FILCûEFILCààZûLEIZE/TE;2)29dûESTà!IZEI!,E2ûjFLI1ûsSEIIFECEjCIà.FELûSFltdû!EFIL8à$EdZELàC/û4û!FàI!;3)sûdqEsIl$IZEàS IEZûyFLIû SECIFEZE/ZIà. FELCS?11!, E@CELà;/û àûFlLdû E à FILCIàIûLESZEkTE.û! ILJEITû!(pàl! EFlL8û! àZûLEIZEITEI)E2às(ûdkI)à2û!IïII/IILàLdEjIE?l2àJLLCàZ ldà!yEZE! Ldà!(2lE IE!ILà;(Es làklzà 2ûTI)IàkàûLE ZETZàTàk/. lsId1dEjàsZEL/;IE!IEIEFEdIjZIà ylyE12Ià)àsZIàCIàCECTE FELû!àZûLEIZEdTEEdZELàS/ûlûs2àl! jàylà EdFàd1Ll!,PZIdEICû,rEyIà-IE JLCIZEd 1LEdE)l)à(ûd2û2àkàdûdllszûzlàkàd2ûd l ITEZFEZI/ZIà )û!FàI$ ïILELà!!ILàf(E!(ûSLJEIûIE/IàEIZûL8E.EITZE:)l!2û22û ZûdZLETàdEdTE,2I!sû22û, 29/29219 E (ûd2û2)û FLEjIdECTEI;Fàzà ûsIûLEISEjTE!ESTE4LLCIdEjT?E2lFEIûpEjsàdlû kû!FàI!,EdlkàklûFàzàû!pàlsESIEJILS4dECTûE2l FEIT?2Ed$lj)û1lkTûjû$FIL2û!,sECdjlû,IEkI/-IEJLCàZEdûkEdEIl)à1:3ILà9(E! E2à!(à?à2E! ZECEZàZ IESEïIEjIIdEjTû!(û ILJEITûIEkIàESIûLCEZEdIZE:IEdCId,pûdzû, ltskdE dLITû IESEkIEICICEdIû).û! 2E!LtTà,û! Ik)I2àd 1kE kàû dlIIFEZEI;àIIC/IFICàTIïà E/IZEFIL8û! EFILFà!sû32EIESEïIEdIIdEjTûS 2ûdà C/E.dûE.1à1Tû,tûd ZELà;/ûlû 2àI,1! FILCà!àFZEIEdTà. sllû2E!IESEdTEjIIdEdTûSdûûLEIEZEFEZEà TzàdsàhEïIàJà22ûddàsûzàlû,Ed1dàdTûû!FILCûST!ddàIûZE!IEIEkTEdIIdEdTCSCûdZEL/CJû à2dI2à2 làSàIE.Jljàûpljlàû2ûspàI3,jàûdlIIFEZEj;àsIsdlFI2àTIkà1û!IEIE/TEdIIdEdTû! 2ûdFltdû EFILCà (ûd2ELà;àû à L$à2l2ûCà!,d/û EITLCàZ EC2àyIE2.jûEkTIITû,2ûd2Etl;iûàFILFàELESjE/ELà!1kETzàjlà.(ûëkàdûzàrûEàklàz2ûdpE!$ûl! 1EELE!d/ûàpzûkàs'EZàdCàIûZESIEIEkTEjIIdEjIûS,106


672lTE62qIl5 IE (ZdFLITZ! dlkII4 2011114:4 IEAIZCEIZEdTES IINEIFZZ 'Ccnceiçtc rparccida praùlc ûlivcirarnna Edith 3cllicc darcsta:dniverqidade Federal de dinas seraisEste estudn se ircgls a analisar c cnnteùdc de siiaaltcs cnnflitivas,vivenciadas p:r q.aa.cstra de 221 adclescentes d4 caiital e de duas reqi*cs dcintericr de rinas serais, 'que relatara. eyperiência cc: dilegas pesscais eviclricsa Bs sujeites frequentava. a 2* série dc 21lrau dc escclas pùdlicas eparticulares! cc. idade :ldia de 11,5para cs hc.ens e 11.5 para a: .qlhereq.Dtilitarax-se dcis questinnàricsl de caracterizaçtc slcic-econb.ica e deegperiência cc. dile.aK. aplicadcs celetiva.ente e.sala de aula. 4 anàliGe dècentelde dcs te4as prednginantes e. I28 dilezas resultcu e: vinte cateqcriaste,lticas.ede.cnstrnu quele: suaexieriincia pessnal. cadclescente preccupasisndretudccc. dile.aq relacicnades a qqeqteeq de estud: (29.:k), 4 sequndacategcria qqe ue destaca refere-qe l iuqca de indqpendência. asscciada lrealizaçàc pessnal e prefissitnal (14ï)a E. 5* luqar enccntra-se eluesticna.entc daaqteridade dnspais (11:), que asseciadc lnecesqidade de Getngarpcsiçtc e. seusprcdle.as ccnjugaisy faz cc.que csccnflitcs de relalteqcc: cs pais (1l,5ï) uupere: a categeria antericr. zutrc :ntivn depreccupartniesscal 1 a ind.cistc na escclha de parceirc a:crnsc .(11ï1q. queq é. naexgeridncia vicària, c fatcr que xaisdesierta e.ratiatlsï). p sequirs apareceapreccuparêo cc.gravidez ntc-desejëda de a.içal: que deve.se decidir nun1npelc aicrtc (11:). Final.ente, asqituaçDes dedesentendi.entc entre c: pais.qqe leva. l qeparastc dc casalv .antix-se ct.c ele:entc perturiadcr dncctidiane dc alnleqcente, capaz de afetl-ln tagdé. na ekperilncia vicària(1û!5y). Ccnclqi-se qqe cs dilexas da adcletcéncia s1n dasica.ente afetivns.desenvclvendc-se nc interjcje das relaç'es interiesqcais. ùs ccnflitcs decarlter individual reflete: as dificuldades nc alcance de u.a identidade cn.cnesscade saier (istqdc) e de fazer (traialhc).t puxilic àpesqqisal PFFj/LFrSe2dFq107


68ZEZû/STZLIdICàTyàdàp.IdITIkà,àZEFCESEkTà;/9!ûsIàLrûdE,ûà-2ûà@!l,F-s-3.FE,EZICI,l.,.p.ûLlyEI2à,à.2.IEI/EIZà,S'E.û.LE/ûEL.L.à.sàdlû!IIIkEZTIràIEFEIEZILIEpE21ld31tûû ESTLIûEdFZEjTààILEII/ûdETûlût(CItà1LEsà2à21E2l2làFESILISIdààZEà,à!ZEPyESEjTà;IE!$p2làl!. E!pl2II(rLl2, àp2ûF1dIl-sEûFZûZLEdàrlkE2IFl(l$iûEdp12I(à,92ûdsE1!û1dE psà ZEFZESEjTàS/û Fû$!1Ipû2 kd IETEZdIdàIû szdpû !ûsIàL.EITà?2E9tkpà;àûdETûZûLISICIFûIlsûzràràE0kdE!1dlû(LJûûZJETIyûE.àjEZûIITZLIZàTzàdà?2IdITIyàlà ZEPZEIEITà;/ûsû(IàL rûSEIû Eds2Iàj;à3 IE7 à19 àdû!IE IIàPE2ûdEï?E2I!d2Ià!!I2Iû-(LT42àl! IIFEZE.IE!(Es(ûLà FàZTILLàZEû2Fàdà1û). ûIjIEFESE?2Id2IpàLE2ààjàLIsà2ûFàZELlàEï2E2I!j2làjà2ûksT2LçàûIESTEIIFûIECEFZEIEITàS/û.?ZIdEIZàdEIIE,sûd dds2L2û rElû 22Ild$l$FûICCLETàIààljFû2sà;àûlàZEFZESEjTI;IûEjiE.)I)lsûdûdEIûIEIIESS9lû21.29rà!ZEFZEIEdTI;IEI,lT2àk!szûd!Tûrû21às3ûslài/ûLI/ZE (pE)Il-sE21211LEàs22Iàd;à!E/PZEICàSE.IEd/dEIZàLIïZEdEjTEûûLEFEj$lkàd 2ûd à Eyûsàilû là FlLày2à dE)û). à ?à2Tl2 ZESTE LEkàjTàdEïIû, FûzàdSELEZIûdIIàSJ1 ?àLlï2à!EjIZE 10dàl! Ekûzàlà!FELû! lûl!'2dpûs IE 22làd;àS. Ed!EsdIà,FûI IdkEITIPàICû11kEtIE(ûj!E1!ûzàZEFZEIEjIà;/ûCûZI/L2ûLEIûàT2àk(s2àT22jItàjiû-kE23àL IE2LàssIFI2à;lû (kE22ûà2/IldûkTEIZû,1929).dsIESLdrûs2dFûIE51(jIàj;às FûISûLIZITàIû lFEjSàZ Iû3ZE1311FàLàyzàs1LEEITI/à!ZEFZESEdTàIà!EïCàZTIESE lûZIEdà-LàS Eds2d?ûs, EdFdjgàûIEESTIZE.dàlsûLdEdû!àssûtlàlàs2ûdà$Edsà;JûIE dErû-û3)à)û3 ljàLIsà2û!àlzàklsIEd!Tû2ûsEsTlT1s1ltûsdLLTIICE/IIûdIIS(?û!l2,!sl, d!à)àpûïTld Fl2àlEïI!I!j2IlIEIIFEZEICàSjû1LEIEZEFEZElûdIkELIE2ûd!Ed!û,ûq,IFECEdTE!C2p?ûsIE(2Ià1;ls2ûdFà2à,û!EdZELàS/ûlZEFCESE/I/C/CIûZIàLrûdE)û-àLt.rû dàl!,FûIPûSIIkELZEZûdSTZLIZ ûsIsdIFI(à)û EààTITLIE'ECàLràs(2Iàj;à$tdZELà;/ûdEIû.EITE!ZE3ILTàIûSsàû!I!sdTI,û3Fû(àLl2àd,ûEdEIFEZIFIZûûâ?Zû3LEdà!dETûrûtIsI(ûs. dûE!Tdrû)à!ZEFZESEjIà;IE!$û2IàI!ESFEZIFIZàdEjTEdû1dESECEFEZEàûESTà3ELESIdEjIûûZJEII/ûlûjI/ELIEsûlâEjsûjûE31LlûrEIIàI.108


PREVENCAO DE COMPORTAMENTOS SOCIALMENTE DE69IANTES: A EXPERIZNCIA DA VILA CAFEZAL BELO/HORIZONTsaxTos, MapcsLo LouREs; FeLzclsszMo, stRGzo Lulz - uxvsRSIDADE FEDEKAL DE MINA S GERAIS ; CARVALHO , ALYSSOMAKsoTs - UNIVERSIDADE DE sAo PauLo (*)A questâo dos menores abandonados infratores temse constituldo 'nvm grave problena sociyl, sobretudonas grandes petropoles. Entre as soluçoes Eropostaspara est: problema, encontram-se as de carater preventivo.Neste sentido, desenvolvemos um trabalho degrupos de transformaçào, lnvolvendo cerca de 10 sujlitos,adolescentes .e pre-adolescentes, na faixa e-tarià netre 10 e,l5 anos, de umas das veàlas Ae BeloHorilonte-hlG. Tendo como refereniial teorico a concepçaooperativa de grupos (Pichon. 1986) e a metdolggiade Pesquisa Participante. objçtivamos a.zpreveçao de compotamentos socialmente desviantes como furtos e uso de drogas. Atraves de reuniöès semanais ?coordenadas pelos autores, e/am propostos para a dlscussào teyas emergentes do grupo? tais como: cidadanià,violencia e liderançaqidentldade dos faveladose oulros. A anflise do processo grupal indicgu:llResistengiaa qualquer proposta de transformaçao dascgndiçoes da vilaa evidenciada pela demora de resQlçao d: fase de pre-tarefa e entrada na tarefaizlNaoemerglncia do projeto grupalislDificuldade de identificaçao do grupo coN o contextoi4lA violência cqmodelimitadora de papris sociais. manifesta atraves deconportamentoj agonzsticos. Conclui-se gue a propostade prevençao dos comporlamentos desvlaùtes necessita?para sua impleyentaçao eficaz, alemsdo desenvalvlmentoda consciencia crltica, a adoçao de estrategias que.possibilitem, 4 curto prazo , uma melhoriada qualidade de vida, no intuit: de despertar o interesse e incen tivar a participaçao .(*) Doutorando .em Psicologia - Bolsista da CAPESg,'109


pcW VENCIA DE M ORTE EM HISTORIAS DE W DAROCHAEL NASCIUU I,J.C.e PEREIRA NOBREGA,N .Progrnm a EICO S -INSTITUTO DE PSICOLOGIA /UFRJjI.IO presentetrabalho é parte da pesquisa 'M àlise PsicossocialClinica da ' IHistöria Individualf',ora desenvolvida pelasautor% *, estudo que visa apreenderassrticulaçöejdedeterminantessociaise determinantespsiquicosna constitukâodo sujeitoe suatrajetôria.Estaforma deabordagem contribue parao sabercientilk o através do m aior conhecim ento das estruttras instituidnq e doquestionam ento dospapéissociais,possibilitando m udanças à partirda anéliseteôricaobjetivaedaexperiênciasubjetiva.'O m po esm dado é com posto portreze pacientes internados em um aunidade hospitalar (HESFA /UFRJ),oito homens e cinco mulheres,cujacaracteristica comum,é aperda de autonomia motora(paresiamotorw paraplegias 'TRM oervicalou lombar),o quecaracteriza ula rupttzratfaumética.'Fornm realizadas enkevistas indivi uais sem i-dirigidas,buscando-se orelato daHistôria deVida com o testem unho de sim esm o,de seu grupo social,deseu tem m ,de sua cultura.A utilizmçâo da Histbria de V ida com o m étodo decoleta de dados busca apreender a ldgica sociale psicolôgica nos diferentesniveisde nlticulal o do reale asrepresentaçöesmnnifestasno discurso.'Viundo a com preensâo do qundro 1-stitucional, foram , . tnmbém ,realizad% entrevistascoletivascom a equipe hospitalarea anâlise dedocumentosdo prontuâio dospacientes.A anilise(de conteûdo e do dlscurso)dasenkevistasenfocou a a nzpturatranmética e seus efeitosem diferentes niveis,abrangendo os contexlos s6ciohistôrico,familiarepessoalquedefmem a constnzçâo da identidadeea condkâo ,deatorsocialdo individuo.IA mdodologia utiliœndnperm itiu evidenciarcom o a ruptura é vivenciada IPor estes sujeitos e as transformaçöes'que e1a opera nas concepçöes erepresentaWœ destes. Estes aspectos incluem: ao nlvel /pJ/v/#?ztz/ - arepresentaWo de si,a relaçâo com o corpo,a reaçâo ao evento;ao niveljàmiliar -am udnnça delugardo individuo denèo dafmnilia; ao nikel institucional-asrelaWesinterpessoaisdedependê/cia;éo nlkelsocial-a questâo daexclusâo e dam arginalizw âo.*Participa(* equipede pesquisa Clàudia Rabelo-bolsita de Iniciaçâo Cientifca -CNIN'. j'II!!I


QUANDO O CORPO NA ADOLESCâNCIA f:LUGAR DE71 M ORl.s y;SO FRIM ENTOPEREIR A NO BREG A,N .- EICOS -INSTITUTO D E PSICOLOGIA/UFRJEste trabalho é parte da pesquisa 'Anélise PsicossocialClinica daHistbria Individlxl'*, realizada com pacientes internados em uma unidadehospitalardaUFRJ(HESFA /UFRJ),cujoobjetivoé analisarasaliculaçöesdedetenninismossociais edetenninantespsiquicosnaconstimiçâodosujeito esuatrajetôria.lnteressa-nos particùlarm ente discutir aqui, quais sâo os m ecanism osutilizadospelossujeitos(adolescentesparaplégicosoutetraplégicos)paralidm'com a perda de autonom ia.M ais precisam ente , analisannos se o fato destaruptura acontecerna adolescência tem im plicaçöes no tipo de viva cia destaexperiG cia tratlm ética.,dando-lhe especificidade .A questâo épertinentena lnedida em quena adolescênciw consideradacom o perlodo critico da construçâo da identidade , astransfonnaçöescoporaisgnnhmn relekânciw eexigem dosujeitoum trabalhopsiquicoimportanteparasuaintegraçâo /lketabolizaçâo.A partirdeentrevistassem i-dhigidasobteve-se o relato dasHist6riasdeVida destessujeitos,cujaanélisepenmite-nosteracesso àssignificacöesdosacontecim entosrelevantesnaconstruçâo da identidade. N o caso presente, e1nqueocorposeapresenta comoumabarreiraà$realizaçöesdosujeito,interessanosconhecerquaissâoosmecanismospostosem jogo,deformaalidarcom a 'realidade doslim itespresenteseque nâo podem serm inimizados , sob o risco deseincorrere1n sério petigo de vida.Analisando-se œs concepçöes e representaçöes do sujeito,podemosdestacara importância da idealizaçao e da projeçao como formasprivilegiadasparalidarcom aim potência eadepçndênciaexperim entadas.M odo delidarcoma m ot-te,com a qualé m eciso conviver cotidianam ente , pela existência destecorpo quenâo dâ sinaisde vida.A atribuiçâo do acidente à fatalidade,assim com o a nâo percepçâo dapresença de determ inu tessociaisnosacontecim entosexpçrim entados , indica-nosa fonnacomoestegrupopensaseucotidiano,ousejw apmlirdeum Bdestino'çrença estë com mn à Sua classede Pertença.* J C ROCHAEL NASCIUTTIintegraa equipe depesqtlisa .l11


A72 M ATERNIDADE NA ADOLESCENCG :ALIENACXOE REPRODUG O SOCIALPEREIRA NOBREGA,N. EICOS -INSTITUTO DE PSICULOGW UFRJAtravésdassignificaW ese daqrepresentaçöesda matem idadeno grupode adole'scentes busca-se apreender a presença dos determinism os socias , dem odo a atingir um a compreensâo abrangente deste fato social, que é am atem idadena adolescência.Esta B pode serplenamente atingida sea situarmosdentro do contexto onde ocon'e,e se analizmm os osvalores que circulam nogrupo sociala que pelencem a populaçâo estudada.O grupo estudado é composto poradolescentesgrévidas,oriund% de mnmeio socio-econômico desfavorecido, que foram entrevistadas num hospitalm atem idadedo m llnicipio do Rio deJaneiro.Analisando-se suasrepresentaçöes,destaca-se o fato destœsadolescentesinvestirem positivam ente sua futuram atem idade,que irrompe em suasvidas,quesempre 'acontece'entmcaé 'planejada'masquefaladaexistênciadeumprojeto ondesermâeé idek efonnaderealizaçâo.lstoapontaparaaamalizaçâode um valor presente na sociedade,onde a m ateY dade é vista com o papelcenh'al de todas as m ulheres,form a de realizar os mais profundos anseios ,podendo-se falar de uma verdadeira 'm istica da 1Mâe',onde o papelm atel'nalgnnha relevM cià eabrangênciw passando m esm o a deflniro sentido da vida dasm ulheres.No caso destas adolescentes, a m at= idade se sobressai por suaintensidade, seu signitk ado em ocionale sua importância fundam ental com oestruturantede nm a identidade adulta. Para elas,a m at- idade neste m om ento,parece apenasrepresentara antecipaçâo da realizaçâo de llm destino a que estâosubm etid% todas as mulheres de seu p'upo?assim com o elas nâo visualizamoutoslugaresque possnm ocuparna sociedade.A valorizaçâo da matem idadenâo implica a inexistência dqconflitos,pois as m ulheres de cl% ses desfavorecidas podem vivenciar sentim entosambiguos,contaditôrios mesmo,em relaçâo a suasmatem idades.Para estasm ulheres,se a m atem idade é causa de preocupaçöes,é tam bém a fonte de seufrégilequilibrio afetivo.Assima a m atem idade parece representar para a adolescente, o ttnicopapeldisponivelque lhe garanta uma identidnde adulta valorizadw através doqualbusca obterseguratwa e proteçâo.112


'VARTâVETSCELACIO8ADASA0 COXFORTAMECTO SEXLAL EFCEVE.TI/O DA73 ATDS ENTRE JOVENS:2dA qEk1Slû E UK EsT200 PSICOSSOCI'IL''! ':AqfLIAFEFREIRADELACOLETA- LII/ERSIDADEFEDEFALDELBERL/dDIA2:,: parte ie u. prcgrama de investigaç-oes scbre a aplicablliiade ie uz &niccssôciala ccKpcrtazentesde'saûie,f0idesenvnlvidc umestuioenvelvendel: ps.d c u&a azestrades80 .estudantes universitûricsde15 cursôsnâc-biczûdltosz.0cbjetive prînyipalera investigar csdeter,inantesic ccmportazento sexual edeusc dopreservativccescprevençâ:) l1Ds.suscandoextenderacapacldade preditl va de dede 1 c de Crenças e. saûde (qosensteck,1974) fni prbpnstaainclusa-o demedidas ce:n autc-estiza,tnzada derlscoe locus deccntrcleda saûde,Juntôlsvariûve 1 s do Rcdele:severldade e susceptibëlidadepercebidascom relaçâo)AIDS,barreirase beneflcics relacionadnsan us0ic pre'servativn,allziedados biogrûficos,tais como sexô,idade,reglâe denrigez e graude contato com a fa:llla.c questicnûric,autô-adzinistrûvel,utilizadoparazeiir estas variûveiseracc:pesto d:51 qaestses divliidase;4 partes:iadpspessoais,experl7ncia sexual,op inin-es eucaracterlstlcas pessoais'u 0s resultados Rostrara:dlferençasdecozportamentcs e trenças entre os grupos diviildos per sexo,pcr ldade e pcr experilnclasexual.IIJ:dedlversnsdadns arespelto docoapnrta:entcsexual,fora:ostidesos seguintesresultaiospara confirzaçâc dozodelo:o grupocemehperll:ciasexual (d. 360)avalia a AIDS cnao u&a doença de alta gravidade,apresentacrençasposltivas edemonstra intençâo deusar opreservativo,pobrl:percebebarreiras a seu us0 e revela u&a probibilldade relativazentealtâd6terrelaç-oes ' .se& usû-lô,tendlnciaque diiinui e& funçic da experilncia anteriore'de crenças&aispôsitivas a respelto.AIJ: dessascrenças,aprqbabllldadede n5ousarcpreservativo estû relaciônada adi?erentes varilveissegunde cadagrupe: 5o-&ens cnzuzaparceira;cr sesentlre:zenos susceptlveis,hczens co& vlrias parceiras pôr sna atraçao ep to&ar riscos, e Rulàeres por suaqcrença na cura da .l1Ds.A intençaeode usar cpreservativoestl'relacinnada amennr'crença noacas0c0&oct)ntro1adordasa6dee apercepça-c iemaicr suscepti5i1idadeac141?';ar'a '()s h0&ensc()& uIha parceirae l interna1i.dade nc1ôcusde c()ntro1edasaldepàraQs àomenscom vlrlasparceiras.Essas diferençassujerez quecsestudos e lntervenç g esparap revençJedaAIDs . de v a: c()nsld e r a r a e spec if icid a de d 0s d ivers ô - s 'sus-grupos da pcpulaçle.113


SupoRa = IAT.E Es- ssE No RBLACIONAMENTO DE74 Aoocsx sxvssllsoldadeAraijoGtNTHBR,CarlosB.A.deSoUzA,CristianeP.doCARMO;Universidade de Brasûia.Para a compreensâo do processo de desenvolvimento durO te os anos daadol& cência 6 necessp io verifcarcomo oscontextossociaise asexperiênciasindividuais se relaciona com senHmentosde bem-estare/ou de difkuldades .Objetiw :O praentetrabalho investigaalgunsdosfatoresquepodem ameaçare/ou protegero bem- tardurante a adolacênqia.Questy s:(1)Como osHolescentespercebem seu:r- xrsossociais?(2)Quaisos estrassora de vida que os mesmosconfrontnm?Mét# o:SUJEROSPneiciparam desseesmdo 1* (89 F e71M),entie>sidadesde12 :15anos,cursandoa7*sérieem umaescolagiblicado PlanoPiloto de Brasûia.m grRuMENl'o Uma adaptaçâo do Invene lo de EstressorœdeVidaeRM lrsosSociais-W VRS (M* s& Mx s,1992).Asfontesdeestrasora e recursossociaisconsiderad% peloISVRSsâo:(1)satldeffsica;(2)moradiaedinheiro;(3)relacionamento com ospais;(4)relacionamentocom osirmios;(5)(5)relacionamentocom afamûiaextensa;(6)escola;(7)relacionamento com amigos;(8)relacionamentocom onamorado/namorada.PRX EDIMENTO Esteestudo fazpartedeum projeto depesquisamaisamploenvolvendo o acompnnbamento de adolescenta d% 7* : 8*slries .Result# os:Denke osparticipanta 33% reftriram problemasffsicos , 16%?roblemasfinnnce os.Noqueserefereàsrelalesinterpessoais,amâefoimdicada como maiorfonte de apoio,o paicomo a pessoa que maisdemanda ,mnm,ao mesmo tempo, 6 percebido como a pessoa que mais respeita osadolescenta .Osirmâossâo apontadoscomo aspessoasque maisoscriticam ,com as quais mais discutem , mais eocam agressöes ffsicas , deixam ospm icipant> maisnervosose com raiva.Discussy : Eme ra esses resultadosteo am implical esparaa compreensâo .do processo de deenvolvimento adolescente,chamar-se-; atençâo para o fato 'ède q ue os dadosaquireferidosbaseiam-se , unicamente , em auto relatos . Serâdiscutida, tnmbém, a conveniência de se exercer cautela quanto âestratitk açâo/rotulaçâo de adolescentes, uma vc que h; uma considerivdvariabilidade nosfatora consideradoscomo sendo de risco ou bem-estar . Aim poe ncia dos relacionamentos sociais com o forças propulsora nodesenvolvim ento adola cente ser; enfatizada.! Apoio:Ogautoxgdo bolgim gdo CNPq ,Rndo a primeim peëui-dora,osdenlaisbolsim' sde iniçiaçâoçieno oa.'.114


75 . O ADOLESCENTE NA NOVELA ,, VAMP,, oa RssaGLOBO DE TELEVISXO : UMA ANXLISE DE CONTEODOAlessandra Martiùez ; Claudia F . M edina ;Rosa M .P . Escudero ; Sonia R .S . Pinto ; .Waynieri M.L. Valin. (Universidade SXo Judas TadeuA televisâo 6 um meio de comunicaçâo de.massa 'de grande penetraçâo e impacto na sociedade modet-'na . Este poderoso meio atinge todas as fases de desenvolvimentohumanoydesde a crianta atê o idoso. 'Neste estudorprivilegiou-se a adolesdência devido âescassez de trabalhos sobre meios de comunicaçâo e 'adolescentes. O objetivo da pesquisa foi levantar 'os comportalentos sexuais e profissionais transmitidos pelos personagens-adolèscentes de uma telenovela. M6todo-juf zas :duas graduandas do zoano de psicElogia que elaboraram as categorias de anâlise de czteudo da telenovela ; >M t i l rf ita de vldeo cassetecom gravaçâo de seis cap -itulos da hovela 'Vamp '; 'Procedimento :os seis capftulos da novela f oram -analisadosindependentemente pelas duas jufzas atrav:sdas categorias de anâlise previamente elabökadas '(comportamento sexual impl-icito , interesse sexual ;'olhar sedutor idiscurso insinuante; explfcito , béi- 'josiabraçoàicarfcias; aspectos positivos E negati- 'vos éi profissâo , respectivamente,valorixaçâo/interessee desvalorizaçâo/desinteresse pelo trabalho).Os resultados evidenciarap 96 ,3% de comportamentos 'sexuais explfcito ,sendo 84 ,6% transmitidos pelo sexomasculino e 15,3% pelo sexo f emining . Em relaçâoas atividades prof issionais ,os personagens mascu linosemitiram 5Ot d: comportamentos positivos e12 ,5% negativos . Ja as personagens f emininas apre- 'sentaram 100% de respostas positiva's . Conclui-se 'que os personagens transmitem mais modelos de com- 'Prepresentado ortamento sexual explfcito do que implfcito ,sendo 'com maior frequência pelp sexo masçulino e a imagem prof issional veiculada -e mais positirva do que negativa ,em ambos os sexos .'115


76PREFEREHCTIS DE DEFICIAKTES XCXTAIS ADBLTQS P0R âT171DA9ESXUSICOTERAPEDTICASSilvta Canaan Carvalh: -Depte.dePsiceleçia Cltnica -iniversidade FeieraliePariVâriesestudesde nstra queôcenhecimentedasprei.rinciasdeieficientesmentais per ativiḍades terapilticas pareceser eutilpara& priticaclinica per duas razees principais:atividades preferidas pede ser inicialmenteusadas em terapia para facilitar : estabelecimente dc 'rappert'cx esclientes;pcsteriem ente,essas atividadespedem ser Qtilizalas c= creferçaderespara ccntrelarcx pertamentes especifices des .clientes.Pgrtantc,:cbjetivedesteestvie feicxpararas respestas de deficientesmentais a umteste de preferència 'pQr atiiidades terapsuticas criaio pela autera iesteestui:visanlQ)(a)investigarpessiveisrelaçeesentreaspreferinciasperatividadeseaidadecrenelùgica,seze,enivelieieficilcia mentaliessujeitos;e(b)verificarseaspreferqnciasde deficientesmentaisperatividadesterapêvticas varia de acerdn cx a n:tureza da atividaie: musical Inan-musical.nssujeitcsferam :2aiultesdeambesessezns ,cx idalecrenclùqicavariandeentre21e69anes!e classificadescnm:pcrtaieresieiefici-enciamentalnesniveisfrQnteiriçe,leve-educâvel,treinâvelesevere.Qssujeitesferam divididesem tris (3)subgrupes1.1ûol11iniiviiuescala.xaprimeirafasedcestuie,cadasubçrap:participeuietrês(3)sesscescnnduzidassimultueamenteemsalasseparadaspertr-es(3)terapeutastreinains;paraiarantirqueessujeitestivess- amesmaezperilciapriviaem relaçaoas atividades terapinticas incld das ne estuln, cala sessae teve a luraçaole 61 minutes distribddes entre duas categerias de atividades)ativiiaiesmusicais(cantar acxpanhadepervielae,tocarinstrxentes mpsicais,eeavirmûsica)eatividadesnae-musicais(jngarbela,euvirestùria,ejegarbingn).sasegunla fase,es sujeites inlicaram suas preferqncias atravlsleum testedepreferl cia pnratividadecenstrd depela autera ia pesquisa;nessafase,cadasujeiteindiceu iniividualmente aatividade terapinticade maisgestavaa:nnm.ar eu apentarpara,= dentrequatre (4)sliies representativcsdasatividades ezperienciadas'piles snjeitns àa primeirafas..os iains fnramanalisadesatravésdeteste-l eMAK7Aedemnnstraram que:(a)aspreferqncia!des sujeitos p0r atividades terapquticas esta: relacienalas cem seunfveliedeficiênciamental;(b)atividadesmusicaissanmaispreferiiasque. atividades muicais; (c) a idade crennlùgica e n sezc d:s sujeitns nanparece influenciar as prefetl cias le deficientes mentais pcr ativiialesterapêuticas. ccnclui-se que deficientes mentai: alultes pessuem fertespreferências p:r atividades terapiutieas e que suas preferl cias pedem sersist-- ticamente determinaias atravép de lm teste de preferqncia com'slides'*116


'gROGRAMA DE PSICOMOTRICIDADE NO TRATAMENTO77 = PREVENCAO DE DIFICULDADES INFANTIS .MEIRR LES, MARIA Dlne de Andpade Melrelles yDepartampntpd: Pstcolpeta?Fleuldu e de Ftlosorl.a e Cix clas Humana: ,unl.versldàde Federal de Mtnas Geralsl'.Este trabalho dlseute @ ef lct?neïl da Pstcomotrtcdu e Relaelonal eomo tratamento .e prevençxo de d1.T1ouldades vmoctonals e psteomotoras em crtanvas preeB eolares . esperando-se ! çomo consequ@nel.a,uma lael.ltaçlo na alfabetlzaçYo .Desenvolvldo por M drê e AneLapierre na Franva,na dfcu a de setentalg Adulto dl= te da crl.M ça,Ed. M= ole)#vem sendo lmplantado emoùtros paf ses de lln/za latlna,tneluslve o Brastl.Inlclou-se h4 dol.s M os numa prd-escola do Morrodo Papaeal.# a 5 = os .uEram atendldas em enzpos d.e 8 & lo#por 'Zdol.: estasle tos de pslcöloeta ,uma vez por semana..0(Favela de BH).eom crlapças earentes deA seleplo fot f etta pela: proressorasybaseada na okeervaçxo da condutatlnteraçto) e da psleomptrtcldade.Aatlvtdade eonstava de sesssès leudtcas,ltvres #ex espaço e tempo llmttadoszusando-se bolas #cordas ,aros ,etcmtconrorme Laplerre)ydas qqats o estall.irlopartlelpava plenamente,lsto .d # sua lnterveçxo e>aessenctalmente eorporalk' .A avaltaçR doe reBultados-tntéraçlo e pstcomotr;eldu e-fot obtlda ao rlnal do lno atravds de um qumtïonfrl.o .respondtdo pelae professoras. e de relatdr1osdos estastirtos .quanto ao efelto na alrabetlzlv


'. . @',78, ' FAMfLIA E ESQUI:OFRENIA, contrtbuiçöespara a pesquisa em Psicologia Clfniga.Prof. Ileno Ixfdto da Costapepartamento de Psicologta Clfnica da UpBO presente trabalho pretende discutir as peçuliaridadysde pesquisa sobre a interaç:o f amil'Iay compacientes psicöticos , em especial esquizof rên icos , apartir da pesquisa de tes: de mestrado do autor so -bre a dimensdo transgeracaonal deste tipo de f amïliaPara esta investigaçdo f oram empregadoé epistemo -lögicamente os ref erenciais da terapia f amiliàytransgeracional , das concepçôes diùâmico - psiquidtçicasda esquizofrenia e das concepçöes psicolögicasde abordagem do processo interacional .Foram utilizadas as técnicds de G4nograma ( Bowen,érvore genealögica f amiliar), a Entrevista FamiliarEstruturadatcarneiro, 1978 ) e a Entrevista Transgeracional(Costa, 1990 ), criada para investigar especïficamente esta dimensdo .A amostra utilizada (20 f amïlias , até a presente data)f az parte da client:la de esquizof rênicos e respectivasf am:ïias atendidas pelo ISM (Hospital-Dia)de Brasïlia/DF .Apös 3 anos de estudos e ppsquisas pôde-se constatare conclùiy que os principais aspectos tïpicosde tais f amïl ias, de acordo com a literatura especïfica, estdo present:s # tais como :parentalizaçâo,massa indif erync iada de egos , exploraçdo eestqncamento relac ional , lealdades cindidas , transmissëomultigeracional de conteûdos e doenças epersistentes'segredos : mitos f amiliar, entre ou -tros . .; o que pretende apresentar o autor d: pohto devista da construçdo do processo de pesguasa, ava -liqçdo de resultado: e discussöes clïnicas derivadasdo material obt'ado.118


. . i79 'FAM;LIA l ESQUIZOFRE/IA, um estudo tran.geraràonal'.Prof . Ileno Ixfdto da Costapepartamento de Psicologàa clfnica da UnBO presente trabalho procura discutir as peculiaridadesda interqçâo familiar com pacientes psicöticos,em especial esquizofrênicos. : consequênciadas elaboraçôes do autor a partir de sua tese demestrado sobre a dimensdo transgeracional da esquizofreniada famïlia de esquizofrênicos.Para esta investigaçâo foram empregados epistepo -lögicamente os referenciais da terapia fap'aliartransgeracional, das Foncepçöes dinâmico - psiquidtricasda esquizofren 'xa e das concepçöes psicolögicasde abordagem do procesqo interacional.Foram utilizadas as téFnicas de Genograma (Bowen,drvore genealögica famil'aar), a Entrevista FamiliarEstruturadatcarneiro, 1978) e a Entrevista Trans/eracional(Costa, 1990), criada para investigar especïficamenteesta dimenslo.A amostra utilizada faz parte da clientela de es -quizofrênicos e respectivas famïlias atendidas peloISM (Höspital-Dia) de Brasïlia/DF.Apös 3 anos de estudos e pesquisas pôde-se constatare concluir que os principais aspectos tïpicos de tais famïlias, de acordo com a literatura espe-.,cïfica, estdo presentes, tais como : parentalizdçlo,massa indiferenciada de egos , exploraçâo eestancamento relacional, lealdades cindidas, transmissdomultigeracional de conteûdos e doenças epersistentes segredos e mitos familiar, entre ou -tros .: o que pretende aprespntar o autor de forma detalhada.l'' .jjg


80A x-ïLzse oe doxTz6oo OUAXTITATIVA DEouaTRo ozxexsôes NaRcfsxcanProf. Dr. Mnrcelo Tavares, Unlversidade de BrasiliaQuatro tragos essencïais ao narcisisao (Exploragêo, EntitulalentoyExïbïcionisloy e Superiorldade) perneiam tanto os trabalhosde Kohut e Kernberqe quanto a descriçao nosolôgica doDSM-III-R . Nestas 3 fontese este diagnôstico baseia-se quaseexclusivmnonte na cn- lnicaçëo verbal dos pacientes. Os ob3etivosdeste trnhnlho föram (l)desenvolver unm escala de anâlisede conteûdo dù coaportnponto verbal para quantificarestas qjatro dilensöes narcisicase e (2)valldar esta escalaconverglndo-a com quatro fatores de um instrlxwonto de autorelato(N11, Narcissitic Personality Inventoryle amaindo asleswmm dlnensöes narclslcas. Um wmnual de anâllse de conteûdofo1 elaboradoe definlndo cada dilensïo através de trêscategorias lu is especificas. 11m nwnstra de 59 pacientespsiquiâtrlcos com diagnôstlcos variados participaram de nnmentrevlsta padronizada . As transcrlçöes destas nwostras verbaisforam codlflcadas por três observadores treinados no usoda escala. A consistência a e concordância dos observadores we a consistência interna das escalas foram avaliadas. Osobservadores foram consistentes consigo lespos. A concordânciaentre observadores variou entre as categorias e diaensöeszsendo cels alka para Exploraglo, que tnmhém obkeve onuïor indice de consistência interna (a = .63). A correlaçloentre a anâlîse de conteûdo e o auto-relato para a dilensïode Exploragio fo1 .4l (p< .05). As categorlas especificas deExploragêo knn+*m converglram entre os dois lltodos (anàlisede conteûdo e auto-relato). As outras três dilensöes n1oconverglram entre estes n+todos . Concluiu-se que a escalanecesslta de outras forwmm de validaqao cono w-aida de traçosnarcisïcose em especlal com relaçëo à precisïo dos observadores.Métodos para aulmntar o grau de concordância entreobservadores foram sugerldos.(Trnhalho flnanclado pelo CNPq.)120


81O MATODO QUANTITATIVO DA AMfLISE DECONTESDO E SEU PAPEL NA PESQUISA CLfNICAProf. Dr . Marcelo Tavares , Universïdade de BrasillaA anàllse de conteûdo é defin lda como ummétodo de investigaç:o do comportam ento verbal quetem o potenc ïal de quantificar conceitos ps icoidinâmicos de afeto (e.g.# ansiedade) e caracteristicasde personalïdade (e.g.e narclstsmo).Neste trabalho s:o apresentadas as vâriasetapas na construv'o de uma escala de anâlise deconteûdoe estabeleçendo-se a rel#çlo entre aanâilse qualttativa e quantttatïva. V*rlos ekemplossïo c ( tados. O processo de valtdaçlo deste tïpo deescalas é discutido, prestando-se especial atençëoaos problemas metodolôgicos comumente encontrados .A an*llse de conteûdo quantitattva é domparad; :omoutros instrumentos clinicos que se baéeiam na produg'overbal (e.g.z Rorschachy TAT, etc .lz buscandoexpor suas vantagense desvantagens, e aplicaçoes .Sugestöes para o desenvolv lmento de novas escalass:o 4presentadas .'' '. 'Finalmente, o papel da an&lise de contèûdg do.v . . f . . . . ..comportamento verbal na pesquisa clinica é dtscutld oe consïderando suas impllcaçöes no psicod ïagnôsticoeno estudo d os processos psicoterapêukicosefe na avaliav'o da eficâcia dos serv iços oferec idos .(Trabalho financlado pelo CNPq.)121


GRupo DE FACILITA;AO Do CRESCIMENTO PARA PESSOAS82 Eg'peocEsso DE SEPARACIO CONJUGAL . Xbra. CarmenGarcia de AlmeldazWWcrlstlane Zagnl, ane a-cer a, a r1c a erre ra os aSSOS, a 1:-na parecl a eronez.Face ao acentuado hûmero àe selarpçsesqu!.ylm se observando e as dificuldades de ajustamento a nova sltuaçso, frequenteàenteenfrentadas pelas pessoqs envolvidaf, o presente projetoyisou a formaçâo de um grupo,com o objetlvo de rqestruturaçaoemocional dos adultoç envolvidos .0 recrutamgnto dqssujeltos f oi realizado atrave; de melos de cdmunicaçao, ia-lscomo: jornals e canals de televssio.0.grupo fo1 constltuldoPor 19 sujeitos voluntârios (7mulheres e 3 homens),culaf alxa etarla varlou entre 29 e 51 anoj, com tempg de casamentovarlando entre 4 e 27 anos e tempo de separaçao entre 4 mesese 6 anos . Dos 16 encontros semahais e 3 *f ollows-upe, com duraçsoaproylmada de 1 hora e 30 mlnutos cada um, que acontec.qram no per*1odo de abri1 a akosto de 1992,realizados na C1ln-vfca Psiçologica da UEL, partAciparam 8 dos 10 sujeitos iniclaTmente trlalos.Nesses encontrosf oram ut11izados lnstrumentoYde 1os avaliaçao sujeit das dif iculdades coTportamentais apresentadas p .tos lniclalmente e 'ao termlno da etapa'de colet: ledadoj.0 trabalho nos encontrosgruqais focallzou a adaptaçaoa novas sltuaçoes, o crescimento ps-7col6gico indlvldual, a aytb aceitaçao,bem como o desenvolvlmento de pabllidades de râ -lacionamento interpessoal dos suleltos.Ao termlno da coletadg dados , pode-se detectar atraves de lnstrumentos de avaliaçaoe dos autos-relatos, que todos bepef iclaram-se dos encontros,relatahdoterem mals f orças pararesolver as suas dificuldades,elevaçao da auto-estlma, deseqvolvimento de laço;de kolidarledade e companherfsmo . A vlvençia grupal oportunizouatlngir os objetivos propostos, atraves do desenvolvlmentode habilldades d: relaclogamentq interpessgal,ta$s como:a comùiicaçag, o éuto-conhecpmento, a percepçqo do outro: aautoiaf #rmaçao, a .conf 1ança, a segurança e a 'kexpressivldadeeyoçlonal, dentre outras, as quaij preparou-os a n lvel prevent 1vo, para 6 estabelecimento saudavel de novos relacionambntos.WDocente da Unlversldade Estaduil de LondrlnaW*Bolslsta CNPq/UEL/UEX***Bolsssta CPG/ùEL122


83DI T> q X +pA= .m œ PA- IS œ -*'- - E X.eMAO IA IO > CM M S X D'R .A-U.m RTRA E DIR M ARALMProfz.Dra.Glâucia Dlniz, Universidade de BrasiliaA entrada aeciça de lulheres na força de trnhnlho éconslderada o fator que alterou flananrontallente a famillaneste século. Com o grnnae nfxw-ro de culheres casadas trmhnlhnndofora de casa, relaçses nutrinonials chnwmdas de dupïacarreira(dual-career) e de duplo-trnhnlho (dual-worker)estZo deixnndo de ser a exceçio para se tornarem a norle .A pesquisa Hostra que a participagïo em um relacionnR-ntolatrilrnial onde nmhos os esposos estïo conproletldos com 13pcarrelraou trnhnlho em tel:r lntegral é Hulto estressantepara estes casais e aponta que o indice de divbrcio entreeles é lrito alto, provavellente devido à couplexidade desteestllo de vida, solnaa à quantidade de energia necessârlapara equilibrar a carreirae o trnhnlho, a casae a vlda fnmsliare a relaçïo letrllonial. Elte trnhalho utïlïzou o Modelopara AvaliavXo de rxmais de Dupla-rmrreira de O'Neil# Plshwmne Kinsella-shaw colo referencia teôrica e objetivou: (a)apontar as smwolhanças e diferenças entre os casais de duplacarreirae os casais de duplo-trnhnlho no tocante a dilolmmna carreira/trnhnlhoe nos atrlbutos de gênero, e na relaç:oratriconial usnnao o teste t para nanstras independenkes e oteste z-quadrado; (b) prever a sakisfaglo nakrlFonial decasais de dupla-carreira e de duplo-trnhnlho hnmeada nasatlsfaçio no trnhnlhog na llpörtâncla da carrelra/trnhnlhoe nos a t ributos de qênero através de um nte elo de regressïopllklpla. 52 casais de dupla-carreira e 29 rasais de duplotrnhnlhoresponderam a 4 questionârios de auto-avaliaçïo.Os dados do casal foram utilizados nos procediwentos eskatisticos.Os resultados chaamm a atengïo para a corplexarelaçïo qntre famillae trnhalho e questses de gênero paraos womhros destes casais apontnnao para possiveis âreas deconfliko pessoal e interpessoal. Modalidades de avaliaçëo ede trakma-nto desta populag'o que levam em conta a interaçloentre fatores sociais e psicolôqicos sïo discutidas.(Trnhnlho flnanciado pelo CNPq.)lia


TG EO CAO EM INSTWUICXO POBLIG ,P Um84 M IOR ruv y o yxmpR ai = q.KANTrN , Marilice dgs. Fqculdade de Ciências e tetras de AssisUNESP.A presente y lvn.14sa teve m r objetie estM lar a w rbalizaçQ) e 1n* raç ao entte op id> s (* m asilo da cidade deM sis-r ,W sàndo pe uzlr o desane e a a- tia de seus USUâ -selecionnpns aleàt6rinnonte 12 gujeikos, sehdo 6 hcrwnse 6 culbeçps.Nossa pesquis a ' s/guiu 3 fasesl na l:. fase6 vipit4s) foi realizado q levan+Anonto/yia obsèrvaçaodas sit VaCOe - s nas quais os internos se encoptravam - pozlnho no quarto ou Y œ rree r: (% as ne> s ' i:s e silM cio ou 'Glando ' e,trabalhe p!la 2a. fase (7 W sttas) rvv rtou 2 W.. . . ..= toy:.p œ nvitb aos idor s â participarœ das romtX s e asreuniœ s pr# rim- nte ditas;e a 3a. fam (6W sitas) sem iua avz iaçe dos m> rtnv ntos c'bs inteN ! a* s a nossa lntqyvsnçso.os dados foram regiétrqdos 10g0 aros cada vtsita a-traves de rplat6rtos cursivos.organizanos os résultadoj cnro éegue:hiltogrmcmm representando.o nfvel de'yerbalizàçao em nman reuntaot4xâflço'::daẏorrentagem da oonrremcia de cada sttpaçso ln gveeos taasos seencontrayam nàs tr-es fàses, gr-aficos do desenvolvq nonto vexbalde cada sujeiko no deozçrer das r-mi3es, gr-afiôos da fz--qlên-Cia dos tdosos em caia reuni:o, tàbelàs.càraceerizando as situeà ne que seles foram e = trae sep 0 * visita nmk a aa. ,Cm cbx#m s a parEir dos m sr s yesultados * .,apesar'*allm nto da w rbalizaç& esa ntean- ?nao lm = = d- a sir iflcàtiva m femmte âs àitua- s nas G ais os ie m s se enœ ntra 'vam (= 1%arar:* os repultados da lq, è 3a. fases.y, 'AA CIA FINANCTAY M I O q (Y lsista de Iniciaçâo Cientlfica)OKTFMPU M : > a. l*> Brigitte x aum o w.'. *'*' ' '124


o IDoso NA IFSTTTUTCXO : A QU/STAO DA MOR-85 elyrcAç'o DQ TUGisone Ge 4rsil@ Carneiroillexsndra F.ôzeveGol AnaCl-eudia Mezzqialcmrmex f.F.B.Si1va!Dnn1e1la ôrana 1Heleni I.zainalXrika Sps.lecintzlKatie de C.#ernanâeslRenataTli Ga I'uzlsilie M.Dandaloluniversidaiede raubati)Q presente lrabalho partiu do estado Go iioso cqmoperte Ge uma instiluïç%o.buscanio analisar o aspeetoda Morle anteei:eda do ïnGivfduo a partir da entredana instltuivao lasilow. .D esenvo lveu-se em uta instltuiç3o para iiosos.ia SEeiedsde 3;o Vicente de Peula.em Teubatdavsle do Parafbs,cominternos eo* idade entre 50 e 90 anos efuncionirfos.Pera tnnto.foram utilijedos dois tipos de entrevislas.co:postasde questoes abertas e feehaias.e/m a-pliceçao Ga técnica face-to-facela 1: 4iriaida e intrrnos e a;2: a funeionériosaamb:s ebordânGo qqes -tzes a respeito de vida dos fnteznos e suas rela -çoes.Diente 4as entrevistss,foram tebulado: o! da -dos e feito levenkamenlo percentusl dee quëstpeeppxseauidasfeite enélise coK embasaxento em lesturae etrabalhos Ga drea e eoneultss a profissioneis atqan1es em Psieoloaia Gocisl e Tnslitueionel.'al anilipe levou ; pereepç ; o Ge um alt 2 arau ie 4Ecrd@ncls ps


86FATORES DE PEKMAV QNCIA DE M ULHERES EM SI-TuAçAo DE vloL:NclA DoM:stlchNARA M .B . CARDOSO - UCPELPATRICIA K. GROSSI - PUCRSA violência domistica consiste no abuso ffsicoe/ou emoc i ona l e/ou sexual de um indivfduo na esferafamiliar. Seu significado nâo se restringe ao âmbitoda domesticidade, mas tem repercussöes sociais graves,pois atinge milhares de mulheres em nosso pafs.Neste trabalho , investigamos os fatores que levam umamulher a permanecer numa situaçâo de viol@ncia domistica.Os sujeitos foram dez mulheres entre 16 e48 anos que sofreram viol@ncia por parte do marido oucompanheiro durante um perfodo mfnimo de um ano e quese encontravam residindo numa casa de apoio . Os depoimentos,colhidos por meio de entrevistas semi-estruturadase analisados com base ep teorias acercaviolência e poder nas relaçöes de gênero, revelaraqu: mûltiplos fatores levam as mulheres a permanece-,'rem em situaçöes de violência: preocupaçâo com a ma-Qnutençao econ8mica dos filhos e seu relacionamnnto co pai, expectativa de que possam v ir a dontrolar a* . . . .viol 4: cia é medo da reaçâo do marido frente à decisâö de afastar-se. Essep rçaultadps indicam que'.emancipaçâo eçon6mica da mulhvr , alim ) do . acessouma rede de apoio social que lhe ofereça condiçöeconcretas (habitaçâo , saûde , creche's i e:cbla , èmpreCJo e segurança) sâo necessârios para que ela poss'126


87GRAVIDAS EM PRE-NATAL : ASPECTOSMOTIVACIONAIS E SERVICOS POBLICOS DESAODE . Jo:o Eduardo Coin de Carvalho* ,Maria Alice V .S. Leme (Instituto dePsicologia - Universidade de S&o Paulo)Tomado no contexto dos serviços pûb licos de saùde ,este trabalho procura avaliar aspectosmotivacionais ligados a sua utilizaçâo . Para istolevantamos aqu ilo que grâv idas que se utilizam dosservioos remunerados pela Previdência Social de umambulatörio de obstetrfcia entendem como sendoAtendimento Pré-Natal. Com grfvidas divididas emdois grupos (primfparas e multfparas) foramrealizadas entrevistas semi-abertas que fornecerammaterial para posterior an/lise de conteûdo .Verificamos que tanto entre primfparas quanto entremultiparas participar do pré-natal se apresenta' como uma 'estratégia de diferenc iaçdo em relaçdo àssuas m:es , ou àqu ilo que elas representam - O quediferencia um grupo do outro é a funçâo ocupadapelo médico. Entre primfparas ele responde anecessidade delas serem acompanhadas por alguémexperienté, de confiança, tecnicamente competente .J& entre multfparas uma' certa funçlo simbölica domédico seria t&o ou mais importante do que aquelarelacionada a seu saber técnico: ele serf umaespécie de garantia de que esta situaçlo degravidez e parto é efetiyamente diferent: daquelaocorfida çom suas mles. A ob/etividade da situaç:osocial e econômica destas Pplheres, sua neéessidadede limitar os filhos, com o pré-natal como senhapara a realizaçâo de uma possfvel laiueadura,também vem servir como tela sobre a qual se proletaa vontade de ser diferente .Deéta forma esboçamos uma relaçâo entre aspectosobletivos e simbôlicos que suetentam a utilizaçlode um serviço pûblico de saûdey apontando fndicesque podem ser importantes na elaboraçlo depoliticas pûblicas para o setor .% Bolsista CNPq127


g- e To IjE A E * AT.œ A zmM (> )z88 '. .Tm XqTTR TRAl . 2 3L uiz pasquaài ,Valdiney V..r-olveèa ,Wagner B.AndriolaFiiio J. MirandaY, Andrd Luiz M. Raans-..m E 1972 , Göldberg . . elabokou um questioniyio deapurqçso objetiya paxa ayaliar'o nfvel de saude meatàl de sujeitos normais - QSG. Este instrumento p5qduz ul escoqe que expressa a seyeridade de distuxbios psiquiatric . cis r)àd.psie3tidog. o Q.sG f oi adutado e validado para o Brasil com uma aniostr: de. 1 '.9O2 adultos de pdpulaçxo nXo clfnica. . Uma analise . f.torial dos qixos'princiipais mostr:u que o quystionirio exp/Nssà um gran d . 'f a to+ (ausencia de saude ie-atallj alem . disss 2# apresenta nitidamente 5 fatores.que, embora significâtikamënte correlaçionados, expressam aspeçtos .distintos e relrvantes da 'saidel mental, (alfhé de.todqs eles consistehtes.cronbach, . . .. .em torqo dè . 8j)s Es,es fatores sâo os segufntés :streàs . :psfquico;.'èu Teùs-ao Psicol8éica, Desejo deMprte, Falta de ,èbnf iança .na . , cxphcidade de Despppm' 'nhoe D iétirùios . d: so'ho'e Dist -urbios psieo-',pin-at .iços ..0 Qsd apreseh Ea 'grande gerspectiya de usb qqpaf s para fri:ns c1f nidos'e para a 'ayaliaçio dq sa -Mde m ental na popul'àç AL ao ' geral . ..l è 3) Uniyersidaee de brasfli4, 2') Universidade Faderal da Parùfba; 4) 'Pohtiffcia universidade cat8uca ds Goatânia ..:5) Facvl4ade salesiapa de F'iloaofiae cienciàs de Ldrêtlq? sP.. '*'5r' . ', j128


89 ' H sO 'QUE FIZ POR MERECER ? '1 ASPECTOS PSICOLOGICOS DA RELACXO MXE-FILHO FISSURADO. IMéRCIA'VIANA=UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASILLAILA RAQHID E CLAUDIA GIACOMONI-PONTIFfCIA UNIVERSI.DADE CATULICA D0 RI0 GRANDE DO SULEsta' apresentaçvo èrata de aspeetos pslco-Il3gicos na relaçRo mvè-filho malformado e faz gartede um estudo mais amplo do desenvolyimento psḷcol3gico da criança fissurada . Pelo observado na sociedade.- . . ' '.atual hâ uma supervalorlzaçvo do rorpo , da beleza flslca sendo estps atrlbutos mais importantes que outr s'. . . ' ' 'No caso de.crianças malforpadas uma vez nVo çorres-' .'pondendo a esse ideal logo sao estigmatizadas .. - . @ .E yiàkaparece prineipalmente na falq das mYes que 4é percebemfalhando com a demanda pocial e pessoal .Para o estud 6 rea lizàmos entrevistas éemi-- estruturadas com 60 mVes e seus'respectivos filhose constatamos que no discurso da maipria delas hâ um.' ' ' 'queixa copum de nVù se perceberem merecedorqs de talsorte e dai a pergunta: Ho que fiz por merecer?nVtmos que a escutà destas mVes J valiosa ncompreens % o do vlnculo afetivo mRe-rilho e no desenvo'.'..vimento dq personalidade da criançè. NVo somenkecultura e.às demandas sociais inrluenclam :no desejo'rilhq perreitp'' lna: aquele. anseios . mals intimos ,. , derealizaçRo pessoal, man if estados consciente ou incönscientemen y e., , tornR -se tamb j m u ec zssvos na organlza-% & 6l3gica da criança, Na apuraçvo dos dados vi-'ç O P s 9 ..mos que todas apresentam ' uma 'fenda.narclsica' que requer toztttet.ko'srt'tratamento - .'Sentimentos e reaçoes u inlpa , impot3ncla, tristeza e ambivallnci.atenàas de cusRo algtm s dos aspectos #stcolsgicos que acompanhamporivâriosanos correç3es cirûrgicas em busca da plâstica peixr éita , do rilho idealj.,ada.z'a.'129


'90A APLICACAO D0 TESTE DOS NOVE ARQUETIPOS (AT9) EMPAIS DE CRIANCAS COM E SEM PROBLEMAS ORGXNICOS.NAGELSCHMIDT,ANNA MATZILDE P.C.; Instituto Metodistade Ensino Superio, Universidade de SRo Paulo:Eduardo F . de Aguiar e Maria Elizabeth Guazzelli daUniversidade da Fundaç X o de Ens 1no e Cultura e Leda 'Gomes e Miguel Maiorino , In stituto Metodista de EnsinoSuperior .0 presente trabalho tem como objetivo mostrar a ut1lizaçxo comparativa e sistemâtica do AT9 em pais decrianças com e sem p/oblemas orgênicos e submetidosa tratamento fisioteripico.Para desenvolv imento do trabalho foram con tatadasnove mRes e quatre pais, sendo seis m%es de filhossaudâveis e tres mxls e quatro pais de filhos portâdores de defici@ncias orgînicas, nos quais foi apllCado o AT9 .Esses desenhos foram avallados visando verificarcomo estavam integrados os arqultipos em termos dalinguagex grifica e da narrativa.As mxes de crianças saudiveis produzel 'narratiya edesenho estruturados e coesos, enquanto que mRes epais de criqnças com problemas org:nicos produzemdesenhos e ou est3rias desestruturadùs.Copclui-sç que o AT9, na avaliaçvo do universo mltl7co , apresenta diferenças qualitativas importantes' nas produç3es dos pais de crianças com : s:m problEmas orgînicos.t'130


91D V:PROGRAM A PARA APRENDR AGEM DE SIG MAS M ULICOS DECOM UNICK D ALTERNATW A W A IMAGENS NATITRAIS E VOZDIGITALIZADA. Camwila. K C..M acem E.C . Fo't- .M .D. R tituto den icologia,UnivenidadedeSâo W uIo)De acordo com a literatura a aquisiw o de suêneia u pie no nuoso do sist- a Bli>por parte de paeiente eom comprometime to neurolë ico de linguag- ;relativam ente diffdldevido à baixa e nqnp> dn dossfm M l- daqude sist- a.Oskst- a Bliu-com p fadlita a aprendi- - dœ sfm M los à m edida axl que osapruenta anparelllae a- ra- tlv- ve bul- digitalizadx .Um a * vantagedosist- a IM AGOVOX ; p- lo mentesua fa nqpaA da d- rrentedo tkqld: fotose sonsnaturaisen ve desfm e lœ a- tratœ em udœ .O program a IM AGO-BLISS-VOX, re u1tan* da fuu o dos dois skstœnas, f@i d- volvido para ensinarcorrea ndênda eZ:A os sfm e los arblle 'ose p- adosxxpsist- a Bli% e settsreferente. O pr-Mlmento - preado para o etalMM meto de tais das-ânticas ou deequivalM da I- ia-se no paradigma de H.'a '-lnal o eondidonal.O computador ap- nta (A)ve bulœ digitalizad- (Y avra soada),(B)fotœ oullma digitalindosnaturais,e(C)sfm%losBl< levando o sWeito a ecolher umd- œ lte- condicionnlmente ao outm (- 01* AB,AC,BC,CB).Pnm cadasfm e lo BlL% algumasrelaçe sâo treix dasenq- to outrassëo tatadas,de m odo adanonstrar a efetiva fo= açâo de dncq- de equivale cia.Por exenplo a# s ostreintksdasrelaçe AB tdentre fotœ x lher a que eox pondea um detenninadove bulo)eBC tdentresfm- losBlKqx lher o que torrem nde a uma dada foto);tatéda a M alo AC tdenA sfmM lesBlL% o lher @ que coN pmde a um dadove bulo). O nlimea de al*- ntivas de - lha simultâneas a- entapnlg- ivam entede 1 a 5,o sist- a evoluideconeeitœ sim ple po dae radose depalavraskOlae a frœ- eom nfm- rre lntede palavr% .Sâo iame avaliadasrelae ae tritaw ba- Y en elœnent- œn com- dentre diferenta sfmbolon- e a uma m- a dasse,nâo diretamenteensinae m:sderivae poredul o daqudaselix das.No tatennalosqieito ;levado a var- s- entosdosise a Bli> -com p de m odo a fonnar frœ- - Bli> cox pmdente àquelasapr- tadasfotogro ea e aue vamente N ocomputador.A&sim,IMAGO-BLISS-VOX de tina-se a a- entara lm aqpnr/.nda do skst- a BlV taleomo impl- entado.œn Bliss -comp,eontribuindo pm uma kqukqiwo maisefetlva,upidat e abrangentedo slst- a BlissD rpartede maissqieit- com disturbiosdelinguag- .Ao longo dod- volvim ento de ta e ie de p- % ,o pe ximo pa o ldgico consistena ftsâoeI:A os skst- as IM AGO-BLISS-VOX e Bli&s-com p, num m e a-sist- a queincorD ra prindpi- deinteligênda artm elalN iune a com - içâo de um skstœnaepe alista de eado a a ular o eompoenmento de um pmf- or de educaloee alno ezkqino skqt- itico de um sise a de eomunieawo a um padente comdeneitdelinp- œn.Ce q e CAPES131


92 BLI&F CO- ;BLISS COM PUTADORIZADO E COMvoz DIGITALR ADA (VERO ES PARA TELA EM OUSEI.Sa bra.A.G..M aeedm E.C .Feit- .M .D..Tbiea.V.O .Cax vila.F.C.tfzkstituto de n ieologia,Univemidadede S:@ W uI@); d- o-trae a impl- entaçâo computadorizada do sise a Bli% (Ble -Comp),esâo apr- tados alg- raultadœ preliminn- de sua aplical o an paralisiacerebral. O program a ; exœ utivel on m ic- m putador AT > equipado comm onitorVGA,tela sensfvelao toqueou aeionador-m o- ,e placa reprodutora de v@zdigi- llx da.n lm paciente eom pna lkia eea braleom baixe imo eontrolem otor oadoM dor do sist- a ; o m o- .Nete easo o sist- a faz vnerM ura autom o eail- ie do sue- ivamente osve - ite- decomunieaW o,sendo que a fmiea a-fado padente ; a itir pm m ovim ento m otor qualquer,sundente para acionar tlmhltâo alavancado do mowe,q- do o it- d- jado atlver= do l- inado.nleapadente com M m eone le m otormanual@ aparelho de ecollm :a tela se- fvelaotoqueCTI,que ; ide tame para paeiente tetraplëicos,j; quepode se,r operadapelo soprm O sist- a eomporta 52 grande sfmbolo-eateorias(G :- 0%),sendoque ea4a uma delas comm rta ati 51 pequennA sfmbolo-cateorias (ex:famnia,prol-tsse leque ca% uma dœtascomm rta ati51sfme los-fte- (ex:pai,terapeuta).Poeantw o sisê- n comm rta m n.Q de 135 m iIite- .OssfmM lossâo aprœ entadosœntelas de 11 a 1: cdulascada ulna,sendo que as telas daqgrandœ cate orias sâoœnoldurae de azul,asdasMuponqeate oriassâo œnolduradasde verde,easdositenssâo a olduradasde venndho.Uma 4- œnoldurada de am arelo refme ositensde eomunieaW o na ordœn œn quesâ@ Y lhidœ dxlrnnte a comppsiW o da frase.Quando o pacientee lheum % dp sfmM lo elemim para a 4- de comunicaW oenq- to o ve bulo eorrem ndente a desoa no alto-falante.Quando o padentecom pleta a frase,ele m de soi-la por inteiro ao pr- ionar uma cdula na tela.Aeficicia de Bli> -com p foiaraliada n- u tudo prelim inar de que participou umrapazde > a7m deidade com paralisia cerebralatetöidedkqtônica quadriple ica,Id14a èn ecola ee al,com nfvd de- larithde eorrem ndente à 8a.s&iedo 1o.m u e en matanétiea corrapondente à 3a.sM e, e daenvolvimentd cognitivonoM al,uske io dosise aBlisshé 12 antkq(nfvelavançado)on tabuleiro comauxqio defonoaudi4loga eId 4 anosen praneha eletrônim .O e tudo folconduzidocom o proe ito de compm ra agilidadecomunieativa dasd- implœnentae dosistœna decomunicalo:auxiio e a fonoaudi4loga queapmtava aspalavrasnotabuleiro versusacionnmento diretoeautênomo no eomputador.J; que o tabuleirous.mlmente œnprœado pelo stieito indufa apenas380 sfmM low Bliss-comp foireduddo dem odo a conter a- aqu#le 3% sfm M lœ ;e com o o com po m etimentomotor era bastante severo,foine-un'è xtqneo mo- eome acionador deeae .A* : e œ de treino de* min,a rapide de eomunieal o autônoma œn BLISS-Comp foiequivalente à rapide auxiliada > sua fonoaudiöloga no tabuleirm Aotimlino do etudo,o stieito usou Bliss-comp para diar que etaya feliz pot tera vozpepria (do computador)epoderfalar diretamente,san qiu% deum ine rete queati entâo tinha quçœtarpr- nte @ tœnpo todm CNPR eCAN S132


93PIC-COG :W CTOGRAM D EOGRAM COMM IM CATION SYSW M -VERSXOcoM ptc o om zM u E COM SOM DIGITM A ADO. M acedo.E.C.. Seabra.A.G . TM- . V.O.. Feit- . M .D . Cax vila. K C. l-tituto de n icologia,Universldade de Sâ@ m ulo), G@nealve.-M .l. (Faculdade de Fonoaudielogia,Faculdade Int- daqSâ@ Camilo); ca4a ve maioro - de skstenasde comunlcaWo o -ntiva e aumentativa enp> % de - bilitaçâo para paeientœ que ap- mtam deidtde Iinguag- devidoa comprometimento neurolögiem I% A ts sistanas de comtmiea/o dksponfveksdetaeam-skPIC,K S,e Bli>.A eomparal oda *rnaqpnrênda A tiva dossfmbolossâo dœ sist- si asrevelaqueparasWeitœ vere ,aWetivm eadvirbiosossfme losPIC.gnilleant- ente mais lnm qltieldœl que ts sfm bolœ Bli%. m fato, PIC foid- nvolvidoparac ibilitara comunicalo,etimulandoed- volvendoa lmhabilidadœ m reept- e eognitivaw an jove- e adultœ denciente mentaisim - ibilitad- de se comuniear v- nlmente eom (s quais o sist- a Bl% haviafalhado.0 skst- a ; eom- to de e sfmM lœ arraëad- - 25 cateoriasmmceitualspara faeilitar a sua G ol- e o sWeito.Aseateoriasindu- p- oas,parte do eorm ,m upas,eoisasda œ ,do hnnhelro e da eozillha,com idas,Iaar,sentimentœ, Iuga- , a> , aqietivos e adv&bits, nlime- , etc. œ sfmboloseoœ lstœn œn ngu- branease tilizae sobre um fundo ne ro e quesâo am padosœn 4- qeonceite para faeilitar a c- truWo de sentençasporpartedo sqieito.Este deveapontarasllp- que sâo entâo O IM Y eerdenadassequencialm ent:peloGo oGdor.Uma outra N ibilidade de œnp- o eozkskste no arraqjo dtkqsfmbol- maisimm rtante num tabuleiroque# deseraeopladoa umaeadeiradem * .Tal- pre e m anualésanpre d- orado,Iahlriœ o,e ro trito œn :mnnos denumeo de iteasar-uveksN o use io.'A computadorio/ o dePIC,gernndo oskst- a PIC-G : implœnentae œn mic- mputador AT 2% dotado :e monitorVGA,tda se- fvd ao toque ou acionador-m ouse,e placa digitalizadora de som .Tete fo- condudd- para a avaliae % eneâcia de PIC-C com paeienteD rtado- de paralisia e bral'tanto com tela e fvd ào të ùe q- to comvnr- ura automâtiea eaelo- ento m rmeio de molse.TaIadaptaW o de mousecom o acionador dim to N ite a paeiente com se im o controle m otor ac- artodo o sise a D rm eio de um sim ple m ovimeato qualtpersusdente para acionarum a alavanea coneda ao M tâo do m o- rlxado a tadeira de n)* do paciente.Talmovimento devese exœutado quando a eateoria ou it- de comunieal ode ado ; iluminado > tda do Omputador. Em eomparaWo com PICtradielo- lm ente lmple entado œn tabuleia ou pm - hn detrônlew PIC-C tende areultar- Y uçâo det- * e deaforjo de busea do sfmelo,montagautomitieade x tenças,eom sonorize o digltalia da simultânea n- mod- palavraa palao e x tençascompletaw N ibilitando a%im comunicaW o renota e ripida em ais eneaz com lnterlx uto- nâo fam ilinn'u dos O m sist- as sim M lic- deeomunleae .CNPq e CAPES133


94- Aoovox:N Rn .voz zxœw ôxxco MIJLTmINGVS PAkA PAca x'rssNEtm oLöGlcos.Feitosa.M .p..Macedo.E.c..s- bra.A.G..ecax vila.F.c.(Instituto de N cologia,UniversidadedeSâo H ulo)IMAGOVOX ;sist- adecomunicaWoaumentativaealêenutiva parajaciente queapre entam dellcits de Iinguagœn,com o = quadrosdeafasiaw parahsia cerebral,ederose Iateral am iotrönca, retardam ento m ental, e aufl- o. Ele onpre aavançadosreumosdemulti-mee na medida œn queexibecombinaanmente teto,vozdigitalizada an cinco lfnguas,m ilhn- de fot- coloridasdigltalin dasede aIGreoluW' o independente e - movimento,sde oniveksD rmeio detela se- fvelaotoque ou adonador-mouse.Permiteao paciente expr-qned- jt- e sentimentos,fnpedldos,aitirordens,dacreverrelae ,etc.Sua validade f@iGtG IH A - uma tudo de que particim u um rapaz de D a7m de idade com paralkqia eee ralquadripleia atetöide distônica,havia 14 anosen - Ia ae al,com nfvel#,a colaridade corre pondente à oitava sirie do primeiro. grau e an m at- o cacox pondente à terceira s& ie, e deenvolvim ento eognitivo nonnal, us.,4r1@ dosist- a Blisshavia 12 anos(nfvelavançado)- tabuleiro e havla 4 anosœn pranchaeletrônica.O participante f@iexposto a IM AGOVOX d- nte 4 s- * de * m inca4a uma. Foi com pm da a ve- tilidade comunieativa nœ sistonas Bliu(impl- entado - tabuleim comum veotlseletrônico)eIM AGOVOX (impl- entadoœn varredura automitica e sele o m rmousevenuscom tela sensfvd ao toqueesde o D r meio de pontelro de0 b- ).O participante era chnmado a fonnarve asfrœse ,com ne erode el- entœ variando de 2 a 8 tennos,e colhidosale toriam entepor juf- nâo-familineix doscom a etrutura d@ssist- u Ble eIM AGOVOX.Dadosrevdnenm que:1)para G AGOVOX,adonador-mousefoisue or à telasensfvelo- * D r pmteim de ca10 92)para Bl< tabuleim eomum foisue orao tabuleiro detrônico; 3) IMAGOVOX-mO- foi sue or a Bli>-tabuleiroeletrônico;4)Bli>-tabuleiro-eomum foisuperior a IMAGOVOX-V a.A undo oparticipante asrnmctedsticasmaisatraene deN AGOVOX fornm:1)Gpre oindependente e dara propiciada pela voz digitalia da nah.enl do sise a; 2)'lkrnnRparência'ou dnr- denotauva d- rrente do u% de fotœ colorie naharnlq- vez de arblM n'- sfmM l- ae tratœ; 3) faeilie de de a% ptae à lögieacateorialdo sise a;4)rne te > e e do dœ baneos'deimage- e de voz désise a;5)ptssibiliX de de ampliaW o a qualque momento daquelœ bancos doskst- a im itando a Enguag- que ;viva eque eontinxmmente se *rnnqfonna.CNPR e CXPES.134


95NFRACASSO ESCO LAR :PERCEPCAO E DESENVOLVIMENTO DE COMPETQNCIASAngela Marla de olilelra AlmeldaUniversldade Federal de Mato Grossocom o objetivo de lnvestlgar a questFo do fracassoescolar no Brasll, dols estudos foram reallzadoé. Noprlmelro, fo1 lnvestlgado como as competênclas de alunos de4: sérle de IQ Grau sfo avalladas pelos pröprlos alunos, porseus pals e professores, em três dlferentes éreas -- escolar,social l fïslca --, e em que medlda estas percepçces varlamem funç-ao do estatuto escolar dos alunos (repetentes e nforepetentes)e dos avalladores (alunos, pals e professores).No seguaan estudo, lnvestlgou-se como o nïvel de competênclade crianças e o seu desenvolvimento eram percebldos pelosprofessores. Neste estudo, 'vlgnettes ' apresentavam crlançasque haziam abandonado a escola, envolvidas na soluçzo desltuaçoes-problema. nas mesma; três éreas de competênclaexaminadas açiml. A descriçao da criança na - .j v g nette:varlaga ( em funçap do seu sexo e do seu estatuto escglarevasao recente da escola e evasfo hé 2 anos).As sltuaçoesèroblemafazlam referêncla a um cpntqxto extra-escolàr, çomcrlanças jé engajadas no mercado de'trabalho. 'bNo prlmelro estudo constatou-se um forte lmpactù davarlével estatuto escolar sobre a percepçfo da competênclaescolar nos três grupos de suleltos: crlanças repetentes seperceblam -e-foram percebidas como slgniflcatlzamèhte kenoscompetentes na escola do 4ue as crianças nao-repetentes.Ainda, constatou-se uma concordâncla na percepçfo dacompetêncla escèlar entre os três grupos de avalladores,quando se trataya de crlanças nVo repetentes. Para o grupo decrlanças repetentes, fo1 veslflcada uma dlscordânclaslgnlflcatlva entre a percepçao das crlanças e a dosprofessores: e uma concordância entre crlanças e pals, no quetange à competência escolar. No segundo estudo, o nïvel decompetêncla das crianças fo1 estlmado lgual,lndependentAmonte das .mesmas estarem lnserldas no mercado detrabalho apenas recentemente. ou hé dols anos.135


96'EVASXO E RKPRQVZC;O ESCOLZR :A PROBLEMITICA SA 4TICAIos rRoeEssoREs E ALUNOS DE 5: a 8. sâRzss os î-A zscoLADA REDB P6BLICA DE ENBINO.Mœreelo.vïnieiua Pàeinà (a1un0 Ga Faeuldade de Psieologia PaGre AnehietaQe Jundial - SP)0 okjeltvo do preeente estudo 1 idenlàficar quais as variiveis quedefinemi na opini:o de professores @ alunos,as eaùsas do problemada evaeao e reprosap:o escolar.Para tanto, foi realizadaweoleta deinformaqöes atrav,s de questionx*rio elaborado espeeifieamente paraeete eetudo.A amoetNa e composts de 24 alunos e 07 professores deuma Sscola da rede publica de ensino.A anAnlee doe questionirioe doe alunos reflete os seguintes motivosapontaGos para a repa vaçYo t aldesatenç:ot37 ,5$)lblbagunçall6,5$);clpoueo estM o(l6 .!5%)IGldesinteresse pelo ee1udo(12;7$) e outros. 'Em relaç:o R evasao, na opiniëo dos alunoe , as variaveis est:o tarztorelacionadas a fatores impessoais , Geeorrentes de fom as externas) o trabH ho (33,3$)1 qx nto a fatores pesx als onde as eausasresidem nas prlpriaa intepç8es Gas pessoas ja falla de interesse(33,3$). Com relaçRo : an>.3ise 4os questionnrioe 4oe profeesoree ,percebe-re que ,na op&nl:o delés $ a maiorla 4as caueas da repet:ncia4e aerie foi atribulda ao 'proprio aluno taldesintereseel57 .1$)'blfalta de dlsetplinat28,5$). Causas de repetênela centradae nosproferx res, qomo a dïfietzldade em reeupezv o altmç ,atingem 14 .4$Atraves da onnllse geral'das resm stas aoa questionorlos , eoncluiseque as eaueas 4a rep/okaçio e da evasc ten4em a pez anecer eon,tantés, ou seja, profeaeores e abznns i4entificam os proprios aiunyseomo responsiveàs pelo fraeasx eseolar, zo havendo menqRo aosmetodos de ensino, rel- :o professor-u mm e outros.m antedeste reee tado 4aeredito qye exiete a possibilldade de sereverter a situaç:o Geserlta atravee 4. pa poatas d .e açYes junto 1.famllta,eseola, p= t eex r e lluno.x éta maneira,a resm nsabilidaGepela evaeX e reprovajo n:o eetâré eentro a. em apenas > 4os eomponentes Gesta pa blematica , masGiatribuR a n:s outros eeo entos,propleiando &.a1> aq:o globH .136


97INDISCV LINA EM SM ,A D E AULA:NtCLEOSIMO LICO Dœ DILEM M PROFESSORESM œia Helena G.Frem Df> #J Silva - Faclde de Ciêncims e I,e% thlJpivH dadeRenA.nlPaulista .ca pusdeA- uaOsprofessoresaponta a h O dplina em e-de-auh com o um dosmaioro enkaw spraseu kabm o,muiusvezesjusv œ do o gaçassoescoe .Egte e .3o,voltado pn o coGeo esoolr ,m x = xnA:' ' etae queo mof- I-'hxM'ao c 0 t0 do * o,nem xmpreEde .A AnA'l1medœ even6sece osem sza-de-aAam n > a N sença de qœ o m oe dnd- aieintas , q- to à 'natureza daexigG cia da œ ipH m 1o professor:CX NITIVA PARX CD ATIVAmTERATIVA ORGAM ZACIONAL e PESSOAL. Com exe da' as categoO expëcie o pam ldocente a que os professom s sepropöem,assegx do aelesquea d- xnda œ ipH sejusv ùa pehmome o do d- oe o è do 2* 0.*Por ouko lado, a htolerM cia à fza dR GdançaG o e fronoa- ivo e o e a ausG e de afeH e na Kteraçâo sâo v tosProee entes na M A'l1- das con-' G chspro- œ pdosprofe- àtçjstggcjpjjya''O estudo 2* po o pe o da cdGcadat'afeK dade epidH oadae ''* estr = do subsftdda peh ausênoiadeincdosafee osnarelalo > Y O e sugere que a ine plina pode sY' '< pn (Mmofesiorew um nlcleo simM ëco dœ e emas que enf- tam 0 % seusa* e seu fazer.137


A ESCOLA E OS ESTUDOS NA CONCEPCAO DE ALUNOS DA 8498 SERIE e lQ couEGIAu. Leila saria Ferreira salles,Universldade Estadual paullsta - UNEsp, Depto. de EducaçàoaIB,Rio claro.Este estudo teve por obletivo caracterizar. atravds do discurso. as concepç ö es de alunos de duas sdties escolares, 8: -e19 colegiala sobre a escola e os estudos. Para anâlise dessasconcepçoes foi utilizado o conceito de representaç3o social.entendido como o processo de assimilaçio da realidade pelo indivfduo, onde se integram suas experiências, seus valores e asinformaçöes que ctrculam no seu meio sobre um obleto socialrForam coletadosa atrav J s de entrevistas semi-estruturadas os de-poimentos de 24 alunos. 16 alunos de 0V sirie e 8 alunos do IQcolegial em 4 escolas (duas escolas de IQ e 29 graus e duas escolas de 19 grau). A anâlise dos depoimentos parede indicar qu-ea representaçâo soclal dos alunos sobre a escola e os estudosg que J pela escola.quç pretende'm realizar seus deselos e aspiraçöesfuturasa como ascens3onsociala garantir um status epermitir que no futuro tenham certa estabilidade financeira.Ezbora a maioria dos entrevistados tenha afirmado que n;o gostade estudar parece quea na concepçâo dos adolescentesa cabeao professora de certo modo. disciplinâ-los para atingir essesobletivos. Assima valorizam o professor que demonstra dedicaç3o.disposiç:o para dar aula. amizade e respetto ao alùno ecaracterizam o professor que p%o gostam como aquele que nâo elplica o conteidoa deixa o aluno fazer o que quer e conversa deessuntos paralelos para n3o dar matlria. Parece estar preseEte entre os alunos a iddia de que 6 jela escola que o lugar social g definido embora tenham afirmado que os outros alunosadolescentes n3o se interessam em estudar.138


99 R CONCEPCRO DE LEITURR DE SAES DECRIRNCRS E RPOLESCENTES. Patrécia Lefla(llu nlvFrsadade Federal de S1o Carloa e (2do& #anto: (1) e Zélaa N. M. Biaaola-AlvewtzljUniveraœdade de Sao Paulo .Mufto ae tem dïacut#do aoMre Ieitura no%ûltfmoa tempoa , em eapecia l paas e educadorea0 orgue se acham preocupadoe cPm o que aerip umacviee da lefturan. Eaaa temâtiça puecita in 'umeva-queotees e, neaae Yrabalho o obaetivo ê eHtudar aconcepçâo de leltura preaen te nas famtliaa ,atravëG do re lato d: maes de crfan çaa eadoleacentea .Foram entrevfatadap 45 mâea (de camadaamëdiaa)ComportamentoGegundodeoLeatuna6oteiro(RICOLpara),Inveotiqaçâoe :0 reapoataadoàeaegupdoqueetöeao modeforamlo propoetoanaliaadaopor Biaaoqualitatavamente,li-q lvea e D iaGda Silve (1992 ).OH veGultadoa , fqca lfzando a utf lidade ,ava liaçâo e expectativa d9G mâeo quanto aocomportamento de ler de %eu filho moatram qge ! 1)a- maea vêem a leituna como uma aYividadeimpevYante, de con-equênciaa iptFivamentepoeAtavae ; 2 ) ao abordar o tema u tllidade , avamiedade de reapoot#a è qrande , devtacando--eentre elaa a tvanamlyaâo de conhe cipentoa eanformaçôea , o favorecimento da aprendizagFm daeacrœta, aumento do vocabulArio e o Cavor:cameptodo depenvolvimento em geval (œntellg@ncaa, l crlatlvadade,le xtur: de d iferente@ emoçleGymane&raa etcl; 3)z aola lam maeado avamatemial aam ade le ituma , do que ih centxva o compevtamento deler , de como ae deaenvolve o hâbito e fazemi4) cmïticas p videogameA forma ecomo a tea levaaaoe-çola avalia aao viatoGq Ieftura; comoatividadea que competem com a leitura ; 5 ) aa mleeaperamque o comportamento de lev de aeua li lhosaumen te em frequlncia .Pfacute-oe qMe no que dfz reapeito aconGiderar ' a leitura importante y exiate Hmcpnpenpo , no entanto , e 1a par6ce aGauminGAgnifxcadoa diferepteu para aG famllay-, tornandodiflcil uma defzniçao que faça Gentâdo para amaioria da% peaooaG . R llm diGao , e1a traz con-igouma copotaçâo de atatua , 1en é aer cu lto ,eaclarecido . ''Cermanece em aberto a queGtâot Ge Ien èconalderado tao fmportante , por que è ao meomotempo tâo d iflcfl eptabe lecer este hâbitoz Se aGpepaoaa conNecem daveraa- vantagena acerca da; leitura e de a lquma forma l*em , porquepewquaaadorea , eduçadore/ e fapâliaa eptlo taopreoçupadoo eœ ancentavar ainda maaa eaaaa tavidadeT139


100A M oT.= Açâo DA D TAK A No Dlsm Ko Do Aoa 'ro;xNqm4xAT.m r Es M QW CA E soG r .t-xe- o e lfo 4= os M ello NetoU fM ix x O *At%lde ' 'O objedvodexee iho foiode- orago resotaçsegaœltaggobreacrircade = pesnin tl vigta ee ta ente da H llge do paiqui= o.Po izao,opt- a.por*M > indivfduoz'(e n:o por Miligr mxt- 'al culhn l e intelw ete osdepoime n.colhidog :ob un ânw lo freudimo.P> pog:ibiliœ o enqtnee pgicmaltico,lmç= og . supogiç:o de - Acon> :o & 5- dacria çlpelo aY lto eex '.n1= hipoe co limite e emaliedegpgfquica(inconxciente)eme-'al(consci- -).O método de abordag= tiiliado foide= a de e evim e .e- mo dw queeelm lou o indivïxo areoonde objetiv= e ee,ao me= o t- ,mMifee -setom a ociwôesrelativa oteime ati- .> p feiœ f= :O - :cn'< a?L7* A ig- cn- a - v, * * < Comove < im 4 =inM a'LComo ve ima im ajaN c deseu > >'?)Como v- i- inatzinM a & seuss/os(tmdo-ogoun:olk=move f- t'na a fa' e / dosslhosJoœsu Ajhosg.A egcolhadozmjeitosfoilimitadaao lmiv- o dep- -vagocialdo M WA .Fo= elcolhidos educadoregmn m do pés-n dsaçxo = FA lraç:o,poe - :oexe,ozgujeitogproe ore:deideolo#az:o> acri=ça.Fo=% A & g 6 hom= e 6 mllherel de idade > 26 e 40 m og,= do (pe ae evim foi- % c mini-c- eeeex scritajéno mometo dau lise.Ogmgultadog fo= somote qualitativog e degœito: > 4g du se- ' e%categoriag obuY na lei- f>*.- -* mnk- 'alque eo,ao me= o t- o,teeicaae lide riu,c= o e omo,ze em gee a ' ç5o psice ftica:-u -x* -> --''-- , h-xue da oMo açxo do dilctn o do e eua, onde asro rese taçöeg gocialmc te compm ilhadas Rperpse-se a se lm e n: : imagenspe culres,o quepn cezereatzgademgûeiw - -# - - * ,dizreo eito aque- de p< edo dig= o e wdo pode sc mteor ' etado como = do iro licit= tc tevoltadoasimesmo,tomcdo comopree naœi=ça:> ee # A -e eiszo mostrou comoogdisctn oslr- ' readogprecia pro/xn'eun eu e= outrodef= aaporou n:olimitege egiea5- daG mçacotadaou ime ACom o conclm öesprincipis,vim ogque agrelaçöes> egge eu cnne tido pelodigcm o e a5- dacri= çatanbe alicane dtla d.oue def- l(pe e ossemie- uonde og limites entre o eu cnne tldo e a cri- a fale g;o muitoplxicog.demeeiraque,ao me= o t- oern queoKzjeitomien aG> dacrimçaaoseu euqproctn porbm img;iggo,btxc=do prese- aalteriYdedacria ça.Trata-se dete proceszo ro etitivo,onde aim a- da cim çape ece = caalc= çr independe ciado eu do adulto,isgim c= o pr ce ta bdn n:o se rnisttr.mae1e plena ente,o que mzge e agiu çâo limite H re reiidade:mmom acim i140


o J.UIïE aATROLE EsrdlADo CCMO ESCOLHA ENTRE ALTERNA101 TIVAS. Rachel R. Kerbagy*, Marlna Buzzo. Unlversidde de S3o paulo.'Para ensinar autocgntrole iscrlanças parece importante ldertlficar quaâ s as varlaveis que atuan eurante : situaçao de espera. Estudos anteriores lrstrqn pouca variaçao nos cunportanetos mrtores durante a espera.o que a crlanva diz para sl podeser una variâyel relevante.Con o ob . Jetivo de verifjcar o efelto da ânstruçao forreclda em relaçao ao reforço vlslvel ou escondldo conduziu-se tm experigento reglstrando-se as fal as dascrlangas durante a espera.Os sulettos foram 25 crïanças entre10 e 12 anoa. Prtredlcento foi o de espera, empreald o p o rMischel, acrescl das ln:truç3es para usar o gràvador. Todopsrtielparan de a,m= sessoes experigentals e receberan instruçoesgerals na prileira e especiflcasgsobrs o gravador/p: seda.Esperandogo sujelto teria coTn consequenéia ynalor ntnerode balas. Resultados. As instruçoes foran anallsadas fkncionalJente bem coro a fala dos sujeito.As falas foran dividldas emdu as classes:A e BJ Corlederou-se A aquelas con referFncia aeventos ïndependente do experirento e B, aquelas falaœ referentes aoy eventos experllentals.Coratatou-se que con a reconpen, A 's: vislvel 9s sujeitos emitiran malor frequencïa de verbalizaçoese ta/xm se referyanmals aos evenyos experimentaïs cùnfimmndo a relev3ncia das insynx3es.Tambem houwe mals refer3nclas a recGqxns: e aoperiodo de espera.4 fala mals freqùete nas duas sessoes :% relacionada Ns relaçoes de amlzade seguida da recoqxns: e &aa utlllzaçao.Verlfica-se claraoente ocontrole da situaçao experilental, portanto das contlngenclasnas quals o sulelto estava inserldo.Discute-se o procedllentode escolhq e espera cuoo una alternativa para estMdar o colporte nto dé autocontrole e à impdrtancia de emprega-lo pm segxnclas.lalienta-seo papeldo gravador para registrar as fa1as e tanbem para facilitar a espera.* pesqulsadora CAPES. '.141 '


102 O CRITâRIO HETOEOLOGICO PARA AVALIAR PESQDISA NAARRA DE AUTOCONTROLE- Sonia S. Casta/ leira UFHGDepartamento de Paicologia-O estudo do comportamento de autocontrole se desenvolveucom as resqulsas comportamentais. Houve := rerfodo de grandeproduçào na década de setenta , com pesquisas bâsicas eapllcadas e tc a posterior diminuiçïo de estudos- Uma daaexplicaçöes possïveis é a termlnologla 'empregada e asvarlâveïa comm rtM entais e outras,cognltivas presentea nosestudos- Hâ , no entanto, critérios de pesquisa aplicadaestabelcidas por Baer, Solfk e Risley 1968, 1987 e Hayes,Rincover e Solnick, 1980 que yodem servir como maneira deavaliar os trabalhos realizados na ârea - Procedeu-se àavaliaçào de 67 trabalhos, produzldos na ârea deautocontrole, de 1987 a 1981, para verificar se asrecomendaçöes sugerldas por esses autores existiam eeapecialmente identificar as dlficuldades encontradas.Considerando a relevância da anâlise metodol6gica e suarelagio com a produç


103 A MXE aksM x CCMPORTAMEXID DE AUTCCONTROLE EMSIIUACXO DE ESPERA.Cibele C.C.Sales* . eRachel Rodrlgues Kerbauv+* Unlversidade de S3o PauloO com ott- nto cl autœ ontrolar-y g apx ndido em dlw r-sas stte œ s e entx elas em situaçœ s nas quais m ssoas aBxlliancun lnstm ç/ s. Para estudar o autœ ontx le pe -se oLaam izar tzna situapao de es> ra por x cœ m nsas maiox s e renoms, R m atiW dades proararsadas , e K alisar os cGnm rtaY n-tos enitidos.Pretende-se anallsar a ïnyeraçao G tn-ertu a,durr te essa situaqao de esm ra e atraves do cœ m rta ntoverbal emitido jdentiflcar os cGq>ortanentos de autocontroleenslnados pela ree ao filho. Foran suleitos. dez crianças öe8 a 10 anos internaïas no hospital Q suas Fees.ProcedirentoProcedeu-se a un trelno para sltuaçao de espera na qualcriança pojerla chxnnr o experilentadore interrccper a espîra cîlna mae presente.Um gravador registrava as falas na s1-tuaçao. Resultado Oito das 10 crlanças esperaram o expericentadorvoltîr e considerou-se que se contçolaranz O conjuntode lnteraçoes verbalsque corpunhano dlalggo mae-crianoa,foidividâdo e: Untdades de Interaçao.O crjterio de divisao foia intervençao do falante.Quatro pares mae-crlança realizaran65 a ll6 lnter:ç3es e 6 pares de 9 : 20 interaçoes.As du:sc/ianças que nao se controlaran estao no gngpo de r:nor nunerode interaçoes. Qbteve-se 4 categorlas de lnteraçoes sèndoque uma delas se re fere ao corportanento de espersr,considerado cown de autocontroleyoun 24,1X das lnteraçoes.Nestasfalas lnclui-se desde a mae especificand: ccrpo:t= nto verbal e rrtor : crianva e esta dizendo que nao sabeo: ematindo o cv rtu nto.Ha aïnda falas da criança sobrenao esperar e a mae solicitando calma, lndlcando cv rt> n-tos e colocando regras.A categorla que se refere a outroseventos obteve 42,7X das intoraçoes constando rrdos da maeHdlslralr'ou sugerlr distraçoes ao filho.Conclulu-se queas rles enslnan as crlanças e rara nte delxan ao seu critAriGa escolha de deslstir da espera.'* pos-graâaAnan öe doutorado do PSE-IPUSP, ccm bolsa do CNPq** m squisM or CAPESa143


cs CIA Ft7RTAXENTOS Ds It$'l'0CONTZûLZ REMTIZQS F0R FEssoàs C07104 HlpERTssslo ):suà Rsuçàû c0v zrssào z TMTZRENTO.Taniakoron saeszraga#DNESP eFachelRcdrignes Kertany'?Unive/ lade desëQ ?au1Q.. -)Nota-se na érea de estudo da hipertensïo := a ênfase noestudo do estresse, de ingerir medicamentos, reduzir o sa1na alimentaçïo, contlnuando, no entmzto a questïo bâsica sobrea causa da hirertensïo prlmâria. 2 procedente, portanto,estudar as variâveis que podem contribûir para melhorar aqualidade de vida. Supondo que para conseguir cumprir asexigências do tratamento e prevençïo é necessârlo tarepert6rio de comportamentos complexos, decidiu-se levantaro repert6rio de autocontrole. 0 obletivo do presente estudoé estabelecer a relaçïo entre os comportamentos emitidos, deacordo com os cuidadoa para prevenir ou diminuir aincidência da doença e as soluçöes apresentadas paraproblemas de autocontrole. Su.seitos. Um paciente hipertensodo sexo feminino, com 54 anos de idade e outro masculino com62 anos, que se apresentaram no ambulatörio do hospitalpûblico com pressïo elevada. Procaedu'lelxto. O paieélogopreencheu tc protocolo com dadoa gerais sobre os cuidados dosuleito consigo pr6prio em relaçào a làiyertensào. Solieitoutambém respostas a um material adaptado de Rosembaum (1980)e Stuart (1978) que permitia respostas verbais detalhadassobre comportamentos considerados de autocontrole. Fqramrealizadas três sessses de coleta de dados com cada sulelto.Resultado- â expressïo dos sentimentos, especlalmentetristeza, conslderada dlfïcil. 0 suleito do sexo masculinoconsidera ser melhor ''desfazer logo o mal entendido. sepossfvel''. Ambos nïo pensam em s4u passado como fracassadoou 4rrado e nïo relatam diflèuldades .com pensamentos sobresl prôprio ou os outros. Quanto ap controle diante de ;hâbltos copo fumar ou beber,afirmam regras do tiyo'respeitar oa limites'.. Qdanto ao controle do meio atribueytudo a forja de vontade. Apresentam esquiva de situaçöessoctais diflceis 'saindo de .perto '. Quanto a relaçïo desse:comportamentos com a adesïo a , tratamento, encontra-se que omedicameàtö é ingerido com regularidade e que para o sul eitodo sexo masculino é mais diffcil controlar a alimentaçào.Conclui-se que os suleitos expressavam conceitos e regrasque parecem eficazes mas que funcionam parcialmente e quesïo relatadas sem que percebam as contradiçies exlstentes.+p6s - graduanda de doutorado na USP. ** pesquisadora CAPES-144


AVALIACXO ASSISTXDA NA ORDENACXO E DESCRI-105 ç:o DE SEQUZNCIAS If TEMPORAIS-LCGICAS .a r i a R e in a F o n se c a L indember (1) , Mayia Beatriz M .i1loepartamento fnhares2 deEducagâo da PrefeituradeMatXo(2)Faculdade de Medicina de Ribeir3o Preto-usp'.j,cons iderando-se que a avaliagZo do po tencfal paraaprend izagem reveste- se de signif f çado dfajn3stfco,esPe c i a 1 m e n t e n o q u e s e r e f e r e a id e n t i f i c a g a o d o s d i-f erentes graus de dif iculdade para aprender (Camp ione, Brown e Ferrara , 1985 e Bar ton , 1988 ), fo i d e s eEvo lv id o o p r e s en t e e st udo c om o ob 'Je t iv o d e : ava 1i a rcr fapgas com qùeixa de d if iculdade na aprendlzagem esc o 1a r em um a ta r e fa d e o r d e n a g 3 o e d e sc r ig : o d e s e-q lFncias temporais-lJgfcas com . uma abordagem de avaliaç:o ass ist ida . Foram avaliadas 20 cr iangas de 7a 11 an o s, d e 14 /2# sir i e d e e sc o la s p tlb li c a s , que l: . lv ia m si d o in d ic a d a s p a r a a ssi st 3 n c i a p si c o 13 g ic a p o rapresentarem dificuldades do aprendizado esco 1ar . Asess:o de avaliag:o dividia-s e em trFs f ases:inic ia1sem ajuda , de ass istFncia e de maputengio . comparando-sea fase inicfal sem ajuda com a ,f as e de manuteaç:o , ver if i cou- se var ia gâo no de sçmp enho p o tenc i'a 1das cr iangas.quanto l ordenag:o das s eql3nc ias , ocomrendo a f ormaçâo de trFs grupos df s tintos de janhadares, n ; o-gan hadores e altosiescores . Quanto as des-criçBes das seqBFnciay, todas as criangas aumentarama proporc:o de descriçBesestruturàdas cvm a aàsistFuciae apJs a suspens:o da ajuda na fase de manuteng:o.i ,ouanto *ls intervenç3es 'de ajuda, os ''n:o-ganhadores f oram os que mais . precisaram de in tervenç3esdo 'examinador enquànto os altos-escore f oram osque meno s 12r e c isar am . D i s c ut e - se o s up o r t e in strucia.na1 temporar io e ajustive 1.como recurso d iagnls t icoadicional do potencial de aprendizagem . ''145


10 6ACBRnAGE: pslce:llRlc; j; ;#âLIlç1n plIllEtlstxtli:; S1Teâç10dRlsltfiRâ.ïliane Qeri pi.te carneira,Flivia eerte.daSilva,tufs l:tlnieKenteire caRpes , Iatiaaa daSilvapereira.Iistitqt:dePsicelejiadaeniyersidadeFederal de2iô de Janeira.1 presente trabalic avalia,atrayésde :. leyanta.enteiiilialrlfica, es prccedi.eRtes de .ensqraçle qtilizates naspesqqisas aa Irea da Fsicelegia ia Inteliglncia . Fara.ceasideradas trls tip:s de aëaliaçle eqxedida :cs estudcs sairea inteligqRcia ie.ana: a psicc.etria cllssiça , a ayaliaçl:psicegenética e as ebservaçles através da interaçla c:.ce.putadar!Fera.levantaiasaspesqeisaspailicaiasa partir dadècada de 84 e. 7 revistascientfficas na Irea da psicelnjia erese.os de reuniles aaqais de ieas scciedades cientificas -Yerificeu-se e. pri.eirc lqgar a 'distribqiçle da -preperçl: deartiges na ireada psicelegia da Inteligência ,a decerrer daùlti.a dicada. lvalicqrse, ta.bé., a inciisncia ie artigesteùricns e e.pfricas.Entre es artiges qqe.qtiliza.a psicn.etriacllssicaverificcu-s:qeeapreecqpaçs:ce.accnstrqçleie nnvôs 'testes é insijnificaate,sendecs testes .ais etilizaiesn zaven y aGeaiencqgà e :Cender-;ayaliaçla psicege:ética preia.ina ṇesestedôs s:dre a inteliglncia,peiscerca de Iût a qtiliza. . l .zaicria d:sestudas qee qsa.: .itedc clfnica,nl:e.prega nenàe.tipa de padrcnizaçla,ne.faze: referinciaexplicita aa .étcd: deGqtt.ae,sara pain, Lenjeat ee.es.aa padrcnizaçl:de kiah ùang.; avaliaçâe da iateliglaciaatravés da iateraçlece.e ca.pqtad:raparecepcgcas'pesqeisas.canclqi-se 4ee a etilizaçl: de Redidast1ediscrelaatesna irea da inteliqlncia pede justificar es'resqltades ceatraditùrias lqe te. sideeacantrad:s n: ùrasil -pesqqisadarad:2xp1,ielsista de pri-.estrade da FAPERJe delsistasde iniciaçla'cieatffica deCEPS.'146


9fsEk#2L#I#ijf0 0n ?idS;Kiï10 ttG1C0 6CACSALE 9A ABRALIPABI i:10 7 pzls CRZFOS picnlAjçiG: 12:: Uyindn i lû*A Rbdât -iiiane terKpintc carneirc,qinica#.1.Ferreirae Maria das traças tesarinInstitetoeepsiceingiadaUnlversidate feceraldn Ricde Janeirc.Este trabalhc relata resuitaics parclais 4a u:apessuisaque inyestigac tipcte infiulnciaque anrbanlzaçân exafce scbre: desenvclvi.entn


108ASPECTOSPSICOLOGICOSE O CIO .T7THM TRATSDAC4 A QENDIM GEV DE M ATEM ATICA .Dmlnnn MeGm-n Pimente: Càse Rego,Luce Oliw H (M ese o emPsicologiw W PEI.pm> AlmrAgenso qu ntesem micolo> coe uva (*G- 11d , 1989)e a a- de ga de M tee tica > escola é = >œ sso que œ eœ e e se congûtuiculhxm lm O te *n% individuosemintem çâo sx ial.Tmdicionxlm - te Izmwm àtio esti asgx iada à m em ,ena e çëo œ lto,a de D> apxne s e paxedimentos.E ee ,a > 'da m v éva se iœcultepm m sta m r H œ nfeld. n zmnte um :èIIeaH letivo , fora N'-nl1'*manmo< œ e Glmxgens+ > sah deoihva géziedu -> te o em e de àlgebm e flmçôes .Osagule osda e sedetnlhxan X g vid- Dvela que os alunos M o g:o âequœ tem e eu ajadœ 1- çonM çâo de conœitos,am - do pmfe:aorob- -vado X fender idéia:sum se enk œ nskutivie-. A1% assuolw - mœ + e o dixo o zM tee tico do pmfess6r = * œaula é M neAnte e lienu mentee fonnnao m losal= œ. EsœM foe Hiy>m M m ito,m rex- lo?à fo> m1a quzmpmxntaçœ znae uœ im- - no hw kxto eo * -men/ me cadasm logal= os- ixluk fge tée que1*-u o G m ilin- q .Ee > 'e1nfo- - bxemplogilus% tiw s%zmt- zA œ * dè auk M cio< conGbe œ e H- -x a psicole da edu- o lm tene /ye sugestœ > :#œ- a m eK oe do vne o de m atem àtica no pe eim > u .148


1090 RK IX TNID RM REEBTO TURACRO'pe IY œ - M . 'Ricardo Primi - Pont. œ div. . Catôlica de Campàna..Com baee na roncepçlfo gsico tdlgica do f ator 9 e nowprinc:p.to< do orqaniraçYo perceptual da kooria da .Geltalt.foi concebida umm bipètese de qua o processo de raciöcinio(particularmen te a . eduçào de .re)açöœs i pode . lœr 'caeacterizado romoa'uma .reestrukuraç:q ativa das xn'foreaçèesrecebidal (lejam elas . p/rcepç- s ' e/olz reprelentaçeesor i ginadae na memùràa )' atA quo eskap possam se orgeoïzar emum todo equilibrado, simltr:fco, beln Tormàdo e relacionado.Como deduçAo desta hf.tpdhtpse . dïficu ldade n'ol itons dotelkes de inkelagêncie (partirtllirmente no% testes que medemg ) esta diretamer,te relacionada ao 'krau dœ roeatruturaç#oexigida. Itens mals fikeis exïçem ufna me'nd/ reestruturaçèopois su* orrlanizak:o 'Aaz com Qul a rezacao estela explàcïta.* . ' '*' ..Em ltenl diêgfce.ts acontec/ o contrério, por Isso exigpm uma.œaior reeg rukuraçAo pmra' que .a relaçAo ax reça . EHtaqipôtese #o1 teskada eytpevïmœntalmànt* ondez ' . J ' '''w . .. . ' , .1* Foram œlGolhidos 9 itens de difiduildade' elovada do+teltëe 'I)'*4C IP D-7tJ '.'.2% Foram ccmpostos' dpïs .radernol um rort:tpodo 4%1 , @...i1;en-< 'origxnais * o oùtro contendo os mesmoe ftens 'arrpnlAdpl.megunoo o- princlpïos de oroanizaçèo perceptual da Gevtmlt, . de forlna que o gr'au de .rpestruturaçlo èxdqida le.j1 menor'.(note que ms relaçèel a skrom descbbœrtas aqui %ao al mesmaldos itœn. origïnais).3: Forem 'tompoWlos'dois ghupos efpparelhaclos'quanio ao 'slko e.' ''nlv/l de inteliqlncia (medidos atrlvl. do . q 3+ ). cadl qrupo. contendö 14 suJeitos.respondeu a 'um do* cadernos.''** -0:- ltens 'oram analisadow quentitativamente quanto' ao'grau de dt#iculdade ' ..* qualititivammnte quanto . .as .estrat*qias.coqnitivas exïgïda+'na sua reolïzaçao.Em relaç:o aol reskl1tadolV obeervdu-sl que '2 dos % itensobkiuermo mudanças signï'fàcakivas ' quanko ao grau dediTa cttldade ip=pJ ,C15) concàuindo portanto que a.hipd.s' r œse .podl .ser Iorroborado levàndo-se .em tor'ltl no entanto o tipo dealteraçào eTetuada.pgencia 'finenciodora Cnpt7 .'''t49


110o AuxILIO DA IMAGEM MENTML MA COMPREENSAO DEUEITURA EM ADULTOS RECEM MLFABETIZMDOSD I&S , M .G .; Pessoa , M .C . & Mello , M .F .. Mestradem Psicologia , Universidade Federal de Pernambuco ,PE .M imagem mpntal ê considerada uma das maieficazes estratèpias utilizadas como aludacomMreenszo de lexturà. Esta estratègia, de fâcilap llcaçzo em sala de aula , reque r que o aluntraduza cada sentença lida em uma representaYzmental de seu conteido, o que resulta em uma maloratençzo por parte do mesmo e consequentemente ,capacita â um mais profundo processamento semânticdo que estâ sendo lido. O estudo de Dias , PessoaMello (submetido) demonstra que as crianças da 3a.sèrie do 1o. grau , tanto de escolas particularecomo de piblicas, melhoraram significativamentecompreeszo dos textos com : uso da imagem mental.mesmo nZo foi verifioado quando as crsanças nzrecebiam tais instruçöes .No estudo de Steingart e Glock (1979), o grupde adultos que teve este tipo de ins truçzo ofereceumaior nim:ro de inferências e aumentou o nivel-dretençzo dos textos. No entanto, a literaturcarece de estudos com sujeitos que tenham sida lfabe tizados na idade adulta .No Mresente estudo, sujeitos entre 25 e 3anos de Idade e com dois anos de alfabetizaçzo depois de serem classificados em tr:s niveis d ,dificuldade .na compreensio de lèitura, foradivididos aleatoriamente em dois gruMos. Osujeitos de um dos grupos receberam a lnstruyzpa ra construir imagens mentais enquanto liadenotando entzo , signifiçativamente melhorcomèreenszo dos textos yuando comparados âqueleque apenas liam as histôrlas.Projeto Financiado pelo CNPq e Facepe.l50


111EFEITOS DO RUIDO E Dâ SIHILâRIDADE BUH;TAREFA DE BUSCA VISUAL.César Galera, Iara Dela Coleta Adriano M . Faeioli- t .e Eduardo hakvaa (Dep . de Psicologia e EducaçKotFFCLRP , Universidade de Sïo Paulo ); Ederaldo Jon.. Looes (Dep . de Psicologia'. Vniversidade Federal deVberlândia).O obletivo deste trabalh? foi verifiear osefeitos do rufdo e da slmilarldade alvo-distratorsobre o tempo de processamento num a tarefa d ebusca visual em que o alvo deve ser detectadoentre um nûm ero v ariével de d istratores . Seissujeitos (homens) participaram de duas sessu:sexperimentais em que o campo era homogêneo e seis' outros (5 homens e 1 mulher) participaram de duassessöes em que o campo era heterogêneo . osestfmulos eram d fg itos impressos em cartöesbrancos, apresentados num taquistoscöpio acoplado@ um cron-ometro . Além do fator campo (homogêneo eheterogêneo), foram manipulados o nûmero deestfmulos (2,8 e 16 no campo homogêneo e 4, 10 e16 no campo heterogêneo): kipo de resposta (alvopresentee alvo-ausente), similaridade (alta ebaixa) e a qualidade visual do campo (intacto edegradado). os resultados mostraram um aumentosignificativo do tempo de processamento em àmbosos campos . Esse aumento é incrementado pelasimilaridade e pela presença do rufdo. DmacomparaçKo entre campo homogêneo e het:rogêneomostrou que o ef:ito da similaridade -e maiorquando o campo é homogêneo, independente dapresenga ou nKo do ruido. 0 efeito da degyadapëodo campo é Maiör quando a similaridade é bazxa . Doponto de vistà da teoria da selepKo visual (Dunean& Humphreys, 1989), a siMilaridade alvo-distrator,a heterogeneidade do campo e o rufdo poderiamestar dificultando o mecanismo de releigxodistribufda dos distratores, tornando a buscamenos efieiente .C:Pq151


112ZFZITOS DA SIHILARIDADE E Dâ COHPOSICXODO CAHPO HUHA TAREFA DE BDSC: VISUALEderaldo U Joag Lopes (Dep . de Psicologia, .niversidade Federal de Pberlândia); Cgsar Galera,Iara Dela Coleta, Adr iano H . Faeioli e .lannranMakvia (Dep. de Psicologia e Zducaç


113FILTROS DE FREQUêNCIA ANGULAR: NOVOSDADOS CONFIRMAM EFEITOS INIBITCRIOS EM FILTROS DE9, 13 E 16 CICḶOS. M aria Lucia de Bustam ante Sim as eFébio Albuquerque Thiers, Laboratörio de Percepçâo Visual,LabViS-UFPE,Universidade Federalde Pernam buco,RecifeiPE,CEP 50670-901.O LabViS-UFPE vem desenkolvendo experim entos sobre'qrocessamento e percepçzo na visâo espacialenvolvendo, direta oulndiretamente, estudos de filtros 'de frequ:ncias espaciais, radiais eangulares com a utilizaçâo de métodos de detecçâo e som açâo de supralimiares. Vérios destes resultados vem sendo relatados em artigos eresumos de cbpgressos. O presente estudo mediu, com o método dasom açâo de supra-lim iares aliado ao da escolha forçada, novas cu- as derespostas a frequências angulares para filros de frequências angularescujas frequênclàs de teste foram centradas em 9. JJ e /8 ciclos.Asfrequênce>s de *z?'/ Gram 1.2.3,4,6.9,13,16,24,32,47.64,e 96ciclos.Resultados anteriores com a utilizaçâo de um televisor-m onitorcombaixa resoluçâo no conlraste jé foram relatados em artigo (Simas ML,'Frutuoso JT . & Vieira FM,(1992),Braz.J.M/#.Bio.Res.25:919-9231eresumos decongresso (p.m VIReuniâo Anualda FESBE,1991.n@1.59).Aotodo,incluindo as m edidas anleriores,estâo participando des'e experim ento7 sujeitos,nem todoscom medidas de curvaspara lodos osfiltros.Os rpsultados obtidos até o momento para os filtros F9 (JTF:2,FMV:2,FAT:2,LFO:2),F13 (JTF:2,FAT:2)e F16 (JTF:2,FAT:1)permilema comparaçâù' das tendências dos efeitos de somaçâo ou inibiçâo ouinependêncianasrespectivàsfaixascentraisdabandade jpassagem decada um destes filtros. Pelo menos no caso de 3,2 e 2 sujeitos,respectivamente,I:é coincidência quantos aosefeitos de som aç:o quando afrequência de fundo é 9 ciclos para F9,13 ciclos para F13. 16 ciclos paraF16.Também ocorrendo efeitos jnibitôrios nas faixas vizinha: como nosresultados anteriores,i.e., para F9,estes efeitos ocorrem em 6 e 13-16ciclos,pafa F13 em 9,e 16-24 ciclose para F16 em 9-13 e 24-32 citlos.'FINANCIAM ENTOS:CNPq,FINEP,FACEPE.'153


l14COMPARACIO DA REDE SOCIAL DE CRIANCAS, ANALJSAqA H arclaP0R R. BonagambaFOTOS E VIDE9TEIPES.Rublano, Sandèé A. Luque,Regina C. Mingqrance & Harë 1: Campos de Carva-1h?. Faculdade de Fllolofia, Clegclas e Letras de Ribelrso Preto - Universldade de Sao Paulo.0 reldciqnamento socia! de crianças iem sido estudidoatraves da obseryaçao da lnteraçlo enlre component,s do grugo: Tèm sld? apontlda d lmpgrtancia da proxlyidade flslca para Jqteraçao, prlgclpalmente entrecrlanças d peguenas. Em ëslujos anterlores, cgletamosados por caTeras fotograflca! q de vldfotelpes, degrupos d, çrlanças durante atlvliades llvres em creches.Utlllzando esta coleta de dldos, o presentetrlbalho comparou a rede de rçllçoes de um grupo decylanças entre 2-3 anos. A anlllse jas fotos e dosvldeos das mesmas quatro sfssoes fo1 ffita a cada 30ssgqndos. çelas fotos conjlderou-se unlcamrnte a pr4xlmldade flslca, para regljtrarrse cada crlança encontrava-selsglada (nlnquem sm torno de lm a suavolta) ou proxlya de quals crlanças q/ou da pajsm.Pslo vfdeo coqslderou-se a slmqltageldade de dols ildycadores, atlvldlde comum s.dlreclonameqto soclalmjtuo, para deflnlr se a çrlança estava lsolada gunlo. 0s dados das duas aqallses foram na mesma dlreçao,principalmente cgnslderanpo os pares de criançasque mais se assoctaram, evzdencipndo que as criaqçasgeralmegte envolveram-s, em atlvidades compartllhadps'reallzadasem prgximldade; lsto salient! almportancla d? fator proxlmiddde flslca qO reldclonamento,jeb crzanças de ! lnosz Te1 conclqsl? fornecease emplrica para a utlllzaçao daquele lqdlcador emestudos sobre rede soclal de grupos de crlanças.(FAPESP/CNPq). '. ' 154


'AAœ /RTA*- MT/ * ;M@@ œ M 'AMX M Q''œ Ae :115 um n - AçioA - T. X RIœ RK PA- - - - TAM 2 RtA ;.t2A#r PD -A > ' ta de de% oomo = ooo- qx meH= ,- :n0 :F n n-'*1. Na E#- *.- do desO vole e Y i aaua ë v e d. * = > oomo re- & o a * K- Hn afee o& ou% (of porex- plo.Bu œ & Om 1%o.19A ).O - * e > O o oe o egté ga%'ac% bd> .* : A e - G = e - m - = a vc que o00m,- % a - 'oo+' ' na.mioG * veo ,em = a *a pe - & da o- e ça e iso prex p- dvek &- ,qn- dnM > * ç> = e o eq e o o> o.W G on (1949) ao A1- 'eose érdœ * - >odee Oclae ' eu-o- ycoboa qx ao *-'-'= a a a * p- se e re- por= &*' odç'o afeuva qe* x je neh.1* he ea e = eeozço ao m ddo dedf- n'-.se do oue po - Ovolve o rexnheoM -lo % Y e afe va &oqko.O - > e e o * G e *mo oNeuvo - Kve-'.sa p- entos= - cosde * % peq- ..A3,x>2nee o re= o% * % x m o Mm F œ ee O to complœ O œ à ob- O .Fo=rewl,'x dw.*& o n vw ôœ - G d= * wn pe odode kêsa- .de = > m de 23 c* çu & a bosos= ow p- H e s & eœnede= da bG he em que A q- G= .Y uee m rhve-' e ç% & 3 = -,de me a * 6.31- a-- '- > q< a* > coxxa'dn3o a m '-' .! od&o--*meo .. eoomO tr = e ' o de = > '= qx eh = Mm d- Fo- nn,'- m.O- ' o # x1- 'o. .a n pelo p - ' ao a > ,em ak * ae = ,.'l- lo 4e xo wGvi-o 6ë.Osmgde mo- que :1)jé ne> O yae ça éON& va l,'xeo qe ek v ee do - G-œ o % o< ;)sx -é 9na - 'nn'n du vœ ,Om- velc- av e do ol - dntAe n;3) a o x mplœ O œ da e ça 'œ pe a* x= s= >= e * *@M D M G W & O 'R1*.Os * s- de e : na y- e va 4e se e eleoo-omœ % % =


116o xh- - m c o oo ------TA-- N YIATY:.... x o . wo e x . Am O WA AO JS- /a Alxeuxa x eys gNR A t*4- - n*z'M OW E X EW W O O OEm e e o *>1M'ne œ uvG M o e Pe&ox (1* 3)hve-' o oompo- - to -'l- 'vo & * peqo (2-3= œ)V ob- e e .- = -' R de reœeo % . K a o de = a .< x * m qx - * ' * .m'>'hv'- & * do pe o 4 o -= e me xo œœo:e eavole m= osux * 0 -wo- fosdo m= do œ e se me ede a oM'euvœ G -o-a àM e - çw * me H m ôxe œ de sx - - > do qx de - a- . Apëca n= 1 me e- e mfe œ H o%'eo é o m6*se o ! seus . gex-. sew He o: e xu o%'e o *- oxe &ne- me & v ee ,àsnex-.a.x... mo ayo vx o. .hdide s'A O e qe oO & o ôdo:lm-'hv'ow seledoe s &re-' osœ W .de um - & 15 œ ç< de= H % m og s œ>' R & reœee e Em x= a œeohe v elou q= :1)-'1-'.1-ena M..= mM nmlmn & + :H - M e tos mfe= œ b > : dee e & oM'elo (+ ,--'v.,.* ,œ > e*: 2)noN e M se * % - - > ' doa que Ovolvœ o - 4ome 'o ge o (d- ,pœ ,x> = roe ye - 4.e 2 e*).E* reœ'- ano - œœ quz a * me nova e = amoGvwe l ohe peh eo 1- :> ' de o%'ee .Na me* œ- d- ve > v o-' . xm mior d- m'o , e s Dm'-* v- da mlol- ee p- l -''- * a'Ananee* aeer- - s& que o- dn ooM'e a o go e .156œ Pq


1l7 DIFRPFMCIACAO DO GESPO DE APONTARNo PQnRRSSO DE INYRRACAO SOCIAL .Cavaloante . M -C -B -; V ie ira . E .C .; &Lyra. M-C-D-P- de- Laboratôrio de Co-znioaçëo e ('Lino*nre- M Pri- tra Infância lIebComl - i )x m rt- nto de Psico logta da Universidade ! qFederal de Pea -- h, aco -: ,Eatudoa a N am ito do am ntv noe lmente o lf iliam a e- rgênoia de oomm rta ntos lrefereneàala (Werner e Kaplan. 1963; Clark. 1978; ;Bateay Oeconnell & Shore. 1987)- A concepFâo jdestes autorea augere que este oomsortamento 2teferencial reaulta de esquemnn cognitivoa 1neoeasarioa a aua execuoao .ï-m outra perapectiva 1 iconsidera o geato como se diferenciando na 'jinteraç/o aooial (Meady 1934). partioulno-ente o !apontar . a partir daa oondutaa de pegar ji(Vygotaky. 1962). Partàndo deata ûltima IPerapectiva eate trabalho v isa nnnlisar aa !interaç6ea diâdicas procurando detectar elementoa kenvolvidoa na diferenciaçëo do gesto de apontar.Foram analiaadoa regiatroa longitudinaia em vfdeo !de *= m dfade m/e-criança em situaçlo natural nacaaa da d ïade y no perlodo dos doze aoa dezoitomeaea de vida da criança- Oa resultadoa auger,m ' ëque. durante o perfodo obaervado . a deflagraç-aodo apontar envolve trêa mom entoa oaracterlaticos .Estea ----ntoa apreaentam 1- n d tvera idade de. jelementoa èonstitutivos do apontar (morfologia.vocalizaçfoy inaistêncla. atreaa etc). culacaraoterixaçlo . estruturada ao longo do tempo .permite augerir n iveia de diferencàaçKo destegesto. Tais niveia de diferenoàaçlo ae apresentamnnn xm dançaa de uao do geato pela criança . Deadeo la-n referencialy Vasaando a exploraçëo destemeio. que posaibilitl outrae trocaeaignifieàtivaa. chegnnan ao aeu lann convencional.A evoluçKo deaaaa diferenclaç6ea ppssibilitaoonaiderar o apontar nâo oomo um geeto -unioo m aa .sobretudo. oomo exibindo um Drocesao detranefowmnçâo/oonatruç/o da co- lnicaçlo inaeridano prooesao de interaç/o aooial. CNPq/FACEPE157 .


118 O PKnRRSSO DE CONSTITUICAO DASINVRRACOES 'FACE A FACE ' EH DUAS DIADESMAX-BRRR - Moutànho . A - K -; Sou za. M - de & Lyra . M -C - D . P . de . Laborateorio de Comun àcaçëo eLinoan>em na Prsm-ira Infância (LabCom) - Depto- :de P aioo logàa da UFpE y Fogel. A -- Depto - dePaioologàa da Univeraidade de Utah . USA -Deataoa-ae na literatura que . em Azm n ,variedade de ou lturaa y o oontato ''olho a olho 'emerge logo apôa o naaoimento do bebê (porexemplop Schaffer. 1984; Scholmerich et al. 1993)Contudo y grande parte deates estudoa hEo enfatlzao carâter interdependente e bidirecional daoonatruçlo daa interaç6ea e'face a faée ' e doaauleitoa que delaa partioipam - Conaiderandoexatn--nte eate oarâter interdependente y oaeatudos realixadoa no Labcom (Lyra et al. 1990;Lyra . 1993) apontaramy em dladea braslleiraa.regiatraann em v fdeo y em aituaçlo natural. aexiatênoia de trêa momentoa qualitativnm-nted iferentea . oaraoterfaticoa daa interaç6ea 'faoe aface 'c (1) eétruturaçëo. no qual pareoem aernegooiados y pela d fade . oa elementoa que aeraotrabalhadoa neata interaç/o; (2) extenaKo. ondea&o trabalhadoa oa elementoa eleitoa pela dlade e(3) abreviaç/o. onde taia elementoa aparecem defoo-n oondenaada y nKo aendo neoeaaârio aeremexten sn--nte trabalhadoa para que a dïade oareoonheça oomo oonatituintea deata organixaçlo- Nopreaente eatu dô . inyestiga-se este processo deoonatitu içâo daa interaç6ea e'faoe a faoe e'realixando-ae *> m nnnœliae longitudinal de duaad fadea norte-nm-r ioanaa. regiatradaa em vldeo . emaituaçao de laboratôrio y durante oa aeia prime 'xroameaea de vida do bebê - Conatata-ae a eliatênoiadoa trêa' momentos Jâ identifioados em dladesbrasile iras . diaouttndo-ae os dados em tenmna anaemelhnnçaa entre as dïadea braaileiraa e nortenm-rioanaa. Sugere-sp . ainda y eapecificidadea naconatruçâo daa .interaçöea ''faoe a faoe'' em cadad fade inveatigada -CNPG ACD E158


':119A CDNRTW ICAO DAS INTRRACOES '*MAR-ORTKPn-BEBE.*Z CAQACTKRISTICAS DA KNTACAOPRODUTO/PROCESSO. Pantola. A. P. F.; Cabral. E .A .; Lyra y M . C . D . P . de - Laboratörio derx-nm icaçKo e Linguagem na Primeira Infânoia(Lahr=Yn) - Departamento de Psicologta da UFPE; &Foge lp A . - Departam ento de Psicologia daUniveraidade de UTAH - USA-A xe ior ia doa eatudos que investiga asinteraç6es 'mKe-bebê medladas pelo obleto. noinioio da vida. pareoe nKq conaiderar a relaçloentre os com portamentoa trnnnfoomndoa na interaç/oaoctll. conaideradoa prne atoa dô desenvolvixe nto .e o dinn-i-mn presente nestas trnn-foomaçöes .concebido oomo procesao (p.e.. Schaffer. 19849 VonHofaten. 1984)- Nesae sentido. os trabalhoarealixadoa no Lahrx- procuram inveat igar ainterdependênoia entre ae ativ idadea do bebêrel:cionaann ao obleto e aa fom-na procesauata derecorte utilizadaa bela m&e neasaa lnteraç6es(Lyra.' Pantola & Cabral. 1991: Lyra . Cabral ePantola. 1991: Pantola. Cabralx Souza. Vieira.Moutinho. Mnotina & Lyrap 1992 ). Eatea eatudoaerem que aa interaçöea '*mKe-obleto-bebê 'pryvilegiam o uao da formn dîaidgioa oomplementayna construçlo da ativ idade motöra do be be-relacionada ao obleto . Dnndp continuidade a estalinha de peaqutsa. npste trqbalho a&o ànalisadyslongitudinaloente G ann dfadea mKe=be be. -registraann em vfdeo càaaète em aituaçëo delaboratôrio. durante oa aeia primeiroa meaea dev ida - Oa reaultadoa augerem que aa trocas qupoonaïatem em *dar e pegar* aprpaentàm-se comoatividade partilhada caraoterlatica dà lnteraç/o'mëe-obleto-bebê ' ap quais ànùegram o olhar e osmo/imentoa mnnuais do bebê fèlaoionadoa ao obleto-Diacutem-ae aa caracter faticaa oomuna e diveraas anmhnn aa dfadea im ter-ns do produto gonatruldopeloa parceiroa e da formn qu, ae trocaa diâdicaaasm x m m neaaa oonstruçlo .CNPqZFACEPE159


:120 ESTUDO Dq TRmNsM lsseqo DE SIBN IFJCADOSENTRE GERACYEB. SILVA, V. Ṇ . de A .,MGRTORANO , E . B . I LYRR , M . C . D . P . de -Laboratdrio de Comunicayïo e Linguagem na 'Primeira Infincia (Labcom ) - Departamento dePsico logia , UFPE & L ITV INOVTC , G . - InternationalPrediesertation Fellow , UNC - CH , USA .Baseados nae iddias eobre as aniliees demïcroproceesos de harrayfo (Valainer 44Litvinovicy no prelo) e constrts:xo designificadoe em interaq'o social (Lyra, $993 )Ivic , 1976 4 Vyqotsky y 1972 ), eatï sendo feita umaandlisedanarra:koscomoprodutodaestruturaZodo penaamento da m#e no momento da entrevie ï a,obletivando elucidar o proceeeo de aseociaçlo da%eytperi d pc i as e sonhoa do% pais para e1a e delapara o f i lbo . Os dados 'foram coletadoa em duaee t apas : (1) - entrega de questiondrios , (2 ) -realiza:lo de entrevi*tes . q amoetra conatou de30 mRes professoras da UFPE. A anïliae dos dadoscompreendeu duas 'faees , uma an4lise de conkectḍo ,que conate da separaygo da% dimensJes ' eucessoprofiesional '' e ' eucesso efetivo '' 5 investigadaea nfvel de sonho e de realidade, dentro dasdimeneuea passado, preaente e futurp , e outras aandlise do proeesso , procurando detectar regrasque revè lam a maneira pe la qua l se conetroem oaconkeGdos formaiœ do diacurso da mRe, tal como acaracterfetica de ' extensRo '. 0% dadoe obtidosaugerem maior tendência deata caracterfetica emtermoe de '' eutceeeo profiaaional ' do que emtermos de 'laucesso afetivo 11 encontrando-se ,reapectivamente s uma pe rcentaqem do 5BX e 33X , anfgel de ëonho e; 5eX e 25X, a nxvel àyde vealidade( em 12 entrevistaa ana lisadaa ). Pretendeyoarelacionpr oa resutltauoa 'ehcontradoa com aeaituaçFee reaia de vida da mzes taia como suaacacacf erfsticaa cultuṛ ais e a situajlo de1 en trevistae.''CNPq/FACEPE - SBRC/ACLS /FF IUSA ).160


121 COMPORTAMENTOS INTERATIVOS MAE-CRIANCA:IMPLICACUES DO TEMPERAMENTO INFANTIL.Boea , C .A .s Piccinini , C .A .k Larerda , M ., Na*-cimen to , C .. Diae v A .C ., Bloaa , I . (Departamentode Paicologia - UFRBS )Brande parte do* eatudoe oobre interaçâomle-crïança tem fo ca:ïzado a inf iuln cïa maternaneote pr'oceaao p enquanto menor atençlo tem aïdodada aa caracteriaticao da prôpria criança. O o6-Jetivo do preaente eotudo foi o de inveotigar ainf lu@ncia do temperamento in fantil no& comportamentoeinterativoa mle-criança e criançaeGtranhaem diferentee contextoo de brinquedolïvre . Utilizou-ee um dellneamento fato rïal 3x7com tipo de temperamen to inf anti l (fAcilp intermediAr'ioe diflcil) e contextoa interativoa comovariéveie independentea. Como variAve l dependenteforam avaliadoo oe comportamentoe interativoamle-criança e criança=eetranha . Participaramdeote eetudo 31 dladeo mse-criança , com beb@e deamboa ok aexoo e idade compreendida entre 15 e 17meaea . O temperamento infantil foi avaliado atrav@%de uma eacala . A llm diaao y foram realizadaaduaa entreviataa com aa mgea ; uma foca lizando ptemperamento da criança e outra , aopectoG do Geudeaenvo lvimento Tleico e oôcio-afetivo . Oacomportamentoa intera tivoa mge-criàn ça e criançaeatranhaforam examinadoo em uma seeafo deobaervaçso que foi filmada e analiaada . Paraava liar o .efeito do tipo de temperamento naintenaidade do* comportamentoe in terativoe foirealizada anâ liee de variancia no% escorea decada um do* coœportamentoe interativoo , comepieôdio- como medàdae repetïdas . Anllise deconteûdo Toi empregada no exame do& dados daaentreviatae . Oa reou ltadoa indicam que o qrupo detemperamento diflcil, comparado com o flcil elntermediArio , bu%cou aigniTicativamente maiorcontato com a mNe no reencontro . A llm dioeo ,aque le grupo y companado com oo outroo doia y apreoentouaignificativamente maior reaist@ncia Aeatranha na aus@ncia da mâe .161


. 122.'''C OM O M AE: AD OLESC:M 'ES DESCREW M OSco- RTxm r o:M CO:pl PEW :DE 1A :4m SES#'-NUNES, Le *; CO LNAG O , N- de a; TABO RDA ,CIaU* a;w xm x,1% cAkvAT.Ro, M argaddw BM TRAZAR,11au,Unlv- dade4 Extadp d* Rl@ deJa e @eUnh- idadeFed- ldesâo C e eg.Cgngidçro de que * mwnçntq pe e o da popldaçb d: mâçsadolzstzntsn? Bras; t o fato rrvdado portstudosnosEUA.dtquetstasjem ls pmsenam œ tda* ds n'o rrê stkas tvm rdaç': aodzs- olvwn ' tntp dzbebls.zste estudo foidzlil ade.O objetivo domesme foi@ d:ve cr como 41 mk s adolcsczntesde 14 a21anosd:idade.atenddas no Cenpo de sl de d: s:o Ce os. descrevem nscompoe men'osipicog& btblsc@m 1.3.6,9,IQ 18 t 24 mestsd:dda.AQ* 2 de= aenee deOnmnesef:isdcitad:aossujdtosqlx resp/n& ssçm à qlxsëo;*0 qutesbvbfsd: .mtstsçostlmamhz.er;*Asmsposta fonlm rz#stadasve *m' :catrgorH dasstgtmdopg asptd@g do tpno - o te d: bvbfs dzsclitps nas Escalas drm s- qe œ o dtœ sez.Osdadosrw tl- que:# Asdzscrkôtsd@gcvmpel- c togipic4s d: bzblg& 1.3 e 6 m:scsfora mésnlmvcesaseesptdscasdoqueasdescrk&sd:bcblscom 9.12.18 e24 mtses; b) Rtpogtag mptorag p'ogsag : fmas fomm mésFequY a ente Y das pzlasm:es ao descro-er cvmpeltœnentos debçblsc@m 1.3:6 mtxs;t)A@s9 t12mtgtscompeltqmtntosmdgrtspossos:rtsw stassociésfonm QsmsiqKdcados;d)Houve maiornfzmtre & m fe das a c@w @- œ @s motemg possos : fmos te > aga Iia l scliçâo dt de beblsdt 18 :24 mzsts;tà.Obstlvou-s:qu:nagdtseçRgdagj4vzns.taltogubtdmz ':ç:@qualtosw çrrse açbde rvpG élie compoelmenf.sld: bebls.Osrzse adossugt'rt'm que asdtsclkl gmignxwncosag:ggptdscu Ocone dagnagidadegd:1.3.e6 mzxes fersm fw oretidas pdo mm'or conteo das mk s cQm l:usprdpe sO gs.D@g41bçblg.30 fm' la mçnx quç6 mtiçsdç idadç.Asm ks adokst- e?pvçca rTcqnlwcœ o btbl como str soti: :çonumicae o som- e a pe do % aldo pe e p xw drue(Pese safmotiadapelo cNP:162


12 3*ljlLIs5rEICZITI/A :2 CûjpûklàdsyTû!?ï22lI3s ji0 ?s23àl$21 IjTskâçlû ZEkjâ:àïl2ûL53CsjTsC0j$s:B2!!'-!1*ii,Leilal.çjxël,â::Cristinai -lûglzl-2l,zanitl,Ixatit:te de Eaicelasi&,Univtlsidzd: Fedelalla 2ia de Jantili,2icleJaneirc.lpcpel:çic 1:xies:lclescente: te: aqxentalc,qiten&s ilti,as dlcazas.yc3r:gil,leaprezi::l:.ente 15Riliie:ltjcvena,extre11e19zncs, ccarrt. ctrc:le 1.iliicdele:taçiea.0s filiosle .ies &lelesctxtes pode: 2erce:silerAlelpc?qlAçi; 1e riscep&r: :tr:scs elistfrdios:0 dtseavclvi.eEte,dtvido:fAtcresiicljiccsepslcissaci:is.CcKefeitc:literztqr:te:zestr.l: çqezs igterzçie:pltcccel:âezdcltscente-àejênic f:verece. :spectc,afetives,calnitivcse 1e cexqnicaçie dc deienvclvi:eqt:dc iedi. 0eàjetiv:destetetqlc-piletnf:iltscrever,&nalisAreclzsaifit.rcozpcrt.-zentc:ieri:iseqievtrd:ispresentes:&ixteraçicde:.: .it alalescentele 11ancs,dedaixc :fv:lsùcie-tcaxp.icc,cc. se4 deiê,dcsezc Rascqlinale1Resesleidale.0estvdcf:irealiz&dcEaresidêcci.dcs sqjeitos sitqal:e.q.&f:vel.d: cid&le leRiedt Jzneirc.Fa?:. ceniqzidasi sessiesleciservaçieze 'iv: de 15Rinqto:delvr:çic,e. sitaaçio lldic.,dt alieentaçiceleàisiexe.â:veri:liz:çies1casvjtitcsfcr..lraval&:e. :qdie-tzpe.lssesaiesfar..dividil:se.epislliaaicttr.tive:dcs(qai! csdalcscclet:les.pstrar.. !qe:7($ dasepiallics-interztive: fer.. tfetivzles,sende!qe71T ferz: igici:le:?el:.ie.âzaieri.d:: epiglliestiEi: l:laltextt:aiv;: iniciztiv: t legpcst: :ca episldie: .tentecera. ?lelc.inaateztateatravls de gegtcsxetortz.lsvcc:lilaç6e:dc ieiê a?restntara.5!$lt fcr..silliic::ie tr:Asclitfveis,eElq:ctc .R:icr ?zrte 1:s ezissiesvpc:is 1a ieùê:i: tivtr&: efeitc ce.q:icltivc sehrt ::ie.ï: 9'11 1cstpisliics:.5e :ie propcrcieAeq fetli&cipcsitiv: 1$vecêliz&çit:1e deiê,ee: aenio. t?isùlia :.it&prestxteqRcdtlcsjtstRzis par:: ùtùê i.itar.y.:?e::s21$1esepislliesieq'e jajelei:it.çieveràzl(:.iei.it: sc.leàeùêeeitdêi:it:ga.1.zie),ee.1i$1c:episllias: interaçic .iejeiêfci.eli.l.p:rjriclqelas.(?esçRis:fix:ncizl:pelcty?ç)163


.124'Cl2ltTj2l31l2l! ?slCû-sûtIlI323 ïlis llûliscilli!lTibII1lS id lj CilTil93sljj3*-!4!1i,keila;Il)Il2û, Ieacilla; tl3û2,l, Claqdia,piilll, 11.)làl!lklp,darlaridal3lL!àlà3.,dar/;Iaiversidadeistadqalda2iadeJaneir:el:iversidade Federalde $ie Carlps.9auzenta da ?npalaçi: dexies alalescentes !u. fe:sRena !ue te. accrridae.vlrio: pafse::asIlti.as dlcalas.1esrasile. 1919,a participaçie dcsjavensantre15e19anas,na fecundidade.tctald:pafs, era de i,5:. i.19!2,estefnlicepassaqpara9,2:te.193$para19,51(iije,1988).jacidadedesi0 ?aula,estixa-se 4uelentre 5iedês!ge Easce.q.é filin14.ieadalesceEte.1aestal:lasaiia estaprnperçi:élelpara$. jc ?resentàestudp seripdescritasas caracterfsticaspsica-spciais de 61 .ies adclescentesate:dilas:: Ca:trp le saùdele$iaCarlas-s?entre 19!i e 1938. ùi:stra.entc lecaletadelalasf:iuzae:tretista pla:ificala airaajenla cssegeintestàpicas:a)idade,a1#eldeescalaridadeeeca?açipdas zses jêvens,deseusccxpanieireseseqs(delas)Iaxiliares;i) co.ppsiçia fagiliar;c)relacia:a.e:tadasjtve:sca.seasct.panàeires;1)cenliçsesffsicasescciaisdeRpralia;e)vilaescolardasjnvenszies;f) sexgalidade,jrêvidez,part:epqerplrie;j)apeieIa.ilia!receiile dqraEte e apds ajravidez;à)cnnliçseslenasci.eEtaedejenvalvize:te1asieiês;ei)relacipAa.e:taiaRiliar pasgal:e atqal,laElliseRegtrnu e:tre cgtrns lalesjçue:a)û:fveldeescalaridade1assgjeitosf0ile10jrau i:ca.plete; i)ûspais1:ssajeitpsezercia.?rnfissiesse.i-lualilicalas;c)lzaicriadas.5esdnssujeitesfpla.elasprùprias.iesldalesceEtes;d)I5aipqvepla:eja.entalajravilez;e)lsce:iiçieslezeradi:1nssqjeitasera. iast.ate?reclrias;f)lificuldadesderelacianazentelessasjcvenscp.seas pais ecp.?a:àeiros fara. Ireluentexe:te repartalag.(leslqisaIinanciadapele(I?ç)164


125 GRAVIDEZ NA ADOLESCâNCIA EM TOLEDO IPR): UMESTUDO DE CASO . Gilberto S.S& Almeida 1 Cltci M . Martignoni 2 # cleide V .Bu zanelloz, Ildo Bomb' ardelli2 @ 1- Universidade Estadual de Maringâ , 2- Sécretariade Estado da Edùcaiâo/pR.Para caractlrizar a ocorrência de gravidez naadolesc@ncia.em Toledo (PR), devido à sua alta incid@ncia,foram entrevistadas com um questionârio padrâo93 adolescenEes grâvidas que procuratam, durah-'te seis meses, posto de saûde daquela cidade em 1992e 93 . Os resu ltados revelaram o seguinte pet fil daquelaado lescènte : idade entre 14 e 16 anos , solteira,baixa instruçâo, reside com o pai da criança, 'tem conhecimentos 'inc:mpletos e/ou errôneos sobre asexualidade humanaf nao usa m@todos contraceptivosiou se usa @ sem oriehtakâo m@dica, e nâo planejou 'tsua gravidez. A maioria destas adolescentes interroppeu seus eptudos antes de concluir o primeiro grau eentrou precocemente no mercado de trabalhos A falt:de diâlogo pignificativo sobre a sexualidade entrepais e filhos predominante nas famflias delas, associadasde uma Educacâo Sexual (ES) relevante nos ambientesfamiliar e/oy escolar, ap apel: d: midia e àobtentâo de informacoes erroneis por varias fontessobre a sexualidade huhana, conduziram estés adolescentesà iniciacâo precoce e nâo planejada nas relacöesheterossexuais. Conclui-se que ê necessârio revetero presente quadro da ES, tanto atrav@s de estfmulos a um diâlogo mais critico entre pais e filhossobrea sexualidade em seus aspectos blopsicosociaisal:m dos afetivos, quanto atrav@s de uma mudança n6tratamento da ES nos currfculos oficiais da esçolapûblica. Nejte ûlEimo caso, recomenda-se iniciar aEs jâ nas series iniciais do primeiro grau e nâo reduzira sexualidàde a mera discupsâo dos aparelhosreprodutores humanos, discutindo tamb:m , numa abord:gem interdisciplinar e de modo critico, seus aspectospsicosocioafetivos.165


126 A INTENCAO REAU D0 EXPERiMENT/DUR COMEMONSTRAR 0 CONHECIMENTO Dq CRIRNCA SOBREMENTE . Ma ria da G raGa B . B . Dias , Gabriela B .soares, Tichiliâ P. 0. s1 (Mestrado em Psicologia dUniversidade Federal de Pernambuco)Estudos transculturais t:m demonstrado quebaixo desempenho em tarefas co#nitivas entrsuleitos de meios carentes nZo indxcaria uma faltde determinada habilidadp mas a ineompreenszo. porparte desses suleitos, da intençio real dexperfmentador. Esse fato tambim é motfvo dcontrovirsia no estudo sobre o desenvolvimento dteoria da mente. Para Leslie (19e7), aos 4 anos deidade , a criança denotaria a habilidade parapredizer açöes e emoçöes baseadas nas crenças edesejos de outras pessoas. Porém para Bruner (19e9,1990) o desenvolvimento na criança de uma teoria damente nZo seria inato, dependeria de seu crescimentoem determinado ambiente linguistico e cultural. Dias(no prelo) constata menor rendimento destacapac idade entre as c rianças de orfanato , as quaissô consepuiam se engajar em uma das tarefas aos 6anos de idade ,enquanto as c rianças de NsE baixo emédio mostram esta habilidade Jâ aos 4 anos-No presente estudo foram utilizadas as mesmasta refas de c rença falsa do trabalho de Diasconsiderando-se certos aspectos linguisticos e maiorinteraçzo experimentador/criança nas tarefas- Foramtestadas 30 crianças de orfanatos d: 4, 5 e 6 anosde idade e a estrutura linguistica das perguntas #oimudada.Essàs crianças conseguiram entzo equiMararseu desempenho aos das crianças de NSE médlo ebaixo, e obter uma mèdia de aeertossignificantemente maior que as crianças de orfanatodo estudo anterior, o que indica que a variâvelinadequaçio da comunicaçzo #oi a causa do baixodesempenho alcançado anteriormente.Estes dados apontam para a necessidade deconsiderar-se o significado das tarefas utilizadaspara ve rifica r o conhecimento das crianças sob re amente quando os sujeitos perteneem a diferentesmeios sôcio-culturais. (cNPq e FACEPE).166


A RESOLUCAO DE PROBLEMAS NO AMBIENTE LOGO:127- UMA ANALISE MICROGENXTICA .Lia B.L . Freitas, Tania M . Sperb e Glàucia H .Grohs . Universidade Federal do Rio Grande do Sul ,RS .O estudo das consequências da interaçâo para odesenvolvimento cognit 1 vo tem se constitu ido em umtdpico importante de pesquisa atual . A maioria dostrabalhos, dentro desta linha teôrlcaj tem enfocadoas relaçöes entre interaqâo social eprocessos cognitivos . Neste estudo , um par decrianças de 9 anos interagiu no ambiente Logoacompanhado por uma professora . Filmou-se otrabalho desenvolvido pela triade em três sessöes(8a., 17a. e 21a.), distribuidas num periodo detrês meses, e que tinham , em mêdia, 35 minutos.Definiram-se 12 categorias que foram utilizadaspara a anâlise microgenêtica.Dividiram-se assessöes em interval6s de 15 segundos e definiramse,em cada sesslo , blocos de interaçâodelim itados por metas . Os resultados mostram , nodecorrer dos três meses , um progressivo aumento deverbalizaNöes, um crescimento da reflexâo s6bre aaçlo e um nlmero maior de respostas às perguntasfeitas. A anàlise microgenêtica de cada sessâorevelou que isto deveu-se a um melhor conhecimentoda tarefa e das crianyas entre si.(cNPq)167


128 AGRESSXO EM PP'-ESCOLARES: UMA AN/LISE DOSMOTIVOS DOS CONFFONTOS.celinq Maria Colino Magalhaes*ll); Emma Oita*(2)$Fernando Augusto Ramos Pontes*ll); (l-universidadeFederal de Mato Grosso; z-universidade de SXo PauloïeOtta EstudanyoayregsxoemPr/-escollres,Mlgalhxes1991 veLflcaramqueosmenlno!in1Iaram69% dos incidentes agressivos em situaçao de recreagXo livre, enquanto as meninas inciaram apenaf31%. A Presente Pesquisa e um Prossegaimento desteestado, tendo por objetivo investigar as causas dosincidehtes e se eles se diferenciam qm funçxo desexo. Os sujeitos foram vinte criangas (l0 meninose 10 meninas) com idade entre 5 e 7 anos, . quefrenquentayam uma creche Piblica, situada na zonaOeste de Sao Paulo. Cada criança foi obsyrvada individualmente durante 60 minutos (4 sessoes de lVminutos), em pitio. Registraram-se l47 incidentes /(101 iniciados Por meninos e 46 7oT meninas) distribuidos em 11 categorias de motivos (definidas PoFCaptro 1979). As 11 categorlas foram agrapadas emtroes grapos (GraPo A refere-se às categorias relativas ao meio fisico ; Grapo B refere-se à-aspectos e?pecfficos de encontros agressivos motivados poFihteraçses intra-grapos e no Grapo c encontram-se ascategorias relativas ao uso espontâneo de força o:poder sobre os demais sendo a categoria f'agressxo îtsicau Principal motivo dos incidentes. tantp intrrC1 em uantoIntergrajos ambogsexos (9tOxmenlno:e3 typre&entadosperèentvals 478%me.hInas). , altos Acategorla f'propriedade de brlhquedosf' octzpa osegtm'do Posto rl7v82% Para menlnos e 17,39% Para me-;La * as . Encontramos diferenças sic ificaxltes . relacioadas a sexo, no uso das catsgor-las fprlorldade ' Por'patte das meninas e'fameaça flsica ou verbal If Peloseninoo Nossos dldos corroboram os de Castro (1979)o c'u se refere ao Predominig do Gm po C sgbTe osdemaïs e ao fato de a categorla f'agressxo flszcaflserais Pronv ciada sendo segaida Pela categoria f'Pro -riedade brinquedo'. Divergem, contudo v guanto as ciiPerenças sem ais mencionadas nas categorzas 'lpriorirade'' e I'ameaça '@.. cNm .168


129 A ESCOLARIZAG O DAS CRTAK AS; A VIM O DDS PAIS.Stella Maria Po1ett i simionato Tozo (centro de ed -!ṭcaçâo e.Ciências Humanas da Universidade Federal de S;o carlos)- Ẕêlia . Maria Mend - es - Biasoli Ai-vq.a fDepartamen to de Psicglogia e rducaçâo da Faculdade de ci&ncias e letras de pïzeïrièPreto - Universidade de S;o Paulo)o cotidiano das crianças tem se alterado mui to nasli.ltimas d&cadas. Face ia contig&ncias impostas por uma urbanizgio acelerada. questiona-se como fica o tempo dispendido em a-tividades acad&micas (ou que a elas se assemelhàm). Assim . elta pesquisa visa descreYer quando. como e porque acontece a ezcolarizaç&o de um grupo de crianças de çamadas mêdias no inicioda d&cada de 90. Para tanto 15 famllias - de camadas mJd zjasde uma cidade de porte m&dio do interior paulista foramcontactâdas e os pais e mâea entrevïstadose a maioria em suaresid&ncia. individualmente. segundo um roteiro semi-estruturïdo especialmente elaborado para este estudo. As queat6es verszram sobret idade de ingresso da criança na escola; auxllio dospais quanto âs tarefas escolazes; o papel esperado pelos paisque alescola cumpta e a ocorrencïa e a import&ncia de cursosextra-curriculares.Os dados evidenciam que a maior tendência d paraentrada da escola entre oa J e os 6 anos (65%). mas Aâ um nûn? .qro relativamente grande de crianças (23%) que aos 2 anos deidade /â estava frequentando algum ambiente coletivo. contta # -penas 12% que at# os 4 anos permaneciam s; emt'casa. Outro polto gue sobressai nesses dados & que na participaçso dos ,paisna vida escolay dos filhos su


1ao CONHECER PARA QuE SE POSSA ATUAR - CARACFERIZACAODA CLIENTELA INFANTIL DE DM HOSPITAL-ESCOLA PE SA0PAULO .Vanessa C. Dios e Edwi es F..M. Silvares - Departav dePjicologia inica - nst. e sico ogia a Iversidade deSao Paulo.'0 movimento para que se conheça a populaçâo que procura auxf-1io psicologico vem sendo bastante explorado e os dados encon =ttados parecem demonstrar uma cert: uniformidade em relaçâo aesta cllentela. O presente estudo e mais um trabalho nete sentido,visahdo conhecer a clientela infantil do Setor de HigieneMental de um hospital-escola de Sëo Paulo. Para tanto, utilizo:se de metodologia semelhante a estudos énteriores e buscou-se 'levantar os mesmos aspectos:idade, jexo,escolaridade,tantodas crianças quanto de seuspais,alem de identificar asprinc!pais queixas e aspéctos relaèionados a problemas familiares.Investigou-se tambim,o tipo de atendimento prestado pelo setorl comunidade.Foram analizados 52 prontuarios de crianças quepassaram pela triagem do setor no ano de 1991. Estes prontu--larios foram selecionados randomicamente de um total de ISO. 0sr:sultados obtidos mostram que a proîura por atendimento psicologic:; maior para crianças que estao em idade escolar (61$);que sao do slxo masculino (65$) e que possuep paij com apenaso nfvel prDnario de instruçâo (68$,pals;59$,maes). Destascrianças, 43$ foram encaminhadas para outra instituiçâo e apenas25$ foran atendidas pelo setor. A origem do encaminhanento,em 78$,se deu atravfs de outras clfnicas do pr6prio hùspital.A principal queixa corresponde ao mau desempenho escolar (51$),seguida pelo comportamento agressivo (17$).Em 50$ dos casos,os pais relataran outros problenas familiares alfm da queixa i:fantil e o problena mais freqiente foi b do alcoolismo em 27$dos casos. Os dados do estudo, em sua maior parte, parecen corroborarcom os dos estudos anteriores,mostrando a necessidadede tamblm os hospitais-escola buscarem novas formas de atendimsnt:psicol6gico a fim de atuarem satisfatoriamente com relaçaoa demanda.170


.'1a1 A PAnilcipAçié DA FAMILIA so ATENDIMESTOï cnlAsçA HOàPITALIZADAEleonora Arnaud Pereira Ferreira , Universidade Federa1do Pérâ; Graciete Ferreiraj PIPES; Gracielma GuLj3o Mesquita, PIPES; Neusa Garcia de Matos, PIPES ;Silvia Cristina Albuquerque Pinheiro , PIPES .Estudos t1m demonstrâdo vantagens para a criança ho1pitalizada quando 6 permitido a permanlncia de um flmiliar durante todo o processo de intecnamento, taiscomo maior aceitaç3o dos procedimentos Tterapluticose reduçîo no tempo de hospitalizéç3o. éntretanto, okserva-se que grande parte dos hospttaié n3o adajtarama sua rotina i presença do acompanhante. Alemdisso, pouco se tem çstudado sobre os efeitos da ho4pitalizaçio conjunta para a famllia da criança doente# em especial i m3e. Esta pesquisa procurou comprE..enderta) como a famllia se organiza para poder acompanhara criança, (:) como o acompanhante participa. @dos cuidados com a criança e (c) como a hospltalizaçRoconjun'ta pode contribuir para ajudar a ramlliana promöçio da saûde da criança. Estq estudo foi rellizado em dois hospitais da rede pûblica de Bellmypaos dados roram colhldos atrak4s de èntr'evistas .comprorisslonais e acompanhantes. Tamblm foram realizadassess3es de observaçio em diferentes contextos.os resultados indicam que a m:e 6 a principal aeomp .inhante , contando eom o apoio da av3 materna e da rilhamaia velha. A particlpaç3o do acompanhantè ocorrepredominantenente em relaçvo aos cuidados de higieneda criança, n:o recebendo orlentaç8es sobre a: .rotina hospitalar. Ao contrârio do que indiea a litqdo acompanhantq, nos'hospttais elratura , a presençat udados,parece ravorecer o prolongamento do perlodode hospttalizaçRo..PIPES / UFPa171


1 '132 l =MaxuAzsosAcoMp DEcnrAxgAsNAcLfNlcAICIRURGICA . PEDIATRICA .-.- D0 HOSPITAL UNTVRRRITARTO . DE BRASILIA ILINS.M.P.B.E.;ARAQJO,T.C.C.F.;ABREU,M.MCR.;RAYDS.V.S.C. )j' e ATMEIDA , V .M .B., Tnmtituto de Psicologia, Universidade !1I de Brasllia.'jExistem inûreros mnnuâns ' utilizadoj em hospitais, cu- ijoobjetivoJfnmn'liarizaropacientepediatricocomo seuItratarentoe com o ambientehosvitalar,po ' intuito defacilt- Itar 1mm melhor adaptaçio; Na Clinica Clnargica - Pedi itrica eo iHuB - Hospital Universitario de Brasllia,a equipe de Psicolz 'gia vinha utilizando, em alguns molentos, mnn 193s . pxam zu za- ! ,Idosj&extstentesnomercadoparaacriançacomczncer.Entvs tanto,sentia-s: a necessidade deum instrugento adequado a jlreazianaeespectricadaenrenwarta?queapresentasseosservz Ijçoseodesenvolvimentodotratamentoadotadgpela equipe,sEl Jacom opacienteoncol3gico , sela com o cinargico..A partir disso,foi criado um conjunto de trls manuaishutilizadosconfonne o tratamento ou a dgença da cyiança: 1.ManualdeEntrnamda Crianç:naCllnicaCinargica Pediatrica,Ijatendicehto;ManunldePreparaçao:a'CriançaRnonoTratamen-utilizado na fase de ndmissao no serviço e/ou no deèorrer dot o Oncol3gico, empregado alrlnte a rase diagnostica e terapeEtica de crianças portadoras de neoplasias; Mnn 191 de Preparaç:oda Criança para a Cinargia, apèicado algunz dias antes dacirurgia ou no mesmo dia, antes da ndministraçao do pre-anestisico.O manual deve ser lido e trabalhnao pelo profissionalcan a criança, estn'- llando-se o acompnnhnnte a interagirprocesso, para 'enfati>nr o seu papel de agente positivo alrante a hospitalizaç3o.Apresenta-se sob a ronnn de textos simgles,Ncompnnhados de desenhos - e jogos que racilitnonn a coppreensaoda criança.o cnon te r lûdico da attvianae propovcio-naa oportuntanae de elaboràçao pr4vta dos donteûdos a/ettvos .mobilizados,adequandosuasrantasias&realianaeepenntttn-jdo x m integraç-ao ao nmhiente.no172


133 PERFIL.DA CLIENTELA/PYRCURSO DE EXCAMINNAMENTO E S0LICITACXO DE ATENDTMENTO K'I.UM .SERVICO DE PSIPEDAGOail GIA. (1) via- camila San tlAnna x Ana clssia c.Maturano (1)$'2, vera Licia c. Parre' .Majfa 1 eBeatriz 2) M. Lfnharesr a 1(1)Hospital das Cllnicas de Ribeir:o Preto(2 )F a c u ld a d e d e Me d ic i n a d e R i b e i r : o P r e t o - U S P .A c a r a c t e r i z a ç : o d a c li en t e la d e Se r v f g o s d e P s'i c opedajogia torna-sè necessâria yisto que permite tconhece-la, dimensionar suas necessidades e delinear oatendim ento a ser of erecido . Ne> se sentido , esse estudo tem por objet ivo carac ter izar o perf i 1 da clientelaem perspect iva , o percurso de encam inham ento ea solicitagVo de atendimento di sujeitos que procurar a'm o S e t o r d e T r i a g em d o S e rv i ç o d e P s i c p p e d a g o g i ado HCRP . Foram analisadas as 'inf ormag3es co letadasatravis de um f ormullrio de triagem de 175 solici taç3esem 1991 e 1992.. Verif icou-se gue a maior procur a ; d e c r i an ç a s d e 7 a 8 an o s . m e n in o s, c o m a t r a s oe s c o 1 a r e r e s1 d en t e s em 48 d i f e r en t e s b a i r r o s d e R i-beir:o Preto s Os respohslveis sâo predominantementeos .pa i s b f o lo gi co s. do IQ grau . com o cup aç3 e s nlo-quz1if icadas ou de qualif icagao inf erior . Os encaminhamen to s f o ram em s ua maio r 1 a ef e tuad o s p o r p r o f i s s i o-nais da Jrea da saûde , precedidos por so licf tag:o daes co la , t end o o s r es p ons âve i s p erc o rr f d o d e 1 a 5 seEvi gos an t es do s ervigo d e Ps ic opedago gia . Nas 'so l i-citag3es de atendimento j aparecem mais queixas de dif iculdades de aprendizagem (lentid3o e dif iculdadesde 1ei tura e es crita) e de problemas afetivos-sociaisr e 1ac i o n ad o o a u n':o l e s c o la (f a 1t a d e mo t iva g Zo , o-P osf gâo e 'ne rvosf smo '). Id en t i f icam- se r p o r pa r tedos responsâvçis , a neces sidade de.atendzmento e aexpectativa de me lhora geral ou n a aprendizagem . cosidera-se a relevincia da avaliaç:o das neces sidadesde atèndimen to da clientela tendo em vis ta a protoç:oda satlde mental fnf ant f 1 .e173


13tABANX NO: E DE%WW NCIAK NA Cc m M DE 'MXtm SERW W DE PSIO PEDAG W CM'M 'O C- ro de M trn-gnḷ CM ,2z'nM ene 21W ,IFa Cdya Campartsa glaj .arflMarlxrW 7lHox* de Cs eazo N ejrlo&Mlrà ef/;2UniwA C->J /4AeE* deSy pau/O abandono do atendimento é problema de magnit preocupante udepara os profisaionaia ligadoa a aerviçoaalbulatoriaia i em aaûde mental . Em trabalho anteràorenvestigou-fe a relaçâo entre abandono e variâveis doatendimento (tempo de eaperaeduraçâo do proceaao) naclientela atendida no 'Serviço de Psicopedagogia d Albulat6rio de Paicologia oInfantil do EC-FMRP.Verificou-se que 24A dos clientes potenciaia desiatemdo atendimento na fila de eapera, nâo aendo clara aaasociaçao com aa variéveia inveatigadas . Emcontinuaçâoeno preaente trabalho deaistências/abandonoas:o focalizados do ponto de vista de variâveis daclientelae como periodo do ano letivo em que se pr o curao aerviçoe idade/sexo da criançae eacolaridade/ocupaçâodoa pais e taxa de faltas durante o atendimento . Poramconsultados oa registroa relativos a 29l clientea queprocuraram o serviço entre 1989 e 1992. Verificou-ae ataxa de desistência, mêa a mê; ee dentre os clientescom informaçöe, auficientea para a anéliae e queefetivamente iniciaram o atendimento g identificaram-aetrês grupos: akmndonos (n = 50), altaa clinicas ln =58) e em atendin-nto'àd mais de seïs neses (n = 28) . Aanélise doa dados indicou n:o haver variasistemética na taxa de deaiatências em funçâo do mêa çâodaprocura. A comparaçâo entre grupos que iniciaram oatendimento indicou discreto predominio de paia e mâeacom maia anoa de efcolaridade noa grupoa quepersistiram nele. A taxa de faltaa e mais alta entre oaque abandonaram o atendimento , foi a ûnica varilvel quediferenciou oa grupoae podendo aer vista como umasinalizaçâo clara da disposiçâo da fahilia em relaçâoao atendiMento e um preditor de abandono ./174


135UM ESTUIO DAPERCEN AO Do PROR SSORATRAW S DoDESENHO CINITIC@ BA ESCOLAX O )EM RR'AK AS DE 1m A 41.SéRR .W kquiria Fonm W artelnMituto de Pe logia da Univee de deS> Paulo eo deN œ logia iq ' 0-4m- 1x deM uY o e CultumForam estue das530 crianças de 6;6 : 11;5 de ambos osRxose de R is - % * cie de de Sâo Paulo.A am ose foidividida em trêsgrum s qlun4n ao desemm nho escolar,de acordo com asavaliaçœ sdasN fetm l:* m.me o ou mau dexmle o.Osa.- hosf= m ae udostendo m r base os referenciaisdeM ute n illim (1974),Proute Celmc (1985)e Ae ewse Jnnyztn(1988) para o d- %o do prof- u :presença; fnmnnho da lgura;' 'auvla* - * ; i- em ; ba iras e/ou encapuxlncxn; e adise cia enee o dee o do profesxr e o dese o de simesmo.œ ra ule s fM m Rnlllu ant em % œ de f> uênciarev va, correhçâo e Anm,'- de vln'Ancia em relaçâo à s&ie e aoeKolar.Y mo:osKguine - .1* :(1)a medoDesenho do Profœrkm u- eleve o nafrm uo cia na passagem% 1a.- a2a.W 'e;(2)a HieâM'nenle o lY'.- hn deSiedoProfessœ apr- n? um acre imo da fro uência na 4a. e ie, emes- ialq= * x c0m- com a 1a.e ie;(3)a Auvie Ace micaesi reprexne com u- frmuência de 35*; e (4) nâo forame m e correlo sie rontos(* 0= que0,20)em nenhum dosi- nnxliue s,em rekl o ksve veis e ie e desemm nho escolar.M f- oulos.Osr- ladosN ibilie uxna nn/li- de c01n0 asztrinnças%amn- repr- kam g afirn- - a ngo do profesO r a% vds do KSD,com im pEcaçe pm as ï- t clfnica e eK olar.175


136o USo O 1NV -FOkMA C E SUA RElAçAo CoMo Du EMpENlo ESCOLAR EM G 'AK AS pl 4. Sém E.W alqukia Fonseca Du- eInsdtutodeN x logà e univee - de o pauloelMp< qtnentoœ N colo#adaor- &qatxn.nn- deEdue oecul-A M uência dosas- o semœ ionaisx bre o de nvolvimento e'.a prtkutivix œ intelœ tual* tvmnça d rœ one ie m r vo os autores naliteratura es- lxllue . Esœe os 77 s'ujei*s de duas e% 1upaY rnlnresde Sâo Paulo,frequene do a 4a.e ie do 1o.> u , de faixaezxrixon* 10 e 11anos,œ nfvele i- onômico mV p e me malto.Invesugamos a correlaçâo enle d o escolar (DE) enfvelde in*ligência geY ,a% vd do Tesk œ In*ligênch lNV -FnrmxC,dePieqé W eit(1A 3),consia- ndo o toœ de acertosno % * e acorrelaW o b1I- '%1enleasve veis.Obm amosclm men* uma elevaWo da m* a à me da queM melhœa no H mm nho x lar.Nâo hâ alunos com DE i- tisfe riocom maisde 46 m nGse nenhum aluno com DE sausfatörio obkvem enos que esse ne ero de m nu .M cnrrelK e œ sube nciais esie canteme:* difœenks de = o, Be do en* m ir comoprognösdco de deKmm nho eKolr .. .Eme ra consid- ndn a imm re cia dos a* *: afeuvos ecoo dvos em conjunto 1* a Anïl1- do o e lar,osresulùdos do lNV -Fnrml C = s- que o lne nmeno > =uêllxan - o proe stico do A emm nho * * nes> faixa ez


'137SISV G ESPECIALISTA EM PSICOLX IA- TESV DE RORSCHACH -QUEIROZ.S.S.O);BD RELG ,L.B.(2);MENV ES,C.S,(2);TAVARES,O.L.(2);MARQUES,M.C.M.(3);M EVEDO.B.F,T.(4);GOMES,J.O.(4).UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTOO T* œ R* é --= ==-= œ * a- e exo ,Y aP*ra e ,'-'' '''* m r> œ > ,= de b ex- k- * e stm%e em Kre s* 1,,>', ''-' '* O D e a'- œ G s. . . aa * . .re %pe ose - œ ae e ea- œ x n- mux œ * ne o.Ooo oœ > éal- *arl= l- ose ape ,œ a* e :* ,ae e qa-n- e- e*aœ o e - % ae oo - e e e x aO oo l.. 'oY e m- m- w >' AY e o ''* -- % FO (S m o * 'H*(* 'G * m*o) e s K 's e - ' a: 're e xm- o> - aYe re--lneoy-e oe e e e aX te .*.e---'=--= e œ e œ H % œ P ' ' :I+ ' A== =-' =-nxlûqhe' .Tm œ a> eTm œ e ,EA > v* aada % ** aœt> le re .e e = > + - * = noraY- qœ ac l o >' Y > ' o* ' ' O A----K-'-= œ> -' œm- x . 'Y - ah- - x e - - -ea> >' * œm > em * d osœ >' '#œ * * ' œ> .œ x a- e- oo e mah-'h*u œ e' œ I+ A> '1Yœ * *' = EG * 2Y G œ * = X T* * R* ,Y --*=O mœm ' A - x O ex- em eme #'e x H o w* o x-e j--'= -= '- a a> œ o e œ >arle (* ')i œs O K(1)Depa% mento de Pe lo la (DPSI)lCentro de E


138Kmrlm coop/n cloNM zM vu lAu lspw ocltémcAs E o T=m gcoM o RENDlMm o mv zofAk KM u n m m D m yzo cltArMartaHelena de Fmitas(1)'Balgem Pinelizlinior(2)O presente trabalho visa investigaras co> laW es entre asvariéveisdemogrâficas(série,sexo,idadeegraudeinstru# odospais),eos rekultadps no teste D48 com os resultados acadêmicos. em diveoasdisciplinas curriculares em estedantes do 2* grau . Foram sujeitos 250estudantes do 2* grau, alunos do Centro Educacional da Catilica deBrasilia,iendo 110 no Plano Piloto e 140 em Taguatinga (DF);89 do sexomasculino e 161do sexo feminino,com idade entre 14 e 19 anos (média 16anos).Foiaplicado o Teste de Dominös (D48).Os dados demogréficosforam obtidos através dos prôprios alunos e/ou das fichas cadastrais daescola.O rendim ento escolarfoim edido pelo desempenho do aluno nasrespedivas disciplinas.Regi


139ESTUX O QRELACIONALO S TESTES 16P# E n A* O MVAQIIVEIS DEM X QIFIRAR EM ESTUDANTESO ZO GRAUM artaHelenadeFred'.%*(1)Balsem PineliJfmlor(2)O prAunte trabalho visa investigaras corelaW es entre osresultados no 16PF e no D48 com variéveis demogréscas (série,sexo,idadeegraudeinstru# o dospais),M m œ moentre ode #osfatoresdo16PF.Foram sujeitos 250 estudantes do 2* grau,alunos do CentroEducacionalda Catölica de Brasilia,sendo 110 no Plano Piloto e 140 emTaguatinga (DF);89 do sexo masculino e 161do sexo feminino,com idadeentre 14 e 19 anos (média 16 anos).Foram aplicados,em momentosdistintos : o 16PF forma B e o Teste de Dominôs (D48).Os dadosdem x raficos foram obtidos através dos pr6prios alunos e/ou das fichascadastrais da escola.A tinicavariéveldemogréficaque apresentoucorela# ocomos resultados no > 8 foisérie eenlar(0,18m ,indicando que os alunos deséries mais avano das tendem a se sairm elhorno teste,o que Indica quesérie é melhorpreditorque idade no desem D nho do D48.Poroutro Iado olinicofatordo 16PF queapresentoucorrela# ocom o D48 foiofatorB(0,24)*,o que se esperava visto que este fatorœfermse à inteligência geral.Série escolartam bém correlacionou-se com o fatorB do 16PF(0,22)*,E (-0,23)*e H (-0,19m ,indio ndo que nas séKes mais avanD dasos alunos tendem a ser m ais inteligentes, menos agressivos e m enosousados que nas séries anteriores. O sexo correlacionou-se com .osseguintesfatores do 16PF:A (0,23)*,E (-0,20)* e l(0,30)*sugerindo que asm eninas tendem a D rm ais expanskas,m ais deN ndentes e m ais tem asque os meninos;e tame m com M (0,19)**e Q4 (0,16)**,sugerindo que osmeninostendem a Ormaisprâticose menostensosjue as menipas,embora as corelaW essejam baixas e pouco significatlvas nestes doisultim os fatores.A Idade cofrelacionou-se apenas com com o fatorIdo 16PF(0,15)**,indicando (paradoxalmente?)que o aumento da idade tende a seraœ mpanhado de maiordeN ndência e brandura emocional.InstœW o damâe correlacionou-se com o fatorC (0 : 24)**,indicando que os filhos dem âes m ais instm idas tendem a se sentlrem ocionalmente m ais e


140ESTO O CORRELACIONAL DO TESTE 16PF COM ORENDTm !NTO ESCOLARZEM ESTIY ANTES 1)O 20 GkAUM arta Helena de Freltas(1)Bohem PlnellJWm'or (2)O presente trabalho visa investigarasO rrelaW es entre osresultados nos fatores do 16PF com os resultados acadêm icos em dive- sdix iplinas cuM culao s em e sair melhorque o: m ais asM ativos eindependentep,nestas disciplinas.O fatorG corelacionou-se com:biologia(0,19)**,fisica (0,16)**e quimica (0,18)**sugeKndo que os alunos maisrœ veranteseso uidoresdasnofmastendem asesairbem em taisdlsciplinas.Jâ o fatorH corelacionou-se negativamente oom:biologia (-, 0,16)**indicandos'que acanhados e mais rep 'nmidos se saem melhorque osoutY s ne


141 A AVALIAG O PSICOLUGICA O DE FORNECER INDICADO-RES DE PROBLEM AS ASSOCIADOS A DIFICULDADESESCOLARF-S? . Edna M arla M arturano.Af/rfl Beatri: M artins L inhares,.W zlfJRegina Zovre/m , Vera fzcf/ SobralM achado q &Ve/I?IJ Aparecida Geraldo -W niversldadede M o Paulo)O e nbelecimento de critérios para o encxminlumento de crian- O mdisculzhdesescoln- constituiproblema pr= upante para o psie logo,quemuiœ vezesdeve fonnularindicae sO m um mlnimo derecursosparaavalia#o.Os instnlmentosdisponiveis,'ainda quado apresen*xm nornuqb= ileiras, nRn têm e ldos suscientes f'voliv>ndo seus recursos paradetecœ condiçœ es- iscas assx inrln*ao at- o escolar.Assim,torna-senecessM o explicirpara'oprosssioM losie 'œ o deresule osobtidosyde m* o a evi- falsa intelpreêncN s que possam resultar emenrmmlnbnmentosinxdm uados.Estaapresentae visaintre uzirostrabalhosre iœodosatéo pr>ente dentyodo proje> titulo,'quetem comoobjdivodev tarindiœ oresespeciGcosde problemnq asx iadosD atraso esx laratravés de t&nicas de avaliae psixlôgica usunlmente empregadas nodiv ôstico * disculdndes de aprendl-' em,ou sgja,instrumentos queapresentem pelo menos duas das seguintes carnn-risticas'. (a) sâorecomendndospara esse flm especisco porautoresde livros-t- osnxeionais;(b)e* o disponiveisno meycado interno; (c)se utilix.xdosem clinicasescolu.ligndneàuniversidxde;(d)sâo cie osem levantnmento detécnicasusndntpelospsiö logospara avaliaçâo de disculdxdvsde aprendi- em .hstécniœ sclecionndnmparainvestigadoforam:Escala deMaturidxdeMtntalColûmbiw W ISC,HTP,TestedasPizmi#esColoridas de Psstere TGV deBender.Setenta e cinco altmos da rede pliblicw de a bosossexos,com 9 allD os.fomm distribuido:em trlsgrupos:(l)alunosdociclo bâsico,comhistôria de atrxqo escolar,que tenbnm prœurado atendimento junto aoServiçodePsicope gogia do HG FMU /USP;(2)alunosdeCiclo Bàsico,com hislria de atraso escolar,que nâo procurara atendimento psicolôgico;(3)alunossem atrasoescolar,freqaenundo sérieO mpativelcom a idade.AO mposido dosgruposfoibalazmm dn quanto a sexo e escolaridade dos pais.lncluimm-se na avaliado,com o propôsito de confrontarùs resultadèsobtidos através dostestes,tarefas de linguagem orale escric bem comoavaliae sdecomport- ento atravésda percepe depaiseprofessores.Tarefu escolares œ nvencionais de leitura oral e die o de palavras,'.nulixdnt mlos sujeitos,apontaram difertn- de dèsempenho entre osgnlm s.compativeisœm oscritériosdecomposie dos mesmos.Resule os'paliml.nnr- so apre-qene osem œmunie ssubsmûentes(CNPë.181


CRIANCAS coM DIFICULDADES ESCOLARES :AVALIA142 ç:o ATRAV:S Do BENDER.MarzaBeatrizM.jiyhares ' 2 (1) , Edna M Mryuranotl)- y 1 ,.vera L.s. Machado , s3nia R. Loureiro e SandraA . Lima (1). -Faculdade de Medfcfna de Ribefrâo Preto-usp.(2)Faculdade de Filosofia , Ciências e Letras de Rfb.preto-usp0 presente trabalho faz parte de um projeto maisamplo que tem por objetivo detectar indicadores deproblemas associados ao atraso escolar atravis de t;Enicas de avaliag:o psicol3gicay usualmènte empre 4dasno diagnJstico das dificuldades escolares. 0 objetivoespecIfic'o deste trabalho & dètectar indicadoresde problemas relativos l maturidade vfsomotora associadosa dfffculdades escolares, utflfzando-se o teste Guestâltico Visomotor de Bender. A amostra foTcomposta por 75 criangas de 9 a 11 anosy subdfvididasigualmente em trFs grupos: Gl-alunos de 1#/2# sorie#com hist3ria de atraso escolar, que tenham procuradoatendimento junto ao serviço de Psicopedagpgfa- HCRPIFMRP-USP); Gz-alunos de 1#/2# sirie, com hist3riade atraso escolar que n:o procuraram atendimentô psicol3gico e G3-alunos sem atraso escolar . Os d-1dos foram coletados atravis da aplicag:o d'o teste deBender (Koppitz, 1966 e Kroeff, 1988). os resukadosindicaram que as idades visomotoras das crianças dostrFs grupos estiveram abaixo daà idades cronol3gicasdas mesmas. Notou-se tamblm que as idades vfsomotorasmedianas dos G1 e G2 foram inferiores a encontrada no G3. com relag:o aos indicadores emocionais verificou-seque cerca da metade das criangas do G1 ea maior parte db G2 edo G3 apresentaram pelo menos umindicador emocional no teste. No G1 ocorrekam maim iadicadores isolados. ao passo que nos demais grupos zpareceram mais indicadores combinados. Quanto aos fndicadores heurol3gicos altamente significativos, observou-seo nimero de 4 ou mais indicadores, çm 44Zdos sujeitos dos G1 e d2 e 16Z do G3. Comparando-seos trFs grppos,.verfficou-se que as diferengas relacionam-semais ao nfvel'visomotor e aos indicadoresneurol3gfcos e menos aos indicadores de alterag3es emocionais. (cNPq) -182


143 CRIASCAS COM DIFICULDADES ESCOLARES: AVA -LIACAO ATRAVES D0 WISC E D0 C0L gMBIA.Maria.Beatriz M. Linharestl), Edna M. Marturanotll:'Vera L.S. Machadotz), S3nia R. Loureiro (1)sandra A .Limatl).(llFaculdade ue Medicina de Ribeir-ao Pr'eto-USP.(zlFaculuaue de Filosof ia,CiGncfase Letras de Rib.preto-usp.O presente trabalhö faz parte de um proleto maisamplo que tem por objetivo detectar indicadores deproblemas associados ao àtraso escolar atravYs detGcnicas de avaliaç-ao psicol3gica, habitualmente usadas no diaga3stico das dificuldades escolarqs. 0objetivo especlfico deste trabalho ; detectàr ipdicadoresde problemas relativos a aspectos cogn iti-Vos associados a dificuldades escolares, utilizanda'-se os testes WISC e ColGmbia. A amostra foi com- j.posta pot 75 crianças de 9 a 11 anos, subdivididas ligualmente em trGs grupos: Gl-alunos de 1a./2a. s;r i e, com hist3ria de atraso escolàr, que tenham pr-gcurado atendimento junto ao Serviço de ,psfèopedagoia-HCRPIFMRP-USP);Gz-alunos ds 1a./2a. sGrieycomghist3ria de atraso escolar que nao procuraram atendimentopsicol3gico e G3-alunos sem atraso escolar.os dados foram coletados atravGs da aplicaç-ao doWISC complqto e do Co1; m bia . No WISC .. observou-seque os G1 e G2 apresentaram resultados abaixp .do G3 ,*.ocorrendo variaçoes entre as esc j,'% 1as ' verbml . e ' de exacuçio. Verificou-se que a maior parte dos.suleitosdos trGs grupos obteve uma diferença inferior a novepontos entre as escalas verbal e de execuç : o. As 'maiores discrepîncias (15 pontos ou mais) foram encontradasno G1 em relaçao aos G2 e G3. Os resultados no Colimbia indic:ram que a idade hental do G1foi menor em comparaçao com as idades mentais dosG2 e G3. Com relaçZo aos nfveis de dificuldade dosftens do teste (perceptivos, pares, generalfzaço-es epares complementares) notou-se que os G1 e G2 apresentarammais dificuldades, em todos os nfveis do'qûe o G3. E m suma , o s dados sugerem variaç-oes' en-tre os grupos quanto a aspectos cognitivos que podemestar assocbados Rs dificuldades escolares.tcNpq)183


'CRIANCAS COM DIFICULDADES ESCOLAKES- AVALIAC 0 AT144 V2S D0 P#ISTER.SONIA REGINA LOUREIRO*; EDNA MAQIA MARTIm ANOW; MAQIABEATRIZM.LINHAQESW; VERA LOCIA SOBQAT.MACHAn0**; ROSANGEEA A. DA SI;VA*-WFaculdade de Médicipa de Ribeièâo.prelo-usp - ** Faculdlde de Filosofia Ciincias e Letras de Ribeirao Preto-usp.Este estudo integra-se a um projeto mais amplo que tem porobjetivo detectar indicadores especfficos de prgblemas associldos ao atraso escolaf. 0 objetivo deste trabalho foi caracterlzar aspectos relacionados ao desenvolvimento emocional de criang:s com dificuldades escolares, tendo como elemento de comparlgao as caracterfsticas afelivas detectadas atravis do Pfister.Procedeu-se a aplicagao do Pfister a 75 sujeitos de ambosos sexos. com idade entre 9 a 11 anosy distribufdos em 3 subgrEpos com 25 suleitos cada, a sabqr: subgrupo A- crianças comhist3ria de atraso escolar que tenham procurado antendimeEto Junto ao Servigo de Psicopedagogia do Hospital das Clfnicas(FMRP-USP); subgrupo B- crfynças com hist3ria de atrqso escolarque, necessarfamente, nao tenham procurado atendimento ps1col3gico ou psicopedag3gico, e o subgrupo C- constitufdo porcriangas que nâo apresentavam hisi3ria de atraso escolar.Visando comparar os resultados dos subgrupos eptre side cada um deles com os dados normxtivos fpram destacadasseguintes varifveis: tempo de execugâo, sfndyomes croéâtfcas,f3rmula cromiticay nfvel formal de organizaçao das pik:mides,procedendo-se a anzliàe'estatfstica das diferengas.A comparaçâo dos resultados permitiu caracterizar a manelra como os diferentes subgru#os percebem os estfmulos do meioe respondem emocionalmente :os mesmos, denotando os seus padr3esafetivos e de adaptagao, os quais nos subgrupos A e B moEtraram-se mafs imaturos. comparativamente ao subgrupo C, quese aproximou mais dos dados normntivos.Contudo, nâo se observou diferengas estatfsticamentes siznificativas entre os subgrupos de formn a definir um perffl clracterfstico ao qual se possa associar manffestaçses afetivase dfficuldades escolares.CNPq.eas.184


145 CZIANQAS C0M DIFICVEDADSS ESCOLAXES :CARACQERISTICAS DE COMPORTAMENQO SEGUNDOA PERCEPCXO DOS PAIS.Vera Ldeta Sobral MAehadot++liEdna M. Màrtqrano;Marta BeaArtz Ltnhareslsonta R. LoareiroiLea Crts-Aigâ-;e bazzart A Besslltzl.lfaeuldad: Ge FilosoftaClencias e Letras-universidade de sao Paulo-RlbetraoPretot++llpaealdade 4: Medtetna de Ribetr-aoPreto - Untverstdade de Sao Paaio)0 presente trabalho faz parte de um projetomats amplo qae tem por obletivo deteetar tndtc:dores espeeffico: Ge prqblemas assoctados ao atrasoqscolar atrav-es de t-ecnteas de avaAiavëo pstcolögicaf asaalmente empregadaa no diagn-ostieo das djioùldades de a#rendtzageN.Este trabalbo visa analtsardaGos obtiGos atraves da aplicaçao da EscalaComportamental Infantil A2 de Ratter,respondtda pe-'f1as ornecemmaes eom tnformavoeso inlatto relevantesde vertftear sobrese osestes graposdados ',Gesalettos estudaGoa.Gomo sajeitos deste trabalho ,parttctparam 75 maes âe erianças de ambos os sexoseom tdade evtre 9 e 11 anos,matriealaGas na re4ede ensino p-ablicoqsabdivtdtdas rm 3 grapost G.A#=alanos G: otclù basteo,co: htstoria Gr atrlso escglar,qae proeqraram atenGtmènto pstcologteo junloap Servtqo de Psisopedagogia do HCTMRP-USPCQ.EP/alunoa do eiclo basieo eom htstörta de atràéo ejeolarvmasqae n:o procuraram atendimento psieolo6ieoio.ENmalanos eem atraso eseolar freqaentanGo seriecompatfvel a idadet3o ou 4Q sdriel.A an-alteedos dados obttdos mostroa a existAncta âe Gtferençasatgniftcattvas entre os grupos estadaGostWtlk'sLambda= .1531 , 1n74,72=1.515)4*.05.0s GaGos aponlamos res:ltados m-edios d6 grupo AP y ZP > EN.N:o existeam unteo flem respons-avel pelas diferenvxs apr:sqntaGas459/ dos ftens da eseala mostraram fndteesm-eGios mais altos no G.:2127/ do: itens no G.EP e5/ no G.EN.Determinou-se a existengta de 9 itensque tsoladax:nte diseriminam os tres grupqs.A aniltseda fança: diseriminante mostrou qae -e possfvelseparar os tres grupos de sujettos eom base no relatoâas mëes.(csvq)185


''146 CRIANCASCOM DIFICULDADESDE APRENDIZAGEM.SEIS ANOS DEPOIS (RELATO DE EU ERK NCIA) lara CristinaCamnarisDeg/a! 4 eEdna Afzlz'fl M arturanoz -lHospitaltfmçClinicas deRibeirao Preto:zuniversidadede IS'J/ PauloConside= do que disculzGdes escolares persistentes pe em levar aoabandono da escola e ao aparecimento ou intensiscado deproblemœq deOmpoxumento,estetrabm o tevecomoobjdivo sone ,junfoa clientesatendidosno Servko dePsicopedagogia do HC-FM RP,em queextensâomsdifculdndesrelatndntno H cio do atendimento fomm supemdnt , bemcom o in vesti gar sua situaçâo am al em term os de escolaridnde endnptwâo psicossocial.Foram clumndojpor nnen 50 z olescentes esuas m les, ex-clientes do referido serviçb, tendo com o critério deinclusâo nx amosœa tlm intervalo de seis anos a pxrtirdo término doàtendimento.Oito r-qentforam devolvidas,20 fxml'liasnn-n responderame22 comparecemm.Em entrevista individual,pe am-se informxe s,ta zto ao adolescente com o à m n-e,sobre escolaridnde , saûde,trabo o,ndnptae sociale fnmiliar,relacionnmentd interpessoal,expectativmsquanto ao futuro e efeitos do atendim ento.Os relatos indicaram que am nior pnrta dos adolescentes continuam Feqûentando escola regular(0,81),têm expectativa de prosseguir os estudos (0,68) e mnntêm- . 'relae snnn cov itivasnocontexto fnm liaresxial(0,59).M mâesrelatnm efeito positivo do atendimento em 0,68 dos cmsos . Por outrolado,persistem disculdndésnaaprendizagem escolar(0,65)ou eea-npresentesproblemx.qde comportxmento (0,31)..Considemdna evoludodosproblemn.qapresentadosnoinicio do atendimento,vee carsequeemcrimzçmscom suspeita deatrxqo no desenvolvimento a e culdnde escolartende a persistir,ao passo quecriançascom problemnxemx ionaise/oude compoexmento associndntà e culdnde escolarini'cialpe em superaressa difculdndesenn-n houverintercorênciasadversas.Asautorasconsidçram queoprocessodeajudanomomento critico doH cio dà escolarizae p* e ter favorecido a permanência dos, ' . ' ''adolescentesno sistema escolar, mesmo em presença da dZ'culdxde deaprendiaqgem ,porém ressaltnm a atitude da fnm llia , jé presentenaM ciativa debuscarajudw de valorizae doestudoeinvestimento naescolnriœ>çâo da crie ça.Poroutrp lado,como houveum indiceelevadpde nn-n comparecimento,tem-se nessefato lmnfontede distore dostesultados.Discutem-se prnY imentospara reduzresse tipo deviésemtrabm osde seguimento.186


147 ESTUDO PSICQPEDAGöGICO DA CRIARCA PRd-SILZBICACRESISTENTQ.* DERTRO DE UMA INTERVENC;O PEBAGdBICACONSTRUTITISTA-INTERACIONISTA . Haria Lucia Harquesluniversidade de SIo Paulo/universtdade Paulista/Faculdadescoska Braga) .Esta pesquisa realfzada com ï2t suleitos,de 7 anosde idade. membros da classe pobre. que iniciavam pelaprimeira vez o Ciclo Blsico no ano de t9Qt .no Municfpio deDtadema . da Grande SZo Pauloateve como obleiivo responderk eerguntatcomb se explicaria que algumas criancas depois deexposkal a uma inkervenclo pedasögica construkivistaiùteracioéistade boa qualidade. durante todo um ano lekivopudessem permanecer ainda no nfvel pr4-silibico?Para tanto as classes foram escolhidas de maneiraque a qualidade da inkervenczo pedasögica estivesseassesurada.inkeressando para a pesquisa somente aquelessuleitos que eram pr4-silibicos no infcio do ano (cinquentae nove criancas)os suleitos foram avaliados e acompanhados durantetodo o ano lekivo. compondo trêl grupos a saber:o srupo 'A'(al#abökicos Jâ em Junbo). o srupo ''B'q pr4-ùilibicosresiskenkese* mas que terminaram o ano nIo o sendo) e o''Brq prê-silibicos '*resiskentes' residuais).Procurou-se responder k pergunta utilizando krêsPo s s f v e i s e ix o % e >


148 AVALIACXO DE UM CURSO DE PSICOLOGIA: DELIMITACXOD0S PAQAMETROS DE ANéLISE. . JAPUR,M - - - - - - - - JI-:I i . Faculdadede Filosofia, CiFncias e Letras de Ribeirao Preto-VSP(*)A ques tâo da formagâo em Psicologia tem sido obleto demuitos estudos e rqflexoes derfvados de miltiplas perspectlvas. Com o prop3sito de contribuir com essa quest3o, o presenteestudo teve por obletivp delimitar alguns par3metrospara.a anâlise de um Curso de Psicologia. Participaram desseestudo 25 docentes, 6 psic3logos, 13 supervisores voluntârios,46 alunos e 54 ex-alunosy todos ligados ao Curso d:Psicologia da FFCLRP-USP. Utilizou-se para coleta de dadosum formulârio que solicitava aos participanles que apontassemaspectos positivos e negativps em relagao ao referidocurso. Para anâli'ge das respostas utilizou-se o Mitodo Catlgorial de Anâlise de Conteido, cu/o procedimento envolveu adelimitagâo das unidades de sehtido, independentemente dasmesmas estarem conotadas positiva ou negativamente. Obteveseum conlunto de 770 unidades de sentido que derivaram 16categorias, que f oram agrupadas em 4 grandes aspectos:à) Subjtantivos - Abrangincia, Equilfbrio , Ef iciFncia e Integragaodo Currfculo; b) Estruturais - Natureza das Disci-Plinas, Encadeamento, Organizaç3o dos Estzgios, Distribuigâo da Carga Horâria, Sistèm: de Criditzs; c) Processuais -P rocessos de tpmada de decis'ao em relajao ko currfculo ; na-tureza das atividades desenvolvidas. Metodos de ensino eavaliaçâo utilizados, Motivaçâo e Interaç3o de Professorese Alunos; e d) Resultantes - Postura, Capacitagio e Qualiflcaçio do Prof issional f oG ado pelo curso. Esses aspectos,com as dimensoes que lhes der:m origem, constituiram um coEJunto de parimetros para a analise do Curpo de :Psicologiada FFCLRP-USP.Esses p:r3metrçs e a metodologia utilizadapara definf-los, podeyao ser uteis na anâlise de outros cuEsOS .(*) Subvencionado pelo'CNPq.188


149 VALORACXO E AVALIACXO D0S ASPECTOS SUBSTANTIVOSDE UM CURSO DE PSICOLOGIA. . JAPUR - - - - - Z--krE-âE M i .Faculdadede Filosofia, Ciincias e Letras de Ribeirao Preto-USP(*)Atyavls de estudo anterior, delimitamos 4 dimens3es'blpolares para a anâlise dos Aspéctos Subjtantivos de um Currso de Psfcologia: abrang3ncia x limitaçao. equilibrio x teEdencioqidade,eficiFncia x deficiincia,integrag:o x frag -mentagao de seu currfculo. 0 objetivo desse estudo foi co -nhecer o valor que profissionais e Nlunos de Psicologfa a -tribuem a essas dimensses na formaçao profissional, ao mes-mo tempo que proceder a uma avaliaç : o do Curso de Psicolo -gia da FFCLRP-USP tendo como crivo essas mesmas dimenéses.Participaram desse estudo 21 docentes, 6 psic3logos , 12 sEpervisores volunf3rios. 34 alunos e 45 ex-alunos, todos 1igadosao refertdo curso. Plka a coleta de dados elaborou-seum questionârio com escalas bipolares de 7 pontos de formaa obter em 'cada item 2 tipos de julgamento: 1) Valorytivo(grau de irrelevincia/import:ncia da dimens:o em questao plra a formaçâo profissioyal) e 2) Avaliativo (Somo o cursoem estudù estâ em relagao a essa mesma dimensao). os dadosforam tratados por procedimentos de estatfstica descritivae a anlliàe .dos resultados indicou que: a) a abrangincia, aeficiincia e a integragâo'foràm consider:das dimensses deextrema import3ncia para a 4ualidade da foYmacâb/ enquantoque diferentes graus de valor fgkam atrfhufdos ao eqùflf -brio do currfculo para a formxçao profissiznal em Psisolù -gia; .b) n:o houve homogeneidade de avaliagao em relagao aocurso em estudo em nenhuùa das 4 dimensses, porlm a tendinciapredominante das opini3es apontou ai dimens3è: de equilfbrioe integraç3o como mai! crlticas; c) a correlagio entreos dois julgamentos tambem revelou que o grau de abrangFnci:e eficiincià do currlculo apalisado foram consideradosmais satisfat3rios do que o seu grau de equilfbrfo e fE 'tegraç:o.A yetodologia e o instrumento elaborado para essees tudo poderao ser ûteis para a anâlise dè outros cursos.. b i ,'(*) Subvencionado pelo CNpq.189 '


150 AVALIACâO DOS ASPECTOS ESTRUTURAIS D0 CURSO DEPSICOLOGIA DA FFCLRP-USP. . JAPUR.M - - - - - - - JSL-:E i . Faculdadede Filosofia, Ci3ncias e Letras de Ribeirao Preto-USP(*)Atravis de um estudo anterior verificamos que os As -pectos Estruturais de um CArso .de Psicologia foram considErados uma importante'dimen'sao para a :ahâlise do aesmo.Esseestudo teve por objetfvo avaliar o Curso de Psicologia daFFCLRP-USP em seus Aspectos Estruturais: Natureza das Disciplknas,Encadeamentos Organizagâo dos Estâgiosy Distri -buig3o da Carga Hprâria e Sistema de Crlditos. Participa -ram desse estudo 17 docentes, 3 psic3logos, 5 supervisoresvoluntârios, 18 alunos e 29 ex-alunos, todos ligados ao rEferido curso. Para a coleta de dados ûtilizou-se um formulârioaberto que solicitava: a) sugest3es com relaçâo a alteraçâo de qualquer dos Aspectos Estruturais do curso e clpo contrlriow b) porque considera desnecessâria qualqueralterag3o a esse respeito. Para subsidiar a avaliaçâo dosparticipantes, esse formulârio foi acompanhado de informaçsescompletas sobre a Estrutura Curricylar do Curso: disciplinasque a compsem, semestres que sao oferecidos, natEreza obrigat3ria/optativa das mesmas, seus pr; e/ou co-rEquisitos; carga horâria e sua distribuiçio por conluntosde disciplinas afins e por semestres. Os dados foram tratldos por procedimentos da Anâlise Categorial de Conteido quepermitiu a extragâo de indicadores qualitattvos e quantitltivos. Os principat. resultados indicaram quef a) cerca de60Z dos participantes avaliaram positivamente a EstruturaCurricular do Curso em que'stâo, evidenciando em suas res -postas sobretudo Aspestos Processuiis do Curso que afetamseu nfvel de integraçao; b) evidencia*amvse dois ponios dedesequilfbrio no curso estudado - Fnfase lxpessiva no modElo quantitativo como fundamento dq formnçao ctentfficay eno modelo clfnico/psicoterlpico como fundamento da atuaçâoprofissional. A metodologia empregada nesse estudo permi -tiu evibenciar com clareza os pontos crfticos da formaç3onesse cursoy e a mesma poderâ ser ûtil na anâlise de ou -tros cursos .(*) subvencionado pelo CNPq.190


151 PROBLEMAS E PROPOSTAS SOBRE A FORMACXO DO PSICOLZG0 A/RESENTADOS EM DOIS PERIODICOS NACIONAIS. MariaBenedita Lima Pardo, Regina Helena Corsi yzangieri 1 e Luc .iana Piccirilli 1 (Departamento de Psicologia - Universidade FEderal de S3o Carlos).Esta pesquisa faz parte de um projeto mais amplo dentro doqual procede-sp a'levantamento de estudos sobre a f ormagâo dopsic3logo visando sistematizar caracterf sticas que esta form .îç3o vem assumindo no Brasil. Para tanto, a partir do estudodo trabalho de Mello (1983), estabeleceu-se um modelo de anâlisepara a prof iss3o (Pardo, 1992). A seguir f oram derivadosdeste modelo os èatores relacionados à prof iss3o que deveriamestar presentes na formaç3o, construindo-se um mo% lo para aanâlise dos fatores presentes na formaç3o do prof issional (PaEdo . Sasaki, Piccirilliy 1992). O modelo sbbre a formagâo proien tar a .anâlise de artigos sEfissionql f oi utilizado para orbre a formaçio do psic3iogo publicados nos peri3dicos ArquivosBrasileiros de Psicologia e Boletim de Psicologia. Estetrabalho apresenta uma sfntese dos principais problemas sobrea f ormaçâo levantados nestes dois periödicoé, bem como, daspropostas apresentadas para sua resoluç3o . A linha de anâliseadotada envolveu as seguintes quest3es :- Os trabalhos te3ricoslevantam probleM s que trabalhos de natureza prâtica jârespondem? - E possfvel estabelecer nfveis de lroblemas a seremresolvidos dentro de cada aspecto do Conteudo da Formag:oe da Din:mica do Processo? - As propostas implementadas pararesoluç ; o de proble= s interferiram em que nfveis'de f uncionlmento do Curso? Os resultados obtidos indicam que com 'relag3oaos Conteûdos da Formagâo o problema mais f reqtzentemente 1e-vantado diz respeito a nao integraçRo dos'conhecimentos teörlcos (Objeto de Estudo) e dos Procedimentos e Ticnicas com arealidade nacionàl e local. Entretanto' 1 JJ hâ iniciativas paramelhorar esta tntegragâ: . Com relagao à Din:mica fdo Processoo aspecto mais enf atizado diz respeito a necessidade deinteéraçâo do funcionamvnto dos setores de Psicologia Aplicadacom a cùmunidade', sendo que alguns trabalhos jâ relatam elperiincias que conseguiram superar estas dificuldades. g gradecurricular tambim tem sido frequentemente criticada. ContEdo para este aspecto n:o encontramos consenso quanto a inictltivas que devam ser tômadas.:1- Iniciaçâo Cientffica - CNPq - PIBIC. - ' ' * *-19 1


152Fpmadodp Psicölogo (scolar:Aniliseatrâves dos Planos de Dlscnplinas.Francisco de A.F.de 01lveirt .Uniëo das Escolés Seperiores do PamA fomaçëo profissionl)precisa serjrequentemente avaliadacox base plra verlf icar sua ef icacia e para x a possl -ke1 reformulaçao curricular.oBlETl#qs:(1)desjrevera aralisar tzrlcurso qu! se ocupa d! fo- açao do psicologo aq rlveTcurricularna Cldadede Belem:(2)levantar.ideqtlflcar eanalisar os planos de discipllnas de uma institelçao ds ensinoqulntoaPjicologiaEscolas noquetanqe a:conteujo 'programatico.Metodo,Instiluiçao.A'escolaemquestao e aUniversidade Federaldo Para.fuzdada em .1957. Dentre oscursos oferecidos pela UFPa. esta Q de Psicolqgia.criado /em d 1974.Materia1:Docxentosrelativos5criaçao na Universlade . do Curso de Psicologia e Planos de Disc iplinas de En-Si/IO.PROCEDIHENTO:Inicialment! fez-se uma 1istagem das.di!-ciplinas.no di intuitode identljicarasqueviaderejra.saorecionaisa fom açëo do Psicologo Escolar, em segulda ordsnou-seas disciylinas listadasem trës grypos:Gl-FormaçaoBasica;Gz-Formaçag Fundamenta!;G-b-FoYaçao Profisslonal.A Analisè do conteudo programatico consistiu no levantaœ nto do tema localizado nas unidades de ensino : reagrupadasYem cinc: categorias:histirica;tecnico-cient-lfice;psiçolâgi!escolarprofissional;conhecimentosgeraise educaclo -nalse socio-educacionaid.RESULTADO:Consjderando oG-3qœcontempla disciplina de interess! de cada area de atuaçéo.:quadro f icou assim conf igerad: ,area cl%nica confere 38.6:.segue a Escglar com 26:1% e 'a organizacional com 7 .6:. kuMto ao contledo programatice,obslrva-se que a categoria teânico-cientlf ico e a categorla Pslcologia Escolar-prof issiona1atingiu um percenteal de 30% e 20% respectiyamente.Dls-CtJjSA0ia partirdascategorias4efinidas.aanalise do cocteudo pareceappnlardm AdlquAçaoquantgaâreadeconheclœ ntb par! a fynçlo jrof lsslonal do Psicologo Escolar. 0sestudo:dldpbplvelsnal:iteraturaevidéqciam queoslados 'aqui'expressos servey ao r:peqtqrio mlnqmo para a pratica /PO iissional. Contudo torna-s: lmperativo dejenvolver p:s -quisa'ne 'sentidqsde delinear areas de conhecqmentos especsficps para f unçao do pO f issional aqui em pauta. CONCLUSXO:Considerand; o ro1dedisclplina oferecidas,pods-je .dize'rque ha ema certa preocepaçqo em proporcionar o mlnlmformlçio de profissional-jlsqqisador.Entretanto faz-se necessariodejenvolver qesqelsas para verificar como isto o-corre na pratica proflsslonal.de192


153SANTA CATARINA LPSICOLOGIA SOCIAL: ENSINO E PRVXIS EMReconheçendo que a perspectiv: do trabalhocllnico predo-mina nos diversos curriculos de psictlogia no pals e, ao mesmo tempo, a necessidade quea realidade social imp8e dv atuaçses mais voltadaspara o prlprio contexto social. o obletivo funda -mental desta pesquisa foi investigar o ensinoprax is da psicologia social em Santa Catab ina , proporcionadospelos cursos de psicologia das universidadqsdeste Estado . A coleta de dados caracterizou-sepor v isitas aos cursos de psicologia daàuniversidades catarinenses ; entrevistas abertas esemi-dirigidas com os professores de p sicoloqia soctal,apuraçlo do quadro docente obletivando res-informaç8rs que to as suas titulaç8es , e pesgatarqor uisas bibliograficas. A O âlise dos dados deu-seP uma sistematizaçRo. das inrormaçses. respectivasa cad: universidade, buscando a relaçvo do quadroespecifico das atividades desenvolvidas eom as condiç3esde trabalho propo/cionqdas pelas diversasuniv ersidades . Das quatro universidades ex istentesno Estado. somente a Universidade Federal de Sàntacatarina apresenta uma atuaçRo especlfica em psicologiasocial, mantendo uma infra-estrutufa que garantea produçRo d: pesquisa/extensRo. Em contra pâti da , as outras tr-es ùniversidades,'que s:o parttc:lares, apresentam uma realidade contrastante em funç:o da falta ue respaldo institucidnal e/ou faltade qualificaçRo docente, nRo garantindo a produçRqda pesquisa/extensRo â nivel curricular e extra 2curricular.Financiamento : lm iversidade do Vale do Itaja j.Autores: Kâtia Maheirie e Aurila Souza- Universidâde do vale do Itajai- Faculdade de Psicologial93e


154 os pzscuasos Dq FoRMlçpo Do eslcouooo.Julio Groppa Aquino . Universidade Estadua lPaulista - I'.B . - Câmpus de R io C laro .Este estudo se qaracterizou enquanto uma anAlise- no kerreno da Ps fcologïa Instftucfona l propostapor Marlene Guirado - da formaçâo acad@mica emPsfco logia . Tomou-ee como prob lema as queixae areepeito da 'insuficf@ncia teôrico-tècùica ' e da'desfnstrumenta lfzaGlo proffsefonalfzante ' que sepresentificam tento no discureo do% teôricos quantono discurso dos aqentee .univereftârfoe . Foramrea lizadps , entko . entrevistas aberkas e aemieetruturadaecom 17 sule itos entre professores (5 ),a lunoa do primeiro ao quinko ano (10 ), e reclmfohmados(2 ), do curso de Psico logia da UNESP-MSSiI .O procedfmen to adotado foi o da 'mnAlise deDiscurso ', onde buscou-se deecone teuir ecircunecrever as representaçees acerca daPlfco logia , da instikuiçlo e das re laçuesinstituâdas . No que tan/e aos resu ltados dainvestiqaGlo, gode-se estabelècer que os elementosfundamentafs da probl*mAkica da formaGâo eetaoligados ;âo a uma ineficAcia ou inoperânliapedagôgfca , mas â produçâo de uma determinada'subletividade' no totidiano dae prétfcaeinskftucionafp . Do pooto de vfska fn stftucional, *na produ çlo do 'suleito psicô logo ' - fundpdo nointerfor das prAtfcas - , que encon trou-ee umapoeeivel reapoota para os problemas da formaçlo emPsfco logfa . Buscamoe , aasfm , rea lfzar uma anAliee dafnstituiçAo escolar (no raeo , unive rsitâria ) qve nkoee pautasse em critlrioo eesencia 1mente pedagôgkcoee /ou macro-po lâticos , mas em paradigmAe psico lôgicoinetftucionais.Considerando os oblekivos do estùdo,teorizou-ee , por ffm , que a que ixa de ineu fici*ncfae da desin%krumenta lizaçlo reme te , outrossim , àproduçko de uma 'euble tividade âvida de ppder saber ,capturada na aphopriaçko permanente de uma suposkaGuffci*ncia .k, 'A pesqufsa ffnancxada pela CAPES .194


C155SEITAS/MOVIMENTOS/RELIGIIES: PRIJICA E CONSEkUZN-c1A JUNTO A ESTUDANTES UNIVERS'ITARIOS. Xarl NllzaFerrarl de Barros e Romslda Apareclda or loantos. Depto. e Ps co og a ocla e Instqtuclona. UEL..A prâtlca dosJovens qye aflrmam bq/çar um esqntldoepërat'aNldd'e:-lnfpnlçlesnna:o zcadaMco'uMver


RELIGIOSIDADE E BEM-ESTAR SUBJETIVO . Car-156 l os Amlrico Alves Pereira e Frahcisco No=bre de.Almetd: Cunha (Bolsista Jovem Pesquisador,uFRJ)- Departamento de Psicologia Soctal e do Trabalhoe do Nûcleo de Estudos das Relaç3es Afetivas/lnstitBto de Psicologia/uFRl.Neste trabalho estudou-se a relaçRo entre a religiosidadee o bem-estar subletivo , por acredltar-se queo appecto religioso tnf luencia a cogniçvo humana. Fqram formuladas as hip3teses : de que a relaçVo comDeus inf luencta a satisf aç R o com a v1da em geral; deque a satisf at%o com a vida relikiosa inf luencia nasatisfaçRo com a vida em gpral; e a de que a relaçRocom Deus ihrluencia na satisfaçRo com a vida religizsa. As hip3tesrs foram m âlisadas atravls do teste tde student. Alem das hipoteses f oram feltas apâlisesenA cima de aspectos eomo crença religiosa , afeto neaativo, felicidade entre oùtros . Aspectos estes encontrados na escala de Margaret Poloam e Brlan F .Pendleton (1987 ). Participaram 44suleitos , de ambossexùs , com idade variando entre 20 e 40 anös , com m -Jdia de 26 anos , todos da religiVo Batista de um Temloreligioso de Nova Iguaçû, municlpio do Rio de J17.neiro . A aplicaçVo da escala f oi f eita em um ùnicodia, sendo pedido aos sujeitos que respondessem 1,ecataapis a uma breve exposiçRo de como fazl-lo . Erpermltldo ads suleltos que retirassem qualquer dûvida .Os suleitos compgnham um .grupo ûhico , e respondram individualmente a escala. Dentre as hip3tesesformuladas , conflrmou-se apenas a de que a satlsfa-QRo com a vida religtosa inf luencia na satisfaçRoco m a vida em geral.(t= 2# 17 alfa = O # O5).196


157SENSACIONAL ISMO NO pfnlo : CAUSADOR DE ANSIEDADE?Sérgio Paulo da Silva, Universidade de SJo PauloEsdras Guerreiro Vasconcellos, Universidad. de SJo PauloFernando Cgsar Capovilla. Universidade de SJo Pauloos efeitos dos meios de comunicaçâo de massasobre a sociedade jâ sao assunto muitfssimo pesquisadoeespecialmente nos Estados Unidos e Europa. Grandeparte desses estudos tem tradicionalmente enfatizado:1) os efeitos sociais do meio sobre o telespectador;2) os efeitos da violência na mïdia; 3) os efeitos datelevisâo sobre a audiência; 4) o comportamento degrupos do primeiro mundo em relaç:o à mïdia. O presenteestudo piloto visa investigar os efeitospsicolögicos e fisiol6gicos de um programa policialde râdio, sobre um pequeno grupo de indivïduos doterceiro mundo. Para asso foi delineado um experimentono qual vinte trabalhadores (9 homens e 11 mulheres)de uma elpresa em Sâo' Paulo foram divididosaleatoriamente em quatro grupos. O instrumento utilizadopara testar a resposta psicol6gica de ansiedade,foi a escala de Ansiedade-Estado do STAI. Amedida fisiol6gica de ansiedade foi o ritmo de batimentoscardfacos por minuto. Os gruqos foram divididosda seguinte forma: Grupo 1) Fo1 testado antese depois de ouyir o programa; Grupo 2) Fp& testadoduas vezes sem ouvir o programa; Grupo 3) Foi testadoapenas apös ouvir o programa; Grupo 4) Foi testadouma vez, sem ouvir o programa. A fim de monitorar ainfluência da situaçao de teste sobre os sujeitos,foram , tambdm, mldidos os batimentos cardfacos detodoe os eujeitos pelo menos oito'horas antes dasituaçdo de teste, e todos foram submetidos à escalade Ansiedade-Traço do STAI antes das sessöes experimentais.Os resultados sugerem que o programa exerceuinfluência significativa sobre o nfvel psicol6gico deansiedade dos sujeitos,nao sendo significativa sobreo fisiol6gico.197


158A INFLUQNCIA BA CRENCA RELIGIOS; NA ANSIEBA9E BE HORTE gelo.A.; Calvano, N.; Dias, A .; Freitas, L.; Gil, H. e Lima, 6.Universidade Federal do Rio de Janeiro/tentro de Filoso#ia eCtênttll Humlnls/lnststuto d. PlttologsR/gpio de PsicologiaGeral e Experimental/Ndcleo de Estudos e. Relaçöes A#etivasPesquisas têm demonstrado que a #iliaçïo religiosé é u.avari:vel importante na reduçzo da ansiedade de morte. Baseadonisto, procurou-se veri#icar como os di#erentes Gistemasreligiosos #ụncionam neste sentido.A amostra constituiu-se de 2@: subeitos. de ambos os sexose idades variando entre 15 e 79 anos agrupados de acordo comsua crença religiosa, sendo 5: sujeitos de cada uma das jGeguintesreligiöestcatölica, Judaica. Espfrita e Hessi:nica. As duasprimeiraj representavam a crença nKo-reencarnacionista enquantoas duas ultimas reprçsentavam a crença reencarnacionista.0 plano experimental utilizado #oi o de amostras independentese o inltrumento utilizado para se avaliar a Ansiedade deHorte #oi a Escala de Ansiedade de Horte-gAs, traduzida do originalde Telpler t19F@) cujos escores varia. de ê a f5. sendoquanto mais alto o escore maior o grau de ansiedade de Morte.0 grupo que se mostrou menos ansioso #oi o dos Espïritas(R=5.42), seguido pelos Judeus' (R=5.*8), pelos Catöloicos(7=4.9a) e pelos Hessiânicos (;=7.78).Ag:upando as religiöes deacordo co. a crença ou nZo na reencarnaç-ao (como citado acima),veri#icou-se que a di#erença entre as mêdial do grupo reehcarionista (7=é.7:)e do grupo nZo reencarnaciopista (A=4.45)n!cnao era signi#icativa. Logo, pode-se concluir que a crença oun:o na reencarnaçïo n;o é o #ator prihcipal na reduçso da ansieḍad:de korte, mas talvez o conjùnto de dogMas e preceitosreligiosos caracterïsticos de cada religiZo bex como a vivênciaque o indivfduo te* a partir dos mesmos.198


159O MEDO DA MORTE EM UNIVERSITXRIOS DA XKEA DE SAODE:UM ESTUDO COMPARATIVO .KAJIHARA , Olinda T . Universidade Estadual de Maringâ-pr.Este trabalho objetivou estudar o medo da morteem universitârios da âk:a de saûde da cidade de Maringâ-pr.Procurou tamh-em verificar se os resultadosdesta pesquisa corroboravam os obtidos gor Kovâcs(l985) em estudahtes de Sâo Paplo. Os dados foramcoletados em uma amostva de 76 àujeitos, alunosdo 2* ano dos cursos de psicologia r hedicina e enfermagemda Universidade Estadual de Màringâ. Utilizou-secomo instrumento a Escaia Multidimensidnalpara Medir o Medo , de Hoelter (1979). èendo em vis-ta que 96% dos sujeitos doé curso. de enfermagem ede psicologia e 45 ,5% dos de medicina eram do sexofeminino , e qMe Kovâc: (1985) eùcontrou . difetepçasyignificantes entre o. sexos , comparou-se os resùltadosdas .amostras femininag dos 'dois Mrupos. Aanâlise do medo da morte nos 3 cursos evidenciouqpe eles nâo apresentaram diferepça: significantesem term os de escores globais e de escore s parciais ,nas 8 dimensöes consideradas. Os resùltados indicaramkue os doi: grupos nâo sâo çopqruentes quapto àintensidade do medd da mbrte, yisto que no estudode Kovâcs (1985) o curso de 'psicologia .apresentouescores totais e parciais significantemente maioresque os outros cursqs. A analise qualitativa dosdois estudos : por spa vez, apohtpu que os maioresescores parczaié ôcorreram nas categoriaà j, meao aamorte prematura/medo de ser destruido ', e ps menoresse referiram ao 'medo dos m ortos '. Em sum a , osestudantes da ârea de saûde de Maringâ e de SâoPaulo apresentar:m diferenças quantitativas quantoà intensidàde do med6 da morte e semelhlnças quantoàs categorias pontuadas como menos e mais temidas.199


A ADRTE E 0 ESPIRI :160 ccM cRlANçAs ESPfRITASCARVALHO,J.;BRAG ,A.;SILVA.K.;LIM .P.;COUD .R.j-UniversidàdeFederal de Minas Gerais ; (M ṾALHO.A.M.;- Instltuto de Psicologia- USP (*)Segtmdo Piaget (1961) o encontro da criança com a iddia de làorte . desempenha txn yapel important.e ho 'seu desenvolve ento inteu'lectivd e na fom nça: de sua identidade socialô Com este referençialteorico propos-se ebte esiudo exploratorio sobre a seguintequestëo :œ alo papel do sistem de crençaé religiosase em especial do Kardeclspo sobre o cènceilo demorte em cri -anças? Supöe-se qpè a crença na reencam açao e no sehtido davida e das provaçoes sej: tnn fator diferehcial na elaboraçâodo conceito de morte , da-l se ter escolhido sujeitos deste credo.Osobjetivos do estudo foram: a) descrever o conceito demorte entre crimxas esplritas;b) analisar o conceito de mortedessas crimNas .0 modelo da investigaçâo foiestudo explorat6riodescritlvp.Os stijeito: foram 51 crimxas espfritas.meninos e meninas ? na f aixa etaria de 3 a 11 anos . 0 instnzmentalfoi entren sta eétruturada com as seguintespefgtmtas:1) 0 que acontece qllnndo aà #essoasmoq em? 2) 0 'quevaa.acohtecçrcom você quando x rrer? 3) 0 que e a morte? Os princi -pais resultados foram: a) 100$ das crianças nâo concebem a morte como lzrnltpersonaéem (çf NAGY ,1948);b) Houq ssmilarkidadena c:ncepçâo de morte ,nas diferentes falxas elarias:a mortenëo e ''jmeaqadora';c) Nas respostas As questoes 1 e 2as criançasn@o fizeram diferenciaçâo éntr: o seu destino p6s-rortée o das outras pes#oas,pois todös vao reencarnar. Conclui-seque o sistema teol-ogico'Kardecista atuou de modo consistentena determsnaçào do conceito de'aorte dedsas erianças. Esta coclus-ao ; relevante,pois sugere que a visëo ''aterradora'sobrea morte pode :er modificada, se l= n:'crença'religiosa conéistete for apresentada desde os primeiros anos da vida infantil.(*) boutorando-bolsista cApEs200


161Lnr*I$ PREFERIPQS FELOS APQLESCENTESE SUASREACöESFACE AUTQRIZACXO OU PROIBICXOQos PAIS:âUR12lo nn/el -'UAIVERSIDADEDE FORRACXO: EDUCACJO E CULTURAAtn: DAKL#ANESECLEQRINPA SCIKOCCADANIELA D;S SARTOS LISRnAREMATA KARIS :@$ SANTOSROSA%GELA %l0kASORA'A HELENA OWTSCBARENTOLARISSE CRISTINA DE QO IZAPAULO DE LARA UZUMSIMDME DA SILVA0 presente est.œG tratou de lnveltigae os tocais preferidos petos adotescentes deS:o caetano do Sut: e seu comport----to face â autorfzaç'o ou n:o de s-le pals, defrequenté-tos. com estes a-aas seré efetn-M- .-e snnaxgem em targa escata . quepossa alleur a definfr .-m potfkica fnstftucfonat* - micfpat,visanana wethora'--o-r os ansebos de tazer Gos nantescentes, ao mesmo tempo,minimizar osprobt---s de aceftaç:o ou n:o petos pais.A ---strafofd.171xantescentes,com idadevarfandoentre 15 a16 anoè,dea-u-sos sexos, escotariaxa- 81 série, de faixa söcio-econômica A, B, c e D.0 instrl--nto utitizado fof um questionérip estruturado, semi-aberto , apticadoatravés de entrevista fndivfduat: por atunos de 3: ano de Psieotogia em trêsescotas de $:o taetano do Sut.'A avatiaçâo dos eesutt-u-s obtfdos permitïu Sdentifïcar que os adotescentes possuempreferêncfas difer---iadas quanto aos tocais, dependendo princfpatmente do sexo eda c0nd64:0 eôefo-econômfça.Pôde t--=2- ser verificado que existe baixo fndice deprofbiç:o petos pais, * que a reaçâo de aceite ou de questionamento à proibiçâo éssmstar entre tndns os -u-tescentes.Este estleG cnnmeguiu detectar 1-- variévet n:o espernao no infcso dos trabathos , *fnsatisfaç'o com o n:o questlon---nto e conseqûent---nte nâo preoeupaç:o quanto aotazer dos -u-tescentes petos pafs.Este ftem mereteré um estudo mais acur-M-. com inctusive entrevistas emprlfdM iM-M-201


l62OZYPORTAKENTO :0S ADOLECENTES FRENTE IS POSSIVEIS EXPECTATIVAS FRUSTADAS BE SEUSPAISKAURtZIO rm B! -QNIVERSIDADE DE FoR@àçxo , EDUCAVXQ E CULIMRAALD: DALL#ANESEAInA KARnA/ETE PERRETIct1 nlA sepukvlnApteoRA @A.cl VISACREBAglkTo# PAMNA n'ALAEIDAgARIA:#S GRACA: CERESAMIikvcl %ELACBOS TAKAKIGEOiGtTE sItVA GAL#;OELISETE ROKERO BRITOo cowyort-'---to =-- auotescentes , quando perceu-- que frustam as expectativas doss-- #afs,tantono campoescotar.cn-ano soeiat.éomesmo , fndependente de faixaetérfa; c--ufçzo éöcio-econômfro e sexo? Investfgando em adotescentes de S: oCaètano do Sut estas variévefs, atunos de 3: de Psfcotogia, apös entrevistas emgeupo e entrevistas em profl- iu-u- com 24 nanteacentes , decfdsram etaborar umqùestfnnArio semi-aberto , com sete questses. Este questionârio permitiu cotetarfnformaç*-- sobre o comportA---to do adoteseente face à possfvet f rustraçâo dospals quànto ao seu comportame'nto escotar 'notas abafxo da -#Mia1Ie sociatll vialareozlnho'êIlchegar tardelI'----rar'le 'assfstfr a fftgms pornogréffcosdḷQ questi--xrfo foi aptfcado em -M-tescentes de três esçotas de S'o'caetano do S ut,totatfza-=- 171suleitos diatrfbufdo:proporcfonatmentepetas trêsvariéveis .ol resuttados mostram que os aantescentes utitizam comport--antos diferen cfados:do sexo e da condiç'o söcfo-econômlca, n:o havendq grandes'atteraçöes emretaç'o à fafxa etiria.'T'-'e- foi possfvet estabetecer 4ue mesmo 'de forma diferente , os adotescentesprocuram o dsétojo eœ os pais,ou quao o ex ontram dific'utdades , a omiss:o, söusa--'-a e ntfra e siluaçses tz=n o 'Icheqàr tarded' .0s resuttaes obtidos irioGssibilitarapreeraçâo deuncicto j eatestrasde 'orfentaç'o para -u-tescentes e pafs , visando à sua kmfor interaçzo.202


163I D FANILIAR DD ARO


164 ; PROJETO DE VIDA DE CRIANCAS E ADOLESCE:TEs DAs cLAssE POPULARES: FAMILIA E TRA-BALHo (*)Nara M .G . Bernardes , Ana HelenaAm arante : Felipe B . Duarte ,RenataDiniz (PUCRS)Este trabalho insere-se num projeto de pesquDnque problematiza a construçâo da subjetividade decrianças e adolescentes negras (os) e nâo-negrastos)das classes populares, na dimens#o da autonomia/sub-*.pissâo. Focaliza, mais especificamente, seu projetode vida .Foram estudadas, por meio de uma anâlise compreensivade base fenomenol6gica, as vivências esignificaçöes de um grupo de vinte e oito crianças(9 a 12 anos) e doze adolescentes (13 a 15 anos)quehabitam a periferia urbana de Porto Alegre (RS).O projeto de vida dessas crianças e desses (as)adolescentes constitui-se , basicapente , ao redor dedois eixos: famflia e trabalho. As semelhanças e diferencasque se deram a vek entre mulheres e homens,criancas e adolescentes, negrostas) e nâo-negrostas)sâo objeto de reflexâo na perspectiva das relaçöesde classe social, gênero , raçq e idade .(*) CNPq , FAPERGS, PUCRS204


165AW O.CONV ITO R KTPEW ATW ASDEVD A EM ADOLESCEM E SW A ITUCIONALFM DOSE NW W STITUCIONALIM DOSA m élia Crgffna Gopzes*Lidi.a Ncfclfc Dobrianskyj We& rUniversidade Federaldo ParandO objetivo da pesquisa foiinvestigar,as expedativasreferentes aescolaridade,profssâo,desejose medos,e identmcaro auto-conceitodeadolesentes institudonalizados e nâo-institucionalizados.Foielaborado umquestionirio sem i-estruturado e aplicado em 20 adolescentes internos eminstitGçöese 20adolesceno scom vfnculofamiliarquefrequentavnm projetossociais.A prim eiraparte do questione o constitufa-se de xlm ahstagem dequalidadespessoais (feio,bom ,inteligente,etc.)e de estados em ocionais(alegre,nm ado,triste,etc.),e a segunda,pne.l de questöes abertas relativasasexpectativas de Wda dos sujeitos.Na anâlise dos dadosutilizou-se pesosarbitre os para cada qualidade ou estado em ocionalkstado,onde foramatribufdosvaloresmaisaltospara adjetivosquedenotassem auto-conceito .positivo.Cada sujeito poderia obter,valormJvimo,ou seja,um auto-conceitoexcelepte de 126 pontos para as qualidades e 156 pontos para os estadosemodonais.Osresultadosmostrnm quea média obtida pelossujeitosnâolnntitucionalizadosfoide 97,8 para as qualidades e 129,3 para estadosemocionais;ossujeitosinstitùdonalizadosobtiveram um valormédiode92,4e121,4.respectivamente.Quantoasèxpectativasdevida,observou-sequeamaioria dossujeitosnâo-G stitucioniizadospretendem estudaratéo22grau,enquanto o outro grupo até o 1*grau.A spronssöes m ais escoM dasnos doisgrupos sâo de baixo status sodal,com o ppr ex.,cnm lnhoneiro,dom éstica,opere o,etc.Surgiu no grupo de adolesœ ntesnâo-inntitucionalizados algumas profssses de m aior statqs social,com : por ex.,m ldico,pm fessor,economistayetc.Osprindpaisdesejosemedosreveladoshasquestöesabeaasforam em relaçâoa fam nia,sendo que para os adolesm ntes nâo-institucionalizadosdestacou-seodesejodecasar,terfdhos,eomedodeperderospais,enquantoqueosadolescentesinstitucionalizadosmostrr am odeéejodeterpc termâe,eomedodenâo>rondemorar.conclui-sequyossujeitosdosdoisgrupos m ostrnm auto-conceitopositivo,talvez im pregnado de forte condicionamento m oral,pois revelam contradiçâo com suas expectativas em relaçâoà escolaridade e profistâo.O Wnculofnm iliar mostrou-se de extrema importância,nâoa ponto de determ lnar o auto-conceito,porém de iM uenciar asexpectativas em relaçâoà fam flia.molsista deIniciaçêo Cientsca peloC#fk.205


16 6Jf#;f##JrJJ'ZSfiri#z#rfsB0S#1(/f#J#Sf*:fpç'f#r:#BE1:4IYJ9E##JJI;fẸd. HarceniCustldie-(t).(2)zeztrizpiccel:Cixenez- (t)HarleneRuene 1p1.- (i)Licini.HRriz tarre.- (i)Ald.E.ll'Anese- (i1dzurizie Gebii- (i)Esteestudateveperedbetivo plsqeis.ra intejrzçlaentre .lunesledilereqtes cursps de du.s instituiç:eqde ensin: sqperier d: ::2,A.bas e.precessedetrzns4nrRaçlepar.dniversidaïe.Nestecentextô!:ireRlizAd:q,estedeseirezspercepçpes dcszlunesdcsdilerentescqrsnse,relaçl::eqseqs celelas. ôs du&1 peçlqisas ltr.. c:ndqzid.s per estr.tlji.szetedcligiczs dilerentes. Nqm. instituiçlô 4er.. eRtrevistzdes c'::queqti@nlri:i.pressesegi-dirijidei54sqleit:sAleAtaria.enti elcelhidesnes 11curse:existenteq.


167 G TSES ADAH ATIVAS E O NSR UCAn DA D M D ADE P>FISSIOMAK: SAO E O M E TINTVKRKD ADE'A- A XAQTSA c. cM .F-10N - FATmI.nM ES SM MAQO SAdaptaçâo, como entendida neste trabalhoy pressup3e que o indi-' viduo disponha de 'recuràos pessoais que lhe permitam harmonizar'com o seu entorno.Estds recursos resultam de mdmentos ou crises.que ocorrem durantç ö ''deqenvolvimento do ser humano possibili -tando novas modalfdades de relacionamento com o muneo e cùnstituem-sena trajet3ria da construç:o da identidade pessoal, daqual emerge a identidade profissional. Na construçzo da identidadepessoal o indfvfduo evoluf da imaturidade ffsèca e psfcol;gica par: a maturidade. A emergincia da identidade profissionalresulta da trajet3ria jâ cumprtda pelo indivfduo na sua identidadepessoal.A atfvfdade cognftfva pode ter uma funçâo defensiva, resultando em pequeha contribuigao,e atJ mesmo obstâculo,para a aquisiç â o da identidade profissional.Assim como ocorre coa identidade pessoaly na construgâo da identidade proffssionalyas crises adaptativas permitem ao sujeito desenvolver novos recursos. A escola potencializa estas crises. Na universidade estas crises resultam do descompasso entre os recursos pessoaisdo aluno e as exigincias da realidade externa, tais como: tesponsabilidade,disciplina,noç3o de prioridade,toler3ncia a frutraç:o.Esta comunicaç:o constitui-se em um recorte de um projeto de pesquisa mais amplo.Tem por objetivo,descrever e discutios efeitos de interveng3es feitas Junto a quatro universitârioque apresentavai dificuldades adaptativas e no desempenho acadmico.os alunos foram atendidos atravis de um Serviso de orientgâo Psico-pedag8gica desenvolvido nas Faculdades Sao Maréoà ncidade d e Sâo Paulo. No 19 semestre de 1993,0 Serviço atendeu215 alunos dos cursos de Psicologia,Pedagogia,Letrasy Ci3nciae Estudos Socfaisylnformâtfca e Administragao de Empresas.o Seviço oferece diferentes atendimentos desenvolvidos em grupos oindividualmente.os alunos procuraram o SOPP quando encontravamdiffculd4des no desempenho acadimfco,nas reiag3es interpessoaf'ou quando o conteido das disciplinas mobilizava angistiapos alnos consi d era dos neste trabalhoy foram atendidos individualmènte com um nimero de encontros variandè de trFs a cinco.As fntevenç3es permitiram aos alunos sentimentès.mecanismos de defesao manelo da pr8pria ansiedade e experi3ncias pessoais e escolares anteriores mobilizadas pelas exig3ncias acad3micas. observou-éecomo rrsultado um aumento da capacidade adaptatfva e deauto-observaçao, identificada pelo relato escrito do aluno epelas respostas dadas ls intervenç3es feitas durante os encontros.20?


168A IMAGEM CORPORAL D0 ADOLESCENTE OBESO : UMOLHAR FEHOMENOLôGICO - EIISTENCIALAUTORES:I- lnabel . Elisa Oliveira e Silva, 2- Lfgia C. C.Corrêa, 3- Marly V. Blym, 4- Rosana F. Tchiriachian, 5- RuthF. R. Ascenclo, 6- Suzana L. P. Borges.IHSTITPICXO : Faculdade de Ciências e Letras S:o MarcosO presente érabalho pretende analisar sob a 6ticafenomenolögica - existenciil de Maurice Merleau-ponty, qual: a lmagem corporal vivenciada por um grupo de adolescentesobesos: obteùdo por esse meio uma melhor compreens;o doestar-no-mundo desses Jovens.A populaçRo estudada constitui-se de uma amostra de 16criangas, sendo oito do sexo mascullno e oito do sexofeminino, distribuldas uniformemente dentro da faixa etériados 14 aos 17 anos.O procedimento usado foà o de entrevlstar indàvidualmente osadolescentes: realizando com eles uma anamnese dentro de uwroteiro e solicitando três produçöes gréficas, co*inquêrito, a saber: a) Desenho de uma figura humana; b)Desenho do adolescente entre awigos; c) Um desenho llvre.O roteiro de anamnese foi utilizado com o obletàvo delevantar fatos significativos da histdria de vida dosadolescentes e a produç:o gréfica foi empregada poracreditarmos que seria essa a forma deles relatare. comoestavam se relacionando, naquele momento, consigo. co> ooutro e co* o ambiente..Os resultados indicam que nesse grupo de 16 adolescentesobesos, em 10 casos, denunciaram uma imagem corporal obesae ep outros 6 casos se distanciaram dessa imagem Mostrandoum corpo esguio.Nossas conclusöes nos apontam que o adolescente obeso em suarelaçëo consigo e com o outro, demonstra que seu corpo, aovir à consclência o faz ora na forma de uma imag:m corporalobesa. com formas ampliadas e arredondadas, ora negando-a,mostrando uma forma corporal esguia, indicando que algunsdesses adolescentes J; internalizaram essa lmagem? enquantooutros encontram-se em conflito com a mesma. Salientando aorigem dessa obesidade, nos desenhos, a boca fo1 um doselementos mais privilegiados. Jâ, na sua relaç:o co* oambientei sugerindo um paralelo com a obesidade, surgiu aocupaç:o de todo o espaço disponfvel.208


169 ANSIEDADE DE PACIENTES.E REUNIUES AMBULA-TORIAIS INTERDISCIPLINARES .Denise Crlstina Hardt Pirestuniversldade SXoJudas Tadeu). 'Este trabalho consiste em estudo da ansiedadepresente em situaç3es relacionadas Z tratamentos desaûde, em especial reuni3es ambulatoriais interdisciplinares. Os ob 'etivos f oram :l-mensu rar a ansiedadena situaçRo de pre reuhivo interdisciplinar;2-levantaro mesmo estado durante a reuniRo ;3- veri/icaro mencionado estado ap3s a reali4açxo da reunivo ; e4- comparar a ansiedade manifestada nestas tris situaç3es.Mitodo :sulettos-foram pesqulsados sets pacientesadultos , portadores de derormidades flsicas a-parentes im aterial-f ol utilizado um roteiro de entrevista,a Escala de M siedade Trato-EstadolIDATE) ef lcha de registro de observe Ro iprocedlmento-todosos sujeitos f oram entrevistado: e responderam è Es-cala, antes e ap3s a reuniRo , durante q mesma roibealiznan observaç % o curs ivaqe seus comportamentos .Os resultados dos tr3s instre entos de avaliaçRo fbramcompàrados e indicam que todos os sulettos apresentaramnlvets de ansiedade :tgntftcantes em todasas tr3s sttuaç3es , sendo mats altos antes da reuntioa apltcaçVo do teste IDATE lndlcotà que os sujeitostendem à mantfestar suas caracterfsttcas de Traçopreponderantemente , antes da sltuaç a o ue meunsao; a .arttctpaçRo na reuntRo tende a mtntmtzar os senttp.mentos de anstedade mantfestados antes e durante. amesma; e , para alguns sudettos a sttuaçRo de reuntvo


TITULO:OPCâO PoR ATUAC.AO TERAPZUTICATVARI;170 VEIS RELEVANTES E CONCEITO DE TERAPIA COMPAUTOR :Mon ica Avelino de SouzaINSTITUIçXO:Pontif1cia Univèrstdade Catûlica deCampinas .O atual nûmero de profissionais que ojtam por aGbordagem comportamental para trabalho clinico provoqa um questionamen to devido ao rato de antes esse n #mero ser maior.Este trabalho teve por obletivo levatar os motikos gue leval ps prorissionais a fazeremopçVo por atuaçao terap3utica e investigar o concelto deles de Terapia Comportamental v erif lcando se h #ou nRo relaçRo entre esses assuntos .Os sujqitos foram psic3logos formados ,com .atua-%Ro em dtversas abordagens .Esses sulettos responderamum questionârio de perguntas abertas e fechadas ,que envolviam os obletivos traçados e uma avallaçvoda rormaç V o rece bida.os dados obtidos roram transfomados en dados estatlstiços e analisados .Os resultadosmostraram que a maiorlat43s')' f ez sua opçvo em J*funçvo de uma concepçRo tndividual de homem e parte #(3O$J),foi tnrluenciada por discipltnas e professoresda graduaç % o . O concelto de Terapia Comportamentalfoil'abordagem ef iciente lpara 56% e para 21$ ,'abordagemboa para prob lemas emergentes .todos apontaram fl'has na formaç%o yprinctpalmente na jarte prâtica.No estudo ,veriricpu-se que a visao sobre as divesas abordagqns & resultado da formaçRo receblda.considerando-seque e1a inrluencia a opçRo de atuaç3odos estudantes .pode-se concluir que essa opçRo estârelacionada com a vis go das abordagens.Detectou-seque a abordagem comportamental necessita de organizçVo interna com o oblettvo de clarear conceitos ,têcicas#obpetivos e prgcedimentos ,para uma atuaçVo coenrente na prâtica.Finalizando ,outro aspecto detectadofoi a necessidade de se reavaliar os cu rsos de formçVo ,cpiticado pelos participantes .210


'A PERCEPC 0 DE FATORES PQEDISPONESTES DOS SIHTOMAS PSICOL ICOS:171 UM EsTuoo DAS CAUSAS RELICIQNADAS P0R CLIENTES ADOLESCENTESAouczos â pRosLEMlzzcA APRESENTADA. (MANOEL ANTDNIO Dos szNTosALEyANDRA MEDEIROS BORGZS,Departamento de Psicologia e EducagZo-FFCLRP-USP).A inEid3nciaelevada deprollemasemocionaise fe relacionamento socialdetectada em estudo anterior p:r nQs conduzido, Junto a clfentela adolescente eadulta atendida em iùstituiçao publicay levgu-nos a investigar sua virtual associaç:ocom deteryinados fatores gue os proprios clientes identificam comotendo alguma relaçao con a problematica aprejentada. Este conhecimento podefo:necer subsldios imporlantes paya a compreensao dos problemas identificados, flvorecendo a intervençao psicologica yais adequada para c:da caso. O obleyivodesse estudo e identificar a percepçao que os clientes tem acerca dos prèvavefsfatores relacfonados ao aparecimsnto e/ou agravamento do problema qu6 motivoua procura de atendimento psicologico.Participaram dessa investigaggo l16clientes atendidos durante os anos de 1992 e 1993, no Serviço de RecepgaoTrfagem deAdolescentese Adultos,do Cenyro de Psicologja Aplicada daFFCLRP-USP. Realizou-se um levantamento documentario dos prontuarios de casos atendidosem triagem,a partir 1asrespostasobtidasa .um roteiro de entrevista pa -dronizado,contendo questoesrelalivas aos fatorespercebidospelo cliente comoposslveis causas relacionadas a problemftica apresentada. O material foftranscrito e posteriormente submetido a dois Julzes para uma classificagâo deacordo com os temas èmergentes, o que proporcionou o eitabelecimento de cate -gQrfasanallticas,sugeridas pelaspr3priasrejpostas.Esse procedimento de a-nalise permitiu caracterizar tres categorias basicas: fatores centrados no pr3prio indivfduo, fatores lfgados ao aobiente fomslfar e fatores associados azcontextosocial.Observa-seyprelimjnarmente,uma dificuldade de atribuir umacausa,de qualquer natureza (condiçoes intevnas ou externas que estariam favorecendoo aparecimento ou agravamento da sintomatologialy tanto nos clientes âdolescentescomonos adultos.Enrre aqueles adolescentesque conseguem jiscriminarumacavsa,e1a g:ralmente e ou de natureza pessoalou famfljar.Ja paraos adultos ha una tendencia de associar mais facilmente a problematica a algumfator famfliar. Enyre os adolescentes que conseguem identificar uma cnxlna rel:cfonnaa en- sua proprfa pessoay observa-se um: diversidade de fatorej aponta -dos: causas org3nicas, doengasy o fyto de a mae ter tomado algum remedio duraEte a gravidezy atropelaaento n: infancia,problemas de comportamento (como coEversa: na aulayprovocar o Jrmaolypreocupaçao ex:essivayconjuta infantiltgoltar so de brincar) e apego as coisas materiais. Ha um maior num:ro de adultosque,comparativ:mente com os adolescentes, atribuem sua problematica nd mlnimo .a alguma condigao interna, denotando uma maior implicag3o de si mesmo na genesedos sfntomas. Predominam, como motivos bâsicos fdentificados pelos clien -tes,difisuldadesvivenciadas ao nlveldo casanenyoycausas org:nicas (problemasde saude) e dificuldades de controle das emogoes e dos impulsos. Entre osadolescentes capazes de discriminar alguma rxxAa assocfada ao mefo fn-4lfnrnotam-se predominantemente dificuldades a nlvel do relacionamento familiar(principalment: com o pai o: padrasto) e insatisfaçao de necessidades afetivaspor parte da mae. Com relaçao aos adultos, nota-se que'a maioria das causas a-pontadas s: relaciona com a famllia de origem:zroblemas familiares vivenciadosnajnfancia;osproblemas identificadosao pivelda famlliaatual (constitulda)saovoltados principalmente para a educaçao dos filhos e dificuldadss vivencfadas no casamento. As R- vnas lf ao contexto socfal mafs aœplo sao rlramentepercebidas,tantop:losadolescentes como pelos ajultos.Concluindo'yosdados parecem indicar que ha um maior grau de discriminagao de fatores predisponentesdos sintonas psicol8gicos na clientela advlta. Mesmo nestes, contvdoypersiste uma porcentagem marcante de caso! com ausencia de quaisquer referen -cias a fatores centrados no proprio individuoy o que pode dificultar o alcancedos obletivos terapeuticos. (Proleto Bolsa-Trabalho,processo no 1143/92)e211


PSICöLOGQ OU HMZDICO DE AARECAI?:CONCEPCGES SOBRE 0 ATEHDIMEH 172 T0 PsIcoLôcICO NA CLIENTELà ATENDIDA POR UM SERVICO DE PSICOLO -GlA CLIXICA. (MANOEL ANTONIO DQS SANTOS,FFCLRP-VSP)O conhecimento dos clientej sobre o atendimento psicol8gico freqBentementetraz iypllcitas suas concepçoes de 'doença'e d: I'saGde'pslquica,que por!ua vez sao enraizadas na realidade social e historica.Mas esse conhecimentoe :companhado, sobreyudoa de uma concepçâo acerca daquilo que caracteriza opropyio seAar pslcologâeo,que fundamenta um determinado fazer (modo de intervengaos:bre o real).; precisamente esla formaparticvlarde conceber o campode atuaça: do psicologo - e,por extensao, Nquilo que e pr8prio do conhecimentopsicologico - que o presente estudo propoe-se desvendar. Utilizou-se, paratantoy das respostas a um item especlfico de um roteiro de entrevista de triagemyfornecidas por li7.clientes de ambos os sexosy com idades variando entre13 e 55 anos, atendidos na clfnica-escola da FFCLRP-USP.As respostas foram decompostas em suas vnidades de stgnficado, das quais foi posslvsl extrair umarede de significagoes recortadas a partir da perspectiva do proprio cliente,conforme os relatosobtidosjunto aos registros doprimeiroatenlimento de cadacaso. Os resultados indicam que a maioria dos'entrevistados nao possui umconhecimento claro acerca do que çonsiste o atendimento psicol3gico. Nota-se,de um modo gsral,uma representag:o incipiente acerca das atividades profissionaisdo psicologo clfpico.Uma analisemaisrefinadadas respostas evidencia,contudoy que mesmo quando refsre nao saber exatamente do que se trata,o clientepossuiuma certacomprsensao -ainda quequase sempre superficialylimitajae pouco definiday do que e o atendimento cllnico.Basicamente, esta percepçaorssume-se a u: tipo de atividad: que envolve ajudar o indivfduo na fdentlficagaoe resoluçao de probln-ee (nao definidos), ou que o fyvorec: a expor sprobl--e recebendoem contrapartida uma orlentaçao.1 percepgao da fungao d:atividade clfnica, em seu alcance e em seus limites, e pouco diferenciada,medida que se resc e a ''ouvir' I'esclarecer ' ''analisar'' 'avaliar'' 'forien -tar'e 'aconselhar' ''aludar quando a gente n3o resolve fozinha' ''aludar a pessoa q seencontrar'e 9% conhecermelhord'.Asjim,opsicologo evisto comotunesso: 'neutral , 'confiavel'f , 'fora da situagao' de vida do cliente, que 'falP ouco e ouve muito' , que domina uma 'ticnica pr8pria'q:e 1he faculta 'enten -dero que a gente êenquanlo pessoa' , e com uma 'fomaçao especial' % ueo torpaespecialista na resolugao de probleyas e dificuldades (sempre gensricoslqueas pessoas habitualmente enfrentu e nao sabem como resolyer.O psicologo & ivsstido de tlm papel altamente idealizado e tido como alsuem dotado de condi -çoesprivilegiadas que 1he permitem yer 'tunamelhorvjsao'acercado que spassa com o cliente ('falguim que esta vendoo que esta acontecendo'com o cljente,ouque pode levâ-lo a ''enxergar algumaj coisaj'que ele, por si s8, naconsegue perceber em !ua vida). 0 'model: medico'îe o referencial pregnante.Com efeito,a percspgao da figurado psjcologo se aproxim: (ou estâ inteiramete calcadal'da visao estereotipada do medico, em sua funçao primordial de al1vfar sint- -n, dentro de uma perspectiva eminentemente remediativa/curativ('fdéscobrjr e aludara resolver os'problemas' 'tratarosprobleyas da cabeçal' 'fo medico de cabeça, orientador que ajud: descobrir soluçoes par: oproblemas e a tr:nspor barreiras da vida'g Ja a percepç3o do papel do propricliente narplagao psicoterapeutica seqver ;referidona maioria doscasos,prem sepode inferir que sua representaçao em geral equivale a jeum partlcipque espera ocupar uma posiçso passiva n: processo, o que sem duvida coloca .dificuldades p:ra o trabalho de intervençao.As semelhanças entre ess:s achadoe as concepçoej predominantes entre estudantes de psicologia e psicologos ensjam uma reflexao srftica sobre os nxmos que a psicologia cllnica vem assumindem nossomejo,alem depermitirsm que se destaquem Nlgunsaspectoscruciaisdreprejentaçao social da profissao vigente entre o publico leigo, colocando eqvestao ta1 imagem, em seus reflexos a nlvel da identidade profissional do ps212


REPERCUSSGES DOS DISTORBIOS PSIQUICOS AO NIVEL DA FAMILIA,173 TRARALHO, DOS ESTUDOS E DAS RELACGES INTERPESSQAIS. (MANOEL ANTNIO DOS IANTOS e SOTGNGEDE FITTMAPACHECO PEIXOTO,Departamentode Psicolpgia e Educaçao da FFCLRP-USP) 'A percepgâo dos clientes que buscam ajsistincia psicol8gica a respeitdas dificuldadesquemotivan essaprocurae um aspecto considerado como decisvo na ades:o ao atendimento e na yelhora terap3utica. Nesse sentido,este trabalhopropoe-seaavaliar quais saoydo ponto devista do cliente, asconse -qlencias do aparecinento dos sintomas psiquicos ao nlvel da vida de relaç8es(familiares e ipterpessoais)do indlvlduo,aonlveldo trabalho e dosestudos,bem comoa reagao d:meio familjarasdificuldajes apresentadas.os dados fo -ram coletados atraves deunaanalisedosprontuariosde!17clientesle ambosos sexos, de 13 a 55 anos de idade, de um serviço psicologico ligadô a FFCLRP-USP, durante um perlodo de atendimento de um ano e meio.Q tratamento dos da -dos envolveu um levantamento categorial,realizado por dois Jufzesa das respotas oferecidas pelos clientes, que indicavam as principais conseqBenctas relacionadaspor eles como decorrentes do aparecimento dos sintomas psfquicos. osresultados foram agrupados em termos de: 1) fxmacto de sint---tologfa sobrevfda famfliarl tanto para a clientela adulta, quanto para a adolescente,osprEblemas psicologicos afetam sensivelyente o contexto familiar, dificultando orelacionamento cQm os familiares, e sao apontados como desencadeadores de Hbri : as'' , 'discussoesîe 'îagressividade'î z ou 'ldistansiamento'e 'îindif erençaf' : a -carretando dificuldades de somunicaç:o e expressao dos afetos, sendo que os a-dolescentes se queixam tambem de ''criticas''e I'irritag3o'por parteda famllia.2) impacto sobre a capacfdade prnaxtivazuma alta porcentagem de clientes adultos refere alteraç3es, notadayente a nlyel de perda da energia vital direcionda para o trabalho ('dn3o ter animoî' 'Inao ter vontade de trabalhar nem de fa -zer nada'' > I'cansago' # ''apatial') # da sytisfagao ou realizaçao profissionaltdn:conseguir realizar seus proletos' # ''nao dar o melhor de si' : 'nao produzir direitools' do papel e da postura profissional 'Pfdificuldade de se comunicerldsd'dse colocar ', 'de se posicionar' , 'de dar qrdenst') , das fung-oes cognitivasti'n-aconseguir raciocinar' y nem 'prsstar atençao'ou 'seconcentrar'no . trabalho) ;daestabiiidade no emprego Pfnaoconseguzr se firmar num emprego'f, 'nao conseguirestabelecer uma rotina de trabalhofo e d: controle dos impulsos (Hagres -sividadeu 'tens:on 'nervosismou). com relaçao aos adolescentes,a matoria nâexerce atividade profissional. 3) fapacto sobre os estudos: e mais intenso entre( prelulzosos adolescentes,queem no rendimento escolar,n:suamaioria nlvelsepercebem de cbncentraçaocom jificuldadesessolares de motivaçao, a -carretando baixa assidvidade, repetencia, abandono, irritaçao e, inclusive, dfjculdadesdemanutençao da higienepessoal).Entreosadultosu encontrou-senumero elevado de prontuârios que nâo forneciam esta informaçao, sendo que,quando disponlveis, os dados apontam predominantements para alteraçoesz notadmente a nlyel de dificuldades de atengao e concentraçao, baixa motivagaoy fa1ta de paciencia e dificuldades de estudar sm geral.4) to sobre os relacfone-nntos fnterpesyoafs (amfzadeslz tambem se observam marcadas diferengados ydultos em relagao aos :dolescentes. No caso dos adultos, predomina a percepçao de que houve alteraç:es marcantes Pdafastamentol'ou Hdesinteresse poparte dos amigos'e restriçao do clrculo de amizades, gerando 'isolamento'e'medo de se relacionar com os denaisl , produzindo sentimentosdeHinjegurança'' # .I'desconfiança' ''evitamento'le ''dificuldades de fazer amizadesl). Ja os adqlescentes referem que a problemltica n:o afeta negativamente suas relaç3es de amzade,e tenden a perceberem essa esfera ds relacionament: como bastante positva.Esses resultados evidenciam a percepçao de modificagoes relevantes na qualidadede vida,ao nlvel das relagoes inteypessoaisy sociais e familiares, aspectosqu: devem s:r levados em consideraçao quando se fornulam propostas dintervençao psicologica para clientes que apresentaï tais dificuldades. (Pro -Jeto Bolsa-Trabalho,USP, processo no 1141/92)213


174 éMPREGAR ou NAo UM EX-PACIENTE PSIQUIXTRICO:UM ESTUDO EXPLORATURIO DA RE/RESENTACAO SOCIALDA DOENCA MENTAL*TELMA LUCIA DE OLIVEIRA ZANCANARO FRANCISCO M ARTINS **M ARIA ALICE D , AMORIM %%%UNIVSRSIDADE DE BRASILIAEsta pesquisa teve m r objetivo principal investigar% representae es sx iais da doença mental e suasinnuênce sobre a intene de'se empregar um ex-pacientepsiquiâtrico.o eixo ùrientador foi a hipötese de que essasrepresentae es tendem a ser negadvu ej m rtanto,desfavorâveis ao retorno do ex-m terno ao mercado detrabalho.A Tœ ria da RepresentaA Sœ W (Moscovici, 1961)fundamentou a compreenso da elaborae e orientae dascondutas sociais,enquanto a Tx ria da A* Racional(Ajzen& Fishbein, 1980), foi utilizada como am io metodolögico.Esta tentativa de aproe ar duas abordagens dlvergentespermitiu fazer uma ponte entre as representae s,crençasO muns orientadoras de condutm e o O m portam ento,através da no* de intenA comportamental.Foi rex lmado um levantamento de cren- junto a 31em pregadores, através de entrevista se mz-estruturada'contendo quese sobre a representae social da doença .mental, as vantagens e desvantagens de se empregar.umex-paciente e as press& s soclm'- sofridas paradesem penhr tal com m rtam ento.Os resultados da anv se de conteùdo indicaram apresença de noe es preconceituosas gerando contradiç6esentre as .representae s sociais e a intenAcom m rtxm ental: os em pregadores dificilm ente em pregavixmum ex-paciente psiguv trico, apesar de demonstrarem umaabertura em relao à aceitae do doente 'mental nacomunidade e O nslderarem imm rtante a sua reinserçosocM . Estes resultados sâo relevantes no sentido dealertar que um processo 'de desinstitucionxllzaçopsfquiétrica bem sucedido deverâ contar com um m fnimo deam io m r parte da sociedade.* F'm ancG do pelo CNPq v M estrado em Psi= logim** Prof. Orientador; *** Profê. co-orientadora.214


1 75.'GESTAP FIFTICIFAIIk; 2FE6ICTEdCI/ZBLILCrLIB IESZZKFISCZ.EdTFE 2 pIS2UFC2E 4S?ql1l2â!ïilsnn dcuraInstitotcdeFsictleqiadaLniversidaie dc Estadcdciic deJaneirc (LEF11 e Facnldad: tatinnaeericana de CitnciasScciais (FLp:s21-Sedezrasil.2 presente traialhc se ncnpa da 2 part:deu.Frcgraaa da I.ilantarlcdeCist:aFarticipativa,nu,alnstitqiîànEstatal.Liilizandc-sealetedcleji: Ftp2C2deCestlnFarticipativa, reestruturadacc, a inserrle de el:&entns telriccsd:Tenria dn znnqensn de J.Baber:as e cn.a :dn;1c de tùcnicas cclpre.etidas cc& u:aabcrdage:psicnqqeciclùpica pirac:prcdleaas snciais,busccu-qe atenderjdentr:de Kndkl: d: pesjuiqa/aç:n, tant: : cn:prn:isln depredurlnde c:nheci.entc,ceR:c de :edanqa d: estiln qerencialMiçente.Farticipara, desqa etapa 22ûchefes,dedi#erqnq escalöeshierkrqaiccs : lntadcsnnssetdres,direta.enteyinculadns l Fresidtnciada lnstituiq:n.2:prncediaentnqdeccleta de in/nr,:ttpsenvtlvera: lentreyistas indiMiluaiq! lueltinnkricj individuais,discuss'nscbr:te.aspreyia:enteestadelicidns,discusslcedebateqnaiuqcad: censenqc:e. peluennsqrqpc: e e: reunit:s pl:nlriasylraqatizarà:se.i-eqtruturadaereuniles de avaliaç:o! per- .fizendn 1r2 heras de qeainirins!an lcnjnde quatrctl) .lses deatividadesne cazpn.4 anilise dn :aterial, ainda nln ccncluîdndevidc a: seq Irand:Mnlu.e,parece iq/iiarencentrar-sena culta- 'ra da instituiç:na principal feniedecbstlculcs an prncesqc -n:à espicie de cultura da reqistência.ral!a reerientaç:n estade- Ilecida n: qentidn da ideqtificaiàne dn leyantazentn de traçns eprtticas,cultqral.enteintrqbetaias.Final:ente,li.pcrtanteassinalar,àquisade Ennclustn,ns sejuintes pcntcsl a)que ade:ncracia,e.dcrapcss: serenteqdsda cn,n yaler, inquesiinnàvel ecexlartilhade pela .aieri: de nessa setiedade!carece,ccntude!des,rcenstruidaegplrica:ente atravl:de .;des1 ilque:%se prncelqndeccnstrurl: depende,necessària e principal.ente,1n1 prncessnsde de.ccratizarln vividcs p:r tedaqasinstituirtes que cnxpte:aqtssa sntiedadelt!qqe,e. cada instituirlc!'c cultc an pnd:r:encentra-s.iastante enraizadeIerande,deste Rndn!u.a:sqiciedecolturaderesisttnciaque:..uitelilitultalzdnr'n deatitqdes de participarleqeneraliladas!d)que n Rais inditadc par:enfrentara1resiqtknciasqubiacenteqqeriatraialh:r-seesipnificadede'*.ëritn*, para : indivldune para a instituiç:n, defera:: estixular-se :adnrle de priiicaqqu: di:inua. e graq dedependlnciaan pnder de *jula:ent: e decisln' das thefias.215


176àTITUDES FRENTE A0 GRUPO DE TRARALHO Z IVALIâCIO DA CREFIA:PMESTUDO COMPARATIVO ENTRE QUADROS HIERARQUICQS 9E VMA INDOSTRIADE M!DIo.?0RTE. coELno,w.F.; FIGUEIREDO, M.A.c.; Rosz. S.H.H. e BENz0NI . ?.Jk Departamento de psicologta e zducaç:o da Faculdade de Ftlosofia, ctgnciase Letras de Ribeirîo Preto - USP.'Com o obletivo de verificar algumas relaç8es entre avaliaçâo da chefiae atitudes frente ao grupo de trabalho, foram . estudados 64 suleitos profis -sionais da Coo'àl-cooperativa 'acional âgroindustrial, de anbos os sexos , dlvididos em 2 subgrupos ex funçlo do nlvel de supervts:o exigido, sendo 24chefes e 40 subordinados.A avaliaç3o foi realizada com base no questionâriode atftudes frente ao trabalho em equipe (FIMGIREDO e GALERA, 1981) e o LPC(FIEDLER,1967)paraavalfagâo da chefia e liderinça.Constderando-ae as 2avalfaç8es em separado, estudos de diferengas de midias atravis do teste Ide Student levaram â aceitaçlo da hip3tese de igualdade ent/e supervisores esubordinados na avaltaçso do LPC (T- -.23, p- .68).'Para o questionlrfo deatitudes, foi observada una tendFncia por parte dos chefes l maior Rigfdez(T= -1.79, p= .07) e ao Conformismo (T- +1.88, p- .06)assoeiadosauma maiorAutocracia (T= -1.79,p- .001) e Extrover's:o (Ta +1.95, p- .05).Estudos decorrelaglo entre as medidas tomadas pelos 2 questionfrios indicam' ocorrënciade relag3es significativas a .05 entre Fluidez e Estado de inimo(r- -.31,p- .006)y alim de Fluidez e Rigidez e a dimensâo Relaç3es nlmanasdo L?C (r- -.33, p- .004 e r= +.31,p- .02).Para as amostras, em separado,com os chefes ocorrem relaç3es significantes entre Fluidez e as dimens8esTrabalho e Relàç8es Humanas do LPC (r- -.38, p- .05 e r- -.50, p- .006)9 parao subgrupo dos subordinados ocorrem relag3es signtficantes entre Fluideze Introversio/Extrovers:o e a dimensâo Xstado de Xnimo do LPC (r- - .32,p - . 02e t'- +.37,p- .QO4)e entre Rigidez e a div ns:o Relaç8esHumanas(r= +.39,p- .02).Estes resultados indicam que de um modo geral as pessoasmais fluidas avalfam seus supervisores mais negativamente quanto ao Zstadode Xnimo e âs Relag8es Humanas. Considerando-se as sub-amoatras , os chefesmafs fluidos avaliav mais negatfvamente seus supervisores nas dimens3es as -soctadas à cooperaçlo (Trabalho e Relag3es Humanas)enquanto que para os subordinados,a Rigidez estâ associada ; avaliag3o positiva do superior quantoâs Relag3es Humanas; alim dfsso os subordinados mais fluidos avaliam mais nEgativamente quanto ao Estado de lnimo. Estes resultados s:o discutidos combase nas relag8es de trabalho no sentido de direcionar futuros proletos detrefnamento.216


:Mâ VERIFICACXO Dà FIDEDIGSIDADE Dà ANâLISB DE C0 DE177 ITENSD0 t?c (FIEDṬ TR.1967)1ATRAV'S9: . TMVSIQSFâTORIAIS.coctso,W.F.e FIOmIREDO, M.A.C.Departamento de Pstcologta e Edueaçâo daFaculdade de Filosoffa, Cfências e Letra: de Rfbeirâo Preto - PSP.Considèrando a'relatividade inter-cultural do LPC de FIEDLER (1967) a1-guns estudos foran realizados com aaostras brasileiras (STEPMANECK et aliilg88l.veriffcando correspond3ncia com relagâo âs dimens3es NTASK FACTOR'' e''SOCIAL FACTOR', semelhantes aos do questionârio original, encontrados porYUKL (1970) e por SHIFI./T (1974).O presente trabAlho procurou verificar aadequaçlo da anJlise de conteGdo realizada pot FIOmIREDO E COELHO (1991)queisolou alim das duas dimens3es clâssicas, um terceiro conlunto de itens relâcfonados ao Estado de Xnimo. Na ocasilo, o cflculo da fidedignidade entre osobservadores para anllise de itens do LPC atravis do lndice Kappa (Cohen,1960) indicou a consistincia das avaliag8es (Ka +.72, Zœ +4.22,p < .001). Nosentido de testar estes resultados, fof realizada uma anâlise fatorial dos16 itens do LPC atravis do Sistema Varimax de Rotaçâo, a partfr de 64 observaç3esobtidas com sujeitos pertencentes a uma indGstria .de midio porte.Considerando como crit4rio de aceitagio de itens saturag8es aeima de .30 eE.V.matores que 1.00 para a composiç3o dos fatores, foràm isoladas 3 dimens3escom caracterlstica, id3nticas ao estudo anterior:Trabalhoj Relag3es HEmanas e Eseado de inimor Foi verfficada a ffdedignfdade entre as dua: anâlisesatravls de estudos de diferengas entre proporgpes de acordose desacordosentre os itens tomando-se como ctttêrio p .05 para rejeig:o da hip8tese deigualdade.os Indices encontrados (z- +3.16,p < .001) comprovam a equivalincia das duas anâlfses.o que permite considerar a hip8tese trtfatorial parafuturoa estudos sobte a liderança atravfa do L?C em trabalhadore! brasilei -217


178 INSTRUMENTOS UTILIZADOS EM SELECXODE PESSOAL ISUA VALIDADE APARENTEHer3ncia, C.C.; Moràes , M .Z.; Nogueira, J .G.A .;Roch4 , F .C .A .; Torres, C .V .; Sombra , J .L .ColaboradorqsCosta , S .T .; Nascim ento , E .B rUnivvrsidade de.BrasfliaPara a investigaçxo das caracterfpticas necessérias aos candidatose instrumentos e tdcnicas de ex4me sâo adequadamente utilizados para a seleçâo .Esta pesquija buscou como objetivo fazer um lâv&ntamento das tecnicas atualmente Mtilizadqs em Bràszlias e verificar a validade que e atribuida a eatas tecnicas pelos profissionais da irea.Foram utilizados como sujeitos psicdlogos qu!trabalhavam.em seleçâo de pessoal em organizaçöes pub licas e privadas .Os sujeitos responderam a um questionério quelhes era entregue pel6s peéquisadores, pnde listavamas tdcnicas utilizadas em sua orgahizaç-ao , e atribuiam-lheum grau de vàlidade em uma escala 'Likert 'de Cinco pontos . ; 'Os yesultados apontam kûma :lta frequ gncianautilizaçao de Testes de Inteligencia e de Aptldâo ,com uma baixa atribuiçâo dé validade para estes teâtss. Observou-se aind: baixa frequ3ncia z de utiliz.çao de Entrevista e Tecnicas de Simvlaçao, com altaatribuiçâo de validade para estas tecnicas .Dijcutiu-se que, embora sendo considerados comopouco validos, os testes sâo mlis utilizados devidopratiiidade de manuseio da tecnica, sendo que oesmo ' nao :corre com a Entrevista e com as TdcnicasSimu laçao .'e218


1d7E.ç/0 DE ROTATIkIDADE:AdiLISE9EL:CODELO 182tLIdD0 AïTECE179 DEITES PESSOAIS , FLCCIOïAIS, AFETIkCS E COGIITIVOS.FIFLE/EMACIA:A11AsS1çkE1qâ,s1dés10GOIIDEJ(ïI0q -LCIVERSIDADEFEDEqALDEUZEFLîdDIAEsteestei:f:idesenvelvid: c:m : e'bJetivede anallsaruz medel:paraprâv isâ:de intençâc deretatikidade dô qual participaraz 18 anteceientes agrupa' !jd:s em duasiimensles:AnteceientesPessoaise Antecedentes psicellgices.A iizensâouAnteceientesFesseais'era fcr&adaporvariûveispesseais(sexc,idaie,estad: civil eescclaridade) evpervariûveis funcionais (te&po ieserviçonae.presa etemp:ie servlçonc cargeatual).Particlpara. iadimensâeI'lntecedentespsicellgicesl',aspercepçlesavaliativas (avaliaçâo sebretarefa,celegas,chefia, sallrie,prcmnçles,e.presae pcssibilidadeie iemissie),as atltuies(satisfaçic netrabalhc eceepre&eti.Nentecrganizaclenal afetive)e as cogniçJesiesalda (percepçi: ie alternativas iee:prebenemercaio, inteniâo ieprocurar nôve e&pregt e intençân de trncar de empresa).ïa anllise dnRcdelc,1.06 eapregadcs,ie a&boscs sexes,ie 11 empresas pûblicase privaiasda regiâcietlserllndia-


180 #ATORES DK SATISFK AOM SATISFK AO Now ARAI,R o :o Kseruoo Dl I4xn g.nn o N o coM œ x'ro D osO n ço Pfm plco BQARR Em O.M ACKDO ,.KW .F. & BQ ARIL,G.R -D epa- m entos de Psiœ llgiaiKsuœ tica -UniversiO e Federal* RspM to t- nO lbjetlvl de:t. pesqe fz e or empiHx ente,na œ extobraszeia ,e > sen iço piblico em espe co,o esœ io X sehvolviep@r H en beu e œ labom d- s nos EU A,n.s anos sess- ta. sobmmotivae n@ tm bm n Um questie do,com perguntasabe- sefn edas f@l aplicado, por ue m po de ehtm vistad- s, em 443seM e - pAbliclsde 10 A m taG s de Estado do Espfdto Sa to e- M pectivosirm se auerqulas.D% squest;esflm m aplkae sœ m @ iwM to espe fnœ êe m edir quais os fatom s que - *I*msatisfal o e e atisfaçâo no tm baO .Foi uh'lH*e a amostm gemaleaté- estn tm cac A estm tifcaçâo ba- u-se em listagensfom ecidax pela A m taG de A dm e tm çâw contendo > m e *érgâo, 1* *1H+ 0 e qm im O s M de hos p@r cau ifue o.A e tou-se um Kten alo de c* - de 95*4 ,cqhde do a um e-am ostm lde 4.6*/..As x spestas f@m m œ difcadas, e apés @ pn-de tm e ehto com pue cin--l; fom m am e das em cakwgoG sm aiom s.Os dadoscoM rm am m a dlstinçâa original,desenveM da p@rHembeu ,de que osfatoresde satisfaW o sâa de ordèm dise o dosfatoresde e tisfaW . Duascategl- g(à segunda ea tev im),dastrês pG cipais de satisfaçâo excontm das.pm vam m estar associadasdiretam ente às ativida- de tm bam o pe pei- ehte dil s.As trêspA ipaiicategeG sde satisfae fom m :bom relad- mehto c@mclle> sde tm balh. (33.e% ),ex- çâo adequada do tm bam/ (2:A% )epossiblie de de ate r lsqbjetlvosdl tm bao (111% $ 7é ascae lG s de O œ faç'o. estivem m associadas às sie W es doam biente da tm balho.As te pn'wrlpi s caa gqe s fm m :questâqso Y (194*/0.fale deM nosm aeG ise rmowceim s(111% )eY argœ '-eçâibum cm da (9,9% ).Pelosdados,é possfvelc- cluir ,qœ a xOkçâe de fatlrei* Zsaœ fae nl tm baM ,uiselmo aquestâq salae * o pm vim ent, de x zn os m ateG is,deve pm v- ruma dimie e da H atisfae nl tm baho.mase @ aœ rmtaré'satisfaW w que :4 ieveu R r efetivada atm vés da estm t- e %solidadede e.da ex= e .d@ oobjetlvls* pepdp tm baM220so-h-'-en* e d@ al-n- dos


1 81INTERRçX0 P Op05Tâ KETODOLOGCR 1ANI;/j-FIONITORA ICâDE CRECHE:UFIA.C l Mud i.a /krap jo d a Ctlnha *M a r i a V i t t o'r i a P a r d a l C i Lḷi l e t t iU niversidade Ga:a Filho - Rio de JaneiroEstu dos arlterioKes(é iviletti, l 992 e F1o reira,l992 ) sobre interaça o socia 1 g rian ça 7m on itora d ecreche demonstraram que relaçoes simetricas (dea u to ngmia) forqm ma is rrequ ente: se compa rada53 arelaçoes assimetricas(éle dependencia)x A prqsentep e s q u i s a v i s a p o rm en o r i z a r e s t a r e l a ç Q o s im e tr i c a ,ree)abora r nd o as ca tegorias para que deem conta doenomeno s ocial c riança vmonitora .Particippràm deéte estudo oito crtanças de 27a 52 meses , escolhidos de rormo aleatoria, d e azbos os sexos. O réji:jro . d e, tres situa çoes experam entais- uso de divispria ludica #'', de brinquedosfranjes e de brinquedos peqgenosr roi realizado 2travès de duas cameras de video acionadas si:ultzneamente! em ambiente naturaltcreche). Aanalisequalitatzva baseou-4e no historico do couportameLto congelado a cada minuio, pçla observaçao do quepcorreu entre.i minuto anterior e o segulnte. Ascat:qorias.anallséiàs roram: l.solicitaçao da- criança atravès d: açao og verbalmente/legiti:açao dvmgnitora atraves da açao ou vérbalkente; 2. rormgçao de signiricédos péia monitgra verbalmente/aceitaçpo da qriança atravvs d: açdo otp verbélmente ;5.'#t'oteç:o-cu i'da do:'. os resu1ta àoé m qstraram 'qu e, :qà situaçao br:6,qùedp: pèquqnop, aṣ crianças iniciaram a intqraçuo com a moqitora . eem 91.6% dos c?sos; na situaçao dé divisoriaqudica 71% e na dYbrinquego grande apenas 57.5:k Em contrapartida', ainteraçao roi iniciada pela :onito'ra em 62.5% dasvezes na situ:çao dq brinquedo grahde, 28/0 na sitaaqao da divisoria lpdica e apenas 8.53% na sitbaç4o d? brinquedos jequenos, o que demonstrou umarelaçao inversamente proporcionql. Concluiu-se pzla necessidade da monitora enriquecer asrelaçoes. ' -'estabelecidas com as crianças nas diretentes situaçoes , assumindo d! forma mais qficaz seu papel deparceiro privilegiado (Vygotstskk, 1988).* Bols is ta da Capes .221


. 182:%ka IDAjjjjSjjJETOEINTERACXO SOCIAL DEPARESMaria Vittoria Pirdal CivilektiClaudia Arsulo da Cunha * 'Universfdade Gama Filho - Rio de JaneiroA presente pesquisa keve como obletivo inveptigar a influAncicia da modalidade ḍ e obleto (de gru ndes e pequenas dimens3eslgerecijoa criantas de 24 a 36 meses. em creche. e a interaçaoocial criança-criança e criança-monitora. Basqou-se nums poskua keorica sogio-interaoionista e utilizou o metodo da experlentakao ecologfca.-Tbma ndo como béfe eskudos ânteriores. foiipoketizado iue oblekos de grapdes dimens3es favorecem maNorutonomia d as de intersçaodas crjanças criança-criança.em relaçau ao adulto'e form:s mRis elabaFoi inyeskigado um grupo de oito crianças de baixo nfvel sdio-economico,de :4 a 36 meses.Forar utilizados. gomb obletôse pequenas dimensoys: tr%s bolas, kres bonecas, tres MarrosE As telefones e k+es Jogos de cubos . 0 obleto de gtandee dimen .a+s foi Rrojekado especialmente para a pesquisa. e consistiuê tr%s m-odulos de madeire, onde as crianças podem spbirsair. Fôram realizadas rilmagens ,entrard - em VH6 com duas cameras aciaas simultaneamenke. cada sikuaçao experimental foi fllmadaor 15 minukos no pdtio da creche.'A a nllise dos res'ulkados confirmou aa hipsteses origi naisnquantb com obletos de pequenas dimensoes aé crianças inkerairamcom a monitgra em 54.1/:dos oasos; na presença d: oblekoe grandes dimensoes a monitor: ss eoi solicit:da ll.m/odas v:es. Em conkraparkida a frequencia da inkeraçao criança-cria n-ç: dumenkou de 33.9$ pàra 62,2/0com*o obleto db jrandes .dimen-(lQ oes.A cakegoria exploraça: do meio F1 sico kambem u .abaantou, 2/opara 24,#/:).Quankoas cakegoriâ: de intebaçao criança-rianç'as. pudemap observar um aumento estak f sticamen'ke signifirtivo da categoria mais elaborada . brincadèira complemenkar naogonfstica C (9,//0para s5,m/,).onolpiu-se pela importancia de se oferecer um ambienke diverskeicadopara crianças de creche e valorizar as inkeraç3esenkre gares,permitindo que uma monitora menos sobrecàrrgada a-tenda as crieaças de forns mais individualizada.* Bolsiska da CAPES.222


'INFLUINCIA DA FAHILIARIùADE C0H A.SITUACXO183 E OS OBJETOS S0 j RE A FDRNA DE COMUNICAI AjENTRE CRIANCAS DE 2 A 3 ANOS DE IDADE. Georqia Dç'Sordi; Solang: L.rormosi'qlria Clotilde R. Ferrsl/l.(gaculdade de (ilosgfia, Clengias e Letras de RlbexraoPreto .- Unlversldade de . sao Pa'u16)Em ma fase em que a 1igguqgeT e seu uso func ionale .?ta o e m p 1.en a con!t ruçao , cr zan% as de 2 ! 3 inèsapreséntam certa d!f1culdade em seu comun !car, e:coordsnar sua? açoes. Com base em estudos com dladesou tr zo s d e cr18nça s c o 1ocad as em uma sila tr a nsformAda da créche., contendo 10 t ipos de objryos em dup1osou tr iv 1o s'exemp1!rf F, j adq 1 e Bapdp n n1ere (19 80 )cnnc 1u lram que .a -1m1taçao 1med iata e rec :proca - oportar o mesmo objeto e o fazer o que o oqtro faz -coqs tltuem a form! prepqnderants de cqmunlcaçso entre. .çrlançls nessa falxa etarià. 0 lntenso alment6 9 'de. . . .lmltaçoes objervado poy esses autqres, no eqtantp,poderla tambey ser deyldo ao inuslta/o da sltqaçao,que egtimularla as crlanças a observarem e lmltalemuyay .as o'qtr'as coTo forma de explorar uTa sltuaçaopouco 'fjmlllér. Vllando testar essa hipotese, colocamos4 dlddei'd: crlançqs entrè 2 anos q 6 meses q 3anos na sisoaçao experlmental de Nadel b Baudonnlère..v p: . * . .por 5 sejsoes consecutlvds, supondo quàe umd malorfrmiliarldade cqm os3objetos e o amblrnte pgsslbflitAr1d troc'as mlis complexas 'entre as crlançis : com umaumento das lntqraçofs cogrtenadas e complemèntarçs euma corrfspordent: dlminulçlo das imit.jçoss. A qnllisequantltatlka nao evidenclop um deçresclTo sigzlficatlvodo 'càrregar o yesmo gbjeto' e da 'lmitaçlo 'coTpgrtamentall'. Todakla, fo1 pgt.ad; uma celta dlminulçag.deàmbos, sobretud? nas ultimas sessoes, comuk auyento correl.ato-dls lnterlçoe! coordenadas eloucomplemenlares. A qmbllse qualltatlva leyantoq alguasquestoes tulptocà cateyorizlçao utillzad! poradel e Baudonnlere. A famlllarldlde'cQé ! sltuaçso,'eortanto, parrcë lqr'tidq alguma lnflpencla nos re- :sqltados, porem nao permi'te descartar ! hipdtesbessfs autores sobre o papèld4 jmiAaçao enquantoajrao predom'lnanie de comuplcaçio social nl


CPJA/fZS Db'2 z 6 AYOS. FSPZfO E BRIMQUEDOS VO nMBl84 &&r& FAMI rz.4p. Paol a A -t:sou .4.tK:-q,Gisele Ran e.fascïmento - ..silvia sato e zêlïa Maria Mendes Biasoli Alves.fpeptp Psicologia e 'ducaçio - r.r.c.L.R.P.L USP)Aa atividades lûdicas t3m sido os/eto de interesse p .ra os que buscam anaiïsar e compkeender o deaenvolvïmepto :lacldança. Considera-se que ao brincar . a criança executa proce.sos f un dnmenthis para sua adaptaçioel'ensqïando pap&is e treinado babilidades. rsta pesquiaa tem como obfetivo descrever parcriançàs de camadas m:dïaa, de 'dois a seis anos de idade . qua;o eapago de gue dispöem para brincar. que os/etos lûdicoa possuem.quais os seus compapheiros e que brincadeiras levam a efito. no ambiènte familiar. Para tanto foram realizadas visi taa casa de 22 crianças (18 famllïasz que frequentam a Yscolinhade Artes de Campus de Ribeirso Preto - USP. feitas' èbservag8ese entrevistas com os pais. e check lists. A amostra ficou compostade 9 meninos e 13 meninas. com idade m/dïa de '.504! meses(sendo a maioria. famllias com dois filhos. e 17 com pelo menosum dos pais com plvez universit&rio).Os resultados mostram que essas crianças zrïpcam emvzzios eepaços do caaa (4,5 m&dia por crïapga) que se dïstrïbu -em igualmente entze ambientes païa reservados e amsïentes exterpoa. * pequena porcentagem (32%) dos glze brincaœ fora , em ambienfe amplo ou coietïvoe 72% das crïapçae brincam tambFm com a-duitoa. Os dados do clecp lïat moatzam ç?zer :00% dispsem mïpïa-'tuzas; 77% de psicopedag&gicos) 86% de locomoç7o; 779:de brin -quedo d: ermar/.73% de bzïnguedoa eletr3nïcoa , 6434 de jogosl91X de movimenio; 31% de rarmas; 55$4 de sucatas/ 55% dt7 utepsélJos domêsticos.Discute-se a diversidade e quazJdpde dos ohjetos de. .. 'que essas czïanças dispöem para brincar. o uso da casa como ezpaço lûdi co e a liberdade a elas pezmitida .(CN Pq)224


18 ARRANJOS.ESPACIAIS E PROXIMIDADE FfSICA5 ENTRE cRlAxçAs oE 2-3 ANos EM cREcHEs.a r a . .ampos de carvalho ; keglna C . Mfngorance &Renata'Menghlnl - Faculdade de Fllosofla, Cl3nclas etetras de Rfbeirio Preto - Unlversldade de s:o Paulo. .' .nentre :s condlçBes 4mblentals que favorecem alnteraç:o eùtre crlanças, destacà-se o arranjo espaia1, que dlz respelto à manelra como m3veis e equl-Cpamentos exfstentes em um local poslclonam-se entreS i.Em nosso estudo anterlor, donduzldo com gruposde cr lanças de 2-3 anos àe'duas creehes d a tegfao deR 1b e 1r: o P r e to (à P ) q u e a t e n d e m p o p u 1 a q R o de b 41x ar end'a , f o 1 ve r lf i c ad q uma :od lf 1ç aç Ro no p,d r;o deo c up a ç ; o d'o e s p a ç o e m c a dà tl p'o d e a rr a n jo e sp a e ia i .U ti1lza n d o a c o 1 e ta d e d a d o 4 d e s te e st u d o , f e 1ta . p o tduas clmeras fotogré'f.lcas com f uncf onamento slmultâneoa cada 30 segu n dos, ö presente estu do teve g o:objetl#o examlnar , em uma das creche s, a f ormaçao d eP a r e ame n io s 'e n tre c r 1 é n ç a s , e m c a d a a r r a n Jo e s p a c 1a 1(a b e r to e s e m l- ab e rt o ). à a n é 11àe , f e it a f o t o p o r fg 'to a c a da 30 s e'g'u n d o s , co n s1derou a p rox im ida de f1sic a p a r a r e g 1 st r a r se c a d a c tl a n ça e n c o n tr'a v a . - s e lso -lada (nlngu4m em torno de lm a sua volta) ou pr3xlmade quals crlanças e/ou da pajem. Os dados' . ev ldendlaramuma ocorr3ncia mafor de proximidade flslca doque de lsolymento. Na comparaçRo entre fasés, à medldàqu, o espaço se tordava mafs estrutukado flsicamente(arranjos dlferentes) fol verlflcado: (ll.malornlmero de assoclaçBes entre crianças, conslderandoos pares que ials se aàsoclaram (erltlrio mlnlmoqzoïda sess ; o );(2) uma consequente reduç:o de p*zres fommakos com a pajem. (FA/ESP/CNPq )225


DESEW OLVIMENTO DE PADROES DE CONTATO C0R-186 .PORAL EM CRIANCAS . Telma Gottlieb -G -aṉ c eEmma Otta**.Apesar dà reconhecida importincia do contatocorporal no desenvolvimento.do indivlduo desde seuascimento,a maioria dos estudos n%o inclui criançasm suas amostras. O obletivo do presente estudo foib- rva r o estabelecimento de padrses de contato f1-ico em crianças tnteragindo livremente. Foram obseEadœ 19 crianças com idades variando entre 16 e 28eses , num kibutz em Israel . Foi .utilizado o mltodode amostragem de indivlduo-focalrem 6 sess3es de 10inutos por criança. Registramos 5O6 episldios decontato(298 na condiçRo de agente e 2O8 na condiçRode alvolyespecialmente envolvendo braços e mRos. N%oencontramos diferenças quantitativas signiricativasentre mentnos e meninas na frequ3ncta de contatolTelte de Mann-Whitney,prova bil>teralru=4o,p/ O,O5),emborahouvessem diferenças nas partes do corpo tocadas.Toques nos genitais nVb foram observados na interaçRointra-sexo,tendo sido ocasionalmente observâdos entre meninos. Foram registrados 221 epis3dtosde auto-contato. A anâlise estatlstica mostrou corrElaçvo negativa significativa entre os nlveis de contatoe de auto-contatotcorrelaçio de Spearman, r=-0,52, p40,O5). 0 auto-contato pode àer interpretadocomo uma atividade deslocada ou como gesto redirigidorapartir do referencial da Etologta. Anâlises quâlitattvas corroboram esta interprefaçRo,uma vez queos epis3dios de auto-contato foram tipicamente obseEvados em situaçpes de tensRo: por exemplo, apûs umacriança ter sido repreendida pela professora ,ou terlevado um tapa de um colega .* Bolsista da FAPESP** Bolsista do CNPq226


18718CZy:E?;'ESIEIIZLES:EjTESSZZZEçl9ljFlKlLllE11:IEl;l2.:lRIl HSLE#;F4VEZZ- P#IkEZSIDIIE SEIRls1Llâ!;22EL1P22119LARTE -L:IkEZSIIIIE IE 32l!IL1lEf14dE3;2lBSâ'I;Sltvl-1j1kE2SlIjIE9222l3It1;:. ' .2 estudn das cnnceprtesevalnres dcs adclescentes pndetrazer izplicai'qs para a cnzpreens'n dn seu desqzpenb:âcadèaicej pafa a naturezade'sqasTelartes qfetivas'e para anatureza de sua: expectativas futurasre. especial nc .que'serefere asua pretenslc prcfissicnal.. @' leqd:estecbjetivc,12sujaitns,bdnsex:fezininnel dcsexnzasculinc,entre 15 e12 ancs,cursandn a7a.e paasiriesd:lc.lraue sc-ancdc2e.çrauteuza esccla pùdlicadc plan:Filct:de srasilialzFljfnra: sutzetidcs a u.a e'ntrevista dn tip:cllnico, seqund: cincn aixcs principais, vida, fa:llia,scciedade, expectativaq futuras e:cdelc idealizade de pessna.Suùzetida: te:aanilise de ccnteûde,taisentrevistas revelara.que ezdcra ezista. difereniassignificativas entrp n jiner::asculinc : fe.ininc, cn:respeite ts suas ccncepites qndr.fatîlia e scire :ndeles iiealizadcs, n dadc cnnstante,independentednseixnsparticularesdaentrevijta findependentedejtn#rn e faix: etària, diz respeitn à sztuar'n ecens:iccfinRqceira,pudendc Geafiriar qud esta parece ser a quest'ccentral para cçsujeitns entrevistadcs.2u sej.f: parece luejiptepentent, dc qdnern eu faixaetlria, a quest'n ecnnêzicc-financeira perze ia ai cnncepç 'es dcsadelescentassscdretud: ne4uesereferea:Ennceitn1:'viveFdea'edeRfelicidade'.227


188ESTRUTURA TEXTUAL NA COMPREENSXODE TEXTOS COXO O ADOLESCENTE Lê.>FAVERO ,M .H ;TRAJANO ,A .A ;OLIVEIRA ,A .D .R .Unlveçsldade de Brasjlia - D.F.A qùest : o da alfabetizaç:o envolve yoje al/m.. àde Bma preocupyç:o com procédi:entos didaticos-pedagoglcos,talbem uma preocupaçqo com qua! -se Ja o processo sublacente a alfabetlyqçao em @ï,Nesta perQpectiva;a questVo do conteudo de texto yda produçao de texto e da compreensao de texto temsldo vlstq,eï trabalhos mais recentes,como fundamental (FAVERO e GONCALVEZ LIMA,1989).Tendo comoobjètiyoo estudo da relaçvo entre o nivel de eompreensao e o grau de complexldade da estrutura teVtual ( sintâtica e spmântlc: ), este trabalho roXdesenvolvldo junto a 30 ( trinta ) adolescentes deapbos os sexos , entre 13 e 19 anos , alunos de 8*serie do IQ gçau ! IQ 39 anos do 2: grau .de escolas da yede publyca e da rede particular de enainBde BrasIl1a-D.FT A cada um .dbs sujeitos :obam aprEsentados doj.s textos Jorhallsticos de tematlça .a .xtual e de niveis de complexldade diferentes quantoa estrutural textual . Apos a leitura, cad: sujeitofo1 submetido a uma entrevtsta do tlpo Fllnlco.se -mJ- estruturada .seguinfo quatro eixos basicos : tema&ica do texto ;qonteudo do tekto ; diflculdade Toproprlô textö e metodo prûprio de leituma do .sujeéto ào estudar: Submetendo as entrevistas h uma a8.:lise de conteudo ,côncluiù-sé A e : a idade e a serie frequentada pel: sujélto sab Vàrlaveis impoFtantes na compreeBàao .d9 texto ,iid ependente da coZp lekldàde -do mesmo ; o metodo de éstudo lndependenr .c.te do sexo ,basela-se na leitura repetifa vlàandoà memorïzaçio .pyrq op suleltos 9e 8* .eeH'eè.do 1'!grau 'e de 12 R o do 2: gryu; Ja os sujeitos do 3:0 0 do 2Q gikau deécrevem Petodos diferentes de leétura , ylsandp a compréensao dos iextos.228.


189+A MAE ADOLESCENTE E A ESCOLARIZACAO FORMALFAVERO yM .H .; MELLO .R .M . & FONSECA PM .R .Universiladede lraslliaA gravidez durante a adoleseência * mais um dostepas sobre a adolescência: que te> perecido grandeatenç'o por partes dos pro4issionais interessados nestafase do desenvolvimento humano. Dentro deste tema maisawplo, surge a quest:o sobre a relavxo entre estagravidez .e o interro/pipento ou n:o da escolaridadeforpal. Alguns autores apontaa o abandono daescolarizaçxo formal: como sendo u.a das oonseqûênciasnegatîvas da gravidez neste perfodo do desenvolvimentotHayes, 1987 e Upchurch & Nccarthy, 19903. Na medida enque a gravidez ve* envolvendo a cada ano um nlweromaior de adolescentes. e na medida e* que de4conhecemosno Brasil. estudos especlficos sobre esta questxo: aproposta deste trabalho #oi estudar a existência ou n:ode u*a relav'o direta entre u>a gravldez durante aadolescência e escolaridade Torwal. Para tanto, dez 'w:es adolescentes co. filhos a partir de seis Keses, nafalxa etâria de 14 a 18 anos. Toram submetidas àen t revlstas do tipo clfnieo, sewi-estruturadas, segundotrês elxos bâslcos: histêria de escolaridade antes dagravidezl apoio durante a gravidez e apolo apôs agravidez visando o retorno â escola. Posterior a uaaanâllse do conteldo, eoneluiu-se que: a histôria de rescplaridade antes da gravidez ê u>a histôriapartleular cox algum fracasso; o apùio du/apte agravidez, lnelusive por parte dos professores, êvarfâvel i*portante para o n:o lnterrompimento da vidaescolar; o apolo apôs i gravldez. sobretudo por parteda faxflia ê uma variâvel decisiva pyra : çontipuidadeda es:olarlzapxo.229


190.'V c 1> p; MR ;SIR j nm Dm l.Y DAM.: M WKPX R 1m n - v làk vz a .MIDI:M I.Y Fl#* V l#X I> n' 9:M M ILI:PO *l*M F.6 V l#X I91BR CID LICA D: * lMA quest'o de ençnj&ment: d: cham&do menino 1e rua, netrab&lhe forRallte* silo qqestAncentral nasdiscuss'es sobre a pelitic& leproteç': especi.lde criançnse &lelescentes.çem:e chauade elqcnlor socinlde rqa:é c:'nsiderade eele*entotecnicaKente responslvel241. vinculaç'o 10menine de rua &ôs atendimentos institucien.is, qne visam aprofissionaliziç:o, este tr4b&lh: tev: cemo obletivôestvlar as concelçöesdegteedqcadcrquantoà sitaaç'e le vila do :eninole rqa,e prl?rio menin:ie rua,earelaç'ocômplex.entresitn&ç'edevidn/.eninnde rqa/trabalhc.Fara tanto,selqinde 0endelecllnice,fera. entrevistados5 elucadcres lacidade de Geiânia,na faixaetériale31a lianes,de ambes essexes, tenlo#ntre i4 12 anesdeatu.ç:o.ûuatro eixnsprincipais feramabordalos: vilafamiliar e escelar,vila na rqa,trab&lh:e ?ers?ectiv.le futqrn. Temalascc.o discurse,egtasentrevist&s fornm sukmetidas. nm& 4nâlise de cnnteldo.' 0s resultades que peler':sqbsdiarfuturesestqdes . transfermaçees n&s, intervençöesJunto4nsmenineslernarevelam que:& s.fda1ezenin:de casapara & rqa lu.prx egsoçra.tiv:causadop r variados f&teres e vincnlalna: prœesso le ev&sb escelar;&cnnsa M sicad:-t&1lrœ essoparece ser asitlnç'o deKiséria da sul famllia;& vida na rq.é erçaniad. em çru?es,c:mregr&s leterminndns edistrikullas?:r lm lller;:stes çrqpes deqenvclvemntividadesceplex.sqq:exije. plnn.lamentoeestratégias,asqqais leume:centa :saspectesde cent4xtn sx ial> is&m?lej4sh bilidades especfficnsde cnd. fiixnetâria4 osfatores intrn-çrqpos;0 mdo le yid.n. ru& exigeresoluçn de nnturea i- diatn Q* situaçN s ?ouce ?revisfveis; l1& lxP:rcepçn ctntrd itùri. doedqc.dorcom rel&ç':< vid.Gn a nin: G: rqa.Conclui-se qqe : educader sx i.lle rqa nb te* levado em.conta: qne &nnturea d&sntividadesd; rln centl, aspectnsse- lh ntesà natnreza dasatividales lo trak làoforx l;çu4Q *d e14vila narQ4 ?de explicnr &dificuldnde dox ninele rna nedesenvelviment: lepreletes &M die e locjeprazn. ûl seja:as intervençN s institucinnais jqnt:ae x ninn de rq. têKijnerado as carncterfsticas?articularesdo desenvelvimento cejnitive 1Qmenine lerua,qne,s:cnngider&das,podems4rfavôréveisaeenç&jamento 1emeninnle rqane trabalho fermal.230


191 x AQIVIDADE PRo/lssloNAL NA 38 IDADEDenlse Pierrl; Diane A. A. Brito; liaine c. catYo;vanessa Novats (Universiâaie s;o Juias Taueu).X fato que multas vezes a velhice começa coma aposentadoria. Disto âecorre que a litos âos quese aposentam logo procuram aiguma outra atividaoeprofissional. Desta forma, o objetivo âa presentepesquisa fo1 levantar oa prlncipaisreforçaâoresem potencial que mAmt?m inâivfâuos iâosos em ativldane pro:Yisslonal. Mltoâo - Su'jeitos) 31 iâosos deambos os sexos, com iâade iga . ai ou superior a 60#anos . Materic : f oi elaboraâo u questionn.rio co>posto por 2 -1 quest 3 es f echadas e abertas s'obre as-17 ectos agrad4vets e desagraâ4veis da atiA daGe pra.fissionr . Procedimento : os questiornrrios f oram a-Iicados intlivlâuc mente . Oa resc tados demonslrarrque o prazer d.e estar trabalhanâo & o maior 1Lcentivd para manter a ativiûaâe profissioonn, tantopara os homens (36,6/) quanto para as muzheres(45,4/)1 a quest%o finn.nceira J assinn.nada por31,7/ Gos homens e 27,3/ Gaa mtLlheres, que tamblmressaltaram com a mesma poreentagem a necessidaâe,de manter-se ativa/ocùpada. Em termos :e reforçadares mnn's especfficos ua profispio, os homens destlcaram a repuneraçio (25,9/)1 sentir-se dtii (25,9/)1 ativiGade agraddvel e realizaçio pr'ofissioonl(22,2/6)1 j4 as mxlnheres assinn.naraa a reakizaçioprofissionAl (4r,5/) como o aspecto mais reforça-:or Ga ativiGaGe profissionœn. Conclui-se que exiitem v4rios reforçaâores em potenciai para a mAnu-lenç ; o' da atividaGe profissionAn pelo iâoso; no entanto, o assunto necesstta Ge pesquisas mais aprofundadas.231


192 AKFANVPIZACAOP PROFISSIONALIZACAO EG*MRDn: A PRODUCAO DA MAKGIMALIDADETM A VeM 4M 4 W -- 4 & Ale---- œ'a #- -- *-s PA- iraDepartamento de Psicologia e Educaçâo da Faculdade deFiloeofia, Ciências e Letras de Ribeir:o Preto - USP0 obletivo deete trabalho é investigar até que pontoae vari&veie alf-R-t4mncAn e AAn-.O influenciam o proceesode inserçëo no mercado de trabalho por camadas baixas dapopulaçëo urbana de RibeiraAm pelos adultos dos dois grupos, a fim de severificar se o fato de ser alfabetizado traz algum tipo devantagem quanto à inserç:o po mercado de trabalho. imseguida. procurou-se focalizar a quest:o do gênero noedois grupos . : foram separadas e comparadas as profisssesdeclaradae pelae mulheree e pelos homens. 0e reeultadoeMoetram que: 1Q) 0 nûmero de tipoe 4e profieaseedectaradoe pelo grupo alfabetizado é Maior do que oedeclarados pelos analfabetos (reepectivamente 20 (vinte) e11 (onze)); 2Q) A dietribuiç:o deeeee tipoe de profieeseepeloe gêneros xoetra que exiete nmA ooioentraçïo baetantealta de xulheree do, doie Fmlpne exereendo profieese:relacionadas com as atividades do trabalho doméetieo (38%no grupo alfabetizado e 60.6% no grupo analfabeto),enquanto que os homens se in:erem em um leque maia applode profissöes. Parece, portanto, que a alfabetizaç:opossibilita Maiores chances de ineerç:o no meréado detrabalho para os homens, mas nëo para as xalheres. Zsteereeultadoe eer&o diecutidoe eob o enfoque ae teoriae 4*mAoginalizaç:o e o fracaeso da e4cola.enquanto promotorada ascens:o social (C%plABDp).232


193 coNcEpçöEs SOBRE AS FUNCDES SOCIAIS DA ES-C.RITA/LEITURA Ek AputTos ANALFABETOS. ted'a. ouni; Ana M.àlvares; Roberta M .S.Garc1a. (Faeuldade de #glosofga,clênelas e Letras de Rlbelr:o Peetorusp.Em uma gocledade letrada, cujas atgvldades est7o todasorgan%zadas e medladas p'e1a escrlta/legtura, pode-se conslderar que mespo as pessoas que n;o s:o alfqbetlzadas*êm alguma concepçRo . sobre os uhos socg.alsdèssas atlvidades, vlsto que exlste uo conheeimentolndlreto acerea da escrlta que & adqulrldo -pela necezsl.dade de estarem lnserldos nesse soçlal, pelo trabalbo, pelas . lnteraçöes sm formals, ou pelo lazer. Nestetrabalho procura-se estudar as coneepç3es que um grupode 164 adul.toq reèldentes na r/glvo de Rl.belrio PrAto fazem da'escrfta/leltura. As segulntes variévelsforam controladps na composlçxo da amostra: trabalho ,alfabetlzaçvo, ldade e eseolarldade. Foèa: eategorlzAdas as respostas dades à pergunta: '0 que você farla.se soubesse ler e escrever? '. 0s resultados mostraramque a grande malorlạ dos adultos pesquisados (57%)parece n%o plrceber as funçBes eomunlcatlvas da esçr - f.ta/lel.tura, uma #ez que atrfbuem ls mesmas uma funç%o'mlglca '# vendo-as como uma chave que l'hes . abrlr; aspörtas do sucesso. Assl.m, estabeleeem .uma relaçxo caM'sa1 entre' sa ber1er e escrever' e 'melbora/ de vida'ou 'f consegufr um emprego mel'bor '. Apenas um pequbnopercentoal dos adultos (25%) eonà#sue eltar usos ques;o efetgvamente preenehldos pela eserlta, nàs a'ilviadessoelals, eomo: 'escrever/ler ca/tas'; 'escrever/1er documentos ofgclals ', en tre outros. Assîm , pareceue o fato de se estar lnserlèo em um'a sociedade letra'-a r por sl s3,.nRo . garante um conheelmento sobre quag .sratlcas dè eserlta/lestura esta soeledade estl pqss - lilg.tando , nem para que elas servem . Estès resultadosserio'dlscutldos enquanto p/oduzldos pela lnternalszA;o, por estes adultos, do dlscurso da ldeologla llbaa1, que estabelece uma r . elaçio entre p6sslbllldadee ascensgo soelal e alfabetlzaç%o/escolarlzaçio.(cNPq/FAPESP/Fundo'de Peskulsa-usp)233


194QUALIDADE DE VIDA E HIPERTEKSXQMaria de Fltima BorgonoviMarilda Emmanuel Xovaes LippMaria Helena de Ajreu Penteado FioreNd cleo de Estudos Psicologïcos - iniversiqzde Estldual de CampinasKapl:n (1988) enratiza que as doenças cardlovzacvlarea te* um prenun:iado impacto na sociedade, naosg por s:a contrtbuiçao para a MortaliGade precoce,as tambem por seus efettos prevalentes na qualidadede vida do indtvfduo. Conaidera-se, ent%o, a qvalidade de vida coNo sendo prejudicada peia sttuaçao desai/e Geficitaria do paciente e tambem os prNblemasca>dtovasculares e aigumas medtGas da condtçao cardiovaseular.sendo afetadas pela qualtdade de vlda 1adequada. O streas emocionaj 4 conalderado um elerento agravante da hipertensao arterlal essencial,fator de risco para as doenças cardtovasculares.o : luiettos: 5$ suleitos adultoa Ge classe joclo-economieabaixa, diagnoati:adoa pela equlpe medàca do Ambulatdrio de Hipertensao Arterial do Hospitaldas Clfnicas da Unicamp, como portadores de HtpertenpxoArjeriaA Esaenclal Leve e Moderada. Mate-': ànventario Ge QuaAiGade de Vida composto 4ossegujntes quadranjesl Sociaiv Afetivo, Profissionaie Saude. û Inventario fot aplàcado a todpa o, pacientes, antes e ao final do conjunto de 12 sessoes emgrupo, que vlsayam ensinar aos pacientes como lidarcom o stres: diarto: nos moJdes propostoa por Lippat al (1986). Atravea da Analise Estatfstica - TpyteX Ge Student - verificou-se que no Quàdrante Saudeouve uma melhora bastante stgnifieativa (p=Q9Q0l6)lo Quadrante Social houve uma melhora marginaléen%estgnificattvà jp=0,023) e,nos Quadrantes Afetivo eroftsslonal nao houve difelença significatlva entrea dois momentos de avaliaçao. Conelusaol O yresentestudp visou averiguar se uma Kelhora na qualàdadede vtda pzde ser vista eomo parte do tratamento daipe*tensao Arterial Esseneial Leve e Moderada. Saendo-seque o htpertenso apres4nta baixa quaitd>dede vida, o estudo realizado demonstrou que os pacàentea submetidos ao Treino de Controle de Stress apresentaramalguma melhora em sua qualidade de v 'Ida.234


195cREiççAs IRRACIONAIS E ASSERTIVIDADE N0 TRATAIZMTOno PACIENTE HIPERTENS:Marcia Marta BignottoMarii4. /., lov%es Li.ppA Crlana Batt'stà de AlcinoPontiffcia Universidade tatozlica de CampinasObjetivo :0 presente estudo visou averiguar se o trabalho dereestruturaW o cognitiva de crenqas irracionais e o treino deasser tividade(partes integrantes do Treino de Controle doStress,Lipplg8ilpodem ser utilizados como procedimentos coadjEvantes no tratamento da HipertensMao . Hltodo :participaram 74 pacientesadultos,classe s6cio econGmica baixa ,diagnosticados cp -mo portadores de Hipertensïo arterial leve e moderada.procedimento:Erjtreoutros procedimentos foram realizadas 2 avaliaçbes,pr; e pos-tratamento.Apds testagem inicial os pacientes foramaleatoriamente separados em Grupos Experimental e Controle. 0GrupoExperimentalrècebeuoTrabalho dereestruturaWo cognitivade crenças irracionais,aliado posteriormente ao Treino deassertividade como uma das etapas do Treino de Cojtrole 'doStresj.o Grupo Controle nIo recebeu essa orientaîao.ResultadosIço pre-tratamento verificou-se que 95Z dgs sujeitos apresentavamter mais de 2 crenças irracionais,apos tratamento foi wconltatado melhora significativa nos pacientes do Grupo Experimental.ouantoa assertividade,n%o houve mudança significativaapds o tratamen'to.concluslo:Este trabalho dl evidlncia qtjantoa que o hipertenso apresenta crenîas irracionais e baixo fndicede assertividade.o estudo'demonstrou que os pacientessub-'metidos ao tratamento do Treinb de Controle doStress dimiriuf-ram suaj crenças irracionais,melhoraram sua ()ualidade de Vida,porlm nao apresentaram mudanka significativa quanto a assertividade.Recomenda-seque Jstudos mais detallnados investiguem elP ecificamente . a correlajao entre assertividade,hipertens%o ecrenkas irracionais.235


eptlcasdemodogeral,inclMtndo ulcerasjistricaa196 STR2R*&* E JLCIRAR QASTRODUQDENAISLlcia sovaes MalagtlsMarilda Emmanuel Xoyaes LippPontirf cia Vniveraidade Catollea de CR pinas0 presentq e:tudo jeve'por obletivosl l) Conduzjrum estudo en dee ologtco rererNnte ys Glceraad aodenu s séparade ente ou concomjt= teal 2 Realiàaçum levantu ento de aspeetos mex eos relacionadoa: ulcera duodenc dejtes paetentés; 3) Ayaliar algunsaspectos psieologieoa destaa pessoas no que aerefere a w lnerab 'Ilidade ao stress; %) Averlgvar apresença de .stress *m pessoas portadoras de ulceraduodenc . Par: atender aos objetlvoa da pesquisy, raram realizados dois tlpos de Nstudol En demiologlcoe Clfntco. Q estudo Epldemiologlco contou com uma a-mostra de sNiseentoj e quarenta e oito pactentes poxtadores de ulcera peptiea e o estuGo Cjlnieo, comvinte e sete pacientes portadores de ulcera duodenal. A prNsente pejquisa revelou gue a maioria Goscasos de ulceras peptlcas fo& de ulcera Guodenal , a-fetando, nà maior parte das vezea. homens brancqs emf aix: etlrta vartivel , dè acorG: eom o tipo Ge ulceera peptica. Foi verlficado tambem, que a Maioria doscasos da amostra do Nstudo Clfnteo apresentou-se comstress . sendo vulneraveis ap mesmo , pareeendo ser uje um rator desencader te ou exaeerbante no çaso deulcera duodenal nos inA d duos prex spostos a tc eaçermidade . Conclui-se que os paetentes portadores deulceras duoden = ' s poderiM ae benef iciar de um 'rel.-no de Controle do Stres!> a fjm de se R enlzar a pr2babilidade de recorrencla da ulcera. Qs daGos bbtidosno presenie trabc ho devem ser usados eoïo basepara elaboraç ao de tal trabalho.236


197 0 STRE:S E A DOENCA aE CHAGAS* '.Adrtana Batista de Alotnol Mèrilda E.Nltippl*.Mlria Elena Quarfentl l u---ia:Mart. etgnotto..Univerlk:adé Estadual de ckmpinas - cempinas - :p... .Introduœ * ,A e en> de O lg- dea= berta - l9œ por carlosœ agas fa paA . e quetaa œ en> a or3nioas qu. aiA- exis -t- no 4a1a.A tx i-- ia > do- ça de chagas 1 de : a 10 a1l pg ea de peasou no œ astl. ' atingine prtx tpalmenta aai. gr,' . - '-'..aa lgrloolas,:o oantro-oest. a oordoste do erlstz.Estudos .Nlooustram qu@ èl1. eo x.oruzt.protoaolrto qu: transmite adoença. ataoar orgios vttats oomo o ooraçio. pode zvsar tasblm o :@ N . c ; observaço-e-s Ellotoa. t&m'démonptrado que o pa-liente chagastoo apresenta ,10u-.. di'tculdedes na expresta;od. sentimentoa. Ati.qu. ponto o compromettmento do :NCest en#olvido nestas dteiouldades. permaneoe obscuro. constdarando-seque o meo&ntlmo btopstoologtoo do,stress ocoor.'iemeunç;o d. reaçoees *: sNc. questtona-se at1 que pontoo paotent. o:aglstep apresenta reaç3es de stress semelgen -t e. as da pessoa nIo o:aglétoa. 0 present. trabalho objett-vou avertguar se este paotente apreeenta stntomas de stresse ee extste u- dteereno no ttpo de reapasta eo stress a -p a sentadas pelo ohègisieo.kilodo:40 pqotentes chaglstoos* 1 (uNIcR Q)# rovam su- ettœ s a uma entrevtsta tndividual'aberta. apos p tem tno de um estudo ptlotv oo> '19 pact en -t- . n eatue ptlùto uttltaou uma bltv ta de testestt-t/p,1991) e o teste de Frùstraçao de qosenwlrg. Resultadospo e:tuuo ptloto revplou qpe #7$ :os papieptes apresenta'vam einto.asd. 'ase de restst ¬ a do étress. Todos possuia, creaçal,yrraotonatstElltA. 3:)e-*-* ' xo nlvel de esserttvtdade.:.entrevtstas ollntpls oonetrmaram os dedos obttdos.no estudopkloto.conolùt-se que os chag:stoos sRo oapeaes de srnttrptriss e yospuem stntùmas eqùivalentes eos'.de nlo:.t#pgfst x-.10*. geoomend/-se què estudoe #uturos levem j, opnsideraçaeoo grau de compromettmento da doença. o pue nao 'oi cont/olâdo no presente trabalbo. l posslvel qùe paotentes oom sNc*eis romprometido7zexibem sintomel diferentel #e etre@è.237


198z Fe m > œ Iâ< *= râm = ào nne#MnfpTcD Dâ DQ>MC**. ti>Valle. Elfzabeth zanierMartins 4o. Flrnla 4e Enfermagem de Ribeir:o PretO-DSP; (a3Vendnlmnnlo.Julfana. Facul4a;e 4e Filosoffa. Cfências eLatras 4e RïbeirAo Preto-pàp.0 déagnöstico 4o cêncer infantil tem efeïtosdesalentadores sobre toda a famïlia. 0 dbjetivg destetrabalbo : ouvér pais de crianças culo dfagnöstico 4e cancerlhes foi recent-m-nte tran--ité4o. na tentativa de compreenGersuas viv:ncias para poGer auxilid-los e favorecer aséntervençôes 4a equfpe multiproféssfonal que os asséste. âpartir Ga que-+xn norteadora 'Depois 4a conversa cow omédico que fez o déagnöstico tem algo que você gostaria dedfzer sobre o que esté sentindo ou penmnndo? rr-n estau ascoisas? 'Os pals foram entrevfstados. Os da4os 4e 13 entrevistasforam analisa;os quaḷitativamente - moGali4aâe feno-Kenolögica - e revelaram que os pais sentem muita dfficulGa-4e ew aceitar e compreenGer a doença e o tratamento. percebemalteraçöes nas rflaçöes e rotinas familiares e Kanifestawprenmupaçôes relac:onadas à morte. Taïs dados. discutiGosno GICC-GrUPO 4e àpoio à Créança cow C*ncera est:ofavarecen;o * cowpreen-An 4a complexa que-*xn do c&ncerinfantf 1 e nœ m zxét- concluir x bre a lv rtância done inicial 4* > is > 1a psicölx a.* M jeto f inc ciM o e 1a FU D P.238


199 ESFUEO EO SEVFIMEVFQ DE NDRTC Nâ CRIANCA DIABETICA.COELHO , 0. MARILDA - Servigo de Psicologia e Psiquiatriado Hospital de Cllnicas da Universidade Federalde Dberlândia.0 presente trabalh: visa ampliar o conhecimento qùese tem sobr: a dinamiia interna da criança diabfticaem relagao a &onteudo: de morte ou morbidade;objetivà-se a pratica clinicg no sentido de aprimoraras'tdcnicas de intervengao Junto a esta clientelaespeclficasProcpde-se a analise de 10 casos cïfnicos atendjdosno Ambulatörio de Pediatxia (Programa de Diabetiticos).Proiuraise atraves da utilizagso do TesteProjetiv: Fabulas de Duss, verificar como as criangasdiabeticas lidan com conteidos 'de morte.Observa-se que a crianga diabdtica, por estar vivenciandoperdas concretas (ex. dieta) e, invadidapor sentimentos depressivos contra os quaij tem quemobilizar intepsas forgas de defesa para nao sucumbiTna depressao.Conclui-se que esla criangà Yefere-se muito a mortetanto nas expressoes verbais, escritas como no comportamento,como tentativa de entender o que estzacontecendo com e1a e consequentemente organizarmelho: o seu ego.239


200 AN1tIsE DE INTERACDES DE CRIANCAS DE 2 A 5Axos EM Eplsöolos DE FAZ-DE-CONTA. Zllma*R. Ollvefra; Mar1ene'F.C. Gonçalves; Andrla U.Blagi;Grazfela A.N . Almeld.a. Faculdade de Fllosofla, Cfênelase tetras de RlbelrRo Pteto - USP.Para discutfr a ontogênese da lmaglnaçâo em erlançastem os reeuperado o co:eelto de papel , erlado na tradfç:osoefogenltfca (Bergson, James, Baldwln, Gul1-laume, Janet e Mead). Ta1 eoncefto nos levou a eoneeberas lnterjç 3eshumanas como um proeesso de coozdenaçxo de papeis, o qual envolve o confronto de representaçBe:expressas gestual e llngulstlcamenteque, no easo de erfanças pequenai, apenas começam aserem elaboradas, especlalmente atrav4s da brlncadeira simbillca (Vygotsky, 1978). Ob letlvo: estudar abrlncadeira fn fantfl de fazer-de-conta ? envolvendocrianças de 2 a 5 anos, de modo a: 1) fdentlflcar sMportes estruturadores dos papéis flccionals assumldos;2) apreender a evoluçao dos processos de coordAnaçRo de paplis; 3) dlseutlr o valor da ltltaçio napntogênese da lmpglnaçRo. Foram elamlnados epis8dlosde lnteraçBes extralàos de dols estudos realizadosem creches: o prlmelro (A).reuniu 20 sess3es de dolsgrupos de erlanças de 2 a 4 anos (A1=5; A2=8), 10sessöes por grupo, sendo anallsados os prlmefros 9minutos de cada uma delas; o segundo (B) eonstou de3 sessöes de aproxfmadamente 30 mlnutos de 3 gruposde crlanças de 4 a 6 anos (B1=13; B2=16; 83=22),sendo uma sess:o por grupo. os eplsùdios foram analisadosmlcrogen4tlcamente em busca de lndlcadoresgestuals, posturals , verbals de processos constru tlvos.Nos grupos do estudo A, com proposta temétlcaem aberto, predominaram temas de sltuaç3es cotldlanasllgadas a cuidado flslco (A1), eom posterfor surglmento de temas mals gerafs (A2). Ta1 ampllaç:o temâtfca& vlvida de modo lmltativo, contudo observasegtadatlva complexfflcaçio nas formas de coordenAç;o de paplfs, sugerlndo malor eapacldade péra dlfarenclar fantasia e realldade eomo observada no estmdo B, com temitlca restrlta, e onde os przcessos 1mitativos aproxim aram-se da çhamada ''Imltaçao lntellgente' (Wallon, 1966). CNPq e FAPESP.240


20 O JOGO DE FA Z-DE-CONTA MEDIADO PELO ADULTO1 EM CRIANCAS COM NECESbIDADES ESPECIAIS.Therezinha Vieiratl) Claudia ll.s.Martinez,Benedita* -L F. de Oliveira e Roseli A.parizzitzl.universidade 0,Federal de Minas Geraistllyuniversidade Federal deS:o Carloslz)artindo do pressuposto de que o adulto pode . favorecera apropriaçoo de slgnificados para crianças portadorasde necessidades especiais runcionando comoarceiro desias crianças em atividades lûdicas,obletiamosyneste estudoyanalisar o deàenvolvinents do Joode faz-de-conta das crianças referidas quando doesmo participava ativ amentç um adu lto .Trabalhamoscom 15 crianças que frequentavapza Apae de S:o carlosao longo de 8 sessses de uma hora cada com o gruposub-dividido em dois ap6s as três primeiras sessöes.s espaços de duas salas cbntfguas da Apae foram estruturadosem alguns cantos sugerindo temas diferentese as crianças podiam escolher onde brincar .De unàdois adul/os brlncavan c6m as crianças enquanto ourols)registravam.Ao término da sessïo e ap6s um intervaloas crianças retornavam ,conversayam sobre asrincadeiras e as representavam através de 'desenhos.anâlise do papel do adulto mostrou que este favoreeua atividade representativalampliaçïo,diversificaâode temas e papfis) e levou a criança a estabeleervârios tipos de relaçöes conceituais aproveitanoepis6dios inter-logos.suas açces,no entapto,sempreon sequenciavam aquelas da criança e nela se apoiavams indicadores considerados para avaliar o desenv olviz ento do Jogo mostraram uma evoluçoo social,simb6licde organizaçïolconcluimos que o tipo de mediaçïoeita peïo adulto neste estudo auxilia no desenvolviientodo simbolismo coletivo para crianças com neces-ades id especlais.. '241


CONHECENDO UM ORFAPATO-UI( EsTuoo EM DESEN-202voLvlAtENTo.Thereztnha vietra, Maria CêndidaP . de Hollanda e Larissa A . Rodrigues .un iversidadepederaz de Au nas oerazs.com base en um rererenczaz te8rtco s8czo-htst8rtco estanos procurando explorar como erianças de um orf anatointeragem com o seu quotidiano v isando interven -ç3es posteriores que lhes benericlem o desehvolvimento .0 orf anato em questvo'atende 18 crianças entre 2 e8 anos ,do sexo feminino .conta com 4 monitoras ,uma supervisora allm da equipe dirigente.para uma caracter 'zaçXo iniclal da InstituiçRo adotamos uma abordagemetnogrâf ica,recorrendo aos seguintes procedimentos :entrevistas e conversas inf ormais con os funcionârioe crianças ,observaç3es da ihteraçvo criança-criançae adulto-criança e anâlises de documentos sobre o ecaminhamento das crianças .Os resultados principaisconvergiram no sentido de mostrar que as prâticas intituidas l1mltavam is crianças o uso de espaços intenos da casa e o acesso a brinquedos , em preluizo depossibilidades interativas via jogo .A seguirypara melhor observar essas crianças em situaç3es n:o restrFtivas desenvolvem os com as mesmas ypor aproximadamentedois meses,diferentes tipos de sess3es de atividades 1 ûdicas as quais incluiam em maior ou menor grau-,o uso de oijetos.constatamos entvo que a oferta deobje t os gerava incontinenti aç8es de avançar sobreos mestos ,disputas ,retenç 3es o que inviabilizou va'-rias atividades planeladas e requereuyem outros ca -sos, definlç3es de novas regras e limites.Tal resultadosalientou o contraste entre nossos procedimen -tos e as prâticas vigentes apontando para a necessiflexibilizaçxodessas prâticas a partirdade.de.denovos esquemas organtzacionats que permttam ; s cryauças rormar um coletivo e se reconhecerem cono sujeitosneste processo.Tentamos, atualmente, estratlgiasnesta dlreçVo.242


203ZIS)3 FjïfLlls E221Ad$jS IZS sEsCjsA. Elaine Fedreira zadiqevick(x) (xx),'pparecila dcr.a Nartins (x),Jqliana Teles de jzevedc (x),dari: de Fati.zdeves dRsilva (x), çanessaln:dardi(x);(x)lnstitut:depsicclclia daLniversidaledesI:Faqlc; (xx)sentr: de Estqdnq lc zresci.ent:e zesenvclviKentn lnser 8q.an:2e. znralares, sendn 59 crianias,le vinte Hcasasëlccalizadas seda. çiadut: dazapital fcra.estqdadns 4descritcs apartir derat?ires leciservaçla da casz,anaRnese lagiliaredacriança,cdservaçl: dacriansadentr: dacasa,ôbservaçl: dasRtividades das jrianças 4nra da casa, e desenies(livre e 8T?). Frccqreq-s:estRbelecer relRçnes entren .:1n levila e zspectns dc deleRvnlvi.ente inlantil .Fci pcssfvel asscciara aqslnci. de Lk642 P2dP21ù a q. Rndc cnletivizad: 1:nrqanizar cespaçereveladenas irincadeiras :ndeqI:kaviapesseseende: eijetivnFrincipal erRz relRçlc, en1c A leqinzçlc.Levaqteq-se kipùtesesenvclvendc A '.1Esp02jL1ll)E eg vle a lalta de estaiilidade, seniida ccx: lesenraizagente,lavcrzcia a instadilidadeaanilestada :. ccntlnqas trRnslar.arles dacasa, dQsjrupcs, dasaiividades, daatençle. dapejxanênciaeg lecais.9 :ednde vidadegrqpRz:ntc estqdadc i&pliccq:.c4rtRsdinaRicAsnarelvçln .1e-criançz.Fixan:aadqltc, lavcreciaa autnnn:ia inlantille xcdn9qegranleparte dasecializaçl:as criançaserafeit:pelcp-q?c decrianras,n!qaeranegale pelazles,sqgerind:qe aautnnn:ia, alé.lenI:servalnrizada,erapercedida ce.edescaidnpelejrupna :les.Este estqdnindicaqqe e.Rxetndelejia etnejrlfica,etnldsica ecllnicRcdç ser qtilizadade .ed: prcdqtive naiusca de rc:preenler arelaçle entrenntaxtn aabiantAl edesenvnlvi.ente.243


204*0 X rro DA A'N K AO DE W GRW O.SX RWJM A CO CAS DE Um CASA W SX CIONAL DE> ORES CARTO S DE LOX RW A.PO A/. CARZARO.u .ySOUZA O.C.eFW ATO.M .Ui= ie E*AAo1deTnnddnn.O % * - - oMeGw a * e gmln- ' o = o mdo e iente H ftuciGv .M œàge' ' do c> o dePsicolG ahomm uomo = N sum e junto a ee ce se- quae œ int- e u- e .inta de > M tuiçe .C- doCnmlnho Im e .P% .S> ie ve - * o= 4 dœ- ,te do sexo x ue .Fora 'W,'l'VAdogrotee de m #- V =ossee tes% :auto-e gemxfnm lu,e gos,escoh.e- sidede * .U> Es* de W seme C- OV foi'W,'livxax- ob- r se o de- volvim-fn dem- 68- G sia qe o age :mo> xmuie ,ex- sidde emxioM !ce çxo,pae - o àgv :sx e ,esàva ao d- w lmm - fo ate a- - emhs e - .Essa e Bia#E* Rtes * ae a a- o *eso ' ' e f- ob- an. as see tes muth- :> M doxhcinnxm-lo œ e o - ;do - = ase> ' ' # = a'- ln da.-


205ATUK AO DE ESTAGTIZTAR DE PKCOLX W A7NTO A UM GRUPODE CRIANCM TNTFRNAR EM IM M FXFT.ARF-V.LONDRW ARBRUSCM : BU TTLLX : NIGRO -M .R e W NATOA'UnWH O.Ee ualde ImndeO ps= tee hnlho kvecomo objevoino irjun* aum gnlm deXmenoxsilgqKdonwlixdosuum x* depoq- la scuide mrrnqm'qcom oàome de 1* AmkliAFx co em lrndn'nnzH A fO ee era de 08 a 13 anos .de = * s os = os.O e u lbo = n> de 13 enconm M bibEo- dahinituo' com umahom a de dein- oe .Foil-'lixdAunm E* desemmnho Commrœnçnœ Oksee sa inkrvene ;esn ee * mrobjeNvo av* o * ;o œmm- enœ dedea volvimeœ de- cre -queincluiae de:comunie ,aue efea expmssividzeemœioe .f* ,ler,demon- mltnaiv An, e o- -x no gno u iœ no= demlK iona en* se e ouœ .Dux t o mde o de mkM ne ex feiœN rgunœ que girave em eo dos Rge ks1*m. - ' osdasc* - e xu ppvàvelcone sœ iz futum .H elnlmenk no*u-x comm dxmen*sde esquiva * bmcee skmascomo N rexemplo.a M IK ondeos-lA#z= demon- am ceAconder ndencia com o fato de * édo O - mlnhndnq- o 1- > qœgoexnlm e es- va e er x.*mr k lm lu < biole œ um dkg e s .-.--- 'A- nkmenk culmhliyxm a 5* do < mdm,comp= ndem a* mloeneAminbnmeno.obm ou-x alsa in- ene eOm a e lie dap.- lA.uma melora em - zw > com 'e = o:e or mo -' A(0 quenoou-x e mude deheio o v- '- -x,- -- -x,G .)re rinke en% o Fum a- nkmtnk *x dœx e se g% ao x deœconh-> ou% n- temlqy*.ne1e@ mIb'* a> e - i* ).Po- o.um l-u lhnden m medlxdo N xnéulo'IM vee eGG >mGe& defo= > ''va* o = * > .245


206PM XCDK AO DE CRMCAS COM MM TORM K AOCONOM A X IO.PAT,ATM )NOS TRMAS APRESENTC SK B FORM A DE ESO RIAS N R S.BIéR L A.'.SIQW m A..S.L.:FW ATOM -Univeaidade EshdualdeTm arinx@Tmlwlbn x licm% m r dw e p e' ' do curgo dp Psicologia,naAssœe' o T- drl- - & R-bilite o eM me o SXM dePortadodeLee ,L*NO-PG H (C=1Hnhn)em Tnnan'nx-Pnnm4.TevecomooM'etiw > 'toaob- adosem sittwçxo natural(alalogujeito- M = e gujeito-sujeito em atividades mdag6gicas * dev œ AeI*1' zaH e :de intew- ôesprom mionaru-> 1> 8a- e dosgujdto:a niwlv iale m ssY ,no sentido deautoaMàç:o O qe o > d- deflsmn .kbio-e tais.Fomm uM dosM ss:eitœ œa civ e se m :mn > pr& sie ome KabucomA e upxo xe m e'az.rda s'e - G Pi= Rauu ow tov imssg= do * * skl- ix .P= e e o dps/,utilizou.secomoM t queoobjevo > fpi .246


207J)IHœGM VIDE: & AD IZGCXkICIA,IR KSTM A GIA VINsu ç:u & Mulœ ADu1zT0.M H ix M iMGIL M 'AUIA .'aculdaGes H o Marcos. . 1yesquisa de pdsigrèGua4:olruc-sp/gzltendo porobjetie a eompre#ns:o psteossoeial do fendmeno Ga2> e drz na aiolescêsèia.()meloâo de ihvestie çYolnmndlise Ge enlree stasseml.-Giric o s e proklm rio MéGieo .'om m entree s-taâos adoleseentee ;e.elasse m4dia (23-17a ),adoleseentesgestantee atenc Gas em amhlxnat3rios Go lsta-Go de S.P.(l5-l7a )lpe fissionais Ga i/ea âa saldee Go Gireiis e pais ie adqleseénàes,buscando cam e-tertza


208ASPECD S DA ORAVD EZ NAO PI.ANFJADA EMC LEK M S M E 10 E 17 M OS.OROSS: R.;ESPM WC.S.;O m E.U* i* E* * TA* 'nA.A Fe > * * = 0%e &* 0* Z'W 1Ma- % > e - e 1* K e œ o:pe 'a- o.ae o.H * e - ie é * e .Ue u'x = e 'Y o- ' ehe . F= - 4- x'-eA- 10 m- -v viam m * 1Q e 17 - e - e*'a'- - a e m e e œ15 a 45 - .A > ' % à* e M1- '*A*.a1- 'R œ> ' - .u.a- :Em > w - a gaux > e lH x à œBi pe e ;G % > 1G *a- ma lw.- u xug V œ .po e .x > a iae e & f- ae&1M * X ae œ & e1+ X ce * -- = 10 *e 1e:- ,e - e 'e3% - à oH se < 4% à çhsx*' e 3- à c- A Oso%euu - da m s> f- a%' 'H = p< > - wu 'R o hk % > W * sœ >' e > e 1* *> - . aa - nc us-' e .248


. 209.A GRAW DF,Z NAo PLANFJM A NA C LEK M CWCAUSASE CONSEQA CIASM ARM ON L ; SD VA.E.S.% ; BASTOS' . . UNIG SD M EESTADUMDE IM NDRW AA n d dc > adoloe nk e el- do: e œ g >llt% an- c jova de dlf- l- nlwige i- M - .O -e 'an bw = obje w lmmnfxrje a 8 gujeitœ ,> e ee œ 17a19m tX classee (75%)ece see (25% e mss- N= Gbuido - s- - 'A e - az= se- e a''-- 1-da Favidc a- * m1œ gujeiu .A * 1e * e foi- 11*-%ae e a* on- 'eA = œ sujeie a > '* = me 'eh- o onnê-an 63> e .ae v > a**œ * e i- :a) x cte lo * gujdto) b) af* > .- .1 %e lege =e % > d* ;# V - *- .1;* a>M - alevamm a asse a * ;e)Al1h'1% do * % * de %m ddc; 9 e lncAm a- me adol-e - sedvn- l- + > W* .Anxllnu-x N 'àiwm-foag> **n1* *** * os e obGdœ a- - 5% * O Hmn'e-ao.eomw ax a M m - r a- dœ 13 - de ie eè5> * 14 e 17m ; 75% E- m a > % ao - u1.- 13 e16 - dei* ;5% u% = = - % > ë* o * to m> ' .do&ou A lie e 37 5% œ 1*11- . e o N ue ;62,5% dœ. . : .1e a- x- m a - - a- 12.5% = < *e - 75% ' o ae innnm- n = a * % *aë sa > d* % - 75% * > * > 'ou e uw m- -o aude œ me - % à gad- e62,5% a- me Y he w l = av i- m- - denm irmHo .M > mm*anr.nm ae m lag M*- '*#AHA*a--- -f- e htoe = me f= :dG uil o % b3e de (37,5%).a.- én % v .>H'1,'* (62.5%).Tige m* e a 1e -a add G de œ adolese = AM nl- Hn = ie po e - ode do- - u 2* H- - de ato.'249


210CONHECIHENTOS DE HITODOS ANTICONCEPCIONAIS;RELACIO-NAHENTO C0H @S 4AIS E SEU IHPACTO NA GRAVIDEZ ADOLESCENTETatlana chaves & Reglane de Souza Qulntelro : Unlvérsldade deBrasllla'ob*etlvo J do estudo: a) verlflcar.numa am stra de 18 adolescentes,asrazo-es maIs freguentes de gravldez nessa falxa etlrla;b) verlflcar as consequenclas lmedIatas da gravl'dez para a vIdadas Jovens mses.Instrumento: quest lonsrlo contendo Natqrze Itens com conteldore1atlvo ao conhec lmento e ut11lzaçao de mitodos àntîconcepclonals ; relac îbnamynt: com os pa Is é com o pa l da cr lança ;sentimento em relajao a crlança.Procedimento: as maes foram contactadas em colig ios de 19 e 29graus da rede pûbllca e partlcular do Plano Plloto da c idadede Brasf1la .Resultados: as rejpondentes tlnham ldades entre 15 e 19 anos.As pr1nc ipa ls razoes apontadas pa ra a grav lde; precoce f oramatribufdas a) fa1ta de lnformiçlo ou lnformaçao lnsuflclentesobre o modo de ut11lzajso de metod:s antlconcepcIonals; b)opçso pela n5o ut11lzaçao de ta1s metodos. observou-se, a lnda,que : relaclonamento enlre adolescentes e seus paIs bem como areaçao dos mesmos face a zravldez das f llhas lnf luenclou o comportamento destas quanto a gravldez e 3 crlança.ouando os pa lsreaglam como sendo qma crise normatlva, as adolescentes se 4ostravam tranqullas e at; satlsfeltas com a gravldez. Quando,entretanto,a gravidez era conslderada como resultado de um .erroas adolescentes sentlam-se culpadas e obrlgadas a arcar, semapolo, com a consequêncla de ta1 erro.Dîscussso: os resultados apontaram, àlnd4! para a Lteecessldade'de adoçao de programas preyentlvos que veiculem a adolescentesd ! ambos os éexos lnformaçoes completas e compreensfvels sobremetodos aqtlconcepclonals.250


211 INCIDZNCIA 'DE FIES ADOLESCENTES COM FI'.'-HOS DEFICIENTES MEYC AIS. Rachel Benchaya e Iracema Franco.cursode Psicologia da Univ. Fed. do Pari.Considerando o nftmero de adolescente,; que engravfdame os possféœâi.;problemps que decorrèm' de'umzgestaçxo ''precoce quanto aos' aspectos bio-psico-soclal e tendo observado> - 'a presença de maes Jovens com fllbos excepcionaf:) em programasde educaç-aea especial, decidiu-se f azer um estlzdo para verificar se esya lncidGncia era signif icktiva.os olyletlvos doestudo f oram os seguintes iVeriflcar a iù'cid3ncia de mâes adolescentescom f flhos excepcionais (deflclentes mentlzls);identlwfnstitucfonal da crfança; ver:Lf lcar o tlpof icar o diagno,ttiode par tooais comi :.Foram pesquisados 143 'dossfFlr'dos a1u -nos matriculados em uma esèola de educaçvo especial para deficientesmentais,na ctdade de BelGnr'.no perfodo de 1987 a 1992.os resultados fotam os 'seguintes:alincldFncia da idade:3oz '.',das m3es se eseontraa na faixa etsrià entre 21-25ap0s927: das 'm;es se encontram na fafxa etirla entre 15-20 anos: 17,55 seèncontram na fafxa etfrlâp entre 26-30 anospbltip -o de parto: opa:to mais comum entre as MVes mais Jovens g o.normal, que'cor/esponde a 38.75 na faixa de 15-20 anos e 30Z na faixa de 2a 25 anos; o parto cez.ariano Ge mais comum nas m 3 es ac i ma de '26 anos.cldlagn3stico :41,55 apresentam encefalopatias como acausa mafs comum da deffclincia mental, seguindo-se a éfndroùede 'Down (38Z).0s resultados deste estudo fnstigam a reali -zaçso de uma nova pesquisa abrangendo todas as* fnstftuiç3esde educaç-aor, especfal, visto que os dados revelam um efndfcesignificativo de mies adolescentes com filbos exçepcionais.251


'212. . $TRMTMMENTO DO MDOTMNTE E DO MDOTMDO EM RE' .=LGçn.-O MS INTERACAES FMMILIMRES E VOCIMISGROSS IsR .p B/RTFIyM . 84 f3'1*4'MNER sR .C .E . UN 1VERS 1DIADE.s. *F.STGDUAL DE LONDRINRO preseqpte trabalNfD teve ctnmo ob ., l'etivo delimitara in teṛa= . ào e pclGel.veie distorçèea no tratamentoda 'faml.1 i a e d a acnc i edade pa ra c om o ado 1' ' . ad o .Fcnram SUJ'e.itos desta pesqu isa s nove 'fam i1iastan teE;s sendt? que duae 'fam.ili as rea 1i zaramïadcn-duaead(:7ç (5*c1y pe r T a z end o um kota 1 d e '11 ad c)kados . O 1:r'aba lh o 'f(:)i r e 'R1..iz a d o e m t r (t-'E.; i:ës t a p a s : a )le v a n t a fn o.n t od e tca B o s : . b ) e.n t r-e v i s t a e o m p a i s e 'fi 1h c3sz (e c ) e n - ,t r ce %@i 6Bt a 'c:c'.lm a p s .'tc ô 1t:lg a -t-i'as.p o n s é'v ei1 p eï1a V a t-a d aF a fFIi 1.ia. d o F'C)r Ltm . O 6B p r'i n tc.i.P a i 6B r e E.u 1t tqd c):5 f0 r'LhfrI, am a i o r i a d (D s CAd c7t a d o *B ean t r e v i CBt a d o IF.; e r EAm d c3 93e >:E'J m a.-'seu 1.i.n (:) (7 57w): . d os pa .1s., 62X t /'m ou t rciB 'f.i.)Inc)fB a 1tkfnt:l(D a d (Dk a d to . D o rs 'f.i1Ini:llhl a d o k a d o c-;s 0-O X tcr2n r-3i d e r a fn- B (?J.t r EAt.zbd o s c:c:lm i g u ạ.1ṭ - Ja d & . /.L m a i c)r i a s t a n t o clc7SB a d f:)'tan tes t7om dos ad otados (75X i:ë 67X res pec t i vamen te )ronaideram (r! relac ionamento afeta'vo na f ami 1ia ôtimo. E m 757. doa casos Ds paia conversaram cDm Beḻ ts'fi 1hcls: Gcabre Gua tBï tuaçào de adokadcl clescle o in ṛ -c:i(D . Os mo tïvoe da adtoçào variaram 'en tre apeqfo s scj-1iclad riedade s eeteri 1idade N su beti tuiçào à um 'fi 1h(Do - *na.timor to . qpenac.A :5 7X da% 'fami 1i as Gempre partic i-pafn de atïvidadeN tcdos jun tce - Todoa (:)s/ en trevistadoeGe preocupam ctom .d educaçà rel igiosa s pr-edomi n aṇd . (D a re 1i g i àc7 eG p .ir ï ta (.':x'7 s5X ). Dcns acIo tad os s(o7X c onsideram-se iquaiH aos seus .irmà.Ds . Tc:dos tt4'.fnct.iriceidade em conjnecer seus pais biD lôgicotBs rncnenkantc s B3 s5X nàD vD ltariam a viver cclkm eles . Dtoeadotados entreviGtados , 3-3X sentem discriminaçàcn daaociedade . A partir dos resultados obtidos rl Dbserva-epque nas fami liaa adokantes a inkeraçAo ê satisf 'a tôri a . ND en tan to , a in ter-at;à.c) dc3 adtotado c rAmBua Taml 1ia e Hcnci'edade merece novtos qtaestinomentoae anâliaee s pois oo resu ltados a lcançados y foramdenkro de uma amoatra restrita , o que imposaibi li tagenera lizaçèee s neceGsitando de estudoe que abran-J am uma amostra ma1 s siqn i f itcatlva.. . $252


213SCFT@IRE PARI;PtIClç;1:1IjVE/IARIO:E I#IERESIESIt ê#:ELl#lzastilhnrl.k.t,lgaderi,Z.E.',Le.esrG.des.l Institut:ïeFsictlegiadaoni#ersidade de5êePauln.B. dQq edjetiycq d: LITEF- Ladcratùri: lnterdeparta.ental d:Tlcnicas de ExaxeFsicelbgicn- dn .lnstitutu de Psicclnji: daLSF,l: de Eriaru.ainfra:strutqradepesjuisae ihfnr.ttica nalrea d:Tlcnicas de Eia:eFqicnlbjicc, deqenvtlvende qiqte.aq d:aplicaçl: de teqtesr apqraçle, interpretaçl: e e.isqlt derelatlrics. juitns dcs instruxentnsutilizadn: nn diaqnlqtic:psicnllqicn de inliMidueqr enMtlve. centajenqnu/lricaq. zentreeles nqentantnj aljqns caracteriza.-qep:rapreqentaru.nù.er:ëoiie jrande d:itens, : pu: acarreta u:vnlugngn traialh: naavaliarl: e interpretaçln d:q requltalcq. 2 desenvnlyi.ente letltnicas de celeta de dainq d:q testeq c:. recerjns liinfcr.ltica,padeprcpartianare.axalarajilizailodntradalhn.d!!2r2 l recidiu-se utilizar : lnMentirin de lnteresse: dernleliRi para eqte prntltipn pnrque lentrenq inventirieq deInteresses, este apresenta u. nl.ere reduzide de alt:raativasrnjue faciliteq'ntraialhc e. terxeqde cndificarle d: prejragadesenvtlMidce. !ï-39512 para.eqtafinalidale. .FFZCEIIIENTZS :da fase 1slc celetade:esladcs de identifiray'adc avaliandn.Na fase 2,s1n apresentadeqr:ndjetiv:de teste,eas nrientaçdeq paran avaliandn.Aa fas: 7 sl: apreqentadaq tndaqas atiyidades, diqpestaqduas aduas, cc.nna fer.a tradicicnaldt teqtey esclicita-qe que sejafeit:q.R ep;:Q. B preçra.aaqtc.aticaxente apresenia:parqejuinted: ativilades, ati nfinal de tndaselaq, ar.azenandq as resptqtas. os resqltadespcde. ser .estradn: na tela nu e. relatlrie i.preqsn. SlQapresehtadts eq tntaiqp:rtipn de atiyidale, Rtrayisde Irlficedeiarras,e ieu.a taùela ce. asjqantidadeç totalizadaq. .22.2Lt$,2 l 1:prnp r .u.afnrx: altern:tiu de aplitaqb deqteteste, te.es e. vista que as pesqusëq i ' e alteraçdqq 1aldeccrrentes, .pssiiilitark deqelynlver-q: ferra.entas pr:aplicail: : ayaliaib d: x trns tipqd:tevtes.Plde-q: niqeryarna aplicaçk cxpqtaderizadadnInventiri:ielntereqqes.que à .partirdacnletade respjtaqe identificailc 1qsujeitn,edteu -se a resultade destaayaliailad:farza iediata c::Irlficns eqqantidades. ' ''253


'214A PADRONIM G O DO TESTE DE MATtJRIDADE MENTAL COL6MBIA -REVISAO 197:-PROJKTO P/LG OIraiCristina Bœm to M vesle José Luciano M irandaDlmrfezlhstimtodeliicologia(laUSP;zln-itutodeFisicatlaUSPA Escala de M atulidade MentalColûmbia teve !uà pn'meirarevisâo em 1959 ea segundaem 1972.A novaescala constltui-sj de92ltense t 3exemplos,no entanto o syjeito nâo respondg a tqdososltens . OegtepassoM asercomposto Roroito escalasou nivelsdeldade,dePodoque s-ao aphcadosapennm os ltens mnisadequados para a fnivx eténa dacriança.Tendo em vista a padronlzxçâo da revisëo de 1972 para o Brasil,tomou-senecessM o verifcarse osniveisestabelecidospara ascriynçasdamericanaspoderiam !erempregadossem alteraçâo no Brasiḷ O pbletivoo presente estudo foldeterminar se os niveisdeveriam sermnntldos oualterados para as nossascrianças .9 A amostra foiconstituida de 298 criançascom 'idade entre 3, , 6 e, ' 11,provenilntesde escolase crechesda qidadede Sâo Paulo , da redepûbhcae plelculr.Tentou-semanterum nflmero aproximndo enteigualdgFriançasde d lscolqspartictlarese ptiblicasna amostra . Ossuleltosfprnmlwdidpsem olto fmxasetM as,de acordo com a dM niçâo dos mvels ' naescala americnnn.i Nessa aplicaçâo.ascriançasrealiznrnm todosositensdo testl,ndependentemente'da idade.para se poder ddermlnsr que itenseram mmsdiscnminativosqar! cadaidade.Com essa6nnlidade,forsm constmidas lcuwasda âequencla de acelosdo# itens , caracteristicas de cad: faixaCf* 0*a .Osresultado!mostrram que,pnm .asnossasciianças,osniveisindicados na padromzaçâo am ericana nâo eram adequados e 'forampropodtos novos niveis pyra a realizaçâo da pesquisa de padronizaçëobrmileira.Desta formw dlminuiu-se de oito parà sete niveis e as faixaset-anasnào tiveram a mesma divisâo empregada na escala americnnmCasa do Psirilogo254


215 0 X TODO FENOM NOL (j GICO= Ijzwujyyc; ss.SARTRZ UTILIZADO N0 ESTUDO DE 'UMA IDENTIDADE.Autor : Kâtia Maheirie- Departamento de PsicologiaSocial e Institucional da Universidade do Vale doItajalȮ problema cent/:l caracterizou-be pela com-P eensxo dialltlca da genese e constituiçxo de um tr.balhador rural que vivia a contradiçxo campo-cidade .A pesquisa constitu iu-se de 16 en trev istas abertas esemi-dirigidas, observaçvo partiçipativa do cotidigno do sujeito, fotosr poemas e outros materiais tr9zidos pelo sujeito, e registros dr conversas foradas situaç3es de entrevista. A an>lise dos dadoscar>cterizou-se $or regatar as significaç3es vividaspelo sujeito a partir da descriçRo de sua historiade vida. Buscoù-se basicamente sistematizâ-las nasua relaçxo com o trabalho, com a natureza, com osoutros, com seu.corpoze com o passado/futuro, reunindo-asnuma totalizaçxo que chamou-se de projetoexistencial . A pesquisa teve como resultado a exposiçxoe compreensXo de uma identidade especllic: ,ùm trabalhador rural, que estabelecia-se na vivçncida racionalidade do campo . a inteligibilidade doconcreto e, ao mesmo tempo, no deselo da cidade, deconstituir-se rm trabalhador urbano, participandode uma problematica comum a tantos camponeses noBrasil. O obletivo fundamental da pesquisa foi mos-. ' ' ' ''trar como uma singularidade vive de forma particulaum contexto social comum a toda uma coletividadq. Oresultado visou, portanto, destacar como esta hist jria sintuiar ilumina e fornece dados para a compreensXodo contexto histlrico-sgcial mais amplo, comuma uma coletividade .Financiamento : CNPq255


216H; FIDEDIGNIDADE DA LISTA DE ESTADOS DEINIMO PRESENTES- (LEP)?A= o 'M geM Amn , Instituto de Psicologia ,UniverstdaGe de Sëo m lzlo .Ch= a-se Ge fidedir iGaGe de = teste a capaci -GaGe de obter Ge novo o resultado quando o teste dreapH cado nâ mesma pessoa . Nowlis , baseado nesta'definlçio , ar&zmentou que questiondrios de 'himon;o poiem apreeentar fiGeGignldaGe pelo simples fatoGe que o R imo roGe altem r-se em questYes de szganGos. Apeear Gisso, em 1965, putlicou um artiçoque contêm inx em s pesquisas com sua lista de animoe(lenotànGo 'fiGeGir iGaGef'. Em 1985, Galem : eEngeH ann Gemonetraram 'fiGeGir idaGe ' Ga LEP emreapllcaçio apds 15 minutos na Reuniio M ual de Ps1cologia .Na presente pesquisa , quis reduzir o intervaloentre as duas LEPS para cerca Ge 0 ,5 minato . Disseaos sujeitos que, apds a primeim utilizaçio Ga V P,verie 4 flr ras keomdtrlcas. No fim, tem inar-se--ia c.qm novas respostas â M P. Pelo que entenGo # aLEP n-ao se 'altem por caasa Ge imagens sem sir ificad.opara o responGeGor. Comè suje itos , usaram-seduas amdbtras : A = I55 alu os Ge eh/enharia'; B -158de letras. Calculou-se j para càGa uma Gas 40 Iocu wQFes, o fndic'e d.a eo= elaçïo Gè Speaa an e à.significânciakAs correlaçses varix entre 0,àl e o ,78a G ostra A e entre 0 ,O5 e 0 ,98 em B. Somente nespedltimo caso houve 3 locuçFes iue n;o alcançàramsigntficência (5/). Juntando os resultàdo, dasduas amostras, as 40 loéuçöes forAm significativas.s resultaios quase répetem p que foi aprésentaGoem 1985. As pequenas correlaçses Ge susto e desea'oèGebiam ser explicadas (a) p6r Gùrarem muito pùucoempo e/ou (b)por mencionare m um temor do 'ipsicdlao 'qke logo se Gesfezé (FAPESP,CNPq, cAras)256


217R TAA m > X m Iw nE - - C ITIVA >.m o gq œ K q- yN = A# O A E Ap- prAMônica GkinternikKvY.A - Kk-111eo de Estl-M-- eisa do AFKZ0 objltfvo do prll@nt* *ltudo Foi o d. l*tabel@oer oomparaçôes lntr. onfvel d@ anli*dld@ pr* oomp*tltlva ** jnp--aral d. vol*ibol oow idad.varfando d. 14 * 18 *aaœ, *. r@lapâo a lqulpl adverparla .Flra kanto foram analf*ada* 10 *quip.l d@ lsoolarel dl pesmo nfvll , lendoque d. oada lqulpe foram avaliadas as 98 jogeaor,s titular/s ( total dae---tra = 80 Jogadoral).'0 grupo föl *ùbwetldp ao t**t@ d@ anss*dld* pr: ooœp*tstsva , utilizando al*eala proposta por Martens ( Tor.a A ). O tllte foi lplioKdosm*dsatam*n'. ant*s do sn


218 A IcoNlclDADE E ARBITRANTFDADE DE SIGNOS NA LTMI IA-GEM DE SUJEITOS SURDOS.Cristlna P.F.LâcerdaMaria Cectlta Rafael de zGe.sUnlversldade Estadual de CanptnasO estudo das relaç3es semi3ticas C particulnnnnpte instiganteno caso da 1inguagem utllizadi por sujettos surdos,quee gesoxnl-visual e se realiza atrav;s de rrvigentos das m3ose corpo : por express3es faélals.O estatuto dos sinals enqHantoltngua propriamente dita tem stdo objeto dt grande polemica1 Um dos argunentos contrârlos a consideraçao dös slnalscono lipgua se rerere ao fato de que os surdos se apoian em r:cursos stgnicos que tem um forte cgnponente ic3nico,enguantoas linguagens fylnanm s;o constltuidas por signos que sao denatureza arbitraria.As sttuagoes de cnn micaçRo que Qnvolyem suleitos Mlraoscrstran de ugn manelra rica realizaçoes signicas de geytualiana-.Enqontranise gestos eotidianos, cnnlnq aos individuos emgeral, msmn'cas, expressividade facial e sinais proprtanente di'tos . Dentre essas realizaç3es gestuals & posslvel observar qu-ea iconicidndn se constitui de modo diferente no caso dos s1-hais.'A partir de tzn episW io em tzM sala de atzla de educm ao esW clal para mllM os,> pm tehde nnnlisar a M eira cx se m -ntfesta a icœ icidade ,nas dive- m p alizm œ s gestuais,pricipnl- nte nos slnais, e cx ela esta m lK ionada cœ a arbltrarieda:eX mnnlisee convenclonalidade.e diSQUSS;O do material'observido ser;o orieptadaspara as concepçoes de signo linguûstico e Mlnm c6nsequeh -ctas para os estudos de ltnguagem .258


219 D lrI< ö ES K BRE o Djs> oLvlMo DA opEnAçio îœslc.uos NA ATIVD M E um cà:lm oF.s > RE X G> -RIO E NEAL.Maria Sjy yya p ox.cybpandj RocwMarla Cecllia Rafael de GoesUniversldade Estxalnl de CaqpinasO Jogo de papeis no brincar infantil constitui-se Nm umespaço privilegiado de estàbelecllento de caqplexas relagoes entre gesto,jmagem e palavra.Muito embora cada una destas categoriassemioticas impliquem unavanço na capacidaée da criançaem operar cGn signos, sua glnese,suas interrelaçoes e seu desenvolvilentoestao longe de seguir Er> sequencla linear e hierarquloRnte organizada.O ! ràbalho a ser apresentado C parte deunesforço decoqpreensao da atividgd/ lujlca em sua natureza procesmlml, ede identlficaç;o das condlçoes concretas de vida,historicanent: organizn'dnm,apohtmagm cuno funancontals ! pela perspectivasocio-cultural, para que esta atiyidade se instaure e evolua .# e ##Tendo cGnobase a nnnlise de epjsodio de Jogos de papeis registradosem sala de aula de preiescolaz O estudo procura identificar alguwas inst3ncias da articulaçao entre o gesto,a imageme a palavra,no curso d9 brincar.0 Nixo central da nnnlise viya saljentar que o nlmmntoda QGqxtencia da criança no imaglnario nao implica uma libertaçaototal da kusca de verossimilhança entre a realidade esua represenfaçao,no gue se refere aosobletos subytitutos ,ao Q gestgs ludjcos ou as . falas incorpNrndnmno: papeiécAo , contrario. e possivel observar-se altenwancia dlnamica ehtre adesaoe descolanento do real,por tm lado, ao possibilitar conh:cjlento cada vez malor sobre o mundo,fayorecendo representa -çoçs mais refinnanm e exlgenles em relaçao ao real,e,por outrol:do, ao sustentar a ausencia de gestos e obletos na estrgturaçao da atividade lûdica.259


22cA c0è1P0S1çA0 MUSICAL C0H0 PROCESSO DE CONSTRUCAODE SENTIDOAfira Viarn! RipperHaria CecAlAa'HartîqsFaculdade de EdudaçaoUniversidade Estadual de Campinas0 trabalho objetiva investigar como se d5 a produçïo de sentidomusical.Este tem! foi ihvestigado atraves de uma ativld dade adeproposta acomposllores (novatoseexjqrts).Ta1atiyi-(Htoy-problem')fo1 realizada com o ojjetivo de observaro proclsso composicional.0 'toy-qroblem'e u!a atividade naqual sao apresentados trechos muslcais a partl/ dos quais ocompqsitor efetuaum desenvolvimentomusiça! ecomentasobreaatpvidade.etapase processos decompospçao?b:m com?sobrèas suas necessqdades frente ao ambiente de crqaçao muslcal.Para desenvolver o trecho musical, o compositor deveria escolherum entre os trechos forneiidos.Ostrechoémusicais eramaprçsentados atraves de gravaçoes em audlö-tape e em notaçaomujncal.Toda a atividade era gravada em vldeo.0 produto daatlvidade -desenlolvimentolotrechoescolhido-déveriaseraqresentado atraves d! notaçoes musiclis ou de instrumynto m:sàcal. Ao final da atlvidade o composltor explicava as decisoestomadas no decorrer do processo.Nlste trabalho serso disculidos dois epissdios que focalizaraoo procejso de composlçao.a partir dos recursos qtjlizadospelq c:mposltqr.! dado enfase ao qrocesso de composlça? e asmedlaçoes semloticas e instrumentals usadas pelo composltorpara construir um sentido musical.Uma anZ j ise preliminar dos dados Nostra ' que o expert revelouutilizar luito maij recursqs semioticqs,enquanto o novato seapoiou mals em medladores lnstrumentals para desenvolver o tâma.260


'zzl PALAVRAS E GES T0S NO J 0G0 INTERAT IV0 : 0B-.SYRVAND 0 BEBZS.Maria . Naz are da C ruz- Universldade Estma lml de CanpinasAna Lulza n lmtnmnnte Rnolka-unlversidade Estadual de CanpinasEste trabalho J parte d: Tm> pesquisa em ananmmnto quepretende investlgar as relaçoes entre processos cnn lnlcativosadulto-criançà e Q deyenvolvilento da atividade da crlança,apartlr da concepçao :oclo-interaclonista de que a linguagem ea interaç3o yocial sao constitutlvas deste deyenvolvlrento.Apssquisa esta sendo reallznan em !=> creche publica,no municiplode Carpinas-sp, gnde semmnnlaonte,estanos registrando,atravls de canera de vldeo,perlodos da roylna de um gnapo decrianças de 9 a 18 leses e adultos ressonsayeis por seu atendjlento.Apartir das filmagens,èuja duragao ykrange Um periodode 6leses,est;o sendo selecionados episodlos interat!vos entrç advlto e criança,cun : objetivo de identificar eanalisar indlcios da transfonhaçao da atividade da criança ,que elsrgem a parttr dos processos cumznicativos adulto-criança.No presente trabakho,pretendeloshos detersmaisespecificalente,sobreguestoes r:lativ:s a consyituiçao do geytoda palavra.A opçao Jetodologica e pela anali:emicrogenelica,que viabiliza a descriçao e apreensao dos mjnuciay da dinamicainterativa. A partir das videogravaçoes e posslvel tragaralguns processo: pelos quals lrvilentos da crlança e sons em1tldos por e1a sao recortados pelo adulto, que lhes atribuemsentidop transfonnando-se em gestos e sons slgaificativoszAnallses prelimlnares dos epis3dios recortados (nos quaisse apresentan gestos ccno pglmns, tchau , de recusa, dançaoutro: e alguhas das prllpiras palavras utilizndgm pola cfiança) tem pennllido idehtificar proceéso de rltualizaoao e convencionalizaçaodo gesto e da palavra e de utllizagao dos lesJospela criança em novos cont:xtos.Esles processosparecemenvolver lrvil+ntosde jniciaçao/expansao pela criança e peloadulto ! Qonflgurando açoes que se tornzn significativas na e.pela dinanica interatlva.A investigagao destes processos permite colooar questoes e lN#antàr pistas que contribuem para'acunpreçns@o da constltuiçao do gesto e da palavrà.e261


222X IMAGEM FOTOGRAFICA E A PRODUCXO ARTISTICADO REALAngel Pino & Roberto B . de'ângeloSXo apresentados aspecto: de uma pesquisa queinvestiga a natureza do processo de produçXoartlstica. O objeto aqut focalizado & a Hlmagemfotogrâfican enquanto.produçRo artlstlca especlfica.O estudo da crtaçRo da imagem vlsual darotografia-arte, obra do lmaglnârlo e rorma polissûmicade expressRo, visa a esclarecer o mododa sua produçRo e da sua emerg3ncta enquantoentidade semi3tica. Se a imagem ê, em certa forma, nllm iten de sentido que permite retornar auma verdadeira ontplogia da significaçxo (Barthe )colocam-se duas quest3es ao investigador: comovem o sentldo : imagem/ se a imgem & limtte desentldo, o que hû alim do sentido? A pesquisasitua-se, portanto, na llnha dos estudos semi3ticos sobre o nmodo de produçxo du signo ' (U. Eco)o mltodo & mïcrogenlttco, estudando-se a gêneàe do processo de produçRo artlsttea num rpcorte dertntndo a produç : o do autor. o matertal rp-togrârtco & produztdo a parttr de segnebtos dedançap,: o que implica numa leitura desta produç % oartisttca pelo rot8graro que se traduz na imagemrotogrârlca.262


223' ) '. . . .ESTIRMATIZACXO E EXCLUSXO 'SOCIAL DE MRNI-NAS PORTADORAS DE /ISSURA T'XRIO-PARATALMARza Lucza .TIELLET NuHss x uNlvsRszoabs FEDENAT,oo Rzo cRaxo; Do suL à PoxTzFlczà uxzvsRszoaos cATd-. ''. '' ' ' ''.'.LIcA D6 RIo dRANDE Do suL E MARCIA LucoNl kIANA -. J I. ' 'POHTIFI/IA UNIVERSIDADE CATöLICA DO RIO GRANDE DO SUL. . . ..' '.''.. ...sâo poùcas as pesquisàs que trabalham com'o construto 'estigma ' e raras aquelas quë tratamda malformaçâo congênita denominada fissur: lâbio--palatal. Deste modo, a presenti comunicaç-ao bupcapeunir os dois temas para seu exame . discuss-ao .Aö nascçr .a crianca portadora de fissuralâbio-palatal rausa tamanh6 impycto po àeio da f amfliague dif iculta a çonstituiçqg do apego mâe-beb@-- f amvilia, desorgahiza oé ritqais do redor do eventonascimento e èausa sùfrimentos intenéos de réjeiçâo,raiva L culpa e reparàçâo naqueles qùe convivem c6m.o bèbe f issùcado. ' ,O tratatento , a lohgo pkyzo, : compiiçado,digpehdioso :' èiw olve pröèeditehtos ipv:4ivos' edölorpsos . Isto açreàçe :os 'sëhEimento: anEékioresm ais um: cay/a dif vicil . de se okE 9 r. è , i&ao so a f apllia: mas tamhem outras instânciasS?C tàliz:d 8 ra: ).dà cfiança . ,enfrehtam dif ièuldades, .P ara aEehde/la, copo : ö çak6 . da esçolà. :. ..z Pk'inçipalmente hN 4 èlpcièdadp t qùè ,?valori4aa gbel zà f iàzca, ùm dàfexto yià y: y .. yoyo ho ro.to,espaço de cbmunicatâo ,ent/e 'a: 'Jessoàà ,. f gimprimeao , , seu portàdor ?um 'çà


224 DIFERENTES CARACTERIZACöES DA CRIANCA E AAVALIACXO DA ATRATIVIDADE Fjszca FACIALDELA. sadao Omote. Faculdade de Filosofia e Ci3nciaseUNESP, Campus de Marflia.A atrat i vidade ffsica facial (AFF) de uma pessoa influenciao julgamento de outras qualidadès dela. Algunsestudos sugeriram a possibilidadé de que pusesseocorrer uma rëlaçxo de efeito inversa, isto ö, ainfluencia da qualificaçâo de uma pessoa sobre o juAgamento da sua AFF. O objetivo deste estùdo foi o deverificar se a APF de crianças seria avaliada diferentementequando estas eram carqcterizadaé como deficientes(mentais, audktivas ou ffsicas), superdotidas ou normais. 100 estudantes universitârias avaliqram a AFF de meninos e de meninas, caracterizados cqmo deficientes, superdotados ou normais. Cada sujeito avaliou fotografia de um m enino e de uma menina .'A avaliaçxo da AFF foi feita atravös de duas escalas.As notas de AFF , obtidas dessas duas escalas ,para meninos e mèninas em diferentes condiçöes dedescriçëo, variaram muito pouco. Essas notas podiamvariar de l (AFF baixa) a 5 (AFF alt>). Entre os meninoseas notas mddias para as diferentes caracterizaçöesvariaram de 3e6 a 3,9 numa escala e de 3/3 a3 : 6 na outra escala . Para as meninas, as notas mddlas variaram de 3,4 a 3r7 numa escala e de 3 , l a3e3 na outra escala . No instrumento empregado e havia 'uma ques%xo para verificar se os sûjeitos percebiam de fato , a criança da êotografia *omo sendo deficien ,te, superdotada ou normalr de acordo com a descriçxoque a c#racterizava . Analisando as respostas a essaquestâo, verificou-se que os sujeitos concordaramcom a descriçâo somente na condiçâo em que a criantaera caraèterizada como normal (pQ 0,001). Portanto,os rssultados encontrados, que nâo evidenciaram avaliaçoesdiferentey de AFF para as crianças diferentmmente caracterizadasr podem ser devidos ao fato àeos sujeitos terel'feito essa avàliaçxo sem perceberds crianças c6mo sendo deficientes ou sùperdotadas ,meémo quando eram assim caracterizadas .CNPq264


CARACTERISTICAS ASSOCIADAS X ATRATIVIDADE225 Fḟ SICA FACIAL DE CRIANCAS . Sadao.Omo-te .Facyldade de Filosofia e Ciências, UNESP, Campus 'deMaralia .Nos estudos anterioresr foi.demonstrada a existênciade alta fidedignidade Intra-sujeito, intragrupo e intergrupo na percepçxo da atratividade f


'....'''..' ' ' '. . . . . ' . . . .226CICATRIZES SOCIAIS NA FAMILIA DE CRIANCAëFISSUKADANAURA IBAUXRMANN - PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATCLICADo RIO GRXNDE D6 SUL é MAXCIA LUCONI VIANA - PONTI-FICIA UNIVERgIDADE CATôLICA DO RIO GRANDE DO :SUL. . . . .CJ ., ., '. . (- . . .. , . . .J .) à f amllia copo esirutuba social èm movimento. . . . .,àofre ihflù@hcias externas (culturais, econômicase sèçiais) e ipternas assim copo exerce influ@nciasno desenvolvipento psicol6gico dos seus membros.O nascimento de uïa ckiança na familia @ dercadode expectativas p6r parte dos familiares e, quandoo bebe nâo ê perféito (ffsica où mentalmente) geraconflitos iniensès. '. '' ' ' '. . ' ' ..Em nosso estudo, a partir de entrevistasseMi-estruturadas com 70 famïlias de classes econômiëaédistintas de criançàs com fissura lâbiopalaial,vimoà atrav:s da anâlise de conteûdo quehâ cicatrizis inten:a: impostas pelo social comoexclûsâo, mqrginaliààcao e, al@m destas, hâ sentimèhtosde medo, proteçâo: rejeicâo por parte dafàmllia kue obstaculizam o desenvolvimenio psicosspcialdos seus membros. Por vezes a famllia poucofaz pela criança prpferindo deixâ-la à propriasorte *. .. .... ..' '. .. . 'considerando a relé/ância do tema propostoe ' a grandè'incidência desta problemâtica no Brasil.' '.. .. . ..(cada 600-700 nascimentos 01 ; f issurado)ehtendemoé ser necessârio cpntextualizàr o mesmoe discutir estrat@gias de atendimento multidisci-Plinar a espa clientqla/ ,evitando maiores 'cicatrizes.'. Durante a. eptrevistas Fohstatou-se ainda.què pouço ou quase nada sàbe a equipe yj o que jr fazer .com a demanda da.famllia tomando por Tezes atitudesinadekùqdly que hada facilitam a inclusâo social,P# l Q çOntrario . S) : . '266. J' , . J'


227'FzssuRa T.NRIO-PALATAL coMöESTIGMA soclaL E A RELagAo MAR-CRIANgACARMEM LIGIA IOCHINS GRISCIPONTIFZCIA UNIVERSIDADE CATCLICA DORIO GRANDE DO SULEsta pesquisa explora o Teste da Familiacomo expressâo da repercussâo social'e psico-16 gica que ckianças com f issyra e suas 'ma@ssofrem no processo 'de inserçao fam iliar.O Teste foi adm inistrado a l5'criançascom f issura e suas mâvs ; e a 15 criancas semf isura ou outro problema f fsico congênito, emparelhadascom as primeiras em termos de sexo,idade e situaçâo socio-econômica, e suas ma@s .Os desenhos foram analisados quantitativae qualitativamente (Hermenêutica de Prof undidgde- Metodologia da Interpretaçâo de Thompson)rComo resultados , verif icamos no qrupo comf issura dif icpldade de interacâo f amiliar; dificuldade materna em expressar pref er@ncias entre os f ilhos; apresentaçâo das crianças Nmplano dif erenciado dos demais .membros da famn.-lia; desvalorizaçâo da f igura materna e't'ocor -rência de defeitd na boca ou nariz da criançaf issuvada ; todos se ref erem a um p>0 .05, nacomparaçâo entre os dois grupos de crianças ema@s .267


228 SEIO; Dl UM ARnLESCRNYR MAT.FOKM,ARD E ;EU..ORPOt AVM IACXO PADA PSICOTEG IAMARCIX LUUON: VIANA - PONTIFICIA UNIVERSIDADE UATC-. ' . . . ' * .LICA DO RIO GRANDE DO SUL e FXBIOLA VARGA; - PONTI-FICIX VNIVERïIDADS CATCLICA DO RIO GM NDE DO SUL'... ' 'Atràvgs do corpo - instrumento' de ligàçâocom o mundo - e de suas funçses a crianka : capaz :: f am>li4, 6 nmhzèpte' e a eqùipe de saûde se. .. , . ... . .. . . .. . .:pcontràm prejudicadas.. ,u.(.) y.j.,.-.-?y'.. .. ,. . r :.; . .. . J.. . .' .' . ( .,. ' ' .; ' . ..''' ., ! . .. . .L . : . ... ..' . ''. .'''268. '.'. .


INDUCAO DE OZBG ORTAMRNTOS POR ESQURMA D229 REFORCAMRNTO COH ESTIMULOS VISUAIS EM HU-MANOS. Haydu . V .B.; Andrade, M.P.; Bueno,A-M .; Costa y C .E.; Ferreiray E .F .; Luzia. J .C.;Maichakip S .G.; Martinez. J .M .; Hartins, P.D .Departo de Psicologia Geral e An/lise do Comportamento- UEL. Silva , M.T .A . Departo de Psicologia Experimental - IPUSP .Induzir comportamentos por esquema , usandocomo reforço slides que tinham como tema a natureza. Os suleitos foram 12 alunos do primeiro ano docureo de Psicologiay submetidos individualmente *selsôes experimentais de 22:30 minutos. As eeseöeforam realizadas em uma sa la com espelho de visKounilateral onde havia uma tela para proleçKo de slideeyuma poltrona e uma mesa sobre a qual foi fixadum interruptor (o operando) e foram deiladas duagabrafas d eagua com eanudinhos . O grupo experimentalfoi submeiido à apresentaçKo de 15 slides liberadossob o esquema de FI9O segundos. Para o grupo controleos 15 slides eram apresentados em CRF e os suleitospermanec iam na sala , em extinçKo . até completar22:30 minutos. Regietrou-se o nûmero de intervalosd, 1 spg- contendo cada uma das seguintes categoriascomportamentais: atividades gerais, comportamentosd irigidos para o prôprio eorpo y comer . beber , permanecerimôvel e as respostas de pressKo ao interruptor.Verificou-se que quatro suleitos do grupo experimental e apenas um do grupo controle apresentaram .predominantementey atividadee gerais ap6s observabeos slides. Um suleito do grupo experimental e frêsdo grupo contro le . permaneceram . predom inantemente ,imôveis apôs observarem os slides. Apesar de a 'eatividade geral ' ter sido intensificada sob esquema , adiferença entre os dois grupos nKo foi estatieticamentesign ificante . Estee resu ltados indicam que podehaver induçlo de comportamento por esquemas emhumanos e que o comportamento induzido difere emfunç/o do tipo de suleito e de reforço utilizado.FINANCIAMRNTO : CNPq e Coordenadoria de Pesqu isa ePôs Graduaçlo da UEL .269


z3o Com- rad o de dols pre lmeëos no enslno dedisY mlnam-es œ ndidonals Y m estim ulos tteisLfdil Baldufno',Luda Salorenzo',elenie @.Ha na',& Deisy G.de * :za2'Univeaide e de Bra ilia eY nivefside e Fe eralde Sâo Cad-A forma# ode daseesde estimule m uivalenœ ,ae o keino dedeerminadasdise minae x ndldonais,é um fenômeno bem eskbele ido parae fmvlose uail@ audiWx .A aquKie dàsdieœiminae = didonalskeinadas@ em erge t- M m ou- me aldades de e m ule pre a,entree k ,*ermaisR e e œ d= - œ a.opœ- n*e ldove e uodeiodedolep- lmene* m@ œndie fe lie o- > œ o d- envokimenK de du -sdee mul- Kteise ekel- - .cu-aex ntinuas,abe m,lisaâeem Ylevo,O daumap- asobreumsuo #a odelovsxN * *emuse - = oe mue .esKdan- uni- œe -foramtreinadœ av nkrum dosesfmul- deœ mpare oienenrdo- omodelo,e s-l- e*do:osestimulosapresenœ osem umaœ xade papelâo,quese-iadeant- .NaF% @1doexe mento,opr- imen*dema* ingc m aapresentad ollmuM n- de kêe u imul- de = paraçëo de de a pdmeira *nktivafoluNlizadoN a Y *InY * dlee mine œ nd'-' e en% do1 O njune detrêseetimulos(AB eAC).Gadasujelofoie- k a- - deequivalênda(BC eCB)aë sa:ngirocrRéKo de 100 G rY nto de aœ rto em 12 *nœ vas x nseœ tkas nas x ndlçses deH ino.NaF-ExpeKm enœ ll,onumeY deu imule x m- aW œ folgre udm en*aumenœ o de um - + ,deax do - o d-- o ho de œ a sujeito(pe i- o d. ma* i- = fadingj,durante - œ do sde keino = novetimue romo na F- 1,a Fase 1*M inava Y m a ex- i# o a œ - dem ukalêôda.Te * œ sujeits foram eubme:d- às duas fases exe menœ s,O nkolando-- a sequênda deex- l# o enke œ euje- r:r- uœ osmoskamma i X n *n*Y deerœ duranoasxndie dee inodaFa- le , em j eralum , maiornum ero de *neW as > ra a:nglro - 'e o N a* rminaro daœ ndie o duran* eskfe e.Nâohouve,entree to,d#eren> sls*mée nod- em- ho duranteoe- œde e ukalênda:te - œ euR- mne eam a emeœênda de d- ee de e muloeG ukal'--'A* o - no = œ de p---ulme e .Ess- Ysuœ os œ e rmamalM -Yraquem- kaode dep---dime tœ de /e lY na e ue d@nûme deerr- e a pliam e- le ado: > aa me iide edeedimulosK*i:.Aemergêndad. e m ulœ Kœ s e uivalenœ moe ada ne- e ldo x m adue repliO estudosantedor- O m Y an- .P- qu*ae lmen* fihandada e oCNPq.270


231O RMAX DE CI.AM D DE EQUIVM KNCIADE PG IG OEM C LEK ENTES.M à CrlsMna CY a Fran* .* e c avo deFM aGalvM to de Pke œ la> Y œ .tH ve de e* 21*P& â'Fme- - toq= e * a- e dae d- de- lvie daœ - -en M d- t- Em um e - to m te œ,- lze o = u ee divq om - in- touulzM ofd otrdnodedie - no = did- sM eAo eœx ve ncm af> œ d- œ - wale da de- lu Ne e> mœ tofd fdtotrdno AB (A1 m , M Bt M & )e K (m C1,m & , m )= - zœali- am.x te e de kme a M e Cq te e de + vale da CA e t- detrœG eVIdM eAC ParaaN- tr œ e mulœ ee e r œ T> e uellzœ '-um e ctm nm tadœ e ntœ h a e c œ e nmlœ eam + e ae dnzz+ ea- e anem quzquœ da na eB Y - deunu e zœ nœ e+ e m *um me lndotsc œ laœ ev e œ - 0,5= Nolnfdodaste taq- h- aum + e e o dna (0 ne do)edto> n= ;ae ar> a K * do G eN* a> nm tre œ trœ %le e œ hcavam dna (% = N 0 )qœ œ kœdnœ + adradœ tœn- - e r ka c A u > nœ Y adrednza œam ddfva!e re stre al Para r- dœ œ sujdtœ Mnhœn que= vlmm taruma seta vi/vd na tda = o *mœ **e ae a'o M M Cv osujdto ne apree t- sime il G a rdo era treinada.œ tG œ dev lval*vda e tranklvlde eœan G tM œ Y mdran- e< atmm Emœ o de r- lte o nege vq e e vva.x o m < o tG e m um drar œ 3Y ndœ.M hnalœ e mm tq v œ tw a.* ntv- tex ml todguntœtaev% œ te eN gunœ - gzd'se œn - e ha eN + A F avan*se asrepœ tas œn vlde TY œ œ Y atro sujdtœ ad+ iëram as e sdlsclM no = dldGlds (llnhaœ > ).> % um m jdtq 4& (> œMne a Cm œ rO G fœ.-n- *eootrdnode M> m se tœnMd- e aram e livie dl N e e o d- M c k- enoœœ tM ddsRjdtœ H e ar v ivale dl - na M %vœY lzo M- o Tdo deM lo- dds dœ - e dee dusDN aote n A- œle dlo e dœ e multMnatdaM etœ dd- nado- vœe lizae Prde d- ru izarœ tro Y mm tq ulliza do G epe m e to % - to% > > % ne (9)eaN % N edo tA l(25œ 36),N lqndo maiœ l- dade N ade nir%BY> a trdnar.A relo de + vale da m m > aN asuma dY Y e- gena ktue o dete e Cm qnœ renœ lnve lN ne Y valA ds e e vidMnaN e daderdo deM A*M kn dem e e -CA PES271


232TRANSFERZNCIA DE FUNCDES CONTEXTUAIS EMCLASSES DE ESTIMULOS EQUIVALENTES COM CRIANCAS.GRAUBEN JOS' ALVES DE ASSIS & CLXUDIA WALESKA DELIMA BARROS * . DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EXPERIMEN-TAL - UNIVERSIDADE FEDEKAL DO PARI.O objetivo do presente experimento foi rmplicar reNultados anteyiores que buscaram analisara t6anferencia de funçoes contextuais em classes deestïmulos equivalentes qpando as contingênciqs programadaseram incompatfvèis com a inst


233.EFEITOS DA ORDEM D0 TESTE DE RELACöESEMERGENTES NA TRANSFERêNCW DE FeNçâo DoESTiMULO CONTEXTUAL.LopegJr.;J.;M atog,M A *;Hirogue,R.;M A de,A iDelellw L in - e,D.UnivergidadeF.** olPaulie m . * Univ- ide de A o P- l&&O objetivodoeoerimee c- igtiuem ve ice :e.oe dee osiç:oatexe: de relaçôe: a ergu e: com eona le co- e tal innlx cie : odege- e o = tedegw e m lieva ea gfe hwlqde- ce le pn relw ôegteinadagea ergentes.Seizm ivea itériosfm x lm- do:pela pu icipaç:o noeo - 'me n. Fo= Gilia dog como extrrmlog 1: le- . cidlieu g- de noPrO- M D e com binadagem eons- çôeeo e fe i- ggu e â- adagem pwe-tipo ce logv.Nu z condiçôe,* e e i:delineqdu (C1e CQ?c=3eujeito:= cada,hwia o teino inicial,com começ:o,* mhçôe:cx diela i:nom ce le conte ml:xlalbl.xl.lcl.xlu b',xlu cz. < e1b2. u llcl.r ubl,xM cz,M otou-ze 95% como erite o mfnlmo de > de.Poe-'= - -.f= v es- odogtee ,degimez.e ee e &wi?(C1)evice.v- a(C1).xingdo o crie io,o:6 mjeito:= o oe g:.)o w ino,te- deglmeti. e de eoivel&lci. de relwôeg condiclon.ig gie le:(x1y1a1z1r y';< *);b) ao tegte da Y fe eia do cx a le ce e laluœcido pœ xle xz pn 11ez1)elz e u),jxpectlva e e.O pœce -lm:dio de acee nazC1eC2 foi.aoectiva xel:1)nagalaçôeg= > g,(9:.3e97.9)pn :1'm*r11;495.8 e75.1)pn equlœ a i..N. C: *eoivllênci..6emergiu i)pn 33 ,apôgainvergâo na orda dagdigœiminwôe:eondicionaig;ii)pn B5,&;g:ubmeœ-lp lgequeciede tegte:& C1;z) no tee & Y feMclenu mlaçôegA inadag(82.2 e77),nagrelaçôeggim:e cu (*$.8 e94.7)e nagrelaçse:ewival- -g(81.z e83.3).Ogë eitog54 (C1)e 83> :- - b*l=pv er:ualdeaeelo na - feMciareldivaùgmlwôegA inaY (65.6 e31.:)eee vdenteg(50e53.1),lmgpectiva e -.A nrd- dee o:içlo qtegtegdedife= teg relw oe: emergenteg c= c- le c- e -l mcr-nz-eu efeitogdiferenciaign.qquigiç:o dee- releçôeg.F.mboa C1e Cz n:o e- ba o lw - aedifev çaggio ifice vu dedege- eléto nogteKegde - fe eiw og & do.d:03,> e35 gugerem Rneceggidadede no- i- ee gw ôegacv . do:efeio gdeve évei: a lacioneela- ea a lquigiçxo * m lK ôeg : ea e- leconte l-ln.Y fe cl. destecone le.273


234ASPECTOS M ETODOLOGICOS NO ESTUDO DETRU SFERERNCIA DE FUNCAO DO ESTIM ULOCONTEXTUAI,: UM A REW SAW DE GATCH EOSBOM E (1989$IAPD Jr.,J.;MATOS.M . A.*; e œ R A.; DW -W -I-A;L;IIIROSW OR.;DUAR'm D.) Universidd , 'F.e.a'.al Pa lie /Bnlmz;* Univea idad. de S:o Pa lo /SP.O objetivo do preeentetabalho çonsiet.'na Oâlisede2 e edoe metodolégisospreeente:noe igo publiev opm fufch e Oeb- e(1989).Nede e igo.o: e ores pretendia verificr ee a ftmçe do contolecontem ? poderia eer ka eerida ente egtlmulee equivie ee. Seiex ivea ite ios forany na f% e l-teino, mo oetoe a dieen'm in- eeecondicionis com 5 tennoe vnvolvendo lee qirlica nl tvl de 1m1monitor.Na Fa e l-teete foiconstie a l emerga cia d: 4 çla see deeetfmulosequivalentee(X1A1B1C1,X1A2 82C2, X2 A182 C2 eX2A2B1C1).Nafeez-keino elesfor= to odoel dieeriminaçeeecondiçionaigde 4 tennog,sendo osm odeloe oe estfmuloe çontee mis daF%e1(X1eX2)enovu lee cirilica como eecolha (Y1:Z1;Y1:Z2,reoediva ente).Osteete: da fase 2 evidenci- emergMçia de 2cl>seedeequivalência (X1,Y1,Z1 e X2,Y2,Z2).OeremlltadoeobtidosnoeteetesdaFase3sted- queo:edlmulog(Y1:Z1)e(Y2eZ2)conkolavam > meema discriminaçôee condicionaie H inaelae com X1 :X2, respectiva ente. Foram identiGcadoe 2 ao edoe metodolégicosdiret= enterelacionadoscom o:realtadoeobtidoe:1e)n/ Iteendo ocontolecontextualnssrelaçöestangitivasna F%e1;r)nâ@ 6tedadaaa eerencia de contole cintextualreferente asrqlaç:ee emergvnteedaF% e 1,o que impôe restingir a conclue'o de Gich e Oebom e. qu:Fuptentaa ococacia deeta troeerênciw àsrelaçôeeteinadag.é propoetoum delinew ento con,4 eBtfmulosde esvolha que eBtabelece o teete to todo conkole contextui que o da ta ferência degte conkole pn toda %relw see em ergentee envolvendo X 1e X2.274


235 MEMORIZACXO DE NUMEROS: EFEITO DO ATRASPARA A RESPOSTA INTERMEDIARIA SOBRE O PADRXDE RESPONDER. O liveira-castro, J.M ., Abbad, G .S.santos, A.C.D. Universidade de Brasïlia.Experimentos anteriores demonstraram que, numtarefa de memorizaçâo de numeros associadossfmbolos, a frequência e a duraçëo da resposta dconsulta a uma tela de auxïlio (respostintermediària) diminuïram como uma funçëo semilogarTtmica do numero de tentativas! Na tentativa didentificar as variâveis que lnfluenciam estdiminuiçâo de respostai intermediérias, o tempo entrsolicitar a tela de auxïlio e a apresentaçëo da te1de auxflio foi manipulado , considerando queliteratura sobre memöria tem demonstrado queintervalo de tempo entre estudar o material e evocâlo (ou reconhecê-lo) afeta o desempenho, sepdo esttanto pior quanto maior for o intervalo d/ tempo.Nos experimentos descritos a seguir, oito pares dsïmbolos-numeros foram utilizados e é sessë' terminava com 24 blocos de tentativas , durante oquais todos os pares eram apresentados. NExperimento 1 (4 sujeitos) o intervalo entrsolicitar a tela de auxïlio e a apresentaçëo da t#1de auxïlio (t1) foi igual a O.5 s para quatro dopare: e 10.0 s para os outros quatro . Nenhum efeitsistemético do valor de tl sobre o numero dtentativas necessârias para o desaparecimento dresposta intermediâria foi observado. No Experimentè2 (4 sujeitoslvo valor de tl fpi igual a O.# s parquatro dos pares e 15.0 s par: os dutr os : quatro.Tampouco foram observados efeitos sistemétjcos sobro numero de tentativas necessérias paradesaparecimento da resposta intermediéria. A anâlisda duraçëo de cada resposta intermediéria (tempo dauxïlio/frequêncià de auxflio)! no entanto,demonstrou que esta duraçâo foi malor para os parecom valores de tl maiores. Estes resultados sugereque o atraso pode n:o ter efeito sobre o numero d'tentativas quando o tempo de auxïlio .é determinadpelo préprio sujeito. (cNPq)275


.. . '236 DESARARECIMENTO DA RESPOSTA INTERMEDIXRIA D: OLHAR O TECLADO NO APRENDIZADO DE DAT ILOGRAFIA . Oliveira-castro, J.M ., Abbad, G .S., Coelho ,D.s., & Gama, A .L.G. Universidade de Brasïlia.A dicotomia entre tarefas motoras e tarefamentais pode ser comumente encontrada nas propostade classificaçëo de tarefas em psicologia. As tarefaditas 'mentais 'sëo geralmente descritas como aquela .cujos passos nëo podem ser todos observados, poialguns ocorrem 'na cabeça ' # enquanto as tarefaditas 'motoras ' sëo aquelas cujos passos podem setodos observados, até mesmo fotografados . Neste tipde interpretaçëo, tarefas que exigem o conhecimentde förmulas, numeros e nomes, por exemplo , sëtipicamente classificadas como mental, 'enquanto atarefas que exigem o aprendizado de movimentos, comdatilografia , sëo tipicamente classificadas commotoras. Em experimentos anteriores demonstrou-sque, em uma tarefa de memorizaçâo de numero(tipicamente classificada como mental), a duraçëo dresposta intermediâria diminuiu como uma funçëo semilogarïtmica do numero de tentativas, eventualmentdeixando de ocorrer. Beré que a diminuiçào de umresposta intermediâria em uma tarefa tipicamentclapsificada como motora seria diferente? No presentexperimento utilizou-se uma tarefa de datilografia nqpal as teclas contendo os caracteres (letrasnumeros) foram cobertas. Em cada tentativa, osujeitos (10) foram solicitados a préssionar, comdedo correto , a tec la correspondente ao caracterapresentado na tela , consultando se necessirio a te1 de auxïlio (resposta intermediéria) contendo 1desenho do teclado completo e dedos . A sessëterminava apös 30 blocos de tentativas, cada qualcontendo uma apresentaçïo de todos os caracteres d ,teclado . Os resultados indicam que o tempo de auxflidiminuiu como uma funçëo semi-logarïtmica do numerde tentativas, replicando os resultados obtidos ntarefa de memorizaçëo de nûmeros, e demonstrando qua diferença entre tarefas mentais e motoras nëo podestlr baseada em coisas que ocorrem na cabeça.(cNPq)276


237 MEMORIZAC Ao DE CONSOANTEB: EFEITOS D'COMPLEXIDAQE' BOBRE'O DESAPARECIMENTO DRESPOSTA INTERMEDIARIA. Oliveira-castro, J.M.,coelho, D.s., Abbad, G .B. Universidade de Brasflia.Em experimentos anteriores observou-se quenumero necessârio de tentativa: paradesaparecimento de respostas intermediarias, em umtarefa de Temorizaçâo de ndmergs, foi menor parnumeros binarios (01101) do que numeros cujos dfgitovariavam de 1 a 9 (85392), corroboran#o : hipdtese dque a complexidade de uma discriminaçao e dir:tamentproporcional ao numero de alternativas posslveis drespostas. Nos experimentos descritos a seguir, forautilizados conjuntos de cinco consoantes, ao invés dnûmeros. No Experimento 1 (sete sujeitos), dos oitconjuntos de consoantes, cada qual associado a us fmbo lo , quatro eram formados por 2 consoante(LMMLL) e quatro por quaisquer das 19 consoantepossïvyis (RTBJH). Os resultados refutarsmprediç-ao, nïo indicando qualquer efeito sistematicdo nömero de alternativas possfveis (2 versus 19)para cada componente dos conjuntos de cincconsoantes sobre o numero de tentativas necessériapara memorizaçëo.A diferença entre o efeitobservado para memorizaçëo de consoante: e o efeitpara melorizaç'o de numeros (experimentos anteriores)sugere que os sujeitos possuem diferenteexperiências com letras e numeros, e isto afetou oresultados. Para se testar esta possibilidade, cincsujeitos com idade entre B e 12 anos participaram dExperimento 2, considerando que eles teriam menoexperiência com letras do quy adultos.Os resultadoindicaram que o efeito do numero de alternativas drespostas foi iqversamente proporcional a idade dosujeitos, isto -e, nenhum ef:ito para crian:as de 1anos, e efeito crescente para as crianças de 11 eanos. A correla:ao entre idade e magnitude do efeitfoi igual a -0 .81. Estes resultados corroboramidgia do efeito da experidncia diferenciada e sugereque a 'complexidade ' de materiais para memorizaçëdeve ser 'manipulada com materiais criadoarbitrariamente. (cNPq)277


238' UM M CIO DE ANV ISE FUNCIOW IX)CONTEIM DAS.m sR uçöu .ImrismH o E.simonuji,Hinayana Mota,Lauro NalinieM lciodeQ.B$1> to.lv versidndeCatölicadeGoilx '.X NCom o objeqvo devermcaro efeitodeins% e ssobreo resm nderem umatecla,15sujeitosfomm designadosaum deM sgmm s.M instnlçe sdiferiamnas quanto ao-uso da palam repœtasno meio das instzue s.Em umgrum ela apn-ria sèm nenhum autœ lfuco.Nos oue sdoisgm m s apareciaœ m os autœ lfucos vérlas e uma. Um autœ lftico é yma categoria docomm emmento verb# que tem q funlo de me ncara relw âo enle outroscomm enmentosveréais.Ossujeitosnojtrêsgmm sfomm exm stos aumesquem a 1T 21 legundos com cinco sessx s.A taxa de resm stas para cadasujeito m rsessâo foimaiornosgmm sem que asins% e scontinham osautœ lfticosquantincadoresvérlaseuma.A nn4lisedevariância(Lewin,1977)indicou um a diferença estatisticamente signincativa entre osgrum s(E(z ,Iz)=105.8;p > 0,01).O teste de Tukey (Lewin,1977)pam diferençasentremédiasmoslouqueasdiferençasestatisticamente signifkativasforam entre osgrum sreposœ- umarepltkeumarepœta -vériasrepœtas.Pat'aosgrum srepostasvérlasre pœ tasa * ferença nâo foiestatisticam entesignincativa.Para analisaro èfeito dasinsW A sisolndnmentedosreforços,regislou-seafrequênciaabsoluta de resm stas até o primeiro reforço para os três grum s.Quandocom pm anqasm e asdostrêsgrum jverm cou-se diferenç% entre osm esm os.A maiorhm ûência média foipam os sujeitosdo grum vérias repostas,seguida dossujeitosdo grum repœtase nnalmente do grum uma reposta.Parece que em exmrimentos com sujeitos humanos as insmle s e ascontingênciasinicialm epte têm efeitos 'puros',em steriorm enteintem gem .Osautœ lm cos de quanti/caçâo têm imm rtnnte paml na determinaçâù dafreqûência do com lxm m ento.No presente exm rim ento ncou evidenciada afùnçâo mGo cadora principalmenti do autœ lftico dequantincaçâo um a.CNIN 301.881.88/0'z278


239CONTROLE INSTRUCIONAL E CONT INGINCIAS: 0 PAPELDâS INSTRUCSES. Lorlsmarlo E. S lmcnassl. Hlna#anaMota, 8ârclo de Q. Barretn e Laoro NallnlUnlkersldade Catéllca de 60IésC0m 0 Qbletlkn de Verlflcar a Inflelncla daslnstreçöes sobre doas c lasses de respostas: c lncounla ersltérlos fcram sqbmetldos a em experlmentoem que eram apresentados dols tlpos de Instreç:g.Uma das Instreçses sollcltaka a0s suleltos qeeescolhessem ema das teclas conforme deselassevar! presslcnâ-la. A outra lnstruç'n além destascllcltaç3c também Instrola a0s suleltos para qqeescreveésem em q*a fclha de papel qeal era aprcvlvel porcentagem de respostas qQe prndezlapontbs. 0 proced lm ento #0 I de tentat lkasulscretas, ccm os suleltos como see préprlocuntrole para os dals tlpns de lnstreçdo. Cada5Qle it0 f0 I sqbmet ldo a c lncp Ma lnres degrobabilldades de reforçc . programadas em uma dasdeas teclas. sendn qQe na outra tecla progrqmou-5e sem pre prcbabllldades ccmp lementares derefcrço. 0s resel&ados analliados atraMls defreqolqcla absoluta de respnstas IndjcaraY, que4uan40 Qs solelto: tlnham de presslonar a tiila eesllmar kerbalmente. a al0caç30 de respostas àtecla em qQe se so llc lteo a est lm at lva Verba lapresenteu malor freqelncla absolqta de respostasa0 ser comparada c0m a s ltqaç'o em qqe 0$sejeltcs tlnham apenas qQe preyslnnar a tecla. âspossfvel: expllcaçôes para ps efeltosInstrec lona ls foram baseadas no dep lo controleque as lnstreçses pcdem Ler -- akraMés de regras4! assedlment: e de rastreamento -- sobre dolstlpos de classes de respostas qQe possoem membroscom ens entre s I.c#Pq - 301 .881.88 /0279


'24; Ea rros DE CONSEQUINCIAS PRX M MADM Pm ONA O.SEG UIM ENTO D E REG M SOBRE O COM D RTA M ENTODE SEGUIR kEGRAS. Carla Cristina Paiva Pe acampo e Luiz Carlœ deAhlqu- e Ie ctanx todePsiœic# aExpe mmtal-Unive dadeFedœaldoParâNa aœ isee œlne taldo= pœ t- to,œtudœ têm d= mentadoqueY aspY œn * seguidasna aue dade rdœ çamento e m= n + ando o sv imm toderegra nâo prY uz tantœ rd> e glmtoB/esape àr,œ nmdasa=panhando àsmudan- nu cm:nge das Pr- am ada Cœ tudq + ando ox guire todexgrasm cG là N e d% avœkvu o= pœ tamœ to dex guirre raspY e dd> de - .A ttnuando a inve igae das = dle e asquds o seguim e toderep a é mds(x1m œ œ p= âvd dèsœ manKdq oz - teœtudoe divœ ve carsexgrasMoOgui* m- oquandoocm> anantode Dgui-la naoprY uz rdœ- e to e o m pœ tamento de nâo Ogui.la pe uzrefœ çam a to.M s œ ianças = idade varia do G tre A e e n> e anœ fœ amsuY dldas a um pre im ento de e ha de M aMo = p o ne lo.InstrueN éviasque nâo m œpœ diœn àsce ngêndas prv anudm fœ mn a%e das aduas luzel Uma 1uz vœde indiœva Y e o sujdto dw eda apœ taro e nxllo decnm aral o igualao ne dq um a 1uz vR elha + e dw eda aN taro e m ulodtfœœtedoe do.fœœn M œœd% + aiN uœ + % deGe ha napr- Od% luze,ovre as> iœ asm 1areFa CM rœultadœ mœtraran Y e trasujdtœ v iram aY a e ke de amdeRgui-la Ekœ rœultaH x gœen quqquando o segplm œ to de r> a nâopre uz rd- œ to e rm ve A tato m ordœv to Nœ ramado m ra o nâo Y lme to de reFl de M e ddxr derm o r.Cm tudq Y ahdoe e= tatonâoru vrq oseuim e toderv aB o sœmanudc Istq no œtm tq paru d+ mdèrtam- da hise a dœ


241A ANSIEDADE:CONCEITOS E CONDICUES PARA ADOLESCEN-TES E PESSOAS DA 3. IDADE . Kerbauy #R.R.* , Damous ,R.N.. SzwJ.r,E .; Vil1ac,A.C.M. Departamento de Psicz'logia Experimental da Un i versidade de SVo Paulo.Uma maneira de estudar ansiedade em laboratzrio, com aruimai! ,; verificar alteraç3es no desemprnho em funçao das alteraçaesda duraçio e intensidade do estimglo, que sinaliza umestimul: aversivo,e veriric:r as variaçoes no comportamentoQHe esta slndo obsjrvado. Alem de um estudo laboratarial , J'po1sivel tambem estuda-la no ser humano, atravls da analise de reâpostas verbais. O individuo descreve seu pr3prio comportamento.identificando o que denomina de ''ansiedade'l, especiricandosituaç3es em que aeontece e descrevendo'o :ue faz e as conse -quincias de seu comportamento.O obletivo e investigar o eoncelto de ansiedade para pessoa com idàde de 12 a 24 anos e de 65anos em diante. Suleitos - foram 40 voluntW ios dos sexos mas -culino e feminino entre 12 e 24 anos e 30 com mais de 60 anos zProcedimento - Coletou-se os dàd:s em dois locais atendidos peloSESC no espaço reservado ao publico em geral.Escolheu-se oquestionario respondido p:r escrito pelo particfpante, como fonma de co'leta de dados. Tres alunos de Psicologia da USP aplicaramos questionB ios individualmentl.As quest3es roram sete iderinir ansiedade, assinalar sensaçoes que descrevem ansiedade;identificar situaç3es , maneiras de controlar e, ainda.quest3espara avaliar a intensidade. Os RESULTADOS mostram que ansiedadepara os Jovens L a espera de um estlmulo aversivo ou ainda a eEpectativa de evento futuro inderinido.As pessoas de w 3: idadeidentificam 'ansiedadv'tanto a nivel de linalizaçao de est jmu-los aversivos &omo principalmente em funçao de eventos ocorri -dos e desagradaveis , especiaa ente com familiares, Paraaslidarcom a ansiedade hâ quase unanimidade de relatos vagos como 'relaxar'eas vezes comer.O enfrentamlnto, como analisar e emi -tir comportamentos ou alterar situaîoes, parece raro.Exist!principalmente a eseolha da distraçao como forma de reéoluçao.281


242 DE% ENSIBILIZAG O A RATOS DE LM ORATORIO COMDE INTRODUCAO A O ICOLOGIA um gM e de Cawal:oNdo e Mrœlo œ lntlno 'Galvao Y #ista.Y /ama to de Psicde a+ - œ .Unlve œ eFe z X PHUm pre - m 1m nasdie plna le e tY % àM âlise Y - tz œCm m - m tq M s> s- tenokdn- todedl- tesœn - lRtœne afunlow e vaqueœ e dtœ > - œ s,rzœ X zw le eW ka.adquldram N a algunse dantœ O œntzo = ete animalsgla+ %e œ als de d= fM q de te n- lne te rxm a*m M # e *m O G e vo de etraM hofd d- vdvœ um p'e ime to - desdudœ e œ sdihœ ldM e > M * & Fœ œn uulze œ m o mjdtœ trealuna da dlsdplna *Fundœnm tœ de FkH o#aF> mm tall sue e da Mte lœ de M lne e e ada e '* '' tiN lzo N C= tato fH = aqY intœ f- l.Entre n indM dui inidi,N a ol- tœnœ to do> Y oœ tal(- e dm tee- a:e)ernAe ne A hlœam ulad#- m 2-F& Y A FA ? .œn e c 'q A e tœ aœ tY M dahl- la Rnvlvo*,nœ t+ M mm œ avœslvœ (maisdistm te do tY œ final)e =*- ae ne te.nœ ne sw œkvœ (e s> i= dotY œ hnz),tœm ne ee o G e - te œ fundœ e o = *me dc e e o œn M tato cmlasituo T- e dae % do Fadaevr e te suY tuldo N o sul to nate a.M 1< durm œ ed> sdee - e f= Y e e œ o*e e o- e **su#'toeaduro daa= e daY a Pa p- deum itendaH aaœ >osujdtoœ M ad-- - de e naY aeenM deee e = nlmeN e ane tee aY e dode= M m e tœ a=- œnldm 3.F:* M A N1* e> * dœ sujdtœ a umaTœ nadelaH atœlu œ xltœ d- wœm nae tA kainidal,G e œ e œ às ln- e vds = av œ ne œ rzoeine adde e de O lrtY œ œœ r- e dœ N a prâlœ œdie plinl pdndm lmm teœ Y atoœ ao e oio*rdo œ orato Nae a œav> œ xjdtœ d- = khlo qpe m vdviœn o = M - todelidœ = ordq de -H rr nohu*le zéœe v oraty.M te da> edœ e tœ ae tr dae l œ m- Y em zR lm œ de Y qmas= diver- > > à sltualo avœkva,N ram a rdatarumdr e o œline Y o f- œ - dnda nœta fa- quq œn gH .œ ml tœre uzlro o tv g* o œn œ atarda Nae e stahnal.œ sujdtœ nRrdataram Y al+ œ ln- oe teD ratc,e fœr G zesdeuzn> rtY aanKlnadelaarae q e = tanœ tœ lne e tœ o = sre elœno inido * - i% A > Woe> e Fe 2 dœ sujdtœ àktuoavœslvl N > lw araum B'm m dé e ne rv dm tl + eé T- G =upare ue G1dimlnalo do deM c Cm isso,p&% - N dvde tabd- = pœ tamentos = nplc œ œn menos tempo e cA m alœ'u lidaœ œ > -282


243ESTRATXGIA DE ENSINO:APRENDIZAGEH EK ESCOLA PUBLICA'Claudia Marques de Souza Centro Especlfico deFormaqso e Açerfeivoamento do Hagistéfio-Regina Marques de Souza - Faculdade Paulistana deCiências e Letras.0 presente estudo teve o obletivo de verificar autilizapâo de recursospedagögicos.suas reyercussöesno processo de ensino-aprendlzagem e a interaçKoprofessor-aluno enquanto efeito da seleç:o de'recursos.pedag6gicos. As observaçöes ocorreram em dezesseissalas de aula de seis escolas da rede pûblica queatendiam uma yopulaçâo de classe baixa da RegiKo Norteda Grande Sâo Paulo. Os suleitos foram 48Q crianvas nafaixa etiria de seis a oito anos (1a. série do 1o.grau) e os dezesseis professores correspondentes àssalas observadas. Foram realizadas oito sessöesobservacionais em cada instituiçïo, com duraçlo deduas horas em situaçâo de sala de aula e duas horas emreereaç:o dirigida com complementaçKo de entrevistasco1 professores. As recreaçöes dirigidas incluem umasérie de utilizaçKo de Jogos featrais, bingo depalayras, letras, hûmeros e maquetes com sucat/sk Osdados foram analisados a partir do registro , dadinâmica de cada uma das situaç:es observadas, tendoyor critério 'os fatores: participaçlo, interesse ,eenvolvimento. Os resultados demonstram: 1) SituaceRo desala de A'IIA - A prâtica peda/6Eica centrada naexposiçïo te6rica do professor demonstra ser umaestratégia de ensino aprendizagem deficiente commaiores possibilidades de releiçïo do conteûdo- Estasituaçâo ocorreu em 63% das escolas observadas. 2)Reereaca-o dirilida - â estratégia utilizadapossibilitou maior envolvimento da criança com oconteûdo eseolar, além de propiciar interaçKo mai:efetiva com o professor. Esta situaçxo ocorreu em 37%das escolas estudadas. Discuss-oes - .Pretende-secontribuir com reflextes sobre a utilizaçKo deestratégias recreqtivas no processo de ensinoaprendizagem , aproveitando a açKo lûdica inerente àcriança.283


'244 CONHECER O ALUNO- UNR PROPOSTA DE CAPACIYACRO DE PROFESSORES PARA O USO DA OBBERvAçAoSISTEMATICA DO COMPORTANENTO.TeIma A. Marquesvàeira-univeraàdadp Eetadua l Paulista-B wd . Rào Preto+ ' *A 'compe t*n cie do profeweor pera obter, com algumrigor cientifico e tlcnicoloe dadoe relevante.eo bre o œ luno yque 1he permàta aden tificar e caracterizar+% condiFeea de educœbilidade de cràanpeque chega A eoco la e acompen har o seu deoempenhoesco larytem eido coneiderœda importante para a adequaF*ode euae tomadas de decis*o na prâtica pœdaqôgice .o preeente trpba lho , realizado com profeesore*do C iclo BAo ico de uma eecola pûblita yteve comooblekivo a busca de tal compet*ncia e contemploutr*e momentos zl-Dieqnôstico de como o profeslo r conheceo a luqo yo- dadoe que co leta , como e onde osregietra -Foram reelizadas entreviœtas com oe docentese eolicitado um r+lato eecvito oobre o coœportamentode alquna alunos ! com bom e com mau deeempe-nho e-co lar e ae poesfvexs explicopeœa dessœe quœdr'os.A anâl à*e dos dadoe moetr'ou que o profeu orfaz poucos registro+ e quando o faz , cumpre uma tarefaburocrAtica .Bueo explicaçeee sobre o deeempenhodo a luno e-t*o permeadee de mitoo e crenFae oz-IntroduGlo aoe e-tudo- sobre Oboe rvaF*o SietemAticado comportamento do aluno em oala de aula ,com a ten-G*o eepecia l para oe critlrios de Ye leçlo do* eventose para o estabelœ ci- nto de cateqorïaa comportamentaieyo bletivamente def inidao oos professoreeparticiparam do planelamento de tarefae de obeerva-Flo ,com o u*o de textoo y roteiroo e videoe , e xecu-F*o e ava liaçâo das me*mu .Es*a* atividades Toromrealizadao el reuniees eemarialo de trabalho pedaôgicoyprevieta% na legie laF*o yduronte um ano letivo.a-Acompanhamento da atuao o do profe-eoryno anoletivo eequinte yem euae œtividadee de obeervaFao eregiwtro de dadoo oobre o a luno do Ciclo Bâsico nàFicha Deecritiva de Avolieçlo do Deeempenho -Fo ramconetatado+ mudançao qualitatàvae no preenchimentoda reTeride ficha y com a execuçao de regietro- ob-Jetivos e com o u>o doe dadoe pare @ avaliee od i agnôstica d6 deeempenho do a luno .284


'os PEQUENOS CONSTRUTORES: ENSINAR BRINCANDO245 NUMA EscOLA TRADICIONALAna Cristina Azevedoisimone de Araûjo CarneiroiElviraA@Simöes de Araujo. Universidade de Taubatê.O presente trabalho centrado na necessidade da escolazvisou uma ampliaçâo no conjunto de recursos a se -rem utilizados peio professor,buscando pkomover exercfcioda criatividade dos alunos,e sua integracâo enquantogrupo .Desenvolveu-se numa escola municipal de IQ Grau e7 sala: da 14 s@rie, Esta escola passa neste momento 'por yma transformaqao em suas # relaç8es enquanto instituicao, caracterizadas at@ entâo pelo ensino tradicina1* .Foram realizadas séssdes de laboratôrio de brinquedoscom sucatas, divididas em duas fasés:ll,nâo dirigidalconfécçâode brinquedos de acordo com 9 interessede cada criançalizlzdirigida tgrupo e tematica def'nidos pelas autorasloAs sessöes foram realizadas esala de aula com a presença do professor .A proposta era que cada criança ,ou grupo ,confeccionasse material lûdico qu: pudesse ter uso educativo.As autor,as classiêicaram è saterial a partir das ind'caçöes das crianças - matematica,llùgua portuguesa,etudos sùciais e ci@ùcias.C6m base nestes dados coletados e relatados'pormenrizadamente em um diârio, as autoras elaboraram a anlise dos resultadosra partir do estudo e leituras dlivrosytextos e artigos da ârea,com enfoque na TeoriConstrutivistl de Jean Piaget.Tal anâlise levpu à #ercepçâo de uma maior integracâo das crianças em suas salas,uso de mat>rial concrto para aprendizagem a partir das pr6prias construçöes vindo responder às suas necessidades.A ampliaçâo do conjunto de recursos utilizados pelos professores foi possfvel a partir de sùas vivencias nas sessöes coordenadas pelas autorasfdiscussöesobre estas sessöes e a percepçâo da capacidade dconstruçâo das crianças. Desde entâo os professorqsv@m dando continuidade a este prôjeto.285


246 A IMPORTM CIA x PM -u ouzszx No Dss> -p> Ho Acaoâm co - UM Esw x DE CASOL'gia Ebner Melchiori (Universidade Paulista Juliode Mesquita Filho - Bauru) Ana Maysa Cogo Graçiano(Prefeitura Municipal - Novo Horizolte)O presente trabalho tem colo objetivp nostrar queo treinamento em pr4-Heguisitos para a alfabetizaçXo pode ser condiçxo basica para o sucesso acad-mmico de algumas crianças. Apesar do caso relatadoser de um sujeito lnido, acr:ditnmns que ele ilustraessa necessidade em funçao da gravidade do czso e do total sucesso io tratnmonto. O estudo foiconduzido com uma cqiança do sexo feminin: com lQanos de idlde, de nivel s3cio-econ&mico medio. Emsu, trajetoria escolar, a cyiança foi reprovada -tres vezes. No ano em questao , a professora havia 'avisado aos pais que seria reprovada novnmmnte. A 'criança foi avaliada pelas autoras e constatou-s:que apresentava um nfvel in:electual acima da media,problemas de coordenaçao potora global e fina(Idade Moyora=s aposl,IN postusa corporal para ezcrita e ma pyeensao do lapis. Nao forat encontra -das outras dificuldade:. Fbi iniciado um trabalhointensivo.A coordenaçao motora fina foi desenvolvidaatrav4s da proposta da Costallat e da educa -çëo gestual dà Ajuriaguerra. A coordenaçxo lotor:-global e o ri*mn corporal foi desenvolvido a#ravesda proposta de Doman-Dellaèato. Pode se observar -kue a criança passou para a 3: s4rie e posteriormonte fQi prolovida para a 4: s4rie. At4 a metade dW4: serie : criança conseguiu atingir um nfvel decoordenaçao lotora fipa compatfvel eom sva idade -cronologiEa e nelhorou sensivelmente o nxvel d: -coordenaçao no tora global. Suas notas. nesta serieficaram entre B e C , cop preanmlnio do conceito B.286


247 AUTO-AVALIACAO INFANTIL z CONTRIBUICXOPARA A COMPREENSAO DO FRACASSO ESCOLAR'Lûcia Helena F . Mendonça CostaUniversidade Federal de UberlândlaA ausência de pesquisas voltadas para odiscurso das crianças que frequentam a rede escolar:remeteu para a necessidade de desenvo lver um trabalh6voltado para a pr6pria criança. Nesta direçâo, '.foi dado a oportunidade da criança em se pronunciar arespeito do que estâ sendo avaliado, bem como o direitode ser ouvida e poder expressar a opinlâo quetem de si mesma dentro do contexto educacional . Ossujeitos foram três grupos de crianqas caracterizaP &como multi-repetente, repetente e nao-repptente. Plra coletar os dados utilizoù-se o in strumento 'Escalade Avaliaç'âo da Criança l onde as informaç6es foram colhidas diretamente da criança , a respeito do Y,seu pr6prio comportamento, sua percepçâo de si mesmaquanto ao seu rendimento acadêpico e relacionamento 'com colegas. Os dados foram processados a partir dareferida escala, efetuando-se a anâlise estatfsticadas diferenças obtidas. Os resultados'mostrâram queo grupo de sujeitop multi-répetentes: apresentgu maiores dificuldades em todos os Jitens avallados yem rulaçâo aos .outros dois e que os itens timidez/ansiedWde e intéraçâo social foram apontados, nos três grupos,como âreas de maior dificuldade p:ra as mesmas.Observa-se assim, que os sujeitos que nao têm hist6-ria de repetência se avaliaram como sendo tamb@m cr1anças tïmidas e ansiosas, diferindo pouco dos gruposrepetentes. O fato das crianças, nos dlferentes nl -veis de repetência, nâo diferirem significativamentenas auto-avaliaçöes, corrobora a necvssidade de se 'trabalhar com um diagn6stico participativo , principalmente entrè o professor e a criança, a reépeito dodesempenho acadêmico.287


248 INDICADOR DE RISCO E O FRACASSO ESCOLARUMA PESQUISA EXPLORATORIALûcia Helena F . Mendonça CostaUniversidade Federal de Uberlândia-MGEsta pesquisa objetivou comparar os itenscomportamento, timidez/ansiedade e competência socialesegundo a opiniâo do professor em relaçâo â criança eda criança em relaçâo a si mesmar a fim de verificarêse estes itens constituem-se indzcadores risco para ofragasso escolar, nos diferentes nfveis de repetênciae nao-repetência. Foram sujeitos deste trabalho trêsgrupos de dez alunos cada,caracterizados comp gruyo l(multi-repetente), grupo ztrepetente) e grupo 3 lnao -repetente) e seus respectivos professores. Foram utilizadosquestionârios para a coleta de dados, aplicados individualmente aos professores e âs crianças, investigando as questöes referentes ao comportamento , 'timidez/ansiedade e competência social. Os resultadosforam extraïdos a partir das m@dias obtidas pelos sEjeitos de cada grupozpara çada item avaliado e anali,sado s estatisticamente . Os resultad6s mostraram quenos grupos l e 2 os professores avaliaram seus alynoscomo aprêsentando maiores dificuldades.em relaçaoaos itens comparados do que as criança: ao se avaliarem. E quë no grupo 3 r as auto-avaliaçoes dqs crian -ças apontaram para maiores dificuldades do gue a av1liaçâo do professor. Constatou-se a discrepancia%re o que o pr$fessor penpa a respeitd da criança e ocomo esta se ve ; podendo isto ser considerado como indicador de risco para o fracasso esco lar . Levando--seem conta a limitaçâo dos resultados deste trabalho #dEvido ao fato de cada grupo de criança: ter sido avaliado por um professor diferenterhâ a necessidade de continuar com a pesquisa no senlido de levantar a dis-'cussâo a respeito das percepçoes entre professpr e aluno , quanto aos itens supra-citados e relacionâ- losao fracasso escolar .en288


249 FM CASK ESCOW :M ISE DE EQQOS FM OPEM W ES m -TEM4TICAS.cecilia alxrnieri Batista, Prodecad,Pro-Rezton é de Faktensao e Klm os nrmml arlps ,UNICM P .Visr dö identif icar algtms dos aspectos envolvidos na quesG o da rem tência,buscou-s: no presente qstudo G àisar no desenw nho em om raçöes lmatM nticas em altmos de 2*,3* ! 4* s;-rie do Primeiro Gyau. Foi aplicada çoletivamente no mes de 'Abril lrnx avaliaçao peO gög ica para .os altpos do Progrnmn deApoio l Ejcolaridade do Prodecad,que fre tlentam esse progralnano pen odo cœlplementar ao da lscola lica estndlnl.Fo- .r= :exr snxdnq as om raç& s M tematicas realizadas ,nm totalde 185 avaliaçöes , contendo 930 'contas''.como resultado globaverif d icou-se tmkam ento do: acertos em , operaçöes mateW ticase complexidade cm scente a medida que se avançawa na sfrie ecolar. Obseryou-se ,entretanto ,tmltotal bastante grande de e.rosem ' relaçaolexmctativaparaasoiernmo,mrex,29,5$' t='' 38 serie 57 9$ de erros emde èrro, em snmn-q, co: va n: . ,subtraçoes ''dom empreàtimo''na 3* sdrie e 49,4) d! erros emm ltiplicaçöes por fatorès maiores que 10 na 4* syrie .0 exand:s erros canetidos nn-q sY ns e subtraçöes levou a identif icaçaodnq seguintes categorias de erro :1)re rodu ëo errada daro sta;zle= o & O nta emlex :5+4=8);3 :rros na monta emEqqat no ali r ento tgidndes ,dezenas ,etc ; erros no''val tmf'da snmn:alcolocaçao & ''vai tmf'em dobmn erra ;erro no valq o 'v:i tzn''icldeixa-se de snmnr o valor do 'vaim '';d)inversao Tmantem-se a dezen'a como resultado da cobmn solnaOe coloca-se a tmio de cœlo ''vai m 'ielcoloca-se o totalda sœ a no resu ltado e nâö se faz o ''vai e '';5)erros iza subtrçso :em cobmns em que o mx-nuendo ê menor gue .o traen , azse 'subtraendo menos mq-nœ ndo'iblutilizaçao ihcorreta do 'emprestar''iclerroscujo mecanimnn ; diflcil de idpntif icar, eque em geral produzem resultados bastante maiores que o minuedo.considera-se gue esses erros .esw cialmente pb de tipo 3,4e 5 , indicr dif Iculdndns conce it4m is relativas ao Sistem deNm eraçâo N cimnl,principalmMnte quanto âo valor posicionaldos algarismos .C base nessas constataç&'s. sugerem-se progrnmns de intevençao que levem em conta o prqparo do ptofessor nos asplctösconceituais do ensino de mate matica,bem - como nas estrategiasfavorecedorasdo envolvimento do âluno,tais como jogos e ativid.nd-scontextualizadnq utilizando material concreto , ca n aParticipaç ào instigadora do professor . Tais progrnmns deverâo:er desenvolvidos a nfvel de - -289


250O TRARATFD COOPERATIVO EM SALA DE AULA: UMh ANXLISPRET.TM TNAN .Ana Mària Pilenta Carvalho - Faculdade de Ci3nciase Letras de Araraquara - UniverNidade Estnalml PauliNta.Geralasnn Porto Witter - Pontificia Universidade Catolica deC amp snnn .0 aprender com cospanheiros,ng contexto acad3micq,tem recebido a atençao de pesquisadores ha pelo reno: alxm decndnmtslavin,1987).Uma das lrdalidadNs desta estr:tegia tem sido a a- 'bordake: ao tbabalho de individuos que estao no resln nlvel deaquijiçao de llmn 8na> habilidade ablnndo sobre o nesnr problena.A ideja subjacente & que as interaç8es sociais estimulam a canunicaçaodo conhecilento (DaJrn : Phelps, 1989).Com o objetivo deimplelentàr esse tipo de estrategia de trabalho Junto a umn classe de 3: s3rie do 1Q grNu, cohyrota pela professora e 34 aluhos,foram realizxanm 4 sessoes.A gnglise de aspectos do colportalento dos alunos diante da so licitaçxo de que trabnlhxmsem em duplconstitui-se no obj:tivo do presente trabalho.A tarefa Rropostenvolvia a composiçao de um texto qùe recontava umn historia lidapela proressora e discutida com a classe.A duraç;o das sess8esvariou de 50 a 60 minuto:.Dos aspectos l:vantados,o priclirose refere è ades;o ou nao è tarefa.Em Tedla trabnlhnoam13 du:1as por sess%o.Ocorrlncias de n;o adesao foram verificadasem 1=n das sess8es (5 alunos).Em nfdia, 2 duplasrpor :ess;oapresentaram diriculdades de entrosacento.Havia umn djvisao detrabalho: um aluno aSR M n'a a escrita e o outro a geraçao de conteûdo,Outrosaspectosobservados foram a escolha do par quantoa idade e sexo e a estabilidade na fonwaç;o das duplas.A maior kparte das escolhnm recaiu sobre colpanheiros de idades priximnm(ate 1 ano de diferença) e do Nesln sexo.Apenas umn dupla trabllhou jHnto ao longo das 4 :essoes; 5 duplas trabmlhmram lupto em3 sessoes e 6 duplas em 2 sessoes. Os dados obtidos nos levam aacreditar na viabllidade de se trabnlhnn dessa Taneira, .aindaque e1a imponha dificuldadeê iniciais devido Ms vqriaç8es nasreaç8es indivialnn's.A partir de ent;o C neceséario, sobretudo,buscar evid3n:ias de sua eficâcia ou.n;o colo ae16 de facili- 'tàr a aquisiçao de conhecilentos em situaç8es acad3micas.'290


251ANILTSE D0 RELAID 0RAL DE HISTCRTAR PRODUZIDAS FO'ALXS DE CEDM II.Ann Maria Picenta Carvalho, Lucigng Aparecida Sylvestre e PaulRoberta Miquilihi - Faculdade de'cilncias e Letras de Araraqulra, Universidade Estma lnl PaulistazQuando a criança aprende ler e eécrever tem de tratar a 11nguagem c:lo texto.Ulc das origens do que sela tëxt6 e*tâforrulaçao do relato d: narrativas:um discurso inlependente dcontexto interacional, que envolve a hghilidade ;e'encadear e-ventos, colocando-se coro narrador e se.fazer entender pelo ovvinte. Dand6 prossegaicento a um projeto iniciado anterionnente objetivalos dèscrqver e mnmlisar o desempenho de alunos deCEDM ao produzi/ ornlaonte 1mm hiét3riq diante de umâ sequ3ncide qundrns.Os suleitos deste tràbalho foram dezenove alunos cJas idad qs variavam de nove 'a dezessete anos, sendo sete do sexp feminin6 e doze dp sexo' Hzscullnp. Os kelatos foram analisados d e aco rdo com o sjskenn de catçgoriaà utilizado em tbabalhanterior,por dois Juizes .tribglhnndo de fonni independente.Asproduço:s foram classlficnaxm quonto >:extens Xo d o relato , oganizaç a6 dos enunciados..dé/endencia ou ihdeyend3nqia do çon-texto de ehtrèvistaep que fdram pr6duzidaà e élprego 'de recs:s Snriquecqdores. Os èreàultados obtidos apontam: a; em relaça:@ extensao: sei: relatos curtost cinco rel:tos redios etres rëlato: longos;b.em relaç io a qrgpn izaçao dos enunciq-dos: . seis dqscriçoes,Qels Jvstpppsiooqé e dois qhçadeaàentos;c.em re 1açao a depehdencia-independencia do cohtéxto: sete çtlstos independentes e seté dependentes;d. ftnnlpohte,em rell'çao ao emprego d: recuros enriqueoedores: seis relatos que incluiram taisirecursos e oiip que hab bs incluiram.Houye quatcusas em realizar a tàref: solicstadu e yxo ryksujkq,o quennn tn'nhm relaç;o coP o estimulo jpresehtidg.Os resdktados nolevam a cohsiderar que a realizaçao dest: tqrefa e algo diflcip ara os alunos e essa dificuldade,possivellente, se devqa em.parte, & poucà ramiliariahae çom a leàpu h6 contexto academico* q.291


o Joco DA szxHA coMo zxsTRùMsxTo os AVALIA252 gxo s zxTERvsxç:o pslcopEoAGôGlcAM tonio Carlos Ortega , Christiany M aria Bassetti Ca-valcante , Claudia Broetto Rossetti, C1 g udia Cypres tedos Santos , Flâvia Cypreste dos Santos , Xenata Vala-1.d%o Leite Archanjo, Rosimar Macedo Alves e Terezinhade Jesus Ly rio Lourelro . Departamen to de Psicologia ,Universidade Federal do Esplrlto Santo.Este trabalho teve por obletivo analisar o racioclniöde crlanças por intermidio do Jogo da senha ,com base nq teoria de Piaket . Inicialmente , avallouseo racioc 1 nio de 50 crlanças qùe cursavam as 11 e2: slr'ies de uma escola de l2 krau, atnavês do jogoda senha com 3 sinais. A partir desta 1: avaliaçvoformou-se dols grupos: um, constituldo pelas 8 crlançasque apresentaram os piores desempenhos (G1) eoutro , composto pelas 8 crianças que apresentaram osmelhores desempenhos (G2). A segulr, realizou-se umtrabalho de intervençRo psicopedag3gica com as crianças de G1, no qual utilizou-se o Jogo da senha com 3sinais. Assim, foram realizadas 2 sess8es semanaisde 45 minutos com cada criança do referldo grupo, dBrante um m3s. Na etapa seguinte, efetuou-se uma 2: âvaliaçxo do racioclnko das crianças dos 2 grupos pormeio do Jogo da senha com 3 sinais. Na j; ltima etapa,reallzou-se uma 3: avaliaçvo do racioclnio das crianças de ambos os grupos atravls do Jogo da senha com4 sinais. Os resultados avaliados pelo Teste .U deMann Whitney evidenciaram que, ap gs o trabalho de iniervençRo, as çrianças de G1 apresentaram uma melhorasignificatlva na'maneira de raclocinar no Jogo dasenha com 3 sinais (Jogadas: U=4,55;'p


253UTILIZACAD 9E DROGAS PSICOTROPICAS P0R ESCOLARESPE 1Q GRAU DA REDE PBBLICA E PRIVA9A NA CI9ARE PEASSIS. GIAkGMSI, E.S.A.A; BROCANELISA.B-APG09IRH0.P.H.##r CRUZSR-AA; (gepartam:nlo de PticologiaExperimentàl e do trabalho - UNESP -Assis).Neste trabalho desenvolvett-se um estudo sobre oconsu'mo das diferentes droqas-psicotrôpicas- -(llcitas e.ilfcitas) enfre escolares de IQ grau (5; a 8: *séries)da rede pâblica e privada de àssiss Estado de S#oPaulo. Foi constitulda u*a a'mcsiré aleatôriarestratificada por série e turno que abrançeu 1.778alunos da rede pAblica e 3Q0 alurfos da rede privada.Para a coleta de dados fo1 itilizada uma Ketcdologiadescrita por CARLINI ei alii (l9Q7)s que consta ëequestionério auto-aplicâvel e an3nimo, cujopreenchimento feito nas salas de aula e depositadosn'u.a u rna . Tal instrumento é composto por 24 questlesque abrangem nlvel sôcio-ec3nomico-cultural e oconsumo das diferenies droqas, be* como a suaperiodicidade. Do tctal da aaostra Tora* sorteados,via Tabela be nlleros aleaibrios, 2QR da populaç#o. 0sdados obtidos na rede p:blica (referentes ao uso dedrogas na vida) demonstra. uma prevallhcia de élcool:9,57:, tabaco 14,28:, solventes 8,89:1 ansiolltico:5,022, e Kaconha 5y91! e na rede privada observou-sezâlcool 82,25:, tabaco 25,80:, anfetalinas e solventes9,67%. ansiolllicos e Kaçonba 4y83R.C0NCLUSAOz 0:resuliados do presente trabalho revelam u*apredominln cia n: .consulo de drogas entre estudantes darede privada. SUGESTOESZOS resultados aquiapresentados, be* 'como o de outros pesqui&adores daérea, aponta. para a nëceésldade de tlma ampliaçto detais.pesquisasy co. p intuito de viabilizar formas deintervençto ao consulo de droqaùy principalmehte asdrogas licltas cowo o élcoolytabacoysolvente emedicawentoés.que s#o as mais usadas pelos estudantes.* Bolsksta de I.C--FAPESP 'AA Brientador293


254UTILIZACWO DE DROGAS PSICBTROPICAS P0R ESCOLARESDE 29 BRAU DA REDE PDB L ICA E PRIVADA RA CIDADE DEASSIS.! BROCANELI Aè9.i4 GIANNASISE-S.A-A;GODINHO.P.H.AAP CRUZrR-AA! (pepartamento de PsicologiaExperimental e do irabalho - UNESP -issis)Neste trabalho desenvolveu-se u. estudo sobre oconsumo das diferentes drogas . psicotrôpic#s (llcitas eillcitas) entre escolares dè /9 qrau da rede ptsblicae privada de Assisy Estado de S#o Paulo. Foiconstitulda uma allostra aleatirias esiraiificada porsérie e iurno qtte abrangeu 527 alunos da rede pttblicae 279 alunos da rede privada. Para a èo j e , a ,s ra:osfoi utilizada uma metodoloqia descriia por CARLINI eialii (lQ87)y que consta de questionério auto-aplicâvele an3nimos cûjo preenchimento feito nas salas de aulae depositados numa urna. Tal instru/ento é composiopor 24 queslles que abrange. nfvel s6cio-ec3nomicoculturale o consumo das diferentes drogas, be* como asua periodicidade. Do iotal da a*ostra foramsorteadosy via Tabe 1a he n û/eros aleatôri6s s 20Q dapopulaçko. os dados obtidos na rede pûblica(referentes ao dso de drogas na vida) demonstra. umaprevallhcia de élcool- 89,:9:, iabaco 34,20:,so 1ven tes - 11 , Z4R , ansiollticos 8,24:, eanfetaminas 13s4Q:$; e na rede privada observou-sezâlcool - 98,49:, tabaco - 2às8dR, anfetaminas - 8,77e solventes - 2:,31, ansiollticos - 7,01 e maconba -7yQ1R. CONCLUSAOI D: acordo co* os resultados obtidosobservou-se ques em imbas as redes de ensino oConsktmo de dro:as Seçue ttmA PredominWncia dAR lâciiAsSo b re 2S ixlciias y O QuP DOS reforçl a idéiA de Qkte RSCa/panhas preveniiva's Eonira o tls/ de drDg/s ilfEiias'n1o s1o primordiais no momento.* golsiska de I.C.-FAPESF'## orientauor294


255 A OONOPW ICAO DOS POSSIVEIS EM CRIANCAS.Solange Franoi Ra4- m do Yaegash i-Universidade Estadual de Maringâ -O preaente trabalho teve oomo obletivoinvestigar a evoluçao e a aprpndizagem de posslveisem criançaa que foram aubmetidas a um processo deintervençao no qual foi utilizado o m étodo clfn ieopiagetianp como tfcniea expertmental-Alfm disso.procurou verificar ae a experiênoia de aprendizagemdoa poaafveia teve alguma influência sobre aaquielçao do conceito de inclusKo de classes nacriança -Para tanto . eata peaqu taa foi deaenvo lv idaem dois momentos. No primeiroy procedeu-ae a azmnretomada tedr ica sobre o desenvolvim ento eogntt ivoda criança y a evoluçlo doa possiveis e o processo deaprendtzagem de aoordo com Jean Piaget - No aegundo yde natureza emp frica . trabalhou-se com 55 crianoasde cinoo a nove anos de idade. aa quaia foram prêtestadaaem duas provaa especfficasz ineluslo declasaea e recortes doa quadradoa. Dez auleitos foramdesignados para fazerem parte do grupo de c6ntrole eoutros dez foram para o grupo experim entalp o qualfoî auhw- tido a um processo de intervençao que tevea duraçëù de duas semnnas. U nlw-ro de sessses deintervençëo vartou de e inco a oito .em razlo dodesemp-nho dos auleitoa- 0 tempo de cada aeaaëo foide aprox4mndn--nte 30 minutos- Oa materiaiau tiliaados foram oa mesmoa adotadoa na prova dosreoortea dos quadradoa durante o prê-teate - Um diaapôs o término do prpcesso de intervençao aplièou-aeo pös-teste imediato e duaa semnnas apôa o menmnap licou-se o pôs-teste retardado .Os reaultadoa lostram 'que todos oa auleitoado 6rupo experimental passaram a apresentar eopoaafveia na prova dos recortes -Concluiu-ae que o processo de intervepçlofoi efioaz para todos oa auleitos llmn vez que aaprendizagem provocada pelo meamo influenciou naaquisiçho do conceito de incllz-Ao de olasses-Agênoia Finnnoiadoraz CAPESt295


256 .o o sx DE Fr m q r lM s E A F.R tAYmT.T% : o Y E FM A> ?'rlhlna C.àvelar;W ica M. Pires;mua Paula H ves;Y ury C.Alv iY ; > srley M. M rvv! e n; Clatlaln L. Castro; Patricia M.Onrm m o; W vO e M. m nanv .Iv o m .qu m nE CRPAT,DE Pym m m œ oA Psiœ lœ ia Y ' ti> , atra W s de suas K G M s,kev œ ntribuldo = a Y lhoria do e.% 1Y M siœ .A are.a de Estudos Yu iais esG carenke desta contribui/ o principal= te se œ nsidern= s o objetiw desG X sciplina,o e ultram ssa o œ -nhx snvme esœ lar fo> l ao pretee r èomwar tMn A'nasvfduo e.ngajado zka sœ iM nae,œ ntribuiM n para a skua evoluçâo. Estao estâo se agrava > for r> tiA ao œ nte n cla escola * 11.œ , frGluen+gpnvmte as= iaA à proble tica fraoasr /evasâo .Este trnM lhn prete e, = relaçâo à disciplH Estudos R7-ciais: verif icar rn an e/tâo s-w!n traM lluados os œ nteûdos unsala de aula; avaliar o cpe a crimw a m nsa e apm nao D breos ne= s; evideqciar m ssfveis dif iculG œ s e N lA iG descb prrm sx ens> apm naiza- . Fxste estue abrange duas etl ,> p. Os reo ltae s aqui apresentae s > referem à prA ira e-ta> mm1ilo ce = a stra inicial de 32 alunosdistribu-V s ia 1* a'41:serie de uwa e= la da re estadO l zua cidaded8 G ife.Forr realiza&as'obm w nç& s e sala de aula eentrevistas = as crlav s K bre alguns += s de Ese o ns >cu is antes e dem is e s nea s K rœ tre lhnan's na esœ M .IM Trvln v al, a presente eta- foi prejùdio G m r fae res 'rv= : os prœ ra s nâo foram c- ridos rha fntv a e os pro -fessores que se ausentarr (œ licença, m r ex.) M o fore 'substitufdos A'Y im v nte e a discipl'> Ix'tsv a K fre.r K -lucâo de continl'lanam. EM +-unns de resul+nans rais esgecfficos,pudemos obsnrunr que: a) à disciplina - Ey-lané ' Sociais '>M o ; de icada a nesna iv e mncia (me às outras œ ns* tes 'Y rmxrrfe lo,m la: profesx ras œ s - t/o se ies inw stiga -% s;b) a> s : 2* se ie r- lou =tu t+mao-ncia a Y lhorar ode Y m s-teste;c) = w rae .>.K as qo tro e ies ,observou-se que ayenas o +mmn 'Independen - cia do Brasil ' apresenkouura leve + mna-ncia a almmntar o conheciaonto prê-exis-.tente às aulas;d)a prâtica I- IJW ica prM rwn'nnnte ; ao elaRlM nnvmtaA rn x- rizacâo, desvinculaA cknœ tidsnv e A svie cias = lais reais (0 aluY .296


COMPARACPO ENTRE OOIS PROCED IMENTOS Nâ â-257 QUISICAO DE CADEIAS COMPORTAMENTAIS EM ;-DOLESGENTES c0M ATRASO N0 DESENVOLV IMETOcarmo , J . s .; Fontella , C . R . N .; Kato . 0 . â . - Departaèentede Ps lco logia Egperlmenta l L Un lvers idadeFedera l de Paré0 s e t lJd0 s s e b r# e nc a d e a m e nt o t êm tlt IlI2 é d d o Ist ip o s d e p ro c d Im e f1t o de t re in o : p r 0 ce dIm eflt o P a raF re f1t e (F ), e n d # o t r# ln () In Ic Ia ve Ia p rIm e 1rare sp o st a d a c a de !a . a m a Is d Is t an t e d o re f o r% a d P rf In a lt p res s e g q In d 0 e e s t # beIe c lm e n t : da c ad e I#.d e nt ro .d e tlm a 0rd e m s # qtlen c Ia I; p r : ce dIm en t o P a raT ré s (T ). 0 M tl# I If,Ic !a p e Ia ( It Ima r es p 0s t a daca de ia . a m a Is p r6 xIm a d o ref: r%a d 0 r fIna Ipr0ssegqInde ? c0FIpIetaçâo da ca dçIa dentro de tlmô0 rde m s e qtle nc Ia I In M# f's a . ; ma j0 rIa d os e s t e d 0 s q tlec e m p a ra ram o s p r0c e d!me n t o s F e T , d e m : rls t r: tl 4 Qe 0p ro c e d Im e n t 0 F é ma Is e # lc a z n n es t abeIe cIm erlt () deade las de respnstas em ad lItos f10 rma Is . Um esttld:c 0 mp a ro tl o s p r e ce d Im e nt o s F e T e m a d uIt osc o m a t ra s 0 n: d e s e ve lv Im # nt 0 , de m 0 flst ra r1d e me n0 rtempo req tlerIdo nn p roc ed Im ento T em re Iaçâo aopr0 ce d Im e nt o F . E q t ret @ r1t 0 . n : f b2 a né IIs ed as d Ife re n% a s en t re F e T v e a nt 0 a 0 n tlm r0 d e e rr: se t em p() a o Ie t1g o d o t re In0 . 0 p res e nt e e s t 1d : t e M ec 0m o o b je t iv o c om p ara r e s p ro c e d lF1e n t o s F e T 4 e a nt 0ae n(1m e r0 d e e rr0 s e t e m p o d e cQ rrId : a o l: n g 0 da se t a pa s d e t r e fn @ d e ca d e Ia s d e re s p @ st a s emd0 Ie ce p e s c 0 m a t ras e t1o d es e nk 01v Ime nt :.Q tla t r0a do Ie s ce n t es d e 15 a 18 an c s, a ore nde ra m a e m ft Irump q e qtlê nc Ia e q ua t r : f Ig tlea s d e . a n Ima Is . C a d astrJeIto ap ren d elJ q tla t re seq tlê ncIa s ,' dt)as peIep rn c e d Ime p t () C e d Qa s p e Ie p rQ c ed lme nt e T# p res e nt d0 s It e rna da m ent e . 9 : sp e s t : s c: 2re t s eIp c: rre 1 a s e r a m s e g Q Id # s d e Gc e rt 0 H e ee rr a d o *respectIMam ente. e as TIgtlr&: eCam m Ist tlradasparLr# In IcIa r a s e q 1ê n c la . T rê s s'e Je It0 s m 0 s t rara m m e n 0rne m e ro d e e rr o e d e t em po no M rn c ed Im e nt o F e mre1a % âe a T , 4 p res e nt a nd o m. I0 r fltlme r0 d e err()s ase t a p a s inIc Ia Is d o t re In0 n0 p r0 ce dIm en t o F e n a se! apas fInaIs nc prôcedImento T . 0 qQart0 suJeIt 0rla e a p re s e n t c tl d I# e re n % a s e v Ide nt e s e rlt re e s d o #sp rnc e d Im e n t 0s s S Q p5 e - se q IJe e s t es re s qIt a d 0 sde c e rra m d a s d I#e re fl%a s m e t o d eIé g Ic a s q ee p o de çIa ms e r f a c IIl1 a d n ra s n o p re c ed Ime rl10 F e p re JQ dIc Ia Isem T , t a Is c e mc a p e 1I% 50 d a re s p e s t a re f o r% a da n at nt a t I:a a n t e r Ier d 0 pre e Ime :t o T ; re p e t I% âe d 0sm e m b r0s d a se q tlê nc Ia a c a d a t re If1e d e tlma rlo :ares p 0 s t a h Is t érIa p ré- e xp e rIm e n t a I cQ m op r0 c e d Ime n t e F .'297


'4çulSIç10 PE cAntlAS CO8POBTAMENTAIS EM258 CRfANqAS Nâ IDADE P9é-ESc0L4R: COMPARACZOENTRE 00 IS PROCED IMENTOS OE TRE INOFoptelja c â N ; carmn J s e Katn , 0 4 - Departameniele àsllelegla éxpirlâental - UnivepsldadeFederal de Paréno is tlpes de precedlmente de trelne têm sid: qsadesne est#beleclmento de cadejas comportamentals. NoprecedlYento Para Frente (F), 0 trel:o é Inicladepela Drlmelra resposta da cadela? a mg ls dlstante doreforçador flnal, prossegqlnde até a Qltlma respestaem (T) :ma ord#m sequenclal. No prgcedlmente Para Trés, n trelno é lqlc lad: pela Qlt lm a respesta da cadela , a ma ls préy lma do referçadn r f lna l, prossegujndo#té a prlmelra respesta, dentro de uma nrdemseqeenclal lnversa. Exlstem evldênclas censlstentesde Qma m a lc r ef jcâcla do prcced smentc F em relaç'oao procedlmentn T Aa avu jslçâo de caeelas de respestasem seje itos hemanos pdeltos nnrmals. Um estud:sobre encadeamento em crlanças, comparce algumas v#-rlaçses dn prncedlmento T, dem:nstrande a eflcéc'adeste proced lm ente. Um estudo ma ls recente etjllzandnpré-adopescentes, cûmparou os pribedlmentns F eT , Ind lcando a ma lor eficécia do proced lmento F . Nâ0ex ltem estedos cem parando esses preced lmeqtos emcrlanças pré-escejares. 0 presente estede teve comocpletlko cemparar 0s procedlmentes C e T qeanto a:nqmero de erros e tem p: ao Ioqgo dB tre lno de cadeiasde iespostas em pré-escelares. Qeatr: crlanças de4 a 5 anos aprenderam vuatro sequënclas de qoatrerespostas , doas pe lo p rnced lmento F e dqas pe je procedlmentoT apresentados alternadameqte. Dnls seleltnslnlc laram a sessâo pelo preced lmento F e do lspe ln procedim entc T . â tarefa cons lstle na co locaç'edepeatro qorreta: e flgeras pncorretas de anlmals eram .segeldas em sequpnclaa de wj,espt/gltes ederrade-, respeçtlvamente e qs flgnras eraë m lstqra-as para re ln lçlar a sequênc la. 0s rese ltados mostraram m ennr numero de erros e tempo ne procedlm entoF em relaçâo ao proced lmento T . No preced lmento Foccrree malor nlmero de erros nas etapas Inlclals detre lno , enqeanto vee no proced lm ent: T nas etapasflna ls . Sopse-se que estes rese ltados decerram dasdlferenças metndo lôg lcas #ee poderlam ser fac llltadnrasne prnced lmento F e prejedlc la ls no preced l-mento na teùtatlva T, tals anterler como a punlçao d: procedlmente da resposta T; reforjada repet ç:odos membres da sequêncla a cada trejno de :ma neMaresposta e hlslfrla pré-experlmenlaj com 0 procedlmento F .298


'AqulslçAo DE CADEIAS UOM PORQWM ENYAISIUM A UOM PARACAO EN-259 'ryœ os PRO CEDIM ENVO S PAR A FREN TE E PARA VR Asxpossxposl vçAo Ao PROCEDIM ENTO PARA TRASEnira BragldrolliDxmin*,M aria Luiza Rocha e Cruz*,Olfvia Kato de Almeida**Departamento de Psicologia Experimental-Universidade Federaldo ParâNo estudo de cadeiu com portxm entais,doisprocedim entos de treino têm sido ana-Esados:osprocedimentosparaa Frente(F)epara '1:1 (T).Osestudosquecomparamessesdoisprocedimentosem Eum anos O ultös norm ais,dem onstram que o procedim ento Fé m aisefcazque o procedimento T.Um estudo m aisrecente demonstrou que essa diferençadiminuisob longa exposiçO aos dois procedim entos. A hist4ria pyé-experim entalcom oprocedim ento F pode ter'gerado a superioridade inicialdeste procedim ento. Este estudovisa compararos procedimentos F e T no estabelecim ento de cadeias de respostms apös aexposkR ao procedimentoT.Participaram do experimento,4 universitériosqueforam expostosa duassesssesde 6 seqûêncimqno procedim ento T e um a sessâo de 8seqûêncims nosdoisprocedimentos.Nestaâltima -*qk,,2sujeitosiniciarxm asessâo pelo procedimento Fe 2 pelo procedimento T.A tarefa consistiu na colocaçâo de 6 peçms circulares de diferentescoresem um labacus'.Em xmbososprocedimentosfoisolicitadoaosujeito queemitiseum a resposta correta,depois um a seqûência de 2,3 respostas e assim pordiaate,atéa completaçâo correta da seqûência de 6 respostas. Respostas corretmse incorretms eramseguidms,respeqtivam ente,de Gcertof e *errado'. A seqûência com pletada corretam enteera seguida da verbalizaçR MA seqûênc'ia esté corretm' Em ambos oscmsos todasas peqaseram retiradase m isturadmspara que a seqûência fosse reiniciada. O criterio para a m u-dançadeseqûência consistiu em duasrepetiç-e*consecutivasdaseqûênciacompleta semerro.Osresultados dms dums primeirassess& s de treino das seqûênclmlpelo procedimentoT,dos4sujeitos,mostraram uma reduço nonimero totaldeerrose notempo totaldaprimeira para a segunda sessO ,e no tem po decorrido porseqûência ao longo da sessào.O sresultadosda terceira sessâo,ap3smsdumssessöes de treino pelo procedim ento T,indicamque nâo hé'diferenças entre os procedim entos F e T,quanto ao nlm ero totalde erros etempodecorridoem cada procedimento,para3dos4 sujeitos.O maiorntimerodeerrosetemponoprocedimentoF do quenoprocedimento T ldemonstradoporum sujeito,refere-seaoserroscometidoseaotempodispendidonaprzmeirasetéênciatreinadaatravésdoprocedim ento F.Essesresultados sugerem que a histöria expenm entalproporcionada pelaexposkO ao procedimentoT reduzadiferenqa inicialentreosdoisprocedimentos,relatadanos estudosanteriores.299


260 A 'Q a o DE E&#D8 ESTUDANTES E PRonssloNAls DFPSICOLOGIAtUMA DEscRlc3O COMPON TAMENTALSandra Maria de Castro Bernardes*,lvana O sve/rl Carvalho* eAdêlia Maria Santos Teixeira**. .(m epartamento de Psicologia-pontiflcia Universidade Cat&licade Minas Geruîs). ,(*m epartamento de Pskologla-Faculdade de Filosofia e CçnciasHumanas-univèrsidade Federalde Mlnas Gerais).Esse trabalho V lssc a lnoçlo de etz'lde segmentos de umgrupo soyialpcom o obletivo de verifkar a aplkabilkdade daspropos/çqes fe SKINNER para descrever essa lnoçyole sua dâterminaçao socio-cultural.lncluiuma amostra de êre: grupos dec/nco participantes.os qrupos I e 11 foram coBstituldos de alKnos matriculados no primqiro e no dêcimo periodos de um ctzm:de Psicologia.respçctivamente.o terceiro foicomposto por ps%/ogos graduados ha cinco anqs.os dados foram colhidos a pctir de um quçstion&rio de tres perguntas.os relatos foram JngIisados tgrlves de um sisteTa de 19 categorias.elaboradas paraclassifica-los quanto a:funçao gramatical da maneira de referirse,a simesm o rdo relatorinatureza gramaticaldos traços relatadosltiposde / eu 1 descritos por SK lN NER:natureza circunstunciada dos relatosiorigem atribulda pelo relator Jo seu .'auto-conhecimento.os resultados mostram que os participaqtes : .reNrem-se a simesmos com suieitos de suas verbalizaçoes,ou apenas enumerqm suas caracterl%ticas que sJo nomeadasxem grandepartq,atraves de cdjeffvos.A muioria das aukodescricoes foramclassificadas no tipo EU OBSER VADO DE SKINNER e n5o fm l?ncircunstanciadas pelos relatores.Ao indicarem syas caracterelsticas de acesso pl/lcoeos relatores.exceto dqis,nao ,'rqprodqzemNstjls auto-descricoes.o que sugere a existencia de cqpertoriospublicos e privados.A origem do autoconhecimento e Iocalizadaem s/mesmo ou no ambiente social.os dados revelam diferen.entre os grupos,indlcando uma provavelry/lçlo e #e èntre o convl fvio dos particlpantes com o estudo sistematico da Psicologia eos relatos produzidos.conclui-se que os suleitos foram treinadospara se autodeqcreverem de maneira Iimitada,demonstrandausGncia de repertorios para circunstanyiarem seus relatos.Eïse estudo conf'lrma 3tz/tls das proposiçnes de SKINNER pripc '1palmente os que estabelecèm uma re/lçlo entre autodescrlcaz ecoqunidade verbal. Essa investigacao tem clgras 1 fAp /ccçoeprnticas n; medida em que fornece qnformaçoes que possibilitamuma m lCor acessibllldade a lnoçlo de etzl.300


1ANALISE DO COMPORTAM NTO APLICADA: AVALIA-261 I % Ao DE PESQUISAS 'SOBRE AUTOCONTROLECASTM HEIM , S8nia dos Santos e TEIXEIM , Adilia MaSantos- Depto .psicologia Univers .Federal de M .Gerais .A avaliaçâo de trabalhos realizados na ârea daAnâlise do Comportamento Aplicada tem interessadomyitos estudiosos e tem juscitado uma grande discuEsao a respeito das relaçoes entre pesquisa bâsica eaplicada. Baer, Wolf e Risley (1968) e Hayej, Rinczver e Solnick (1980) propuseram alguns criterios pira caracterlzar pesquisas nessa ârea.Esse estudo revisa a literatura sobre autocontroleindexada no Psychological Abstracts, sob a rEbrica pelf-control, no periodo de 1987 a 1991, como objetivo de avaliar a produçxo e as tendênciasdesse campo especffico de investigaçào.A amostra do estudo, baseada no acervo disponfœel no Pafs, foi composta de 67 artigos,selecionadosatravis do procedimento de Amostragem AleatoriaProporcional. A partir de um sistem a de categorias ,procedeu-se â avaliaçxo dos trabalhos quanto a objttivo, enfoqve te6rico, comportamento visadoa localde realizaçao da pesquisa e quantö a6s criteriospropostos por B aer et al. e por Hayes et al ..Os resultados revelaram que apenas cinco tr4balhoscom enfoque comportamental e um , com en foquecognitivo-comyortamental cumpriram, de forma plena,as recomendaçoes de Baer et al.. A maior part: dosestudos com enfoque comportamental atenderam as diménsöes:aplicadaacompottamental e efetividade . Emrs 1 aç Zo aos criterios de Hayes et al. r os artigosso atenderam â dimensâo aplicadao Verzfica-se tambim,um distanciamento da dimensao eonceitual nosestudo: com enfoque cognitivo-comportamental e ump redomlnio dos conceitos ope rantes n a maioria dosartigos .Esses dados permitem concluir que, no cam/o deestudo revisado, hâ umà tendêndia mais tedh6l6/i:à'do que conceitu:l, conforme jâ yegistrado em avaliçoes de outras areas de aplicaNao da anâlise do coportamento. Iss: suscita questoes relativas â natureza da aplicaçao da anâlise do comportamento.301


uMw AxALlsE COMPORTAMENTAL DE RELACDES26 2 psRsuaslvAs TELEVISIONADAS .SêW ehalM aehxdo,Ana M aH . Lé e Teixeirw,Ad:li. M .H. Saptos.(De artament@ Je A icet@gtq - Flrlldlie de F l@#@#l e CtêndaaA l-llaz-UntveratdadeFeleFlldeM ll* Ge'll#).E pegquiga d-exoayr.nxlm enle.a:poegibilidade:deeontraeo- ole da perguu âo e de aprendiz.gem soeial aeavé: de m odelosfo- cidoapela leleviaâo,*'-- eom o ag implieaçoeg dagrelaçse:p- uu ivu navidx eotiḍianm302


APRM IZAGEM DE LEITURA A U< N TA O263 QUO- -TEINTELECTUALDE D TANCAS coMDESEMPENHO ACADM CO INSUFM ENTE.JO o C.de H 1,W ey @.de * um1,m- w S.HAo- 2,e zea L.Fonm l,u ura G.dos- - 2,tla B.G ,1mn.âG ,u> H.M du* ,JH A.N.de> ,.>2,' & u#aE.MelnhloM'.IUniVeG da'4eFeatdeR o œ los,X niw e' dedeBme.'ne3unlvH dadea udualPaulisœœ c* 4- - t- de M e sêncu * * de que a a- dim gem e a > - 1œA* deleie a'pm m ovie n= e pqço e m r2 de do,lw ul- u m em aum entossie ae osx s- o- obddoscom a aplkalodo W < (M We erdeMe - pm - - l.G e e - = le dee e 8ega sea- m elnm4GomW te % ld e a e O V * m m s41Vm* 'HnRa Mm Pr> inx Wdllnllo*Adoraraonwxvm ' deld- R Ro-ecol.l.M e ed- lA apH e do- e osx sWdesBra suG e'dosaoG a = deH n-x -deO e Y mGdph .X x e ocomo- pOpe cone le.% e sWdesp- a m loG o veno p+ - e u- vez no G - ,enquane quae outmsforam avzhdoscomd- me Y dep* - tae aœO m nde doaol -- d- pnm--sleumade- - .Ao- dopm- - oe se ' llam com- ' 0104asas51palavrase 'nne o > au de leihtm N e a4a vadou en- ossu-'' .œe hdos np W 1K a.xmonlnm- sbt- ticamen- nas me das de A s.- epa- em aœ mheioaadosao e u deldhva ' da.Pam o:sujdesqnehx'- d- mH Y suc- ivas de p* - ,para O nG le de N fvds ef>e N re eoum u 'nM d- o m va ve - a- v'one,- - - x G -ndaH,'-x'oe - H o - d A eouka.œ p- - e u dos- nG'- n- os- -x ux dee - pae e d- deh*ëe G com e dada re le- ee eese xe a mh


264O BREOCONTROIIDED YJK mTm UAL PARA O CON TROII W G AO IEm JAL.'-G .de% ua I,KIM H S . m O- - SJu% C.deRoe . lamaG.dosM n 4atùdaH.* W ,De B.H= w1X ,M * a* - 12,I uaB.G,1m.ueZ & Mnwwlo M* c4m:2.UniV- daX F= - 1& % o Carlœ e 2Uo-' 'A de X Bm SO1- ,M ooe dvodea- veraemer- deldhzm e R G vee oadapue 4o pmva para on>,'oA,le urae Rosee101.)foiaplkae a 8sujeiowcom idaY ve do en- 8 e 10 a- ecom dea e e olarcpM e adol- e ate .A H tum œa avaliae a e e as de *n% -nlx dasao 1ongo doonolM de * ' * oanalm'ne m ,exdueoyo volvendo e vrasdiKW epqhvrasimpm- n œ ae do: 8 sujeie fomm exm e s a um * & c%ph depo vrasunAl- do a va- ,queeraxbxvoe* ao * de G âo depahvrasM p- ,- dw - - do & - N,uo com ca% pakwax va.Tedeleltum com e - a ap- m âo e ultân- de tes figuras tama dehsc- N e ndoàe walforo condxx'z- ae ox Ax'- œ lgee slpm wu lxe enoe e - l.E- - M e e e po wo e - O e lde> = 1,'*>çâo).œ M uludosmze m que,com ou > te odecd> houvea- dlzi - - pauw- - - .Asm - usens4e ve> > - - dex - oe a pee alœ %de ae e aapH e ,- apo o o e .M x sdod- e o- Y o e a/ sok- v'M dopmvo hde a aR u> deze fna*'- e - .a uve- mn-nn- x a- edeM - = pm - dee çe > dobd- o - denœ -e .@ ,noaoaspahvm snovasemm ap- e e- l- ,osfndH sdel-h',- - allm e eBta ee ad- - - *e u v'v- doq- u v - e e o k- Y i-- 2 a= en- da p-' -'a - a xguada aploncAn.> do os *se =xA d- eom ae m e hc con-do,am me u- e ldu a- e e llsl- nde- - me * equae dosolo sul e œ H am capazesde lere u- * pahvms novag > due apœ a- œ e kd- suge- que oH- > 2œ- 41-' M o œ e vaxbomne bX O e= - e*rnAM evan- do ae ulo,- que 2- as> xlev- do - de exemercone lexb-al-''m,noeon*xeemqlwasfgums- vam- e ile- eoa-- l-'-- da- âopo wa.'h- eax meawoco- e vahvra.a baseondkœsdoe doza 'deldtum - ale e - d- - -e e vole neye e qe e e -,deœ- lem re d- mfnv.-ne-e do% < u10* dau ullanao & v omb- unlda- .Pe -H e - A N rY qeFe .304


. . . . . .. .2 TRElNooEcon coM ppv A œ xsa to A65 E o oo - o w pa v .r.- œ o - v mX NIVEE DE GM AI.UAG ONAI,M ADE BM E DE '.FnqY Aploo,'oos.uxwnnl , 1x.+ o.de> ,..2,Ju10 csdeRW ,U - G.4os- G 1,u oolenL.Fo- az ,- 1 B.Hom wiul'G- vo P.de cqw allol,Lu+ H .M o= 1#u dl H .M due l,& * Vd> 1.lunive iqde de R- dz'n e zunlw rdA o Fee alde > œ losEste ee do A nndoou œ efeltœ de um p= edlmene de eöph Ym ms>cons- da(Ym- çâom ra- gramas)Obreod - diudode8evlnn-N eu e sie suO 'an-a= pm- pvax m'M deM e ae > - eY l.lt>1hm deD a 1œ m r cene Y palavraadee iqc e deh s* % 1e pahvm snovas(- - âodel*',a).Foiem- gadoum deli- amentp de -----o M A,envolve o*st- de dl-do (A)eene o decôpla @).O * do BiM tomm d-mnanlHndo de- e y- 'uce vaeiome ' om raY - - ase vredee o e pm wasde e * kNo e o de eôph aspahvxas& te =ap- -Y a cx- - Wde - sWdesd- 'x- o- pvaae wae - -ecomm rumaralavra1> a1,lme ---n- dem lsdo e- udore e ado oce o xe am- (prœe entodecépb com ak- l.Para comm rae vra osue de xW lo- e l- ecolœé.H xe a- M - e e o> k.Teaslekasdo zfae fkavam simuhnnln- n* db- velm Res- e cormt> emmYne Y .Y œ e - = e Y m r= pv M H - ee eoe .Fomm - dosee dosdezconhme depahvral M cadae oœaon*loAdaacdph dednœ e am s.o te ol- l- vaqmaM ocadao Y ci- opqhm smcnne dda O e m one zu prlme a tene m o p- oal-one & * m olhnm usistemaHrn- *odexzme deedosossujdes- dladodepm vrase dasaac% ' melho= tame odlhqdodepalavmsde âopqraossuo qqeap- taramz- vaudeAe nop+ - d- pahwal Para-t-suo sn-M uveav'e a x d- e a de ocom e d- e nlx'an* e - - .œsul e queM o- e va - e ap- - e rm me* - deaceno*udoXpm m se e otom a- m e cM e xfA doqe o m a- ' Y va.A> > ' dedoefdBdoe lie N ose e qœ dohxm- - -de- no p+ - .0- * M o li - ' - N ard- > N e do,e doe e e va- * - * dee .œ e udosmpc a ae edequeoe dece hvo- eo em dle oedequee dea ee -e - doe e c= on ue le ae e .œ e ue ssuqœo - tmle m r qnida- mïo'% >*e a - mhm'e o de unidad- m dem < t-m- ox*- hxo% - e xle vol-'-e e eaa e e de eee e X 1***- gO WPo am lia- o eFAY p.305'


DESO OLM DEUM QKPFZTORIO DE IXFFITZA E266 RG TTA G M AI İRADACOMO FUNG ODEVARIEDADE EQUANTIDADE DE EXM I* OA M A-TAI.TEXN AL.1- G . deG tzml,Julio C.deRo-l,KeniceS.HAnoA2,œ losE.C2me* 12,Monl- t.Fon- al,uanw A.Alvesz,Lfzclayt- oe ,cusuvop.decarvm oz,Anam n M nn, *2 ,& u du a M dufnoz .lunivee dade Fe e alde O o œ l- e zuniveG dade de BrascF- - do ve u pmx vero d- nvolvimentode leltura ge-ralizada (depm wa x v> e M - l- q> e se esque- capm delepG wa comsflabassH ples(dissflaH etrle M slapösexposkâoa um pmgramadeensinoindlvldxmllx do.Estudos an*riom shaviam dem o- do o de- nvolvim eno decone ledeo tfm ulos- uu dado tevhulnm fn'-' ns- le mqdasentm asohnmndas'dA uldad-- na ap-ndia - de M tura e de ee u.O pmwxxnte e do tomoucomooMeedea loe dee ax'Gm,le do t- ono co- - e envolvo do1,n,r,s-como % wlta,pontapp- ,&œlJ,& fJ,#o& -e o que/quil.Em toda:as-- -= de a ino foim oe rado,x b a f0= de = das de lee a de pm vrasM vas'o com- e e œxtualem olnçlo a eae e e a 18 oukasHlflmvldade .Fqm m ao l=d- ahG x ndasdediudo depalavrasde o 'onede g- alzaçâoduranteas- -x- deensinodeeadadlflculdade.Aste asdeon-'oenvolveram41xr1m 1w.x- cone onais G t- palm as im - s e palm as faladas N 1oexp-'m- ndor.Tod- os sul tos a- deram a 1eraspalavrasenvolvidaswqs' ' ' O cO e e eap- - uom - - suH nnm'nv'Ae ' W odeldtura e e= ik de palavras x vaseon*ndo cada uma * o uldades.o dadomal H dgante,m:- e H,é que ossujdtos * * m moseamm aumentossv'- le osM m m- u > m den- - M - m depm o com a.'lmzle d- q-* foram o*' de - -'no.T> sajeiose vam lendo malsde 7sm rco e daspahvras/sudaseum esuvalendo aoredordeK poêeento,ao FM deM p- sdo pm v a> .Enquanto a leie a de palm asnovaseontendo as a'Gm.lA desen-'nA- d- o- kaax - G de- e çâoee - om% çâoe e e d-,ald- depm o - a m ne oeoo - aç- que- 4erxe v- - -no nhqê- 'nlH -:-'nM M ueruma ino - çâo do de- volvimo to doc- m e -x e dele x x o n'an-ao- * - e A zx bo ne b deo-de de * ç* vee % mal eomplem do que a A çâo *xto- e oral,que cate e *n o com e tual.P- uiM fm ane da por > qe FAM P.306


267EQUIXALfSNCIA E LEITURA:INTERVALO ENTRESESSOES EXPERIM ENTAISM ARIA M ARTIIA IIUIJNER-D 'O LIVEIRA e M ARIA A M ELIAM ATOS (Universidade deSâo Paulo,SP)(*)d Estudosanteriorcs(M atbse Hubner-d'oliveira,1992)esenvolveram Jlm mpdelo paraobtençâo d? coptroleporunidadesmfqimasna leitura,v1ao paradiglna dscqulval-encia.No proccdimentobéslco,pré-escolaresaprendem ascleclonarfiguras(B)e palavras(C)diante do nomeoral(A)correspondente(treinosAB eAC,respcctivamente).Quando testdas,demonstram o pareamento das'figurascom aspalavrasescritase vice-versa (testesBC e CB):A , osercm soliciudasaparearnovaspalavras(derivadasdasantenores)comasrespectivasfigtras,e vice-verja,eslo naverdade sendo submctidasa testesque podenam serdenomlnadosde NovasForm asVerbais(B'C'e C'B').Uln boln desempenho nestcstestesdemonstrariy arelevância do m odelo para o ensino da leitura , de vez que indlcaria aaquisiçâo do controle porunidadesmfnimas(sflabase/Mu letras).No Estudo 1,rfmlizado em sessöesde 20 rqlnùtos,umavezporsemana,os resultadosrevelaram um controle parclalpor unidadeslnfnimas,em torno de 68% d: acertosnostestesB'C'/C'B'(nfveldeacaso,33%). .N o Estudb 2,realizado em sessöes de 20 m inutos , trêsvezes por semana,osresultados em B'C'e B'C 'cafram parà 29% deacertos(nfveldeacaso,33%),apesarLa inclusâo deproccdimentos(CC,C'C'.A'B')que devcriam melhoraro controle por . unidades''m fnim as.No Estud? 3,rcalizado em sesjöesde20 minutos,lrê.svezesporsemana,folmanipulada sistematlcamentc a posiçëo dassflabase foiaum intado o n -umero de palavrasde treino c teste . OsresultadosnosteltesB'C'/c'B'alcançaram 50% de acertos(nfveldeacaso,25%),indlcando um desèmpenho melhorem relaçâo ao Estudo2,porém ,ainda assim ,pior em relaçzo ao Estudo 1 .Considerando os controles adicionais dosEstùdos2 e 3(treino deidentidadegencralizada,treinoA'B',variaçàosistemética daposiçio dassflybas,e aumento no ntimero depalavrqstreinadqs),osresultadossào lntep retadoscomo indicativosdo efmto de prftlcam aciça ou distribufda-(Nbolsistasdo CNPq eCAPES.307


'268OO NCEITO DEN6MKRO:UM FATUO AVALIATIVOO M BM EEM REDEDE RKLAçœPa1oSe 'oT.do*& J% oC.deR-O pe 'r ade* & * tœ ' ahnHlaod- dele e e M x > dode no m&ma#- âh'- - = m e vd m* * me = * .Uma redede * cte = e jO * de * e de me iou e e- .K> akav& de p- dee lts Wœ & > .E* e - :oomoobjevoae oxne odene œoesuereo = osn= e e efe œ e - de4 a 8 - dei* .1- fd fdo nx = t* demaehinr to.ae ,uh1'xnHu = mi- pue .œ e o (* )= a- * nateh dome deWdo.Avvoue o > * suje ne Y nte t* :nœ * dœ nume 1a9,c- c œ con> ' sK>' = > =* Hnume fe @* A o * =* )oom e jm e ;o -M mOto(k*n= e * = - ca - e tes> ;= > e decOjlmtœcc nx e !* n= e = e jxe e* ce tœ œ e j=u .Es* e ata h fd ae * qœ o m> :1)te % * * -. jm . . . .me o idG e 1 * - = t* :2)v*' > +'.* ' - '1'3). > ' e @' = - ' n*< ' e,4)* ' > f- - hneeœ> ' Y - .1aa- - t= e - * suj% e* * .Ce - meve apx t- Y ose œ aodu me noe =1* % A R = dov ele e * n= e = e jx e e* vm eno * =* *conjxo oom On-' .œ e e nn- m = a miœ -'M'Me & e œ em * f%Ovohene qe e mio= do qœ 4.O pre e > ' œ nbe ide œrdfx - M ddte .2* daqe N e e* .> suj% ,m rG= plo.dœ nn- hm laoao de> .mu + - h- - œ nc e .Oukœ,Kcone ,* nn*''-'- - nx e ,m% * con- œ O #o.M dMedœ +' - k= pl- amdede* que & e ça deve Hnm m'*r- o> W o dam*- 4h'- A condbdlo(k me e éno= * deaee % * - H no ree o d- sùjde .lH-h'lzœ n.- e * ,promovœ a = e de no- -1>6M ua= le do a e5* dosFe * de* .Pe* > - '.a.> FAPESP.œ a- e ,> ' *1,** demœ*A FAPESPeO O X > O G Pq.308


CONTINGENCIAS PRESENTES EM DOIS DIFEREN-269 TES PERIODOS DE FUNCIONAMENTO DE UMAAGENCIA EDUCACIONAL - Ana Lucia Cortegoso (Programade Doutorado em Psfcologia da Educaçfo da PontificiaUni#ersidade Catölica de S&o Paulo)A partir de observaçöes evidenc iando a ocorrênciade comportamentos d iversos em crianças que frequentavamuma mesma ag:ncia educacional em dois diferentesperfodos do dia . o presente estudo teve por ob-Jetivo identificar vari/veis relacionadas aoscomportamentos observados . Os dados utilizados foramobtidos através de observaçöes em situaçöes natura ispresenciadas pela pesquisadora, na condiçlo de responsâvelpela agênc ia e re latos de pessoas que trabalhavam na instituiç&o . Foram registrados comportamentosde funcionérios , condiçôes ambientais . adm i -n istrativas e de funcionamento de cada um dos perïodos,bem como comportamentos das crianças. A organizaçKo das informaçöes obtidas permitiu uma earacterizaodo de cada um dos perfodoe, e a comparaç:o entreeles. Variâveis como duraçlo do perfodo de permanênciada cr iança na agência , ativ idades da criança antese depois de sua v inda para a agência , composiçKodos grupos, nûmero de crianças no periodo,funçKo desempenhada peloe mopitores, tipo > frequência do contqto entre pais e monitores , grau de flex ibilidade da programaçïo puderam ser especificadas evincu ladas a comportamentos das crianças em relaçloao estudo , h convivência com outrae criançae , participaçhoem atividades oferecidas. Algumas das conclusôes extrafdas acerca de valores de variâveis presentes num determinado perfodo e relacionados a desempenhos desel4veis das crianças, permitiram intervir emgdifipar os valores assumidoe pelas vari/veis nooutro perNodoy gerando alteraçöes nos comportamentosdas crianças-os resultados sKo discutidos tanto comoevidência da existência da uma conetruçKo de contingênciasambientais diferenciadas, a partir de pontosde partida aparentemente comuns . quanto da necessidade de avaliaçho permanente do que ocorre numa situaçKoeducacional .(Bolsistà CNPq)309


*27cpsxcctcGxA ctT::cA: c dAspc ATBAU E A FcRsAcwc'90 PSICDLOBO. Clelentino. #na Caeolina kl gianco-UFRJ, Nunel. Marta Lûcia Tiellet - PUC-RS e.UFRQS, Silvl. Rolalzna Cûrvllho - Flculdade deFilo:ofia, Ciência* e Letral de Ribeirko Preto -BSP. ç-'Dlndo continuidlde *o% eltudol lobre atuaçko e formaçlo dopsicbtogo, o Conlelho Federal de Plicoloqia desenvolveatualmente u.* pelquisa 4ue bulca tdentificar préticasemergentes * requtsitos plra 9 leu exercfcio. Estaapeesentaçko refeee-le .o% dûdow do qu* dpnominamosPltcologfa Clfnica. érea na qual for.. enteeviltados 3Qpsicôloqol 'intencionalmente escolhidos por desenvolveremtrabalhol te:rtcos * préticol relevlntel . As entrevistasera. l*mi-eltruturldas * subdivididal em quatro Tocol deinteeelse: a) hiltôria do ca*po d* trabalhol b) detalhamentoda* ltividûdel @ relpectivol conteztol, c) caracterizaçlo detendêncill emerqenlel/inovldoralp d) requisitol necess:riosplrû a forlaçko. As eetreviltal fora. translrital e os dadossubmetidol à an:ltle de conteudo. 0* eelultados apontam 1)para o movimento de lafda do pliciloqo clfnico doconlullôeio *m dfreç*l & prlttca colunitlria , hospltalae,institucional - o 4ue Smpltcl e. mudançls conceituaisi*portantel qu* lerve. de bale e lodificam métodop , técnicase intervençlel - ûtendendo às novls demandas, 11) a an:lileta/bè. eelete a novas co/petêncial necesl:rial paraûcomplnhlr ûl Kudaeçll. 4ue envolve. u.a visko hiltôrica do%er hulano, u*1 vilko tranldiciplinar do* fenemenos e umavislo institucional do trabalho, por ultimo , 111) osresultados aponta. paea 1 urgência de 1). u.. revilto dlforlaçko de graduaç'o atullmente u*a 'colagem ' decon t eûdo% - insufitiente paea lt*nder à formaçào b:*ica e àsnoval demandal d* pr*licas e contextos d. ireap e 2)desenvolvimento de u. currfculo que contelple a reduçlo eenxuqlmeoto dl oferta de disciplfnal e a toncentraçko emdtsciplinll bâsicas que permitam *ntender *s pr:ticasplicolôqtcal naquilo que h: de universal e histöricocultural.Q*' pelquila lubventionlda pelo Conselho Federal dePlicologia310


271 KCVIKENTOS ENERGENTES NA PRATICA :0 PSICOLOGO:AS ORGANIZArRF . S DE TRABALHO. Ianelli, JoséCarlol. Univerlidade Federal de Santa Cltlrina.


272 FORNàCAO E ATUACAQ :0 PSTCöLOGO.NA E9UCACAO:DINIMiCA DE TRANSFORAAC . AB. Maluf. Karia Reoina.Tnstituto de Psicologia, USP. No bo/o de trlbûlho ûnterior (CFP, 19921 , que Kecuperouatravès de levantamento biblioqeéfico uma descritlo do campode trlbalho do plicôloqo brasiletro na lrea educaetonal, #oirelltzadl um1 pelquipl que teve coeo principail obletivol.a) caplar tipos de aluaçlo peofissional indicativos de. movimentos de trans#ormaçko que perpassa. a péicoloqiaelcolar no Brllil e no mundo) b) compreender o. novosrequisitos que se apeesenlam para essa atuaçlo , com vistas asubsidilr propostas de forlaçlo ' delle profisstonalUttlizou-se a entrevista semi-dsrigida com roteiro, .A gravada.anlltle do% conteûdos da fala dos entrevistldos levou àqonstruçlo de cateqorias temâticas e subcatevorias que d*osuporte k apresentaçlo do% resultados. Foram entreviltadosIQ profissionail de Psicologia tntencionalmente escolbidolpor desenvolvere. trabalhol te4eicos e prlttcos liqados àeducaçlo escolar, em diferentes loclis . 0* resultadolobtfdo* suqerem que. 1) a psicolovfa est: sendo tonceituadacomo eapaz de lubsidilr a educaçko escolar pela compreenskoda subletividade hu*ana, dos processol de desenvolvimentoaprendizaqem, inteeaçlo pessoal, dtnlmiça institucional, 2) ,ls atividûdes que o pstcblogo que atua na edueaçlodesenvolve pode. ocorrer denlro ou for. da escola . Asltençles estko se descentrando do aluno/apTendiz pûea aqualificaçko contextualizada da* inltâncias medtadoraltprofeslor, corpo ortentador, tnstttufçkoy 3) 1 compeeenskodo psicôtoqo coeo profilsioeal possuidor da visto ceiticasobre seu plhel na lociedade deve sultentar 1 escolha * usodo* procèdimentos e lécnicas mail apropeiadol plea oezercfcto qualifscado de *ua prlticap 4) parl . forllçlotnlilte-sel n: ilportântia do estlqio ou outras èliernattvalque coloque. o aluno em contato com 1 realtdlde escolley nanecessidade de oferecee litulçlep qu* enline. 1 refletirsobre a realidade utilizando elquema. concettuatlp nanecelsidade de tonhecilento lobre filosofia, epiltewologil ,ciências lociais. hiltôria d. educlçlo.te' pelquilû lubvencionlda pelo Conlelho Federa: dePlicoloqia312


'pszccLculA SnCIALZIkTERDISCTPLIKARIEPA:E E273 ESPECTFICI9A9E nA gcR:Açpc'. vonéi.. Eztzablt: daKelok Universidad* Federal de Ntnas Gerais.


274PSTCOLQGIA :0 ESPORTE E PSICOLOGIA JURIDICA'ATIQIDAPES E SQQESTQE: PARA A FORKACPROFISSIONAL. Bonfim. Elizlbelh ;A Kelo. UFKQ.ç* )A Plicologia do Elporie * 1 Plicologia Jurfdica **o lubârqasrecent's p. Psicplogil no Brasil. E. Plicolovil do Elportevale relsaltlr a* rellizaçeel do I1I Stlpdlto Internlcionalde Si Psicologi. do Elporte (Be1o Horizonte . 1#QQ) e o 1mpusio de Psicoloqia do Ewp'orte e Prélita (R$o de Janeiro,1992). tl trlbllhol aprelentldol nelte ûlli/oevento,acrelcentluol da reatizaçlo ue duaB entreviwtal co.profillionais de exprelslo e. Psicoloqia do Esporte , be*Jcomo urfdicl,dual forlmentrevistaw obleto decom anllzseqrofsllionlss delte estudoem quePsitolœgi. ob/ettva#ornecer subssdiol parl a melboria na Tormaçko profsssion do alpsicblovo. A paetir dos dadov coletadol procedeu-le kanllile t*ncsls visûndo ûs ûtividadel delenvolvidas , as habilidadese compe necesèérial par. o exercfcio profislioqll,1l* i * tomo 11 inovaçles que tanto ol plicéloqos do esportequanto ol plicôloqol Jurfdicos t*m fntroduzsdo na pr:tfcaprofislionll. 0s relultadol apontam plra a relevância d a*prlticûl de relaxalento co* os atletas devfdo kl constûnt elcondiçlel de *%1r*s*# a que %*o lubmetidos e d*% peéticqruplss. envolvendo tanto os atletas como ol técnicos e asdiretori@l espoettval. Embora n*o ha/a conlenso lobre anecesltdade de ** introduztr disciplinal sobre A Psicoloqtado Esporte ou a Psicolovia Jurtdic: no% cuesol de qeaduaç7oe/ Psicolo4ia, reconhece-le . 'ilpoetância ie forleceeà inforlaçees P * técnfcas especffical dal subârels . Em r*laçlosicoloqia do Elporte : necelslrio qu* estas informaçlesI/J.. fornectdal tlnto no* qurlos de Plicologil 4uanto noscurlol de Educaçlo Ffsiea.te' pelquila lubvencionadl pelo Conlelho Federal d ePsicologsa314


275DILRMAS NA FORMACAO DO PSICOTTrUZC UMAOOLK I'A DE SUGESTOES PARA SUPERA-LOSAlvaro Pacheco Duran (Universidade Estadullde Campinqs )Na literatura e nàa d iacu ss6ea sobre a tormaç/odo psicô logo . têm -ae configurado alguns*'dilemas ' (como aa oposiçöes entre formaç/o degeneralistaa ou de eapeoialiataa e formnçëo teôricaoou formnçlo prltlca) cu3a recorrência evidenciaa d ificu ldade de u ltrapassl- los .Na tentativa de contribu ir para a aua superaçlo. rea lixou-se um levantnmento de posicionamentose recomendaçöes sobre como equae ipnar a1-guns desses d ilemas . no âmb îto da graduaç/o .através de entrev iataa semi-estruturadaa com dexdocentea univeraitârios v intencionalmente eacolhidoa por terem ativ idade acadêm ioà pertinentereoonhecida e/ou ae deatacarem na geatho de ouraoaoonaideradoa de bom nkvel -O exnme das gravaçöes perm itiu identlficarproposiçöes sobre cada dilema - foram a locadas emcategorias oorrespondentes - bem como v erificarque os entrev istados deram aos depoimentos um tomarticu lado . eatruturando um 'pensamento '' a rpapeitoda formaçfo que inforlava suas poeiçöes èobreoada dilema - categoriaa deacr itivae deséaaproposiçöes gerata foram formu ladae .A anflise dos dados obtidos perm it iu identi-Ticar a lgumae das principats direçöes das op i-nïöes colhidas: 1) oa curaos devem estar comprooetidos com uma Tormaç/o geral sé lida que abarqueoe conhecimentoa reconhecidamente béaicos da Psicologiae que comtemple sua multiplicidade 2) aeapecia lizaçfo ê uma poaa ibilidade adic gonal nëonecesaâria 3) a formaç/o teôrico-cîentï.tica e afor-nçlo êtica s&o as condlçöel em que deve se.dar a formaç/o prâtico-pro fissional 4 ) a formaçloprâtico-profiaaiona l devo &er entendida em termoamaia amploa que de treinnm-nto técnico 5) aëo deaeléveiaflexibilidade. multi e interdiaciplinariedadeė *315


276Ea rros DA ESR UTURA NODAL SOBRE AFoRM ACAO DE cLM sEs DE ES'I* 1.OS EM CW ANCASIane0.mw oa Ji''o ce- c.deRoseuniva idade FH - G s:o cauosO objevo do p- te expe nento foio de ve carosefdtosda distância nodalsobx a f= e de c!n ouko grupo,* esNmdos(Al,M eA3),folwn amesentados semprecomo mœ osem te asRlae s- 'ndas(A.B,A-C,A.D eA.E) , dem odo que rlohouvevH ço da disto cian* .Osmm lfxdosm osfmmm que pm o œ po 1 . comaumOtœ mom ssivo da (Ese ck nG nâo houve M fe cia de ftmç&s(Esndm d inndvasnem equivA dm P= o Cxv 2 , pa o qui lwvia = !fzëx conj= toeestimulosnodais,ossujdtosapresm'Amm M fee cia de fmzçôese equivalM cia dees* u10s.()sresltadosdemons- que a fomle de cu- deestnlo éafetadamlaa-lhwm d% re cm didoe enmm'nHnm.A esfvlelm dasmtxœ com a= entodaA e cl nodi r?o favom a foa e o de olnx- .A e '1h.m com um * coconj=to deese lzosnGhisx eouna fonnalo decl-- N te sossujdtoṣPesqe M ce mla FAPESP.œ aut- sO, ' O te , o lsista de mesH eA FAPESP eM ISKtaGem SRY dOCNPq.316


277FAaUTAY O DA EQUIVALêNG DE ESTIMULOS ATM V;S DEIFAQNING su ETREINO DE NOMEAY O.JJœ lqlianielûlio C.dèV seUnkeaidad. Federalde M n DmdosO objete do presente estudo Kiinves:garos efei- da nturm doestîmulo ne al(visoal-grkNx w .aqditio - rbal)sobre aformae de d- -sdeeqqivalência Os sojeitos*ram dois adoltosj- nsO m desciênda menœ .Foiutilia do um mio---mpl- aorqu* apresenova*stfmulosvisuais (formugeométri- nR repr-enœcionais)natela do mone r.Moaa suj*io Ki> aumasequêndadefases,œ a umaeno e ndotreino de duu diw iminaeO ndidonais (AB e AC)O m os mœ elos A = mo estîmulos nœ ais.œ estfmulosforam diferentes em œ a O ndie .Os x mparae s (B e C)foram x mpre e uais.A modalidade dosme elosvarioe em faeae akemadas:ll- foram visuais em duufe ys.e palavras sem senNdo die u > Io experimenœ ornas duas outrasG- . :T-t- d.equY lência(BC *œ jforam e nduzidx em e ne .K snalde œ a 'fase.G testest- r- laram qu* o sujee 1ne formoq dasses em nenhqma dasfues.Para o sujeio 2 houve KrmaWo gre ualdu da es K Iongo de œ a*- -.e'u dxe s*rmaram-se maisrapida eno em œ af- suœ uka.Numa Yndiesu- m uente,o sujeio 1*ienlinado a nomearos esfmolx .Es> r- - u no semanœ - naR-- dete *s.e no hou- formae de d-*- .Na ûlemaO ndie osujeil *iinstruîdo a nom*aros ee mulosimediae ente ant- do tesh;elex nNnuounom- ndo os estîmulosdurante oteste * moe u*rmàW o de cI-**- .Osr*sule ossqg*rem qQ* a modalidade dœ estîmul- N rliO nR -* -a .formae d. cl- es.e qu* em p* * s*rfadlie a pelaKrme de um * mingM o treinode nomeae dx esgmulolombém e efadliœ afqrmae de ,dasses.Pesquisasnande a > Ia FAV SP.œ aœ res e .res- ' mente.O lsisu dem- e o da FAX SP * bdlsiso d. N sqoisa do œ % . ' *317


278 RELACOES CONDICIONAIS ENTRE ESTjutjut;s n:.CLASSES FUNCIONAIS - - .- ' -'Maria.America Andrade*-ponjirlcia onlversidadeCatolica dq Sao PauloVaughanllg88lyadotando um procedimehtöode reversârepetida de discriminagâo simple:yapresentou resultadgs favorâveis quanto a formagao de classes deestimulos equivalentes em pombos.EntretantgysegundSidmanllg8glytal.prPcedimento projuziu classes funcionais e nâo relaçoes:d'e equivalencia.No presente experimento procur:mos verificar se oresultados obtidos por Sidman sao confirmados se :clajses funclonais forem estabelecldas sem reversaTres estudantes de psicologia horam sujeitos desspesquisa.Foi usado um PCAT-386,um mouse e um softwareapropriado para a coleta dos dado:.Usahdo um procedimento de discriminaçao àimples ,procuramos instalar duas classes funcionais comtre: elementos cada uma.post,eriormente dois novos .estivulos foram acrescentados a cad: classe atrav;de tr:inos condicionais. Foram tambem testadas asrelaçoes de equivalencia entre os elementos de cadclasse .; tereeira faàe c:nsistiu em um teste finalpara verificar se os estimulos ineluidos via discriminaçâocondiciènal tornaram-se membros da classe funcional . :Nenhum dos sujeitos apreoentou resultados positivosnos testes de equivalencia e apenas um teve desempenho satisfatlrio no teste fina).Estes resultados sugerem que a au:encia do procedimentode reversâo de discriminaçoes interf:riuno des:mpenpo condicional dos sujeitos.lsto e coerentea hipotese de que a reversao deve exercercontrole condicionalasobre o comportamento dos su-Podemos coneluir que classes funcionaisyestabelecidaspor este procedimentolnio descreve: os mesmosprocessos éomportamentais da equivalencia.Entretanto, cabe reeonsiderar o procedimento deVaughan jâ que ele parece produzir algo diferentede classes fuheionais .(*) bolsista CEPE- PUC/SP318


279 cLAssEs FUNCIONAIS E RELACUES EQUIVALENTESùMA RspLlcAçXo DE SIDMAN E coLs. / 1989.Paula Braga*-ponttrlcta Universtdade.cat3ltca / SP.A presente pesquisa buscou verificar se classe:funcionais e classes equivalentes descrevem o mesmoprocesso comportamental. Procuramos verificar as diferençasexistentes naà relaç3es entre estlmulos d:uma classe funcional e os de uma classe equtvalente .Foram utilizados tr#s suleitos voluntlrios. O equipamentoutilizado inclui um PC AT 386 , um mou se e umprograma dé software que foi desenvolvido durante apesquisa. O programa estl dtvtdido em quatro etapas.Pré treino, que vtsa a familtarizaçïo do suleito como equtpamento . Discrimtnaç:o Slmples com tnversâodas contingencias, atravês da qual se estabelece 2classes fupcionais, cada qual contendo tr:s estflulOS.Discriminaçxo Condiêional, atravês da qual seintroduz dois novos estfmulos em cada classe -e testa- se equival*ncia entre seus membros. Test: Finàl deClasses Funcionais , no qual procùra-se verificar'seos dois novos estfmulos passaram'a çompor as claéses'Cyfuncionais prevtamente estaselecidas. .Os tr:s sujeitos apresentaram relaçöes funcionais ede equival:ncia, sendo que 'o suleito 1 completou oprograma em 32 minutos , o 2 em 55 e o 3 em-38 mtn .Uma possfvel hip6teàe diz respeito à nëo stmtlaridadeentre o procedtmentù de parttEion e p de dts-'crim tnaçoo >imples. Parece haver a possibiltdade deo p rocpdimento de mudanças repetidas de discrtminaçïosimples ser funcionalmente se:elhante à discri-.minaç:o condictonal. 0 fato de oà tr*s suleitos te=rem formado classes equivalentes pode ser ma jsultndfcio de tal arirmaçïo.(*) bo s ta do CEPE - PUC SP .319


280 Ec l'rœ X -FEEDM CX Pm ERRO K BRE O SEGUIM EN TODE REGRM 'Luiz Cadœ de-AlGlquœ qze *#Aure œ dlda daRlva * tœ **,Fc cynde e oeslvae,Pc ida Sinu lelfe que de Mm 4œ *** , W andœ Q e A rla Ferdra da Rlva **. IMpe tame to de PslY ogia+ - œ ,Unive œ eFe œalX PHMve gr do % varjN dsv uvdsN annnute e do so ime to œ r- ,fœ œn = duzidœ ddsY me tœ .O Y mœ to IG divœ ve fie % oY i- odeY aséne hm Y e ooY m toe Y irrv œ ge z1uz m dlœ do a nD A m * de 8>1% te ds N dinhdro (*fe > * parav ole o Nr e o de ne s+ r% 'rM = duza um de ddsMA œcne *lda t)pœ tœ G12)'fe 1*N av a O Y mm to IliN e gœ *o Y im e to de rv as é m antidq - m o quando o seguir regras prY uz*fe Y & *para œro e o nao segulrregras pre uz N tœ .c to ekudanteuniv- ltériœ (o atro m ra œda exe mento) fœ am submetldœ a umN cœ ine todee hadeM e om mom œ q œ œ instnl- pe u + ene= esm ndiam zs = tingêndas pre ram adas nœ a - imentos, fœ amap- m te % K sujdtono lnfdo de* unu da dto q-- Y m- s.F,mcada tentatlvl um u fmulo m Y elo e tre estfmulœ de m paraçzo œ amv - tadm slmultm ---'--tq a'ystjdtoenunvY d#aœ maddraœnfœnu œT.% da e x lode- o - a e asuma di- œ (= .> ra G1frvma)e = um m o e m uloe doedife a na d- & NaN - o de ee mulœ,osujdto :nha Y ea> N a dds dœ e mulœ de = parae Nœdds> - m aœFaY hœvae e- osqdtoe e e- œ œtimulœde = - ae na s% e da N raf rmm yde N haha pœ tœ tmœtro =ùm = t> ).Cm iudq no> Y e àaûntœ s+ '*ldade- ase udaN o e toquepe ziapœ tœ œaftvma.c (s+ *vdanR de ta > rv a).œ alm œ œ tra o e dl indusiveà e eda v - ra.fœma e o na lv lpe zla*fe Y /pra= No Y x to I1,a fmiœ s+ e dademspeY e pre zla Kfe - *para = œ? a e e iœ da na Y a Qualquœ œ traG e da N e zja N tœ.œ r- ludœ mœtrarr Y q no Y me to àtrasujdtœ Oguiram a Y a :um ddxœ de Y i'la No Y mœto Ià aN % unixjdto Y u aY a e tre ddn ram de> i.1a.F,sle r- ltadœ > am asugu e de queo sv imento deregrasM e sœ mm Mdq Y ando pre zGms+ e dasque= tradizr a prA aregra A &n dlm sugœem quealm nutene do sv lmmto de rer% M e dm dœ do :po deœ ns% *ldœN tv - e eqpraone Y imeltodelv %* PH - da UFPa*M ksta delnid+ oc œ tifiœ PIPES /UFPa320


281 ANV ISEEXPERIMENTALDEEDUG ODEREGM Sglvrynm xz oxco a cxu no.Maeedo.E.c .Fa'tosa.M. .Cax vila.F.C.(I-EtUD * Wicole a,UniveaiXde de Sâo W ulolN- a situaçâo-po bl- - ; eomD rênmento p- - te de manipulaW o devariévds que levam â :01+ 0.Rœ- tas de@1- a* e v- llx çâo tene aaum entar o O ne le N r dim - - deetfm ulo M evantœ e favo- a * iKu O AM - ta- luçâo. No p- -te œtudo foi feita uma M 41* exe o œeomputadoe X do eomm eane to de- f- te a uma site o-probl- a deHulo de > lël- quesubjnv- a dif- te sequadasdeetfmul- numskqt- a le eo fe do.A êo- a O- istia - o* v no monit:rum: e ede li*decom pe ent- dif- œ ,ca% uma m m ae eom a Ietra S ou N,e d- obrir av que Gpliea o que faz uma Iinha - S ou N.O * ** coe tia œn 48fasœ ,- do que - eada uma l-via uma de48 > rasN fveksa sereduzda.Emtodasasfase havia um a m - a m uência de15 Ii* de com primentosvariados.Nela asli* 3 a 15 tLinl- L)coe hnm infonnawo letra S ou N).A Ietra Sntm:a detenninada L indieava que aquda Iie satisfaza re ra a ser decole ;aIetra N o oposto.De uma a outra dase f- a distribuo dasletiasS e N ao longodas13 L mudm eonfonne a rera subja- tekquda f- .O sWeito podia observara- uma L m r vez,aIH * lie imediatamenteanteriora da (A),e da Iie -moddo (M )quefund- vam como ref- te para (1 o- do- da r> .lhmm der@> < uma ax a * L dae ie@sWdtodeviapr- ionaraste aste#TaIarraëo N ida eom que o p- + 1a.* œn eada fase asM uênciasae - deob- açâo deL,1- x o o t- - *s- dido - cada L,ae ksandotakspade - funl o do valor Ie 'co-infonnadoe deeada L.n.rs a fonnula/ o% r- o se to e pletava a Gp- uo 'M cL -A*.*gi' tando duasdesete te asœe almente mm adasemn (s o- do- le cœ *>*(maiorque). ,. ,(tjguala)'< î'(menorq ue , '> = '(maior ou Iplnla), '< = '(menor ou xp-la),, ,# ,tdiferente de),e ''(- M a* ).O p- rama automatie ente conferia nota a cada> eduddw coe - e sx p- luo. M dpna m do œ tudo 18 œ tuda:tœ deintrodulo à micologia c@m ie deme a de>a.O exo eto durava 1sM o de* min que era grm da œn VHS.SW/M M m instnddosa Y olverosprobl- asora silend- mente ora ve lzando tudo o queatavam - do (etratëia do câosileneloso).Rœultadtksindirn- m nâ@ I-verdife- ça enA aseondie derœolul osilend- e ve ia dw sugerindo a%im tanto a natux verbalda M oluçâo doprobl- a ap- mtado q- to a Ie timie de da *n4I1* deeonteudo dasvocalizaçœ .Foiob- ada - torno % fase3: x a M uçâo na dural o * fase eno n*nero de- ineo- ns suge ndo a foM açâo dewn 1--1- set.SW/G gasêm m maistœnx - l.'oh-eS queN,@ que m deria suge uma etratY'a de edulo b- daœn Gde o,j; qœ 0% Iie S M utava 33 M# t- rivaisenq- to 4ue En* Na- 15.No e tanto talmodde - G utado e a f- - te xoe da deedue co- - m- o - p- de hi# t- rivakqainda e o dlm.'nne .Aidentinealo de pad- de v- lxl o queconflavdme tep- M lam a (xorra cia desolul o pn- o sugedr um moddo de edulo m r eo-tnlçâo vebal % soluloan:0ra% - lle sS.Ax io CNPq eCAPES. .32J


'1: ':zj:-.,.!. * . ..,1.:l.t&kl(.f-.,1(-..-'..1.I7'lkI'71. '.%?&kyj *1* .1.-%. -* . ('*1f. .%.:)Isbvt,.'.1-*(.1 tœ'l.* +' ' #'.*(:*'($'%' 1-.:k;%.)--Il.'t:.) 1':'N!-t !:'.i':/!::/2: --.- . . . .-. j:-.:*(jy1.1.j .$ -1-j:.:'f:-% : .-:h.-.-.- :*-. . ... j'x-if.'%hj. f-.-1I.t., -'-%'(:-%.,.1*.%-..z&hjqksl1.1.s.)k .1 #' !r z, III(:.:).-,i,:.lkj.)kf;.'.%-. . -1.: *. J,* , .:.z ='tr . .l. * 4y/.*: .o a.tn ' t:e .j. h, (.>.,r.qy,/rj:)j-.-1j.,14:j;j:w'txtr a . ' , *'i'*-.:$Iz.(g.z.j.j2)t'!= x '- .C!t%a c7% e. FJ.fl1m a k. tq # (1.n z=-4.-.a4.tb.ti'c:' E.-.f-.t' .Jk ''-'1*.''-.1#'.'1..j.*6j.'.* - '1.l3 d .1.%v',.t.(1*QlfJ).xe*l(:3(- . -.='ta.:1 e *1 (- -.-. (.Jf1 œ.- = f.:= ẓk&.-


e'283EFEITO DA INGESTAP CRôMCA DE ETANOLsoBu A w M ORIA EM M TOS.PFRETRA Sgvia Rejane Cnennheira;eCOSTA Annn Edith Belico daUNIVERSD ADEFEDEW DEO M GERM SObjetivando vçrificar o efeito da ingesqo crônica de etanolsobre am emöria remota e im çdiau de ratosFisher , foram 'lcqdos20 ratosm achos ,com iande inicialde 60 dims.O delineam ento exm rimentalfoido timfatorial2 x 2 , onde as vanâveis ; exm rimentais . lreino eingese de --nnol,apresentam m doisniveis cydn -com e sem preleino e com e sem ingeslode etanol- e as variéveis ;efeito foram avalindnq a pseir dos erros dem eméria flmcionale de referência no labirinto radial . Os anim ais foramdivididos em 4 grum s exy trimentais . Dois grum s fom m submetidos a'xtreino pré-> tsmento no libirinto mdlalm rvinte sessöesdiérias(grum s'te'e 'tc')edoisgruposnâo fomm submetidosaessekeino (grum s'ne'e'nc')Aë sum mriodo derecum raçâo do m so,osanimaisdosgrum s'te'e ' ne 'f oram su binetido! a tra#amento crônico com etanoḷ lniciando-se com2 % de concen% çâo e 'àum entando-se n dualm ente até 20 % . o etanolfoim isturado a um a soluçâo de égua e sacarose que m r 32 sem ànas foia l'micafonte de liquido dessesanim ais . Dlxm nte todo este tem m ,osgrùm s 'tc'e'nc'receberam um tratamento controle no quala fmica fonte de liquidoso f erec ida foium a soluçâo de égua e sacarose .A# sas32 semanasiniciou-se um katxm ento inverso de desintoxicaçâo,seguido de um m riodo de livreacessè aégua eraçâo.aë so qualtodostodosao animaispmssaram m r20sessX s diérias de treino X s-tra-mento no labirinto radials comprocedim ento idêntico ao pré-treino .Nestetreino ë s-> lnmento verificouseque:a)Ogrupo 'tc'cometeu menornu'merodeerrosde memöriadereferência do queo grum 'nc':b)o grum 'te'cometeu maiornu'mero deerrosde membria de referência do que o 'tc'c)n:o se obsewnmmdiferenças signifcativasno nxîm ero de erros de m em 6ria de referência enkeos grtlm s 'nc'e 'ne' d) nâo se encontrsmm tsmbém diferençassignitk ativasde erros de mem bda ftmcionalenke os grum s 'te'e 'tc'IConcluiu-se que:a)OsmtosFisherretêm aprendizagensadquiridnAum anoantes;b)o Mcooltem efeitosadversossobre@ memériaremotw masnâo see edizero mesmo sobreseusefeitossobre amemöria flmcional.Deacordo com a literatnm revisada y esta é a prim eira vez que se constata emanim siso efeito do .etlmolsobre a memôria rem ota323


.284 EFEITOS DO ETANOL NO DESEM PENHO DE RATO S-SOB UM ESQUEMA ENCADEADO.LisiaqeB.Araujo,A lcyrOliveira,W .Gom es. Depl.de Psicologia -UFRGS.Investigaram -se os efeitos de duas dosagens de etanolsobre odesem penho de ralos em um encadeam enlo operante. Foramutilizados cinco ralos W iptarm achos,com aproxim adam ente 60dias de vida no infcio do lreino,em regim e de privaçâo de égua.Estabeleceu-se um a sequência fixa de três respostas sob controlede diferenles intensidades de Iuz em um a caixa operantem odificada:locaro trapézio,passar pela argola e pressionarabarra. Para verificar os efeilos do elanol, os sujeilos foramsubmetidos a injeçöes intraperitoneais de soluçâo çom posta deelanol 99% em um a concenlraçâö 2O% v/v e o reslante dasoluçâo consislindo de 0,9% salina,com volum e baseado no pesodo anim alno dia da injeçëo. Duas dosagens de etanolforamutilizadas:0,6 g/kg e 1,2 g/kg.Realizaram -se duas sessöes comcada.dose,itercaladas com sessöesde injeçâo de salina 0,9% esessöes sem injeçâo. Esla seqûência foidiferenle para cadasujeilo.Regislraram -seosencadeam entèse a frequênciadoserros(respostas isoladasl.A anélise de variância revelou um decréscimona laxa de encadeam entos nas sessöes de elanolem relaçâo àIinhadebase e àssessöes sem injeçâô e desalina (p< 0,05),nâohavendo diferença significaliva enlre as doses utilizadas. Emrelaçâo à taxa de erros, nenhum a das respostas isoladas foialerada significalivam ente pelo elanol.Portanlo,esta droga nâoaumentou a variabilidade (respostas isoladas) no esquemaencadeado,apenas dim inuiu a frequência dos encadeam entos.Esles resulados devem -se,provavelm ente ao poderdos estfm ulosdiscrim inativos presentes na tarefa, que perm àneceramconlrolando o desem penho dos anim ais, m esm o sob efeito do .etanol. PROPESP/UFRGS*324


285 Mooulaçâo DA MEMôRIA ATM vés DA ,ADMINISTM O O DE BENZODIATEPINICOS.Eleonora de Moraese;Maria Angéliœ Souza Silvae e CarlosTomaz.Laboratôrio de Psix biologia,Faculdade de Filosos a,Ciências e Letraà d* Ribeirâo Preto, Universidade de SâoPaulo,Ribeirâo Preto,SP.Sabe-se que benzodiazepiniœ s(B foram testados 48 horas apbs.Os resultados indlo mfaciltal o da pedormance,dose-dependente,nos animaisquereceberam FZ i.a.+ VE i.p.e prejuizo nosque reœ beram VELa -+ DZP i.p-Entretapto,os pnimaisque çeœ berpm FZ La +DZP i.p.tam bém apresentam déficits na'p:rform an- . Estesresultadossugerem que embora a modulal o da memôria sejainfluênciada porBZD no CA e no n 'ucleo BL da Mmigdal, a DZPi.p.tamb 'em influência na modulal o da memôrla atuandp emoutras reg-loes do œ-rebro.w Bolsista do CNPq , o. bolsista da CAPES r'. .'.j25


DFTFpWI:àçI0 DE PàRâMETpnq DE RàDIàçI0 PIR:T.Kqlo glpcràMpàt VIKA?Dn o ERTHDO DEDISC#IxIxlçI0 COXDICIO#àI. Wnv-ir a . #itaC.x.1**; xo4piry . :.V.2.' Bueno. J.l. 0 . A eIaviem. G.F.J. 1T>h. Psioobiologia. kTcL-RP.Fi 75P-. zDep. de Fisica- BCFX-RP. BSP; JDep . desiologia Geral. IRHKp.Vérios autor-n té> prnnurado evidênoias que-OOJ qual p de axmnnlaç;o quee/tea qu jaoente # soluvïo d, disorxxina çoes econdiczonais B serzadas do tzpo Z->à+ . l- .ollnnd (1990) e nirsh (1978) sugerex que ohipocaxpo e pspecialxente as célulasgranulnr-x do Gzro Denteado hipaoâxpal t-e.papel ixportante na aquisi çao - e reteno:o deMsxtu:- que envolve. operaosescondzoionais. à lrnso seletiva destas célulasatrav-es P de radia oao e ionizante (Bayer eeters. 1977) t:x sido mrmsiderada eficaz noestpdo dos efeztos da l -xno e hipooaxpal exv-arzas tnr-fas coxportaxentais. x5o se obtevereplioao:o dos o-nultados d-xnritos por Bayere Peters relativos aos parâxetone deradia oao e . àssi m . oexlizou -se . no Servioo deRadioter.pia do ncFxnsp-Rpe um e.tudoparaxetrzoo co> 3 tipos de radia *a0: - ralos-lco* energias 180. 200 e 250 k v p.. raios g:xa(Cobalto 60) e eletrons ex duas energxasdiferentes - 3 e 7. às dneee joraxfraczonadas ex 5 ou 3 vezes poq sexnnn,conmemutivas ou alternadas. ex totals de l3,14, 16. 18 e 20 Grays. Dados prelixinnr--erevelan que a dnx- total de 14 GF. mrenergiade 200 :Vp. fraoionnaa ex 7:2 GFnnnxeM:tivo:, provnna : u>a lr-v'o da populaç;ode células granuln*-e dent-ndas hipooaxpaisde apYneixadaxente 85:.àpoio Finnnm-iro : FâpEKp. C:pq e CâpFq .326


28 7PAQUERA: P: ESTB9B C9HPARATIQO ERTRE S E HOLKFRFSgrigeirn, H.; Calvano. N.; Hiranda.P.;Rales, :.e Silva.A.P.'Centr: de Filosofia e Cilncias Huganas/lnstitqto dePsitolugix/gepto de Pbitolbvi: Gerale Experimental/Nltleode Estudos de Relacienaxento AxcrcsoEsta pesquisa descritiva objetivou evidenciar asdilereqças cntre helens e lqlhereu quanto a aspectos dapaquer: calo 'suadeliniçlo,as inllulnciasna escelKa dopaquerado.as *otivaçöes 4ue leva. a paquerar,a prelerênciapor q. tipo peculiar de paquera e sequ axbieateu ideaiu .Para isso 1oiqtilizada q.a axostra censtitufda por 2@:suïeitou. escolKidos alcatiriaweqtt,dc zwbou os sexuu eidades (adelescentec a adultcc). graus de iastruçlc,prnlissöese nfveis sociaicvariidns.9o totalde sqjeitou,t::. na prileira aplicaçxo. lora. subletidoc a q*questionlrio aberto coqtendn pergqntac rclacionadau 'aosaspectns da paquer. jl citadns.0c cujeitcs rcstantes, naseguada aplicaçlu, Icra. sqbwqtidou a u. queùtionériolechado. elaborade a partir daanïlise do primeiro . 9e 'acer de :e4 as la iores frcqëlncias de respostac sewelhanteuebservadcas e. tada pzrguata d: questionïrio aberto, lnra:escclhidas as opçdes de resposta censtitqinte d:questienlrio fechzdq. E* agbas as aplicaçdeuz csexperilentadores snlicitarax. pessnalxenteta colabcraçaé dnusujeitns para qqe respoqlesse. es quectionariœu, dAmdo-lhesas devidas instrqçdes e perxa'netendo jqqto aeL sujeitosdurante toda a execuçl/.Apartird: resultado obtido pelaspercentagegs de cada iti:de cada qqestzo. observoe-seconsideriveic cnnclusöes abrangendo as respostas de todns ossubeitnse a Eolparaçloda% respqstaà *altulinase fewiniaassepArzdaeente.Pode-se destacar alguxas.colo a definiçlo depaqqèra c/g: sendo q.a troca de ol%ares para 57: de todns essqleites.cc*e taracterfstita ffsica qqe lais iqpluencia naescolha da Aescna paqeerada. * o rnsto- aparece para 8â: dasrespestas le.iqinas e *@ corpo- para 47.5: das respestasxasculinau,entre outras.327 ' - ----


.288 EXPECTATIVM DE CASM ENTO EM FILHOS DE PAIScusax s-'x FzLunm-5E 'Pp:g''BEPPRPDDS. F jNPTOM .##) MOURR, C . B.A) MELLO, H. C. M.A Deptode Pl.i.iologia Geral e Anàlile :o'Lomportamentg. UniverwidadeEstadual de Londrina PR.Oa estudos realizados sobre relationamentoTamiliar. e maie especificamente sobre as leparlçbemconlugail, t*m fornecido poucoB recurlow para a anklise dasvariâveil envolvidas nelta lit'uaçâo , e do qrau em que elalafetam ol filhos, principalmente le a 'eeparaçëo dos paàsocorre na fase de a dolelc*ncii'doo filhos. Como a separaçâodos paio influi na expectativa de casamœnto Tuturo dosTilhos, ainda l algo que tem sido pouco .studado edemonstrado na literatura . A presente pesquisa teve comoobjetivo investiqar quail *ëo al expectativas de casamentode filhos de pais easados e separadol e le .hâ di


289 o FICAR E o NAM ORAR vlsTos pELos A DOLESCENTES.D.John,c.L.W eingartner,L.R.Bonamigo,M .Goidanich,W .B.Gomes.(Departamentode Psicologia,UFRGS).Os relacionamenlos afelivos entreadolescentes podem serexpressos,atualmenle,pordois estilos:o ficare o namorar.Este estudo objetivou verificarcomoadolescenles definem evivenciam eslesdois estilos.Para tanlo,entrevislou-se30 adolescenlescom idade enlre 13 e 17 anos,deambosos sexos,estudantesde escolas darede particularde Porto Alegre.Asenlrevislassemi-estruturadasforam gravadas e lranscrilas na fntegra,pontuadasem unidades de sentido eorganizadasem calegorias descritivas:caracterfsticas diferenciadoras,preferênciaspor um ou outro eslilo,e Aransformaçöes que podem ocorrerno desenvolvimentoda relaçâo.Os estilos foram diferenciados pelos adolescentes através deseus conlrastes.O ficar seria de curta duraçâo,Iim itando-se a uma situaçâoespecfica (um encontro no bar,a coMpanhiadeumafestalenâo implicando emexclusividade e comprom isso. Os sentimentos nâo sâo inlensos. Nestesencontros,acontecem contatosfûsicosaindaque envoltos em incertezasquantoaos seus Iimites. No entanto..conversar abertamente sobre sie sobre osenlimentoque se 1em pelo outroedependedo graude intimidade,que,em geril,m antêm-se supedicial. O ficar foitambém referido como altamente incentivadopelo grupo depares. Em contraste,o namoro seria um arelaçâo duradoura,queenvolve um com prom isso.Este com prom isso significa exclusividade,respeito,responsabilidade no bem estardo outro,e participaçâo efetiva,isto é,saber.sem pre do outro (onde vai, quando vem,etc.). O gostaré um ingredientefundamentalda relaçâo,e aintimidade no falare no agir(corporal)éuma forçasemprepresenle.As juslificativasparapreferirum ououtro estilo variaram emlermos dascircunstânciasespecficas de cada relacionam enlo eda vivência decada adolescente. Finalmente,os adolescentes perceberam a possibilidade delransformaçöesnestesestilos.lanto em relaçâo'àpassagem deum estilo Lficartpara outro (nam orar), quanto em relaçâo a modificaçöes nestes estilos queocorreriam com a passagem da idade,pelo amadurecim enlo,pela m udança devalores einteresses,e peloaumento da responsabilidade. CAPES /PET329


290 RELACIONAM NTO M OROSO: O QUE 2 O NFI-. . .CAR N. PARA OS 'M OLESCENTES . Câssia E'vangelinada Silva Simonee Fabiano Fonseca da Silva,Lilian Romani de Goes Camas, A ilton Amélio da S i1-Mq (Instituto de Psicologia da USP).Aparentemente éurgïu um novo fenômeno entreos adolescentes brakileiros: o 'fficarN. O objetivodesta pesquisa é ver ificar como os adolescentesdefinem este modelo de relaçlo e como se situamdentro deste .Qulnze universltârlos (8 homens e 1 mulheres)foram consultados numa primelra etapa e 34 (17 homense 17 mulheres) na segunda etapa deste trabalho. A primeira etapa cons istiu de entrevlstas lt- 'vres onde os sujeitos faziam afirmaçles a respeitode 'ficar '. A partir dos comentârlos mais freqûentesconstrulu -se um questionâr io, composto por 14aflrmaçFes que descreviam comportamentos e sentimentosque ocorrem .no *ficard'. A tarefa dos sujeitosera relatar, através de uma escala de 1 pontoso grau que anufam ou nTo com cada uma das 14aflrmacdes.Tanto homens como mu lheres concordaram que:no 'ficar ' exlste troca de beljos e abraços; 'ficar' ngo é satisfatôrio emocionalmente; 'ficarM êdistinto de namorar ' sendo categorias diferentes.Os homens afirmaram e mals fortemen te que as mu lheres'que no Mficar ? existe envolvlmento emocional.No geral houve uma tendência e estatistlcamentesignificantee entre homens e mulheres na forma deresponder às questles apresentadas (r=0,80;p


29z AFERIgAO DE ATITUDES DE JOVENS SOLTEI-Roslws) FRENTE A cRlsE Do CASAMENTO (*)ernardo Jablonski e equipe de pesquisa em PsicologiaSocial da PUC-Rio (**) (Univ. Est. do Rio deJaneiro/puc-Rio)Rêplica de estudo realizado em 1986 por Rodriguese Jabl:nski: sobre atitudes e expectati -vas frente a topicos relativos ao casamento: sexulidade , papel da mulher , vantagens e desvantagensda vida de casado e asor, entre outros. Foi utilizado o mesmo qu:stionario do estudo anterior, :ompequenas variaçoes (como por exemplo, a inclusaode questses sobre a AIDS). A amostya foi constitMfda por universitârios de classe media (51 do sexomasc. e l09 do fem.; id:de midia: 20 anos),prEvenientes de 4 univ. (2 publicase2 particulare*.Dentre os principais resultados, podemos citaro desejo da maioria dos jovens de se casar.osSs supöem que, apejar da crise, o casamento estâmelhorando em funçao da emancipaçâo feminina e deuma maior liberdade e igu:ldade. O amor & idealizadoe visto como uma especie de elixir pâgicq quetudo resolve. A questâo da sexualidade surgiu commaior intensidade neste estudo, tanto por sua vailorizaçâ: dontro do casamento, como por uma maiorcondenaçao a infidelidade . O conflito entre o discurso e a prâtica revela-se atravis da confissâode infidelidade por parte de 50% da amostra masc.Estes dados se tronam importantes, pois na resposta sobre cuidados contra a AIDS. a cr:nça na fidlidade do parceiro foi citada como a unica precaçâo por 23% da amostra fem . Outros dadös obtidosrevelam mudan ças nas atitudes frente ao casamentx(*) Apoio UERJAPUC-RiO, UGF. (**) GemalzB.z Rocha,G.;Humelzs.i Riedelzp.) Toledo,M.T.; FortewM.; Darriba,v.A . e StrattonyL.331


292OS SEIS ESTILOS BISICOS DE AMOR:ANXLISE DA DISTRITIBUICâO DE ACORDOCOM O SEXO E A IDADE . Selene da Cunha ;Paula Frïoli; Leda Vaàconcelos; S:rgio Nogueira-Filho e Ailton Silva - Departamento de PsicologiaExperimental - Universid*de de Sdo Paulo.o amor rom:ntico foi dividido por Lee (1988) emseis estilos bâsicos: eros (amor apaixonado): ludus (amorpassatempo), etorge (amor amigo), pragma (amor 'shoppinglistele mania (amor obsessivo), agape (amor altrufsta). oobjetivo deese estudo foi verificar a distribuiçâo dessesseis tipos de amor, de acordo com o sexo e a idade desujeitps da classe mgdia do Estado de Sâo Paulo. Foramutilizados sujeitos de três fxixas etlriast jovens-ls a 17anos (l5 homens e 15 mulheres), adultos-3o a 40 anos-tlshomens e 15 mulheres) e 3a idade-acima de 6: anos (l3hopens e 12 mulheres). Foi aplieado o questionârioelaborado por Hendrick & Hendrick (1986), que cont:m 42questöes que pedia aos sujeitos que assinalassem em umaescala de um a cinco quanto ao grau de concord&ncka paracada uma das questôes. As m:dias deconcordância/discordância obtidaœ foram tratadas atrav:s deuma ANOVA (2X3). Os principais resultados obtidos foramr otipo de amor que prevaleceu em todas as faixas etârias foio eros; ludus e pragma foram os estilos mais rejeitados; amulher jovem apresentou-se mais 'manfacau em relaçâo aosdemais sujeitos; na terceira idade observou-se uma maioraceitaçâo' dos pstilos de amor em relaçâo aos demaissujeitos, com exceçâo do ludus. Estes resultados corroboramas principais conclusöes da pesquisa de Hendrick & Hendriçk(1986). No entanto, uma das maiores discrepâncias entre osresultados da pesquksa daqueles autores e desta aconteceuquanto à maior aprovaçâo pelas mulheres: do que peloshomense do amor tipo pragma, naquela pesquisa, o que nâofoi encontrado aqui.'Nâo existe uma explieaçâo clara para amaior aceitaçëo por parte dos idosos em relaçâo a quasetodos os tipos de amor e para o fato dos homens serem maisoaglpicose do que as mulheres, principalmente na tereeiraidade. Estas questöes deverâo ser objet@. de novaspesquisas.332


293LOCUS DE CONTROLE ,SATISFACXO CONJUGAL EPERSPECTIVA DO CASAMENTO. Carmen I.D Ia gos-tinz Span ollDepartahdnto de Servico Social - Uni-t'versidade Estadual do Oeste do Paranâ).O tema da Satisfaçâo Conjygal tem despertadomuito interesse e os estudos ja acumulados compreendemquatro d@cadas de investigacâo.Este estudo tem como objetivo verificar rela-'cöes entre sexo, locus de controle coùjugal e satisfaçâoconjugalts.c.), assim colo verificar relaçöesentre locus de controle conjugal(L.C.C.) e avaliaçâoda vida conjugql futuratperspectiva otimista ou pessimistaquanto ao futuro do casalento). Investigamosas seguintes hipôteses: -Existe diferença entre homense mulheres em relaçâo às diferentes medidas deS .C .- Existe diferença entre os diferentes grpposde tempo de casamento em relaçâo a diferentes medidasde S.C. - Existe relaçâo entre L.C.C . e avaliacâoda vida conjuga1(A.V.C.), esperando-se que: quanto mais internos os sujeitos, maior a S.C., quantoh'maié internos maior a A .V .C . esperada para daqui acinco anos. E qùe, sujeitos çom L.C.C. mais internostendem a apresentar perspectiva mais otim ista em relaçâoà A .V.C. futura. A .amostra foi constitufda por157 homens e 159 mulheres, todos vivendo seu primeirocasamento , e apresentando 2* e 3* graus de escolaridade,alocados em quatro faixas de duraçâo decasamento , de 6-10, 11-15, 16-20, e 21-25 anos. Fizemosuso de um questionârio, que aprepeùta instruçöesasolicita dados s6cio-demogrâficos e respostasa tres ejcalas de mediçâotEscgla MMLOC, Escala deSatisfaçao Conjugal e Avaliaçao da Vida Conjugal). 'Oà reàultados perm item confirmar a influenciado sexo e do tempo de casamento dos sujeitos na sa- .tisfaçâo conjugal. Ainda, pode-se afirmar que o 1ocusde Controle Conjugal influencia a Satisfaçâo CoEjugal e a perspectiva futura do casamento, de modoque quanto mais interno for o locus de Controle Conjugaldù sujeito maior & sua satisfaçâo conjugal, emais otimista @ sua perspectiva para o futuro do seucasamento, principalmente caso se trate de sujeftodo sexo mascu lino .cxpq333


294IDENTIDADE DE G'NERO E AUTO - ES TINArerreira, Karïa Cristina -Federal do Rio de Janeïro .Univèrsidade# relàçio :ntre ldentïdad: de gsne/o e au-+-- L .eïdo explïcata por tres diferentes mo-elos. O modelo da congsuencïa sustenta que a autodto-estimestim*:nos homens, esta positivamente aesocïad: a-penas a masculïnidade. e, nas mulheres: apepae a fmmlnïlidade. O modelo da androginla sustenta que osfndivfduos andrdginos (alto grau de masculipidade efeminïltdade) apresentam uma masor autovestlma queos mentedemascullnidadeoudefeminilfdadé) indivfduostipïficadossexualmente(alto .!modec rausqlo da masculinldade sue enta qug a auto-estima estapositivamente assoclada apenas -a masculintdade easslm, homens e mulheres com alto grau de pasculinédade apresentam malor auto-est 'lma . 0 objeiivo destet


295 HA'B IK 1DA D E s s o c IA Is E o : N E Ro :u M E s T u D o c o M A D o L E l c E N T E * ..œ IPre e,Z.A.P.; - 1Pre e,A.;Si* Neto,W .M.F.',Lima,D.M.Univeœidade Fe eœ lde U- rlândla.A imm rtância da inteœçâo e ialna O nstrul o do conhK imer;o e ore.nnhe imento da> habilidada inter- is * mo objetiu e ucacionalsuèualmente ne ligenciadœ G la'e ucal o formalenO ntram-se na base daprM nnte N uiu .O trelno Informaldas habilidada e iâis é grandem enteafetadoGlasexe te p,olores,crenças,etc,pr--nte no oontezosöciocultuœl,#pre uz rem rtiriœ diferenciadœ em K nçao de divemM Ktores,entre œ quaisa idade e o sexo.A pr- -nte N uiu t- como objetivo aanélise do reG rtôrio das habilidada e iais em adol- de G udanta ,de8a.série a pré- tibulanda (15 a 18 anœ ),e daspœsfveis diferenD s entç:eles em funl o do % xo e da idade.œ dadœ foo m obtidœ atrae s de um inventédo de hablidadese iais construldo a padirde situaW a inte- is mais frm uentementeve ncladas,O nforme I- ntamento prévio.O i- ntério X ntinha :3 ltens euma folha de ru - tas O m uma m Ia de 5 K ntœ (0 a 4),na qualo sujeltoOtimam a frm uência ooM que emiia a re e a indio dora de come tênciasœ lalem cada item . E-e- ltens œ ntem plao m 5 classes de sltuaçöainte- is:com * m hK idœ (A);com amigœ (B);= Kmiliare (C);com sexo o> o (D)e oom conhK ie em geol(E).As res- tas foo m transformadas em R ra , prY- endo-se àanélie d- rite e Otatlstio dœ dadœ (Mann-W iney e Kruse l-W alis).œresultados mostraram:a)que œ esco- médloe de cada Rem,IndeG ndentede sexo e idade, o riaram de 1,2 a 3,0,com a maioria dela situandœ se emtomo do m nto médlo da m Ia (2,5),b)que os - r% foral menoresnoconjunto A e malora nœ conjuntœ B e C;d)que hé uma diferença de ftensnœ quais,indeG ndente da K ixa etéria,a com m tência e ialparnnr estaraAe iada ao O xo;d)que em alguns ItensA rre uma ine e o da suG rioridadeligada ao -vo ao longo dasKims'etérias',e)que œ sujeitœ do sexofeminino e o mals x mG tentes que osdo sexo maK ulino no conjunto A,G - ialm ente em K in s etârias m enora .œ dadœ sâo diK utidœ em term œ de M ores e cio-cu:urais associadœàsdiferenD se semelhanD soi- &adase em suas implicaW e * rao da enm lvimento da come ência e ial.Que töes N ra N uie- futuose o l- ntadas.335


296 MINX l** *TNIGM :UM ESTUX DE IDENTIDADEe x EM cl/ANos AM IEK ENTES.> 1Pree ,A.;Ramx ,E.C.e Figuelre o,M .S.F.Une aidade Fe eolde U- rlândia @ G).> ax rdo O m o me lo de iden:dade = ial(MIS)de Ta#' IeTumer(1= G),a idenNdade = ial- * envolve um pr- - de çom-N ral o = ialonde o indlvlduo *nde a aœ nKar:a)as O -- rlsNo sN K - O > em relal o ae demals membr* do gYK ;b)a hmme eneidade das O &œ rle ças O lee * > s do prôprlo gru* ;c)as de renças Kvo/vels ao préprlo gruN em relal o a o* * gru- .Aiden:dade = ial- K> e e % x ne xirum **rde e o gru- le,x n-oentemente,um ine zmen* d. sobreviv:ncla luo m ldas minmrias étlO s.é de x es- rarque,em mpe = = ,o O n*e = ialmajoe rio Knçione * mo **rde enH qux imento d: iden:dade minori-Krla e que - M deo x ja màis aoeœ ado nas geraW es mais novasd* - gruN s.R.nm o obje o de e ldara idenNdade = ialem adol- -ntee anos bu= u-x .iniçialmente,uma maior proximidade çom algunsgru- de cigan* aO m- dx e moodore da çldade de U- rlândia.inves:gandmseo uso e valoœçâo de um roIde adjeNvx que x -iu deba* à O ne ul o de uma --- la (:> Like/)com 15 adjeW ' 'os biN lares.E= M M la foIaplic da em 20 adole xne na * i= eK ria de 11 a 20a= ,que am liaram a siprôl os.ao gruK (ingroup)e ao brasileiro emg- l(outgroup).A anâlix d- * e '-A-AIe O (Prou de Frle man)e ouque:na x mparal o Ingroup veous indklduo,a valore l o do ingroupM - eu em 8 dim ene e e a do indivlduo em a- nas 3;O m - œ ndo-xingx up e ouk roup,a u lore çâo do prôprio gru- x orreu em 8 dimenees e a do grum ae-rno em ae nas 4:na çom- ol o indivlduooukroup,*adol- - ne x a> m lore œm em 6 dimene e e ao liarammais Kvomvelmen* o oukioup èm a- nas 2 dimene es.Es- dade çonsrmam as su- iW e inerene ao MIS e m-H m que,a- rda insuência db conke = ial,* jrù- de adolœnte e anos par- m G orçar-x na pr- -o de sua idenNdade= ial- i- e na sua x brevlv:x K enquan* minoKa ét iO .Oe osa de dade e o analisadx ,Ievae ndœ x que e N œ inv-: a esfl- lras.336


297 ARYRS NA CONSTRUCXO DA IDRHYkDADE DE J2vENs AFRO-BQAKILEIROSSOUZA , Irene sales. Profl Dr4 do Departamento deEducaçâo, UNESP , Franca.Realizamos pesquisa junto à jovens do Grupo deTeatro Travessia e do Grupo Cativeiro de Capoeiracom objetivo de verificar efeitos de sua participlcâo na constituicâo de suas identidades afro-brasileiras.Fizemos levantamento dasapr:sentaçöes tNatraise de dança dos qrupos e anâlise do conteudode peças, mûsicas è dancas.. Usamos depoimentos para analizarmos categoriasrelacionadas à transformaçâo da auto-imagem, do seEtir participaùte de :ma comvnidade cultural de or1gem comum e com historia propria qu: foram estimuladas pela participacâo em qrupos artlsticos que 'tlnham como criaçâo conteûdos afro-brasileiros.Verificamos que o grup? de teatro e de capoelra caminham ap:iados nas ra-izes culturais e atrav:sde sua expressao artfstica compojta de textos # daaças, manifestaçöes keligiosas: musicas afro - bras'Aleiras reativam os valores proprios do grupb, afimmando atravis deles aspectos psicossociais que foEtalecem a identidade.O teatro negro tem seu valor para o negro e :1ra o branco no sentido de uma maior conscientizaçaoda nossa comunidade espiritual, cultyral e, sobretBdo , para expressar sua mensagem historica contra opreconceito e à indiferença da sociedade.O Grupo Cativeiro : um grupo de resistência nEgra, forma seus alunos dando-lhes consciêncla doreal significado hist6rico e cultural da ca/oeira ereforga o valor do negro como lutador . 'A Arte Negra & ponto de refeyência positivo enecessârio expressando manifestaçoes iulturais r:primidas e resistentes para a composiçao do imaginlrio coletivo e da identidade nacional.337


298 O ESTA BELECIMENTO DE IMAGEM NAC IONAL EM C RANCAS BRASILEIRAS DE ORIGEM AFRICANA E EURPZIA DOS 6.0 aos 12.0 ANOS.SANDRA REGINA SILVAI VALQUIRIA CAETANO SILVA e ANTO-NIO RIBEIRO DE ALMEIDA .Em um estudo com crianças sulças, Piaget (1951),pe squisou o problema d a imagem nacional e investigouos f:tores que inflienciaram na identidade e a per -cepçao que :s mesmas possulam dos povos vizinhos .O objetivo do p6esente trabalho foi bepllcar o referido e studo , po rem m ais parcimonio so , limitando-seao probàema da imagem nacional e apresentando Algumaalteraçoes, principalment: no que se refere ao instrmento utilizado, questionario ao inv@s de entrevistaForam ss . 66 crianças, de ambos o sexos, residentesem Uberlândia, MGe cuja faixa etâria variava naYpoca dos 6.0 aos 12.9 anos. Destes, 22 Ss . eram deorigem negra, m:triculados na rede escolar estadual44 de prigem europêia, sendo 22 da rede escolar estadual è 22 da rede escglar particular . Foram aplicados qu:stlonlrios com 52 questses exployando os temasituaçao esaaço-geogrâfico, identificaçao e contraidentificaçao.Os resultado: obtidoy mostraram uma grande defa -sagem na formaçao da imagey nacional das crianças estudadas guando comparadas as crianças sulças. Umacomparaçao âen#re os ss. mostrou que Qs pertencentesesco la particular ùbtiveram maior exlto do que osda rede est:dual. Ficou evicen&e ainda o alto graue preconceito dos $s. em relaçaoâ raça japonesa euma identificaçâo negatlva das crianças negras.do sexo feminino em relaçao ao seu grupo .* Bolsista de Iniciaçâo Cientffica (CNPq.)33!


299 A s IMAGENS REAL E IDEA L DO BRAS ILEIRO NUMAAMOSTRA DE BRA SILEIROS DE ORIGEM JAPONESAAntonio Ribeiro de Xlmeida *Andrea Hidq MishimaAlmeida (1983, 1984, 1990) tem pesquisado o probl -ma da imagem real e ideal do brasilëiro. io longodos seus estudos elaborou, com fundamentaçao em Horney (1945) e yewcomb (1956) o consttucto de imagetreal e idea l. E1e verificou que a imageà real do br -sileiro tem se revelado Honsistentemente negàtiva.No presente trabalho e feita uma comparaçâo dessesestùdos com uma amostra de brasileiros de origejaponesa (N=44), de ambos os sexos, cuja idade vari:va de 18 a 70 anos, residentes na regiâo de RibeiraPreto, SP. A escolha da amostra objetivou veri/icarse os dado: obtidos anteriormente iriam novamente 'ocorrer , o que revelaria maior generalidade , com Ss .oriundos de uma cultura huito diferen te da brasileira. .Os resultados obtidos revelaram consistência dosdados quando se ref erem â imagem real do brasiléiro :a)carnavalesco; b) imit:dor do estrangeiro; c)superEticioso . d)alienado polktic:mepte; e) preguiçoso ef) p:ternalista . CoM relaçao a imagem ideal : concprdancia nâo foi totàl e tBdo indiça que a 'eticado trabalhol' = uma caracterlàtica da cultura ja/onesaonde as pessoas costumam ser ,identif icadas pelotrabalho (Xịde Lebra, 1976 , sckcpc-:cna hafsha scnagakueeY scn) -k inf luenciou na seleçao dos iraços :trabaliadork honesto , disdiplinado , respeitador daNatureza e das Leis , W litizado e patriota que apareceràmcom alta frequencia na imagem ideal .Esta pesquisa permite concluir que #no que se ref î .re a imagem real do brasileiro ,existe um mesmo sisttma cognitivo e uma diferença perceptual entre os brasileiros de origem japonepa com os de origem europei .* Universidade Federal de Uberlândia, UberlândiazMG339


300P'A:2lBLlç,pPE NOFES FCùPRIBS 9E ZCIAQCàSIE kf9ELSùrl0-E20%5:1Cp ôLT0' . ElAineT edreira zaiinevick (x)(xx), lnna zristina ?ereira dqlle Ceser (x), panielzravallini (4), Elpane Esteves (4), keusa sqaraciaka des santcs (4) (4x);(xlnstitqt: daFsit4lilia 1ABSP :(x:) zenirede Estqdes1: zrescixent:e dnlesenvôlvi:ent: 10 ser dqgann-xxxE. estode anterinrxenierezlizaln,RjB1:p91C8 etalii .(i??i)pesluiseq' aatribqirlcdz ncgaaçlnde51criAnçasde 9 a2ancsie,fvalsùcie-eccnsRic:baixn(iaix.rendze iaixa escclaridade, jrqpc #) . ;partir dasrespestas ladas pelcs.pais aduasdS qqestses: gqe,escclkeq nnc:eeperlqe: nc:e1ni escelàida,citeveascategerias:E, 841,24slt,?j1/d1E,0LT.O à prixeiraperçqntA e(S1é1l2;, FANTISI;e?ARERTE tsejqnda perjqnt..rrqzandaessesdnisccnjqntcs decata gnriasccnclqiqqqe lqandnnspais escelàera.e: cenjqnt: lizerag-napre4eregcialxente nacatelreria EsTI112j enqqantn qqRndn:PAIcq:lE escelkeqseparada.ente, prv4eriq Rs cAtegcrias FAFIASIà ,e P/ZECTE . 2 presenteestud:repliccq esta pesqqisa , utilizandc-sedn:es*nxétndn e-instrqgentes, cc& 19crianças,25 eeninnse 25 galilas , de( R7 alms,de pais dezdt nfvel sdcie eceqsqicealte (altarindae dveldeescchridadesqperiqr , grupc /).eve-se cne resd tad: qqe Ds lc.es fcra. escnlhidns prèlerencial.alt: pelc 2AM L(x* < û,Ii),preferencial:ente e: EsN112j (g* 2û , ûi). dIc iceve'diferenças'Gilnilicativas asscciRdu R glnert. zrqzudc csdci: ctlîqltts de cRtagnrias ,veriliceu-se F41 we e21ML escalhetlsilnificativa.ente gaise:Es1i1I2j , cc:relaçl:aN?R ne:lEweprelerira.FAHIASI eMZEdE (g* xû,I2).sqrgiu tlza xvacatepria:1j C2lM%,e: qe: ncge!ciescclkidnc:.hx AR pripriv crizwavpùsnseqnascixentn, assi: c* :tl, tip: defm.inad: QEjk (2lï dcs cascs) cndecs paisdeclarara. ter escclà* n na.ej:rser 'cqrtc,Vcil,dcnitc,4crted'.Esteestaccqlirqx e Aprdlmdfm atnnclusandnestqln anterinrncsentidnleql! ospais& .rqp 4tantnescnlieru e.ccnj ltn, waltc::cateprias 'neqtras' , nanczrregadase sf.ieles e silni4icaides ezecicnais, qante ac lazere: issc , lizerarxxplicitAnln tA1desej: nniipn 2LEld e na &ntivarlcP2ùPRI) ER1)


301CARACTERI3TICZ: Dâ CLIENY= .A I'FA:TIL DQ ''CLEQ DKKSTPDO: K FE:QUZ:A EK P3ICOTKRAPI: BRKVE (#EPPB)TQSEID:. Kliea k.P.1 GAT'I, àaa L.*1 XâVIER. Ioae :.Poattrteia Batveràtdade Cat*ltca de CamptnaaA xeeeAedA de er,seehte de adeqqar o atendiœexto proftzst- -l * populaçlo atendtda exige o eonheeimento 4* aeqyern r e 4. tipo de dewaada predoe nante. ObJettvol- eya,) earaetertzar a cltentela infantil assistida xo FKPPIde 1989 a 19951 >) eoasu tar aa foates de eleamtnh- ep-'to; q) categortze e analtaar as quu xaa de aeordo.eoœ0:sexo. os 4a*o@ fora leTantados atravba de proataWrtoa (1.1:2)x e ae qœetxas latedortza4as a parttr 4o IETextkriœ 4e Qleta a 4* :ilvares (1991). Qhteve-se dtfereaçaade freqëlncias ata tftoa tea ( X .401,1.6-2Jg.l.); ? ease pareatal eaaado o? a> ata4o(#16#, X C.15:10g.l.); faeuldade: de'pateologta lo& fonte de exe--4-Au me>to (1=:6. X*=6a,62- 7. e 82&. e 5... ree *eu vzoente) e quanto ao O xero x's4to 4* qqetr--. A aakltsedae qaetxaa ix dtcok eowo mats frequeatesy par. oa aeM . -ioe: * l2 (> * deeempenho eseol*r): * 0l (coœpe taleatoadreastfe.ou de brtgas) e at1; (Gesoke4t>ncta. teixoaia)e xenfanktaqqe aeorreœ a ellnteas yeteol6gteaa. Xsforços dlTex aer feitos.wo aenttdo 4e adeqqar es aerviços yresta4oa Aa neeeaaidades reata 4a populavRo.*Bolsista cKpq341


302.AcoyœwxHwMssTo pszcoLôGzco SM GRcpo DsGsszwxvss xw Rsos puss zc w os swuosSIM AS . Mar ia Lucia da C osta ; FALEIR OS , Virg n @Psiczlogas do Centro de ReferAncia da Saide da MBlher- sRo Josl do Rio Pardo - spConaiderando que a gestaçRo 1 um pertodde intensas transformaç3es tanto flsicas qua nto ps'colcgicas. evidenèiou-se a necessidade de sè trabalhar o aspecto emocional que envolve o pertodo geytacional e parto , comp lem entandô o atendim ento pr enatal. cujo enfoque era essencialmr te cllnico. Detre os diversos fatores de alteraçak emocional, salientamos a ansiedade como uma v ar iavel significat 'va dentyo do procesjo gravldico-puerperai. kula esssncia e uma sensaçao d, impotlncia frente a situaç,o vivenciadg. Populaçaol gestantes do IQ ag 99mes de gestaçao. drntro de qualquer faixa etaria:/çlientes da Rede Publica de Saide. O trabalho foirea Iizad 1 em grupo, com uma equipe tlcnica compostpor Psicologas. Ginecoloyista e Observador. Prooedimentok Anamnese Pyicologica e posterior encaminhmento ao grupg. A tecnica escolhida foi basicamentN a Plieodi--mioa, com supervisRo. utilizando tambem resursos da Psicologia corportamentai e do Psicodrama. Resultadost dimi#uiçao significativa da /ansiedade; desmistiricaçlo da gravidez è parto ; melhor qualidade de vida no pertodo gestagional. Gonciulmos que l medida em yue as informagoes s:o reçbidas pelys gestantes. ha uma diminuiçao pigntficativg do nivel de ansiedade, descaraoterizando a sesaçao de impotAncia frente ao processo. garantindomelhores condiçoes de enfrentamento da situaçzo dp ar to , diminu indo inciu sàv e a porcentagem de cesar ianas .342


303 A INFLLZdCIA n0S PSICODICAMISMOS Dl FAKIPLIA SOBRE0 SIdTOMA DE 1d121çl0 IdTELECTL/L E: Cq1AdçlS.Audrey Setten Lopes de Souza - Instltute de Pslcnlngla - .gniversidaie de SJ0.paujn.' w w20: o nbjetivode verificara influenciada dinasicafaziliarsnbree sintnzade inibiçic intelectual em crianças c0m iificuldaies de aprendizage: gas queiezenstraram nos testesie lntelljenclapossuiru.û.1.considerado norzal,reallzamcs um estudo nn q'ual procurazos verificar que zotivaçces estaria: 1n-Afluenciando na escnlha deste slntnua e'se a dlnazlca fazillar contribulria dealguma fnrma na determinaçso desta escnlha. Ta1 estudo conslste e: uma ampliâç-an de u: trabalho pilctc, ôriglnalmente realizadc .cnz u:a a&ostra zais reduziiae sez grup: centrcle. 0 trabalào atual ampliou a azcstra de crlanças c0ziniblçlo intelectualparau:nlmero di dez (10) eutillzou u.grupo de dez(10)crlanças sez queixas de lniàiçsc intelectual.Paraa avallaçâ: dasdinlNicas lndivliuils utillzazns entrevtstasinilviduaise testespslcclJgicns (proJetlvns .'eie nztve1lntelectua1)e parac acess() afiịn*'a,lca fa:lliar uti1i.za:9s u!paEntrevlstaFaIplllar. e()iagnJstica (E.F.D' *.)a1e'dos dadcs cbtldôs ez entrevistas cnz ns pals. A analise dos iados obtldcs re-velcu , % a n ( ve 1lndivldual,crianças cozintensns sehtlzektosde sclidso e aLa- # .dcno, grande dlficuldade na exploraçao io conteudo de suad fantasias e que sevalez dafuga cnzn forea de enfrentar asdiflculdaies.A nIvelias dlnAa&lcasfaslliares, encnntra&cs pais extrezazentenarcldicos e envolvldos co& .suasproprias necessldadese que nJo perzlte: que seus fllhos se expressez segundoeseuspropr ios padrCes,ne: aesNe deforza lûdica, l:pedlndo 9ue estes explo-re. qualquer teRa de seu interesse se este nJ0 cclncidir coz os d0s pais edesta fora blnqueia: a expressâ: da natural curinsiiade infantil.A cozparaçlocc: ascriançassem iniblçpes lntelectuais revelou fasllias zalsqcolhedoras.e: relaçlo a curlcsidaie de seus filhcs n que perzitia que n intercazbln denx'etr: da faRlliafcsse zaicrc que gerava, !nivel inilvidual,crlançascnz'eNaior llberdade na explnraçlo dn conteudo'de suas fantaslas o que resultava,entre outras cnisas, ez'prcduçces àals ricas.lcreditazos que estes resultadns trazea u:a contrlbuiçzo no diagnoestlcn dosPrnblezas ie aprendlzagem.343


304Alr o ol ,IRM O :IM TaEwA'o sm fltnlo ;Anx'M â fael'e/ saBee vldeipe u'a'X versîrhr?e F.* rhxalde M AringéA msneim pa siva como o iceéle se relx iona com abebidw mqa o vivenci= do % difculdade: d: seu he ito eee do ciente da e ecipw e de sua mode pela deterio- eGsica a que se eo :e,nos cb- n a o nç* e nos lemb- o Moe cidw .6 qu; de fo= am aiel- n e m dnnl.Tentnndo verifc. s: pxiste al- a colrelaça ent:dcooli= o e suicfdip.Belecion- os 30 indivfduos do sexomacëmo,âlv oAlce oecomo kcoèil- sem o* o que ono.oeco agociadp,en- 20 e40 aos,em Kza primeiraintelmw âo pn desintoxicaça .Foi Y lièado e avaliado oM étodo dm Roaçe h seeo sidemii- a do DnA.SilveH e obeee oesinais descritos como cm eerlsticosdeR icida doe sea intes e oree: Po% ondo, Exner, eP%ialarqua etali.Egtiietica ente6sY' 'cevono- ooss- inte:IndiceeY oâe oscomo sugel vosbe pöxenilo e ilba pilose ore:cie os:Be o nflmero de respoe l;dim imxiçâo da% F+;pouca M ouM que a pressâo deeefmnlog m ais prim* iog e indife enciado: ne encoeoressâo adeque no m eio,pplo be o Indiçe de V vidade,podendoabebida *,>rprovavelm- ecomofoiedeenei a .Verifca os que oB zcooli- o Y resen- pee l depersonslizlnde x ito eemelhe e ao de indivlœ og compotençiale cldw o que nosfaz se or ser o Mcoolx a opçepn o io O icfda344


-305 DR0GA5 E ALCBOL - - - - RISCO # MARGINALIZAGXB DE'ADOLESCENTESHARIA FATIMA OLIVIER SUDBRACKuniversidade de Brasllia0 presepte trabalho aprrsenta resultados de uma pesquisa deavaliaçao do contexto socio-familiar de adplescentes atendidosem lmm Instituiç%o govern ntal de assistencia em 1-- cidadesatélite do DF.Destaca-se,dentre ampla gama de fatores presentes,a quest%o do uso/abuso de drogas alcool tanto pelosadolescentes cnmn pelos familiares. Constitui a nmnstra pesquisada 5BB familias, com 1 .:05 filhos adolescentes. B instrlmmnto de coleta dos dados foi entrevista eltruturada com uma .grmde d: resgostas em categorias quantificaveis- Este instrlmmntoQ especifxco para os fins destà pesqqisa, tendo ainda construido de formn partfciqativa cop a comunidade.os dados receberpmtrat nto estatiptico revelando em sintese, os seguintep resultados: a incidencia mai: significativa e do rlcoolismo sobretudoapresentado pelopai (3::).Este indice e surpreendentee sppera o que se têm coletado em outros estudos na atea.Quanto as drogas a ipcidincia rèvelado, Q qHase nula no que s: refere ao uso mas e surpreendente quanto a presença 'de traficonas proximidades das residlncias dos entrevistados (2::). Estedado insere a dimens%o da vidincia e do contato com o mundomarginal no cotidiano destes adolesceptes. B tema das drogasaparece cnmn fonte de maior preocupaçao pelos pais e d: mai.orinteresse de abordar pelos adolescentes:0 alcoolismc : percebido ènmn problema sem soluçio. Està analise : discussao da dimens%o droga/alcool se inyere no perfil diaqnostico mais ayploda clientela da instituiçao, yisando subsidios plano de açaoprev'ntiva e aàéisténcfal na area.Apresrnta-se, ao final,discussao sobre o papel db pélcùlogd nesta area.345


306 EZCOLARIDADE E CAPAZIDIPE PE IZSTRAC 0: 08ESTUDO C0y 0 TESTE BRASILEIRC DE PRtkE'RBIOS.CLARO, E.C.F., SOLZA; J.T.P.., M0qI, N.k.R., BAqqERA, S.D., LIdA,k.s., to:lhAco, J.F.B.(.)(*) Instltutc ie Pslcclogia da yniversldade de s-an paulc.A escnlarldade t:m sldo cqnslderéda por varics e dlferente'sautcres cc:n u&a v4rlaMel que -lM fluencla fôctezente o grau ie degenyclvi&entc cpgnitive. Este trahalhc propns-se avallar a lnfluencza desta variavel sobre u: dns aspectos uals rtleyantes iestdesenvnlvzxjnto: a capaczdade de abstraçao. Esta ultzza fol avyliadaatraves (a fcrsa pel: qual sujeitos interprqtava: c slgnzficadode preverbios familiares. 0 instruzentn utilizadn fci o#Teste Braslleirc de Preverbios, qne perzite avaliar a concretudee abstraç-ac do pensamertn e. funça-o in tipô de respnsta ezitidcpelc sujeito dentre tres alternatlvas de respnsta. A alternatlv# . #âbstr#ta expressa e sentido zetaforicc do proverbio; a concreta,- #seu sentid: literal; a irrelevante na0 esta relaclnnada coz nenhum desses sentlics.# #MEIODO. Suleitcs: ô1 adaltes de ambos ns sexos entre 18 e 67 anes, de classe sncin-econo&lca baixa, dividldcs e: dcls grupos.0 Grupp A - de maior escnlarldade - cursava a 2: cu 4: serlesde uma esccla nôturna: neGrupn B - de Naicr escolarliade - frequentava entre 5: e 8: series. Materlal e procedizento: o Teste> - 'Brasililro be Preverbios fcl aplicadn coletivazente, sempre cc:a presença de dnis pesqulsadnres da equipe.ARESLLT/DOS. Para avalljr o grau de dependencla e a força de assc ci.a ç a c entre r a s v a ria veis - escc 1ari.d a d e : sexc e ii a d e d o s su-Jeitcs e c nzve1 ie abstraçao f()ra& uti1zzadcs 0 qui-quadrado(x2) e o C()e.f1ci.ente de 'rschprcM (T). Considerou 9ue, quant0#m a i()r o ntl& er o (1e resposta s a b s trata s , &a1or a c a p a c id a de ieab straç'-ao.d()s suJeitcs. kerificou-se: 1) a 1nex1stlncia (1e dif .!.ferenças e& re1aça-z ao sexc; 2) que suJe1t0s zais n0vns e comëaiqr escnlarldade revrlaram nzvel de abstraçan#zalswlacentuado,pcrez : grau de dependencia entre as varlaveis nao fol altamentèsigniflcatlve. .D1$CtlSs j 0 .0s r e s u 1t adns ten d e m . a a p ()i a r !a inf 1u av e n c la d 4 esco1ariiade sobrr c nlvel de abstraçac. niscutiu-se : balxo lndicede côrrelaçac entre a càpacidade de abstraça-c e a escolariiadee: funçlz de ccntrastes na-: muitô acentuadcs entre # os grupcs notecante a escolqridade e dô usô cnstu:elrc de proverbios no 1ingualar dcs sujeitcs.346


, .307 8TsT(RIk'i:M û t)âDRTï10S .E . F0R:A ç j 0 DE C0Nt.gyy()rBARCSLLO ,A.L., A:AD0q1. c.Ew e L 0!ô8AC0 , J.F.B.** l 'nstitutc de Pszcnlegia'V da Un iversidade de sâc Paulo.Alnda que a esccla sela vista 'como a instituiçle na qualôs cenceitos sejam sistematicapente ensinades, u:a quantldaiesubstancial deles sâc infer&al.ente aprendidcs e: atividades da#viia diarla,#tais ccme nes Jogns e brinquedcs, atraves ie leitaras e televisâc'etc. Dentrc destas situaçces de apre.niizagem a-c'identa 1, () presente traba1hô prcp1s-se a exp1crar a ccntribui-q;e das H9 n: prccessc ie fcr:aç;e de c()nceitos. :a1s especificazente,precurcu lnvestigar quais ccncèitcs aparecem aais frequente&entenas 8û e eq que ccntextôs eles s;o veiculados?MéTODO. Amcst:a: 22 exemplares da revista Mznica referentes acsanes de 1991/92, nu& tôtal de 260 histo'rias.prncedi&sntp: a partlr do arrnla&ento de tcdos os adletlvos* .(cenceitcs) que aparecla: nas historias, fora: selecinnaiosts 9 sals frequentes: leucn. bnm, gcrducha, balxlnha, lindc, banita, bcbôna, a&ign e bela. Analiscu-se, entlo, em que siteaçlesc conceitc &als f/equente (1nucô) estava lnseridc.RESLLTIDOS E DIsCLsSl0. kerificcu-se que 0 ailetlvc Hloucclera veiculadn em diferentes situaçces, reuniias e: sm'ategcrias:cômpcrtamentc nJc ccncencicnal, atigudes cusadas, mudançabrusca de cc:pnrta:entô, desejes lncentrclaveis, negaçio da prâlria idenkidaie e repressin de deselns. G'e:parande-se tals catâr .#gorlas ccm cs 9 slgnlficades atribuzics ac terzc pele DlcicnarieAure 'llc ,ccnstatcu-se alte grau ie'cnncordlncla entre eles.ccnclaiu-se que as Hû refletem ns significades snclalmente.aceltes dns ccnceitcs e, nesse sentidc,cclabôra. para transmitir aeleitnr a diversidads de significadcs ce&umente.atribuidcs a u.ieter:inade cenceltc numa seciedade.. : .347


308 0 NJVEL DE CONC,EITUALIZW O DA LIHGPA ESCRITAAtcM çc P0R DIR RENIES M TOX LOGIASelmone Re ende Nunee*L* l. LIù* Brown. RegoMe dnœ % 1+ C '' daUFPE5 pblelvo do p- @nte tiabalho foIr*alzarum *dudo exploratbrlo*obx o n&llde çon- ltuallzaç:p da Ilngu. e@çrlta alO nçado porprée gçolareld* dual @@e@1a* que le uem e e ole la@ dlve- l no prx - o d.alfae lza# G U> (@-nIa A), prlvle lndp . prontld:o O re*#ual @ .d-- lflead o ---Anlea.eœ :nfa- n*@ trabalho. de llnt- e e anél- da*palavral aprendldal,@ out- (@@eoIa B)dando ênfa- malrà Impodênçl. doelgnlfleado @ d. vle nel. da Ipltu- * ee rlt. no perlodo pr*paratôrlo daalfa- la e o.P*dlelparam d/lt* e udp 113 erlançal dle rlbulda* entr@ a* dual@@eoI.*. Nl eleola de çaraderldlell mlls tœdlelonale (- eola A)foramt- adag 55 erlançal e ndo 22 mlnlnog @ 33 - nlna. Na e eola n:olradlelpnal(- ola B).fora tegtadlg 58 erlançaë lendp 31- nlnpg e 2:l- nlnacen- nte padlçl- ram de te eu udo erlançae çu- ndo . no mfnlm ,o- u t*rlelro lno Ietlvo O nle utlvo na -*œ-- e- nla. A *1* fqie ldo qu*e exv- -'hm d*teM lnldae palavral eleolhldae pelo pegqulgador(e po,ea*a,boneea,caçborro,blçlcleta,elefante.zebra .pé,* I,mar,prlpolunfo.Jugu f'o *erne- lo).da fo- eom pudu e- ou eoneegul--- elerw er,para qu@pude *e a ravalado o grau de eone*ltuallzaç'o da e orlta aleançado porelal ,e undo * nlvel dllcrlto* porFERREIRO (1* 5$ApV euK elalllfleaeo.a*ultadpl elgnlflOtlv- foram enO nlrldol:N* e ola & 4% d.* erlançal na fa- prn lâblO ou de tranglç:o pèra llâblcw2% de erlan> . lllâblçal.M % d@ erlançal *llâbl-n--lfabd lO l @ TQ% decrlançu alfabd lç.. Na **101* B.3% da@ erlançaw na fa- *llâblça ou detlanllç:o,#*< na fa- @IIâbI> .21% d. çrlane l ellâbleoe lfabétlO * * 2:% de*rI*n* **If** I***.'Edlmularu- vle nçla malorda Ilngu. e rlta nol O rle o* lnterloràllfabd lzaç'o pod. **r*2 --a- nt. d lelent@ na propule o d. orlnça* deum nlvela outro dentro da ---aIa pro- N rFERRDRQ (1e ).até oe nlvel*I1âbI- xlfyo l'.- œ ntudo,0* I**ultado@ d- nrlto* Indl- m qu@ * pallagœnal n**le ae lO > ----- arY llelonad. d. algu- fo- ao enllno ïâ- Idl* Id ral @ è e r- x 'o de fon-- -l *.e*- unldldql Io ladll . Podlnto,talr*lultad- le lam aqu*l- qua,:--- BYRNE(1---)* BRADLW & BRYANT(l***sdwflnd- a Idél. d. qu* é nM ---*rIo um lnslno m.I* explKlto x br.Identldade do fon---* alae 1*0 .-- - I. g*or. o- pr- ne o da elerlta*1f** 1* .348


309 TITULO : A LEITURA SE DESENVOLVE EM UMASEQUENCIA DE ESTAGIOS?AUTORA : ANGELA MARIA VIEIRA PINEIROD:PARTAMENTO DE PSICOLOGIA - UNIVERSIDADEFEDERAL DE MINAS GERAIS - UFMGàmprNgando-se uma anilise do processamento deinformiçao, essa pe:quisa descreve os processos envolvidosna àguisiçao e no dçjenvolvimento da leitEra em portugues e verlfica ate que ponto que teoriasrecentes (ex: Frith, 1985;.Seymour, 1984 e Stuarte Colthearl, 1288) sobre o desenvolvimento da leltBr: pm ingles s:6 vâlidas para explicar esse procqzso .em Rortuguesz Este trabalho bqàeou-se na medidade tempo de reaçao (TR) e n'a anâlise dos tipos ieerros produzidos na leitura de palavras e de pala -vras inventadas por amostras d: criançàs (inzividualmentetestadas) da 1: a 4: serie do 12 grqp. gsresultados lndicaram que aa crianças tèstadas hq6.. ,,w . - 4,/ -. . q :,: . .passabam pelo èstagio logografic: e, pelo contrariomostrytam que os progessos fonologièos (alfabéticosl'ptedominaram n9s estagios iniciais do desenvolvimento da leiturx. Esses processos, no entlnto , conv i-veram, aö mesmo tempo, com proceysos lexiçaio (quetornaràm-se progressivamente de màior importanciacom o avanço do desenyolvimento) sugérindo assim ousp de uma éobreposiçao de processos fonol3gicos elexiçais.'Es:a descgberta contradjz a teoria.estrltam>nte sequencial de Frith, mas nao : de Seymgur ,quç perpite um desenvolvim:ntg simultanio degprocelso4. No que se refére aqs estagios subsequentvs do .desenvolvimentp da leiturs, houve indicàçoes dapassagem do estêgio alfabeticozpara o grtog/êficocom o avanço de escolaridade ... . .'349


310 0 DESENVO LV IMENTD CDNJUNTO DE RTIV IDA-DES PDR D IRDES PRDFESSOR-ALUNO Z ALGUNSRESULTADDS - Liv la lathiao s i mxo , p lexandrec hafran de Be llfo e And r* Meller 0 . de Sou za(Inatituto de Paico loqia da Univereidade de S1oPau lo )Em traba lho anterior aobre o pape l d#%interaçBea verba is profeoaor-a luno no procesoo : 'deconatruçlo de conhecimento em aftuàFBea deenefno-aprendfzaqeœ p fdentfffcamow um e len co declaeaeo de açaea verbafs do profeoaor e do aluno bem como moaen tos tïpfcoa daa atividade- , taia ycomo introdu çlo à atividade e deaenvo kvimen toconlunto de paasoa da atividade . No preaen te estudotomamoa para exame qravapBea de dfâ loqoa detr*w dfadea pro feaaor-aluno ! duran te ativfdadeareferentee ao ensino-aprend azaqem de matemâtfca .Fo ram examinadao duas ativfdadeo de cada dlade .Em duae dfadea aa alunao pertencfam à *a . slrfe ena outra a a luna pertencia A Aa. a*rfe . Identificamoano> diA logoa aa leomao claoaee de açoo dotraba lho anterior , beœ como oa meamoe momentoa deativfdadea . Indaqamoo ,a Gegu ir y dfante da ocorr*nciaSe cada claaoe , que condiçBea ela ewtariacriando para conatruçzo conlunta de conheciœento ,ïdentificando fun çBeo eapeclficaa de cada claaaede aklo verbal, em cada momento da atfvidade (porexemp lo p a Tun çlo da claaae en tabele cimen to Jecomparaçtes pe le pro fessora tem fun çlo diferenteno momento de in trodu çqo da a tyvàdade , e n o m o -men to de de-en volvimen to de pe s-o- da tarefe ) . ?>reau ltados augerem tamb*m a proced*ncia de aeexaminar maio deta lhadamen te a funçzo daw claaaeoconGfderando-ae caracterfotfcao especlficoa doobleto de conhecimento lmatemAtica ).cNeq350


311 Atrru oe tm œ rrosFu-oo- sq'u N n e u-osDE GY UAX OEU fYlcfitoqW -tMa Me laaSimdo.M enKac.topœlzcamila uuekKoz . LudlmileH.B- oœ (Inoe eewde elleolologiedeuaivee*idede de so Paulo).O pe*lae kabalhoe''-'- = mo ohjee o I- e gee* mo ** dhautlzae d.coacoitol tgoe eoq poelœ de t/. do um a & oa de eonheeim lwto owplelflco . weebm daqam d/ M m e l etytidienom.Pe a- -ewtomou-le pa'a *-*-0 u- *nœ d/ 1@ *- n* peoduzldol poegrupold. elu/o* d. eeaduee om P sleoloolœ dœ due/ hlr- e. dlforee . . de * o* coalocu-M *.amhal cuelando o 1o.M oe-o2 '- nleo? aluno. bua--''-- exp lœ œ naq reketada*om ge- ralevalœado'l. d. eoneoltom 1uaeIo.alIme ..f> Ha grupo Toee ouuma e/produe o d. tlla.Totrae do elaaq dlvaelam 1e* = mo *Rv--/ ue'Faeuldadod. Mldiclae d/ Yolouq/-t-:e- ey*# tle lea* d. V/rmoar au OA OeY oe a deépere- d. D.ge1.o* alunoa foeem aollewl-Hoz e:*1) dameew lr a eoaa ee ead. Idon-O eawdo am ae o. Yle eltho aeoatoceado e 2)@xpliœ el ae al do pawta de vIefunclolall- -.0* '- nl #oeam de logeefadom pole peofo/mora/pœ*e lledaea ellptyll- - lpelo Aehelho,garae ndœ'lo o *19110 de e aela duee 'o e falo d* e- am ee deeG e ---**e&+- ---,'*-* - * - & eeezw-' o ee ---a e o e G eœ .- * P@rr- ..ee o @-M'* + ee e - e eroe- ex - r- * ze+#o* A ee e e e ---@ e* >A- '< M aW@R. +o*Y#- e& o --A-r+& e e - * *--- - N œ e' 'œe .ldlaœ = e loe*- Q/guida.+ el* ooconcoiAo.utilizedolpllo.elunole * 1do Y alz cletllz do e* o vlrhaleada u- de la foIe llzado.0* '**ultado/ Qo Tef*e/m a azpetM l Y alltatiuom do peoee*lo e tall eomol**gundo +l* clellep da av'e v*rhaloo elulo?uMllzaeam o. coM e o. eiowo eo. Tof/eoatolà+ ale nHaedagem alpmelfice.eogundo + * aotolacla de e - lel ulol o'azozam lpaeealaol;+ aI2 el llmolhançel o dltaronç- pncaywkadaq Iwtr- - n?(PAHO 1* peet/ 2)o Intore ol (dlflrlltll ge- eel,dlfee*nl/l œemam dlfeelat*l do/-erie oq da paëe ' paee a wdolœegrawura./Ae.)..tlE**** rloultadol SM dilcutidol ,pelmoiram ewto e *m T/leçeo à pedprlaw* '*2a da 'areazna m ldlda *m +l* *la foIeoadlçho dede pole p'G *lloee para apeodue a da2 œ xton.A lagulr'R la-q. d/ loae+ ala aao eoza do cawh/em ewto p'oduzidopalop elupom lome do'a. eom o hale a prdpda pol*lhlldedo de Idle -O da elamqa, *ou padelo d. ocoeze cla .Qua werlehltldada '.o a oo+llwcia da*G elpo? po dipm lemo lodo.Roeë- huuca '.. eolaelowae a ne ureza de eoahotzim leO ne uldo poloa aluno* e o peo- lo de eoalkucAo dontytado pole M AlIm* do@ TeluleoQ c'om Tole /qole eleedaq poraI/M/Q '/édcol.d/ difea e * veet/no l.** *eoacolto. eoMdieaot e el/wtlflcoqeno Ie ito de ampllaram pollih ldadol de c0*p'wowlho dok 'olulado.l*guado alguawëileeae ?'lfoTaweiailteM = lM


312 HA EPISTDADLES Ià GFNETICA y E A IDENTIDADE DO CON- '','Ronald Joio Jacques Arendt, Tnmtituto de Psicologia Universidâde do Estado do Rio de-làneiroEste pm jeto de pesquisa desenv6lve'Ilmm linha na investigaçldo perlsajento aberta por Piaget em suas û 1t3m9q . obrD : D tonkqra Jm nlise do desenvolviœ nto conr itivo centrando-a sobreo objeto em lugar de sua centraçl sobx o sujeito .A finalidlaedo projéto explorab.as possibilidndeé què èàte descentralentooferece,confrontando' às conc è pç 3es piaketi'nnnq comoutràs concepç8es do pens'amçnto.Especificamente o proletoprocura repensar a epistçlrlogia genetica a partir da filoso-. . ' - ' .f1a da diferença e da repetiçao, investigando o impacto da a-e . Xnnlise dé G.Deleuze sobre o conceito na psicoyenese dos conhecilentos.'Aprileira etapa do projeto,a analise do modetode pensalento de Deleuze, apresenta reyultadoàeconceituaisque indicak preocupaç8es comuns com a epistemologia genlticao que pénùitir g ,em etapas posterlores, ye en daminwar uspeetossignificativos da psicoglnese dos conhecimento:. :. '1- A fllosofia e a cilncla estabelecem entre si relaç8es deressonância m;tUR e troca.2- A filosifia e a cilncia colocam quest8es e problemnq emseus planop especlficos,sendo sempre atribulda umn lnfase.mnnor 'aos problemnm, que penmMnecem mmn's ilportantes. queas respostas.3- O peruy- nto abore do em te= s virhlgn's e de atualizaçl .& 0 pensa nto enquanto estnztura m tév tica.5- X l3glca do penùntwmto .'6= O pens> nto conr txn constm tivi= que deve sw erar a4u.çstso.do inato e do adquirido.Aèolo: cNpq352


313 sku m pE IG RFACR VG M ICROCOM PW AO R PARAP- UM RR- mo PRGRADUAG O RM PSICOLOGIALUIZM .DE OLIVEIM II'ELDEREIS DE PAUW JOS; LUIZ BRW U , CARLOSALBERTO PELA D OMAZ GHI1.ApnINFITO-W N tamento & Paieolœ aeEdacalo,(1)Geolœ ajFfaiœ eMateméticw Famzlda& & File fiw Ciênciu e Ixtru -USP-Rilxir:o k etq S.P.O Lmlw atl io 'Fred S.Keller'(B W N tamento fh Pàcola iafoiiu alado em 19* .O m 35 caiw (h Skinw ,tM xqax ndicion:du em A aru ambiex Y m O ntrole &1% e lamentoae icoe xi--ma& m lt-:o m ramamxen#o datemmratœ a.O C'tlrx& Pàcrle ia Gerale Ev rimentalinclœ ev rimentœ com animail m rmitindo aoaluno i&ntifiœ œ minefpiœ qtx eo liœm arela#o entre comN tamento e meio.Oaluno &m ia f% mA lar a r> a & N o à Y rajexue u alteraçH dom mN tamento quando A o manipzladœ œ toa qœ ntu x œ anteœ & ntea,analiaando aimN tânciado - 1dœ exfmulœ no controledo com- tamento.Foie nvolvido umaixema & controleviamiœ= mlATtadœ.tim K X /AT qlx Ie bilitaaaquià#o &dndnqx m acoa qtxnte monitœa#o & ew ntœ e acionamento œ diq= itivœ diver= .Peaixo,o A emadio G 16 canaia& entrada e 16 & * 4a.com Y bili% * &exlxmqëo.Xqentradu Ko Y o-ixlad% & mYo a œ evitr N entiaiseldtricœini vidœ no ini œ= mpxa dœ . A%aafdag Io m œrdimee onadu crm œqN enciueldtri- x --e riaqe v rqe x m rel4.triac Gztraagixœ .Ie bilitando uma Fan&veieda& œ equi- entœ & K ntrole.0s en&rdçœ utilizadœ no p - ama Hoœlecionadœ via dio-- ite .M e œ e ciaia œ em trole tamG m pe m œ radaladœ ao.ti.e-mw comoM eM mplo,controle & nfw ia & imdee da* & exfmulœGza quantidai & raWo . % G--ma avtomatia tM u % v raçH & Ontrole (%ve ipi:e+ regixrœ dœ colN tamentœ dœanteœ e> imentœ no mex YFaW #o,N mindo anâlixqmaiarefinndxq=mo intervalœ entre reo u,entreœtrue melhœa tamG m do m Mo œ vixa & ee nq m .W fyx enquanto .1- alnnœaxmlxnham no vf&o œ G H quantitativm œ trœ > m fa rregixrœ qualitativmO wando diretamente oe mm G odo animal.N mitindo e m melhœ x ml- a?odœ cm œitœ analimdœ em œ da ev rimento.O xftwa H w olvido atdo momeutomrmiteo O mando & 6 G elhœ àmulta amentee> m Yr acionadœ cincopx dimentœ diferentu (manutenWo do comN tameùto ep - ma+ refœmOntfnuo Gz ralo ve iwl;extin#o çom oaœp o refœpdœ .xadicionado;dte iminaWo eylzraliyaWo & u fmul-)..in&lpnintelnante em œdauma.du 6œixu.œ trœ pe dimentœ e m - Re amad% G m *mo m pliado o nlmerù +Y xu ev rimentaiainterli> da4o m o miœ- m> aH . '. '353


314 MXQUINA PARA CoNlœt?çlo DR PELLETS DE RAG OD1 TAM ANHO CONA ANTE PARA I.kO COM O REFORCOLUIZ M .DE OLIVEIRA JEFERSON H.MALLMANN,rLaA at&io & nutri#o ecomN tamento,W partamento& PaicologiaeEduo çâo.Faœ ldu& œ Filœ ofia,Ciênciu eLm ru -USP.Riu irïo Preto.S.P.0 ejetivom-eetrabalhofoid- nvolwrum iu rumentoA arerebldrR leta& tamanhœ coM antes.com baixavariabilidaœ ,com Ixx ao redœ * 45mw œ melhantuaœ daNgeaCo.,USA.N aRrem utiliadœ Ymorefœç'oem ee rimentœ cop animais.A maquina œ confee o dœ R leti foii& alizad:> lo œpmdo lutœ e coœ uidanaORCINA DE PRECISXO DA PREFEI'IUM D0 CAMPUS daUni- aidaY & S5oPaulo,em RiG irïo Wetoe comqa& duu lâminu & latso.contra- l limaâœtru.x nten d o uma & la: 207 œiffciœ & 4.mm ea A ra2W pinœ do meamo diâmetrqmantidu acœ ladu em umaN içlo coM ante.œ m movimentœ no œ ntido hœ izontal,m rmipindo o encaixedœ pinœ eœ iffciœ & max ira m rfeita,atrae a & d parnfAi- ->ianu extremidaœa.Aa pla- aëo mantidu œN adu atrae th um oxjunto (b dmolu m rmitindo = im efteM rœqœiffeiœ com amn- & r'e o qœ dar;œiym aœllea e(xqmovimemœ no y'ntido x rtiœlparaev lir(xq> lletad co- guido atrae aœp'ee o.Emke ap= am œrcoafeccionadœ x letaeom qualqœrcompœi#o& dietw atdompmento t6m aido kvada raçïo M lanœ ada qœ incluiwdeinascarY idradx > dtzrw R iamix raiaevitaminaa nacp opœ çH reeomendadaqpx'aumadietuai quadaparaanimaia&labœat&io.No mornento duconfec#o dapu adara#o a *2 'm l6tiada 'y> te docarboidrato (terc'a(% 7% dotdal)dcozdo atd fœmaruma m maem nfxla/quado parageantir a compadalo dtu a letz Oaa letacoùf6ccionadY atê o momentc &:oeilfrldri= & : x 4 mm lxmndo ep média0,05g eadaum e em umafmciacseraçïo namiquinûdpa%wix lp'odudr10,35g œ refœ - .0,dadœ A idœ com 4 rptœ p'eM onandoabarraparacu erx lletaem emœ ma(% refœ m contfnuo.m- ram umain&atïo médiat%24 5 gy(+ 490 R leta)Ym o qœ œ œ animaia mantiw ra o mao cœM alaolongo tk,' . .53 diM & .y.q-'.vdiliavœ 12hœ< naqquaiaA i% am tY o o alimtnto neœacirioparaaaW eviuncia.Bm- axja um aix6maetexnal.ekamiquinutem x m- rado efitientepara p'fvlnzrraçïl?balanmada em fœm: & x leta,e j;foiutilizadatamkém peaconfeccione refœ- apartir(% ra#o comercialtantono œtœ & Paicobiologia.emRioirKohetq comonoIu ituto œ Paixlœ aeziS5o Paulq naUnivraido &Lon*inae 4m outrœ laA at&icé.A mâquinamrmitetamG m confectionarx lleta com omeapc fœmatoj maqcom comle e a variadu (% dierv putripntea ereo œntidotamGm 1x1 œrmuito étilparaelud- do tom> ta i ! n4o atip'>nte , veiando axm> #o da raçïo,G1intrM azindo variéw ia qœ altereni8 izoinv tamèntoalimentr.. 1 ' ' . ' . ' '- . .' ' ' ' . .xmo u r.- îxzaumehto do e'l-o da riv xqa.œ 'aindavèiàgo ne emtxmasqGrefœ çamento como m A l- par aavaliarom drlo alimante .354


a15 SOFTWARE DESENVOLVIDO PARA VERIFICARRELACOES FUNCIONAIS E DE EQUIVALZNCIACissio Roque da Silva , Maria Amêrica Andradey ** ,Maurfcio Pontuschka e Paula Ribeiro Braga -Ponttffcta Universtdade cat6lica de Sâo Paulo.O p resente trabalho visa esclarecer o funcionamentodo programa PSICO , desenvolvido para a coleta dedados de duas pesquisas integradas : Classes Funcionatse Relaçöes Equivalentes : uma replicaçïo de S1dmane cols . / 1989, de Paula Braga e Relaçöes Condicionaisen*re estf mulos de classeb f uncionais , de l.1ariaAmfrica M drade . Pretende-se ,alêm de detalhar seufunctonamento , esclarecer possf vets utilizaçses do#rograma em novas 'pësqutsas .O progre a possui dois parâmetros adequados .ao procedimento de cada uma das pesqutsas . Necessita de ummtcrocomputador compatfvel à um PC XT , com 64O K demem6rta.0 programa capacita, do modo como estâ arranjado ,crtar riguras , ap/esentar estfmulos , manipular conting*ncias,atribuir pontos , randomlzar estfmulos efornecer uà relat6rto constando o desempenho do su-Jeito . o tempo da sessïo e a porcentagem de acertos.O programa permite a utiltzaçoo do procedimento dediycriminaçop stmples ( com ou sem inversïp das con= ,tingências ) e do procedimento de discrtminaçïo condicional( um e/tfmulo amostra e trds comparaçïo ).Este software possibilita alguyas opçöes ( tempode duraçïo do prê treino, opç'o de executar somenteuma rase,modirtcaçoo dos estfmulos,e outras ). Extstea possib tlidàde de se alterar este software , paratornâ-lo satisfat6rto para outros procedtmentos.( * ) Bolststas'do CEPE-POC/SP355


RxvàsTxs MK nnxnpmxwos Ewovawvn vxlnnTn DE316'COKCEPVDES ----ALI8Y.&.e DRTVR/AIDADE PRDERAL DO PAJX.As revlstas em quadrinhos utilizam texto e imagem. Elasetratam tanto situaçôes pass


317 IMPLG ENTK XO E AVALIK XO DE UM.PROGRAMA DE ORIENTA%Xo PARA GRUPO DE MXES DE BEBAS C0M SINDROME DEDowN. Neucideia Aparecida ColnaRo 1 e zllia Marià Mendes Bfaeoli Alves - Universidade Federal de S1o carlos 1 - Universidadede s:o Paulo - R.P.A tatefa de 'criar'e educar crfanças 1 Jrdua e t:m'd,safijdo a eompet3ncia dos pais para lidarem com as neçessidades diarfas de seus filhos e se algum deles apresenta problemasde desenvolvimento aumentam as exig3nclas. A literatura tem mostrédo que desde o momento em que aparece a suspeita de foque acriança 'pode'ser portadora de Slndrome de Down, isto deslneadeia nos pals sentimentos de angistia 8ue os leva è depressao,o que por sua vez interfere na interaçao que estabelecem c ncomseus beb gs. 0 presente .estudo fo1 levado a qfeito tendo como objetivo estruturar, aplicar e avallar a eflc-aeia de um progràmade orlentaçlo de pais (de crianças pprtadoras de slndrome deDown) visando dissutir o desenvolvimento durante a inf:ncia.Tr3s maes participaram como sujeitos de pesquisa.Ibtlcialmepte fo1 felta uma entrevista (especialmente estruturadapara esse projeto) visando obter informaç3es quantv ao conheclmento das mRes sobre as reals condiç3es de sua eriançaz seus sentimentos parà cbm elas, sua: necessidades de informaçao.Em s:guida foram planejadas e implementaàas 9 sesspes de fntervençâotem grupo, todas audio-lravadas) tomaudo como base um teto de Biasoli-Alves (1990): Dzscutindo o Desenvolvimento Infanti1lk'do Adolescente, que yexmitia selecionar töpieos especlflcos,sequenciar a dœsçpàeaq em funçvo das diferentes etapas dodesenyolvimento de zero a 10-12 anos e retomar as verbalizaçledas maes is suas dificuldades para lzdaé eom um beb3, suas duvidas quanto :o atraso dele, as expeetativas de desenvolvimentEncerrado os -ultimos temas procedeu-se a uma avallaçRo, solicitando ès mRes que respondessem a um quesṭionério lobre o Progrm a @os rlsultaàbs mostraram, a partir da anélise dasvebalizaç3es das maes ao longo das sess3es de intervenpq-o e de suasrespostas ao questionérfo.a viabilidade de um projrama dessanatureza, salientando que, ao abordar as reais neeessidadesdas m3es torna-se posslvel oferecer subsldios para elas estudarem sua, difieuldades e programarem estratlgias mais efetfvaspara lfdar com seu beb; com atraso de desenvèlvimento. (CNPq)357


' 318lQ PAPEL'D0S(lpJA)5DE'PAIS-NO- GEjrT1C0:S1N I > œ m R 01 rrjkayiEsiy.Kàto to dePjiœl iaeE - & FFQRP-N R- > iY œ PiY * * %rstic e ica œ Ft-- -to e Eœ ia M e iz L e n œ EEs ia1& FK .œ G m liaEs% VallY t- v Yjetim ainplam tioœ N Sœ >is *œ iav so e asœ M .œ > ,visae faze unaw - n œ s=>isrwe p ymi- n & œiav al asœ aœlp- ' ia,eYeA f= ,ZG igar osvarios e m i- nsKplvi*s Y pr= x œ acei> o * SSaG'iav e= p= esx œ r ializaçao.'% es* ejetim ,fœanfa * s 2N sœ yis,cujose sfœanalerre sequica is.0 1Q% l>> isœ œiav sœ 0a2 aYse o 22,> > is* œ iarçajœ 0 ! 12.Fœ'r AlKix dasje ao armio * e to œ fWwticz Y ic.a* lC- ,œ iav sdia> sticadas= o e asœ M :œ > ,M ir- o.K enRib.Y .Para o IQ> ,fœanY s12 O sals,œ s> is 6 a uzY .Parao 22- ,fœaqdlx œ sï casais,*s> isa> s2rmseran..M e lizo s*s>isjtrto às*s* fœm e isea*sœ fxc siva e m sœ i- aaali&n& s.os e sœ letaœ sms+anjœ ;>is * œ iav s * 0 a 2 aYs,* -G Y ivi&se e asinfv e icase iœsY e xlhae (kretlœ ;a iviœ sqœnto aosaso sœ Y A olvipye n * œiav ;* = aau> ic- * œ iav , qœ œs> ià* œiav srsiamsfoi* m ae x O iœ'= i> qe K pv xiœ (> 1* *-via siœ ** .Al- s= sie o sfœ+ levanta*sayrtirœse sœletzœs:O m im œ e s.- 'iœ ,& fv = estipen#lraœ au le : Voa*e G as= sie *syis;M am Ksiœœ + a- % sl>tiœ is fr flias!misas Yvii s> cto ao dia> stiœ e > iœ Oâs- e qœ os>is#r- rzee = si> Yvask0Arviœ * > œ yis,ux < cfv iœ cx alm fixo eKessi*1>raA l- mr o m e * œ e .- 1œ ,* iauM O tiviœgrae ,O s> ia O isa> * ,Y M iœ en> = ia œll= lo > 1 os> is A ian> ra > œ O x œ m Ksi&l . '*6%358


PROPOSTA METODOTFn ICA PARA LEVARTAMENTO DE PREVEN-319 çxo cosTaA A DEFlclâsclA MEXTAL. sonla R.F.Enumo*jnav. e .Esplrlto Santo ;Rachel R.Kerbaur *,Univ. S;o PakloAtuaç prw éntive nte tem sido a soluçvo indlcada pela CMSpara palses em desenvolvi- nto oara reduzir a incld3ncia deportadox s de DM e: sua populaçao de l@X para % . Uma maneirada admintstraçio publica obter eeses dados seria atravls de tzilconhecimento org& izad: sobre açœ s de prw ençVo da DM pasz -yeis de x aàizaçag no anbito municlpal , princlpalmente .visandosistematizar aj varlas açv s de prevençYo (AP) lndlcadu pelallieratura da area,utilizamoy a classiflcaçio ds TEAVELL éCI.AIiK (1965): 'Prw entiRo Primaria-prœ oç%o de saude e proteçipespeclf lcal'e 'Secundarla - diagn3stlco . precoce e tratam ntoiredlato'l.As AP e seus efeltos foram sNparad% pelo l'nlvel deprevençao'e f'tempo'ém que ocorrem lpx ,Seri e neonatal), rzàultN do em 8 quadros . Clœ slf icando agora estD AP segtmd6 ospossiveis infom antes,foranconstnzdos 6 roteiros de entrelsta, totalizando 433 questv s ,abertu e fechad/ , a seremvlevr tadD e: 6 locais : Secretarla Municlpal de Saude = 83 AP ,Cerztro de Saude = 138 AP ,Matem idade - 2O9 AP (atendimentosPp -natal - l2O AP ,>erinatH - 15 AP ,seonatal - 49 AP e > r-çario - 28 AP). Os rdteiros foram organizados em 5 campQs :ResultadosGerais , Conclusœ s , Sugestœ s , Fontes de Referencie ,Roteiro de Entx vista (identif icaçio, organizaç%o do locr , rEsvltados quantitativos, questv s de ent/ekista, ccxtplemèntasqo rotelro).As.respostc s3o D sim categorizada :E -exEçœcutada,C - em cursw:P - Planejadu ,5 = nRo exlstente , A-abandonada, I - nao .krlfom ada; cœ plementr do-se cœ os .efeiixspos ta for Qositiva.A id:ntificaçXotos obtidos , quando :das AP segtm do seu nivel de pm vençap pem lte o cllcuko percentual dos dados',indiéando Q tipo de SrevençRo màls def u ado ,cun sugeftoeé de interkenjao interdiàciplinar.359


320UM ESTUDO SOBRE PREVENCRD DE bEFICIENCIRMENTAL RERL IZADR POR UM CENTRO DE SRU DE.(* ) S3nia R .F . ENUNO N Univ. Fed . EspfritoSanto . (** ) Rache l R . KERBRUY , Univ . S2 o Pau lo .A grevensko da De fic iênc ia Mental nos pe rfodos prée neonata l pode ria se r rea lizada em um centro desalâde atravéa de 138 açèes , sequndo a lite raturapesqu isada da â rea . Estas aguee de prevençz o (&P )foram c laeaificadas eequndo os nfve is de phevençkog ropos tos po r LEAVELL e CLARCT. (19ô5 ): 'Primx ria-Proteçko Espec ffica contra a DM ' e ''Secundâria-D iaqn:stico P recoce/T ratame nto Imed iato''. ms açuesidentif icadas prog iciaram a formula çxo de umrote iro de entrevista com 138 questtee abertae efechadas . R méd ica coordenadora da unidade desattde , uma mêd ica obstetra e um ped ia traresponde ram à entrevista Qravada . em 1992 .Co letou-ae também material impresso sobre ofunc ionamento do local. Encontramop 85 MP (é 1,5M )em cu rso e 53 RP inelxis tentes ou abandonadas ,equ ivalendo a 38 45M . Os dados quantitativos mos tramuma s ituaçlo favorAvel, princ iga lmente a n fvel deP revençlo Primé ria da DM . m anâlise qualitativa .porém, mostra que as asbes de prevençto n1oimg lementadas ou abandonadas sXo aquelaa de carA terma is greventivo , a nfvel de Prevençxo Secu ndl riag rinc ipa lmente . Como exemp lo , nota-se que oabandono e a n* o adosxo de programas que atendam àsqestantescom g roblemas nu tric iona is , em especia loe caeoe de subnutriçko , contribuem para o aumentode casos de partos prematuros e bebês de ba ixo pesoao nascer. h Prevençko Secundâria da DM. que visa ak rianga loqo ag4s o nasc imento . a nfvel deD iaqn3stico Precoce e Tratame nto Imed iato q mostraum quad ro menos prom iesor , go is ôOZ das AP nkoexistem ou fo ram abandonadas . Nxo hâ proqramas queacompanhem o desenkolvimento infantil de modos istemXtico , por exemplo . Por fim , a fa lta desis tema tizaçxo e avaliaçko dae medidas adotadasoesea Acea impedem um planejamento consistente eadap tado A realidade da reo iko sanitâria .(* ) p :s-qraduanda de doutorado do PSE-IPUSP com* * '360


PREVENCAO DE DEFIC IENC IR MENTAL RERLIZADA321 eoR uMR SECRETRR IA MUNIC IPRL DE SAUDE.(* ) S3nia R .F . ENUMO , Univ . Fed . Esp .Santo . (** ) Rachel R . KERBRUY ., Univ. 52 o Pau lo .Rs a çues Qovernamenta is que visam a promoçz o dasaûde da gopu laçko repercutem na qua lidade de vidadas pessoas e , gor consequ inte . nas Qpstantes efilhos Qerados nes te amblente . Em espec ialq estasaçbes inf luem n=o sé nos indicadores de morta lidadematerna e infantil ? ma% tambëm no qrap de morbidadeou saûde do b in3m zo qestante-criança . Procurandoconhlcep a atuaçko dos 3rqtoN responsAveis pelasaûde numa c idade de Qrande gorte , na ârea dePrevençâo de DM q fo ram realizadas ! em 1991-92 , 13entre vie tas anotadas com func ionAr tos da Secreta riaNunic igal da Salûde e do SUS e co letado materia leecrito . O ro te iro de entrevista To i elaborado ap4slevantamento de açöes preventivas indicadas nalitera tura da ârea ! p ropondo-se 83 ques ttes abertase Tecbadas, class zficadas em,,prevençxo primâr iagromoçxode salâde/proteçâo especffica contra a DM''e 'secundâria- diaqnJstico precoce/tratamentoimed iato ' (LERVELL e CLRRK N 19ô5 ). O levantamenkodas açuea de grevençâo (qP ). a nivel prê eneonata l. mostrou que 52Z (43 ) das RP nQo estt osendo eltecu tadas ou foram abandonadas , cp ntraagenas 4BM (4(7 mP ) executadas , em cu rso ouplanejadas. A Proteçlo Esgecffica contra a DM estésendo el


322 RCIES DE PREVENCRO CONTRA R DEFICIENCIAMENTRL RERLIZRDRS POR UMR MRTERN IDRDE.(* ) S3n ia R .F . ENUMO , Un iv . Fed . Esp fr itoSanto . (** ) Rache l R . KERBRUY .N Un iv . S#o Pau lo .Rs maternidades goderiam dim inu ir a inc idênc ia denasc imentos de bebls com ba ixo peso q prematuridade ,hig4xia fe ta l ou futu ro atraso no desenvo lvimento .Precisariam , pa ra tanto , investir na prevençzoPPrimâria- proke çxo especifica 'contra DM'' ou'Secundâria- d iaqn4stico p recoce e trakamenkoimediato ' (LEAVELL e CLRR8:% 19é5). R literakurapesqu isada ind ica 209 astee de prevençzo (RP )contra a DM . que pode riam ser executadas pe lossetores de atendimento prê (120 &P )4 peri (15 AP ) eneonata l (74 mP ). Com base nes te levantamento .foram conatru fdos 4 ro te iros de entrevista ,to ta lizando 2O9 ques ttes abertas e Techadas . Foramfe itaa . èm 1992 , 4 entrev ietas qravadas com osresponsA ve is pe las âreas prl , peri e neonatal de umhosp ita l un ivers itArio . Os trêe se tores realizam emméd ia Bt'JM dae AP previstas : gerinata l- 93 ,5% (14AP ), gré-nata l- 78 45% (54 mP ) e neona ta l- 71,5% (53RP ). ms GP n2o elxecutadas q contudo , s=o de Qrandeva lor p reventivo . Os fnd ices de morta lidade maternae neonata l do hospita lq por exemp lo , sko os maio resda c idade . E a inc idênc ia de nasc imentos com baihtopeso (1ôM ) e mu ito ba ixo peso (3M ) 4 coneideradaa lta . Estes dados permitem-nos questionar aqualidade da qestaçko levada a termo pelasqestantes atendidas. R atensxo à saûde da mulher *ab ranqente , maa nXo hé contro le e fetivc das suasco nd içbes nu tric iona is , ou le vantamento sistemético'de riscos Qenlticos, gor fa lta de resgaldolaboratoria l. Falta soroloq ia espec ffica e dero tina pa ra doengas que levam a lestes no s istemane rvoso como rubfola , toxog lasmose e s ffilis . Rnfve l neonatalq n=o hâ um proqrama de es timu laçz og recoce pa ra bebls inte rnados . visando reduz ir osefe itoe do skress ou sequelas perinata ie .D iscuteseas AP e seu papel na qualiiade daquelas em cursoe suoee tèes de inte rd isc ip lina riedade .(* ) p4s-qraduanda de doutorado do PSE- IPUSP . comxx . pss362


323Bauru .'CLASSES ESPECIAIS: CONDIQUES DE ENSINO SA0ESPECIAIS? jlga jaria Piazentzn qolsm Rodrigues,Universidade Estadual Paulista -0 presente trabalho pretendeu, através daobservaçio dos comportamentos de quatro 'prbfessorase de 51 alunos de classes especiais qublicas!analisaro ensino oferecido nas mesmas e sua Influëncla sobreo comportamento dos alunos. Foram levantadas classesde comkortamentos emitidos pelos alùnos e professorase anallsadas as relaçöes entre elas. A anélise feitafoi com relaçào ao tipo de atendimento oferecido pElas professoras aos alunos. 0s resultados mostraycqueas professorasy'tendem a oferecer'mais atendimento 'individual, sendo que duas ofereceram, predominantemente; atendimento andividual, uma oferecia atendimentocoletivo 'e uma mesclava os dois tipos. observou-seque, quando o atendimento é individualyos alunos teEdem a se engalar mais nas atividades propostas. Notou-seque, dos cömportamentos das professoras dirEtamente rçlacionados com a atividade, os mais freqnentes foram: passar a atividade no caderno do aluno eescrever ou desenhar na lousa. Dos comportamentos dosalunos o mais comum roi escrever no caderno ou em fglhas. 0s resultados mostram que as condiçöes de ensino nas.classes especiais estudadas pouco difere daquElas utilizadas nas classes comuns, onde Jé fracasslram. Duas das professoras cumqrem a proposta oficial%de oferecer atendimento individualizado. Isso resuitou numa freqnênèia alta, nos alunos, de comportamentos relaçiopadps : atividade. Todavia, o atendimentoindlvldual por si sö nâo garante o cumprlmento do pApe1 da classe especial, uma vez que, nos demais aspectos, essas classes especiais pesquisadas '.ccontinuamreproduzindo a mesma situaçâp escolar onde os alunos1: fracassaram no passado.363


324. EFEITOS A CURT: E MIDIn pRAzns DE un PROGRAMA DETREINAMENTa DE CRIATIVIDADE EM ESTUDANTES D0 ENSINn: 'DE SEGUNDO GRAU. Eunice Maria Lima Soriano de Alencar KirimeCollares. Lidices Dias e Sutana Juliao (Universidade de Brasilia.:Foi o objetivo do éstqdo investigar os efeitos de um Programade Trvinamento.de Criatividade no penlamentù criativo de 61estudantes do 2 ; grau d! uma , rscola pu jjyj.ca e outra pqrticulatantq iyediatamente àpoù (5 termino deste programa quanto '11meses depois. Participaram do treinaYento de criatividade 26alunoà e 35 constitùiram o 'grupo de controle. 0 prjgrana decriatividade tvve uma 'duraçao de 28 horas dijtribuzdas em 1/+epcontros semanais de duas horas e incluiu tecnicas de resolulçyocriativadeproblemas,exerclciospara.estimularaqrodu-çao de idéias e para reduzir barreiras ao pensamento crlativo.Cinco testes de natureza verbal da Bateria Torrance de PensamentoCriativo foçam :utilizados jntes e apés p treinamlnto enovamente qnze meses depois do termin: do programa. Alqm deresponder aos tertes, os sujeitos que participaram do treinamentoforan tambem entrevistados com vistas a s: proceder auma avaliaç%o do progr'ama e investiqar 1 extensao em que est-qriam aplic'andb conhecimentos adquirzdos 'durante o treiramento.P!ra anllise d&s ganhos'obsprvadjs entre o pri- e o przmeiropop-teste e o pré- e o segundo kos-teste nas distintas medidade criatividade ! utilszou-se.analise de variância. os resu..lt ad p s obtidos zndicaram ganhos entre o pre- e o primeiro pé.teste em 13 das 1% medidas :d! criatividade utilizjdas e em5 d as 1% medidas entre o pre-teste e o segundo pos-teste afavor dos sujeitos do Grupo Experimental. êtravûs da entreviâta, realizada pnze meues apés o tirmino do programa,observouse uma avaliaçao positiva do treinamento por parte dos participantes! - q'ue destacaram vûrios dos temas abordados e o efei-.to positzvo do programp.para o desenvolvimento de suls habilidades criativas. Tais resultados sugerlm .a persistencia deQ. .anhos zbserv4dos .imediatnmente apés o teryino do programa ea relevancia ḋestamodalidédedetreinamentoparaestudantesjdoensinode29gtau.l ' .I * Projeto parcialmente financiado pelo CNPq't364.'


325 CRIATIVIDADE E O VENCER OBSTXCULOS NA VI-DA . Solange M .Wechsler # Giovana Ribeiro'Di santi, Leonora Costa e Rosa e Edson A.G. de Oliveira. Pontiffcia Universidade Cat6lica de Gaalplnl:sO objetivo deste trabalho foi o de investigara relacâo entre produtividade, criatividade em potenciale auto-percepçâo de superaçâo de obstâculosna vida. A amostra f oi composta de 40 sujei -tos (20 de cada sexo), idades variando de 30 a 60anos , que possuiam produçâo nas mais dif erentesâreas, jâ reconhecida publicamente pela sua qualidade. Os instrumentos utilizados f oram z Questionâriode Pboduçâo Criativa, Testeà de CriatividadeVerbal e Figural (Torrance , 1965)*, e Questionâriode Hist8ria de Vida (Sheehye 1981). O 'procedimentoconstou de entrevistas individuais, onde foram apllcados todos os instrumentos em uma .mesma seàs:o .Correlaçöes de Pearson. foram usadas para as analises dos dados . Os resultados ehcontrados apontarama exist@ncia de alta relacao entre criatividade MKrif icada atravês de testeà e produiâo cNiativa navida real . Foi tambim observado que o nzvel de cri:tividade do sujeito estâ altamente relacionado aresoluçâo de problemas ou o vèncer obstâculos navida, tanto de natyreza pessoal quanto prof issional. Estes dados vem nos conf irmar a estreita corrèspondênciaexistente entre criatividadà e .saûdemental ..365'


326 é PossfvEL EsTz!!uLAR A cRzATzvzoaos uaESCOLA RESPEITANDO-SE OS ESTILOS DEAPRENDER? sqlange !'!. Tpechsler l Câssia .Blghettt,Rosana l.faria Bertonha , Sebastiao Rùglrio G . Moretra .Pontiflcia Universidade Cat3ltca de-scampinasO obletivo deste estudo foi o de investigarO conhecimento do proressor sobre a import&ncla dacriatividade no ensino bem como a sua percepç3o quanto aos estilos de aprender do alun o . A amostra ro1composta por l47 professor:s do yexo feminino, provenientesdos Estadps de Sao Paulo e Mtnas Gerazsq:e enstnavam na pre-escgla e no I grag, havendo 1aEbem estudantes do Mygisterio. O instrumento utilizadofoi um questionario cunstando das seguintes partes:1) Estratlgias para una aula criativa; II) Conhectmentosöbre estilos de aprender ;III ) Conceituaç7ode criatividade e de prof essor crtattvo . Asperguntas v ariavam de formato entre escolha rorçada,tas abertas . A anâltsefalso e verdadeiro e pergunda variência roi utilizada para comparar os nlveiseducactonais . Os résultados obtidos apontaram queenbora os professores rèconheçam a importo cia dacriativ idade na sala de aula , eles se sentem conrusosquanto a sua apltcaçVo na sua metodologia de ensino. Idlis 3rroneas sobre aprendtzagem aparecemf requéntemente como intbidoras da criatividade doistindo tamblm um total deskonhecimentprofessor 1 exda importancta de se identtf icar e de se respeitaro 'k estilo pref erenctal de aprender do aluno a rimde ùtllizar melhor o seu portencial .366


REPRESENTACGES IDEOLCGICASZ HAVERX PSIC;327 GtxzsE?Ctàene Ribeiro de Sâ Leite Chakur - FaculdadeCtencias e Letras - UNESP - Campus de Araraquara .A pesquis: destinou-se'a invesjigar a extstêLcia de psicogenese nas representaçoes de criançay eadolescentes frenle a tarefas que sugerem conteudode natureza tdeologica . Tendo por modelodeprovascllssic:s piagetianaj, elaborou-se o instrumento*situaçao de Vida Diaria* (SVD), composto de 05 pr2vas, sepdo uma dela: variante da origjnal - *salad: Aula-, com questoes de classificaçao e de preftrenci:/escolha; *M:ios de Transporte*, *objetos HEteroqeneos* e sua *variante*, cada qual com uma terefa de correspondência termo-a-teryo e 04 de cuaEttficaç:o da inclu:aoz e *conservaçao da HierarquiaSociale, :om questoe: semelhantes as da prova deconservaçao de substancia - utiliàando-se materialconcreto especialmente elaborado: bonecos represeEtando figuras humanas diferenciajas por tamanho, teça. Nexo e fator trabalho,mobiliario em miniatura ecartoes com figuras indicativa s. O instrumento foiaplicado em 18 escolares de 07, 11 e 15 anos (tendoa *variants* outros 18 das sesmas idades), recorre/do-se ao metodo de exploraçao crltica piagettano .Os resultados indicaram queza) o instrumentopresta-se tao bem ao estudo de invariantes cognittvos quanto as provas-modelo; b) os nlveis evolutlv:s revelaras-se apenas nos desempenho! de nlturezalogico-matematica; c) à SVD *conservàçao da HieraLqaia SocialW foi a mais rica em provocar argumentossocio-valorativos, mas sNm qualquer ordem seque/Ftal notlvell d) os criterios utjlizados pelo:neitos nas tarefas de correspondNncia fundaram-sebem mais em representaçoes ideologicas que concettEats. Constatou-se, enfim, que 'bonecos profisstonalmente caracterizados podem assumir diferenças em*status social*, objetos familiares podem ter *sExo* e m:ios de transporte revelar *caraeterlsticasraciais *, aos olhos de crianças e adolescentes.sE367


328 CONSTRUCàO DA FRONTEIRA MORAL DA INTIMIDADE:CONS-TRuç/0 DE NORMAS QdE REGULAM c rALAR-oE-s1YvEs DE LA TAILLE - Instituto de Psicolosia/universidade deSao PauloLIA ADES e CAROLINA C.A. BACCHI- alunas do Instituto de Psicojosia - usP'1 pr----tetraialko sitqz-sea: cajp:lepesq.isz.eele:e.iax.nmFr:nteiriB:rald. lntigidxde:trAta-qe dz.intersecçaa d: estqd: dzs ceqdqtasiuœwnzs zrespeita 1:lAlar-de-si eqczlar-seire-si. tex aqeele 1: Jqlzeeerzlq!edeterqi.:regrzs..enerwzti-x- estz:cendqtzs. F:raz rezlizzdas eatrevistas :1-zqitasce.##isqleitesde 4 z 65 aqas ti:p4r lzigaetlria),ceziRse.q.text:naqealq.prqtzgnnist.pergq:t: a tqtr: se eqtlesce:dend: .19e.âspergqntxsleitasvieo- verilitzrt---seleites iedilereqtes idzd:scnnteiea edireit: de .I: respanderlsindagardesAlkeizs, c---articelal t.1direita teea Aqeqtl:dz .eqtirz.qee peqqo.s-al:eelegez cegetende direit:de pergqatare saiera q.eseestlleerend:eqtender,c--- AMzliaz a p:ssiiilidade le qqtreg 'adiviqkzr' que se estzestendend: .1j:(questl: 1a possidilidade dese 1erestzl: sqijeti:eq. pzrtir 1as aparlatiasj.exteraas). @:ss:s lade: apeqta: 'paraa idzde de $4agex&- -senle zquela e. Aqe eal:lesteat: canteieas ner..sde lalar-dersice. :laze.e:adqltese.gerzl.Aedecarrerd: des4Rvnlvi.ente, 'e:nAuistzs e-*- leitas paqlatina-eate. Eis aspriacipaisj c:e 7 a:@:.dilereacia-:e eqtre peqc:egqit: axigat-- pesinx-zl:qdz tenlilenti..C,. 8an@s. dltxparete. tertezadeq.easzparlqciasexterier.sper.ite: .iaterpretAçle segxr.1eK estadeqinternes; :: aes.. idade,aparete ztlara zlirlzçle d. ..easpeslnxq tl. 4direited:lzlar-de-qige qniser'..eeier:ta1 direita,I:prevzlej.seaqpess:aq-al:elere.e:pais.Cn.##.:@:,desaparecea idliade qee s. esi. .eatiad: tpartaat:a:iade d.largzt:ndenlvel)...a1qseiespaqde Aee,Ie sete.Aad.z 4izer--.-aqeaal:se te..teg12a:@s.@:sqleit:qzizale:a. R idli. leqeeqeteveairigztario-eatedizertqt: anqpzis.e.ier. Aiad.se intline. peress. se1qçI:.Fiaal.ente.c:.i4 aR@K.aspaispzscn- :representarApenas .-xzlternativa depesmax-alv:. àsvezeq *en/xval:rizadz que@:Aqiga:.Mete-se lee qezse tndes@g sujeit/eie Fa 13 a.e:e.pregzr:/esp:ataaexmwnt: .pzlavr: -jegrede'pzr. t----tar A àistlriz.dzd: Aee,all. 1::deexis celetzdeç edt rell.- *>ntelritz, :e:1e:. .peRs.r ..e Ireas secretas qle trizdzs pelastriançaç p:rsere: essenciais.: i:.d--x-velvi.ent: d.persn:alidadf.xasque:tqnstrqçl: de.ere.: ..e as gzrantaxperaate eetre. qIe necesslriaspar. que taislrtR:svtretzsqloqei.gMivilz: iew.qeirz yraileœx*tit:e tqlpeq..-traizli: liaanciadepel: CKPù368


AW329 I- AZ lM Ko lm > nQAO QTO f- lM ASZ DZ lo * U.MAQIA REGINA CAVATrANTE. ,UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA 'JULIO DE HESQUITA FILHQ 'CAHPUS DE BAURUEste estudo propôs-se a identificary a partir deregistros de comportamentos de :o a professora è de seusalunos, categorias de açïo da professora queyteoricamente, yossibilitariam a instalaçïo decomyortamentos de autonomia no repert6rio dos alunos.As informaçses analisadas compuser:m 53 sessöes d,, emmgdia, uma hora de registro cursivo, que resultaram em 51horas p 26 minutos de observaçïo das formas de interaçïoprofessora-alunos em s>la de aula de primeira sërie doprimeiro grau de uma escola pâblica estadual no bairro dePompéia em Sïo Paulo. 'Para anflise das informaçöes contidas nos registroécursivos elaboraram-se, inicialmente, temas de anâliseque atendessem aos obletivos deste trabalho e gueçermearam a anâlise das descriçses. Rm seguida,realizaram-se -leituras sucessivas das descriçies e aseparaçio dos registros cursivos em epis6dios queconstituiram as unidades de anilise. Zstes episödiosforam classificados nos temas de anâlise. Realizou-se aclassificaç:o dos epis6dios em categorias previamenteselecionadas e definidas. Finalmentem realizaram-seleituras sucessivas dos epis6dios e a identificaçïo decategorias de açïo da professora que, teoricamente.yossibilitariam a instalaçïo de comportnm-ntos deautono:ia no repertörio dos alunos.os resultados indicaram um predomfnio das categoriasde aç:o da professora que, teoricamente, nïo possibilitam-a instalaçïo de çoxportnmontos de autonomia no repertöriodos alunos. Pode-se verificir, tnmYlyx qpe foi baixa afrequência de comportamentos dos alunos que ,teoricAm-nte, se incluvm nas classes de comportamentos deautonomia.Pode-se inferir que a professora possuia repert6riominimo para iniciar um prograpa de treinamento cul oobletivo principal seria a instalaçïo de comportAmentosde autonomia no rexertörio dos alunos.


DEFICIZNCIA #ENTAL: UMA PROPOSTA DE INFOR-330 MACXO E DISCUSS/O PARA CRIANtAS DE PR2 E 1:S'RIE , DE UMA ESCOLA PARTICULAR. SOLANGE FERREIRA DASILVA , SILVIA C. MURARI, GISLAINE AP. DE ANDRADE ELUCIANA F. ALVAREZ - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA .O objetivo deste trabalho foi proporcionar informlçöes e discussâo sobre a Defigiência Mental e seusportadoresp para alunos de pre e 14 s@rie, de uma eâcola particular de Londrina . Realizaram-se 10 encontrossepanais, com duraçâo de 50 minutos cada, no IQsemestre de 1993 . Foram utilizados materiais prev iamente elaborados na disciplina de Psicologia do Ex -cepcional, tais como: questi8nârio para pr; e p6s-'7'teste , manuais ilustrados f textos, cartazes , fanto -ches e fita VHS contendo imagens 'de um a criança portadorada Sfndrome de Down. Cada encontro consistiu 'na exposiçâo do conteûdo programado para o dia, discussâo,trabalhos indiyiduais e grupais dos alunos efeçhasento; A comparaçao entreras respostas obtidas'no pre e pos-teste possibilitou verificar a aquisi -çâo de conceitos e atitudss relacionadas à DeficiênciaMental e seus portadores. Pqrece possfvel afir -mar tamb@m , que as crianças participantes deste trabalhotêm condiçöes de se/em mediadores, junto a seusfamiliares e pejsoas de suas relaçöes, na disseminaçâo das informaçoes recebidas.370


0 ATENDIMENTO PSICOLOGICO DE ADOLESCENTES - ANALISE331 DAS EXPECTATIVAS D0S CLIENTES E SEUS RESPOHSAVEIS ' .Ludmila .de Moural e sonia Regina Loureiroz .(l.Faculdade de Filosofia,Ciencias e Letras de Ribeirao Preto - PSP, FFCLRP-PSP;z.Facu ldade de Medicina de Ribeira-o Preto USP , FMRP-USP).A expectativa dos clientes com relaçao ao atendimenz # -to psicologico tem sido relatada como um> variavel relevante noresultado terapeutico. Este trabalho teve por objetivo conhecer'- #a representaçao do atendimento psicologico de um grupo de adalescentes , que . procuraram ' atendimento na clznica-escola çdà FFCL-.*. . ; yRP-PSP, bem como as expectativas destes . jovens e seus responsaveis,sobre o atendiménto oferecido. Foram entrevistados 15 suitosaèolescentes, 9 do sexo masculino e 6 do sexo feminino,je. # #com ' idade entre 13 e 17 anos. os responsaveis tambem foram en@trevistados, apos os adolescentes. Todas as entrevistas foram& ravadas e transcritas para um Modelo de Entrevista de Triagem.* . wProcedeu-se a anq lise das respostas a 3 questpes da Entrevista,. - 'concernentes aos pbjetivos des&e estudo, o que levou a categorizaçao.das respostas dos sujeitos e de sbusa;responsaveis. Obser--vou-se que 54% dos sujeitos relataram nao terem ''nenhuma noçao, ' y 'do que Seria atendimento PSiCO10giC0, e OS Outros (465) relata-Wram uma noça O Vaga de que era um tipo Ze ajuday referindo-se a. w ' .seus problemas pessoais. A mesma frequencia foi encontrada entreos sujeitos que referiram estarem procurando o serviço es-# . h.pontqneamente (545) e contra a sua vontade (465).Quanto as ex=pectativas com relaçqo ao atendimento, 27% dos adolescentes referiyamnao saàer o que espebavam do mesmo. As expectativas co-#muns aos adolescentes e responsa#eis foram: a) busca de pm acontselhamento para dificuldades especificas; b) os adolescentes a-'pontaram o desejo de serem ouvidos e os responsave isrecozhecexram a necessidade dos adolescentes terem um espaço para falarem#de si. Os resultados sugerem a necessidade de rever as praticasterapeuticas propostas tendo em conta o desconhecimento e a necessidadede adequar as expectativas trazidas zom relaçao a es=p'sas praticas.h371


0 ATENDIMENTO PSICOLOGICO DE ADOLESCENTES - QUEIXAS332 PREDOMINANTES E As REsP0sTAs à0 ENCAMINHAMENTO TERAPêrTIc0.Ludmila de Moural e sonia Regina Loureiroz. (l-FaculdaAde de Filosofia, Cienc i as e Letras de Ribeirao Preto - PSP.FFCLRP-DSP; z.Faculdade de Medicina de Xibeira-o Preto - UsP,FMRP-DSP)'A escajsez de estudos sobre o atendimento psicologi #co a >dolescentes e evidente na nossa realidade, principalmenteh > 'no que se refere a avaliaçao dos serviços oferecidos. Este trabalhoteve por objetivo clracterizar dos pontos de vista demî# fgrafico e clznico, um grujo de adolescentes que procuraram atendimento psicologico # na clinica - escola da FFCLRP-USP, avaliandoa#-se as-su>s#respostas ao encaminhamentoa:terapeutico,'apos a avâliaçao clinica e a realizaçao de uma entrevista devolutiva de 'orientaçao. Foram entrevistados 15 sujeitos, 9 do sexo masculiùoe # 6 do sexo # feminino, com idade entre 13 e 17 anos .#Os reâponsaveis tambem foram entrevistados, apos os adolescentes. Todasas entrevistas foram gravadas e iranscritas para um Môdelode Entrevista de Triagem. A avaliaçap e das respostas * aos encami -# - #nhamentos foi feita 5 meses apos a realizaçao da ultima entre-. h # A,vista devolutiva. Procedeu-se a analise da predominancia das m:nifestaçpes de dificuldades e queixas relatadas nas Entrevistas,e dos encaminhamentos dados nas entrevistas devolutivas .As queixas predominantes nas Enfrevistas foram: dificuldades derelacionamento (93%)9 dificuldades que interferem no papel social(875)9 qgressividade e irritabilidade (805). Avaliando-sea situaçao atual encontramos que 11 sujeitos abandonaram o ser-#viço: 3 na fase de triagem; l na fase de diagnostico e 7 na fasede atendimento psicèterapico; 2 continuavam em atendimento e2 foram chamados para inicia-lo. os resultados apontaram paraa . dificuldade de se diferenciar entre uma crise adaptativa pro 2 -ç ' ' #pria da idade e o inicio de um processo patologico , pois 46%dps'sujeitos@recebe/am>encaminhamento para uma avaliaçao psicoidiagngstica. A ocorrencia de uma entrevista devolutiva pareceu- .'.. ay #nao ter favorecido a diminuiçao do abandono. 0 grande numero deabandonos indica a necessidade de se rever o processo de atendimento oferpcido.372


CRENCAS PREVALBNTES MODAIS SOBRE âIDSI PM ESTDDO COMPARATIVO333 RNTQAPâIS DE PORTADORXS E 'X0 PORTADORES D0 VIRPSHIV.FI6PE;QRDn, M.A.c.; OOELHO, W.F.; COSTA. D.C.; P*IMà, C.S. Departn-onto de 'sicologiae iducaç:o da Faculdade de Filosofia, Ci3ncias e Letras de Rfbeirso Pre -to, USP.Xstudo, anteriores çompafsde portadoresdo virusHI# (FIGDEIQKDn ë PâkM# 1992)detedtiram crengasde fortesconotag8esteleol8gicasa respeito dotratamento da pessoa com AIDS, aestx como conteûdo: referentes ao isolameltosocial e rejeiçâp do paciente e cognig8es sobre o efeito irreverslvel da doenga na vida familiar. Com o obletivo de veriftcar se tais conteûdos s3o tlpi -cos de pais de portadores, o estudo fot replicado em uma amostra de 1Q r paisde adolescentes n1o portadores do yirus HI7.Entrevistas semi-estruturadas e'posterior Julgamento por dois professores universit 1 r iosisolaram crengas deenunciados comuns Pata os 10 suleitos estudados. Uma anâlise de conteGdo fotrealizada com base na distribuiçlo dos enunciados entre categorias previamentedefinidasy feita por 10 eàtpdantes de graduaç3o em psicologia.As . crepça,prevalentes modais da amostra estudada foram determinadas atravis do câlculodisentropias relativas (Hr) de caia item,considerandouse sua inclus:o entreas vârias categoria: de conteGdo e tomando-se como ponto de corte o percenttl25 da dtstribuig:o dos valores de Hr. Com respeito l anllise de conteGdo, ocilculo do coeficiente K comprovou a fidedignidade dos Julgamentos para astr3s categortas de inclus:o, DO/MCA, PA'T/MTR e Aq


ATin-às *m ACDES ANTRC TRàgOS D; PFRKONALIDADE E ATITUDZS DE3 34 xysakzc:M yxExmq z slsnRcME oà IMnsons -DE PROFISSIONAIS DB EFICIZNCIA ADQUIRIDA. FIOYIREDO.M.â.C.; MORAIS, K.C..Departamento de Psicologiae Educagso da Faculdade de Filosofia,Ciincias e Letras de RibeirâoPreto - PS?.O desgaste psicol8gico que acompanha o atendimento ao Paciente comAIDS tem determinado uma necessidade crescente de suporte e acompanhamentopsicol8gico para os prof issionais de saûde que tratam diretamente com o paienteHIV. Suscitado por este problema , o presente trabalho foi desenvol -cvido com o obletivo de verificar a relag3o entre traços de personalidade eatitudes frente â AIDS,para, posteriormente, criar um instrumento diagn8sticopara o acomp'anhamento do proffssional de saûde engalado no atendimentol Pessoa com 'XiDj. Com base em escalas inspiradas no modelo te8rico deFISHBBIN e AJZEN (1975) construldas e validadas para prof issionais de saûde,56suleitos,pertencentes ao servigo deEnfelmagem doHospitaldas Cl!-nicas de Ribeirso Preto, foram avaltados quanto âs atitudes frente a seisDimens 3 es relaciondas'a'o atendimento l AIDS: a D0RMfA; ea si, o RAFplpTcom o paciente, a A diante das condiç8es do tratamentoy o RHPnVPRdado ao paciente, o A*rTr-*que acompanha a pessoa com AIDS e o *o*ç0 envolvfdo na relaglo profissional/paciente. Complementando, uma avaliag3o detragos de personalidade dos 56 suleitos fot realizada atrav:s do questionlrio16 PF de CàTTU,L e EBER (1954). Estudos de correlag3o entre as medidastoma das pe los dois instrumentos verificaram a interag3o de alguns traços depersonaltdade e as atitudes dos suleitos: para nn/MrA e *5*1rrR,as propens3esmais positivas estlo associadas l apreens3o (r- -.369 p= .001), â insbilidadeemoèional (r= *.32)p- .02),ao conservantismo e sentimento detaculpa (r= -.21; p= .05)9 para a 61*, as propens8es mais negativa: seligam A consci3nc'ia profissional (r- -.279 p- .03), ao requinte intelectual(r= -.24)p- .0&) e A onipot3ncia e obstinaç:o (r= -.20)p- .05)9 quanto ao, se ltga l aceitaçâo de normas (r- -.33;p- .02) e l dependincia i/telectual (r= -.i8,p- .03).Finalmente,quantoao -****X ,se origina nafnseguranga'(r= +.45) p= .0Ql), na menor forga do ego (r- -.299 p- .03) ena maf or dificuldade de contato social (r= -.19;p- .05). Partindo deste!resultados, algumas propostas s:o encaminhadas, no senttdo de subsidiar prâgramas de suporte psicol3gico para profissionais que atendem dtretamente opaciente com AIDS.(*) Pesquisa subvencionada pelo cNpq374


335VERIFICàg:O D: ATIn-AS CRRNgASACERCà DA AIDS ENTRR PROFISSIZXAIS D0 ZNSINO DE PRTMPIRO g sscuspo cRAns. MORIYA. T.M.; Fz -nnvrpenn y x.A.c.; CIR, E.;HAYASBIDA,M.(%). COMISSIO MUNICIPAL DE PREVENCXO'E Co'TRntE DA AIDSy . DE RISEIRXO ?RET0. (*)ESC0LA D2 ENFERMAGEH DE RIBEIRXOPQPTn - DSP.O presente estudo foi tdealizado com o obletivo de verificar crengas associadasa alguns aspectos relacfonados com a AIDS entre profissionais da redede ensino de Primetro e segundo craus, de Rtbetr3o Pretos para posteriorelaboraç:o de projetö de orientagâo 1 informag:o de'ntro das institutg3esescElares. Tomando uma amostra de l27 suleitos de escolas pûblicaseprivadas, foiaplicada a 'Escala de'Atitudes frente a AIDS''desenvolvida por MORIYA (1992) ,constitulda por 25 itens relacionados â orfsm- e ennho- # R---fobta # :.ns>* e h-nxl4xoc-xn da da*D78; P ara ennhoe4-ento , --*e*e da œ--*6* > pengnn 'estfeo : coltâgio 1*15 sapgpeyenetsgfo ---fa1 'e Freveagsol e para ava11>6n* * s, foi criada uma nova categoria- -fvfo enolal com conteûdos associados l prot-czn do paciente e efa-a=n4. .Os resultados foram avaliados com base na trisecçâo das escalas considerandoseos pontos # e 5 como concord3ncia e l e 2 como discord:ncia às aftrm'ag8esde cada ua dos 25 itens. 0 ponto 3 foi considerado como resposta neutra . ZstadosdeX2 . : tomando-secomocrttirtoP


ppw u e A M Ds M AM u sc> clwr o Dz- zo336 li De se A- PRIM M 1- - * * M IDIAM .ana Martins da silva Rosado (lllRaquet Soqza LObO GVZZOCI)yaràa Patelli J.S. Lima(l); Eda Moys:s(2); Sueli Crem Chiminaztol3llJol: Elpin Netoll). (z (2) j pontificia universidade cjtolica de Campinas.(3) Divilao Secrelaria Regional Estadual d. de Ensino Saude. - campinas.O prelente trabalho : fruto de xm-x aç:o inter-diseiplinar delenvolvlda por doeentea da PUCCAKP e t4cnico! em educaçâo, visando o delenvolviaentode um progrx-- de preyençao proposto pela DRE-campina.frente ao problema da dis*eminaçao da AIDS em adolescentes .O progrA-x terâ por objetivo ultimo trabalhar o posicion---nto, a crw itiea e a autonoNia do jovem di ante da* situaç8es de riaco. Identificartai! siluaço6s. situar-se diante delas e assumir uma postura deprevençao sao açoes que nao acontecerâo por parte do adolescente en -quant: este nâo conseguir relacionar a AIDS aos seus interesses,tivaçoes e neeessidades.mP-bâ Tais pressupostos orientaram a estruturaçaosica do programa de prevenç:o.O projeto *prevencâ: : AIDS na earola* se desenvolverl segundo trêsetapas: d a) elaboraçao e produç:o de yideos como material deflagrador: processo de edHeacâo para prevenqao (acompanha manual de utiliwaçaolzdo seleciopadosb) preparacao experimentalmentede professores de 1* e 2* graujpara a implantacao.doqueprogrx-Alestar:o senc) av6liaçao dos produtos e do prPgrA-x. O presente relato envolveas açoes e resultados referentes primeira etapa A coleta dos dados que embasaram a elaboraçâo do programa . de ç:o foi efetuada a partir de dois instrum-ntosl preven-lquestöes abertasl :plicados ey uma 6mostra de l80 llquestionâriosestudantea de escola11 particular e publica (5* a eê series): com idade variando entree 18 anos (m:dia 16 anos). Tal procedimynto visou explorar o n:-vel de informacâo que os adolescentes dijpoem sobre conceitos relaci/nados dinâmicas â AIDS (doenca, modos .de de grupo realizadas com transmissao: 24 estudantes prevencâo. de escola etelz publica zlduasdinâmica . m:dia de fdade 15 anos, (l:2: dinâmica, m:dia de idade 16apos). Nesja situaçâo buscou-s: expressöes sobre aentimentos çoest e vivepcias relacionadas a sexualidade,à AIDS, às drogas : percep-ras experiencias.e ou-Os evidenciaram resultados pràncipalyente obtidos pela anâlise das duas etapas de coleta de d adosdados que: a) o conjunto de adolescentes estu-pos:uia informacoes suficientes que lhes peymitiriam lid:r comas e mais situacoes distantes de risco; b) quanto menor a faixa etaria : mais teoricasda vida pyâtica sâo as informatöes de que dispöem;c) parece existir uma tendencia a dïstanciar a AIDS do eotidia no deexperi:ncias que envolvem a sexyalidade e o consumo de alcool e drogas,principalmente na faixa etaria mais alta do conjunto estudado.Diante desses resultados foram elaborados quatro yideos (l5 minutoseada umlporgani4ados em dois qrandes conjuntos: yœdeos l s2 e 3: versandosobre conceitos de sociabilidade (integraçao/pressao de grupo,relaçöesde/doencafamiliares,(AIDS eindividualidade:preeonceitolr sexualidade, !a/cos sobrea AIDS.outras). 0 quarto vldeo sistematœza conceitos basâTais produtos articulam em torno d: si um conjunto de acöes proposta aos adoleycentes, que tem por funçao auxiliar n: aprofundamento.e saproprfaçao ra a unidade dos conceitos tratados .seguinte: constituindoCadaelosparque compoem*vidso-atividades*o programaprepldeprevencâo.desenvolvimento' no exerclcio deslas ac8es que se espera doadolescente oque.lhe de uma com/etencia sociyl e a elyvaçâo de auto-estimapermitam responder eficazmente as situaç:es de risco.Oduzdesenvolvimentoem um desafiodeparaprogramas de prevençâo primaria no Brasilse tr2vem com o desenvolvimentoaquelesdeque, direta ou indiretamente,adolescentes.se envoi376


CONSIDERACUES ACERCA DA DESINFORMACXO DA ADOLESCEN-337 TE coM RELACXO X SEXUALIDADE. A.C./. Bortolozzi;M.E.M. Ragonesi; Univeysidade Eytadual Paulista/UNESP; Faculdade de Ciencias, Campus de Bauru.A presente pesquisa buscou identiricar, junto a um grupo de mEninas adolescentes, numa escola pûblica de Serireri: de Bauru,SVo Pa lo alguns eixos de investigaçvo acerca do nivel de iriformaçaoda sexualidade huyana. Os eixoj de investigaçvo englabam os trls aspectos: biologido,psicologico e social , coṃ temascomo aparelho reprodutor, fecundaçRo, gravidez, ahtibonceEçio,menstruaçXo, doenças sexualmente transmisslyeis , homossexualidade, aborto # virgindade , masturbaçRo,e #âpej.s sexuais.usparticipantes da pesquisa roram quatorre meninas na f'qixa de12 a 16 anos de idade, cursando a 7: serie do 12 grqp. Para 'acoleta de dados utAlizaram-ge diferentes questionarios sehḍoum deles :berto, de -ques 13 ea iiv t 4 s,e outros dirigidos a te-mas especificos. A aplidaçRo àöslquestionlrios foi individual,reita pela autora, ù m ses: 3 : >s ' spm ahais. .'os resultados indiqam'que J bastante precâriz o nlvel de inroEmag R o so br ! a sexualidade hu'màna e a percepçao da prûpbia fase,de transiç:o e laiuraçRo bio-psièo-social que a adolescente vi-. .ve. Os papeis sexuais estereo ( ipados . aparecem embutidos cultu-ralmente;o relacionamento èntre slxos e cheio.de d ûvidaselprecongeitas;a dinanica familiab epoucoparticlp:tivacomrEjlaçRo a dialogos e orisentaçzo e os aspectos bio-psiquicos da!ladolesclnciaemergemGointensamentequeinterferemnaforma-jiV ofatopois,queasmeninas,em.ger:l,chegàmnoperlodo da identidadé pessoal.ado-lE lescente com pouca du ralha noçRg basica sobre a sexualidade ,Ponto esse fundamental na formaçao do indivûdup enqùanto serhumano globalizado.Isto posto, fica evidente wa necessidade de uma educaç a o .yexua yvia profissionaisœ m formaçvo adrquada,atJ mesmo a exigenciadeprogramasdessetemanoscurriculosregularrsdas escolasj Iabordando sando a ampliaçvoa sexualidade dentro de um enfoque jociö-cultural vidoI.da visRo de mundo, a èonsciencia crlticaindivlduo.aludando-o a aprofundar e berletirxsobré : seus.prS- .prios valores e :sua identidade.-377'. ..--..' .--- ' -.- - -. .- -


''. .338 RRI.AçAo ENTRE vAln kRs SEXUAIS EAUTOPERCEPG O DO ADOLESCENTE.Alvv o T- o,W M ia C.de so> Fra einete M ,M .Ga1v> ,M ichvle,M .d @ M edeiroe . Cl4udiw EA dos P- oe,F@m = daM .R.de Abreu,M e iadeImzH eeB.BrG -U* ''d*de deBrasi;a0e vi orv: e@=,.ie t.m a =,> fonte em neçeesianaes e ivereais do eerh'mnno de tipo biolégico, psicolégico e social. O seu ddenninO teâmda e-nl 6 a culh- Po ce N ov'ékel,porém,que a.R topercepçeBejaf- ào' = detvnninOteimpoe te,jé meela étib,eria da fo= acomo o indivlœ o é percvbido pelog oe oe ma ificiivoe. A pregentepesquigatevecomo objetivo comecr o ee dodestarelate.A = 0e A foicompoe por 337 H olveçentes doe doisBexoe, com idade média de 17.29(DP r 1.68).'A e i-/ doevaloreefoiiealiaa.e nvés da Egcia.devalore:Bem.ni:G a ayo,1993).Ela cone de54 valoregorgeizxdosemcinco fiores: liberde e semml, reciprocidnde, ee /'rn gociz dasemxnlidadv,opçses semoise seduçe .Para a avziw e da M opercepçafor- iil,'v.rIx $ A.x dimensöee do SelpAe ibuteeQuedionnaire(SAQ).dePella eSWnnn(1989):a e opercepçe dedisciplina edeexperipnciase= .nl . A pu irdo:escoregobi4osfora crie osFupoedebixa e2ta.mltopercepçe .'Dee foe a a a oe A original licou reauzida a 259adolescenteg.A Anova 2X2Xlrevelou = efeito principz doseA? a Zveldo:fioreslibprdndeeem,xlF(256;1)= 12.91;p < 0.000ereçiprocidnHeF(256;1)= 24.00;p < O.OOO.No primeiro,osescoresfornm c erioaspn os H oleecente: ma culinos e,no se- do,pn os femmmos.Ave ével de e opercepça em disciplina tev: io nen sobre oe fioresreciproçirlnHeF(256;1)= 4.24;p < 0.M ,ee œva eocii da semmlidnrl'eF(256;1)= 12.49;p < 0.000 eBvœ çe F(256;1)= 5.95)p < 0.01,Bendoemtodos eles o escore mmerior pn og H olescentes do Fupo de altamgopercepçe .Finalm eo ,a.M opercepçe de experiência semxnlteveefpito sia ifcatiyo eobreoefioreeliberaw'u ep=xn1F(256;1)= 8.32;p cia que os M oleecezges 3xn K gvzoressemm's.e378


AUTG DESCRW XO DO ADOLESCENTE:339 PERCEPG O REAL E IDEATXAlvro Ta jyo,R-* Clemenino,CledioRnmog,Clv gsl SY AnnAZVe iaM ontelro & Rogimeire Afongo.U* ' 'dlde de B- dM0: pesquisadores têm obse>eo !>n mior digcrpMcia elee anninpercepço reale idealnosH olezcentesde sexo femmino do que nosdegexomnnculino.Asjegquisa nestaH autiliv>m:1)avaliee globaldo Otoconceito,e2)mferência da di.scapMcia real-idez a'+e dadiferença enkeo G oconceitorealeidei.F.e e- é/l tem probla -teéricosemetodolégicos(Cronbsrh & Rxby t1970).A melhormedida dadiferença en% agpercepçôesreais e idemg do H olescente po ce seraquela que6 fomecida porelemea o.a tl pesquisl tevecomo objetivoestudr a disco e cia D i -idealna e opercepçe dog sdolegcentes defonnn diretw e avalie do vl ia da :1% dimene es.Fox ve éveisindependentesosexo eo tipo deegcola (pébliga epHvnHn).A = o* foicompostapor 416 M olescentes,dogdois sexos,com idRde médiâ d: 16.78%os(DP = 0.88),c> ando a se- da e terceH géries em escolpûblicuepriw zlnl.O N lf-k tributes o er/oaacfre (SAQ)de P:l%%m eSw= (1989)foiV liadopn avalir % M opercepçôe:dogsujeitog.Além disso,foiavaliada a percepçe do adolvscente,em cndl * 1 daidimeneegdo SAQ,dadiferençlporelepercebida com >lwe % queelegodnria de ger.A Anova 2X2 revelou 1* efeito principl do gexo l nfveldae opercepçe >a1F(414;1)= 15.09 p < 0,001sendo o escore gperiorpn os sujeito: de sexo mxeulino.Ag e opercepç:ig a mg ' dosH olescentesdag egcola prive % fom m e erioa s 1 dog adolegcentezdu egcolasplblic% F(413;1)6.38;p < 0.1.A percepço dediacrelMcil 'em relë e ao que o H olescente godnria de ger foimlior nos guleltog desexofeminino n% sel liesdimensöeg:competência socialF(414;1)=5.34;p < 0.02,he iliandesespodivu F(414;1)= 4.93;p < 0.02,diciplinlF(414;1)= 4.02;p < 0.M ,sentido do h> or F(414;1)= 4.19)p < 0.M ,elide- çaF(414;1)= 6.60;p < 0.01.P> o:gujeitogdo gexom-eulinofoiobsee o egcore go erior K du H olescentes na M opercepçe idez d%heiliaodese stica emaicisF(414;1)= 13.2$ p< O.OOO.Pode-geconduirque a avali-e An.lftica da digco Mcxa mal-idealpe- iteideeifcr defonn* mnispaciga % difeança ,n- o:gujeitos.379


340RELK XO ENTRE ANSIEDADE EAUTO C O NC EITO D O AD O LESCEN TE .Alvaro Ta ayo,Isabelw A.de Abreu , Mônica Quintelw Verw L.V.deAlmeidw Rnf igo C.1aIc% , Da ielV.B.N eto.Universidade de BrasfliœA adolegcência 6= perfodo deOsiedadv (llubel 1970).Numerosospesquizadom s têm ee rlndo a iv uêneia da a iedade gobre o a toconceitoglobz do H olescente, sem proctrr esclrecer o efeito da mesma sobredimengöes especfGca da autopqrcepçâo . Foiobjetivo desta pesquisaestdnra influência da O siedadesobre12 auto-avaliaç:esdoadolescenteem #ea: relevantqs pnrn a sua vida quotidiu a A amos*a inicialibicomposta por 396 adolescintes. dos dois sexos,catôlicos e com idv emédia de15.53% os(DP = 9.66).Pca a avdile do autoconceitofoiutiliznzk a verse br%ileira dnselfAeibutesQuestionnaire(SAQ)dePelha eSwnpp(1989).O nfveldeansiedadefoidete= inado e avésdaOlhescala d demlgivdadedekaçodo D ATE (Spielberger,197û) . A patiros resultados obtidoscom esta se> ldam edidw a mnosk'a foidividida emdoissubgupos:mjeitosdebaixa ed; alta œlsiedade.O testetrevelouqueos dois abgupos diferem siN ijiciivamente do ponto de vista daawivdade t(213)= 37.41)p < .001.Destl fomlw a œnostra deGnitiva paraa pesquisa foirede da de 396 pra 2l5sujeitos.A Anova ztsexo)X 2(nfveisdvo iedmlv)revelou 1% efeitoprincip? dosexo F(184;1)= 5 . 00;p < 0.û2eda.Ksiede:F(184;1)= 7.33)p< 0.007sobreo escoreglobalde autoçonfeito,geado o regulteo guperiorpFa o:sujeito: de sexoma elzlino ; po o vupo de adolescentescom baixa O siedade . A R élise a1 nlveldecadauma dag12dimenssesavalindnRpvloSAQ revelou mn efbitotlqia iscl vo da ansiedede sobre que o Sdela :e topercepçe alv va à.çompetência govialF(210;1)= 8.* 9p < 0.905.he ilidadegespolïivasF(211;1)= 3.90;p < 0,05,populridndecom aspessoa do outosexoF(210,1)= 3.47)p < 0.05eednhilidleemocion? r(209;1)= 28.32;p tede elaga autfhpqrcvpçe foimai:positiva pnm o& po deadqlpgcenteg com a iedade baixa 0: rea ltado, mosira que o lmpactodé . w ivdadepbseaadnem pesquisa ' Rterinregtœ œns,Re er& W


341 BRASILEIRO VS C ANADENSE:AU TO ESTER EO TIPO E ESTER EO TIPO .Alvo T= ayo,Heila M .da Silva Veijw Sol- de C.P.da ImM ccelo E.BeckeG Ninfa de F.B.N.Gulme s,Ana M aia M .de A.Lim a-- Ue e dade ie Braspl.O M o-estereôtipo consiste na percepçe que osindivfY osde = gupot!m desimesmos(Bri#1= ,1971).A tendência geraldosindivfduos6dene'buirc- ferfsticasmisfavoGveisaossujeitosdo inqroup doquex sdo out-gm p pusgim,Colemo & > rch,1987).Por ouka pu e, adescriçâo do auto-estereôtipo émenoseo emista do que a do estereôtipo(Linvile,1982).Foiobjetivodestapesquisavee cr estasduagprediçöescomprO do o G o-estereétipo disbru ileiroscom o estereétipo que elestêm do: cnnndenses. Pr a identificr cr e terfsticaà espùntaneamentenM buldnnx s ca adenses, foiutilipmzla a tlcnica de a sociaçâo de idéiacom 40 sujeitos;aog18e ibutosassim obtidosfomm acrescentH os25utiliy.ndos no estdo de estereétipos regioni s.Os43 e ibutos obtidos,die ibuidosaleatoria ente,foram utilia dos pnrn avalir oscanadenses,oserhlmnnoem geraleosbrasileiros.X amoskafpicomposta por208mjeitos,homenn@ =96)emuleres@ =112),adolescenies @ =114)eee dnnieslmiversitlio:(N=94),com idndemédia de18.74 %os(DP =8.67).A RnenDia& éstica tM ccauley eta1.,1980)foiutilipmda pnidentifcr 1 cnrnierlgtica e ibuldas estereotipica ente. 0: àeguintese ibutosfomm osmaisestereotipica entee ibuldosaocuadelise (KD.> 1.5):confiével,poninnl,competente,sistelético,qducado,intplijente,organimdo, rfgido, prV co, mnistw respeit/so,'zéio, dominndor,hom italeiro, O tip


'342 A NSIEDAD E E VAIO RES R EI,ATIVO S AESTRUTURAS SOCIAIS DA SEXUALIDADE.Alv.o T- o,Renn- W ebvr,M aPa la P.F.Aiae,Ke me da F.Poe .Ue - 'dade dé B- dh'aOgprindpioz que & i= o compoH- ento gemlnldog H olesiente: :etibl/R 'os,como todoaog valoreg,do :eu meio culhn ḷ Eles eo lvsgainteresegindivizhnls,coll vozemistoa.Elesge Dsulte o de 1= loeoprocesso de sociali- e de io ulsos e de necezsiandez bio--psicosoeiais.PorouH pu e,6 opinie lme ime dos ee diososda adolescênciaqie o rele ion- ento gociale semlnl 6 âequentem ente r onlpnnlnzlo deOgiea.ae.é posglvel,poe- o,que edeg s- lmento: de a iednde) '*iv uênciem a impoeM cia ando . peloa adolegeente: a cedog valores. . :*. areliivoz a e- xhx .que 'ndltucional'x.m o rele ion- ento semxnl , taiscpmo o me imonio.Foiobjetivo da prege/epegquiga egtdr o io actodo gexo e dl a i4dnde sobre og valores semlnis e,pe culnnnente , sobreos e oreg a lv vog a een.hx . ou lne xiç:ea que O qundrnm oa le ionnmento :;mlnI. A = o* inicial foi composta por 205H olescentes,dogdoissexos,com ide emédia de15.53%os(DP = 0.66).Os cinco fatoreg(liberdnde gemml,reciprocidnde,eenxhn gocialdaaemolidnde,opç:eges;% çe )da a cala deValoregS- xnis(Tmneo,1993)fomm utillxdospn a avaliwe da ve éveldependente,e a subescaladea ieanaedeo odom AW (Spielberger,1960)pn crir osFe os de alta e baixa O siednde. A a oe n Gcou redlm'da a 135H olescentes,66 hom- e69 mnlt- i,72 debaixa a iednde e63dealtiA M ova 2X2 revelou 1= efeito principz do gexo dossujeitossobreqs'fiores liberzlnzle gemlnlF(134;1)= 40.62;p < 0.000,reciprocideeF(134;1)= 15.46;p < 0.000e seduçe F(134;1)= 4.18;p < 0.M ,sendnoeqcore o erior,:o primeiro fior,pn os re aa seynogoe osdoiw pn% moç%.A a ieandèteveiv uência sie cv va exclugiva - esobreo* ordee- dlx goçii da gevnnlide eF(134;1)= 4.78)p < 0.03,gendo oescoree eriorpn ogguj,itoscom a iedldeelevodn Fox obg- ndnointe- ôessexd x a ieaoaea nfveldo florliberaoaesemmlF(134;1)=à22;p < 0.02 egeœçe F(134;1)= 4.11)p < 0.M .Coneluge :a .a iedad:dé o o 6= dete- innnle do:valore:gemmizqueew ssa interegse:. . '.'goletivog e te como meG prom- ingtie çôeg Jou coo oe- entogmodelo pnaev esge % semlnlidlde.382


343ssxuwczoxoE EM EjdoLAREs DE 6a. A 8a. stRzEs DoIQ GRAU DE ASSIS CHATEAUBRIANDTIPR). Joseffna S.A chiti W , Maria Aparéc ida J. TedeschiW , Maria Julia C. UlianoW,Wiloa F . Santos * e Gilberto S.S. AlmeidaWWtAFundagio Municipaldo Ensino Supekior de Palotinai**universfdade Estadual de Maringâ).Devido ao grande aumento dos casos deLaborto,gravidez eprostituigio entre adolescentes, mesmo escolares, em Assis Ch1teaubriandtlpR), foram feitas entrevistas padronizadas com 40adolescentes de 6a. a 8a. slrieslidade entre 14 e 17 anos) doEnsino Pûblico de IQ graù daquela cidade, para se caracterizarmelhor o grau e tipo de informaç3es dqles sobre a sexualidadehumanaz Os resultados e#idenciaram que a maioria drles tem informagoesiragmentadas e superficiais sèb/e k séxualidàdeacrença arraigada em inimeros tabus sexuais e grande aversaopor uma discuss:o crftic: com seus professorqs sobre estes ta-bus. Um nimero significativo de entreviptados revelou desconhzcimento a respeito de aspectos elemehtares da sexpalidade humana,desde o Ambito biol3gico, psicoafetiyo, yocial at; o prEventivo. Confrpntando-se estes resùlkados com aqueles da 1 teraturaespecfficq, concluf-se 4er necessfrfo e u/gqhte a fmplEmentagâo de programas de capacitag3o de professores do ensinopiblico de IQ e 29 graus em educaç:o sexual, com a participag3oativa de pais de alunos e demais membros e lidèrangas comEnitârias. Nestes programas, enfatiza-se 4 necçssidade de queqselam abordados os conteidos e propbétas d: modo èrftièo, ,utilizando-setlcnicas psicdpedag3gicas modernàs e adàpiazas'àclienEela lspecffica; inicie-se nàs siries iniciais'do primeirograu; nao se limite a apresentar os aparqlhos reprodutores,mas sejam enfocados, numa vis3o interdièciplinar, os aspectosbiopsicqafetivos: allm dos socili4, da sexualidade humpna... . ;.; .Auxtlio:secretaria dé Estado da TEducaçio do Paranâ, Fundàçio :Munièipal do Ensino Superior de Palotina e.,FECIVEL.tq. J. ,a ' . ..' ,k . . .:383


344 NATUR EM E DETERM INANTES DA FAM AUN ICIDAD E.AlvcoTnmsyo,M rcelo D.Podo,Juliw W .M.deèe 'lho,Aless=dm0.Pinheiro,AdalbedoJ.Biistw Ana Crla diP.M .Y mjo.Uëvœ sidade de BrasikmO viégdefalsa œ icidade(FU)tem sido obBeaado em sujeitosquesepercebem como sendo melhoreg do qui a mioria dog colega emhabilidades impodOtes (M nrKxs,1984;MclY lod & M lller, 1990).Reçentemente Josephs,M arkseTsorodi(1992)verificnrsm que estadistorçâo perceptiva é crateristica desujeitosmaèulinoscom autoestima elevada A FU tem sido è* 2%3a exclusiva ente a p- ir decu eristita poeitivu (habilidadqe).Contldo,pode-eepoetlr quq evtefenômeno se m o ifesta inmbém a pe ir de cnm ierigtica negativaà(defeitos). Poroutapu e,a imporuncia deapelo sujeito a detenninadasca'zerfstiça pa-a zingirseusprojdog deveter= impado sobrea FU.Foiobjetivo da prisentepysquisa eevdnro impado sobm a faleaImicide edo eexo e da impoe cia andnpelossujeito:1 crierfsticasavaliadas e verificr se a FU ppde ser detenninndn i.smbém a pu ir decrateristic% nege v%.A = osti'a foicomposta por234 Holescentescomidndemédia dv17.66= oe(DP = 0.87)teendo104 doeexomasculinoe129dofeminine. Um quei onkio solcitava aos sujeitosescrever.nolugr Y roprie o,a melhor he ilidsae dele: em que o l eas diferentes;atléticw sociz,ace êmica e global,bem como o maiordefeito e o msiorm edo ou tem or.F-mRea idw ele: devi= eetim. a percentw m de colegasque,sepmdo eles,em m muito boneem cadaluua dessu habilidndes . Praomzordefoito eo maiortemor,oggujeitog forsm solicitvosdeestimr aporcente em de cole- que possuœ o mesmo tipo de problema A= oeu foi dividida em doie mlbm poe em M ç> da baixa ou altaimpoe cia dndn a cada Imla Hnmc- feril cu O alisadu .A M ova 2X2revelou tun efeito da ve ével impolœ cia sobre a 1ea de habilidadesgoçizsF(;31;1)= 8.94.,p < 9.993e sobre()maior temorF(232,.1)=22.09;p < 0.000,sendo,nos dois cu os,s.O icidade o erior para o > pode impoe cia 4levndœ 0: resulte osmostœn qùe a,falga O icidade podesrrresullnnleda impod% cia 3n3a pelossujeitosà çm leristica estudnrlneque elapode ser detectadat= bém ape ir de crzerfsticasnegziva: .384


345 ADOLESCANCIA E VI/LANCIA SEXUALt O ESTU- jPRADOR. Emerson Fernando Raseraycleire Fzlelros salles.#Luctana Petenosct Ventulrtni,MarlaPaula Foss.R:quel Gonçalves Ràbeiro.Fsculdade de$Fàlosofia,ctennlas e Letras de Rtbeirao Preto.untverstdldede Sao Paulo.Este trabalho busca qoestionar,o esterelllpo :respeito da lmagem do estuprador k as eondiçoes emque ele atua.os dados foram caletados na Delegaclade Defesa da Mulher de Ftbetrao Preto referentesao perfodo de abr11/92 a abril/gl#os quais totallzaram20 casos Nobre estupro.o metodo utilizadocohsistiu na analise qualitattvk e quantltativa ,.-dos prontuerjos E m relaçao Vsdesses caraclerlsticascasos. do estupsadorpercebeu-se gue 75.7% sao brancos;65.16$ sao adultos;47.57$sao solt:iros157,9$ estlo empregados ea maioria pertence a classe balxa,assim camo suas'vftlmas.Atentandorse para o modo d: atuaçao do estuprador#notou-sequ/ 80$ destes tem algum tlpo derelaeionamento com a vftima e 75$ destas s:o ciialças ou adolescentes.Dos estupràderes,4os s%o conhzcidos pela vlttma.4os pertencem a su'a rede famlrliar e 20$ s:o desèonhectd:s pela mesma.ouanto avlol?ncla utiliàada,na famflta usou-se,prlnclpal- !Mente.de Nmeaças verbaisJentre descohheeidas.fezsenecessaria a uttrtzlçao de armas e violeneia ffsjca e,entre conhe:idos houve o de armas e/o: viol:ncàaflstca e ate. algumas vezes,esta vïolencia' nao esteve 1 presentN.Att:# s da ahalise realtzada,concluie-se queo estereotlpo do estu prador nao condiz eoo a realtdadeGo meamo,o que lmplica num redtmenston:mentoda sltuaçao de estupro.enfocando pontos ate açzra negligeneiados como:o essuprador pertencendo arede soctal da vfttma p o Tàto desta ser,na matortadas vezeé .adolescente .385


346 A V0Z DAS CRIANCAS E ADOLESCENTES QUE VIVEM NA RUâUMA EXPERIXNCIA DE ESTXGIO NA CASA DORMITöRIO DERIBEIRXO PRETO. Paola Biasoll Alves, Geöralà S. Sordi e CeniseMonte Vieente. (Depto Psièologia e Educaçxo da FFCLRP/USP).Tem sido cada vez mais constante a apreqentaçRo depesquisas, de b a tes , questionamentos e busca de soluç3es relaeionadas à situaçvo de crianças e adolescentes que vivem nas rEas. sp Brasil toda a mobilizaçio em torno do Estatu'to da criaaça e do Adolescente viabilize a exposlçRo da realidade emque eles vivem.Este trabalho volta-se para a experl3ncia de conviviocom àdolescentes de 12 a 17 anos na Casa Dormit3rio de Ribeir3o Preto, espaço aberto pela Prefeitura da cidade no intuito de oferecer um local de pernoite a estes adolescentes.0 material utilizado para a coleta de dados foi grAvador audio e f itas eassete , colocados è disposiçVo dos adoleacentes e utilizados de forma espontânea por eles.A anélfse destas gravaç3es mostra a rlqueza da comunicaçxodos jovens em situaçâo especialmente dif iceis (na ruA).O contèldo de suas vidas traz uma descriçXo de seu çotidiano'na rua' e na Casa Dormitsrio; evidencia também a imitaçRo iatencional do comportamento dos adultos e atravls dela a suainteira compreensxo das normas que a cercam e , ao,mesmo tempo,a sua n3o adesxo as mesmas .Mais constante & a presença nas suas vidas, do discursodos adultos que os rotulam ora como crianças drogadas,que roubam, portanto, 'maus'ora como abandonadas, sem famlliae portanto merecedoras de piedade e desculpabilizaçXo.A anâllse mostra ainda que esta consciência da imagem que a socied4de tem em aeral delas. as atinMe e revolta,czl?cando-as como crlticas da realidade que as cercam. No quedzz respeito a reflexao sobre 'si mesmo' t seus atos e idei.as, n3o se obteve a mesma eapacidade crltxca.386


347 A TELEVISXO COMO ADESTRAMENTO DA CRIANCASILVA, N .L .P r; SOUSA, L .M.*d e Go f 1 s - C o .Unlversidade CatFlicaEste trabalho refere-s e a uma pe squf s a empf ri ca rea11zada em Cof ênia no perlodo de Agos to de *1991 a Janâfro de 1993, com o obJetfvo de veriffcar a formaçaode estereo tlpos de valores sociai s . vetculados 'Pe 1 a te 1 e v fs-a o em c r 1 an ç a s em f a s e d e é lf ab e t i z a- '-%a o. A p esy u isa fof rea1iza da em um a e scù 1a p G b 1icada perl f eria de Goiânf a sendo a 'amo stra se lecionadade 12 crf anças em doi s grupos : um c:m as criançasqu e e st a v a m n o 1 Q a n o d e a 1f a b e t iz a ç a o e o'u tr : c u -jas crfanças e s tavam no 29 ano de a1f abe ti z aç ao . FEr a m r e a 1 i z a d a s .s : s s -o e s 1Q d f c a s o n d e s e b u s c a v a o b -s e rv a r o s e s t e r e o t i p o s d e v a lo r e s s o c i a l s a t r av ; s ',w * . - -. ' -de representaçoes e discussoes de papèis e sftuaço:socfafs cotidfanas pelas crianças, allm de desenhoslivre s. E s se s grupo s fotam acompanhados semanalmentdurante dofs mes es na primeira f ase da pesqufsa eum me s na se gunda f a se . 0 s dad o s co le t ad o s comp rovaa exis tg ncla de uma assimilaçao - dos valores es tzreot ipados tai s como : bom e mau , bonito e f efo . f om* e e f r a co , c e r to : e r r ad o : E s sa e st e r e o t ip i a s e-gue modelas e padroes veicu lados especialmente pz1os con teudo s dos programas televisivos. A pe squf saapon to u tamb Gm uda r ela ç-ao inyer samen te ? rop or cioaa1entre a ef e tividade dos vinculos f am zliares ea in f 1uGn c ia d a T V n a f o rma ç -a o 2 o s v a lo r e s.* Bolststas de zniclaç-ao clentlflca cNpq.387


348Rtn?Na DA REPRESENTACAO AnO A',Y PROR SSORO M RELAG OAA APROFISG OJW u k CX * @ ZF * X F@M -XIW#WebW f- ee-ene- me de % 1* 1+ .e o - V l*1+- m*1- * * '' ' ' *m G x mI* * œ I*I+e * RI@e @*œ de Hum*- .Qp* I* * Ie e- m>D* * que X * * 8* E* * M =1** e diH '---12-oe ' 'o& 1o.e2o.- - > .P< -' k* % àe0 - - -...w i- > w - - N > u (1x 1):> .< ë- e' e > v 1KAn, *x'eRl1*'-- - - .P- K - . - - o * e * - - 'a = ve *A-, * p-lùfonatgaçy m re- l e v* - m le.> M c- ' 4* œ - * * * - ** e .Noe œ ve a- ' 'e - ' # e - - - œ Heh - ' ee ee > G -'l*'AA œ e ' > mzje .De fe .ae ee - e an- - oe oe- e l e e- - - e e= - - (< 1985;*- : 1M $e of/ - e a- 'O - - + e- - fe e oqx ë a* > M X W * '*#. % # f. .-.LVU ... - *e. q. . o W + V pmxyy/r #opas * Edueae o na Se fedad*elWee ,1991: e e - e a 2.-* *- > *- œ * Y e e * .> * < e * o Y e œ- '-' M > qu e - Y + e o : * - e e .A *' '- e- n ?- * e- - e * * e @.E.E..PE/1988.1A l: * em M > da - H da> dx- A - foi- - 30 pxfesœe o iwlgue œ dope gau * > * p:bH e> ' jo 1zwo1>u .œ. % & ce * e * * X %o ao u. = = . . . x - o o e- .- .E- ,œ - R * ee * qœ > -'' >' 'e -' > > ' - e - ' * * @ e -* > e * * H e * de H R * *G' e R- -' G' G > 'x . sa fe > . & > > ' > e% FACP E388


349 2 C PRESE% ACM 'X M Z DA G ZW C'zu ZONA rœ pz n zUM ESW D O PX ZZM M AB êM dS M G S - aM e - e c N v del- w* 4OL* M - FM- d*SOUVM* O FS O & #* (e * m )* r .,-- -..d. * 1- w I.,s.. ..< me d* - * 1+ .- * R- ** C1- 1- Huml-U>I'- êee -- * - -*Mo e- mec- ento /l- o *.az- de tG = - so > te e= i- œ d- w lum- ln que Ao-- o - fomo > iœx de - .o - te % * tew - oMeuw inwsd- - esteV n*ite*é apmY e m 1œ gujeitœ ie % mm 'e nnz%ja vlà - a= 1A * lAm> - con- sM x ;tG e ,m r ' ,Tmà.R de = N quiM expl- te que A tende e le t>- x= e œ wio ge * Y o - * e o e w lhdo m1ogmm O ,HTCE m W Y IA BM n- A œ f- '- ie zm z- nm 1do sujdto M > he çâo O geu - sxial(M - WG 1M 1)-e a N o œ tdenhW eN - 1,e iz- ao - œse 'm - - , opiniœ e> œ > o e vlduo e sobm simeqmn,M nenlie s> H @a*hçR = o ouko e a:ke tuie l sx lisc . M ,1% 9) . .Fx - lx dag o e àg a% .gmw Y . éudio, x 35sujeitos,e ee *% 60 e95= œ,e a- - > cie deRe ,cujagpmfxqs- .a s- e oG .e a- ew l-' 'oœ - hde .1) - bawrxx dlc> o H mljdtœ > œ.* > d,'*'1>:œe *'.= qœ se am ia > htœ e lzwmente cM mB#Y yenque o 0u%x ='= 1a aœ ag- No.m io gœ ie do- w lei- o;1) œ ie al- - > rekres- çy wocfllœ w Kiœ e ta en*mhcie a as- l eM ZI- H- *- Gu KH- Ab-nzl-ie * zl-'- -*- 'o * H o G ix , ' # io - 'A1 ix lxm- n @N * g- 1,'+-* ;3) a * - x x e = m htœ xaut-- A-' e o do - u% o q- oid-o)4) t)ssujdt- i- a = = ai.mw o d- ww qx d- -me- smos de #o >J qx e t> = ù1H e x, a-gie e u œ le e pege . * q-FAœ E389


350 RslcoLoBll Do CONBUM IDOR Z INDICRDORESUT IL IZADOS NR ESCOLHG DA PRE-ESCOLA .VECTORE ! C. Departamento de PeicoloqàayUn ive raxdade Federa l de Uberlândia , MB .Trata-oe de uma peaquisa exploratôria , coma finalidade de conhecer oe p/incipaia indicador*su tilizadoe pe loa paie de prl-eaco larea y no momentode efetuarem a escolha de uma prl-eocola eapecïficapara oe filhoe . Os ouleitoe Toram 213 peesoaa y mleae paia de prl-eocolareo da çede particu lar de Uberlândia-MG, sendo 17 yBX do eexo maecu lino e 82 ,2% dofeminino , culaa idadee variaram entre z atW 19 anos-OS@X a maiw de 50 ano*-O,5X. A baiov concentraçxoocorreu entre 25 a 34 ano%-ô5 s3X . O ànotrumento decole ka de dadoe foi uma queetxo aberta y onde foipedido aos paie que reapdndeseem pör escrito e deforma dlretas qua: (ou quale) o (s) Tatortee) maïsimportantee na tomada de deciexo . O tratamento e*-tatïetlco mostrou.a e xlstlncla ou nxo de diferençaeoignificàtiva- entre ap amootras! em relaçxo ao sexoe a àdade do% ouleitos. O ïndace de sàgnifàcânciaado tado Toi de 0 ,05 e foram analàeadoa toœandoweo referencial teôrlco da Poicolonia ;R Conouœidort ;R Drocessaœento humano ;& informaçxq y ondefoi etaborada uma lieta coë oa principaàe iùdicadore%utilizado- peloo pais , com a seguinte confiquraçxo(em ordem decrescent de im portância , em funçxoda Trequlncàa da* mençuee lz l -nïve l do* profeeeoreo; z -metodo logia da eeco la l 3 .e&paço fïGico a-dequado àa criançao l 4 .re laçxo caloroea entre os a-dultoe e a cràança y 5 . bem-eotar da criança na escolayô-relaçxo amigâvel eùtre paie e escolal 7.feedback dado pela eacolà aobre a criançal B .infor-œaçeee favorâveie de peswoao quelxTidada* l g -preçocobrado , lo .equipe tlcnica (orientadgr, psicôlogdetc ll ll -localizaçxo l 12 . manutençlo geral. Estalieta aerve de partida para obter-se um instrument , ode agaliaçxo para u*o de esco lao e peie de à lunos .Novao peaqu iaao deverxo ser conduzïdae na elucidaçxodos fatores que determlnam e eeco lha da prl-escola e o peso .que aeeumem na decielo . CRPEB. k390


a51 R ESCOLHA D& PRK-ESCOLR , SEBUNDO PAIS(CONSUMIDOâES) DE DIFERENTES NIVEIBSOC IO-ECONON ICOB .VECTORE , C . Departamento de Psico logia ,Univerwidade Federa l de Uber lândia y MG .Trata-ee de pesquiwa obletivando coùhecero proceasamento de informaçxo ? a tomada dedecisxo e fatoree peico lôgïcoa que xnfluenciam paiede prl-eeco lareo y de diferenteo niveie eôcio-econômicosy em relaçxo à ewcolha de uma prl-eeco la eepecïficapara oa filùoe. 0% suleitoo foram 213 peoaoaa! mlee e paio de prl-eeco lareo y de diferenteanlveaa eôcio-econômicoa da rede particular de U berlândia-MGy aasim dietribuïdoe zclaeee A-31sOX I c lasaeB-*5y1X ; claeee C-22 y1X ; c laaae D-1y9X .O inwtrumentode co leta de dadoe fo& um queationârio comquestuee eatruturadaay elaborado a pavtir de aapectoslevantadoa Junto à literatura pertinente , detal forma a powaibilitar a obtençxo de informaçueeAobre como oo paia eaco lhem a prl-eaco la . O trataœentoeatatïatico moetrou a exiatência ou nxo dediferençao oignificativaa entre ae amoetrao s em relaçloà claeee Gocial do% auleito+, O ïndàce deoiqnifàcância adotado ïoi de 0,05 e oo dadoe Yoramanalisadoe tomando-ee o referencial teörico da P*àcolouiaiq Consumidor e do Droceseamento humano ;Rinformaçxc r onde deetacam-ae : paia de nïve l eôcia lC e D conaaderaœ a prl-eaco la um 'loca l eequro paradeixar.a cviança''s cula satiafaçlo eetâ em ''oboervaro ap6qo e o qootö que a criança tem pela pro-Tessora e'. Paia de nivel social A e B .acreditam quea prl-eacola * 'a baee da educaçxo fu tura da cràança' F informam-ae atravls de 'peosoas qua lificada-.sobre a escola ' e oe oentem eatiofeitoa em obAervar''a preocupaçxo do% profissionaio com o bem-eatar dacriança''. Com baae no% resultadpe conc lui-se que atomada de decisxo , no caso y comporta tanto fatorescoqnitivoe (racionaio ) como afetivoa (aublltivos )capazee de influencịar e determànar a eeco lha . Contudoy o ''peeo'' de tais fptorea y deve aer tema denovae ànveotàqaçlee conoàderando o proflcuo campoda Psàco loqàa do conoumidor. CRPEB391


352:T':x9xâllzlillzlIc:zjsâçin(:xôc9x?n,,xx:4I9:1szr?t2Tâ,nR.11l'1à:llna ?aciqacia; ?lIR95l, Ieila (lscila le l:feraaje: leYijeira:Fret.-7J:)-c'Fq.laie-seçueàejen:ltasilaëanseniaseatacaq.apesllaatala17zinqtes seçqnle iales la ?qn1açI: ûsyalic :ïnl. 35 cetca le :11 :il ieentes ct:ëanseniasenepaiseçqeecelera e:Ieçanlelqçare:nixeyeievitizas.lestes,61iaytelenta:asfarzaszaisçraveslaàh:senfale(lesses:es:exites)e:censeçaincialtiiaçnistir:tariii-saie-se1qeaëansenias.tetcura,eseqtratatent;iccluetrqstipesielrlçRs (lapseria,tefavpiciaaetlnfalixina),llté: levesertratalaezaiscelepessivel,c 1qeaaaai:ria dasvetes:lôac:atece.sxiôrpCnrlvel:ia,senfase 1x.aieençaçueseçreça:infectale.lliste. inixerzsevileccialacetta1aixaçe: neçativaleianseniase ençuantc ieenra estiç4atilante,frqt: ie precenceita: e estêriéti?osailuiriics!e lençe 1astlvililalles.t:4 iase neste refertntial estaielece-se tczcQiietivts:retectarcex:eïanleciancsetelaciecace:1qaieença;eascenseçulnciasiefat:ie serpettaier1ainença.xetelolelia:àlùsestaieletizent:le interaçàc efetivacexEanseniancs 1c prcçraza le serviç:télice le q: centro ie saile ie u:a cidale lelrilnçnleïineite4:ssqjeitcs(5i)f;iselicital:lepeizenteserientalesIer2çnesthesnettealeras.ûnelcençac senàertezlûae tipcs lelreileza,Qnlificnlale! e1a lkettis.à,entrevistasçravalp:fera:riç:resamentetranscritaseexaterialf:itratal:atyavlsle u: lrecesse ie cateçerizzçleaiaytale1exeiellle1lû2ûI (1925)e(aefaciliteaa anilis: 1ecenteùde,tcz:re:altal:s ebteve-s.entreeuttasevileccias çqe:uz çrqp: (:21) tecciena cerretazente & leliçnaçle la ieençayela lenozinaçs: leianseniase,êfirzacieçqeéu.aieênlacize4ntraçaalçuêr,çQ.centaçias.n1atratar,çaelierasen5efileretrataxentectïteto,:asçqe'e .cutlvel!letisse a encara: Ce:certanaturaliiale.ëIeatroçrqpc(711)çaeietenstracertaiif-tcqliadee.verialilar:ntzelaieenlacerrâtazente:encienanlt*ians*eaMseniase',(te::ferxaleaxenisar:cenetaçl::h1Knit;aceitapelepyiltillaciente),cemeapoelalcehçaqneestiestritaaiferan:startalele1qeKeltraeststtaqesçqeelafatnaçente.ëiainlaaçqeles1qe& lenexina:ieleyra, lee:ç.feih, xalliçie, leenç.ie pate,l:ença1: spnçq. eqaiilaasqiltitqiparprcnetescete:#a!q.l&*lùença,*esla*leença.ûqantealqeltlc1:stipcsiepynilexal acatretalcs pel: leeAlatexes (qe es fatcs zais freçqentesenvelvex asitualle1:vstiçaa cnmn:iecixlô1*:I:zecasar,afaxtazente leativilalessnciais,i,:lampntc,*q1!Rç?xie serviçt le cilale, apelextaiekia, selaraçl: le cenjqç3s,preecqpaçhesieserrejeitaip,cenclai-lêlcrtant:qQêafcrzac4z:.stesd4eniesencaraza,ualeençainterfitenece.lerta:enteiekansenianocetliç::elteC::pleença ect:asecieiaie.392


353cRlllâl:1lâlI!I1âl9Iû!2!IORKII1!'zâlsïlliio:7(Illillo11!0!1çâ- 1: /1191 91 1!$11?91:111:.:1:411,llna'acii:cia; ?!!R9lâ,Leil.(llc:lalelafer.age:1.ziieirl:pret:-7s')-CI?1.'rales1cëinistéritlasaùleinlicatàave:cetqale311:i!leentesc:ziacsecfasecesrasil,destes611 alresectazas ferzaszaisçraies daianseniase.3staén:aloençainfettt-ccntaçicsacrônica,cnjûaçenteetielùçit:1q: layatitaintracelqlaïeiriçatùrin,eyI:2û3à:!!y1rëL!?yà!.!1Qcenàecizent:çqeleenças*centaçicsas'caqsa:ïelnçnlnciaezeleàspesscas.ûltsccnhecixent:1esverlaieitcsteies lecentiçietqzciesletranszissl:leva:seqs llrtaietes aliselazent:eafaltalesolilarieial.e:relaçlcaestes.?erceienlcatejeiçl:,:laciente?tie terreaçsesaiversas cexeaneçaçl:laleençaeanlûlrccnralerecvrsasxéliclsna,faseslezenotçravilale:(qelevaa:liaçnésticctariic.!impnrtante(ueseliça,çneçqalçqerçqesejaafertalestaieença(Indeterzinaia,laiercalaiie,yerchcvianaonlezerfa),:trataxest;reçglarlevalsqatqraecloenteleizaiesertransttssar.Saie-se?ainla,çaeaactitaçs:1e?a?t1leleentelelenielaintensilaleiaazeaçalerceiilapQresteeiaccnetaçlevalerativaenattatiiaiactciqtaenferta.!izpcrtanteparaeprccesseieiecill;de pacient:aettatazenteascrença,çqee!ete:acercaiecûv:alçuiriual:ença.riante1:ezlcst:iniciazes a lresenteinvestiçaçs: tenle cexeciietive:Ilentificaras crenças çQe 0àanlenianete: le ietlaiçnitiq a lcecça,le actrl: ce..a percepçll çne tez del..yetelcleçia:àpùsestaieletizente le interaçh:efetiva c::dansenianes i:prlçraza ieserviç:lllicnie Q: (entrcle$ai1eleq:acilale 1:Trilngqlcïineit;feis:licitaica56sajeitcl,ieleizente,eriectaicslera:açnestl:nerteaiera*ccmc0senbctalçuirioaianseniale?ûxaterialebtil:fQianalisal:qtililanie-se1ùprccgsseiecateçQïilaçlcRdaytadcdczodelede11û21I(19!5)eiaanslisedece:teùin,y*saltai:s:*:trecqtrosachallseiteve-se(ue:àitïenlasleçnethanseniasetenàasii:aiçnitilacezaçravile!(estarelaçl:a17'e:prcvavelzente1efat:ieçqenesteperinioàin:aapiiïfreluênciaiatqlie:acs setviçlsie salie cnieelazesie rctina4caia,revelanieeuccnltrtanicciiaçnùltitlleàansenfase).yuitcsacia: çqeaieençaékerelitiria,entrns(u.élevii:&inçests:leietetzinalcsalixentes cniyùçastex:chi!çcentes,linpa,..(estailéiaestiliçalaainteticaçl:cufraçnelaitv':l:afalta1tnntïiçlc).ëiainla cs(qeacrelitat tere:sileceRtazinalùs?erfa&iliareseatél:rcattascqjcspertalcress1:àanseniaxes.zicitaçlesle!nealeençafciallvirila?:ttentatlcc:Cnixais(çalinbas,?erces...) ?:r lçaa centavicaia e ati ?:r cestlticos, El refeyincia tazié: p::cn:tazinaçl;?crinset;e?:rt4riaiitalee:reçiseseniêzicas.htôalreziscailaief:ifateiniicai:ce&etazié.afaltadeàiçienê,açlez*rale1*pesseas,Iilc,ali:d:cànçn:tirxic:asseciai:a:tip:leccalaçle1alessca.?inalxente,apareceefaterexecional(çraalescarlaslee:eç-ees,c:ntrayielaleseneïvasiszl)crises,ançistias,lesaze:eaianienc,::nclq!1::perceie-seçaeaiesinfcrxaçl:écaracterfsticapresentenastrençasi:spacientesnà:havenleinlicaçl:leceniecixento1ascaasasreaislalcença.393


'B LUGAR BB PSICdLBGO NA AREA DE RECUR505 HUMANOS354 ' DE uM eaNcn ESTAnUALLIN5, M.P.B.E.L. e RAHOS, V.S.C.; Instituto dePsicologia, Universidade de brasalia.HI algumas décadas atrls, acreditava-se na existlnçia de umaabundante oferta de m 1 o-de-obra, que poss lbilitaria a resolurç%o de qualquer problema de recursos humanos da empresa com asimples troca de pessoas. Com as lnovaçEes tecnolégicas e orefinamento de pollticas e procedimentos da administraçîo financeirae mercadolégica, as emjresas começaram a sentir,cadavez mais, a necessidade de mao-dl-obra especiali/ada e melhorpreparada, percebendo a importanbia de um processo de rmcrutamento e seleç%o mais elaborado! assim como o desenvolvimentoe àreinamento de recursos humanos . Nesse contexto , opsicélogo viria ocupar um lugar significatlvo , assumindo tarmfas especlficas em funç%o de sua formaç%o ou atuando junto auma equipe multiproflssional.Este trabalho teve como obletivo descrever a polltica de recursoshumanos desenvolvida em um Banco Estadual e verificarcomo estavam sendo desenvolvldas aquelas atlvidades que, teoricamente,seriam correspondentes ao psicélogo organizacionalou nas quais sua contribuiçlo seria considerada . importante ,observando-se como de fato ele esta'ria ocupando seu espaço naempresa. Foi feita a anllise jrganizacional, a f1m de contextualizaro'trabalho e a anûlzse das atividades da Jrea de rlcursos humanos referentes a: recrutamento; seleç%o; salde esegurança no trabalho; treinamento; avallaç%o de desempenho;acompanhamento de cargos, salùrios e beneflcios. Para tanto. . .foram feitas entreyistàs semi - estruturadas com 10 (dez) servx!dores nas funçBes de Chefes de Nlcleo e/ou Setor e Assistentes,alûm da observaç%o de Projetos elaborados em vigor e aconsulta a instrumentos e documentos utllizados. A anillse deconteGdo dos dados obtidos mostrou que a Jrea de recursos humanosdo Ḅanco . compreende uma estrutura e um modo de funcionlmento que possibilitam a execuç%o das atividades requeridaspela organizaçlo. 0 profissional de Psicologia, por sua vez ,n%o 6 reconhecido em termos da amplitude da sua açlo , sendosua' contribuiçlo formalmente garantida apenas no Setor de Saéde e Segurança.394


a55AU TO CO N CEITO E C O M PR O M ETIM ENTOO RG AN IZAC IO NM .M vr T- o,Silmn S.Iv ,Elie la M onteiro,RosMia on do,Hxoldo F.D> M e at M . œ ' co,JuliO ac.Pe ino.Uo edsde deB- dlleF.e ao: a centeg te procln do .escln eer % bages psicolégicas docoo rometimento do ev e o com l or> e de H balho. Osv ditoregdo eoo oe- ento orge ioe podem ger cla gifcsdos n%gea intes cdegorias: pesgoais, oce eionais e oe ionis. Foiobjetivo da pasente pegquisl ee dr o vzor paditivo de a1.,cararterfv eas do indivl% o:o nivelde egcole de e e a mltodescriçe .A= o* inieialfoicone kfdl por 220 O eionkiog,dogdoig sexog,comiana.médiade36,69 %os(D.P.= 9.98)e com teo odeserviçomédiode10.25 %os (D.P.= :.32).Pn l lvaliwe do colv ometimentoor- i- ional foilâili-zlnaegczadeMowe ,Steea ePo* (1979)epn a e o-degeriçe oN f-y ributesœ er/oaa/m (M Q)dePelh- eS- (1989$ coo ostopor12 dimenees.Com b%enogegcoa:ov dosno SAQ ogsujeitoafomm divididosem doige - os:Rjeitog come opercepçe bnivn(escoresivereioagà média do - o)egujeito:come opercepje aIK (egcoreso erioasà média).D,e foa w * = o*fcou rednndl a.134 gujeitog.A M OVA mvelou 1= efeito principd dlve évelniveldeegcole dadeF(131;1)= 6.51;p < 0.01,gendo o egcoade comprometimento e erior pn os Rjeitos com nlvelmig b* o(primeioeprime oincoo ldo)do e epn osRjeitogcom nlvel2(zecldério esecmd4rlo incoe le/).A dimenge Digciplinl dù SAQ t-eta bém = efeitosie cvvoF(131;1)= 6.76)p< O.QI.0:Ojeito:mese percebemm como gendo maig digcipllnndoa o s-l- mnlorcov omee e/o do que os gujeito: do o* o - o.F1u.lmM#..foiobgea e 'lmR inte- e ena o nfvelde egvole dlae e l O.fn-e ibuiçedepopule dadeF(131;1)= 4.31)p < 0.M .P> ogRjeitozd:nlvel2 d,egcole dade,Rlx entog na e opercepçe de popule zl/zle teve = efeitoG gcente.K p- o,quepn osOjeito:denivel1o efeitofoiee vel.Ape ir deste: a sulte os o cov omee e o pode ge ' -dl como.m. mlae * vw nlqualo qu;o indivlœo dâou degejadr àor-dependexem pu e,dafo- icomo e1e ge percebe.395e


3 DO DIK URSO INDIVIDUAL à %%âO COLETIVA:56 uMA LONGA HISO RIA DE RESISTENCIA A MUDANCAWilvl,- Garcla CoelhoA ec'to '- G/- x & M atosUNIVERSD ADE FEDERAI.DE PERNOUCOHâmuito vem seestudando a yroblemâticada resistênciaàniudançanasOrganizaçöes.Essesestudossahentaram asdifkuldades dasmudançasquando centradasnosindividuos,sem m aioresinvestimentosa niveldosgrupos(Katz eKahn,1973).Pode-seconsiderarqueotrabalho com gruppsproduz melhores resultados para mudanças de comportam ento nasOrgnnizaçöes'(Zander,1950,.Cartwriqht, 1951),porque vem articular,simultaneamente,mudançasnosplanoslndividuale soclal(Eizérik,1986).O presente estudo apresenta osresultadosde uma anélise psicossociol6gicadasopiniöesde um grtzkode15funcione osdeumaEmpresadeSyneamento,responsâveispelalmplementayâpdeum Programadesaneamentobâsico ruralyaracomunidadesdebalxarenda.A Empresaplanejaeexecuta obras de lnstalaçâo de sistemas de âgua e esgotos a seremùjeradosegeridospelaprôpriacomunidabe.Foram realizadasentrevistasnâo diretivascom todosos fdncionM osenvolvidosno Programw além daobservaçëo participante de um membro de uma consultoria extem a.A resistência à mudança nessa situaçëo se caracteriza pelà falta deadesâo da organizaçâo a um Programé que fugia a sua competênciaestab:lecidw restrita aos sistemastradicionaisde saneamento nascidadesde maiorporte.O saneamento bâsico ruralexigia da equipe compreendery.acreditare se adaptar a um m étodo de trabalho regulado m ais pela reaçâodas comunidadesdo que pelasnormase procedim entostradicionais.N o plano sociala orgnnizaçëo resiste a se enfraquecernum dom iniodeconhecimento estranhoao seu habitus,negando apoioao Prolrama.Noplano individual,essa fragilidade aparece nasdefciênciasde artlculaçâo ecoordenaçëo,na difculdade de tom ardecisöese aslum irresponsabilidadesà faltadenormasprecisas.Proteqöesinstitucionaisparecem searticularcom a defesa contra a incompetêncla no plano individual;onde se reforçammutuamente a resistência individuale a resistência organizacional.Eis ashipôtésesque podemosconfirmar.D e fato,nossasanMisesapontam a integraçâo desses doisfenômenos,organizacioliale individual,a transversalidade da formaçëo de habitus eethos da convivência no trabalho,a violência simbôlica do instituido:aansiedade paranôide face aos fantasmas do novo e a ansiedade depresslvada perda.CNPq396


357 AN#uIsE DE TAREFAS PARA A ELABORACXO DE UMANUAU DE ATRzsuzçöss. Abbad, G.s.universidade de Brasïlia.O presente trabalho visa a relatar uma experiêncide elaboraçâo e aplicaçëo de um questionério ddescriçâo de cargos em örgëos do Serviço PublicFederal. O questionério é constitufdo por um manualde instruçöes e campos para identifica4ëo do respondente; descriçïo das tarefas (diârias, periödicas);questöes objetivas sohre escolarid>de, conhecimentoe habilidades, tempo de experiência, e responsabilidades. Além destàs, foram'desenvolvidas 17 questöeassociadas a uma escala de cinco pontos (l-Nunca e 5Sempre) para identificaçâo do grau de responsabilidade e complexidade inerentes aos cargos. Trinta e setservidores foram treinados na aplicaçâo dos questionérios. Apùs a validaçâo semântica, os instrumentoforam aplicados em 2470 servidores publicos, lotadoem örgâos dos 27 Estados da Federaçâo . Destes, foradevolvidos 2020 questionérios, sendo que 1938 (33% dpopulaçâo de servidores) foram analisados. As descrliç6es de tarefas foram complementadas com informaçöesprovenientes de anélises de documentos , consultas :conselhos profissionais e entrevistas com especialishtas. O trabalho resultou em 47 descriçöes de cargoéque comporâo um manual de atribuiçöes para orientaFas açöes de desenvolvimento e captaçëo de recurso.humanos dos diversos örgâos envolvidos . Os resultadoydemonstraram que o quéstionério pode ser aplicado,sem dificuldades, somente em respondentes com escolaridadeigual ou superior a 2* grau completo . Respon>dentes com menor escolaridade parecem apresentar di=ficuldades para entender as instruçöes e para redigiras descriçöes de tarefas. Os questionérios, no entanto,foram uteis como roteiros de entrevistas. O usode procedimentos complementares d: anâlise de tarefa?facilitou a anélise dos dados por possibilitar ummelhor entendimento dos termos técnicos utilizadoépor profissionais de nïvel superior na descriçëo desuas tarefas. O treinamento dos aplicadores e o tipode acompanhamento da co leta de dados parecem ter con=tribufdo para o alto fndice de devoluçâp dos questionérios.397


35 8 D< VEASUE N9 z . ç ojovZMoSENOTOususSDJNjo.PARbOUCaSdD)7 HJ0S *w@ DjUniversidade de Brasflia.O presente trabalho relata ùma experiência ddesenvo lvimento de um sistema de avaliaçâo de desemHpenho em um örgëo do serviço Publico Federal.A liteiratura tem indicado a necessidade de se desenvolveinstrumentos de avaliaçâo de desempenho especïficopara cada posto de trabalho e de treinar os avaiiadores a observar comportamento , realizar entrevista ddavaliaçâo e diagnosticar problemas de desempenho .sistema de avaliaçëo adotado incluiu três tipos droteiros: de avaliaçâo (um para cada cargo/posto);de identificaçëo de fatores intervenientes e de p1anejamento de açöes para melhorar desempenho. Vintesete roteiros de avaliaçâo, um para cada posto , foradesenvolvidos com base na anélise detalhada de 10Oquestionârios de descriçëo de cargos aplicados eservidores lotados no örgâo . Esses roteiros de avaliaçâo foram submetidos a um processo de validaçâljsemântica avaliaç'o ede inclufram produtividade, 17 itens,dentre desempenho os global quais:kobservância de normas. O roteiro de identificaçëo dofatores intervenientes incluiu os itens: recursomateriais, 'caracterïsticas das tarefas, relacionalmento intragrupal, local de trabalho e habilidadei Ido avaliado. O roteiro de planejamento de açâo inncluiu os itens relqtivos à identificaçëo de proble: !mas! das possïveis soluçöes e avaliaçëo dos seu?efeltos sobre o desempenho do avaliado. Todos oqavaliadores foram treinados de acordo com as princiqpais recomendaçöes da literatura e receberam um maM lnual de instruçöes. Essas intervençöeà, i.e.y os roateiros de avaliaçâo para cada posto, o trelnament4dos avaliadores, os formulérios de identificaçâo ddfatores intervenientes, bem como a desvinculaçâo deszites procedimentos da promoçïo funcional, parecem teqdis cussâo de problemas de desempenho, de acordo coo relato de avaliadores e técnicos da ârea de RecursosHumanos. Os avaliadores relataram dificuldades n?preenchimento do roteiro de identificaçâo de fatoreàintervenientes devidas , talvez, ao seu formato.facilitadooprocessodeidentificaçâo,resoluçào '1398


359 pRosTlTuzçxo EM Assls CHATEAUBRIANDTIPR) E TOLEDO(PR): DMA ANXLISE DE CASOS. Xurea F. Pedroso*, Hilda G. Santanawlwpösgraduandasna Fundagâo Munfcipal do Ensino Superior dePalotina) e Gilberto s.S. Almeidatuniversidade Estadual de Mag)ring .A maforfa dos trabalhos sobre prostltufg3o no Brasll foramfeitos èm capitais de grande pprte. Visando caracterizar aprostituiç3o èm duas cidades do interlor e de pequeno porte. .foram feltas entrevistas nâo padropizadas com 7 prostitutas deAssis chateaubriandttpR) e 3 de To1edo(PR) ! todas do baixo meretrlcio.Apesar de cada prostituta ter txdo uma histlrla devida inica e ter apresentado um relato'distinto, a maioria de-1as inicfou-se na prostitulc3o enquanto adolesèente, devido auma interaç:o entke fatores originados na famllia, no sistemaeducacional e no ambiente sociocultural. Elas revelaram umabaixa auto-estima, fruto da opressâo socialtcom reproduç3o derelaç8es de domfnaçâo nos ambfentes famflfar, educacfonal esociocultural), assöcia4a a uma histJria de vida com predomfnioda misirfa, da baixa instruç:o e da aùsincia de qualificag:oprofissional, acarretando ùma falta de perspectiva devida. Nos ambientes familiar, escolar e sociocultural vlvidospor elas, predominaram um machismo cultural, com falta de dfâlogo e afeto nas relag8es interpessoais, sendô que o amblentefamillar destacou-se como mufto .relevante em todos os relatos.A maioria delas revelou ter fnteresse em mudar de vfda, aoencontrar um companheiro e constituir famllia ou montar um ne'g3cio pr3prio. Comparando-se os resultados obtidos com aqueleda lfteratura, conclui-se que a prostituiçâo nas duaé cldadesanalisadas tem as mesmas causas daquela que ocorre nas cidadede grande porte e/ou capitais. conclui-se tambim ser necessâriomaior diâlogo e aleto nas relaç3es familiares, escolarese socioculturais.Auxllio:sçcretjrfa de Estado da Educaç:o do Paranâ(SEED/PR),Fundaçao Municfpal do Ensfno Superior de Palotina eFundaç â o Un f vers fdade Estadual de Cascavel :'.399


a6c AUSA LATPJNALIS: DH ESTUEO SOBPE GRAFITOS DE BA-- . Anœ P/IJ'J 0. e Slzvl, Fab:ana F. e AmbtJnLo,Ffzwfa 6. uoxge3, ïahn L. Pafahxa, Lacfœnœ ?.tL&éAnl&, RœckzhL. uonhkno, Rewazw P. TefxefAa, Slzvla L. VaîhozhL e Emm0*Aa* ('B2fdu2o de Pnlzohogln dœ univzhhidldœ de S&o PauZo).0 tltulo do presente trabalho lembra a snqpiraç:o dèocorrência co= = epopular gue leva muitas plssoas a escreverem paredes e portas de Instalaç8es sanitarias pib'licas.Neste estudo, foi efetuado um levantamento de tais escritos(grafitos), encontrados em banheiros fepininos e pnsculinosde ''cursinhos''prd evestibulares da cidade de Sâo Paulo. Seusprincipais objetikos foram verificar qpais as catepori:s pzisfreqlentes de grafitos e se ha diferença na sua prodvçao de :-cordo com o sexo. A coleta de dados foi feita atraves de copiasdos grafitos, anotando-se os respectivos locais (paredes.portasetc.). Os grafitos forap classificados em doigrupos: escritos e desenhos. Foram utilizadas 18 categoriade escritoj: presença. esportes,religiâo, pyeconceito, insulto,polltica, romantisrr, serml, drogas,musica, jrlticao grafito, esçatol6gico,huFor geral. tiradas filosoficas,correçio grapntlcal, curàinho,higiene e outros, Os desrnhoforam classificados em 4 categoriasq geral, ropzntico, slpbo1os e ser lxl. Registrou-se um total de 849 grafitos, 500 nobnnheiros masculinos (*349 nbs ferininos (x2=17,22; p < 0,05).Os escritos predominaram sobre os desenhos, tanto nos blnheiros rnsculinos (448x54 quanto nos femininos (525x24)a AIYda diferença em frequência, verificou-se que o conteudo dosérafitos diferia em funçâo do sexo. Superaram significativalete o esperado por acaso,no grup/ rasculino, as categorias â1-portes (59$) e insulto (15$) e,no feminiùo, as categorias rormntlvsro (24$): resen a (17$) e insulto (10$). Entre os 3Fse os,predominaram sl olos nos elros rnsculinos (42$),tais.cors sufsticas e e epas de clubes de futebol, estandesta categoria ausente nos femininos. Nsstes, predominar .desenhos roox-nticos (54$), tais coro coraçoes, categoria inexistente nos elros pzsculinos. Etsénhos se= m is, tais coro genitflias e representaçöes de atos sermis:correspondéra 33$ dos desenhos mnsculinos e 25$ dos femininos. A pïa: œ hqTAznJZf3, portanto, inspira diferentemente homens e mulheres.* Pesquisadora do CNpq.400


361' Escala *A*-Um instrum ento para a rïpedida do autoritarisrno '.' .* . . . . .entre estodantes universitûrios. ,. .. ' 'LHULLIER.LOUISE A.:JANN.IVANIA',MARTINS.IZITA M.,HENRIQUE.,' . 'CARLA. .'.. . .. . . .. ... ...j . ;.t z' ' . ' ' : :. r t .z : . . . . . .' .).:.Jt' . '.;. ' ' . . ' ,'' ... ' ' ' .' . .' ''' .'' . ' .A'Escala 'A''foi'desenvolvida como parte de umà pesquisa sobre.aotoiitarlsmo entre estudantes universitârios. Insoirada nas escalas 'r'''(Adorno et,al.)e 'D'(Rockeach),assumlu caraderisticas originais em funçâodo apol'te critim da equipe àqtloles trabalhos, determ iltado pela 'necessidade de um instrumento adaptado às circunstânciaé em que seriaaplicado:outra êpoca.ootra cultura e.principalmente.um outro conceito de .autoritarismo,qualseia Ncomo uma forma de rejaçâo hgmana baseada no '...uso da gutoridade.que privilegia formas n;o participativas de tomadasdedecisâo e soleW o de problemase Iegitima o uso de métodosm ercltivoset.' '. . vj ' '. repressivoscomo éubtentâculos da ordem social.Trata-se dp umasescala . .;.xordinalcomx sta dê 20 itens.com 5 dpo esde rèsposfnocada um.qtle .l) F . ' .. ' ' . . .variam'de 'coniordd inteifamente'.a'w'discordo inteiramentee'.As'questöes.:' que compsem o instrtlmento abordam osseguintestemas;reshonsabilidade .e autopomia.participaçâo politica e cidadania.educaW p.violência e ùédem :i . . .: . . .. . . . . 'social. forma de :'ooverno. relacses Dais e tilhos. relacoees chefe esubordinado..submetida ,a p?ocedim éntus de .leste .de validade e .,fidedignidade, através da utilizaçâo :de diversas ëcnirun.< estatisticas' .pàrarhétrirone n/o-pàramétrica,mostrou-se.afinal.um instrufneqto digno de; '; ' . .fiança para a mensqrapxu do autorltarismu''entre 'estudantes::. Con . ,.. . . : 2 ' r: . . : . . ... : .' ''.'. ( w, . . . . . . ... univqrsitârios- ':'è: ':'.., '.'.. ..;.t'. .: p .: '.).'..- .::...:h.-':.' .. .w..-w---.---....------.-.-.-....-.--.-.--..........w.-.-- ....-........,...u-.-...v...-....u. ,.. .......-..... -r T. !* r . .. '. . . l'Louise A.Lhulierê Doutora em Psicologia Socialpela PUU SP.professora' .. . ' ' ' '.do Depto.de Psicologia da UFSC e pesquisadora do CNPq.lvânia Jann.:lzita Maria Martins e Carla Henrique sâo acadêmicas do curso de Psicoldgiada UFsc e bolsistas de Inlciaçâo cieptifica do cNPq: ' ' ' ' ... ' .. *# ' . . * % ,2 * . . '.. . '..'; . ? '' . . ' ) - '' ' '.'' ' :-. . ' '. ' '.' '. . . . .. . . . , . .. 'l . .. 1 . .. . , .... ., . ,.., .. .. . ... ,. J)- ,. . . . .;.J ''. '.. . . . ' . . ... ' ' :.' . : .. . . .. .. . .40l


362A IM ACIM pl VM PoLl'rxco:PA CAM PANHA ELIITORAL Ao lxzRctcxo oo cu co;( Domato, P. F.; Junek, M .L. M . O.; Leite. L. G.; M acruz, J.M .;Passos, N . B .; Regadas, P. A .; Tarini , M . P. G . P. )Faculdadesde Santo Am aroEste.trabalho teve objetivo de identificaroscontetidos e dimensöesnucleares de representaçöesassociadas à im agem do presidenteda reptiblica'eleito em 1.989,form uladasporpessoaspertencentes a diferentessegm entossôcio-econôm icos.1 Os dadosforam ' colhidos durante os diasque antecederam à decretaçâ odo 'impeaehm ent',sendo que os participantes explicitaram a im agem quetinham do presidente naquele m om ento e reportaram -se à im agem que fazlamdele na época da cam panha eleitoral..Participaram da pesquisa 60 pessoasresidentesna cidadede Sâo Paulo ,deam bosossexos,com idadesvariando entre50 e 60 anos , representando trêsdiforentes segm entossôcio-econôm icos.Todososparticipantes pertenciam aum a m esm a com unidade religiosa.Poiutilizada com o instrum ento um a listagem de atributos com posta apartir do èonteudo de entrevistaspiévias realizadas com representantes dosdiferentessubgrupos.' O sparticipantesforam solicitadosindividualm ente no sentido de assinalaremos atributos que pertenciam à im agem que possufam do polftico emquest:o naqud o m om ento e da im agem que faziam à época da eleiç:o presidencial,selecionandoem seguida osatributos que consideravam m ais relevanteshosdoiscasos.Foi-lhes solicitado igualm ente que m encionasseG se haviam ouh'o votado no candidato elejto.O procedim ento bésico para o tratam ento dos dados foia Anélise deSimilitude,um conjunto de técnicas derivadas da Teoria dos Grafos,queperm itiu a configuraç:o gréfica dasreprmsentaçöes pesquisadas . Poitam bémrealizado o levantam ento da freqûência percentualdos atributos assinaladospelos diferéhtes subgrupos,o quo possibilitou a identificaçëo do tendênclasPröpriasde cada segm ento..O s resu ltadosgerais,co'nsideradasaslim itaçôesde um estudo explora-tôrio,puderam serlnterpretados à luz da Teoria da D issonância Cognitiva ,tendo-se cogitado igualm ente sobre o possfvelsignificado das tendênciasespeclficasde cada subgrupo conslderado.492


'1?1141,IlI(ûlIIçl!1921111lI?lI1IIlçll19411111111(* lrllIû.ElkkiI2û?p,1. se&tril L.; Iû24iI2l,Jo,e:i; ee'I:lleteg.xûl&iQr's,9IIIîIkl9 lili&t'k.legtr&dee.'?::1&.I:tû2lvelvtiveleliciat'1:ze.p:lttze:tn'.q:iver-


364 REPRE- TG S = 1A1S GM KINAS 9E PAPEIS PG NTAIS.C- R E NM L W E IDO E E TM 9X œ 9: G R.Zeidi ;. TrindadelCélia AsAndrade*, e Jane Q. de Salza* - gepartamento dePsicoloqia:Universidade Federal do Espfrito Santo.0 contegto de produçlo das Representagles qnriais tem sido considerado comoum fator funda-antal para sua compreensxo.As variéveis que o complem s;o denatureza diversa (/ateriaiskafetivas,etc.)e podem ter valores diferentesna determinaç;o das lesmas.Um do% objetivos desta pesquisa foi verïficar arelaç:o entre o Nlvelde Escolaridade' e a lnserçzo da Nulher no Nercado deTrabalho cum as representaç%es sociais masculinas dos papéis parentais.Foram entrevistados 84 sujeiios casados, com pelo menos a fîlhos!sendo queAû tinham nlvelde esco 1aridade superior (ES)e'#û nxo hmviam col4pletado o1o.vrau (161).; entrevista abranqeu dados biogréficos, o trabalho damulher e questles referentes à concepèlo de pai e m'e ideais, àauto-definiçlo co.o pai e zs atividades do casel em relaçlo aos filhos.Entre os suleitos 36(#5%1relataram que a mulher estava inserida no mercadode trabalho (KT).; anélise dos dados apontou as sequintes diferenças,considerando a variévelKTI na auto-definiç:o como paios *aridos de mulheres qua n;o trabalha* fora(NNT) atribuem-se a funçio de orienteçzo dos filhos com maior frequência(5:,5:) do que os outro: (38,V%)vapesar de esta cateqoria aparecer comoelemenio de reprrrrntaçso da paternidade com maior frequ#ncia (50%)entre oshomens de :T,quando comparados com o outro grupo (8NT=3#,1%).Considerando a variével nlvelde escol#ridade os sujeîtos ES apontam commaior frequ#ncim cn.n caracterfsttca de u. bom pai (77,5%) aspectosrelativùs1 um relacionampnto posiiivo com osfilhos do que ossujeitos com1B1 (35,5%).SXo os sujeitos deste grupo que apontam mais a caracterlsticaProvedor e sl entre eles aparece a cateqoria Bom Narido (795%). Nos doisgrupos as caracterlsticas de u.a boa m;e aparecem relacionadas ccm 801Esposa e Boa nona de Casa, co* Indices lais altos para es sujeitos com 161.0s dados apontam que o trabalho da mulhec, ao tcazer lodificaçles para o .cotidiano do casal,desencadeia transformaçles na dinzmica das R5 dos papéîsparentais 9ue ainda precisa* ser melhor estud4das. 0 nlvel de escolaridadecomo parte do contexto de priàuç;odas85,demonstra que as'transformaçlesdo papel tradicional do p1i e da ,Ie parecem estar relacionadas com umlelhor nlvel de escolaridade.'* Bolsistas do CNpq404


365 FERNIDADE E Y FM FD,4PF H M ININA ''w.& * * F* .M - W M - M-A * FS * IF M b-AM t.A*,VA N- * fœ - #e Ae?Le e @ * I% e *lHum- R-* * * 1*upja ..u a ja a m.O o .O = itO de Re- e o e (MOSCOW C: 1M 1fo- u a % h> te do ae e s da qual - = e ql- 'lnteq- dœ.C- > zm 1+ e œ qœ a'1* /* *' inin.e = ztO dœ se> el- - - ,'ma fe > > f- onfx 'q-m n 2ule dea.'f- :- ie * - > * .œ ie *% 20 a35 anos., a ltaH e H ,a% e + pnA1*e * aiAzn- > * m losspieiœ .e - mm (pe- % % * ena vienzlxqM 1- e ulaçâindissœ hw l * m xzlber e m o4- ,'aoae.= o se fœ sa sinône s. Oo desœ u ea- - = zWv- 'Anat< *1ae va*,(b ht' e x reu- .A M t- 'e a- a e a o eixo e e o .rzmvlme a ie ue R ,'nm. ' rw -oxm-x,no e to,* flni- œ> 1PmM e - * = oe el- - n X izle lH* f- inlnl14% .3,-- -- el - 'a suH du e K e % f-O < iM N-A * * impW - *% * * - '.:.2..,x mdu'#im'e œ - e - #-' #- > d o e a = - ome l+ ' X A . A - '> smV = ta œ e' e * e- -' êœ - o % * > te * *- 'tui= e' Oœ l- g= œ e > > ç- + = * lo ea ee êx l o- > da1- *I.,G e A * *** '. * o M e o. . . . g. . % ..=.. . . éa . x jw a jw yw w yj. %.O 'G * G - *1G X A O G & a - '* *& oo o . a. .;.. a . w %. % .e X 1O)CA W ACEPE405


366VALORES RELIGIOSOS I1i ADOLESCZNCIA E NA VELHI-CE;UM ESTUDO COMPARATIVO RARFADO NA ESCALAVALOR:S DE M.ROKEACH E ESCALA DE SATISFACXO Cq%F.YERCiCIODA PRATICA RELIGIOSA.JANES SANTOS HFRDYI*IUFMT-MT DPTZ DEPSICOLCGIA;HEIM N RICARDO KRUGERI*IIUGFIRJI-UFRJIRJ).Pesquisa realjzada com objetlvo de v'erificar valores egrau de satisfNçao de adolescentes e idosos que praticam ounao uma rellglao. Foram apllcados 02 lnst- ntos a l2O sEjeltoyidividldos em 04 gnlpos: 30 adolescentes e 3o'ldososcoy pratica religiosa e 30 adolescentes e 30 idosos sempratlca.Utillzou-se a escala de valores de M.Rokeach ! traduzldàe adaptada por Hartmut Guntherllg8lle um questionarioelaborado para pçsquisa, contendo perguntas objetivas esubjetivas,coro tnmhem uma escala de O a 10 para que opayticipahte posiclonasse o :eu grau de satisfaç;o pelapratica Qù n;o de uma rellglao yerjflcou-se menor grau desatlsfagao nos adolescentes sem pratlca r:llgiosa,diferençapouco slgniflcatlva. Copstatou-se convicçao e autenticldadenos adolescentes com pratica religiosa. Adolescentessexo feminino sem prâtica religlosa apresentam um deselo 'maior de prattear uma religiao.Na hierarquia de valoresdestacam-se os valores salvaçao e liberdadelvalores finals)O grau de satisfaçao dos idoso: com pratica rellgiosa eserelhanye ao de ldosos sem prltlca religiosa.os ldoso: come sem pratica rellglosa demonstram-se copvlctos da opçao ytligiosa em que vivem. Quanto a satlsfaçao pela prâtlca religlosa! os adolescentes se mostyaranrenos satlsfeltos deque os ifosos;caracterlstlca propria da falxa etaria comsuas opçoes.O resultado dessa pesqulsa alcançam os objetjvoscitados acima ç ac redltalos que esse resultado servirapara embasar seminarios, palestras, estudos dirigidos, comotnmhlm para estudos mmls apronandados com seu proprio conteûdo,e, partir dele.eobediente,perdo:dore independente jvalores instnznental.DE'do406


367REDES DE APOIO DA CLIEN TELA DB UM SAG DEACORDO C0M 0 TPARALHO E A RENDA ;Zeidi Araujo Trindade; Adaleir Alves Andrade JlnioilDepartamento de Psicologia da Universidade Federaldo Espfrito Santo.O Presente estudo teve por objetivo apontar as fontesde apoio que a clientela feminina do Serviço deAconselhamento Gen4tico (SAG) da UFES tem utilizadocomo suporte social para o enfrentamento de seus prblenas genêticos, considerando a inserçxo da mulhèrno mercado de'trabalho e a renda familiar.Foram entrevistados 64 sujeitos que responderam quetöes sobre nfvel de escolaridade, àituaçxo familiar,renda familiar, fonte de apoio , etc. A s entrevistafazem Parte de um programa de intervençzo que vemsendo realizado no SA G . O s resultados 'mostraramque as fontes de apoio mais utilizadas Pelas mulheresqae trabalham fora, considerando respostas mlltiplas, foram: amigos (38,7%); religixo (35,5%);famflia, incluindo marido (32 p3%). As mulieres quen;o trabalham referem-se mais à famflia (45,5%) ;religixo (36 ,3% ); amigos (l2 ,l% ). Quando relacicm amos renda f amiliar com fonte de apolo , verif icaposC1 ue a rende at4 2sM se relacionava com famflia .,.(37,5%); amigos (25%): religixo (16,6%). De 2SMat4 5sM, obtivemos: religixo (55%): amigos (35%):famflia (30%). Acima de 5SM; famllia (42,8%): religiio (35,7%)i amigos (14,2%).O s dados sugerem que as mulhere s que trabr ham forae as de menor renda familiar têm maior apoio em umainstM cia nXo privada (amigos ), ao contrâtiodasEl ue nXo trabalham # e que t@m maior renda, que t@mseu apoio em uma instv cia privada (fazd lia e religià6). p Estudante de graduaçxo em Psicologia407


368 OBSERVK AO DAVIOLENCK:UM EW UX CoM LX ADORESDE VIDEOSwu- u - pauh R+ % M.a n..-' - na-' . A- *(Unh- - F- * Es#*o- .e * > )PW W . . -u... , x go j% , oo o -----*-1Tjx % % éP. @ %* < * * à e e (* -'----e * m e e e O ne etêm e e - M e > trH '' ' O N e % *:- * KK q- œ efe- um + - IG * e e .A - * o *e o * 5% * W * > u O * '' * * = > r,* * e> ,.---=.. > g- . x- . u x u r. > (> o FvR) 'ou % @ re @ =--X'--: '---=-- Ia * > .* .F= m A-* œ' r * 1& q- e e dee O ,e a- 'e= (ID FVR e 211FCC).Cœ > * = suM''* (Ss)* FCC,* Ss - FVR- - - * % O K - * (QuFQœ * , p > fM O ;- qœ aJA' a Iie rum marglnal;dde- * dlree huma= ,I* * * * M O )* Ss e MY amm - N ne' O K Kt- e ie K,re mm = e- 'A'l* Gm a- I* * r= - o e e m > Im> e à gamntK e d- *hun- .œ = * f= m -4--*4e * e e nKm te D œ ie * ce- .Ss - FVR,= >* - * FCC,M m = M K f-- 5I- O K e @ qœ #' ase em m e * a> K œ e ere e ,e = fr- e - ;I- œ * = G e * dG--m e le * * .C- * K s Ss em FK ,* Ss * FVR œ - e'*=- -> M Kslm#Ktasee @q.- :'-'''-'e eae e - fe -* 1,e ndo* * ,tae ,um = n* * K5* e rK IF= (*O K sim#e ine- 'um - e e - fe = nM'* :* * e e! rdal- e a > ' o aKK :Ix refœ* as* s> * ).l*ow w o jo o cm jrm œ CNPq408


369 LIDERES COMUNITARIM DE M UDE:REG TOS DE SUASAO ES E CONCEPX ES SOBRE SAU'DEB- ë.E> e;> ,F- e &- e .W Ce S.(- . F.- - E.* *-'- ee * > .e- - F- * E+ Ao- o)* * e m * * uo M- * Mf* œ e ' '@ â* œ.'- e u . - > w --u,u- e - - a . q. x- e @- * - .e * * * A* @= I* * ES)l- Midea= * - > * 'o* * .Fœ - - 'e D * e1* e < * ,te m- e ,= * % D e M a= ,e e re o- > * M - * * ne > * .A% * - '*e < ** * um* * qe - t- n*.- ,f= m gme .œ = * (- - e* mû- *Y oe t- qe - ' # f* m - *qœ o gme œ * :e qœ e m o * @ * Y e œ o *(- -'> rœ - - % * * e );A* * '1d- o o- te' œ LS (-* e s œ e e - afe s> ,-e ,a#Y o * Ino ,* ' e * * - o);A % - œ * =' m m- ''' u' = I. . . .- a . w o o r . - x ,ao a x o fxj;e - ,œ '-- 'M tm *' -a % '' * (H jnfe> ue - a- .-M ,G o- - - o M * ,G o *> a> œ * = * - .h*' .ali- e oeY = ).Na#> Atnhz ' % - - '-'= h (w >+ ,ter% ,- - M * );CY M MO af* (- -> K- ,œ a- );Y œ - o - 1(te> ,te - @ = * > ).A * é* - * - = ;% > -% oza - & N 1% # j.****'eek% # oœ a% j;Ax ëee - ' @; =' (d-' ' @,% > ,* a > );A * - ' (**> .> ).Q* * - é* * - œ * * ,r* .= * fro .te e er- 'm e > .0 :-K-M * LS e fœ e- n* r> .T% * * ** f% œ = te e ,- r*o m - -a - eee zm a- qx - am.sua% hae . o* K '* X 2 O 2 W' e X e @ M 'W ' * ' #*. . .. m .o a m mo oo oo o munhjo o A% oW W GP P X UG X X X X G W Y *409


370 SERVICBS'DE PSICQLQGIA: ASPECTQS ESTRUTURAIS EALTERNATIVAS PE ESTAOIO'. BASTOS , Antonio.Virnflio Bittencourt. Universidade Federal dlBabil. (A)0% Conselhol Feieral e Regtonais de Psicologil realizaramdurante o ano de 1992 um levantamento abrangente Junto aosServiços ue Psicologia de todal 1% inwtituiçèes de ensino degraduaç*o do pafs. com o objetfvo de analisar as condiçle?oferecidll ao eltagikrio de Psicoloqiai . A presenteomunicaçlo rellta o% resultado: relativos às condiçlesestruturlil dos serviços de 'bsitoloqia be. como awatividldes, campos de eltlqio e .orientaçles teöricas'liltenjel, 01 dados foral coletadol através de entreviltascom Q2 t dos responllveis técnicol poe serviçol de psicoloqiaque le apoiavam em um roteiro previamente ellborldo . Apélcateqoeizados, os dados foram analisldos atrav*l de rotinasdo SPSS ( *statiltica: Plckage #or Social Bciences*) . 0sr*lultldol %*o apresentados conlsderando-se a natueeza daentidade que eanté. 1% aq*ncias formadprall federais estaduais/municipais, confessionais e particulares. ,:%condiçles Tlsicls, equipamentos e materiais foram , nl suamaioria, conlideradas satisfatbrill pelo entreviltadorp n*oh; diferença liqnificativa no numero médio de plicölogossuperviloresy n1s unidadel eltaduais eneontra-:e o laiorpeecentual de seeviço% que contae co* a prelença de outeosprofissionais, elpeciûlmente asssstentes sociais . H1 umapredominqncia das da clfnicl enquanto campo de est*qio , sequidakreas 'escolar e prganizacional. No qeral, peedomina. asorientaçles anûlfticas, èeqqidûs pelas exiptendial-humlnistl( sobretud: nas cbnfesstonais) da colportamental ( menos nas.publscal fèdèraik) e Tenùmenolbqicas,.qu#trp sùé' 9r.ù t d auos. p: uè lequecuja bastanteordem vlrildovarià nospos e% udeàtividàdes, obs*rva-se Qomo predùéinantel , û plicoterapia decriançal e a dultos r leqgidai dè psicodiaqnöstico epsicoterapil de adoleseentèl. Tais resultldos explfcstam deque maneieû as tnltituiçlel formadoral reproduzem um modelolsmitado de atuaçlo profissional .(A) Pelquisa realfzlda pelo CFP/CRPS/ Clmara de orientaçko eFilcalizaçko.410


371 Q ESTAGTO N0S SER91ç0B 9E PSICOLQQIA: ASPECTBSPROCESSUAIS NA 'TTCA D0 COOR9ENADOR TECNICO.ROCBA, Nldta Karia Bourado. Universidade Federalda Bahia.:lnseridû no levantamento mais lbrangente sobre os *erviçosde psicologil da% ag*ncias Tormadoras no pafs, realizadopelol Conlelhol Federal e Regional de Psicolo4ia, a presentecomunicaçlo apresenta ol r*sultados eelativos àl condiçlelespecfficas em que ocorre a for/lçlo prltica no estâçiosupervisionado. Fora. realizadas#com o respopslvel técnicopor cadl um dos Serviços de Plicologia, entreviltas baseadase. roteiros estrutueldol. Ateavés 'de questèel abertaslevantou-se um conlunto de dadol lobre ls condfçees deest*qio e do leu procelso - desde a seleçlo do estaqi:rio eelcolha do supervisor atê a avaliaçlo, com destaque para oest*qio nû éreû ctintca. As inforlaç*es colhidas fora.categorizadas * os dados procelsados utilizando-se o SPSS('statistical Packaqe #or Social Scsencel*). obteve-se. aotodo, dûdol de :2 cursol de Psicologta. os resultadol s*oapresentados considerando-le A natureza dl entidademantenedoral Tedeeais, eltaduais / municiplil, confeslionafle particulares. 0s resultados lponta. perfis dsferenciados.na% federais, seguidas das estaduais, hl maior clrqa horirf.do estlqio, menor nimero de clsentes por estaqilrio. menornumeeo de estaqiârios por lupervisor, no outro extremo, asparticullrel apresentam lupervilores co@ menor tempo deformado,yenor carqa horàrta na tnstituijâb, menor tempocomo lupervisorp maior fndice de atzvfdade fora dainstitufçlo, alé. de outros indicadores que apontam menorltberdade do Bupervisor nl definfglo das ltividades doeltlqio. As escolls confelsionûts le destaclm por ofereceéeais frequenteeente apoto psic%liqic: ao alunos porestabelecere. contrato formal co. o estagi*rioa N#o foramencontradas dtferenças siqnificativas no% aspectosprocessuais propriamente ditos do eltlqio tûis comol escolhado lupervisor, treinlmento introdutôrio * processo deavaliagko, entre outros. 0s relultadol s*o diBcutidos à 1uzd1* sual zmplicaçles para a atuaç*o do futuro profilsional.# Pesquts. realizada pelo CFP/CRPS/COK#*S**? de orientaçlo eFiscalizaçyo.411


372 QUESTQES ETICAS E * FORNAC#Q D0 PSICDLOGOIDADOSRELATIVQS A PRQCESSQS BQ CFP. PACHECO , LuziaSantos. Conselbo Federal de Pstcolo4ia.ç-'0 Conselho Federal de Psicologia procedeu . u. levantamentoda% denincias éticas encaminhadas ao* Conselhos Reçionais eFederal no peefodo de 1988-19:9. vtsando identificarprlticas 4ue configuram inïrûçles éticas, com o objetivo desubsidiar açèes de orientaçlo junto ao% peo#issionais #entidadel Tor*adoras do pwlcôloqo. Foram analisadol 119proeessos, destaclndo-se o conteido da queixû, tipo depenalidade imposta pelo Conselho Regionll e pelo Federll ,enquanto recurso. Emerqiram dos dadol como caleqorias mlilTreqAentes de açles qeradorûl das denûnciasl a) açlel deprofissionail que exipem esclarecimento da letillaçèo(39,5:)) b) açèes que envolvem outras instituiçles (27R)p c)atualizaçlo profis-sional (13R), d) relaçles entrepeoTisssonais (8,5R)p e) condiçèes de estlqio (4 , 2:)j #)relaçko do psicbloqo co* o CRP (4,2:C). A mlioria da%situ:çèes qeeadoras de denûncias eevelam desconhecimento dopröprio cbdtqo de ética e faltl de u*1 forlaçlo queinternaltze os princlpios éticos norteadores da priticaprofissional. As cateqorias (c) e (e), responséveis por 17Rdoé calol, lponlam dieetamente problemal associkdos co. oproceslo de Tormaçlo do psicôloqo, np momento de realizaçlodo* estkqiol. Tncluem-le at, clsol como o de eltaqtérioatulndo como le forl qrlduado e a quebrl de sigtloproftslional. 9ado% do levantamento Junto 1o% Serviços dePsicologia das fnstituiçèes Joemadoras que appntamfraqilidades no proceslo de ensino da ética proïissional(poe exèmplo, 1 n7o utilizaçlo do pröprio cbdiqo de éticaduranle o eltkqio) Tornecem o contexto parl a compreenskodos determinlnteù dos problemls èticos identificados.t*$ Pelquisa realizadl pelo CFP ltrlvél da Ckmara de Etica .412


a7a'AVALIAC:O DE U; CURSQ DE PSICOLOGIA S0B APERSPECTIVA DA CARTA DE SERRA NEGRA - CFP/1992.JAPUR, Karisa. Faculdade de Ftlosofia, Ciênciase Letras de Rtbeirko Preto - USP.


'374 Eppsz Aoapmaçxo BRaszLElRAlPfof . LU IZ PAbQUALI. . ' ,LABORATöRIO DE PESQUISA'.EM AVXLTACXO E MEDIDAuxïvzàsloàoe bE BRiSILIAEdwards pm 1959 crioù um'teste de personalid.' '.de 'Edwards Perlona'l Prefqrepce Schedvle ' 4(EPPS)para medir 15 fatores baseados na Teoria das Necexsidades B â s i cas de Henry A . Murray. Este teste foiadaptado para o Brasil côm uma amostra de 3 .408sujeitos. Uma anilise fatorial confirmat3ria iden1.tifiéou > presença dos 15 fatores, entr:tanto, 04deleé (agressâoe deneéaçio, def ep3ncia e autoncmia) precisem ser reestruturadosé dado que a consiàtência internà dos.itens 4 in


375 O NSTRUCAO DE UHA ESCALA PARA AVALIAR A PERCEPCAODE ESTUDANTES QUANTO A0 ESTIMULO A CRIATIVIDADE N0SISTEHA UNIVERSITIRIO. Clludia Cavalcante de Carvalho. JGlia 'peckman Meirelles.Patricia Ramos Pacheco e Eunice Soriano dede qlencar (Universidade de Brasllia).Foi o objetivo do estudo construir e validar uTa escala par,investigar a percepç%o de estudantes universitarigs quanto aextensco em que diferentes aspectos relacionados.a.qriatividadet;m sido estimulados por professores universitarios-paratal elaborou-se inicialmente uma escala com itens relativos! . . a, .a dzversas dimensoes da criatividade, como traços de personalidade,pensamento criativo, metodologia de ensino e condi -çEes de aprendizaqem.Estes iten! foram construldos por Alencarcom base na bzbliografia da area. A sequir, avaliou-se sqmanticamente cada item da escala para garantir a compreens%odos mesyos. Para tanto, fjram entrevistados , individualmentedoze estudantes universitarios. os itens onde faltava clarezaforam reformulados e eliminados aqueles com conteldos similares.Deste procedimento,.resHltaram 22 itens que formaram oinstrumento, o qual foi, entao, aplicado em uma amostra de .201 sujeitos,com vijtas a obter dados para a validaçao estatljticado mesmo.Apos esta etapa, foi feito o estudo do conteudodo instrumento, procedqndo-s! a uma anilise'fatoripldos componentes principais e rotaçao varimax pafa'se identificar os fatores que compunham a escala e que estariam sendo m:didos pelo instrumento. Apenas no fator 1 foi observado um nvmero significativo de itens com cargas fatoriais màis significativas (igual ou maior que 0,30),o que indica que o instrumentqcompunha-je de um fator mjis expressivo. Procedeu-'setambem a uma analise de consistencia ihtèrna, bbt*ndo-se parao fator 1 um coeficientes Alfa no valor de 0,90. Construiu-seentaj,o instrumento definitivo com os itens de carga fatorialja citada. Este vem suprir uma necessidade de pesquisado -res da ûrea da criatividade que t;T como um dos seus persistentesdesafios a medida e avaliaçao de diferentes dimensEesdeste construto.Projeto parcialmente financiado pelo CNPq,a quem as autorasagradecem.415


376AS PREOCUPACDES INTERPESSOAIS BISIC;S XO T.A.T.EM DESCENDEN-Tss DE poRTuGuEsEs E JAposEsEswAutores:JACQINMIN,ZNDRZ;BESZSNI,PAULO ED7ARDO eMARTINEI,PAOLà A. SALINAS - Faculdade de Filosofia, Ciencias e Letras de RibeiraoPreto.A prpblemltica da avaliag:o da interag3o personalidade cultura, teveHenry (1942) como precursory a partir de seus estudos sobre indios americanos.Apartir delses trabalhos,numerbsos pejquisadorescontinuaram investlgando esta relagao; entre eles,De Voz,psicologo : Antropologo, deu inlcioem 1952, a pesquisas sobre o processo de aculturaçao de Japoneses nos ZPA.0s resultados obtid:s por De Voz estinularam a realizaçâo de trabalhos noBrasil/ com grupos etnicos de laponeses e lusitanos.0 obletivo foi verificaro quanto aqcultura de origem influencia de modo significativo na personalidadedestes suleitps. VINTE sujeitos, sendo 5 do sexo masculino e 15 fEminino, com idades vpriando de 18 a 49 anos e nfvel mtnimo de pscolaridadede 29 grau, foram avalfados no presente estud:y'sendo 10 de origen PortuguEsa e 10 de origem Japonesay com os pais ou avos nascidos no pafs de origem.Utilizou-se'uma forma reduzida do TAT, composta pelas pranchas 1, 2,3BN #,6BM,7BM,8BN, d 13MF,16 e 18BM e a produçao foi avaliada segundo a HListaePreocupaçoes InterpessoajsBâsicaslf.de De Voz.Observou-se uma diferengasignificativa na distribuigao das classes de Categorias Expressivas e Inj -tnlmentais (p.l0),sendo queosJaponesesapresentam maispreocupag8esbaslcas do tipo Expressivas, enquanto os Portugueses mais do tipo Instrumen tais. Analisando a catesoria I - prazer-sofrimentp, observou-se que os J: -poneses apresentam reaçoes afetivas.maispositivase oslortugueses reagoesafetivas ambivalentes (p.05);na categoria III - afiliagao-isolameùtoy osJaponeses apresentaram uma relagâo afetiva mais positiva que os Portugueses(2.05); observou-se ainda que, entre os Portugueses, houve maior recor -, rencia ; categoria XII - Superstiçoes ou Crepças,do qu: entre os Japoneses(p.10). Comparando as cftegorias de Realizagao e Competencia com as demais,observou-se maior ocorrencia destas entre os Portugueses (p.05). Comparandoestes dado! com os obtidos por De Voz,com Japoneses americanosyobserva-seuma inversao, pois os Jyponeses americanos apresentam 75% de escolhas de ttmas voltados à Realizagao e 25% para as demais categorias, enquanto os JapEnesss brasileiros apresentam 27,5% de temas voltados para Realizaçao e Competenctae 72,5% voltado parâ as demais categorias.Ainda que parèiais, estesdados apontam para difeyenças interculturais nos resultados apresenta -dos. Outras pesqvisas deverao ainda analisar as demais pranchas do T.A.T.,ampliando os efetivos da amostra para obter dadosmass fidedignos.* Proleto financiado pelo CNpq - ;SP416


377 ASPECTOS DA DINAMICA FAMILIAR AVALIADOS ATRAV S DASFABTS.AS DE DPSS.KARLA AFONSO ALVES; SONIA REGINA LOIGEIRO; ANA VALERIA GUELLI;J0â0 PAULO D0 PRAno RODRIGUES - Faculdade de Medicina de Riberâo Preto-usp.Objetivou-se caracterizar atravis da produgâo nas Fibulasde DBss. aspectos proletivos relativos a representaç:o de papiisparentais de crianças com dificuldades emocionais, relacipnandoestes aspectos com qs suas condiç3es de convivFnciafamiliar, em uma estrptura nuclear completa em outras estruturag3esde famflia.Foram avaliadas i0 criangasqueprocuraram at:ndimentopsicol3gicoJunto ao Servigo de Psiquiatria do Hospital das Clfnicas da FMRP-USP, de ambos os sexos, com idade entre 8 e 12 anos .Destas crianças, 13 moravam com sua famflia nuclear de örigem,constitufda pela presença de pai,m:e e em geral pelo menos uirmneo; e 7 moravam com outros familiares y em diversas estruturaçpesde famfliar ocupando o papel de pais:apenaspm dos pai:biolögicoj, ou avosy ou tias, ou irmneo, ou primos. Procedeu-sel aplicaçao individual da ticnica das Fâbulas de DBssy complementadapor uma Entrevista Clfnica com os familiares.Atravis das informng3es da Entrevista Clfnica. observousenop 2 subgrupos a presença de estressores ambientais e deantecedentes familiares de dificuldades emocionais, em 46Z dossujeitos do subgrupo com Estrututaç:o Familiér Completa (EFC)foi relatada a ausincia . de fatoreé esttessores os quais se fizeram presentes em 100ï dos sujeitos com Estruturagao FamiliarOutra (EF0).A avaliagâo dos aspectos projetivos relativos a kepresentaç3ode paplis nas Fâbulas de Doss suleriu diferengas entreos 2 subgrupos, especialmente pela ausencia de referincia a papiis parentais (28,65)no subkrupo 4om EFO, sugerindo o nâo reconhecimentodestes na diniyiça familiar. Quanto ; percepg3odo papel dpsfilhos em retaçao aos pais, n6s dois subgrupos observou-se a presenga de submiss3o e hostilidade, sendo esta maismarcada no subgrupo com EFO. A associagâo destes aspectos .ddin:mica familiar l presença de estressores ambientais e de atecedentes familiares de dificuldades emocionais, pareceu caracterizar nos 2 subgrupos maneiras diversas de responder assituaç3es de perda e confrito familiar.417


378 XBULAS DE DOSS E A AVALIACXO DE CRIANCAS C0M DIFi-ULDADES DE APRENDIZAGEM .J0 0 PAULO D0 PRADO RODRIGUES; SONIA REGINA LOUREIRO; ANA VALE. . . . .. . . . w .x - w .- ... w . . . . . u . . . .RIA GUELLI; KAKPA AFONYU ALVMN - Facuidade de Hedicina de wKI rbeir â o PretO-USP. -Objetivou-se neste estudo, caracterizar a produç3o na: Fâb u1as de Dtlss de criangas com dificuldades de aprendizagem, r-Elacionando estes fndices ls dif iculdldes de adaptag3o socialrelatadas c:mo queixas . Foram avaliados 10 sujeitos do sexomasculino e 5 do sexo f eminino que procuraram atendimento juEto ao Ambulat3rio de Psiquiatria do Hospital das Clfnicas(FM P-USP)> com idade variando de 8 a 11 anos , escolaridade eEtre 1: e 5: s ; r i e, dos quais 87Z aprese'ntavam reprovaçâo escElar. Procedeu-se a aplicag3o individual das Eicnicas : Fâbulasde Dtlss, Colimbia e Entrevista Clfnica com os pais.A avaliagâo de nfvel intelectual apontou para 80Z dos sEjeitos com inteligincia midia, 7Z limftrùfe e 13Z como deflciente cognitivo. Todos os sujeitos apresentavam dif iculdadesde aprendizagem relacionada a escrita e aritmitica e 73Z aprEsentavam adicionalmente dif iculdades de leitura. Na EntrevistàClfnica apresentavam as seguintes caracterfsticas: 93Z agresslvos na escola e em casa, com dif iculdades de execugâo das tarEfas escolares , e 80Z dos sujeitos apresentavam dif iculdades deater-se as normas disciplinares em casa'e na escola. Quanto îscaracterf sticas de personalidade avaliadas atravis das Fâbulasde Dlss, predominantemente , os sujeitos apresentavam uma pexcepgâo de si marcada pela f ragilidade e temor de ameaça frentea realidade externa. em 70,55 acompanhada de estados emociEnais depressivos. dif icultando a utilizag3o dos potenciais iEtelectuais e af etiyos, favorecendo manifestag3es ora de submiEsâo, ora de oposiçao.A integraçio dos dados relativos ls Fibulas de DBss ls dlficuldades adaptativas descritas na Entrevista Clfnica e a av1liagâo de nfvel intelectualy permitiu dif erenciar a diversidlde de padr3es adaptativos utllizados , tendo como ponto comumas dif iculdades de aprendizagem.418


379AvALlAçlo PslcoLöGlcA DE CRIANCAS COM PROBLEMAS EScoLwREs AssoclADos A DIFICULDADES EMOCIONAIS.ANA VALERIA GUELLI; SONIA REGINA LOUREIRO; J0X0 PAULO D0 PQADORODRIGUES; KARLA AFONSO ALVES- Faculdade de Medicina de Ribeir:oPreto-usp.Este estudo teve por finalidade caracterizar as manifestaç3es de dificuldades emocionais aprlsentadas por crianças coprobleùas escolares, visando relacionâ-las aos nfveis de maturidadeperceptivo-motora e emocional avaliados atravis do Bendere das Fâbulas de Dnss.Foi avaliado um grupo de 10 suleitos de ambos os sexos,atendidos pelo Servigo de Psiquiatria d , o Hospital das ClfnicasFMR/-USP, com idade entre 8 e 12 anos, nfvel intelectual midio(Colûmbia), e queixas de problemas escolares associados a: ag1taglo,dlficit de atençâoymanifestaç3es de ansiedade e de desadaptaç:o.Procedeu-se a aplicagio individual das ticnicas Columbia, Bender e Fâbulas de Dnss, complementadas por uma Entrevista Clfnica com os pais.Os resultados apontaram a presença de indicadores emocionaisna t; cn i ca de Benders em 1001 dos suleitosy sendo os maisfrequentes: tamanho pequeno (80Z), repassamento (70ï), e ordemconfusa (70Z), assinalando a presença de ansiedade e imaturidade, a qual expressou-se pelo controle inadequado dos impulsose por um prejufzo na organizaç3o do pensaàento. Em 50Z do grupoobservourse imaturidade perceptivo-motoraz e em apenas 30ïdetectou-se a presença de indicadores de lesao cerebral. ' Comrelaçâo âs Fâbulas de DBss, observou-se em 100ï dp'grupo dificuldadesde superaç:o das demandas pr3prias da idade, evidenciadaspor manifestaç3es regréssivasy.çom deslocamento para omeio da responsabilidade de suprir as pr3prias necessidades,caracterizando assim as dificuldades de amadurecimento emociona1do grupo estudado.A presença de indicadores emocionais no Bender pareceu relacionar-se : imaturidade afetiva caracterizada atravis das Fâbulas de Doss, contudo nâo s: observou relagâo direta destacom o atraso no desenyolvimento perceptivo-motor e a presençade indicadores de lesao cerebral.'419


380INTERVENCXO PSICOSOCIAL JUNTO AO CEBEM :CENTRO DE BEM ESTAR DO MENOR AG RIA HENDRICGASPAR S .C .Christine Liz Moeller Gabel - FURB (Unlversidade daRegi go de Blumenau)O CEBEM , creche mantida pela Prefeitura Municipal deGaspar, atravis de sua Orlentadora Educacional e esârias de Serviço Social da FURB, solicitou a re1tagilizaçvo de um trabalho Junto ès crianças regularmentematriçuladas no que se rerere L orlentaçxo sexuale disciplinar. Ap3s observaç3es realizadaà Junto Yscriqnças e entrevistas feitas Jun'to Z Direçxo, profesores e estagiârias, identificou-se uma falta de obJtivos deflnidos, falta de integraçvo e dificuldadesde relacionamento entre os docentes, agrava dos pelofato de ser um ano eleitoral, com posslveis mudançasde cargos. Optou-se por intervir primeiramente juntoaos docentes atraVls de dinêmicas de grupo com o obJtivo de melhorar as comunicaç3es existentes, esclarecer obletivos de trabalho, levantar questionamentosquanto ap papel profissional allm de aumèntar a coesRo do grupo . Acreditava-se que o comportamento docorpo docente inrluenclava o comportamento dos alunoum segundo momento , f oi-se trabalhado a nlvel dasrianças através de dinêmicas de grupo , roleplaying'e debates , visando obter maior participaçRo das mesasal;m de comprovar a possibilidade de implantaçxodestas ticnicas como atividades pedag3gicas diârias .Os resultados apresentados roram rerormulaçxo dealaumas prâticas pedag3gicas; comunicaçvo mais ericientè entre os proressores; ressaltar a importêncta destagiârio de servtço soclal junto è lnstituiçVo; maior partictpaçRo das crtanças nas attvidades propostas. concluiu-se que : a intervençRo em uma instttuiRo deve ser precedida por uma anâlise mais ampla; ocomportamento do corpo docente tnfluencia o corpo dip+o ae uma escola .420


381 .%> W DIM - M M AW T.TG œ '- -= O ARATJO M œ % - ---'x M O T> ia das Grao s D rres da PazUhivèrsidade de BrasfïiaA yesquisa teve nrnn objetivos:a) investigar quai!os crit4rios de Justiça Distrikutiva yezyebidds yelos nznnionlrios ccco efltivaaent: usados na avaliaçao de seus des osna ozgànizaçao e emmY aqueles crit/rios considerados nrnn idèais; b) investigar àe houve relaçâo entre as perceyç8es dosos quanto:- aos critdrios de Justiça Distrikutiv: eas caracteristicas da ewyresa e do seu 'sistesa de avaliaçao .A anomtrn, estratificadae foi constitufda yor 200sujeitose lœ chefes e lœ mlM rdiœ os,corresm e ee a l0%da m M açâo da v eM .œ atm instn- tos, questi= 'rios, for> œ nstm i-dos para M ir as variâveis estY adas, see o aplicados > gum de apm xM an- nte 5 v v dos e res> idos iM ividualx nte. .W lises estatfsiicas der . itivas forY feitạ s parae- nsasresm stas H tidasm los sujeitosnos instnzm n/ s tulizados na > G M .Tnm-' forx feiO s analiseé de n rianciam ra cada !& das varu veis dem l entes d: estY o e analises derv rse o x ltlpla m ra ax lisar as relaçœ s existentes entrevariaveis dem e entes e idem e entes.Os restzltados revelaram que:a) o critdrio de G -dade foi éfetivav te e nsiderado o > is usado Tnas avaliaç& se ideaw nte julgado o > isad- do;b)a m q eo o dos V Agados x ire a - eM relaciono se as m rcem œ s .dos x = ssobre o sist- de avalial o e os critdrios de Juétiça Distri-Y tiva.As m nclzzmrv s gerais do presente traM lho am n- M> s> dire o do que jé ve see o salientado m la literatura.2 iv escie fvel qy , ao se investi/ r x bre Justiça DistriY -tiva M s œ ganizaçœ s de tra- lho, nao se m m a : vie o sist3-mica das > % s e nœ se dis= ie da investigaçao sobre o m -der ow anizaciH l.421


382 XETODOL6GIA uTzLxzAoA PARA DEFINIçAo DAs#ARIAvEIs IxvEsTlùAoAs v - A PESQUISA S9BRE .%N rT> DIM TGM M AVAT.TG œ:ne.èMaria das Graças lbrres da #azUniveryidade de Brasfliao ylinciyal objetivo ao usaf esta setodologia foi dqfini: as v:r iaveis - a serem investigadas na pesquisa : levantarMltmldios,-a elakoraçio dos instn mmntos de aedida.' ' 'Foram feitas entrevistas explorat3/ias, se:iùeétruturadas, yartiaio-se das seguinteé kuest-oés: 1)1ua1 àua opiniâosobre Avaliaçâo de Desaqpenho? 2)O que você acha sobr: a Avaliaçâo ḍe Desesyenho na sua empresa? 3) Quais as consequencias daAvaliaçâo de x s- A o na cœu nhia? M entrevistas foram feit&s individuaw nte c. funcionarios de diferentes nfveis hieramuicos,das quatx qreas da Ca w nhiae m rfazerlo um totalde 67 sujeitos.O criterio > ra em olha dos sujeitos was= -seno OIV P ara anallse$14r das entrevistas aé resçoskas foram' ca- ltegor i za das e yara quantificaçâo foram consideràdas é: quatroireas de trakalho da empresa confox?e a lotaçâo do empregadôqperaçâo, Distrikxâçxo, Aamlnistrativa e Presidência e tnmYea hieratquia profissional dos npahas 'na dcc%anhia - chefe ou sukotdinado.rzxnn resultado foram construidos os instn mwntos deaedida, em O'mmzo de guatro: 'Perceyçxo da Ekpresaf',''perceyçâôdo Siste?a de Avaliaçaol', 'Peycey/Xo dos Critdrios Reais de Ju4tiça Distrikutiva'e 'Percey/ao dos Cristdrios Ideais de Justiça Distrikutiva'..Fetes insen rontos foram O.trwtidos X anilisede validade de navem *n cujos fatores selecionados gonstituirat'as variiveis depéndentes do arlelo:Ftéer, ao, Planajamento,Contzole, Puniçxo, Relacionamento e Critörios de Justiça reais e'ideais. 'As variiveis independentes, Xrea de trakelho,Hieraxquia, Tango de serviço na empresa; Tiyo de atividades Salirio: .Sexoe Idade e Escolarn'anae, foram estake lecidas enmY de acoxdo nrm o proyosto yela literatura.422


#a8a ESTUDO DA QUM D ADE DE O A IN VERSITARIAN O TRABALHO ENTRE DOCENTES DA UFRJ .CarlosAmérico AlvesPereira* (Dpto.Psic.Sociale do Trabalho e do NERA/I.Psic.,UFRJ)e Arno Engelmsnn (Dpto.Psic.Exmrimental/l.Psic.,USP-SP).Esta m squisa objetivou fomecerà comunidade da UFRJ ea seusdirigentes um panoram a da vida em gerale no kabalho em particular dedocentes que no Cam pus da Praia Verm elha desem m nham s'Inqatividades.Em 1991,60 professores,de 29 depaM m entosda IJFRJ,responderamao 'Questionârio sobre aspectos importantes no trabalho docenteb'.Em1992,70 professores,de 15 dem rtamentos do Campusda Praia Verm elha,resm nderam ao 'Questionârio sobre awectos importantes #zzvida notrabalho docente n:z UFRJ'. Adicionalmente, 25 docentes de npvedepnenméntos.resm ndern.m ao 'ouestionârio sobre aspectossubjetivos'benglobandoa LEP (Lista deEstadosdeânimo Presentes)de Engelmann(1986,1987),a PANAS (Escalasdo M etoPositivo edo M eto Negativo)deWatsonmClark eTellegen (1988)ea BES (Bem-EstarSubjetivo)de Liang(1985)eLawrence eLiang (1988).Osresultadosm rmitiram chegaràsseguintesconclusöes:(1)osbons asm ctos do trabalho foram:relaçöesinterpessoaiseaprimoramento ntz/ormtwao doprofessoredo aluno',(2)osasmctos ruins forsm:convivência com excesso de burocracia, inkaestrutura,baàa remuneraçao salarial, entre outros; (3) tendência adescontentamento e conflito enkemotivaçëo eintegraçëo no kabalho;(4)predominânciadeinsatisfaçao sobresatisfaçao notrabalho;(5)satisfaçâocom elem entosde emsino e no convivio com colegas,alunose ftmcionM os;(6)desalento,frenteà remuneraçao salarial,telefones,computadoresnlpesquisa,c/atàlge.:desegurança,enteoulosseteelementos;(7)otimismofrente a 37 elementos',(8)pessimismo em 35 elementos (os de infraestrutlml;(9) na LEP, rem rtaram mais intensamente esiados deagradabilidade',(10)na PANAS,ligeira predominância deafeto positivosobre o negativo,'(11)na BES,ligeira predominância de satisfaçâo eelicidadecom avida em geral;(12)satisfaçao de vida e felicidade sëodimense sindemndentes;satisfaçlo indem nde de afeto positivo e de afetonegativo,consrm ando estes resultados os achados relatados m r D iener(1984) acerca da indemndência entre as subdimensöes do bem-estarsubjetivo.* subsfdio CaN WPICD/SR-Z/UFRJ.423


384A PRESENCA ATIVA DO PASSADO: HISTöRIAS E CONTOSEM PMA COMUNIDADE TRADICIONAL DA JURéIA-ITATTNSM iguel Mahfoud e Marla Lu lsa Sandoval'Schmidt.Unfve ra fdade de Sao Pau lo , Inst . de Psicologia#Ana lisando o conteudo de entrevistas conduzidas*' .segundo a metodologla de historla de vlda - co/plementadas por depoimentos e observaçoes etno-'graficas - de 6 moradores de uma pequena comunidade tradiclonal e relatfvamente isolada (CachE ,eira do Guilherme) localfzada no lnterior da EE- # #taçao Ecologica Jurela-ltatfns (SP) procurà'-seapreender as diversas modalidades com as quais#'.os suleitos fntegram no presente o conteBdo de# .hlstorlaa , contoa e lendas tbadic ionais daquelacomunidade. Os resultados apontam para 3 modalidades f undamentals de lntegraçao daqueles contE'udos no presente : alderivaça-o de valores; b lcrivo de leitura do real em seus aspectos concre- xtos da vlda quotldiana; clartïculaça-o de uma vi-. .sao global da realidade como cosmologia. Em coE- #k .clusao, pode-se compreender a experiencia daquE#1es sujeito: como memoria (bnquanto capacidadede recordar e evocar que constitui um enriqueci .mento de sabedoria), como presença ativa do paEsadoy e como dinamismo e princlplo de aç3o e deconcepçao do real.424


385 soclALlzAç:o Do SABER AcAoâMlco: A REPRESENTAC:OsoclAL'DA clkNclA PoR cowsuMlooREs DA vuLcARlzAç:o clENTfèlcA- celso Pereira de sJ, Renato clsar M:ller,volfgang vagner,'solange de olivelra souto,Daiana Machado, José Neander silvaAbreu. Alda carla Alves cardozo - Universidade do Estado dR1o de Janetro.o presente trabalho faz parte do projeto 'socialfzaçao do saberAcadlmico:um estudo sobre a representaçzo social do 'co-A ecimento cientif ico no Rio de Janeiro',em culo âmbfto f o-ram JJ levantadas, descrftas e classiffcadas as infciatfvasddivulgaçVo cientlf ica atravls dos mefos de comunicaçzo de ma,sa acesslveis à poputaçXo do Rio de Janefro, bem como caractErizadas as relaç3es que estes v'elculos estabelecem com as inztâncfas de produçVo do conhecimento cientif ico e, em especia:coo os seus prlprfos pGblfcos consumidores. 0 obletfvo destaetapa do yrojeto consfstiu no delineamento da estrutura da r.qpresentaçao socia1 da cilncia fo- nda por consx idores da fnfo- nçzo proporcionada por revfstas de vutgarizaçaeo cfentif i-wca. Nesse sentido, f oram entrevistados, por telefone. 40O as-sfnantes das revfstas 'su p erinteressante'e 'Globo cfência' .Analisados tais dados, em termos dos critlrfos combfnados deP rototipicalidade da f requlncfa e da ordem mldfa de evocaçvo(Vergèl, 1992). os elementos 'tecnologia'e desenvolvioento'(e noçoes assocfadas) puderam ser identif icados como constitMindo o nGcleo cen*ral da representaçvo. concluf-se que estase basela f ortemente sobre Al'nn vfsZo positiva e socfatmente vmlorfzada do papel da cfência na constitufçxo do futuro.Ref :VERGkS , P.L'Jvocatfon de 1:argent : une méthode pour ladéf initfon du noyau centrat d'une représentation. Bulletfnde Psychotogfe, Tom'e XLV, N9 405, Jan/Fev 1992.* 010: cNPq, FAPERJ, FAPP-UERJ.425


386 RACIONALIDAD6, EMOCIONALIDADE E LOCUS DECONTROLEAyrest tygïa Santa Naria; CabralpRldardoDantas; Pïnto. t -ueia Helena Ramos e Ferrelra, hariaCrlstina - Unïversidade Gama Filho, RJ .Rotter (1966) define o locus de controlecomo uma expectativa'generalizada do tndivfduq, quazto ao grau em que seu prdprlo comportamento -e vistocomo fator controlador dos eventos que ocorremem sua vidau Assïm. os ïndivfduos lnternos tendem aacreditar que o controle dos eventos depende de suaprdpria capacïdade ou esforço, enquanto os ïndlvf -duos externos tendem a acredltar que o eontrole de4tes'eventos depende de outras pessoas ou eventqs,ouda sorte; encontrando-se, assïm, fora do seu pr-oprlocontrole. Seria de se esperar, portanto, que os 1ndivfduosque privilegiam, em sua condulta, os dltamesda raz-ao fracionais) apresentassem uma maior capacédade d* controlar os eventos ambientaïs (internalidade) que os ïndivfduos que'privileglam os ditamesde seus sentimento: (emocionais). Neste sentldo, oopjetlvo do presente trabalho fot lnvestiga r . a relaçao entre ractonalid ade e locus de controle internp.A amostra se constïtulu #e 18O sujelto sde.lambos os sexos, que respondpr.m -a Escala'de to -cus de Controle de tevenso n e xa Eseala Racemo,Rodrigues e Assmyr (1989). 0s resgltados evïdenciaramuma correlaçeao posïtiva signlflcatïva entre aracionalïdad, e o locue'de controle interno ( rxy -0.:11 p(9.O0l), bem como difereqças signifïcativas,na dlreç-ao previstay entre as!medlam de internalldade dps suleitos classlf'acadoe como emocionais e ra-cionais (t= 6.031 p'(0,01).conclulu-se que os traçoe de personalidadede internalidade e raclonalldade encontram - seassociados, na medida em que o: ïndfvfduos maïs raclbnatspossuem uma maior trnd-encia a acredïtar emsua prdpria capacldade de controlar os eventos queocorrem em sua vida que os tndfvfduo: mais emoclonals.426de


387 RACIONALIDABE. EKQCIQNALIDADE E ACEITACAQBM BM U DE POnER:endee: Gilberto Kartlns ; Nogueira, RegïnaKarla Soto ; Oliveira, Celia Regina e Ferreira,Nzria Crïstina - Universidade Gama Filho, RJ .Be acordo com rrench e Raven (1988)# asrelaçöes interpessoais s-ao influencladas po! seisdiferentes bases de poder (recompensa, coe


.388 CONSIDFRACUES CRiTICAS SOBRE A PESQUISA EMPSICOTCGIA COMUNITARTA. ARonald Joxo Jacques Arendt, Instttuto dePsicologia da Untversidnde do Estado doRlo de Janelro.Cano um dos desdobralentop da linha de pesquisa: jpp:yyeas .Culturais e Comportalento de Gnapos, Instituiç8eg eMovimentos V ialsl' do Mestrado em Psicologia do IP/UERJo autor e 1m> equipe de alunos da disciplina HPsicplogiae Prâticas Cnn mn'tarias Urbanasn desenvolveram um estudorofkndndo d9K Recentes pesquisas nesta ûrea utilizandoco= am stra do m iverso de publicaç8es o nânem darw'ista Applied Psycholoa .(n2 2rvol.K ,1991) dedicadoi Psicologia Comunitv ia, os restmrs do Congx sso Ibem --M ericano de Psicologia