Edição 8 download da revista completa - Logweb

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MDA SOUTHAMERICA 2013Motion, Drive & AutomationFeira dedicada à propulsão de negócios.O conceito que tornou a MDA referência mundial,agora na América Latina. Venha impulsionar negócios,relacionamentos e trocar tecnologia com significativosplayers do mercado. Reserve já o seu estande.Internacional Alemanha, China, Rússia, Índia, Turquia e agora Brasil.Trajetória 65 anos de experiência.Destaque Estandes temáticos com abordagens de outrastecnologias - Surface Technology e Industrial Automation.SetoresTransmissão de Forças Mecânicas, Elétricas,Fluido-Hidráulicas e Pneumáticas.Tecnologias de Ar Comprimido e Vácuo. Motores, rolamentos, acoplamentos, engrenagens, correias,freios, sensores, sistemas de acionamento elétrico e serviços. Bombas, cilindros, válvulas, acumuladores, mangueiras,pressostatos, câmbios, conectores, mecanismos e sistemashidráulicos e serviços. Compressores, secadores, filtros, vedação e sistemas completosde ar comprimido.Trade show by:ExclusividadeCeMAT SOUTH AMERICA -movimentação, logística e armazenagem.Feira simultânea à MDA.19 - 22 Março 2013Centro de Exposições Imigrantes - São Paulo-SP14h às 21hmda-southamerica.com.brPromoção e Organização Apoio OficalApoioApoio Institucional Operadora deTursimo Oficialmda@hanover.com.brCuritiba 41 3027-6707São Paulo 11 3521-8000Porto Alegre 51 3347-1668Empresa Oficial deTransporte Aéreo


4TRANSMISSÃO DE FORÇAMDA SOUTH AMERICA 2013contará com pavilhões temáticosJá consagrada na Alemanha,China, Rússia, Índia e Turquia,a MDA é considerada aprincipal feira internacional focadaem transmissão de forças elétricas,mecânicas, fluido-hidráulicas epneumáticas.E será realizada pela primeira vezem São Paulo, SP, no período de 19a 22 de março de 2013, no Centrode Exposições Imigrantes, comoMDA SOUTH AMERICA. O evento xterá como destaque dois pavilhõestemáticos: o “Surface Technology”,onde serão apresentadas as tecnologiasde superfície, que abrangem os segmentosde galvanoplastia, revestimento de plasma,sistemas de automação e manipulação,limpeza e pré-tratamento, pintura erevestimento, proteção ambiental e plantaspara fins especiais, além de equipamentos deteste, medição e análise.Por outro lado, no espaço denominado“Industrial Automation”, os temas deapresentação serão os novos sistemasde automação industrial, robótica,tecnologia a laser e serviços, tecnologiade microssistemas, microssensores, fibraótica, nanotecnologia, sistemas elétricos,iluminação, testes eletroeletrônicos,equipamentos de mensuração, software e TIindustrial, software de reconhecimento de voz,de videoconferência e operacional.“Mercados em crescimento precisam deplataformas de negócios eficazes. Apesar deatualmente tudo ser tratado em rede, as feirasde negócios são um importante ponto deencontro para os participantes de mercadoschave. Criamos tais plataformas – em todo omundo – com base em nossa rede, extensaexperiência e marcas comerciais fortes”, dizTessa Marheineke, diretora global de Feiras daalemã Deutsche Messe AG – maior promotorado mundo e detentora da marca MDA.Plataformas internacionais“Esses dois pavilhões que estarão emdestaque na MDA têm extrema sinergiacom o público da feira e são uma excelenteoportunidade, principalmente para pequenase médias empresas experimentarem asvantagens da promoção de produtos, serviçosWanderley Gonelli Gonçalvese tecnologia”, diz Constantino Bäumle, diretorda Hannover Fairs Sulamérica (Fone: 413027.6707), subsidiária no País da DeutscheMesse AG e responsável pela organização epromoção da MDA SOUTH AMERICA.De acordo com ele, os dois pavilhões contamcom o apoio da VDMA - Associação dosFabricantes Alemães de Máquinas eEquipamentos e ZVEI – Associação dosFabricantes Alemães de Eletroeletrônicos.“O ‘Surface Technology’ e o ‘IndustrialAutomation Pavilion’ são uma amostra das feirasque acontecem bienalmente na Hannover Messe– Feira Industrial de Hannover, na Alemanha.Versões internacionais destas feiras tambémforam exportadas para outras economiasemergentes, e a atual situação econômica doBrasil nos coloca como o próximo local emque grandes empresas internacionais desejaminvestir e realizar negócios”, explica Bäumle.A primeira edição da MDA SOUTH AMERI-CA ocorre em paralelo à segunda edição daCeMAT SOUTH AMERICA - Feira Internacionalde Movimentação de Materiais e Logística,também organizada pela Hannover FairsSulamérica e cuja primeira edição no Brasil foiconsiderada um sucesso pelos organizadores.De acordo com Bäumle, os estandes coletivosda MDA garantem aos profissionais do setor aoportunidade de interagir com os expositorese público aguardados para ambas as feiras, eainda, usufruir de toda a estrutura e know-howinternacional oferecido por elas.A expectativa do executivo é de que a primeiraedição da MDA SOUTH AMERICA reúna cercade 80 expositores, de 20 países, ocupando opavilhão 2 do Centro de Exposições Imigrantes,em São Paulo.AconteceGas Energy anuncia parceriacom NatGas EconomicsGas Energy, grupo brasileiroA de consultoria na área degás natural, que também atua nossegmentos de petróleo, química eenergia, acaba de firmar parceria coma NatGas Economics, do consultorMarcio Balthazar da Silveira.A aliança busca potencializar osnegócios das duas empresas no setor,assim como de seus clientes, criandoum ambiente propício para a capturade novas oportunidades.Segundo Douglas Abreu, diretorpresidenteda Gas Energy, “a parceriavem em um momento bastanteoportuno, já que o mercado de gásdo Brasil é um dos mais promissoresdo mundo, sobretudo por conta dasrecentes descobertas do pré-sal”.Mais informações:Fone: 21 2509.5399SKF do Brasil inauguraprodução de rolamentospara veículos pesadosSKF do Brasil inaugurouA no País sua primeira linhadedicada à produção de rolamentospara atender ao segmento deveículos pesados. O novo canal,instalado no complexo industrialde Cajamar, SP, terá capacidade deproduzir 1,8 milhão de rolamentospor ano para atender à demandados mercados interno e externo.Foram feitos investimentos de R$ 9,2milhões para a SKF produzir essesrolamentos localmente.“A partir de agora, poderemosabastecer os fabricantes deveículos pesados com rolamentosproduzidos no Brasil. Existe ainda apossibilidade de exportarmos paraoutros mercados na América Latinae Ásia, incluindo o mercado chinês.Com esse novo canal, deixamos deimportar rolamentos da Alemanha,Índia, Polônia e França”, informaMurilo Fonseca, diretor de vendasautomotivas da SKF do Brasil. Aindade acordo com ele, a expectativa éde que em 2013 o canal já estejacom 60% de sua capacidadeocupada. “A intenção é chegar a80% do limite em 2014.”A SKF do Brasil também comercializaem seu portfolio de produtos osrolamentos unitizados de roda,rolamentos de embreagem,vedações e outros produtos voltadosao segmento de caminhões, ônibus eimplementos rodoviários.Mais informações:Fone: 11 4619.9100TDEF Nº 8 DEZ/2012


TRANSMISSÃO DE FORÇA5Projetos tentam viabilizar a comercialização de veículos elétricosDesenvolvidos como alternativa aos veículos a combustão, os veículos elétricosainda enfrentam problemas, como a baixa autonomia e os altos impostos para entrarem no Brasil.Imagine olhar para o horizonte de umacidade como São Paulo e ver o céu sem afamosa mancha cinza de poluição. Ligaro carro e não ter que conviver com qualquerbarulho do motor. Nenhuma poluição sonora,nem do ar gerada pelo automóvel. Parecesonho, mas não é.Na busca por alternativas para substituir oscombustíveis fósseis e, ainda, contribuir coma preservação do meio ambiente, empresasprivadas e o governo de alguns países têminvestido cada vez mais no desenvolvimentode veículos elétricos (VEs).Com uma história não tão recente – oprimeiro carro elétrico foi criado em 1830– o VE só começou a ser estudado comoalternativa para os carros movidos a dieselem 1970, quando ocorreu a primeira crise dopetróleo. De lá para cá, diversos protótiposjá foram desenvolvidos na tentativa de criarum modelo ideal que possa finalmente servendido em grande escala.Os atuais modelos funcionam basicamenteatravés de um sistema composto porbaterias recarregáveis, um regulador demotor e um motor elétrico. O regulador éo responsável por transmitir e controlar ofluxo de energia passada da bateria parao motor, que, quando a recebe, transformaesta mesma energia elétrica em mecânica,para movimentar o veículo.A direção não difere dos convencionais.A alavanca de câmbio indica apenas asposições à frente, ponto morto e ré. Parafazer o carro se movimentar, basta girara chave, colocar a alavanca na posição ‘àfrente’ e acelerar. A grande diferença estáno painel do carro, que indica, por exemplo,a carga, a corrente e a voltagem dasbaterias.“O motoristas são muitomais felizes dirigindo umveículo desses, porqueeles são mais fáceis deconduzir, já que não há trocade marcha”, explica FábioNicora, engenheiro sênior doproduto da área de inovaçãoda Iveco América Latina(Fone: 31 2123.4004).Para os defensores doVE, entre as principaisvantagens está no fatode que, ao contrário dosveículos movidos a diesel, o elétrico nãogera gases poluentes – segundo dadosdo Inventário Nacional de EmissõesAtmosféricas por Veículos Rodoviários de2011, desenvolvido pelo Ministério do MeioAmbiente (MMA), em 2009 foram lançadoscerca de 170 milhões de toneladas de CO 2através dos veículos motorizados.“O elétrico é mais saudável até que osmovidos a etanol. A liberação de gasestóxicos produzidos por esses carros chegaa quase zero, mas no elétrico não existequalquer emissão de poluentes”, afirmaCelso Novais, coordenador do ProjetoVE da Usina Itaipu Binacional (Fone: 453520.5252).Outra vantagem está no custo dereabastecimento desses veículos. “Paraabastecer um carro a diesel, hoje na Europa,se gasta cerca de 20 euros para rodar 100km, enquanto no elétrico são gastos nomesmo percurso apenas 2 euros”, explicaNicora, da Iveco.Segundo Novais, ainda que a energiaNicora, da Iveco: “jávendemos 50 unidades deveículos elétricos na Europa,e o feedback das empresastêm sido positivo”Primeiro modelo criadoatravés do Projeto VeículoElétrico, o Palio Weekend foiconstruído em parceria coma Fiat AutomóveisPriscilla Cardosoabastecedora do VE nãofosse gerada de forma limpa,o abastecimento do carrocontinuaria sendo mais limpoe mais barato que o dos carrosconvencionais. “Mesmo queessa fonte de energia não fosserenovável, o carro, ainda assim,estaria sendo sustentável,porque estaria economizandono mínimo a metade de energiaque um convencional utilizapara se locomover”, explica ocoordenador do Projeto VE.VEs no BrasilCriado em 2004 pela Kraftwerke Oberhasli(KWO) – empresa que controla nove usinasna região dos Alpes, na Suíça – em conjuntocom a Usina Itaipu Binacional, o ProjetoVeículo Elétrico (Projeto VE) é responsávelpela construção dos veículos movidos aenergia elétrica que circulam dentro dasimediações de Itaipu, com objetivo final dedesenvolver e aprimorar a tecnologia dessesveículos no Brasil.“A KWO precisava de carros que não fossemmovidos a diesel para operarem nas usinasque controla, onde o acesso é feito atravésde túneis e o acúmulo de CO 2 poderiacausar acidentes e problemas de saúde.O convite para participamos do Projeto foifeito em 2005 e formalizado em maio de2006”, conta Novais.O primeiro modelo criado através doProjeto foi o Palio Weekend, construídoem parceria com a Fiat Automóveis (Fone:0800 282 100). Funcionando através deum kit mecânico – composto por chassi,carroceria, suspensão e demaiscomponentes mecânicos – e um kiteletroeletrônico – com motor elétrico,bateria, módulo inversor de traçãoe demais sistemas de controle, oprotótipo tem autonomia de 100 kme pode chegar a uma velocidade deaté 110 km/h.A recarga das baterias, que são desódio, pode ser feita através de umatomada comum de 220 V, e demoraDEZ/2012 Nº 8 TDEF


TRANSMISSÃO DE FORÇA7Novais, da Usina ItaipuBinacional: “o Projeto VE éum programa que não temfim, são conjuntos de projetossendo constantementedesenvolvidos”bom tempo.Já vendemos50 unidadesde veículoselétricos, e ofeedback dasempresas têmsido positivo”,diz Nicora.Além dosprotótiposcom a Fiat e aIveco, o ProjetoVE já trabalhacom outrasmontadoras para a construção denovos modelos. Entre os protótipos emdesenvolvimento está a construção de umminiônibus com a Mascarello (Fone: 453219.6000), um Veículo Leve sobre Trilho(VLT), em parceria com a empresa cearenseBom Sinal (Fone: 88 3532.7900), e um aviãoelétrico, em conjunto com a ACS Aviation(Fone: 12 3944.7270), de São José dosCampos, interior de São Paulo.“Dentro de Itaipu temosdiversos modelos de VEs. Ocarro produzido hoje nãotem quase nada do primeiroprotótipo. O Projeto VE é umprograma que não tem fim,são conjuntos de projetossendo constantementedesenvolvidos. Nossoobjetivo é conseguirnacionalizar todas as peçasque compõem os VEs. Já temos motor,inversor e ar condicionado nacionalizados.Estamos em curso com as baterias”, explicaNovais, da Usina Itaipu.Na corrida para lançar o primeiro veículoelétrico 100% nacional, a empresa catarinenseVez do Brasil (Fone: 41 3308.6186) prometecomeçar a fabricação dos primeiros carros nosegundo semestre de 2013.Batizado de Seed, o VE desenvolvido pelaVez tem autonomia de 100 km, atingevelocidade de até 130 km/h e pode serrecarregado em tomadas convencionais de110 V e 220 V.O Projeto de Itaipujá trabalha com a construção de“Este é novos VEs. Entre eles está um VeículoLeve sobre Trilho (VLT), em parceriaum VEcom a empresa Bom Sinalproduzidototalmente no Brasil, nenhum parafusoé importado. Estamos há 11 anosdesenvolvendo a tecnologia capaz de produzirum veículo elétrico totalmente nacional”, dizTony Saad, presidente da Vez do Brasil.De uso urbano e com espaço para apenas doispassageiros, o Seed trabalha com bateriasde chumbo-ácido, desenvolvidas pela filial daJohnson Controls (Fone: 11 3475.6700) noBrasil. “As baterias de chumbo são considerasuma tecnologia verde, por serem recicláveis,50% menos combustível queum veículo convencional demesmo porte e emite até 40%menos CO 2”, afirma Bastos.Sobre um possível carrototalmente elétrico da Toyota,o executivo diz que a empresajá detém dessa tecnologia,mas que a montadora considerao Prius o mais adequadopara o mercado brasileiro.“A Toyota detém a tecnologiapara trazer ao Brasil umveículo 100% elétrico. Noentanto, entendemos que oPrius é o carro mais adequadoao Brasil nesse momentoporque ele não demandanenhum tipo de investimentoem infraestrutura. Um veículoelétrico tem autonomia baixae obrigatoriamente o Brasilprecisaria ter tomadas pararecarregar a frota”, explica ele.Dentro da Unicamp, oLaboratório de Hidrogênio doInstituto de Física trabalhadesde 1992 no protótipo deum carro híbrido dotado decélula-combustível, que utilizaeletricidade e hidrogênio parase locomover.O Vega-2, último protótipodesenvolvido pela Universidade,tem como vantagemsob os veículos elétricos, aautonomia, que se iguala àDesenvolvido pela Unicamp,o Vega-2 é um carro híbridodotado de célula-combustível,que utiliza eletricidade ehidrogênio para se locomover.dos convencionais movidosa diesel.“Ao contrário dos elétricos,que ainda têm uma autonomiabaixa, de 100 km, o Vega-2consegue manter o mesmo nívelque os carros comuns, de450 a 500 km. Outra vantagemestá no reabastecimento.Ele é recarregado igualmenteaos veículos convencionais,com engate de uma mangueirapara colocação do hidrogênio,sem precisar ficar horasreabastecendo”, explica Silva,da Unicamp.A célula-combustíveltrabalha transformandoelementos químicos, comohidrogênio e oxigênio,em água e, dentro desseprocesso, gera eletricidade.Como libera apenas água, oVega-2, assim como os VEs,não polui o meio ambiente.A vantagem com relaçãoaos demais híbridos está nautilização do hidrogênio, queé uma substância inesgotávelno ambiente e que não diminuio rendimento do motor.“O Vega-2 tem as mesmasconfigurações do Honda Clarity,que também é um hibridoque envolve eletricidade ehidrogênio. Já existem carroscom essa tecnologia no Japãoe nos Estados Unidos e outrasmontadoras, além da Honda,estão desenvolvendo os seusprojetos. O grande desafioagora é diminuir os custosde produção, porque hoje umveículo movido a hidrogêniosai mais caro do que umelétrico”, completa Silva.DEZ/2012 Nº 8 TDEF


8TRANSMISSÃO DE FORÇAo que não acontece coma demais. Além disso, aprodução delas tem um custoaté dez vez menor do queo das convencionais, o queajuda a diminuir o preço doveículo”, explica Saad.Ainda segundo o presidenteda Vez, o Seed deve começara ser comercializado noBrasil com preço de R$ 48mil, inclusos os impostos.“A única diferença deimpostos que temos comrelação aos demais é que nãoiremos pagar a alíquota deimportação. O que esperamosagora é que o projeto deisenção de IPI para veículoselétricos seja aprovado pelapresidente”, diz ele.DesafiosApesar de já seremdesenvolvidos por diversasmontadoras, os veículoselétricos ainda não atraíramos consumidores. Mesmoem países como os EstadosUnidos, em que o governooferece incentivos para acompra desses automóveis, e na Inglaterra,onde eles não pagam a taxa de circulaçãono centro de cidades como Londres, o VEnão emplacou totalmente.Para Ennio Peres da Silva, professor chefedo Laboratório de Hidrogênio do Instituto deFísica da Unicamp – Universidade Estadualde Campinas (Fone: 19 3521.2121), a baixaautonomia desses veículos é o que causa afalta de interesse em sua compra.“Os modelos existentes hoje não têm futuro.Isso porque a bateria tem pouca autonomia,e a recarga pode demorar até 10horas, o que torna totalmenteinviável para o consumidor.Ninguém vai ficar paradodurante todo esse tempopara abastecer. OutroDe uso urbano e comespaço para apenasdois passageiros,o Seed pode sero primeiro veículoelétrico 100% nacionala ser comercializadoSaad, da Vez do Brasil: “o Seedé um VE produzido totalmenteno Brasil, nenhum parafuso éimportado. Estamos a 11 anosdesenvolvendo tecnologia paraproduzi-lo”Silva, da Unicamp: “aocontrário dos elétricos, quetêm baixa autonomia, oVega-2 mantém o mesmonível dos carros comuns,de 450 a 500 km”ponto é a troca da bateria.Após cinco anos de uso, elaprecisa ser substituída, eelas são a parte mais cara docarro”, analisa ele.No Brasil, além dos problemascom a autonomia, os VEssofrem também com o altovalor dos impostos quedeixa o veículo com o preçoinacessível para boa partedos consumidores. Um VEimportado hoje teria que pagar55% de IPI (Imposto sobreProdutos Industrializados)– incluindo os 30 pontosporcentuais em vigor paraimportados – além de ICMS(Imposto Sobre Circulaçãode Mercadorias e Serviços) ePIS/Cofins, cobrados de todosos veículos zero-quilômetro.“Sem os impostos, um carrodesses sairia por R$ 65mil. Com a inclusão deles,o valor chega a R$ 150 mil.Se comparado com outrospaíses, que dão incentivospara a compra dessesveículos, o brasileiro é o quepaga mais caro num modelodesses em todo o mundo”, afirma Novais,da Usina Itaipu.Já para Nicora da Iveco, além da reduçãodos impostos, o governo deveria incentivara indústria brasileira na produção dessesveículos. “É preciso ajudar a indústria paraque ela possa fabricar no Brasil as peçasque compõem esses automóveis. Já existeum projeto para desenvolver bateriasnacionais e incentivar o uso delas. Um bomincentivo seria a inclusão dos VEs no InovarAlto”, conclui o executivo.AconteceBelo Horizonte terá a primeiraestação de tratamento deesgoto capaz de gerar energiaelétrica do BrasilEstação de Tratamento de Esgoto Arrudasda Copasa. O biogás já é aproveitadoem uma de suas termelétricas, que aindaestá em fase de testesCom investimentos da ordem deR$ 65 milhões, a Copasa – Companhiade Saneamento de Minas Gerais terá aprimeira estação de tratamento de esgotocapaz de gerar energia elétrica no Brasil.A usina, que terá capacidade de suprira demanda de aproximadamente 15 milhabitantes, será utilizada apenas na própriaestação de tratamento de esgoto – emque deverá responder por até 90% daeletricidade presente.A Copasa tem dado diversos incentivospara a geração de eletricidade a partir dobiogás, uma das substâncias que resultamdo tratamento do esgoto coletado na redeurbana. O material, com alto potencialenergético, já é aproveitado em umatermelétrica que ainda está em fase de testes,instalada na Estação de Tratamento de EsgotoArrudas, na cidade de Belo Horizonte.O uso do biogás na geração de energiapara a estação de esgoto deverá trazeruma economia média de R$ 2,7 milhõesanuais para a empresa. Além dessa redução,o aproveitamento do esgoto, segundoa Copasa, diminui as emissões de gasespoluentes na atmosfera, já que a produçãodo biogás utiliza processos de limpeza,eliminando gases altamente tóxicos, comoo metano. O mecanismo da usina faz comque as substâncias sejam purificadas edirecionadas às microturbinas, nas quais sãotransformadas em energia.A empresa também afirma que o caloremitido pela combustão dos gases não élançado na natureza, mas aproveitado em umdispositivo utilizado na geração de energia.A usina de cogeração faz parte de umplano de ações sustentáveis da Copasa, quetambém inclui investimentos em um sistemade desodorização do esgoto, beneficiando osvizinhos da estação de tratamento.Mais informações:Fone: 31 3348.9696TDEF Nº 8 DEZ/2012


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