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Apesar de não haver muitas dicas dememorização (frases mnemônicas),para conteúdos de geografia, existemalgumas dicas e macetes que ajudambastante a estudar e aprenderGeografia.Neste manual de dicas e macetesiremos conhecer cada uma dessas dicase macetes que são capazes detransformar o estudo de geografia, dedifícil para extremamente fácil esimples. Seguindo essas dicas valiosas,você evitará se perder na matéria deGeografia e conseguir excelentesresultados.


to a specific and well-known scribe, to whom a newly found text from Deir el Medine couldbe attributed (Burkard). The time frame of Ancient Egyptian literature discussed in this blockspanned from the classical texts of the Middle Kingdom, to the literature at Deir el Medine (aworkmen’s village of the New Kingdom), to the self-fashioning experience of the ThirdInterpediate Period (Frood), here focussing on autobiographies inscribed on statues.The second block was opened by Eleanor Robson, who demonstrated how a small subject likeSumerian Studies developed an electronic corpus for literary texts over the last ten years atOxford. She pointed out various problems, results, and further questions regarding thisproject. The discussion clearly showed that the need for electronic analysis of AncientEgyptian literature is great indeed. Thus the first steps in developing solutions have beentaken by the Academies of Science at Berlin and Leipzig. After most periods of AncientEgyptian literature (Middle Kingdom, New Kingdom, Third Intermediate Period) wereaddressed, the question of the reception of these periods in the later Demotic literature wasraised (Tait) and further expanded by analysing the narrative structure of Ancient Egyptiantales, starting in the Middle Kingdom and reaching to the Demotic literature (Jay). Finally thereligious texts of this Late Period were examined by an analysis of orthography (Smith).The third block was commenced by John Barton, Professor for Old Testament Studies,Oxford University, who gave methodological insight into approaches to the Hebrew Bible,questioning the intentio operis of such anonymous texts. In answer, Professor Dieleman ofUCLA combined this question with a genre theory of Demotic literary texts in particular. Thiscould then be used as a concrete textual example from the collection of The Queen’s CollegeLibrary, Oxford (Fischer-Elfert). Further thoughts on genre were also developed by RolandEnmarch, in comparing laments from literary and mortuary contexts. And finally VerenaLepper gave an analysis of the connection between genre and style for Ancient Egyptianliterature in general, followed by a performance documenting these results. The conferenceended with discussions summarizing the insights of the previous days.IIIAnglo-Saxon and European Egyptologists frequently have differing approaches to a numberof academic areas, and Ancient Egyptian Literature is no exception. One aim of theconference was to provide a forum in which these different approaches could be meaningfullycompared and fruitfully combined. Given the importance of this element of national andinternational dialogue, it seemed appropriate to ask the Europaeum Secretary and the BritishAcademy for their support.The results of the vivid discussions and presentations will be included in the proceedings ofthe conference. The publication is planned for the British Academy Publication series withOxford University Press.For a list of speakers and abstracts see:http://www.liv.ac.uk/sace/events/confer/ancient_egypt_lit.htm


no planeta sem a presença da espécie humana. O simplesfato do ser humano existir implica em diversasconsequências. Por exemplo: O degelo é uma dasconsequências do aquecimento global. As causas doaquecimento global são principalmente o desmatamentoe a queima de gases de combustíveis fósseis, comopetróleo, carvão mineral e gás natural. Em resumo: Ohomem é a causa principal e as consequências são osdesastres naturais.(3) Princípio da RelaçãoEsse princípio foi desenvolvido por Ritter e ele se baseiana necessidade em se comparar os fatos, para que assimpossa identificar as diferenças e as semelhanças. Éextremamente importante na geografia que se façamrelações. Essas relações podem ser com diferenças ou/esemelhanças e efeitos de causa e consequência. Paraentender melhor, existem professores que ao invés depedirem para você explicar como é o clima subtropical,podem acabar pedindo para você diferenciar o climasubtropical do clima tropical. Para explicar essadiferença, em primeiro lugar você precisa conhecer cadaum dos dois climas. Em segundo lugar, saber asdiferenças entre eles. Para ajudar, procure ficar bematento aos fenômenos, vendo como são causados e quaisas suas consequências.(4) Princípio da InterligaçãoO Princípio da Interligação ou Conexidade foidesenvolvido por Brunhes e ele explica que cada um dosfatos geográficos nunca ocorre de forma isolada, poisestão conectados às condições naturais e sociais do lugaronde ocorrem. Nesse caso, para entendê-los, torna-senecessário que aconteça uma interligação, ou seja, umaconexão entre os conhecimentos geográficos e as váriasdisciplinas e campos de conhecimento que sejamfundamentais ao estudo da geografia moderna. Exemplo:A revolução industrial foi um fato geográfico, poisatravés da criação e desenvolvimento das fábricas,ocorreram mudanças no espaço geográfico. Paraentender melhor esse assunto, além de estudargeografia, precisamos estudar também história,sociologia, ciência política e economia.(5) Princípio do TempoEsse princípio foi desenvolvido por Brunhes e ele explicaque cada um dos fatos geográficos está em constantesmudanças, sendo necessário analisar as tendências daevolução dos fatos, ou seja, analisar o passado parapoder entender o presente. Ele ainda explica que opresente nada mais é do que um produto do passado,sendo necessário estudar as transformações queocorrem ao longo do tempo. Exemplo: As geleiras queatualmente são encontradas em sua maior quantidade(99%) na Antártida e Antártica, armazenam entre 70% e80% de toda a água doce do mundo. Para compreendermelhor esse fato geográfico, precisamos voltar à era dogelo e estudar esse período da pré-história. Em outraspalavras, o passado irá nos situar no presente..Dica 4 – Conheça as dicas de Geografia para oVestibular(1) Geografia do Brasil - Boa parte dos vestibularespedem do candidato uma visão mais detalhada darealidade brasileira, esperando que o candidatoorganize, relacione e analise os fatos geográficosbrasileiros ao invés de apenas conhecer os aspectos daGeografia do Brasil.(2) Geografia Geral – Diferente do que é pedido namaioria dos vestibulares para a Geografia do Brasil, naGeografia Geral, pedem que o candidato tenha uma visãomais informativa e menos detalhista. A nossarecomendação é que: (a) Desenvolva um bomconhecimento de cartografia, aprendendo a “ler”diversos mapas, a fim de conhecer tanto o espaçogeográfico mundial quanto a distribuição dos principaisfatos geopolíticos e geográficos. (b) Ler jornais e revistaspara que possa estar sempre “por dentro” dos maisrecentes acontecimentos que ocorrem ao redor domundo, dando uma maior atenção aos acontecimentosde caráter geopolítico e econômico.Dica 5 – Quando estiver livre, assistadocumentários de GeografiaNational Geographic e outros canais de documentáriossão uma excelente ideia para quem deseja se envolver eaprender mais facilmente os assuntos de Geografia. Seupassatempo, além de divertido, vai ser também umcomplemento em seus estudos de geografia. Assim, vocêestará fortalecendo seus conhecimentos, pois além deaprender em sala de aula e em leituras de livros, iráaprender também assistindo aos documentários.Dica 6 – Fique atualizado sobre as novidades naárea da geografiaComo já sabemos, a geografia estuda nosso planeta deuma forma geral e sua ocupação pelo homem. Pelo fatode estarmos sempre passando por mudanças,precisamos nos atualizar constantemente. Por isso,devemos sempre estar lendo jornais e revista e ficando“por dentro” de tudo. Isso acaba aumentando o interessepela geografia, facilitando a compreensão dos assuntosem sala de aula.Dica 7 – Contextualize as informações e assuntosde geografiaComo a cada dia novas informações vão surgindo, tornasenecessário relacionar os fatos, contextualizando cada


um deles. É mais do que necessário conhecer os conflitosentre países e as notícias novas propagadas pela mídia.Se ficarmos presos somente nos livros de geografia,estaremos nos alienando do mundo. Por isso, além desabermos sobre os fatos, precisando ter a capacidade derelacioná-los. Não podemos analisar os fatos de formaisolada e sim os contextualizando.Dica 8 – Saiba a diferença entre Tempo e climaPor incrível que pareça, muitos estudantes consideram otempo e o clima a mesma coisa. Porém, devemosentender que tempo é o estado momentâneo do ar, numdeterminado lugar da Terra. Já o clima, pode ser definidode 3 formas:(1) -O conjunto de fenômenos meteorológicos, comotemperatura, chuvas, pressão atmosférica, umidadee ventos, que caracterizam o estado médio daatmosfera num determinado ponto da superfícieterrestre.(2) Conjunto de estados do tempo meteorológico quecaracteriza uma determinada região durante umgrande período de tempo, incluindo ocomportamento habitual e as flutuações, resultantedas complexas relações entre a hidrosfera,atmosfera, geosfera, biosfera e criosfera.(3) Sucessão habitual dos tipos de tempo. Os elementossão: Pressão, temperatura e umidade atmosférica(diferenciando os climas planetariamente). Devemosdestacar também altitude, latitude, proximidade domar, correntes marítimas (diferenças regionais dosclimas).Dica 9– Veja os assuntos de Geografia que maiscaem no ENEMSe você está se preparando para os Concursos da EsSA,EsPCEx ou EsFCEx, únicos concursos militares quepedem essa disciplina entre as exigências de conteúdointelecitual, ENEM, Vestibular ou qualquer outroconcurso que peça conhecimentos de Geografia, precisasaber que quando se trata de questões ambientais,geografia e biologia andam juntas dentro da prova.Porém, não basta saber somente isso, você precisadescobrir os principais assuntos de geografia que caemno nesses concursos. Veja abaixo cada um deles:Aspectos Socioeconômicos (principalmente do Brasil) -Mortalidade infantil e crescimento populacional são doisdos muitos exemplos que poderiam ser lembrados nesseponto.Problemas Ambientais – Efeito estufa, enchentes edesmatamentos são questões sempre presentes.Geopolítica Internacional - Primavera árabe, guerras eterrorismo aparecem sempre com intuito de discutir umdeterminado contexto histórico. É comum esse assuntoestar ligado ao papel brasileiro no referido cenário.Agricultura – Poderíamos destacar alguns assuntos,como desmatamento, extrativismo predatório, fome ereforma agrária.Dica 10 - Transforme o texto em perguntasPara isso, primeiro pegue um determinado conteúdo queprecisa memorizar. Em seguida, crie um resumo desseconteúdo em forma de perguntas e respostas. Se quisermelhorar o método, você pode escrever a pergunta comuma cor e a resposta com outra cor e pronunciartambém em voz alta para si mesmo, de forma a envolvertambém a memória auditiva.Dica 11 - Desenhe seus Mapas MentaisDesenhar um mapa mental ajuda e muito na fixação dainformação, já que essa técnica é mais compatível com aforma como o cérebro trabalha. Mapas mentais possuemmuitas vantagens. Veja: Ajuda na fixação da informação; Você descreve o que aprendeu de formapersonalizada; Você resume o que precisa lembrar; Seu resumo fica de um jeito mais organizado aoinvés de um monte de textos.Resumindo: Tudo isso contribui para a memorização.3) Ouça a informação com sua voz - Uma excelente dicapara as pessoas auditivas, que tem mais facilidade dememorizar o que ouvem é procurar falarconstantemente para si mesmo a informação em voz alta.Se possível, grave as informações que deseja memorizaratravés de seu celular e ouça essa gravação diversasvezes até fixá-la perfeitamente.Dica 12 - Escreva, escreva e escreva o texto lidoAlgumas pessoas memorizam melhor o que fazem doque o que veem ou ouvem e nesses casos escrever ainformação várias vezes é uma boa dica. Inclusive, vocêpode usar letras grandes, com destaques, usando coresvariadas para títulos e subtítulos.Dica 13 - Seja um imitador do famoso John PlaceO método de John Place se resume em recitar ainformação de memória. Determinado a ser o melhoraluno de sua sala, ele simplesmente memorizou os 7capítulos na íntegra.É óbvio que nem todos desejam memorizar mais de20.000 palavras para uma prova.No entanto, o método é um bom exemplo de como umarepetição sistematizada, aliada ao bom uso da sinestesia,podem ser utilizadas para se memorizar qualquer coisa.


(1) Era PaleozóicaPeríodos: Permeano, Carbonífero, Devoniano, Siluriano,Ordoviciano, CambrianoMacete: Paulo Comeu Doce Sobre O Colchão(2)Planetas do Sistema SolarUso: Para decorar o nome dos planetas do sistema solar,na ordem a partir do SolPlanetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter,Saturno, Urano, Netuno, PlutãoMacete: Minha Velha Traga Meu Jantar, Sopa, Uva, Nozes,Pão ou Minha Vó Têm Muitas Joias, Só Usa No Pescoço(3)Era MesozóicaPerídos: Cretáceo, Jurássico, TriássicoMacete: Centro Japonês de Tradição(4)Países da América Central ÍstmicaPeríodos: (na ordem; do norte ao sul):Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras, Nicarágua,Costa Rica, Panamá.Macete: (são as iniciais destas palavras) "Ganha Brasil,Estamos Hoje Numa Corrente Popular"(5)Países emergentesMacete: BRICA sigla é a dica do professor de geografia João Costenaro,e representa a abreviatura dos nomes dos quatro paísesemergentes que têm características econômicassemelhantes, como grande desenvolvimento econômico,crescimento na participação do comércio internacional,grande mercado consumidor interno e grande extensãoterritorial, além de serem ricos em natureza. São eles:Brasil, Rússia, Índia e China.USE ESTE ESPAÇO PARA CRIAR SUAS PRÓPRIASDICAS E MACETES DE MEMORIZAÇÃOwww.cursosena.com.br

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