Edição 109 download da revista completa - Logweb

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Edição 109 download da revista completa - Logweb

4 | edição nº109 | Mar | 2011 |


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8 | edição nº109 | Mar | 2011 |AutomaçãoSolução da ELM Group ésucesso na GramenseAsolução HandlingLogistics, desenvolvidapela ELM Group (Fone: 114125.8129), foi implantada naDistribuidora de ProdutosFarmacêuticos Gramense (Fone:19 3646.7000) com o objetivo demelhorar ainda mais a gestãodos processos internos demovimentação de materiais paraaumentar a produtividade e osníveis de serviço.Passados alguns meses deutilização da ferramenta, AntonioGabriel Taramelli, diretor presidenteda Gramense, destacaalguns dos resultados alcançados:“conseguimos a melhoriados processos e do fluxo dedados e informações, bem comoredução do custo de movimentaçãointerna em 25% e aumentoda produtividade em 30%”.A empresa conseguiu realizar,também, um diagnóstico daequipe tática e operacional,valorizando a autonomia dofuncionário e conferindo a ele aresponsabilidade para tomardecisões na execução de suastarefas diárias. Além disso,através da meritocracia, parte daremuneração dos funcionáriosagora está atrelada à performancenos processos, podendoatingir até 1,5 do seu salário empremiação anualmente.Além disso, as operaçõesagora registram índice de 99,48%de unidades separadas corretamente,99,51% de redução deerros no abastecimento e 99,63%de redução de erros na conferência.“Por se tratar de uma ferramentavoltada a resultados,periodicamente a direção daempresa tem a condição deajustar as metas preestabelecidasna busca de mais ganhos deprodutividade e nível de serviço”,acrescenta Taramelli.Ele conta que a implantaçãoda ferramenta começou com omapeamento de todo o processoOperação teve incrementode 30% na produtividade eredução de 25% do custode movimentação internaoperacional para detectar gargalose restrições. Em seguida, foirealizado o levantamento detoda equipe tática e operacionalvisando adequar os profissionaisao processo. Na sequência, foi avez de desenvolver e implantarindicadores de resultado.A Gramense, localizada emSão Sebastião da Grama, SP, emum terreno de 7.000 m², sendometade de área construída, atuana distribuição de mais de 7.000itens de produtos farmacêuticose de HPC – Higiene Pessoal eCosméticos para cerca de15.000 clientes. As entregas,hoje, são realizadas em menosde 24 horas.Foi justamente para estessegmentos que a ELM Groupdesenvolveu a Handling Logistics,de acordo com o diretor MilkkeAmancio. “Após realizar algunsestudos, vislumbramos estenovo nicho e durante 18 mesesdesenvolvemos o projeto piloto,no qual foram analisadostodos os conceitos e aspráticas deste segmentovisando atender a todas asnecessidades ora nãoatendidas na área demovimentação interna demateriais”, explica.Segundo o diretor daELM Group, a ferramentapode ser implantada emindústrias farmacêuticas,distribuidores, atacadistas,hospitais e clínicas, por setratar de uma arquiteturatotalmente modular quepode ser aplicada nasáreas de recebimento,abastecimento, separaçãoe conferência.Ele aponta que a solução temcomo característica a praticidadeno que se refere à rapidez natomada de decisões para possíveisajustes na operação, visandoganhos de produtividade emelhoria do nível de serviço.“A estrutura é formal e padronizada,alinhada à estratégia daempresa e comunicada a todos osenvolvidos no processo, baseadaem indicadores de performancepreviamente estabelecidos pelaempresa e analisados em temporeal, facilitando ajustes e correçõesdas metas projetadas”,detalha.Como vantagem, o usuáriotem total acessibilidade aoscomandos necessários paragerenciar toda operaçãologística interna através deindicadores de performance dosprocessos que são comunicadosde maneira clara a todos osfuncionários que estão direta ouindiretamente envolvidos com oprocesso. Quando há mudançaem um processo ou implantaçãode um novo indicador, asequipes são treinadas antes decomeçarem a executar suasatividades, conforme explicaçãode Amancio. ●NotíciasRápidasConfig lançasolução de CTeA Config Informática (Fone:11 5501.8300) está apresentandoo Triangulus CT-e,uma solução de Conhecimentode TransporteEletrônico (CTe). Conformedestaca Wilson Silva,diretor da empresa, a novaferramenta atende a todasas exigências legaisvigentes e incorporadiversas funcionalidadesque a tornam única nomercado, como: “envio àSecretaria da Fazenda dosCT-e emitidos antecipadamentesomente na data dotransporte da mercadoria,geração por e-mail demensagens de alerta paraos administradores dosistema e total segurançaatravés de acesso baseadoem níveis de restrição, comgerenciamento de senhasalinhado ao padrão SOX degestão e de transparênciacorporativa”. A impressãodo Documento Auxiliar doConhecimento de TransporteEletrônico (DACTE) podeser feita em sequência porlotes ou transportes,agilizando o processo deliberação das cargas.“As informações do CT-esão facilmente exportadaspara os sistemas doemissor e para os sistemasde gestão do escritório decontabilidade, eliminando,assim, a necessidade dedigitação dos documentose reduzindo os erros deinformação que podemocorrer quando se realizaesse processo manualmente”,diz Silva. Ele tambémdestaca que, com interfacegráfica e extremamenteamigável, o Triangulus CT-eé facilmente integrado atodos os ERPs em utilizaçãono Brasil, bem como aossistemas emissores deconhecimentos detransporte e legados.


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10 | edição nº109 | Mar | 2011 |Prevenção de danosShockWatch apresentalinha de produtosPertencente ao grupo norteamericanoMRI, aShockWatch, especialista nodesenvolvimento de soluções paraprevenção de danos em cargas eequipamentos industriais, estáconfiante de que o Brasil – onde érepresentada pela AHM Solution(Fone: 11 5908.5850) – é ummercado bastante interessantepara os seus negócios.Do ponto de vista de KerriLusk-Barnes, vice-presidente demarketing e vendas internacionaisda empresa, a regulamentaçãopara o uso de empilhadeiras poraqui ainda é deficiente, se comparadaàs exigências existentes emoutros países, como os EstadosUnidos. Por isso, ela acredita queas soluções da ShockWatch têmboas perspectivas no país.Em linhas gerais, a empresanorte-americana apresenta duaslinhas de produtos: a Shipping &Handling Monitors e EnvironmentalMonitors, composta porindicadores de impacto e detemperatura para utilização emcargas; e a Equipment Monitors,formada por indicadores degerenciamento de transportepara equipamentos industriais,principalmente empilhadeiras.A primeira linha conta comdispositivos descartáveis ereutilizáveis, que são fixados emembalagens e monitoram impactosdas cargas nas movimentaçõesinternas e também notransporte. Inicialmente, estasolução foi desenvolvida paraidentificar e alertar eventuaisdanos no transporte de computadoresde uma empresa do própriogrupo. Contudo, o resultado foitão satisfatório que o produto foiaberto ao mercado externo epara outros segmentos.Outra ramificação da linhaShipping & Handling Monitors éformada pelos indicadores detemperatura, que também sãoetiquetas fixadas em embalagens.Empresa oferece soluçõespara prevenção de danosem cargas e equipamentosindustriaisA utilização destes dispositivosé indicada em cargas quenecessitem de controle detemperatura, sejam produtosresfriados ou que precisam estarem temperatura ambiente.De acordo com AfonsoHenrique Moreira, sócio-diretorda AHM Solution, estes indicadoressão muito utilizados namovimentação de vacinas, bemcomo pela indústria química epela cadeia de frios. “São soluçõesque auxiliam na preservaçãodo shelf life dos produtos,evitando perdas para a empresae garantindo a integridade parao consumo final”, explica.A linha Equipment Monitors,por sua vez, é composta porsistemas de gerenciamento dautilização de equipamentosindustriais, sobretudo empilhadeiras,registrando diversasinformações, como a velocidadecom que o operador está dirigindoe o número de vezes que oequipamento sofreu impactos.O sistema funciona daseguinte forma: um hardware,que é colocado no veículo, transmiteas informações registradasao software desenvolvido especialmentepara esta solução.A transmissão pode ser feita porradiofrequência, internet sem fioou por meio das chaves i-button,que são conectadas ao hardwaree funcionam como se fossem umpen drive, permitindo que osdados registrados sejam descarregadosposteriormente em umcomputador.Segundo Kerri, além deproteger o ativo da empresa, queé a empilhadeira, diminuindo onúmero de impactos e danos pelosimples fato de monitorar aoperação, o gerenciamento dautilização deste equipamentoproporciona a redução de custoscom manutenção de empilhadeirase estruturas de armazém.Sem falar que protege a saúde dopróprio operador, já que acidentescom empilhadeiras podem terproporções catastróficas, como amorte de colaboradores ou umefeito dominó em um CD.A adoção de um sistemacomo este, conforme relato davice-presidente de marketing evendas internacionais daShockWatch, tem tudo paraprovocar uma mudança decomportamento nos operadores.“Fizemos testes em algumasempresas nos Estados Unidos.Sem avisar, colocamos o sistemaem algumas empilhadeiras,deixamos por algumas semanase os operadores, obviamente,continuaram dirigindo da mesmaforma. Na segunda fase detestes, os operadores foramavisados e constatamos algumamelhora. No terceiro momento,quando adicionamos ao sistemaalarmes que disparam quando háimpacto, os resultados forammuito melhores”, detalha Kerri.No total, o teste comentadopor ele durou cinco meses. Naprimeira fase, foi registrada umamédia de 54 ocorrências por dia.Na segunda etapa, este númerocaiu para 20 e, após a colocaçãodos alarmes, a média diáriadespencou para 2,2 ocorrências.A ShockWatch conta comuma fábrica na cidade de Graham,no estado do Texas, nos EstadosUnidos, de onde atende aomercado norte-americano e aoutros 62 países, por meio derepresentantes autorizados edistribuidores que recebemtreinamentos constantes, já quea empresa preza pela qualidadeno suporte técnico.Além da empresa representadano Brasil pela AHM Solution,a MRI, que foi comprada pelogrupo de investimentos CapitalSouthwest Corporation em 1997,possui sob o seu guarda-chuvaoutras duas empresas: a DPC e aDataSpan.A primeira foi adquirida em1999 e atua também na área delogística, mais especificamenteno desenvolvimento de soluçõespara prevenção de danos à carga.A empresa produz, por exemplo,air bags que podem ser utilizadosentre paletes para evitar impactos.Já a DataSpan comercializaprodutos de Datacenter, segurançae armazenamento de dados. É amaior das empresas do grupo MRIe atua apenas nos Estados Unidos.Dentre as três empresas, aShockWatch é a que mais vemcrescendo nos últimos anos. De2009 para 2010, por exemplo,considerando que o ano fiscal éencerrado em setembro, aespecialista em soluções paraprevenção de danos em transporte,movimentação e armazenagemcresceu cerca de 140%. ●


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12 | edição nº109 | Mar | 2011 |ConsultoriaPorsche Consulting Brasil apostano conceito Lean ManagementCom 15 anos de existência,nascida da tradicionalmontadora de carrosPorsche AG, a PorscheConsulting (Fone: 11 2538.9111),consultoria especializada emprocessos, abriu um escritório noBrasil há poucos meses e vê comoclientes potenciais companhias dediversos segmentos da indústria,varejo e serviços, incluindo provedoreslogísticos e transportadores.Do ponto de vista da consultoriagermânica, na atual conjuntura,o mercado brasileiro sofrepor ter estoques altos e caros,além de processos e infraestruturanão muito estáveis. Com isso,em comparação com paíseseuropeus e os Estados Unidos,por exemplo, acaba perdendoem produtividade, em umaanálise geral.Desta forma, estandopresente no Brasil, a empresaobjetiva é transportar o conceitodo Lean Management, empregadocom sucesso no setor automotivoem outros países, paraoutros setores econômicos e emmercados diferentes, como ospaíses sul-americanos, buscandoaumento de eficiência por meioda prevenção de desperdícios.Segundo Jürgen Lochner,diretor da Porsche ConsultingBrasil, a maioria dos projetosdesenvolvidos pela empresagermânica tem a ver com logística,embora isto não representeum foco único. “Quando olhamosos processos dentro das empresas,um dos alvos sempre é aárea de logística. Afinal, se acompanhia movimenta algo deuma planta para outra, já entrano âmbito da logística”, explica.O executivo ressalta, noentanto, que não adianta terfoco em processos de áreasisoladas, seja a logística, a linhade produção ou qualquer outra.“Se o intuito fosse promoverLochner: “quando olhamosos processos dentro dasempresas, um dos alvossempre é a área delogística. Afinal, se acompanhia movimentaalgo de uma planta paraoutra, já entra no âmbitoda logística”melhorias por fragmentos,jamais seria possível alcançarmelhorias globais”, afirma,justificando o porquê de aPorsche Consulting analisar ocliente como um todo, constatandoo que precisa serotimizado em todos os pilares,alterando até mesmo aspectosculturais, se necessário.Ainda, Lochner salienta queo trabalho de consultoriacomeça promovendo melhoriaspequenas, em detalhes, que aospoucos vão refletindo em algomaior. Além disso, diz que aPorsche Consulting tem comoprincípio treinar os colaboradoresda empresa contratanteda consultoria, independente dahierarquia, para que elespossam implementar asmelhorias identificadas pelosconsultores. “Nós não somos umtipo de consultoria que simplesmenteapresenta um relatórioconceitual e depois vai embora”,garante.Esta característica permiteao cliente, após o trabalho daPorsche Consulting – que emmédia dura de dois a três anos –,conduzir sua atuação de maneirasustentável por longo prazo, apartir das mudanças que foramimplementadas. “Quandoterminamos o nosso trabalho, aideia é que o cliente ande comas próprias pernas, sustentadopelas mudanças que realizamos.Treinamos os colaboradorespara que aprendam novosprocessos”, comenta Lochner.Ele faz questão de frisar quea consultoria prestada pelaPorsche Consulting não visasomente promover mudanças nalogística, mas, sim, na cadeia desuprimentos em geral, com focona implementação, fase queconsidera muito importante.“Ao longo da implementação,tentamos não nos portar comoconsultores ‘de fora’. Nós vestimosa camisa da empresa ebuscamos nos integrar, usandojeans e uniforme”, destaca.Segundo o diretor da filialbrasileira, a Porsche Consultingprocurou entender a cultura dopaís para poder entrar nestemercado. Por isso, procura atuarde maneira rápida, eficiente eaté mesmo emocional junto aofuncionário, para modificar osprocessos e agregar conhecimento.Atuando desta forma, ointuito é justamente modificaralguns aspectos culturais queainda brecam o desenvolvimentodos processos.Para Lochner, muitasempresas no Brasil pensam queinovação só diz respeito àtecnologia e softwares.Contudo, a Porsche Consultingentende que as inovações emprocessos – até simplesmudanças de layout, porexemplo – são tão importantesquanto as melhoriastecnológicas.Por saber da importânciadas duas frentes, o diretor daconsultoria diz que a empresaalemã também analisa ossistemas que estão por trás dosprocessos, tanto a parte deinformática quanto de infraestruturaem geral. Além disso,atenta até para a estratégia docliente, embora não seja o focoprincipal, já que, para ele, geralmenteas empresas dispõem deboa estratégia.Conforme explicação dodiretor da filial brasileira, otrabalho da Porsche Consultingtem como base o conceito LeanManagement, que prega otrabalho com uma produçãoenxuta, identificando e eliminandoos desperdícios, visandotornar os processos rápidos eeficientes.Aliás, a consultoria nasceuda montadora de carros PorscheAG, que no começo dos anos de1990 se encontrava em crise.Para otimizar os processos emtoda a companhia, na época, otime que viria a constituir aPorsche Consulting mais tardeanalisou todos os processos,sobretudo nas áreas deprodução e relacionamento comfornecedores.“Neste caso, a logística erauma parte muito importante doprocesso e a Porsche, uma dasmontadoras mais eficientes domundo. Por isso, focamos alogística da mesma forma quefocamos a montagem doscarros. Naquele processo dereestruturação, reduzimos oestoque, que era de mais deuma semana, para dois dias”,conta Lochner.De acordo com ele, aPorsche se tornou um exemplodo que é uma empresa Lean,


| edição nº109 | Mar | 2011 |13tendo enxugado os processosde produção, logística, administraçãoe todos os outros. Foi porcausa deste sucesso, inclusive,que a Porsche Consultingsurgiu e expandiu sua atuaçãocomo consultoria paraclientes externos e de diversossegmentos.Hoje, na fábrica damontadora em Leipizig, naAlemanha, onde são produzidosos modelos Cayenne ePanamera, o estoque foireduzido de dois para apenasum dia. “Em geral, precisávamosde um a três anos parareduzir o estoque de duas parauma semana. E para reduzirainda mais é preciso terpreparo e pensar em comofazer”, comenta Lochner.O escritório da PorscheConsulting no Brasil fica nacidade de São Paulo, SP, e é oterceiro da companhia em todoo mundo. Além dele, a empresaconta com a matriz emBietigheim-Bissingen, a 15 kmda cidade de Stuttgart, naAlemanha, e uma filial emMilão, na Itália.Diferentemente de muitosexecutivos, o diretor da consultorianão enxerga o Brasil comoa bola da vez na economiamundial. No entendimento dele,as grandes empresas multinacionaisquerem ser tão fortesaqui como em outros países.Mesmo assim, sabe que, porconta de eventos como a Copado Mundo de 2014 e as Olimpíadasde 2016, o país deveráreceber muitos investimentosnos próximos anos. Por isso,afirma que adoraria analisar assituações de portos e aeroportosbrasileiros para ver o que podeser feito em termos de melhoria.“Seria bastante interessanteotimizar processos em Cumbicaou Guarulhos, por exemplo”,projeta Lochner.Na Europa, a PorscheConsulting já atuou junto aempresas de vários setores,como automotivo, de aviação,construção naval, eletrodomésticos,bancário e até em construçãode rodovias, como aconteceuem Stuttgart, na Alemanha,em parceria com uma empresaespecializada neste segmento.Na ocasião, a consultoriafocou a atuação na coordenaçãode todas as etapas de trabalho,desde a produção e adisponibilização do asfaltolíquido na usina de asfalto,passando pelo transporteterceirizado em caminhões até aobra, até a utilização ideal dasmáquinas de pavimentação e daequipe de trabalho. Segundo aPorsche Consulting, em umtrabalho como esse é possívelcortar o tempo de construçãoquase pela metade, reduzindo40% dos custos e milhões detoneladas de emissão depoluentes. Por este case, aconsultoria recebeu o YellowAngel 2010, prêmio alemãorelativo a questões de mobilidade,segurança nas estradas eproteção ambiental. ●NotíciasRápidasLog-In faz novaescala em SCA partir do mês de abril, a Log-InLogística Intermodal (Fone: 080072 56446) passa a escalar o portode Itajaí, SC, através do terminalTeconvi. Com a nova configuração,o porto de Imbituba, SC,será descontinuado pelo ServiçoAmazonas. De acordo com aempresa, a mudança pretendeoferecer a solução logísticamais eficiente e completa aosclientes, pelo fato de o Porto deItajaí possuir uma EstaçãoAduaneira de Interior (porto seco)alfandegada. Com alto nível deprodutividade, o Porto de Itajaídispõe de área alfandegada(Porto Seco) e está integrado atodo o estado de Santa Catarinaatravés das ferrovias BR-101 eBR-470.


14 | edição nº109 | Mar | 2011 |SegurançaSistema de leitura automática deplacas garante informações confiáveisVivemos na era dainformação, onde asempresas investem cadavez mais recursos em SIGE –Sistemas Integrados de GestãoEmpresarial, mais conhecidospor sua sigla em inglês ERP –Enterprise Resource Planning,que muitas vezes chegam acustar verdadeiras fortunaspara serem implantados.“No entanto, por maiscompleto que seja um sistemainformatizado, ele continuadependendo do lançamentodas informações (data inputs).Sem dados de entrada ele setorna inócuo. Da mesma forma,se estes dados não foremconfiáveis ou se não estiveremdisponíveis a tempo, acabamcomprometendo os benefíciospretendidos por tamanhoinvestimento.” É o que explicaBruno Zietemann, diretorcomercial da ZTW Tecnologia eSistemas (Fone: 11 2822.0000),especializada no desenvolvimentode tecnologia de ponta,como softwares de visãocomputacional, inteligênciaartificial, microeletrônica eautomação de sistemas.Motivados por estanecessidade é que as empresasestão cada vez maisempenhadas na busca porferramentas de coleta etransmissão de dados emtempo real, sendo a LAP –LAP ZTWBin para carregamento de frutasem uma fazenda de cítricosLeitura Automática de Placas deveículos uma delas.O profissional conta que,nos últimos dois anos, diversasempresas dos mais variadosportes e setores implantaramsistemas de leitura de placavisando atingir diferentesobjetivos, mas sempre com umpropósito comum: obterinformações confiáveis, deforma automática e em temporeal. A seguir, Zietemanndestaca os casos de sucesso.O LAP ZTW é um software de computador capaz de identificarveículos lendo a sua placa automaticamente. Funciona emconjunto com uma câmera de vídeo, que é o olho do sistema egera a imagem dos veículos que serão identificados. Uma vezinstalado, o sistema funciona de forma totalmente automáticae ininterrupta: dia e noite, sete dias por semana. Ele foiintegralmente desenvolvido pela ZTW e é constantementeaperfeiçoado, sendo patenteado em 2004.Industrialização desucos cítricosA produção de suco delaranja depende da misturacorreta de diversas espécies defrutas para formarem o chamadoblend. Geralmente as laranjassão cultivadas em fazendasdistantes do local onde serãoprocessadas, sendo transportadasdas fazendas até a indústriapor meio de carretas rodoviárias.Como estas carretas transportamapenas um tipo de laranjapor vez, surge um problemalogístico: dispor de laranjas dotipo certo, na quantidade certa eno momento certo.“Ao instalar o sistema LAPnas fazendas, a indústria passaa ser informada imediatamentecada vez que uma carreta écarregada sob o bin. Uma vezconhecendo a placa do veículo,o tipo de laranja transportada eo instante do carregamento,obtém-se um planejamentoefetivo da produção”, declara odiretor comercial da ZTW.Segundo ele, além de dispordestas informações, a instalaçãodo LAP nas fazendas proporcionaum aumento na segurança,uma vez que permite emitiralarmes assim que algumacarreta não autorizada fordetectada, numa possíveltentativa de furtar laranjas.Considerando-se que umacarreta tenha capacidade paratransportar pelo menos 10.000 kgde frutas, é possível estimar queo prejuízo financeiro causadopelo furto de cada carretacarregada com laranjas cheguea alguns milhares de reais.No entanto, o prejuízo paraa empresa não inclui somente ovalor das frutas em si, mas, principalmente,as consequências dafalta da matéria-prima (altamentesazonal e com pouca possibilidadede reposição): a dificuldadede atingir a produção programada,e a consequente dificuldadepara cumprir os prazos deentrega, podendo até prejudicara qualidade do produto final.“Ao minimizar estes prejuízos,a instalação do sistema LAPproporciona um rápido retornosobre o investimento”, ressaltao profissional.Transporte devaloresEmpresas de transporte devalores possuem rigorososprocedimentos de segurançavisando dificultar eventuaissinistros. Um exemplo é a aversãoà rotina e as mudanças diáriasde percurso. Zietemann observaque como conforto e segurançasempre caminham em direçõesopostas, estes procedimentosacabam gerando dificuldadesoperacionais.


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16 | edição nº109 | Mar | 2011 |O sistema garanteconfiabilidade nocontrole de veículosAssim, no intuito decontornar estes transtornos, foiinstalado um sistema LAP paraefetuar o controle da frota doscarros-fortes. Com este sistemaé possível determinar omomento exato da entrada e dasaída de cada carro-forte e,assim, saber quais carros estãona rua e quais já retornaram.“O horário de retorno decada carro permite geraralarmes sempre que um veículoretornar fora do horário previsto.Neste caso, o veículo pode serinspecionado visando garantirsua segurança”, explica o diretorcomercial da ZTW.Ele diz, ainda, que, pelohorário de retorno de cada carroé possível auditar o pontoeletrônico dos funcionáriosembarcados nos veículos:comparando o horário apontadopelo funcionário no encerramentoda jornada de trabalho com ohorário de retorno do seu veículoé possível detectar horas-extrasimprodutivas.Para empresas de transportede valores, a permanência dosfuncionários nas dependênciasda empresa após a conclusão deseu expediente gera um custodesnecessário com pessoal erepresenta um risco operacional.“Assim, a instalação do sistemaLAP proporciona à empresa nãosó uma redução na folha depagamento, mas, também, umaumento na segurança”,acrescenta.Estacionamentosde supermercadose estabelecimentoscomerciaisAs estatísticas indicam que,no Brasil, a cada seis minutosum veículo é furtado ou roubado.Em estacionamentos, aincidência de furtos é bastantealta e acaba gerando grandesprejuízos para as operadoras doestacionamento. “Visandoreduzir estes prejuízos, foiinstalado um sistema LAP emcada entrada e saída doestacionamento em uma granderede de supermercados”, contaZietemann.Conforme explica, por meiodo sistema LAP é possívelidentificar a placa do veículodurante sua entrada e associá-laao ticket emitido. Uma vez tendoo número do ticket vinculado àplaca do veículo, o veículosomente será liberado na saídase o ticket utilizado for aquelevinculado à placa durante aentrada.“Desta forma, um ladrão nãoconsegue sair do estacionamentoapós furtar um veículo, poisnão possui o único ticket quelibera a sua saída. Ao detectaruma tentativa de furto de umveículo, o sistema irá emitir umalarme na sala de controle,permitindo ao operador dosistema impedir a saída doveículo ou, para não colocar emrisco a segurança dos demaisclientes, permitir a saída doveículo e alertar a autoridadepolicial para que faça a suacaptura nas vias públicas”,descreve.De acordo com o profissional,a implantação deste sistematem-se mostrado muito eficientena inibição do furto de veículos.Por este motivo, o estabelecimentoconsegue reduzir o valordo prêmio do seguro, além dereduzir, também, os transtornoscausados aos clientes e oprejuízo decorrente do pagamentoda franquia do seguro.“Assim, o retorno do investimentoem um sistema de leituraautomática de placas é obtidoapós poucos meses de operação”.Já em estacionamentostarifados, Zietemann diz que osistema LAP garante aconfiabilidade no controle dapermanência dos veículos e nasua classificação entre avulso,mensalista ou conveniado, umavez que não depende da ação dooperador para realizar a entradadestes dados. “Desta forma épossível realizar auditoriapermanente e automática nocaixa e evitar desvios naarrecadação. Ao minimizar estesdesvios, a lucratividade donegócio é aumentada consideravelmente”,garante.Estacionamento de supermercado controlado pelo LAPInspeção veicularPara realizar a inspeção veicularé necessário que o proprietáriodo veículo agende com antecedência,através da internet, adata e o horário da sua inspeção.O diretor comercial da ZTWconta que como os centros deinspeção têm uma capacidadelimitada de atendimento, achegada de veículos fora dohorário agendado causa congestionamentose demora noatendimento, prejudicando,assim, o cumprimento das metas,além de causar uma péssimaimagem aos usuários.“Através da leitura das placasé possível verificar automaticamentese o veículo a ser inspecionadochegou no horário agendadoantes de permitir sua entrada nocentro de inspeção”, diz.E, ainda, em momentos demenor demanda, a empresa podeoptar por aumentar a tolerânciano horário de chegada, de forma aaproveitar melhor os recursossubutilizados.Zietemann acrescenta que,além de agilizar o atendimento ereduzir o trabalho de digitaçãodas placas, o sistema LAPproporciona uma forma confiávelde auditar o processo, já queregistra uma imagem contendo aplaca de cada veículo.“Estes casos de sucessoapresentaram alguns dosbenefícios trazidos pela leituraautomática de placas, umavaliosa ferramenta de coleta dedados, eficiente, automática,econômica e confiável, que podeser utilizada nas mais diversasaplicações, onde é desejávelo aumento da segurança, daeficiência ou a redução doscustos dos processos”, finalizao profissional. ●


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18 | edição nº109 | Mar | 2011 |ComexIntegração entre governo e associaçõesé fundamental para crescimentoOcomércio internacionalainda pode parecer umarealidade distante para asMPMEs – Micro, Pequenas eMédias Empresas do Brasil que,ao tentarem iniciar este tipo deatuação, podem se deparar comuma infinidade de obstáculos.Contudo, há quem saiba comosuperar os gargalos para queestas empresas ingressem nocenário do comércio exterior.A pesquisadora da FGV –Fundação Getúlio Vargas, LiaValls, sugere uma alternativa ediz o que pode ser feito nessesentido: “é necessário tornar opapel das tradings companiesconhecido pelas empresas queainda as veem com desconfiança.Publicidade e integraçãoentre o governo e associaçõessão duas frentes muito importantespara que isso aconteça”.Ela explica que hoje em diaas tradings – empresascomerciais importadoras eexportadoras – atuam naexportação direta, mas tambémna indireta, por meio daintermediação, prospecção epromoção comercial, além dalogística. De acordo com apesquisadora, elas podemfuncionar como centrais deinformações e prestarconsultoria de exportação paraas MPMEs.Conforme definiçãoencontrada no site Tradings doBrasil, não cabe mais aassociação do termo tradingapenas à exportação indireta,pois elas atuam tanto na comprade mercadorias para exportaçãoquanto auxiliando empresas quepretendem exportar diretamente,oferecendo uma gama deserviços de exportação queultrapassam em muito a simplesatividade de intermediaçãocomercial, caracterizando-ascomo facilitadoras, ou mesmoconsultoras de exportação.As associações comerciais podem contribuir bastantepara a promoção das exportações entre as MPMEsSegundo Alencar Burti,presidente da ACSP – AssociaçãoComercial de São Paulo (Fone:11 3244.3322) e da FACESP –Federação das AssociaçõesComerciais do Estado de SãoPaulo (Fone: 11 3244.3983), hámais de seis mil empresascomerciais importadoras eexportadoras no Brasil, sendo que60% delas estão em São Paulo.Assim como Lia, ele acreditaque as associações comerciaispodem contribuir bastante paraa promoção das exportaçõesentre as MPMEs. “É importanteas associações estarem unidaspara apoiar o comércio internacional,pois elas têm grandecapilaridade”, opina.Papel dasAssociaçõesArdisson Naim Akel, vicepresidentede Comércio Exteriorda CACB – Confederação dasAssociações Comerciais doBrasil (Fone: 61 3321.1311),Foto: Marcel Fernandesafirma que algumas empresasainda têm um conceito prévioequivocado com relação àsassociações empresariaiscomerciais e até por issoacabam não dando aberturapara um relacionamento.“Estas associações existemno Brasil há 200 anos. É precisoremover o preconceito contraestas entidades, que nada maissão do que locais de encontropara diálogos em busca depontos de convergência”,argumenta Akel, ressaltandoque a grande causa da CACB éampliar a participação dasempresas brasileiras nomercado internacional e inseriras pequenas empresas nessecenário. “Nossas entidades têmpoder de articulação entreempresários e tradingcompanies”, destaca.Pensando em aumentar aparticipação das MPMEs nasexportações brasileiras por meiodo auxílio das comerciais exportadoras,em 2008, a ApexBrasil– Agência de Promoção deExportações e Investimentos(Fone: 61 3426.0202) criou oProjeto Tradings, que realizamissões e encontros de negóciosno exterior para aproximaras empresas brasileiras demercados de diferentes países.E, se por um lado, asassociações envolvidas com oComex estão dispostas a serum canal para o desenvolvimentodesta prática, por outro,o governo também tem buscadoauxiliar.Segundo Gustavo FerreiraRibeiro, diretor do Departamentode Normas e Competitividadeda Secretaria de ComércioExterior, foram criadosrecentemente pelo MDIC –Ministério do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior(Fone: 61 2027.7000) procedimentospara solucionar gargalosque ainda empacam a atuaçãode empresas brasileiras nocenário internacional.Para Ribeiro, falta culturaexportadora para as MPMEsbrasileiras, que, na maior parte,não possuem capacidade técnicapara o comércio internacional,além de terem aversão aosintermediadores e se depararemcom entraves como o excessode burocracia aduaneira edificuldades de acesso aocrédito e financiamentos.Nesse sentido, eleassegura que o Departamentode Normas e Competitividadetem trabalhado continuamenteem pontos como a redução daburocracia e acesso ao crédito,além de estar promovendo asexportações junto às empresasnacionais.Contudo, para que otrabalho obtenha êxito – alertaRibeiro – é necessário diversificara pauta exportadora,inserindo as MPMEs no Comex,bem como buscar novosacordos e mercados, além desustentabilidade no processoprodutivo. ●


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20 | edição nº109 | Mar | 2011 |AutomaçãoID Logistics vem ampliando utilizaçãoda tecnologia de voz da VocollectDesde 2005, a ID Logistics(Fone: 11 3809.3400) vemutilizando no Brasil atecnologia de separação depedidos por comando de vozdesenvolvida pela Vocollect,representada no país pelaSpencer (Fone: 11 3074.1174).Agora, a ID comemora osresultados alcançados desdeentão e projeta a implantaçãodo Vocollect Voice em outrasoperações brasileiras.Um dos desafios quelevaram à procura e escolha danova tecnologia foi a dificuldadeem se trabalhar com papel emgrandes parques operacionais,tanto pelo volume quanto pelasdistâncias de deslocamento.Para melhorar este cenário, a IDoptou pela tecnologia de voz daVocollect, após ter estudado edescartado a utilização descanners para o trabalho.Os benefícios da soluçãotêm sido tão satisfatórios que aoperadora logística está finalizandoa implementação dela emPaula, da Vocollect: oprojeto comprova os benefíciospropostos pela soluçãode voz, e mostrou serfundamental para suportar ocrescimento da ID no BrasilMundialmente, a parceria ID Logistics/Vocollectexiste há sete anos e já envolve mais de 30 operaçõesda empresa francesauma operação em Brasília, DF,além de já considerar a possibilidadede expandi-la para outrasoperações no país em médioprazo. No Brasil, a solução éutilizada também em outrasduas operações da ID, ambas doCarrefour: uma em São Paulo,SP, desde 2005, e outra no Riode Janeiro, RJ, onde o uso datecnologia foi iniciado em 2010.Mundialmente, a parceriaID/Vocollect existe há sete anos ejá envolve mais de 30 operaçõesda empresa francesa. “Todo anonós multiplicamos esta tecnologiaem diversas operações pelomundo”, revela Rodrigo Bacelar,gerente de desenvolvimentocomercial da ID Logistics Brasil.“A estratégia do grupo ID é terparceiros globais para manter opadrão com as mesmastecnologias e processos nosdiversos CDs”, acrescentaNicolas Derouin, diretor geral dacompanhia no país.O retorno sobre o investimentoda solução, em apenas12 meses, apresenta resultadoscomo aumento de aproximadamente30% da produtividadenas operações, redução de 20%nos erros de preparação e,também, redução no tempo detreinamento em 50%. Além disso,com a abolição do papel nasoperações, a solução tornou-seuma importante aliada naspráticas de sustentabilidade daID, possibilitando a economia de31 toneladas ao ano.A utilização do VocollectVoice trouxe à empresa maisqualidade ao processo deseleção e separação de pedidos,melhor gerenciamento em temporeal, aumento da segurança paraos funcionários em operação,eliminação de algumas atividadesadministrativas, melhora noscontroles e otimização de fluxosfixos e de informação.Paula Saldanha, gerente deDesenvolvimento de Negóciosda Vocollect no Brasil, ressaltaque o projeto com a ID é muitoimportante, uma vez que comprovaos benefícios propostos pelasolução de voz que, além dosbenefícios citados anteriormente,mostrou ser fundamental parasuportar o crescimento da ID noBrasil. “A solução atingiu osdesafios propostos e vem acompanhandoos planos de ampliaçãoda companhia, por sertambém uma solução de fácilimplementação e uso”, explica.Todo o processo de implanta-ção da tecnologia até a primeirainstalação foi realizado pelaSpencer e durou cinco meses, com200 usuários. Posteriormente, asinstalações sucessivas durarammenos de um mês, já contemplandoas fases de instalação, configuração,teste, treinamento,implantação e acompanhamento.O principal desafio na adoçãodo Vocollect Voice – contaBacelar – foi a mudança cultural,já que os colaboradores nãotinham conhecimento e contatocom a nova tecnologia. Destaforma, os treinamentos forammuito importantes para adaptaçãoda equipe que operacionaliza oTalkman da Vocollect.Atualmente, com três turnosdiários, a ID possui 20 operaçõesno Brasil, das quais três delas(São Paulo, Rio de Janeiro eBrasília) – totalizando 340.000 m²e 246 funcionários – fazem usoda tecnologia da Vocollect. Nototal, são entregues pela ID maisde 24,6 mil itens, atuando com68,7 mil linhas de pedidos e174,771 mil caixas por dia. ●Bacelar, da ID:todo ano nós multiplicamosa utilizaçãodesta tecnologia emdiversas operaçõespelo mundo


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22 | edição nº109 | Mar | 2011 |Plataformas elevatóriasTailtec inicia operaçõescom expectativasambiciosasEspecializada em comercialização,instalação e manutenção deplataformas elevatórias de cargasveiculares, a Tailtec EquipamentosHidráulicos (Fone: 11 3686.8669) estáiniciando suas operações e espera, daquia cinco anos, deter 60% de participaçãodeste mercado. Já para o segundo anode operação, a empresa projeta umaparticipação de 40% no segmento, comfaturamento anual de aproximadamenteUS$ 3 milhões.De acordo com o engenheiro EdisonSalgueiro Júnior, diretor da Tailtec, omercado de plataformas elevatórias estáaquecido e tende a sustentar índicesanuais de crescimento de cerca de 30%.“É um segmento carente de equipamentoscom tecnologia mais avançada. Vamosexplorar esta carência atuando com alinha de equipamentos da Dhollandia,que dispõe de avançada tecnologiaembarcada”, analisa.Além de comercializar as máquinasque a belga Dhollandia já produz noBrasil, a Tailtec oferece serviços demanutenção e fornecimento de peças dereposição para todas as marcas deplataformas elevatórias fabricadas nopaís, dispondo de equipe treinada paratal. “Nós idealizamos e estruturamos aempresa para atender a estas duasnecessidades que identificamos nomercado”, explica Salgueiro Júnior.Na parte de serviços, o atendimentoda nova empresa, localizada em Osasco,na Grande São Paulo, abrange a regiãometropolitana da capital e cidades numraio de 50 km. Nesse sentido, o fácilacesso às marginais Tietê e Pinheiros, bemcomo às rodovias Anhanguera e CasteloSalgueiroJúnior: vamosexplorar acarênciatecnológicaatuando com alinha de equipamentosdaDhollandiaDhollandia: mais de40 anos de mercadoDe 1968, quando foi fundada, até2008, quando comemorou quatrodécadas de atuação, a Dhollandiahavia produzido mais de 350.000plataformas elevatórias e atingira opatamar de 28.000 unidadesproduzidas anualmente. A empresabelga dispõe de equipamentos comcapacidade que variam entre250 kg e 16.000 kg.Branco serão importantes. Os principaisalvos da Tailtec são empresas das áreasde transportes, logística, supermercados,atacadistas, distribuidoras de gases,empresas de mudanças, entre outras.Mais de 50 modelos de plataformaselevatórias da Dhollandia compõem oportfólio da Tailtec. Segundo o diretor danova empresa, os equipamentos são feitosem alumínio, contam com comandosremotos de ultima geração, nivelamentoautomático da plataforma ao nível dosolo, válvulas elétricas de segurança emtodos os cilindros hidráulicos, atendimentointegral da norma ABNT NBA15652, pintura a pó, cilindros hidráulicoscom vedações especiais e certificação nomercado europeu.Perguntado sobre o carro-chefenesse início de atuação, Salgueiro Júniorrevela que a Tailtec dará ênfase especialao equipamento para distribuição decarga paletizada, com mesa de 2.400 x1.800 mm e capacidade de 2.500 kg,além de centro de carga a 1.000 mm parainstalação em caminhões com PBT acimade 11.000 kg. “Além disso, tambémdaremos destaque ao modelo paraveículos leves de distribuição urbana,tipo Kia Bongo, Hyundai HC, Sprinter,Ducato, etc., com capacidade de cargade até 1.000 kg e mesa em alumínio, oque aumenta a capacidade de cargalíquida do veículo”, informa o diretor. ●


| edição nº109 | Mar | 2011 |23EmpilhadeirasToyota BT inauguraunidade em São Josédos Pinhais, PRDe olho no crescimento dademanda, a Toyota BT (Fone: 113511.0400) anuncia duasnovidades: a inauguração de umaunidade em São José dos Pinhais, PR,e a mudança de suas operações doPorto de Santos, SP, para o deParanaguá, PR.A nova unidade está localizadadentro de um condomínio logístico,com toda a infraestrutura necessáriapara carregamento e descarregamentodas máquinas e peças, espaço paraestoque e localização privilegiada.“Acreditamos no crescimento domercado brasileiro, com isto, tínhamosque nos preparar para atender àcrescente demanda, e precisávamosde espaço para armazenagem dasmáquinas e peças. O objetivo desteprojeto é receber as máquinasimportadas, armazená-las e distribuílaspara todo o Brasil”, declara NaotoHiramatsu, gerente de peças eserviços da empresa.Ele diz que com a estruturaanterior, a Toyota tinha várias basesde armazenamento das máquinas.Agora, em São José dos Pinhais,conta com uma estrutura de mais de3.000 m², com a condição de concentrartodo o armazenamento edistribuição em um só local.Outro motivo para a inauguraçãoda nova sede foi a necessidade desimplificação do processo logístico e,com isso, a redução de tempo deentrega das máquinas para osclientes. Durante meses, a Toyota BTestudou toda a estratégia logísticapara distribuição das máquinas nãosomente em São Paulo, mas tambémem todo o Brasil. Assim, surgiua necessidade de mudança do portode recebimento das máquinas do deSantos para o de Paranaguá.“A decisão de iniciar este projetorepresenta uma importante otimizaçãona logística de importação edistribuição das máquinas, com focoem atender melhor aos consumidoresde todo o Brasil, uma vez que acreditamosno potencial de crescimentodo mercado brasileiro como um todo.Com isso, precisamos pensar naestratégia logística englobando todo opaís, não somente São Paulo”, destaca,por sua vez, Roberto Ueda, gerente devendas da Toyota.Mais um ganho significativo coma nova sede e a mudança de porto foia possibilidade de fazer todo oprocesso de recebimento e liberaçãodas máquinas em um mesmo local.“Temos a convicção de que poderemosadotar um planejamentoeficiente de atividades bastanteestruturado e definido, de acordo comas nossas expectativas e necessidades”,acrescenta Hiramatsu. ●A nova estrutura conta com mais de 3.000 m²,com a condição de concentrar todo oarmazenamento e distribuição em um só local


24 | edição nº109 | Mar | 2011 |MineraçãoNamisa adota Iveco Trakker 8x4 paraoperações em Congonhas, MGAntes mesmo do lançamentooficial do novo caminhãoda Iveco (Fone: 0800.7023443) no mercado brasileiro,que aconteceu em fevereiroúltimo, a Namisa – NacionalMinérios S/A (Fone: 21 2141.1800) já havia adquirido 45unidades do Trakker 8x4, asquais, inclusive, estão emoperação desde o final de 2010.Por enquanto, a mineradora,que pertence à CSN – CompanhiaSiderúrgica Nacional (60%)e a um consórcio formado porempresas asiáticas (40%), vemutilizando os novos caminhõesem operações internas noComplexo de Pires, que ficaentre as cidades mineiras deCongonhas e Ouro Preto, e naMina do Engenho, também emCongonhas. Entretanto, a partirde julho ou agosto deste ano, osveículos passarão a ser utilizados,também, em operações externas,transportando o minério de ferroda mina até Pires, onde é feito obeneficiamento.Os Trakker 8x4 só não têmsido utilizados nesta operaçãopor conta de restrições existentesna rodovia federal que liga asduas unidades, a uma distânciade 12 km. Contudo, a solução jáestá em andamento: a Namisaestá construindo uma estradaparticular para ligar a Mina doEngenho ao Complexo de Pires.Com isso, o trajeto cairá para8 km e os caminhões recémcompradospoderão ser utilizadosem operações externas, oque, segundo o diretor administrativoda mineradora, SérgioSampaio, deverá representar umganho logístico de aproximadamenteR$ 5 milhões.No total, a Namisa comprou74 caminhões da montadora doGrupo Fiat. Além das 45 unidadesdo Trakker 8x4, adquiriu 10unidades do Trakker 6x4 versãoplataforma, um Trakker 6x4Novo off-road da Iveco foi desenvolvido para trabalhar emcondições extremas, como as encontradas em operaçõesde extração de minério de ferroversão cavalo mecânico, 13unidades do EuroCargo 170E224x2 e cinco do EuroCargo 260E256x4. E já há outra licitação emandamento para a aquisição demais 79 caminhões. SegundoSampaio, a concorrência está emfase final, com apenas duasempresas, e o resultado deverásair em abril próximo.De acordo com a mineradora,dos 79 veículos que serãoadquiridos, provavelmente 67serão destinados ao Complexode Pires e 12 à Mina deFernandinho – no município deItabirito, MG, a cerca de 55 kmde Pires – onde são realizadasatividades de extração e beneficiamento.O local está semgrande movimento atualmente,mas voltará a ser explorado pelaNamisa. Apesar de o beneficiamentoser feito por lá, o minérioextraído em Fernandinho tambémprecisa ser levado para Pires, deonde é despachado via ferrovia– a companhia tem contrato coma MRS – e transportado até oterminal portuário de Itaguaí, RJ.Os expressivos investimentosda Namisa, que visam aodomínio completo da cadeiamina/beneficiamento/ferrovia/porto, refletem o ótimo momentovivido pelo setor da mineraçãono Brasil. Com 25 milhões detoneladas em 2010, a empresapertencente à CSN é a segundamaior exportadora de minério deferro do país, perdendo apenaspara a Vale, que exportou cercade 260 milhões de toneladas.Até 2015, de acordo comSampaio, a Namisa projetamovimentar algo em torno de 84milhões de toneladas emexportações.Aproveitando o cenáriopositivo e de franco crescimentodo setor, a Iveco resolveu trazerpara o mercado nacional oLançamentoEm parceria com aNamisa, a Ivecoreuniu a imprensaespecializada emCongonhas, MG,para apresentar onovo caminhão(incluindo a revistaLogweb, representadapor AndréSalvagno). Algunsjornalistas aindativeram o privilégiode realizar um testdrive no Trakker8x4 para conhecerde perto aoperação em umamina de minério deferro.extrapesado Trakker 8x4. Emboraseja importado de Madri, naEspanha, o novo modelo recebeuadaptações projetadas peloCentro de Desenvolvimento doProduto da Iveco em Sete Lagoas,MG, que realizou seis meses detestes em aplicações de mineraçãoe construção civil e colheusugestões de motoristas sobre oque poderia ser melhorado.“Este trabalho foi feito emnossa plataforma de veículosespeciais e adequado ao mercadobrasileiro. Foram 12 mil horasde engenharia e 60 mil kmrodados”, explica a gerente deprojetos de plataforma deprodutos da Iveco, RenataCampos. “O Trakker 8x4 tem umângulo de ataque de 26º, o que ocredencia a atuar em qualqueroperação de mineração noBrasil”, salienta CristianeNunes, gerente de marketing deproduto da montadora.


| edição nº109 | Mar | 2011 |25Sampaio, da Namisa, diz queos operadores são só elogiospara o caminhão. O principaldiferencial exaltado por eles é ofato de o modelo ser concebidopara o tipo de operação, e nãoadaptado, como explica RenatoMastrobuono, diretor dedesenvolvimento de produto daIveco. "O Trakker 8x4 não éderivado de caminhõesestradeiros. É um produto que jánasceu off-road. Ele foiprojetado para trabalhar emcondições de extrema exigência.O chassi, por exemplo, é feitoem aço de alta resistência e comlongarinas de perfil mais alto e10 mm de espessura, muito maisrígido e robusto do que osutilizados em versõesestradeiras", detalha.O modelo debutante noBrasil conta com o motor IvecoFPT Cursor 13, de 420 cv depotência e 1.900 N.m de torquemáximo. A transmissão éautomatizada, com caixa ZFAstronic de 16 velocidades comintarder que, combinado aoIveco Turbo Brake, dá ao modelocapacidade de frenagem de 910cv. Com carga útil de 35.500 kg ePBT técnico de 50.000 kg, eletem capacidade máxima detração de 132 toneladas,chegando, em condiçõesexcepcionais de operação, a 176toneladas.Na área de pós-venda, aIveco também apresenta umanovidade para os usuários donovo modelo. Como a operaçãoda mineração exige muito doscaminhões, que fazem umtrabalho pesado e ininterrupto, aempresa desenvolveu seisdiferentes opções de pacotes demanutenção, que englobamdesde serviços mais simples atéa opção do cliente ter umaconcessionária dentro de suaplanta de operação, como é ocaso da Namisa, que dispõe deuma área de 1.500 m² comoficina, estoque de peças,escritório e 53 funcionários e umgerente para atendimentoexclusivo à operação, realizadopela concessionária Deva Iveco.Sobre as expectativas devenda do novo modelo nomercado nacional, o diretor devendas e marketing da Iveco,Alcides Cavalcanti, afirma quecom uma chancela da importânciada Namisa e a eficiênciaoperacional do produto, aestreia no segmento 8x4 serávirtuosa. “Nossa previsão évender cerca de 200 caminhõesainda em 2011. A demanda porveículos 8x4 deverá serampliada, especialmente emvirtude do andamento do PAC –Programa de Aceleração doCrescimento e do crescimentoda atividade de mineração noBrasil”, complementa. Atualmenteo mercado de 8x4movimenta cerca de 500caminhões por ano.A Iveco fechou 2010 naquarta posição no mercadoCuriosidadeNo momento em que aNamisa se torna um grandecliente da Iveco, os papéisse invertem, já que o GrupoFiat é um dos principaisconsumidores do açoproduzido pela CSN.brasileiro de caminhões acimade 2,8 toneladas - um bomcrescimento, já que em 2009 aempresa ocupava a sétimacolocação. No entanto, não só oBrasil, mas o mercado latinoamericanoreserva boasperspectivas para a montadora.Cavalcanti revela que já há maisde 200 unidades do Trakker 8x4em operações de mineração noChile e no Peru, países quetambém vivem bons momentosdo ponto de vista econômico.A linha Trakker já teve mais de60.000 unidades comercializadasem todo o mundo. ●


26 | edição nº109 | Mar | 2011 |CaminhõesVolvo do Brasil faz balanço de 2010 eapresenta novidades para 2011No último ano, pela segundavez consecutiva, a Volvo doBrasil (Fone: 0800.411050)representou o maior mercado damontadora sueca em todo omundo. No período, a companhiacomercializou 18,3 mil caminhõespesados e semipesados nomercado latino-americano,sendo que deste total 16,2 milforam vendidos no Brasil.O alto índice de vendasrefletiu no faturamento deR$ 6,8 bilhões, superando osR$ 3,9 bilhões registrados em2009 e os R$ 5,6 bilhões de2008, ano que detinha o recordee foi superado pelo faturamentode 2010. “A atividade econômicaem diferentes setores, como aconstrução civil, os investimentosem infraestrutura, a oferta decrédito e o bom desempenho daagricultura colaboraram decisivamentepara atingir estes excelentesresultados”, afirma RogerAlm, presidente da Volvo doBrasil.Em termos de vendas, nalinha F, de acordo com o gerenteBernardo Fedato Jr., o FH 440cvfoi o destaque, enquanto a linhaVM de caminhões pesados esemipesados comercializou cercade 5.000 unidades, segundo ogerente responsável, ReinaldoSerafim. Quando o assunto émanutenção, Carlos Pacheco,gerente de pós-venda da montadora,revela que o ano tambémfoi ótimo. “Terminamos o anocom 14,3 mil programas demanutenção ativos. A cada dezveículos vendidos, cinco saíramcom alguma modalidade decontrato de manutenção”, diz,justificando a satisfação com odesempenho.Quem também atesta a boafase nos negócios do Grupo é aVolvo Financial Services Brasil,responsável pelo financiamentodos produtos da marca nomercado brasileiro, que fechou2010 com um crescimento de40% no volume de novosfinanciamentos de caminhões,ônibus e equipamentos deconstrução. “Encerramos oexercício com uma carteiragerenciada de R$ 3,1 bilhões,ante R$ 2,3 bilhões do anoanterior”, conta Carl Hörnestam,presidente da unidade.No último ano, a companhia comercializou 18,3 milcaminhões pesados e semipesados no mercado latinoamericano,sendo que deste total 16,2 mil foramvendidos no BrasilA aposta da Volvo do Brasil éque em 2011 os negócioscontinuem na curva ascendentee, segundo Alm, o início já foimuito bom. “Só em janeiro jácontratamos 170 colaboradorese fechamos uma venda de 233caminhões para a ReiterLog”,informa, sem esquecer de citarque a abertura de novas concessionárias,como a que o GrupoAutoSueco acaba de inaugurarem Guarulhos, SP, e a Dicave, emMafra, SC, também aumentam asexpectativas de crescimento.E na iminência de bonsventos para 2010, a companhiaestá ciente de que precisainvestir. Com aporte inicial deR$ 25 milhões, irá iniciar afabricação em território brasileirodo motor de 11 litros deseus caminhões e das caixas decâmbio eletrônicas I-Shift, queaté então eram importadas daunidade fabril de Köping, naSuécia, sede mundial do GrupoVolvo. “A caixa I-Shift tem tidouma fantástica aceitação noBrasil e nos demais paísesda América do Sul. Ela já equipa60% dos caminhões da linha Fque saem da linha de montagem”,declara Nilton Roeder, responsávelpela Volvo Powertrain naAmérica do Sul, que fará amontagem das caixas.Quando foi lançada, em 2006,a I-Shift representava menos de3% das vendas dos caminhõesda linha F, que foram lançadossimultaneamente. O aumento de57% na comercialização doproduto é reflexo da aceitaçãodo mercado, segundo o gerentede planejamento estratégico daVolvo do Brasil, Sérgio Gomes.“Há uma substancial diminuiçãodo consumo de combustível.Esta economia pode ser de 3%a 5% em relação a veículosequipados com caixa de câmbiomanuais”, garante.Outra importante novidadeAlm: a atividade econômicaem diferentes setores, osinvestimentos em infraestrutura,a oferta de créditoe o bom desempenho daagricultura colaborarampara os resultadosanunciada pela companhia é aconstrução de um novo centro delogística de peças de reposiçãoem Curitiba, PR, onde está localizadoo complexo industrial brasileiroda Volvo. “É um investimentoque tem o propósito de reforçar adistribuição de peças no mercadonacional e também na AméricaLatina. Com ele, vamos agilizaros processos”, comenta Alm.A nova estrutura receberáinvestimento de aproximadamenteR$ 50 milhões e terá28.200 m², sendo 22.000 m²somente para armazenagem.Segundo Paulo Turci, gerente deprojetos da Volvo Parts naAmérica do Sul e responsávelpela implantação do novo centro,o local contribuirá para a implantaçãode um sistema global degerenciamento da cadeia desuprimentos, que vai revolucionara gestão da cadeia de peçasde reposição, interligando oscentros logísticos centrais dacorporação espalhados pordiferentes continentes.


| edição nº109 | Mar | 2011 |27Em todo o mundo, a Volvo temapenas cinco estruturas logísticasdeste tipo: Estados Unidos, Bélgica,Suécia e Coreia do Sul são os outrospaíses que abrigam centros responsáveispela movimentação, administraçãoe envio de peças de reposiçãopara distribuidores domésticos epara outros mercados internacionaisonde a Volvo está presente.Apesar do anúncio das novidades,os executivos da montadora relutamem informar prazos, datas eprojeções detalhadas. O centro delogística de peças de reposição, porexemplo, deverá ficar pronto aindaem 2011, mas não se sabe quando.Sobre as expectativas de vendas,eles não revelam detalhes, masgarantem que são muito boas.“Somente no triênio que terminaem 2011 a Volvo está investindoUS$ 250 milhões na atualização eampliação da linha de veículos e emmelhorias no parque fabril. Os R$ 50milhões anunciados para o centro delogística serão usados em obras civise na compra de equipamentos”,informa Alm. ●NotíciasRápidasTGA Logística anuncia investimentosem frota e ampliação de terminaisOs principais investimentos da TGA Logística (Fone: 113464.8181) deste ano serão em frota e equipamento,verticalização e ampliação dos terminais. “Isso porqueidentificamos que um dos mais promissores negócios é amovimentação de contêineres, em função do aumento daimportação e da grande procura da indústria por espaçoscada vez maiores e mais otimizados para armazenagem e distribuição”, explica AdilsonSantos, diretor executivo da TGA. Segundo ele, a empresa pretende olhar o esperado“gargalo logístico” como uma oportunidade de criar soluções, e não como uma barreirade entrada. Cerca de 15 novos syders de 15 m dedicados ao transporte internacional, 10novas carretas completas para transporte de contêineres e a ampliação dos terminais decarga de 10.000 m para 15.000 m serão o pontapé inicial para o crescimento dos negócios.No final do ano passado, a carteira de clientes da unidade TGA Logística cresceu 80%,consequência dos negócios de transporte e armazenagem de produtos vindos da China,por meio de empresas como Startec e, mais recentemente, Osram. Atualmente, a TGApossui mais de 85% da sua frota agregada. “O investimento nos syders e nas carretasnos trará mais margem de oferta dos nossos serviços”, comenta Nilson Santos, diretorde operações, lembrando que a empresa planeja adquirir um novo terminal dotado dedocas e localizado em região estratégica da cidade de São Paulo. “Com isto, contaremoscom cerca de 15.000 a 16.000 m de piso de armazém”, finaliza.


28 | edição nº109 | Mar | 2011 |SiteEmpilhadeiras Online espera triplicaranúncios de equipamentos em 2011Osite Empilhadeiras Online(www.empilhadeirasonline.com.br),ponto de encontro entrevendedores e compradores deempilhadeiras, tem como metapara 2011 triplicar os equipamentosanunciados. “É o que pretendemosatingir logo no início desteano. Queremos nos tornarreferência na internet: desejamosque, quem procura umaempilhadeira, paleteira ourebocador, consulte nossaspáginas antes de procurar poroutro canal”, frisa Graciella Felix,gerente de marketing da empresa.Ela explica que para colocarequipamentos à venda, novos eusados, basta cadastrá-los comdescrição e fotos. “Já paraquem busca uma máquina, todasas ofertas podem ser encontradasem um só lugar, poupandomuito tempo em pesquisa.Quando encontrar o que procura,o interessado envia umaproposta diretamente para oanunciante. Não intermediamosa venda, apenas cobramos peloanúncio”, revela a profissional.Graciella diz que quasetodas as marcas presentes noBrasil já têm algum equipamentoanunciado no site. “Muitosdistribuidores estão anunciandotoda a sua linha de produtos.Os principais players do segmentojá estão lá”, destaca.No Empilhadeiras Onlinetambém é possível encontrarconteúdos específicos do setor,como notícias, guias, modelosde planilhas e dicas de comoescolher um equipamento. “Como tempo, cada vez mais conteúdoserá adicionado ao site. Umguia com as empresas prestadorasde serviços já está sendorevisado para publicação, assimcomo um guia com todos oseventos do setor. Simuladores,notícias e muito mais novidadesirão ao ar em 2011”, adianta agerente de marketing.●Para colocar equipamentosà venda, basta cadastrá-loscom descrição e fotos, jápara quem busca umamáquina, é só enviar umaproposta ao anunciante


| edição nº109 | Mar | 2011 |29EmpilhadeirasNMHG anunciaestratégias e novadiretoria no BrasilANMHG Brasil – Nacco MaterialsHandling Group Brasil (Fone: 115683.8531), fabricante de empilhadeirase outros equipamentos das marcasHyster e Yale, anuncia novas estratégiasde atuação no Brasil. A empresa estáinvestindo em uma mudança cultural queenvolve todos os colaboradores com oobjetivo de estar mais perto dos dealers edo mercado, além de investir em fábricasmais modernas. “Desde 2010 estamostrabalhando nisso, com mais presença nomercado e apostando em estratégias demarketing mais agressivas. Pretendemosduplicar as vendas nos próximos cincoanos”, revela o presidente da NMHG,Hugo Moraes Barros.Além disso, a NMHG anuncia sua novadiretoria, composta pelos profissionaisacima, mais Mario Aníbal Miranda, diretorde vendas. Como gerentes comerciais,César Guerreiro, da Yale, e GuilhermeMartinez, da Hyster, completam o time.Sobre os resultados obtidos no últimoano, Moraes Barros diz que o Brasilrepresentou o maior lucro do Grupo nomundo, entre Europa e Estados Unidos.“Esse resultado foi muito significativo,motivado pelo acrescimento astronômicodo mercado brasileiro, que vendeu 20.000máquinas em 2010”, declara.No entanto, o maior desafio da NMHGé aumentar a capacidade da planta,localizada em São Paulo. A empresa jáestá investindo na melhoria de suacapacidade, além de elaborar um planode investimentos para uma nova fábrica enovos produtos, que são as máquinas decombustão interna com outras capacidadese as elétricas, que hoje não sãofabricadas no Brasil.“Estudamos a nossa linha demontagem e os espaços internos paraaumentar a produção. Com a mudança delayout, cresceremos 30% em capacidadeem seis meses”, conta Moraes Barros.Por sua vez, o diretor de marketing eRH, Carlos Roberto O. Carvalho ressalta:“como provedores de soluções demovimentações de materiais, oferecemosmais de 15.000 itens em peças deMoraes Barros: "pretendemosduplicar as vendas nos próximoscinco anos"reposição em estoque para prontaentrega”.De acordo com o profissional, aempilhadeira é fundamental no SupplyChain para ligar os elos da cadeia. É elaque faz toda a movimentação da carga.“A empilhadeira move a cadeia desuprimentos”, destaca.Mais uma novidade da NMHG é acriação de um departamento só paratreinamento, que oferece certificações detécnicos em soluções.Voltando o foco para a CeMAT – FeiraInternacional de Movimentação de Materiaise Logística, que acontece de 4 a 7 deabril, em São Paulo, Moraes Barros diz queespera que o evento se torne, futuramente,uma feira com soluções completas emlogística, envolvendo toda a cadeia deabastecimento e todos os modais detransporte. “É importante agregar alogística como um todo. O Brasil precisade eventos mais fortes no setor”, expõe.Para esta edição, que é a primeira naAmérica do Sul, Carvalho diz que a NMHGirá mais agressiva, moderna, com máquinasgrandes e, no mínimo, uma reach stackerpara apresentar nos shows programadospara a área externa do evento. ●


30 | edição nº109 | Mar | 2011 |Automatizadoras de portasSoluções da Speed Door visam aoaumento da segurança patrimonialSegurança, rapidez e praticidade:mais do que palavras,representam três aspectosfundamentais no atual mundodos negócios, em qualquer queseja o ramo de atuação. Destaforma, soluções como as oferecidaspela Speed Door (Fone: 112947.2455), que comercializaautomatizadores de portas,portões, cancelas e outros itens,ganham cada vez mais empresasadeptas.Fundada em 1989 por RobertoZimmermann, que está nestesegmento há 40 anos, atualmentea Speed Door conta com trêsPortas sociais como esta são muito utilizadasem aeroportos e escritórioslojas: a sede em São Paulo eduas na região do ABC Paulista,uma em São Bernardo do Campoe outra em São Caetano do Sul.A empresa atua como vendedora,instaladora e prestadora deserviços de manutenção.A Speed Door é representanteexclusiva da marca norteamericanaStanley Access nomercado brasileiro. Aliás, há umahistória curiosa por trás disso:Zimmermann era funcionário daStanley, e quando a empresaresolveu deixar o país, ele acabouherdando a representaçãoexclusiva da marca.


| edição nº109 | Mar | 2011 |31O empresário conta que, noinício, comercializava apenasautomatizadores para portas eportões. Contudo, pouco tempodepois abriu o leque de produtos.“Hoje, grande parte das portassociais que vemos em aeroportose shoppings centers, por exemplo,são da Stanley. O mercado desteproduto se popularizou e atualmenteo índice de nacionalizaçãodas soluções chega a 60%”,comenta Zimmermann.Além das portas sociais, aSpeed Door dispõe de produtoscom aplicações interessantespara empresas de logística etransportes, como cancelasautomáticas que podem serutilizadas em áreas de carga edescarga ou para controle deacesso. “São parecidas com asque vemos em pedágios. Elas sedestacam pela rapidez”, conta odiretor. “Recentemente instalamosautomatizadores de portõespesados na área de depósito doShopping Bourbon, em SãoPaulo”, acrescenta.Da esquerda para a direita:Prandini, Rodney eZimmermannDe acordo com o gerente daárea de portas sociais, FabioPrandini, companhias do porte deCarrefour e Pão de Açúcar sãoclientes da Speed Door, o quecomprova o fato de que os produtoscomercializados pela empresase encaixam nas necessidadesde operações de varejo e em CDs.“As portas de aço automatizadas(portas de enrolar) podem serutilizadas em docas de carga edescarga, proporcionando agilidadee praticidade na abertura eno fechamento”, explica.No portfólio da Speed Door,há, ainda, o circuito fechado deTV, que além da já tradicionalaplicação em CDs, armazéns,escritórios, etc., vem sendoadotado em operações detransporte, dentro de caminhões.“Ficamos sabendo de casos emque câmeras de CFTV foraminstaladas dentro de veículospara aumentar a segurança notransporte”, relata Prandini.Segundo ele, a utilização desistemas como esse garante umganho de aproximadamente80% em segurança. “Umaempresa bem munida comequipamentos de segurança ficaem segundo plano na lista deassaltantes”, argumenta.A maior parte dos clientes daSpeed Door está em São Paulo,mas nem por isso a empresadeixa de atender ao restante dopaís. A abrangência de atendimentoda área de vendas énacional. “Se uma empresaapresenta um projeto, nósanalisamos e fazemos a oferta”,explica o gerente comercial,Rodney Zimmermann. ●NotíciasRápidasIrga faz maiortransporte demotores no BrasilAtravés de mais umaparceria da Irga LupercioTorres (Fone: 11 3942.8100)com a Wärtsilä, multinacionalde origem finlandesaque atua no mercado demotores de geração deenergia, no prazo de seismeses a Irga transportará17 motores, com peso de299 toneladas cada.O ponto de partida dotransporte, o maior járealizado no Brasil emrelação a motores com estepeso, é o Porto de Suape, nacidade de Ipojuca, PE, e acarga será descarregada nacidade de Cabo de SantoAgostinho, na UTE Suape.


32 | edição nº109 | Mar | 2011 |Negócio FechadoAmstedMaxion faz acordocom MG&T no ChileA AmstedMaxion (Fone: 12 2122.1400) assinou um acordo detransferência de tecnologia e licenciamento com a MG&T, empresacom mais de 20 anos de atuação no Chile. Assim, a AmstedMaxionirá transferir sua tecnologia, qualidade e conhecimento técnico paraa MG&T na fabricação e manutenção de vagões, que passará afornecer produtos com qualidade AmstedMaxion seguindo asnormas da AAR (Associação Americana de Ferrovias).Conlog adquireduas novas empilhadeirasA Conlog – Concórdia Logística (Fone: 49 3444.7000) anuncia aaquisição de duas Reach Stacker de 10 toneladas para contêineresde 40 pés e capacidade para empilhar 6 HC (High Cub) voltadas paraa operação no Terminal de Itaguaí, RJ. Com a aquisição, sobe paraquatro o número de empilhadeiras desta unidade, que contatambém com duas empilhadeiras Yale de 7 toneladas, paracontêineres de 20 pés e capacidade para empilhar 4 HC.Sofit obtém soluçãode gestão de frotasda TotvsA Sofit Software (Fone: 11 2099.7320)acaba de anunciar a aquisição da soluçãoSofit 4 Transport da Totvs, voltada aocontrole de frotas corporativas de veículospróprios e de terceiros. A solução foidesenvolvida pela Datasul (antes de suaaquisição pela Totvs) a partir da plataformatecnológica de cloud computing da SalesForce e é oferecida ao mercado exclusivamentena modalidade SaaS – Software asa Service. O Sofit 4 Transport levaeficiência à gestão dos veículos, caminhões,ônibus, utilitários, empilhadeiras,tratores etc., por meio da utilização derecursos avançados de controle emonitoramento dos principais indicadoresde uso, como consumo de combustível epneus e manutenções, entre outros.


| edição nº109 | Mar | 2011 |33Grupo Localfrio adquirequatro empresas noPorto de SuapeO Grupo Localfrio (Fone: 0800 164060) anunciou a conclusão da comprade quatro empresas no complexo portuário de Suape, em Pernambuco:Suata Terminais, Atlântico Terminais, Suata Transportes e Suata Log.Com o fechamento do negócio, o Grupo Localfrio já anuncia investimentosnestas empresas para 2011 – aproximadamente R$ 20 milhões serãodirecionados para a modernização e ampliação das operações. “Umadas metas é levar o Grupo Localfrio a todo o país e, com essas aquisições,estabelecemos presença significativa no Nordeste. Suape foiescolhido por ser um dos melhores portos do Brasil com um dos maiorespotenciais de crescimento”, afirma Marcelo Orpinelli, presidente doGrupo Localfrio.Ainda segundo ele, o porto é favorecido pelo calado natural profundo, oque possibilita a atracação de grandes navios, e pela proximidade com oCanal do Panamá, que está sendo expandido para a navegação deembarcações maiores. “A Suata Transportes já opera em Pernambucocom uma frota própria de 81 caminhões para transportes de cargasgerais, contêineres, químicos e cargas especiais e, agora, complementaas operações da transportadora do Grupo Localfrio, a Translocal, queinaugurou em dezembro último uma área de 80.000 m 2 no Guarujá,destinada a armazéns gerais e pátio de contêineres, além de atuarcom frota de transportes nos Portos de Santos, SP, e de Itajaí, SC.Assim, teremos maior sinergia em nossos negócios, podendo oferecersoluções logísticas completas aos nossos clientes”, acrescentaOrpinelli.A Suata Terminais está localizada na zona primária do Porto de Suape,tem instalações alfandegadas e está habilitada a operar em sistemade entreposto aduaneiro. Conta com 40.000 m 2 de área total, sendo11.000 m 2 para armazenagem geral e 2.600 TEUs de capacidadeestática (incluindo contêineres refrigerados). A Atlântico Terminaisconta com 50.000 m 2 de área total, sendo 5.000 m 2 de armazenagemgeral e 2.500 TEUs de capacidade estática. Ambas recebem hoje,principalmente, contêineres, cargas de projetos e cargas soltas.Por fim, a Suata Log é uma empresa pré-operacional de logísticaintegrada e armazém geral com uma área total de 90.000 m 2 ,estrategicamente localizada no complexo portuário de Suape. Estãoem andamento obras para a ampliação do pátio para armazenagem decontêineres e armazém para carga geral. Com as aquisições, o GrupoLocalfrio estima uma receita para 2011 de R$ 300 milhões, representandoum crescimento de 50% perante 2010.


34 | edição nº109 | Mar | 2011 |EventoDeutsche Messe faz prévia da CeMATHannover, que acontece em maioNo último dia 16 de fevereiro,aconteceu em Hannover,Alemanha, uma prévia daCeMAT – Feira Internacional deMovimentação de Materiais eLogística, que acontece nacidade de 2 a 6 de maio de 2011.Jornalistas de vários paísesforam convidados, sendo que doBrasil a única a receber o convitefoi a revista Logweb, mídia oficialda CeMAT SOUTH AMERICA,primeira edição na região, queacontece de 4 a 7 de abril emSão Paulo.Na ocasião, além do pronunciamentode representantes daDeutsche Messe, organizadorado evento, alguns expositorestiveram a oportunidade demontar pequenos estandes paraadiantar as novidades aomercado. Entre eles, estavam:Clark, Ehrhardt + Partner, Fronius,Hyundai, Jungheinrich, Knapp,Linde, Toyota, Stahl, Still,Viastore Systems, ZF, CargoTec,Axxom Software, Beumer, PSILogistics, Rodata e Continental.A feiraCom o tema central “Sustentabilidadeem intralogística”, seinicia a edição 2011 da CeMATHannover, a feira de intralogísticamais importante do mundo.Após o período de crise econômicaem 2009 e 2010, o setorespera para este ano um aumentode 9% nas vendas. Empresas dediversos setores voltaram ainvestir em logística, o quebeneficiará o evento de maneirasignificativa e, por sua vez, ajudaráa impulsionar o segmento.Mais de mil expositoresapresentarão novidades em umaárea de 80.000 metros quadrados.“Assim, a CeMAT continuasendo indiscutivelmente anúmero 1 do mundo nestemercado. A grande quantidadede expositores e visitantesconfirma a importância da feirapara o setor”, diz AndreasGruchow, membro do Conselhoda Deutsche Messe.Aproximadamente metadeExpectativas para aCeMAT no BrasilDe acordo com Gruchow, aCeMAT SOUTH AMERICA é umpouco diferente das ediçõesrealizadas nos outros países.“Obviamente começamos emHannover, e introduzimoseventos em vários outros países,como Rússia, Turquia e Índia,como forma de explorar osmercados emergentes, e naAmérica Latina não há comonão começar pelo Brasil”, expôs.O profissional disse que a diferença é que a Deutsch Messefoi procurada por líderes da indústria no Brasil que tinhaminteresse num grande evento, pois acreditavam que os existentesno país não tinham a abrangência desejada. “Estamos organizandoesta edição em conjunto com nossa subsidiária brasileira eacreditamos que essa parceria já é um grande sucesso. Teremoscerca de 30.000 metros quadrados, algo que nunca tivemos emum primeiro evento em nenhum mercado”, finaliza.Mais de mil expositores apresentarão novidades em umaárea de 80.000 metros quadradosdos expositores são do exterior.Na liderança estão Itália, China,Holanda, Inglaterra, Suécia,Espanha, França, Bélgica, Áustria,Finlândia e Suíça. As empresasapresentarão toda a gama deprodutos para intralogística,incluindo: veículos e acessórios,instalações completas, sistemasde transporte contínuo, robôs,plataformas aéreas de trabalho,plataformas telescópicas, elevadores,gestão logística, sistemasde identificação automática,softwares, sistemas de armazenamento,equipamentos paramovimentação portuária, separaçãode pedidos e sistemas deembalagem.Como atração adicional, esteano haverá o show “Platformers´Days”, ao ar livre, para ofereceraos visitantes informações sobreutilização e funcionamento detecnologias de elevação eequipamentos de acesso.Atividades paralelasA BVL – Associação Federalda Alemanha para Logísticaorganiza pela primeira vez oFórum Internacional CeMAT,focado no desenvolvimentotecnológico e sustentável dossistemas intralogísticos. O eventoabordará desde a criação decadeias de fornecimento confiáveis,passando pela distribuiçãoatravés de redes de transporte,até os terminais de operaçãointermodais. O foco está principalmenteno Brasil, na China,Índia, Rússia e nos EUA.Especialistas discutirão assuntostécnicos e da atualidade, contribuindopara o entendimento daimportância do desenvolvimentosustentável na área de logística.Sobre o tema “Sustentabilidadeem intralogística”, ChristophHahn-Woernle, porta-voz doFórum de Intralogística e sóciogerenteda Viastore SystemsGmbH, Stuttgart, diz que aintralogística oferece soluçõestecnológicas que, com menosgasto energético, proporcionamum alto desempenho e ajudam areduzir as embalagens descartáveis,permitindo melhorar ascondições dos postos de trabalhopara os operários e reduzir asobrecarga física. “Com isso,nosso setor apresenta um grandepotencial”, complementa.Ainda nesta edição da feira,a BÖB – Associação Federal dePortos Fluviais Estatais volta a


| edição nº109 | Mar | 2011 |35Visita à fábrica da JungheinrichAlém de participar da pré-CeMAT, a jornalistaCarol Gonçalves, da Logweb, foi convidada pelaJungheinrich AG a conhecer a fábrica da empresaem Moosburg an der Isar, localizada a 26 km doaeroporto de Munique, na Alemanha, acompanhadade Jan Kaulfuhs-Berger, gerente de comunicaçãocorporativa da empresa.Na unidade, são fabricadas empilhadeirastrilaterais e selecionadoras de pedidos para estantesaltas, além de empilhadeiras elétricas de contrapesoe empilhadeiras a combustão de contrapeso. Asempilhadeiras EFG 216(elétricas de contrapeso) sãoconsideradas as mais eficientesdo mercado em sua classe,conforme teste realizado.Jan explicou que sãoproduzidas em Moosburg 40empilhadeiras elétricas por diaem dois turnos de 8 horascada, e aproximadamente 20 acombustão diariamente em umturno. São cerca de 17.000máquinas produzidas por ano.organizar, junto com a ZDS –Associação Central dos PortosMarítimos Alemães, oHafenforum (Fórum Portuário).Especialistas em economia eresponsáveis pelo tráfego nosportos discutirão quais contribuiçõesuma logística portuáriaverde nos portos fluviais emarítimos podem oferecer parao desenvolvimento das cadeiaslogísticas sustentáveis e comoisso pode influir nas atividadesdos transportadores e operadoreslogísticos.Outra atração especial seráa apresentação do “Auto-ID e alogística de embalagens”, quemostrará a relevância da integraçãode sistemas de identificaçãoautomática na logística deembalagens. O visitante poderáconferir a viabilidade técnica daexecução, além de ver umaapresentação do fluxo de informaçãoe os potenciais de otimizaçãorelacionados com a capacidadedo segmento, transparênciados processos e custos. ●


36 | edição nº109 | Mar | 2011 |EventoEm abril, o Fórum Internacional deIntralogística e Supply ChainFalta menos de um mês paraa primeira edição do FórumInternacional de Intralogísticae Supply Chain, que será realizadoentre os dias 4 e 6 de abrilpróximo, no Centro de ConvençõesImigrantes, em São Paulo.O evento será integrado àCeMAT SOUTH AMERICA, queacontece pela primeira vez naregião de 4 a 7 de abril. E érealizado pela Logweb Editora,pelo ILOG – Instituto Logweb deLogística e Supply Chain e pelaCeMAT SOUTH AMERICA, como apoio do SCC – Supply ChainCouncil Brasil.No Fórum, especialistas comreconhecido know-how apresentarãosoluções para logística,movimentação e armazenagemde materiais, por meio de palestras,apresentação de cases edebates. Sustentabilidade,Tecnologia da Informação,conceito Lean, Milk Run, GreenLogistics, gestão de KPIs,desafios, oportunidades, tendências,entre outros temas em voga,serão amplamente abordadospelo time de palestrantes.O objetivo do evento éinformar, atualizar e contribuirpara a qualificação de profissionaisde logística, segmento defundamental importância para aeconomia. Afinal, se o Brasil é opaís do momento quando oassunto é desenvolvimentoeconômico, também é o principalalvo em termos de investimentosem logística.ConteúdoO primeiro dia será dedicadoao Supply Chain Summit Brasil2011, voltado para executivos delogística, Supply Chain e operaçõesde empresas de diversossetores, com grande peso naeconomia nacional, que responderamà pesquisa de desempenhodas atividades logísticas de suasempresas. O evento foi desenvolvidopelo ILOG em parceria com oSCC. Até o momento, mais de300 candidatos já responderamà pesquisa e participarão doEncontro.As respostas estão sendoavaliadas por um comitêconsultivo e, no dia do evento, osparticipantes serão divididos emgrupos temáticos, cada um comum mediador, para discutir os


| edição nº109 | Mar | 2011 |37temas de maior interesse, conformeresultados da pesquisa.A equipe de mediadores seráformada pelo Prof. Dr. OrlandoFontes Lima Jr., do Lalt-Unicamp,Prof. Dr. Lars Meyer Sanches, doINSPER, Prof. Dr. Manoel Reis,da GVLog-FGV, e Prof. Dr. PauloSérgio Ignacio, da Facamp.“A ideia é que os participantesdesenvolvam conteúdo parauma pauta de melhorias ereivindicações relacionadas aprocedimentos, legislação einfraestrutura, visando à adoçãode melhores práticas e ganho deprodutividade, o que acarretaum aumento da competitividadedo país”, explica Fabia Pereira,vice-presidente executiva doILOG. “Os resultados e conclusõesdo Summit serão apresentadosem 2012, em eventoespecialmente destinado aeste fim”, acrescenta.Segundo Valéria Lima,diretora executiva da LogwebEditora, todo o conteúdo geradono Supply Chain Summit Brasil2011 será objeto de negociaçãojunto às esferas do governo eaos órgãos reguladores, com avoz dos praticantes da logística.“Trata-se de um instrumento quetem sido utilizado por empresáriosem diversos países, comoEstados Unidos e Argentina, porexemplo. No Brasil, será aprimeira vez que algo do tipo érealizado”, destaca.Valéria ressalta, ainda,que não só os respondentes dapesquisa poderão estar presentesno Summit. “Quem estiverinteressado em assistir às palestrase acompanhar os debates edivulgação de resultados econclusões poderá fazê-lo nacondição de espectador”, revela.Supply Chain WorldNos outros dois dias do FórumInternacional de Intralogística eSupply Chain, destaque para oSupply Chain World, ciclo depalestras realizado pelo SCC e quedará ênfase ao SCOR – SupplyChain Operations Reference,modelo que se tornou padrãoglobal para desenho de processos,benchmarking, análise de melhorespráticas e estruturação organizacional.“Apresentadores deprimeira linha vão discutir algunsdos tópicos mais relevantes eatuais, além de apresentar casesde sucesso. A agenda foi cuidadosamentepreparada para oferecerapresentações teóricas, práticas,As inscrições para o Fórum estão abertas e podem serefetuadas no site do ILOG: www.ilog.org.br/forum,onde é possível encontrar também a programaçãocompleta do evento. Para mais informações sobre oSupply Chain Summit Brasil 2011, acessewww.supplychainsummit.com.broportunidades de debate e denetworking”, comenta ElcioGrassia, presidente do SCC naAmérica Latina.Os dias 5 e 6 oferecerão,além do Supply Chain World,palestras de temas variados,que englobam automação, TI esustentabilidade, entre outros.Serão tantas opções que serãoutilizados três auditórios paraabrigar as apresentações simultâneas.No final do último dia, antesda palestra de encerramento,destaque para a discussão sobrefusões e aquisições, que receberáa presença do especialista emlogística e transportes, RobertoLacerda Oliva, que virá diretamenteda Espanha para participardo painel. Oliva é diretor associadoe diretor de desenvolvimento dasempresas Gaullar. Desde 1991ele se divide em projetos nasáreas de logística e transportesno Brasil e na Espanha. Entreoutras experiências, já ocupoucargos diretivos na TNT Portugale na TNT Espanha. ●


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40 | edição nº109 | Mar | 2011 |Informe publicitárioCeMAT SOUTH AMERICA deve aquecer negócios dosetor de movimentação de materiais e logísticaDiversidade e representatividade da mostra e momento favorável de franco crescimento do segmento no Paísaumentam as expectativas favoráveis para a realização da feira, que acontece de 4 a 7 de abril, em São Paulo.Conduzido pela globalização, o setor demovimentação e logística apresenta taxas decrescimento como nenhum outro e a CeMATSOUTH AMERICA – Feira Internacional deMovimentação de Materiais e Logística nãopoderia acontecer em melhor momento paraas empresas brasileiras.Com o mercado em franco crescimentono Brasil, o evento deverá se tornar o principalacontecimento do setor na promoção denovos negócios, conforme explica FrankBender, presidente da Câmara Setorial deEquipamentos para Movimentação e Armazenagemde Materiais (CSMAN): “o mercadode movimentação e armazenagem no Paísestá em franco crescimento. Em 2010 observamoso melhor ano do setor até então, comfaturamento médio de 60% acima de 2009,que foi o ano da crise, mas ainda melhor que2008, que até então havia sido o melhor anoda história para a maioria das empresas donosso segmento”. E continua: “sob o ponto devista do desenvolvimento das empresas dosetor, a feira acontece no excelente momentopelo qual o nosso segmento está passando”.Realizada de 4 a 7 de abril, no Centro deExposições Imigrantes, em São Paulo, SP, afeira está pronta para atender à demanda dasempresas por um evento deste porte. “Comofabricantes de máquinas e equipamentos paramovimentação e armazenagem, buscávamoshá muitos anos uma feira internacional realizadaem São Paulo que pudesse realmente representaro nosso segmento”, afirma Bender.Segundo ele, a primeira edição da CeMATSOUTH AMERICA já é sucesso absoluto vistoque toda a área disponível foi totalmentecomercializada em 2010. “Para 2013 já estamosplanejando uma edição muito maior, compraticamente o dobro da área de exposição,além da presença de expositores de outrospaíses da América Latina para torná-la umadas maiores feiras de movimentação e armazenagemdo mundo”, diz.Considerado o maior evento mundialdesse mercado, com edições realizadas tradicionalmentena Alemanha, China, Rússia,Turquia e Índia, a CeMAT sulamericana é promovidano Brasil em cooperação com aCSMAM da Associação Brasileira da Indústriade Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) ecom a Associação Alemã de Fabricantes deMáquinas e Equipamentos (VDMA).A feira vem sendo amplamente divulgada,conforme conta Constantino Bäumle, diretorda Hannover Fairs Sulamerica. “Estamosdivulgando a feira em 100 países através dosrepresentantes e filiais da Deutsche MesseAG”. De acordo com ele, a expectativa é quea feira reúna 175 empresas em uma área de20.000 m².Cenário positivoSobre o desempenho do setor em 2011,o executivo da CSMAN afirma que as expectativassão muito boas. “É provável que iremoscrescer em faturamento devido ao grandenúmero de pedidos em carteira quetrouxemos de 2010”, diz. “Também acreditamosque podemos crescer em relação ao númerode pedidos recebidos dentro do ano de2011, batendo um novo recorde neste segmento”.Segundo ele, boa parte deste crescimentoestá sendo alavancada pelo aumentodo consumo interno do Brasil.Bender acredita que os investimentosestrangeiros aumentarão no País nos próximosanos. “Certamente o aumento do investimentoé proporcional ao crescimento dademanda em qualquer país e isto não serádiferente no Brasil. Tenho conhecimento quevárias empresas da nossa Câmara estãofazendo investimentos pesados no Brasil emnovas fábricas ou ainda na expansão de suasfábricas atuais, bem como lançando produtose nacionalizando produtos que até entãoeram importados.Show deEmpilhadeirasAlém de reunir exposição e fórum,a CeMAT SOUTH AMERICA apresentarátambém o Show de Empilhadeiras comdemonstrações práticas de sistemas decarga e descarga. As empresas Byg, Clark,Hyster, Linde, Jungheinrich, Still, Paletranse Yale farão demonstrações durante todo operíodo de realização da feira. A gradeoficial das apresentações pode serconferida no site da CeMAT:www.cemat-southamerica.com.brSoluções para toda acadeia IntralogísticaA diversidade da mostra comprova a forçada exposição e deve gerar muitos negóciosno setor durante sua realização. “A feira contarácom um mix de fornecedores para todaa cadeia intralogística, permitindo, assim,acesso às mais diversas inovações em umúnico lugar”, comenta Bäumle.Aqueles que buscam solução, implantaçãoe gerenciamento de projetos logísticos, porexemplo, podem procurar pela K-way durantea feira, empresa fundada em 1991. “Nossaexpectativa é que a primeira CeMAT no Brasilseja um marco histórico para o mercadosulamericano, dando uma maior visibilidadeinternacional para as empresas brasileiras”,comenta Eduardo Pitombo Mesquita, da áreade Marketing.Já quem busca veículos e rebocadoreselétricos encontrará diferentes soluções noestande da Veículos Jacto. Há 16 anos no Brasilatuando na venda e locação desses equipamentose na prestação de serviços de manutençãoe gestão de frotas, a empresa destacaráno evento o rebocador elétrico RB 60que arrasta até 6 toneladas, sendo a soluçãoideal para otimizar o transporte de cargas emercadorias dentro das indústrias. SegundoCarlos Alberto Rocha Lopes, coordenadorcomercial da empresa, o equipamento ofereceagilidade, baixa manutenção, emissão zerode gases e ruídos, além de total segurança àintegridade da carga e das pessoas ao redor.“Também acreditamos que a CeMAT estreiano Brasil em um momento muito favorável.Nossa economia continua estável e aquecida,o que nos anima ainda mais a ir em busca denovos negócios”, diz.A Jungheinrich também estará presenteapresentando um amplo programa de produtos.A empresa, com sede em Hamburgo, naAlemanha, apresentará, pela primeira vez emuma feira na América do Sul, sua empilhadeiratrilateral selecionadora de pedidos. O veículoEKX 515 é uma empilhadeira para estantesaltas, com capacidade de carga de até 1.500 kg.O equipamento alcança alturas de elevaçãode mais de 14 metros. "Veículos deste tipoestão chegando ao mercado brasileiro agora",frisa Markus Grallert, diretor Administrativo


| edição nº109 | Mar | 2011 |41da Jungheinrich Lift Truck, localizada emJundiaí (SP).Com 17 anos de atuação no mercado nacional,a Retrak Empilhadeiras também mostrarásua estrutura para atender ao mercadoda intralogística. A empresa loca ou vende umacompleta linha de empilhadeiras elétricas e acombustão e transpaleteiras elétricas. De acordocom Fábio Pedrão, diretor executivo, “aCeMAT é de extrema importância para o setorde intralogística pelo reconhecido know-howda promotora e por suas edições no exterior,o maior evento internacional deste segmento,respeitado por muitos profissionais e visitadapor público com alto nível de qualificação epoder de decisão nas empresas.”Complementando o fornecimento desoluções para o setor, a Cascade Corporation,empresa com mais de 60 anos de experiênciana fabricação de garras e acessórios paraempilhadeiras, lançará na feira, entre outrosequipamentos, o iFORKS. Tratam-se de garfosúnicos e inovadores capazes de pesar o produtoenquanto ele é movimentado. “Os iForksutilizam a tecnologia Bluetooth para transmitiros dados para um display sem fio instaladona cabine do operador. Com tempo de instalaçãode cinco minutos, os iForks são uma maneirafácil e econômica de aumentar a precisãoda pesagem e melhorar a eficiência em diferentesaplicações”, comenta Ramatis PedrosaFernandes, diretor-presidente da empresa.Novos negócios e aliançasEnquanto empresas brasileiras buscam naCeMAT a oportunidade para iniciar ou ampliara visibilidade de suas marcas nacional e internacionalmente,empresas de 17 países (Alemanha,Arábia Saudita, Áustria, Canadá, China,Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Holanda, Irlanda, Itália, Japão,Luxemburgo, Suécia, Suíça e Taiwan) enxergamno evento a porta de entrada para novosnegócios e novas alianças na América Latina.De origem italiana, a Cassioli Brasil, presenteno País há mais de 14 anos, acredita nosucesso da feira no mercado sulamericano.“Devido à experiência e aos resultados atingidospela nossa matriz nas participações noseventos da Europa, acreditamos que apresentarnossos equipamentos para armazenagemautomática na CeMAT, que será a maior vitrinedo segmento em todo cone sul, nos traráresultados“, diz Marcos Antonio Costa, gerentecomercial da empresa.Gilberto Viviani, gerente Nacional de Vendasde Pneus para Veículos Comerciais daalemã Continental Pneus, comenta que com arealização da Copa do Mundo FIFA 2014 e dosJogos Olímpicos de 2016, o Brasil deveráreceber grandes investimentos em infraestrutura,logística e no setor aeroportuário,o que deverá estimular ainda mais a venda deProgramação paralelaFórum Internacional deIntralogística e Supply ChainPara oferecer informação, atualização econtribuir para a qualificação dos diversosprofissionais de logística e Supply Chain, aCeMAT, em parceria com o ILOG – InstitutoLogweb de Logística e Supply Chain o SCC –Supply Chain Council-EUA, apresenta oFórum Internacional de Intralogística e SupplyChain, programado para acontecer durante arealização da feira, em São Paulo.Bäumle conta que aliar-se ao InstitutoLogweb para formatar o Fórum foi essencialpara garantir aos participantes algo inovadore de valor impar. “Queremos que o mercadose surpreenda e é o que esperamos que aconteçadurante esta primeira edição sulamericana”,comenta.Segundo Valéria Lima, fundadora do Instituto,trata-se de um evento ideal para estreitarrelacionamentos, ampliar conceitos efomentar negócios, promovendo, assim, ocrescimento do setor. “O Fórum é voltadopara COOs, VPs, diretores e gerentes delogística e supply chain de empresas dediversos setores, com grande peso na economianacional e influentes no cenáriologístico”, diz a executiva. Segundo ela, todoconteúdo gerado será objeto de negociaçãojunto ao governo e órgãos reguladores, coma voz dos praticantes da logística. Esteinstrumento tem sido utilizado pelos empresáriosde diversos países, incluindo EUA eArgentina e, pela primeira vez, no Brasil.Supply Chain Summit Brasil - 04/04 -No dia 4 de abril, abertura da CeMAT SOUTHAMERICA, será realizado o Supply ChainSummit Brasil 2011, reunindo os profissionaisdeste segmento com objetivo de ampliarconceitos, estimular negócios e promoverpneus industriais. “Nossa meta é acompanharesse crescimento do País e por isso a CeMATé a vitrine ideal para apresentarmos os nossoslançamentos e os diferenciais técnicos presentesem nossos produtos”, diz.Já a ULMA Handling Systems, integranteda espanhola Ulma Grupo Empresarial, estáem plena expansão internacional e considerao mercado brasileiro estratégico para seucrescimento. “Queremos incrementar nossoscontatos com empresas brasileiras que buscamsoluções de automatização logística, aumentando,assim, nossa presença no Brasil”,comenta Edurne Unzueta, da área de marketing.“Além disso, também esperamos firmarnovos contatos no mercado, fidelizar nossosclientes e alinhar novas alianças”, acrescenta.ações para o enriquecimento do setor. O objetivoé reunir executivos de Operações,Logística e Supply Chain, para discutir oseixos temáticos que fazem parte da cadeia deabastecimento, benchmarks e suasmelhorias. Os mediadores dos grupos serão:Prof. Dr. Orlando Fontes Lima Jr. – LALT-Unicamp; Prof. Dr. Lars Meyer Sanches –INSPER; Prof. Dr. Manoel Reis – GVLog-FGVe Prof. Dr. Paulo Sergio de Arruda Ignacio(FACAMP).Supply Chain World - 05/04 - Este programaabordará a cadeia de abastecimentosob diversas perspectivas. Serão discutidostemas como: “Melhores práticas para odesenvolvimento de modelos de contratos,projetos para redução de custos e melhoriasoperacionais”, com Tim Osmulski, daRaymond Corporation dos EUA; “Introduçãoao Supply-Chain Council e SCOR®”, comElcio Grassia, presidente do Supply ChainCouncil - Capitulo LatAm; “The New Realitiesfor Driving Supply Chain Excellence”, comJoseph Francis, CEO do Supply Chain Council;entre outros.Palestras, cases, minicursos – 06/04 -Compondo a grade do Fórum Internacionalde Intralogística e Supply Chain, no dia 6 deabril serão abordados os seguintes tópicos:“Rastreabilidade: Visibilidade, qualidade esegurança na Cadeia de Suprimentos”, comFlavia Ponde Bandeira F. Costa, da GS1 Brasil;“Síndrome do final do mês: Causas, impactose soluções”, com Lars Meyer Sanches,do LALT/UNICAMP; “Minicurso de reciclagemde operadores de empilhadeiras”, com RolandBuchhaas; “Logística Reversa e sustentabilidade”,com Ricardo Fógos, dos Correios;e palestra com Mauricio Kubrusly, entreoutros.Inscrições e mais informações pelo sitehttp://www.ilog.org.br/forumServiço:CeMAT SOUTH AMERICAData: 4 a 7 de abril de 2011Local: Centro de Exposições ImigrantesEndereço: Rodovia dos Imigrantes - Km 1,5São Paulo - SPPré-credenciamento e mais informaçõessobre a CeMAT SOUTH AMERICA:www.cemat-southamerica.com.br


42 | edição nº109 | Mar | 2011 |EspecialCeMAT vai apresentarmuitas novidadesEvento mais esperado dos últimos anos, a CeMAT SOUTH AMERICA – Feira Internacional deMovimentação de Materiais e Logística, que acontecerá de 4 a 7 de abril em São Paulo, SP, vaiapresentar as novidades e o que há de mais moderno nos setores. A realização é da Deutsche MesseAG – maior promotora de feiras do mundo, representada no Brasil pela Hannover Fairs Sul-america.Veja a seguir uma prévia do que vai ser apresentado no evento.Portapaletes, mezaninos eestantesA Açoforte (Fone: 11 5572.4694) é fornecedora desistemas de armazenagem e soluções tecnológicas.Portapaletes, mezaninos, estantes, flow-racks,push-backs, drive-ins, cantilevers e armazénsautoportantes são alguns dos produtos que aempresa fabrica e irá expor na CeMAT SOUTHAMERICA 2011.Sistemas para movimentaçãoe armazenagemA Águia Sistemas de Armazenagem (Fone: 423220.2666) está no mercado de movimentação earmazenagem de materiais desde 1973. Noportfólio de portapaletes, dispõe das opçõesdeslizante, de corredores estreitos e autoportante.Além disso, oferece sistemas como drive-in, drivethrough,armazenagem dinâmica paletizada, pushback, flow rack, transportadores, mezanino, unitflow e acessórios. No que diz respeito aoscontenedores, dispõe das opções aramado, tubulare especiais.Moitão pesadorDe aspecto similar a um moitão convencional, omoitão pesador da ACR Sistemas Industriais(Fone: 11 4121.7200) incorpora células de carga eum visor eletrônico. Possui opcionais como:memória somadora, controle remoto porinfravermelho para acionamento de 5 funções,impressora incorporada, visor eletrônico independente,transmissor de pesagem via rádio e giromotorizado. Podem ser acopladas a ele váriaspolias, conforme a necessidade do cliente. Temcapacidade de 2.000 a 32.000 kgf.Produtos plásticosA All Plastic (Fone: 11 3683.7990) édistribuidora exclusiva dos produtosplásticos da Eldorado, como caixas plásticaspaletizáveis ou não e paletes. As novidadessão contentores para 120 litros com rodas;caixas em polietileno de alta densidade parao setor frigorífico, logística e industrial em geral,também na versão aberta; contentores plásticos emPEAD virgem ou reciclado, para colheita, armazenamento etransporte de frutas e legumes em geral e para transporte e armazenamentode peças; paletes plásticos fechados, com capacidade de carga estática de3000 kg e dinâmica de 2000 kg, fabricados em polietileno de alta densidadeou em polipropileno e com opção de sapata plástica (antiderrapante); econtentor plástico injetado, fabricado em polipropileno, com capacidade de372 litros e opção de colocação de rodas para utilização como carro coletor.Baterias tracionáriasA Baterias Moura (Fone: 0800 7012.021) estará apresentando as bateriastracionárias LOG HDP High Density Plates Premium, LOG monobloco e, emdestaque, os lançamentos de baterias para locomotivas e trens e a novatecnologia Oportunity Charge. As baterias Moura LOG monobloco são usadasem plataformas elevatórias, rebocadores, veículos industriais, carros de golf,paleteiras, empilhadeiras, lavadoras e varredoras de pisos. Já a Linha MouraLOG HDP bateria High Density Plate Premium incorpora, segundo a empresa,tecnologia que proporciona mais densidade de energia, maior vida útil eautonomia superior nas operações com máquina elétricas, tanto em altascomo em baixas temperaturas. Sua aplicação é em empilhadeiras elétricas,paleteiras elétricas, rebocadores elétricos e outros veículos de traçãoelétrica.Locação de empilhadeirasA Bauko (Fone: 3693.9339) estará apresentando soluções e alternativasinovadoras de movimentação de materiais/carga, visando uma melhoreficiência operacional e menor custo para seus clientes, segundo informa adireção da empresa. O foco na feira será na área de locação deempilhadeiras e soluções logísticas.


| edição nº109 | Mar | 2011 |43Soluções dearmazenagemA Bertolini (Fone: 54 2102.4999) contacom quatro unidades de negócios:cozinha de aço, móveis planejados emMDF, sistemas de armazenagem emóveis de design exclusivo para redesespecializadas. As soluções dearmazenagem incluem: portapaletes,drive-in, cantilever, rack metálico eIntainer, divisórias industriais,portabobinas, portapaletes deslizante,drive-in dinâmico, push-back,autoportante, mezanino, passarela,estantes metálicas, portapaletes leve,flow-rack e bag dinâmico.Movimentação de cargaA Byg Transequip (Fone: 11 3583.1312)apresentará na CeMAT SOUTH AMERICAseus lançamentos em soluções paramovimentação de carga: BYG RL 2200,transpaleteira tracionária com capacidade decarga de 2.200 kg, motor blindado comcontrolador AC, sistema alimentado combateria de 24 V, sensor térmico e freioregenerativo acionado sempre que o operadordeixa de acelerar a empilhadeira; BYG ART1645 e BYG ART 1655, empilhadeirastracionárias com capacidade de carga de1.600 kg e elevação de 4.500 e 5.500 mm,respectivamente, dotadas de motor comcontrolador AC e sistema alimentado combateria de 24 V (Corrente Contínua). Entreoutros produtos, a Byg estará apresentandotambém os seguintes destaques: BYG LE 1.0– Paleteira ® elétrica com capacidade de1.000 kg; BYG RLT 1400 – Paleteira ® tracionária com capacidade de 1.400 kg; BYG ART-P1245 – Empilhadeira tracionária com capacidade de 1.200 kg, elevação de 4.500 mm eavanço do pantógrafo de 500 mm; BYG ART-DP 1535 – Empilhadeira tracionária comcapacidade para 1.500 kg e elevação de 3.500 mm, movimentando dois paletes simultaneamente;BYGART 2095 mm – Empilhadeira retrátil com capacidade de 2.000 kg eelevação de 9.500 mm; COMPACT CLIMB TRUCK – Empilhadeira sobe caminhão, comcapacidade para 500 kg e elevação 1.300 mm; e COMPACT PE 136 – Plataformaelevatória simples com elevação máxima 8.000 mm.


44 | edição nº109 | Mar | 2011 |Nivelador de DocaembutidoA Cargomax (Fone: 21 2676.2560) estaráapresentando o seu nivelador de docaembutido – montado embutido na doca esustentado em fosso especialmentepreparado para este fim. Pode ser fornecidocom acionamento eletro-hidráulicoou manual, com pestana basculante ouextensível telescópica. Possui acabamentosem esmalte sintético, jateado epóxi ougalvanizado a fogo, batentes de borrachae chapa de proteção lateral. Comoopcionais, pode incluir: escovas lateraisde vedação, guias de rodas, farol deiluminação e batentes em tiras especiais.Acessórios paraempilhadeirasA Cascade do Brasil (Fone: 13 2105.8800) traz pela primeira vez ao Brasil duastecnologias que já revolucionam a movimentaçãode cargas em empilhadeira nomundo inteiro. A primeira é o Layer Picker.Na construção de paletes de carga mista,o Layer Picker pode montar camadassimples ou múltiplas de produtos enlatados,engarrafados ou em caixas, substituindoo picking manual. Na prática, umúnico operador de empilhadeira com oLayer Picker pode montar 1.250 cases/hora. A outra novidade é o iFORKS: garfoscapazes de pesar o produto enquanto eleé movimentado. Utilizam a tecnologiaBluetooth para transmitir os dados paraum display sem fio instalado na cabine dooperador. Além destes lançamentos, osvisitantes poderão conferir também osprincipais equipamentos comercializadospela empresa: Single-Double Série G,novo modelo do duplo posicionador degarfos que permite a movimentação deum ou dois paletes simultaneamente;Garra Para Bobinas 77F com SwingFrame, que atende às necessidades daindústria de papel, no manuseio debobinas em qualquer diâmetro, peso outipo de papel, e tem a função de deslocamentolateral, proporcionando flexibilidadee possibilidade de armazenagem emlugares apertados; Garra para Fardos,para manuseio sem paletes de qualquertipo de produto empacotado como algodão,lã, tecidos, papelão ondulado, papel deimprensa, sucata, etc.; Rotator, garragiratória para descarga e movimentaçãode materiais armazenados em caçambasou como inversores de carga, tendo orecurso de rotação de 360º em ambas asdireções; e garfos para numerosasaplicações industriais e comerciais.AutomaçãoA Cassioli Brasil (Fone: 11 4525.1001)atua no segmento de movimentação earmazenagem de materiais e automaçãoindustrial. Fornece uma linha completa deprodutos, com fabricação própria, como:armazéns automáticos, sistemas dedicadosde movimentação, carros guiadosautomaticamente, linhas de montagem,células de paletização, sistemas de teste,linhas de separação de pedidos esoluções IT (WMS, WCS, MES). Comolançamento, apresentará equipamentosdestinados à armazenagem automática.Empilhadeirasarticuladas (NA e VNA)Comercialização e distribuição dasmarcas de empilhadeiras HangchaForklift, Dalian Forklift (de 1 a 45 tons eelétricas) e E-P Equipment, além deempilhadeiras articuladas para corredoresestreitos (NA, Narrow Aisle) e muitoestreitos (VNA, Very Narrow Aisle) Bendi,da Landoll Corporation, pás carregadeirassobre rodas (lançamentos) e produtospróprios. No mercado brasileiro, esta é aatuação da Clark Material HandlingSouth America (Fone: 19 3778.1300),que realiza, também, a distribuição evenda de partes, peças e suprimentospara empilhadeiras, equipamentos esistemas de movimentação de materiais.Pneus especiaisA Comercial Rodrigues (Fone 112093.8004) é especializada em pneusespeciais para todo tipo de equipamento,e está trazendo para esta edição da CeMATa linha da Solideal, com todos os seusranges de produtos, como rodas, pneus eesteiras para aplicações industriais,construção, fora de estrada e agrícolas.Estará lançando na feira a linha OTRSuperelástico maciço, todo em borrachanatural, para equipamentos portuários,aeroportuários, mineração, siderurgia emanipuladores telescópicos.Pneus industriaisA Continental (Fone:0800.170061) apresentarána CeMAT vários tiposde pneus industriais,como o Conti RV20, comparedes laterais reforçadas,aumentando aresistência a danos, eque emprega em suafabricação compostosque permitem diminuir aresistência ao rolamento e, assim, oconsumo de combustível e as emissõesde CO 2do veículo. Já o Conti RT20Performance tem novo desenho da bandade rodagem, que confere ao pneu melhor“footprint” e distribuição de carga, mesmoem operações severas. Por outro lado, odiferencial do sistema TSR (TubelessSealing Ring) da Continental é permitir amontagem de pneus sem câmara em arosconvencionais da indústria. O TSR écomposto por um anel de borrachareforçada com uma válvula integrada.Este anel tem por função selar o arcontido dentro do pneu, substituindo oconjunto câmara + protetor presente nossistemas atuais. A perda de ar em casode furo no pneu se dá de forma gradativa,reduzindo o risco de acidente. O pneuIC40 Extra Deep oferece estabilidadelateral e alta resistência a impactosquando aplicado em empilhadeiras. Essemodelo diagonal é indicado para operaçõesde médias e longas distâncias (de 500 a3.000 metros), preferencialmente emterrenos regulares e com velocidadesmédias. Disponível com câmara e protetor,o IC40 oferece sulcos extra profundos(Extra Deep). Os IC10/12 são modelosdiagonais com estabilidade lateral e boaresistência a impactos quando aplicadosem empilhadeiras. Indicados para operarem médias e longas distâncias (de 500 a3.000 metros) e, preferencialmente, emterrenos regulares, são comercializadoscom câmara e protetor. O pneu superelásticoSC18 é indicado para operar dentroou fora de instalações industriais.É confeccionado com compostos deborracha otimizados. Os pneus MH20/MC20 são particularmente adequadospara movimentações de baixas velocidadese capazes de suportar altíssimascargas, sendo uma opção econômica esegura para utilização em empilhadeirascontrabalançadas elétricas. Segundo aContinental, são totalmente a prova defuros e de fácil manutenção e recomendadospara trajetos curtos, onde osespaços são limitados como, porexemplo, grandes maquinários em árearestrita ou na estocagem de materiais e/ou produtos acabados.


| edição nº109 | Mar | 2011 |45Locação deempilhadeirasA Coparts (Fone: 11 2633.4005)estará presente na 1ª CeMATapresentando: locação deempilhadeiras Hyundai e Paletrans;peças de reposição multimarcas deempilhadeiras; e serviços demanutenção preventiva e corretivade empilhadeiras multimarcas.Empilhadeiraselétricas e acombustãoA Dabo Material Handling –Clark (Fone: 19 3856.9090)comercializa empilhadeiraselétricas contrabalançadas de trêse quatro rodas, transpaleteiras comoperador andando e a bordo, bemcomo empilhadeiras a combustãointerna de 1.500 a 8.000 kg, alémde peças genuínas da marca Clark.Transportadoresde cargaSistemas de armazenagem,embalagem e paletização, bemcomo transportadores flexíveis,transportadores móveis para cargae descarga, transpaletes,empilhadeiras manuais e elétricas,sistemas de separação de pedidos,classificação automática esoftware WMS são alguns dosprodutos da Dematic (Fone: 112877.3607), que também oferecesoluções em RFID e SAP.Carregadores para bateriastracionáriasEspecializada em controles de potência, aDieletro (Fone: 11 2916.4784) atua nas áreasde carregadores para baterias tracionárias eprojetos de salas de baterias. Desenvolve,executa e comercializa produtos destinados àárea de eletroeletrônica, especificamente emcontroles de potência. Em seu portfólio estãoretificadores industriais de até 50.000 ampères,retificadores de corrente pulsante, retificadoresindustriais para carga de baterias estacionárias,de 10 a 1.200 ampères, estabilizadores detensão AC até 100 kVA, transformadores,indutores, reatores, inversores, carregadorespara telecomunicações e no-breaks.Sistema modular etalha elétrica de correnteSão dois os produtos a serem apresentados pelaDüren Equipamentos industriais (Fone: 114543.7385). O primeiro é o Sistema Modular DR,dotado de componentes modulares e padronizados edestinado a compor aplicações em sistemas paramovimentação leve (até 2,0 toneladas) e suspensa demateriais, como sistemas de pontes rolantes,sistemas de monovias, braços giratórios e pórticosrolantes, sendo intercambiável com os principaissimilares de mercado (“KBK”). O outro produto a serexposto é a talha elétrica de corrente DRT, paraelevação de cargas até 1,0 ton e indicada para uso emsistemas de pontes rolantes, sistemas de monovias,braços giratórios, pórticos rolantes ou mesmo fixa.


46 | edição nº109 | Mar | 2011 |Baterias e carregadoresProdução e comercialização de baterias e carregadoresde baterias para uso industrial. Estão são asespecialidades da EnerSystem (Fone: 11 2412.7522), que trabalha com baterias estacionárias etracionárias para empilhadeiras, paleteiras e outrosequipamentos voltados à movimentação de carga.Entre os serviços oferecidos estão: instalação,reparo, manutenção preventiva e corretiva, além dedesmontagem, retirada, reciclagem e/ou destinaçãofinal de baterias em desuso, de acordo com alegislação vigente.Baterias tracionáriasA Exide South America (Fone: 11 5096.3590)estará apresentando a sua linha de bateriastracionárias para aplicações em empilhadeiras epaleteiras elétricas e a linha de baterias monoblocopara aplicações em carros elétricos, carrinhos degolf, rebocadores e outras aplicações.Componentes para guindastesA Forjas Irizar (Fone:34 943 880 936) éfabricante de componentesoriginais paraguindastes e equipamentosde elevação.Localizada na Espanha eexportando para todo omundo, oferece ganchosforjados para guindastese blocos de ganchoscompletos até 1000toneladas, além demanutenção e peças dereposição. A empresa atua com projeto, fabricação etestes de componentes para guindastes voltados aossegmentos de siderurgia, indústria naval e offshore,terminais de carga, hidrelétricas e nuclear, exportandopara o Brasil por mais de 15 anos.Carregador de bateriasA Fronius do Brasil (Fone: 11 3563.3803) estaráapresentando a série de carregadores Selectiva, com4 classes de desempenho, para baterias de 12, 24,36, 48, 72 e 80 V (220 V até 440 V). Todos comsimples operação, curvas características ajustáveis emonitor com LED de fácil leitura. Segundo a empresa,com um único carregador é possível carregar váriasbaterias de voltagens diferentes e, com classe deproteção IP 44, mantém-se firme mesmo emambientes operacionais ásperos. Possui acessórioscomo lâmpada de sinalização, que indica, através dacor, o estado atual da carga. Com estruturas e pesoscompactos, são a base para área de aplicação móvel,economizando áreas em depósitos.TMS para gerenciamento de fretes contratadosO principal destaque da GKO Informática (Fone: 21 2533.3503) na CeMATserá a nova versão do TMS para gerenciamento de fretes contratados, o GKOFrete. O sistema promete: redução em 2% do valor dos fretes com auditoriade valores a pagar; redução de pelo menos 3% dos fretes com uso desimulação para comparar preços; Via Web Service/DLL, apresenta ao ERP ousite o melhor preço de frete; acompanhamento de processos de entregas eavaliação da qualidade no transporte; Integração contábil e fiscal com o ERP,com 100% de aderência ao SPED; dispositivos de segurança 100% aderentesao SOX; e relatórios gerenciais flexíveis e configuráveis pelo usuário. A GKOtambém vai aproveitar a feira para ampliar a divulgação das atividades darecém-criada Logpartners, novo braço de negócios, em 2011. A Logpartnersseguirá o modelo de Business Process Outsourcing (BPO), oferecendo serviçoscomo auditoria de fretes, acompanhamento de entregas de mercadorias,planejamento de estratégias para gestão de frete e de rotas para transportadoras,entre outros. Além disso, a unidade irá disponibilizar aos embarcadoressoftwares como o GKO Frete e Roadshow para o planejamento e controle dasoperações de transporte.Carrinhos em aço e alumínioA Great Taiwan MaterialHandling, localizada emTaiwan, fabrica todos os tipos decarrinhos (em aço e alumínio),bem como carrinhos-plataforma,especiais, porta-ferramentas eacessórios. Consultar http://www.yeweyih.com.tw ouwww.handtruck.com.tw parainformações adicionais.Paletes em materiaisrecicladosCom equipamentos de última geração eo sistema de intrusão, a Green Pallet(Fone: 51 3469.8029) produz paletes apartir de materiais reciclados.Monoblocos, são apresentados emquatro modelos: GP 101/3, paratransporte e estocagem dos maisvariados tipos de mercadorias; GP 101/6, também para transporte eestocagem dos mais variados tipos de mercadorias e dotado de três travessas,facilitando o manuseio com paleteiras elétricas e manuais; GP 102/3-C,com cantoneiras nas extremidades e também três travessas; e GP 102/3-S, dedesign diferenciado e três travessas.


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48 | edição nº109 | Mar | 2011 |Empilhadeiras retráteise paleteirasA Hyster (Fone: 11 5683.8509) vaiapresentar a sua linha completa deempilhadeiras, desde paleteiras com ousem torre e de corrente alternada,passando pelas máquinas retráteis, atéas mais diversas contrabalançadaselétricas. Nas máquinas a combustão,além das de 2.5 ate 3.5 toneladas quesão fabricadas no Brasil e possuemFINAME, também serão apresentadasmáquinas de 4, 5 e 7 toneladas e omais novo lançamento, a de8 toneladas.Coletores de dadosA Intermec (Fone: 11 3711.6770)apresentará na CeMAT SOUTHAMERICA os coletores de dados CS40,CN50 e CN3 e as impressoras compactasPB2 (para rolo de duas polegadas) ePB3 (para rolos de três polegadas). Omais novo lançamento da marca é oCS40, coletor de dados portátil comtamanho e design de um smartphone.Foi projetado em tecnologias WindowsEmbedded Handheld, incluindo aplataforma Windows Mobile, edesenvolvido para profissionais móveis,que precisam de aquisição e acessoconfiáveis a informações em tempo realno ponto de trabalho.Sistemas dearmazenagemA Indusa (Fone: 11 4793.6400), marcaque pertence à Mogifrigor Tecnologia,dispõe de portapaletes, estantes,mezaninos e divisórias, entre outrasopções para armazenagem de materiais.Além de desenvolver novosprojetos, a empresa fabrica peças dereposição para clientes que já possuemequipamentos Indusa.Sistemas dearmazenagemA Isma (Fone: 19 3814.6000) possuiquatro linhas de produtos: móveis deaço, sistemas de armazenagem, estantese arquivos deslizantes. A linha desistemas de armazenagem é compostapor: portapaletes, mezaninos, drive-in/drive-through, estantes, estantes compiso, cantilever, flow-rack, push-back edivisórias.Baterias industriaisA Fulguris – New Power Sistemasde Energia (Fone: 11 6412.1922) fabricabaterias industriais para diferentessetores, dentre eles o de empilhadeirase paleteiras elétricas. A empresa realizacursos de operação e manutenção debaterias industriais.Rebocabor elétrico dealta capacidadeA Veículos Jacto (Fone: 14 8114.2490)traz para a primeira edição nacional daCeMAT o lançamento do rebocadorelétrico RB 60. Com capacidade paraarrastar até 6 toneladas, possui limitadorde velocidade, regeneração automáticade energia das baterias, motorização decorrente alternada, frenagem de serviçodianteira e traseira, dispositivo pushpull,retrovisores convexos, bancos comsuspensão e apoio de braço, iluminaçãoem LED´s, entre outros.Empilhadeiras trilateral ede mastro retrátilCarregadores de bateriasA JLW Eletromax (Fone: 19 3491.6163)estará presente na CeMAT SOUTHAMERICA 2011 apresentando uma novalinha de carregadores de bateriasbaseados na tecnologia IGBT (tecnologiade semicondutores que representa o maisrecente circuito eletrônico de energiadisponíveis para aplicações de altapotência industrial. O IGBT é um switch dealta frequência que permite altas saídasde corrente com a maior eficiência e fatorde potência). A empresa atua no mercadoproduzindo carregadores de bateria,suportes e carrinhos para salas de bateria,atendendo às linhas automotiva etracionária em todo o território nacional epaíses da América Latina. Atualmente, aJLW apresenta a linha New Charger S.8(Linha trifásica NC e monofásica MT), quefoi desenvolvida exclusivamente para recarregarbaterias tracionárias com sistemamicrocontrolado (software exclusivo) quemonitora todo o ciclo de carga e arquivaem sua memória até 200 ciclos de recarga.No segmento de serviços está presentenas áreas de: reforma e manutenção decarregadores de bateria; locação e terceirizaçãode mão de obra; desenvolvimento deprojetos completos para salas de baterias.Paletes e racksNa CeMAT 2011, a José Braulio Paletes(Fone: 11 3229.4246) estará apresentandoa sua linha de paletes e racks, além delançar os paletes one-way, com medidas de1.200x1.000 mm, 4 entradas e capacidadede carga de 1.000 kg.A Jungheinrich (Fone: 11 4815.8200) apresenta,pela primeira vez em uma feira na América do Sul,a sua empilhadeira trilateral selecionadora depedidos. O veículo EKX 515 é uma empilhadeirapara estantes altas – alcança alturas de elevaçãode mais de 14 metros – com capacidade de cargade até 1.500 kg. Um comando inteligente, comsistema de comando e CAN-Bus com certificaçãoTÜV, oferece muitas novas características desegurança e deixa o veículo aberto a futurasexigências da logística de armazéns. Outros destaques da Jungheinrich são asempilhadeiras de mastro retrátil. Além das séries já presentes no mercado há váriosanos, a Jungheinrich também disponibiliza uma empilhadeira multidirecional, que foilançada no final de 2010. O veículo, modelo ETV Q20, possui comando eletrônico detodas as rodas e, com isso, pode se deslocar em praticamente qualquer direção.Isto permite a aplicação em todos os lugares onde é necessário transportar materiaislongos por corredores estreitos e em grandes alturas de elevação.


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50 | edição nº109 | Mar | 2011 |Carregadoresde bateriasOs produtos da KM(Fone: 19 3886.8044)são destinados aempilhadeiras elétricas,rebocadores, carros elétricos elavadoras de pisos, entre outros.Incluem carregadores de bateriascontrolados por microprocessador, oschamados computadorizados comtrês estágios de carga, registrando as20 últimas cargas, proporcionandovida longa para a bateria e economiade energia elétrica. Tambémabrangem carregadores de bateriascom carga pulsante. A empresa atua,ainda, com modernização e nacionalizaçãode carregadores de qualquermarca e modelo.Sistema de expediçãocom tecnologia shuttleGalpões em lona eplataformasniveladorasA Kopron do Brasil (Fone: 114525.2520) atua com a venda elocação de galpões com medidasespeciais e pé direito de até 8,5 m,cobertura em lona de alta resistênciae durabilidade e conforto térmicoproporcionado através das portas devão total. Se a necessidade é paraárea de movimentação de carga, aempresa oferece solução completa,através de plataformas niveladoras dedoca mecânicas e eletro-hidráulicascom medidas e capacidades variadas,portas seccionais, portas rápidas esanfonadas de pequenas e grandesdimensões, abrigos e portais isotérmicospara doca. Em 2011, a empresatraz ao mercado o novo modelo deportas rápidas de empacotar, enrolare impactáveis, com grandesdiferenciais e novo design.A Knapp (Fone: 41 3311.4950) estaráapresentando na CeMAT uma tecnologiapara Centros de Distribuição defácil operação. Com o conceitoshuttle, a empresa reduziu a variedadede tecnologias utilizadas em umCentro de Distribuição e tornou-o fácilde operar. Além dos equipamentos deejeção automática de produtos SDApara o processamento de produtos dealto giro, a Knapp agora empregasistemas de transporte, tanto nasáreas de picking como nas áreas dearmazenagem e expedição. O OSRShuttle pode ser utilizado para ofornecimento rápido de produtos demédio e baixo giro – espaço adicionalde armazenagem é gerado e, atravésda separação de produtos com atecnologia “goods-to-person”, não hátempo de espera nem de deslocamento.Para a modernização da área deexpedição, a nova tecnologia OSRShuttle da Knapp oferece uma soluçãoaltamente flexível, com a classificaçãodos volumes em alta performance.Empilhadeiras eselecionadoras depedidosA linha de equipamentos nacionais daLinde Material Handling (Fone: 113604.4755) inclui transpaletes elétricoscom operador a pé e com operador abordo, selecionadoras de pedidos comoperador a bordo, empilhadeiraselétricas patoladas e empilhadeiraselétricas retráteis.Transportadores aéreosA Linx Logística (Fone: 112103.2455), especializada em logísticainterna, desenvolve soluções integradaspara otimizar os processos demovimentação, armazenagem eseparação de pedidos de matériasprimas,produtos semiacabados emercadorias em geral, por meio deconsultorias, locação, comercializaçãoe implementação de equipamentos,como transportadores aéreos,classificadores de bandejas, picking tolight e sistemas de elevação emespiral, entre outros.


| edição nº109 | Mar | 2011 |51Racks metálicos eestruturas fixasPaletes e caixasde madeiraA Longa Industrial (Fone: 153262.8100) conta com ampla linha deracks metálicos e estruturas fixas,atendendo aos mais amplos nichosde mercado quando o assunto éarmazenagem. Seus principaisprodutos são: MPA – Módulo Padrãode Armazenagem, Portabag (rackmetálico para acondicionamento debig-bags), Long-Pallet, (rack paraarmazenagem de produtos paletizadosou depositados diretamente emsua base), Long-Tainer (rack modularautoempilhável), portapaletes, drivein,push-back e mezanino.Empilhadeiraselétricas e a GLPA Marcamp (Fone: 19 3772.3419)atua nos segmentos de empilhadeiraselétricas e GLP, portas industriais,niveladores de docas e equipamentospara o controle e coleta de dados,como coletores de dados, leitores dedados e impressoras térmicas,disponibilizando ao cliente todo oapoio técnico de aplicação e operacional.Na CeMAT estará destacando:venda de empilhadeiras e transpaleteiras,de peças de reposição paraempilhadeiras, de coletores de dados,leitores de dados e impressorastérmicas e de suprimentos paraimpressoras térmicas.Pneus de caminhãoA fabricante de pneus Michelin(Fone: 0800.9709400) anunciou háalguns meses a expansão de suaplanta em Campo Grande, RJ, tendoem vista atender à forte demandaprovocada pelo aquecimento domercado brasileiro de caminhões.Além deste segmento, a fabricantede pneus tem opções que atendem aoutros mercados, como o daconstrução e de empilhadeiras.Produção de paletes e caixas demadeira para movimentação e armazenagemde materiais é a especialidadeda Matra do Brasil (Fone: 11 4648.6120) há 38 anos. Com capacidadeprodutiva mensal de 210.000 paletes,a empresa é certificada pelo Ibama eCETESB – Companhia de Tecnologia deSaneamento Ambiental, além deser credenciada pelo CPP/ABRAS/IPTpara a fabricação do palete PBR e pelaAPME – Associação de Fabricantes dePlásticos da Europa para produção dopalete CP no Brasil. Possui uma linhaautomática de montagem, importadada Espanha, com capacidade produtivade 400 paletes PBR/hora, e oferecepalete PBR, paletes cativos de usosmúltiplos, paletes one-way e lateraisdobráveis. Atua, também, com locaçãode paletes PBR, Sistema PDS – PBRDynamic System (Pool de Paletes) emanutenção de paletes.Automatizaçãode armazénsSistemas de armazenagem: este é ofoco de atuação da Mecalux(Fone: 0800.7706870), que produz,comercializa e presta serviçosrelacionados a sistemas de armazenagem,armazéns automáticos parapaletes e caixas, além de outrassoluções do segmento de armazenagem,que englobam paletização,separação, etc. Recentemente, lançouo software de gestão de armazénsMecalux Easy, que possui seis níveis.O primeiro e segundo correspondem aarmazéns convencionais, enquanto oterceiro nível corresponde a umarmazém automático básico. A partirdo quarto nível, é voltado paraarmazéns que requerem maioresespecificidades, grau de automatizaçãoe análise das necessidadesespecíficas das empresas.


52 | edição nº109 | Mar | 2011 |Consultoria emSupply ChainA Miebach (Fone: 11 5505.1223) é umaempresa de consultoria que atua desde oSupply Chain Design até a implementaçãode sistemas integrados de logística eprodução. As áreas de atuação incluem:suprimentos, sistemas de distribuição,Centros de Distribuição, sistemas deprodução, transportes, processos deplanejamento, organização e controlling.Plataformas veicularesPlataformaselevatórias decargas veiculares,plataformasniveladoras dedocas, guindasteshidráulicosveiculares, docasmóveis de carga, plataformas elevatóriaspantográficas e cestos para trabalhosaéreos. Estes são os equipamentosfabricados pela MKS EquipamentosHidráulicos – Marksell (Fone: 114789.3690).EmpilhadeirasDesde 2008, a Movicarga (Fone: 115014.2477) é distribuidora oficial dasempilhadeiras Nissan Forklift no Brasil.Comercializa equipamentos novos edispõe de acessórios, pneus e insumos,entre outras peças, sempre de procedênciaoriginal. Além disso, presta serviçosde assistência técnica e manutenção, pormeio de ferramentas como um softwareque permite monitorar e controlar asatividades das máquinas.Garfos paraempilhadeirasAs novidades da fabricante de garfospara empilhadeiras MSI-Forks (Fone: 115694.1000) para a feira são algumasferramentas interativas, que permitirãoaos visitantes entender melhor ainspeção preventiva de garfos. Alémdisso, a empresa vai cadastrar e divulgarseus novos canais de comunicação:Facebook, Twitter e Youtube. Os garfosda empresa são produzidos em açocarbono e seguem as normas desegurança e padrão internacionalISO 2330.Armazéns infláveisEspecializada em coberturas para áreasde eventos e armazenagem, a Nautika(Fone: 11 2462.4622) fornece armazénsinfláveis com infraestrutura completa,incluindo recursos como ar-condicionado,banheiros, palcos, arquibancadas, etc.A empresa atua com venda e locação, esua abrangência de atendimento énacional, englobando comercialização,montagem e manutenção.Manutenção emcarregadores e bateriastracionáriasA NCA (Fone: 19 3889.1909) presta serviçosde manutenção preventiva e corretiva emcarregadores e baterias tracionárias dequalquer marca e modelo, bem comomontagem de baterias novas, na qual utilizaos elementos dos grandes fabricantesnacionais. Possui uma frota composta porum caminhão para 2500 kg e sete carrosoficinacompletos para fazer reparoscorretivos sem necessidade de retiradasdos equipamentos. Efetua manutençõespreventivas nas instalações dos clientes etrabalha, também, com a alocação debaterias de terceiros em suas instalações,onde as mantém sempre carregadas eprontas para o uso, e a ativação de bateriasimportadas seco-carregadas.Empilhadeiras tracionáriase transpaletesA série PX, fabricada pela Paletrans (Fone:16 3951.9999), tem em seu diferencial aelevação e tração elétrica. Segundo aempresa, são empilhadeiras tracionáriascom o menor custo do mercado e trazempraticidade na movimentação de materiaise adequação da logística de fábricas,armazéns e Centros de Distribuição comausência de força física do operador paramanuseá-las. São apresentadas em quatromodelos para atender as diferentesnecessidades do mercado e contam comcontrole de velocidade elétrico, duasbaterias e carregador acoplado. Já a sérieTE de transpaletes elétricas tem em seudiferencial a rapidez na movimentação dascargas, também segundo a empresa. Comou sem plataforma para operador, estãodisponíveis em dois modelos, TE18 e TE25:a velocidade da TE18 pode chegar a 6 km/hsem carga e 5 km/h com carga, enquanto aTE18 pode chegar à velocidade de 12 km/hsem carga e 10 km/h com carga.Empilhadeiras e bateriastracionáriasA Grupo Prestbater (Fone: 11 4496.4430) conta com três empresas, cadauma com uma especialidade. A RentalEmpilhadeiras é hoje uma empresavoltada para o segmento de locação deempilhadeiras elétricas e a combustão,bem como paleteiras e rebocadores.A Prestbater é especializada em serviçosde manutenção e reforma de empilhadeiras,projeto e construção de salas decarga de baterias. E, finalmente, aEurotrac, que atua no segmento debaterias tracionárias para empilhadeiraselétricas, com reformas e manutençãode baterias e gerenciamento de salas decarga. A Eurotrac firmou recentementeparceria com uma empresa multinacionaleuropeia e estará lançando na feira amais nova bateria tracionária domercado: a Energy-Ac.Mão de obraespecializada emoperações logísticasA Quality (Fone: 11 4581.7366) é umprovedor de soluções em logística emovimentação especializado emlogística interna, oferecendo umconjunto de serviços integrados para asnecessidades operacionais e derecursos humanos, centrando umsistema eficiente de seleção, contrataçãoe administração de mão de obra.Oferece os seguintes serviços: carregamentoe descarregamento de veículos,separação e conferência de mercadorias,motoristas e ajudantes para veículos deentregas, paletização, controle eaplicação de filme stretch, operaçãocom empilhadeiras e paleteiras emontagem de kits e embalagens.


| edição nº109 | Mar | 2011 |53Conjunto de portasseccionais, abrigos eniveladoresA Rayflex (Fone: 11 4645.3360)participa da CeMAT mostrando umasolução completa para a logística: é oconjunto de portas seccionais + abrigosretráteis + niveladores para fechamentode grandes vãos em centros dearmazenagem e distribuição, terminaisde carga, depósitos e similares,utilizadas quando do carregamento edescarregamento de caminhões. Asportas seccionais são fabricadas compainéis metálicos isolantes, pintados,formando um sanduíche de 40 mm,preenchido com poliuretano e dotadosde janelas termoacrílicas com parede dupla. Podem ser automatizadas ou não e fabricadassob medida, embora na maior parte com altura de 2,50 m e largura de 2,60 m. Do conjuntofazem parte os abrigos retráteis Rayflex fabricados em PVC com espessura de 3 mm e malhade poliéster de reforço interno, dotados, na parte frontal, de faixa de sinalização na coramarela para orientar a manobra dos veículos. Para completar o conjunto de docas, a Rayflexvai apresentar as plataformas niveladoras com parada de emergência, válvula de segurançaem cilindro de elevação para o bloqueio em caso de ruptura da mangueira, saias lateraismóveis que fazem o papel de “guardas de pé”, relevo antiderrapante superior e comando porsistema elétrico. Podem suportar cargas dinâmicas de até 10 toneladas estáticas.Locação e vendade empilhadeirase paleteirasNa CeMAT, a RetrakEmpilhadeiras (Fone: 112431.6464) mostrará suaestrutura para atender aomercado da intralogística e,também, a sua ampla linha deprodutos e serviços queoferece: a locação e a vendade equipamentos; a mão deobra capacitada para gestãoda sala de baterias; osserviços de manutençãoespecializada; peças e suaárea de projetos especiais.A empresa vai reforçar a ideiade que sua frota conta comvariedade de equipamentosespecíficos para atividadesdiferenciadas dentro dosarmazéns em seu portfólio aoexpor uma empilhadeiratrilateral e uma selecionadorade pedidos.


54 | edição nº109 | Mar | 2011 |Portas automáticaspara boas práticas defabricaçãoA Rite Hite (Fone: 11 3527.9590) estátrazendo para o Brasil seu mais recentelançamento em portas rápidas, a linhaFastrax Clean. Trata-se de uma novageração de portas rápidas que podem servirpara várias aplicações onde há necessidadesde limpeza e lavagem constantes paracumprir os requisitos de Boas Práticas deFabricação da USDA e FDA. Segundo aempresa, os trilhos, a cortina e os controlesforam construídos para uma limpeza rápida efácil. Também possui um avançado sistemade engrenagem e borda lateral com esferasde tração, eliminando a necessidade demolas, polias ou sistemas de contrapeso.A porta opera à velocidade de 2,5 m/segundo, permitindo que os ciclos sejammais rápidos. Todos os modelos possuem osistema de reinserção automática, quereposiciona automaticamente a cortina notrilho lateral em caso de impacto acidental,sem a necessidades de tempo parado ouuso de ferramentas.Pneus superelásticosA Rodaco (Fone: 11 4427.6656) produz,exclusivamente, pneus superelásticos paraempilhadeiras, rebocadores, carregadeirase minicarregadeiras em quatro modelos, deforma a atender às diferentes necessidadesde cada cliente e ou operação – Standard,Confort, Elite e Extreme – tanto pretosquanto brancos não-manchantes.E completa sua linha de comercializaçãode pneus paraempilhadeira compneumáticos diagonais eradiais. Durante aCeMAT, estará lançandosua linha de pneumáticosRadiais Double Coin.Pneus, rodas e garfosA Rodafer (Fone: 11 3906.1616) foicriada há mais de 15 anos com opropósito de ser a solução em pneuspara empilhadeiras. Hoje, trabalhatambém com rodas e garfos, além deoferecer serviços de acompanhamentotécnico e montagem e desmontagem,entre outros.Esteiras paraaeroportos eautomatizadasNa CeMAT, aRukava (Fone: 112969.8433) estaráexpondo sua linhade esteiras paraaeroporto e umsistema de esteirasautomatizadas.Pontes rolantes etalhas elétricasA linha de produtos da SAMM (Fone: 114613.8133) inclui talhas elétricasespeciais, de correntes e de cabos deaço, bem como barramentos elétricosblindados e monovias retilíneas ecurvilíneas. Abrange, ainda, pontesrolantes comuns e especiais, pórticosrolantes, guindastes giratórios esistemas modulares SK-II.Baterias tracionáriasA Saturnia (Fone: 15 3235.8000)desenvolve baterias industriais, sistemasde energia em corrente contínua egabinetes outdoor. Na área de bateriastracionárias, a empresa destaca aSaturnia Perfect Tracionária Ventilada,disponível em versões de 114 a 1650 Ah.Acessórios paraempilhadeirasDiversos equipamentos da Saur (Fone:3376.9322) estarão expostos. Como oposicionador triplo de garfos Saur Kaup,que permite efetuar o transporte de 2 ou4 paletes simultaneamente com duplaprofundidade, pois possui garfos maiscompridos. Os seis garfos são movimentadoscom apenas um comando. Outroacessório a ser exposto é a garra hidráulicapara fardos de algodão, lã, fibrassintéticas, celulose, aparas de papel, fenoe bagaço de cana, blocos de sucata, blocosde espuma, entre outros. Pode ser instaladaem empilhadeiras, pás-carregadeirase retroescavadeiras, e os braços sãofornecidos com diversas dimensões e,opcionalmente, com revestimento em inoxpara evitar contaminação, principalmenteno caso de fardos de celulose. Já as garraspara bobinas, que também serão expostas,são produzidas em diversos modelos ecom braços em aços de alta resistência,conchas com design moderno, para reduzirdanos ao papel, e sistema de molas queposicionam as conchas, visando melhorângulo de ataque. As válvulas de controlemáximo de pressão protegem a garracontra sobrecargas. Também será apresentadoo garfo telescópico manual da Vetter,que permite alongamento manual, semnecessidade de ferramentas. Para alongar,um pino é retirado do garfo, o qual éposicionado mais à frente e novamenteparafusado. A Saur ainda trará outrasnovidades em equipamentos para logística,através da representação das empresasProbst Greiftechnik Verlegesysteme GmbH,da Alemanha, Elebia, da Espanha, eMantis Crane, da Irlanda.Automação de armazénsA Scheffer (Fone: 42 3239.0700) oferecesistemas como transelevadores, miniloads,transportadores horizontais deroletes e correntes, mesas elevatóriashidráulicas e montacargas, entre outrosprodutos voltados à movimentação decargas. A empresa desenvolve tambémprojetos especiais de acordo com osprocessos do cliente e dispõe do SGA –Sistema de Gerenciamento de Armazém,que informa a localização da carga noarmazém vertical e é integrado a outrossoftwares operacionais.


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56 | edição nº109 | Mar | 2011 |Roda de PU verde erebocadorA Schioppa(Fone: 112065.5200)lançou maisuma linha derodas empoliuretano moldado. São asrodas de PU Soft, produzidas combanda de rodagem em poliuretanoespecial de alta performance,com dureza 75 shore A, na corverde, aplicado no núcleo de ferrofundido. Podem ser produzidascom camada dupla ou simples.Segundo a empresa, devido a suamaciez, rolam com suavidade esilenciosamente, protegendo opiso, a carga e o próprio equipamento.Por sua alta resistência,apresentam facilidade na movimentaçãode equipamentostracionados ou não e são resistentesà abrasão, produtosquímicos, óleos e cortes, podendooperar tanto em pisos externoscomo internos. Outro produto daempresa é o Towi. Classificadocomo um rebocador, é um equipamentoretrátil, de pequeno porte,ideal para a movimentação dealtas cargas dentro da empresa,proporcionando esforço zero aooperador. É fornecido em trêsmodelos, variando de força paratracionar de 1.000 a 3.500 kg.Linhas demovimentaçãocontínuasA SEE Sistemas (Fone: 113623.6540) fornece desde umsimples transportador de roleteslivres até sistemas de movimentação.E lança, na CeMAT 2011,linhas de movimentação contínuascom perfis de alumínio, dotadasde transportadores de roletes,correntes termoplásticas ecorreias, de acordo com o tipo deproduto a ser movimentado, comotambém sistemas de picking esorter, sistemas de paletizaçãorobotizados e veículos guiadosautomaticamente (LGVs), além detoda a inteligência necessáriapara seu funcionamento e gerenciamento,com softwares de automaçãoque monitoram e controlamtodas as atividades das linhas.Produtos para fechamentode embalagensTradicional fabricante e fornecedora de fitasde aço para embalagem, a Serralgodão (Fone:11 5060. 5600) apresenta na CeMAT a suaampla linha de produtos para o fechamento deembalagens industriais. Estarão em exposiçãofitas para arqueação de paletes e caixas (emaço, poliéster e polipropileno), ferramentas deaplicação destas fitas (manuais, pneumáticase elétricas), acessórios diversos, filmesstretch e a linha da Wulftec International, comvários modelos de equipamentos paraembalagem de paletes com filmes stretch.O destaque será o equipamento WulftecSMLP200, com o sistema NTPS de colocaçãode filme, segundo a empresa, o mais fácil deoperação do mercado, e dotado do maisavançado tipo de revestimento dos roletes depré-estiramento, resistente a corte. Temcapacidade de trabalho para 30 a 40 paletespor hora, com peso da carga de 1.800 kg.Levantador eletromagnéticopermanente e barramentoblindadoA Seyconel (Fone:41 3201.8000),empresa especializadano fornecimentode equipamentose acessórios paraiçamento e movimentaçãode carga,traz para o Brasil olevantadoreletromagnéticopermanente (EPM),considerado o queexiste de maismoderno emiçamento de carga com tecnologia magnética.Possui controle de intensidade magnética, quepermite controlar a espessura de chapa a serlevantada em valores de 75%, 60%, 40% e25% da intensidade total. A seleção dechapas é executada através do sistemaInching e sistema duplo ciclo. Com o sistemaInching é possível diminuir suavemente aintensidade no primeiro ciclo magnético,rejeitando chapas adicionais. No segundo ciclo,com somente uma chapa presa, a intensidadeé alterada para 100%, proporcionando maiorsegurança na movimentação. Outro produto aser apresentado pela empresa é o barramentoblindado Mobilis Elite/Movit, para eletrificaçãode carros móveis. Atua em corrente de 20 a 630A, apresentando perfil em PVC, conexão porparafusos de autorruptura em torque máximo,grau de proteção IP23, proteção contra chuvaa 60° e contato com dedos da mão.Veículos elétricosde cargaA Sinergia (Fone: 48 3025.3043) – novarazão social da Baoli Brasil – lançará naCeMAT 2011 sua linha de veículos elétricosde marca Hedesa, que vem juntar-se àfamília de outros equipamentos demovimentação de carga já distribuídoscom exclusividade para todo o mercadobrasileiro. São veículos elétricos comcaçamba para 500 kg, zero emissão decarbono (não poluentes) e autonomia de100 km, indicados para transporte internode carga em indústrias, atacados, distribuidoresde alimentos e, especialmente,para uso em ambientes fechados planos.A empresa também fornece outros equipamentos:empilhadeiras Baoli de até10 toneladas, empilhadeiras Reach Stackerde até 45 toneladas, pás carregadeirasHedesa e plataformas aéreas Hedesa.EmpilhadeirasCom foco em movimentação de materiais einfraestrutura, a Somov (Fone: 113718.5074) comercializa empilhadeiras daHyster e varredeiras da linha Tennant. Emempilhadeiras novas, a oferta é demáquinas elétricas e a combustão, entre1,5 e 40 toneladas. A frota de usadas, porsua vez, é formada por equipamentosoriundos de trocas efetuadas pelosclientes que optaram por máquinasnovas. A Somov tem também a área delocação e oferece serviços de assistênciatécnica e treinamento.Equipamentos paraelevação de cargasA Stahl (Fone: 11 4147.7777) é especializadano comércio de equipamentos paraelevação de cargas, como: talhas elétricas,pontes rolantes, monovias, troles eguindastes giratórios para áreas industriaise áreas classificadas (a prova deexplosão). Também atua na prestação deserviços de montagem, conserto, reforma eassistência técnica de máquinas deelevação e movimentação, além de vendade peças e componentes.


| edição nº109 | Mar | 2011 |57Empilhadeiras,rebocadores e paleteirasA Still (Tel: 11 4066.8100) vai apresentarvários equipamentos na CeMAT: RC40 -empilhadeira a GLP para 1,8 até 3,0 ton(lançamento na feira); CLX25 - empilhadeiraa GLP para 2,5 ton; RX50, RX20 eRX60 - empilhadeiras a contrapesoelétricas para 1,6 até 5,0 ton; FMX -empilhadeira retrátil para 1,7 e 2,0 ton;EXV, EGV - empilhadeiras patoladas para1,2 a 1,6 ton; ERX, KMS-X, CS-X, EXU-S,ECU - transpaleteiras elétricas para 1,6a 3,0 ton; R06, CX-T - rebocadores de3,0 e 6,0 ton; e TX25 - paleteira manualpara 2,5 ton.Robô de paletizaçãoA Sunnyvale (Fone: 11 3048.0146) apresentaráo robô de paletização da Fuji Robotics,em quatro modelos. Possui desenhoconcebido levando em conta tão somente osmovimentos necessários à função depaletizar caixas, sacos, fardos, baldes, latasou outros produtos unitários. Segundo aempresa, outro ponto forte da Fuji Robotics éa larga experiência no desenho dos maisvariados tipos de garras, elemento fundamentalpara a eficiência operacional dosistema. A Sunnyvale representa cerca de 40marcas de ponta em tecnologia, distribuindoe representando mais de 90 equipamentos,divididos em cinco áreas: codificaçãoindustrial, inspeção e controle de qualidade,equipamentos e materiais para embalagem,paletização e equipamentos especiais.Cinta de poliéster paraelevação de cargasA eslinga redonda Tecno 15, daTecnotextil (Fone: 13 3229.6100), estádisponível com diâmetro de 80 mm epermite o levantamento de até12.000 kg, na forma choker, e 30.000 kg,na forma basket. Apresenta ponto defusão a 100°C e temperatura limite deutilização de 100°C. Não incorporaacessórios, mas pode ser acoplada aqualquer tipo de acessório comcapacidade correspondente, através deelos conectores especiais para cinta.


58 | edição nº109 | Mar | 2011 |Portal de venda demáquinas seminovase usadasBaseada nos seus 10 anos de experiênciacom a venda de máquinas desegunda mão, a Tegafer está lançandoum portal (http://www.tegafer.com.br)que permite comprar e vender máquinasseminovas e usadas sem que sejapreciso pagar pela utilização do serviço.Fácil de navegar, o portal já possui maisde 12.000 usuários cadastrados e cercade 140.000 de 32 tipos à espera decompradores. Entre elas, destacam-seas empilhadeiras. Os classificadosindicam o tipo de máquina, marca,modelo, ano, localidade e preço. E anegociação é feita diretamente com odono da máquina, com custo zero tantopara quem quer vender, como para quemdeseja comprar: basta se cadastrar nosite, criando login e senha.Galpões de armazenagemComo solução para atender à demandapor galpões de armazenagem, a Tópico(Fone: 11 2344.1200) desenvolve os maisvariados projetos em estrutura metálicaou confecções de lona, fornecendodiferentes tamanhos de galpões, desdeo formato padrão até os denominadosespeciais, que se adaptam às necessidadesdo cliente. Suportam ventos conformenormas da ABNT NBR 6123 e são montadosem todos os tipos de pisos, desdeque nivelados e compactados. Conformeo tipo, as portas podem ser corrediças eas laterais apresentar os sanetes comoopção (espécie de janela), e tambémpodem ser incluídos eólicos para ventilação.Por outro lado, o galpão duas águasfornecido pela empresa é treliçado,fabricado em aço carbono, galvanizado afogo, conforme ABNT 6323, e dotado decolunas de base articulável com cabos deaço para contraventamento (responsáveispela estabilidade do galpão) e canaletasde alumínio para fixação da lona de PVC.Os tetos podem ser translúcidos paramaior incidência de luz. Este galpãoapresenta vãos nos tamanhos de 10,15,20, 25, 30, 35 e 40 m. O comprimento ficaa cargo do cliente. É revestido em lonade PVC com tecido de poliéster de altatenacidade. Por fim, o modelo pirâmideé fabricado em tubo de aço carbono(estrutura tubular) e apresenta vão livrena área central. Essa estrutura apresentao seguinte formato: 5x5, 8x8, 10x10 e15x15 m. As laterais podem ser translúcidas,para maior incidência de luz, e aspirâmides podem ser acopladas umas àsoutras, interligadas com calhas.Softwares de gestãoA TOTVS (Fone: 11 2099.7209) éespecializada em softwares de gestão,oferecendo soluções específicas para osegmento de distribuição e logística.Proporciona gestão completa dosprocessos logísticos.Empilhadeiras erebocadores elétricosA Toyota BT (Fone: 11 3511.0405)estará apresentando duas máquinas daRaymond, marca americana da qualagora é responsável pela comercializaçãoe pós-venda no Brasil. Outra novidade éo rebocador 7 CBT, em modelos deoperador de pé e sentado, sendo que odesign compacto garante mais facilidadede manobra mesmo em locais estreitos,com um raio de giro de aproximadamente1,5 metros. O acionamento do freio éfeito com um único toque, e também comum único toque é cancelada a operaçãoanterior. O ajuste variável de 3 posiçõesgarante facilidade para o engate dediferentes reboques, de acordo com aempresa. Apresenta capacidade decarga de 600 quilos e velocidade dedeslocamente de 8,5 km/h, com ummotor elétrico.Proteções para logísticaProteções para logística e estacionamentoresumem a atuação da Travema(Fone: 11 3831.8911). No portfólio deproteções para logística, destaque paraos protetores portapaletes, de colunasestruturais, de docas niveladoras e dedocas secas, além do trava-carga paracaminhões baú e frigorificados.Pneus fora de estradaA Trelleborg Wheel Systems (Fone:11 5035.1351) é especialista em pneusfora de estrada, dentro dos segmentosflorestal, agrícola e industrial. Na linhaindustrial, os destaques são: pneumáticodiagonal e radial, pneus superelásticose cushion ou POS – press on solid. Nalinha de pneumáticos diagonal, há duasopções: o T-800, para aplicações leves, ea linha T-900, para as severas, e, ainda, aempresa lançou no ano passado omodelo de pneu radial TR-900. Já ossuperelásticos são encontrados nasopções: Bergougnan Elite XP, comcompostos especiais, como o nãomanchantee com a trava Loc;Mastersolid, para ambientes úmidos equentes; e superelásticos Orca, especialmentedesenvolvido para aplicaçõesleves. Na linha cushion, dispõe de umacompleta gama de medidas, desenhosda banda de rodagem, disponíveltambém no composto não-manchante.


| edição nº109 | Mar | 2011 |59Peças paraequipamentos demovimentaçãoA TVH do Brasil (Fone: 113205.8555) atua nosegmento de peças paraempilhadeiras, mas tambémestá trabalhando com peçaspara plataformaselevatórias, rebocadores,paleteiras manuais evarredoras industriais. Todosos produtos da empresa, queé a antiga SMH do Brasil,trazem a marca Total Source.Armazenagemautomática esistemas deseparação depedidosA Ulma HandlingSystems (Fone: 113711.5940) apresentará naCeMAT 2011 novidadesem armazenagemautomática e sistemas deseparação de pedidos.A empresa conta com várias opções em sistemas dearmazenagem automática, como miniload, unit load,carrosséis, paternoster, sistemas de armazenagemautomática de alta densidade (satélite) e sistemassincronizado. O Digital Picking System (DPS), ouseparação de pedidos sem papel, é um dos equipamentosque serão apresentados: ele facilita a criação desistemas personalizados e reguláveis a todo tipo deoperações de picking (separação), sorting (sortimento)e assemblage (montagem) de itens e pedidos.A tecnologia Pick To Light (separação de pedidos pormeio de luzes) permite ao operador saber, de formarápida e intuitiva, a localização e a quantidade exatados itens que precisa pegar para montar um pedidoatravés da indicação dos LEDs luminosos e displays.Empilhadeiras retráteise trilateraisA UN Forklift do Brasil (Fone: 193395.0486) vai apresentar empilhadeirasretráteis com torre de 12 m e dotadas decâmera com tela de LCD, para que ooperador possa operar com maissegurança e agilidade, bem comosistema de som com CD Player. Outrosequipamentos a serem apresentadospela empresa: empilhadeira trilateralelétrica selecionadora de pedidos para1.5 toneladas, com torre triplex de até15 m; e empilhadeiras a GLP de 4; 4,5 e5 toneladas, com motor Nissan.


60 | edição nº109 | Mar | 2011 |EmbalagensA Unipac (Fone: 143405.2100) atua no segmentode transformação deplástico e já desenvolveumoldes que vão desdefrascos de 60 mililitros atétanques de 5.500 litros.Além de desenvolverembalagens para diversossetores da indústria, aempresa dispõe de produtospara atendimento deoperações de movimentaçãoe armazenagem, comocaixas colapsíveis, caixaspara movimentação manuale paletes. Ainda, realiza todoo gerenciamento deoperações logísticas com ouso de embalagensretornáveis, trabalho esteque inclui a locação dositens para transporte earmazenagem e a administraçãodas mesmas paraseus parceiros.Carro-guincho com talhaspara ponte rolante dedupla vigaA Vastec (Fone: 11 3572.8000) éfabricante de equipamentos de movimentaçãode carga, e sua linha de produçãoinclui: carro-guincho com talhas paraponte rolante de dupla viga; pontesrolantes; pontes rolantes-empilhadeiras;pórticos rolantes; semipórticos; talhaselétricas de corrente e de cabo; guinchosgiratórios; componentes e peças dereposição. Também oferece serviços deassistência técnica.EmpilhadeirasA Yale (Fone: 11 5683.8509), marcada NMHG, oferece uma gama de135 modelos de empilhadeiras,dentre os quais estão máquinascontrabalançadas elétricas,elétricas para corredor estreito,transpaleteiras elétricas,empilhadeiras a combustão comrodagem cushion e empilhadeiras acombustão com rodagempneumática.ControladoreseletrônicosA Zapi (Fone: 11 4475.7374) éfabricante de controladoreseletrônicos para carros elétricos depequeno, médio e grande portes,fornecendo no Brasil as marcasStill, Braslift (Novas Detas, Lughli eOmg), Cem e Rucker. A empresadesenvolveu uma linha completa decontroladores de velocidade paramotores assíncronos (variadores develocidade AC), que garantem umacorreta gestão de todas as funçõescom alta eficiência requerida dosatuais carros elétricos. Além disso,desenvolve projetos para fabricantesde empilhadeiras, fornecendomotores e transmissões.EmpilhadeirasecológicasA Zuba (Fone: 11 4719.9099) vaiapresentar sua linha Green Sériesde empilhadeiras, equipadas commotor e acessórios ecologicamentecorretos e que possuem certificadoda EPA Estados Unidos, além depossuírem designer mais compacto,permitindo ganho de corredor.Também vai mostrar a linha H-2000Séries, com empilhadeiras acombustão, elétricas patoladas econtrabalançadas, além depaleteiras hidráulicas. ●


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62 | edição nº109 | Mar | 2011 |Alimentos & BebidasRefeiçõesUnidades da Standard Logísticaestão sendo atendidas pela GRSADesde o final do último ano,a GRSA (Fone: 11 2135.3000), especializada emsoluções em alimentação, estáatendendo as unidades daStandard Logística (Fone: 412118.2800) em Cubatão, SP,Colombo, PR, e Itajaí, SC, servindocerca de 1.200 refeições pordia. Por conta disso, a empresa– que tem mais de 15 clientesnas áreas de logística e transportes– precisou contratar mais de40 colaboradores, incluindonutricionistas que buscamacompanhar a alimentação dopessoal da Standard e garantira qualidade no atendimento.Qualidade, aliás, é umapalavra de suma importância naatuação da GRSA. Para conservaros alimentos, práticas como averificação periódica da temperaturade armazenamento, datemperatura do produto norecebimento e das condições doveículo que transportou talproduto, além da checagem dascondições da embalagem,implantação do sistema PVPS(primeiro que vence, primeiroque sai) e estoques programadosem função da demanda decompra fazem parte do Manualde Boas Práticas da GRSA.Mara Baggio, coordenadorada qualidade da empresa, contaque os nutricionistas em cadaunidade supervisionam osprocessos, planejam o cardápioe avaliam a qualidade dosalimentos e da refeição queserão fornecidos. “Inúmerosprocedimentos são realizadospara garantir a qualidadedestes alimentos: padronizaçãode processos, implantação decontroles operacionais e verificaçõesconstantes de temperaturasde refrigeração, armazenamentoe distribuição”, explica.A distribuição pode ocorrerde duas formas, de acordo comMara: Nutricionistas emcada unidade supervisionamos processos,planejam o cardápio eavaliam a qualidade dosalimentos e da refeiçãoque serão fornecidosMara. Na primeira delas, oproduto sai do fornecedor e éentregue na plataformalogística da GRSA, denominadaPlatlog, onde é recebido everificado por um profissionaltécnico responsável e, na dataacordada, é enviado diretamentepara a unidade. No segundotipo de distribuição, o produtosai do fornecedor e é entreguena unidade, onde é verificadopelo responsável pelo recebimentodo próprio restaurante.O armazenamento final érealizado nas unidades onde osprodutos serão consumidos.Em relação ao transporte damatéria-prima – cuja seleção éfundamental para a qualidadedo processo –, a coordenadorada qualidade da GRSA diz queexiste um rigoroso controle detemperatura dos veículos, alémda verificação das condiçõesdas instalações e higiene. Jápara produtos preparados, oscontroles são realizados emtoda a cadeia produtiva eenvolvem, entre outros cuidados,a medição constante de temperaturada cadeia fria e quente eo registro destas medições emplanilhas específicas pararastreabilidade, a higienizaçãocorreta de equipamentos,utensílios e do próprio alimento,focando em efetividade deprocessos e produtos.Não é só o segmento delogística que é atendido pelassoluções em alimentação daGRSA, que pertence ao CompassGroup, atuante em 50 países.Mara revela que para o fornecimentodas refeições são levadasem consideração a culturacorporativa da empresa e suasnecessidades. Por isso, mesmotendo a expertise de servir1,4 milhão de refeições por diaem cerca de 1.800 unidades em360 cidades brasileiras, a GRSAprecisa se adaptar constante-mente às demandas de mercadopara proporcionar a alimentaçãoadequada a todos com ummix variado de produtos.Parte fundamental para oatendimento completo destagrande demanda é a logística,que recebe atenção especial daempresa e, segundo palavras deMara, se trata de uma área emque a GRSA preza pela excelência.“A plataforma logística éformatada para atender àsnecessidades da operação nasunidades, que têm acompanhamentode profissionais daGRSA, os quais interagem eacompanham simultaneamentetodo o processo”, comenta,destacando que assim é possívelavaliar e estruturar planos decontingência para eliminaçãoou redução de interferênciasnegativas (perdas e custos) ouotimizar processos.Apesar de não revelardetalhes e nem a natureza dosmesmos, a coordenadora daqualidade da empresa especializadaem soluções em alimentaçãoinforma que futurosinvestimentos na área delogística estão em análise.Além disso, recentemente teveo seu Sistema de Gestão daQualidade, Segurança e SaúdeOcupacional e Meio Ambientecertificado simultaneamentenas normas ISO 9001, ISO14001 e OHSAS 18001. ●Primeiro trimestre com recorde de contratosA GRSA superou a meta do ano de 2011 com a conquista de171 novos contratos, só no primeiro trimestre fiscal. A empresapretende alcançar a casa dos R$ 2 bilhões em faturamento em2011, apostando principalmente nas áreas de Saúde, Educação eoffshore (alto-mar), e acaba de inaugurar uma regional em Macaé,RJ, que irá se dedicar especialmente às empresas internacionaisque chegam ao Brasil, depois do anúncio do pré-sal.


64 | edição nº109 | Mar | 2011 |Logística & Meio AmbientePelissari Gestão & Tecnologia iniciaprojeto ambiental para o setor detransporte e logísticaEm busca de novas soluções para a gestão sustentável dentro dossegmentos de transporte e logística, o Centro Ativo de P&D daPelissari Gestão & Tecnologia (Fone: 41 3340.1100), especializadano fornecimento de soluções completas em Sistemas de Gestão,iniciou em dezembro último um projeto que tem como foco gerarnovos conhecimentos e inovar as tecnologias do setor.Pré-denominado Simutrans, o projeto tem como principal objetivoo desenvolvimento e a implementação de um novo modeloanalítico de simulação de variáveis críticas para reduzir demaneira significativa a emissão de poluentes pelas empresas detransporte e logística. Com as inovações geradas pelo projeto, astransportadoras poderão acessar dados sobre tipos de combustíveis,quilometragem, rotas, utilização de produtos químicos elubrificantes, que servirão como base para a simulação deestratégias baseadas na responsabilidade social esustentabilidade.O projeto terá a duração de dois anos e contará com a participaçãode uma equipe composta por mestres e doutores comexperiência em logística e modelos de simulação.NYK Line do Brasil recebe CertificaçãoAmbiental 14001:2004A NYK Line do Brasil (Fone: 11 3371.4316), subsidiária do grupojaponês NYK, acaba de receber a certificação em conformidadecom a norma ambiental ISO 14001:2004, para os escritórios deSão Paulo e Santos.Com a certificação, a empresa atesta que suas operações nosescritórios brasileiros e seus serviços estão em conformidade comas normas e procedimentos ambientais. A subsidiária brasileira éuma das pioneiras do Grupo NYK a conquistar o certificado naAmérica Latina.O presidente do Grupo NYK, Yasumi Kudo, declarou recentementeque um dos maiores esforços da empresa é reduzirsignificantemente o impacto ambiental e a emissão de CO 2dasoperações das empresas. O Grupo vem trabalhando no desenvolvimentode novas tecnologias que contribuam para o esforço globalde reduzir pela metade os gases do efeito estufa até 2050.Há várias ações em processo de implementação e testes, como ouso de células combustíveis solares em navios de transporte decarros, novos sistemas de propulsão e experimentos com combustíveismais limpos, que podem ser conferidos na frota atual.A Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK) é uma das maioresempresas de transportes integrados no mundo. O Grupo NYKopera cerca de 803 embarcações, assim como frotas de aviões,trens e caminhões (dados de março/10). A frota de embarcaçõesinclui cerca de 142 navios porta-contêineres, 321 navios de cargaa granel, 57 navios para cavacos de madeira, 115 navios detransporte de carros, 85 navios-tanques, 30 navios LNG, três naviosde cruzeiro e outros 50 de portes variados.Jamef promove uso conscientedos recursos naturaisA Jamef Encomendas Urgentes (Fone: 112121.6100) implementou em suas filiais váriasiniciativas que promovem o uso consciente derecursos naturais, como a água e a eletricidade.Há dois anos criou o programa interno “FaçoParte”, para incentivar a separação do lixoreciclável e comum e, também, conscientizar oscolaboradores sobre a importância de reduzir oconsumo de materiais que agridem a natureza,bem como apresentar formas de conservação domeio e do próprio ambiente de trabalho.A empresa também implementou o projeto deTratamento de Água na filial São Paulo, com oobjetivo de reutilizar o recurso gasto com alavagem dos veículos. A meta principal destesistema é devolver à natureza uma água limpa,livre de resíduos nocivos ao meio ambiente.Este projeto conta com dois reservatórios e umaestação de tratamento, sendo capaz de purificar60.000 litros de água por dia. Após ser utilizadana lavagem dos veículos, a água passa por umprocesso de tratamento químico, que utilizaagentes biodegradáveis, e ao final do processo,volta para o reuso. Somente uma pequena parte,que corresponde aos resíduos impuros, édescartada, de acordo com a legislação vigente.Com a estação de tratamento de água, a Jamefreduziu em 70% o consumo do recurso nalavagem dos caminhões e hoje 100% da águautilizada na lavagem dos veículos é tratada evolta para o uso na lavagem da frota. Cada litropode ser reutilizado até sete vezes.A empresa também investiu em um sistema delimpeza de peças, o Bio Circle. Trata-se de umasolução biológica para a limpeza manual depeças com graxa e óleo que oferece o mesmodesempenho dos solventes, porém com obenefício de não agredir o meio ambiente.A maior vantagem é a elevada e constantecapacidade de limpeza, que se mantém por umlongo período, já que o líquido é autorrenovável.A ação é possível em função dos micro-organismospresentes no líquido de limpeza, quetransformam substâncias contaminantes, comoóleo e graxa, em elementos naturais e inofensivosaos seres humanos e ao meio ambiente.Outro reservatório é mantido pela Jamef paraarmazenar óleo lubrificante. Com capacidade de2.000 litros, este espaço foi construído de acordocom as normas técnicas de segurança sugeridaspela ABNT, após um estudo do solo onde estálocalizado, para evitar a contaminação do meioambiente. Periodicamente, este material éretirado pelos fabricantes dos caminhões e édirecionado para reciclagem e reúso.


66 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalTransporteCalçadista:a moda dita a logísticaO calçado, hoje, é visto como uma carga tão urgente quanto perecível, pois é influenciadopela moda – a validade chega a ser menor que a do feijão. Isto implica em entrega acurada, já queo giro no ponto de venda é cadenciado e a perda de um dia no início da coleção pode se transformarem cinco ou seis no final.Mais um setor abrangidopelo Prêmio Top doTransporte, promovidopelas revistas Logweb eFrota&Cia, é destacado nestaedição: o calçadista.Trata-se de um setor regidopela moda, e isto faz a sualogística ser diferente emrelação à de outros produtos.“Embora a natureza da carga(fisicamente) não seja perecível,por tratar-se de moda, isso faz docalçado uma carga tão urgentequanto uma perecível. Hoje éuma tendência entre as fábricasde calçados possuírem várias‘minicoleções’ dentro da coleção.Ou seja, o calçadista está preocupadoem criar diferenciaisdentro da sua própria coleção,isso num período mensal ou atémesmo a cada semana, por issoa redução do prazo de entrega e,portanto, a entrega acurada damercadoria é tão importante.”A explicação é de FabianoOliveira da Silva, gerentecomercial da unidade de PortoAlegre do Expresso JundiaíLogística e Transporte (Fone: 112152.6000). Ainda segundo ele,a perda de um único dia devenda de determinado produtopode significar um impactoexpressivo na coleção, pois o girono ponto de venda é cadenciadoe a perda de um dia no início dacoleção pode se transformar emcinco ou seis no final – enenhum fabricante quer isso.Análise semelhante fazFabricio Faveri, diretor comercialda Vitória Provedora Logística(Fone: 51 3349.6900): “a dinâmicado setor é fantástica, já que otempo de vida dos calçados écada vez menor. É praticamenteum produto perecível”.De acordo com Faveri, avalidade é menor do que a dofeijão – se não vender em 90dias, o produto já fica ultrapassadoe perde o valor.“As diferenças na logísticanão estão nos modelos internosdas operações dos centros dedistribuição e nos modelos dosprocessos de transporte, mas,sim, nas características destemercado interno e externo e emsua complexidade no processode criação, inovação, planejamento,produção e controle dedemandas”, completa DanielMayo, diretor geral da Linx FastFashion (Fone: 11 2103.2455).Ricardo Gelain, diretor demarketing da TNT (Fone: 113573.7700), também aponta asdiferenças da logística calçadistacom base nas características doproduto em si: aumento consideráveldo varejo com pequenos emédios clientes; aumento exponencialnas vendas de calçadosnas regiões NE e CO, gerandodemanda de crescimento demalha de distribuição nestasregiões; e carga fracionada, comentregas porta-a-porta.“A logística calçadista tem umperfil diferenciado, pois possuimuitos SKUs em ‘pouca’ quantidade,a movimentação aconteceem grades e existe o controle dasamostras”, relaciona, por sua vez,Felippi Perez, diretor de projetose negócios da Keepers Logística(Fone: 11 4151.9030).Flório, da LOG Fashion: ocontrole de tamanhos dositens é um dos diferenciaisdo setor calçadistaTambém quando fala sobre oque há de diferente na logísticacalçadista, em relação à de outrosprodutos, João Gongra Filho, dagerência da filial Expresso Cargo-SP da CSI Cargo (Fone: 11 4243.9943), aponta o tipo de veículoespecífico para o transporte e anecessidade de escolta armadapara os casos de exportação,quando do cruzamento de fronteira,por ser uma carga de altovalor. “O controle de tamanhosdos itens (grade) e a necessidadede armazenagem de produtosem áreas climatizadas são característicasque diferenciam estesetor”, complementa MarceloFlório, CEO da LOG Fashion(Fone: 11 4169.5278).TecnologiasPelas suas características,como verificado, o setor calçadistarequer o uso constante detecnologia. E quais seriam asnovas tecnologias em termos detransporte, manuseio e distribuiçãoque estão sendo usadas?Para Gongra Filho, da CSICargo, elas envolveriamsoftwares sofisticados quefornecem a posição exata dosprodutos, para maior segurançade quem vende e de quemcompra, independentemente dotamanho da empresa, on-line,garantindo transparência nasrelações entre vendedores/compradores e transportadores.Mayo, da Linx Fast Fashion,avisa que, atualmente, sãodiversas as tecnologias disponíveisao setor calçadista.“Podemos começar citando ossistemas de planejamento eminformação e controle ERP/WMS com aplicativos de gerenciamentodas demandas demateriais, produção e distribuiçãoMRP/MPS/DRP, continuandocom os processos atualizadosatravés da modernização e dasinovações de equipamentos deautomação, coletores e RFID,entre outros, e as metodologiasvoltadas às atividades complementaresde manuseios, armazenageme distribuição, acompanhadasdos sistemas de informaçãonas fases finais de expedição,transporte e a logística reversa,utilizando as tecnologias deinformação e comunicação, EPC,EDI, monitoramentos via satélite


| edição nº109 | Mar | 2011 |67e celular integradas a sistemasTMS e gerenciamento de riscoscom processos interligados paratotal controle, qualidade esegurança operacional”, diz ele.Gelain, da TNT, tambémaponta as novas tecnologias queestão sendo usadas no segmentocalçadista: sistemas de rastreamentodas cargas com interfacedireta com o sistema do cliente,provendo maior agilidade nacomunicação dos eventos deentrega; otimização da informaçãodo código de barras norótulo do cliente para a leiturados volumes dentro da malha decarregamento, tendo, assim, ainformação compartilhada entrecliente x transportadora em umúnico processo; emissão da notafiscal eletrônica (NF-e) e conhecimentode embarque eletrônico(CTRC-e); e utilização do Selo deSegurança, impresso direto nasfitas de fechamento dosvolumes transportados.Kátia, da UPS: as novidadesestão em ferramentas paravisibilidade e rastreio dasremessasPor sua vez, Katia Tavares,gerente de marketing da UPSSCS Transportes Brasil (Fone: 113123.9488), ressalta que avisibilidade e o rastreio dasremessas são ferramentasoferecidas pelo mercado.De acordo com ela, com aconcorrência acirrada dasindústrias chinesas, é de sumaimportância para o empresáriobrasileiro identificar onde estãosuas remessas e quando elasserão entregues. Além disso,a facilidade de preparar todaa documentação de transporteatravés de sistemas próprios oupela internet facilita a operaçãodiária das empresas. Além de sermais rápido é menos passível deerro, evitando possíveis atrasosna entrega das mercadorias.“A terceirização da logística edistribuição também é uma novaopção, que reduz custos comarmazenagem e melhora ocontrole e a visibilidade deestoque”, conclui Katia.Faveri, da Vitória Provedora,acrescenta às tecnologiascitadas, especificamente o usode esteiras e de veículosadaptados (baú maior, devido àdensidade da carga).Especificamente no caso doExpresso Jundiaí, tem sido aplicadaa tecnologia de movimentaçãocom o uso de gaiolas,mesmo para a carga de calçados,que é volumosa. “Isto permiteque a operação de cross-dockingseja amplamente agilizada e osresultados são traduzidos emprazos de entrega muito maisenxutos”, conta Oliveira da Silva,gerente comercial da empresa.Outra tecnologia que oExpresso Jundiaí tem buscadoimplementar é a roteirização defiliais de entrega diretamentenas etiquetas dos clientes. Istoreduz o tempo de manuseio dosvolumes na filial de origem, poiselimina uma etiquetagem.“Dessa forma, é um grandeganho de performance em nossaoperação, e que também resultaem redução do lead time docliente”, completa Oliveira Silva.


68 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalTendênciasDiante do que foi apresentadoaté agora pelos representantesdos Operadores Logísticos etransportadoras, quais seria astendências no setor calçadista?Para Gongra Filho, da CSICargo, elas envolvem maioreficiência na gestão dos estoques;agilização no recebimentoe expedição de produtos; melhoriana eficiência do fluxo deprodutos e informações; melhorgerenciamento do negócio;ampliação dos serviços aosclientes; intensificação do relacionamentoentre transportadores eclientes; e redução dos custosna cadeia como um todo.Perez, da Keepers Logística,aponta como tendências: osfabricantes venderem lotesmenores, porém mais vezes aolongo do período; aumento daquantidade de SKUs para atenderà demanda dos consumidores; enível de estoque cada vez menor.“As tendências são: maior pulverizaçãodas entregas (Varejo) –Clientes/Cidades/Regiões; epedidos com quantidades menorese aumento das entregasfracionadas”, completa o diretorde marketing da TNT.Profissionalização dasempresas visando à incorporaçãode novos conceitos e novasmetodologias, e com objetivo deotimizar os processos internos eaumentar, a cada dia, a produtividadee a capacidade de reaçãodiante das incertezas e flutuaçõesPerez, da Keepers: umadas tendências dosegmento é o nível deestoque cada vez menorALOGÍSTICADOCALÇADOE OCOMÉRCIOEXTERIORAna Cristina Klein é diretora da New Frontier Assessoriaem Comércio Exterior (Fone: 51 3593.8789), e aponta osmaiores problemas logísticos enfrentados pelas empresas dosetor: os altos custos de transporte interno e despacho paratirar a mercadoria do país.“É incrível, mas o custo de levar um contêiner da fábricaaté o porto chega perto do custo de frete internacional de umcontêiner. Estamos falando de toda a cadeia – transporterodoviário, pedágios, custos portuários e de despacho.”Para Ana Cristina, a solução passa, em primeiro lugar, pelaopção de frete ferroviário ou hidroviário até os portos.“Dependemos demais do frete rodoviário. Os custos portuáriostambém devem ser revistos. Acabamos exportando custosjunto com o produto.”Ainda segundo ela, “a altíssima agilidade das empresastransportadoras e os freight forwarders internacionais,acostumados a lidar com as mais diversas situações, ajudam acompensar os nossos gargalos logísticos. As dificuldades e alonga história da exportação de calçados fizeram surgirprofissionais e empresas de logística de padrão internacional,sempre prontos e ágeis para ajudar os clientes”, completa adiretora da New Frontier.Sobre as tendências para o setor calçadista em termos delogística, a diretora alega, inicialmente, que, para justificar ospreços mais caros do nosso produto, hoje exportamos produtosde moda, de alto valor agregado. Segundo ela, existe umatendência de mais embarques aéreos, de pedidos menores,para reposição rápida na loja do cliente. Isto faz o negócio girarmais rápido.da economia. Esta é a análise deMayo, da Linx Fast Fashion.O CEO da LOG Fashionacredita que a demanda porserviços logísticos para osegmento calçadista está crescendomuito, devido, principalmente,à profissionalização dosetor, às fusões e aquisições,por isso, as necessidades poreficiência logística, foco no“core business” e redução decustos estão em evidência nosetor. “Estes motivos, atreladosàs perspectivas de crescimentoeconômico do Brasil e o consequenteaumento do consumo,fazem com que a procura porserviços logísticos no segmentocalçadista seja bem maior doque a oferta”, completa Flório.Por sua vez, Oliveira da Silva,do Expresso Jundiaí, aponta,como tendência, o crescimentoatrelado ao desenvolvimento.Segundo ele, há projeção de quea economia brasileira vá crescera uma média de 5% ao ano,pelos próximos anos, sustentada,principalmente, pelomercado doméstico. As classesC e D serão os motores destecrescimento. O transporte cresceem média o dobro do PIB, poisatua em vários momentos daconstrução do PIB. “Com basenestas projeções é possíveltraçar um cenário otimista parao setor, quando analisado ovetor de crescimento.”Em contrapartida – ainda deacordo com o gerente comercialdo Expresso Jundiaí –, os operadoresdo mercado precisarãobuscar desenvolvimento, sobretudoem níveis de gestão. Istoenvolve a busca por maior produtividade,atração de pessoas eretenção de competências individuais,construção de uma corecompetence para a empresa,gestão de custos e, principalmente,a busca e preservaçãode margens saudáveis, quepermitam sustentar estedesenvolvimento.Faveri, da Vitória, tambémprevê aquecimento do mercadointerno devido à queda do dólare ao aumento de valor agregadono produto para fugir daconcorrência com mercados debaixo valor agregado.Finalizando este tópico, Katia,da UPS SCS, salienta que, hoje,a maior tendência é a inovaçãoem design e sapatos de luxo.Segundo ela, como a China estáinvestindo fortemente emcalçados de baixa qualidade ede baixo custo também, asempresas calçadistas encontraramum novo nicho na área decalçados exclusivos e de ótimaqualidade.Problemaslogísticos esoluçõesMesmo empregando tecnologiasmodernas e se preparandopara um aquecimento, o setorcalçadista ainda enfrenta problemaslogísticos, a maioria delesfora das plantas das empresas edo domínio dos OperadoresLogísticos e das transportadoras.“Os problemas são de infraestruturaem geral. Os problemasde má conservação das estradase congestionamentos em zonasurbanas já são amplamentedifusos. Os problemas com osquais convivemos e que não sãolivremente propalados são os defalta de infraestrutura do varejo.”Ainda de acordo com Oliveirada Silva, do Expresso Jundiaí,frequentemente “temos filaspara descarga em shoppings,pois há apenas uma doca (ou


| edição nº109 | Mar | 2011 |69poucas) para descarga dos transportadores.Muitos shoppingsnão possuem a estrutura de ruasinternas para abastecimento daslojas pelo ‘backstage’”.O gerente comercial diz,ainda, que outro problemafrequente é a falta de estruturadas grandes redes de varejo,que obrigam os transportadoresa permanecerem em filas intermináveis.“As ‘janelas de entrega’possuem horário apenas dechegada, e não de saída, retêmcomprovantes de entrega até atotal conferência, terceirizam ecobram do transportador adescarga, dentre outras dificuldadesque temos que administrar”,completa Oliveira da Silva.Ainda de acordo com ele, nãoexiste uma solução mágica paraestes problemas. “Tecnologiasaplicadas ao transporte, comoRFID e leitores magnéticos, eveículos mais ágeis para entregasaté ajudam, mas não resolvemGelain, da TNT: o setorenfrenta dificuldades deentregas em locais comoShopping Centerde imediato, além de seremtecnologias caras se considerarmosnuma cadeia de abastecimentocompleta. Somente odesenvolvimento de nossaeconomia e uma agenda deinvestimentos continuados porparte da iniciativa pública eprivada poderão fazer a situaçãomelhorar. Dentre possíveismedidas que atenuam estesproblemas estão a capacitação econstrução de novas estruturas,como novas estradas, novas viasde acesso, novos pontos comerciaismais estruturados para umgiro de estoque maior, descentralizaçõesdos grandes centrosurbanos e, principalmente, maiorpreparo por parte de todos osintegrantes da cadeia de suprimentospara pensar e fazer logística.O transportador hoje é muitocobrado e chamado a pensar,inovar e criar soluções logísticas,mas na verdade a situação sóvai melhorar quando todos integrantesda cadeia pensarem eagirem no mesmo sentido”,completa o gerente comercial doExpresso Jundiaí.Gelain, da TNT, tambémrelaciona uma série de problemas,muitos parecidos com osapontados pelo entrevistadoanterior: dificuldades de entregasem locais como Shopping Center,com curto horário de recebimentoe penalidades nos atrasos –existe um aumento considerávelno número de lojas de calçadosem shopping em todo o Brasil;cargas de devolução/logísticareversa; alta retenção de mercadoriasnos terminais de carga,em processo de agendamento dedatas com os clientes; faltasparciais; e atraso das informaçõesvindas dos depósitos do Brasil.Para ele, as soluções envolvem:adequação nos horários deentregas junto às grandes redes/shoppings; aumento da qualidadedo serviço nas coletas de fluxoreverso (devoluções); maiorconferência das cargas nosembarques nas origens; maiorsegurança com os Danfes (Nfe).Por sua vez, Katia, da UPSSCS, salienta que, para manter osetor competitivo, as entregas


70 | edição nº109 | Mar | 2011 |Multimodaldevem ser rápidas e acompanharas mudanças de coleções.“O setor calçadista é um segmentode produtos perecíveis e, sendoassim, precisamos de soluções emodais de transporte diferenciadose o principal desafio é ajustaras necessidades do cliente àsnecessidades do mercado.”Ainda para a gerente demarketing da UPS, a solução éoferecer ao cliente total suportee consultoria em relação àdocumentação necessária,restrições alfandegárias eoportunidades de mercado.“Customização de processos erelatórios precisos com informaçõesem tempo real sobre asituação e o posicionamento decargas, flexibilidade de horário decoleta devido ao curto espaço detempo para o preparo dos enviose visibilidade completa, diminuindoas preocupações da indústriacalçadista com itens operacionaissão as soluções”, conclui.Mayo, da Linx Fast Fashion,relaciona que, a partir da globalização,um dos maiores problemasenfrentados pelo setor foiconseguir eficiência e qualidadena cadeia de suprimentos,exigidos pelo consumidor final.“Dito isto, podemos citar anecessidade de modernizar osprocessos internos de criação einovação, com planejamentoadequado e distribuição usandotecnologias apropriadas no limitecerto de aplicação de recursos; ea necessidade de profissionalizaras equipes de forma integrada.Outro assunto que requer atençãoespecial é o processo de importaçãoe exportação, em decorrênciadas influências econômicas epolíticas, entre outras.”Para o diretor geral da LinxFast Fashion, uma solução viávelpara crescer de forma sustentávelé “perder o medo” e desenvolverum parceiro operador logísticocom capacitação técnica especí-Com a palavra, o embarcador“Uma das maiores dificuldades das empresas é oferecer aosseus clientes pessoas qualificadas e treinadas no atendimento.Quando ocorre um extravio, muitas vezes o embarcador nãorecebe aviso de ocorrência para tomar providências em avisar ocliente, postergar títulos e repor a mercadoria para que o loteseja entregue completo. Não é incomum que o cliente entre emcontato com o embarcador no vencimento do título informandoque não recebeu a mercadoria. O embarcador, mediante estainformação, busca informação junto ao transportador e é nesteponto que as maiores dificuldades aparecem. Primeiro, pela faltade informação antecipada por parte do transportador. Segundo,na demora do retorno sobre a ocorrência da mercadoria não tersido entregue. Terceiro, a falta de comprometimento dosresponsáveis pela informação. Estes profissionais não percebema grandiosidade e a importância da informação antecipada,sendo esta capaz de evitar grandes transtornos e prejuízos entreembarcador e cliente.”A queixa é de Gerson Lanzer,supervisor de logística daSuperstar Calçados (Fone: 513597.9797). Ainda segundo ele,estes problemas poderiam serresolvidos com o treinamentoconstante, para busca daexcelência em bem atender.Também podem ser relacionadosinvestimentos em tecnologiaspara melhorar os controlesoperacionais, evitando, assim,extravios de mercadorias.Afinal, como diz ele, o grande diferencial da logística dosetor é um excelente nível de serviço, onde todos ganham:embarcadores, transportadores e clientes. “Hoje, na SuperstarCalçados, trabalhamos com quatro transportadores, pois existempoucos que atendem à distribuição em nível Brasil. Por opção,fidelizamos estes quatro transportadores, dois menores, queprestam excelente nível de serviço, e dois maiores, onde o nívelde serviço deveria ser melhorado imediatamente. Estes transportadoresmaiores não oferecem um nível de serviço adequado à suaimportância no mercado. Todos os transportadores hojeoferecem transporte rodoviário, muito mais ágil, e nenhumoferece frete ferroviário, muito mais barato. Ainda faltam grandesinvestimentos em infraestrutura no setor”, conforma-se Lanzer.Sobre as tendências para o setor calçadista em termos delogística, ele diz que umas das grandes é a busca de um parceiroque possa representar o embarcador de tal forma que os níveisde serviços, como prazos de entrega, extravios e avarias, giremem torno dos 97%. “Este número ainda pode ser consideradoutópico. Uma parceria ideal é aquela em que a mercadoriacoletada na indústria seja entregue no cliente no prazo determinado,no local determinado e na quantidade correta. A indústriacalçadista percebe, hoje, como agregação de valor entregasconforme citadas acima. Imaginemos que a indústria decalçados confeccionou o pedido dentro do prazo estipulado e otransportador extraviou 2 volumes de um lote de 4. O clienteficará sem o produto nas vitrines e os prejuízos em relação aesta ruptura não podem ser mensurados, como a exposição damarca nas lojas e a perda da venda com valor agregado, apesardas indenizações dos transportadores junto aos embarcadores”,completa o supervisor de logística da Superstar Calçados.


| edição nº109 | Mar | 2011 |71fica e comprovada, com potencialde investimento capaz de implementartodas as inovações tecnológicasdisponíveis e aplicáveispara o desenvolvimento dasatividades voltadas às suasnecessidades, sem que aempresa do setor calçadista tireo foco do negócio e do mercadoconsumidor para administraratividades técnicas especificase disponíveis no mercado deprestação de serviços.Por sua vez, Gongra Filho, daCSI Cargo, relaciona que osproblemas enfrentados no setorenvolvem a falta de equipamentos(caminhões), devido àssazonalidades de outros produtos,excesso de demanda paraatendimento nos finais de meses,frota sucateada e restrição nacirculação de veículos na capitalpaulista. As soluções incluemmaior aproximação e maiorparticipação dos transportadoresnas decisões de logística dedistribuição das empresas eabertura de uma linha de créditoespecial para o setor transportadorque atenda ao setorcalçadista.“Além dos problemas jáconhecidos na logística em geral,como, por exemplo, infraestruturada malha rodoviária erestrições de trânsito de veículosde carga em várias capitais, osprincipais problemas estãorelacionados à deficiência deinformação de todos osprocessos da cadeia calçadista,desde o início da produção até aentrega no cliente final, o quedificulta o dimensionamento e omelhor planejamento dosrecursos logísticos (mão de obra,área de armazenagem e veículos)para obter melhor eficiênciano abastecimento dos pontos devenda.”Após o exposto, Flório, daLOG Fashion, acredita que, tendoum melhor modelo de informaçãoe planejamento de demandado setor, através da integraçãodos polos calçadistas brasileiros,seriam obtidos ganhosGongra Filho, da CSICargo: novos softwaressofisticados fornecem aposição exata dos produtoslogísticos em toda cadeia e seevitariam custos desnecessários.Faveri, da Vitória, aponta comoproblemas as fiscalizações,estradas em más condições efalta de profissionais qualificados,sendo que as soluçõespassam por uma política derenovação na área logística dopaís, qualificação e preparaçãode colaboradores.Luiz Carlos Rodrigues daSilva, diretor comercial da TGTransportes Gerais (Fone: 313115.2700), também relaciona osproblemas: coletas morosas eentregas feitas em lugares emque não se pode atuar comcarros médios e nem grandes.“No caso da coleta, a soluçãoseria que o embarcador noscomunicasse somente a hora queas mercadorias e a Nota Fiscalestivessem prontas e, no casodas entregas, seria que sevoltasse a poder entregar comveículos médios”, completa.“Existem poucos provedoresde serviços logísticos especializadosno setor calçadista, e umaboa parte deles ainda nãoaperfeiçoou de forma adequadaseu armazém para atender aeste tipo de produto. Mesmoquando a logística é própria,normalmente é considerada umaatividade secundária e faltamrecursos, tecnologia e empenhopor parte da indústria”, finalizaPerez, Keepers Logística. ●


72 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnaáreaCalçadistaaPerfildaempresaTransportadora(T)ouOperadorLogístico(OL)?AllWorldGroupFone:143879.93999BraspresraspresssTransportesUrgentesFone:112188.90000CSICargoBrasilFone:114243.99433T T T e OLExpressoJundiaíFone:one:112152.60000T e OLKeepersLogísticaFone:114151.90300T e OLEstruturstruturaLocalizaçãodamatriz( (Cidade/EstadoCidade/Estado)NúmerodefiliaiseEstadossondeestãolocalizadasQuantidadedeCDseEstadossondeestãolocalizadasRegiõesatendidaspelaempresmpresaBauru,SPSão Paulo, SPSão José dos Pinhais, PRJundiaí,SPSão Paulo, SP3 102,em todo o Brasi l2:RS, SP43:SP, RJ, PR, SC, RS, ES, SCTodos os Estado s1 102,em todo o Brasi l3:PR, RS, SP43:SP, RJ, PR, SC, RS, ES, SC1Todo Estado de SãoPaulo, Goiás e CearáTodo o territórionacionalArgentinaSule Sudest eTodo o território naciona lQuantidadedecargaamovimentadaporano(Ton)Seeadotaosistemadef franquias,quantas?41.000329.799,em 2010125619.000-NãoNãoNãoNãoNãoServiçosOferecidosEspecialidadesdetransportessTransporte sinternacionais decarga aéreos emarítimosTransporte deencomendasT ransporte internacionalCargassecas fracionadas (LTL) e lotação (FTL )Carga Fracionad aServiçosagregadosaostransportessDesembaraçoaduaneiroRodoviário;rodo-aéreoA rmazenagem; despacho aduaneir oJust in Time; milk-run; logística ;armazenagem; montagem de kits;etiquetagem; embalagem; adequação deprodutos; gestão de materiais promocionais-Principaisclientesnaaáreacalçadistaan .i.n .i.Calçados Marte; Zoom; Betty; Nadia Talita ;Calzados Blanco (Argentina); Kidy BiriguiVulcabras Azaléia; Usaflex; Ramarim; MaçãVerde; Kildare; GVD; Carmim; Capodarte-OperaçãperaçãoT otalveículosfrotaprópria0 985356700T otalveículosfrotaagregadaa525008045050Frotarastreada?SimSimSimSimSimTecnologiasusadassnorastreamentoDiversasOmnilinkControle satelita lOmnilink;Autotra c-TecnologiasutilizadasnasoutrasoperaçõesexecutadasDiversasSorter - Sistem aAutomatizado deEncomendas nas filiaisde São Paulo eRio de Janeiron.i.ERP;TMS; WMSRFID, WMS, TMSCertificadanaISO 9000?Em processo decertificaçãoNãoSimSimSimCertificadanaISO 14000?NãoNãoNãoSimNãoServiçosdiferenciadosoferecidosnaáreacalçadistaaU nitização de cargasn.i.Armazenagem em fronteir aEntregasexpressa sManuseio; nacionalizaçã oEquipamentos/acessórioquipamentos/acessóriossespeciaisquepossuiparaatuarnestasáreasN enhumn .i.n.i.Gaiolaspara cross-docking; VUC sEstrutura portapalete spara Calçadosn.i. = não informado


| edição nº109 | Mar | 2011 |73LinxFastFashionFone:one:112103.24555LogFashionFone:11360.84741MetroloetrologFone:112802.20000OLT e OLOLSão Paulo, SPCarapicuíba,SPBarueri, SP5:RJ, MG, PE, RS, SP2:SP7: SP (3), RJ (3), PR1:SP1:SP + operação In-house em Cubatão, SP7: SP (3), RJ (3), PRTodo o território nacionalTodo o território naciona lTodo o territóri onacional7.815 (quantidade em2009)10.00090.000NãoNãoNãon.i.Entregas especializadas; transporte especializado em entregas emshoppings centers; transporte especializado para desfiles e feiras(Fashion Week, Couro Moda, Francal e Desfiles Regionais)Carga fracionada efechadan.i.Gestão integrada da logística; recebimento, armazenagem, separação eembalagem de peças; controle de estoques para venda pela internet (e-commerce); logística reversa de produtos, alarmes de segurança eembalagens retornáveis; consolidação de fornecedores e distribuiçãoAgendamento deentregas - Trackingvia Web; B2C, B2B,logística reversaLacoste; CamisariaColomboL a Martina; Lojas Besni; Tensor; Champion; Zara; Havaianas; Club Top n.i.100% autônomos2040100% autônomos70190SimNão divulgadon.i.SimOmnilink integrado ao TMS da Avacorp; Sistema de gestã oERP;WMS; TMS; EDISimRastreamento viasatélite; via celularWMS, coleto rdigital; posição deestoque on-lineNãoEm processo de certificaçã oSimNãon.i.n.i.NãoRecebimento, separação e embalagem de peças em caixas ou em áre aclimatizada; controle de qualidade; armazenagem; armazenagem econtrole de aviamentos para calçados; armazenagem e controle deembalagens (sacolas, caixas para presentes, etc.); armazenagem econtrole de insumos para a operação (caixas de papelão e fitas lacre);manuseio de produtos importados; controle do acervo de estilistas(catalogação com fotos e data da coleção); reabastecimento automáticode lojas; colocação de alarmes de segurança; colocação de etiquetas decódigo de barras e tags; reagrupamento de peças de coleçõesdescontinuadas; operação especializada para bazares, lojas detemporada, feiras e outlets; consolidação de produtos parainaugurações de lojas; armazenagem de material de visual,merchandising e uniformes de vendedores (dress code)Armazenagem em equipamentos especiais para calçados (flow-racks edrive-in); sistema WMS operado por radiofrequência com controle degrade (tamanhos dos produtos); sala especial para realização decontrole de qualidadeNãon.i.n.i.


74 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnaáreaCalçadistaaPerfildaempresaTransportadora(T)ouOperadorLogístico(OL)?RapidãoCometaFone:813464.5317TG TransportessFone:313115.27000TNNTFone:113573.77000TransportesPanexFone:544009.90000T e OLT T TEstruturstruturaLocalizaçãodamatriz( (Cidade/EstadoCidade/Estado)NúmerodefiliaiseEstadossondeestãolocalizadasQuantidadedeCDseEstadossondeestãolocalizadasRegiõesatendidaspelaempresmpresaQuantidadedecargaamovimentadaporano(Ton)Seeadotaosistemadef franquias,quantas?Recife,PE41: SP, RJ, MG, ES, PR, SC, RS,AM, PA, DF, GO, MA, PI, CE,RN, PB, PE, AL, SE, BA41: SP, RJ, MG, ES, PR, SC, RS,AM, PA, DF, GO, MA, PI, CE,RN, PB, PE, AL, SE, BABelo Horizonte, MGT odo o território nacional Minas Gerais, Goiás ,Tocantins, DistritoFederal, região deRibeirão PretoSão Paulo, SPCaxias do Sul, RS6:SP, MG, GO, DF, TO 85,em todos os estado s 6: RS, SC, PR, SP, RJ,MGn.i.2 6: locais indicado sacimaTodo o território nacionalSul e Sudest e(Nordeste apenas paraclientes especiais)650.00030.0001.168.000200.000n.i.1 303ServiçosOferecidosEspecialidadesdetransportessTransporte D2D; transport erodoviário e aéreo de cargasCarga seca efracionadaTransporte aéreo erodoviário, doméstico einternacionalCarga seca, fracionadae expressaServiçosagregadosaostransportessn.i.DistribuiçãoSeguro; embarque co mprioridade; liberaçãoaduaneiran.i.Principaisclientesnaaáreacalçadistaan.i.Randall;Vissi; Bett yGrendene;Beira RioAlpargata sOperaçãperaçãoT otalveículosfrotaprópria3 .000n.i.2.500301T otalveículosfrotaagregadaan .i.n.i.1.500149Frotarastreada?SimSimSimSimTecnologiasusadassnoorastreamentoTecnologiasutilizadasnasoutrasoperaçõesexecutadasCertificadanaISO 9000?Omminsat; Omnilink/Anjo daCargaS ascar; Onix Autotrac; Omnilink ;Controlloc; Controlsat;JaburSatn .i.n .i.Código de barras ;labelling; semi-automaçãoS imn.i.SimRastreador híbrido(GSM+Satelital)Sistema de telemetriaSimCertificadanaISO 14000?N ãon.i.SimEm processo decertificaçãoServiçosdiferenciadosoferecidosnaáreacalçadistaaServiço de pós-venda nodestinoEntregasurgentesAtendimento e rota sespecíficas devido àgrande capilaridade dovarejo e à necessidadede comunicação diretacom representantes elojistas-Equipamentos/acessórioquipamentos/acessóriossespeciaisquepossuiparaatuarnestasáreasn .i.n.i.Automação; código debarras-n.i. = não informado


| edição nº109 | Mar | 2011 |75TransportesTranslovatooUPSSCSSVitóriaLogísticaFone:543026.27077Fone:113123.94888Fone:513349.69000T T TCaxiasdo Sul, RSSão Paulo, SP (matriz mundial emAtlanta, EUA)17:RS, SC, PR, SP, MG13: SP (5), RJ (2), RS (2), DF, MG,PR, AMPorto Alegre, RS13 estados com 12 filiais- 1:SP5: divididos em regiã oSul/Centro-Oeste e NorteSule SudesteTodo o território nacional e mais de220 países e territóriosCentro-Oeste e NorteCerca de 300.0003,8 bilhões de encomendas edocumentos entregues em 200913.051.21886franquias/pontos de apoioNão no Brasi l2Carga expressa fracionada na modalidaderodoviárioTransporte rodoviário, aéreo emarítimo; entregas expressasCarga seca fracionadaCentrais de Relacionamentos; rastreamento deembarques e geração de relatórios; CNO(Centro Nacional de Operações); setorqualificado para atendimento dos processos denão-conformidades e ocorrênciasVulcabras; Dakota; Azaléia; Coopershoes;Grupo DassServiços alfandegários; reparostécnicos; distribuição; armazenagem;logística reversa; serviçosfinanceiros; exportação; importaçãoTI integrada; pós-vendas eatendimento personalizadoN ão pode informar nomes Grendene; Dakota; Via Marte ;Bottero; Ramarim;Coopershoes389, entre carretas, cavalos mecânicos, truck,tocos, camionetes, vans e S10516, entre carretas, cavalos mecânicos, truck,tocos, camionetes e vansSim74541.000350SimSimSighra;AutotracNão pode informa rOmnilink; JaburSat; Sigr a- n .i.n.i.SimRealiza auditorias internas e possu ipadrões próprios de qualidadeEm processo de certificaçãoN ãon .i.n.i.Atendimento diferenciado nas coletas reversas(devoluções)Transporte internacional de cargaaérea, marítima e terrestre;liberação alfandegária;armazenagem e gerenciamento decentros de distribuição; seguro decargaPerformances de entregaacima de 95%; atendimentopersonalizadoEtiqueta com código de barra própria ou emconjunto com os clientes; software específicopara logística reversaUPS WorldshipTM; InternetShippingTM; UPS Quantum ViewNotifySM; UPS Quantum ViewManageSM; UPS CampusShipEsteiras; leitores de códigosde barras; veículos adaptadospara o tipo de produto


76 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalSoluçãoTecnologia da Pacer acompanhamotociclistas a serviço da logísticaPara diminuir custos, oescritório de advocaciaPinheiro Neto (Fone: 113247.8400) adotou um sistemaque permite acompanhar, viaweb, a entrega de documentosrealizada por seus motociclistasengravatados. Com isso, járeduziu em 20% os custos detransporte de documentos desuas sedes no Rio de Janeiro,RJ, e em São Paulo, SP.O SIGEN – Sistema de Gerenciamentode Encomendas, desenvolvidopelas equipes de logísticae TI da Pacer Logística (Fone:21 3161.8600), em parceria comuma empresa terceirizada dedesenvolvimento de sistemas,utiliza o conceito de escalabilidade.Em outras palavras, podeoferecer diversas soluções aocliente, sem perder performanceou se deparar com gargalos decompatibilidade com as váriaslinguagens de software.De acordo com AlexandreCaldas, diretor da Pacer, asolução permite o registro, aatualização e contabilidade detodas as operações de transportesfeitas para os clientes doPinheiro Neto. “Desenvolvemosum módulo no nosso sistemapara uso exclusivo deste cliente.Assim, ele pode controlar osgastos com transporte dedocumentos dos clientes ecobrá-los individualmente pelotrâmite intenso de sua papeladapara fóruns, cartórios, repartiçõespúblicas, etc. Sem este registro,não era possível cobrar peloserviço. Agora, tudo fica cadastradoeletronicamente paraemissão de fatura separada dosserviços de advocacia”, detalha.Antes da contratação, oPinheiro Neto utilizava motociclistase agentes próprios paranão correr riscos de terceirizar otransporte, que é uma áreafundamental em sua atuação.Caldas: esta soluçãopermite o registro, aatualização e contabilidadede todas as operações detransportes feitas para osclientes do escritórioPinheiro NetoSegundo Caldas, o desejo eraatender aos clientes de formasegura no fluxo de informaçõesque geralmente são extremamentesigilosas. “Conosco, elesencontraram não só isso, mastambém uma parceiraoperacional no setor delogística”, comenta.De maneira geral, incluindooutros clientes, além do PinheiroNeto, nas entregas que realiza aPacer mantém uma rede deagentes que auxiliam e fazem opapel do substituto operacional,sendo responsáveis pela rastreabilidadede todo o processo. Nocaso do escritório de advocacia,foi desenvolvido um ambienteweb em que o usuário pode tiraros próprios pedidos, cadastrarseus próprios clientes, gerar relatórios,cobrar, etc., sem misturarseus fluxos de informações com oda Pacer e dos seus clientes.Empresas de qualquer ramode atuação podem fazer uso doSIGEN. Os segmentos atendidospela Pacer atualmente vão desdeadvocacia, passando por tecnologia,petróleo até indústrias emgeral. “Nossa tecnologia apenasapoia uma demanda do cliente,que encontra na Pacer umaforma de ter um atendimentopersonalizado e fazer com queseu produto seja tratado deforma correta”, comenta Caldas.Ao falar sobre o atendimentopersonalizado, o diretor daempresa de logística destacaque caso haja alguma falha naentrega, o usuário do SIGEN temfacilitado o processo de reclamação,localização ou eventualindenização. Além disso, eleafirma que a Pacer conseguepriorizar as entregas de acordocom a modificação da situação,já que o sistema contempladiversas funções que podemsinalizar a qualquer momentoque a entrega que tinha prioridade10, no momento inicial, passoua ter prioridade 01(máxima).Outro aspecto enfatizado porCaldas é a segurança. De acordocom ele, quando é solicitadoalgum serviço que demande aida ao cliente de algum agenteda Pacer, seja motorista, motociclistaou mensageiro, o softwareenvia um e-mail com os dados dopedido e com a foto do agente,seguido de RG e CPF. Para reforçarainda mais a segurança, écomum que os clientes reenviemo e-mail para os clientes deles,dando, assim, maior confiabilidadee agilidade ao processo,pois se encurtam etapas deliberação de entrada doprofissional nos pontos decoleta/entrega.O SIGEN é desenvolvido emetapas. Caldas explica que aPacer foi motivada pela falta deuma solução no mercado queatendesse às suas expectativase necessidades e, também, pelointeresse em oferecer umserviço diferenciado. A primeiraetapa é a de Controle do Fluxode Pedidos, na qual a empresapermite ao cliente realizarsolicitações de serviços sem quehaja perda de rastreabilidadedas mesmas. A Pacer batizouesta primeira etapa do desenvolvimentode “transparência”, jáque toda a movimentação doobjeto pode ser acompanhadavia web, por meio de login esenha.Na segunda fase sãodesenvolvidos relatórios queestão à disposição do cliente afim de que ele possa fazermelhor a gestão de seus custos,ter conhecimento do centro decusto dos serviços, elaborar osmais diversos tipos de curvasABC, etc. Por fim, o terceiropasso é a personalização, noQuando ummotociclista oumotorista daPacer é solicitado,o softwareenvia ao clienteum e-mail com osdados do pedidoe com a fotodele, seguido deRG e CPF


| edição nº109 | Mar | 2011 |77qual é iniciado o processo dedesenvolvimento de soluçõescustomizadas.Expectativas emercadoO diretor não titubeia emfalar que a Pacer não tem aintenção de usar soluções destetipo como produtos, mas, sim,como uma forma de mostrar aocliente que é possível estreitar orelacionamento conhecendomelhor suas necessidades epontos de gargalos. “A Pacer dáuma solução logística e debônus, quando assim exige asituação, damos um módulopersonalizado do nosso sistema,com características próprias,não um clone ou umamaquiagem”, assegura.Outra empresa que utilizaum módulo desenvolvido pelaPacer é a Nokia SiemensNetwork. Caldas conta que aempresa venceu uma concorrênciapara realizar o gerenciamentode toda a cadeia de transportesdeste cliente no Brasil, tornando-sea única empresa local emtodo o mundo a ser escolhidapela Nokia Siemens Networkpara este serviço.Apesar de reconhecer que aPacer não é do tamanho degrandes operadores logísticosglobais, o executivo comemora ofato de as grandes empresas,cada vez mais, optarem porsoluções locais às suasquestões, e não por processosde padrões mundiais e globaisque, na maioria das vezes,engessam o processo. “Esperamosque cada vez mais asempresas consigam enxergar aproposta da Pacer, que éoferecer agilidade, transparênciae disponibilidade. Ressaltoaté a disponibilidade comosendo algo que faz a diferençaem um meio competitivo como onosso”, finaliza. ●NotíciasRápidasGS1 assina termo de parceria como setor calçadistaA GS1 Brasil (Fone: 11 3068.6229) acaba de selar parceriacom a Ablac – Associação Brasileira de Lojistas deArtefatos e Calçados, a Abicalçados – Associação Brasileiradas Indústrias de Calçados e a ACI-NH – AssociaçãoComercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo,Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV) para promover autilização de padrões globais de identificação em toda acadeia calçadista. A indústria do setor já tem benefícioscom o uso dos padrões há mais de 10 anos, como a reduçãode tempos logísticos, aumento da eficiência produtiva ealinhamento de processos. “Os benefícios serão aindamaiores quando os varejistas do setor passarem a trabalharcom esse mesmo padrão global, por isso a assinatura dessetermo de parceria é tão importante para o mercado”,explica João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil.“Hoje, o varejo reetiqueta todos os produtos com padrõesde identificação internos, em vez de aproveitar o código debarras original, gerando custos desnecessários”, completa.


78 | edição nº109 | Mar | 2011 |MultimodalAgendaAbril2011Pós-graduaçãoLogística e DistribuiçãoPeríodo: início em abrilLocal: São Paulo – SPRealização: Provar/FiaInformações:www.provar.orgcursos@provar.orgFone: 11 3894.5004EncontroSupply Chain SummitPeríodo: 4 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: ILOG –Instituto Logweb deLogística e Supply ChainInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918FórunsFórum Internacionalde Intralogística eSupply ChainPeríodo: 4 a 7 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: ILOGInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918III Future.Log –Fórum Internacionalde Inovação noSupply ChainPeríodo: 11 e 12 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: ILOSInformações:www.ilos.com.brforuns@ilos.com.brFone: 21 3445.3000ConferênciaJOC Infra Portos &IntermodalPeríodo: 5 e 6 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: UBMInformações:www.intermodal.com.brdzappalla@ubmbrazil.com.brFone: 11 4689.1935FeirasCeMATSOUTH AMERICA 2011 –Feira Internacional deMovimentação deMateriais e LogísticaPeríodo: 4 a 7 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização:Deutsche Messe/HannoverFairs SulaméricaInformações:www.hanover.com.brcemat@hanover.com.brFone: 11 3521.8000IntermodalSouth America– 17ª Feira e Congressode Transporte de Carga,Logística e ComércioInternacionalPeríodo: 5 a 7 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: UBM BrazilInformações:www.intermodal.com.brintermodal@intermodal.com.brFone: 11 4689.1935Distribution & Logistik2011Período: 13 a 14 de abrilLocal: Malmö – SuéciaRealização: easyFairsInformações:www.easyfairs.comjacobine.josefsson@easyfairs.comExpocarga Perú 2011 –Feira Internacional deTransporte de Carga,Logística e AfinsPeríodo: 14 a 16 de abrilLocal: Callao – PeruRealização: Expocarga PerúInformações:www.expocargaperu.cominfo@expocargaperu.comCursosGestão Estratégica daCadeia de SuprimentosPeríodo: 2 e 9 de abrilLocal: Recife – PERealização: Focus TrigueiroInformações:www.focustrigueiro.com.brFone: 81 3432.7308Gestão da Produção eOperações com PCP –Logística de ManufaturaPeríodo: 9 de abrilLocal: Recife – PERealização: Focus TrigueiroInformações:www.focustrigueiro.com.brFone: 81 3432.7308Gerenciamentode Compras eSuprimentosPeríodo: 15 e 16 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: ILOGInformações:www.ilog.org.brfabia@ilog.org.brFone: 11 2936.9918Planejamento ePrevisão de DemandaPeríodo: 21 a 23 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: CebralogInformações:www.cebralog.comsac@cebralog.comFone: 19 3289.0903Sassmaq – VersãoAtualizadaPeríodo: 30 de abrilLocal: São Paulo – SPRealização: SetcespInformações:www.setcesp.org.brtreinamento@setcesp.org.brFone: 11 2632.1088Veja a agenda completano Portalwww.logweb.com.br


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