1997 - Sociedade Brasileira de Psicologia

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1997 - Sociedade Brasileira de Psicologia

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XXVIIW UNIâO ANUAL DE PslcoLoGu22 A 26 DE O UTUBRO DE 1997FACULDADE DE FmosoFn ,Cl:Ncu sE LETM SUNIVERSmADE DE Sâo PAtiO,RIBEIRIO PRETOR EsuMos DE C oMUxlcAçôEs CIENTfFICASSOCIEDADE B M SILEIRA DE Pslcol-oGu


SOCIEDADEBM SILEIM I)E PsIc0L0GIA -SBPSECRETARIA ExEctm uElianeCristinaAlmeidaLimaAdrianaAlmeidaBalthazarLoGfsTlcAAplausoGramachoTurismoApolo DESECRETARIA E LOG@TICAAntonioPereiraM acedoCéliaCelesteM oiCristianeAlmeida LimaEdnaAlciB.TorresElsonRodriguesdeSouzaAssEssoluAJoséFelippe BeakliniFilho (Depto.Ffsica,UniversidadedeBrasflia)JoséAparecidoda Silva (FFCL,USP -RibeirâoPreto)LuizMarcelino deOliveira (Depto.Psicologia eEducaçëo,USP -RibeirsoPreto)TelmaVitoria (Depto.Psicologia eEducaçâo,USP -Ribeirëo Preto)VictorMoreiraMota(Depto.Proc.PsicologicosBisicos,UniversidadedeBrasflia)ZéliaMariaMendesBiasoliAlves(Depto.PsicologiaeEducaç:o,USP -ltibeirâo Preto)PROJETO Gu nco DECAPAE CARTAZAndrea R.CastelloBrancoM arceloOrtegaJtidiceDIAGM MAIAO EARTEFINALMarcusVinfciusMotadeAratijoFINANCIAMENTOSCAPES-CoordenaçëodeAperfekoamentedePessoaldeEnsinoSuperiorCNPq - Conselho NacionaldeDesenvolvimentoCientfficoeTecnolögicoFAPDF - Fundaçâo deApoio à PesquisadoDistritoFederalFAPESP -Fundaçâo deAmparoà PesquisadoEstadodeSâoPauloFINEP - FinanciadoradeEstudoseProjetosApolo GERALUniversidadedeSâo PauloUniversidadedeBrasfliaSOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICOLOGIA.ResumosdeComunicaçöesCientfticas.XXVIIReuniâo AnualdePsicologia.RibeirâoPreto,SP:SBP,1997(xyzpp)1. PSICOLOGG


SOCIEDADE BRASILEIM DE PSICOLOGIA(SucessoradaSociedadedePsicologiadeRibeirâoPreto)Fundada em 25.09.1971,declarada deUtilidade Pliblica M unicipalpela Lei2920/74 e 6623/93O BJETIVOSDA SOCIEDADEPromovero desenvolvim ento cientfico e técnico em Psicologia.Incentivara investigaç:o,o ensino e a aplicaçso da Psicologia.Defendera ciência e oscientistasem Psicologia,bem como ospsicölogosque trabalham na aplicaçâo dosconhecimentosda Psicologia.Congregareintegrarospsicölogose outrosespecialistasem sreasafins.D IRETORIAMariaAngelaGuimarëesFeitosa(Presidente)W iliam BarbosaGomes(Vice-presidente)llenoIzfdio daCosta(Secretârio)NiltonPinto RibeiroFilho (Secretério)RosanaMariaTristëo (1a.Tesoureira)C ONSELHOAndré JacqueminCarolina M artusceliBoriDeisy dasGrw asde SouzaIsafasPessotti*José Aparecido da SilvaJosé Lino de Oliveira BuenoLuiz M arcelino de OliveiraM aria Clotilde RossettiFerreira:ReinierJohannesAntoniusRozestratenRicardo Gorayeb*Edna M aria M arturanoCélia M aria Lana da Costa ZannonM ércia Regina Bonagam ba RubianoM aria Am élia M atosOlavo deFaria Galvâo*M embrosque nâo estâo em exercfcio no biênioSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


CoMlssâo CIENTiFICADr. Alm irDelPreteDr. Luiz M arcelino de OliveiraDr. M arco Antonio deCastro FigueiredoDra. M ariaAngelaGuimaràesFeitosaDra. M ariza JapurDr. W illiam Barbosa Gom esDra. Zélia M ariaM endesBiasoliAlvesCONSULTORESAD H ocilvaro PachecoDuranAna M ariaTorezanAnamaria Ribeiro CoutinhoAntonio Celso de Noronha GoyosAntônio de FreitasRibeiroAntônio Pedro de M elo CruzAntonio Virgilio B.Ba tosBartholomeu T.TröccoliCarolina LampreiaCecflia GuarnieriBatistaCélia M aria Lana da Costa ZannonCésarAlexisGaleraClsudio HutzDeisy dasGraçasde SouzaDiva M aria M .A .M acielEdna M aria M arturanoElenice SeixasHannaElisabeth BarhamElisabeth Bom fimEmm anuelZagury TourinhoEucia Beatriz LopesPeteanEucia Beatriz LopesPeteanGeraldo PaivaGerson Américo JanczuraGlâucia Ribeiro Starling DinizJairo Eduardo BorgesAndradeJorge M .de Oliveira Castro NetoLorismârio Ernesto Sim onassiLuiz Augusto CelesLuiz PasqualiM ara Ignez Camposde CarvalhoM arcelo TavaresM ércia Regina BonagambaRubianoM ariaAuxiliadora DessenM aria Benedita PardoM aria da Graça Bom pastorBorgesDiasM aria EmfliaYamam otoM aria Helena FlveroM aria IzabelPedrosaM aria Lticia Bustamante Sim asM aria Lticia de Faria M oroM aria Lucia Seidlde M ouraM aria Stela Alcântara GilOlavo de Faria GalvàoQuinhadeOliveiraRachelC.NunesRachelGuzzoRachelKerbauyRegina Helena CamposSadao OmoteSérgio SheijiFukusimaSilvia Helena KolerSonia Santa Vitalino GraminhaSylvia Leserde M elloTelmavitoriaTherezaPontualde LemosM etelVera SobralZildaAparecida DelPreteSBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia


StTMém oM INICoxyElttNclAs3 AsTransfonnaçöesnoM undodoTrabalhoeo NovoPerfildeTrabalhador.3 EducaçëoSuperior,NeoliberalismoeProduçâodeSubjetividades.3 RelaçöesentreFundamentoseFundamentos,eentreFundamentoseAplicaçöesnaFormaç:odoPsicölogo.4 Linguagem eCogniçâo:UmaSfntesedo DebateFilosöficodesdeDescartes.4 Desenvolvimentoda Criançacom DeficiênciaVisual-EnfoqueseResultadosdePesquisas.5 A RetöricadosAfetosem SermöesdeExéquiasdeA.Vieira.5 0 SelfRedescrito:A PerspectivadeDanielDennett.5 AspectosPsicossociaisdo Cooperativismo Agrârio.6 ContribuköesdapsiconeurologiacognivapraoEstudodosProcessamentosdelaeitlradoPortuguês.6 Implicaçöesda Resoluçâo 196/96 do Conselho Nacionalde SatideparaaPesquisaPsicolögicacomSeresHumanoseAnimais.6 A Nova Interpretaçëo doCondicionamento Cllssico ea SuaInterdisciplinariedade.7 O Indivfduo e aFamfliano ProcessodeGlobalizaçâo.7 A MorteeoMorrer:Uma Questëo ética.7 A FamfliaEnquanto Contexto deDesenvolvimentoHumano.8 InteligênciasM tiltiplaseHabilidadesSociais.CoNa u xcns11 A Globalizaçëona ViradadoSéculo.1l Liberdade,Ideptidade,Trabalho e Cidadania.11 M udaaPsicolögiaèom aReintroduçâo daConsciência?12 Psycho/ysidalScalingwithApplicationsinMedicine,Ergonomics,andSports.M EsAsR>monnAs15 Formaçâoem Psicologia:como Avaliar?15 CondköesdePrincfpio paraDesenvolvimentoeImplementaçëode MecanismosdeAvaliaçâodeEnsinodePsicologia.15 QueProfissionalum NovoCurriculo deGaduaçâoDeveria Formar?15 DiretrizesCunicularesparaosCursosdePsicologia:oPerfilProtissional.15 O Objeto daPsicologiaouaPsicologiacomo Objeto.16 QuêProfissionalFonnaroucomoFonnaro Profisionalem Psicologia?16 PsicologiadoEsporte:Ansiedade,Agressâo,EstresseeProduçâo Cientffica.16 A Contribuiçâo daPsicobiologianaFormaçâo eAtuaçâodo Psicölogo Clfnico.16 PorqueaPsicoterapiaFunciona?16 A Contribukâo daPsicofarmacoterapiaparaaFormaçâodo Psicölogo Clfnico.16 OsDomfniosdaPsiquiatriaeSuaInteraçëocom aClfnicaPsicolögica.17 AspectosPolfticos/proissionaisnaInteraçào Psicölogog siquiatra.SlMpöslos21 A Psicologia doDesenvolvimentoCognitivo'.Articulaçöesentre aPesquisaBisicaeaPritica deIntervençëo21 TeoriasdeConceitose lmplicaçöesparaoEnsino.21 A Pesquisaem Desenvolvimento Cognitivoe a Pritica deEnsino da M atemitica.21 PesquisaeCompreensâo deTexto ePro caEducacional'.Aplicaçâode Estratlgia em SaladeAula.Mediaçâo SemiöticaeCompreensëo Textual:ArticulaçâoentreQuestöesTeöricase aPriticadeSaladeAula.SBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia


HabilidadesTextuaisem Crianças,AdolescenteseAdultos'.asImplicaçöesdaPesquisaem Psicologiapara aEducaçâo.22 CompreensâodeTextos:HabilidadesGeraisou Especfficas?22 A M ediaçâo do Outro noDesenvolvimentodaCompreensëodeTexto.23 O ConhecimentodeAdultosPotlcoEscolarizadosSobreDiferentesTiposdeTexto.23 Anâlisede NarrativasProduzidasPorAlunosde5*Sériedo 10Grau.23 Linguagem,Interaçâo,RelaçöesSociais:Um Ensaio deInterdisciplinaridade.23 VfnculoInterpessoal:RealizaçâodaFilogenianaOntogênese.23 DoidAranjo'aoieAtrator'.EvoluçâoConceitualnaAnllisedelnterwöesSociais.24 A Linguagem LiterliaOrganizandoo OlharnaSituaçâo deEnsino.24 Cotidiano,Ciência eArte:FalaseLinguagens.24 Organizaçâo deServiçosdeSatideM entalparaAdolescentes'.DiferentesDemandas,PressupostosTeöricoseM odelosdeAssistência24 O lmpactodasTransformaçöesRecentesno M ercado deTrabalhoSobreaFormaçâoeAtuwâo do ProfissionaldeSatide M entalJunto àClientela Adolescente.25 PesquisaeAvaliaçâo SobreasNecessidadesAssistenciaisem PsiquiatriadeAdolescentes.26 Organizaçâo deServiçosAmbulatoriaisparao Atendimento aoAdolescentePsicötico.26 RededeTratamento ePrevençëoaoAbusodeélcooleOutrasDrogas:aExperiênciadelmplantaçëo doNAPS-F noM unicfpio deRibeirâo Preto.O Psicölogono ProcessoSatide-Doença.OrientaçâoFamiliarem Situaçâo NaturalparaPortadoresdeSfndromedeDown.0 DoenteM entaleAdesâoao Tratamento.OsFatoresde Risco Cardiovasculares:aLiteraturaeoRelatoem Ambulatörio.Intervençâo naDeficiênciaVisual:VariéveisOrgânicaseAmbientais.A ExperiênciaReligiosacomo Campo dePesquisaparaaPsicologia.RelaçöesEntreCiênciaeReligiëonaAcademia.ExperiênciaReligiosa:ConstitukâodeUm CampodePesquisa.Experiência Religiosa:DizerTuao M istério PresentenaRealidade.QuestöesEpistemolögicasSurgidasDuranteUmaPesquisaDescritivadaExperiênciaReligiosa.PercursosPiagetianos'.PossibilidadeseLimitesdaTeoriaPiagetiana.A InteligênciaPiagetiana.A TeoriaPiagetianaeosM odelosM entais.Para Um EstudoPsicolögicodaHonra.AsQuestöesLingufsticasnaObradePiaget:ApontamentosparaUmaReflexâo Crftica.PolfticasdeAtençëo àCriança eao Adolescente:ContribuiçöesdaPsicologia.PolfticasdeAtendimentoàCriançaeao AdolescentenoRioGrandedo Sul:Cûntribuiçâo daPsicologiadoDesenvolvimento.Agressâo,AliançaeReconciliaçâo no ContextoPré-Escolar.Adolescência,AspiraçöesProfissionaiseCotidianoSocial.Capacitaçëo de Educadoresde Creches:aExperiênciado ProgramaM inasPorMinas-Universidade Presente.Anilisedo Comportamento:AlgunsDesenvolvimentosTeörico-M etodolögicoseSuasAplicaçöes.RelaçöesCondicionaisnaAquiskâodaLeitura.FonnaçëodeClassedeEstfmulo eAplicaçâoao Ensino.ToxicologiaComportamental:ContribuiçöesdosEstudoscom Radiaçâo lonizante.ComplexidadeDiscriminativa'.PropostaTeörica,DadosPreliminareseAlgumasPossfveisAplicaçöes.PsicologiaeGênero:Um Desafio.Gênero no TrabalhoClfnico.Gênero e SubjetividadeHumana.Gênero e Ambiente de Trabalho.Gênero naPesquisa Psicolögica.MétodosQualitativo eQuantitativo em Psicologia Social.MétodosQualitativosparaAcessarasRepresentaçöesdeTrabalhadoresExpostosaMerctirio.O Uso daAnilisedeCorrespondênciapara CaptarRelaçöesEntrePriticaseRepresentaçöesSociaisdeUmBairro dePeriferia.33 AnâlisePsicossocialEm Instituköes:QuestöesMetodolögicas.34 Entrevista eGrupoFocalEnquanto Abordagem QualitativanaPesquisaem SatidePtiblica.viSBP -XXVIIReuniâoAnualdePsicologia


Clmsos37 AtendimentoPsicolögicoàCriançacom Câncerem UnidadedeSatide.37 BasesConstrutivistasparaaPsicoterapia.37 NeurosesePsicosesdaAdolescência:QuestöesDiagnösticas.38 PrevençâodeDroga naEscola:UmaAbordagem Psicodramltica.38 HistöriadaPsicologianoBrasil.38 M étodo deRorschach:lntroduçàoaoSistemalntegradordeExner.M INICultsos43 Terapia Cognitivo-comportamentaldaDepressâo.43 AnilisedoEscrevereRelatarExperimento eCasoClfnico.43 A Avaliaçâo DiagnösticaRelacionalFamiliar:DaM etodologiadePesquisaàEntrevistaClfnica.43 CognkâonasOrganizaçöes.COMUNICACôESDEPEsotilsAANW ISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO49 M odelagem do ComportamentodeFormularRegrasEnquanto DescriçöesdeContingências .49 Desempenho eAquisiçâoRepetida deSequênciasdeRespostasem Ratos:AlgunsEfeitosdaRadiaçâo lonizante .49 ComportamentoAdjuntivo:PossfveisRelaçöesEntreComportamento AgressivoeRefowamentoIndependente.50 A FunçâodeEstfmulosSinaisnaAquisiçâoeExtinçâo doComportamentodeEsquiva.50 RepetirouVariar?aInfluênciadeContingênciasdeVariabilidade.50 EfeitosdoM idazolam SobreaVariabilidadeComportamental.51 DiversidadeNosProdutosdasRespostase FacilitaçâodoComportamentodeVariar.51 ComportamentoM omentaneamentePlivado:RelaçöesEfetivascom OutrosComportnmentos?51 RelaçöesEntreExposkâoàsContingênciaseDescriçëo:UmaReanilisedeDados.52 Reforçamento IndependentedaRespostacomoProdutordeAgressividade.52 EfeitosdeUmaHistöriadeReforçmnentoSobreo Seguimento de Regras.53 EfeitosdeM udançasnasContingênciasSobreComportamentoVerbaleNâoVerbal.53 EventosPrivadose Seleçëo PorConsequências.53 O ControleContextualnaFormaçâo deClassesdeEstfmulosEquivalentes.54 EquivalênciasFormadasaPartirdeEstfmulosPosicionais.54 EfeitosdoNtimerodeParesSobreaDiminuiçâo daRespostaAuxiliar.55 Aprendizagem de ParesAssociados:Diminukâo daRespostaAuxiliarEntreSessöes.55 EfeitosdeEstfmulosAmeaçadoresnaEmergênciada Equivalência.55 Composiçâo dasRelaçöesCondicionaisTreinadase a EmergênciadoControleContextual.56 Efeitosda Ordem deTreinoSobreaEmergênciadoControleContextual.56 A NaturezaHierâquica do ControledeEstfmulos:AspectosEmpfricoseM etodolögicos.56 Aprendizagem do Conceito deProporçëo:Interaçâo entreEquivalênciadeEstfmuloseInstruçöes .57 EfeitosdaOralizaçâodePalavrasSobreaAquisiçâodeComportamentoTextual.57 TransferênciadoControledeEstfmulosUsuaispara NâoUsuaiscom Fading.58 Efeitosda Oralizaçâo dePalavrasSobreo ControleporUnidadesM fnimas.58 SimetriadePoskâoem CebusApela.58 Recordaçâo deEventoseaFormaçàodeClassesdeEstfmulosEquivalentes.59 DiscriminwöesSimplesou CondicionaisFormam ,Igualmente,RelaçöcsdeEquivalência.PSICOBIOLOGIA E NEUROCIêNCIAS63 Interaç:oMëe-Filhoteem Macacos-O anha(AtelesPaniscus).63 EfeitodoAumentoàExposkâo aoChoqueImediatono Condicionamento ContextualdeM edo.63 DiferençasEmocionaisEntreRatosW istareLong-EvansaEstfmulosAversivos.64 BloqueiodoCondicionamento ao Som pelo CondicionamentoAosEstfmulosContextuais.64 A RespostadeCongelamento comoFunçâoda lntensidadedoChoqueElétrico.64 A BrincadeiranoHamsterDourado:Caracterizaçëo ComportamentaleEspacial.65 A BrincadeiranoHamsterDourado:EfeitosdoSexo doParceiro.65 O Conhecimento dasExpressöesFaciaisde Emoçöes:TarefasdeProduçâo.65 O Conhecimento dasExpressöesFaciaisdeEmoçöes:TarefasdeJulgamento,ReconhecimentoeDescrkëo.SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


PslcolzoGlA CLfNICA69 Tratamento do Comportamento Agressivo em UmaCriança:Um Estudo deCaso.69 CondiçöesdeRisco SignificativamenteAsstpiadasaProblemasPsicolögicosnaInfância.69 ControlePetçbiḍ()comoPreditordeBem-EstatSubjttivoInfantil.70 PromoçâodaQqalidadeqAvgliaçâo naEduçaçâolnfafgil:UmaExperiência.70 UmaAproximaçaoao L MnndoMentaldeMâesdeAdolescentescom Problem%.71 AderênciaaoAtendimento Psicoterépico:Um EstudoRqtrospqctiyo cpm PackptçsAdolejcentes-71 diDesejoPelaPaternidade':EstudoExploratörioSobreaIntençëûdeTerFilhosEntreEstudàntesUniversitlrios.71 A Queixad0sPaise o Foco em Psicoterapia BreveInfantil.72 IntervençöesBreves:Um M odelodeAtendimento em UmaClfnicaEscola.72 IntervençöesBreves:ReflexöesSobreaExperiêncianaClfnicaPsicolögicaSâoM arcos.72 SeparaçâoConjugal:Intervençâoem GrupoSobreosComportamentosdePaiseFilhos.73 Avaliaçsoelntervençâo GrupalJuntoaPessoascom DificuldadesdeRelacionamentoAfetivo-sexuais.73 Sexo eQueixa:AdequaçëodoAtendimento àDemandaem ServiçoAmbulatorial.74 ConfiguraçâoAdaptativaeo NfveldeM aturidadedosM ecanismosdeDefesa.74 Temperamento ePersonalidade:PesquisasNacionaiseInternacionais,Situaçâo em 1996.74 Avaliaçâo daAliança Terapêutica dePacientescom DistirbiosGravesdePersonalidade.75 RepresentaçëodeObjetoedasRelaçöesObjetais:AplicwâodaEscala deMutualidade daAutonomiaRevisada(M .0.A.-R)àsRespostasdoRorschach.75 O ExamePsicolögiconaEsquizofrenia:AvaliaçëoPsicodinâmicadasAlteraçöesComportamentaiseEmocionaisObservadasClinicamente.75 O BBT como Instrumento Diagnöstico em OrientaçëoProfissionale Psicoterapia.76 A ExperiênciaSubjetivanaEsquizofrenia:AvaliwëoSintomatolögicadePacientesCrônicos.76 ComunicaçâoIntensaentreTerapeutaeCliente:AnâliseFenomenolögicadeDepoimentos.77 Subjetividade e Inconsciente'.Investigando osLimitesdaPalavra.77 0 ProjetoInconsciente deMachadodeAssis.PslcolaoclACOGNITIVA81 O Desempenho de LesadosCerebraisem TarefasEnvolvendo SilogismoseProvérbios.81 O Efeito daAcessibilidadeConceitualnaProduçâo Lingiifsticae JulgamentosdeTipicidade.81 A InfluênciadaForçaAssociativa em JulgamentosClassiticatörios.82 Dimensöesda InteligênciaSocialSegundoa Opiniâo de Especialistas.82 M odelosdeCategorizaçâoDifusa em PsicologiaCognitiva.82 A Compreensëo deSentençasEnvolvendo TodoseCada.83 DesenvolvimentoCognitivo,CondiçöesSöcio-ExperienciaiseAquisiçëodoConceito deM orte.PslcotoclA Do DESENVOLVIMENTO87 PapeldaEstruturaçëoPedagögicanaInteraçâo Educador-criançaeCriança-criançaem Creche.87 AvaliaçëoPelaEducadora do ProcessodeAdaptaçâo deBebêsem Creche.87 ProcessosM etacomunicativosEntreDfadesdeCrianças:Estudo M icrogentticoem ContextoEstruturado.88 PadröesInterativosM ëe-criança em Contexto Estruturado paraRealizaçâo deTarefa88 EpisödiosAgonfsticosEntreCrianças:o Que ElesRevelam?Interaçëo M âe-criançacom Disttirbio Especftk odeLinguagem.AspectosPsicossexuaisnaCaracterizaçâo da PreferênciaLtidica.EstudoComparativodeCriançasPaulistanase do InteriordoPiauf:Aleitamento.Estudo Comparativo deCriançasPaulistanasedoInteriordo Piauf:Sono.Comparaçâo EntreParceirosPrivilegiadosePreteridosem DnplanaCreche.Promoçëo daQualidadee Avaliaçâo naEducaçëo Infantil:UmaExperiência.DisputadeObjetos:ComoasCriançasPré-EscolaresResolvem EsteConflito.Criançasem Situaçâo deRuaeoTrabalho-Um Estudo em PortoAlegre.O Desejo em CriançasBrasileiraseColombianas.AsExpectativasdeFuturo deCriançaseAdolescentesem SituaçâodeRuanaCidadedePortoAlegre.Competência Sociale Empatia em CriançasEscolaresdeNfvelSöcioeconômicoBaixo.M tisicaTonalVersusM tisicaAtonal:Um Estudoda Preferênciaem BebêsHumanos.TiposdeBrincadeirmsdePaiseM âescom SeusBebêsdeOitoMeses.Amamentaçâo em CrechenoLocaldeTrabalhodaM ëe.O PapeldaInteraçâo SocialnaM anifestaçâo da lnferência Causal.SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


94 InferênciadeCriançasPequenasem InteraçâoSocialouem SituaçâoExperimental.94 O Desenvolvimento do ConceitodeInimigoem CriançasePré-adolescentes.94 O Desenvolvimento do ConceitodeAmizadeem CriançasePré-adolescentes.95 ControlePercebidoeContextosFamiliaresdeCriançasdeNfvelSöcio-econômicoBaixo.95 Proximidadede PaiseM :esem Criançasem SituaçëodeRisco.95 EventosDisruptivoseM udançasna Participaçâoda Criançacomo M embro doGrupoFamiliar:Um EstudoLongitudinal.Estudo Comparativodo Desenvolvimento M oralem CriançasdeDiferentesContextosSociais.A RepresentaçâoSocialdeTipologiasCorporaisem CriançasdeDiferentesFaixasEtfrias.InteraçëoSocialem DiferentesAmbientesdeCreches:AdultoseCriançascomoParceirosdoDesenvolvimento.PadröesdeComunicaçâoEntreAdultoeCriançaem SituaçâodeCreche.A ExplicaçâodasOrigensdoConhecimento em CriançasPré-escolares.Avaliaçâo doDesenvolvimento deCriançascom HipotireoidismoCongênito.A lnfluênciadaIdadeedoSexonaConfissâodoDelitoem Uma Populaçâo de ClasseM édiadaGrandeVitöria.Resiliência:Um Estudocom BrasileirosInstitucionalizados.VivênciaFemininada PrimeiraRelaçâoSexual.VidaSexual,PrevençâoeContracepçâo:oQue Pensam oseasAdolescentes.A Adolescência eoBem-EstarSubjetivo.M aternidade na Adolescência:SexualidadeGravfdicaePuerperal.M aternidade na Adolescência:Relaçâo M aternoX Filial.A ConstruçâoPsicplögicadoProcesso deM enstruaçëo.EstereötipoSobreAdolescentesem EstudantesUniversitâios.O QuePreocupaosAdolescentes?A InfluênciadoPainaEscolhaProfissional.Quem é o AdolescentedoPonto de Vista deEstudantesUniversitsrios.AvaliaçâodosEstadosdeânimodeIdososPraticantesdeExercfciocom Mtisica.PslcolaoGlA EscotxR EDAEotlcAçâo105 ApreciaçëoDocentede FatoresRelacionadosao DesempenhoAcadêmicodoAluno.l05 CaracterfsticasdeAlunosUniversitâioscom DiferentesOrientaçöesparaaAprendizagem Acadêmica.105 PerfildoAluno Universitârio na OpiniâodeProfessores.106 Produçâodo Fracasso Escolarno Cotidiano'.ExperiênciadeIntervençëoem Escola Ptiblica.106 lconicidade eEnsino de Reconhecimento de Sfmbolosem Sistem asComputadorizadosdeComunicaçâoAlternativa.106 Identificaçâo deCriançascom AltoeBaixoRendimento Acadêmico.107 A Auto-lmagem doAdolescenteEstudantedeSegundo Grau.107 RelaçöesPerceptivasnoEnsinodeQuintaSériedePrimeiroGrau.108 Construindo umaSexualidadeAdolescente(Propostadelntervençâo Psicolögica em Institukâo Educacional).108 AnilisedeAspectosQuantoàOrientaçâodeEstudosdo Aluno Secundarista.108 HabilidadedePensamento Criativo em ProfessoresdeEscolasTradicionaiseInovadoras.109 DificuldadesdeLeitura:Aplicaçâo deRecursosM ultimfdia e deFonnaçâodeClassesdeEstfmulosEquivalentes.109 IntegraçâodaPessoaPortadoradeDeficiência noEnsinoRegular:EstudoExploratörio.110 O Laudo Psicolögico eaClasseEspecial:UmaAnâlisedeLaudosPsicolögicosUtilizadosno EncaminhamentodeCriançasàsClassesEspeciais.110 O ProcedimentodeProgramaçào deEnsino AplicadoàM tiltiplaDeficiência.110 AsRepresentaçöesdeProfessoresdeClasseEspecialem Fortaleza-CE.111 M emöria deTrabalho doParalisado Cerebral:EfeitosdePrimaziaeRecência.111 Salade Recursos:UmaPropostaViâvel.111 PreparaçâoProfissionaleSocialdoPortadordeDeficiênciaM entalparaoM ercadodeTrabalho.112 Conhecimento Ffsico eLögico-matemitico em AtividadesdeM anipulaçëodeM ateriais.112 Capacitaçâo deAtendentes:Tornando IndependentesCriançasPortadorasdeDeficiência M entalSevera,Institucionalizadas.112 DistorçöesdasIdéiasdePiagetnoContextoBrasileiro.113 M udançasOconidasna Prâtica PedagögicadeProfessoresDuranteInovaçëo EducacionalConstrutivista.113 AnâlisedasAçöesda SecretariaMunicipaldeEducaçâo deFlorianöpolis(Gestëo 93-96).114 DiticuldadesdeAprendizagem :Um Estudo deCaso.114 PromoçàodeInteraçëo EntreAlunosem Sala deAula:CondköesFacilitadoras.SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


114 A Perguntacom oEstratégia FacilitadoradaParticipaçâodo Aluno em Classe.115 Pintando o7:Construindo EstratégiasPsicopedagögicasAtravésdeOficinade Expressëo.115 CaracterizaçâodaAtividadeLtidicaSegundoaPerspectivadeProfessorasdeEducaçëolnfantil.116 O Jogoem DuasPré-escolas:Caracterizaçëo eQuestionamentos.116 A PercepçâodeM âesSobreSeusFilhosem Infcio deEscolarizaçâo.116 A (In)DisciplinanaslnteraçöesEducadora-criançaeCriança-criança naCreche.117 RepresentaçöesdeEducadorasSobreasM âeseFamfliasdasCriançasdaCreche.117 Cidadania eEscolarizaçâo Fonnal:RelaçöesSociaisem Sala deAula.117 A Apropriaçëoda Atividadeno ProcessodeEnsinar/AprenderaRendadeBilro.PslcolaoGlA Dà FAMiLIA ECOMUNITéRIA121 CaracterfsticaseDesejosdePessoasCadastradasparaUmaAdoçëo.121 Adoçëo NacionaleInternacional:Compreensâo dasDiferenças.121 PolfticadeAtendimento PsicolögicoàCriançaSexualmenteAbusadaem SàoPaulo.122 Procedimento Jurfdicocomo FatorPatogêniconaEstruturaçâo doVfnculoM âe-Filha Adotiva.122 FamfliaeDeficiênciaM ental'.TransformaçöesnasExpectativasdeM âes.122 FamfliaeDeticiênciaM ental:asM âesDiantedoJulgmnentoAlheio.123 Depressëo eSuporteFamiliarPaterno:PerspectivasdeAdolescenteseSuasM ëes.123 AdolescenteseSeusRelacionamentosAmorosos:Um EstudoComparativo EntreAdolescentesdeFamfliasIntactaseDesfeitas.124 InteraçëoTrabalho-fmnfliaem MulheresProtissionaisdaérea daSatide.124 çfAindaSomososM esmos..''-A ConcepçâodeCasamtntoNumaPerspectivaTrigeracional.124 GfNinho Vazio':AsMudançasqueOcorrem no Relacionamentodo Casal,QuandoosFilhossaem deCasa.125 Famflia,Escolha Profissionale do Parceiro Amoroso:O RelatodeIdosos.125 Ciclo Vitalda Famlelia.125 A Famfliaem FasedeAquiskâo.126 A Famfliaem Fase Adolescente.126 A Famflia em Fase Maduraeem FaseUltima.FololAçlo EM PslcotoclA129 Nfveldelnteresse dosAlunosQuantoao Contetido da DisciplinadePsicologiaGeralno Ensino Médioem UmaEscola ParticulardaCidade de SâoPaulo.129 Psicologia:Expectativaspara o Ano 2000.129 EscolhadaPsicologia como Profissâo:Um EstudodosM otivos.130 Psicologia eEscolha Protissional:A lmagem da Profissâo no ItN.130 O Nâo-exercfcioProfissionalEntre osEgressosdaIJFI+ .130 A Questâo doGêneronaPsicologia:Um Estudo Preliminar.131 A M otivaçëocomo M ediadoradoProcesso deFormaçëo em Psicologia.131 AutismoInfantil:ConcepçöesdePsicölogoselntervençöesRealizadasem EducaçâoEspecial.132 A Formaçëo UniversitM a eaVeiculaçâodaCultura Universal.HISTôRIA DAPslcolaoclA135 CondköesSöcio-patogênicasdaHisteria ConformeMédicosHigienistasBaianosdo SéculoXIX.135 A


144 InfluênciadaIdadeedo Gênero noComportamento deCidadaniaOrganizacional.144 OcupaçëoProfissionaldePessoascom HistöriadeDetk iência:deInativosaPromotoresde AtividadesArtfsticasedeLazerJunto àsInstituiçöesdeAmparo àVelhice.144 PrioridadesAxiolögicas,Tempo deServiço eCidadaniaOrganizacional.145 AnlliseOrganizacional:aAplicaçâodo Conhecimento GeradonaUniversidade.145 EscaladeEstilosPolfticosdaOrganizaçâo:FerramentaparaaAnlliseOrganizacional.l46 Representaçâo Socialda VidaPessoaleProfissionaldeCondutoresdeonibusUrbano em Belém doParâ.146 Petroleirosem BasesTerrestreeM arftima:ComparandoPerfisdeSofrimento Psicolögico.146 CondiçöesdeVidaedeTrabalhoem Plataforma M arftimadePetröleo.147 AcidentedeTrabalho lncapacitantenaConstruçâoCivil:Retdes)Adaptaçâo,Identidadee Estigma.147 ParticipaçâonasDecisöese Comprometimento Organizacional.148 ImportânciadeFatoresPessoaiseOrganizacionaisnoVfnculoIndivfduo/organizaçâo.PEltcEpçâo EPslcoldslcA151 FunçöesPsicofsicasPerceptivaseMnemônicasdeV eaeVolume FamiliareseNâoFamiliaresSob InstruçöesAparenteeObjetiva.151 InteraçöesentreFaixaEtlia,Escolaridade,Percepçâo eMemöria paraV eaJulgada.l51 Partkâo de TamanhosLinearesem DiferentesOrientaçöes.151 AçâodaParalaxeBinocularEntreDistânciasRelativasOrtogonaisDistaisem AmbienteNatural.152 SensibilidadeaFreqiênciasAngularesem NovasFases.152 PercepçâodeFacesFamiliaresCentradasno PontoCego:Um EstudoPilotodo FenômenodeM uitas-Faces.153 ReconhecimentoHlpticodeObjetosTridimensionais:Um Estudo da Influência deDistratores.153 VerificaçâodaPercepçâoTâtilem SujeitosCegos:Como osCegosçfvêem'osObjetos.153 PossfveisEfeitosdoEnvelhecimentonoSentareno Levantar.DadosPreliminares.PslcolaoGlA DA SAVDE157 LimiardaSensibilidadeDolorosaem PontosDolorosos-TenderPoints.157 QuestionlriodeDorda McgilparaAvaliarQualitativa eQuantitativamenteaDordePacientesFibromialgicos.157 Trabalhando com AlcoolistaseSuasFamflias.158 PrevençâodeDeficiênciaM entalnaSatidePtiblicadaGrandeVitörinm s.l58 Representaçâo Depressivaem Pacientescom CâncerGinecolögico AntesdeQuimioterapia.158 O M odelodaTeoriadaAç:o RacionaleaIntençëodePraticaroAuto-examedaM amaem M ulheresdeBaixaRenda.159 Atividadesem SaladeEsperanaPrevençâo doCâncerCérvico-uterino.159 DoençaCrônicaeEquipeM ultiprofissional:oDesafio do Diabetes.159 GrupodePaisnoHospitalUniversitlio BetinaFerro deSouza.160 A InserçâodoPsicölogo na RedePtiblica deSatidedeBrasflia-DF:DescriçâoGeraldeDadosObtidos.160 PrâticadoSexo Seguro ea Prevençâo doHiv/Aids:Levantamento Preliminar.161 AtividadeFfsicaeBem-estarPsicolögico em PacientesDiabéticoseHipertensos.161 PessoasConvivendo com o Hiv/Aids:AspectosDemogrâticosePsicossociais.162 A MulhereaAids:Um EstudoBaseado naTeoria da Açâo Planejada.162 Adolescentee a Sexualidade:Um Programa deIntervençâo.162 Caracterizaçâo dasEstratégiasdeEnfrentamentoEmpregadasPorIndivfduosAidéticos.163 M aternidadenaAdolescência:Corpo GravfdicoePuerperal.163 M aternidadenaAdolescência:Corpo eSexualidade Pré-Gravfdica.163 LevantamentodasPrincipaisPreocupaçöesdeM âescom SeusBebêsnasPrimeirasSemanasPös-parto:EstudoExploratörio.164 InfluênciadasAulasem LeitoSobreaAuto-Estima do PacienteHospitalizado.164 FatoresPsicossociaiseDesgastedosDentes.164 FatoresPsicossociaisePeriodontiteRapidamenteProgressiva.165 Estudo dalnteraçâoCirurgiào-DentistaVsPacienteEspecialVisando a CapacitaçëodoProfissional.165 EstratégiasNâo-AversivasnoControledoComportamentodePacientesNëo-colaboradores.Pslcol-oclA SoclAL169 VariâveisFavorecedorasaoAvanço doSinalVermelho NosCruzamentosdeBelém.169 Comportamentosde PedestresDuranteaTravessiadeViasSinalizadas,em Belém-PA.169 AnâlisedasCategoriase AtividadesdeLazerem EstudantesUniversitârios.170 CrençasSobreSexualidadee Comportamento SexualdeAdolescentes.SBP -XXVIIReuni:oAnualde Psicologia


Representalfo SocialdoTrabalm EntreAdolescentes.GêneroeInserçâo Social.ExperiênciaeVidaCotidiana'.Um Estudo IntergeracionaldasConcepçöesdeViolência.ExperiênciasdeProfissionaisUniversitliosRelativasaTrotesEscolares.AspectosdoTroteEscolarno BrasilReveladosem DadosdaImprensa.O CitimeRomântico -UmaComparaçâo EntreUniversitkioseNâO Universitlrios.ErrânciaseErrantes:Estudo com AndarilhosdeEstrada.M orro Vermelho:ConfrontoHistöricodeRelatosSobreoDinamismodaComunidade.RageladosdeDesastresNaturais:ProduçëoIdentificadanaLiteraturadaVeadaPsicologia.O Bem-estarde Participantesem GrupodeAlcoölicosAnônimos.RedesdeApoio noCotidianodeM ulheresdeClasseM édia.CarreiraProtissionaleM aternidade:o Discurso dasM ulheresNëo-M âesPorOpçâo.PropriedadesPsicométricasdoQuesticml odePremissasSöcio-culturaisSobreaFamfliaBrasileira.PremissasSöcio-culturaisSobreaFamfliaem Funçâo do Sexoeda Idade.Quando SeComeçaaSerVelho?ConselhosdeSatide;Representw öesSociaisdo SUSe daParticipaçëoPopular.ServkosPtiblicosnaPerspectivadosMoradoresdaPeriferiadaSera/Es.AltemativasparaAçâo ComunitârianaVisëo deM oradoresdaPeriferiadaSerra/Es.PrâticaseRepresentaçöesSociais-ElementosCentraise Periféricosdo CampoRepresentacionalRepresentaçöesdeCrimeeJustkaem EstudantejUniversitérios.EstudosSobrePreservaçëodo Ambientenaérea daPsicologiaAmbiental.Doaçâo deörgâos;MeuCorpo,MinhaSociedade.OrnamentalIl:a CasacomoPoesia.IdentidadeSociale VitalidadeEtnolingufstica.Um Estudo com ComunidadesAlemâesem SantaCatarina.n eodorAdorno e a Psicologiado Anti-semitismo.Julgamento M oralem EstudantesdeDireitoeEngenharia.DiferençasnasPrioridadesAxiolögicasdeM tisicoseAdvogados.PrioridadesAxiolögicas,TempodeServiço eCidadaniaOrganizacional.Influência da Idadeedo Gênerono Comportamento deCidadania Organizacional.çW traçâoPeloSagrado':UmaAnâlisePsicolögicadasEscolhasReligiosas.A Responsabilidade SocialdoIndivfduoReligioso.SuperstköesComunse SuasRelaçöescom TiposdeRaciocfnio.AtribukëodeCausalidadeao Sucessoeao Fracasso.AsFormasdeComunicaçëoNâo-verbalnaCriança PortadoradeDeticiências.TécxlcA oo EU MEPslcolatk lco185 SSQ (StudentStylesQuestionnaire)ValidaçâodeConstruto naAvaliaçâodoTemperamento.185 Procedimento deAvaliaçâoCognitivaAssistidaAtravésdeResoluçâo deProblemas.185 0 QueasMâesComunicam AtravésdeSeusDesenhos?Uma Tentativa deCompreensëo dosPsicodinamismosFamiliaresaPartirdaAplicaçâodeUmaBateriadeTécnicasGrv casProjetivas.186 AdaptaçâodaEscala deSatisfaçâodeVidade Estudantes.186 Validaçâoda MedidadeDisposkëo Afetiva(MDA).187 lnvento o deBarreirasà CriatividadePessoal.187 Pedildo M otoristaInfrator.CoMUNlcAçôEsTécNlcAs191 EstimuladorEletrônico para Expelimentosem AnimaisSubmetidosa Condiçöesde EstfmulosAversivos.191 Fonnrules2.0:Sistema ComputadorizadoparaAnlliseExperimentaldoComportamentoM omentaneamentePrivado.191 O Tesouro de Havilok 1.0:SistemaComputadorizado paraAnéliseExperimentaldoEfeitodelnstzuçöeseDescriçâo deContingências.192 ConstruindoRecursosDidlticosparaEstudaro DesenvolvimentoInfantil.192 REL 1.0:Sistem aComputadorizado para oEnsinodeDiscriminaçöesSimpleseCondicionais.192 Internet:oQueoPsicölogo PrecisaTereSaberpkraFicarE:plugado'.SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


fxolcs os ctmmosU'nuzAoosCtmlcosDE LocAlsDEREALIZACâO DAsATIVIDADESANF DANF HANF LLANF PFILO 1FILO 2FILO 3FILO 4FILO 5FILO 6FILO 8FILO 9FILO 10HAI.L C08H28ESALA ECtmlcosDE CATEGORIASDEATIVIDADESFaculdade deFilosofia,SaladeSeminliosdaPsicobiologiaFaculdadedeFilosofia,Bloco H,AnfiteatroFaculdadedeFilosofia,Bloco Diditico,AntiteatroLucienLisonFaculdadedeFilosofia,AnikeatrodaPatologiaFaculdadedeFilosofia,BlocoDidâtico,10andar,Sala1Faculdade de Filosofia,Bloco Didstico,10andar,Sala2Faculdade deFilosofia,Bloco Diditico,10andar,Sala3Faculdadede Filosofia,Bloco Diditico,10andar,Sala4Faculdade de Filosofia,Bloco Diditico,10andar,Sala5FaculdadedeFilosofia,Bloco Diditico,10andar,Sala6Faculdade de Filosofia,Bloco Diditico,T andar,Sala8Faculdade deFilosofia,Bloco Didâtico,20andar,Sala9FaculdadedeFilosofia,BlocoDidltico,20andar,SalaEFaculdadedeFilososa,BlocoC,HallFaculdadedeFilosofia,BlocoH,SaladeDinâmicadeGrupoFaculdadedeFilosofia,Bloco EFaculdadedeFilosofia,Bloco E,Sala dePös-Graduaçâoem PsicologiaCONF ConferênciaCUR CursoENC EncontroEXP ExposiçâoLANC Lançamento deLivroM nCONF M ini-conferênciaM nCUR M ini-cursoM R M esa RedondaSIM P SimpösioW ORK WorkshopCtmlcosDE CATEGORIASDE CoMvxlcAçtmsDE PEsorlsAAECBIOCLINCOGDESESCFAMFORMHISTM ETDORGPERCSAUSOCTEPAnfliseExperimentaldoComportamentoPsicobiologiae NeurociênciasPsicologiaClfnicaPsicologiaCognitivaPsicologiado DesenvolvimentoPsicologia EscolaredaEducaçâoPsicologiadaFnmlqiaeComunitliaFormaçàoem PsicologiaHistöriadaPsicologiaM etodologia de PesquisaeInstrumentaçëoPsicologiaOrganizacionaledo TrabalhoPercepçëoePsicoffsicaPsicologiadaSatidePsicologiaSocialTécnicado ExamePsicolögicoCômcospECAu comAsDECOMUNICAO ESTécxlcAsCT ComunicaçöesTécnicasSBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


M INIC ONFERENCIAS


MItCONF -MiniColferênciasM nCONF 1.01ASTRANSFORMAIX ESNO MUNDO DO TRABALHO E 0NOVO PERFIL DE TRABALHADOR./n/-TI Virgl'lio B.Bastos.UniversidadeFederaldaBahia.A contiguraçâodeumasociedadepös-industrial(Bel,1973.,PiorieSabel,1984)émarcadapelocrescentepapeldoconhecimentoetecnologia como forçaprodutiva e porprofundasdescontinuidadesque sinalizam afalência demliltiplasinstituiçöesdasociedadeindustrial(Hage,1995).0 desempregoestrutural,acrescenteviolênciaSocial,a incerteza quanto ao futuro,a crise no interiordosgrugosfamiliares,acrisedo estado de bem-estarsocials5o algunsdosindicadoresdareferidafalência.Essemovimento,complexo e heterogêneo pornatureza,espraiasecomritmo pröprio em diferentescontextosnacionais,produzindoimpactosdistintossobreasdiferentesclassessociaise,emespecial,sobre osindivfduos.Osintimerosproblemase incertezasquecercam essemomentode mudança mostram-se particulannente aguçadosna esfera dotrabalho humano,quernoscontextosou condiçöesem que e1e seconcretiza,querno seu contetido e forma deorganizaçâo.O processode reconversào industrialem curso tem tido profundoimpactonasorganizaçöes,gerando a necessidade denovas arquiteturasorganizacionaisenovosprocessosdegestso.Parte detaisalteraçöessevinculam àbuscadasorganizaçöesem seajustareme/ou agirem proativamente ao contexto social,cultural,econômicoepolfticoem aceleradatransformaçào,censrio muitasvezesdescrito atravésdo conceito de globalizaçào.Ascaracterfsticasorganizacionaisemergentes(maisenxutas,maisorgânicas,m aisarticuladasem redes,como processosmaisflexfveis,porexemplo)revelamaranjosinstitucionaismaiscomplexosque,comolentes,tiltramasinfluênciassociaise tecnolögicase,assim,diferenciam ,com assuaspolfticas,osimpactossobre ostrabalhadores.Na presente miniconferênciabusca-se discutirum modelointegrativo que possibilite compreenderasmudança nosprocessosdetrabalho e nasorganizaçöesde trabalho de formaarticuladacom asdemandasque taismudançascolocam ao trabalhadorem tennosde habilidades,atitudese valores.Enfaseespecialsersdadaàdiscussâodopröprioconceitodequalificaçâoque tem comportado diferentesenfoquescom implicaçöesimportantespara a anJlise dosimpactostecnolögicoseorganizacionaissobrea força detrabalho.M esmo partindo-se do pressuposto da heterogeneidadecomomarca bssica desteprocesso de mudaxa,pretende-se vincularoque a literatura apontacomo requisitospara trabalhadoresinseridosnosegmento de ponta dessecontexto em mutaçâo à.discussâosobre qualificaçâo erequalificaçâo parao trabalho.Taldiscussâorevcla-sc,hoje,requisitoindispensévelpararepensarapréticasdo psicölogo que atuaem organizaçöesdetrabalho.- 000-M nCONF 1.02EDUCAG O SUPERIOR.NEOLIBERALISMO E PRODU-I;AO DE SUBJETIVIDADES.DeJCMJ/7Ce:/.UniversidadedoEstado do Rio de Janeiro.'SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaEstudoscrfticossobre o neoliberalismo têm apontado para asgravesrepercussöesdestaspolfticasparaaeducaçâo ptîblica.Estaconferência discute asprincipaisrepercussöesdaspolfticasneoliberaisnaeducaçâo ptiblica superiorbrasileira,com destaqueàproduçâodesubjetividade


MI3CONF -Minifb/lferlncïfl.îdadesprofissionais.Ocorrequenoensino (lepsicologia(Iegarase,freqtientemente,comum sério conflito entre a possibilidadedeum curnrculoprogressivoehierbrquicocapossibilidadedeum currfculoarbitrsrioeflexfvel.Comoagravante,aspartescurliculares(asdisciplinas)aoinvésdeapresentarem-secomorecursodefnndamentaçso,complementaçsoecontrasteimpöemsecomoumfundamentoabsolutoesuticiente.Asimplicaçöesdestaéticacuricularsâograves.Estudantesquesedeixam seduzirprecocementegorpartescunicularescorremoriscodeobteremumaformaçso baseadaem umaéticadeadesqo.Em contraste,odesejadoseriaodesenvolvimentodeumafonnaçsobaseadanumaéticadedescobertaeinovaçâoqueprivilegiasseaautonomiacrftica.N5oumacrfticaabsolutaesubjetivadamasumacrfticaconstitufdaereconstitufdapormovimentosreversivosentreprocedimentosprotisionaisderealizaçâo (subjetividade)eatualizaçèo(objetividade).Acontece,queosproblemasapontadosultrapassam oslimitesde qualquerreforma curricular.No ensinode psicologia sériasdificuldadesimpedem o dislogo entreo ensinode fundamentoseo ensino de aplicaçöes.Professoresenvolvidosnoensino epesquisade fundamentosnem sempreapontamparaasimplicaçöesconcretase imediatasdestesfundamentosnaprstica psicolögica.Estâo muito maisempenhadoseenvolvidoscom asdescobertasque ocorrem em seuslaboratörioseno debatecom aliteraturaespecftica.Anote-se queno Brasilsâo ainda poucososcursosdegraduaçso que têm o privilégio de contarcomestesprofissionaisem seusquadrosdocentes.Poroutro lado,profissionaisenvolvidoscoma pritica preferem concentrar-se nosfundamentosparticularesdesuasteorias,dandoconotaçàodepoderesindiscutfveisàssuas intervençöes.Neste grupo,o nlimerodeprotissionaisenvolvidosem pesquisa aindaésingelo e oexercfcio crftico nâo éuma prbtica habitual.Asconseqûênciassâo öbvias:uma formaçâo fragmentada e polêmica.O debate entreasdiferençascaracteriza-se pela ironia e n:o poruma metéforaque venha contribuirpara soluçöesdosimpassesdanossa ciência,doslimitesdasnossasprâticas,eda conquista deespaçosprofissionaisparaosnossosestudantes.Em outraspalavras,aquestào que secoloca é:como superarvelhosimpasseseconcentrar-seno exame dosnovosimpasses?Nesta exposiçâo argumenta-sequeé possfvel,atravésda histöria dapsicologia,obter-setantoumaconfiguraçsoglobaldograndecampopsicolögicoquandoa especiticaçâo de hierarqui% conceituaisde fundamentosindispenslveisparaacompreensëo dosgrandesdebates,dosgrandesimpassesedosgrandesavançosda nossaciência.Ademais,aponta-separa a necessidade de estudosecomparaçöestransteöricas,nnma perspectiva Ktpoliticamente conrta',tendo emvista o fortalecimento da formaçào eaautonomia do novo profissional.Entim,deseja-sequeavelhaerepetidaexpressàodarelaç:oentre todo e partesefetive-senanossacompreens:o do grandecampo psicollgico,uma vez queteremosmuito maiorclarezadaspartesse mantivennoso sentido detodo danossa Jrea deconhecimento eprofiss:o.- 000-MnCONF 1.04LINGUAGEM E COGNIAO:UMA SXTESE DO DEBATEFILOSöFICO DESDE DESCARTES.CarolinaLampreia.Pontiffcia UniversidadeCatölica do Rio deJaneiro.A concepçâo que temosa respeito da linguagem e do pensamento/cogniçâo,assimcomo desua relaçào,pode serconsideradabésica para a psicologia.na medidaem que elafundamentanossavisâodesujeito.Diferentesconcepçöesestàoimpregnadasdegrcssupostostilospticosquegrecisam serdesvelatbsatim deevitannos confusöesconceituais.Para alguns,a forma de pensamentofundamentalmentehumanaédadadesdeoinfcio ealinguagemé vista como slm expressso.Ncstecaso,o pensamento éconcebido como uma capacidadedamente que formaregresenta-Wesdarealidadeealinguagem comoregresentaçsodogensamento.éagosiçâoregresentacionaldepensamentoelinguagem.Paraoutros,aocnntrârio,opensamentohumanoévistocomosendoconstitufdopelapröprialinguagem queLconcebidacomoumaformadeaçso.2 agosiçsonëo-representacionaldepensamentoelinguagem.DesdeDescartes,ogrincipaltemadeinteresseda filosotia tem sido a questso do conhecimento,e a vissogredominanteadarepresentaçâo.Em um glimeiromomento,atéofinaldoséculo 19,asdiscussöesgiram em tornodaquestsodapossibilidade de conhecimento,isto é,da possibilidade dese formarreprcsentaçöescoretas,ouverdadeiras,darealidade.éoreinado daEpistemologia.Mas,dada a impossibilidade deseatingirdiretamenteo pensamento,e o fato de ele muitasvezesdistorcera realidade,a questio do conhecimento passa a serabordadaapartirdequestöesrelativasà linguagem.Instaura-se,assim,emprincfpiosdo século 20,a Filosofia da Linguagem que divide-seem duasvertentes:adafilosotia analfticaque pennanece fielàposiç:o representacional,e a da tilosofia lingtifsticaque propöeuma vis:o nso-representacionalde pensamento e linguagem .M assuainfluênciatem umacurtaduraçsoj5queapartirdasdécadas50/60,com aRevoluçâoCognitiva,hJum ressurgimentodeinteressesrelativosh.Filosofiada M entecom uma volta à visâorepresentacional.O objetivodestaapresentaçâoéfazerumarevisàohistöricadestedesenvolvimento,no âmbito da t'ilosofia.ebuscarimplicaçöesparaapsicologia.Isto ser; feito procurandose,emum primeiro momento,caracterizarasdiscussöesmaisrelevantesemTeoria do Conhecimento,Filosofiada Linguagem eFilosotiada M ente para,em seguida,tentarmostrarde que maneiraelasacaretamdiferentesvisöesdesujeito.- 000-M nCONF 1.05DESENVOLVIMENTO DA CRIANCA COM DEFICIZNCIAVISUAL -ENFOQUESE RESULTADOSDE PESQUISAS.Cecilia GlflmfdrfBatista.Universidade Estadualde Campinas.Deacordocom Waren(1994),existem basicamenteduasabordagensaoestudodo desenvolvimento da criança com deticiênciavisual(DV):oenfoquecomparativoeoenfoquediferencial.Quandoseadotaoenfoquecomparativo,ascaracteliiticasdecriançascom deûciênciavisualsâo avaliadasem relaçâo àscaracterfsticascorrespondentesdecriançasvidentes,sempreemrelaçâo à idade crcnolögica.Essa abordagem assume implicitamenteum modelo de Tkegueiracomo déficit',em que asdiferençasreveladassàoatribufdasà varisvelquediferenciaosdoisgrupos,ouseja,apresençaouausênciadevisâo.Trata-sedecompaçzköesentrepopulaçses,baseadasemnormasde desenvolvimento.J5 o enfoque diferencialbuscaexplicardiferençaslcnlm de umapopulaçâo,levantando asseguintesquestöes:qualéanatureza,equaissào ascausas.devariaçâo dentro deum apopulaçào? Pararespondê-las,o primeiro passo é a descriçâo dascaracterfsticasdessa populaçâo,destacandoasvariaçöes.0 segundo é identiticaroscorrelatose,sepossfvel,acausalidade da variaç:o.Warrendestacacomovantagensdessaabordagem'.a)apontaragrandegamadevariaçâonodesenvolvimentodascriançasDV;b)favorecerageraç:odeconhecimentosque fundamentem aintervençâo,deforma a otimizaro desenvolvimento dessascrianças.Umaextensa revislo de literatura realizada poresse autor indicou osSDP -XXV IReuniâo Anualde Psicologia


MnCONF -MiniConferênciasseguintesresultados:a)Existeumaconsidersvclliteraturautilizandooenfoque comparativo,que concluipelaexistênciadeum atraso no desenvolvimento em relaç:o àscriançasvidentes.Segundo o autor,isso leva auma reduçâo nasexpectativasquantoao desenvolvimento da criança DV.Um profissional,procurandoserrealista eassegurador,poderé dizera frase tfpica'.E'Vocênâo deve esperaruma taxa normalde desenvolvimento,e n5odeveriaticardesapontado porum ritmo maisatrasado do queodeseustilhosvidentef'.b)J;aanllisesoboenfoquediferencialindicouquc praticamenteem todasaséreasdo desenvolvimentoexistem criançasDV cujoprogresonodescnvolvimentoacompanhae,emalgunscasosultrapassa,asnormaspara criançasvidentes.Foramestabelecidascorrelaçöesentreessesresultadosevaliéveisambientais,indicando diferentesformaspelasquaisoambiente favoreceu aoconfncia dosmesmos.Concluindo,Warrenconsideraquea referênciaa uma literaturaque enfatize avariaçào,eespecialmenteoslimitessuperiores(bemcomoosinferiores)dedesenvolvimentoesuasrelaçöescomaqualidadedoambientedacliança,provavelmenteinfluenciarlpaise profissionaisaseremativosem sua buscapelosmelhoresambientespossfveisparasuascliançasDV.- 000-MIICOM '1.06A RETöRICA DosAa erosEM SERMOES DE EXZQUIASDE A.VIEIRA.Alcir'1 tlm ,Universidade Estadualde Campinas.Ossermöesde exéquiastem um lugarpreciso naobrade AntônioVieira em relaçâo àquelesquetratam igualmentedo temadamortecomoosdeQuartafeiradeCinzas,osquaisotomamuniversalmenteenâoaplicando àmorte ffsica de uma pessoa particular.Um aspecto chamalogo a atençâo aqui:a relevância da situaçâoem qu a morte recenteou rememorada favorece a produç:o deprovasconstrufdasde modo a inclinaraspaixöesdo ouvinte.Eestase ds apartirde uma estruturadgida da t4dispositio''em trêspartes:encarecimento da dor,elogio do morto e consolaçso dosvivos.Ossennöesde exéquiasainda permitem observarasuaconstituiçâo como 'espelho do prfncipe',quando a morte emquestâo dl-se no interiordaCasa real.Entâo,asprovasconduzemtambém à decigraçâo deuma épolfticado Céu',isto éde ummodelo polftico equilibrado entre a irazâo deestado'easvirtudescristâs.- 000-M nCONF 1.07O SELF REDESCRITO:A PERSPECTIVA DE DANIELDENNETE Sérgio da Costa Oliveira.Instituto Brasileiro deM edicinade Reabilitaçâo,Rio deJaneiro.O objetivodo presenteestudoéapresentar,deformacontextualizada,aperspectiva contemporânea de DanielC.Dennetacercadoself Seu pontodepartidaparaadescriçëo dosujeito,explicitadoem seuspröpriostextos,éodadescrkâoobjetiva,deterceirapcssoa,caracterfstico dasciênciasnaturais.Observamosneste autorumaconvergência paracom osesforçosrealizados,neste século,no sentido de esvaziardaquelanoçâo aidéiade es-Jlncftz,de nlicleo irredutçvel,consagrada pelosprirosfilösofoscristâos.Aqui,portanto,semostrarécomoprojetofundamentalSBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologiadeDennetredescreveroselfdtformacompletamentealheiatambéma linguagem cartesiana.Maisprecisamente,serérealizadaem doismomentosbssicosacrfticadeDennetà.formacartesianadeseentenderasubjetividade.A plimeiracrfticadizrespeito àidéiadequeosujeitotenhaaceso cognitivo,dealgumaforma,privilegiadoasuasoconfnciasinternasLprivilhiodaprimeirapessoa):O eu,assim,nàosersentendidocomo umaespéciedetodo consciente com acessofmediato a siprdprio.A segunda c6-ticaincidesobreaidéiadequeoeusejaumasubstância(umat'coisf')queengendreopensamento.O objetivoprincipaldeDennet,portanto,é,precisamente,reatualizaraidéiadeGilbertRyle,quandoesteatinnavanàohaverqualquereuprofundoportrâsdoscomportamentosobservados.Parao autoraquianalisadonào hsnenhuma instb cia oculta a criarasnarrativasqueestruturamatrajetöriadoorganismo nodecursodavida.O eu,assimentendido,nâo se esconderia portrésdatessitura do comportamento,masemergeriaexatamente nasnarrativastecidaspara entenderaatividade do organismo.Tendo-se porbaseo trabalho deDennet,oJdydeveserentendidotâo-somentecomoum centrodegravidade narrativa.Neste sentido,inverte-seaperspectivatradicionalcomquefoipensadooeu,àmedidaqueesteJdt/deixadeseçfonteparaserentendidocomoprodutodetaisnarativas.-000-M nCONF 2.01ASPECTO S PSICOSSOCIAIS DO COOPERATIVISM OAGR/RIO.FranciscoJoséBatistadeélbuquerque.UniversidadeFederaldaParafbaAsorganizaçöescooperativastêm proliferado em todo o mundoprincipalmente a partirde meadosdo século passado.Sua origemrcmonta àsnecessidadesdosagricultores,artesàose opersriosseorganizarem comofonna de defesa frente àssituaçöesde mercado.Muitassào asatividadeseconômicasnasquaiso sistemacooperativoexerceumpapeldedestaque.SegundoMartinez(1995),atualmentemaisdesetecentosmilhöesdepessoasfazem parte dealgumamaneira de associaçöescooperativas.Ostiposde cooperativasmaiscomuns,sâoascooperativasagrlrias,habitacionais,deconsumo,de serviços,bancériase muitasoutrasmais.Neste. trabalho nosinteressa analisarparticularmenteascooperativasagrsriasdepequeno porte e de produç:o diretaque têm sido muitoincentivadasna sua criaçâo pororganismosgovenmmentaisenâo govem amentaiscomoasSecretariasde Agricultura dosEsta- 'dos,Instituto de Colonizaçào e Refonna Agrlria -INCRA oupelo M ovimento dosTrabalhadoresRuraisSem Terra -M ST epelasOrganizaçöesEstaduaisdeCooperativas-OCEF S.Diferentementedo que atirmam osrepresentantesdestesorganismos,nossosestudostêm mostrado que estascooperativascriadasa partirdeinfluênciasexternas,tendem afracassar,Albuquerque(1994,1996).Estesfracassosdevem-seamaneiracomosedsasuaformaçâo,aosconflitosentreossöcios,conflitosdepapéise ao poucocomprometimento dossöciospara com a cooperativa.Alémdisto,cooperativasdeproduçâo de alimentossâo maissusceptfveisdefracasso que aquelasde transformaçâo ou deserviços.Destaforma,teria um retom o sociale econômico maisadequadoa formaçào de cooperativasde transformaçâo que propiciam um amelhorcompatibilidadeentreosobjetivosindividuaiseorganizacionais.Assim,espera-se chamara atençâo dospesquisadoresna érea para este campo dasorganizaçöescooperativas,e m aisque tudo,salientara suaimportânciacomo organizaçöesnasquaisospesquisadoresem psicologia socialedasorganizaçöespodem5


MIZCONF -MiaiColjferêaciasem muitocontribuiralocando novosdadosepesquisantb formasalternativasde enfrentamento de suasdificuldadesepeculiaridadesfrenteaosoutrostiposde organizaçèo.- 000-M nCONF 2.02CONTRIBUIX ESDA PSICONEUROLOGIA COGNITIVAPARA O ESTU?O DOSPROCESSAMENTOSDELEITURADO PORTUGUESMariaàlicedeMatosPilnentaParente.UniversidadeFederaldoRioGrandedoSul.UmaposiçsoatualdaPsiconeurologiaéaceitaramodularidadedamente,conceitopropostoporFodor,quegostulaseramentehumanaorganizadapormöduloscognitivosrelativamenteindependentes.Noestudo de lesadoscerebrais,modularidade é definidapordissociaçöes:duasfunçöescognitivasS:o independentesse,apöslesëo cerebral.uma tica falhae outra mantida.Fodorlacreditava serem m odularesapenasasfunçöesautomlticaseinatas,entretanto,perdaseletivadealgumasfunçöesaprendidasdurantea vidado indivfduo evidenciam sistemasrelativamente independentes.Asdissociaçöestambémindicaram umamicromodularidadeem uma mesma habilidade.Esta fonna deentenderfunçöesmentaisteverepercussào nasdislexiasadquiridas.Em1974,Marshalle Newcombe,observaram consistêncianoserrosde leitura de acordo com caracterfsticasortogrlficasedoisprocessamentosparalelos:um lexicale outro fonolögicoouperilexical.Estaanilise pennitiu investigarde quefonna diferentesprocessamentosdeleitura sâo alocadosem funfâo dascaracterfsticasdosistemadeescrita.Estes,frutosda capacidadehumana de inventardiferentescödigosabstratos,diferem-se quantoà forma de representaçâo:lexical,evidente nos sistem aslogogrlticos,ou fonolögica,nossistemassilsbicose nosalfabéticos.Nestestiltimos,algunscödigos,comoo inglêse o francês,s:o opacos:arepresentaçâo sonora nem sempre corresponde àfonologia da palavra.Outroscödigos,comoo poftuguês,italianoe espanhol,sâo transparentesporterem uma regularidade na representaç:osonora.Osestudosde lesadoscerebrais,leitoresdosistema deescrita do português,têm mostrado quefalhasna vialexicalprejudicam menosaeficiênciadeleituraasnavialexical.Pacientesnisseis,leitoresde trêssistemas-logogrlfico e silsbicodojaponêsealfabéticodoportuguês-evidenciam diferentessistemasneurocognitivospara os processamentos lexicaisesublexicais,continnando a maiorimportb cia dosliltimosna leiturado português.Poroutro lado,durante o processo de envelhecimentopatolögico(doençadeAlzheimer),acapacidadedeleituramantém-se pormaistempo do que a linguagem orale a produçâoescrita;quando a leitura apresenta deteriorizaçöes,a viafonolögica mantém-se e,nosestâgiosmaisavançados,evidencia-seuma leituratotalmente automitica.Taisestudoscontribuframà psiconeurologiado fkomoT'-.a compreensào dosmecanismosquefnnnam aatividade de leitura.A psiconeurologiado6sondeT',ouseja,oconhecimentodeseussubstratosorgânicos,ficou estagnadanosanos70,devido ksditiculdadesmetodolögicasdecorrelaçào entre funçöescognitivase registroscerebraisestlticas(observaçöescinirgicasetomogratiascomputadolizadas).Imagensdefluxosangtifneo(SPECT,PET eRMF)reativaram,nosanos90,o interesse pelo ftondeT?'.Serëo discutidasosestudossobre leitura e suasrestriçöesmetodolögicas,mostrando queaatraenteperspectiva decorrelaçâo funç:o cognitiva/fluxo cerebralrequerconceitosatuaisdemecanismosfuncionais.-000-M nCONF 2.93IMPLICAIXESDA RESOLW XO 196/96DO CONFLHONACIONALDESAUDEPARAAPESQUISAPSICOLOGICACOM SERESHUMANOSE ANIMAIS.ClaudioS.Hutz,UniversidadeFederaldoRioGrandedoSulEstaMiniconferênciatem porobjetivobssicotrazeràatençâodepesquisadoreseestudantesdepsicologiaalgumasquestöeséticasnaconduçsode pesquisascom lmmanose animaise discutircomoelass5otratadaspelaresoluf:o 196/96doCNS.Esta:Resoluçsotem efeitosdeleie obliga pesquisaestsem concordância comprincfpioséticos.EmboraestaResoluçâosejaum grandeavanço,aindaassim hlproblemsticasespecficasdapesquisacom populaçöesemsituafâodelisco(criançasem sittlaçào derua,indivfduosvivendoemcondiçöesdeextremapobreza.etc.).Aponta-sealgunsdosprincipaisdilemaséticosque pesquisadoresnesta éreaencontram (detecç:odecasosdeabusosexual.usodedrogas,comissâo decrimes,situaçöesde alto risco queexigem uma intervenç:oimediata,etc.)ediscute-seasformasencontradasparaenfrents-los.A questâo do consentimento infonnado com essaspopulaçöes,especialmente napesquisa com criançasem situaç:oderisco,apresentatambém um conjuntodeproblemasquerequerumadiscussëo especftica.Finalmente,apresenta-sealgumassugestöessobre a constituiçào decomitêsdeética para aavaliaçâoda pesquisa psicolögica,insistindo na necessidade de comporcomitêsqualificadosparaavaliarprojetosemvliaséreas.- 000-M nCONF 2.04A YOVA INTERPRETACXO DO CONDICIONAMENTOCLASSICO E A SUA INTERDISCIPLINARIEDADE.J.Landeira-Fernandez,PontiffciaUniversidade Catölica do Rio deJaneiroO condicionamento cllssico Lpossivelmenteum dosfenômenosexperimentaismaisantigosdentro da psicologia.Mesmo antesde Pavlov,ou dapröpriaorigem da psicologia como umaciênciaindependente,a idéia de queprocessosassociativosé um fenômenoimportantenaatividadepsicologicahumanajsestavapresenteentrefilösofosGregoscomo Aristötelese Platëo eprincipalmenteentre osempiristasou associacionistasInglesestaiscomoLocke,Berkeley,Hume,JamesM ille John StuartM il.Embora o estudo experimentaldosprocessosenvolvidosnaformaçâodocondicionamentocléssico tenhaganhado grande interesseapartirda décadade 30,somentenostiltimosanosteoliascom amplo poderexplicativo começaram a surgir.Posiçöestradicionais,queacreditam querespûstascondicionadasclassicamenteestâo envolvidasexclusivamentecom reaçöesautonômicaseque aaquisiçâo dessasrespostasse deve ao pareamento oucontiguidade temporalentre estfmulostem se mostrado completamenteinadequadas.Hoje,ocondicionamentoclssicoédescritoem termosdeaprendizagem entreeventosque permiteo organismorepresentarde formaconscienteo seu meio ambiente.M aisainda,a formaçâo deum condicionamentoclssico ocorretambém,deforma inconsciente,alterando processosrelacionadoscoma motivaçâo ea emoçâo.Sabe-sehoje,quetodosqueosistemanervosocentralcontrolaofuncionamento da atividade somstica,viscerale imunolögica doindivfduo.A relaçâo do sistema nervoso centralcom o seu meioé,na m aiorparte dasvezes.determinada atravésda associaçâoentresestfmulos.Dai,a importância do condicionamento clsssicono controle dasmaisvariadasrespostasdeum indivfduo,como6 SBP -XXVIIReunilo Anualde Psicologia


MILCONF -MiniCtm/E'?-lncft7lporexemplo respostasimunoldgicas,controle homeoststico e ouso eabuso de drogas.Pretende-se,nesta mini-conferência,discutirestanovavisào de condicionamento clsssicoemostrarcomoelatem sidoutilizadaentreasmaisvariadasJreasdeconhecimentotaiscomoapsiconeuroimunologia.psicofisiologiaeapsicofarmacologia.Esta nova concepçso tem também permitidoreinterpretarfenômenosimportantesdaetologia(porexemplo,padrsotixodeaçâo)edaansliseexperimentaldocomportamento(porexemplo,respostasoperantes).Finalmente,existeumagranderelaçâo entre estanova abordagem do condicionamentocllssico e lécnicasdesenvolvidaspelaterapia comportamental.- 000-M nCONF 2.05O INDIVfDUO E A FAMfLIA N0 PROCESSO DE GLOBA-LIZACAO.Jûlia S.N.f:BucbezUniversidadedeBrasfliaO processo da globalizaçâo tem sido amplamente analisado sobasmaisvariadasperspectivas'.econômica,ambiental-ecolögica,polftica,jurfdicaeoutras.Asanslisespsico-sociaisacercadasrepercussöesdesse processo no indivfduo e na famflia sâo raras.Asconsequênciasdo processo da globalizaçàotêm afetado profundamenteo indivfduo e a famflia.Um dosproblemasé o seuimpactonomercadodeempregocujofenomenoconhecidocomoEjoblessgrowth'afetaoindivfduonasuavidapessoal,familiarcolocando em questso osvaloressociaise culturaisaté entào assimilados.Aglobalizaçâo culturaltambém tem acarretado situaçöesnasquaissâoquestionadososvaloresatéentàovigenteslevando a mudançasrspidasdecomportamentosnasnovasgeraçöessemtempo contudo para umareflexso,eposteriorassimilaç:odeixando muitasvezesasgeraçöesmaisvelhasnuma perplexidadecriando um fosso profundo na comunicaçào.A invasëo daespera privada pelagrandequantidade deinformaçöestem levadoa mudançasprofundasna organizaçâo dasfronteirasinter,intrae extra familiaresafetando adistribuiçâo dospapéisde gênero edaquelesvinculadosadimensëo temporal.Nesta comunicaçàoapresentaremosalgumasreflexöessobrequestöesrelacionadascom a cultura,atransformaçsodosvalores,o trabalho,ospapéisdegênero,o privado eo pliblico,asfronteirasinter,intraeextrafamiliares,osritos,osmitos,aAIDSe questöesepidemiolögicas.Uma detiniçâo do conceitosde famfliaLumadasquestöescruciaisneseprocessodereflexâo.O indivfduoconvivehojecom aincerteza,aperdade identidade no que concerne asesferasprotissional,perental,conjugalentreoutras.Estestatusquolevaasnecessidadesda discussâo do papeldospsicölogosedoseducadorescomoelemento facilitadordaconstruçâo de novosvalorese de novosparâmetrosexistênciaiscompatfveiscom asnecessidadesdoindivfduo nasociedadee na famflia nesta nova ordemsocial.Este é um grande desat'io neste processo deglobalizaçâo.- 000-MnCONF 2.06A M ORTE E 0 MORRER:UMA QUESTAO ZTICA.Wilma daCosta Torres.(UniversidadeFederaldoRiodeJaneiro)Nastiltimasdécadas,asdiscussöessobre temaslimitesvida-morteestâo suscitando dilemastâo cruciaisque aEtica,até entâo umramo quase esquecido daFilosotia,renasce com todo o vigor,podendo-se falarde uma ltexplosâo ética'.Doismovimentosso-ciaisimportantesconcorreram para esse renascimento:a revoluçâotecnolögica e a revoluçâo sociala partird0sanos60.A revoluçsotecnoldgicalevouaprsticamédicaeainstituiçâohospitalarauma ênfase nosprocedimentostécnicos-transplantesdeörgsos,ressuscitaçso cardiovascular,quimioteragia,engenhariagenética,tecnologia dercproduçso,etc.-com o conseqûente abandonodosaspectosgsicossociaise emocionaisno trato da doença,suscitando,asim,intimcrasimplicaçöesnocampodaética.Arevoluçso social-movimentosdosdireitoscivisdosanos60,movimentoestudantil,movimentodemulheres,etc,-projetouaimportb cia da pessoa leiga no processo decisölio introduzindo,assim,nocamgodaética,temas-regulamentaçâodoaborto,eutanlsia,prolongamento artificialda vida,etc.-que nèo haviamsido abordadosanteriormente,e assinalando o infcio do debateleigosobreaéticadamorteedomorer.Estaprojeçsodaimportânciadapessoaleiga no processo decisörio repercutiudiretamentenapessoadogaciente,determinandouma preocugaçso éticaacerca de seusdireitos'.odeteracessoàsinformaçöessobre seudiagnöstico,o de participardasdecisöesacerca detratamentosaplicsveisao seu caso,incluindo o direito de recusaralgum tipode tratamento,sendo queno caso de tratamentosexperimentais,o consentimento esclarecido é um imperativo ético.Finalmente,a revoluçio ética ampliou-se,deslocando-se parao âmbito dosproblemassociais-mortalidade infantil,preconceito médico emrelaçào àsminorias,àsmulhereseàvelhice -em relaçâo aosqtlaisa discussâo ética assumeum carlterdeurgênciapnis,em tiltimainstância,podem refletirumapolfticaSsprö-eutanssia'emboranàoexplicitada.Em resumo,todasestasquestöesque abalaram osalicercesdaética,obrigando-aaabandonaraposturateöricaprotegidapelasparedesdassalasdeaulaondecödigosdeéticaprotissionaleram abstratamente ensinados-para mergulharvivencialmente nascomplexasrealidadesdesteparadoxalfim deséculo,constituem desatiosparaasciênciashumanas,incluindoa psicologia.Cumpredestacarque essedislogo ético nâo podeacontecersem um sölido embasamento filosöfico afim de quearevoluç:oéticanâosetransformeem umarevoluçàoaéticadeescusose perversosinteresseseconômicose polfticos.- 000-MnCOYF 2.07A FAMILIA ENQUANTO CONTEXTO DE DESENVOLVI-MENTO HUMANO.AnaCedliadeSousa Bastos(UniversidadeFederaldaBahia).Discute-se a relaç:o famflia,satide & desenvolvimento humano,analisando-seosmodoscomo afamflia enfrenta problemasdesatide,utiliza-sede recursossöcio-sanitM os,e transmite conhecimentosobre satide,no contexto doméstico,como parte de umconjuntodeprlticasdecriaçiodefilhosculturalmenteestruturadas.Quandosetratadocuidadoàsatide,afamfliasurgecomoum sujeitocoletivo,com seusprocessosinternosdemediaçâoediferenciaçâo e seu potencialassimétrico para podere acesso arecursos.0 estudo dafamflia implica,poroutro lado,em examinaroindivfduoconcretamenteconstitufdo,concebendoasubjetividadecomoum processo.construfda socialmente a partirdeum contexto heterogêneo que supöe a existência de çsprocessosde coordenaçâodediferentessubjetividadespessoalmenteconstrufdas'(Valsiner,1994),osquaiscontribuem diretamenteparaaqualidadedevidanogrupofamiliar.Quandooobjetoéaatençlo à sagde no contcxto doméstico,a vida cotidiana se tornanaturalmenteum focodeanélise.A partirdeShutz(1987),Berger'SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


eLuckman(1993)eHeler(1992),gode-seafirmarquecotidianoéumaconstruçsohistérico-socialcujadinâmicaseconfiguratalqualuma gramstica viva.Como em outrosaspectosde signitkadocoletivoparaogrugofamiliar,hsregras,valoreseumsaberfazersendotransmitidosere-construfdosaclongodesituaçöescotidianas,sejam elasnormativasotldisrugtivas.Escolmsaolongodositinerpliosterapêuticosadotadosporfamiliares(mâes,sobretudo)variam c0m anaturezadogroblemadesatide.ascaracterfsticasparticularesdahistöriadevidaindividual,olugardodoentenaestruturafamiliareosrecursossécio-sanitl osdisponfveis.Conclui-secomumasfntesedepossfveisalvosdeinvestigaçsodobinômiofamflia-satîde:(1)Anslisesdoambientededesenvolvimento',(2)Identiticaçsoedescriçro defatoresemecanismosdeproteçâoerisco.Ocontfnuum vulnerabilidaderesiliênciaaolongodocursodevida.(3)Descriçâo deitinerlriosterapêuticosedeSistemasdesuportesocial(expressos,socializadosetransmitidosnoespaçofamiliar).(4)Avaliaçàodemodeloseprsticasassistenciaisem satidecoletiva com ênfase nafamflia.(5)Situaçöesegrupos(crianças,adolescentes,gestantes,idosos)derisconocontextodafamflia.(6)AvaliaçâodarelaçàousuM -os-serviçosde atençào à saéde.Finalmente,faz-seumabreveanslise dasperspectivasabertaspelaimplantaçào recente do Programade Satide daFamfliana Bahia,do ponto devista da investigaçâoe daformaçâo de técnicosem satide.- 000-M nCONF 2.08INTELIGZNCIASMOLTIPLASE HABILIDADESSOCIAIS.AlmirDeIPrette,Universidade FederaldeS:o CarlosMaCONF -Mizifblferlncfc'îgênciadebaseltsgico-matemJtica,c0m medidaspsicométricastradicionais,explicitando-sea presença de umzeitgeistfavorsvelao redescobrimento e emergênciado interesse sobreasrelaçöesinterpessoaiseintergmpais,dadaaexistência de novosparadigmasculturaisquevalolizam adimenssoestético-exgressivado serhumano.Considera-se,ainda,apresssodasdemandasgornovasexglicaçöesparaocomgortamcntosocialeasinteraçöessociaisbem comoabuscadeencaminhamentoseducacionaisgaraas0-luçsodegroblemasnessasrea.Defende-se,como outrasconsequências,queessesdesafiosetendênciastêm influenciado()agarecimentodeabordagensqueprocuram integrardiferentesdimensöesdofuncionamentopsicossocialdohomem.Considera-seqtleanaturezamultifacetadadaPsicologiatempropiciadoacoexistênciadecamgosgröximosdeinvestigaçso eaplicaçsodeconhecimento que se desenvolvem de forma independente,emborafocalizemo mesmo fenômeno.Levando-seem consideraçâ()asdimensöesintra-pessoaleinterpessoaldeinteligência,talcomo propostasporGardner,examina-se apossibilidade deaproximaç:o entreateoria dasIM e vlriasabordagensque têm comoobjeto ocomportamentosocialeasinteraçöessociais.Nessesentido,situa-sea abordagem das HS como um campo promissorpara uma anslise comparativadessa natureza.Descreve-se a matrizconceitualdasHS,originâriadediversosmodelosteöricosda Psicologia,esclarecendo-sealgunsequfvocosassociadosà disseminaçâode seusconceitose aplicwöese enfatizando-se o seupotencialenquanto instrumento de ardlise e promoç:o derelaçöesdisdicaseintergrupaismaisequilibradase satisfatörias.Procura-seestabelecerumum contraponto entre o campo teöricoprsticodasHSe algunsaspectosdateoria dasIM.Essa comparafloé feitaprincipalmente com base,de um lado,nasmliltiplasdimensöesquecaracterizam o conceito de HS e,de outro,na complexidadedasdimensöesintra-pessoaleinterpessoaldateoriadasIM .Defende-se que uma articulaç:o entre osesforçosde investigaçàodessesdoiscampos,passa,necessariamentepelaexplicitaçâo deseusrecortesna anslisedosfenômenosligadosaodesempenho social.Estetrabalho aborda,resumidamente,algunsconceitos-chavedateoriadasInteligênciasMtiltiplas(IM)deH.Gardner,analisandoo aparecimento da teoria no contexto dasinsatisfaçöescom osconceitoscorrentes de inteligência,a partirde suaaceitaçâo eim pacto,primeiram ente fora do am binente acadêm ico e,posteriorrmentenosinstitutosdepesquisa enasuniversidades.Discute-sea longevidade dosconceitospredominantesde inteli- -000-SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


C ONFERENCIAS


CONF -ConferêaciasCONF 1.01A GLOBALIZAIAO NA VIRADA D0 SéCULO.GûntherMaluschke,UniversidadeFederaldo Cears.Hojeem dia,apalavratglobalizaçso'estsSetornando expressp0corriqueira,usadaportodasasmfdiase evocando intimerasassociaçöes.Para tinscientiffcossurge,nesta situaçào,a necessidadede ligaro uso dapalavra a regrasmaisadequadas.Temosde lembrar,em primeiro lugar,quea globalizaçâo é um fenômenoqueacompanhaahumanidade desdeséculos.De certamaneira,elapoderiaserconsideradaatémesmocomo um elementonormaldequalquersociedade humana.A globalizaçâo é nadamaisdo queaexpansk do esgaço da açâo além dasfronteirasatéagora costumeirasdo mundo davidadaspessoaseainfluênciarecfproca entre osdoisou até maismundos,davida daspessoas.SegundoMarkusLusser(presidentedodiretöriodoBancoNacionaldaSuiça),ummembrodeumatriboem PspuaNovaGuine,que nunca teve contatoscom o mundo fora da sua aldeia,experimentaa descoberta da existência deoutrossereshumanosnasuacivilizaçâo.Nosséculos3e 2 a.C.,oshabitantesdo Norte daéfricaviveram ocolapsodaproduçâodacerâmicalocalcomoconseqûênciada ocupaçâo pelosRomanos.Roma,que setornaragrandepotência marftima,baixou ospreçosdostransportese aCompanhia,centro de cerâmica na ltalia,conseguiu baixartambémoscustosde produçâo.A isto osprodutoresnorte africanosnadapodiam opore simplesmentedesapareceram do mercado:perdedoresda globalizaçào no mundo antigo.O homem da Renascençapercebeu de repente qtle asdescobertasdeouro epratano Novo M undo,do outro lado do oceano,diminuia o valordeseu dinheiro'.outro exemplo de globalizaçào.Anthony Giddensdefiniu Eçglobalizaçâo'como 'intensificaçâo dasrelaçöesmundiaisqueligam localidadesdistantes,de talmaneira queosacontecimentoslocaissàomoldadosporeventosqueestâo hâ muitosquilômetrosdedistância,evice-versa'.Hoje,aglobalizaçâotem,nào obstante,caracterfsticasbem diferentesdo queantes:e1a émaisextensa,maisintensae decorre muito maisrapidamente.Essasnovasqualidade,sdevem-se a meiosde transporte cada vezmaisnumerosos,seguros,rspidosebaratos,possibilitandoassimcontatosfrequentese intensosentremembroseculturasdiferentes,e,naeconomiaenocomércio,cujastendênciasglobalizantessâo o assunto principaldasmfdias,acrescem-se ainda asmedidasde liberalizaçâo e desregulaç:o do comércio mundiale derevitalizaçâo da competiçâo entre asvériaseconomiasnacionais.Apesardapersistênciadedecisöesprotecionistas(dificultandoimportaçâodecertasmercadoriasestrangeiras),pode-seperceberuma predominânciadastendênciasde liberalizaçâo do comérciomundial,demodoquealgunsanalistasjâestâoprevendootimdaseconomiasnacionais,dando lugarauma economia totalmenteglobalizada,isto é,mundial.E nestecontexto queabordaremosascaractenrsticasespecficasdaglobalizaçâo do nosso tempo.Osefeitosaparentementecontraditöriosdaglobalizaçâo ousejaahomogeneisaçâodosaparellhostécnicosdosprocessosdeproduçëo,dosconhecimentoscientfficoseprofissionaise oconfontro entre asculturase economiasnacionaisserâo analisadosnaperspectivadaschancesedosperigosdaglobalizaçâo(osganhadoreseosperdedores),bem êomo,oconflitoentrecomopolitismoe cidadania como umadasconsequenciasdaglobalizaçâoeanecessidadedeumanovaética(bem diferenciadadaséticastradicionais).Estudaraconsciênciaeraoobjetivoprincipaldapsicologiaaoserpropostacomo matériacientffica porWundtem 1879.Com oadvento de escolasbehavioristas,predominantesnosEstadosUnidos,o estudo daconsciência foi,de modo geral,deixado delado.Nostîltimosanos,houve de novo um reflorescimento deartigoselivrossobre consciência.Todavia,sessenta anospassaram.Nesseperfodo,aoreintroduziraconsciência,o seu lugarnoconjuntodosconceitospsicolögicosédiferentedaquelequemantinhacem anosantes,ainda que cada psicölogo pressupöe asuapröpriamaneira deenxergs-la.Além disso,nâo sâo apenasospsicölogos que escrevem sobre a consciência,mastambémneurofisiölogos,psiquiatrase t'ilösofos.A minhamaneirade encontraroou osconceitosdeconsciência revelaalgumasasserçöesparadoxais.Entretanto,pormaisparadoxaisquesejam,sâoasserçöes,do meu ponto devista,corretas.A primeiraasserçâo éque,cientiticamente,nâoexiste uma consciênciasö.masduas.Toda observaçëo,toda experimentaçâo,toda teorizaçâo começaPorumapessoa,nâoporvirias.é oinfciodoprocessodeconhecimento.Entretanto,oprocesso passa,a seguir,porvlriasetapase essasetapassâo construfdastendo em vista a colaboraçëo devâriaspessoas.Nâo é apessoa o infcio.masunicamente a suaconsciência.E,além disso,é sua consciênciado momento e n:oa sua consciência quea pessoa lembra atravésda memöria.Aoutraconsciência é aquilo que concebemosnasoutraspessoas.Temosinljmerosdadosque nosçtcertiticam 'da ç'realidade''dasconsciênciasnosoutros.Além disso,no observador,atravésdesuaslembranças,ele tem çcerteza''também de consciênciaspassadas.Aconsciênciamomentâneado observadorchamo deconsciência-imediata.Asconsciênciasdasoutraspessoasdenominode consciências-mediatas.Confonneessa tiltimaserdo observadoroude outraspessoasrecebe o nome de consciência-mediatado-observadorouconsciência-mediata-de-outros.A segundaasserçâo é que tudo que ocorre na consciência-imediata é verda--000-CONF 1.02LIBERDADE,IDENTIDADE,TRABALHO E CIDADANIA.Sylvia fzlzrde Mello,UniversidadedeSëo Paulo.Apbsmuitosanosde trabalho c0m asclassespopularesalgunsproblemas,quen5osâ0maisobjctodeestudosistemsticodaPsicologia,passamaconstituirum desafio parao pesquisadorinteressadona compreensso do universo psicossocialdaquelasclasses.H5um certo ntimero deelementosencontradosem pesquisasque parecem sugeriradificuldade de formaçào de uma consciênciaclaradecidadania.Maisainda,a imensidso do pafs,asdiferentesregiöes,comelementosculturaisdistintos,nâo favorecemo aparecimcnto cspontâneo de um sentimento de comunidadenacionale asdiferenças,de carétersöcio-econômico sö fazemaprofundarasdistancias,dificultando sobremaneira a consolidaçâodosentimento desociedadecomum.H5,pois,um problemarelevante no estudo dasquestöesrelativasà.distância socialeàsconcepföesdeliberdade,pröpriasdosdiferentessegmentossociais,queenvolvemadetiniçàodaidentidadedossujeitos,seupertencimento a gruposSociaismuito distintose o trabalho queoscolocaem nfveisdiferentesdahierarquiasocial.O problemada cidadania e da identificaçâo com osvaloresdemocrsticosnâoLestudo alheio ao campo daPsicologiaSocial.- 000-CONF 1.03MUDA A PSICOLOGIA COM A REINTRODUCXO DACONSCI/NCIA?/ZPSEngelmann,UniversidadedeSâoPaulo.SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


CONF -Colferêlcias(kiroeçuettltb ktleocorreforadaconsciência-imeëiataéprobabilfstico.Asconsciências-mediatas,ocorrendo em gessoase,deacordocomigo,também em animaisnso-humanosfazemgartedouniversomediatoe,portanto,s5oprobabilfsticas.A terceiraasserçso L que,aindaque algumascoisassâo verdadeiraseagrandepartedasoutrassà0grobabilfsticas,otlniversoétlm söens0dois.A quartaasserçsoéqueatribuindoàconsciênciaimediataoprimeiroelonoconhecimenton5()implicaqueoanimalLmotivadomaisgelaconsciência-mediata-de-outrosdoqueporfatoresnâo-conscientes.Além dessas,hsoutrasasserçöesquechamotambém demaisoumenosparadoxais.-000-CONF 2.03PSYCHOPHYSICAL SCALING W ITH APPLICATIONS INMEDICINE,ERGONOMICS,AND SPOrTS.Gunnar Boq.Stockholm University,Sweden.n e sensory organsare partofa greatinfonnation system with anenormouscapacity,helping usto adaptto ourenvironment.0ursensory perceptionsmake itpossibleto detect,identify,discriminateand grade incoming stimuli.We thusgetknowledgeaboutthe world and possibilitiesto identify dangerousstimuliboth inourexternalenvironmentandinourinternal,bodilyenvironment.To facilitate determination and communicatitm ofthe quality andquantity of the sensory information weneed agood methodology.Sinceourperceptionissubjective,bothprivateandsomewhatuncertain,themethodshavetobe very good,ifvalid reportsare to beobtained.n escientitic tield thatisdealing with theseproblemsiscaled psychophysicsand hasitsrootsin experimentalstudiesfromthe 19th century.In the 1950'snew scaling methodsweredevelopedby S.S.Stevensand collaboratorsatHarvard.Stevens'K:ratio scaling methods'were good.butnotasvalid asStevenshad hoped for,especially notforassessmentsofftabsolute'intensities.Scalingsubjcctiveintensitieshastheaim toobtainrelationshetweenintensities,antltygesofgrowtàftlnctions,butalsoto getvalidlevelsofintensity,esgeciallyfordiferentialuse.Then itisimportantto have good anchorsthatareintersubjectivelyvalid,i.e.lead toaMghdegreeofinterindividualagreement.T0determineeffortand exertion,breathlessnessandfatigue,theRPE scale(scaleforRatingsofPerceived Exertion)wasconstructedbyBorg.Thisscaleconsistofnumbersandverbalanchorsplacedsothatobtainedratingsgrowlinearlywithworkloadandthusalsowithoxygenconsum/tionandheal'trate.A new scale,constructedformostgercegtualmodalitiesincludinggainistheBorgCR10scale.ThisscalecombinestheadvantagesofStevens'sratioscalingmetàodsf0rrelativeintensitydeterminationswiththeadvantagesofsimgleratingmethodsf0rdabsolute'determinationsofintensitylevels.ThereareseveralgreatapplicationsofPsychophysicalmethods.0neofthebiggestapplicationsisfound in medicine,when itcomesto the quantificationofsubjectivesomaticsymptoms,iae.assesmentsofpain,breathlessnessand dyspnea.In rehabilitation,especially in cardiacrehabilitation,perceptualestimatesarenow rathercommonlyused,e.g.to helpmonitorajustrightexerciseintensity.Anotherapplication concernsassessmentsofsensory deticits,e.g.hearingimpairmentsandtesting ofhearingaids.Inergonomysubjectiveevaluationsareused to assessthe difficultiesofwork tasksinmanualmaterialshandling.The main thing hereisnotselectionof individualsthatcan m anage differenttasks,butinstead theimprovementoftasksand environmentsto suitmostpeople.TheIntemationalErgonomicAssociation hasalso recently proposedto usetheCR 10scalein evaluationsofsubjectiveforceasabasisforldlisk assessments''.In sportsperceptualscaling isnow rathercommontohelptheathleteselectajustrighttrainingintensity,depending upon the kind ofactivity,the duration and the frequencyof exercise.n isisalso true forordinary people in sportsforalland in health psychology.- 000-SBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologia


AlEsAs R EDONDAS


MR -MesasRedondasMESA DE ABERTURAFORMAIAO EM PSICOLOGIA:COMO AVALIAR?Coordenadora:Mariaéngela GuimarâesFeitosa.CONDIX ESDEPRINCfPIO PARA DESENVOLVIMENTOE IMPLEMENTACAO DE MECANISMOSDE AVALIAIAODE ENSINO DE PSICOLOGIA.Maria hngela GuimarâesFeitosa.UniversidadedeBrasflia.Temostestemunhado nosliltimospoucosanosuma sériedeiniciativasdereflexroacercadaformaçâo em Psicologia.iniciadasnoSeio da pröpriaPsicologia.Maisrecentemente,asiniciativasdoM inistério de Educaçâo com relaç:o à.ampliaçâodosmecanismosdeavaliaçào do ensino superior,respaldadasnanova leidediretrizese basesda educaçso,recomendam quea Psicologia sedebrucedefonnaarticuladasobreosprodutosjsdisponfveiseencete uma discussào amgla que leve a um consenso acercadosrumosda fonnaçâo em Psicologiano pafspara aspröximasdécadas.Serâolevantadasuma série dequestöesedilemasenvolvendoa caracterizaçâo deum novo currfculo de graduaçào em Psicologia,avocaçâo dashabilitaçöesBacharelado,Licenciatura eFormaç:o de Psicölogo,caracterfsticasda capacitaçâo do professordePsicologia,avocaçâo daespecializaç:o,caracterfsticasdoatualmercadodetrabalho,necesidadedeajustedeperfisprofissionaisanecessidade de ampliaçâo nasformasde atuaçâo do psicdlogonasociedadebrasileira,emecanismosapropriadosde avaliaçàodoensino em psicologia.Serâ brevemente descrito o trabalhodedesenvolvimento depadröesde qualidade para o ensinode Psicologia,sendo feito pela Comissào de Especialistasde EnsinodePsicologia,juntoàSecretariadeEnsinoSuperiordoMinistérioda Educaç:o.Sersargumentado que a proposiçâo eaimplementaçâo de mecanismosde avaliaçào parao ensino de psicologiadeverâoseracompanhadasde uma caracterizaçào llicidadospertisde que o pafsnecessita paradesenvolvimento de novosconhecimentose novasfonnasdeintervençâo social.-000-M R 1.01QUE PROFISSIONAL UM NOVO CURRICULO DE GADUA-(AO DEVERIA FORMAR?Coordenador:OlavodeFariaGalvso,DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE PSI-COLOGIA:O PERFILPROHSSIONAL Olavo de FJHJ Galvâo,Univ.Federaldo ParsDentre asmedidasdecorrentesda nova LDB a Portaria M EC 972,de22/08/97,Art.11 item 111,confereàscomissöesdeespecialistasdeensino(CEE)atarefadepropordiretrizeseorganizaçâocunicularesdasrespectivasireas,para oscursosde graduaçâo.Paradesincumbir-se da tarefa aCEE de Psicologia deverâ levarem conta 1.a legislaçâo pertinente,2.a histöria,desenvolvimentoeperspectivasda&eade conhecimento,doensino e daprotissâono Brasil,3.a necessidadesocialdc profissionais,e 4.asinstânciasdiretaeindiretamenteenvolvidas:MEC (CNE,SESU/COESP),MS (CNS),IESS,CFP,CRPS,AssociaçöeseSociedadesProfissionais(SBP,ANPEPP,etc.).Estacomunicaçâodesenvolveaquestâo do perfilprofissionalque o currfculo pretendefonnar,ecujadefiniçâoéopontodepartidaparaasuaelaboraçâo.Nossaabordagem pressupöe a possibilidade deserfeitaumadefiniçâo geral,comum atodosospsicölogos,especitk ando oO OBJETO DA PSICOLOGIA OU A PSICOLOGIA C0M0OBJETO//PJr/PacbecoDuran(UniversidadeEstadualdeCampinas)conjuntodecaracterfsticasblsicasnecessriaspara0subseqtientedomfnio de srease competênciasespecfficas.0 protissionalformadonoscursosde psicologia ters o perfilblsico de um investigadorcapazde diagnosticar.detinirprocedimentosde pesquisaouintervençso,implements-los,avaliarerelatarsuasatividadesusandoinstrumentosconceituaise metodolögicosatualizados.Do psicölogo espera-seo conhecimento:1.dosfundamentosdahistöria natural,até o funcionamento do sistemanervoso humano,2.da histöria da cultura,até a histöria daciênciaedapröpria psicologia,3.dosprocessospsicolögicosbésicosa partirdosquaisinterpreta osfenômenoscomplexos,e4.detécnicasdeintervençso.é capazdetrabalhardefonnaintegradacom outrosprotissionais,de buscarsistematicamentea informaçàoindispenssvelpara embasarsua atuaçso,e debuscarastécnicasdetratamento da informaçào para entenderarealidade sobrea qualé chamado paraatuac A nfvelético coloca-seo princfpiodo uso do conhecimento em tecnologiasde intervençâo que venhama contribuirpara a melhoria da sociedade primariamentedeformapreventivae educativa,e secundariamentede fonnaremediativa.Espera-se,também a atualizaçào profissonalpermanenteatravésde cursos,intercâmbio profissionale revistasespecializadas.0 tftulodamesa-redondaem queseinscreveestetrabalhoéfvueProfissionalum Novo Currfculo de Graduaçâo Deveria Formarr.Embora admita maisde um signiticado,a formulaçâo dapergunta-tftuloe o contexto em queéformulada permitem toma-la numsentido Eéfechado'onde a resposta cabfvelseriaa explicitaçâo deuma decisâo tomadaarespeito do lastroprotissionaldo psicölogo.Asbasesdessadecisào,dentreasquaisuma particularconcepç:ode conhecimento,deciência,de Psicologia,da profiss:o,pennaneceriam implfcitasou,quando muito,restritasao momentoda decisào,massem fazerparte da pröpria resposta .A presenteparticipaçào pretende questionarta1sentido,identificando-ocom um aposturacientffico-profissional :moderna''tambémquestionsvel,queestsnabase de algumasdasangtistiasdo aprender-ensinarpsicologia.Alternativamente,pode-sepensarnumsentido maisKtabertoM quecomporteumarespostacujofocosejamosnfveismaisbâsicosdedecisâo.Nesesentidooolharnâoé dedentro daPsicologia,o que exigiria concretiza-la numa desuaspossibilidadesdeexistência(0sentidofechado),masdeforadela,o quepennite considera-laem seu movimento.Nossacontribuiçâoparaa reflexâo sobrea fonnaçâo do psicölogo seria a deexploraralgum asdasimplicaçöesde uma perspectiva Gipös-moderna''sobreo conhecimento segundo a qualesteésempredependentedoconhecedor,oquepöeemquestâoasuajustaposiçâoaumarealidadeobjetiva(veracidade).Oconhecimento,sendoa ciênciaum caso particular,seriacompreendido como umanecessidadeontolögicadeorganizaçâo(visvel)dapröpliaexpeliência.Dessemodo,n:o é aconselhâvelpensara formaçëo a partirdasupostaveracidadedeuma 4spsicologia que é'.O que significarianâohaverumpsicölogoquedevesseserformadocujossaberesefazeresem relaçâoaoobjetodapsicologiaseriam estesou aqueles.Nessa direçâo,fonnarremeteriao psicölogo nâo aoobjeto dapsicologiamasàpsicologiacomo objeto.E asimesmocomoautor(co-autor)dessapsicologiaedesuapröpriaformaçëo.-000-SBP -XXV IReuniâoAnualde Psicologia


MR -HesasRedoadasQU2 PROFISSIONALFORMAROU COMO FORMAROPROFISSIONAL EM PSICOLOGIA?MarisaJapur-DegartamentodePsicologiaeEducaçk-FaculdadedeFilosotia,CiênciaseLetrasdeRibeirso Preto -UniversidadedeSào Paulo.Pensara formaçso em Psicologia implica que consideremos:anaturezadaciênciapsicolögica,nso-autônomaecom fortessreasde interfacecom asciênciasbiolôgicase sociais',seu statusdeciênciagré-garadigméticaquedemandaoexercfciodacrfticaracionaldiantedasaltemativasedosimgassesqueseagrcsentamfrenteà.multiplicidadedemodelosteöricosemetodollgicos;suaduplaface,comociênciaeprofissâo,queimpöcanecessidadedcumaformaçâoquecontemplegesquisabssica.pesquisaaplicadaegrlticaprofissional.Além dissoaprsxisprotissionalem Psicologian:opodesepensadaforadeumcontexto söcio-culturalespecftico,até porqueguarda fntima relaçâo com arepresentaçàosocialque se tem desse papelprotissional,como um dosdeterminantesdoprögrio processo defonnaçào eda constrtlçâo daidentidadeprotissional.Signiticativastransformaçöesnasociedadebrasileira têm gerado a necessidade denovasposturasenovascompetênciasprotissionaisdo psicölogo.Literatura recente apontaparaum perfilprofissionaldo psicölgo,quedeveria incluir:concepç:ode fenômeno psicolögico na interdependênciacûm o contextosociocultural;familiaridade com fontesde conhecimentomultidisciplinarepreparaçâo pessoale técnico-protissionalparaatuaçâo em equipesmultiprofissionais;preparaçâo para intervençöesmaiscentradasem contextosincluindo perspectiva preventiva;utilizaç:oderecursostécnicos,cujaorigemextrapolaocampoda pröpria Psicologia-,preparaçâo parao trabalho com uma clientelamaisdiversificada,incluindo ossegmentosdapopulaçâo socialmenteexclufdos;capacidade de gerar conhecimentosapropliadosàrealidadeem que o trabalho protissionalse insere;eengajamentomaiorem procesosdetransformaçào social.Pensosereste um pertilque todospodemosconcordar,porém entendemosquee1esö poders serumameta alcançâvelpelafonnaç:o nagraduaçâo,seforcompreendidoqueoaluno,aoconcluirocurso,deversestarplenamentehabilitado a conquistl-lo no exercfciocotidiano de seu papelprotissional.Parece-nosqueo grande desatiocolocado à formaçâo refere-se,entâo,à necessM a atençâoaosprocessoseducativose experiênciasdeaprendizagem quesejam efetivamenteformadores.ComodeveriaseraformaçâoemPsicologia,meparece seraquestâo maispertinente.Se concordannosqueo psicölogo,em qualquercontexto,estars sempretrabalhandocom ooutro(indivfduo,grupo,instituiçâo)em suaalteridade,creio que uma parcela significativa de contribuiçâo natarefade confrontaro desafio da fonnaçâo dessesprotissionaiséconstituf-la como espaço de aprendizagem parao trato com o desconhecido,desatiantee diferente.Considero queatentaraosmodelosdeaprendizagenssubjacentesaoscontetîdoseprlticasdafonnaçâosejaum caminhoindispensvel.M R 1.02PSICOLOGIA DO ESPORTE:ANSIEDADE,AGRESSXO,ESTRESSE E PRODUIAO CIENRXFICA.LuizFdmantftpdel-artzCampos(UniversidadeSâoFrancisco)GeraldinaPortoWiter(PUCCAMP);Afonsoânlt/nïtpMachado(UNESP-RioClaro)eMarcelodeAlneidaBurititErj'y.pbl.A Psicologia do Esporte seconstituium dosramosemergentesdesta ciência que vem recebendo atençâo significativa no cenériocientftico internacional,sendo que isso parece nJo estarocorren-16-000-dosigniticativamentenarealidadeLrasileira.L.F.L.Camgosalmrdaaspectosrelativosaoestresse na prlticadesportiva,suascausaseimplicaçöesnosdiversosmomentosda competiçsoesportiva,alémdeapresentarosgrincigaisresultadosdepesquisa naJrea.A.A.Machadoanalisaogapeldaansiedadenodesemgenhoesgortivcaga-tirdeumaamplarevisâodaliteratura,abordandosuasorigense efeitos.Finaliza com a indicaçso dasvsriasestratégiasdepreparaçâoecontrolenaprsticadesportiva.AagressividadenoesgorteéotemaanalisadoporM.deA.Buriti,queapartirdaagresentaçsodosmodelosexplicativosdaetiologiadaagrcssividalenaprlticadesportiva,analisasuasprincipaisvarilveis(gerais,especftica.atoresgasadosepresentes)quecaracterizamocontextobio-psiqufco-söcioculturaldaprsticadesportiva.G.P.Witerenfocaasvarisveisaserem consideradasna pesquisa em Psicologia do Esporte,asvsriasimplicaçöeseuso naatividade protissional,querdo psicölogo,querdo educadorffsico,querdoesportista.Tratadosdelineamentosface àsnecessidadesdepcsquisano Brasil.Finaliza-se com a discuss:ointegrada entre osparticipantesavaliando o Estado da Artenaciência intem acionale nacional,considerando asdiversasimplicaçöesparaoexercfcio profissional.- 000-MR 2.02A CONTRIBUICAO DA ySICOBIOLPGIA NA FORMAIAOE ATUACAO DO PSICOLOGO CLINICO.Coordenador:J.Landeira Fernandez.PORQUE A PSICOTERAPIA FUNCIONA?Jesusfzm&ïm-Fenmndez,Pontiffcia Universidade Catölicado Rio de Janeiro.Estaapresentaçâo terJcomoobjetivosanalisaroprocesodefuncionamentod&spsicoterapiasem termosde eventuaismodificaçöesourestruturaçöesdaatividadesipéptica.Questöesneuroanatômicase neurofisiolgicasdecorrentesde uma interaçlobidirecionalentre cérebro e comportamento serâo analisadasdeacordo com uma bordagem interdisciplinaroferecida pelaPsicobiologia.Finalmente,ao finaldessa apresentaçâo deverJsersugeridaapossibilidade do psicölogo clfnico prescreverdrogaspsicotröpicas,poisambasasformasdeintervenç:o(farmacoterapiaepsicoterapia)atuariam demaneirasemelhantenocérebro.A CONTRIBUIAO DA PSICOFARPACOTERAPIA PARA AFORMAIAO D0 PSICULOGO CLINICO.Frederico GuilhermeGrfv. f/iUniversidadeS;oPaulo-RibeirëoPreto.0 fato dasmoléculasqufmicasalterarem asfunçöespsicolögicascomplexasé um dosmaiseloqûentesargumentoscontra a posiçàodualista tradicional.No campo terapêutico,medicam entosepsicoterapiasinteragem na modificaçso de funçöescerebrais,osprimeiros atuando diretamente no sistema nervoso ccntrale assegundasdeformaindireta,porém maisnatural.A eticâcia relativade cada uma destasabordagensou de suacombinaçâo nasdiferentesformasdepsicopatologiadeveserobjetodeconstantepesquisa e avaliaçëo.OSDgMXIOSDA PjIQUIATRIA ESUA INTERAIXO C0MA CLINICA PSICOLOGICA.PdrtzBraga D lAlérl'ak : PUC/RJ,s't7lir(7Casa da Misericôrdia do Rio de JtwefmAtravésdaconcepçâo da psiquiatria biolögica daclfnicapsicolögicadeverâo serdiscutidosnesta apresentaçâo osseguintespon-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


MR -Mesas/It/t/IJJJtos:(1)asposibilidadesdeintegraçsomédico-psicolögica;(2)asdivergênciasda psiquiatria,enquanto prJticaclfnica,dapsicoterapiaporpsicölogos;(3)oscamposdeatuaç:oelimitesdafannacoterapiade disttirbiospsicolögicos.ASPEgTOSPOLfTICOS/PROFISSIONAISNA INTERAIAOPSICOLOGO/PSIQUIATRA.Mariza MonteiroBorges.UniversidadedeBrasl'liaEstaparticipaçâo na mesa redondasobre a contribuiçào dapsicobiologianaformaç:odopsicölogoclfnicotem comoobjetivopropora reflcxpo sobre algunsaspectosligadosàspolfticasque delimitam a atuaçio protissional,tomando o processodesenvolvidonosEEUU,nos doistiltimosanos,para garantiro privilégiodaprescliçâo de drogaspelospsicölogosclfnicos,comosituaçso emblembticano caso de prescriçào de drogasporpsicölogos.Discutir-se-âaspossfveisvertentesque conduziram a lutado psicölogo americano pelo direito de prescreverdrogas,destacandoa disputa de mercado detrabalho eascomplexasrelaçöesde poderque envolvem oscamposprofissionaisda psiquiatriaeda psicologia.Teriam asquestöespolfticase demercado tidoprevalência sobreo desenvolvimento doconhecimento cientfficona conduçso daaçzo polftica para assegurarao psicdlogo o direitode prescrevermedicamentos? Colocar-se-l também à mesaospossfveisdesdobramentos,no campo daformaçlo profissionaleno camgo do conhecimento,deuma decisâo atirmativano quetangeà prescriçào de drogaspelospsicölogosclfnicos.Partindodeumavisâo de psicologia como estudo deinteraçöes,e fazendo-seumbreve quadro do estado atualde Jrea de atuaçào protissionaldopsicölogo,tentar-se demonstrarque osdesdobramentosquepoderâo advirdasopçöesfeitashojesobrepolfticasdeatuaçâoprofissionalpoderso restlingiro campo da psicologia,pelomenosdoquehojesedenominapsicologia.- 000-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


SlMpöslos


SIMP -SimpésiosSIMP 1.91A PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENJP COGNITIVg:ARTICULAIX ESENTREA PESQUISA BASICA EA PRA-TICA DE INTERVENIAOCoordenador:éntonio Roazzi.TEORIASDE CONCEITOSEIMPLICAIX ESPARA O ENSI-NO.José FemtzatftlBitencourtLomônaco,UniversidadedeSâoPaulo.O estudo cientffico dosconceitospela Psicologiatem sidocomumenteagnlpado em trêsgrandesvertentesteöricas,a visâoclissica,avisâoprototfpicaeavisâoteörica.Taisvisöes(mteoriasrefletem a maneirapelaqualosestudiososconcebem anaturezadosconceitos.A maisantigadelas,a visâo clissica,entende o conceito como uma representaçâo mentalformadaapartirdaabstraçëo de elementosou traçoscomunspresentesnumgrupo de estfmulosque diferem em mtiltiplosoutrosaspectos,Avisâoprototfpica,aocontrsrio,vêoconceitocomoumarepresentaç:omentalelaborada a partirdoselementosou traçào maisfrequentesde um grupo de estfmulos.A representaçëo assim formadaconstituio protötipo ou o melhorexemplo da categolia.Uma vez fonnado,o protötipo determina a inclusâo ou a exclusëode novosmembrosdentro da categoria.Finalmente na visëoteörica,a maisrecentedelas,o conceito nâo é maisvisto isoladamente,mascomoparte deuma rede de relaçöescom outrosconceitosdaqualderiva seu signiticado.Esta rede de relaçöeséoque comumente consideramoscomo nosso conhecimento a respeitodo mundo,ou nossasteorias.No presente trabalho procurar-se-;descreveralgumasimplicaçöesdestasdiferentesmaneirasdeentendera naturezadosconceitosno desenvolvimento deprocedimentosinstrucionaisdestinadosa ensinarconceitosemsalade aula.A P#SQUISA EM DESENVOLVIMEjTO COGNITIVO EAPRATICA DE ENSINO DA MATEMATICA.Antonio Roazzi.UniversidadeFederaldePernambuco.O presentetrabalhoobjetivarelacionarapriticadepesguisavoltadaparaaelaboraçâo de novosconhecimentosteöricosde comoa criança se desenvolvedo ponto devistacognitivo,e a prsticapedazögica voltada para o ensino,tendo como base osmecanismoscognitivosbssicosdacliança.Doisgruposde questöesm aisgeraissâo colocadas'.A psicologiado desenvolvimento cognitivopodecontribuirparaapréticadoensinodamatemltica(ouaeducaçàoéprivilégiodapedagogia)?esearespostaaestaquestâoforpositiva',Qualéopapeldesuascontribuiçöesàeducaçâo?Quaisosseuslimites?A partirdeumasériedeconsideraçöesteöricasiniciaisnecessiriaspara melhorcompreendermosa relaçâoe interligaçâo entre o saberoriginado apartirda prâticadepesquisaeeducaçëo matemética,nossointeresseiréenfocar,(a)nâo somente como a pesquisa,de modo geral,podeinfluenciarapriticadeensino,(b)comotambém amaneirapelaqualoestudodosprocessosde apropriaçëo,sedimentaçëo e transmissâo do sabere conhecimento matemitico tendo em vista sua compreensëo,sâocapazesde promovera aquisiçâo eo desenvolvimento desse conhecimento.Neste perspectiva uma ênfase especialseré dada amaneira como a pesquisa psicolögica em desenvolvim entocognitivopode(1)descobrirhabilidadescognitivasexistentesemcriançasnâoconsideradasdevidamente,(2)serfontedeinspiraçâode educadoresna determinaçâo denovosmétodosde ensino,(3)ajudaradiagnosticarotratamentodeproblemasdeaprendizageme analisarproblemassociaisque hé naescola,como,porSBP - XXVIIReuniâo Anualde Psicologiaexemplo,areprovaçsomaciçadecertasclassessociais,asdificuldadesexistentesnaadoçâo denovosprogramase currfculosescolaresetc.Como conclusso,serào discutidas,maisdetalhadamente,asimplicaçöeseducacionaise sugeridasuma sé-Iie de recomendaçöespara a pritica escolarrelativa ao ensino dematemstica.PESQUISA EM COMPREENSXO DE TEXP EPR/TICAEDUCACIONAL:APLICACXODEESW AW GIAEM SALADE AULA.Maria da Graça BompastorBorgesDias.UniversidadeFederalde Pemambuco.A compreensso denarrativaspode serconsiderada uma atividadedesolucionarproblema:traduzirpalavrasem informaçso ou idéiasignificativa.No entanto,acompreensso de histöriassö recentementecomeça a recebero merecido tratamento empfrico eteörico.Hoje,apesardosmuitosestudossobreacompreensëodehistörias,OakhileGarnham(1988)argumentam queosprofessorestendem a receberum maiornumero de sugestöessobre como ensinaroreconhecimentodepalavrasea decodificaçëo,do quesobrecomoajudarascriançasaprogredirem deumadecoditicaçàoeticienteauma compreensâo detextostambém eficiente.Dentreasestratégiasutilizadascomoajudaà.compreensâodetextos,encontra-se ouso daimagem mental.A imagem mentalpodemelhorara compreensâo pormantermaisaatençâoeporpromoverummaisprofundo processamento semântico do texto.Estaestratégiarequerqueosujeitotraduzacadasentençalidaem umarepresentaçâo mentalde seu contetido.Vsriosestudosdemonstraramexistirum desenvolvimento na habilidade deusarinstruçöesparagerarimagensnaleitura detexto.Aos8 anosde idadeascriançassào capazesde aprenderautilizarimagensmentaispara melhorcompreendermaterialesclito,mas,nâo o fazem espontaneamenteenecessitam de instruçâo sobreo uso dessasestratégias(Pressley,1976).Nopresentetrabalhoapresentaremosdiversosestudos,experimentaisedetreinamento em salasde aula,que temosdesenvolvido.Do ponto de vistada prl ca educacional,osresultadosencontradossâobastanteencorajadores.Nestesestudos,cliançase adultosem alfabetizaçâo,queestavam emum nfvelinferiorde compreensëo de textos.progrediram garaum nfvelsignificativamente superiorde compreensâo.Porém,istosöoconiaquandoossujeitosutilizavam ainstruçâodefazeremuma imagem mentaldo contetido de cada sentençaàmedida queiam lendo ou ouvindo o texto.Assim,a importb cia de estudaroefeito da imagem mentalna compreensâo de textos,reside na pröpriafacilidadeem ensinare usartalestratégia,auxiliando ascriançascomditiculdadesnesta habilidade aprogredirem aum nfvelde:çboa compreensio'sem necessidade de um treinamentolongo.Apenascom palavras,sem recursosonerosos(e.g,slides,filmes)comoutilizadosem esmdosanteriores(Pressley 1976;Levin,1981),épossfvelmelhorarsobremaneiraacompreensâode textosdaquelesque apresentam dificuldadesnesta habilidade.(FACEPE/CNPq).MEDIAG O SEMIUTICA E COMPREENSXO TEXTUAy:ARTICULACAO ENTRE QUESO ESTEURICASE A PRA-TICA DE SALA DE AULA.M aria Helena Fâvero.UniversidadedeBrasûia.Nostiltimos25 anos,duastendênciasprincipaistêm caracterizadoa conceituaçào detexto.Na primeira aborda-se,sobretudo,acriaçâodeumametasemiötica,comodefineLotman(1988),tendocomoobjeto deestudo,nâootexto comotal,masosmodelosdetextos,osmodelosde modelos,e assim pordiante.Na segunda21


SIMP -Simpôsiosconcentfa-seaatençèo nofuncionamentoSemiltico(10texto.N0primeiro caso éa linguagem que interessa ao investigadorenquantomaterializaçâodasleisestmturaisdeuma lfnp a,e nosegundo caso,o que interessa sâo osaspectossemiöticosdeumtexto.Este segundo interesse desembocaeacabapordetiniroestudo dasemiötica da cultura,que traz uma considersveltransfonnaçèoao pröprio conceito detexto.Uma dasconceituaçàoclssicasdestetermosupöequeo mesmo sejavistocomoumaunidadefuncionalindivisfvele unfvoca para qualquercontextocultural.Dessaforma,implfcitaou explicitamente,o texto é tidocomo umaç'declaraçèo'ou ftatirmaçâo'em uma determinadalfngua.Emcontrasteaestaabordagem cléssica,Lotman(1988)Sugere,nointeriordasemiöticadacultnra,cincoprocessosbssicospararesumirafunçfosöcio-comunicativadeum texto:acomunicaçàoentreo autore o leitor;a comunicaçso entre a audiênciaeatradkâocultural;acomunicaçàodo leitorcom e1emesmo;acomunicaçâo do leitorcom o texto;a comunicaçào do texto como contexto cultura.Assim.o texto é,em simesmo,nào arealizaçàodeuma mensagem em uma dada lfngua,masum sistemacomplexodenrmazenamento de diversoscödigoscapazesde transformarmensagensrecebidasegeraroutras,ou melhor,o texto,naspalavrasdeLotman(1988),éum geradordeinformaçöescom ostraçosde um apessoainteligente.Estemodo de concebero texto traz uma implicaçâo importante,tanto no que diz respeitoaoquesejaaatividadedeler,comodeescrever.Estaimplicaçâo,serldiscutidatendo porbase estudoscentradosnainteraçâo desujeitossurdoscom aleituraeaescritaenaintefwâoentrealunosde11er.grausetextospublicadosnaimprensanacional.(CNPq)- 000-S> P 1.02HABILIDADESTEXTUAISEM CRIANCAS,ADOLESCEN-TESEADULTOS:ASIMPLICAX ESDA PESQUISA EMPSICOLOGIA PARA A EDUCAG O.Coordenadora:AlinaGalvâo Spinillo.COMPREENSXODETEXTOS:HABILIDADESGERAISOUESPECfFICAS?AnaCarolina Perrlfh BrandâoeâlinlGalvâospinillo.Universidade Federalde Penmmbuco.Indmerassâo astarefasadotadasem pesquisasque procuram investigaracompreensâo de textos.Em algunsestudosa tarefa consisteemresponderperguntassobreum textoapresentado (porescritoouoralmente);em outros,osujeitoésolicitadoacompletarfrasesrelativasaotexto;ou ainda é solicitado a identiticarasprincipaisidéiascontidasno texto.De maneirageral,cada umadessastarefaséentendida como sendo o instrumento que melhorretrataahabilidadedecompreensâodo sujeito.Torna-serelevantemencionarque uma dada tarefa decom preensâo pode estaravaliandoum conjuntode%pectosquepodem nâoestarsendoavaliadoem umaQutratarefa,ouseja,aspectosdistintosdeummesmofenômeno(nocasoashabilidadesdecompreensëo)podemserpriorizadosem uma tarefa enào em outra.Além disso,esta diversidade deformas de avaliaracompreensâo de textostom adiffcilcomparareintegrarosresultadosobtidosnessastarefasdevidoadoisfatores:(a)diferençasentreastarefas,asquaisdemandam mecanismoscognitivosdistintos;e(b)diferentesidadesinvestigadas.Observa-sena literatura que asexplicaçöesteöricastendema tratara compreensëo de textoscomo uma habilidadegeral,negligenciando ashabilidadesespecfticasque constituemesteprocesso eque nâo podem serexploradasporum inicoinstrumento.Para discutirtaisquestöes,acompreensëo detextosnarrativosf0iinvestigadaem tlmamesmaamostradecriançasde4 a 6 anosde idade,atravésde duastarefasdistintas:umatarefaderegroduçsodeum textoouvido(Tarefa1)eumatarefaqueconsistiaem responderaperguntas(Tarefa2)queenvolviam tantouma visso geraldo texto,como também aspectosespecfticossobreosegisödiosnarrados(resoluçàodatramaesuasconseqtbências)eavaliaçàodospersonagens.Paraasreproduçöeselaborou-seum sistemadeanslise baseado tanto nafidelidade ao textoouvido como naintegraçso dosenunciadosreproduzidos.Para asperguntas,fugiu-se do esquematradicionalacerto/erro,criandoseuma avaliaçâo gradualde aceitaçâo dasrespostasdadas.Osdadosapontam que astarefasrefletem facetas distintasdo processodecompreenssodetextos,sugerindoaexistênciadehabilidadesespecfticascujacorelaçsofoitambémexplorada.Concluisequeaosecompreenderumtextoestsoem jogohabilidadesespecficasque precisam serconsideradas,habilidadesestasquen:o Sà0 exploradasem uma tinica tarefa.Asdiferençasentre asidadessugerem uma tendênciapara a integraçâo dessashabilidadesaolongododesenvolvimento.(CAPES)A MEDIAIAO DO OUTRO NO DESENVOLVIMENTO DACOMPREENSXO DE TEXTO.Diva AlbuquerqueMaciel.UniversidadedeBrasûiaDiversasinvestigaçöes,em particularosestudosde Yuill& Onkhill(1991)edeKleiman(1993),destacam aimportânciadoensinode estratégiasespecfficaspara melhorara compreensâo de leituradesujeitoscom dificuldadesdeaquisiçào desahabilidade.Deacordo com Kleiman,édurantea conversaque o leitorprincipiantecompreendeo texto.Porsuaspalavras'.çO professoraqueajudaoalunoapreverepredizer,focalizando,mediantediversasabordagenseatividadespréviasàleitura,aspalavras-chave notexto,garante que quando o aluno asencontrar.serécapaz dereconhecê-lasrlpidaouatéinstantaneamente.'(Kleiman,1993,p.36).Demaneirasemelhante.Teberosky(1989)consideracomorequisitosdoensino,ajudaracriançaadirigiraatençâoparaa1-gunsdoselementosespecfticosdo texto,taiscomo,convençöesgrsficase ortogrsficas,convençöesdiscursivase de pontuaçio.Dentro dessecontexto,osprocessosinterativosdesenvolvidosentre o adulto e acriançadurantea aprendizagem da leituraedaescritaassumem papelde destaque,e merecem sercompreendidoseexaminadosdemaneira detalhada.Neste sentido foirealizadoum estudo dosprocessosco-construtivosde compreensâotextualocorridosna interaçào entre uma professoraeuma criançade 9 anosdeidade aqualapresentava diticuldade de aprendizagem.Asatividadesdidlticasocorridasemcinqtienta e oito au-1as(pedazendoum totalde74 horase38minutos),distribufdasem dois semestres letivos,foram gravadas em vfdeo ecategorizadasde acordo com o tipo dedinâmicada atividade desenvolvida.Dessasatividades.foramrecortadose selecionadostrêsepisödiosde atividade relativosà.leitura detexto.Estesepisödioss:oespeciticamente tratadose exploradosno presente estudoatravésdeumametodologia denominada microgenética.Oobjetivodestainvestigaçâofoiidentificareanalisarasestratégiasutilizadaspelaprofessoracom o intuito de promover,ao longodo ano letivo,acompetência do aluno quanto ao domfnio deprocessosdecompreensâode texto.Asestratégiasadotadassâoespeciticadase exemplificadasneste estudo,onde a professoraatuou como mediadora no desenvolvimento da compreensëo detextosao interagircom um criaxa caracterizadacomo leitora principiante.Osdadoscontribuempara especitkara natureza dess%estratégiase dosprocessosco-construtivosde interaçâo relativosao desenvolvimento da habilidadedecompreensâo de textos.SBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -SimpésiosO CONHECIMENTO DE ADULTOS POUCO ESCOLARI-ZADOS SOBRE DIFERENTESTIPOS DE TEXTO.ElianaBorgesCorrea de Albuquerque.Universidade FederaldePemambucoA lfnguaesclitatem funçöesbem detinidasnassociedadesletradas,funjfesestasquese manifestam atravésdediferentestiposde registrosdenominadosgênerosdetextos.Criançase adultos,mesmoantesdedominarem ocödigoalfabético,convivem com alfnguaescrita em contextossignificativosde comunicaç:o,utilizando-apara diferentesfinse,portanto,entram em contato comosdiferentesgênerosde texto veiculadosnasociedade.O presenteestudo investigou o conhecimento de indivfduospoucoescolarizadossobrediferentesgênerosdetextoscomohistöria,cartaenotfciasdejornais.Participaram dapesquisa42alunosdaEducaçâo Blsicadelovense Adultos,de classe socialbaixa,comidadessuperiora 14 anos,que freqientavam duasséries:Mödulo1(equivalenteà,alfabetizaçâo)eMödulo 3(equivalenteàs3a.e4a.sériesdo1o.grau).Ashabilidadesdeproduçâoedeidentificaçsode textosforam exploradasatravésde duastarefas.Na primeiratarefa,solicitava-se aproduç:o de umahistöria,deumacartaedeumanotfciadejomal.Nasegunda,solicitava-seidentiticartextoslidospeloexaminador(histörias,cartasenotfciasdejornais)ejustiticarsuasrespostas.Ostextosproduzidosforamclassificadosem diferentescategorias,de acordo com ascaracterfsticasdecadagênero(aspectoslingtifsticoseelementosessenciais).Atarefadeidentificaçàofoianalisadaem funçëodaidentificaçàocorretado texto apresentado e em funçào doscritériosdejulgamento adotadosnasjustificativas.Constatou-sequeosalunosalfabetizados(Mödulo 3)tiveram um desempenhosuperioremrelaçâoaosalunosnâoalfabetizados(Mödulo1),tanto naproduç:o como na identitkaçâo dosgênerosapresentados.Veriticou-seainda quealgunstextoseram maisfacilmenteproduzidoseidentiticadosque outros.Essesresultadosdemonstram queosadultos,mesmo nào dominando a leiturae a escrita,possuemumacompetência textualrelacionada principalmente,a Suasexperiênciascoma lfngua esclita em contextosextra-escolares.Aalfabetizaçào,entretanto,apresenta-se como fatordeterminantedesta competência,favorecendo o desenvolvimento do conhecimentometalingifstico de texto.AW LIjEDE NARRATIVASPRODUZIDASP0RALUNOSDE 5.SERIE D0 So.çkLbhv.laulAragth7sl'artins e DanielaBrito.UniversidadeEstadualPaulista.A produçào de narrativaspor cliançasé assunto que vem sendopesquisado nostiltimosanosatravésde intîmerasabordagens.Dentre ostextosnarrativosmaisexploradosnessesestudos,encontra-seaproduçâo dehistörias.Para a anélise deste gênero detexto.ospesquisadorestêm adotado amplamente o conhecidomodelo proposto pela GramJtica de HistöriasdeStein & Glenn(diversasobras).Estemodelosebaseianaanélisedaestruturanarrativa da histöria e consiste em identificaroselementose componentesessenciaisqueformama histöria:uma estrutura compostade uma categoria principal,denominada tambiente',e desub-categoriastaiscomo:o evento ou estado inicial,arespostainterna,o plano interno,o esforço,a conseqûência direta e area-No.Estemodelo,com algumasvariaçöes,tem sidoamplamenteadotado na anâlisedehistörias produzidasporcrianças,em suamaioria atravésde situaçöesdeproduçëooral.Torna-se importanteexaminarse este modelo seria umaforma deanélise apropriadaparaavaliaraproduçâo de histöriasesclitasem cliançasmaisvelhasdo que aquelasusualmenteinvestigadasnosestudosSBP -XXV IReuniâo Anualde Psicologiadocumentadosnaliteratura.0 presenteestudoproctlrouexploraresteaspecto,avaliando a produçâo de histöriasde vinte alunos(10meninose10meninas)tom umamédiade11anosdeidade,cursando a 5a.sériedo primeiro grau de uma escola ptîblica naregiâo centralde Sào José do Rio Preto,Sâo Paulo.Apresentouseacadasujeitoumafolhadepapelcontendoumdesenhodegarotosqueespiavam atravésdeum buraco em umacerca demadeira.O experimentadorpediaaosnjeitoqne imaginaseeescrevesseo quepoderia estaracontecendo ali.Ashistöriasproduzidasforamcomparadasem funç:o do fatorsexo,mostrando queasmeninasproduziam narrativasmaislongasque osmelinos.Observou-se também que tanto as meninas como os meninosfaziamuso de todasascategoriasquecompöem aGramstica deHistöria;no entanto,asmeninasapresentavam um uso maisbalanceadodessascategorias,produzindo histlriasquese distribufamao longo dessascategorias.Osresultadoslevaàdiscussâo arespeito da adequaçso dessasgramsticascomo instrumento tînicoparaaanjlisedaproduçàodenarativasesclitasporsujeitosem idade maisavançadaqueaquelasnosestudosdocumentadosna literatura,e que frequentam sériesmaisadiantadas do 10.grau.TaIdiscussâo tem repercussöestanto paraa pesquisa na érea comopode auxiliarna compreensâo dosdiversosaspectosenvolvidosnaavaliaçâodehabilidadestextuais.-000-SN P 1.03LINGUAGEM,INTERAIA O,RELAIOESSOCIAIS:UMENSAIO DEINH RDISCIPLINARIDADE.COOrdenadOra:/nJMA.carvalho.VfNCULO INTERPESSOAL:REALIZAIAO DA FILOGENIANA ONTOGENESE.éna MA.carvalho,Universidade de SâoPaulo).A partirde umaperspectivapsicoetolögica,reflete-seaquisobreo signiticado funcional.em sentido filogenético,do vfnculointerpessoalem gerale nosprimeirosanosde vida em particular:asrelaçöesmâe-tilho,outrosadultos-criança ecriança-criança.Adiscussëo baseia-se principalmente em literaturaproduzida noBrasilnostiltimosdezanos,com enfoquespsicoetolögicos,söcio-construtivistasedesistemasdinâmicos,poresta e poroutraspesquisadoras.Sâo apresentadosdadosobservacionaisa respeitodaevoluçâo de trocassociaisentre criançasao longo do processode estabelecimento de vfnculosinterpessoais,dadosessesquesugerem um papelcentraldasrelaçöesestiveisna construçâo dacomunicaçâo,daauto-percepçào e da identidadede grupo.Analisando-seessesdadosàluz daspremissasaparentemente diversasdasperspectivasrevistas,oconceito denatureza biologicamentesocialdo serhumano- premissa davisâo etolögica- écontrastado com a concepçâo construtivista de construçâo do sujeitonainteraçâosocialecom osconceitosdinâmicosdeestabilidadee transformaçâo.Em conclusâo,sustenta-se a possibilidadede umaconcepçâo integrada sobrea ontogênese da vidasocia1,quearticuleaspectossöcio-afetivosecognitivose que contemplenâoapenasasquestöesrelativasao desenvolvimento e h.regulaçâo do comportamento,mastambém a seu sentido nahistöriadaespécie.(CNPq).DO 'WRRANJO'AO EWTRATOR':EVOLUIAO CONCEI-TUAL NA ANXLISE DE INTERAIX ES SOCIAIS.MJ/O lsabelftCpedrosa,Universidade Federalde Pernambuco.23


SIMP -SimpésiosEstetrabalhoàuscarecuperaratrajetlriaperconidaparadescrevereanalisarepisödiosde interaçso Mdica de criançaspequenas.A interaçsodecrianças,concebidacomoum casoparticulardofenômenointeraçso,deveresguardarsuacaracterfsticadefinidorade 4açso entre'comum aqualquersrea do sabere,ao mesmotempo,deve pennitir considerara especificidadede um fenômenopsicolögico,preservando sua natureza semiöticapor se tratardeum fenômenosöcio-histöricoecultural.O conceitodeflarranjo'foiinicialmentepropostopelopesquisadorparadescreversituaçöesdeinteraçâo de criançasquepermitissem considerarsimultaneamentevsriosfatorespresentesnumrecortederegistrodevfdeoaseranalisadocomo.porexemplo,espaçoffsico,gosiçsodascrianças,orientaçâodaatuaçâoetc.Logoem sep ida,percebeu-seseu potencialderegularasinteraçöesdasprögriascriançasquandoestaspreciam levarem contaoarranjodoqualparticipavam para regularsuasaçöescom osparceiros.A reflexâoconjuntadepesquisadoresdefreasdiferentesdosaber,particularmenteda Psicologia e da Ffsica,sobre essesmesmosregistrosdevfdeo,permitiusubstituiroconceitode4ean'anjo'poroutrojlexplicitadonamatemlticaeutilizl-loemoutroscontextosexplicativos- o conceito de çatrator'.Este conceito apresentavantagensporseconstituirnum aferramentateörica quebuscacompreendero processo deauto-organizaçâo de um sistemadinâmico,emum campo qualquerde interaçëo,a partirde seuselementosconstitutivosque realizam movimentosdesordenadose ordenados,coerentese incoerentes,caracterizando transformaçöescontfnuasedescontfnuasno sistema.O grupo de criançasbrincando pode sercaracterizado como um sistemadinâmico e,comotal,analisadoapartirdestaferamentateörica(CNPq).ALINGUAGEM L= RARIAORGANIm DOOOLHARNASITUACAO DE ENSINO -MaryJulia MartinsDietzsch,Universidadede Sâo Paulo.Na perspectiva de um olharatento que inventa meiospara ampliaroseu campo devisëo,foram realizadosencontroscom quatroprofessorasde escolasptîblicaspaulistas,atendendo adecisâo dogrupo de vere analisar,coletivamente,cenasdasinteraçöesocorridasemsuasclasses.Ao se verem ,pela primeira vez,no vfdeo,interagindocom seusalunos,ouao seprojetarem nasimagensdascolegas,asprofessorasdesculpavam-see alongavam-se noscomentM ossobre seusalunos,dando pouca atençëo à sua pröpliaatuaçào.Ainda que se enxergando nasimagensdo vfdeo,procuravam estabelecerum certo distanciamento dasimagensvistas,pouco à vontade para assumirem umapostura maiscrfticae para aprofundarem suasformasde olhar.Assim,consideramosa importb ciade se integraràconcretude dascenasdo vfdeo avisibilirlnrle do texto escrito.lrfamosinvocarimagensin absentia.buscando notexto literério aspossibilidadesda imaginaçëo,queclia lugares,cenase movimentos,reinventando a experiência.Doencontro com a narrativa,quepossibilitou acliaç:o do mundo deoutrasprofessorase de outrassalasde aula,surgiu um novo ânimopara flexibilizare aprofundar a discussâo.A conversadasprofessoraseraentâo com asvozescriadasporGraciliano Ramos,JoséLinsdo Rego,ClariceLispector,suaspersonagensecenassendo reinventadasna circulaçâo dasdiferenteshistöriasde leiturasdasprofessoras.Se foidiffcilcruzar,aprofundaraslinhasdo texto,ainda assim o grupo trabalhou seliamentena buscado sentido,o olharse encaminhando paralugaresmenosprevisfveisemenosconformadosdo que aquelesvistos,inicialmente,atravésdovfdeo.Seacreditamosque a linguagem visuale averbaltravam dilogosintensose imemorlveis,a ponto de provocaroutrosdiélogosentreosespectadores/leitorese o texto,sa-bemostamàém doemaranhamentoeextensàoquemarcam oscaminhosdo olharedaimaginaçso.E nessc sentido éque continuamostrabalhandoc0masprofessoras(CNPq).COTIDIANO,CIZNCIA E ARTE:FALASE LINGUAGENSâmélialmpério-liamburge6UniversidadedeSâoPaulo.Um estudo pm iculardasorigendasteoriasdeNewton,edaepistemologiasubjacentequerevelasuaslögicaseseusmétodosdeinvestigaçso e de conceituaçso,destaca o aspecto estético doemgreendimento,nosentidodeMaxBense:acompreensâodasfntesede novossigniticadossemanifesta a nfvelcognitivo eafetivo e,na anslisecrfticadeseuscontextoscomo conhecimento,temlugarumaefetivaavaliaçso estética,ao mesmo tempoquea racionalidade semanifestacomo potencialcriativo.A sentença*&aforçadaé'rtzpfltzf'ty universalem Newton alça apercepçâohumanat)objetividadedocosmos'contem ore'sultadodesteexercfciode pensamento crftico,no sentido deesclarecercomo o conhecimentocientfticotransformaassensaçöescotidianas,subjetivas,empercepçöesmaiscomplexas,detinidasno compartilhamentode um espaço coletivo,histörico.de significaçöes.Poroutro lado,analisamosa situaçào deaprendizagem como um processocriativo.Como em W allon e Bense,cadatoque - mudançabrusca deestado - produzido pelo ato depensamento corespondenteà compreensâo de certosfenômenos,dentro da coerênciade uma teoria,é um exercfcio estético.Entretanto,essanâo é umaocorrênciaespontânea,na vivênciade todo dia,e ent:o se detineaperspectiva do ensino deciênciasenfatizada neste ensaio.Asrelaçöesentre a descoberta/criaçâo de signitk adosa nfvelcotidianoe a nfvelhistörico s:o encontradasatravésdasdinâmicasfilosöficasdeL.s.vigotsky,H.W al1on e A.lleler.Estào semprepresentesoscomponentesdoproduto(conceituaçàocientftica)edo processo deJfgnt/ïccgt-it/(interaçöessociais,percepçöes,discernimentos,lögicasconstitutivas,compartilhamento de signiticados,persistênciadesigniticados,procedimentosexperimentais),caracterizandoumalinguagem,comoemBakhtin.WolfgangPauli,ffsico,em sua colaboraçào com Jung,e Betty Jo Books,historiadoraamericana dosignificado dostrabalhosalqufmicosde Newton em sua teoria da matéria,liberaram o pensamento paraaanélise crftica dasorigenseconduziram acriaç:o conceitualdeste trabalho.Destacamosdoisnovosconceitosdesenvolvidos'.1)alögicadaconstituiçâosimultb eadaspartesedeum tododerealidadessigniticativas,e2)ateoriacientficaeseuobjetocomoum todo coerente,uma nova percepç:o ou discemimento,umalinguagem quese diferenciada cotidiana.- 000-SIM P 1.04ORGANIZAIAO DE SERVICOSDE SAODEMENTALPARAADOLESCP TES:DIFERENTESDEMANDAJ,PRESSU-POSTOS TEORICOS E M ODELOSDE ASSISTENCIACoordenador:ManoelXnlnf/ dosSantos.O IMPACTO DASTRANSFORMK OESRECENTES N0MERCADO DETRABALHO SOBR!A FORMAG OEATVAG O D0 PROFISSIONALDESAUDE MENTAL JUNTO ACLIENTELA ADOLESCENTE.ManoelXnlnf/ dos Santos.Universidadede S:o Paulo -Ribeirâo Preto.Nota-se atualmente,entre osprofissionaisque atuam na érea desatide mental,uma preocupaçâo constante com osrumosque a24 SBP-XXV IReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -Simplsiosprstica clfnica tem tomado,em virtudedasmudançasobservadasno exercfcio profissionalnostiltimosanose da emergência denovosparadigmasdetrabalhocom asubjetividade.Um dosefeitosmaisnotlveisdamudançadeperspectiva queseabrecom acrescente institucionalizaçâo da Psicologia,assim como de.outrasprotissöesdaérea da satide,é que a assistênciapsicolögica,acompanhando o movimento maisamplo dereordenaçào de todaaérea da satide mental,tendea voltar-se cada vezm aisparaaçöesde maiorabrangência social.Nota-se umamaiorpreocupaçào coma contextualizaçâo do trabalho clfnico,o enfoqueinterdisciplinare o conhecimento do universo social,histölicoelingifstico dosdestinatâliosdasaçöesde salide.A emergênciade novasdemandastemexigido cada vez maisum areestruturaçâo de todo o campodosabersobre a atuaçâo clfnica,exigindo que osprotissionaisrepensem o tipo de instrumentalizaçâo necessM o parao trabalhocom asnovasrealidadesquese descortinam no horizonte.0 psicölogotem sido levado arepensarosvetoresbésicosquenorteiamsua prstica,redirecionandoasaçöesdesatide que empreende,afim de adeqûs-lasao novo contexto,sem perderde vista a qualidadedo trabalho realizado.Contudo,devido ao divörcio aindaexistente entre oscursosdeformaçso e a realidade social,a formaçàodo psicölogo se mostra particulnrmentefalha no preparodosfuturosprotissionaisque irâo atuarcom asdemandasemergentes,comoé o caso de determinadosgrupospopulacionais.Nesse sentido,o atendimento ao adolescentenosparece exemplar,pennitindo-nosilustraradefasagem existente entre o cursode graduaç:o easnecessidadesdeformaçâo do profissionaldesatîde deum modo geral,e de satide mentalem particular.Acresce-sea isso o fato deque a adolescênciaé umaetapado desenvolvimentoainda relativamente pouco investigada demaneirasistemstica,oque im pöe,porsisö,inlimerosobstsculospara o protissionalqueirJ se dedicarao atendimento dessa clientela.lsso setom amaiscrftico seconsiderarmosqueospressupostosteöricosque embasam aspréticaseosm odelosassistenciaisnem sempresëo claros,gerando,com freqtiência,equfvocosque acabam porredundarem fracassosterapêuticos.HJ uma tendência de imputarmosesseinsucesso àscaracterfsticasde instabilidade inerenteà transiçâo adolescente,negligenciando nossa participafâo na suaproduçâo (porexemplo,asfalhasno manejoterapêutico).Poroutro lado,em nossa prJtica cotidiana,cada vez maistem osnosdefrontado com problemascomplexos,que atingem osadolescentesesuasfamfliasde maneira avassaladora,como o crescimentodaviolênciajuvenil,adrogadiçâo,ainiciaçâosexualprecoceesuasconseqiznciasnefastas(gravidezindesejada,aborto,doençassexualmentetransrnissfveis,AIDS,etc.).Essesproblemastêmaumentado o grau de incerteza com que nös,profissionais,normalmenteestamoshabituadosatrabalhar,exigindoumarevisâodasconcepçöestradicionaiseasubstitukâodenossosPreconceitosporconceitosfundamentados.é necessM oqueasincertezaspouco a pouco cedam lugaraum movimento permanentenosentido de repensarmosnossasprbticas.Um dosobsticulosaesseavançoéque,aindahoje,nâoobstanteacrescentedemanda,observamosumanotâvelescassezdeserviçosclfnicosvoltadosespeciticamente para o atendimento dasnecessidadesdenossajuventude.ConsideramosquecompeteàUniversidade,em uma açâo coordenada com osprotissionaisda érea,desenvolvermetodologiasquefavoreçam a organizaçâo e aavaliaçâo dessesserviços,dentrode umaperspectivacientfica.O confrontocom asdificuldadesgeradaspeladeficiência de procedimentossistemsticosnessa Jreaseré ilustrado com a apresentaçâo de estudosdecaracterizaçëodo pertildaclientela e dospadröesdemorbidadepsfquica,quetemosconduzido naUniversidade,jun-toaoSenkodePsicoterapiadeAdolescenteseAdultos,daClf-nica Psicolögica daFTCLRP-USR Serb discutida a necessidadede adaptaçâodosreferenciaistécnicosclâssicosàssituaçöescomasquaisdeparamosno contexto institucional,sem que com issose descaracterize a essência dospostuladosqueorientam nossaatuaçâo,nem se perca devista a qualidade de nossa trabalho.Procuraremosenfatizarqueasdiferentesdemandasclfnicasexigem,necessariamente,diferentesformasdeconcebera prltica deintervençâo psicolögica,abrindo espaço para a incorporaçso deaçöeseducativas e preventivas,dentro denma estratégia de promoçèodesatide.Paraqueisoseefetive,éprecisoqueestejamosimbufdosde umaconsciência crftica quenospermita organizarnossasobservaçöessob umaperspectivadistintadaquela oferecidapelo modelo clfnico tradicional,de modo que possamosampliarnossoraiode açâo no atendimento do adolescente e desuafamflia.Atinal,nâo podemosesquecerque novostemposrequeremumanovaformadeindagara realidadeaopraticarmosaPsicologia.PESQUISA E AVALIK XO SOBRE ASNECESSIDADESASSISTENCIAISEM PSIQUIATRIA DE ADOLESCENTES.Erikson FelipeFurtado,Universidade de Sào Paulo -RibeirâoPreto.A adolescência,sendouma etapa do ciclo vitalsituadaentre ameninice ea vida adulta,sofre asconsequênciasdeum posicionamentointermediM o,o qual,além de contribuirparaasdificuldadesadaptativasproduzidasnapassagem do indivfduo humanoentre doisterlitöriosopostos,é acrescido dasdificuldadesdasinstituiçöessociaisem posicionar-se diante dasnecessidadesdestegrupo etlrio.Particularmente asinstituiçöesde satide,encarregadasdoatendimento dasnecessidadesde satide da populaçâo,defrontam-secom um desatio,o qualmanifesta-se tanto atravésdesua complexidade inerente,quanto atravésda obscuridade,dacarênciadeinformaçöesoudaimprecisâodestasquanto aoobjetode estudo:adolescência.A assistênciapsiquiJtrica para adolescentesemnosso pafssofre de um malb/sico:a carência quantitativae qualitativa de protissionaise de serviços.De fato,possufmospoucoscentrosqueoferecemformaçâo especializada,delonge insutk ientespara produziro nlimero de profissionaisnecessMosem conformidadecom o tamanho da populaçâo de adolescentes.Sendopoucososserviçose poucososprotissionais,éde seesperarum acarênciaqualitativa no que dizrespeito Lofertade serviçosdiversiticados,Dafque,em nosso meio,aassistênciano setorprivado eno setorptiblico restringem -se,na maiorpartedoscasos,ao atendimento ambulatorial,denfvelde atençâo primirioe secundârio.Assituaçöesde maior complexidade,a nfvelterciM o,ficam sem umaresposta adequada,considerando-se o'testado da arte'',talcomo é realizado em centrosespecializadosna Europa e EstadosUnidos.Nossa apresentaçâo seré orientadana anélise de dadosnacionaissobre problem as psiquiltricosdaadolescência,na anâlisecrftica de algunsmodelosem vigornopafse na sua comparaçâo com modelosem vigorna Alemanha eEstadosUnidos,com o cuidado decontextualizaraanélise dentrodasparticularidadesda realidadesöcio-culturalbrasileira.Atim deilustrara apresentaçâo,serâo apresentadosdadosestatfsticosoriundosdeestudo queestamosrealizando sobre ademandaassistencialde criançaseadolescentesem um serviço de emergênciapsiquiitrica,acrescidosdasinformaçöessobre o modelode atendimento que procuramosimplantaratravésdo ProgramadeAdolescentesdo Ambulatörio de Clfnica Psiquiétrica do HospitaldasClfnicas,daFaculdadedeM edicinadeRibeirâo Preto,daUniversidadedeSâoPaulo.(CNPq)SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


SIMP -SimpôsiosOROANIZAIAO DE SERVNOSAMBULATORIAISPARAOATENDIMENTO AO ADOLESCENTE PSICUTICO.EdsonGuimarâesSaggese.Universidade Federaldo Rio de Janeiro.A adolescênciaéum perfodoparticularmentericoem possibilidadesdesestabilizadoras.Momento de definiçöesdiversasnocampo sexual,grofissionalefamiliar,a adolescência lalxa questöesquealgunsindivfduosn5otêmcondiçëoderesponder,provocandoaeclosso de quadrospsicopatolégicosgraves.Diversamentedassociedadestradicionais,quegossuemmecanismosparademarcaroslugaresque cadaum dosseusmembrosdeve ocuparaosetornaradulto,asociedademodemadesatiaseusjovensabuscarumadefinkâosinplaretinicaparasuasvidas.A tarefa,inerenteaohomem modemo,deapresentar-secomoum sujeitosingular,encontra seu clfmax na adolescência,quando o indivfduoécompelidoa tomara palavra paradetinirsuasopçöesfrenteàsdiversasexigênciaspröpriasà suainclusâo no mundo adulto.Dadosepidemiolögicosapontam para uma prevalência detranstornosmentaisentrecriançaseadolescentesem torno de 10 a15%,chegandoaté 21% se tomannosapenasuma populaçào deadolescentesmaisvelhos.Cerca de 50% destestranstomostendema produzirincapacidade permanente.Registrosepidemiolögicosjébemestabelecidosrevelam que45% doscasosnovosde esquizofrenia,o maisincapacitante dostranstom osmentais,surgem entre 15 e 24 anos.Um estudo recente demonstra queaidadedecomeço de diversasdoençasmentaisL muito maisprecocedoquesejulgava.Opicoderiscoparafobias,porexemplo,situa-se entre 10 e 14 anos;para algunstiposdetranstorno dohumoro risco ma imo estlsituado entre 15 e19 anos.A superaçâodo modelo asilarcomo basedaassistência em satidementalfoiapontadacomometabssicapela2'ConferênciaNacionaldeUQJZI: Mental.Tanto do ponto de vistatécnico quanto do ético asrestriçöesaomanicômio tom aram-se,praticamente,consenso internacional.Modelosalternativosdevem serinvestigadosparapermitira desospitalizaçëo depacienteshl longo tempo internadoseimpediraentrada de novosindivfduosna carreiramanicomial.Nesse segundo aspecto,ganha relevância a busca demeiosqueimpeçam aentradade adolescentesnaestrutura asilar,mantendo-os,o maispossfvel,ligadosao seu contexto social.Combase na experiência bem-sucedida de acompanhamento exclusivamenteambulatorialdeadolescentescom psicopatologiagrave,o autorformulou a propostado Programa AmbulatorialparaAdolescentes sob Risco,buscando novassoluçöesparaimpediraprecoceestigmatizaçâoeincapacitaçâodo jovem com transtornosmentais.O'mgmv/recorre ao referencialpsicanalftico paraentendero desencadeamento dascrisesdosadolescentes,suasm anifestaçöessintom sticas,o contexto familiar,asrelaçöesestabelecidascom osprofissionaisda equipee a evoluçâo e osimpassesdo tratamento.Isso nào signitk aque aabordagem psicanalfticasejaalinicaformadeatençàorecebidapelosadolescentes.Outrosrecursos,comoapsicofannacoterapiae aterapiade famflia,sâo também empregados.Lidando com gravesproblemasdesatidemental,paraos quaisainda nëo se estabeleceu umconsensoacercadosmétodosdetratamento,justitica-se,dopontodevistaético ecientftico,o uso de todososrecursosdeatendimentoque semostrem titeisna prstica.REDE DE TRATAMENTO E PREVENCAO A0 ABUSO DEALCOOL E OUTRASDROGAS:A EXPERI/NCIA DE IM-PLANTAN O DO NAPS,F N0 MUNICfPIO DERIBEIRAOPRETO.Joâo M azzoncinide Azevedo M arques.Secretaria M u-nicipalde Satide de Ribeirâo Preto,Programa de SatîdeM ental.Esttldosrecentestêm constatadoocrescimento vertiginosodousoindevido e dadependência de drogasna populaçëo adolescente.Oconsumo de slcoolede drogasilfcitastendea se iniciarem idadecadav$z maisgrecoce,o que tem servido de alerta para osprotissionaisdaéreadeeducaçâoesatide.Comomédicoligadodiretamenteao sistema de satîdeptiblica,atuando na elaboraçëo eimplantaçàodeprojetosesgecfticosdeintervençso,visandoainstalaç5odeumarede integrada de atendimento eprevençso ao alcoolismoeà farmacodependência,pretendemosdiscorrersobrenossaexperiênciaàfrentedacoordenaçsodoR'ogramadeSatideMentalda Secretaria MunicipaldeSatide,da PrefeituraMunicipalde RibeiràoPreto.Iremosnosdeternaapresentaçso do Nk leo de âlençt'ioPsicossocialaâlctmlfl'ftz.seFarmacodependentes(NAPS-D,um dosequipamentosinclufdosnoçsprojetpdeFormaçsoeCapacitaçëo daRedede Atendimento ePrevençëo de AlcoolismoeFarmacodependênciadeRibeirào Preto'.0 NAPS-F éum projetovoltado especiticamente para o atendimento de usuériose dependentesdeJlcooledeoutrasdrogas,residentesnacidadeemRibeirëo Preto.Funciona,assim,como um serviço de referêncialocal,queconta em suaequipe com trêspsicölogos,doispsiquiatras,umaenfenneira,umaterapeuta ocupacionale uma assistentesocial.Esses profissionais trabalham com o uma equipemultiprofissional,buscando alcançarem suasatividadesa priticainterdisciplinar.O trabalho do NAPS-F também tem se desenvolvidocomo uma alternativa de atendimento quebusca adotarumaftmdamentaçâoteörica e técnica maiscondizentecom a realidadesociallocale asnecessidadesatuaisno atendimento ao toxicômano.Oserviço oferece um plantâo permanente,de segundaa sextafeira,dasnovedamanhë àscinco da tarde.Além do atendimentoem diferentesmodalidadesterapêuticas,subordinadasaum projetogeralcujaconcepçâobssicadetrabalhosepropöeaserinterdisciplinar,hsumapreocupaçâo com a realizaçâo de um amplotrabalhopreventivojuntoàcomunidadd.Todososprotisionaisenvolvidosnoprojetopassaramporum treinamentoinicial,supervisionadopelosprotissionaisdoPROAD,daIJNIFESR econtinuam recebendoumaatençâo sistem stica em tennosde supervisâoecursosdereciclagem.A concepçëo de atendimento preconizadanoservkoestéatreladaaumavisâomaisampladaproblemsticadadependência,de modo a nâo se perder de vista asnecessidadesespecfticasdecadausuM o.A estratégiade tratamentoimplica nâo apenasna ênfase em procedimentosmédicos-psiquistricos,masincidetambém nasrafzessociais,polfticase histöricasdoconsumo dedrogasem nosso meio.Procura-se manterodevido afastamento crftico em relaçâoksvisöesideolögicasde cunhomoralizante,demodo a evitause quea cura funcione apenascomo uma umpltWt/d,eW& queseriaoferecido ao toxicômano emtroca de outro,o que pode seruma Tzma'mascertamente nào éasoluçâo para o problema.Finalmente,seré apresentada uma avaliaç:ocrfticado programa,com base nosresultadospreliminaresobtidosnosseisprimeirosmesesde atendimento.- 000-SIMP 1.05O PSICULOGO N0 PROCESSO SAODE-DOENCA.Coordenadora:SôniaRegina Fiorim Enulno.ORIENTAIAO FAMILIAREM SITUAIAO NATURAL PARAPORTADORESDE SfNDROME DE DOWN.SôniaReginaFiorim Enumo,Universidade Federaldo Espfrito Santo.A prevençâo tem sido indicada como uma soluçâo eticaze viéveleconomicamenteparaproblemasde desenvolvimento infantil,para26 SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


SIMP -Simpésiospafsesem desenvolvimento,de acordo com a Organizaçâo MundialdeSatide.Umamedida preventivapossfvelno contexto localfoiaproposiçâodeum programadeintervençâopsicolögicajuntoà comunidade,via o Servifode Aconselhamento Genético(SAG)daUFES,visandoaavaliaç:ododesenvolvimentoinfantileaorientaçâo familiar.Concomitantemente,pretendia-se capacitaralunosdePsicologiaemprevençàosecundM adedeficiências,pormeiododiagnösticoprecoceedoatendimentoimediatodoscasosdeatraso no desenvolvimento.Selecionou-se,comoclientela,criançascom SfndromedeDown,na faixa etM a de 0-3anos,esuasfamflias,jsatendidaspeloSAG,totalizando20famflias,dasquaistrêsaceitaramparticipardoprograma.Esteprojetodepesquisa eintervençëo teveinfcio em ago/94,atendendo,assim,a3famfliaseseusfilhos,com idademédiade 2 anose 3meses.A intervençsoconstoude4programas'.1O)AvaliaçâodoDesenvolvimento Infantil.pormeio de entrevistascom ospaiseprofessores,observaçào naescola,e aplicaçâo dasEscalasBayleyedolnventM oPortage;r)OrientaçâodePaissobreatividadesdirigidasà promoçâo do desenvolvimento da criança em situaçëonatural,atravésdevisitassemanaisàsresidênciasdestes,em duplasdeestagisrias,etambém pormeio de reuniöesquinzenaiscom todosospais,paratroca deexperiência ediscussëo de temassobredesenvolvimento econtroledecomportamento',3O)IntegraçëoeSocializaçào Infantil;40)EstudosIntegradossobreComportamento e Satide,com reuniöo quinzenaisentre participantesdetodososprojetosdepesquisaeextensâodairea.orientadosportrêsdocentes',haviasupervis:o semanalde 2 h.Apösum ano de funcionamento dosprogramas,que enfatizaram atividadesdesocializaçâo emotorascomo contexto para o desenvolvimentocognitivo e dalinguagem,observou-se acréscimo médiogeralde49,5% nodesempenhodos3sujeitos,em particularnasireacognitiva(133% deaumento,em média)edalinguagem(aumentode97%).Além doaspectometodolögicodosdadosobtidos,discute-se o processo de adesâo dasfamfliasesuaimportância,bemcomo aproposta de integraç:o dasatividadesdeensino-pesquisa-extensëo no contexto dauniversidade.Financiamento:UFES/PROEXO DOENTEMENTALEADESXO AOTRATAMENTO.SJCAC!Rodrigues Kerbauy,Universidade de Sâo Paulo.Passamoslongosperfodosdetempo em diversosambientes.Asprlticasutilizadasporessesambientesparafortalecerou enfraquecero comportamento de seusmembrossedistribuem entresutise grosseirase a anslise dessa interaçào é complexa.Muitasvezes.o comportamento emitido é um protesto contra um aformade agir daspessoasde um determinado ambiente.Nesse contexto,sâoassustadorasasprevisöesdeque a pröxima década terâgrande aumento de doençasmentais.Considerando que umapessoacomdistlirbiosdenominadospsiquiltlicosnecessita seguirum traumento medicamentoso,que exigeacompanhamento erevisâocontinuadospelo médico,e que também precisadetratamentopsicolögico para trataro disttirbio,enfatizando a relaçàoda pessoacom o ambiente e com sua histöriade vida e padrëo decomportamento,osproblemasse multiplicam eestam osapenasiniciando essasanélises.Determinarasnecessidadespsicolögicas,osbeneffcios,aeficsciaeo custo dasintelwençöesprotissionaissâoalgunspontosparareflexâo.Osfatosobservadosem suacomplexidade impöem anslisesda reduçâo dossintomaspsicolögicosetreinamento derespost% de enfrentamento em situaçöesdiversas,para melhorara qualidadedevida.A anâlise do comportamentoemocionale de sua relaçâo com a habilidade do paci-ente em lidarcom situaçöesproblemaspodeserum passo aparentementepequenomasnecessârio naconstruçâo de novosrepertörios.Nessesentido,os çexperimentosindividuais''podemserum caminho promissor.Asimplicaçöesdessaanslise serefletemnasconseqiênciasreaispara osgruposqueconvivem oupodem oferecersuporteaosdoentes,notadamente o familiar.Convém pesquisaro que acontece durante ascrisesobservadas,quaissèo asconseqtiênciasno tratamento do doente eno treinamentodo psicölogo.Temascomo ainteraçào paciente-equipeprotissionalmultidisciplinarou paciente-familiaress:o bssicosPara circunscreverum tema atualdtintemar-tratar'.Osparâmetrospara anllise estào em aberto,bem como a metodologia de pesquisa.(CNPq)OSFATORESDERISCO CARDIOVASCPLARES:A LITE-RATURA E O RELATO EM AMBULATORIO.Tânia M/mnSaesBraga(UniversidadeEstadualPaulista-Man7ia)eRachelRodriguesKerbauy(UniversidadedeSàoPaulo).Osdadosde pesquisa a respeito dasdoençascardiovascularespodem terafetadoasinfonuaçöesdisponfveissobreosfatoresderisco em relaç:o aessasdoenças.O problema é verificarse ocomportamento daspessoas,que se alterou a ponto demudarseushébitos,tom ando-osmaissaudfveis,aslevaa identificarossintomaspara procuraratendimento.A literatura se mantémenfatizando comofatoresde risco:o hébito alimentar,avida sedentMa,o fumo,padrâo de comportamento 'ripo A editiculdadesemlidarcom assituaçöesdavida disria.Visando identiticarsituaçöesque favorecem a elevaçâo dapressâo arterial,e como aspessoasdescrevem seussintomas,realizou-se um estudo com 21médicose50 hipertensosdo Ambulatörio de Especialidades(Man'lia).Osmédicosresponderam aum questiono o,eosdoentesforamentrevistadospela pesquisadora.Foram investigadosdadospessoais,fatoresde risco histöricos,asinfonnaçöesconhecidassobrea doença e oscomportamentosnecessM osparacontrol-la.Ossujeitosrelataram queasditiculdadesencontradasparaadesâo ao tratamento foram:alimentaçâo,exercfcio ffsicoecontroleemocional.Dossujeitos,41atlibuframoaumentoda pressëo arterialaum evento particularocorlido em sua vida,edestes,34 tiveram atendimento deurgência ambulatorial.Explicavamsuadoençapor


SIMP -SimplsiosINTERVENIAO NA DEFICIVNCIA VISUAL:VARIXVEISORGANICASE AMBIENTAIS.CeciliaGuarnieriBatista,UniversidadeEstadualdeCampinas.A deticiênciavisualédefinidapelapresençadeum oumaisdefeitosorgbicossituadosno globo oculare/ounocérebro.Osconhecimcntosda sreada satide sào importantesnaprevençâo,diagnösticoetratamentodessesdefeitos.Entretanto,asvarisveisambientaissurgem desdeo infciodaconstataçsododefeitoeincluem,entreoutros,osseguintesaspectos:a)noscasosemqtlehsresfduovisual(grandemaioria),afuncionalidadevisualn5oédiretamentecorrelacionadaaodefeitodiagnosticadopelomédico,masdepende,cmgrandeparte,deviriascondiçöesdesolicitaçâoambiental-,b)asinteraçöesfamiliaressroalteradas,podendoafetaro estabelecimento dasrelaçöesdeapego,que se constituemna basedo desenvolvimento söcio-afetivo de qualquercriança,DVou nso;c)asopo% nidadesdeaprendizagem informal,reduzidasem face dadeticiência visual,serâo providasou nâo,dependendo da concepçâo da famfliae da comunidadesobre opotencialdedesenvolvimento dacriançaDV;d)oprocessodeescolarizaçâo formalserâ maisou menospriorizado pordiferentespolfticaseducacionais,comreflexosdiretosnaformaçâo doindivfduoDV;e)acomunidadeeomundodotrabalhoestaràomaisou menospreparadospal'a recebero indivfduo DV.OsconhecimentosatualmentedisponfveisnaschamadasJreasçdhumanaf',incluindopsicologia,educaçâo,ciênciassociaise outras,indicam que intervençöesambientaisadequadaspodem produzirefeitosmuito significativosem cada um dessesaspectos.Dé-se,entâo,ênfase àsvarisveispsicossociais/educacionaise se criticao :lmodelo médico'.A utilizaçâo desse termo sugereque a deticiênciavisualestâ sendo circunscrita aseu aspecto çsocular'e queasvarisveis psicossociais/educacionaisestâo sendo negligenciadas.éimportante,defato,ressaltaraimportânciadessastiltimasvarilveis,e destacaro erro que secomete habitualmente ao atribuiratrasosediticuldadesàsvariéveisorgl icas,sem exploraradequadamente aspossibilidadesde intervençâo ambiental.Entretanto,issonâo signitka quese devanegligenciaraçöesnaéreadesatîde,com oobjetivo deprevençâodaoconfnciaoudeagravosnacondiçëo ocular,em açöesvoltadaspara o indivfduo epara apopulaçâo.A psicologia podecontribuir,tanto no que serefere àsaçöesde satidecomo ksaçöespsicossociais/educacionais.Essacontribuk:oincluiageraçâoeaplicaçâo deconhecimentossobrediferentestöpicos,entre osquais:desenvolvimentohumano e suasalteraçöesna presença dedeficiências,condiçöesparaades:oaprogramasdesatlde(gruposdeolientaçàoeprevençâo,tratamentos,etc),planejamentoeavaliaçàodemodelosde intervençâo,etc.Delimitadaa contlibuiç:o dapsicologia,épreciso traçaro papeldo psicölogo,definindo a abrangência deatuaçào frenteaosdemaisprofissionais.-000-SIM P 1.06A EXPERIVNCIA RELIGIOSA COMO CAMPO DE PESQUI-SA PARA A PSICOLOGIA.Coordenador:Mauro MartinsAmatuzzi.M LACOESEO CIGNCIAEM LIGIXONAACV EMIA.GeraldoJtugdePaiva,UniversidadedeSàoPaulo.Abordar; pesquisaem que se tratou dacompatibilidade ou incompatibilidadeepistemolögica e psicolögica entre ciência ere-Iigiâo em acadêmicosavançados.O modilo teörico foia teoria28doconflito,deLewin,no nfvelconsciente,eado conflito edigianononfvelinconsciente.Foram sujeitos:26docentespesquisadoresdaUniversidade de Sào Paulo daséreasde Ffsica,Histöria eZoologia,com tftulomfnimo de Doutore em RDIDP.O instrumentoutilizado foia entrevista em profundidade.A anslise dodiscursoapontou anàoexistência,nossujeitos,deconflitoepistemolögicoou psicollgico no nfvelconsciente;sugeriu aexistênciadeconflito inconscienteentreautonomiaedependência frenteàtigurapaterna de Deus,acomodado na construçso deumatiguradivina com traçosfortemente maternose/ou de um Deusimgessoalcésmico.O conflitoinconsciente,porém,n5oserevelotlprépriodo acadêmico enquanto acadêmico,senio comum aohomem culto moderno.EXPERIENCIARELIGIOSA:CONSTITUIG O DEUM CAM-P0 DE PESQUISA.MarçliaAncona-luopez,PontiffciaUniversidadeCatölica de Sào Paulo.Explanars como foise constituindo a experiênciareligiosa comocampo de pesquisa,apartirde um trabalho desconstrutivo desenvolvidojuntoaalunosdapés-graduaçàoemPsicologia,naUniversidadeCatölicade Sâo Paulo.O tema da experiência religiosafoiabordado,ao longo do tempo,porvJriosteöricos,entre osquaisW illiam James,Gordon A lport,Abraham M aslow e ViktorFrankl,acoplado a uma visâo de homem queincluiuma vertenteespiritual,sejaelaconsideradacaracterfsticanaturaldoserhnmanoou produçâo cultural.0 predomfnio e a valorizaçâo dosmétodosoriundos das ciênciasnaturaisna produçâo acadêmica ecientftica,considerandoa religiâo eseusprodutosformasde conhecimentopré-racional,alijouotemado campodacilncia.Umtrabalho desconstrutivo desenvolvido com alunosdepös-graduaç:o,visandoexplicitarseuspressupostostiltimos,levou à identitkaçâoda experiência religiosa como fenômeno singulare especffico,reconhecidotanto na prsticaclfnica quanto na vida pessoaleprofissional.A dificuldade delidarcom esse fenômeno noâmbito acadêmico,nomeando-o,discutindo-o,examinando-o.temporefeito a adesâo apriticasSsalternativas'silenciadasnosambientesemque prodominaapsicologia oficial.0 trabalho mencionadopermitiu apontarparaa necessidade de abrir,com urgência,espawspara discussëo do tema,assim como delinearcondiçöesparaseuestudo.EXPERIGNCIA RELIGIOSA:DIZERTU AO MISG RIO PRE-SENTE NA REALIDADE.MiguelMahfoud,UniversidadeFederaldeM inasGerais.Partindo dafenomenologiada experiência fonnulada porGiorgioGiannini,buscar-se-J evidenciaro dinamismo pröprio da elaboraçâoda experiênciada realidade concreta,chegando até a experiênciareligiosapropriamente dita.Serâo tomadasem exame aexperiênciada realidade concretaassim como vivida e representadapor50sujeitosde4comunidadesruraistradicionais,quevivem relativamente isoladas no interiorda Estaçâo EcolögicaJuréia-ltatins(nolitoralsu1deSëoR 1(9.Suasexperiênciassëoapreendidasem relatosoraiscolhidossegundo a metodologia dehistöriade vida edepoimentoscom plementada porobservaçöesetnogrsticas.Foram identitkadas ascontradiçöesinerentesaoprocesso de elaboraç:o assim como aintnrnseca exigência de remoçâodessascontradköes,epudemosapreenderoconseqtientedinamismo de elaboraçâo daexperiência que remete continuamentecada fase da elaboraçâo a sucessivosnfveismaisamplosdeexperiênda.Seréapresentadoopercursodaelaboraçâodaexperiência desdeseu nfvelsensitivo,desenvolvendo-se comoSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -Simpôsiosexperiênciaintelectiva,ôntica,ontolögicaemetaffsica.Especialatençso serJdada àelaboraçâo da experiência em suapassagem àexperiência propriamentereligiosa dcfinida como diligir-seaumSerSubsistente concebido como Aquelesem o quala realidademesma permaneceria sem explicaçào,ainda que apreendido comotranscendente,comomistério.Esse dinamismo naelaboraçâodaexperiênciachegaàexperiênciareligiosadiantedanatureza(0mar,a mata,aséguas,asmontanhas,ossambaquisvistoscomoresqufciosdo diltiviouniversal),ediantedoseventosdapröpriatradiçào(FoliadeReis,FoliadeBandeira,hsbitosdequaresmaTc).A experiênciareligiosasemostracomoumacelamaneiradecomplementara elaboraçâo da experiênciadarealidade,maneiraesta que toma em consideraçso o mistério,buscando umrelacionamento pessoale comunitM o como ele.QUESO ESEPISTEMOLUGICASSURGIDASDURANTEUMA PESQUISA DESCRITIVA DA EXPERI/NCIA RELIGI-OSA.Mauro Martins ématuzzi,PontifciaUniversidade CatölicadeCampinas.A partirdo relato de uma pesquisaem andamento procurarsevidenciarasquestöesepistemolögicasdoestudo cientfico da experiênciareligiosa.Apesquisa mencionadavisa umadescriçâofenomenolögicadessaexperiênciaa partirdedepoimentospessoais.Serâoapresentadastendênciasna conceituaçào deexpeliênciareligiosa,formasconcretasde abordagem em investigaçöesa partirde depoimentos,elementosdescritivosa partirde umreferencialteörico buberiano.Nesteselementosse daré ênfasea3 aspectos:experiência como forma de contato',diferença daexperiênciareligiosacomrelaçâoàmagia,àgnoseeà.subjetivizaçâodafé;e a possibilidadede um desenvolvimento ou maturaçào dapröpria experiênciareligiosa.A partirdafserâfeita uma comparaçàoda descriç:o obtida,com outrasdescriçöesresultantesdeanélisesdedepoimentoscolhidosjuntoapesoasdecomunidadesreligiosas.Aprincipalquestào epistemolögica é a da participaçâodavisâodemundo(culturalmenteparticipada)napröpriaconstituiçâo dessetipodeexperiência,e a articulaçâo dessa participaçâocom o carsteretexperiencial'de realidadedaexpeliênciareligiosa.- 000-SIM P 2.01PERCURSOS PIAGETIANOS:POSSIBILIDADES E LIM ITESDA TEORIA PIAGETIANA.Coordenadora:LuciBanks-u ite.A INTELIG/NCIA PIAGETIANA.Leandrodefẓjtpngufâre,Universidade de Sâo Paulo.Constata-seaindahojequenâopoucoscomentadoresdaobradePiagetafirmam quea inteligência é oliginmiamente de naturezaindividuale que,portanto,suasocializaçâo seriaapenasum efeitodo processo de evoluçâo cognitiva.Essa interpretaçâo,nâo poracaso,costuma também substantivara inteligência,recorer aexplicaçöesreducionistase reduziro processo de constnlçâoepistêmicaa serapenasa atualizaçâode possfveiscognitivospréformados.Entretanto,nostiltimosquinzeanos,numerosaspesquisasvêmassinalando a existênciade laçosdeinterdependênciae causalidadeentre asdinâmicassociaiseo desenvolvimentocognitivo a ponto de re-alimentaro debate sobre o estatuto dosocialna teolia daequilibfaçâo.Neste estudo retomamos,precisamente,essedebateh.luz de obraspiagetianastomadascléssicascomoBiologiaeConhecimento,âtfuplclitw vitaleetpsychologiedel'intelligence,Psychologiede l'inteligence.ePsychogenèseetHistoriedesSciences,no intuitodeassinalarqueéinerenteàteorizaçâo piagetianasobrea inteligência sustentaranaturezaconstitutiva da intcraçso social.Nesse sentido,progomosqueseconsidere aposiçâo epistemolögica piagetiana nâo como umkantismo evolutivo -como detiniu o prpprio Hagetem certasocasiöes-mascomo um kantismo construtivo,resistente aqualquertipodeinterpretaçâo pré-formista,substantivista ebiologizante.A TEORIA PIAGETIANA E OS MODELOS MENTAIS.DominiqueColinvaux.UniversidadeFederalFluminense(com acolaboraçöo de Creso Franco,Sonia Krapas-Teixeira e Gl6riaQueiroz)No contexto do debate atualsobre a natureza geralou especficadosmecanismospsicolögicosenvolvidosnaconstruçso de conhecimentos,estetrabalho investiga a possibilidade de articulara teoria piagetiana com a perspectiva dosmodelosmentais,propostaporP.N.Johnson -Laird e ilustrada porN.Nersessian.Para tanto,iniciamosporuma revisâo crftica dosestudosdePiagetacerca damemöriae daimagem mental,que evidenciam sua interpretaçàodeuma relaç:o de subordinaçëo destasàsestnlturasoperatörias.Em seguida,caracterizamosaperspectiva de Johnson-Laird sobre modelosmentais,mostrando asimplicaçöespositivasdecorrentesdoresgate dadimensâo imagfsticapara um modelocognitivo.No entanto,velitkamostambém aslimitaçöesdesta perspectiva no que concerne uma explicaçâodo processoem simesmodecontrtlçàodosmodelosmentais.é quandofocalizamososestudoshistörico-cognitivosdeNersessianque encontram-sepistasparauma soluçâo do impasse gerado porperspectivasteöricasqueapresentam,cadaumadelas,potencialidadese limitaçöes.Paraconcluir,argumentamosem favordanecessidadedeïjm modelo demodelosmentaisquepreserveadimenslopsicogenética piagetiana levando também em conta elementosrelacionadosaoemprego dosmecanismoscognitivosespecficosquesebaseiam em imagensemodelosmentais(CNPq).PARA UM ESTUDO PSICOLUGICO DA HONRA.FvdldefaTaille.Universidadede Sâo Paulo0 livroLejugementmoralchezl'enfant(1932)emboraisoladonoconjuntodetrabalhosdePiaget,tem norteado intimerosestudossobreotemadamoralidadenesteséculo.O objetivodestetrabalhoéjogaralgumasluzespreliminaressobreum temamoralquetem sido totalmente desprezado pelaPsicologia,a saber,ahonra.Apösnosperguntamosasrazöesdetaldesprezo -que seencontram basicamente nascrfticasque,desdeo século XVII,foram feitasa esta tendência suspeita do homem de valorizaraimagem que tem paraosoutros-procuramosmostrarque a honracorresponde necessariamente a uma necessidade psicolögica.Argumentamosem favordestatese analisando o sentimento devergonha,indissociâveldo sentimento da pröpria honra.Revisandoa parcaliteratura psicolögica dedicada à vergonha,veriticamossetratarde sentimento centraltanto para a progressivaindividuaçâodosujeitoquantoparaseuconvfviosocial.Acabamosotexto fazendo uma referência aum pensamento de Piagetpresente nasconclusöesdo clissico livro acima mencionado noqualo autorafinna queo Elmedo de decairperante osolhosdapessoa respeitada''é um medo moralpröprio daautonomia.Acreditamosacharnestepensamentoum elo entre osestudosde Piagetsobre o desenvolvimento moralhumano e o temahonra.SBP -XXVIIReuniâoAnualdePsicologia 29


SIMP -SimpôsiosAsQIJESTôESLlsctlfsTlcAsNA OBRA DE PIAGET:APONTAMENTOSPARA IJMA REFLEXAO cRferlcA .Luci'tmkî-Leite.UniversidadeEstadualdeCampinas.Essetrabalhotratadeum tema-alinguagem -que,emboranâosejaestudadodeformacentralporPiaget,perpasagrandepartede seusestudos.Em um primeiro momento,assinalamosalgunspontosrelativosàabordagem piagetianadalinguagem comnarelaçào entrelinguagem e Mgica,o papelda linp agem nasdiferentesetapsde elaboraçâo do método clfnico,o aparecimento/aquisiçso dalinguagem como indfcio da cmergência dafunçàosimbllicaousemiética,funçsoestaqueencontrasuasrafzesnoperfodosensörio-motor;em scguida,0trabalhosalientaotratamentohmcionalconcedidop0rPiagetàlinguagem,abordagemessa que surge também em outrascorrentesde pesquisas,comoporexemplo,em algumasfonnulaçöesde Vygotsky e em traba-Ihosrecentessobre essetema em Psicologia.A nosso vet estudaralinguagem atribuindo umaênfaseksfunçöesde representaçào ecomunicaçëo revelauma certa concepç:oinstrumentalque mereceserreconsideradae repensada à luz de trabalhosempreendidosem outroscamposde investigaçëo,sobretudo aquelesque seinteressampelo estudo daslfnguasnaturais.- 000-SIM?2.02POLITICASDEATENIAO XCRIANCA EAO ADOLESCEN-TE:CONTRIBUIX ESDA PSICOLOGIA.Coordenador:Alysson M assote Carvalho.POLM CASDE ATENDIMENTO X CRIANCA E A0 ADO-LESCENTE NO RlO GRANDE DO SUL:CONTRIBUIAODA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO.Slvia HelenaKoler,UniversidadeFederaldo Rio Grandedo Sul.A Psicologia tem buscado integraro conhecimento acadêmico àcomunidade,preocupando-se com a relevância socialeaplicabilidade de seusestudos.Embasadosno Modelo EcolpgicodeBronfenbrennere enfatizando aspectosdesalide e resiliência,psicölogosdoCEP-RUA/UFRGSdesenvolvem suasatividadessobrepessoasem desenvolvimento em condiçöesadversasouatfpicas.Trêsobjetivosabrangem estasatividades'.(a)pesquisa,(b)extensâo,e,(c)ensino.AspesquisasdoCEP-RUA s:orealizadas,principalmente,sobrecriançase adolescentesem situaçâode rua,institucionalizados,privadosde liberdade,em situaçâo derisco socialepessoal,bem como sobresuasfamflias.Estaspesquisasbuscamidentificare avaliarfatoresderisco e deproteçâo,vulnerabilidade eresiliência dosparticipantes.A extensâo refere-seà devoluçâo dosresultadosdaspesquisasaosparticipantes.S:()elaboradosprojetûsparamelhoraraqualidadedotrabalhodostécnicosdasentidadesenvolvidas(escolas,abrigos,albergues,instituiföesdeatendimento,FEBEM,projetosdeoticinaescola,entreoutras),edavidadascriançasefamflias.HJtrocaconstanteentre profissionaisdo CEP-RUA e dasentidades,integrandoe sistematizando conhecimentosteöricose prsticos.Paracadaum dosprojetosexecutadoséfeitaumaavaliaçâodemonitoramento e de impacto.Integrado a estasatividades,o CEP-RUA desenvolve a atividade de ensino para alunosde graduaçàoedepös-graduaçào.Asatividadesde ensino abrangem supervisëode tesesde Doutorado edissertaç:o deMestrado,seminM osteöricos,disciplinascurriculares,capacitaç:o para abordagem decriaxasem situaçâo de rua,capacitaçâo metodolögicae estégioscurriculares.Osalunosparticipam ativamente dasatividadesdeextensào.X experiênciadeintegraçsodasatividadesacadêmicasdepesquisa,extensso e ensino tem sido bem sucedidae é passfve1deseraplicadaemoutrasuniversidades,âreaseregiöes.Estaexgeriênciamostraqueauniversidadens0podemanter-sedistanciadadocontextosocial,polftico,econômicoeideolögiconoqualestsinserida,devendoprogiciarrespostasqualitativas,paraalém do imediato e do banal,para uma sociedade queevoluirapidamentetantoem tecnologia quanto em problemasdediffcilresoluçâo.Assumindoesta postura decompromisso com a verdadesejaelaçdesatiadora'oudkonstrangedora'oCEP-RUA, 9 trazuma tentativa deformar,antesde tudo,educadoressociais,c0m ocompromisso socialde integraroscidadsoscm suacomunidade,como membrosque compartilham responsabilidades.AGRESSAO,ALIANCA E RECONCILIAIAO NO CONTEX-TO PRKESCOLAR.CelinaMaria ColinoMagalhâesUniversidadeFederaldo Pars.Tem sido relatado porvlriospesquisadores,que a natureza dasinteraçöesiniciaiss:o cruciaispara o desenvolvimento emocional,cognitivoeintelectualdascriaxas(Camaioni,1980;Bowlby,1985.,Rossetti-Ferrira,1986).Instituiçöescomocrecheseescolinhas,onde criançaspassam grande partede seu tempo principalmenteinteragindo com pessoasnëo familiares,têm despertadointeresse pelo papelque exercem na formaçào dessesindivfduos.Otema que m eproponho a abordarneste simpösio,relaciona-sea umaforma deinteraçào que muitosclassificam comoanti-socialquesâo asinteraçöesagressivas,entendidasaquicomo:eventosem que uma criança comporta-se ffsica,verbalougestualmente de formaa ferirosinteressesdaoutra criança ou aconflitarclaramentecom eles.Objetiva-sediscutir,dentrodocontextoagressivo,m aisprecisamente duasmodalidadesde comportamentoque emergem:aliançase reconciliaçöes.Serâo relatadosresultadosdepesquisaobservacional,realizadaem creche,com criançasdequatro a cinco anos.ADOLESCVNCIA,ASPIRAIX ESPROFISSIONAISE COTI-DIANO SOCIAL.Antonio CarlosSilva Costa,UniversidadeFederalde Alagoas.Lidarcom temasdo cotidiano éuma formadecompromisso socialdeminoraro sofrimento humano.Descobrirconexöesentreomacro e o interindividualpodeserum bom ccmeço na buscademaisfelicidade para a humanidade.Em escolasde segundo graudeSëo Paulo,460 adolescentesresponderam aum inventM o com90 itensenvolvendo atributospessoaise aspiraçöesde carreiraprofissional.Asdiferençasde rendaapareceram como maisfortesdoque asde sexo.Examinando ainfluênciadasvalisveissexoe renda na estrutura representacionalde cada grupo em relaçâoao sucesso protissional,descobrimosquehs maissemelhançasentreasmulheresehomensdoqueentrericosepobres.Osjovensdealta rendademostraram aspirarmuito maisem relaçâo aofuturoprofisional,apresentandoum conjuntovintevezesmaiorde aspiraçöesdo queosde baixa,indicando-nosqueaEducaçàodeixa deseruma chance de ascensëo social,parasetom arumareprodutoradaordem social.Nanossapesquisa,osjovensdebaixa renda nâo compartilham,na maioria dasvezes,dosideaisdosde altarenda.Constatamosa aceitaçâo da condiç:o depobreza,umavezqueestesjovensnemaspiram maisàsconquistasdoseconomicamentesuperiores,ouseja.àascensëo social.A crueldadeda seleçëo ao ensino superiorno Brasilé um ato vergonhosode covardia.Aoscursosmaisprocuradosdasuniversidadespliblicas,que prometem umamelhorsobrevivência no mercado,30 SBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -Simpésiossltêm acesoosjovensdealtarendaquevieram deescolasparticulares.Nanossapesquisa,osjovenspobresdemonstraramreconhecerasbarreirasaoacesso àsuniversidades,quando atirmaramquererfazerqualquerserviço.Também demonstraram consciênciadapouca validade da educaçào fonnalpara a melhoriadassuascondiçöesde vida.Suasexpectativasdeeducaçâo comogarantia de um futuro melhorsëo frustradaspela ineticiência daescolacomo garantiade ascensâo social.Segundo dadosdo IBGE,asmulheresbrasileirasestudam maisdo que oshomens.Nestapesquisa,asmulheresconfirmaram este prognöstico quando escolherammaisçtgostarde ler'do que oshomens.A representaç5osocialdo futuroprotissionaldasmulheresé distanteda doshomensaté na sua complexidade em relaçào aosatributos.Asmulherescontinuam aesperar,preocupando-se maiscom a subjetividadeearecompensadasemoçöespositivas,enquantooshomensquerem liderare criarosnovospadröes.CARCITACAO DEEDUCADORESDECRECHES:A EX-PERIENCIA DO PROGRAMA MINASPOR MINAS -UNI-VERSIDADE PRESENTE.AlyssonMassoteCarvalho,UniversidadeFederaldeMinasGerais.O nfvelbaixo de qualiticaçào dosprotissionaisde crechese afalta de treinamento constituem-se num dosgravesproblemasparaa melhoriana qualidade do atendimento à populaçëo de0 a6anosatendidaporesta instituköes.No interiordoestadodeMinasGeraisesta situaçso se agrava devido à distânciadosgrandescentros,ondeasoportunidadesdetreinamentosâo maiores,e à.manutençëode hsbitosarraigadosdeconduta,via de regra,nâo adequadosaodesenvolvimento da criança.Veritica-se também quenào existem polfticaspliblicasclaramente detinidasvoltadasparaa capacitaçâo deste tipo de trabalhador.Neste contexto pretendeseabordaraexperiência do programa ftMinasporMinas-Universidadepresente',que desenvolveu umaaçâo integrada de treinamentode protissionaisde crecheem todo o estado de Minasatravésdeuma parceriaenvolvendo asinstituiçöesde ensino superior,govemodoestadoeiniciativaplivada.Objetiva-sediscutirosmodelosdetreinamento empregadose seu impacto sobre aqualidade do atendimento,considerando osreferenciaisda PsicologiaSociale Comunitiria,da Psicologia do Trabalho edaPsicologia do Desenvolvimento.Na medida em quefoiumaexperiênciadecaréterinterdisciplinarpretende-se também refletirsobreo campo deatuaçëo profissionaldo psicölogo e suainteraçâocom osoutrosprofissionaisneste tipo de program a.Além distoobjetiva-seabordararedederelaçöesinter-institucionais(Postosde Satide,Hospitais,Escolas,AssociaçöesComunitârias,Prefeituras,Igrejas)ondeascrechesepré-escolasest:oinselidas.- 000-SIMP 2.03ANALISEDO P MPORTAMENTO:ALGUNSDESENVOL-VIMENTOSTEORICO-METODOLUGICOSE SUASAPLI-CACOES.Coordenador.JorgeMendesdeOliveira-castroRELAIXESCONDICIONAISNA AQUISIAO DA LEITUlkA.MariaAméliaMatos(UniversidadedeSëoPaulo)eMariaMtzrlv Hlibner(UniversidadeM ackenzie).O presentetrabalho descreve uma série deestudosque pretendemidentificarascondiçöessob asquaiso comportamento textualficasob o controle de unidadesverbais.Usando o ParadigmadeSidman de equivalência de estfmulos,crimwasem idade pré-escolarforam ensinadasalerum conjuntodepalavras,c0m procedimentosespeciais,introduzidosquerduranteotreinode relaçöespré-requisito(oral-escrito,oral-desenho)querapösaemergênciadeequivalência(escrito-desenho,desenhtgçscrito),tentando-seobtercontrole silsbico sobretextuais.A eficscia destesprocedimentosfoitestadafragmentando-se aspalgvrasescritasoriginaisem sflabas,recombinando-asem novaspalavras,c usando-asemum testedeleiturageneralizadacom compreensso(leiturarecombinativa).Osprocedimentosenvolviamtreinoemoralizaçâodoconjuntooriginaldepalavrasescritasde'maneirafluente,com ousem cöpia(técnicadeconstruçsoporanagrama),ou de maneira escondida.Osdadosmostram que treinosdeoralizaçâoisolada(fluenteousilabificada)assim comocöpiaisolada,introduzidosapösaemergência dasrelaçöesde equivalência,produzemefeitosdesprezfveis,ou pordemaisvarisveis,sobreodesempenhoem testesde leitura generalizada.O uso dessesprocedimentosem seqtiência n5o alterou esse quadro.Contudo,oralizaçâo fluentedurante otreino dasrelaçöespré-requisito eoralizaçâofluentetreinadajuntamentecom construçâo poranagramaapösaemergênciade equivalência produziram desempenhosestsveisequaseperfeitos,nostestesde leitura recombinativa.Osresultadosdesmititicam procedimentoscorrentesem nossasescolas,e falam a favordeestratégiasmtiltiplase precoces.Atualmenteinvestiga-se o efeito de oralizaçso silabiticada com construçâoporanagrama.FORMAIAO DE CLASSE DE ESTfMULO E APLICACAOAO ENSINO.Jûlio CésarCoelho deRose(UniversidadeFederaldeSâoCarlos),DeisydasGraçasdeSouza(UniversidadeFederaldeSëoCarlos),EleniceSeixasHanna(UniversidadedeBrasflia),OlavodeFariaGalvâo(UniversidadeFederaldo ParJl,Ana Lk iaRossito(UniversidadeFederaldeSâoCarlos).Quandosereshumanosaprendem relaçöesentreestfmulos,novasrelaçöespodememergirsem serem diretamente ensinadas.Estasrelaçöesemergentesdefinem classesdeestfmulose,particularmente,classesdeestfmulosequivalentes.Repertörioscomplexospodemseranalisadosem tennosde redesde relaçöesentreestfmulos.O ensino dealgumasdestasrelaçöespode fazercom queasdemaisemerjam.Pode-se,portanto,planejaraaquisiçëode repertörioscomplexoscaracterizando-osem termosde umaredederelaçöes,identiticando asrelaçöesquecadaaprendizjédomina e,a partirdaf,identiticando aquelasqueprecisam serensinadasde modo a produzira emergência dasdemais,resultandona aquisiçâo do repertörio como um todo.Nossosestudostemutilizado estesprincfpiosparaaanélisedo repertörio deleitura eesclita e para seu ensino a alunosde escolaelementarcom histöriade fracasso escolar.Estesrepertöriossëo analisados em termosderelaçöesde equivalência entre estfmulostextuais,verbaisoraise pictöricos.O ensino derelaçöesde emparelhamento entrepalavrasditadase palavrasimpressasresulta,de modo geral,arelaçöesemergentesdeequivalência entre palavrasimpressas,palavrasditadase tiguras.O aumento nesterepertörio leva àocorrênciade leitura generalizada de palavras e,para muitosestudantes,tambémà escritageneralizada.Estageneralizaçëo podeserproduzida ou acelerada pelo ensino de correspondência entreunidadestextuaisesonoras.Estudosposterioresreplicaram estesresultadoscom criançaspré-escolares,criançascom retardo mentale adultosanalfabetos.Outrosestudosindicam que o repertölio dematemitica rudimentartambém pode seranalisado eensinado demodo similar.Assim ,a anâlisede redesderelaçöesde equivalênciapodefundamentaruma tecnologia deensino de repertöriosacadêmicosbésicos.(CNPq,FAPESP)SBP -XXVIIReuniâoAnualdePsicologia 31


SIMP -SimpôsiosTOXICOLOGIA COMPORTAMENTAL:CONTRIBUISESDOSESTUDOSCOM RADIACAO IONIZANTE.LincolndaSilva Gimenesefagrc'fcAbreuVasconcelos(UniversidadedeBrasflia).Aspesquisasdelaboratöriocom animaissëotentativasimgortantesparasuprimiralgumaslacun%deixadasgelasmetodologiasutilizadasnosestudosc0m sujeitoshumanossobreosfenômenoscomgortamentaisqueacompanham umaexposiçâoàradiaçâo.Essesestudoscomportamentaisc0m animaispodem serclassiticadosemdoisgnlpos:noplimeiro grupoestaliam Osestudosdecomportamentosnaturaisenosegundoosestudosdecomportamentosqueenvolvemalgum tipodeaprendizagem.Nestadiscusssoestaremostratandoprincipalmentedecomportamentosoperantesmantidospordiferentestiposde contingênciasdereforçamento ede varilveisradiogênicastaiscomo adosagem deradiafâo,repetiföesde exposifâo,e fracionamento de dose.Osefeitoscaracterfsticosobservadoscom esquemassimplesdereforçamento mostram uma reduç:o no desempenho daresposta.Essesefeitossâo,entretanto,dose-dependentese interagem comoutrasvarilveistaiscomo o tipo de linha de base,taxaderespostasnalinhadebase e tipode estfmulo reforçador.Além disso,emesquem% concorentesosefeitossào seletivos,de acordo com oscomponentesdo esquema,sendo maisaparentesnoscomponentescujadiminuiçëodocomportamentonàoafetaaobtençâodosreforçadoresprogramados.Dadosobtidosem procedimentosdeaquiskàorepetidaindicam também umainteraçâodaradiaçëocom o grau da tarefa em execuçëo:tarefascom diferentescomplexidadessofremdiferentesefeitosdeuma mesmadose de irradiaçâo.Asimplicaföesdosestudoscomanimaisem laboratöriopara a compreensào dasmanifestaçöescomportamentaisobservadasemindivfduosexpostosem eventosradioativossào discutidas.(CNPq)COMPLEXIDADEDISCRIMINATIVA:PROPOSTA TjöRI-CA.DADOS PRELIM INARES E ALGUM AS POSSIVEISAPLICAIOES.-ItV#eMendesdeOliveira-castro(UniversidadedeBrasflia).32Astentativasde descrevere classiticar o nfvelde complexidadede diferentestarefasnâo têm conseguido superaro problemadesepararcaracterfsticasdastarefasdashabilidadesrequeridasparadesempenhl-las.Uma anélise do uso de complexidadequandocomparadocom oconceito dtd6culdade,nalingtlagem cotidiana,sugerequeo conceito de complexidade pode serusado paradescrevercaracterfsticasdastarefas,independentemente do nfvelde ditkuldade que elaspossam apresentarquando desempenhadaspordiferentesindivfduos.Se uma tarefa forinterpretadacomoum conjunto decontingênciasprogramadasdereforço,i.e.,umatarefa especifica que,em determinadasocasiöes,determinadasrespostasproduzirâo(ounâo)determinadasconsequências(e.g.,coreto/incoreto),oseunfveldecomplexidadepoderiasercalculadocom basena quantificafâo dascontingênciasespecificadasporela.A expressâo complexidade discriminativa tem sido propostapara descrevera probabilidade programada de reforço pararespostasespecfic% na presença dedimensöesdiscriminativasespecficase a freqtiência média programada de reforço porresposta.Dadosobtidosemquatro experimentos,utilizando umatarefa de pares-associadoscom uma resposta auxiliar,nosquaiscada uma dasvaliiveisque compöem a complexidadediscriminativafoimanipulada separadamente,indicaram que aumentosnacomplexidadediscriminativaproduziram diminuköessistemâticasnodesempenho.Anilisesestatfsticasdosdadosproveni-entesëenoveexperimentos(455Sessöes,129Sujeitos)analisadosemconjuntocolwboraram asanllisesem termosdecomglexidadediscriminativa,indicando ainda efeitossistemsticosdaordem dassessöes,daidadeedosexod0ssujeitos.O conceitodecolnplexidadediscriminativapodevirasertitilnadescriçâodealgunsresultadosObtidosem exgerimentossobretransferênciadeaprendizagem,aprendizagem serialediscriminaçsosimultânea,enaexplicaçsodealpmasdificuldadesobservadasnaaprendizagemderelaçöesentregrafemasefonemasnalfnguaportuguesa,(CNPq)- 000-SIM P 2.04PSICOLOGIA E GZNERO:UM DESAFIO.Coordenadora:Glâucia R.S.Diniz.G/NERO NO TRABALHO CLfNICO.Dra.Rosa Maria S.Macedo.Pontif.Univ.CatölicadeSâoPaulo.Discutirs a importânciada inclusâo davarisvelgênero no trabalhoclfnico -atendimentosindividual,decasal,famflia e na supervisâo,enfatizandoacontlibukâodavariévelparaoentendimentodasrelaçöesinterpessoaise darelaçào terapêutica.Assim,usando asrelaçöesde gênero como ponto de partida,discutir-se-4.o papeldo homem e damulherno casamento,na vida familiareexplorar-se-é fatoresque afetam fundamentalmente o desenvolvimentoda famflia e sua inserçào no contexto social.Concluirse-scom uma anélise do papele dasfunçöesdo/da terapêutasobaötica de gênero.GGNERO E SUBJETIVIDADE HUMANA.Dra.AlbertinaMifansMartinez.UniversidadedeHavana,Cuba,Profesoravisitante na Univ.de Brasflia.GVNERO E AMBIENTE DE TRABALHO.Dra.Lisa Barham.Univ.FederaldeS:oCarlos.Começarâ argumentando a necessidadede abordaro estudo dasubjetividadehumanalevando-seem consideraçâoocritériodegênero,que têm estado ausente de muitasconcepçöesrelevantessobre o estudo da personalidade em psicologia.LevantarJentâouma discussâo sobre a chamada Etpersonalidade feminina'analizando-se suasimplicaçöesteöricase metodolpgicas.Concluir;trabalhando a relaçâo entre gênero,personalidade ecriatividade,fazendû referênciasa estudoscomparativosentrehomense mulheresreconhecidossocialmente como pessoas criativas.Trabalharsacontribukàodavarilvelgêneropara()desenvolvimentode trabalhosna éreada psicologiasocialeorganizacional.Tanto na Américado su1quanto na Europa e América do Norte,nostiltimos30 anoshouve um aumento signiticativo daparticipaçâodasmulheresem atividadesdetrabalho remunerado.Todavia,aindaexistem diferençasno desempenho de papéisfamiliareseprofissionaisbaseadosnasnormaseexpectativasem funç:ode gênero:asmulherescontinuam com um encargo farniliarm aiFpesado doqueoshomens,queprejudicaodesempenho protissionaldasmulheresemcomparwào aoshomens.Psicélogosprecisamanalisara influênciadequestöesgênero naspréticase polfticasdoambientede trabalho quepenalizam asmulherese contribuemparaa manutençâo de diferençasentre homense mulheresno seu desenvolvimento profissional.SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -SimpdsiosGZNERO NAPESQUISA PSICOLUGICA.IWJICIR.S.Diniz,Univ.de Brasflia.Gênero é umavariévelfrequentemente ignorada na pesquisa psicolögica.Nestetrabalho sers mostrada a relevb ciade se superaressatendência,poisacredita-sequeoestudodessavarisveltenhamuito a contribuirparaa compreens:o da estruturaçàod0spapéis,dosvalores,doscomportamentosedosrelacionamentosdehomensemulheresem todasasfasesdavida.Seràoapresentadosalgunsdosdesatiosteöricose metodolögicosparaa inclusào degênero como varisvelde pesquisa e serâo apontadassoluçöesqueviabilizem o aumento de trabalhosque lidem com essacategoria.- 000-SIYP2.05METODOSQUALITATIVO E QUANTITATIVO EM PSICO-LOGIA SOCIAL.Coordenadora:SueliTerezinha FerreiraMartins.MéTODOSQUALITATIVOSPARA ACESSAR ASREPRE-SENTAIX ESDE TRABALHADORESEXPOSTOSA MER-CVRIO.DéboraMiriam RaabGlina(CentrodeReferênciaemsagdedoTrabalhadordeSantoAmaro-PMSP,SàoPaulo).O objetivodestepaperémostrarodesenho metodolögicopeloqtlalse optou e discutirascontribuiçöesda anélisequalitativa deentrevistasparaaapreensëodasrepresentaçöessociais@.S)econstruçào de sentido sobre o trabalho exposto ao merctirio metélico.Foramfeitasentrevistasindividuaissemi-estruturadasentrem arço e dezembro de 1992,com trintatrabalhadoresdos230expostosao merclirio,pertencentesauma indlistriaprodutora delâmpadassituadaem Sâo Paulo.Além dasentrevistas,visandocompreendero contexto foram:feitasvisit% aossetoresondehaviaexposk:o;obtidosdadossobremonitoramentoambientalebiolögico;entrevistadosprofissionaisdeRecursosHumanos.Foirealizada umaanllise temética dastlintaentrevistas,enfocando:a naturezado trabalho;a convivência com o merctirio no cotidianode trabalho;apercepçâo de danosà saûdedecorrentesdaexposiçâo,ocoping eo sofrimento mental.De modo a captaroprocesso foram escolhidasduasentrevistaspara uma anslise emprofundidade.Buscou-sea compreensâo da funcionalidade dodiscurso,do que sustentava e dava consistênciaàargumentaçâo.Foram também analisadastrinta matériasdivulgadasem diversosjornaiserevistas,asquaiseram citadasnasentrevistas.Osdadosmostraram que ostrabalhadoresn;o tinham tido infonnaçöessobreo merctirio metélico anteriormentee este existia em grandequantidade no ambiente detrabalho,tendo ostrabalhadorescontatoffsico com ele.Asinformaçöessobre o merctirio foram obtidasdefontesvariadas.AsRS construfdasa partirdessasinformaçöesabrangeramosmaisdiversosaspectos:o conceito demerctirio;comoo merctirio entra no corpo)acapacidade do merctîriode causardanosà salide;como o merctirio é eliminado;possibilidadesdecuraesoluçöesdoproblemadaexposkâo.EssasRSapareceram sempre envoltasem incertezase o conhecimentopossufdo apresentou lacunas.Apareceram estratégiasdeenfrentamento individuais enfocadasnoproblema enaemoçlo.Essasfonnasdecopinl ocorreram simultânea ou seqtiencialmentemostrando estreita relaçâo com asRS sobreo merctîrio.Essasestratégiasnem sempre foram eficazesna diminuiçëo ouneutralizaçâo do sofrimento mental,que apareceu sob a forma detlisteza,medo,revoltae angtistia.A anâlisequalitativa de entrevistasmostrou-sevaliosa para se acessaraperspectivados traba-lhadores.Quandoasociadaàsestratégiasutilizadasparaacompreensàodo contexto permitiu um retrato tidedigno de uma situaçëodegrandecomplexidade.(CNPq)O USO DA ANXLISEDECOyRESPONDGNCIAPARA CAP-TARRELAIXESENTREPRATICASEREPRESENTK OESSOCIAISDE UM BAIRRO DEPERIFERIA.Celsozonta(UniversidadeEstadualPaulista-lmEsp,CampusdeBauru).O objetivodestapesquisafoiverificararelaçâoexistenteentrerepresentaçöeseprlticassociaisde um bairro de periferia,no queserefereàssuasrepresentaçöespolfticas.Optamosporanalisarocontetido dasrepresentaçöessociaisenquanto produto,utilizandotécnicasquantitativas,em especial,a anâlise de correspondênciaquepossibilitaabstrairoqualitativodoquantitativo.Foramentrevistados400 moradoresdo bairro,sendo 200 consideradosindivfduosparticipativose 200 nâo participativos.Osindivfduosparticipativos,foram caracterizadosde acordo com o contetidode suasprsticascomo participantessociais,participantesreligiososeparticipantespolfticos.Para compreendero fenômeno inseridoem um contexto,buscamoscompreendera histpria do bairro,suasatividadeseexperiências,suaslutas,suasorganizaçöes,através derelatosoraisde suaslideranças,dasatase do BoletimInformativo daAssociaçào de Moradores.Para a melhorcaracterizaç:odo perl'ildosmoradorescom seustiposdepréticassociais,fommelaboradasquestöesabertase fechadasquepudessemcaptarsuasopiniöes,atitudesevalores.No que se refere àsrepresentaçöessociais,utilizamosatécnica da evocaçào livre apartirde 9 palavras-estfmulo consideradastemas:Associaçâo de Moradores,Sindicato,PartidoPolftico,Governo,Povo,Justiça,Injustiça,Cidadâoe Participaç:o.Para cada tema,aspalavrasresultantesforamcm zadasentresi,produzindo uma matriz simétrica,que foitratada atravésda anélise decorrespondência,o que possibilitouanalisara correspondênciaentrecada palavra encontradano campo representacional.O distanciamento ou aaproximaç:oentre asmesmasanunciam o contelido simbölico representacional.Aaproximaçâoouodistanciamentodoeixocelitraldocampo representacionaldetine a çEforça'darepresentaçâo.Sobestascondiçöesefetuou-se a anslise qualitativadosdadosencontradosemcada campo representacional,comparando-se entre ostiposdeparticipaçâo(social,religiosaepolftica)com osnâoparticipantes.Conclufmosqueh; relaçâo entreprâticase representaföessociais,equeestasrelaçöessâo maisdiferenciadasemtermosde contetido dasrepresentaçöes,e em termosnumélicosde elementoscentrais,tanto quanto maisdiferenciadosforem oscontelidosdasprsticassociais.A saliência da palavra no contextoexplicitado,definida em termosdefamiliaridade cultural,bemcomodecontetîdosensfvelàsdeterminaçöesdavidadosujeito,foiumavariivelimpoftante para a estruturaçâo doselementoscentraise periféricos.O caréterconsensualdostemasgeradoresdasrepresentaçöessociais,consenso aquientendido nâo sö emtermosquantitativos,masqualitativos,também se apresentoucomo uma varisvelimportante na formaçâo dos camposestruturadosdasrepresentaçöessociais.(CNPq)ANv lsEpslcossoclu EM IxserlTulçôEs:QUESTôESMETODOLöGICAS.Jacyara carrijoA/c/lua NasciutitUniversidadeFederaldoRiodeJaneiro).A metodologiade pesquisana anflise psicossocialde uma instituiçâobusca apreendertoda a sua dinâmica,partindo do pressupostodequeainstituiçâo engloba,além de sua m aterialidadeorganizacional,espaçossociais,simbölicose imaginirios.Con-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


SIMP -SimpôsiosSidera-se,assim,quedeterminantesdeordem socialepsfquicasseentrecruzam naconstituiçâo deuma contigtlraçâo sinp larecomglexa -a instituiçso.Dessaforma,a metodologia dirigida àanslisedeum objetopsicossocialqualquerqueocoraanfvelinstitucionaldevelevarem contasuas3dimensöes:adoinstitufdo,adofuncionaleadorelacional.Umagradedeleituradaestnlturadainstituiçsocomportandodiferentesnfveisreferentesaessasdimensöespermitirsaagreensâodeelementoscomo:identidadesocial,histöria,estatutos,organizaçso,dependências,ligaçöestransversais,relaçöesgrupaiseinvestimentospessoais.Paratanto,diversastécnicaspodem serusadas.Anélisedocumental,observaçâoparticipante(etnometodolögica)eentrevistassemi-dirigidastêm sidousadasc0m sucessonessetigodefdleiturainstitucional'aquiproposta.Assim comoosdiferenteselementosdeanslise nâo se apresentam de formaisolada,mas secomplementam,se sobrepöem e se contradizem,aanllise de dadosobtidosatravésdessastécnicastambémdeve serfeita de formacruzada.Atravésdo conhecimento globalda interdependênciaentreas3 dimensöes,obtido atravésdemetodologia que desmontaumaestrutura para demonstré-la,revela-se a dinâmicainstitucionale seusefeitospodem sermaisclaramentepercebidosnoobjetoespecficodepesquisa.EVX VISTAEGRUPO FOCALENQUF TOABORDAGEMQUALITATIVA NA PESQUISA EM SAUDE POBLICA.SueliTerezinha Ferreira M/rlfr?.ç(UniversidadeEstadualPaulista-UNESP,CampusdeBauru).O atendimento em grupo tem sido prstica comum nostiltimosanosna érea da satide.Isto veritica-se tanto na satâdeem geralquantonasatidemental(gruposdediabéticos,hipertensos,obesos,màesdecriançascomproblemasdenutrkâo,psicöticos,neuröticos,alcoolistas,etc.).Nestetrabalhopartiremosdaconcepçâode grupo enquanto espaço para:problematizaçâo do cotidiano;desencadeamentode novasrelaçöese vfnculosafetivos',expressso(Ieopinisoesentimentos;identificaçsoediferenciaçâodosindivfduos.Nestesentido,oque0 grupodediscussâoougrupo focaltem departicularidadeé que trabalhacom asopiniöes,representaçöesevaloresdosentrevistados,difelindo da observaçàoqueestbmaiscentrada noscomportamentose nasrelaçöes.Serâoapresentadasreflexöessobre experiênciasoriundasdeprocessosgrugaise entrevistassemi-estruturadas,como abordagemqualitativa napesquisa em satide ptiblica e base para aconstruçsodenovasprsticasem PsicologiaSocial.Osmembrosdogrugossoselecionadosapm irdeumaproblemsticadesatide/doençacomum atodos.Osestudosrealizam-seem trêsetapas:a)entrevistainiciallevantando concepçöesque osindivfduostêm aresgeitodevsriosaspectospertinentesà.pesquisa(concepçsodesatideedoença;histéricodoadoecimento;concepçsodeparticipaçâo;concepçàodoSistemadeSatidenacionale/oulocal;etc.l;b)processogrupal:sâorealizadosencontrossemanaisouquinzenais(12encontrosemmédia)ondesso desenvolvida astemsticascoletadasna primeiraentrevista,partindo dosaspectosmaisfamiliaresepröximosdosmembrosdogrupo,seguindo-se deumaprofundamentoou introduçâo de novosaspectosno decorrerdotrabalho',c)entrevistafinal:um perfodoapösoprocessogrupal,realiza-senovamente a entrevista aplicadano infcio do trabalhopara veriticarse ocorreram mudançasnasconcepçöesanteriormentelevantadas.A partirdessesestudosconstata-se um movimentoque inicia-se em umaconcepç:o estritamente orgânica emedicamentosa do processo de adoecimento eque a integraçâode algunselementostrabalhadosno grupo vaisubsidiando aconstruçâodeumaconcepçëo biopsicossocialdo fenômenopesquisado.Nostrabalhosdesenvolvidos,aanllise qualitativadeentrevistase do processo grupalmostrou-se fundamentalparaa pesquisa demudançasna consciência dosindivfduoscom problemasdesalideenaformaçàodeagentesdesatide.CNPq(bolsasdeIC-PIBIC)- 000-SBP -XXV IReuniâoAnualde Psicologia


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CUR -CursosCUR 1.01ATENDIMENTO PSICOLöGICO X CRIANCA C0M CâNcEREM UNIDADE DE SAIDE.D erson u izcostaJlznor(UniversidadedeBrasflia)eSilviaMariaGonçalvesCoutinho(HospitaldeApoiodeBrasflia-FHDF).A Psiconcologia Pediétricapodesercaracterizadacomo o campoda Psicologia dasatideque estuda a influência de fatorespsicol4gicossobreasvariadasmanifestaçöesdo câncerinfantil.Osaspectospsicolögicosdo paciente infantilcom cânceragontampara uma série de valisveise manifestaçöesque se estendem desdeaprevençso até o tratamento e a reabilitaçâo.Entrc taismanifestaçöes,quepermitem intervençâopsicolögica,pode-se fazerreferênciaàdepresào(eàsrespostasassociadasàdepresso),aoestresse,à percepçëo da experiênciade dor,à.ansiedade,ao isolamentosocialdacrialxa,àsestratégiasdeenfrentamento do câncer,àsnecessidadespessoaisdosfamiliaresdacriança,entre outras.OsestudosemPsiconcologia pedistrica apontam para anecessidadedeajudapsicolögicaaopacientequando,entreoutroscasos,o mesmo se encontra em algumadasseguintescircunstâncias:1)quandosuasreaçöesemocionais(oureaçöesemocionaisdafamflia)oimpedem decooperarcom otratamento.ou,interferemnegativamentesobreoprocesso detratamento',2)quandoocomportamento geraldo paciente parece provocar-lhe maisdor,ou,sentimentosdedegradaç:ocorporal;3)quandosuasreaçöesemocionaisperturbam o desempenho de atividadesque,sem asreaçöesemocionais,seriam maisfacilmente desempenhadas,taiscomo manutençâo de contatossociaise execuçâo de atividadesdeentretenimentovaliadoe;4)quandosuasreaçöesemocionaisse m anifestam sob a fonnade sintomaspsiquiétricosconvencionaisousintomaspsicolögicosdesadaptativos.Este curso pretendeabordarosseguintesaspectos'.a)objetivosdaPsiconcologiaPediétrica,incluindo conceitosbâsicos,questöesde interesse atualedificuldadesmetodolögicasdepesquisa;b)utilizaçâodeinstrumentosetécnicaspsicolögicas(comportamentaisecognitivas)necesso osaoatendimentodaclientelaeaomanejodevarisveispsicolögicas;c)principaisprogramasdeintervençëopsicolögicasistematizadajuntoàcriançacom clcer,em desenvolvimentoem Unidadesde Satîde,incluindo programasdeparticipaçëocolaborativainterdisciplinares;d)perspectivasatuaisdeampliaçâodo espectro de atuaçâo profissionaldo Psicölogo emPsiconcologia Pedistrica,considerando a geraçâo do conhecimentoem pesquisa esua aplicaçâo e o problema daintervençâo sistematizadae dapreocupaçâo metodolögica.- 000-CUR 1.02BASESCONSTRUTIVISTASPARA A PSICOTERAPIA.AIvaroPachecoDuran(UniversidadeEstadualdeCampinas).O pensamento ocidentalmoderno est;ancorado nosconceitosdicotômicosderealidadeobjetiva/realidadesubjetivaedeverdadeiro/falso que constituem base e deconfncia da ciênciamoderna:héumarealidadeobjetivaexteriorqueimportaconhecereé preciso decidirentre o conhecimento verdadeiro e o conhecimentofalso a respeitodessa realidade.O pensamento pös-modernoquestiona osvaloresda ciência moderna:%6a estrutura e atprgcrliztzj'tb #z?conhecido -al*incluldo o conhecedorenquantoconhecido -estâo inextrincavelmenteligadast)estrutura do conhecedor'tchiari&Nuzzo,1996).Nessaperspectiva construtivista,ondea ênfase est; na G&caracterlstica proativa eautooqanizadoradoconhecerhumano'(Neimeyer,1995).aSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaversodarealidadetoma()lugardarealidadeobjetivaeaviabili-dadesubstituiaveracidade.Ou seja,ficaquestionadaaposibilidadedeconhecimentocientftkoobjetivodiretodarealidadeeaciência fica entendida como um modo privilegiado de darinteligibilidade àsexperiênciashumanas,o que,de resto,caracterizariatodo tipo de conhecimento.Essa novaperspectiva podeserencontrada em vériasdisciplinas,inclusive na Psicologia.NaPsicoterapia,vem ocupando espaço demodo crescenteeacelerado,desdea década de oitenta,atravésdeum leque de abordagensque se constituem numa dasdireçöescontemporâneasmaislicasem possibilidadesde reflexso e açâo profissionale cientftka.Partedessasabordagens-designada como construcionismo social-sedistingueporconcebero mundo psicol4gico como derivado dointercâmbio sociale mediado pela linguagem.O presentecurso,além deapresentarum brevedelineamentodoconstrutivismo(edoconstrucionismosocial)naciênciaenapsicologia,tem aintençsode apresentarosprincipaiscontomosepistemolögicos,teöricosetécnicosde algumasde suasprincipais tendênciasnapsicoterapia,segundoaclassitkaçâodeNeimeyer(1995):terapiacomociência pessoal,terapia como desenvolvimento do self,terapia como reconstruçëo narrativa,terapiacomo elaboraçsoconversacional.Além dacaracterfstica inovadora que essasabordagensapresentamquanto ao marco metateölico a quesereferem,inovamquanto ao tratamento,obviamentecongruente,dadoà.concepçàodosujeitoparticipantedoprocessoterapêutico:a1-guém queativamenteconstruiu(ou co-construiu)seumododeconheceresentiro mundo.Essemodo,nâo redutfvelaesquemassupostosdefora(0sujeitoéoexpertem simesmo)seliaomodopeculiardeorganizarsuaexperiênciaecujareorganizaçâopoderiasernecesssria a partirdaexperiênciagerada no processoterapêutico.- 000-CUR 1.03NEUROSES EPSICOSESDA ADOLESCZNCIA:QUESO ESDIAGNUSTICAS.MJnO:I/nIJ/O dosSantos,UniversidadedeSào Paulo -Ribeirâo Preto,Edson Guf= rlel Saggese.UniversidadeFederaldo Rio de Janeiro e Erikson FelipeFurtado,Universidadede Sâo Paulo -Ribeirëo Preto.Atualmente,constata-se um progressivo interesse dosprotissionaisdesatidementalporum conhecimento maispormenorizadosobre a adolescência.Osserviçosde salide mentaltêm se confrontado,nestetinaldeséculo,com questöesb%tante complexas,queemergemnobojodamodernidade,taiscomo:agravidezprecoce,o uso abusivo deJlcoole de drogasilfcitas.osproblemasdisciplinaresnaescolae a preocupante onda de banalizaçâodosatosde violência ede transgressöes; ordem ,perpetradosinclusiveporjovensdeclassemédia.Poroutrolado,observa-seque diversostrabalhosda literatura recente dâo conta de um aumentoda dem andaporpsicoterapia em nosso meio nasliltimasdécadas,produzindo uma crescente necessidadede se estruturaremserviçosclfnicos mais adequados para o atendimento dasespecificidadesdaclientela adolescente.Estecurso se propöe aexaminara questâo da adolescênciaa partirda ötica dequemlida,em seu cotidiano,com portadoresde problemaspsicolögicose/oupsiquiltricos.Nossoobjetivoprincipaléproporcionarconhecimentosatualizadossobre o atendimento em satidementalrealizado em contexto institucional,criando um espaço de discussâojuntoaosprofissionaisencvegadosdeolientareinformaroutrosprofissionais,professores,paiseadolescentes.Seporum lado a excessiva preocupaçâo atualem relacionarcomporta-37


CLIR -Cursosmentosdesviantesàexistência(lecondiçùesàiolpgicasgrotkzum usoabusivodecategorizaçöesdiagnösticas,poroutroladooestsgioatualdoconhecimentoarespeitodosofrimentopsfquiccexigeum cuidatb porpartedoclfniconadelimitaçsodassuasdiferentesformasdeapresentaçâo.Naadolescência,em particular,0problemadodiagnösticosetornamaisanpstiantepara()clfnico,sejagelacomplexidadedesuafonnulaçso,sejagelasconseqtiênciasindividuaisesociaisqueenvolvem a produçso de umdiagnöstico.A delimitaçsoentre0normale()patolögicoéumatarefacomplexaedelicada,exigindoum balanw adequadodaanélisedosdiferentesfatoresintervenientesnaproduçâodo sofrimentopsfquico.A natureza psicolögicado adolescente easexpectativassociaisque o cercam colaboram no sentido da produçâodesintomasmultiformes,flutuanteseeventualmentedeintensidadesuticiente para produzirsituaçöesdraméticasqueexigem intervenç:o especializada.Exemplo desta dificuldadeéasuperposiçào de sintomaslimftrofesà psicose com asreaföesadaptativasda adolescência.Procuraremosneste curso oferecer,além de informaçöesatualizadas,uma contextualizaçëo crfticaque permita ao profissionalde satide mental,especialmente oiniciante,dispordeum esquema teörico-prftico de referência,que1he faciliteo processo dediagnöstico da problemstica que afeta oadolescente,dentro doslimitestécnicose éticosrecomendados.nàecimentosefealizeem um camgorelaxatb eSeregistrecor?oralmente.Oelemento bssico desta aprendizagem é arelaçso dof$ Ct1-C0m j g0,eU-C0m-0-gn1P0 ,ç :' ei( CU-com-o-contetido *.A POSturagsicodramsticapermiteaoprnfissionalseverdiantedesuasverdades,seusmedosefantasias.Permitetambém,regensarsuasposturas,trocardegapelc0m ()aluno,viveroçscomose'.0 profissionalcomgartilhac0mseuscolegassuasinquietaçöes,facilidadeselimites,assumediferentespapéis,conströioccmhecimentoepropöealtemativas,intervençöeseprojetosdetrabalho.Duranteumavivênciapsicodramsticaocorreumafortemobilizaçsoafetiva.O diretorcongelaacena,propöetécnicasdiferenteseconduz a açso dramstica para0 féinsight'que pode chegaraatingiradkatarsedeintegraçso',istoé,adquirirumacompreenssointegradorad0sfatosreveladospelaaçâodramstica.Estesencontrospropiciamao profissionaluma sensibilizaçâo afetiva,permitindoqueeledesmistifiqueadroga,revejaseuposicionamentoe se sinta maispreparado emocionale cognitivamenteparamontareexecutarum projetocoletivodeprevençâo,criandoumespaçoparaojovem falareouvirseuscolegasfalarem desuasvidas.-000-CUR 1.05- 000- HISTURIA DA PSICOLOGIA NO BRASIL.MarinaMassimi,Universidade de Sâo Paulo -Ribeirëo Pçtto.Regina FreitasCtwlpos,Univ.FederaldeMinasGerais,Maria do CJ?'PI/ Guedes.Pontif.univ.CatölicadeSào Paulo e Mitsuko éparecida Makinoàntunes,Pontif.univ.Catölica de S:o Paulo.CUR 104PREVENIAO DE RROGA NA ESCOLA:UMA ABORDA-GEM PSICODRAMATICA.Rosa Maria SilvestreSantos.RibeirsoPreto.Este curso promoverlumasensibilizaçâo dosprotissionaisparaque osmesmospossam experienciarcomo sentem ,percebem eP ensam sobre o temaçdroga'e o fazer


CLIR -CursosdestessistemastrouxegrandesavançosaoRorschach mastambémcriou intimerosproblemasdado quemuitasvezesapresentavamconcepçöescontraditöriasentre si.Ao finalda décadade 50existiam,nosEE.UU.,cinco grandessistemas'.Klopfer,Beck,Hertz,Piotrowskie Rapaport.Nostîltimosanosda década de 60John E.Exnerdesenvolveu umasérie depesquisasenvolvendoestescinco sistemas,que agontaram paraduasconclusöesfundamentais:1)elespossuiamméritosinquestionsveisapresentandodiversosconstrutosempiricamentetestadosevalidados;2)entretantocontinham,também,construtoscontroversoseambfp os,que nâo haviam sido emgiricamente validados.A partirdafExnerdesenvolveuum sistemaparapadronizarosdiversosprocedimentosintegrandoosconhecimentosproduzidose confirmadospelasPesquisas.Assim nasceuo 'ComprehensiveSystem'queultrapassouesteobjetivoinicialepasouadesenvolversuaspröpriashipöteses,criandoum conjuntoharmônicoderegrasdeaplicaç5o,coditicaçsoeinterpretaçào.éextremamentedesejsvelquepossamosformarno Brasilum ntimero cada vezmaiorde psicölogos,sobretudopesquisadores,nautilizaçâodoSistemaIntegrado,deforma a ampliaraspesquisascom esteinstrumentoviabilizando uma padronizaçâo especficapara apopulaçâo brasileirae gossibilitando anslisescomparativascom outrosgrupospopulacionais.-000-SBP - XXV IReuniâoAnualdePsicologia39


M INIC uRsos


MnCUR -MiniCursosM nCUR 1.01TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DA DEPRESâO. LuizFernando delzm Campot(Pontif.Univ.deCampi-SnaseUniversidadeSàoFrancisco)eMakilim NunesBaptista(UniversidadePaulistaeUniversidadeBrâzCubas).A terapiacognitivadadepressào vem recebendo cada vez maisatençào na literatura principalmente pela maioreficlcia queestapossui.O objetivodopresentecursoéintroduzirosdiscentesnosprincfpiosteöricose prsticosda terapiacognitivo-comportamentalda depressso,atravésdadiscussso de seuspressupostostelricosespecficosdeste transtorno,principaistécnicase procedimentosclfnicos,atuaçëo e tratamento multidisciplinar,além dasestratégiasdeintervençöescognitivaspostuladasgorA.T.Beck.Sersoapresentadose discutidosdoiscasosclfnicos,oportunidade naqualseràointroduzidasvivênciasprsticasnomanejoespecficodo depressivo.Portim,serâo indicadososprincipaisestudosnaJrea,bem como o materialdeapoio e aprofundamento nesta propostapsicoterlpica.- 000-MFUR 1.02ANALISE DO ESCREVER E RELATAR EXPERIMENTO ECASO CLX ICO.RachelRodriguesKerbauy UniversidadedeS;o Paulo.Entreosproblemasenfrentadospelapsicologia encontra-se a linguagemcoloquial,a linguagem técnica ou cientftica e ainda amaneira de como expressaro que éinconsciente de formaa seraceito como dado cientftico.TalveznaSapresentaçöesem congressoalgumasditiculdadesnaelaboraçào de posters,apresentaçi0oralde trabalhosdepesquisa ou relato decasosclfnicossejamdecorentesdoesclarecimentosobreessalinguagem.0 cursosepropöeadiscutiroobjetivodecadatipodeapresentaçàoeasalternativasdeelaboraç:odo materialpara queamensagemdoautorsejatransmitidacom precisâoeespecialmenteatinjaoptiblico.Ositensde uma apresentaç:o de trabalho serào analisadosealgunsexercfciosrealizadosem classe,pelosalunos,quedessa formapoderâo esclarecerduvidasquanto ao tema e problemadepesquisaerelevância.Quantoaredaçâosersdiscutidooreescrevere asditk uldadesdostextoscientfticose apresentadosalgumassoluçöesexemplificadascom as.correçöesdospröpriostextos,porautoresfamososdaliteratura e dacomunidade cientftica.Ostöpicosabaixoserâoosapresentados:1)arelaçzoentreoptiblicoeoapresentador',2)diticuldadedeescrevertextosesoluçöes;3)comoorganizarposter;4)peculiaridadesdaapresentaçâooral;5)exemplosdasvsriasdemodalidadesdeapresentaçâocom crfticase sugestöes.O curso estâprevisto para um ptîblicode pessoasque apresentam trabalhos,com ou sem dados,em diversassituaçöeseque,especialmente,estejamdispostasaanalisarseudesempenho e possivelmentealterl-lo.Além dediscutirocuidadonapreparaçâo de um materialpara apresentaçâopretende-seabordarasmaneiraspropostasna literaturapara conciliaraaplicaçâo rotineira com a produçâo deconhecimento e asnorm asdosmanuaiserevistascientfficas.O resumo cientffico eoscritéliosutilizadosnaavaliaçëo para aceitaçâo também serâo analisadosbemcomojustiticadaaimportânciadecadatöpico.Discussöeseesclarecimentossobre osproblemaséticosserâo considerados,especialmentequanto a apresentaçâo de caso clfnico.(CNPq).-000-SBP -XXV IReuniâo Anualde PsicologiaMnCUR 1.03A AVALIAIAO DIAGNUSTICA RELASIONAL FAMILIAq:DA METODOLOGIA DE PESQUISA A ENTREVISTA CLI-NICA.llenoIzt-diotf/Costa.UniversidadedeBrasflia.Este mini-curso pretendediscutir arelaçâoentre o universo dapesquisasobrefamfliasea prJticaclfnica daentrevistadiagnösticadefamflias.Para tanto,devers apresentaro desenvolvimcnto inicialeo contexto atualda Jrea de terapiafamiliar.Procurarsproblematizara pesquisa clfnicanesta érea a partirdaspesquisasiniciais(décadasde60/70)eseudesenvolvimentoposterior.Particularmente,discutirsaspeculiaridadesdalinhadepesquisadesenvolvidapeloautorSobrefamfliae psicose.Propöe-se discutirasteoriasadotadas(sistêmica,psicodinâmicaetransgeracional),asrealidadespesquisadas(famfliaepsicose)assim comoprincipaisachadoseasdificuldadesdo processo de pesquisa na sreaesua transposifào para a prlticaclfnica.- 000-M nCUR 1.04COGNIAO NASORGANIZAIX ES.AntonioVqlioB.Bastos.UniversidadeFederaldaBahiaAsteoriasorganizacionaistêm,crescentemente,dado maioratençâoaosprocessossociaisque configuram a realidadeorganizacional(Morgan,1996)e,nestesentido,têmencontrado,noâmbitodosestudossobre cogniçâo e cogniçào social,ferramentasconceituaise estratégiasde investigaçio titeisnacompreensào defenômenoscentraisna vida daspessoase dasorganizaçöesdetrabalho.A PsicologiaOrganizacional-especialmentea érea voltadapara a compreensâo do comportamento humano em contextode trabalho,tem sofrido impacto significativo da verdadeiratrevoluçào cognitivista'que,em diferentesdomfniosdaPsicologiaedeoutrasciências, marca osestudoscomportamentais,maisfortemente a partirdosanossetenta.Fenômenoscléssicossobre comportamento organizacional,a exemplo de motivaçàono trabalho,atitudese lideraxa,têm sido analisadossob a perspectivacognitivista,comênfasena compreensâo dosprocessosque explicam como osindivfduosconströem,em parte,suasrealidadeseaestasrespondem.No curso pretende-se descreveroimpacto dasabordagenscognitivistasno domfnio do comportamentoorganizacional,buscando articulartaiscontetidoscom perspectivasmaisglobaisdeanslisedasorganizaföescomosistemasinteligentes.Espera-se,ao final,dotaro participantede schemasmaiscomplexoseretinadosdeanélise dosfenômenosorganizacionaisquebuscam aintegraçâo entre osnfveismacro e microorganizacionais.Sâoosseguintesosobjetivosdocurso:Analisarasorganizaçöesem termosdascognköessociaisqueasestruturamdefonnaaintegrarperspectivasdeanélise macro e micro orientadas.Discutirosfundamentosdaabordagem söcio-cognitiva docomportamento humano,discriminando osseusconceitosbésicosesuasimplicaçöespara a compreensâo da dinâmica psicossocialnomundo do trabalho.Avaliarpesquisasem temasda éreaorganizacionalem termosdo tratamento conceitualeempfricodado a fenômenospsicossociais.O contetido programâtico previstopara a atividade estnltura-se nosseguintestöpicose serâodistribufdosao longo dasoito horas-aula:1.Cogniçâo e Organizaçöes:ainteraçâo entredimensöesmacro e micro.Abordagemcognitiva dosfenômenospsicolögicosConceitosbésicos:arquiteturascognitivassimbölicaseconexionistas;modelosde proces-43


MRCUR -MiaiCursossamentodeinfonnaçso;organizaçso(b conhecimento-scbemas,scripts,frames-mapascognitivos.Cogniçâosocial:conceitosblsicos.4.Abordagem cognitivadetemasselecionadosdaJreaIndivfduo-Trabalho -Organizaçöes.CulturaeIndivfduo.PercepçöeseSignificadodoTrabalhoparaoindivfduo.comprometimentonoTrabalho.O cursoenvolvers,em suametodologia,exposiçöes,anslisederesultadosdepesquisaediscusssodesituaçfesproblemas.- 000-SBP -XXV IReuniâoAnualde Psicologia


C oM uxlcAçôEs DE PESQUISA


A N4LISE E XPERIMENTALDo C OM PORTAM ENTO


AEC -AndliseExperimentaldo ComportamentoAEC 1.01MODELAGEM DO COMPORTAMENTO DE FORMULARREGRASENQUANTODESCRIXESDECONTINGGNCIAS.ImérciaA.Vasconcelos,CarlosE.Cameschi,AlessandraM.Brandâo,Cristinaâ.TubinoeJanineC.MourâoBastos,Universidadede Brasflia.A relaçào entre o controle deconsequênciasdiretassobre o comportamentoe o controle indireto exercido pelo comportamentoverbalvem sendo analisadautilizando-sediferentesesquemasdereforçamento.A sensibilidade do comgortamento humano a estascontingênciastemsido atribufda a algumasvarisveistaiscomoa formulaç:o de regrasque descrevem desempenhosespecftkosnaresoluçLodeum problema.O presenteestudofoidelineadopara verificaro efeito do reforço verbalsobre o comportamentodedescrevercontingênciassimples.Participaram do estudo 36estudantesuniversitM os.A tarefa consistiu em colocar 39 cartöescomngmerosouletrasem duascaixascololidassemelhanteaoprocedimentodeSimonassieCols.(1994,1995).Cadarespostaeraseguidaporreforçoverbal(certo ouerado)e,apartirdaterceiratentativa,ossujeitosdeveriam escrevercomofaziampara resolvero problema e lera respostaem vozalta.O grupo Arecebiareforçoverbalapropriadoaoenunciado(certo;certo,masincompletoou errado),enquantoogrupoB nâofoireforçado.Osresultadosmostraram efeitosdiferenciaisdamodelagem do comportamentode fonnularregras,o qualfoiapresentado por66,7%e 33,3% paraosgruposA e B.respectivamente.A apresentaçâodefeedbacksparaocomportamentoverbaldossujeitosresultouem relatosque descreviam a regra de fûrma completa ou aproximada,enquantoque a ausência desta consequenciaçào foiacompanhadaporummaiorntimero de relatosque nâo seaproximaramdadescriçâodacontingênciastrfplicesem vigor.Ossujeitosque nâo formularam aregramostraram porcentagensde acertosacimadonfveldoacaso(63,3%),nadistribukëodecartöes,enquantoqueossujeitosquefonnularamaregrafoide81,9% deacertos.Estesdadosconfirmam osresultadosde estudosanterioresmostrandoque o controle exercido pelascontingênciasmaiso relato verbal,descrevendo partesimportantesda tarefa,resultaramem desempenhosmaisapropriados.- 000-AEC 1.02DESEMPENHOEAQUISICXOM PENDADE SEQG NCIASDE RESPOSTAS EM RATOS:ALGUNS EFEITOS DA RADI-AIAO IONIZANTE.L incoln S.Gimenes,fagzriazl.Vasconcelos,élessandraM.Brandâo,Cristina A.Tubino,Tânia N.Nogueira,Universidadede Brasflia e Kâtia C.S.Caballero,HospitalSantaLticia,Brasflia.Este estudo avaliou osefeitosdeuma dosesubletalde radiaçâoionizante sobre o desempenho ea aquisiçâo repetida em doisarranjosdesequênciasderespostas.Quatroratosforamtreinadosem sequênciasde trêsrespostasem trêsdiferentesbarras,numprocedimento de esquemamliltiplo intra-sessëo com desempenho(mesmasequênciaemtodasassessöes)eaquisiçâorepetida(novasequênciaacadasesslo).Paradoissujeitos(Aquisiçâo1),cadasequênciacorretaerasequidapela1uzdocomedouro(duasprimeirassequênciasdecadatrês)ouporumapelotadealimento(terceirasequência).Paraosoutrosdoissujeitos(Aquisiçâo2),respostasem FR 3 em cada barra de cadasequênciaeram seguidaspelaluzdocomedouro(FR3nasduasprimeirasbarras)ouporumapelotadealimento(17R 3naterceirabarra).Apös60SBP-XXVIReuni:oAnualdePsicolo/asessöesossujeitosforam submetidosàumadosetinicade450cGyproduzidosporum aceleradorlineardepartfculas.Osdadospré-radiaç:o mostram uma maiortaxa derespostasem Aquisiçâo2tantoparadesempenhoquantoparaaquiskâorepetida.Poroutrolado,umamaiortaxadeerrosfoiobservadaemAquisiçso 1eparatrêssujeitosamaiortaxadeerosfoiûbservadaem aquisijâorepetida.Alémdiso,paratodosossujeitoshouveumamaiorvariabilidadenataxadeerrosem aquisiçâorepetida.Osdadospds-radiaçâo mostram um decréscimo na taxade respostascomretorno aosnfveispré-radiaçâo apöscercade cinco dias.Paratodosossujeitos,houveumamaiorreduçëonataxaderespostasem aquisiçso repetidado que em desempenho apös24 horasdasessâo de radiaçâo,nâo sendo essa diferençaevidentenassessöessubsequcntes.Em relaçâo à taxa deerros,tanto para Aquisiçâo 1quanto para Aquisiçào 2 e desempenho e aquisiçpo repetida,nloforam observadasdiferençasapreciâveisem comgaraçsocom osdadospré-radiaçào.Enquantoaradiaçâoionizanteafetouacapacidadedossujeitosememitirrespostas(taxaderespostas),adoseutilizadanàoafetouacapacidadedossujeitosem responderà,sequências(taxadeeros),quersejanodesempenhodeumamesmaSequênciaounaaprendizagemdeumanovasequência.Apoio:CNPq.-00mAEC 1.03COMPORTAMENTO ADJUNTIVO:POSSWEISRELAIX ESENTRE COMPORTAMENTO AGRESSIVO E REFOK A-MENTO INDEPENDENTE.Daniela Fazzio,Pontiffcia UniversidadeCatölica de Sâo Paulo.O primeiro comportamento induzido observado foiapolidipsia(Fallk 1961),extensivamenteestudadaresultandoem ricaliteraturasobreoprotötipodocomportamentoadjuntivo.Outroestudostentaramdemonstrarageneralidade do fenômeno da induçâopara outroscomponamentos,assim como para outrasespécies,incluindo humanos.Osresultadosgeraram muitascontrovérsiusobre qtlaisoutroscomportamentosque nio o beberpoderiamserconsideradosinduzidospelo esquema.Algunscomportamentos,comoataqueempombos(Pits& Malagodi,1996),o quemaisse aproximou dosprincipaiscritériosde comportamentoinduzido,ataque em ratos e m orderem m acacosforamdemostradosporalgunsautorescomo induzidos.Estudosde ataqueem ratossâo rarose seusresultadostambém sëo controversos.Esteestudo investigou se ratosprivadosde alimento,expostosaesquemadetempotixo(FT60-seg),com um alvo (outrorato)disponfvel,desenvolveriam um padrâo comportamentaldeagressâo induzida.(MéTODO)Ossujeitosforam cincoratosmachos(4 W istare5Mccawley),privadosdealimentodemaneiraaatingirem e manterem 80% do pesoe lib.O procedimentoconsistiu de trêsfases,duascontrole e uma experimental,emqueosujeitosforam submetidosasesöesdiM asde30 minutosde duraçâo.Fase 1:Extinçâo -duranteassessôesnlo é liberadoqualquerestfmuloalimentar.Fase2:ReforçamentoMacko-todososreforçosplanejadosparaumasessâoexpelimentalcomesquema(30reforços)sëoliberadosdeumasövez,noinfciodasessâo.Fase 3:Fase Experimental-osreforçossâo liberadosemesquemadetempotixo60 segundos(F1'60-seg).O estfmulo alvo,outro rato,ingênuo e nâo privado,esteve presente em todasassessöes,permanecendo preso em umacaixa acoplada à,caixa experimentalporumajanelagradeadaquepermitiaocontatoentrealvoesujeito experimental.Asrespostasagressivasregistradasforam darpatadas,morderepuxarospelos.(RESULTADOSE49


DEC -hntiliseikperilnellcldoCbmpnrfcmenlpDISCUSSXO)N5ohouveinduçàodecomportamentoagresivoatéa15*sessâodoprocedimento.Todosossujeitosmostraram,duranteafase exgerimentalcom esquemaFI-60-seg,um aumentoacentuado do comportamentodepermanecernaJreadocomedouro,em comparaçëocom aslinhasdebase.A fasedeExtinçàofoiaquetevemaissessöesondeataqueestevepresente.Um dOscincosujeitossequerapresentoucomportamentodeatacarnafaseexperimentaleoutroapresentouumafreqiiênciairrelevante.O experimentoestssendocontinuadoparaveriticarseontîmerodesessöessobesquemaéumavarilveldeterminantedainduçk do comportamento agressivo em ratos.AEC 1.04A FUNIAO DE ESTfMULOSSINAISNA AQUISIAO EEXTINIAO DO COMPORTAMENTO DE ESQUIVA.CarlosEduardo Cameschi,JoseleAbreuRodrigueseLucianoSantanaLopes,Universidade de BrasfliaAsteoriassobre a aprendizagem deesquiva divergem em relaçâoà funçâo do sinalque antecede oseventosaversivos.Para a teoriabi-fatorial,ele adquire funçâo aversiva condicionada;para a teoliaoperantesuafunçâo seria somente discriminativa;epara outras,consistiriaem sinalde perigo ou promoveria a formaç:o deexpectativassobre asrelaçöesentre uma açâo ea ausência dechoques.Para demonstrarqueaspropriedadesadquiridaspelossinaissëo discriminativas,ratosforam expostosà duascontingênciasdeesquiva seguidasporextinçào.Para o Grupo 1.choquesforamprogramadosem um esquema VI60 s,precedidosporum estfmulosinalcomposto(som + luz),queocupava1/3dointervaloentrechoques(SS)eocorriacom igualprobabilidadeno infcio,no meio ou no finaldo intervalo SS.Duranteo sinal,aprimeira resposta de pressso àbarra ()desligavaecancelava opröximo choque programado.O Grupo 11foiexposto à contingênciassemelhantes,excetoque o perfodo sinalizadofoisubstitufdoporoutron;osinalizado(limitedJltpftf),duranteoqualaprimeira resposta emitidacancelava o pröximo choque.Em ambososgrupos,respostascolaterais(antesedepoisdosinaloulimited /1/lm foram registradasmasnâotinham conseqtiênciasprogramadas.Durante a extinçëo,ossinaise choquespassaram aocorrerindependentementedasrespostas.Osresultadosindicaramqueo Grupo Iadquiriu a resposta deesquivade modo maisrspido eeficiente doque o Grupo 11e mostram declfniosacentuadosnastaxasderespostascolateraisno primeiro,enquanto osegundo emitiu taxasaltaseconstantesdestasrespostas.Na condiç:odeextinç:o,ossujeitosqueaprenderamarespostadeesquiva,apresentaramum aumento inicialeposteriordeclfnio nastaxasdestasrespostase dascolaterais.Estesresultadosapoiam anoçâo deque ossinaisadquirem funçöesdiscriminativas,facilitandoa aquisiçâo do comportamento deesquiva mesmo quandocorrelacionadosaoschoquesem somente 1/3dasoportunidadcs.Entretanto.ossinaisretardam o processo de extinçào,poisnesteestariatambém envolvida aextinçâo de suaspropriedadesdiscriminativas.(CNPq)- 000-AEC 1.05REPETIR OU VARIAR?A INFLUGNCIA DE CONTINGGN-CIAS DE VARIABILIDADE.Josele Abreu-Rodrigues,LucianeBento,Ricardo M atos,Ana Dftu,Roselany Viegas,Zenil/lDelabrida,Cristiano Santos,Universidade de Brasflia.Em tentativasanterioresdeinvestigaraescolhaentrerepetiçsoevariaçào em esquemasconcorrentesencadeados,manipulaçöesdo critélio de variabilidade n5o foram acompanhadaspormudançasnocomgortamento de escolha.Esse resultadosforam atribufdosàscontingênciastemgoraisemvigornoselosiniciais.Parainvestigaressapossibilidade,opresenteestudosubstituiuosesquemasdeintervalovalisvel(VI),utilizadosanteriormente,poresquemasderazâotixa(FR)n0selosiniciais.Oitoestudantesuniversitsriosforam expostosaesquemasconcorrentesencadeados.Resgostasdepressionarteclas,deacordocomum esquemaconcorrente FR lFR 1,produziam o infcio do el0 terminalcor-- 000-resgondente.NoeloterminalREPETIR,osreforçoseram contingentesàoconfnciadeumasequênciaespecfficadeoitoresgostas.NoeloterminalVARIAR,aliberaçsodosreforçosdependiadaoconfncia deuma sequênciaquediferissedaquela imediatamenteanterior(condiçâoLag1)oudas25tiltimassequências(condiçâoLag25).Um esquemaVIfoisupelimgostoàscontingênciasderepetiçâo e variaçào,demodo que osIRIsdo elo RE-PETIR foram acopladasaosIRISdo elo VARIAR.Osresultadosindicaram que,quando manipulaçöesno critério Lag afetaramdiferencialmente o nfveisde variabilidadeobtidosnoselosterminais,mudançasnapreferência pela contingência REPETIR foramobservadas;quando taismanipulaçöesnëo influenciaram odesempenho noselosterminais,nào foram observadasmudançasna preferência.Foiconclufdo que a escolha entre repetiç:o e variaç:opode serpreditae controladapelonfvelde variabilidadecomportamentalexigidoporcontingênciasdereforço.(CNPq)- 000-AEC 1.06EFEITOS DO M IDAZOLAM SOBRE A VARIABILIDADECOMPORTV EG AL.J/J:Ie/:KdU-ROJKJ:>J,Elenice Hanna,ânltmft/Pedro M.Cruz,Ricardo Matos,Zenith Delabrida.UniversidadedeBrasflia.Estudosanterioresindicam queo etanolaumenta o nfvelde variabilidadecomportamentalquando osrefowoss;o contingentesàrepetiçâo,masproduz pouco ou nenhum efeito quandoosreforçossâocontingentesà.variaçào.A presente pesquisa estendeuessesestudosao investigarosefeitosde outra drogaansiolfticamidazolam-sobre o desempenho controlado porcontingênciasde repetiçâo evariaçâi).Oito ratosalbinosforam expostosa umesquema m tiltiplo com doiscomponentes.No componenteRE-PETIR,osreforçoseram contingentesà oconfncia de umasequênciaespecftk a de quatro respostas',no componenteVARI-AR,aliberaçâo dosreforçosdependia da emissào de umasequênciaquediferissedascinco tiltimassequências.Foram realizadassesöesdecontrole(seminjeçâo),sessöescom injeçàodesalinaesesöescom injeçsodemidazolam (doseA=1,25,doseB=2,5edoseC=5,0mg/Kg,i.p.).Foirealizadoum testedeansiedade,no qualosanimaisforam expostosao labirinto elevadoapösumasessâo com apenaso componente REPETIR ou ape-nasocomponenteVARIAR.Quatroratosadicionais(grupoCON-TROLE),sem experiênciacom ascontingênciasderepetiç:o evariaçâo,foram também expostosaolabirintoelevado.Injeçöesdemidazolam aumentaram o nfvelde variabilidadecomportamentalnocomponente REPETIR,masnào afetaram o desempenhono componente VARIAR.Osresultadosdo teste de ansiedadeindicaramque o ntimero de entradase tempo gasto nosbraçosabertosfoimenorparao grupo VARIAR do que para osgruposREPETIR e CONTROLE,o que sugere que contingênciasdevariaçâo apresentam propliedadesansiogênicas.FoiconclufdoSBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


âEC -AndliseExperimentaldo Comportameatoque o midazolam promovevariabilidadecomportamentalsobcontingênciasde estereotipia,um efeito que parece serindependentedaspropriedadesansiolfticasda droga e maisrelacionadoàssuaspropriedadesamnésticas.Ouseja,omidazolam,comooetanol,parece interferircom o controlc discriminativo exercidoporcadaresposta deumasequência.- 000-AEC 1.07DIVERSIDADE NOs PRODUTOS DAS RESPOSTAS E FA-CILITACAO DO COMPORTAMENTO DE VARIAR.JoöoBatistaCamposdosReiseânllnftpdeFreitasRibeiro.UniversidadedeBrasûia.Com oobjetivodeestudaroevolverdorepertöriodevariaçâo,oito estudantesuniversitsrios,distribufdosem doisgrupos,comdiferentesordensdeexposkâoaduascondiçöesexpelimentais,A-B e B-A,foram reforçadosavariarsequênciasdeoito respostasdepressâo em duasteclas.Cada nova sequência emitidaduranteuma sessâo acumulavaum ponto em um contadormostradono monitordo computador.PressöesnasteclasJ e L mudavam acorde oito quadradosdispostosem filano monitor,um a um,decinza paravermelho ou azul,respectivamente.NacondiçâoA,estesprodutosvisuaisdasrespostaseram mostradosapenasparaaseqiênciacorrente.Na condiçào B,osprodutosvisuaisdastî1-timasquatro seqiênciasgeradasna sessâo eram mostradoscontinuamenteeosujeitotinhaacesoaosprodutosvisuais,utilizandoasteclasdirecionaispara cim ae para baixo.A contingência devariaçio mostrou-seeficaz para o controle davariabilidadecomportamental,gerando doispadröesdistintosdevariaçëo:umpadrào de variaçâo sistemltica,tendendo para umaorganizaçâoseqtiencialda variaç:o e outro padrâo de variaçào quaserandôm ico,sem organizaçâo seqtiencial,independentemente dosgruposoucondiçöesexperimentais.TodosossujeitosdoGnlpo2,expostosàordem A-B,obtiveram maiorganhoqueossujeitosdo Grupo1,expostasà ordem A-B,em termosdadiferença entreasmédiasda segunda e primeira condiçöesexperimentais.Os AEC 1.9resultadossugerem que osprodutosvisuaisdasrespostas,pareadoscom asrespostasde pressâo àsteclas,suplementaram visualmenteo processo deinduçâo de respostasna fonnaçëo do repertöliode variaçâo.Palavraschave:variabilidadecomportamental,produtosdasrespostas,interconexiode repertörios,contingênciasdevariaçâo,estudantesuniversitérios.- 000-AEC 1.08COM PORTAM ENTO M OM ENTANEAM ENTE PRIVADO:RELAX ESEFETIVASCOM OUTROSCOMPORTAMEN-TOS?Lorismario E.Simonassit,EmmanuelZ.Tourinho',AndréM da Silvaï.CristianeS.Goschb.CJIJI .# # 1.deOliveiraïXlïrEw .9C.da S.Santosq,Adriana C.FrtVJl,Elisa T Sanabio'.lLaboratöriode AnéliseExperimentaldo Comportamento,DepartamentodePsicologia,Universidade Catölica de Gois/Departamentode ProcessosPsicolögicosBésicos,zlnstituto de Psicologia,UniversidadedeBrasflia/3UniversidadeFederaldoParl).Verificou se a resposta SIM estérelacionada efetivamentecomcomportamentosprivadosmomentaneamente eo efeito do ntîmerode estfm ulosdiscriminativosda contingência.Participaram64 sujeitos,em umatarefadetocarumatelasensfvel,num proce-SBP -XXVIIReuni:oAnualde Psicologiadimento deescolha com duasfiguras.Ascontingênciasforam:naCondiçso 1e 2,tocarna carta verdena presença do nlimero 10 ouna carta vermelha na presençada letra A foireforçada com apalavraCERTO.lgualmente foireforçada naCondiçào 3 e 4,tocarna carta verde na presença do ntimero 10 ou na carta vermelhaquando umadasletrasdo alfabeto estivessepresente.Respostasinversasforam consequenciadascom a palavra ERRADO.Apöscadatentativa,perguntou-seaosujeitosobreasoluçào.Casosoubese,tocariaoSIM,docontrMo,oNâO.Osujeitorelatavaporescrito asoluçâo do problema a cada tentativa,apöscada SIM,nasCondiçöes2 e 4 e ao tinalda sessào nasCondiçöes1e 3.Asessào finalizava com 40 tentativas.Na primeira resposta deestimativa(SlM)doGrupo2,dezsujeitosn5odescreveramacontingência.Amédiade tentativaspara emiss:o do primeiro SlM nzsteGrupo foi7,61,enquanto amédia de tentativaspara oconfnciadoprimeiroSlMcom descrkâo dacontingênciafoi15,8.Considerando a primeira resposta de estimativa emitida pelossujeiosdoGrupo4,9sujeitosdescreveram acontingência,4sujeitosemitiramadescliçâodacontingêncianoprimeiroSlM e3sujeitosnâoemitiram SIM.A médiadetentativasparaemissâodo primeiro SIM foi9,46 e a m édiapara ocorência do primeiroSlM com descriçâoda contingência foi15,78.No Grupo 1,15sujeitosemitiram oSIM.Deses,10 sujeitosdescreveram acontingênciaaofinaldasesâo.NoGrupo3,15sujeitosemitiramSIM.Desses,11sujeitosdescreveram acontingênciaaofinaldasessào.Asmédiasparaoconfnciado primeirol/M nosGrupos1e 3 foram 8,53 e8,0 respectivamente.Osresultadosmostramque a respostadeSlH nosGrupos2 e 4 foram preditivasdo comportamentodedescreverajenasquandofoiadicionadomaisexposiçàoàscontingências.E possfvel,portanto,queasplimeirasrespostasdeSlM emitidaspelossujeitosdosGrupos1e3,nâosejam preditivasdocomportamentodedescrever.A quantidadede estfmulosdiscriminativosnâo afetou arelaçâo entreaestimativaeadescriçâo.(CNPq)- 000-RELAW ESENTREEXPOSIAO XSCONTING/NCIASEDESCRIG O:UMA REAN/LISE DE DADOS.LorismarioE.Simonassik,Jorge M.deOliveira-castrol,Clâudio 1.deOliveira2, CristianeS.GoschL.MârcioMujalib,André14da #Silvab*,AureaC.daS.Santos?,Maria VrginiaCanwl/zt/.lUniversidadeCatölicadeGois/2UniversidadedeBrasflia/3UniversidadeFederaldoPars).Esteestudoobjetivouanalisararelaçâoentreodesempenhodesujeitosexpostosaumasituaçâoproblemaeadescriçâoqueosmesm ostizeram dascontingênciaspresentesnasituaçâo.Emoutraspalavras,objetivou-seanalisararelaçâoentreaporcentagemdeacertosno desempenho relativo à tarefaea porcentagemdeacertosqueseriaatingidaseosujeitoseguisseapröpriadescriçâodacontingência.Vintesujeitosuniversitériosforamexpostosàtarefadecolocarcartöesemcaixascoloridas(umaverdeeoutravennelha).Apösastentativas1,3,5,10,25,40,60,90,120,160,200,240,280,320,360,400,440,480 e520,ossujeitosrelatavamporescrito como estavam fazendo para resolveroexercfcio proposto.No grupo decontingênciacomplexa,acontingênciaprogramadapode serassim especificada:1-respostadecolocarcartöescom ntimerosfmparesnacaixavermelha= ceno;2-resposta de colocarcartöescom nlimerosparesmaioresque 50na caixa vermelha= certo;3-resposta de colocarcartöescomntimerosparesmenoresque50 na caixaverde = certo.Respostas


éEC -éaâlise ExperimeataldoComportameatoinversa!aestaseraniconsideradaserradas.N0grupo(Iecontingênciasimples,acontingênciaprogramadafoi:1-resgostadecolocarcartöescom nlimerosfmparesna caixavennelha = certc;2-respostadecolocarcartöescom ntimerosparesnacaixaverde= certo.Respostasinversasaestaseram consideradaserradas.Ocritérioparasoltlçâodoproblemafoiaobtençsode25acertosconsecutivos.Naanslise,considerou-seapenasossujeitosquesolucionaram o problemaVeliticou-seque,para10sujeitosquesolucionaram o problema,houve umatendênciapredominantedaporcentagem deacertosno desempenho datarefasersnpelioràporcentagem deacertosqueadescriçsodacontingênciapossibilitaria,casoseguida.D0s10sujeitosdacontingênciasimgles,doisatingiram 100% deacertonodesemgenhodecolocarcartöesnascaixassem atingir100% naporcentagem deacertosrelacionadaàdescriçào.Dos10sujeitosdacontingênciacomplexa,8atingiram 100% de acerto para desempenho sem atingir100%em relaç:oàdescrkâo.Observou-setambém queodesempenhonatarefaeadescriçào damesmamelhoram (aumentam aporcentagemdeacertos)aolongodaexposiçàoàscontingências,para8sujeitosdacontingênciasimplesepara8sujeitosdacontingênciacomplexa.No entanto,o desempenho na tarefanëo se m ostroudependentedodesempenhonadescrkào,istoé,foiposfvel,paraamaioriadossujeitosobter100% deacertosnatarefasem chegara1* % nasdescriçöes.- 000-AEC 1.10REFOK AMENTO INDEPENDENTE DA RESPOSTA COMOPRODUFOR DEAGRESSIVIDADEXnJWJCJ Capelari,DcnidluCotrinBasiledeCarvalho,Luciana ântfrdolftPriscilaXefanââ'?1t7l;Simone Simon,Pontiffcia UniversidadeCatölica de SLoPauloA literatura apontao reforçamento independente daresposta comoprodutorde apatia.Entretanto,pesquisasrealizadasno laboratöriodesta instituiçâo sugerem este esquema como geradordeagresividade.Estapesquisatem,comg objetivomaior,analisaro possfvelaumento do valorreforçadorda agressào como conseqtiênciadeum esquema de reforçamento independenteda respostaem comparaçâo com um esquema de reforçamento dependenteda resposta.Foram utilizados15 ratosmachosingênunscomosujeitosexperimentaisnum delineamentoportrfades:umsujeito foisnbmetidoaumahist6riadereforfamentodependentedaresposta(esquemaderazëofixa),outroaumahistöriadereforçamento independenteda resposta e o terceiro nâo foisubmetidoa nenhum tipo de histöria.Foram utilizadastrêscaixasdeSkinner,sendo que,para duas,o bebedouro deuma foiacopladoao daoutra,de modo que quando um bebedouro fosseacionado,atravésdarespostadosujeitocontrole(presâoabara),ooutrobebedouro funcionaria automaticamente.Nastrêscaixashaviaum objetoalvo deagressodisponfvel.A coletadedadosconsistiuna observaçâo decertascategoriascomportamentaisqueforamregistradasporum programa de computaçâo especftico.Foiutilizado como reforço igua.Para esta pesquisa algumas variéveisforamselecionadase divididasem estudosseparadose osresultadoscomparadosposterionnente:nfveldeprivaçào(altoemédio).altemânciadahistöriadereforçamento,eesquemadereforçamento(razàotixaerazâovarilvel).Duranteasetapasdelinhadebasetodosossujeitosexploraram oambientenoqualforam colocados.Apösa exploraçâo estabilizaram aemissâo decomportamentosexploratöriose houve o infcio da faseexperimentaldoprocedimento.Nesta fase,com a introduçâo do esque-52Tem sidoproposto que éimprovévelque regrasexerçam controlesobre o comportamento humano quando sedemonstra controlepelascontingênciasprogramadasantesda introduçâo daregra.Com oobjetivodeavaliarestaproposiç:o,seisestudantesuniversitMosforam expostosa um procedimento de escolhasegundoomodelo.Em cada tentativa,um estfmulo modelo etrêsdecomparaçâoeram apresentados,simultaneamente,ao sujeitoemumabandejaem formadeT.Cadaestfmulodecomparaçâopossufaapenasumadimensâo(cor,espessuraouforma)emcomumcom o modelo e diferianasdemais.Napresençadestesestfmulos,osujeitotinhaqueapontarparaostrêsdecomparaç:o.AFase 1foiiniciada com a apresentaçâo de instruçöesmfnim as(quen:oespecificavam qualquersequênciaderespostas),asFases2e4com aapresentaçâodaregradiscrepante(queespecificavaqueSeosujeitoapontaseparaosestfmulosdecomparaç:onasequênciafonna(F),cor(C),espessura(E)eleganhariapontostroclveispordinheiro)eaFase3comaapresentaçâodaregracorrespondente(queespecificavaEFC).NoinfciodaFase1,asequênciaCEF erareforçadadiferencialmenteem CRF (reforçocontfnuo)atéaobtençâodevintepontos.Depois,erafeitaumamodelagem aoesquemaderazàofixa-4 (0 4).Estafaseeraencerradaapösaobtençâo de quatro pontosconsecutivos,desdequeosujeitojstiveseobtidoomfnimo dedezesseis.DuranteasFases2,3 e 4,a sequência CEF continuava sendo reforçada,masapenasem FR4.A sequência EFC,concorrentemente,tambémera reforçada em FR4,masapenasdurante a Fase 3.Emissào dequalqueroutra sequência n:o era reforçada duranteo experimento.CadaumadasFases2,3 e 4 era encerrada apösaobtençâo devinte pontosou apösserem completadastrêssessöesdeoitentatentativascadauma.Osresultadosmostraram quetodosossujeitosatingiramo critério de encerramento da Fase 1.DuranteasFases2,3e4.quatrosujeitosseguiram edoisabandonaram oseguimento de regra.Estesdois,ao deixarem deseguirregra,passaram aapresentarasequênciaCEF (quefoiestabelecidaporreforçamentodiferencialnaFasel).Osresultadossugerem queregraspodem exercercontrole sobre o comportamento mesmoquando se demonstra controlediscriminativo pelascontingêncimadereforçamento,observou-sequeosStljeitosemsituaçèo(Iercforçamentodependentedarespostaemitiram respostasconformeoesquemanoqualtinhasidocolocadoeossujeitosemsituaçâode reforçamentn independente da resposta emitiram vsriostiposdecomportamentos:supersticiososem relaçëo aosreforwsquerecebeu',eexploraçàodacaixaexgerimental.Conclufmosquesujeitoscolocadosem situaçsodereforçamentoindependentedaresgostaapresentam maioragitaçâoecomportamentosagressivosquandoSeusdesempenhosss0comgaradoscomalinhadebaseecom ossujeitossubmetidosareforçamentodependentedaresposta.Além diso,sujeitossubmetidosaaltaprivaçsoeaumalongaexposiçâoaoreforçamentoindependentedarespostaem razsotixaaltapodem estabelecercomportamentossupersticiosos.Sujeitossubmetidosareforçamentoindependentedarespostaem esquema de razâo variâvelapresentaram dificuldade emaprenderumanovaresposta.(FapespeCNPq)-000-AEC 1.11EFEITOSDE UMA HISTURIA DE REFORCAMENTO SO-BRE O SEGUIMENTO DE REGRAS.LIQ CarlosdeAlbuquerque(UniversidadeFederaldoPars),DeisydasGraçasdeSouza(UniversidadeFederaldeSàoCuLosjnMariaAméliaMatos(UniversidadedeSâoPaulo).SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


AEC -Andlise ExperimentaldoComportamentoasprogramadu antesdaapresentaçâo daregraao(mvinte.Contudo,tambémsugerem queo controleexercido porumahistöriaexgerimentalderefcrçamentopodesesobreporaccontrolesubseqienteporregras.(PICD/CAPES)- 000-AEC 1.12EFEITOS DE MUDANCASNASCONTINGINCIASSOBRECOMPORTAMENTO VERBAL E NâO VERBAL.CarlaCristinaPaivaParacampo(UniversidadeFederaldoParslrDdiJ)'dasGrt7it?.çdeSouza (UniversidadeFederaldeSâo Carlos),MariaâlnglfcMatos(UniversidadedeSàoPaulo).Poucosdosestudosqueinvestigaram asvarilveisenvolvid% nasensibilidàdedocomportamentonâoverbalhumanoàscontingênciasprogramadas,registraramo comportamento verbalantese depoisdasmudançasnascontingências.Considerandoisto,opresenteestudoinvestigou osefeitosde mudançasnascontingênciasprogramadassobre o comportamento verbale nâo verbal.Vintecrianças(entre7e8anos)foram expostasaum procedimentodeescolhasegundo()modeloealocadasatrêscondköesexperimentais.ACondiçso Ifoiiniciada com a apresentaçào de instruçöesmfnimas(quenâoespecitkavam asrespostasqueproduziam fichastroclveisporbrinquedos)ea11comaapresentaçâodeumainstruçâocorespondente(queespecificavaasrespostasreforçadasnaFase1).NaFase1daCondiçëoIIforam apresentadastrêsinstrtlçöescorrespondentes.Uma no infcio decada uma dasFases1a,lb e 1c.Asrespostasnâo verbaisreforçada naFase 1dasCondiçöesIe1enaFaselcdaCondkâoIlforam asmesmasreforçad% naFase3dastrêscondiçöes(apontarparaoestfmulodecomparaç:o igualao modelo na presença da luz verdee apontarparaodiferentenapresençada1uzvermelha).N&sFaseslaelbdaCondkâo Iforam reforfadas,respectivamente,asrespostasdeescolhero igualnapresença da luz verde e o diferentena presençadaluzamarela(Fase1a)eescolheroigualnapresençada1uzamarelaeodiferentenapresençada1uzvermelha(Fase1b).NaFase2d&strêscondköesforam reforçadasasresposusdeescolheroigualna presença da 1uzvermelha e o diferente na presençada1uz verde.Asresposusnâo verbaisforam reforçadascontinuamente.A transiçâoentre fasesnâo foisinalizada.Pergtmtassobre o que deveriaserfeito paragnnhartichasforam feitasdurante o experimento.Asrespostasverbaisdossujeitosnâoforam consequênciadas.O experimentodurouuma tinica sessâo de aproximadamente 50 minutos.Osresultadosmostraram quecincodosoitosujeitosdaCondiçëo1,cujocomportamenton:overbalfoiestabelecidoporreforçamentodiferencialna Fase 1,mudaram osseusdesempenhosnasFases2 e3.Dosdozesujeitos(seisdaCondkâo 1eseisda 1),queseguiraminstruçöesnaFase 1,onze continuaram seguindo nasfasessubseqtientes.Estesdezessetesujeitosapresentaram comportamentoverbalcorrespondente ao nëo verbaldurante todo o experimento.Estesresultadosestendem para o verbalalgumasconclusöesbaseadasemobservaçœsapenasdocomportamentonâoverbal.(PICD/CAPES)- 000-AEC 1.13EVENTOSPRIVADOSE SELEG O PORCONSEQUZNCIAS.EmmanuelZzqlf?'ỵ Tourinho.Universidade Federaldo Paré.Ao discutiro tema doseventosprivados,Skinnerenfatizaosprocessossociaisatravésdosquaisosindivfduosaprendema des-SBP -XXVIIReuniâo Anualde PsicologiacreverestfmulosecompcdamentosS'internos'.Essapropostadeanéliseencerra a atribuiçào de importl cia destacadaao ambientesocialcomoresponssvelpelaproduçâodosrepeftöriosautodescritivos.Nota-se,porém,queo modo comoSkinnerdiscute aaçâo(easeleçso)dosambientessociaisvaiserefinandoaolongodesuaobra.Em particular,nodesenvûlvimentodopensamentoskinneriano,acultura vaise constituindo enquanto um nfveldiferenciadode deteminaçpo do comportamento humano apenasnamedidaem que o modelo de seleçâo gorconsequênciasvaisedelineando.Asrelaçöesentreo desenvolvimento domodelodeseleçâo porconsequênciasea construçpo da alternativaskinneriana para a anllise da privacidade nëo sâo,porém,evidentes.Afim de abordaressasrelaçöesforam examinadostextosdeSkinnersobrcosdoistemas,abrangendo ()perfodo1945-1990.Observou-seque,emboraaculturasejacitadacomoumafontede controle do comportamento humano desde muito cedo na obradeSkinner,é apenasem 1981que o modelo de seleçpo pelasconsequênciasaparece efetivamente sistematizado e algumasrelaçöesentrefilogênese,ontogêneseeculturasâodemarcadas.Entretanto,apesardeSkinnerirgradativamente atribuindo maiorstatus à culturaenquanto fonte de controle do comportamentohumano.suaanélisedaprivacidade nâo se altera substancialmenteno quediz respeito àparticipaçâo do ambiente socialnaconstlwçàodomundosubjetivodecadaum (ou,pelomenos,da4çdescriçâo'quefazemosdessemundo).Exemplodacontinuidadedaanslise de Skinneré asua preocupaçëo permanentecom acorrespondênciaentre asautodescriçöese ascondiçöesinternasdo indivfduo,semumadiscussào sobre a importância dessetipo decorrespondência paraa cultura que,dispondo as contingênciaspara tanto,produzaquelesrepertörios.De qualquermodo,nàodeixade serrelevantenotarque,enquanto em 1945Skinnerafirmaqueanossaprética,ao ensinarrespostasautodescritivasdeeventosprivados,éGinferiro eventoprivado',em 1990 afirmaque,diantedeuma descriçâo do tipo çtestou com fome',çinferimosqueumapessoanâo come hâalgum tempo e provavelmentecomeréquandohouvercomidadisponfvel'.(CNPq)- 000-AEC 2.01O CONTROLE CONTEXR'UAL NA FORMAG O DE CLAS-SESDE ESZMULOSEQUIVALENTES.ugiaMaria deCastroMarcondesMachado(inmemorianl*,Juliana Pelosoirlgtz,Renata Panico Gorayeb,Universidade deSâo Paulo.O objetivodopresentetrabalho foiinvestigarocontroledocontextosobre classesde estfmulosequivalentes,avaliando o estabelecimentode unidadesde 4 ou de 5 termos.Osestfmulosusadosforamfigurasgeométricas(triângulo-conjuntoA;cfrculoconjuntoB;rctângulo-conjuntoC elosango-conjuntoD),desenhadassobrepapelA4emlinhasdecontomo:contfnua(grupo1);tracejada (grupo2);oupontilhada(grupo3)edispostasemcruz,com o modelo no centro.O papelde fundo podia serpreto,branco ou vermelho.Sobre papelde fundo preto,asfiguraseramcarimbadasem branco,eocritérioparacomposkâodasclassesera A 1B2C3;A2B3C1;A3B1C2.Sobre fundo brancosastiguraseram carimbadasem preto é sobre ftmdo vermelho em azulescuro.Paraambos,o clitério de escolha era a identidade do contornoentreomodeloeaescolha,(AIB 1C1,A2B2C2,A3B3C3parafundobrancoeC1D1,C2D2,(23173parafundovermelho).Asfolhaseram separadasem blocose oscritériosde seqiênciadasmesmasexigiam que todososmodelosfossem apresentadosantesqueumdelesfosserepetido,equetodasasposköespossfveis53


hEC -hïtiliseExperimeataldoComportamentogararesgostasfossem a?resentadascomocorretas,antesqtleh0tlvesseumarepetiçào(Sidman,KirkeW illson-Morris,1985).Asparicipantesforam 4 meninas,divididasem doisgrugosdedois,quetinham respectivamente8,11,e12,7anosnoinfciodascoletasdedados.O plimeiro grtlpo(grtlposimultâneo)foisubmetidoatreinoemfundobrancoAB eAC simultaneamentecomotreinoem fundopretoAB eAC eaotestedesimetriaCA eBAedeequivalênciaBC eCB,sob aformadetentativasdesondanso reforçadas,inseridasentre tentativasreforçadasdelinha debase.Foram testadastambém asrelaçöesentreosestfmulossobrefundobranco,agesardetriviais(5quearelaçàoerasemgredeidentidade).Degoisdestestestesfoifeito0treinoCD,em fundovennelho.Finalmente,0conjuntoD foiinseridoem testesAD,DA,BD eDB com asfigurasapresentadasem fundopreto(etambém,embora a escolha fosse ainda e semprede identidade,em fundobranco).J5paraosegundogrupo(gruposucessivo)omesmo procedimento foiseguido no que diz respeito à seqiênciadosestfmulos,porém asalternativasdetreino branco(AB eAC)nëoforam apresentadasenquantoossujeitosnâo atingisem umresultadosatisfatörio(100% deacerto)naslinhasdebaseesondagenspretas.Emambososgruposa linha debasefoiobtidacom sucesso(100% deacertos)paratodosossujeitos,inclusivesendo este o critério necesssrio para sesubmeterauma nova etapado procedimento.J5em relaçâo àssondagens,osresultadosforam diferentespara osdoisgrupos,mostrando queacriançasubmetidaaum controlecontextualsucessivo(gruposucessivo)obteve um desempenho melhordo que a criança submetida aocontrolecontextualsimultâneo(gruposimultbeo).O gruposimultbeo alcançou o resultado de aproximadamente96% ,enquantoo grupo sucessivo alcançou o resultado de 100*.?liedallessimétricasetfansitivasqtlen0Sestutbsanteriores,atbmentandoaschancesdossujeitosdemonstrarem aformaçâodeequivalência.Duasoutrasdiferençaspoderiam também tercontribufdogaraa formaçso dasequivalênciasde gosiçso neste estudo:oemgregodoprocedimentodediscriminaçsosimultl eanolugarde sucessiva,e a sinalizaçâo decada classe com uma c0respecftica.O aumento no limite de tentativasde testepermitiutambém indicaro lécusdadificuldade em formarequivalênciasdeImsiçso'.amaioriadossujeitosnecesitoudeum ntîmeroconsideravelmentemaiordetentativasparaatingircritérionasondagemdaplimeiratransitividadetestada,ou seja:no testeâ-C.Osresultadosdesteestudosugerem aextenssodaformaçâo deequivalênciaparaadimenssodeestfmulocaracterizadacomoposiçf0.- 000-AEC 2.03EFEITOSDO NUMERO DE PARESSOBRE A DIMINUIAODA RESPOSTA AUXILIAR.JoqeM.Oliveira-castro,GoiaraM.de Castilbo,Juliana B.Faria,Fabiana C.Brasileiro,MoemaB.Dias,â'l/(a L Hostensky.Universidade de Brasflia.Em experimentosanteriores,utilizando uma tarefa de paresassociadosnaqualuma respostaauxiliarapresentava osegundo membrodopar,umadiminuiçâonacorrelaçâoRP (razâoentreafreqiênciade reforço programado para determinada resposta pelafreqiiência totaldereforço programado para respostasnaquelaposiçëo)produziuaumentonotempototalderespostaauxiliarestimado paraaaprendizagem dospares.Naquelesexperimentos,noentanto,osvaloresde RP foram manipuladosmantendo-- 000-se afreqiência totaldereforço programado porposiçâo constante.i.e.,ontimero de paresfoimantido constante.0 presenteexperimentotevecomoobjetivoveriticarosefeitosdemudançasnosvaloresdeRIIalterando-seontîmerodepares.Dozealunosuniversitsriosparticiparam comosujeitosdequatro sessöesexperimentais.Umatarefa de paresassociadosde fonnas-caracteresarbitrslios,realizada em um microcomputador,foiutilizada.Emcadatentativadestatarefa:1)umaformaeraapresentadanatela;2)umarespostaauxiliarapresentavaoscaracterescorrespondentesà.forma;e3)osujeitodigitavaoscaracteres.Ossujeitosforaminstrufdosa memorizaroscaracteres.Cada sessâo terminavaquandoosujeitodigitaseoscaracterescoretamenteparatodasasformassem emitirresposta de auxflio ou apös24 blocosdetentativas.A primeirasesào,igualparatodosossujeitos,contendooitoparesdeformas-caracterestevecomoobjetivogarantirfamiliaridadecom a tarefa.Em trêsoutrassessöes,aseqûênciadasquaisfoibalanceada,dois,quatro ou oito paresdefonnascaracteres(e.g.,-AAA..)foram utilizados.0 tempototalderesposta auxiliarestimado para a memorizaçëo decadacaractereaumentou com o aumento do ntimerodepares,sendo que o aumentofoi,emmédia,maioremaissistemético(11dos12sujeitos)comamudançadedoisparaquatroparesdoquedequatroparadoispares(8dos12sujeitos).Estesresultadosreplicam osdadosobtidosem experimentossobre memorizaçâo de listasdesflabassem sentido,osquaisutilizaram procedimentosdiferentes,esugeremqueacorrelaçâo RP pode seruma dasvariiveisrelevantesnaanélise de complexidadede tarefasde paresassociados.(CNPq)AEC 2.02EQUIVALVNCIASFORMADASA PARTIR DE ESVMULOSPOSICIONAIS./FI/nf/ deE Ribeiro (UniversidadedeBrasflia),OlavodeE Galvâb (UniversidadeFederaldoParé)eSldia N.M.Campos(UniversidadedeBrasflia).O presente estudo é umareplicaçâo de estudosanterioressobre aextensâo da formaçâo de relaçöesde equivalência para a dimensâodeestfmulo caracterizada com o posiç:o.A caracterfsticadefinidora dosestfmulos,empregada para a formaçào de 3 classesdeequivalênciacom 3membroscada,foiconstitufdapelasnove posilfesdascélulasde uma matrizretangular3x3mostradanomonitorde um computador.Asposköesdoestfmuloamostrae dosestfmuloscomparaçëo foram sinalizadasporcélulasvermelhasparaastentativasde treino e teste constituintesda classe1,célulasverdesparaa classe 2 ecélulasazuispara aclasse 3.Asdemaiscélulasda matriz tinham a corcinza.Contudo somenteasposiçöesrelativasdaamostra ecomparaçâo positivaespecificavamaescolhacorreta,posto que em cada tentativa o cstfmuloamostrae osestfmuloscomparaçâo tinham a mesmacor.Cincoestudantesuniversitiriosforam treinados,em linhade base,a fazer6discriminaçöescondicionaisconstitufdasde 3paresderelaçöesposicionaisA-Be 3 paresB-C.Sondou-se entëo aspropriedadessimétricascomostestesB-A eC-B,e transitivascom ostestesA-C eC-A.Osresultadosmostraram quetodosos5sujeitosformaramas3 classesde equivalência constitufdaspelasposiçöesdosestfmulosnamatriz.Osresultadospositivosdeste estudodivergem dosresultadosprevalentemente negativosrelatadosem estudos anteriores.Contudo,permitiu-se um ntîmero detentativasdeteste consideravelmentem aiorparasondaraspro-- 000-54SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


éEC -éndliseExperimentaldo ComportamentoAEC 2.04APRENDIZAGEM DEPARESASSOCIADOS:DIMINUIAODA RESPOSTA AUXILIAR ENTRE SESSOES.JorgeM.Oliveira-castro,GustavoJ!Carvalho,Juliana B.Faria,Moema B.Dias,Diogo C.S.Ferreira,Mônica R.Mullez UniversidadedeBrasûia.Osresultadosdeexperimentosanterioressobre aprendizagem deparesassociados,utilizando diferentestarefase materiais,indicamque,quando se adotaum procedimento no qualuma respostaauxiliarapresentao segundo membro de cadapar,a duraçào daresposta auxiliardiminui,com aceleraçào negativa,com o aumentodastentativasdurante asessào.Esteresultado tem sidodescrito pelaequaçâoTempo/corretas=b+ arlog Tentativas),onde tempo/cprretasrepresenta a duraçào darespostaauxiliardividida pelo ntimero de respostasdigitadascorretamente,e a e bsào parâmetrosobtidosempilicamente,podendo serinterpretadoscomoa taxa estimadade decréscimo da resposta auxiliarentretentativase a duraçso estimada derespostaauxiliarna primeiratentativada sessâo,respectivamente.Doisexperimentosforamconduzidosparaveriticaradiminukâodarespostaauxiliarentresessöes.No Experimento 1,quatro alunospm iciparam comosujeitoseexperimentadoressimultaneamente.Umatarefadeparesassociadosdefonnas-caracteresarbitrM os,realizadaem ummicrocomputador,foiutilizada.Em cada tentativa desta tarefa:1)umaformaeraapresentadanatela;2)umarespostaauxiliarapresentavaoscaracterescorespondentesàforma;e3)osujeitodigitavaoscaracteres.Cadasessàoterminavaquandoo sujeitodigitasse oscaracterescorretamente para todasasformassememitirresposta de auxflio ou apös30 minutos.Foram conduzidasde quatro a setesessöes,com espaçamento de um a quatro dias,com omesmoconjuntodeparesassociados,oqualconsistiaemoitoparesdeformas-caracteres(e.g.,-é é Aô &).Considerandoosdadosdesesöesconsecutivasemconjunto,aequaçâologarftmicaapresentouum bom ajuste(médiader2= 0.71).NoExperimento 2,11alunosuniversitiriospm iciparam como sujeitosdeduasaquatrosesöes.Oprocedimentoutilizadofoiidênticoàquele adotado no Experimento 1,diferindo apenascom relaçâoaomaterialutilizado,o qualera composto de quatro paresdefonnas-caracteres.Considerando osdadosdesessöesconsecutivasemconjunto,aequaçëologarftmicatambém apresentouum bom ajuste(médiader2= 0.62).Pode-seconcluirqueadiminuiçâoda resposta auxiliarintrae entre sessöesapresentou umpadrâo semelhante,o quepode virasertîtilnaprediç:o de desempenho.(CNPq)- 000-AEC 2.05EFEITOSDEESTfMULOSAMEACADORESNAEMERGZN-CIA DA EQUIVM ANCIA.SôniaM.M.NevesJ?'LucM.A.Vandenbergheb,Lûcia Helena.R.Oliveirap # Maria C.Villanel' .#André M da s'ïlvat,Kelen Cristina.A deOliveirat.lUniversidadeCatölica de Goiés/2UniversidadeFederalde M inasGerais.Estudosrecentesdestacaram o papelde variiveiscognitivasenvolvidosnodesenvolvimento de fobias.A teoriacomportamentalprimeiramente relacionou taistranstornosao condicionamentoclissico,sendo maistarde desafiadaporuma visâo que atribuium papelcentralaoschamadosprocessoscognitivos,motivandoassim a anâliseexperimentaldasparticulalidadesdosmesmosnestaspatologias.Neste trabalho seré utilizado o paradigma daequivalêncianoestudodocomportamentosimbölicoem sujeitosSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiacom transtorlm deansiedade,sendoqueo objetivodopresentetrabalhofoi,primeiramente,avaliarseossujeitosnopré-testeestabeleciam relaçöesentre diferentestiposde estfmulos,identiticadoscomoneutrosouameaçadoresoucomoarbitroos(semsentido)pelossujeitosföbicosem entrevistaclfnica.Em seguida,foiverificado seapösotreino derelaçöesentreestfmuldsarbitrlrioseestfmulosameaçadorese entre estfmulosarbitrM ose estfmulosneutros,fonnariamclassesemergentes.No cayjo daformaçsodeclassesnovosestfmulos(arbitrslios,ameaçadoreseneutros)foramintroduzidoseOSsujeitossubmetidosatestedeexpansâodasclasses.Participaram destapesquisa .qpatrosujeitossendodoisföbicos(1F e2F)edoisnâoföbicos(1C e2C).ForamapresentadosaossujeitosIF eIC osestfmulosidentificadoscomo.ameaçadores,neutrosearbitrsriosdeacordocom osujeito1F,eforam apresentadosaossujeitos2Fe2C osestfmulosidentiticadospelossujeito2F.Todossujeitospassarampelasseguintesfases:(1)pré-testedasrelaçöesdeeqtivalência,(2)treinodasrelaçöesmistas(estfmulosarbitrbrioseameaçadoresouarbitrlrioseneutros),(3)testesdeequivalênciae,em casosdeformaçâodeclases,ossujeitospasariam gorumafase(4)detestedeexpansëodasclasses.Osresultadosmostraram que o desempenho dossujeitosföbicosapresentaumaausênciaderelaçöesmistas(combinandoestfmulosameaçadoreseneutros)nopré-teste,ditkuldadesnaemergência derelaçöestransitivasmistase a expansâodeclasescom estfmulosamewadores.O desempenhodossujeitosnâoföbicosnâo apresentava essascaracterfsticas.Estesdadosparecem confirmarosresultadosde Lesley el.al.que demonstraramadificuldadequesujeitosclinicamenteansiosostem naformaçâode classesmistase osde Plaud,ondeseobservou quesujeitosansiosostem maisfacilidadeem formarclassescom estfmulosneutrosdoque com estfmulosameaçadores.avlpApEu lc- ooo-AEC 2.06COMPOSICAO DAJ RELAIX ESCONDICIONAISTREINA-DAS E A EM ERGENCIA DO CONTROLE CONTEXTUAL.JairJ-//MJJunior(UniversidadeEstadualPaulista)eMariaAméliaMatos(UniversidadedeSâoPaulo).O objetivodestetrabalhoconsistiuem veriticaraexistênciaderelaçöesfuncionaisentre a emergênciado controle contextuale acomposkâodasrelaçöescondicionaistreinadas.Foram realizadosquatroexperimentoscom quatro universitM osem cada.Umsoftware apresentou tigurasarbitrM asna telade um monitor,registroue gravou asrespostasdeescolha.No Experimento 01,oPasso 01consistiu no treino do controlecontextualsobre asrelaçöesAB.NoPasso 02,ocorreu o treino dasrelaçöesBC e DA.Deste modo,osestfmuloscontextuaisforam exibidos,no treino,diante de apenasalgunsdentreosestfmuloscomponentesdasrelaçöescondicionaissobreasquaisfoitestadaa emergênciadocontrolecontextual(Passo03).NoPasso04 realizou-seotreinodasrelaçöesXY eXZ,seguido pelostestesdasrelaçöesequivalentesesimétricas.O Passo 05avaliou a transferência do controlecontextualentreosestfmulosequivalentesdoPasso 04 sobreasrelaçöestestadas(Passo03)etreinadas(Passo01).NoExperimento02,o Passo 01consistiu no treino dasrelaçöesXAB e,posteriormente,XBC.Destafeita,osestfmuloscontexmaisforamexibidosdiante detodososcomponentesdasrelaçöescondicionaissobre asquaisocorreu o teste posteriordo controlecontextual.Em seguida,ocorreuaexposkâo aoPasso04doExperimento01.OsExperimentos03 e 04 foram iniciadospelo Passo55


AEC -hntiliseExperimentaltft?Comportamento04 doExperimento01.NoExperimento03,naseqtiência,ocorreuaexposkâoaosPasos02,01e03doExperimento01.NoExperimento04,ossujeitosforam expostosao Paso01doExperimento02.OsExperimentos02,03e04foram tinalizadoscom aavaliaçso da transferência do controlecontextualentre estfmulosequivalentes.Osresultadosindicaram:a)menoratrasonaemergênciado controlecontextualsobreasclassesdeestfmulosequivalentesnacomposiçsoutilizadanosExperimentos01e03;b)amesmacficiêncianatransferênciadefunçsodocontrolecontextualindependentedacomposkâoempregadanostreinos.Estesresultadossugerem queacomposkâoutilizadanosExperimentos01e03apresentamaioreficscianoestabelecimentodasrelaçöesde controleprevistasena eliminaçâo derelaçöesadventfcias.- 000-AEC 2.07EFEITOSDA ORDEM DE TREINO SOBRE A EMERGZN-CIA DO CONTROLE CoNK xWvhu lairlvopesJuniorlvniversidadeEstadualPaulista)eMariaAméliaMatos(UniversidadedeSâoPaulo).O objetivo destetrabalhoconsistiuem avaliarosefeitosdaordemde exposiçâo a diferentestiposdediscliminaçëo condicionalnaemergência do controle contextualsobreclassesde estfmulosequivalentes.Trêsexpelimentosforamefetuadoscom quatrosujeitosuniversitsliosemcada.Um softwareexibiatigurasarbitrM asnum monitor,registrava e gravava asrespostasdeescolha.NoExpelimento01,ossujeitosforamexpostos,noPasso01,ao treino do controle contextualsobre asrelaçâo AB e,posterionnente,BC.Emambos,o treino era iniciado pela apresentaçâodasseisrelaçöesXAB e,em seguida,dasseisrelaçöesXBC.Naseqiência,ocorreu o teste do controlecontextualsobre asrelaçöesequivalentes,transitivase simétricas.No Passo 02,foramtreinadastrêsrelaçöesXY e,logo apös,trêsrelaçöesXZ.Emseguida,testou-se a emergência dasrelaçöesequivalentese simétricas.NoPasso 3,avaliou-se a transferência de funçâo de controleentreosestfmulosX,Y e Z sobre asrelaçöescondicionaistestadasetreinadasno Passo 01.No Passo 01do Expelimento02,otreinoem separado(gradual)decadarelaçâoXAB precedeua exposiçâo ao treino dasseisrelaçöesXAB,sendo este mesmoprocedimento gradualadotado no treino dasrelaçöesXBC.Em seguida,testou-se aemergência do controle contextual.OsPassos02 e03 foram idênticosao Experimento 01.No Expelimento03foram efetuadososPassos02,01e 03,respectivamente,doExpelimento01.Osresultadosindicaramque:a)aordemadotadanoExperimento03seconstituiunacondkàodetreinomaisetkiente para aemergênciado controle contextualsobreclassesdeestfmulosequivalentes;b)ostreinosgradualenâogradualnëoacusaram relaçöesde funcionalidade distintascom aemergência e a transferência do controle contextual.Precedendoaobtençâo dosresultadosprevistosnostestesdo Passo 01dosExperimentos01e 02,veritk ou-se a emergência de relaçöesdecontrolepassfveisdedescrkâopelaunidadedeanélisedecincotermos.Estedado se contrapöe à hipötese de que resultadosnegativosnostestesdeequivalência corresponderiam àfusâo declassesdeestfmulos.-000-AEC 2.08A NATUREZA HIEG RQUICA DOCONTROLE DEESVMU-LOS:ASPECTOSEMPfRICOSE METODOLUGICOS.Jairfa/pd.çJunio6ârlf:ClalidiaM.élmeida,BùgrldrR.Silva,ânlJniofténgélico(UniversidadeEstadualPaulista),MariaX-J/ZMatos(UniversidadedeSâ()Paulo).Significativaparceladepublicaçöessobreequivalênciadeestfmtlcstemlegitimado a expansâo propostana tlnidadede anllisebssicadocontrolecondicional.Em particular,osestudossobrecontrole contextualsugerem queosresultadospositivosobtidosnostestesque avaliam a emergência desta modalidade decontrolesobreclassesdeestfmulosequivalentesseriampassfveisdedescriçso pela unidade de anslise de cinco termos:estfmuloscontextuaisexerceriam controlecondicional(desegundaordem)sobre relaçöescondicionais.Nestaexpansâo da unidade de anllise,oestfmulo contextualteriasuafunçâo restritaao controle dacomposkâodasclassesdeestfmulosequivalentes,n:oseconstituindoem membro da classe.Entretanto,anélisesconceituaiseevidênciasempfricasrecentestêm questionado se esta interpretaçàohierlrquicado controledeestfmulo nëo seria decorrentedecaracterfsticasdeprocedimentosexperimentaisempregadosnostreinose nostestesde relaçöescondicionais.Em delineamentosonde osestfmulosqueexerceram o controle contextualnostreinos,passaramaexercer funçâo deestfmulo de escolha nostestes,evice-versa,foram registradosresultadospositivosnostestesdasclassesde estfmulosequivalentescompostasportodososestfmulosintegrantesdascontiguraçöesutilizadasnostreinosenostestes.Assim,o que se denominadiscrim inaçâo condicionalnomodelo hierlrquico podeliaserdescrito em termosdo controlediscriminativosimplesporestfmuloscompostoscom elementosseparsveise substitufveis.Parece-nosque esclarecimentosadicionaisacercada dicotomiaentre o modelo hieréquico eo modelobaseado na permutaçëo defunçöesentreoselementosdosestfmuloscompostosseriamdecorentes:a)depropostasdedelineamentosqueavaliassem atransferência d:sdistintasfunçöesdiscriminativasexercidasporcada elemento do estfmulo composto;b)dadiscriminaçëoentresituaçöesaplicadasdeensinoonde talpermutw lo é possfvele situaçöesonde ta1permutw âccomprometeriaasrelaçöessemânticasensinadas.- 000-AEC 2.09APRENDIZAGEM DO CONCjITO DE PROyORC/O:INTERAIAO ENTRE EQUIVALENCIA DE ESTIMULOS EINSTRUIOES./nIJFI/CarlosGodinhodosSantos,XI: JrIJrJViana deSouza,Cristiane Kolody :5 , y.UniversidadeCatölica deGoiss.Em pesquisaanterior,Santos(1996),demonstrouqueo paradigmadeequivalência de estfmulosfoieficaz paraestabelecerdiscriminaçöescondicionaisentrefraçöespictöricasenuméricaseentrefraçöesnuméricas.Porém ,observou apenas nfveismoderados degeneralizaçâoparanovassituaçöes.O objetivodesetrabalhoéinvestigaro efeito de instruçöese do paradigma de equivalênciade estfmulossobrea aprendizagem do conceito deproporçâo.Dezalunosde quintasérie,com deficiência em problemasfracionérios,foram ensinadosa escolherfraçöesnuméricascondicionaisafraçöespictöricas(treinoAB)ounuméricas(treinoBC).Antesdecadacondiçâodetreino apareceunatelado computadorinstruçöescontendoinformaçöessobre a çregra de três'(TinocoeLopes.1994).O numeradordosestfmulosdecompara-56 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


AEC -éntilise ExperimentalA ComportamentoçLoforam iguaisparaossujeitosdogrupoexperimental1(E1)ediferentesnogrupoexperimental2(E2).Osdadosforam avaliadosemfunçso do nlimero de acertose errosnasvâiascondiçöesexperimentais.Em geral,osresultadosreplicam apesquisaantelior.Ossujeitosmostraramrelaçöestreinadasdiretamenteerela-Wesderivadas(simetria,transitividadeeequivalência)formandotrêsclasesdeestfmulosdetrêsmembros(ABC).A expansodessasclasses,apöso treino de novasfraçöesnuméricascom asfraçöespictlricasdasclasesjsfonnadas,nsofoiobservada.Ageneralizaçso paranovasfraçöesocorreu apenasem nfveismoderadosparaamaiorpartedossujeitos.Contudo,avaliaçöesgerais,emsituaçsoescolar(prova),mostraram ganhossisteméticospara osgruposE1eE2,masn:oparaossujeitoscontroles(nsotreinados).Deconfnciasmetodolögicasparanovaspesquisas(comoinvestigardocontelidodasinstruçöessobreodesempenhogeneralizado)eparaaprsticaescolarnoensinodoconceitodeproporçàopodem serobtidasdosresultados.(CNPq/PIBIC)- 000-AEC 2.10EFEITOSDA ORALIZACAO DE PALAVRASSOBRE AAQUISICAO DE COMPORTAMENTO TEXTUAL.Mariaâlng/ft7Matos(UniversidadedeS5oPaulo),MariaMflrl/la CostaHlibner(UniversidadeMackenzie),BùgndrPeres(UniversidadedeS5oPaulo),RosaHelenaMalheiros(UniversibadeMackenzie),ValériaSerm (UniversidadedeSLoPaulo),l'/rtzKilsztajn(UniversidadedeSàoPaulo).A aplicaçèo do paradigma de equivalênciaao ensino deleituratem-serevelado etkazn:o sö pela emergênciadaleitura comcompreensào,mastambém pelosaltosfndicesdeacerto durante aaquisiç:o dasrelaçöescondicionaispré-requisitos.No ensinodessasrelaçöes,empregam-se procedimentosdeexclusâo,introduçàogradualde estfmulosde escolha ereforçamento diferencial.Emalgunsestudos,acopla-se também a oralizaçâo do estfmulo-modelo(palavrasditaspeloexperimentador)pelosujeito.Opresenle estudo examinou o efeito especffico dessa oralizaçâosobre aaquisiçâo dasrelaçöescondicionais,paraverificarseh;,de fato,melholia dedesempenhoquando a oralizaçâo éinclufdanosprocedimentosclsssicosdoparadigma.Ossujeitosforam 13criançaspré-escolares,de 5 anos,nâo alfabetizadas.O procedimentoblsico é um aversào moditicada do paradigma de Sidman.Num primeiro momento,asciançasaprendem a selecionartigurasdiantedeseusrespectivosnomes(figurasdeBOLO-LOBO-CABO -BOCA -treinoAB)easelecionarpalavrasescritas(referentesàsfiguras)diantedosnomesdaspalavrasditaspeloexperimentador(treinoAC).Num segundomomento,sâosubmetidasatestesdeequivalência(relaçöesBCeCB)e,num terceiromomento,atestesde leitura de novaspalavras.Apenasoprimeiro momento,e,especificamente,a aquisiçâo dasrelaçöesAC é o foco deanflisedo presente estudo.Todososestfmuloseram apresentadosem uma tela de computadorsensfvelao toqueeoexperimentadorconduzidoporum sopwareprogramado paratal.Das13crianças,seisaprendiam a parearasfigurase palavrasescritasaosnomescorrespondentesditospelo experimentador(treinoAB eAC)sem queverbalizassem omodelofalado peloexperimentador.Ascriançasrealizavam ospareamentosem silêncio.Xssetecriançasrestantessolicitava-sequeapösomodelofalado,elasrepetissem apalavra ouvidaesö depoisemitissem arespostadeescolha.Osdesempenhosforam analisadosdnranteotreino AC,quanto ao ntimero totalde tentativasnecessM o para oalcance do critério e o totaldetentativasporpasso.N5o foramencontradas,até o momento,diferençasimportantesentreosresultadosdosdoisgrocedimentos(comoralizaçâo esem oralizaçàodomodelo),oquepodetrazerimplicaçöesmdodolögicasesuscitardiscussöestelricas,tantosobre o papeldesse operante(oralizar)noaprendizadodeleitura,comosobreopapeldesseoperantecomopossfvelrespostadeobservaçsoddiferencial,naaqnisiçâoderelaçöescondicionais.(CNPq)- 000-AEC 2.11TRANSFER/NCIA D0 CONTROLE DE ESTJMULOSUSU-AlsPARA NâO USUAISC0M FADING.GraubenJ.â.AsieMarcelo:.G.Baptista,OlviaMisaeKato,IsabelP EstevesleKeila R.S.hlvesl.UniversidadeFederaldo Paré.Estudosanterioressobrea formaçâo de classesdeestfmulosequivalentes,apartirdediscriminaçöescondicionaiscemfadingemhumanos,sem reforçamento diferencialexplfcito,mostraram grandevaliabilidadenosresultados.O presente trabalho buscou veriticarseodesempenhodesujeitoshumanossubmetidosaotreinodiscriminativocomfading(remoçëo gradualdaluminosidadedasfiguras,apartirdastentativasiniciais,até a apresentaçso dasmesmas,com apenaso contomo,nastentativasfinaisde cadablocodetreino)etesteprecocedesimetria,atravésdeumpareamento consistentedemtîltiplaescolhasimultbeaeestfmuosusuais(CondiçâoA),setransfeririaparaumaoutracondiçâosemelhante,porémcom estfmulosnâousuais(Condiçlo B)naausênciadeconseqûênciasdiferenciais.SeisuniversitM osdeambosossexos,foramsubmetidosao treino das relaçöescondicionaisABeAC,e ap4scadabloco de treino com 36 tentativas,aostestesde simetria BA e CA e deequivalênciaBC e CB.A tarefadossujeitoseraresponderafigurasgeométricas(usuaisenâousuais),atravésdeum monitorde vfdeo com telasensfvelao toque.Emcadatentativa,o modelo e o S+ reduziam aluminosidade,apartirdodesempenhodossujeitosquedeveriam alcançar100%de acertosporbloco de treino,para em seguidaserem submetidosaostestesdesimetriaeiquivalência.Ostestesforamaplicadosduasvêzes,apösumméximo de dez revisöesde linha de basecorespondente.Todosossujeitosalcançaram ocritériodeaprendizagemcom reduçâo do ntimero de tentativasno treino e foramsubmetidosaostestes,nasduascondiçöes(A eB);um sujeito(ALE)conseguiudemonstrarsimetriaeequivalêncianasduascondköesprevistas;trêssujeitos(AFO,ROM eWLA)mostraramrelaçôesdeequivalência(BC eCB)apenasnacondiçâo:% ';doissujeitos(NAT eALX)apresentaram resultadospositivosapenasnos testes desimetlia BA e CA,em ambas ascondiçöes.Essesresultadosparecem demonstrarque a antecipaçâo dostestesconjugadaaofading,nâoapenasreduziuavaliabilidadeintereintrasujeitosem relaçâoaosestudosanteriores,comopossibilitoudesempenhosmaisconsistentes,gerando inclusive transferênciado controlede estfmulosusuaispara nâo usuais.- 000-57SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


hEC -ânti/ileExperiteïtaltftlCotnportatneatoAEç 2.12EFEWOSDA ORALIZAIAO DE PALAVRASSOBRE 0 CON-TROLEPOR UNIDADESMfNIMAs.MJHJâvJfJVJl/J(UniversidadedeS5oPaulo),MariaMarthaCostaHibner(UniversidadeMackenzie),W'lgrzrPeres(UniversidadedeSâ0Paulo),RosaHelenaMalheiros(UniversidadeMackenziel,s/lfrleylaylulZoëan(UniversidadeMackenzie).0 grocessoatravésdoqualageneralizaçàodeleituraocorreaindanà0estlclaro.EstudosanterioresdeMatoseHubner(1996)vêm investigandoefeitosdediferentesvarilveissobreaemergênciadaleiturageneralizada,tendodetectadoaumentoderepertérioinicialdepalavras,davariaçsosistemlticadaposiçëodassflabaseletrascomo varisveisimportantes.Nesteestudo,umaoutravarisveléexaminada:aoralizaçâo,pelosujeito,daspalavrasdotreino,poisesse operante poderia aumentara discriminaçàodassflabaseletras.Ossujeitosforam14 criançaspré-escolares,de5anos,nâo alfabetizadas.O procedimento bésico é umaversâo moditicada do paradigmade equivalência deSidman,apre-Sentadoviaum softwareespecialcom telasensfvelaotoque.Plimeiroascliançasaprendem a selecionarfigurase palavrasesclitas(BOLO-LOBO -CABO -BOCA)diantedosrespectivosnomesfaladospeloexperimentador(treinosAB eAC).Em seguida,sàosubmetidasatestesdeequivalência(testesBCeCB)ondepareiam,sem treino especffico,astigurascom asrespectivaspalavrasesclitasevice-versa.Portîltimo,realizam testesdeleituradenovaspalavras(BOBO -LOLO -CALO -LOCA),compostasporletrasesflabasdaspalavrasde treino.Antesdostestes,foram introduzidosprocedimentosespeciaisque ensinavamàscriançasa oralizaraspalavrasde treino.Houve quatrovariaçöesdesseprocedimento.10)aoralizaçâoeraensinadalogoapöso treino AC,e o modelo oralizado pelo experimentadorerasem silabaçâo.r)aoralizaçsoeraensinadaapösotreinoAC eomodeloerasilabado,com espaçamentooralentreassflabas.3@)aoralizw :o era ensinada antesdostreinosAB eAC,eo modeloerasilabado.4@)aoralizaçào eraensinadaduranteostreinosABe AC;solicitava-se àscriançasqueantesde emitirem a respostade escolha,repetissem o modelo do experimentador.Osefeitosdessestreinosforam avaliadosno desempenho dostestesde novasformasverbais(testeB'C'eC'B').Aoralizaçâoduranteotreino AC foiaque maisresultadospositivosgerou nostestesB'C'e C'B',seguida pelaoralizaçâo antesda linha debase.Osprocedimentosdeoralizaçào apöstreino AC n:0 geraram resultadospositivosnostestes.H5,entretanto,variabilidadenosresultados.Novosdadosseràocoletadospara solidificara conclusâodo efeito positivo da oralizaçào durante o treino AC sobre ocontrole porunidadesmfnimas,o quecorroborariao amplo usodo çfalarem vozalta'nosmétodosdeensinodaleitura-(CNPq)- 000-AEC 2.13SIMETRIA DE P0sI(AO EM CEBUSAPELLA.RomarizdaSilva Barros,Olavo de FJHJ Galvso,Marlene MarquesM onteiroePaulo Roberto Pacheco dias.Universidade Federaldo Paré,Belém.A dificuldade de obtençâo de fonnaçâo declassesdeestfmulo emanimaispode estarrelacionada àfaltade histöria apropriada oufontesirrelevantesdecontrole,como a posiçëo dosestfmulos.Afonnaç:o de relaçöescondicionaisde posiçâo poderia facilitaraformaçâodeclasses.O objetivodesteestudoverificarsepoderse-iausarprocedimento de %sleam ing-set'para obtençâo deemer-gênciadesimetria.Osestfmuloseram 9qtladratbsLrancosemumamatliz 3x3.Asrelaçöesentre o estfmulo modelo eascomparaçöescoretaseramparalelasenaposiçsohorizontal(nalinhasuperior,A1B1;linhadomeio,A282 elinhadebaixoA3B3).Um macacoCebusapela machosub-adultoeexperimentalmenteingênuofoisujeito,emum procedimentodepareamentoaomodelocom atrasozero.O testedesimetriaBA eraaplicadoapbsosujeitoatingir()critériodeaquisiçsonotreinodasrelaçöescondicionaisAB,de18tentativascoretasccnsecutivas(6tentativasdecadadiscriminaçso).Notreinoescolhasincoretaseràmseguidasdereagresentaçso datentativaeacontagem detentativascorretaserareiniciada.O teste de simetria tinha48 tentativas:36delinhadebasee12deteste(4decadarelaçâo).Osresultadosforamnegativos.AsrelajfescondicionaisBA foram entsotreinadasaté o critério seratingido.A linha de base BC foitreinadaem seguida.O testedesimetliaCB foientâo conduzido,eosresultadosmostraram emergênciadesimetria.O sujeitorespondeude acordo com o esperado porsimetria na primeira e em duasdasoutrastrêstentativasde teste para cada um adasrelaçöesCB.Essalinha de base pode constituirum desempenho deverdadeiropareamento ao modelo.Replicaçöesdesteexperimento com omesmosujeito,usandooutrasrelaçöesentreposiçöes,ecom outrossujeitosdamesmaespécie,bemcomo testesadicionaisdetransitividade e equivalência est:o em execuçâo.Essesresultadosindicamque macacospodem mostrardesempenhosindiretamentetreinados(simetria)nessasituaçàosimpliticada.Aanslisedatopogratia do controlede estfmulo foidecisiva para o desenvolvimentodo critério de aprendizagem aquirelatado.que é semelhanteaocritériousadoemexperimentoscom sujeitoshumanoseé pioneiramente relatado em um expelimento de discriminaçâocondicionalcommacacocomosujeito.Osdadostambémsugerem queotreinodarelaçâoBA (nâoemergente)contribuiuparaaposterioremergênciadarelaçâoCB.(CAPES,CNPq).-000-AEC 2.14RECORDAIAO DE EVENTOSE A FORMAIAO DE CLAS-SESDE ESTfMULOSEQUIVALENTES.VerônicaBenderSl)WJf,Juliana RodriguesTini,NaienedosSantos Pimentel,RosimaryLimaGuilherme,Aftzrcft7Piresdeântfrctfc,LucianaSiqueira.UniversidadeEstadualdeLondrina.Osresultadosde estudossobre tslembrançasligadasao eu',nosquaisfoiavaliadosenomesdepessoas(Pessoasjconhecidasenomesdeobjetosligadosaelessàomelhorlembradosdoquenomesdepessoasdesconhecidasedenomesobjetos(Objetos)ligadosaestes,eseo fornecimento de tdicas'contribuiparaaumentaraprobabilidadedosnomesdeobjetosserem lembrados,foramanalisadosc0m base nosprincfpiosde Anélise doComportamento.No presente estudo além de tersido replicado oprocedimento dosestudosdabibliografia,foiacrescentadaumaetapaquepermitiu avaliaro processo de fonnaçâo declassesdeestfmulosequivalentes.Vinteeum sujeitosfol'am submetidosaoprocedimento.Naplimeiraetapafoisolicitadoaossujeitosqueformassem frasesrelacionando nomesde pessoasconhecidasedepessoasdesconhecidasanomesdeobjetosqueforam aelesfomecidos.Apösuma tarefa irrelevante foram realizadostestesdeevocaç:olivredosnomesdeobjetos(EstfmuloB),evocaçâodestesem presença de çtdicas'evocaçâo dosnomesdepessoas(EstfmuloA)earecordaçâodasfrasescompletas.Nasegundaetapa,realizada doisa quatro diasdepoiscom um programacomputadorizado,foifeito um treino de discriminaçâo condicio-58 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


DEC -àndliseExperimentaldoComportamentonal(TreinoAC)em queosnomesdeobjetoseram osestfmulosmodeloetigurasabstratas(EstfmuloC)eram osestfmulosdeescolha,Em seguidaforam testadasasrelaçöesemergentest'TesteBC,CB,BA,AC,CA,AA,BBeCC).O ntimeronomesdeobjetosrecordadosquandoestesforam pareadoscom pessoasconhecidasnâofoidiferentedontîmeroobjetosrecordadosqueforam pareadosa pessoasdesconhecidas.No entanto,o ntimeromédio deobjetosrecordadosem presençasde dicas'appspareamento com pessoasdesconhecidas,foimenordo que ospareadoscom pessoasconhecidas.Nâo houvediferença no ntîmeromédiodeobjetosevocadosempresençadzpessoasconhecidaseosevocadoslivremente,masonlimerodeobjetosevocadosempresençadtpessoasdesconhecidasfoisignificantementemenordo quedeobjetosevocadoslivremente.Estesresultadossugerem queatarefaderecordarnomesdeobjetosem presençadosnomesdaspessoasdesconhecidaspodetersido ditk ultadapelofatoderequererqueossujeitosrecordasem arelaçâopessoa-objetoenâosomenteosnomesdeobjetos.Estahipötesefoicorroborada pelosresultadosdasegundaetapa do procedimentoem queverificou-se queo desempenho no Teste AC foisuperiornoscasosem que asrelaçöesemergentesenvolveram pessoasconhecidas.Osresultadosdo presente estudo indicam um caminhopara que se possacompreenderprocessosenvolvidosno comportamentode recordareventos,sugerindo que o princfpio deformaçào de redesrelacionaispossacontribuirpara talempreendimento.(CNPq)- 000-AEC 2.15DISCRIMINAIX ESSIMPLESOU CONDICIONAI!FOR-MAM,IGUALMENTE.RELAIX ESDEEQUIVALENCIA.éntonio de E Ribeiro;* Rogério L.deSouza,Joâo Batista C.dosReis,GuilbermeC.Sazonov,Ma.Vrgl-nia deCarvalho,Man-lia M.Da Silva;e Reginaldo T Alves Jn Universidade deBrasflia.Comparou-seaformaçâo de classesdeequivalênciaa partirdelinhasde base estabelecidaspordiscriminaçöessimplesecondicionais.Vintecriançasdepré-escola,de3 a 6 anosde idade,foramsubmetidasaosdoisprocedimentos.Nalinhade baseestabelecida pordiscriminaçöescondicionaisforam treinadastrêsdiscriminaçöesobjeto-sfmboloetrêsdiscriminaçöespalavra-sfmbolo.Nalinhadebaseestabelecida pordiscriminaçöessimplesforam treinadastrêsdiscriminaçöesobjeto-gestoetrêsdiscriminaçöespalavra-gesto.Testou-seafonnaçào de equivalência pelasondagem daspropriedadessimétricas(sfmbolo-objeto,sfmbolo-palavra,gesto-objetoegesto-palavra)etransitivas(palavraobjetoeobjeto-palavra).Constatou-seaformaçâodeseisclassesde equivalência:trêsestabelecidasapartirdediscriminaçöescondicionais(constitufdasdeobjetos,sfmbolosepalavras),etrêsestabelecidasapartirdediscriminaçöessimples(constitufdasdeobjetos,gestosepalavras).Dasvintecriançasqueiniciaram oexperimento dezesseisfonnaram todasasseisclassesde equivalência,duasforamdispensadasporfugirem ao controle dosexperimentadoreseduasnâoatingiram critério(umanasondagemdesimetriaeoutranasondagem detransitividade).Em umexperimento anteriortestou-se osdoisprocedimentoscom trezecriançassondando-seapenasumapropriedadetransitiva(palavra-objeto).Opresenteexperimentoreplicaoanterioreampliaostestesparatodasaspropriedade simétricase transitivasdasseisclassesdeequivalência,constituindo-se em maisuma evidênciade que relaçöesde equivalência nëo dependem,necessariamente,dediscliminaçöescondicionais.- 000-SBP - XXVIIReuniâo AnualdePsicologia59


PslcoBlol-oGlA E N EuRocl:xclAs


BI0 -Psicobiologia eNeurociênciasBIO 1.01INTERAG O MAE-FILHOTEEM MACACOS-ARANHA(Atelespaniscus).LucianeBizariCoindeCarvalhoeEmmaOta.Universidade de Sâo Paulo.Asteoliassobrearelaçâomie-tilhoteem primatasnào-humanosatribuem à mâeum gapelimportanteedecisivo no desenvolvimentodo tilhote.Aospoucos,com seu desenvolvimento motoreo aumento da curiosidade pelo ambiente e pelosoutrosmembrosdo grupo,o t'ilhotevaiseafastando da màe e aprendendo asobreviversozinho,emboracontinue demandando seuscuidados.Comisso,o investimento parentalvaitornando-seprogressivamentemenosnecessM o,eamâeredireciona suaenergia para outrasatividades.O conflito surge no momento em que m:e efilhotepassam a terinteressesdiferentesem relaçâo ao cuidado que eladeve dedicara ele.O tilhote nâo é sö o receptorpassivo doscuidadosmatemos.Quandosedizqueumtilhotesetronouindependentedam:e,pensa-seimediatamentequeofilhotejsécapazde passaramaiorparte do tempo longe dela,sem contato.Independênciapode nëo serapenasdistânciadamàe mascomo o tilhotese relacionacom o ambienteffsico e social.0 presente trabalhotemo objetivodeanalisaroprocessodeindependênciadotilhotedemacaco-aranha(Atelespaniscus),umaespéciedemacacodo Novo Mundo pouco estudada.Para tanto,foram observadosquatrofilhotesmachose quatro fêmeas,duranteosdoisprimeirosanosdevida.Asobservaçöes,totalizando327horas,foram feitasno ParqueZoolögico de Sâo Paulo.Constatou-seumadiminukâogradativano contatomëe-filhote,queatingiu 50%apenasno segundo ano de vida.O filhotefoio responssvelpelasiniciativasde afastamento e de contato.A màe nào foiagressivacom o filhote,esquivava-se dele e àsvezeso ameaçava.Ostilhotesmachoscomeçaramase distanciardamâe maiscedo do queasfêmeas,quepermaneceram maistempojuntodesuasmâes,engajadasem atividadesdelimpezasocialcom outrosindivfduos.Adiferença de investimento parentale conflito entre filhotesmachose fêmeas,pode serexplicada atravésdaschancesreprodutivas,com asfêmeasdemandando maiores cuidados,poiss:o elasquedeixam o grupo naépoca de reproduçâo,enquantoosmachospermanecem formandoum grupocoeso.(CNPq)-000-BIO 1.02EFEITO DO AUMENTO X EXPOSIAO AO CHOQUE IME-DIATO NO CON DICIONAM ENTO CONTEXTUAL DEMEDO.JesusLandeira-Fernandez,PontiffciaUniversidade Catölica.JosephDecola,University ofCalifornia atLosAngeles.Jeansok Kim,YaleUniversity e MichaelFanselow University ofCalifomia atLosAngeles.A apresentaçâo de um choque elétrico em um determinado contextoexperimentalleva a formaçâo de um condicionamentocontextualde medo.No entanto,esta forma de condicionamentodeixa de ocorrerquando o choqueé apresentado tâo logo o anima1écolocadono contexto experimental.No presente estudo,demonstrou-se que a ausência de condicionamento contextualdemedo através da apresentaçâode um choqueimediato nâo se devea um problema napercepçâo do choquepelo animal.No primeiroexpelimento,aumentou-se aexposiçâo ao choqueatravésdo aumentodonlimero de sessöesem que o animalera exposto aochoque imediato.Um gnlpo de animaisfoiexposto a 5sessöesdisriasde choque imediato ondeeste era apresentado imediata-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiamente apöso animalsercolocado dentro dacaixaexperimental.Um segundo grupo recebeu o choque 3 minutosapössercolocadonocontexto.Animaiscontrole n5o foram expostosao choque.Apösascinco sessöes,todososanimaisforam expostosa 4 sessöesondeochoqueeraapresentando3minutosapösserem colocadosnacaixa experimental.Condicionamento contextualfoimedido atravésdaresposta de congelamento.Observou-se queanimaisexpostosàs5 Sessöesde choque imediato nèo agresentaramqualquercondicionamento contextualuma vezque nâo apresentaramqualquerdiferençaem relaçâo a animaiscontrole.Maisainda,animaissubmetidosao choque imediato apresentaram amesma culwade aquisiçpo de condicionamento contextualemrelaçso aanimaiscontrole.No segundo experimento,aumentouseo perfodo de exposiçâo ao choque imediato.Animaisforamsubmetidosauma tinica sessào decondicionamento onde o choqueimediatoteve uma duraçâo de 5,10 ou 20 segundo.Animaiscontrole recebem um choque de 3 segundos2,7 ou 17 segundosapösserem colocadosno contexto.Resultadosmostraram quenenhumadasduraçöesdochoqueimediato(5,10e20segundos)produziu condicionamento contextual.Dessaforma,concluiu-sequeo déticitassociativo produzido pelo choqueimediato nâo est;relacionado com ahabilidade do animalem percebero estfmuloaversivo.(CNPq;NIMH)- 000-BIO 1.03DIFERENCASEMOCIONAISENTRE RATOSWISTAR ELONG-EVANSA ESTfMULOSAVERSIVOS.DanielM.Luiz-W/nntz(UniversidadedeSàoPaulo),VltordeSiqueiraManhâes,Sandra Redne6Pontiffcia UniversidadeCatölica do Rio de Janeiro.AntônioPedro de Melo Crc Universidade de BrasfliaeJesua Landeira-Fenmndez,Pontiffcia Universidade Catölica doRio de Janeiro.Comparaçào entre resultadosdevsrioslaboratöriosqueutilizammodelosexperimentaisaversivosparecem indicarque o tipo decepa utilizado é uma varisvelimportante na oconfnciada respostaemocional.0objetivodopresenteexperimentofoiodeinvestigarem um tinico estudo possfveisdiferençasna reaçâoemocionalfrentea estfmulosinatose aprendidosde medo entreduascepasderatoslevando-se em consideraçâo o sexo de cadaumadelas.A reaçâo emocionalfoidefinida como a resposta decongelamento,uma vez que existem amplasevidênciasmostrandoqueestaresposta é uma boa medida para avaliarestadosemocionaisentreroedores.RatosWistar(albinos:4fêmease5machos)eLong-Evans(encapuçados:4fêmease6machos)foramexpostosa umatinica sessâo de condicionamento sonoro.O condicionamentoconsistiu em seistcntativas,onde um choque elétricorelativamentefraco(entre0,3e0,4mA)eraprecedidoporum estfmulo sonoro com 30 segundosdeduraçâo.O intervalomédioentretentativasfoide3minutos(mfnimo 1minutoemâximo6minuto).Nodiaseguinte,todososanimaisforamexpostosaumcontextonovo(estfmuloinatodemedo),porum pedodode3minutos.Em seguida,apresentou-seoestfmulosonoro(estfmuloaprendidodemedo)por6minutos.Arespostadecongelamento,detinidacomo ausência totalde movimentos,salvo osnecessM ospara arespiraçâo,foiobservada durante todo esseperfodo.Atravésda anélisede variância,concluiu-se que a cepa,e nâo o sexo,foifatorfundamentalna resposta de congelamentoa estfmulosaversivos.Ratosda cepa W istar,em relaçâo aosdacepaLong-Evansapresentaram uma maiorquantidade deconge-63


Bl0 -Psicobiologia e Neurociênciaslamentotantoà.presençadeestfmulcscontextuaisnovosquantoao estfmulo sonoro associado ao choque.Dessa forma,a reaçâoemocionalde ratosde laboratlrio aestfmulosaversivosinatosouaprendidosgarecedependerdotipodecepautilizada.(CNPq;FAPERJ;FAPESP).BIO 1.05A RESPOSTA DE CONGELAMENTO COMO FUNIAO DAINTENSIDADE D0 CHOQUE ELéTRICO.ChristianaWlela,RodrigoLins,SandraRednez Ligia â/p:JPessoa,TatianaQuitério,DanielM.lak-WtmnaeJesusImndeira-Fernandez.PontifciaUniversidadeCatölicadoRi0deJaneiro.- 000-BIO 1.04BLOQW IO DOCONDICIONAMENTO AO SOM PELO CON-DICIONAMENTO AOSESTfMULOSCONTEXTUAIS.RodrigoLins,ChristianaVlela,TatianaQuil/H(?,VltorManbâese Jesusfzw& im-Femantfez.Pontiffcia Universidade Catölica doRio de Janeiro.O condicionamentoclsssicoaversivo,ondeochoqueelétrico éutilizadocomoestfmuloincondicionado(US),épossivelmenteum dosprincigaismodelosanimaisutilizadosparaoestudoexperimentaldomedo e da ansiedade.No entanto,ainda në0hsconsensosobrequala respostacondicionada maisapropriada paraavaliara formaçio desse tipo de condicionamento.Visto que aresposta de congelamento tem sido apontadacomo um bom indicadordoestado de medo entreratos,esta resposta foiavaliada nopresente estudo como indicadordaforçaassociativa durante aaquisiç:o e extinç:o do condicionamento contextualaversivo.Oprocedimento bssico consistiu naapresentaçâo de trêschoquesnâo sinalizadosem um determinado contexto separadosporumintervalo entre estfmulosde 20 segundos.No primeiro experimento,gruposindependentesderatosW istarforam submetidosaum condicionamento contextualaversivo utilizando-sechoquescom intensidadesde0,8 e 1,3mA.Animaiscontrole nâo receberamqualquerapresentaçâodoestfmulo aversivo(0,0mA).Atravésdarespostade congelamento,observou-se queambasasintensidadesproduzirama mesma assfntota,embora animaissubmetidosàmenorintensidadetenhamadquirido aresposta de congelamentode forma maislenta.No segundo experimento,choquesde0,0.,0,2;0,3;0,6 e 0,8 mA detenninaram trêsgruposdeassfntotasdiferente.Umacom nfvelbaixo(0,2mA),outracomnfvelmédio(0,3mA)eumaterceiracom nfvelaltodecondicionamento(0,6e0,8mA).Apesaréepossufremamesmaassintota,osgruposcom intensidadedeo,6 e0,8mA apresentaram diferençasduranteumprocedimento deextinç:o,sugelindo assim queemboraasdiferentesintensidadesproduziram a mesmaassfntota,diferençasnaforça associativaticaram evidentesduranteaextinçâoda associaçâo.Estesresultadosmostram que a respostadecongelamentoé sensfvelà variaçöesdo US e porconseguinte adiferentesquantidadesde associaçâo adquiridaspelosestfmuloscontextuais.Estasdiferenfaspodem serdetectadasnavelocidadede aquisiçëo,expressâo mlxima e rapidezde extinçâo da respostadecongelamento.(CNPq,FAPERJ)-000-BIO 1.06A BRINCADEIRA NO HAMSTER DOURADO:CARACTE-RIZAIAO COMPORTAMENTAL E ESPACIAL.MaurofaflVieira,Lucila Groszewicz e Rogério Ferreira Guerra.Laboratöriode Psicologia Experimental,Departamento de Psicologia,UniversidadeFederaldeSantaCatalina(SC).O fenômeno do bloqueio refere-se a um déficitna formaçâo deum condicionamentocléssicoaum estimulocondicionado(CS)quandopareadocom um estfmuloincondicionado(US)napresençade um segundo CS que foipreviamente pareado com omesmo US.No presente experimento,investigou-se a possibilidadedeestfmuloscontextuaisassociadosa um choque elétricobloquearaformaçëo do um novo condicionamento aversivo aumestfmulo sonoro.Investigou-se também se a intensidade do US éimportante no fenômeno do bloqueio.Trinta e duasratasforamdivididasem doisgrupos.O primeirogrupo(N=16)foisubmetidoaum condicionamento contextualaversivo durante 31sessöes.Cadasessâo consistiu na apresentaç:o de 3 choques.Animaissubmetidosaocondicionamento contextualforam subdivididosem4subgrupos(N=4)com relwëoàintensidadedochoque(0,0;0,3.,0,4e1,0mA).O segundo grupo (N=16)foiapenasmanuseado durante esseperfodo.Ao finaldessafase,todososanim aisforam submetidos,nessemesmo contexto,aum condicionamento sonoro,que consistiu em umatinica sess:o contendo 6pareamentosentrcqom e choque.A intensidadedo choque,paraosanimaissubmetidosao condicionamento contextual,foiexatamenteamesmaduranteo condicionamento sonoro.Animaisqueforam apenasmanuseadosdurante a primeirafase foram subdivididosdeacordocomasquatrointensidadesdechoque(N=4).Apöso condicionamento sonoro,todososanimaisforam colocadasemum novo contexto onde o estfmulo sonoro foiapresentadopor6 minutos.Condicionamento ao som foimedido atravésdo registro da resposta decongelamento.Observou-seque animaissubmetidosàintensidadede0,0mA nào apresentaram qualquerformade condicionamento.A ausência decondicionamentosonoro também ocorreu nosgrupos0,3lnA e 0,4 mA previamentecondicionadosaosestfmuloscontextuais.Animaiscom préviaassociaçëo ao contexto e submetidosao condicionamento sonorocom uma intensidade de 1,0 mA apresentaram resposta condicionadafrente ao som ,embora estatenhasido menorem relaçâo aosanimaissubmetidosà mesma fonna de condicionamento sonoromassem terem sido condicionadosaosestfmuloscontextuais.Assim,estfmuloscontextuaisque adquirem valorassociativo tema capacidade de bloqueara formaçâo de um novo condicionamento.Essebloqueio parece sertotalcom pequenasintensidadedo US(0,3e0,4 mA)eparcialcom oaumento dasuaintensidade(1.0mA).(CNPq;FAPERJ)A facilidade com que seidentitica abrincadeira é inversamenteproporcionalasuadetiniçëo.bjetivodapresentepesquisafoifazerumaanslise das caracterfsticascomportamentaise espaciaisdabrincadeiranohamsterdourado.Foram utilizados22sujeitoscom 25diasde idade,distribufdosem 11duplas.Cada uma dessasduplasfoitilmadadurante24 horascontfnuas.Logo aplsessasfilmagensforam realizadasasediçöesdo episödiosde brincadeira.Nototalforam editados275 episödios.Atravésda anélisedosdados,constatou-seque:a)2/3dosepisödiosdebrinca-- 000-deirativeram duraçâodeaté60segundos;b)opicodemaioratividadeda brincadeiraaconteceu entreo entardecereo infcioSBP -XXV IReuniâoAnualde Psicologia


danoite(das18:00 às21:00hcras)-c0m opasardashorasdodiahouveum atendênciado ntimero de brincadeirasaumentargmdativamente;c)tantonafrequênciacomonaduraçâodasformasdebrincadeiranàoseconstatoudominâncianestetipodeinteraçàosocial;d)apösotérminodabrincadeira,oshamstersficaram signiticativamentemaiorntimerodevezespröximosumdooutrodoquedistantes(p < 0,001).Osindicadoresmencionadosnosresultadospodemserliteisna anélise comparativa docomportamento de brincadeira entre vsriasespécies.Uma vez queabrincadeiraéum termobastanteamplo,pode-seconsiderarrelevantedetiniraduraçào do referido comportamento,quando eleapareceequaissLojeuselementosdetinidores,comoporexempln,an5oexistênciadedominbciaouapermanênciadosanimaisumpröximo do outro apöso término dasinteraçöesltidicas(CNPq)B10 -Psicobiolagia eNeurociênciasBIO 1.07A BRINCADEIRA NO HAM STER DOURADO:EFEITOSDOSEXO DO PARCEIRO.Mauro Lul'sVieira e Teresa CristinaO lmpio.Laboratörio dePsicologia Experimental,DepartamentodePsicologia,UniversidadeFederaldeSantaCatarina(SC).Constata-seque,em diversasespécies,osmachosbrincam maisdo que asfêmease queexiste uma forte tendência paraqueosindivfduosdo mesmo sexo brinquem maisentre sido que comparceirosde sexo diferente.O presente experimento teveporobjetivoveriticarosefeitosdosexodo parceirosobreabrincadeiraem hamstersdourados,a fim decontirmar,ou nào,essa diferença/preferência.Foramutilizados32hamstersdourados(16machose16fêmeas)com25diasdeidade.Osanimaisforam agrupadosemoito ninhadasdistintas,compostasporquatro indivfduos,sendodoisde cada sexo.Todasasninhadasforam filmadasdurante20 minutos,porsete diasconsecutivos,no perfodo compreendidoentreàs18:00e20:00horas.Atravésdareproduç:odasfilmagens,registrou-se o tempo dispendido em contato ffsicoeem brincadeirasocialentreosparceirosdecadaninhada.Comexceçâo de uma ninhada,em relaçso ao contato ffsico,e de duasem relafâo abrincadeira,nâo houve diferença estatisticamentesigniticanteentreossujeitos.Com basenessesdados,pode-sesugerirque as diferençassexuais,principalmente em relaçâo abrincadeira,podem aparecerem algunscontextos,mas nâo emoutros.Em ninhadascom indivfduosdemesmo sexo haveria atendência de oshamstersbrincarem m aisentre sido queentreninhadascom indivfduosde sexo diferente,como secomprovaatravésdosdadosdaliteratura.Quandoaninhadaécomposta,tanto de machoscomo de fêmeas,ainteraçâo entre osindivfduosnâo favoreceria o aparecimento dasdiferençassexuais.Haveria ainterferência deum sexo sobreo outro,anulando asdiferençassexuaise,consequentemente,nàohavendopreferência(CNPq)- 000-BIO 1.08.O CONHECIMENTO DAS EXPRESSOESFACIAISDE EMO-(XES:TAREFAS DE PRODUIAO.Sandro Caramaschi(UniversidadeEstadualPaulista/Bauru),CésarAdes,J/JJ0.SiqueiraeDaltonE deAndrade(UrliversidadedeSâoPaulo/sâoPaulo)Ostrabalhosrelacionadoscom emoçöes,e principalmente comsuaexpressividade,abordam fatoresque dizem respeito aosaspectosintrfnsecosdaspröpliasemoçöesbemcomo daspessoasqueasexpressam,julgam,avaliam erespondem aelasadaptativamente,utilizando-se deum cabedalextenso de informaçöesobtidasdesde o nascimento e alteradasao longo da vidapormecanismosdeaprendizagem queenvolvem experiências,regrassociais,papéissexuaisetreinamento.O presentetrabalhoé umatentativa deinvestigar,de um modo comparativo eabrangente,formasdecodificaçâodasexpressöesfaciaisdasemoçöesbbsicas:alegria,medo,surpresa,tlisteza,raiva,desprezoenojo.Participaram48sujeitos(24 homense24mulheres),alunosdoscursosdepsicologiaejornalismodaUnesp/Bauru,osquaisforam submetidos,cada um,a 6 condiçöesexperimentaisquevisavamquantificardesempenhosligadosàproduçâodeexpresöesfaciais-.(1)instruçâo',(2)instruçâocom aferiçâoexterna(espelhol;(3)imitaçâodefotos;(4)imitaçâocomaferiçsoexterna;(5)imitafâo associadaainstruçâoe(6)imitaçëoasoci-- 000-adaainstrtlçàoeaferiçàoexterna.Asexpressöesapresentadaspelossujeitosforam gravadasporumacâmaradevideocasseteeosacertosquantificadosporcongelamento de imagem em umaparelho de reproduçâo de vfdeo.Osresultadosforam analisadosatravésde umaanélise multivariada,o Modelo Linear Geral(GLM),quecontemplouintegradamentetod% asvariéveisetodasasmensuraçöes.Osresultadosnèoindicam aexistência dediferençassignificativasentre gêneros,sugerem queaexistênciadefatoresfacilitadores(nomedaemoçâo,espelhoefoto)atuamdeformadiferencialdeacordocom aemoçâoconsiderada.Nasemoçöesde medo,tristeza e raiva;foidetectada diferença significativaentreascondköesexperimentais,estasexpresöessâoconsideradasasmaisdiffceisdentreasemoçöesbssicas,dopontodevista dasua produçpo,isso provavelmente explica a melhoria dedesempenho nestasemoçöescom informaçœssuplementares.Nasemoçöesdealegria,nojoesumresapareceterhavidoum efeitodeteto de escala,estasemoçöessâo produzid% demaneira t:oeficiente que o acréscimo deuma foto on espelho nâo proporcionaaumento no desempenho.Taisresultadossugerem umamanifestaçàodiferenciada de cada emoçëo de acordo com a dificuldadedeprnduçâovoluntMadossinaisfaciaisaelaassociados.(CA-PES)- 000-BIO 1.09OCONHECIMENTODASEXPRESSOESFACIAISDEEMO-(XES;TAREFASDE JULGAMENTO,RECONHECIMENTOE DESCRIAO.Sandro Caramaschi(UniversidadeEstadualPaulista/Bauru),Césarâ& J,José0.Siqueira eDalton E deArlz/rtzl:(UniversidadedeSâoPaulo/sâoPaulo)A facehumanapode apresentarum ntimero considerlvelde moditicaçöesffsicasquecoditk am mensagenspercebidase analisadastantopelo pröprio ernissorcomo pelo receptornasinteraçöessociais.Osespecialistasem comunicaçâo nëo verbalatribuemumaimportância muito grande àsexpressöesfaciais,dadasuarelevância no contexto geralda comunicaçâo humana.O presentetrabalho parte deatirmaçöesfeitasporestudiososdequeascapacidadesnâo verbaissâo eminentemente inconscientese queaspessoastêm enorme dificuldade em falarsobre asexpressöesfaciaisdeemoçöes.Trata-se de uma tentativa deabordaq de ummodo comparativo e abrangente,fonnasde conhecimento da expressâofacialdasemoföesb/sicas:alegria,medo,surpresa,tristeza,raiva,desprezoenojo.Duzentosparticipantes(100homense100mulheres),alunosdoscursosdepsicologiaejomalismo daUnesp /Bauru.foram submetidoscada um a 3 tarefasque visavamquantitk ardesempenhosdiferentesligadosàexpressâo facial:SBP - XXVIIReuniâo Anualde Psicologia65


BI0 -Psicobiologia eNearociêzcias(lljulgamentodefotogfafiasdefacesagresentantb asemoçôes;(2)reconhecimentodedescriçöesanatômicasdasemoçöesagresentadasporescrito;(3)descrksoanatômicadasexpresöesfaciais.Osganhosteöricosemetodolögicoscoligidosnestetrabalhoforamsubstanciaisumavezqueestaseja,qucsaibamos,aprimeiratentativadesetomarestastarefastodas.Osdadosforamanalisadosatravésdeumaabordagem multivariada,o ModeloLinearGeral(GLM),quecontemplouintegradamentetodasasvalisveisetodasasmensuraçöes.Osresultadosdeumaanéliseglohaldastrêstarefasdemonstraram umadiferençasignificativaentreastarefas,comjulgamentoapresentandoasmaioresmédias(84,29%),reconhecimentoem um nfvelintermediM o(52,57%)edescrkâocomo aatividademenosacertada(20,49%).ForamencontradasinteraçfesentrefatofesnaSemoçfesdemedo(F2:l97 =3,099,r>0,047)enojo(Fzlq7=6,467.,p=0,002).,foram de-tectadasdiferençassignificativasentreastarefasnasemoçöesdealegria,tlisteza,raiva e desprezo;foram registradasdiferençassigniticativasentre o sexo masculino e feminino exclusivamentenaemoçsodesgrezo(Fj:jw-4,219.,p=0,041).Taisresultadossugerem queashabilidadessubjacentesàsdiversastarefasns0sso totalmenteintegradas,tendo ao contrsrio caracterfsticasquesugerem modularidade,destaformaditicilmentepoderemosfalarsobrehabilidadesgenéricasnoqueserefereaexpressöesfaciais,massim,deumamanifestaçèodecadaemoçëo,em queseintegramessolevadosem consideraçâotodososseuselementosconstituintes.(CAPES)66 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


Pslcol-oGlA C LfNICA


CLIN -Psicologia CllkicaCLIN 1.01TRATAMENTO D0 COMPORTAMENTO AGRESSIVO EMUMA CRIANCA:UM ESTUDO DE CASO.CristianeScolariGoscheLucMarcelhdhemarVandenberghe.DepartamentodePsicologia,UniversidadeCatölicadeGoiés.Vbriosestudosmostram que o comportamento agressivo oudesatiadorémantidoporcontingênciasno ambiente naturalda cliança.Outrosmostramquemudandoascontingênciasatravésdocomportamento dospais,o comportamento da criança muda.Oobjetivodesteestudofoieliminar,noambientenatural,ocomportamentodesatiadorqueumacriança apresentava quando erasubmetidaa exigênciasou pedidos.Osfamiliarese a professorativeram funçâo de co-terapeutas.Oscomportamentosproblemsticosnoambientefamiliarconsistiamem chutar,chorar,jogarobjetosexingacNaescolaconsistiam em:nâo seguirinstruçöes,provocaroscolegas.0 cliente foiumacriança do sexo masculino,com9 anosde idade.Usavamedicamentoshs um ano,masnào foidiagnosticado nenhum problemaneurolögico.A criaxarepetiua segundasélie em uma escola estadual,poisfoiexpulsopormau comportamento no ano anterior.Foram desenvolvidosprocedimentosde modelagem nosquais:comportamentosdesejfveisforamreforçadosecomportamentosindesejâveisextintos.A m:ee a professoraforam instrufdaspara administrar ascontingências.Osresultadosdalinha de baserealizada durante 5 diasindicam queo comportamento desafiadorno ambientefamiliarocorriaem média 1vezporhora.Osresultadosno ambiente escolarqueforamcoletadosdurante 1diano perfodo de 2 horas,demonstram quedas17 atividadespropostaspela professora nesteperfodoosujeitoparticipoude6escmenteapösaprofesorainsistir.Neste perfodoacriança provocou seuscolegas,em média,umavezacada2minutose36segundos.Asobservaçöesapösa intervençàomostram que o comportamento agressivo nolarfoidiminuindo gradualmente até desaparecere nëo voltoudurante um perfodo de observaçâo de 2 meses.A criançatambémveio a participarde todasastarefaspropostaspelaprofessoranasala de aula sem que elaprecisasse insistire o comportamento deprovocaroscolegasocorreu,em média,uma veza cada4o minutosnasduastiltimasobservaçöes.Apösoobjetivoseralcanladoo comportamento interpessoaldacriança melhorou consideravelmente,resultandoemavaliaföespositivasdafamfliaedaescolae uma mudança marcante nasatitudesdosoutrosem relaçâoa ele.Concluindo-seassim,que osdadosapoiam aidéiadequeuma restruturaçâo dascontingênciassociaisafetam dramaticamenteum problemagrave que resistiu avsriostiposde intervençöesdisciplinaresemédicas.- 000-CLIN 1.02CONDIX ESDERISCO SIGNIHCATIVAMENTEASSOCI-ADAS A PROBLEMASPSICOLOGICOS NA INFANCIA.Sônia Santa WftzlftzntlGraminha eM aria Angélica deOliveiraMartins.Universidade de SâoPaulo.A literatura aponta diversascondiçöespessoaiseambientaisadversasquepodemterimpactosobre o desenvolvimento infantil,acarretando,diretaou indiretamente,a manifestaçâo de problemaspsicolögicosdiversos.No entanto,detenninadascondiçöesadversaspodem estarassociadascom maiorfreqiência à manifestaçâode problemaspsicossociaisespecfficos,como é o caso,porexemplo,da associaçâo amplamente documentada na literatura,entreo comportamento agressivo dospaise o comporta-SBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologiamentoagresivodosfilhos.Com 0objetivodeinvestigarpossfveisassociaçöesentreumaamplavariedadedeproblemasemocionais/comportamentaismanifestosporcriançasencaminhadasparaatendimentopsicolögicoeumaextensavariedadedecondiçöesespecfficasdeliscoaqueestascriançassâoexpostasncdecorrerdesuasvidas,foidesenvolvido opresentetrabalho.Apartirdorelatodospaisde128crianças,obtidoporocasisodeumaentrevistarealizadapeloSetordeinscrkâoetriagem infantildeum serviço depsicologia,foram identificadas29 categoriasdeproblemasespecfficosque motivaram o encaminhamento dascriançasparaatendimento psicolögico,bem como 34 categoriasdeeventose condiçöespotencialmente adversaspresentesna histöriade vida.Para anélise dosdados,calculou-se a correlaçào dePearson entre as34 categoliasde risco e 29 categoriasde problemaspsicolögicos.Osresultadosindicaramque a maioria dosproblcmasestudadosforamsignificativamente correlacionadoscomdeterminadascondiçöesde risco.Dentre asassociaçöessignificativasencontradas,resalta-seatftulodeexemplo'.a)aagressividade da criança foipositivamente associadacom aagressividade dospais,com a condiç:o de solteira da m5e durantea gestaçâo,com diticuldade tinanceira da famflia e com a presençadeproblemadesatîdedamâeduranteagravidez;b)omedoda cnbniw apresentou correlaçâo positivaesignificativa com asseguintesvarisveisderisco:conflitosconjugaisentreospais,mtmede pessoasdafamfliae m anifestaçëo pela criançade umasintomatologiaprecoce(quandobebêsapresentavam caracterfsticasdetriançainfantil'e/oucomportamentosestranhosl;Qfobiaescolarfoipositivamentcassociada com greve escolar,inadequaçâo do professoremudança de professor,de classe ouescola.Osresultadospossibilitam umamaiorcompreenssoacêrcadascondiçöeschavesde risco associadasa problemaspsicolgicosespecfficosetêm implicaçöesparao estabelecimento de programasdeintervençâo que envolvam a criança e pessoasdo ambiente,especialmentedocontextofamiliareescolar.(CNPq)- 000-CLIN 1.03COO OLEPERCEBIDOCOMOPV DX RDEBEM-ESTMSUBJETIVO INFANTIL.Claudia HojheinzGiacolnoni,ClaudioSimon Hutz,Carolina Gasperin,Cibele'elz:rCesca,Feratz;z/aM artinsAftzrtyae-ç,Heloisa A'JrlferRössleTJane Fischer Barros,Lizia Pacheco Porciuncula,s'lfm aa Feldens uîc/lw:rldr Institutode Psicologia-Universidade Federaldo Rio Grande do Sul.ControlePercebido é um preditorrobusto do comportamento daspessoas,daemoçëo,motivaçào,desempenho e fracasso em vâriosdomfniosdavida.0controle percebido ests centrado em quatroconstrutos:locusde controle,atribuiçöescausais,desamparoaprendidoeauto-eficécia.O bem-estarsubjetivofocao comoaspessoasavaliam suasvidas,maisespecificamente,este construtodizrespeito acomo e porquê aspessoasexperienciam suasvidaspositivamente.Eleécomposto pelojulgamento cognitivo epeloafetopositivoenegativo.O presenteestudoobjetivouinvestigararelaçàoentreoconlrolepercebidoeobem-estarsubjetivoemcrimxasde idadeescolar.Participaram deste estudo 154 crianças(79 dosexomasculinoe75dosexofeminino)entreoitoedozeanosque freqfientavam aterceira série de seisescolasestaduaisem porto Alegre.Utilizou-se a escaladecontrolepercebido:CAM I(Control,Agency,Means-endsInterview)elaboradaporSkinner,Chapman e Baltes.Ela é composta deoitentaitenspontuadosatravésde uma escala detipo Likert.Oscomponentesdo sistemade crençasavaliados através da escala sâo:crençasde controle,crençasmeios-fins(causa-conseqûência)ecrençasdecapacida-69


CLIN -PsicologiaClI'nk(1(Iecomoesforço,atriàtliçso,poderdosoutros,sorteecatlsasdesconhecidas,levandoem conta eventospositivose negativos.0instrumentoutilizadoparaavaliarbem-estarsubjetivoinfantilfoiaEscaladesatisfaçâodeVidadeEstudantesdeHuebncr.A EscaladeSatisfaçsodeVidadeEstudantesmedeasatisfaçâoglobaldevida atravésde itensque fazem com queacriança avalie a suaqualidadedevidageral.Estaescalaécomgostaporseteitensresgondidosatravésdeumaescaladequatropontos.Encontrousecorrelaçöesgositivasentreassubescalasque avaliam ossistemasdecrençasdecontroleedecrençasmeios-tins(m.17af=.34)com satisfaçsodevida,corroborandoosachadosnaliteratura.(CAPES).- 000-CLIN 1.04PROMOIAO DA QUALIDADE E AVALIAIAO NA EDUCA-(AO INFANTIL:UMA EXPERIZNCIA.DJ/YrJ Cristinapioto,Maria ClotildeRosseti-Ferreira,ârltzCecllia Chaguri,ytntyMariaMelo,ânt:Paula Silva,Caroline Eltink,Clâudia Yazzle,IsabelCristinaCarniel,Ge6rgia DeSordi,Luciane lt7/tffn,MariliFrederick,Regiane Morais,Viviane Besani.Universidade deSâoPaulo -Ribeir:o Preto.A promoçào daqualidade na Fzlucaçzo lnfantil,ao lado daformaçâoprofissionalde educadores,têm sido um dosprincipaistemasdediscussâonestasrea.A melhoria no atendimento oferecidoa criançasde0 a6 anos pode-sedaratravésde aspectoslegislativos,de fiscalizaçâo e de avaliaç:o.Emboraprlticasavaliativastêm emergido,em diversospafses.cada vezmaiscomouma dasfonnasde seprom overtalmelhoria,no Brasileste tipodeconduta émuito rara,inexistindo instrumentosdeavaliaçzoadequados.Nestesentido,o objetivodopresentetrabalhoérelatarumaexperiênciarealizada em Ribeirâo Preto com oinstrumentoaustraliano ṭ'putingChildrenFirst-Qualitylmprovementand Accreditation System '.Ele é composto por52 princfpios,que definem cada qualum aspecto particularde atendimento(como,porexemplo,amaneiracomooseducadoresinteragemcom ascrianças)epermitem caracterizarum servkonosnfveissatisfatörio,bssico,boa qualidade e alta qualidade.Foifeita umaaplicaçâo abreviadado instrumento utilizando seus20 princfpiosfundamentais,em quatro crechesdiferentes'.universitsria,municipal,filantröpicae particular.Estesprincfpiosforam respondidosporgruposdeeducadorase coordenadorade cada instituiçëo,totalizando20 participantes.A aplicaçâo contou com duasatrêsvisitas,durando de 5 a 6 horas,consistindo naleiturae discussâodos20 princfpios,sendo seguidada avaliaçào de cadaprincfpio baseada nosnfveiscitados.Asrespostasforam somadasecalculou-se,para cada creche,afreqtiênciarelativa decadanfvelde qualidade paracada um dosprincfpios.No geral,o nfvelobtidopelascrechessituou-seentreAltaeBoaQualidade,comexceç:o da crecheParticularque seclassificou no Bssico.A crechequemaisseatribuiunfvelAltaQualidadefoiaMunicipal,seguidadauniversito a.Veriticou-se que asprincipaisdivergênciasocorreramem questöessobre o relacionamento com OSpaisesobre a produçâo de materiaisescritospela creche.O alto nfvelde qualidade queascrechesse atribufram revela a diferençaentreuma avaliaçâo inselida em um sistema de promoçâo de qualidadee tinanciamento,como é o caso da Austrâlia,e um procedimentoavaliativo ondetaisprsticassâo raras,como no Brasil.A experiênciaapontouascontribuiçöesque um sistemaavaliativo podetrazerpara a melhoria da qualidade dascreches,ea urgência deprocedimentosnesteâmbito para queaEducaçâo Coletiva lnfan-tilconsolide-secomoum contextoeducacionaladequadodede-Senvolvimentodacriançapequena.(ApoioCNPqeFAPESP)- 000-CLIN 1.05UMA APROXIMACAO AOMUNDOMENTALDEMâESDEADOLESCENW SCOM PRoBLEMhb.FabianaMeireMaga-IJIJ:JdePaula eManoelzlrlnït?dosSantos.UniversidadedeSâo Paulo -Ribcirso Preto.Atualmente,diversostrabalhosdeinvestigaçâo têm reiterado anecessidade de selevarem consideraçso o papeldesempenhadopeladinâmicafamiliarno desenvolvimento deestratégiasdeintervençsopsicoterspica maisadequadaspara a abordagem depacientesadolescentes.Considerando-sea importânciadasistematizaçàodessetipo de informaçâo,esteestudo tem como proplsitorelatarosresultadosobtidosa partirde uma investigaçsoclfnica realizadacom famfliasdeadolescentescom queixasdeproblemaspsicolögicos.Foram entrevistadasoito mâesde adolescentes,comidadesvariando entre39e 52 anos,com diferentesnfveisdeescolaridade,oriundasdebairrosperiféricosdacidadedeRibeirâo Preto.A metodologia utilizada consiste em estudosdecasos,a partirdaobtençâo dehistöliasde vida,coletadasatravésdeentrevistas(detrêsacincosessöes,cadaumacom duraçâodeduashoras).Comoinstrumentodecoletadedados,utilizou-seum roteiro de entrevista semi-estruturado,aplicado individualmente,emsituaçâo de entrevista face-a-face,tendo sidotodasassessöesgravadasem sudio e posteriormente transcritasna fntegra.Posterionnente,osextensosrelatoscolhidosforamorganizadosem tol'no de contetidostemsticosamplos,taiscomo'.histöria dafamflia de origem ,caracterizaçào do penrodo da infância/adolescênciadamâee desua iniciaçio sexual,histörico dodesenvolvimentoafetivo-sexual(namoro,casamentoeconstituiçâodanovafamflia),alémdapercepçàodaproblemlticadofilhotrazidoparatratamento(paciente-designado).A anslisedosdadosfoirealizadadeformaindependentepordoisjufzesecompreendeuum levantamento preliminardasunidadesde signiticadoque emergiram do materialcoligido,seguido de um trabalhode categorizaçâo.A partirdosdepoimentoscoletados,foipossfvelidentificarqueosrelacionamentosvividosnainfância e adolescênciaforam sentidoscomo insatisfatörios,sendo ospaisintrojetadoscomofigurasemocionalmentefriasedistantes.Todasasentrevistadasviveramamenarca e se iniciaram na vidasexualsem nenhum tipo depreparo psicolögicoprévio,o queacaretouvivênciastraumsticas,cujosreflexosaindapodem sersentidosno nfveldo relacionamento fntimo estabelecido naidadeadulta,com prejufzosparaarelaçàoconjugal.Assim,nëosurpreendeque essasmlesapresentem dificuldadesatuaisnaexpressloe integraçào devivênciasafetivase emocionais.Essa problemJticapareceseintensiticarquandoestlemjogoaâreadasexualidade,àmedidaqueficam patentesosefeitosde umaeducaçâorepressora e coercitiva,levando avivênciasinfiltradasde culpa,relacionadasàrepresàodosdesejos.Frenteàansiedadesuscitada,recorrema bma visâo esteriotipadado mundo,com uma adesâocegaadeterminadascrenças,mitosetabus,que asimpedem ,inclusive,deauxiliarostilhosadolescentesem sua srduatarefadeelaboraçâo daidentidade sexual.Concluindo,acompreensëopsicodinâmicadosvfnculosfamiliares,em particularo nfveldedesenvolvimento e maturidadeem ocionaldasmâes,parece seressencialno entendimento de algumasdasdificuldadespsicolögicasqueacometem o adolescente,contribuindo parauma melhorelucidaç:odiagnöstica de sua problemâticaSBP-XXVIIReunisoAnualdePsicolosa


CLIN -Psicologia Clt-nicaCLIN 1.06ADERZNCIA AO ATENDIMENTO PSICOTER/PICO:UMESTUDO RETROSPECTIVO COM PACIENTES ADOLES-CENTES.Manoelzîlil?;ït?dosS'tZ/I)JePaolaélejandraSali-?1llMartçnezEstevâo,Universidadede Sào Paulo -Ribeirso Preto.Estudosrecentesmostram anecessidade deavaliaraefetividadedo atendimento proporcionado em ServiwsdeSatideMentalà clientelaadolescente,considerando-se a instabilidade e imatulidadecaracterfsticasdessaetapa do desenvolvimento,eapossfvelinfluênciadessesfatoressobreoatendimento.Umaquestâoaseresclarecida6 seo adolescenteadereao tratamento indicado.NesseSentdio,opropösito deste trabalho é investigara aderência declientesadolescentesaosprogramasdeatendimentooferecidosemuma clfnica-escola dePsicologia.Para tanto,foirealizado um estudoretrospectivo,abrangendo a totalidadedoscasosatendidosnoano de 1996,que apresentaram como motivo deconsulta plincipalditiculdadesemocionais.Participaram 24 adolescentes,de ambosossexos,com idade médiade 14,7 anos.Osdadosforam coletadosa partirde um levantamento documentl o d0Sprontusriosda ClfnicaPsicolögicadaFFCLRP-USP.Osdadosforam avaliadospordoisjufzese,posteriormentesistematizadosem categorias,gueforam distribufdasem tabelasdefreqtiência,possibilitando,umacaracterizaçâodoperfi1daclientelaem tennosde:(1)varisveisrelativasà.histölia de vida e ao desenvolvimento psicolögico,confrontadascomalgumas(2)variéveisrelativasaoatendimentopsicolögico.Primeiramente,foraminvestigadosdadossöciodemogrsficos,antecedentespatolögicos,exposiçâoafatoresderiscoe identiticaçâo de estressorespsicossociaispresentesno ambientefamiliare social.Com relaçâo àsvarilveisdo atendimento,avaliou-se:tipode procura,condiçöesde alta,queixas,faltas,etc.Velificou-seque a maioria dosclientesse encontra em um nfvelsöcio-culturalmédio,comrenda familiarinferiora 10 salsriosmfnimos,nâoexercem atividadesprofissionais,sendo oriundosdefamfliasestruturadas,comcinco membrosem média.Em tennosdaposiçâo ocupada na fratria,a am ostra subdividiu-se entreprimogênitos,predominantemente,e caçulas.Asreferênciash.exposifioa fatoresestressoresslo expressivas,ao contrlrio do queocorrecom aincidênciadefatoresderisco(adiçàoadrogas,alcoolismo,riscodesuicfdio,etc.),quenëosemostrousignificativa.Em relaçâo ao atendimento,observou-se alto fndice deabsentefsmo,desistênciaseabandono(nlimeromédiodesessöesiguala12).Essedado pennite questionaraefetividadedasestratégiasclfnicasque têm sido propostaspela instituiçâo parao atendimento dasnecessidadesreaisdessapopulaçëo.Poroutrolado,areduzidafreqflênciadeengajamentoemcomportamentosderiscoeaausênciademorbidade psfquica anteriorreferida indicam que aamostrainvestigadaconstitui-se de clientesprclzrvmftu quanto àssuasf'unçöespsfquica,sendoacometidosbasicamenteporreaçöesdeajustamento,sugerindobom prognöstico.Assim,pode-selevantarahipötese de quea intenupçâo precoce observada pode estarmaisrelacionada à obtençâo de um certo alfvio parcialdossintomas,quejuntamentecom abuscadesoluçöesimediatasparaosproblemas,caracterizamessa faixa etM a.-000-CLIN 1.07EtDESEJO PELA PATERNIDADE ':ESTUDO EXPLORA-TURIO SOBRE A INTENCAO DE TER FILHOSENTRE ES-TUDANTESUNIVERSITXRIOS.Adrianalad&ifltzldeOliveira,CristianaMercadante EsperBerthoud,Luciana SantosdeSouza Lima.Universidade de Taubaté.A presentepesquisafoidesenvolvidano4'NtîcleodePesquisasobrea Famflia'do Departamento de Psicologia,e teve comoobjetivo realizarum estudoexploratöriosobreaintençpodeterfilhosentreestudantesunivcrsitsrios.Participaram comosujeitos1300 estudantesuniversitériosdassreasdeHumanas,ExataseBiociênciasdaUniversidadedeTaubaté,escolhidosaleatûriamente,perfazendoum totalde10% do corpo discente.O tinico critériopara a inclusào naamostrafoio fatorl'nso ter tilhos',e amesma foicomposta de indivfduos deambosossexos,independentede idadeou estado civil,quese dispuseram a participar.Oinstrumentoutilizadofoium questionM ocom perguntasqueinvestigaramaintençèodeterounâofilhos(perguntafechada,dicotômica),assim como asrazöesquedeterminavam talescolha(perguntaaberta,retlexiva).Osresultadosgeraisencontradosforam:88%dospesquisadospretendem terfilhos,contra 12% queafirmam n5o terem aintençào de se tornar pais.Analisando-se asrazöesapontadaspara asescolhas.foram construfdas8diferentescategoriasderespostas:razöesnarcisfsticas,de criaçâo,de atitudecomrelaç:o a criaxa,de relacionamento,intrfnsecas,familiares,religiosasesociais.Osdadosrevelaramumafortetendênciaàsrazöesfamiliares(desejodeconstruirepreservarosvaloresfamiliares)erazöesnarcisfsticas(preocupaçâo consigomesmo)parao grupoquepretendeterfilhos.J5parao grupodesujeitosquenào pretende tertilhos,amaiorincidênciafoiparaasrazöesnarcisfsticasesociais(preocupaçrocom ocontextodemudançasociale/oucondiçàotinanceira).Diferençassigniticativastambémforam encontradascomparando-sesub-gruposdesujeitosem relaçào à sexo,idade,curso que frequentae estado civil.Demodogeral,pode-seconcluirqueosjovens,pelomenosnestafasedavida,asumem oSsdesejo'pelapaternidademuitomaisem funçâodevaloressociaisintrojetados,nâoconotandoumanoçio muito realistadasimplicaçöesda paternidade em si.Finalizando,asautorasdiscutema importância dosdadospara um amelhorcompreensio da dinâmica familiar,especialmenteno quese refereà organizaçLo da funçâo parental.- 000-CLIN 1.08A QUEIXA DOSPAIS E 0 FOCO EM PSICOW RAPIA BRE-VE INFANTIL Ana Maria Baricca,Débora deR M.Gamella,Maria dasGraçasde A.Catarino,Maria José T Minoti,Sandrade f:E da Silva Sousa e Tereza 1.H.M ito.Ntîcleo de EstudosePesquisaem Psicoterapia Breve.A oferta detrabalhosmaisbrevescom resultadosmaisimediatosvem ao encontro dasnecessidadesatuaistambém no campo daspsicotempiasinfantis.A psicoterapiabreveinfantil(PBI)tem sidoreferida como um processo quetraz resultadossatisfatöriosquandoospaisparticipam ativamentedoprocessojâquemuitasvezes.acriança étrazidaao psicölogo com queixasque estâo relacionadasmaisàsdificuldadesdospröpliospais.Estetrabalhobuscaumareflexëo sobrea relaçâo daqueixatrazida e o foco em PBI.SegundoacontribuiçâodaescoladeGenegra(Cramer,1974)eutilizada pelo Nticleo de EstudosePesquisa em Psicoterapia Breve,ofoco é entendido como aEtârea de mutualidade psfquica',uma Jreaque pertencetanto aospaisquanto à criança.Para tanto,foram atendidas6 cliançase seuspais,entre osquaisselecionamosumcaso para anélisemais minuciosa.Todasassessöesforamgravadase transcritascom autorizaçëo dospaiseda criança.A anblise do processo foifeita com ênfase naparticipaçâo dospaisenacompreensâo da dinâmica do seu funcionamento psfquico.Acompreensâo da dinâmica dospaismostraque o sinto-SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


CLIN -Psicologia C lkicamadacriançapodeserentendidocomoareativaçsodasditiculdadesdospaisconformejsreferidosemestudosanteriores(Mito,1996.,Cramer,1997).Além disso,aanslisedaindicaqueaqueixainicialgarecesertambém utilizada como um meio indiretodospaisoudam5eobterajudaparasi.Estesdadosreforçam nsosö a necessidade daparticipaçâo dospaisno processo como também,acontinuidadedenovosestudosnessaJrea- 000-CLIN 1.09INTERVENIX ESBREVES:UM MODELO DEATENDIMEN-TO EM UMA CLfNICA ESCOLA.MariaReginaBrecht,BartiraMarques Curto e Wagnersilva Ribeiro.UniversidadeSâo Marcos.O processodeIntervençöesBreves(I.B.)podeserconsideradoaprincipalvia de acesso ao serviço oferecido pelaClfnica-Escola dePsicologiada Universidade Sâo Marcos.Grosso modo,poderia serdefinidocomoum servkodetriagem,nâofosseapropostadejsiniciaro processo de intervençâo desde o momento de entradanainstituiçâo.Suaclientela sâo criançasqueapresentam a suspeita deuma problemstica psicolögica.O trabalho seinicia com uma oumaisentrevistascom ospaisou responssveise,a partirdaf,é detinidaa especiticidade do trabalho a seradotado'.o ntimero deentrevistas,instrumentosutilizadosemembrosdafamflia atendidosserâodefinidosde acordo com asnecessidadesdecadacaso.Essaproposta parte do pressuposto de que acriança nâo deveservista,imediatamente,como problemltica em simesma,mascomo possfvelporta-vozdeconflitosou disttîrbiosda famflia,ou dealgum deseusmembros.Isso obriga a um entendimento maisamplo da histöriafamiliat que permita identificaro foco centraldo desequilfbrioapresentado.A partirda identiticaçâo desse foco,sâo estabelecidasestratégiasde intervençâo com a famflia,acriança,ou com ambas.0 objetivodesteestudoéapresentaromodelodeIntervençöesBreves,a partirde um caso clfnico.Neste caso,foram atendidasuma criançade quatro anosde idade e sua mâe,de 23anos.em 10sessöes.Nasentrevistasiniciais,foipossfvelconstatarque asditiculdadesatribufdasàcriançaeram,basicamente,um reflexo da diticuldadedamâe em lidarcom suaspröpliasangtistias.Com basenessa constataçâo,adotou-se como estratégia atendersistematicamenteamëe,orasozinha,oracom a criança.O acolhimento (ladoà mâepennitiu o estabelecimento deum vfnculo terapêuticosatisfatörio com amesma,a partirdo qualfoipossfvelaprofundaro entendimento da dinâmica familiareapontarasreaisnecessidadesdecadamembro da fanulia implicado no atendimento.Issopermitiu queamâe discriminasse melhor suasreaisditiculdadeseasdotilho,disponibilizando-seabuscaraajudadequeambosrealmentenecessitavam.O caso mostra queeste modelo de atendimentofunciona como um facilitadorda percepçâo dospaisarespeitodaproblemfticafamiliar.Observa-se,também,queapartirdessa percepçâo,éfreqûente que estesbusquem recursosadequadosparalidarcom aditiculdadeapresentada.- 000-CLIN 1.10INTERVENX ESBREVES:REFLEXöESSOBREA EXPE-RI/NCIANACLfNICAPSICOLUGICA SXOMARCOS.FIArGislenePolizeli,Sandra deélmeida Faria eTereza 1.H.Mito.Universidade Sëo M arcos.72H; quaseduasdécadasa Clfnica Psicolögica da UniversidadeSëoMarcosvem seempenhandoem oferecerum trabalhoajusta-doàsnecessidadesdagogulaçso.Estapreocupaçsotrtmxemodificaçöesnaestrutura de estégio,criando com afus:o dasbreasdetriagem e gsicodiagndstico infantil,a JreadeIntervençöesBreves.Desde1.994onlicleodeIntervençöesBrevesdestaclfnicaescolafuncionacomoflportadeentrada'(Anconaiopez.S.,1.996)daclientelainfantilefetuandoum atendimentobreveimediat0tantoa0sgaisquantoàscrianças.Esteestudopretenderefletirsobre o procediemnto adotado bem como oslimitese alcancedeste processo.Baseando-senosatendimentosrealizadospelasestagisrias(*)donono semestre,foram selecionadostrêscasossendo elcsde cfiançasdo sexo masculino,com idade entre6 e9anos,para uma anélisemaisdetalhada do procedimento.Cadacaso foiatendido porcinco sessöesem média.tendo sido utilizadasentrevistasindividuaiscomospaise /ou responssveiscom afinalidade de acolhero pedido,entenderaqueixae fazerasintervençöesnecessMas.Com ascriançasforam realizadasobservaçöesMdicastambémindividuaiseeventualmente algum testeprojetivo(C.A.T.)paraumamelhorcompreensàodaqueixaeumaintervençiomaisadequadajuntoaospais.A anslisefoicentrada sobreasentrevistascom ospaise a evoluçio do processoà partirdasintervençöesefetuadase do que foirelatado tantopelospaisquanto pelascrianças.Apesardeprocedimentosdistintosparacadacaso,observou-se a constância de algunspontos:amelhora da criançaem funçào da mobilizaçào dospaisevitandoo encaminhamento paraPsicoterapiaInfantil,o atendimento auma demanda também dospaisque trazem ostilhoscomo meiodeobterajudaparasieapossibilidadedeum encaminhamentoassistido.O trabalho desenvolvido em intervençöesbrevestemse mostrado eticazno atendimento institucionaluma vezque épossfvelabarcara demanda em termosntîmericos,sem que contudovenha comprometeraqualidade dosatendimentosdispensadosacada um dosclientes.Estasobservaçöespermitiram concluirpelanecessidade e importb cia de novosestudosna Jreacontribuindo paraaqualidadedafonnaçâo profissionaledo aprimoramentodotrabalho oferecido.- 000-CLIN 1.11SEPARAG O CONJUGAL:INTERVENG O EM GRUPOSOBRE OS COMPORTAMENTOS DE PAIS E FILHOS.CarmenGarcia de Almeida Moraes,â'tfngïtzAparecida Peres.Fabiana Costa Oliveira,Giovana CIJI/ZIZ de Souza,Maria AngélicaMartelo,Silvia Cristiane Murari,EdwigesFerreira MattosSilvares,UniversidadeEstadualde Londlina.Estudosrealizadostêm mostradoqueaseparaçâoconjugalexerceinfluêncianegativa sobreoscomportamentosdepaise filhos.A presente pesquisa consistiu na formaçào de um grupo de apoioparafacilitar-lhesoajustamentoaessafasecrftica.Participaramdosatendimentos3paistum paieduasmpes)equatrocriançastummeninoetrêsmeninas),nafaixaetâriacompreendidaentre33a40 anoseseteadozeanos,respectivamente.Estessujeitosforamrecrutadosatravésde meiosde comunicaçâo de massa e avaliadosinicialmenteeao ténnino do trabalho porinstrumentosdeidentiticaçëodecomportamentos-problema(CBCL eWALKER)einvestigaçöesdeauto-conceito,com oobjetivodeverificaçâodaefetividadedasintervençöes.0 trabalho foirealizado na ClfnicaPsicolögicada UEL econsistiu de24 encontros,sendo 8com ospais,8com osfilhose8conjuntos,com duraçâode1hora e 30 minutoscada.Nosencontroscom ascriawasforamutilizadasestratégiasMdicasde desenho,pintura,técnicasde relnamento,resoluçâo de problemas,expressividadeemocional,SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


CL IN -Psicologia Clkicadentreoutras.Com ospais,foram fornecidasorientaçöessobreestabelecimento de limitese disciplinaem relaçào aosfilhos,bemcomo suasdificuldadesnosrelacionamentosafetivos.Nosencontrosconjuntosforamempregadasatividadesdedesenho,pintura,relacionamentoentre paise filhos,expressividade emocional,coma tinalidade de proporcionaro auto-conhecimento e oconhecimento do outro,além da resoluçâo de questöesreferentesàseparaçào.A avaliaçâo do repertdriod0sfilhosrevelou comportamentosde:ansiedade,isolamento,depressso,delinquência,agressividade,impulsividade,queixassomsticas,dificuldadesdeexpressividadeemocional,esquivaesentimentosambivalentesquanto à separaçso e diticuldadesde relacionamento interpessoal.Com relaçâo aospais,observou-sea utilizaçâo de comportamentospunitivosparaainstalaçâo de comportamentosadequados,diticuldadesderelacionamentocom oex-cônjuge,noestabelecimentodelimitesenaexpressividadeemocional.Pelosresultadosûbtidospudemosconstatar que filhose paisapresentaram melhorasnoqueserefere aoscomportamentos-problema inicialmentedetectados,principalmente no relacionamento entreeles,passaramaestabelecerinteraçöesmaispositivas,atravésda expresspode emoçöes e sentimentos,tornando assim maisefetiva a comunicaçso.A adequaç:o do atendimento psicolögico àpopulaçâo que o buscaé fatordiferencialno tipo de desfecho que promove,dafaimportbciadeestabelecervalilveisenvolvidasnarelafâo serviço/clientela.Objetivatraçarum perfildaclientelaatendidaem serviçoambulatorialdePsicologia em um HospitalGeralda cidade deSèo Paulo,especiticamente no tocante ao tipo dedemanda e àmaneiracomoestatem sidoatendida.Considef'aapopulaçâoquebuscou o serviço no perfodo de 1993 a1995,utilizando comofontede dadoso livro de registro dospacientes.Verificaadistribuiçàode queixas,porsexo e o tipo de desfecho dosatendimentosprestados,considerandoconclusâo,interupçào,orientaçào eprocessosem curso.Detine orientaçâo como consulta tinicadeatendimento ou encaminhamento,nâo sendo solicitado retornoposterior.Em um totalde304 requisiçöesdeatendimento no serviço,observa-se188 provenientesde pessoasdo sexo feminino e116 do sexo masculino.Agrupaasqueixasem 18 categorias.Doisjufzesavaliam asqueixasapresentadaseascategorizam.Veriticaum totalde 'Uoqueixas,resultando em uma média de 1,41queixasporpessoa(médiafeminina=1,5;médiamasculina=l,28).Nogrupofemininopredominam queixasdedepressâo (19,86%),diticuldadesem relacionamento(17,02*),ansiedade(10,99%)enervosismo(9,93%),enquantoquenogrupomasculinosàomaisfreqientesreferênciasa diticuldades de adaptaçâo ao trabalho(14,19%),nervosismo(12,84),ansiedade(11,49)equeixassomlticas(10,14%).Problemascom otrabalho,adiçâo,ditkuldadessexuaisenervosismo sâo proporcionalmentem aisfreqûentesparaoshomens,enquanto que depressëo,problem asderelacionamento,queixasvagasediticuldade para lidarcom perdaspredominam para o grupo feminino.Asm ulheresapresentammenorfndice deorientaçâo do que oshnmens,contudo para questöesde depress:o e diticuldadesde relacionamento hé um ntimeroelevado desta modalidade de desfecho;também desistem,proporcionalmente,maisdoque oshomensprincipalmente nasqueixasmaisreferidas.Predominaa orientaçâo nosdesfechospara oshomens,principalmente quando h;queixa de diticuldade de adaptaçâoao serviço,ncrvosismo,depressâo e questöessomsticas.Seusprocessossâo conclufdosmaisfrequentemente quando asqueixasreferem-se a ansiedade e interrompidosquando voltadosparaqueixasdenervosismo e depressâo.Concluisobre anecessidadedeatendimento diferencialem funçâo do sexo,bem comoporuma investigaçâo maisacurada quanto ao conteudo dasqueixas,quepossaorientarmaiseficazmenteo atendimento da populaçâo.(CAPES).-000-CLIN 1.12AVALIAIAO E INTERVENIAO GRUPALJUNTO A PESSO-AS COM DIHCULDADES DERELACIONAMENTO AFETI-VO-SEXUAIS.CarmenGarciadeâlmeidaMoraes;f'rika PatnkiaScandalo Baleeiro;Gislaine Aparecida de Andrade;MarcosRoberto Garcia.Universidade Estadualde Londrina.A procuradeajudaprofissionalporum grandentimerodepessoascomditiculdadesde relacionamento afetivo-sexuale asconseqûênciaspsicossociaisporelasexperimentadas,levouà fonnaçâodegruposdeapoio,com oobjetivodeavaliarasdiûculdadesapresentadas,analiss-lasfuncionalmente,bem como verificaraeficsciadeestratégiasdeintervençào.O recrutamentofoirealizadoatravésdemeiosdecomunicaçâo.Dos22sujeitostriados,foram selecionados5,com idadesvariando entre 23 e 39 anos.Os16 encontrossem anaise 34tfolows-up'com # duraçào aproximadadeuma hora e trinta minutoscada,foram realizadosna ClfnicaPsicolögica daU.E.L.,utilizando-sede instrumentosdeavaliaçâo dasdificuldadesapresentadasinicialmente,taiscomo:insegurança,baixa auto-estimaediticuldadesde expressividadeemocional.Nosencontrosgrupaisutilizou-sedetécnicasdedinâmicadegrupo,fantasiaseielaxamento,levando-osadiscriminarfuncionalmenteseuscomportamentos,propiciandoa adaptaçâoanovassituaçöes,crescimento psicolögico individual,autoaceitaçâoedesenvolvimento de habilidadesderelacionamentointerpessoal.ao t'inaldacoleta e dados,atravésde instrumentosdeavaliaçâo edosauto-relatos,pôde-se detectarqueosparticipantesbeneficiaram-sedo trabalho realizado,apresentando moditicaçöescomportamentaisemrelaçâo ao auto-conhecimento eauto-estima,auto-estima,contribuindoparaoseuajustamentoafetivo.No quese refere àsdificuldadesde expressividadeemocionalinicialmenteapresentadaspudemosperceberqueosparticipantestom aram-se maisassertivosna medida em que passaramaexpressarsentimentoseemoçöesnarelaçâoterapêutica,ouseja,passaram aemitirCRBS2.O perfodo deintervençâo (quatromeses),parecetersidoinsuticienteparaageneralizaçâodosCRBS2 apresentadosdurante asintervençöese para abordarmos asditiculdadesrelativasà.sexualidade,bemcomo para propiciarmoscondköesaosparticipantesdeefetuarem anâlisesfuncionais(emissâodeCRBS3)dosrelacionamentosinterpesoais.épossfvelque asditiculdadesrelativasàsexualidade nâo tenham sido trabalhadastambémporuma limitaçpo no repertörio dosestagiM -os.Este é um aspecto que mereceser considerado em futuraspesquisasquevenham atrabalharditiculdadesdesta natureza.- 000-CLIN 1.13SEXO E QUEIXA:ADEQUAIAO DO ATENDIMENTO XDEMANDA EM SERVICO AMBULATORIAL.Mariafz/n/rEspinosa Enéas,AnaLlicia Gllf(PontifciaUniversidadeCatölicadeCampinas),MariadeFâtimaScbincariol(HospitalGeraldeSâoPaulo).- 000-SBP -XXV IReuniëoAnualde Psicologia


CLIN -Psicologia t7lkïcuCLIN 1.14CONFIGURACAO ADAPTATIVA E 0 NW EL DE MATURI-DADE DOS MECANISMOS DE DEFESA.Elisa MediciPizâoYoshida(PontiffciaUniversidadeCatölicadeCampinas),Patrices'flfnl-âl?url#,Valériel.,#in:eMarc-AndréBoucbard (UniversitédeMontréal).Têm sidodestacadasnaliteraturaasiniciativasjuevisam aavaliaçsodasdefesasa partirde materialclfnico,em esgecial,entrevistaspsicodiagnösticas.Justitica-seointeressegoressasmedidas,emfunçâodopapelqueanaturezaeonfveldematuridadedasdefesasdesempenham noprocessodemudançadosSs.Essesgrincfgiosinspiraram apresentepesquisaqucgrocuroudeterminarasrelaçöesentreumamedidadacontiguraçqoadagtativaeonfveldematuridade dasdefesasutilizadas.A adaptaçâo foimedidaatravésdaEscala Diagn6stica édaptativa Operaciolmlizada(EDAO)eosmecanismosdedefesa(MDs.),atravésdoDefenseMechanism RatingScale(DMRS).36entrevistasgravadasemaudio e trancrit%,foram avaliadascom a EDAO,pelo primeiroautor.A seguir,este selecionou20,sendo 10 deSs.adaptadosnâoeficazmoderados(Gr.111)e10deadaptadosnâoeficazseveros(Gr.V),igualmentedivididosquantoaosexo.Doisjufzesindependentesecegosparaosobjetivosdapesquisa,avaliaramestematerialcom aDMRS.Verificou-secomo sedistribufam osmecanismosde defesa em funçâo dasconfiguraçöesadaptativasrepresentadaspelosGrs.IIIe V.Calculou-se a significância dasdiferençasentre asfreqiênciasmédiasdosMDs.,respectivamente,dosGr.IIIeV,nàoseobtendodiferençassigniticativas(t=1.52,GL=18,p>.10).A diferençafoisigniticativaquandoseconsiderouosfndicesglobaisde funcionamento de ambososgrupos.Obteve-se respectivamente.para osGrs.lIe V,M=5.?e 4.5et=3.96(p


CLIN -Psicologia ClkicaCLIN 1.17REPRESENTAIAO DEOBJETO EDASRELAX ESOBJE-TAIS:APLICAIAO DA ESCDIA DE FUTU/JD/DFDéAUTONOMIA 'EWSWD/ (M.O.A.-R)AS RESPOSTAS DORORSCHACH.Manoeléntônio dosSantos.Universidadc de SâoPaulo -Ribeirâo Preto.A Escala M.0.A.-R consiste em um sistemade categoriasaplicadasàsrespostasdoRorschach,fundamentadasnanoçào deequilfbrio dinâmico entreo indivfduo e o outro quanto ao tlarereceber,em seusdiferentessistemasderelaçöes(famflia,amigos,parceirosexual,etc).Estaescalacoditicasetediferentesnfveis,situadosao longodeum continuum de desenvolvimento da relaçàodeobjeto,quecompreendedesdeograumaiselevado,entendidocomo o estabelecimento deuma relaçâo madura com ooutro,que sedistingie pela reciprocidade,espontaneidadeecooperaçâo,atéo nlvelmaisarcaico,no qualnâo existe barreiraentreoEu e a realidadeexterna,massim uma espécie decasca,invölucro narcfsico frsgile poroso,que podese romperfacilmente.0presenteestudo tem como propösito avaliarasensibilidadedesseinstnlmento,aplicando-o a um grupo de indivfduosqueencontram sériasditiculdadesaonfveldoajustamento social.Foram avaliadosvintepacientesesquizofrênicosatendidosnoAmbulatörio de Psiquiatria do HospitaldasClfnicasda FM RP-USP,nosquaisfoiaplicado o psicodiagnöstico de Rorschach.Oprocedimento de sistematizaçâo dosdadosenvolveu uma anslisedecontetidoeacategolizaçâodasrespostasobtidas(315),atravésdaaplicaçâo da Escala.Posteriormente,osdadosforam tratadosdentrodeumaabordagem estatfstica descritiva,seguidadesuainterpretaçâo,a partirdosreferenciaisinterpretativosfornecidospelaliteraturaparaa avaliaçâo da qualidadedasrepresentaçöesproduzidasemcada pranchado Rorschach.Osresultadosindicam quea categoriamaisfreqûentemente encontrada 6 o Nfveltszero'naqualo percepto é intelpretado como estando eststico(53,3%dasrespostasfornecidas).Seguem-seasrespostasclassiticadasnoNfvelAlto(26,3%)enoNfvelBaixo(19,0%).Esaprevalênciadeausênciaderepresentaçâoderelaçâo objetalnâo chega,contudo,a caracterizaruma incapacidadepara tal,umavez queasdemaisrespostasindicam potencialpara o estabelecimentoderelaçöes(aindaqueemum nfvelimaturotarcaicoj.Essedado sugere que o nëo-envolvimento pode ternessespacientesumcarlterinteiramente defensivo,que traduziria osataquesaosvfncrltuexistentesentreosobjetoseomundorelacional.Concluindo,o uso da Escala M .0.A.-R permite caracterizarogrupo estudado como apresentando um funcionamento mentalvoltadoparaadestruiçâosistemlticadosvfnculos(e,portanto,dosseusrepresentantesa nfvelpsfquico'.asrepresentaçsesdeobjetoj.Serâodiscutidasasimplicaçöesdessesachadosdopontodevistadotratamento.(CAPES/PICD)- 000-CLIN 1.18O EXAMEPSICQLUGICO NA ESQUIZOFRENIA:AVALIA-G O PSICODINAMICA DAS ALTERAX ESCOMPORTA-M ENTAISE EM OCIONAIS OBSERVADAS CLINICAM EN-'1E.M anoelAntônio dos Salttos.Universidade deSâo Paulo -Ribeirâo Preto.A esquizofreniaacarreta uma disrupçâo na organizaçâo dospapéisedaswcondutassociais,afetandoleascomo o desempenhono trabalho,o contato sociale o relacionamento afetivo e sexual.Este estudo tem a finalidade de investigardequemaneira esteSBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologiacom/rometimento socialsevero ests associado àsrepresentajfesmentaisque o pacientediagnosticado como esquizofrênico elaboraacercadooutro(representaçsesdeobjetojedesimesmo.C0m esseobjetivo,foram avaliadososprotocolosRorschachde20 pacientesadultos,do sexo masculino,com diagnlstico de psicoseesquizofrênica,faixaetllia entre 21e 46 anos,e nfveldeescolaridadepredominantementebaixo(75% possufam apenaso1.0grau,amaioriaincompleto).A maiorpartedospacientesresidiacomSuasfamfliasdeorigem (70% eram solteiros)enâoestavaexercendo qualqueratividadeprodutiva no momento daavaliaçào (65%).Essessujeitosseencontravam em seguimentomedicamentosojuntoaoAmbulatöliodePsiquiatriadoHospitaldasClfnicasdaFaculdadedeMedicinadeRibeirâoPreto(USP),onde foirealizada aaplicaçâo do método deRorschach.A anslisedosdadoscompreendeu aapuraçâo e cotaçào dosprotocolospelosistema convencional,seguidasde um levantamento dosaspectosrelativosaoCrivo deRepresentaçâo deSi,um sistemapadronizadodeanslisedecontetidosproposto porRausch deTraubemberg e Sanglade.Osresultadosevidenciam umaalta freqiênciade contetîdosarcaicoseliciadospelasassociaçöesnoRorschach,o que podeserinterpretado com referênciaà.prevalênciaderelaçöcsdeobjetomarcadasporumaoralidadeameaçadora,intrusiva edestrtltiva.0 investimento m aciço nosaspectosrelacionadosao contato e àidentificaçâo com o outro(mundo humanojrevelaabuscaintensaedramiticadapröpriaidentidade.Contudo,paradoxalmente,afol'ma dominante de relaçâocomoobjetoimplicapoucapredisposiçàoaoenvolvimento,além dabusca deum contato restrito,superficialeneutrocom oambiente.Estecontato,despojadodedinamismoereciprocidade(baixafreqfiênciadecinestesias),resultaem um ajustamentosocialprofundamentecomprometido,emseusdiferentesnfveisdeorganizaçào:Simbölico,dinâmico e fonnal.Osresultadosindicamqueascaracterfsticasrelativasà organizaçâoda personalidadepsicötica,inferidasapartirdo exame psicolögico,pennitemevidenciarospsicodinamismossubjacentesàsalteraçöescomportamentaise emocionaisobservadasclinicamenteem pacientesesquizofrênicos.contribuindoparasubdisiaroplanejamentoda intervençào terapêuticamaisadequadapara cada caso.(CAPES/PICD)- 000-CLIN 1.19OBBTCOMO INSTRUMENTODIAGNUSTICOEM ORIEN-TAIAO PROFISSIONAL E PSICOTERAPIA.EUCI'Lealklelo-Silva eA/rl/ptMlAntônio dosSantos.Universidade deSào Paulo -Ribeirâo Preto.Um dosdesatiosque o orientadorprotissionalencontra nasuaprética consiste em discriminarsea indicaçâo do atendimentoépara estaéreaou para psicoterapia.Freqûentemente,o limiarentreessesdoiscampbsde atendimento psicolögico émuito tênue.NoServkodeOrientaçâoProfissional(SOP),daClfnicaPsicolögicado Centro dePsicologia Aplicada da FFCLRP-USP,umdosinstrumentosutilizadoscomo recurso diagnöstico para o atendimentoem orientaçâo profissionaléo BBT -Teste de FotosdeProfisssesdeM artinAchtnich,um métodoparaaclariticaçâodainclinaçâo protissional.Umadasetapasdo processo de OP desenvolvidonoSOPconsistenaaplicaçâodoBBX em suafonnaoriginal,seguida dasolicitaçâo de umahistöriasobre ascincofotospreferidas.Ao términoda intervenç:o,asfotospreferidassâoreapresentadas,com oobjetivodesesolicitarumasegundaverssodahistörianarrada,agoraprojetadaparaofuturo.suge-75


CLIN -PsicologiaClfnfcnlindo-sedentrodedezanos.Nopresenteestudo,pretende-seenfocar este procedimento diagnöstico complementar,a segundahistériadasfotospreferidas,desenvolvidoapartirdoprocedimentooriginalpropostcpeloautordatécnica.0objetivodestainvestigaçso é apresentar,atravésdeuma metodologia de estudodecaso,osresultadosobtidoscom o empregodatécnicac0m umadolescente de17anos,sexo masculino,que se encontrava cursandoa3.'séliedo2.0grau.Tendoporbaseum sistemadeavaliaçso elaborado especiticamente para esse fim,asduashistöriasproduzidasforamcomparadasde acordo com asseguintescategoriasdeanâlise:ident6caçâ'odospersonagens,capactdadedemanejodoconflitoprohssional,desfecho(J&If;Jodo con-./Rlt8,sentimentodeidentidadeeoqanizaçâodefeluiva.Osresultadospermiteminferirque,enquanto a primeira narrativa Lconclufda em tom de desesperançae desamparo,a segunda revelaa percepçâo de altemativasde soluçâo dosconflitospessoaiseprofissionais.Com aansiedademelhorcontrolada,oorientandodemonstra sercapaz deestabelecerum maiorcontato com arealidade,tantoextema como interna,podendo,entëo,fazeruso dopensamento e da Mgica paradecidirosrumosde suabusca relativaà carreira protissional.Comprovou-se,assim,que esteadolescentebeneficiou-seamplamenteda OP,mostrando-se,ao finalda mesma,bem maisestruturado do ponto de vista psicolögico,paraenfrentarum processo psicoterlpico no futuro.- 000-CLIN 1.20A EXPERIGNCIA SUBJETIVA NA ESQUIZOFRENIA;AVA-LIAIAO SINTOMATOLUGICA DEPACIENTES CRôNICOS.PcrtzLkia D.Coelho,JoseteB.Miranda,Clnthia C.Pantaleâoe N nith Nara C.Delabrida.Universidade de Brasflia.Na avaliaçlo sintomatolögicada esquizofrenia,poucaênfase têmsidodadaàsqueixassubjetivasdopaciente.Noentanto,estudossugerem queatenç:oàexperiênciasubjetivadopacientepodetrazer,entre outrosfatores,informaçöessobre (1)afaseprodrômica do transtorno,contribuindo para a prevençào de recafdas,(2)opadrâo deadesâodopacienteao tratamentomedicamentosooupsico-social,(3)seudesempenhosocizlefuncionamentoocupacional.O presente estudo exploratörio buscouinvestigara presençade sintomassob o ponto de vista do pröpriopaciente.Como parte deuma entrevista semi-estruturada,40 pacientescomdiagnöstico de esquizofrenia em tratamentoambulatorialno Distrito Federal,responderam aum questionlriode19itens,traduzidoeadaptadodaSubjectiveDehcitSyndromeScale(EscaladaSfndromedoDetkitSubjetivo).Cadaftem (sintoma),apresentadoverbalmentepeloentrevistador,eraavaliadopelopaciente segundo umaescalade cinco pontos,0 representandoa ausência do sintoma,e#,a frequência/intensidademsximadedesconfortn(sempreIextremamente).Osdadosforamanalisadosquantoàpresença de cada sintoma naamostrapesquisadaequanto aograudedesconforto(frequênciaou intensidade)correspondenteà média dasrespostasaos19 itens.Com exceçâo doftem referenteaqueixasdealucinaçöessomlticasou tlteis,ossintomasforam endorsadosporgrandeproporçâo de pacientes,variandoentre0,40e0,72.Quantoàfrequênciaou intensidadedo desconforto causado pelossintomas,amédia dos19 itensparaaamostrafoi1,45(DP=0,8),entreosvalores1(raramenteIIevementeje2làsvezesImoderadamente).Considerandoqueospacientesfazem uso de medicaçâo psicotröpica,recebem tratamentoambulatorial,nâo estando em perfodo agudo da doença,e76com/arando-seaindacom osdadosdaescalaoriginal,apresençadesintomasnoestudobrasileiroéconsideradaelevada.Poroutrolado,osfatoresacima possivelmente contribufram para o grau dedesconfortosintomatolpgicorelativamentebaixo,deacordocomorelatodosgacientes.Discute-seosresultadosencontradosàluzda literatura,apresentando-se limitaçöesdo estudo e sugestöesdeabordagem do tema.-000-CLIN 1.21COMUNICAIAO INTENSA EN'I'RE TERAPEUTAE CLIEN-TE:AN/LISE FENOMENOLUGICA DE DEPOIMENTOS.Cleidelnar Estevam de Oliveira Fetzrlf.Pontiffcia UniversidadeCatölica deCampinas.Estapesquisa descreve a estruturadaexperiência decomunica-Nointensaentreterapeutaecliente,vividadurantesessöesdepsicoterapia,atravésda an4lise fenomenolögicade depoimentosdepsicoterapeutas.Fundamenta-sena Abordagem Centrada naPessoa(ACP),com enfoqueexperiencial,tendoênfaseexistencial-fenomenolögica.Utilizao método fenomenolögico aplicado àpesquisa em psicologia clfnica.Oscolaboradoressâo setepsicoterapeutasexperientes,de orientaç:o existencial,dediversasregiöesdopafs,aosquaisse fezo pedido:tkonte-me ummomento decomunicaçâo intensa entre terapeuta e cliente,vividoporvocêenquanto psicoterapeuta'.Comoresultado obteve-sequenestesmomentos:hs variaçëo na intensidade ou no contelidodealgoquejsvinhaestandopresenteem outrassesöes;éderelevante importânciaa sensibilidadedo terapeuta',o terapeutaémobilizado inteliormente porestarem interaçâo com o cliente',oterapeutarefletesobreoque se passaconsigo,buscando compreenderetomardecisöesem relaçâo aisto,o terapeuta tomaa decis:ode expressarao clienteo que se passa consigo;o terapeutaexpressa ao cliente o que estâsentindo',o cliente tem uma reaçâodesurpresafrenteaoquefoiexpressado(porelemesmooupeloterapeutal;em seguida5expressâodoterapeutaoclientemudasua postura,parecendo inteiramente voltado para o que est; sepassando consigo naqueleinstante',o clienteexpressaalgo que sepassaconsigo naquele instante;o terapeuta sesente compartilhandocom o clientedoque estâ sepassando com ele;o clientedemonstra novascompreensöesarespeito de simesmo;()terapeutaexpressaaocliente suapercepçpo do que foivivido duranteaSessëo;hs um beneffcio tanto para o cliente como para o terapeuta',hé moditicaçâo do processo terapêutico no sentido de uma maioreticiência;oterapeutanâ0prevêoutem aintençâodefazê-loacontecer.Concluique osmomentosde comunicaçâo intensa referem-seàmudança terapêutica,e dâo-seatravésde umaexperiênciacompartilhadanarelaçâo interpessoalestabelecida entreterapeutae cliente,onde ocorre uma co-experienciafào.Ascondiçöesfacilitadorasparaaocorrência destesmomentossâo aempatia,enquanto atitude tanto do terapeuta como do cliente,indissocisvelda autenticidadeedaaceitaçào positiva incondicional;ossentimentosea expressividade,tanto do terapeuta comodo cliente,assim como a sensibilidade ecapacidade de compreenderoqueestsexperienciandodoterapeuta.(CNPq)- 000-SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


CLIN -PsicologiaClkicaCLIN COR 1.01SUBJETIVIDADE E INCONSCIENTE:INVESTIGANDO OsLIMITES DA PALAVRA.Wrl Lucia Silva L P:JBesset,UsiaMaria FilgueirasRodriguesWheatley SoneidedeSalesLimaeVerônica MartineliGtl?lçu&el Costa,Universidade FederaldoRio de Janeiro.Ao finalde sua vida e obra,S.Freud apela à biologia do futuro,diante do que lhepareceum obstlculo instransponfvelno tratamentodehomensemulheres:medoeinvejaligadosaodrochedoda castraçâo'.Este recurso a umaexplicwào deordem biolögicaou fisiolögica,entendido pormuitos,como expressio de um gessimismoterapêutico do autor,aparece desde o infcio de suateorizaçso.Isto,desdeque o sofrimento do sintoma Serevelaresistenteaotrabalhodedecifraçào.XpartirdaobradeJ.Lacan,entendemoseste impasse clfnico como causado peloslimitesdapalavra.Tantonoquedizrespeitoaosujeito,postoqueapalavranâo diz tudo,quanto no que concem e o esforço da teoriaparaformalizaro que resisteà simbolizaçâo.Neste sentido,nosso objetivoédemostrarasrelaçöesentreoapeloàsargumentaçöesancoradasna biologiaou na fisiologia,encontradasnaobrafreudiana e osimpassesna teorizaçâo daclfnica.Esta investigaçâo,decarlterteörico,tomacomo campo ostextosfreudianos,em sua totalidade.Nestesescritoso Ievantamento dedadosvisaodelineamento dasexplicaçöesdo tipo estudado,assim como acontiguraçëo do contexto teörico-clfnico no qualestassurgiram.A anflise crftica dosdadosassim obtidos,levam-nosa algunsresultadose sugerem algumasconclusöes.Como estratégiametodolögica,buscamosdelinearmomentosdistintosnoconjuntoda obra,de acordo com ascaracterfsticasda teorizaçso quantoao problema investigado.Isto pennitiu identitk ar,em momentosteöricosdistintos,razöesdiversasqueparecem justificaroapeloao biolögico em S.Freud.Assim,no infcio da obra,asargumentaçöesdessetipo,parecemrefletira formaçâo médica do autor,oespfrito cientfico dominante à época,tendo a funçào de enfatizaraespecitk idade da nova proposta teörica.Com a evoluçâo daclfnicae da teoria,o nexo entre o recurso à,biologia e asditiculdadesdeteorizaçâo sedelineia,sobretudo àpartirdo caso Hans.Especialmente,diticuldadesligadasà etiologiadas neurosese h.universalidadedocomplexodeédipo edecastraçâo,desdequeaexplicaçâobaseadaem fatoresconjecturaisserevelouinsutkiente.Atransmissâo tilogenética foia soluçâo freudiana para entenderoque,com J.Lacan,podemosconcebercomo veiculado pelodiscurso.O que é possfvelpelainclusâo da falta,do vazio enquantotal,naestruturada linguagem,à partirda concepçëo dorealdelimitaroqueescapaà.palavra,àsimbolizaçâo.é umaformulaçëoteörica que nospermite avançarna pesquisa,no campodateorizaçëodaexperiênciaclfnica.(CNPq)-000-CLIN COR 1.020 PROJETO INCONSCIENTE DE MACHADO DE ASSIS.éneliseSalazazTania B.NiskieTWl= CoutoeMariaLuiza 7:éssumpçso,UnivesidadcFederaldoRio deJaneiro.0 inconsciente pode Serexpresso pelo olàar? Segundo aPsicanJlise,umaparte da puls:o de olharé sublimada em :kuriosidadeem geral'e como çpulsào deccmhecer'a pulsëo de olharpodese tornar motorde intimerasatividades,tendo como seusderivadosoprazerdepesquisareviajar,ointeressepelaobservaçàodanatureza,o gosto pela leitura,peladescoberta.Seacreditannosque o olharexpressa o inconsciente,podemosinferirque asreferênciasaoolhar,emtextosliterM os,expressam o inconscientede seu autor.Este estudo propöe-sea investigarasreferênciasaoolharem Machado deAssise tentaruma aproximaçâo do inconscientedeste autor,analisando estasreferênciasnosromancesHelena e Casa Pdl/la e no poemaâ CristâNova.Utilizamoscomorecurso metodolögico a técnica de anélise de contetido e fizemosum levantamento categorialdo ççtiposde olhar'existentesnessasobras,a partirda anllise de todasascitaçöesreferentesao olharpresentesnasmesmas.A anélisedosresultadosmostrou que osolharesdtdesvio,curiosidade,tzplt??iadmiraçso e indagaçâo s;oosmaispresentesemllelena.Em Casa Velha.asfreqtiência maissigniticativasreferem-seaosolharesdedesvio,descoberta,investigaçâo,hrmeza,desatençâoedistância.Oolhardzmelancoliaé o maispresente no poema â Cristâ Nova.Osresultadosfinaisapontaram que o olhardedesvio teve a freqiênciamaisaltanosdoisromancesanalisados.é um olharqueprocuradesviarodiélogo,poisosolhospodem revelaraquilo quenâo podeserdito.Este tipo deolharacoberta nào-ditosquevso,em suamaioria,sutentaressesromances.Percebe-seque,ao mesmo tempoem que hs uma necessidade de desviar o olharpara n:o revelarum nâo-dito,quefuncionaria como defesa,hl também um olharque,embalado pela curiosidade,procuradescobriressenâo-dito.Buscando relacionaresste tiposde olharescomoo autor,consideramosqueele encontra-se envolvido numa trama de esconder/revelar,descobrir/encobrir.Talvesfosse essa trama,reflexo desua histöria pessoal,que oinspiravaem sua criaç:o.Seriainteressantetentarvalidaressesresultadosatravésde outrastécncias.(CAPES)-ot)o-SBP -XXVIIReeniâo AnualdePsicologia


Pslcol-oGlA C OGNITIVA


COG -Psicologia CognitivaCOG 1.01O DESEMPENHODELESADOS CEREBRAIS EM TAREFASENVOLVENDO SILOGISMOSE PROVéRBIOS.RobertaBevilaqua Rangel,Hospitaldo Aparelho Locomotor/sAllAll-Brasflia eElizabeth TI?aeJ,Universidade de Brasflia.Estudossobreodesempenhodesujeitosem tarefasqueenvolvemo raciocfnio lögico e o pensamento abstrato apontam para ()fato de que aquelescom lesâo cerebraltêm maisdificuldade nessastarefasdoqueossem lesëo cerebral.A presente pesquisatevecomo propösito vcrificaro desempenho de pacienteslesadoscerebrais,vftimasdetraumatismocraniano(TCE)eacidentevascularcerebral(AVC),com nfveisdiferentesdeescolalizaçâo em duastarefas.A plimeira consistiu nainterpretaçào deprovérbios,tarefaestafreqientementeutilizadapara medira capacidadede abstraçào.Asegunda tarefa,relacionadaao raciocfnio lögico,incluiua resoluç:o de silogismosem duassituaçöes:uma envolvendofatoscotidianose outra.fatoscontrM osà realidade dossujeitos.Ossujeitosdogrupoexperimentalforam pacientesinternoseextemosatendidosnoHospitaldo AparelhoLocomotor- Sarah/Brasflia,no Programado Lesado CerebralAdulto.Paraa realizaç:o dastarefasforam selecionadoscinqtienta etrêspacientes,sendovinteetrêsvftimasdeTCE etrintavftimasdeAVC,além de tlintapessoasque compuseram o grupo controle.Cadagrupo foidividido em doissubgrupos- escolarizadosesemiescolarizados/analfabetos.Todosossujeitosforamentrevistadosindividualmente.Umaanéliseestatfstica utilizando testesnâoparamétricosdemonstrou,monnenteque:a)houvediferençassignificativasentreossubgrupos,destacando-seo papeldaescolaridadeno Testede Provérbiosenossilogismoscontrrriosà.realidade(nessatiltimatarefa,excetonogrupoAVCI;b)noquetangeàsdiferençasentreosgrupos,nâo houve diferençassignificativasentreodesempenhodossujeitosnatarefaderesoluç:odesilogismoscontrfriosà realidade',poroutro lado,o desempenhodossujeitosdogrupoControleeTCE (escolarizados)foimelhorqueosdoAVC (escolarizado),havendodiferençassignificativasno Teste de Provérbiosena resoluçâo de silogismoscotidianos,ec)nëohouvecorelaçëoentreodesempenhodossujeitosnasv5-rias tarefas.Osresultadosdemonstram a importância daescolarizaçào para aresolufâo de determinadastarefas,reforçandoa posiçëo de Vygotsky quanto à gênesesocialdasfunçöesmentaissuperiores.Além disto,apontam a necessidade de selevaremconta ascondiçöespré-mörbidasdospacientes,no planejamentodeprogramasdereeducaçâoereabilitaç:odelesadoscerebraisadultos.- 000-COG 1.02O EFEITO DA FCESSIBILIDADECONCEITUAL NA PRO-DUG O LINGUISTICA EJULGAMENTOSDETIPICIDADE.GersonAméricoJanczura(UniversidadedeBrasflia)Estudostêm indicado quea produçâo lingtifstica podeserafetadaPe1arepresentatividadedeexemplosdecategorias.2 maisprovévelqueosujeitoverbalizeIEUIZIexemplodefrutaémaçë''doqueEeum exemplodefrutaélima'.Em julgamentosdetipicidade,:çmaç:'tendeaserjulgadacomomelhorrepresentantedacategoçizfrutadoquelima'.A tipicidadeéum preditorcontilveldodesempenho humano em vériastarefasincluindo-se raciocfniodedutivoeindutivo,classiticaçâo,ordenaçëo,recuperaçâo,aquisiçâoe representaçâo pictörica de categorias.Entretanto,explicaçöessobreosdeterminantesdestefators;o matélia de intensaSBP -XXVIIReuniâoAnualdePsicologiapesquisa e dcbate.Nesteestudo é investigada sea accssibilidadeconceitualafetaaproduçâolingifsticaejulgamentosdetipicidade.A hipötese investigada atirmaque exemplosde categoriasmaisacessfveisna memöria tendem a serproduzidoscom maiorprobabilidadenumasentença,ejulgadoscomoexemplosmaistfpicosdesuascategorias.Amedida daacessibilidade conceitualfoicoletadaatravésdenonnas(n=220)aplicando-seumatarefaderecuperaçàolivre,naqualossujeitosforam solicitadosaproduzirumexemploparacadacategoria(69categorias).Paratestarahipötese experimentalaplicou-se um delineamento fatorialoneway(n=3O)naqualavarilvelacessibilidadeconceitualfoimanipuladaintra-sujeitosemtrêsnfveis'.alta,médiaebaixa.Natarefadeproduçàolingifsticaosujeitodeveriaproduzirem vozaltaumexemplodeumacategoriaapresentadanumasentenfa(15sentençasdotipoç$Umexemplode


C0G -PsicologiaCogaitivaram queaforçaassociativainfluenciasignificativamenteotempoqueosujcitolevaparadecidirseum item émembrodacategoliaeaacuidadedessejulgamento.Testessubseqientes(Ficher,LSD)revelaram que exemplosmaisfortemente associadosassuascategoriasforamjulgamosmaisMpidae,commenoscros,comomembrosdacategoriado que exemplosmaisfracamenteassociados.Essesresultadosrepresentam um problemaparaexplicaçöesqueassumem serasimilaridadedosmembrosdacategoriaaexplicaçâoparaodesempenhodossujeitosemtarefasdecategorizaçsoaodemonstraraparticipaçsoefctivaesigniticativadamemplianodesempenhohumano.(CNPq)- 000-COG 1.04DIMENSOESDA INTELIGZNCIA SOCIAL SEGUNDO AOPINIXO DE ESPECIALISTAS.ElianeGerk #ïn1t7CarneiroeNeidiOliveira Nyaradi.UniversidadeGamaFilho.i'Inteligência social'nâo é um termo frequentementeencontradoem livrose revistasde Psicologia.Entretanto,é um conceito antigo,desdeque n orndike,em 1920,sugeriu a divisào dainteligênciaemabstrata,mecânica e social.Naquela ocasiâo,n omdikea definiu como a habilidade para entendere lidarcom pessoas.Pode-sedizerque ainteligênciasocialtem sido estudada,historicamente,segundoquatro abordagens.A abordagem detinidoraprevaleceu nasdécadasde 20 e 30.Posteriormente,surgiram asabordagensde teoriasimplfcitas,apsicométricaea cognitivista.O presentetrabalho situa-senumaabordagem quebusca investigarasteoriasimplfcitasdeprofissionaisacerca dasdimensöesdetinidorasdo constructo.A inteligênciaéum valoreexiste emrelaçëo ; definiç:o socialdestevalor.Considerando-se,portanto,que existem diferentesmaneirasdese definirinteligênciaconformeo meio socialestudado,conduzimosuma pesquisaexploratöria,a fim deveriticarse profissionaisque lidam com pessoasreconhecemaexistênciade uma tinteligência social'e,em caso positivo,comoadefinem.0 instrumento utilizadofoia técnica doincidentecrfticodeFlannagan.Ossujeitosforam 50 profissionaissendo13médicos,4 psicölogos,15 professores,4 fisioterapeutas,3enfermeiros,1dentista,1biöloga,4 assistentessociais,2 fonoaudiologas,1nutricionista e 2 advogados,com idadesvaliandode21a 62 anos.A existênciada inteligência socialfoireconhecidapraticamentepelatotalidadedossujeitos,poisapenasumdentreos50 respondentesnâo pode identiticé-la.A inteligênciasocialfoidefinidacomo uma capacidade de solucionarproblemas,evitaratritose resolverconflitosinterpessoaiscomrapidez de raciocfnio aliado a demonstraçëo de afeto,compreensâoe solidariedade,com disposiçâo para explicarmotivosefornecerinformaçfescapazesdeevitartensso.Foram citadascomocaracterfsticasdaspessoascom alta inteligênciasocialo bomhum or,asimpatia.a capacidade de persuas:o ediblogo,adescontraçëo,o bom senso e o controle emocional.- 000-COG 1.05MODELOSDE CATEGORIZAIAO DIFUSA EM PSICOLO-GIA COGNITIVA.Prof.Dr.M iltonJoséPenchelM adeira,AntônioJaeger,LufsaErwig,Pontiffcia Universidade Catölica doRio Grande do Sul.Estudou-se o processo de formaçâo de conceitosmentaisenquantocategoriasdifusasno âmbito da Psicologia Cognitivasob a abor-dagem doProcesamentodalnformaçâo.0 objetivof0iverificaraeticscia preditivade 9 modelosde categorizaç:o difusa,e testaraconsistênciainterna deum novoinstrumento decategorizaçso,proposto em trabalho anteriorondefoiescolhida a versâodentimero1entreas6 possfvcisprogostas,originadaspelo Softwarede apoio ç'FacesEstilizadaf'.Realizou-se a primeira etapa daaplicaçàodoinstrumento,em umaamostraconstitufdapor180adultosgatichos.O mesmo,consisteem 33lâminascontendocadaumaduascategoriascontrastivasdecincofacescadaeumafaceaclasiticargorvez,contendocadaface4 dimensöesternsrias(grande,médio,gequenol:testa,olhos,narizequeixo.Atarefasolicitadaf0iadeclassiticaçsoàduplaescolha.Osresultadosforamsubmetidosa um tratamento estatfsticoviaanslisedercgresssomtiltipla e de correlaçso dePearson entre astabelaspreditivaseosresultados(freqfiênciaderespostasesquerda/direita).Foidemonstradonesta primeira etapa uma preponderb cia,em tennosdeeficlciapreditiva,de doism odelosnâo prototfpicos'.o doçtM elhorExemplo',baseado na escolhado membro dacategoriao maispröximo do protötipo da mesma,e o do sslrmâoGêmeo'',porcaracterizaraface maispröximado membro acategorizar.Outrosresultadosdemonstraram'.a)aversâocom resultadosmaisconsistentesediscriminativo em relaçâo aosmodelosfoia dentîmero01;b)aestratégiadecategorizaçâousadapelosujeitovariaem funçëodomaterialusado;c)aanllisederegressâoparaasdimensöesdemonstraram que ahierarquia estabelecida a pliorifoitsrespeitada'(T>0>N>Q)',d)ovalordeconcretudedadimensâoNaliz foineutralizada,atravésdaconstruçâo do materialaosefazeravaliânciainternula;ee)n:ohlviésnomaterialnoque conceme aoequilfbrio esquerda/direita.A partirdosresultadosdestaprimeira etapa,iniciou-seuma aplicaçâo maisamplacom diversosgnlposespecfficospara cada etapa do desenvolvimento(idadeintuitiva,latência,adolescência,adultoseterceiraidade)eoutrosgruposespecfticos:canhotos,drogados,alcoolistasedepressivos.Osprimeirosresultadosdestaetapatinal,jsestâosendo obtidose demonstram equilfbrio do materialparaoscanhotoseadolescentes,eque estesseguem o padrào hierJrquicopropostonoqueconcerneasdimensöes(T>O>Q>N).Osdemaisresultadosestàoem processo de anélise.- 000-COG 1.06'A COMPREENSXO DE SENTENCASENVOLVENDO TO-DOS E CWIM .MariadaGraça BompastorBorgesDias(UniversidadeFederaldePernambuco)ePatriciaJ.Smt?kç(EmoryUniversity,EUA).A compreensào dascriançasdosquantitk adoresuniversaisé umdomfnio idealparaaconstruçào dehipötesessobrea natureza dalögica mental,visto queosquantificadoresfornecem abaseparaum conjuntodeinferênciaslögicasespecialmenterico.A investigaçso,logocedo,do desenvolvimento dasintaxe do pensamentoedosesquemasde inferênciasda lögicanatural,proporciona umadasfontesmaisacessfveise imediatasde evidênciassobre suaestrutura.No presente estudo examinamosa compreensâo de 144criançasde 4 a9 anos,sendo 24 de cada idade e40 adultosdosquantificadoresuniversaistodose cada,que sâo meiosnaturaisde referênciasaeventoscoletivose distributivosem português.Ossujeitosdeveriam selecionardentretrêstigurasaquelaquecombinava com asentença contendo um dosquantificadores.Astiguraseram partesdeconjuntosdedesenhosqueretratavam eventoscoletivos,distributivoseexaustivosem doistiposde contexto:locativoede açâo.A interpretaçâocoletiva refere-se ao grupo82 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


C0G -PsicologiaCognitivadesignificadodetodoscomoTodasas?AIJj7JJestâoem umatigela,.adistributiva,distribuiçào em par,é associada comcada,comoporexemplo,Cada holnem estâ carregando uma caàa.A interpretaç:oexaustivacorresponde ao signiticado de sentençascomsubstantivosaglomerados'.Asfloresestâoltosjaros,indicandoqueosconjuntosdefloresejarosest:oassociadosexaustivamenteuma outro sem nenhuma sobra.Astigurasselecionadaspelossujeitosforam analisadasem duasANOVASdeplanejamentomistocomtipodeSentençacomofatorintra-sujeitoseidadeetipodecontexto(locativoouaçâo)comofatoresentre-sujeitos.Osresultadosfornecemevidênciasde que asrepresentaçöescoletivase distributivassào salientesàscriançasde idadepréescolaresào apropriadamente conectadascom osquantiticadoresuniversaisda linguagem natural.Ascriançastambém mostraramlogo cedo compreensëo do significado exaustivo dassentençascom estruturasos .os,masapenasno contextolocativo.M esmoassim ,osresultadosfornecem alguma evidência de queumarepresentaçioexaustivapodesersalienteem criançasbem novas.Assim,o presente estudo sugere que noçöestaiscomo signiticadocoletivo ou deçgrupo'associado com todose seuscorrespondentesemoutraslfnguas,e o significado distributivoou em


Pslcol-oGlA Do D ESENVOLVIM ENTO


DES -Psicologia doDesenvolvimentoDES 1.01PAPEL DA ESTRUTURK XO PEDAGUGICA NA INTE-RACAOEDUCADOR-CRIANCAECRIANCA.CRIANCAEMCRECHE.VivianeCristinaBesani(UniversidadedeSâoPaulo-RibeirsoPreto),Marlene/:C.Gonçalves(UniversidadePaulista-RibeirâoPreto),ZilmadeMoraesRamosdeOliveira(UniversidadedeSàoPaulo-RibeirsoPreto).Asdiferentesfonnasdeorganizaçâo docotidiano da criança atuamcomo recursospara seu desenvolvimento ecada vez maisacreche vem fazendo partedesse cotidiano.Em vista disso,baseadonospressupostossöcio-interacionistasde Vygotsky e Wallon,estetrabalhotem p0robjetivodiscutirasformasdeestruturaçàodasatividadesdesenvolvidasem uma turma de creche propostapela educadora e analisarcomo esta estruturaçëo aparece nabrincadeirade faz-de-contade escolinha damesma turma de crianças,sema presença da educadora.Para tanto,investigamosumaturma de 33 criançasde4 anose sua educadora,deuma crechemunicipalde Ribeirào Preto atendendo a populaçsode baixa renda.Cincosessöesde atividade pedagögica,com duraçào em médiade38minutos,gravadasemVT foram analisadasmicrogeneticamente,apartirdetranscliçöesfeitasemintervalosde15segundos.Estesdadosforamconfrontadoscom aquelesconstrufdosapanirdatranscriçsomicrogenéticade1sessàodefaz-de-contade t:escolinha'da mesma turma decrianças,com aproximadamente18minutosde duraçso,sendo que umadascriançasrepresentavaaprofessora.Para uma primeira anslise,foram elaboradosquadrosquedemonstrama dinâmica dassessöese a partirdestes dadosforam selecionadosepisödios para a anâlisemicrogenética.Taisquadrose anslisesapontam que asatividadespedagögicassâo bastante dirigidas,com um grande controlepelaeducadora para a execuçâo detaistarefas.Houveum predomfniodeatividadelivre de artesplssticasdentro destasatividades,queparecem nâoserdinamicamenteplanejad%.Asprsticaspedagögicaspoucasvezessàoacompanhadasdeinstrtlçöes,nâo sendoinformado àscriançasosmotivosporqueelasdevem serrealizadasconformeproposto.Aprecaliedadeda creche:escassez dematelial,espaço limitado,razâo adulto-criança inadequada,acabampordeterminaro desenvolvimento dc taisatividades.Estasacabam reaparecendo no faz-de-conta,nëo em forma de açöespré-determinadas,m assim de reconstnlçöeseresignitk açöesdeexperiênciasanterionnente vivenciadascom a educadora,conformea reproduçâo de gestos,posturas,instruçöese regras,assimcomoousodomaterialdisponfvel(papel,cola,etc).(CNPq-FAPESP).- 000-DES 1.02AVALIACXO PELA EDUCADORA DO PROCESSO DEADANAG O DE BEBZS EM CRECHE.CarolineFranciscaEltinkeMariaClotildeRosseti-Ferreira (UniversidpdeEstadualPaulista).Este trabalho pretende apresentarquaisosindfciosque seiseducadorasdeumberçârio,de uma creche universitM a,referem paraavaliarse ascrimwas,pertencentesà turma pelaqualsâo responséveis,estâoseadaptando ou nâo à creche,àssuaspessoas,espaços,rotinasehorM os,analisando osdadosreferentesao infciodo processo deadaptaçâo deum grupo de 21bebês,entre 5 e 15mesesde idade,durante o momento de integraçâo destese desuas famflias à creche,considerando-se como m om ento deintegraçâo osprimeirosdoismesesque um acriança freqûentounacreche.Além destes,foram ntilizadososdadoscoletadosaplsum perfodo de greve,ocorridadoismesese meio depoisdo infciodo processo,o qualexigiu um movimento de readaptaçào destascriançasesuasfamfliasàquelainstituiçâo.Estacrecheatendeaproximadamente150 cliançasna faixaetM a de 0 a 6 anos,duranteperfodointegral.Estesdadosforamobtidosatravésdeentrevistasgravadasemtitas-sudio,realizadascom asmâes,educadorasetécnicas,edeobservaçöesde satide,interconfnciase decomportamento,registradasem fichas.Osdados foram organizadosemdoisarquivos'.asentrevistasforam transcritase annazenadasemarquivos-texto;e dastichasfoiconstrufdo um banco dedadosnoprogramaMicroso? écces.A partirdestesarquivosforam feitosrecortes,durantealeituradasprimeirasentrevistasde cada educadora,sendo realizadaumaanslisequalitativa destasfalas,apoiadanumaleitura söcio-interacionista dosdados.Atravésdestesrecortes,obtidosnesta primeira anslise do materia1,foiposfvelelaborarumconjuntodeeixosteméticos:1)Padröesdesono;2)Inserçsonarotinadacreche',3)Moditicaçöesnoshsbitosalimentares;4)Aceitaçso docuidadofsico(realizadopelaeducadoral;5)Graudeautonomiadacriança;6)Sociabilidade(comoutrascriançasecom osadultosl;7)Formaçsodevfnculosafetivoscom aseducadoras',8)Estadodehumor(choro,tranqtilidade.l;#)Formaçsodeoutrosvfnculosnacreche',10)Reaçöesàseparaçsoeaoreencontrocom ospais;11)Graudedesenvolvimentodacriança;e,12)Relacionamentoentreaeducadoraea mse.Portanto,esteseixospodem servistoscomo indfciosutilizadospelaseducadorasparaavaliaraadaptaçâo dascriançasàcreche.Elasparecem referiraspectosque envolvem odesenvolvimentoglobaldascrimwas,e a influência queasmudançasprovocadaspelainserçëo de um filho na crecheexercemno funcionamento dasfamflias,considerando inclusive asrelaçöes(encontroseconfrontos)entreestesdoistiposdeinstituiçöes.Esseseixosser:outilizados,posteriormente,para uma anslisemaisaprofundadadosdadosobtidos.(FAPESP/CNPq).- 000-DES 1.03PROCESSOSMETACOMUNICATIVOSEN'IXE DfADESDECRIANCAS:ESTUDO MICROGENETICO EM CONTEXTOESTRUTURADO -Angela Branco,Adriana Flores,MargaFerreira,Luciana #:JJfn(7,e Tatiana Lionço.Universidade deBrasfliaAbordagensteöricasque adotam umaperspectiva sistêmicacoconstrutivistaimplicam no desenvolvimento de metodologiasdecarstermicrogenético para o estudo dosprocessosenvolvidosnasinteraçöessociais.A reconsideraçëo do fenômeno da comunicaçëoe da metacomunicaçâo,a partir detalabordagem teörica,propöeummodelo em que a dimensâo relacionaldacomunicaçâo,ou dimensëo metacomunicativa,ganha um especialdestaque nacompreensâo dosmecanismossociogenéticosdo desenvolvimentohumano.A metacomunicaçâoindicaaqualidadedoframeintemtivo,constituindo,assim ,a base paraa interpretaçâo doscontelidosda comunicaçâo.O presente trabalho visa apresentarum ametodologiacompatfvelcom uma abordagem teörica coconstrutivistaparao estudo dacom unicaflo,a qualpermiteadescriçëo da dinâmica do fluxo interativo ea interpretaçâo dosprocessosmetacomunicativos.A observaçâo de sequênciasdeinteraçào gravadasem vfdeo entre criançasde trêsanos,organizadasemdfadesem contexto estruturado durante sessöesde 25minutos,possibilitou o desenvolvimento de critériose procedimentosespecfticosparauma anâlise qualitativa microgenética dosSBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia


DES -Psicologia do De-senvnlvfmenfpepisédios,qtlelevam em contaasdimenssesestruturaisefuncionaisdogrocesso metacomunicativo.Ambasasdimensöes,estruturalefuncional,foramanalisadasdeformasistemsticaeem termcsdecategoriasdefinidasquantoàpresençaotlàausênciadecaracterfsticasespecfticas.A nfveldeestrutura,asdiferentesformasdeorganizaçpodaexperiênciainterativaforamclassificadasem categoriasdenominadasnpçL-frame'él/-rlrl:pré-interativo'e6frameinterativtf'.Quanto àdimensàofuncional,estaf0idescritaemtennosdasqualidadesdeconvergência,divergênciaeambivalênciadastorientacöesparaobjetivo'(goalorientationsjapresentadasporcadaumadascriançasgarticigantesdadfade.Aanslisedasdiferentesfonnasdetransiçâoentre -/rclndlinterativoslevouaoestabelecimentodecategoriasesgecfticas(comogorexemplotiniciaçso'ç'manutençâo'4sinten-upçâo'etc)bem comopossibilitou a identificaçëo devariadasestratégiasmetacomunicativas,denatureza verbale nâo verbal,empregadaspelascrianças.Aidentiticaçëo deestratégiasmetacomunicativase do seuvalorfuncionalrepresentaumaparteessencialdo processo deinvestigaçào sob umaötica co-construtivista.A contriibuiçào teörico-metodolögicado presente estudo sersaquiapresentada ediscutida.-000-DES 1.04PADROESINTERATIVOSMXE-CRIANCAEM CONTEXTOESTRUTURADO PARA REALIZAIAO DE TAREFA-/KNIJUchôa Branco eAdriana Flores,Universidade deBrasiliaGrande parte daspesquisassobreinteraçâo mâe-criança em idadepré-escolarvêm enfocando asrelaçöesde apego e o ensino denovashabilidadessob umaperspectivaunidirecional,que enfatizaapenasa influência do adulto sobreacriança,e nso da criançasobre o adulto.Segundo o co-construtivismo,taisinteraçöesdevemseranalisadasapm irde umaperspectiva sistêmicaque considereaqualidade bi-direcionaldasinteraçöes,com osintegrantesinteragindoem um processo deco-construçâo designificados,tendoemvistafacilitaraobtençâodeobjetivosrecfprocos.Asforçascanalizadorasrepresentadaspela cultura coletiva e opapelativo de cadaindivfduo sâo,segundo esta perspectiva,consideradoscomofatoresque atuam de forma simultkleae dialética,em contextosque envolvem interaçöes adulto-criançaemsituaçöiesdeaprendizagem.O presentetrabalhoteveporobjetivoidentificare analisarpadröesinterativosm:e-criança envolvendoestratégiasrecfprocasvoltadasparaarealizaçëo de umatarefa detenninada:aproduçâo,com utilizaçâo de materiaisdiversos,deumacasa sobreuma cartolina.Para tanto,desenvolveu-seumsistema de categoriasque possibilitou a identificaçëodasestratégiasinterativasutilizadaspela m5ee pela criança,permitindoa emergência de padröestfpicospara cadaduplaestudada.0sistema foielaborado a partirda observaçâo dequatro paresmâe-criançaprovenientesdecontextodebaixarenda(doisparesformadospormâesnëo-alfabetizadasedoispormëesalfabetizadas),sendoposteriormenteempregadoatravésdetécnicasderegistrodotipo intervalodetempo(intervalosde15segundos).Cadaduplaparticipoudeumasessëorealizadaemambienteestruturado e padronizado,a qualfoigravada em video,tendoaduraçëo de 20 minutos.Osresultadosmostram que o sistemaeo procedimento de registro utilizadosforam capazesde detectardiferentespadröesinterativosparacada dupla,havendo uma certaconvergência,em termos danatureza das categoriasesubcategorias,quando se tratade dupl% com mâesalfabetizadasou nâo.Porexemplo,houve maiorutilizaçâo de estratégiasde88negociaçsoem éfadesc0m màesalfalxtizadasdoqueem dfadescom mëesn5oalfabetizadas,ondeatendênciafoiaexecuçàoin-'dividualdatarefap0rpartedacriança,com poucaintervençsodamse.UmadiscussàodaSestratégiasmaisadequadasaserem utilizadasemtlmarelaçào expert-noviçoéapresentada,sugerindoseasimplicaçöeseducacionaisëaquelasestratégiasquefacilitamaco-constnlçâodesignificadosrelevantesàqualidadedarelaçsoadulto-criançaeaodesemgenho escolacA ansliscqualitativarevelou-sefundamentalparaumamelhordescricâodosgadröesinteracionaistfpicoseparaaidentificaçâodovalorfuncionaldasestratégiasutilizadas.(CNPq)- 000-DES 1.05EPISUDIOSAGONfSTICOSENTRE CRIANCAS:O QUEELES REVELAM ? Lidiane BianchiniCaetano Gomes,AMnORegina Bonagamba Rubiano.Universidade de Sâo Paulo.A agressâo entre cliaxassemprc constituiu uma certa preocupaçsode paise educadores.Isto pelo fato desta serconsideradacomumente como sinalde distirbio comportamental,algo quevem aincomodaraquelesquecercam a chamada criançaagressiva,consideradoumççproblema'dacrialwa e também paraela.Sabe-se que a agressèo é um processo complexo,estando sob ocontrole defatoresgenéticos,intem oseexternos;e que para lidarcom ela,é preciso que se entenda a dinâmicado com portamentoagresivo,dentrodedeterminadoscontextos.0 objetivodestetrabalho é estudaroscomportamentosagonfsticosentre criançasde2a3 anosem creche.Para tal,observou-se um grupo de14crianfas(8meninose6meninas),nasidadesacimacitadas,e2monitorasdacrecheCarochinha(USP RibeirâoPreto).Foramrealizadas5sesöesdeatividadeslivres,feitasem umasalacujoespaço foidelimitado em 3 zonas:2 circunscritaspordivisöriasbaixas(umaporestantes,chamadaZQ eoutraporgrades,chamadadeZG)eumadefinidaporacolchoado(zonadoadulto,ditaZA).Assesöesforam gravadasatravésde3câmeras(um focoem cadazona),sem operadorpresente.A anâlisequantitativaequalitativadassesöespossibilitouadescrk:odecadaepisödioagonfstico,enfocandoasatividades,sujeitosenvolvidos,asformasdeagressëo,omomentoantecedenteaoepisödio(0porquêascriançasbrigaram)eoconsequenteaomesmo.Computou-seum totalde35 episödiosagonfsticos,sendo queo maiorntimerodelesocorreunaZC (zonademaiordensidadedeocupaçào).Houve maisepisödiosagressivosentremeninos,do que entremeninas,plincipalmente entre osmaioresdeidade.Asfonnasdeagressào presentesforam ffsica(queapareceuem maiorproporçào),verbalegestual.Osepisödiosagonfsticosemgeralforamdesencadeadospeladisputadeobjetos.é possfvelsuporqueestesepisödiosestejamtambém influenciadospelograuderelacionamentoexistenteentreosmembrosdogrupo.(CNPq)-000-DES 1.06INTERAIAO MâE -CRIANCA COM DISTURBIO ESPECI-FICO DE LINGUAGEM .Nadia Maria Ribeiro Salomao,UniversidadeFederaldaParal'ba e Gina Conti-Ramsden,UniversityofM anchester,U.K.A importância dosaspectossociaispara aaquisiçâo dashabilidadescomunicativase'amplamentereconhecida tanto para criançascomdesenvolvimento nonnal,como para criançascom pro-SBP -XXV IReuniëoAnualde Psicologia


DES -Psicologia tft?Deseavolvimeatoblemasdedesenvolvimento.Comoadetiniçâodedisttirbioespecficode linguagem excluiquaisquerdeticiênciasidentiticsveis,tem havido um grande interesse em estudaro ambienteverbaldestascrianças.Este estudo longitudinalfoidelineado com oobjetivodedescrevermudançasqueocorrem nainteraç:overbalentre trêsdiadesmâe-criança com distirbio especffico de linguagem.Oregistro dassessöesdasinteraçöesmâe-criança foifeitoatravésdevideo-tagesnacasadossujeitos,em situaçàodebrinquedolivre,durante um perfodo de doisanoscom intervalosdeaproximadamentetrêsmeses.Astranscriçöesdosdezprimeirosminutosdassessöesforam realizadasseguindoasdireçöesdoCHAT (CodesforHumanAnalysisofTranscripts)quefazpartedosistemacomputacionalCHILDES(Child LanguageDataExchangeSystem).A anllisedaconversaçâoincluiu'.ansliseestrutural(MLU,MLT),anslisedecontingênciaefuncionaldasinteraçöesmàe-criança eanélise da participaçëo dacriança naconversaçâo.A anslise dosresultadosindicou diferençasindividuaisnaparticipafâo dascriançasnaconversaçâo.Porém ,paraastrêscliançaseem todasassessöesobservacionaisaparticipaç:ofoiconsiderada predominantementeadequadaem relaçào aoenunciado prévio da mâe.A maiorproporç:o dasresposta contingentesmaternas,paraastrêsdiadeseem todasassessöesobservacionais,constituiu-sedecontinuaçsodotöpico,istoé,independenteda idade e do nfvelde linguagem dascriançasasmàescontinuaram o töpico corente da convcrsaçâo da diade.Osresultadosforam avaliadosem relaçào aosaspectosmetodolögicosdosestudossobre interaç:o mse-criança com disttirbio especficodelinguagem.(CAPES).- 000-DES 1.07ASPECTPSPSICQSSEXUAISNA CARACTERIZACAO DAPREFERENCIA LUDICA.Antonio CarlosOrtega.UniversidadeFederaldoEspfrito Santo.A presentepesquisatem porobjetivoinvestigarainfluênciadosexo:(a)noconhecimentoqueascriançaspossuem em relaç:oaosjogos,(b)naidentificaçâodestesjogoscom ossexosmasculinoefemininoe(c)napreferênciadestascriançasquantoaostiposdejogos.Participaram comosujeitosnestapesquisa180crianças:90 do sexo masculino e 90 do sexo feminino,com idadevariando entre6 e10 anos,pertencentesàclasse médiae provenientesdeumaescolade10 Grau de Vitöria-Es.Como instrumentodeinvestigaçào,foiutilizadaatécnicadeentrevista,cujoroteiro apresentaasseguintesquestöes:(1)Quaissâoosjogosquevocêconhece?(2)Assinaleem relaçâoacadajogoconhecidose e1e é 'smaisde meninos'S'maisde meninas'ou 4sdosdoisigual'e(3)Qualéoseujogopreferido?Porque?Osresultadosobtidospermitiram verificarque:(a)aquantidadedejogosconhecidosémaisacentuadaem relaçâo àscriançasdo sexo masculino;(b)osjogosmaiscohecidosdascriançasdeambosossexossâo:Futebol,Basquete,Jogo da Velha,Volley e Pique-esconde,sendoqueosdoisprimeirossëomaisacentuadosnossujeitosdosexomasculinoeostrêstîltimosnosdosexofeminino',(c)amaioliadascriançasdeambosossexosidentifica o Futebolcomosendoum jogotipicamente tdosexomasculino'eoPique-esconde,Basquete,JogodaVelha eVolley como sendo tipicamenteudeambosossexos'e(d)osjogosmaispreferidosdascriançasdo sexo masculino sâo o Futebole o Video Game e dasdosexofemininosâo o Volley,oPique-escondeeo QuebraCabeças.CombasenaclassificaçâopropostaporRuiz(1992)pôde-seconcluirqueenquantoossujeitosdosexomasculinopreferem maisjogosSBP - XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaderegrasedeaçso(eletrônico),osdosexomasculincpreferemmaisjogosderegrasedeaçào(construçso).- 000-DES1.08ESTUDO COMPARATIVg DECRIANCASPAULISTANASEDO INTERIOR DO PIAUI:ALEITAMENTO.ElainePedreiraRabinovich.UniversidadedeS5oPaulo.O presentetrabalhoobjetivadiscutirquestöesatinentesaaspectosdodesenvolvimento infantilecontexto söcio-cultural,emcontinuidadea trabalhosanteriormente apresentados.Este estudocomparouosistemadealeitamentodeumgrupode60criançasde0-2anosdeidade,moradorasdeVilaMadalena(VM),uma regiâo urbanada cidade de S;o Paulo,defamfliasdebaixarenda,com o deum grupo de28 criançasde 0-3anos,moradorasda regiâo do Cocal,interiordo H auf.Ambososgruposforamestudadosutilizando-se devâiosinstm mentos,sendo que osdadosempauta foram obtidosatravésdaanamnese da cliança.Obtivemososseguintesresultados:1.quantoà idade de desmame,no Piaufhavia uma tendênciaao aleitamento tardio,72% dascriançascontinuandoa seraleitadasapösos3 mesese 40% apös1ano,em VM,44% dascriançasjéestavam desmamadasaos3meseseapenas26% continuavam mamando apös1ano;2.omotivododesmamef0iditoseracliança(44%)em VM,enquantofoiamàequemdecidiuodesmamenoPiauf(75%)devidoaotrabalho ou novagestaçâo;3.quanto ao esquema dealimenta-(W/,40% dasmâesde V.M .aleitavam com horério,e 100% dasmàesdo Piaufaleitavam a pedido dacriança,combinando,contudo,antecipaçâopelamâe/responsivel(30%)ecomhorlrio(20%).NoPiauf,88% criançasreceberam um mingau,ogomoso,desde o nascimento.Discute-se estesresultadosface a:1.padronizaçàosöcio-cultural:aç:onormatizadoramédica e educadoraX aprendizado acumulado pela expeliência;2.ttnaturalidade':incoerência entrepadröesesperadosepossfveisX coerência nomododevida;3.subjetividadematerna:conflitosentrerepresentaçàomaterna,baseadaem normas e/ou expeliência sobre o desmamee suas conseqûências,e prsticas B cio-simbölicasdematem agem ;4.aleitamento em si:variedade e variabilidade nosesquemasde alimentaçâo,o tempo sendo gerado pelosacontecimentos,integradosaomodo totalde vida,com um tkorpo coletivo'encarregadodoscuidados,donde o lugar dacriança é estecom o familiarX lugar como coisa em tempo mecânico do relögioassentado em coisas.Conclufmosapontando paraacontinuidadeentreosgruposestudados,dondeosaspectosde descontinuidadeacima delineadospodem serimportantesauxiliaresnacompreensâo do todo,isto é,da relaçâo m âe-cliança confonneinserida em,e produzida por,o contexto söcio-histörico a quepertence.- 000-DES 1.09ESTUDO COMPARATIVP DE CRIANCASPAULISTANASEDO INTERIOR DO PIAUI:SONO.Elaine PedreiraRabinovich.Universidade de Sâo Paulo.Estudostêm evidenciado aimportânciado modo de dormirnodesenvolvimentointegraldaclianças(Kawasaki,1994;McKenna,1993;Morelli,1992;Nugent,1996).Trevarthan eMcKenna(1994)enfocaram arelaçëoentreoconceitodeautonomiadesenvolvidono mundo ocidentale expresso no dormirsolitério da89


BE6'-PsicokticgpBeu lïolvimelktocriança,contragontb-oaodeinterdegendênciafamiliaf,Observadoem vlriasoutrasculturas.Em estudosanteriores,discutimosalgunsasgectosda relaçào mse-criançae do modo de dormir,relacionando-osao contexto slcio-histérico familiar,enfocandoquestöesrelativasaoviésetnocêntricocontidasnosconceitosdeindividualismo/coletivismo,ambientemonofuncional/polifuncional,autonomia(esujeitojfinterdependência.Nopresenteestudo,comparamos0mododedormirdedoisgruposdecriançasedeseusrespectivûspais:60cliançasde0-2anos,moradorasnobairopaulistanodeVilaMadalena(VM),e28criançasde0-3anosmoradorasnaregisodoClxal,Piauf,ambosgruposdebaixarenda.OsdoisgrugosforamestudadosatravésdevM osinstrumentos,sendoosdadosaquidiscutidosoriundosde:anamnesesdacriançaefamiliar',observaçsoeregistrodoambientedoméstico;fotosevideofilmagem.Em ambososgrupos,ascriançasdosmiam noquartocom ospais(Piauf:100%.,VM:90%)sendoqueospaisno Piaufmanifestaram totalreptidio àsugest:o de os5-lhospennanecerem longe delesà noite,quando maispoderiamdeles necessitar e quando,poroutro lado,reforçariam suavinculafâo com ele,dado o modo coletivizado do sistema decuidados.NoPiauf,100% dascliançasdormiam em espaçosindividualizados(redes:93%.,berço:7%),enquantoemVM 23% dormiamnacama com ospaise asdemais,em berfo.Osberçosforam clasiticadosem sem (12+)ecom enfeites(65*)sinalizandoumcantinho dobebê.Agenas1casonoPiaufpodeseridentiticadocomocantinho dobebê,caracterfsticaqueesteveassociada,em VM ,ao desmame precoce e ao modo privatizadode morar.Estesresultadosforam discutidosface a:1.continuidadee descontinuidade nosgruposestudados',2.associaçâo entreausênciadeberço/coletivismo/polifuncionalidade/desmametardio;3.distirbiosdesono e prJticassöcio-simbölicasde cuidados.Esteestudo apontou para prsticasculturaisassociadasaosono opostasao individualismo,isolamento,autonomia dasculturasnorte-americanae industrializada,donde ç$a investigaçiosobre asrealidades dasfamfliasde baixa renda,negligenciadaspela literatura cientffica,revelam um universo de signiticadoseprsticasculturaisdesconhecidasdospsicölogos''(MeloeBranco,1996),aserestudadas.- 000-DES 1.10COMPARACAO ENTRE PARCEIROSPRIVILEGIADOSEPRETERIDOS EM DUPLA NA CRECHE.Marilû IngridBibenFrederickeA/J?XO Regina Bonagamba Rubiano UniversidadedeSâoPaulo-RibeirâoPreto).A preferência porparceiroselaçosdeamizade,também chamadode parceirosprivilegiadostem sido identificada pela frequênciamaisaltade interaçâo com certasclianças,dentre osparceirosdisponfveisno grnpo.Na literatura,hJnm certo consenso quantoà.existênciadeparceriaspreferenciaisentrecliançaspequenas,contudo hâ divergênciasquanto àscaracterfsticasdessa relaçâo.Algunsautoresencontraram que o maiorgrau de relacionamentoentre ascrianfasests relacionado à,maiorcomplexidade eduraçâodasatividadeseamaiorpresençadefaz-de-conta.Este trabalhotemporobjetivoidentiticarpossfveisdiferençasentreparceriasprivilegiadasepreteridasem situaçâodedupla,nacreche.Paya isto,foirealizado,em uma etapa preliminar,o levantamentodasparceriasprivilegiadas,atravésde observaçâo direta deumgrupo de 14 crianças,pertencentesduastunnasde creche,e entrevistascomsuasrespectivaseducadoras.Osdadosdesta etapaserviram debaseparaaescolhadossujeitosdesteestudo,nase-gundafase,qtleforam novecrianças,seismeninosetrêsmeninas,comidadesentre 22 e 30 meses.Elesforam divididosemnoveparcelias,trêsgrivilegiadas(PPs)eseisgreteridas(Pps),qtle foram tilmadasem situaçso de atividade livre em umasalausual,com apresença de um adulto.Assessöesduraram em média15 minutose foram analisadas,porintervalosdelominutose10 segundos,de acordo com indicadoresde estado social,localizaçso,groximidadeeatividade.Aanllise dosdadoscom basenosindicadores(indegendentementeunsd0soutros)detacouumaPP qtlesedistinguiutanto dasPgscomodasoutrasPPs.Asprincigaisdiferençasapresentadasgoressaparceriaforam:maiorgroximidadedtlranteasessso,maiorpermanêncianaszonasdistantesdoadultoemaiorfrequênciadebrincadeirasenvolvendofazde-conta,alémdemaiorenvolvimentoem atividadescomgartilhadas.0fato deapenasuma PP diferenciar-se pode estarrelacionado:aoscritériosutilizados,nafasepreliminar,para detectarasparceriasprivilegiadas,àsituaçâo de duplae estruturaçâo doespaço como promotoresda interaçâo ou mesmo à existênciadediferençassutisentre osdoistiposde parceriasque nâo puderamsercaptadaspelaanslise.(CNPqeFAPESP).- 000-DES 1.11PROMOIAO DA QUALIDADEEAVALIACAO NAEDUCA-(A0 INFANTIL:UMA EXPERIZNCIA,DJIYrJ Cristinapioto,Maria ClotildeRosseti-Ferreira,kb= Cecllia Chaguri,zlrltzMariaMelo,ân/Paula Silva,CarolineEltink,ClâudiaYazzle,lsabelCristina Carniel,GcgrgftkDeSordi,LucianeBaldin,MariltiFrederick,Regiane M orais,Wpftzn:Besani.Universidade de SâoPaulo -Ribeir:o Preto.A promoçâo daqualidadenaEducaçâo Infantil,aolado daformaçâoprofissionaldeeducadores,têm sido um dosprincipaistemasdediscussâo nesta srea.A melhoria no atendimentooferecidoacriançasde0 a6 anospode-sedaratravésde aspectoslegislativos,de fiscalizaçâo e de avaliaçâo.Embora prlticasavaliativastêm emergido,em diversospafses,cada vezmaiscomouma dasformasde se promovertalmelhoria,no Brasileste tipode conduta6 muito rara,inexistindo instrumentosde avaliaç:oadequados.Nestesentido,oobjetivodopresentetrabalhoérelatarumaexperiênciarealizada em Ribeirâo Preto com o instrtlmentoaustralianoç'PutingChildrenFirst-QualityImprovementand Accreditation System '.E1e écomposto por52 princfpios,que definem cada qualum aspecto particulardeatendimento(como,porexemplo,amaneiracomooseducadoresinteragemcom ascrianças)epermitem caracterizarum serviçonosnfveissatisfatörio,bssico,boaqualidadee altaqualidade.Foifeitaumaaplicaçàoabreviadado instrumento utilizando seus20 princfpiosfundamentais,cm quatro crechesdiferentes'.universitJria,municipal,tilantröpicaeparticular.Estesprincfpiosforam respondidosp0rgruposdeeducadorasecoordenadoradecadainstituiçâo.totalizando20 participantes.A aplicw âo contou com duasatrêsvisitas,durando de5 a 6 horas,consistindo na leitura ediscussâodos20 princfpios,sendo seguida da avaliaçâo decadaprincfpio baseadanosnfveiscitados.Asrespostasforam somadasecalculou-se,para cada creche,a freqiência relativa de cadanfvelde qualidadepara cada um dosprincfpios.No geral,o nfvelobtidopelascrechessituou-seentreAltaeBoaQualidade,comexceçâo da creche Particularquese classificou no BJsico.A crechequemaisseatribuiunfvelAltaQualidadefoiaMunicipal,seguida da UniversitM a.Veriticou-se que asprincipaisdivergênciasocorreramem questöessobre o relacionamento com ospaise90 SBP -XXVIIReuniso Anualde Psicologia


DES -Psicologia doDeseavolvimentosobreaproduçsodemateriaisescritospelacreche.0 altonfveldequalidade queascrechessc atribufram revelaa diferença entreumaavaliaçâo inserida em um sistema de promoçâo de qualidadee tinanciamento,como é 0 caso daAustrilia,e um procedimentoavaliativo ondetaisprbticassâo raras,como noBrasil.A expeliênciaagontou ascontribuiçöesque um sistema avaliativo podetrazerpara a melhoriadaqualidade dascreches,e aurgência deprocedimentosneste âmbito para queaEducaçso Coletiva Infantilconsolide-secomo um contexto educacionaladequado de desenvolvimentodacriançapcquena.(ApoioCNPqeFAPESP)- 000-DES 1.12DISPW A DE OBJETOS:COMO ASCRIANCASPRé-ESCO-LARES RESOLVEM ES'FE CONFLITO.âna Maria Moreira,Luciane MarquesRaupp,Fâbio Sager e Tania Mara Sperb.UnivcrsidadeFederaldoRio Grandedo Sul.Asatividadescoletivasem queseengajam ascriançaspré-escolarescostumamoriginarum grandentimero de conflitos.Pesquisastêmdemonstrado quemuitosdestesconflitosrelacionam-sccom asescolhaspreferenciaisqueascliançasfazem deobjetosdebrincare,também,que se manifestam diferentemente em meninosemeninas.Nesteestudo,investigou-seasestratégiasquegruposde meninose meninasutilizam para resolverconflitos,originadosem situaçöesdedisputadeobjetospreferenciais.Selecionou-se171episödiosdeestratégiasdetrocadeobjetosdebrincar,envolvendo18crianças(12meninose6meninas),comidadesentre3 e 4 anos,quefrequentavam uma pré-escolade classemédia de Porto Alegre.A estratégiade trocafoioperacionalizadacomo iniciando no momento em queé requerida aposseou usodeum mesmoobjetopormaisdeumacriançaaomesmotempo.Utilizou-se 10 sessöesde filmagem ,realizadasde forma n:oestlm urada,em doisdiferentescontextos-sala epstio -,tomando-sede cadauma delas30 minutos.Identificou-seosepisödiosdetrocadeobjetosdebrincarem gruposdemeninos,meninasemistos,classiticando-osconforme ascinco categoliasde estratégiasdetrocadeThomas(1976),acrescentando-seaelasumasextacategoria.Ascategoriassâo,respectivamente:competitiva,acomodativa,evitativa,compromisso,colaborativa e pedido deajudaaterceiro.A AnslisedeCorespondência(Everit,1976)foiusadapara analisarosdados.Osresultadosmostraram que,quando consideradastodasascategoriasde estratégias,a estratégiadpedidodeajuda'asociou-seaosgruposdemeninasenquantoScompromisso' aosde meninose :competiçâo',aosgnlposmistos.Quandoascategoliasdeestratégiasforam agrupadasemativasepassivas,aosgruposdemeninosassociou-se a estratégialcolaboraçâo'(ativa),aosgruposdemeninas,açevitaçâo'(passiva)eçacomodaçso'(passiva),aosgruposmistos.Osresultadoscorroboram estudosanterioresque indicam diferençasde gêneroquanto ao emprego de estratégiasde troca em situaçâo deconflito:meninastentamcontornaro conflito,enquanto meninosonegociam.Implicaçöesmetodolögicaspara a pesquisa de tipomicroetnogrlticopodem serretiradasdoestudo.(CNPq)- 000-DES 1.13CRIANCASEM SITUACAO DE RUA E O 'IRABALHO -I.JMESTUDO EM PORTO ALEGRE.Paola B.Alves,AlineS.Silva,CarolineT Reppold,Clarisse L.dos Santos,Milena R.Silva,SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaLuciano7:PradeeSçlviaH.Koller.UniversidadeFederaldoRi0Grandedo Sul.O trabalho infantilé assunto depesquisa constantenasCiênciasHumanas,principalmente quando associadoafatorescomo aevas5oescolar,o enfraquecimento de vfnculosfamiliaresea exploraçâodestaforça de produçâo.Em Psicologiado Desenvolvimento,énecessârio descrevereanalisara relaçso entre o trabalhoeosaspectosevolutivosna infância.Em estudo realizado nacidadedePortoAlegre,com 20criançasem situaç:oderua(12meninose8meninas),com idadeentre6e12anos,atravésdacomplementaçâo de sentençase entrevista estruturada,obteve-seosseguintesdados:a)todasascriançasjstiveram algum tipodeexperiênciadetrabalho(engraxar,venderbilheteslotéricos,esmolar),scndoqueatualmenteapenas4n5otrabalham',b)ascriançasavaliam o trabalho como positivo e diretamenterelacionadocom a obtençso de recursospara suasubsistência e/ou subsistênciadafamflia;c)otrabalhoaparececomoopçsogrögria,em contraposiçâo aprstica de atosinfracionaisou ao 4çestaràtoa';d)quantoapreferênciacntrebrincaretrabalhar,ogruposedivide igualmcnte,independentemente dosexo.Ainda,quandocomparadoscom dadosda literatura,nesta amostra ascriançasentram nomercadodetrabalhomaiscedo(com idadeem tornode7anos),deixam aescolacom muitafreqiênciaequandomoramnasruas,dizem n5o trabalhare preferem passaro tempo brincando.(I-CAPES,Z-CNPQ,3e4-PET,S-FAPERGS).- 000-DES1.14O DESEJO EM CRIANCASBRASILEIRASE COLOMBIA-NAS.MârciaSilva?RaquelBrito*'eSlviaKollezUniversidadeFederaldoRioGrandedoSul)Em uma pesquisa realizadana Colômbiafoiperguntado a95crialxasdesituaçëoderua:çtse você pudesse pediralgo,quaisseriamseustrêsdesejosg.'Osdadosobtidosnesteestudoforam organizadosemseiscategorias:


DES -Psicologiado Deseavolvimemolombianas.Osrestltatbsàrasileimstamhém chamam atençso?araa demanda deuma polfticade intervençso maisvoltadagara aSatisfaçâodepecessidadesbssicas,poisem relaçb aestas,agareceram0maiorntimerodedesejosdestapogulajfo.- 000-DES1.15ASEXPECTATIVASDE FUTURO DE CRIANCASE ADO-LESCENTESEM SITUACAO DERUA NA CIDADE DE POR-TO ALEGRE FernandaMenna BarretoKrum,CarolineTozziReppold,MateusBeqerKuschick,Denïâz RuschelBandeira,MarcelaRayaelieSçlviaHelena KolezUniversidadeFederaldo RioGrandedoSul.A abordagem dasexpectativasdecliançaseadolescentesem situaçàode rua encontra-se na literatura de forma rara e controversa.Enquantoalgunsautorespontuam quetalpopulaçào fixa-seao presente,sem considerarumaperspectiva de vida passada efutura,outrosapontam que a relevância desta ests presente emseu pensamento.Frente ao paralelo que se apresenta,estetrabalhoobjetivaanalisarorelatode69sujeitos,quantoasuasexpectativasdevida.Osdadosforam coletadoscom 26 meninase 43meninosentre 11e 17 anosnacidade de Porto Alegre.Paraisto,utilizou-se uma entrevista semi-estruturadaquestionando,entreoutrostöpicos,asexpectativasdosujeitoem relaçâoasituaçöesespecficas.Fez-senso,ainda,de 3 sentenfasincompletasreferentesaofuturo,pertencentesao instrumento Sentenças ébertaspara Crianças eédolescentesem ,S'i/IfJCJt)de Rua.A anslisedosdadosdemonstraque quando questionadosnaentrevistasobresua perspectiva situacionalaos18 anos,entre outraship4teses,28% dossujeitosrelatam aposibilidadedeestarem trabalhandoe 10% de estarem estudando ou constituindo famflia.Na amost:.aestudada,25% dosparticipantesafirmam donnirna rua,enquanto39*,eminstituiçöes,sendoque65% dototalderespostasexpresao desejodecontinuardormindonomesmolocal.Atravésdaaplicaç:o do instrumento de completamento de sentenças,veritkou-sequeamaioliadossujeitosmencionadesejosdecunhopessoal,quando asfrasesreportam ao futuro.Poroutro lado,osdesejosdeordem coletivanâo aparecem em umafrequênciasigniticativa.Umadiscussâo aeste respeito deve sertranspassadapelasquestöesda individualidade da situaçpo de ruaeda transiç5oentre autonomia e heteronomia caracterfstica de cada etapadodesenvolvimento.(PET/CAPES,Fapergs)- 000-DES 1.16COMPEW NCIA SOCIAL E EMPATIA EM CRIANCASES-COLARESDE NfVEL SUCIO-ECONôMICO BAIXO.AlessandraLima Marques,Clalidia BeatrizMartins,FernandaMenna Barreto Krum,Mariana BoccuzziRaymundo e Sl'lviaHelena Koller Universidade Federaldo Rio Grandedo Sul.O presenteestudotem comoobjetivoavaliaronfveldecompetênciasociale a empatia em criançasdenfvelsöcio-econômicobaixo.O conceito de competência socialé baseado na maneiracomo o indivfduo interamanoseventosdevida,tanto em umsentido de resoluçâo de problemascomo em um sentido deautorealizaçâo.Aempatia refere-se a uma respostaemocionalquederiva do estado ou condiçëo emocionalde outra pessoa e queécongruente com o estado ou situaçâo desta.Estasduasvariâveisencontram-se correlacionadasna literatura.Para avaliara com-?etênciaSocial,tltilizamos()TestedasHistdriasIncompletas(peavaliatrêsdomfniosdacompetência:confiança,auto-eficsciaecomgetênciaativa.O testeLcompostode15histériasincompletasadaptadasarealidadedaamostra.Asàistöriass5olidasindividualmente,comaapresentaçso dasrespectivasilustraçöesasquaisforam inclufdascom atinalidadedefacilitaracompreensâ0doteste.Aempatiasersavaliadaatravésdeumaescalacompostade22itens,osquaiss5olidoseacliançatersqueresponderseestldeacordoouns0com oquefoiperp ntado.NossaamostraLconstitufda de 40 criançasna faixa etériaentre 6 e 9anos,qtlefreqientam escolasgtiblicasdaredeestadualdePorto Alegre.Emrelaçsoaosdadospreliminares,naanslisedacomgetênciasocial,encontrou-se25%dascrianfascom respostasmarginais,60%com respostasmedianase15% com resgostascomgetentesdeacordo com aavaliaç:o daescala deCompetência SocialTotal.Amédia de 17,4 eno desvio padrâo de 3,2347 encontradosnestaamostra.Nasubescala de Auto-EticJcia foram identiticadasdiferençasentreosgêneros(p


DES -Psicologiado fle-sail/tlfl,'ïl?leplrposequipamentos.O critério para considerarsatisfatöria cada lateraldacabeçadosujeito,comoindicadordaescolhafeita,eraum ângulo mfnimo de300.Os315eventosregistradoscomo respostasforamanalisadossegundo a ProvaBinomial,com duplacauda,baseadosno totalgeraleem blocosde tentativas.Em ambososcasosobservou-seumasignitkativapreferênciadossujeitospela m tisica de M ozartem detrim ento da m tisica deSchoenberg.Umaanslise,comparando essesdadoscom experimentosanteriores,stlgereumapreferênciadosbebêspara oselementosblsicosdamtîsicatonal.(CNPq)- 000-DES 1.18TIPOSDE BRINCADEIRASDE PAISE MXESCOM SEUSBEBGSDEOITO MESES.XIWI M.DelevatieNiélsyli.PhliaBeqamasco,Universidade de Sào PauloEsteestudotevecomoobjetivodescrevereanalisarostiposdebrincadeirasque ospaiseasmàesfazem com Seusfilhosno ambientenaturaldeseuslares.Ossujeitosparticipantesdesteestudoforam 4 dfadesmàe-bebê e 4 dfadespai-bebê.Cada dfadefoigravada em câmera devfdeo em 2 situaçöesdiferentes'.hora daalimentaçëo ehorada brincadeiralivre,porum perfodo de 5 minutosemcadasituaçâo.Apösaanslise dosdados,verificou-sequeasbrincadeirasdospaisforam maisdotipo fsica,ouseja,elesbrincam maisde erguero bebê para cima,pegarno colo,fazercöcegas,etc.,enquanto que asm:esutilizam m aisosblinquedos.Novaivém dabrincadeira ffsicaedabrincadeiracom oblinquedo ospaisacabam mudando muito ostiposde brincadeira.Nos5minutosdevfdeo analisados,a média do ntimero debrincadeirasdasm:esé de 5 brincadeirasporsessào,edospaisé13,7.Asvériasmudançasnostiposde brincadeirasdospais,fazem com que cada brincadeira dure menostempo,o que emmédiadeu 24 segundos.Cada brincadeira dasm:esduraumamédiade 68segundos.O ntimero de brinquedosusadospelasmâesL em média2,5em cadasessâo,enquanto que para ospaisestenémero éde5,5.Asm ëesseguem asdicasdadaspelosbebêsmuitomaisdo que ospais.Elascaptam com maisfacilidade odesejodobebêdemudardeatividade.Outrodadoobservadoéde que asmâesconversam maissobreo que o bebê estéfazendodo que ospais.Elasvâo descrevendo todasasaçöesdosbebês.Na situaçâo de alimentaçâo,em média,paise mâesconversamsobre asmesmascoisas.No entanto ospaisemitem maissonscomo 'hummm 'çsaummm , 'efazem maisbarulhoscom a bocado que asmâes.Notou-setambém queospaisdemonstraram m aisansiedade do que asmëesnestasituaçâo.Do totalde 4 paise 4mâes,a metade delesfizeram uso dealgum brinquedo na hora dedara comida.Istosugereo uso do brinquedo como um apoiopara conseguirqueo tilho comatoda a comida.- 000-DES 1.19AMAMENTAG OEM CRECHENOLOCALDETRABALHODA MXE.NeusaGuaraciabadosSantosdeOliveiraeWm SilviaSilvia st7al Bussab,UniversidadedeSâo Paulo.Com oobjetivodeanalisaraquestâodaamamentaçâoem crechenolocaldetrabalhodemëes(CentrodeConvivênciaInfantil-CCI),foram feitos;1-levantamentodosCCIsnacidadedeSâoPaulo;2-entrevistascom m:esque estavam amamentando emum CClselecionado e 3-observaçâo de trêssessöesde aleita-SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologiamentoc0m vistasaidentiticarasinteraçöessurgidasnestemomento.Método.a)OlevantamentodosCCIsfoifeitoatravésdet'ichapadronizada;b)Setemàesforam submetidasaentrevistasgravadassegundo um roteiro padrso e posteriormente submetidasàanélisequalitativa.c)Cadadfadefoitilmadadurantetrêssessöesde aleitamento.Asfilmagensforam feitasutilizando-seduascâmerasfixasnaparede,sem apresençado pesquisador.Asidadesdosbebêsvariaram de 4 a6 meses,sendo 4 meninase3meninos.Resultadoska)AtravésdolevantamentodosCCISconclufmosqueapesardalocalizaçëo favorsvelda creche,o percentualdecriançasamamentadasfoibaixo (19%).A proporçâodemeninasaleitadasfoisigniticativamentemaior(X2=8,22)doqueade meninos.A existência desala especffica paraa amamentaçàonàofoium fatorparaoaumentodaamamentaçào(x2= 3,74),emborapossaserconsideradofacilitador.b)Asentrevistasmostraramcaracterfsticascomuns'.percepçöesdosbeneffciosmtîtuosda amamentaçào,sensibilidade àsnecessidadesdosbebês,comoporexemplo quanto à época do desmame.Categorizamososcomportamentosdasm:es(decomunicaçso,afetivosedecuidado)eosdosbebês(aninhaqtocar,brincar,agitar,resmungar).Apesarda suposiçâo vigente nosCCIsde que nesta situaçio asmâesinteragem maisentresi,prevaleceram asinteraçöesmâe-bebê(76% dotempo).Encontramosdiferençassignificativas(testeTdeStudent)em funçzodesexo eordem denascimento'.asmâesinteragiram maisafetivamente com asmeninas;eaduraçâo daamamentaçào apresentou umatendência maiorcom o segundofilho.Conclusöes:HJindicadoresde que esta situaçào deamamentaçâosejafacilitadorado desenvolvimentodasdfadesmâe-bebê eda ligaçào destascom a creche.Além disso foramobservadasvantagenssupoltivasda convivência do grupo de mâes.O sub-aproveitamento desta possibilidadesugere anecessidadede trabalhosde esclarecimentoscom acreche e com asmâes.*BolsaCAPES/CNPq- 000-DES1.20O PAPEL DA INTERAIAO SOCIAL NA MANIFESTAIAODA INFERGNCIA CAUSAL.ErikaLinard,AliceCampelodeélbuquerque,M tzfrtzBarrosGuerra e Maria IsabelPedrosa.UniversidadeFederalde Pem ambuco.0 faz-de-conta é apontado naliteratura como uma atividade quepropicia o desenvolvimento cognitivo e afetivo da criança.A transformaçâodo realem imaginério possibilita àcriançairalém darealidade concreta,contlibuindc para o desdobramento de suafunçâoderepresentaçëo(Vygotsky,1984.,Wallon,1986).Poroutrolado,Dias(1993)afirmaquehabilidadescognitivas,comoainferênciacausal,estâo presentesnascriançase semanifestammaisprecocementeseexistirem condköesfavoréveis.Umadessascondiçöeséabrincadeira de faz-de-conta.Osresultadosdepesquisaanterior(Pedrosa,1997)indicam quecriançasdetrêsequatro anos apresentam melhordesempenho nas tarefasdeinferênciacausalnasituaçâo de faz-de-conta social,quando comparadascomoutrasna situaçâo de faz-de-conta experimental.Pretende-se,no presente trabalho,investigaro papelda interaçâodeparceiroscoetâneossobre a habilidade da criança em fazerinferênciascausais.Para isto foram examinados24 paresde criançasde3 e 4 anosconvidadasa brincarem em uma sala comobjetosqueestimulam ofaz-de-conta(sucatasebrinquedos).Ascriançaspertenciam a uma creche municipalque atendiaa umapopulaçâo de baixa renda.O examinadorinstigava ascliançasatravésdeperguntas,de modo a favorecertanto aexplicitaçâo de93


DES -Psicologia do Deseavolvimeatoum faz-de-contaapenasestmçado,otlum climamaisanimadonabrincadeira.Em meio àsquestöes,usando elementosda pröpriaLrincadeira,e1e criava situaçöesque possibilitassem à criançaexpressarinferência causal.Porexemplo,pegava apanelinha queestava no fogso e a soltava rapidamente no chso dizendo:dshui,hui,huil'(balançandoamsol;acriançadizia,entso:ç'queimoufoitia?E aoutraacrescentava:44tem fogol'.Assessöesforamvfdeo-registradaseosepisödiosdefaz-de-contaforam transcritoseanalisadosqualitativamente,buscando-secompreenderaemergênciadainferênciacausalnaquelasituaçso.Osresultadosforam interpretadosapartirdo trabalho dePedrosa,Carvalho,Império-lamburger(1997).Asaçöesco-reguladasdosinteragentespropiciam momentosdabrincadeira qualitativamentediferentes.Ocorremacriaçâoeamodificaçâodasinfonnaçöesquandoascriançasatribuem significadosaosobjetosousituaçöesdabrincadeiraatravésda expressào corporal,rftmica,t'isionômica everbal.Emergem estadoscoletivoscaracterizadosporum espaçodesignificaçâoondesesituam osobjetosdepensamentoedaexperiência.Istoparece favorecera explicitaçào deinferênciascausais.Algumasimplicaçöes pedagögicas sàoindicadas.-CNPq).- 000-DES1.!1INFERENCIA DECRIANCASPEQUENASEM INTERAIAOSOCIALOU EM SITUAG O EXPERIMENTAL.Claudiofatf1'l,éna FlâviaAraujoPinho,MichelineAlvesdeMoraeseMaria lsabelPedrosa.UniversidadeFederaldePernambucoAsteoriasdeVygotsky(1984)eWalon(1979e1986)concebemaontogênesedacriançanumaperspectivainteracional.é com ooutro e pelamediaçâo do outro que seconstituisua funçào mental.Nainteraçâocom o parceiro surgem situaföesque pareceminstigarodesenvolvimentoinfantil(Pedrosa,1989.,Carvalho,Império-llamburgere Pedrosa,no prelo;RossetiFerreira,1996*,Oliveira,1996;Vasconcelos,1996;Pino,1996).Poroutroladoaspesquisasexperimentaissobre inferência causal,realizadasporDias(1992,1993),têm indicadoqueo contextodefaz-de-contafavorece o surgimento desta habilidade cognitiva,fazendo-aaparecernumaidademaiscedo.Opresentetrabalhotevecomoobjetivoinvestigarsecriançaspequenasapresentam um melhordesempenhoem tarefasde inferência causalquando examinadasemsituaçào de faz-de-conta social,comparadasaum exame feito emsituaçâo defaz-de-conta expelimental.Naprimeira situaç:o,acriança eraconvidada abrincarcom um parceiro de classe emumasalacom brinquedosque estimulassem o faz-de-conta.Oexaminador,atravésdepergumas,animava a brincadeira oudeixavaexplfcito um faz-de-conta apenasesboçado pelasclianças.A partirdoselementosda brincadeira,ele criava ou aproveitavasituaçöesonde acriançateriamaischance de expressarinferências.A tftulodeilustraçâo:umacriançacom um objeto nam:o,faziagestoscomo se estivesseseensaboando.O examinadorperguntou:deque vocêtJ brincando?A outra criança seantecipa e responde;elat/tomando banho tia!Ela tJtodamolhadalNaoutrasituaçâo,a de faz-de-contaexperimental,o pesquisadorpropunhaàcriança,individualmente,umatarefapreviamenteplanejadatalcomoDias(1992),comointuitodeverificarsuahabilidadede inferência causal.Participaram da amostra 40 criançasdeambosossexos,de3e 4 anos,pertencentesà camadade rendabaixa.Acoleta foiregistradaem vfdeo e osdadosforam transcritose analisadosquantitativamente,computando-seo ntimero de cri-ançascagazesderealizarinferênciasnasduassituaçöes.0Sresultadossugeremque asituaçsodefaz-de-conta socialémaispropfcia para a criança exglicitarsua habilidade de inferênciacausaldo queasittlaçsoexperimcntal.Asconseqtiênciasmetodolögicasdestc estudo sâo indicadasese discute()pageldoparceiro de idade na estruturaçào desituaçöesque favorecem aemergência de habilidadesaindan5o reveladasgela criança.(CNPq).- 000-DES1.22O DESENVOLVIMENTO D0 CONCEITO DE INIM IGO EMCRIANCASE PRZ-ADOLESCENTES.édrianeScomazzonXrlftmïtzzrf,Clâudia Xaviere Claudio Simon Hutz.UniversidadeFederaldoRioGrandedoSul.Poucosestudostêm buscado averiguaro desenvolvimento,emcriançase adolescentes,dosconceitosrelativosa inimizade.0interesse em sabercomo ascriançascompreendem e quem consideramseu inimigo éalgo recente.Osprimeirosestudosfeitosnosentido de constatarasbasescognitivaspara a folnnaçlo e o desenvolvimentodo conceito de inimigo em criançase adolescentesdatamda década de 60.Osestudosrealizadosatéo presentemomento demonstram que asrazöescitadaspara seconsiderarumapessoa como amiga mudam de acordo com a idade dosentrevistados,equeo mesmo severitica com asrazöescitadasparase consideraruma pessoa como inimiga.Criançasde idade préescolarede sériesiniciais,nonnalmentese baseiam em fatosconcretosparaescolheremseusamigosou evitarseusinimigos.J5 osadolescentesjustiticam suasrespostascom atribuiçöesmaisabstratas.Oobjetivodopresenteestudofoiem investigaro desenvolvimentodoconceito inimigo em criançase pré-adolescentes.foram avaliadasasdiferençasdegênero edefaixasetllias,bemcomo amaneira pelaqualestesconceitossâo concebidospelascrianças,em diferentesfasesdeseu desenvolvimento.Participaramdo presente estudo 150 criançasepré-adolescentes,nasidadesde5,9e13anos,constituindotrêsgruposde50sujeitos,divididosporfaixaetlria.sendo metade de cada sexo,alunosdeescolasepré-escolas,da rede particulardeensino.O instrumentoutilizado foiumaentrevista semi-estruturada.Foram realizadasanllisesdo contetido dasrespostasobtidasnasentrevistas,levantadasasfrequênciasdasrespostasparaascategoriasencontradas,e analisadasaspossfveisrelaçöesentre ascategorias,faixaseto ase gênero.Osresultadospreliminares indicam que osachadosencontran-sede acordo com ascontruçöesteöricasacerca doassunto.- 000-DES 1.23O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO DE AMIZADE EMCRIANCASE PRé-ADOLESCENTES.AdrianeScomazzonAntoniazi,FrancineEickhof JulianaBredemeiereClaudioSimon Hutz.UniversidadeFederaldo Rio Grande do Sul.Asquestöesrelativasaamizade tem sido consideradasmuito importantesduranteosanosdainfbciaea adolescência.Amizadesgeram oportunidadesde socializaçâo,além deexpeliênciascomconflitos,cooperaçâo e competiçlo.Sâo elementosessenciaisdorees.O objetivodesteestudoconsisteem investigarodesenvolvimentodosconceitosde amizadeem criançase pré-adolescentes.Participaramdo presenteestudo 176 criançase pré-adoles-94 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


DES -Psicologiado Desenvolvimentocentes,nasidadesde5,9 e13anos,sendo,aproximadamente,metade de cada sexo,alunosdarede particularde ensino.Comoinstrumento,foiutilizadauma entrevistasemi-estnlturada.Foirealizada a anJlise de contelido dasrespostasobtidasatravésdasentrevistas,e fonnuladascategoriasa posteriori.Uma anslisemultivariadadevariância(MANOVA)mostroudiferençassignificativascomrelaçsoasexoefaixaetsriaindicandoqueajustificativaparaaamizadeaoscinco anosbaseia-se em elementosmaisconcretos,comobrincarjuntos,tornando-segradativamentemaisabstrata com o passardosanos,com odemonstra acategoliasinceridade,maiscitadapelospré-adolescentes.Foramencontradasdiferençassexuaissignificativascom relaçào ao ntimero deamigos.Meninosindicaramterem média trêsamigos,enquanto meninasapontaramdois.Estesresultadosapontam parapadröesevolutivosno desenvolvimento do conceitode amizade eestàodeacordo com osachadosda literaturainternacional.CAPES.eooo-DES 2.01CONTROLEPERCEBIDO E CONTEXTOS FAMILIARES DECRIANCASDE NW EL SUCIO-ECONôMICO BAIXO.HsiaRamosA/btTlz?;Paula Machado,Mayte âmtucrrc);IsabelCristinaPaim Neves,Silvia Kollet UniversidadeFederaldo Rio Grandedo Sul.Este estudo visa veriticararelaçâo entre controlepercebido e aestrutura familiarde cliançasde nfvelsöcio-econômico baixo.Osdadosdeste estudo foram obtidosatravésdaaplicaçâo de umaescaladecontrolepercebido(CAMI)edeumaentrevistaparaobterdadosdemogrsficos,eventosde riscoequestöespertinentesasituaçëo familiar.Foram categorizadosquatro tiposdefamflias,famflianuclear(pai,mâeecriança),famfliacompostaporsöum dospais(pai/criançaoumâe/criança),famfliasquetornaramseresponssveispelacriançaquen;oéseutilho(parentes,vizinhos,etc.)efamfliasreestruturadas(pai,madrastaecriançaoumàe,padrastoecriança).Paniciparam daamostra56crianças,sendo 30 meninase 26 meninosque cursam aprimeirasérie doprimeiro grau de escolasestaduaisda periferia de Porto Alegre.Nâo h; diferençasignificativadaestrutura familiardascriançasem relaçâoàpresençadecrençasdecontrole(CON=2,87).Aestrutura familiardem onstranâo terinfluênciasobre ascrençasdecontrole dascriançasem foco.Esteresultado podeestarrelacionadocom a ausência de avaliaçâo daqualidadedo vfnculoexistente entrecriançasemembrosfamiliares.- 000-DES 2.02PROXIM IDADE DE PAISE M XESEM CRIANCASEM SI-TUACAO DE RISCO.MJrIV WanklerHoppe,FenîandaBorgesde M edeiros,Clarissa Deântoni,C/JI/WfJ Frölich,Mlvia HelenaKollez UniversidadeFederaldo Rio Grande do Sul.O apoio parentaltem sido enfatizado em grande ntâmero de estudossobredesenvolvimento de crimxas.Para crimwasexpostasasituaçöesde risco,a proximidade com ospaisé considerado umfatorde resiliência,que leva a uma adaptaçâo bem sucedida.Esteestudo apresentauma propostade mensuraçâo do fatorde proximidadedospaisapartirdapercepçâo daspröpriascrianças.Foiutilizado como instrumento o M apados Cinco Campos,que avaliaa rede deapoio sociale afetivo de criançaspequenas,utilizandometodologia apropriadapara esta faixaetlria.O M apa consis-Este trabalhoé partede um estudo maisamplo,queanalisa ainserçào da criançaem prlticascùlturaisno contexto familiare asjustiticativasparaainserçâo dascriançasnessasprsticas,dopontodevista do adulto.Estasestruturasrelacionais,descritaspormeiodeumacategoriadeanllisedenominadamodosdeparti-1/?w?;abrangendoascircunstânciasejustiticativasparentaisrelacionadasàparticipaçào da criança naquelas prlticas,sâo,numaperspectiva sistêmica,mecanismosmuito geraisqueregulam ocurso do desenvolvimento dascriançase produzem,no nfvelmicro-genético,signiticadosedireçöes.Nosmodosde partilhar,a descriçâo do processo de inserçâo da criança no cotidiano dogrupo familiarinclufatanto mudançasnormativascomo transiçöeseeventosquerepresentemdesvioerufdo.O objetivodestacomunicaç:o éfocalizarmudançasassociadasa eventosdisruptivos,assumindo-se que estesmaximizam a probabilidadedeemergência denovidade no curso do desenvolvimento.A alteraçâonafonna eno conteédo daspréticasanteriores,porumefeito anblogo ao dapropagaçâo de uma onda provocada porumapequena pedra lmxada sobreum asupcrffcie lfquida,reorganiza-Iia osnichosde desenvolvimento,emergindo entâo açöeseidéiasmaiscomplexasesignificativamentemaisautônomasporpartedascrianças.Apartirdeentrevistase observaçöesrealizadasjuntoadezfamfliasdeum bairropopulardeSalvador,duranteum perfodointensivo deum ano(1992)eem visitasdomiciliaresrealizadasnosquatroanossubsequentes(1993-1996),em umabase trimestral,foram analisadosepisödiosdisruptivos descrevendoa participaçâo da criançafrente a problemasno âmbito dasrelaçöesinterpessoaisna famflia e aalteraçöesno cotidianoprovocadasporeventosextdnsecosao âmbito doméstico.Sâoidentificados,conformea origem do evento disruptivo,trêspateemum diagramacom cincocfrculosconcêntricos,quep0rsuavez é dividido em cinco campos,representando a famflia,parentes,escola,vizinhos/amigosecontatosformais.O cfrculocentralcorespondeàpröpriacriançaecadacfrculo adjacenteservirsparamedira qualidade do vfnculo:quanto maispröximo do cfrculocentral,maiorovfnculo.Ofatordeprnximidadeéobtidomultiplicando o ntîmero de pessoascitadasno cfrculo maispröximoao centro p0r8eosSeguintespor4,2 e1,respectivamente.O cfrculo periférico indicaosvfnculosnegativos.A amostrafoiconstitufda por40 crianças,19 meninose 21meninas,de idadeentre7 e9 anos,de baixonfvelsöcio-econômico,deescolasgtîblicasdacapital.Em relaçâo aospaisbiolögicos,osresultadosindicaram que68,4% dosmeninos,e38,1% dasmeninasatribuframfatordeproximidade8 para amâe.0 fatorde proximidade 8para o paiapareceu em 36,8% dosmeninose em 9,5% dasmeninas.Aausência de referênciaao paiocorreu em 42,1% dosmeninose em 28,6% dasmeninas.Para 38% dasmeninas,ofatorde proximidade do paifoi4.Indicaçöesde vfnculo negativoocorreram em 2 casosda amostra totale foram relacionadosafiguradopai.Foimencionado porduascriançaspais mortos.Estesresultadoscontirmam aforçado vfnculo m atemo,indicado comomaisprdximo,e a vulnerabilidade narelaçro com a figura paterna.- 000-DES 2.03EVENTOSDISRUN IVOSE MUDANCASNA PARTICIPA-(AO DA CRIANCA COMO MEMBRO DO GRUPO FAMILI-AR:UM ESTUDO LONGITUDINAL.Ana Cecllia deSousaBastos,Milton B.deAlmeida Filho e Mirit-i/.S.stwltu.UniversidadeFederalda BahiaSBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


DES -Psicologiado Deâwypfp/vfrle/llpdröesglinci?aisparadescreverOSetlimpactosobre()sistemafamiliar.A trajetöliadeumafamfliaeoutrosepisödiosSelecionadoss5oagresentadosparailustrar:(a)ainterdependênciaentreeventosdisrugtivosnocursodevidafamiliaremudançasnastrajetériasdedesenvolvimentod0sindivfduos;(b)o imgactodoenvolvimentoprecocedacriançaem situaçöesemocionalmenteexcesivas',(c)ascaracterfsticasdocontextonosquaisemergenovidadenodesenvolvimentoe(d)aposibilidadedacriançadiscriminarpapéisesigniticadoscomglexosrelacionadosàidentidadeefunçëosociaisdogrtlgofamiliarapartirdeeventosquerepresentam disrugçsoedesatio.(CNPq)- 000-DES2.04ESTUDO COMPARATIVO D0 DESENVOLVIMENTO M0-RALEM CRIANCASDE DIFERENTESCONTEXTOSSOCI-AIS.Selma Pacheco Guimarâes,Sllvia Maria Melo GonçalvesFreireeSuelydeOliveiraSchustoffUniversidadeFederalRuraldo Rio de Janeiro.0 objetivodopresenteestudofoiavaliarasdiferençasnodesenvolvimentomoralrelativasà intencionalidade em criançasde trêscontextossociais.A orientaçâo teörica foibaseada nascontribuiçöesdePiageteKolhberg.A amostra foiconstitufdade126 sujeitos,deambosossexos,faixaetoade9a11anosdeidade.sendo 42 crianças residentescom suasfamfliasno municfpio doRiodeJaneiro(FAMILIAR-URBANO),42quevivem com suasfamfliasnomunicfpiodeMagé,RJ(FAMILIAR-RURAL)e42que m oram naFundaçio Rom âo de M atosDuarte,no municfpiodoRiodeJaneiro(INSTITUCIONAL).Ossujeitosouviram duasestöriasque diferiam quanto à intençèo do protagonista e/ou àconseqiênciade seu ato e infonnavam a respeito do grau demaldadedo protagcmista em uma escalaque variava denenhuma amaldadetotal.Comparando-seosresultadosdossujeitosnastrêscondiçöesexperimentais-sem intençâo epequeno mal,sem intençâoe grandemale com intençâo e pequeno mal-identificouseasseguintesdiferenfas;ascriançasdocontexto familiar-urbanode 9 e 10 anosconsideraram a intençào e aconseqûência deum atoem seusjulgamentos,porém foiencontradadiferençamaiornosjulgamentoscomparativosentreatosintencionaisenëointencionaisdoque entre atosque envolviam diferentesconseqûências.Julgaramcom maisseveridade osatosintencionais.Asde11anosbasearam seusjulgamentosapenasnaintençào.Ascriançasde9 e10 anosdestegrupo encontram-seem fase de transiçâoentreosestégiosPiagetianosde realismo erelativismo morale asde11anosestào no estlgio derelativismo moral.Ascriançasdocontexto familiar-mralconsideraram apenasaintençèo do ato emseusjulgamentos.Estasseencontram noestlgioderelativismomoral.Ascriançasdo contexto institucionalde 9 e10 anosconsideraramaintençâo e a conseqiência atribuindo a mesma maldadea0satospraticadosnàointencionalmenteenvolvendoconseqiiênciasmaisgraveseaosrealizadosintencionalmentecomconseqiênciasmenosgraves;estëo no estsgio de realismo moral.Ascrialxasde 11anosdestecontexto nâo consideraram nenhumdosfatores,intençâo e consequência,porém,analisando a tendênciadasm édias,veriticou-se que valorizaram asconseqiências,masaocontrlrio do esperado.atribufram menorseveridade àsmaisgraves(diferenfaestatfsticanâo significativa).Provavelmente,osjulgamentosforambaseadosem algum critérionâoidentiticadopelospesquisadores.Concluiu-se que,em relaçâo ao desenvolvimentomoral,existe diferençasignificativaentre osgruposinvestigados.DES 2.(6A REPRESENTAN O SOCIALDETIPOLOGIASCORPO-RAIS EM CRIANCASDE DIFERENTESFAIXASET/RIAS.PauloNascimento,CesarPiccinini,KarinedeXJJ/JeHelenafbnzdn/ltqtr?l.UniversidadeFederaldoRioGrandedoSul.Astigologiascorporais,ouseja,asociaçöesdecaracterfsticaspsicolögicasà.morfologiacomoral,s5oencontradasnosaberdosensocomtlm.Tendoem vistaointeresseem reexaminaraquest:odastigologiascorporaiss0b()prismadateoriadasregresentaçöessociais,opresente estudo investigou a regresentaçso socialdestastigologias,confonneinteriorizadap0rcriançasdediferentesfaixasetériàs.Esgerava-seque ascriançasmaisvelhas,emvirmdedejsterem recebidomaiorinfluênciadosvaloresdeseugnlpo social,apresentassem uma visâo maisdiferenciadadostipos,aproximando-sedospadröesadultosdaculturabrasileira,em um sentido maisamplo.e de seugrupo em particular.Alémdisso,em funçào dasespecificidadesna socializaçio de meninose meninas,esperava-se encontrardiferençasentreossexosemrelaçâoaestasrepresentaçöes.Foram entrevistas36 criançasdeclassemédia(16meninase20 meninos)distribufdasem doisgrup0sdeacordocomafaixaetlria(6-7anose9-10anos).A amostrafoicomposta porcriançasoriundasde famfliasde nfvelsöcioeconômicomédio,que freqûentavam escolasptiblicaslocalizadasnaregiàocentralde Porto Alegre.Utilizou-se como instrumentouma entrevista semi-estruturada,a qualexplorava situaçöeshipotéticasenvolvendopersonagehsinfantispertencentesaostrêstiposdeestruturacorporal(i.e.endomörfico,mesomörficoeectomörfico).Osdadosforam examinadosatravésdeanzisedecontetido e anélisede correspondência.As respostasforam divididasemunidadesde sentido,que foram agrupadasem 12 categolias,deacordocomtrêsaspectos(ffsico,pessoalesocial)eseucarstervalorativo(favorévelou desfavorével).Asrepresentaçöesvariaram de acordo com a faixa etlria e o sexo dascriaxas.Emrelaçào aosaspectosffsicos,ambososgruposapresentaramtipiticaçâo.JJ em relaçào aosaspectospessoaise sociais,istoocorreu apenasno grupo dosmaisnovos.Osmeninosapresentarammaiortendênciaà.tipificaçâo que asmeninas.Osresultadosindicam que estasrepresentaçöestendem a estarassociadasa crençassocialmenteconstrufdasa respeito desatide,alimentaçâo,beleza e discriminaçào socialdostiposinvestigados.-ooo-DES 2.06INTERAIAO SOCIAL EM DIFERENTESAMBIENTESDECRECHES:ADULTOSECRIANCASCOMOPARCEIROSDODESENVOLVIMENTO.EulinadaRocha Lordelo(UniversidadeFederaldaBahia)A idéia de ambientede desenvolvimento derivada de uma concegçsoetolôgicadocomportamentohumanoprivilegiaaspectoscruciaisda experiência inicial,notadamente aconstância e disponibilidadedeumou pouco maisadultoscomo tigurasde apego.A literaturasobre osimpacto da criaçâo em crechesavançou,nostiltimosdez anos,em estabelecendo uma pequena vantagem dessetipo deexpeliência,apenaspara criançasde baixo nfvelsöcioeconômico,expostasacrechesdeboaqualidade.Entretanto,osmecanismospelosquaisa experiênciade creche operapara produzirseusefeitossâodesconhecidos,especialmente pela dificuldadeemconsiderarcontexto e organismo em interaçâo recfproca,demodo a levarem contaagrande variabilidade interindividual.Assim,torna-serelevanteainvestigaçâo voltada para a96 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


DES -Psicologia doDeseavolvimeatocompreensèodo contexto como um sistema integrado,em que aspartesse influenciam mutuamente.Nessa perspectiva,o presenteestudotevecomoobjetivoexaminarocomportamentosocialdacriança em creche,com referência ao adulto e àsoutras criançascomo parceirosde interaçâo,relacionando-o àsvarilveisdo contexto.Umtotalde62criançasde1a3anos,decincocrechesdiferentes.metade delasprovenientede crechesprivadase asdemaisdecrechesptiblicas,foramobservadasem seusambientesnaturaisde brinquedo,nascreches.Trêssessöesde 10 minutos,em diasdiferentes,foram gravadasem VT,tomando-se cada cliançacomosujeitofocal.Foramselecionadosaleatoriamente30intervalosde 10 segundosem que a criançaestava a menosdetrêsmetrosdeum adulto e degelo menosoutra criança;osintervalosforamclassiticadosem categoriasde interaçàoem relaçâoaoadultoeaoutrascrianças.Umaanllisedevariância(ANOVA)foiempregada para compararasmédiasdosgrupos.Osresultadosobtidosincluframefeitosmoderadosdasvarisveiscrecheetipo decrechena maioria dascategoriasdeinteraçào,tanto emrelaçâo aosadultoscomo àscrianças.Entretanto.a categoriaorientaçâo#a criança apenaspara o adulto apresentou umaaltaestabilidade,independentemente de idade,sexo,creche,tipo decreche e tempo de freqiência à creche,sendo o mesmo padrâoobservado para acategoria lnteraçso entrecrianças.que variouapenasconforme aidade dacriança 'e manteve-se constanteemrelaçioàsvarisveisrelativasàscondköesdoambiente.Osdadossâo discutidosa partirde uma abordagem do desenvolvimentocomo sistema aberto,governado pelo princfpio da eqiifinalidade,implicando isso que elessâo capazesdeempreenderestratégiasaltem ativasparadiferentescontextosambientais.-000-DES 2.07PADROESDECOMUNICACAOENW EADULTOECRIAN-CA EM SITUAIAO DE CRECHE.Eulina tfa Roclm Lordelo,Rodrigo FreireOliveiraeSimonePedreiraAlves.(UniversidadeFederaldaBahia).Osestudossobre creche enquanto contexto de desenvolvimentotêm,freqtientemente,comparado resultadosdesenvolvimentaisdecriançascriadasnasduassituaçöes,com baseno nfveldiferencialdeatenfâo do adulto,caraterfstico de cada situaçâo.M aisrecentemente,muitosestudosvêmapontando acomplexidade da situaçâoda creche,com suasmliltiplaspossibilidadesde fomecerespaçosinterativosdinâmicospara a criança.Assim ,o presentetrabalhoobjetivouinvestigarasproporçöesem quediferentesestratégiasde comunicaç:o sâo empregadasna situaçào de brinquedolivre em creche,bem como asrespostasda cliançasàscomunicaçöesdoadulto com outras.Um totalde32 adultose43crianças,de oito crechesdiferentes,cinco ptiblicasetrêsprivadas,foramtilmadosno desempenho nonnalde suasatividadesno horélio de brinquedo livre dascrianças.Amostrasde 10 a 30intelwalosde20 segundoscada foram selecionadasaleatoriamenteparaclassificaçâodostiposdeestratégiaempregada(comunicaçâoindividual,coletiva ou articulada,com alternaç:o de alvosearticulaçâotemstica).O mesmoprocedimentofoiempregadopara analisarasrespostasdecadacriançaem intervalosem que oadulto estava em comunicaçëo individualcom outrascrianças.Asam ostrasforam categorizadaspordoiscoditicadoresindependentesetreinados,com uma concordância demaisde85*.Asmédiasdecadacategolia(ntimerodeoconfnciasdivididoporntimerodeintelwalos)foram calculadasporgrtlposdevariâveisindependentese asdiferençasavaliadasatravésde umaanéliseSBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologiadevafiância(ANOVA).0sresultadosmostraram grandevariabilidadeindividualeindicam uma proporçpo desigualentre ascategorias:comunicaçàoindividualcom amédiamaisalta,seguidapelacomunicaçâo articulada e,portiltimo,comunicaçào coletiva.Todasascategoriasobtiverammédiasdiferentes,estatisticamentesignitkativas,associadasà idade daclasse.Comunicaç:oindividualmostrou-se associadatambém acreche e tipo decreche;comunicaçâocoletiva revelou ainda associaçào com avarisveltipodecreche.Emrelaçàoàsrespostasdasclianças,observou-seque elasrespondem àsinteraçöesdo adulto com outrasclialxasem maisdametade(59%)dasocasiöes,pelomenosacompanhandoo evento com o olhar,mastambém interagindo diretamentecom o prpprio adulto ou com o alvo de sua atençso.Algumasdascategoriasderespostasda criança mostraram-seassociadasacreche,idade da cliança erazâo adulto-criança.Osresultadossugeremque o contexto de creche,com seu cariterpolildico,constituium ambiente estruturalmentedistinto do contextodisdico,favorecendo um fluxo de interaçâo nào linearentre osdiversos parceiros,com implicaçöes para asconcepçöesde crecheeambientededesenvolvimento.(CNPq)-000-DES 2.08A EXPLICAIA? DASORIGENSDO CONHECIMENTO EMCRIANCASPRE-ESCOLARES.UbiracyN.Monteiro eCybeleA Santos.UniversidadeFederalde Pernambuco.Estapesquisa desenvolve-se no âmbitodeumaTeoriadaM entee,em particular,naJreaque investiga a compreensâo dasdiversasfontesdopröprio conhecimento eda contiabilidade queasrepresentaföespodem terem consequênciadesta.Osobjetivosdesteestudoforam:1)investigaracompreensâoquecriançasdopré-escolartêm do papeldasfontesinfonnativasna origem deseu conhecimento;2)em quegrauatribuem aoutros,com pontodevistaigualou diferentedoseu,ousodestasfontes;3)comojustiticam o pröprioconhecimentoeodepersonagenscom diferentesacessosperceptivos;4)compararosresultadosobtidoscomcriançasdeduasculturas.Procuramosreplicarcom cliançasbrasileirasascondiçöesexpelimentaisutilizadasempesquisaanteriorcompré-escolaresitalianos(M onteiro,1996).Participaram dopresente estudo 72 criançasbrasileirasde3.6 a 6.2 anos,divididasem3grupos.A tarefaexperimentalpropostafoiumjogoentreacliançaeduasbonecas(umacomomesmotipodeacessoinformativoeoutracom aceso diversodaqueledosujeito).Foramutilizadas6 situaçöesasquaisexpunham osparticipantesadiferentescondiçöesdeacessoinformativo(visual,inferencial,ausênciatotaldeacesso).Em todassituaçöesacriançadeviajulgarejustiticaroseuconhecimentoeodasduasbonecas,arespeitodeum objetotransferidodeum recipientetransparenteparaum saquinho opaco.Osresultadosmostraram que entreos4.6 -5.6anosdeidade ascrimxascomeçam a apresentarsistematicamenteexplicaçöespertinentesparajustilicaraorigemdeseuconhecimentoeda bonecaquetem o mesmoponto devista,nassituaçöesem queoVER éafonteinformativa.A justiticativadoconhecimento da boneca quetem um ponto devistadiverso doda crimxa mostrou-se maisdiffcile sö foiconsistentemente feitaa partirde 5.6 anos.Do mesmo m odo,no caso em queainferênciaera a informaçâo disponfvel,apenasapartirdos5.6 anosascriançasapresentaram,comrelaçâo ao pröplio conhecimento,explicaçöesqueimplicam algum aconsciência de uma atividadecognitiva interna.Isto porém nâo ocorreu em relaçâo ao conhecimentodosoutrosdoisparticipantes.Estesresultadosnâo diferem97


DES -Psicologia doDe-çenvp/vinienlpsignificativamentedaquelesObtidosem criançasitalianaseistoparece sugerirque ospassosno desenvolvimento da compreens5odo papeldasfontesinformativascomo origem do conhecimentopodeterum carsteruniversal.-000-DES 2.09AVALIACAO D0 DESENVOLVIMENTO DE CRIANCASCOM HIPOTIREOIDISMO CONGZNITO.Mariaânggfct7deOliveiraMartins,Sônia ,%nl/VtalianoGraminha,PatnkiadeAlmeidaeKarinaLima.Universidadedes5oPaulo.0 higotireoidismocongênitoseconstituenum fatorderiscogaraproblemasdedesenvolvimento poiso honnônio da tireöidetemum papelfundamentalpara o desenvolvimento do cérebro.Estudosdecriançascomhipotireoidismocongênito têm demonstradoque m uitas delas apresentam déficitsseletivos em tarefasneurocognitivasincluindo atraso da falaelinguagem,competêncianeuromotoramaispobre e habilidadespercepto motorasmaisfracas.No entanto,n:o se determinou ainda quando estesdéficitsespecficosaparecem e como elesevoluem com a idade.0 presentetrabalho se propöe a acompanharum grupo decriançascomhipotireoidismo congênito,dos6 aos24 meses,caracterizando ostatusde seu desenvolvimento em diferentesestsgios.A partirde1995,iniciou-seno Centro de Psicologia Aplicada da FFCLRP-USP,o atendimento de criançasportadorasde hipotireoidismocongênito,em tratamento no setorde endocrinologia do HospitaldasClfnicasda FM RP-USP,encaminhadasparaavaliaçso e acompanhamento do desenvolvim ento.Para este trabalho foramselecionadas9crianças,cujasidadesvariavam dos6aos9mesesnaépocado encaminhamento e que foram submetidasa trêsavaliaçöessucessivasdedesenvolvimento,aos6,12 e 24 mesesaproximadamente,atravésdasEscalasBayleydeDesenvolvimentolnfantil.Paracadacriançafoicalculadaaidadebase(aquelaquecorresponde ao ftem anteriorao primeiro fracasso apresentadopelacriança),aidadeteto(quecorrespondeaoliltimoftem noqualacriançaobtevesucesso)etambém,apartirdoresultadototalobtidopelacrianfa,ofndicedeDesenvolvimentoMental(IDM)eo fndicedeDesenvolvimentoMotor(IDP).Efetuou-seaindaa anllisequalitativadosftensnâo executadospela criança,contidosentrea idade base e a sua idade cronolögica,identiticandosreasespecfticasdedificuldade.Osresultadosmostraram quena primeira avaliaçào,asditiculdadesmaisfrequentemente encontradasrelacionavam-seàshabilidadesmotor%,coordenaçâo motorae atençâoseletiva aestfmulosvisuais.A dificuldade motora continuouevidente na segunda e terceira avaliaçâo envolvendo amarchae equilfbrio.Foiobservado também,nasduasliltimasavaliaçöes,dificuldadescomrelaçëo à linguagem receptiva e expressivae à capacidade de resoluçio deproblemas.Nastrêsavaliaçöes,amediana daidade base foiinferiorà.mediana daidade cronolögicaembora oIDM e o IDP da maioria dascriançastenha sesituadodentro doslimitesnormais,provavelmente em ftlnçâo do tratamentodereposkëohonnonalaqueestâosendosubmetidas.-000-DES 2.10A INFLUGNCIA DA IDADE E DO SEXO NA CONFISSXODO DELITO EM UMA POPULACAO DE CLASSE M/DIADA GRANDE VITURIA.HeloisaMoulindezl/dnctzKGiovalmaSarcinelliM ota e Scheila Aparecida Uliana Canal.UniversidadeFederaldo Espfrito Santo.980 presenteestudoconsisteem umapesguisasobreol'tlfzomoraleteveporobjetivoinvestigar,combasenaproposiçàodeLaTaile(1991,1992e1993),aquestsodafronteiramoraldaintimidade,que é caracterizada como o estudo das condutas humanasa respeitodo falar-de-siou calar-se sobre-si,relacionado com asregrasmorais,quenormatizamestascondutas.Dessaforma,pesquisamosainfluênciada idade e do sexo na construfâo dafronteiramoralda intimidade,no que diz respeito acontissâo dodelito-formanormatizada do falar-de-si.A nossa amostra foicompostapor40sujeitos,com idadeentre5e14 anos,deumaescolaparticulardaGrandeVitölia-Es.Ossujeitosforam entrevistadosindividualmente,deacordocomométodoclfnicopropostop0rPiaget(1932).Utilizamostrêsparesdehistörias(dilemas)sendoquedoisprimeiros,agresentavamasseguintesoposiçöes'.delitocomdano materialgravecometido sem intençâo versusdelito com dano materialleve cometido na ocasiâo de uma açàoreprovlvele dano materialgrave com confiss:o versusdano mateliallevesem confiss:o,e o terceiroversasobre doistiposdepunifâo ea sua eficicia:


DES -Psicologia#t?Desenvolvimentocomparando-se similalidadesediferençasentre osrelatose suasdinâmicas,objetivando-sepadröesqueserepetiam e/ouserepeliam.Atravésdestaanslise,foivistoqueasinstituiçöesnortearam,modelaram e/ouajudaram naformaçàodecomportamentos,atravésdoquedenominou-septzfdrntzjzpl,ouseja,peloexercfciodafunç:o educativaderesponsabilizar,dirigiremostrarocaminho.Para osdepoentes,existiu/existe uma çimZe idealizada'',freqientementeutilizadaparajustificarainternaçâo,facilitandoa aceitaçâo desta condiçào.lgualmente foiagente facilitadora4negaçso'deser/estarinstitucionalizado,atravésdeumabuscade 'normalidade'em 1 que suasvidas foram ,para eles,processosde


DES -Psicologia doDesenvolvimentosâ0justificadasp0rconsiderar-sequeaadolescênciaéum m0-mento davida caracterizado pormudanfase passagens.M udançascorporaisalteramtanto a gestaltdo corpo quanto arelaçsoc0m a sexualidadeesâo elasque marcam,para a maioria dosautores,0ingressonaadolescência.A tarefamaisJrduadestegerfodoéadodesligamentodaautoridadedospais;istoimglicanumasubstituiçsodessesparaque()adolescentepossaseinserirnacomtmidade.O bem-estarsubjetivoL()estudocientfticodafelicidade(DIENER,1984).,decomoeporqueaspesoasexgerimentamsuasvidasem caminhospositivos.Esteconceitoabrangeassubdimensöessatisfaçëodevida,felicidade,afetospositivoenegativo.Querfamnsinvestigaro nfveldebem-estarsubjetivoem adolescentes,bem como a correlaçào entre seusescoresobtidosnasescalasdeSatisfaçsodeVidaeFelicidadeearelaçàoentredadosqualitativosobtidosem entrevistasedadosquantitativosobtidosemescalas.O bem-estarsubjetivoesatisfaç:odevida fora!n avaliados,respectivamente,atravésda aplicaçâo dasescalasSW B e SLS e de entrevistasestruturadas,em 15 adolescentesdeambosossexos,idadesentre 13 e 20 anos,moradoresdecomunidade carente da zona Norte dacidade do Rio de Janeiro,pertencentesLclassesocioeconômica baixa,escolalidadevariandodo primeiro grau incompleto ao segundo grau completo.Osdadosobtidosforam analisadosqualitativamente,sendo utilizadatambém acorrelaçâo de Pearson.Osresultadosdasentrevistasrevelaramque osadolescentespreocupam-se principalmentecom ostemas:relaçöescom a fanu*lia,relaçöesafetivasforadonticleofamiliar(amizadeenamoro),trabalho,lazereestudos.Nosresultadosdasescalas,acorrelaçâo de Pearson para ositensrelativosàSatisfafâo de Vida e Felicidade é de 0.7,o que indicaconsistência entre aspectosafetivose cognitivosdo bem-estarsubjetivo.Osadolescentesseconsideram felizes,oqueficaclaronosresultadosdasescalase dasentrevistas.A inserçëo no mercadode trabalho e afonnaçâo dapröpria famflia aparecem reiteradasvezesnosrelatosdosadolescentes,confinnandoo que outrosinvestigadoresapontam comocaracterfsticasdesteperfodo.éimportante aprofundarestudoscom adolescentesdascamadasmenosfavorecidasdapopulaçào.(CAPES)-00mDES 2.15MATERNIDADE NA ADOLESCVNCIA:SEXUALIDADEGRAVfDICA E PUERPERAL EdnaMariaSeverinoPetersKahhale(PontiffciaUniversidadeCatölicadeSëoPauloeUniversidadedeSâoPaulok Paula Regina Arruda Temperini;DéborahMoss (PIBIC/CNPqI;lngrid LucianaFrancischetiFerreira(PontiffciaUniversidadeCatölicadeS:oPaulol;MarceloZugaib(UniversidadeEstadualPaulista)eMathildeNeder(UniversidadedeS:oPaulo).Este trabalho integra-se àsatividadesdo NEAd/Faculdade dePsicologia daPUCSP,da Clfnica Obstétrica da F.M.U.S.P.e daDivisio dePsicologiado H.C.F.M .U.S.P.A gravidez Luma fasedo desenvolvimento damulher:implicando umasériede mudançastantoa nfvelcorporal,fisiolögico como afetivo,relacional.Omesmo processo ocorre com a adolescência que redimensionanâo sö o indivfduo,como todo o meio e familiares ao seu redor.Pensarnagravidezda adolescente é pensarnestesdoisprocessosocorendojuntos.O presentetrabalhoestudouodesenvolvimentodasexualidade adolescente durante a gravidez e no puerpério.Osdadosforam coletadosno Ambulatörio deObstetrfcia;fez-se41entrevistasindividuaissemi-estruturadasduranteo pré-nataleno puerpério,onde se investigava dadossociaisede sexualidade.Osresultadosindicam qtle80,49% encontravam-seentre15-17anos;43,90% nàotiveram nenhuma intençâo de engravidar,nâorelacionando assim atividade sexualàpossibilidadede engravidar;31,71% rclatavam estabilidade nalibido,durante o puerpério;24,39% disseram quealibidoaumentounodecorrerdagravidez;56,1%quem tomavaainiciativaparaqueaatividadesexualgenitalacontecesseera0ragazeem 21,95% destasrelaçöesaadolescenterelatavaquensohouvemudançasnalibido;78,05%viviam maritalmente,sendo9,76% casadaslegalmente',65,85%dasadolescentes,queviviam maritalmente,seuscompanheirosestabeleceram um bom vfnculo afetivo c0m o bebê e demontravamisto conversando e massageandosua barriga;14,63% estavamfazendo uso de métodosanticoncepcionaisdurante o puerpério;17,07% pretendiam usé-lo;dasqueestavam com o companheiro(19,51%)maisdametadedelas(75%)estavam fazendouso demétodosanticoncepcionaise dasque ainda n:o retom aram a atividadesexual(31,71%),61,5%pretendiam fazerusodealgumtipo deanticoncepçâo,porém n:o podemosatirmarqueisto ocorrerl.Aanslise destesdadosnosremeteahipötesede que asadolescentestransferemaosseuscompanheirosa responsabilidadeda relaçso sexuale mesmo estando grlvidasaindanâo associamatividadesexualgenitalcom matemidade.(CNPq)- 000-DES 2.16MATERNIDADENAADOLESCZNCIA:RELAG O MATER-NO xFILIAL.EdnaMariaSeverinoPetersKahhale(PontiffciaUniversidadeCatölicade Sëo Paulo e UniversidadedeSâo Pau-1(9.,lngridlmciana FrancischetiFerreira',DéborahMoss',Paulasd.j'int7ArrudaTemperini(PontiffciaUniversidadeCatölicadeSâoPaulol;MarceloZugaib (UniversidadedeSâoPaulo)eMathildeNeder(UniversidadedeS:oPaulo).Este trabalho integra-seàsatividadesdo Ntîcleo de EstudosdaAdolescência daFaculdade de Psicologia da PUC/SP,da ClfnicaObstétrica daF.M.U.S.P.e daDivis:o de Psicologia doH.C.F.M .U.S.P.A gravidez é uma fasedo desenvolvimento da mulher'.impicando uma série de mudançastanto anfvelcorporal,fisiolögicocomo afetivo,relacional.O mesmo processo ocorre com aadolescência queredimensiona n:o sö o indivfduo,que estsadolescente,comotodo o meio e familiaresao seu redor.Pensarnagravidez da adolescente épensarnestesdoisprocessosocorrendojuntos.Atarefaasumidapelaadolescente,queengravida,édupla:buscaraidentidade pessoale fazê-la atravésdamaternidade.Opresentetrabalho estudou o desenvolvimento da relaçiomaterno x tilialda adolescente durante o ciclo gravfdico-puerperal.Osdadosforam coletadosnoAmbulatörio de Obstetrfcia do H.C.daF.M.U.S.R juntoao ProgramalntegradodeAssistênciaeEducaçâo àGestanteAdolescente;fez-se4lentrevistasindividuaissemi-estlmuradascomadolescentes(de13a17anos)duranteagravidezeo puerpério,ondeinvestigava-se dadossociais,corporaisedarelaçâo com obebê.Osresultadosindicam que 80,49% encontram-se entre 15 a l7 anos;78,05% vivem maritalmente,sendo9,76% casadaslegalmente;53,66% moram comsuasfamflias;21,95% cursaram até o 2o.grau incompleto e 63,41% entrea5â.e8.séliesdo10.grau.O desejodeengravidarfoirelatadopor65,85% dasadolescentes,75,61% nëoplanejaram e#5,36% aceitaram a gravidez.78,05% relataram percepçao dealteraçâo emocionalno perfodo gestacional,que nâo apresentourelaçëo com a significaçâo atribufda aosmovimentosfetais:63.41% considera-osuma formade comunicaçâo do feto com elas.A interaçâo delascom ele atravésde massagem e/ou conversa100 SBP -XXVIIReunisoAnualde Psicologia


DES -Psicologia doDesenvolvimentoocorreu em 82,92%.O paidobebêtambém interagedestaformacom o feto e 60,98% dasadolescentesvalorizam-na.O modelomaterno destasadolescentesnâo influenciou diretamente naocorrênciadagravidez,somente 39% delas têm m:esque engravidaramna adolescência.0 medo maisfreqiente é o do parto,que apareceem 31,71% doscasos.A experiência do parto fQiconsideradabo: por75,71% dasadolescentes.Percebeu-se que estasutilizama relaçâo materno-filialcomo um recurso paraconstrufremsuaidentidadecomomulher.(CEPE/PUCSP ePIBIC/CNPq)- 000-DES 2.17ACONSTRUCAOPSICOLUGICA DO PROCESSO DEMENS-TRUAIAO.Mariana doNascimentoXrrfe,Roberta RaffaeliNascimento eVerônica EstevesdeCarvalho.PontiffciaUniversidadeCatölicade Sâo Paulo.Estapesquisa teve como finalidade investigarasatitudesde meninasadolescentesemrelaçâo a oconfnciada menstruaçso.Tendoem vista a amplitude do temae a diversidade de experiênciasvivenciadas pelasadûlescentes,optou-se porrestringiro universo,considerandomeninasde classe opersria localizadasna faixaetéria de 11a 14 anos,na cidade de S4o Paulo.Nesse sentido,osobjetivosfundamentaisdo nosoestudoforam osseguintes:1)-Investigaro signiticado da menstruaçâo easvivênciasquea acompanham;2)-Caracterizaroconjuntodasrepresentaçöesscciaisenvolvidasnesseprocesso;3)-Enfatizaropapelexercidopelarelaçào màe e filha na constnwâo dossentidosatribufdosà.menstrtlaçâo,bemcomoaposiç:odopaifrenteaoevento;4)-Finalmente,apartirdosdadoscoletadospela pesquisa,apontaraspossfveisformasdeatuaçâo do psicölogo.Para aexecuçâo destapesquisacircunscrevemosa nossa investigaçâo a 30 adolescentesdeumaescolaptiblicadeSàoPaulo(EEPSG MissBrowne),provenientesdefanulia operM as.Primeiramente,utilizamosquestionMosparaaseleç:odossujeitosdepesquisa.Emseguida,fizemosentrevistascomoobjetivoderevelarasrepresentaçöesatravésdosdiscursos.Chegamosàsseguintescategoriasprincipais:tlnfcio daadolescência',ç'Entendimento e identiticaçào do fenômenode estarmenstnlada'çf oexistênciadeduasidentidades''CSER como transformwâo da pröpria existência'e :thlenstruaçâo:Fenômeno biolögico X Pröprio da identidade feminina''.O significadomaisrestrito da menarca apareceu na dualidadefenômenobiolögicoeidentidade feminina,dizendo respeito à pröpria intimidade.Aconclusâo a que se chegou é que asadolescenteseseuspaistêm umaconsciênciafragmentada do fenômeno,poisnâo conseguemintegrarmenstruaçâo,sexualidade,afetividade,relacionamentos,planejamentofamiliarecondiçâofeminina,dentrodestasociedadeenestecontextohistörico.TAPESP)-000-DES 2.18ESTEREUTIPO SOBRE ADOLESCENTESEM ESTUDAN-TES UNIVERSITXRIOS.LucianaS.Oliveira,AlessandraSant'An?,J Bianchi.Universidade Luterana do Brasil.Estudossobre adolescência têm mostrado que esta constitui-se umaimm rtante fase na formaçâo da identidade do homem.A constzuçâoda identidade nesta fase é apontada,por vériosautores,comoum processo deidentificaçâo com o gnlpo de iguaise com modelosoferecidospelomeio social.Neste contexto,o estudo deestereötiposfaz-seimportantesob apremissa de que estestomam-seSBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologiamodelossociaiseassim godem atuartantocomoconstituintescomoserem constitufdospelo modo deseradolescente.Conhecerascaracterfsticasbisicasdestesesterytipospodeauxiliaro processo dedesmistificaçâodoquesejaestafasedodesenvolvimento,sejapal'aospaise educadoresem especialcomo paraasociedade em geral;propiciando assim,um ambiente quepromova maissaudavelmenteo processo de construçâo da identidade pelo adolescente.ForamsujeitosdestapesquisatrintaestudantesuniversitMosdeambosossexos.Ossujeitoseram abordadosequestionadossobrequepalavras'lhevinham à cabeça'ao serdado o estfmulo çadolescente'eram tomadasparaanJliseasseisprimeirasgalavras.Osdadosforam analisadosqualitativamente buscando identiticarcategoriasestereotfpicas.Osdadosindicnram aexistência de trêsprincipaiscategoriasestereotfpicas.A primeira destascategoriasrefere-se aquestöesdeposturasubjetiv:doadolescenteeabranjequalificaçöescomopor exemplo ççrelldia'e :tirresponsabilidade'A segundacategoria refere-se a atividadesdo adolescente e sb exem-Plosdeassserçöesaquiclassificadasçefestas'e tnamoro'.Finalmente,aterceira categolia refere-se ao perfodo ffsico daadolescênciaeé compostaporpalavrasou expressöescomo Ssperfodotransitörio'e


DES -Psicologiado Delelpl.'f?lWr?Ie/lpexistentesquanto a0Snfveisdegreocupaçàotornalxssfveltraçarum plano de açâo que permita a partirdasprcocu?açöesdosadolescentesabordarquestöespreventivasemsatîde.(CNPq)- 000-DES2.20A INFLUZNCIA DO PAINA ESCOLHA PROFISSIONAL.CarolinePassuello,CristinaOstermann,RitaC.S.l.zwpl,FranciscoSettineri.UniversidadeFederaldoRi0Grandedosul.A questaodatiguradopaitem sido gotlcoreferidanaliteratura.O objetivodotrabalho éveriticaraimgortanciadafigurapaternanum momento pontualdo desenvolvimento humano:a escolhaprotissional.Foram estudadososcomentariosverbaisrelativosao pairealizadosem entrevistas,tanto no que serefere a influenciadeste na escolha, quanto apossibilidadede terparticipadonesta como modelo identitk atorio.Naprimeira etapa,foram analisadas46entrevistasrealizadaspelo Serviço deOrientaçao ProtissionaldoInstituto de Psicologia daUFRGS,buscando detectarareferencia explicitado painasentrevistas.0 paifoireferidoexplicitamentecomo modelo protissionalpor13% dosentrevistados,e15,2% falaram quesofreram influencia do paina escolhada protissao,o que indica poucareferenciaexlicita.Em uma segundaetapa,denatureza qualitativa,foirealizada umaanalise deconteudo de entrevistasde 4 adolescentes.Nesta foipossivelvisualizara participaçao nao explicita do pai,mostrando-se comomodelo identificatorio no processo deescolhaprotissional.- 000-DES 2.21QUEM é 0 ADOLESCENTE D0 PONTO DE VISTA DE ES-TUDANTESUNIVERSITXRIOS.LucianaSocoloskiOliveira,Alessandra Sant'Anlm Bianchi.UniversidadeLuterana do Brasil.Estudossobre adolescência têm mostrado que esta constitui-senuma importantefase na formaçâo da identidade do serhum ano.Desvendarcomo se ds essa fonnaçào,como o adolescente conströisuaidentidade,é papelda psicologia do desenvolvimento.Autoresdessa érea têm apontado que talprocesso sedé pelaidentiticaçâocom o grupo de iguaise com modelosoferecidospelomeio social.Neste contexto,o estudo de estereötiposfaz-se importantesoba premissade que estestornam-se modelossociaiseassim podem atuartanto como constituintescomo serem constitufdospelomodo de seradolescente.Conhecerascaracterfsticasbssicas destes estereötipos pode auxiliar o processo dedesmistificaçâodoquesejaestafasedodesenvolvimento,sejapara ospaiseeducadoresem especialcomoparaa sociedade emgeral',propiciando assim,um ambiente que promovamaissaudavelmenteo processo deconstruçâo da identidade pelo adolescente.Estetrabalho teve como proposta serum estudo exploratörio,seguindo aspremissasdametodologia qualitativa,visando identiticarcategoriasformadorasdoestereötipo deadolescenteentreestudantesuniversitM os.Foram sujeitosdestapesquisatrintaestudantesuniversitMosdeambosossexos.Ossujeitoseramabordados,noscampide duasuniversidadessulriograndenses,eera feitauma pergunta sobre o que Ihesçvinhaàcabeça'quandoera dita a palavra adolescente.Como dadosforam consideradasasseisprimeiraspalavras,ouexpressöes,indicadaspelossujeitos.Osdadosforamanalisadosqualitativamente no sentido debuscaridentitk ar quaisaquelaspalavrase expressöesque se assemelhavamquanto aoseusignificadoe,portanto,poderiamjun-tasconstituirumacategoriaestereotfgica.Asanslisesindicarama existência de trêsprincipaiscategoriasestereotfpicas.A primeiradestascategoriasrefere-seaquestöesdeposturasubjetivadoadolescenteeabranjequalificaçöescomoporexemploflrebeldia'eç'irresponsabilidade'.Asegundacategoria refere-se a atividadesdoadolescenteesso exemplosde assserçöesaquiclassiticadastfestas'etnamoro'Finalmente,aterceiracategoriarefere-seaoperfodoffsicodaadolescênciaeécompostaporpalavrasouexpressöescomot'gerfodotransitörio'ctidade'Osrestlltadosapontarama necessidade deumaabordagem quantitativaàquestàodemodoquesejagossfvelsaberqusoimportanteLcada uma dascategoriasede seuscomgonentesna determinaçsodoestereötipodoadolescente.Estasegundapartedapesquisajsests em andamento.- 000-DES 2.22AVALIAG O DOSESTADOSDE ANIMO DEIDOSOSPRA-TICANTESDE EXERCfCIO COM MVSICA MariaLuizaJ.Miranda (UniversidadeS.JudasTadeu),MariaRegina S.Godeli(UniversidadedeSâoPaulo-lP)eSileneS.Okuma(UniversidadedeSàoPaulo-EEFE)Asdiferentesformasde organizaçso do cotidiano da criança atuamcomorecursosparaseu desenvolvimento e cada vezmaisacrechevem fazendo parte desse cotidiano.Em vista disso,baseadonospressupostossöcio-interacionistasde Vygotsky eW alon,estetrabalhotem porobjetivodiscutirasfonnasdeestruturaç:odasatividadesdesenvolvidasem uma tunnade creche propostapela educadora eanalisarcomo esta estruturaçâo aparece na brincadeirade faz-de-conta de escolinha damesma turma de crianças,sema presençada educadora.Paratanto,investigamosumatunnade 33 cliawasde4 anose suaeducadora,de uma crechemunicipaldeRibeirâo Preto atendendo a populaçâo de baixarenda.Cincosessöesdeatividade pedagögica,com duraçâo em médiade38 minutos,gravadasem VT foram analisadasm icrogeneticamente,apartirdetranscrköesfeitasemintervalosde15segundos.Estesdadosforam confrontados com aquelesconstrufdosa partirda transcriçào microgenética de 1sessâo defaz-de-conta deedescolinha'da mesmaturmade crianças,comaproximadamente18 minutosde duraçâo,sendo queuma dascliançasrepresentavaaprofessora.Parauma primeira anllise,foramelaboradosquadrosquedemonstram a dinâm ica dassessöese a partirdestesdadosforam selecionadosepisödiosparaaanélisemicrogenética.Taisquadroseanélisesapontam que asatividadespedagögicassâobastantedirigidas,com um grande controlepela educadora paraaexecuçào de taistarefas.Houve um predomfniode atividade livredeartesplssticasdentro destasatividades,queparecemnâoserdinamicamenteplanejadas.Asprsticaspedagögicaspoucasvezessâo acompanhadasde instruçöes,nâosendo informado àscriançasosmotivosporqueelasdevem serrealizadasconforme proposto.A precariedade dacreche'.escassezdematerial,espaçolimitado,razào adulto-criança inadequada,acabampordetenninaro desenvolvimento de taisatividades.Estasacabam reaparecendono faz-de-conta,nâo em fonna deaçöespré-detenninadas,massim de reconstruçöese resignificaçöesdeexperiênciasanteriormentevivenciadascom a educadora,conformeareproduçâo de gestos,posturas,instruçöeseregras,assim como ousodomaterialdisponfvel(papel,cola,etc).(CNPq-FAPESP).- 000-102 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


Pslcol-oGlA E scol-ARE DA E oucAçio


ESC -Psicologia E scolar é'daf#l/ct7(.lt?ESC 1.01APRECIAIAO DOCENTE DE FATORESRELACIONADOSAO DESEMPENHOACADVMICODOALUNO.J/JJZA#=/OtlzSilvaPontesNeto,JosélmizGuimaröeseFenmndoFrei(UniversidadeEstadualPaulista,CampusdeAsis).0 estudo insere-se no contexto dateoria da atribuiçào.Trata-sedetlmaréplicae extensào depesquisasrealizadassobrefatoresrelacionadosao aluno e percebidos,porprofessores,como relevantesemsituaçâodedesempenhoacadêmico.O objetivobésicofoio develiticarse havia diferençana apreciaçâo da capacidade,esforço e conceito obtido poralunosem situaçâode desempenhoacadêmico,porpartede professoresde escolasptiblicase privadas,queministravamaulasnaSquatro sériesiniciaisdo 10grau.Atuaram comosujeitos18professoresdeescolasptîblicase18professoresde escolasprivadasde um municfpio do interiordoEstadodeS5oPaulo.Dessetotalde36sujeitos,01erado sexomasculino e35 do sexo feminino,com tempo deserviw variandode02 a47 anos.Em tennosde escolaridade,5% possufam apenasmagistério,5%magistério ecurso superiorincompleto,e90%magistério ecurso supeliorcompleto.Essesprofessoresreceberamum conjuntodeinstruföesescritasreferentesacomoresponder,individualmente,aum instnlmento quecontinha20 condiçöesexpelimentais.Estascondköesversavamsobresituaçöesdedesempenhoacadêmico(em quealunostinham oun5ocapacidade,apresentavamesforço ou n:o e obtinham um conceito,quepodiaserinsuticiente,regular,bom,muitobom eexcelente)e,solicitavam que o professora punisse ou recompensasseo alunonela envolvido,atribuindo-lheestrelasde diferentescores.Osdadoscoletadosindicaram que professores de escola ptîblica eprofessoresde escola privada n:o diferem naapreciaçào de alunosemsituaçâodedesempenhoacadêmico(F=0.0305,p< 0.05).Masosfatores,consideradosisoladamente,apresentaraminfluênciasignificativa,asaber:esforço (F= 177.26,p< 0.05),conceito(F= 78.52,p< 0.05)ecapacidade(F= 28.96,p


ESC -h icolq ia D cp/n/-edaf'tflfccflpfOiumaentrevistaestruturada,c0m àasenatécnica(10incidentecrftico,visando obterinformaçöesrelativasa comportamentosdebonsemausalunosesuascaracterfsticasna opiniso dosprofessoresresgondentes.Estasentrevistasforamgravadasem tita-cassete.Podemosverificarque76%dosprofessoresdaéreadeciênciasexatase56% dosgrofessoresda srea de ciênciashumanasenfatizaram ()fatodobom alunoseraquelequeseinteressapelamatéria.Osbonsalunosforam caracterizadospor49% dosprofessoresdaâreadeciênciasexatase65%dosgrofessoresdasreadeciênciashumanas,comosendoaquelesquegossuem bom rendimentoacadêmicoequerealizam trabalhosbem estruturados.Apesquisarevelaçueapercepfsosocialvaialém dapercepçsosensorialdireta,goismuitosoutrosfatoresainfluenciaram,taiscomoosvaloresacadêmicosdogröprio percebedoreseusestereötiposem relaçâo ao bom e mau aluno.A pesquisamostra tambémquea coleta deincidentesfoiuma estratégia Lem-sucedida,sendo possfvelutilizarestatécnica em umagamadiversificada desituaçöes.- 000-ESC 1.04PRODUCAO D0 FRACASSO ESCOLAR N0 COTIDIANO:EXPERIGNCIADE INTERVENIAO EM ESCOLAPUBLICA.Patnkia Carla Silva do Ptz/e,Débora Cristina Pioto,Rtnlt7lt7Meneghini,MariélenaAraûjo,f'krFernandesdeMatos,f'riluMidori,Sandra Sawaya.Universidade de S:o Paulo-RibeirâoPreto.A compreensëo da produçâo do fracasso escolar,que tem comouma dasconsequênciaso processo deexclusào sofrido pelascriançasdecamadaspopularesnaescolaptîblica,éobjetodaatuaçëodopsicölogo escolar.Resultadosrecentesde pesquisasmostramque osaltosfndicesde fracasso escolardestascrianças,estëorelacionadoscom aorganizaçëo eo funcionamento daescola,assim como com asrelaçöesestabelecidasneste contexto.Atravésdeumtrabalho de intervenç:o,realizado porestagiM osdocurso dePsicologiada USP de Ribeirâo Preto,em uma escoladeprimeiro grau que atende esta populaçâo,procurou-se investigarasrelaçöesque se estabelecem no interiorda escolaeno relacionamentodestacom sua clientela,relaçöesqueest:o nabasedasexplicaçöesparaosproblemasescolares.Estetrabalhose desenvolveunoperfododemarçoadezembrode1995eteveporobjetivo'.conheceraspréticasenvolvidasnaproduçso do fracasso e abusca de possfveissoluçöes;compreendero processo de exclusàosoflido porcriançasde primeirase segundasséries;e assessorarprofessoresediretorquanto aotrabalho desenvolvido comascriançasnasreuniöesdeHTP(HorsriodeTrabalhoPedagögico).Oolharsobreocotidianodestaescolapassoupelainvestigaçà()dequem eram ascriançasindicadaspelasprofessorascomocriançascom problem asde aprendizagem ,investigando comofuncionavaaescolaenquantoInstituiçâo(relaçöesdepoderehierarquia)equaiseramaspréticascotidianasdaescolaqueconstrufamum detenninadotipo de relaçëo com a sua clientela.Paraistoforam utilizadasvM asestratégiascomo gruposcom ascriançasindicadas,reuniëocom ospaisdestas,reuniâocom osprofessoresediretor,entrevistasindividuaiscom ascrialxase comosprofessores,eventuaisvisitasàscasasdessascrianças,além deumapesquisa sobreo histörico escolardasmesmas.O trabalhopermitiu o infcio da construçâo de um novo olharda escola sobresimesma,sua clientela e o repensarsuaspriticas.O fracasso escolarcomu'menteatribufdoàscrimwasfoise revelando,defato,l06como ()grodtltoderelaçöesegrlticasquetinham lugarnaescola,o que levou à busca dcnovasformasde organizaçào como,porexemplo,a reestruturaçso do esgaço do recreio em oficinasdeleitura,artes,jogos,etc.A partirdesetrabalhofoiposfvelconstatar0papelfundamentaldasrelaföese prsticasestabelecidasnointeriorda escola na produçso do fracasso escolare a imgortânciadopsicölogo escolarnesse contexto.- 000-ESC 1.95ICONICIDADEEENSINO DERECONHECIMENTODE SfM-BOLOSEM SISTEMASCOMPUTADORIZADOSDECOMU-NICACAO ALTERNATIVA.LeilaNunes,DanielNogueira,A'/ïrntzPassos,Kely Paula,:1,$47Magalhses,Soraya Madeira eTerezinha Valério,UniversidadedoEstado do Rio deJaneiro,Débora Nlzntr-î,lvânia ârtzḻjt),AnaBeatrizBernat,UniversidadeFederaldo Rio de Janeiro,ElizeuMacedo ef'dmtzntft?Capovilla,Universidade deSào Paulo.Considerando queuma em cada200 pessoasnâo apresentalinguagemoral,foram desenvolvidosossistemasde comunicaçâoalternativa.Osmaisconhecidossso:PIC,PCS eBLISS.Questöescrfticasnouso destessistemasreferem-se ao processodeiconicidadedossfmbolose àfonnade ensinarossfmbolosmenostransparentes.Umasériede experimentoscom um portadorde paralisiacerebralatetöidede 14 anosfoi-realizada para investigarestasquestöesutilizando-seo Sistema ImagoAnavox.Noprimeiro experimento,afim deavaliaro reconhecimento dosfconesporpartedosujeito,foram conduzidas27sesöesdivididasem3fases'.pré-teste,intervençâo e pös-teste.Na pririkfià'fase,osujeitoapresentou34% deacertos,enquanto naterceira,47%.,diferençaestatisticamentesigniticante(t=4,6',p


ESC -Psicologia Escolareda f'tfltclflpespecialmentequando setratade criançascom problemasde aprendizagem.Nasituaçâo escolar,ele tem sido o responssvelpeloencaminhamentodealunosealiteraturatem apontadoqueojulgamentodoprofessor6bastanteprecisonaidentiticaçëodecriançasquenecessitam de serviçosespecializadosque possam apoiarou favorecero seu desenvolvimento acadêmico.Partindo destaconstataçâorealizou-seopresenteestudoqueteveporobjetivosveriticaraincidência decriançasavaliadaspelo professorcomotendo alto e baixo desempenho acadêmico e compararosresultadosdaavaliaçâo do professorcom osresultadosobtidosno TestedeDesempenhoEscolar(TDE).FoisolicitadoatodososprofessoresdeCicloBssico(CB)Ie11deumacscolaestadualqueavaliassem orendimentoacadêmicodeseusalunos(num totalde390escolares)apartirdeumaescalade1a10(sendolodesempenhomaisbaixoe10omaisalto).Foramselecionadosaleatoriamente14alunosque obtiveram notas1e 2 nesta avaliaçào e14com notas9 e 10,a0squaisfoiaplicado o TDE.Inicialmentecalculou-sea porcentagem de alunosavaliadoscom notas1/2(baixorendimentoacadêmico)e9/10(altorendimentoacadêmico).Asegundaanilisebaseou-senacomparaçâoentreanotadoprofessore aclassificaçào obtida pelo aluno atravésdo TDE.Osresultadosmostraram que18% dosalunosdeCB Iobtiveramnotas1/2(contra14% com notas9/10)enoCB 11que9% obtiveramavaliaçâo1/2(contra14%).Dosalunosavaliadospeloprofessorcombaixo rendimento escolaraosquaisfoiaplicado o TDE,agrandemaioria(93%)obtevenotesteclassificaçâodedesempenhoescolarinferioraoesperado para a sériefrequentada,eorestante(7%)médio-inferior.Daquelesavaliadospeloprofessorcomotendo alto rendimento acadêmico,36% alcançou classificaçâomédio-superiorou superior,36% obteveclassitkaçâomédiae 29% médio-inferiorou inferior.Osresultadosindicam queo professoré etk iente na identificaçâo de alunoscom alto e baixorendimentoacadêmico,emboraseujulgamentosejamaisprecisoquandosetrata decriançascom baixo rendimento.- 000-ESC 1.07A AUTO-IM AGEM DO ADOLESCENTE ESTUDANTE DESEGUNDO GRAU.Antonio Wilson Pagotti;Patricia M .â.Abreu;Wtmdf#.G.Altahh.FaculdadesIntegradasdoTliângulo- M inasGerais.ApartirdotrabalhodeRosemberg(1973)tornou-sefrequenteoestudo da auto-estima na adolescência,masaindaparece distantesua clara compreensâo.No presente estudo procura-se investigaroconjuntodaauto-imagem em estudantesdaterceirasériedesegundograu.Foram sujeitos191alunosdoperfododamanhâ,de quatro escolas,sendo uma estaduale trêsparticularesda cidadede Uberlândia-M inasGerais.Osalunosresponderam a umquestionério composto de 34 perguntasonde foiverificada afrequência de determinadossentimentosegrausde concordM ciasobre algumasatirmaçöes.Asrespostasforam alocadosem trêscampos:auto-estima,sentimentospsicossométicose expressâode sf.Osresultadosmostram no campo daAuto-Estima,que dototaldasrespostas


ESC -Psicologia Escolareda f'tffzclfd'p'ESC 1.09CONSTRUINDO UMA SEXUALIDADE ADOLESCENTE(PROPOSTA DEINTERVENCAO PSICOLUGICA EM INSTI-TUIAO EDUCACIONAL).Mariana doNascimentoérruda,RobertaRafaeliNascimentoeYerônicaEstevesdeCarvalbo.PontiffciaUniversidadeCatölicadeSàoPaulo.Estetrabalhotevecomotinalidadeavaliarseaintervençsopsicolpgicacomgrugodeadolescenteséum instrumentoquepermiteatransfonnaçsodaconsciêncianoquedizrespeitoàsexualidade,tendoemvistaapromoçsodesatide.Optamosporrestringirouniverso,considerandomeninasdeclasseogersrialocalizadasnafaixaetl ade11a14anos,daE.E.P.G.ReinaldnRibeirodaSilva.Nestesentido,oobjetivodapesquisafoitrabalharosseguintestemasrelacionadosàsexualidadeadolescente:1.)menstruaçëo;2.)experiênciasafetivasesexuais;3.)planosfuturosi4a)relacionamentosfamiliares;5.)planejamentofamiliar',6.)AIDSeDSTS;7.)esquemacorporal.Paraaexecuçâodapesquisa,realizamosumgrupode estruturavivencial,o que pennitiu aexpressâo,reflexâneapropriaçào,porpartedossujeitos,dequestöesligadasà sexualidade adolescente,onde buscava-se aliara informaçâoeasexperiênciasafetivas.Velificamosque ascategoriasde anslise foram sendo transformadaseintegradasno decorrerdosgrupos;o que nosmostrou uma integraçào da consciênciadasadolescentesem relaçso à sexualidade.O corpo pode servistoalémdeseuaspectopuramentebiolögico,ouseja,um corposocial,afetivo e abstrato.A categoria z'Caminho percorrido parabusca de simesmo e deumanova identidade'compôsoutrascategorias:4sRelacionamento como identidade 'teDeterminantessöcio-culturais';etRelacionamento familiarcomo determinante daformaçâo de identidaden;ç:Busca de simesmo,deuma nova identidade'


ESC -Psicologia Escolal.eda f'tfl/ctlflbFluência,FlexibilidadeeOriginalidade.Utilizou-seoteste-tdeStudentparaavaliarasdiferençasobtidasentre médiasnaSdistintasmedidasdepensamento criativo.A estatfstica descritiva foiutilizada para analisarosdadosdeconhecimentossobrecriatividade.Observou-sequeo grupo deprofessoresdascscolasInovadorasapresentou médiasmaioresque osdasescolasTradicionaisemtodasasmedidasde pensamento criativo.Osescorestotais(médiadosescoresn0squatrotestesdecriatividade)semostraram signiticativosa nfvelde.001para Ruência eOriginalidadeafavordo grupo de EscolasInovadoras.Osdadosdo questionMo deconhecimentossobre Criatividade mostraram que osprofessoresdasEscolasInovadoras,frequentementefazem maiscursoseleiturassobre Criatividade.Concluindo,assim,que ométodo utilizado pela escolapode influenciaro nfveldo pensamentocriativo dosprofessores,mostrando assim,queescolascomuma abordagem maisdinâmica e que dâo ênfase a um ensinomaiscriativo propiciaum melhordesempenho dosprofessoresem suashabilidadescriativas.Osresultadosconfirmam a teoria,onde a grandeparte d0sestudiosossugerem uma educaçso menosrfgidaparafonnarprofessoresealunosmaiscriativos.(CNPq)- 000-ESC 1.12DIFICULDADjSDELEITURA:APLICAIAO DERECUR-SgSMULTIMIDIA E DEFORMAIAO DE CLASSESDEES-TIMULOSEQUIVALENTES.Maria JJ/Z LemesRibeiroeK rlnfcflBenderHaydu.Universidade Estadualde Londrina-O objetivodopresenteestudoconsistiuem aplicardeformasistemstica,pormeiode recurso multimfdia,o procedimentode formaçâode classesequivalentes,paradesenvolvera leitura em criançasqueapresentavam ditkuldadesnessa srea.Participaram dapesquisa 16 alunosdû Ensino Fundamentalde uma escola estadual,comidadesvariando entre 7 e 12 anos.Osalunosforamselecionadospormeiodeum testedeleitura(pré-teste)realizadoem sala deaula,tendo sido escolhidosaquelesque apresentaramerrosnaleitura depalavrasensinadasanteriormente.Foram utilizadosummicrocomputador,instalado em uma sala de aula eoprograma M estreâ.O M estre permite ensinarpormeio do procedimentode discriminaçâo condicionalrelaçöesentre estfmulosque podem serauditivoseou visuais.O procedimento foiaplicadoindividualmente e organizado em 8 passosdetreinoe doispassosde testes.Foram estabelecidasduasseqtiênciasde passosdiferentesparaosalunosda 1*e 2*sérieseosda 3*e 4*séries.Nospassosdeteste de leitura foram apresentadas20 palavras:lopalavrasde treinadase 10 palavrasde generalizaçâo.Ospassosdetreino iniciavam com sondasdeleitura em que eram apresentadasduaspalavrastreinadasnopasso anterior,duaspalavrasdegeneralizaçâo e asduaspalavrasnovasque eram ensinadasnaquelepasso.Emseguida eram feitostreinosde discriminaçâocondicional,sendo apresentado com modelo uma palavra ditadae como estfmulosdecomparaç:o duaspalavrasimpressas,emque uma delasera uma palavra conhecida,caracterizando assimum procedimento de discriminaç:o porexclusâo.Ao tinalde cadapasso eram realizados testesde reflexividade,sim etria etransitividade.O aluno sö avançava nospassosse apresentasse90% de acerto nestestestese nasondadeleitura feita no passoseguinte.Osresultadosmostram que o procedimento elaboradopennitiu que todososalunosapresentassem um desempenho superiora90% em todosospasso de treino deleitura e que apenasum aluno apresentou desem penho inferiora 100% nostestesdeleitura realizadoscom todasaspalavrasaté entâo treinadase aspalavrasdegeneralizaçâo.O alunoqueapresentouerrosleu90%daspalavrasapresentadasno primeiro teste deleitura eacertou100% no segundo teste.Osresultadosdo presente estudo permitemconcluirqueo procedimento programado foieticazpara recuperaraleitura de alunosdo Ensino Fundamental.Estudosposterioresdcverroserrealizadosparaque se possa avaliarseo comportamentode 1ercoretamente foigeneralizado paraa situaçàode sala deaula.-000-ESC 2.01INTEGRAIAO DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIVN-CIA NO ENSINO REGULAR:ESTUDO EXPLORAO RIO.élm CarladiPaceM.âm lb,Juliana E.Caàeta,CynthiaM.A.Leal,GisleneM.Rodrigues,HelenaR.Godoy LucianeM.Xilnenese17/1,7:M./:Seidl.Universidadede Brasflia.A polftica nacionalde educaçâo especialpreconiza aintegraçëodaspessoasportadorasde deficiênciano ensino regular.SegundoCarvalho (1995),integraçsopodeserdetinidacomo sermembroativo da comunidade,vivendo com osoutrosetendo osmesmosplivilégiose direitosdaspessoasn5o detkientes.A FundaçsoEducacionaldoDistritoFederalIFEDFIpromovedoistiposdeintegraçào:parcial(salasespeciaisem escolasregulares)etotal(alunosportadoresdenecessidadesespeciaisem salascomunsdeescolasregulares).Esteestudoteveporobjetivoidentificaraconcepçâodeintegraçào e a percepç:o de professoresdo 10grausobreesteprocesso,em duasescolasda rede ptîblica do D.F.,qtleimplantaram ()programade integrafâo.Um questionllio,comquestöesabertase fechadas,auto-apliclvel,foidistribufdo a todososprofessoresdasduasescolas(N=27).Apenas29%dosinstrumentosforam devolvidos(N=8),sobreosquaisforam feitasasanslisesdosdados:anélisetemstica de Bardin e estatfsticadescritiva.Dosoitoprofessoresque responderam ao questionllio,equeconstituframaamostradesteestudo,seisjJhaviamlecionado para criançasportadorasde deticiência.Todososprofessoreseramdo sexo feminino,aidademédia foide 33 anoselecionavamem médiahé11anosnaredepûblicadeensino.Quantoaosresultados,amaioriadosprofessoresdefiniu integraçâo comosocializar(37,5%),adaptaracriançaportadoradedeticiênciaaosalunosnormais(25%)eestudarcom alunosnormais(25%).A possibilidadede educarfoiapontada como umadasprincipaisvantagensdoprocessodeintegraçâo(87,5%).Trêsquartosdospesquisadosmostraram-se receptivosquanto a terum aluno portadordenecessidade especialem suasala',no entanto,87,5%nâosepercebem habilitadosparaisto.Quandoquestionadossobreo que faziam para promovera integrafëo,60% disseram quetrabalhavam no sentido de conscientizarosdemaisalunos.A faltadeespecializwëo(75%)edeestruturadaescola(25%)foramapontadascomo diticuldadespara o processo deintegraçâo.Oreduzido ntîmero deprofessoresque respondcu ao questionérioprejudicouasconclusöesdesteestudo.Noentanto,osachadossâo coerentescom outroslevantamentosqueapontam falhasnoprocesso deintegraçâodecorrentesdafalta decapacitaçâo dosprofessores.A anllisedasconcepçöesreveladasindica limitaçöesquantoao conceito de integraçâo.Estratégiastécnicase polfticass:osugeridasvisando a efetiva implantaçâo da polftica deintegraçâo dapessoaportadora de deticência no sistema educacionaldoDistrito Federal.- 000-l09SBP - XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


ESC -PsicologiaEscolare da Flf/ccfl/ESC 2.92O LIUDO PSICOLUGICO EA jLASSE ESPECIAL:UMAANALISE DE LAUDOSPSICOLOGICOSUTILIZADOSNOENCAMINHAMENTO DE CRIANCASXSCLASSESESPE-CIAIS.RobertoMoraesSalazar.PontiffciaUniversidadeCatölicade sào Paulo.Estetrabalho trata-se de um estudo realizadn com laudospsicolgicosqueforamutilizadospara encaminharcriançasàsclassesespeciais,com0objetivodeseconhecermelhoromodocomoessesdocumentoss5oproduzidos.Pal'aissocoletamosum conjuntodedocumentosqueforam efetivamente utilizadosgara encaminharcriançasàsclassesespeciais.Desteconjuntodedocumentostizeramgartedaamostra82 laudospsicolögicos,coletadosnosprontuâiosde55 alunosmatriculadosem 1995,em cinco classesespeciaisparaportadoresdedeficiênciamental,em trêsescolasptiblicasdarede estadual,na capitalde Sâo Paulo.A anslise dosdadosfoirealizada a partirde categoriasque foram construfdascom basenocontetido dosdocumentoscoletadose osresultadosderivadosdaanélise desta amostranossugeriram algumasconclusöesimportantes,entreasquaisdestacamosduasdelas.A primeira refere-se aidealizaçâo que o psicölogo fazdaclasseespecialem relaç:o aoatendimento queesta podeoferecerà criançaencaminhada,reflexoprovlveldo seu desconhecimento e da suadesinformaçâo arespeitoda cotidianiedade destascla ses,e asegunda,refere-se a ausênciaou precaiedade de fundamentaçào teörica ou empfrica contidana apresentaçâo escritadestesdocumentos,quenosremeteparauma outra discussâo,a poucaqualificaçâo oferecida a estesprofissionaisdurantea suaformaçào pararesolverquestöesou lidarcomassuntospertinentesàEscola--000-Esc 2.03o èROCEDIMENTO DE PROGRAMK AO DE ENSINOAPLICADO X MULTIPLA DEFICIVNCIA.Mariada PiedadeResendeda Costa e â?7l Karina Marlnorato Gomes.UniversidadeFederalde Sâo CarlosA funçëo de cada sentido é importanteao homem ,poisL atravésdelaqueesteentraem contatocom osestfmulosqueo cercam.éapartirdasinformaçöese experiênciascaptadaspelossentidosque o homem passaa construirsuasdiscliminaçöes,elaborarsuasrespostas,seusconceitos,seuspensamentose conhecimentos.Apresentando necessidadespröpriasediferentesd0sdemaisalunos,oportador denecessidadeseducativasespeciais,principalmentequandose trata deum portadordemliltipla deficiêncianecessita de um atendimento especializado paraque o mesmotenha acesso àsinformaçöesdo meio em que vive e consequentementeacessoaoconhecimento.Particularmente,a mtiltipla deticiênciaé aassociaç:o,em um mesmo indivfduo,de duasoumaisdeficiênciasprimslias(metal/sensorial-auditivaouvisual/ffsica)com comprometimentosqueacarretam atrasosnoseudesenvolvimentoglobalenacapacidadeadaptativa.0 presenteestudotemcomoobjetivorelataro trabalhodesenvolvidocom umacriança portadora de mliltipla deticiência utilizando o procedimentodeprogramaçâo de ensino.M étodo:Participante criançado sexo feminino com sete anosde Idade Cronolögicaportadoradesurdez(profunda,bilateral,pré-lfngufstica),deticiênciavisual(paralongedeDpp48mm epertodeDpp 46mm)edeticiênciamotora.Local:Foidesenvolvido em umaclasse especialdaredemunicipalde ensino.M ateriais:Foram utilizadosmateriaisquepossibilitassem o desenvolvimento deaquisiçöespelaclimxataisNo Brasilasmodalidadesde atendimento educacionalespecialquevem prevalecendo no sistema pliblico deensino sâo asclassesespeciais,notadamente,paraacategolia dosdeficientesmentaisleves.Segundoo documentoPolfticaNacionalde Educaçào Especialestasclassesseriamorganizadasadequadamente paraserumambiente pröprio para o desenvolvimento do processo do ensinoaprendizagemde sua clientela.M uitosautorespostulam que acolocaçâode portadoresde deticiênciamentalem taisclassesé vantajosanamedidaemquepodeeliminararejeiç:osofridaporestesem classesregulares.Poroutro lado,muitosestudosapontam quea colocaçào de alunosem classesespeciaiscumpre maiso papeldeatenuarosproblemasexistentesno ensino regular.Com basenoquevem apontandoaliteraturaestetrabalhotevecomo objetivocaracterizarasrepresentaçöesqueprofessoresdeclassesespeciaisparadeficientesmentaisleves,que atuam em escolasregularesdarede estadualdeensino do municfpio de Fortaleza,têm acerca dasclassesespeciaisnasquaisatuam.M étodo:Participantes'.participoudeste estudo uma amostra de dezoito professoresdasclassesreferidas.lnstrumento.utilizou-seum roteiro deentrevistasemiestruturado.MaterialeJJ/IfIKJI& coleta tfedados:a coletafoifeita atravésdeentrevistasindividuaisgravadasem fitascassete.Procedimentos:a amostrafoiescolhida porsorteio.Foifeita umaanllise de contetidodosdadosqut foram organizadose analisadosquantitativaequalitativamente.Resultados:Evidenciou-seque'.a)aformaçëo especftica para professoresna irea deEducaç:oEspecialLsuperticial;b)professoresdeclasseespecialreconhecemqueamaioria de seusalunosnâo s:o deticientesmentaisleves,masapresentam repetência escolar acentuada associada a problemascomportamentaisqueacabam porjustificarsuainclusâo epermanêncianoensinoespecial;c)oprocessodeencaminhamentoàsclassesespeciaissegue a critéliosfalhose desconsideraapossfvele,até necessM a,influência queo professorde classe especialposcomo:joguinàos,sagatos,escova(kdentes,potinhos,etc.lastrulnento.folhaderegistro.Procedimento:Oscomgortamentosforam observadoseregistradossobformacursiva.A gartirdaidentilicaçsodorepertöriodacriança,foielaboradooprogramadeintervençâoeaaplicaçsof0irealizadaconformeoritmodeaquisiçsodacriança.Foram groramadasatividadesltidicasgaraoensino:a)dealgumashabilidadesparaaquisiçöesacadêmicascomoencaixarpeçasdejoguinhos,traçarlinhas,discriminarcores,discriminartexturas,identiticarformas,e,b)dealgumashabilidadesdavidadiâriacomo:lavarasmsoscoretamente,cakarossagatos,utilizaradequadamente ()sanitsrio,escovarosdentes.Resultados:Osdadosdedesemgenhoanalisadosevidenciaramqueacriançaadquiriuoscomgortamentcsensinados:a)qtlantitativamente,foicomparadoonfvelem qtleseencontravaeodesempenhoduranteaintervenç:oeb)qualitativamenteolitmode aprendizagem observando que a cliançaencontrou soluçöesparasituaçöesnovasatravésderecursospröprios,provenientesdehabilidadesadquiridase transferidas.Conclusâo:Osresultadospenniteminferirque oprocedimento de program aç:odeensino propiciou à criança encontrarsoluçöesparasituaçöesnovasatravésderecursospröpriosecaminhando noseu ritmo.- 000-ESC 2.04ASREPRESENTAIXESDEPROFESSORESDE CLASSEESPECIAL EM FORTALEZA -CE.Rita de Câssia BarbosaPaivaMagalhâes(UniversidadeEstadualdoCearseUniversidadeFederaldeS:oCarlos),MariadaPiedadeResendedaCosta(UniversidadeFederaldeSâoCarlos)SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


ESC -PsicologiaEscolareda f'dlclftDsaviraternomesmo;d)professoresadmitem aexistênciadediscriminaçâonaescola regular.Conclusâo:Osprofessoresreconhecemasituaçso quase caötica dasclassesespeciais,todaviaem nenhummomento questionam setaisclassescstso bcneficiando,defato,a sua clientelaou vislumbram formasdeatendimento alternativaparaascriançashojedenominadascomo deticientesmentaislevespelaescolaptîblica.(PICD/CAPES)- 000-ESC 2.05MEMURIA DETRABALHO DO PARALISADO CEREBRAL:EFEITOSDE PRIMAZIA E RECZNCIA.LeilaNunes,DanielNogueira,Teresinha Valério,A/fr'ntzPassos,ârlc Paula Maga-//lJ:.T,Soraya Madeira e Kel)'de Paula,Universidade do Estadodo Rio de Janeiro,Fenmndo Capovila,Universidade de SâoPaulo,Débora Nunes,lvânia zlrtzḷjt?ezlnt:BeatrizBernat,UniversidadeFederaldo Rio de Janeiro.O presente trabalho avaliou o grau de desenvolvimento da memöriadetrabalhoeanaturezadoensaiosubjacenteàconsolidaçâodeinfonnaçâoatravésdedoisexperimentos.Osujeito,paralisadocerebralespstico-atetöide n;o vocale nâo-alfabetizado,tinha15a3m deidadeeususrio dolmagovox (sistemadecomunicaçâocomputadolizado)hldoisanos.Noexperimento1foiutilizado uma variante do procedimento de recordaçso livre,emqueapösouvircadasériedepalavras,osujeitoselecionavanatelasensfvelao toque do seu sistemaasfigurassolicitadasverbalmentepeloexaminador.Acurvaobtidafoideposkàoserialtfpica,com acerto superiornosftensiniciais(primazia)etinaistrecência).A primaziasugereconsolidaçâobaseadaem a1-gum tipo de ensaio.O Experimento 2 foia reaplicaçâo do procedimentoanterior,sendo quefoicolocado anteparo nametade dassolicitaçöes,sendo assim analisou a natureza do ensaio,se abertoou encoberto e sevisualou subvocal.Na presença do anteparo aprimaziafoianuladae arecência foiacentuada.Na ausência doanteparo a primaziafoit:o forte quanto arecência.A inabilidadeem fazerensaioencoberto(visuo-espacialousubvocal)continnaexpectativasteöricasparanâo-alfabetizados.(CNPq)- 000-ESC 2.06SALA DE RECURSOS:UMA PROPOSTA VI/VEL.DelvanaDiBelo.Delegacia deEnsino deJaboticabal.A presenteexperiênciatevecomoobjetivos:a)verificarseatividadesdeapoio atravésdasala derecursos,influenciam de forma positivao desenvolvimento de criançascom histöria de repetênciaescolar;b)demonstraraimportânciadautilizaçâodetécnicaspsicopedagögicasedeconstante interaçâo professor-aluno e aluno-aluno,noprocessoensino-aprendizagem',c)darcondiçôesadicionaisasaladeaula comum para que osalunospossam superarseusconflitosem relaçâoaoprocessodeaprender',d)analisareaveriguarosdiagnösticosatribufdosnormalmente aosalunoscomditiculdade escolar.Para a efetivaç:o daexperiência foiviabilizadauma propostadetrabalho pedagögico diferenciada daquela naqualosalunosestavam inselidos.Nesta propostaa figura do professoredo aluno estavam interagindo constantemente durante o processode ensino/aprendizagem',osprocessosimaginériose criativo tiveramespaço,atravésdaescrita,dosjogos,dasbrincadeiraseaparticipaçâoativa dosalunosfoiparte integrante de todo o processo;odesenvolvimento da leitura e da escrita partiude experiênciasinte-0 presente trabalho teve a finalidade de investigara preparaçâoprotissionale socialde portadoresde deticiência mental,visandoa sua inserçio no contexto de trabalho,principalmente apösasrefonnulaçöesocorridasnasdiretrizesque norteiam a educaçâoespecial.Foirealizado um estudo descritivo doscomportamentosdealunos-aprendizeseprofessores/instrutores,antes(Estudo1)eapös(Estudo2)asreferidasrefonnulaçöes.Ambososestudosforamconduzidosnasoticinasabrigadas,de uma instituiçâoque atende portadoresde deficiênciamental.Fizeram parte doEstudo1,22sujeitosdeambosossexos,sendodoisprofesores,doisinstrutorese 18 alunos-aprendizes.O procedimento de coletade dadosfoiaobservaçâo e registro cursivo doscomportamentosdaspopulaçöesacimacitadas,em sessöescom perfodosde 15minutoscada.Foitambém realizado um Estudo Piloto onde identiticou-se10categoriasde estudo para asaçöesdo aluno,cincopara o professor/instrutore oito comunsparaambososgrupos.Osresultadosmostraram que para ambasaspopulaçöesinvestigadasa média de respostasnëo relacionadasà atividadefoim aisalta que asrelacionadas.Participaram do Estudo 2,40sujeitos,também deambosossexos,sendooitoprofessores,trêsinstrutorese 29 alunos-aprendizes.O procedimento de coleta dedadospara a observaçâo doscomportamentosidentiticadosnoEstudo Piloto,feito préviamenteno Estudo 1,foio mesmo acimadescrito,com adiferençaque para osalunos-aprendizes,assessöesforamgravadasem videotape.Osresultadosmostraram queneste estudo a média derespostasdosalunos,relacionadase nâorelacionadasà atividade,foram equivalentes.Contudo,para osprofessores/instnltoresa média derespostasrelacionadasà atividadefoimaiorque asnâo relacionadas.Osdadosde ambososestudosforam analisadosatravésde teste estatfstico.A anélisecomparativaentre osresultadosdosdoisesmdos,mostrou que osalunos-aprendizescontinuam apresentando comportamentosproressanteseenvolveu gradativamente a compreensso do valorsonoroda letra esua contextualizaçâo como escrita.Atravésdacomparaçàoentreaavaliaçso iniciale a avaliaç:o realizada apösa execuçâodoprojetopode-seobservar:Naatividadededitado:50%dosalunoseram silébicos,25% pré-silsbicose 25% alfabéticas,apösoprojeto 19% semantiveram silbicose81% alfabéticos.Quantoaorealismonominalasituaçsoinicialmostravaque100%estavam no nfvel1A,confundiam totalmente significado esigniticante.Appsoprojeto:25% germaneceram nonfvel1A,confundiam totalmente significado e Significante,31% para nfvel1B.transiçâo e 44% paraonfvel2,é capazdefocalizarosigniticante,como tal,independente do signiticado.Na anslisepsicolingifstica daleiturana fase inicial63% dosalunosnào liame 37% apresentavam inserçào e substittliçâo depalavras',na fasetinaldoprojeto50% lêem,31% cometem substituiçsoesoletraçàoe 19% inserçào.A presenteexperiênciaconstatou a importância daintervençso realizadana salade aula e de umapréticapedagögicavoltada para asnecessidadesdosalunos,proporcionando umainteraç:o ricadeexperiênciarenovadoras,tanto para o aluno comopara o professor.- 000-ESC 2.07PREPARAIAO PROFISSIONAL E SOCIAL DO PORTADORDE DEFICIVNCIA MENTAL PARA 0 MERCADO DE TRA-BALHO.Eliza DiekoOshiroTlrltA (UniversidadeEstadualdeLondrina),MariaXrl/fïtzAlmeida(UniversidadeFederaldeS:oCarlos)eSamuelFabreSanches(UniversidadeEstadualdeLondrina).SBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia


ESC -Psicologia Escolar eda f'JI/CJI'J/fissionaisesociaisincompatfveisc0m asituaçsodetrabalho.Poroutro lado,osprofessores/instrutorestambém continuam a agresentarcomportamentosincompatfveiscomrelaçso ao grocessode ensinartalpopulaçso.Apesarde a instituiçso manterum programadetreinamento profissional,a greocugaçso maioraindaparecerecairsobreaproduçsod0salunos,em detrimentodoseuensino.- 000-ESC 2.08CONHECIMENTO FfSICO E LUGICO-MATEM/TICO EMATIVIDADESDEMANIPULAN O DEMATERIAIS.HalsaPereiraPannuti.UniversidadeFederaldoParanb.Nestetrabalho discutiremosasatividadesde manipulaçâo demateriaisna educaçâo infantile a natureza dosconhecimentosenvolvidosnessasatividades;conhecimentos ffsico e lögico-matemftico.Nossoproblema de investigaçào é:em atividadesdemanipulaçâo demateriaiscom criançasde 4 anos,h; uma combinaçâodessasduasformasdeconhecimento(ffsicoelögico-matemstico)?Osdoistiposdeconhecimentosàoindisocisveis,ou,ao contrM o,sâo independentes?Além disso,como aparecem essasduasformasde conhecimento nessasatividades? Foram aplicadasduassituaçöesdetarefaparadoissujeitos,atftulodeumestudo piloto da pesquisademestrado que estésendo desenvolvida.Ossujeitosforamdoismeninosde4anose4anose3meses,regularmentematriculadosem umaescola de educaçâo infantildaredeparticularda cidade de Curitiba.A tarefa aplicadafoiado :'Pêndulo',sendo queo materialfoiorganizado demodoque um bloco demadeira foiamarrado à extremidadede um barbante,eaoutra foipresa no teto da sala.A distância do bloco demadeiraao châo é deaproximadamente10 cm.F0icolocadaumagarafaaaproximadamente30cm dobloco.0 objetivodaatividade6que a criança derrubea garrafa com o pêndulo.lnicialmenteacriança foiconvidada a manusearo pêndulo livremente.Em seguida,o pesquisadorpropôstarefasparaa criança:derubaragarrafa usando o pêndulo;variaraposiçâo da garrafa e fazera mesma proposta;etc.Osdadosforam analisadosem funçào dostiposdeaçöesdossujeitos.Osresultadosiniciaisapontam paraapresençaconjugadadosconhecimentosfsico eIögico-matemlticonasatividades,comenfoquesdiferentesfeitospelosujeito.Ouseja,em algunsepisödiosoenfoquedosujeitorecaisobreaspropriedadesfsicasdosobjetos,emoutro,sobreosaspectoslögicomatemâticos.Iston;o signitica que um conhecimento excluaooutro,uma vez que ambossâo indissocisveis.Conclufmosqueem taisatividadesnâoapareceoconhecimentoffsicodesvinculadodo lögico-matemJtico.No decorrerda pesquisa acreditamosquedeveremosanalisarcom maisvagaro papeldaabstraçâo pseudoempfricana construçëo do conhecimento lögico-matemstico,bemcomo a organizaçào topolögica do espaço.Implicaçöespedagögicaspodemserextrafdasdosresultados,quando osprofessoresde educaçâo infantilterëo subsfdiospara compreendero que sepassa com a criança quando ela manipula m ateriais.- 000-ESC 2.09CAPACITACAO DEATENDENTES:TORNANDO INDEPEN-DENTESCRIANCASPORTADORASDE DEFICIZNCIAM ENTAL SEVEM ,INSTITUCIONALIZADAS,& nJIJ Grossi,Maria Amélia Almeida eAriane dos SantosBuranello,UniversidadeEstadualdeLondrina.A preocupaçâoem tornargessoasgortatbrasdedeficiênciamentalseverasomaisindependentesgossfvel,leva pesquisadoresdomundointeiroabuscarem estratégiasgaracagacitarosfuncionsriosquetrabalhamcom elas.A gresentegesquisafoirealizadanumainstituksoparamenores.Tevecomoobjetivoprepararduasatendentesparaensinarduascriançasarealizarem diferentestarefasaolongodeumarotinadisria.Ascrianças-alvoeraminstitucionalizadasegortadorasdedeficiênciamentalsevera,tinham11anos(sexofemininoeportadoradeEscleroseTuberosaDegenerativa)e9anos(sexomasculinoeportadordeVisoSub-Nonnal).Asatendentestinham 18e25anoseserevezavam emdoisturfms,diurfm evespertino.Utilizou-se como instrumentodecoletadedados,aFolhadeRegistroeoRoteirodeEnsino,previamenteelaboradospelapesquisadora.Reestruturou-searotinaparatornl-la o maisfuncionale favorivelà aprendizagem.A pesquisa dividiu-seem duasetapas:na Linha de Base,observou-seoscomportamentosdecuidadospessoaisapresentadospelascriançaseaquelesrealizadospelasatendentese na Intervençàoem Situaçâo Natural,treinou-se asatendentesatravésdedemostraçâo,supervisào e instruç:o verbala oferecerem ascrianças-alvoosdiferentesnfveisdeajuda:ajudafsicatotal;ajudafsicaparcial;seguirdepertoeajudaverbal,narealizaçëo dastarefas.Registrou-se nestaetapa,quantospassosdastarefasasatendentesrealizavam e quantosascrianças-alvo realizavam semaajudadasatendentes.Osdadosregistradosforam referentesastarefasde cortare rechearo pào;servir-se;despir-se;banhar-se;vestir-se;escovarosdentese lavarasmëose o rosto.Osresultadosmostraramque com aIntervençâo asatendentesdeixaram derealizarastarefaspelascliançase passaram a oferecerosdiferentesnfveisdeajuda.Asatendentesofereceramajudaverbalpara,em média,50% dospassosdastarefas;oportunizaram condiçöesparaascriançasrealizarem em tol'node25% dospasossem ajudae os25% dospassosrestantesforam realizadospelascriançascom osoutrosnfveisdeajuda.Pode-seconsiderarqueasatendentesforam capacitadas,poislevaram ascrianças a participaremconstantemente da rotinaatravésdosdiferentesnfveisdeajuda,promovendomaiorindependênciadasmesmas.- 000-ESC 2.10DISTORIX ESDASIDéIASDEPIAGET NO CONTEXTOBRASILEIRO,Mârio Sérgio Vascolwelose Mârcia Regina deAlmeida.Universidade EstadualPaulista -Assis.Tendo porbasea pesquisa A Difusëo dasIdéiasdePiagetnoContextoBrasileiro(Vasconcelos,1995),naqualconstatou-sealgunsdesvirtuamentosnasapropriaçöesfeitasdasconcepçöesdePiaget,detinimoscomoobjetivo destapesquisarealizarumestudo maisamplo edetalhado sobre ospossfveisdesvirtuamentosqueocorreram dasidéiasdePiagetno Brasil.M aisespeciticamente,estamosinvestigandoquaisdistorçöesocorreram e procurandodetectarosfatorespolfticos,sociais,educacionaise cientficosquecontribufram para queacontecessem osdesvirtuamentos.Comessafinalidadeestamoscoletandodadosem:a)1ivrose16 periödicosde expressâo naséreasde PsicologiaeF-ducaçâo;b)arquivosedocumentosrelacionadosalegislaçâoeducacional',c)entrevistasnëo-diretivascom42psicölogoseeducadoresquetrabalharam&ou trabalham com asconcepçöesdePiagetnoBrasil;d)seisinstituiçöeseducacionaisde10e20grausquedesenvolvem projetosb%eadosem idéiaspiagetianas,eentrevistamososagentesinstitucionaisquelé desenvolvem atividades.Apartirde uma anélise comparativacom asconcepçöespiagetianas,SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


ESC -Psicologia Escolar: da f'tfl/ctpl.tDatéopresentemomentochegamosaosseguintesresultados'.1)existem distorçöesdasidéiaspiagetianasem tenitörio brasileirodesdeadécadadetrinta;2)ocorreram (eocorrem)indevidasassociaçöesentreanatureza epistemolögica dosconceitospiagetianoseanaturezapedagögicaatribufdaaeles;3)asprimeirasdistorçöesdaconcepçöespiagetianas,em tenitörio brasileiro,dizem respeito àsapropriaçöesque educadoresescolanovistasfizeramdosconceitosde cooperaç:o e reciprocidade.Taisconceitosincorporadosàpedagogiado trabalho porequipes,foram transformadosemmerosprocedimentostecno-didlticosdetrabalhosem grupos,assumindosignificadosestlticosediferenciadosdosmecanismosativosedinâmicosrefenciadosporPiaget',4)nosanossessenta esetenta,a expansâo do tecnicismo educacionalnoBrasil,contribuiu para que propostaseducacionais,de basepiagetiana,fossem assimiladasseguindopreceitostécnicos.0exemplo maismarcante,dessa natureza,éaLei5672/71que temsuadoutlinabaseadanaPsicologiagenética;5)nosanossetentao acolhimento do behaviorismo no meio universitsrio fezcomque pesquisadorespiagetianosproduzissem pesquisasepistemologicamenteincoerentessobre a teoria de Piaget,fazendo uso deprocedimentosdaanmiseexperimentaldocomportamento;6)aamplitude da obra de Piaget,seusartigoscom preocupaçöeseducacionaiseSuasparticipaçöes,ao longo dosanos,em organizaçöeseducativasintemacionais,contribuframparaqueprofessoresbrasileirostizessemuma leitura parcialdateoria de Piaget,passassem a identitics-lacomo umateriapedagögica e se interessassemapenasporartigosque relacionam educaçëo e desenvolvimentoinfantil;7)atualmente,atendênciatradicionalvigentenasescolas,fomenta distorçöesna incorporaçâo da EpistemologiaGenética,tornandoinviéveisprojetoseducacionaisbaseadosnosprincfpiosconstrutivistas.(CNPq)-000-ESC 2.11MUDANCASOCORRIDAS NA PG TICA PEDAGUGICA DEPROFESSORESDURANTE INOVAIAO EDUCACIONALCONS> S MkSTh.Milx lnêzMi/BavosCicone(UNICAMP).Como secretM a de edutaçâodo municfpio de Leme,em 1989,observeiprocedimentospedagögicoscom caracterfsticasde educaçâocompensatöria.Procurando metodologia maisadequada conhecioProepre,ProgramadeEducaçioPré-Escolar(MantovanideAssis,Unicamp).Implantei-oem 1991eoobjetivodessapesquisafoiveriticarse ocorrem ou nâo mudançasna prstica docentede professores,apössua capacitaçâo.Realizeipesquisaqualitativautilizando o estudo de caso,com 47professorase13 técnicos.Utilizou-setrêsinstrumentos:o TesteSituacionalqualitk aasmudanfasreferentesaosconhecimentosteöricose prlticosconstmfdospelasprofessoras;aAuto-Avaliaçâo descreve asmudalxasocorridas,segundoa percepçâo delas.pröpriase o RelatöriodeImplantaçâodoProepre(RIP)quantitica,descreveenarrao que,acontececom asprofessoraseascrianças.Osresultadosdo Teste Situacionalrevelam diferençassignificativasentre asmédiasno pré e no pösteste,nosaspectosafetivo,socialecognitivoetambém noconjuntodetodososaspectos.NaAuto-Avaliaçâo,todasasprofessora identitk aram ;duasfases:um arevelando dificuldadesinerentesà adaptaçâo da professora ao novométodo e outra,referenteaosresultadospositivosconstatados.Pelo Rip,participaçâo e interesse dascriançasna classe obtevemédias pröximasao ponto miximo.Diticuldadesenfrentadasforamgrandes,em apenas 11% dassituaçöes.Em 21% delasasditiculdadesforam um pouco maiorese,em 68% foram conside-radaspequenas.A BateriadeSondagem coletadadospessoaiseprotisionaisdaequipeeseuconhecimento:dosobjetivoseproblemasdaeducaçào pré-escolar,satisfaçëo ou nào em trabalharcom criançasepequenase expectativassobre novo programa.Para a maioria dasprofessoraspré-escola erapreparatöria ao 10grau,outrasaviam como possibilidade ao desenvolvimento infantilhannoniosoeaminoriapensavaqueasocializaçào(respeito,boasnonnasdeconduta)eraobjetivobisicodaeducaçâoinfantil.Diticuldades,soltlçöesesugestöesapresentadasporelasnofinaldo a1o,foram registradasem doisquestionâioselaboradospelapesquisadora.Osresultadosobtidospermitem-me concluirquetalinovaçâo educacionaldetenrinou a melhoria daeducaçâo pré-escolarmunicipalemLeme,observando-se mudançasna postura dasprofessoras:hsbito de estudo sistemstico,participaçâo em cursos,congressos,esclarecimentoaospaiseàcomunidadesobreanovaproposta educacional.Passaram a respeitaro ritmo deconstrtlçpodasestruturasmentaisnascrianças,adesatiaradequadamente opensamento infantil,a cliarum climasöcio-afetivo nasala favorlve1àsocializafào,àcfiatividade,àautonomia.TAPESP)- 000-ESC 2.12AN4LISEDASAIXESDA SECRETARIA MUNICIPALDEEDUCAIAO DEFLORIANUPOLIS(GESTXO ??-96).RejanedeFarias,AntfrJ'tzVieira Zz/ndf/t7e Maria Juracy 2:Siqueira.Universidade FederaldeSanta Catarina.0 presenteprojetodepesquisaconsistiuem avaliar,atravésdafalade algumasunidadesde ensino,asrepercussöesdasaçöesimplementadaspelaSME deFpolis/sc,gestào 93-96(AdministraçâoPopular)nosseusdoisprimeirosanosde atuwlo.A anziserealizada pautou-se nosdadosobtidospela pröpria SM E,atravésdeum instnlmento deavaliaç:o remetido,em dezembro de1994,àssuasunidadesde ensino e respondido porprofessoresefuncionM os.Um grande volume de infonnaçöesforam coletadas,sendo que se encontrava,em estado bnlto necessitando deumaleitura consistente:sso,aotodo,42 questionM osabertoscontendoinform açöessobre asaçöesda Secretaria.A partirde reuniöesdo Laboratörio de Educaçâo e Satide Popular-Departamento dePsicologia daUFSC -e do interessedemonstrado pela Secretarianaanâlisedessematerial,desenvolveu-seopresenteprojetodepesquisacom oobjetivode:1)Analisarafaladeprofessoresefuncionériosde escolas ptîblicasda RM E sobre as açöesimplementadaspelaSME noperfodoentrejaneirode1993adezembrode1994.2)IdentificarascaracterfsticasdarelaçioSMEunidadesdeensino.3)Levantarasnecessidadese/ouexpectativasda rede em relaçëo àsaçöesda SM E.Para a execuçâo dosobjetivoscitadosfoiutilizadaatécnicadeAnélisedeContetido,conformeFranco(1994),em queosdadosforam organizadosdefonna aobterumaanéliseque intercnlzou o contetido m anifestocom p sentidoçloculto'do texto,tomando como parâmetro o contextosociale histörico no qualfoiproduzido.A anslise dosdadospossibilitoua identiticaçëo de eventuaisproblemas,narelaçloSecretaria-unidadesde Ensino,fundamental,no que se refereà com unicaçëo e expectativas produzidas poraçöesimplementadasenâo cumpridasna fntegra.Poroutro lado,vislumbra-seaçöesquesâo conhecidascomo signiticativaspelamaioria dasunidadesdeensino,destacando-se osesforçosparaaimplementaçâo de um program a de formaçâo permanente doseducadores.Osresultadosobtidos,portanto,constituem-se comoimportante na medida em que fornece,paraa SM E,referenciaisnorteadoresdediretrizesfuturasdetrabalho.(CNPq)SBP -XXV IReuniâo Anualde Psicologia


ESC -Psicologia Escolal'e da ftfltclilt?ESC 3.01DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM:UM ESTUDO DECASO.JmiàdeToledoKrûckenPereiraeârlf&iftlR Rodolfoégati.Universidade de sâo Paulo.Queixasdediticuldadesdeaprendizagem constituem freqientemotivodebuscadeatendimentoespecializado.MuitossâoosImssfveisfatoresenvolvidosnessescasos.O objetivodopresenteestudofoiaveriticaçsodainterferênciadefatoresrelacionadosàdinâmicafamiliar,buscandorelacionarmeiofamiliarecondiçöesdeaprendizagem.O estudocaracteriza-secomopesquisadocumental,ex-post-facto.Osljeitof0iumacriançadosexofeminin0,de6anosecincomesesdeidade,encaminhadapelaescolac0m queixadedificuldadedealfabetizaçso,atendidaem clfnicaescoladegrande centro urbano brasileiro.O instrumento de anéliseconstituiu-seem trêsroteiros,relativosà histöriade vida dosujeito,àscondiçöesfonoaudiolögicasepsicolögicas.A organizaçâodosroteirosfoibaseada em referencialteörico mtiltiplo,focalizando osdiferentesaspectosenvolvidosna dinâmica familiar,nodesenvolvimento e na caracterizaçâo psicolögica efonoaudiolögicadosujeito.O materialanalisadofoiconstitufdopelasentrevistasfonoaudiolögica e psicolögica com ospaise pelasavaliaçöesfonoaudiolögica,psicopedagögicae psicolögica.0procedimento adotado foio deleiturassucessivas,estratégia quese impôsdurante o desenvolvimento do trabalho epreconizadaporLtidkeeAndré(1981).Osdados,denaturezaqualitativa,foram interrelacionadose relacionadosao referencialteörico.Osresultadosmostraram,porum lado,ausência de conflitosemocionaisgraves,bomnfvelde desenvolvimento intelectuale de organizaçâoperceptivom otora e condiçöesfavorsveisà alfabetizaçâo,nâojustiticandoaditiculdadedeaprendizagem.Poroutro,insegurança,tendência àbuscadesatisfaçâo no plano da fantasia,inconsistênciade respostas,diticuldadeslevesde organizaçâoespaçotemporalealteraçöeslevesde linguagem,quese mostraramrelacionadasa diticuldadesanterioresquanto ao desenvolvimentoda locomoçëo,da linguagem eda autonomia.Estas,porsuavez,mostraram-se relacionadasa condiçöesdo contextofamiliar,envolvendo particularmente a conduta matem a.A conclusàosalientouasrelaçöesentre aprendizagem daleitura e escritaeoutrosaspectosdo desenvolvimento,sugerindo interligaçâode diversosfatores,entre osquaisse destacaram osde origemambiental.O estudo indica a importância da atuaçâo familiarnoestabelecimento de condiçöesfavorlveisao desenvolvimento,comfuturosreflexosno aprendizado escolar.Sugere a necessidade deveritkaçâo dosfatoresfamiliaresnoscasosdedificuldadesdeaprendizagem deleituraeesclita.(CNPq)-000-ESC 3.02PROMOIAO DE INTERAIAO ENTRE ALUNOSEM SALADEAULA:CONDIX ESFACILITADORAS.AlineChristinaTorres,AngelaCristinaPontes,élmirDelPrete,Zilday arecidaDelPrete.Universidade Federalde Sâo Carlos.De acordo com asabordagensconstmtivista e söcio-interacionista,têm-seenfatizado a rede de relaçöessociaisno contexto escolarem sua importância para amelhoria do processode ensino e aprendizagem.Aliteratura demonstraque asinteraçöesmaissigniticativasentrealunosem sala de aula sâo asque promovem cooperaçëoe conflito söcio cognitivo,podendo ocorreratravésde tutoria,discussâoe diferentesformasdetrabalho em grupo.Paraissoo professordeve atuarcomo mediador,condutorepromotordes-saSinteraçöes,oqtlesloecogniçöeseatitudescoerentescomessa perpectiva e,principalmente,um repcrtörio elaborado dehabilidadesinterpessoais-protissionais.Apesardese reconhecer0 papeldo professorna organizaçso dasinteraçöesentre alunos,poucosetem investigado sobreorepertério dehabilidadessociaisnecesssriasnagromoçsodessasinteraçöes.Visandoinstrumentalizarogrofessornousodeestratégiasinterativasemsaladcaula,foirealizado um ProgramadeDesenvolvimentoInterpessoalProtissional-PRODIP -conduzidoc0m 22grofessoresdaRedeEstadnaldeS5oCarlos,dedisciglinasvaliadasedediferentesgraus.O gresenteestudoexaminaasaçöesdoprofessorespecificamenterelacionadasàcondtlçsodaatividadeemclasse,categorizadasem trêsclassesgerais:exporcontetîdo,criaroportunidadesdeparticigaçb eaprovar/reprovar0desempenhoou comportamento do aluno.A coleta de dadosfoirealizada atravésdefilmagensdevinte minutos/aula de cada professor,anteseapösa intervençâo Transcreveu-secadafilmagem e identificouseassubclassesdeaçöesenvolvidasem cadauma dasclassesacimareferidas.Osresultadosdemonstraram um aumento nafrequênciade exposiçöesdialogadase nasaçöesorientadasparaa criaçâo deoportunidadesde participw :o do aluno atravésdeperguntas(demaioroumenorelaboraçâo)paraamaioriadosprofessores.Em relaçào àclasse aprova/reprova desempenho oucomportamentos,emboranào tenhahavido aumento da frequênciadefeedbackpositivo(subclaseconsideradamaiselaborada),houveaumentossubstanciaisem outrasformasde reaçâo positivaàparticipaç:o,comoaceitardesempenho.apresentarajudaverbalmfnima/encorajar;entreasreaçöesnegativas,houveumamanutençâodasformasmaisbrandas(pedereelaboraçâo/questionaecorrigedesempenho)eumareduçâodaformamenosbrandas(rejeitadesempenho).Estasalteraçöesestiveramasociadasaumamudança nadinâmica dasinteraçöes,com osprofessoresdesempenhando maisativamente o papelde mediadoresque favoreciama participaçso do aluno.Discute-sea importância dehabilidadesespecfticasnaatuaçâodoprofessorenosobjetivosdosprogramasdefonnaçâocontinuada.(CNPqTAPESP/MECSesu).- 000-ESC 3.03A PERGUNTA COMO ESTRAV GIA FACILITADORA DAPARTICIPAIAO D0 ALUNO EM X hssEjélessandraTuriniBolsoniSilva,àlnirDelPrette,FablolaAlvares Garcia,LudmilaPalucciPuntel,Zilda â.R DelPrete.Universidade FederaldeS;o Carlos.Algunscomportamentosespecficosdo professorvêm sendo demonstradoscomocruciaisno processo de ensino-aprendizagem,principalmente nautilizaçâode estratégiasinterativas.Destespode-se destacara importânciadasperguntasna estruturaçso docontetido em sala deaula.Tendo em vista asatuaistendênciassöcio-interacionistasem que é delegado ao professorum papeldemediadordasinteraçöesentrealunosem torno do objetodeconhecimento,entende-seo fazerperguntascomo meio de aumentarinteraçöesentreprofessore aluno e entrealunos,garantindoa participaçâo destesna constrtlçëo de seu pröprio conhecimento.Visandopromovera competênciado professorno uso deestratégiasinterativasem sala de aula,foirealizado um ProgramadeDesenvolvimentoInterpessoal-profissional(PRODIP)queenfatizou,entre outrosaspectos,autilizaçâo do fazerperguntasno repertörio deaçöesdo professor.Participaram deste program a22 professoresda Rede Estadualde Ensino de Sâo Carlos,queSBP -XXV IReuniâo Anualde Psicologia


ESC -Psicologia Escolareda f'tflïccfflblecionavam disciplinasvariadasem diferentesgraus.Um dosprocedimentosdecolcta de dadosfoio de filmagensdurante vinteminutosde uma aula préviaeoutra posterioràintervençào decada professorparticipante.Neste trabalho focaliza-se a anslisedo desempenho do professsorem fazerperguntas.Transcreveusecada filmagem e identificou-seosdiferentestiposde perguntasutilizadasporestes,bemcomo afreqtiência dessa utilizaçâo.Caracterizou-setambém asaçöesorganizativasdo professor,bsmcomo ascontiguraçöesinterativaspresentesno contexto.Osresultadosindicaramque aplsa intervençào,osprofessorespassarama utilizarmaiso recurso dc fazcrperguntas,aumentando adiversidadedasmesmas.Houve tlm aumento nào sö de perguntasdemenorelaboraçâo(aquelasquercqucrem reproduçào,leituraourepetiçàodecontetidoimediatamentedisponfvel)comotambémdemaiorelaboraçâo(aquelasquerequerem anélise,sfntese,avaliaçâoouexempliticaçàodeaspectosdocontetidoabordado).Verificou-se também quecom o aumento dasperguntas,houveuma maiorvariabilidade deinteraçöesem sala deaula,deslocando-sedeinteraçöesdo tipo professor-classe parainteraçöesdotipoprofessor-alunoealuno-aluno.X medidaqueoprofessorutilizou maiso recurso dasperguntas,conseguiu compartilharcom o aluno a estruturaçâo doscontetîdose passou a colocl-locomo participante ativo desuapröpria aprendizagem.0 trabalhogerou ainda,hipötesese reflexöesacerca dacompetência do professoremutilizare coordenardiferentestiposde classesde açöesem sala,podendo serexaminadasem termosde sua coerênciacom aperspectivas4cio-interacionista.(CNPqTAPESP/MECSesu).- 000-ESC 3.04PINTANDO O 7:CONSTRUINDO ESTRAW GIASPSICOPE-DAGUGICASATRAVéSDE OFICINA DE EXPRESSXO.RejanedeFarias,KarinaZ.Ja Silva,MaunkioCalnposeMariaJuracy T:Siqueira.Universidade FederaldeSanta Catarina.E sabido,a partirdaabordagem söcio-histölica,que asfunçöespsicolögicassuperioressâo constitufdasnase pelasrelaçöessociais,ondeo(s)outrots)nasaçöespartilhadascomosujeito,exercemafunçâodeinterlocutortes)qualiticadots).Parte-sedoprincfpiode que a auto-regulaçâo,fundamento do ato voluntério,temsuaorigem nainter-regulaçâo,ouseja,nosmeiosempregadospelots)outrots)pararegularaaçâo dosujeitoevice-versa.Amediaçâo quealinguagem,enquantofunç:o semiötica,desempenhaneseprocesoéfundamental.Com oobjetivodaconstruçâode estratégiaspsicopedagögicaseticazesno sentido do desenvolvimentodasfunçöespsicolögicassuperiores,montou-seuma oficinade expressâo,desenvolvidasem encontrossemanaiscom um grupode 20 alunosdeuma escolapliblica,em suamaioriada3*série do 10grau.Esta oticina,coordenadasportrêsacadêmicosdocurso dePsicologia,incluem atividadese estratégiasdiversiticadas:jogoscorporaisyjogosdraméticos.técnicasoriundasdasartesplésticas,contareconstruirhistölias,entreoutras.Cada encontro obedeceumaprogramaçâo flexfvelo suficientepara queosinteresscsdosalunospossam sercontemplados.Adiversiticaçâo deatividades,individuale coletivamente realizadas,incluindoformasenfveisdiferentesde expressâo e registro,parece essencialpara que a aprendizagem ocorra.Sâo realizadosregistrosindividuais(naformadedesenho,modelagem,textos)quepossibilitem a avaliaçâo doprocesso no nfveldasingularidadede cadaum e no nfveldo processo grupal.Osencontrossroplanejadosedescritos,peloscoordenadores,em um cademodeSBP - XXV IReuniâoAnualdePsicologia- 000-campodeformaacomplementaraansliseeaavaliaçâodasestratégiasutilizadas.Nesteprocesso,que coincide com o daconstituiçâodosujeitoautônomo,queseauto-regula,pode-seapontarpositivamente,porparte dosalunos,odesenvolvimento da autoestima,danoçâodepertencimento ao grupo,dasrelaçöesdecooperaçào,entim,decondiçöesque favorecem o exercfcio da cidadania.-000-ESC 3.05CARACTERIZACAO DA ATIVIDADE LUDICA SEGUNDOA PERSPECTIVA DE PROFESSORASDE EDUCAIAO IN-FANTIL.M.Silvia P M.L da Rocha,JoyceR.Barsoti,CarolinaFelipe,ChristineGuimarâes,Flâvia C.LuppieSandra C.Trambaioli.PontiffciaUniversidade Catölica de Campinas.Esteestudoconstitui-seem umapesquisarealizadajunto aprofessorasdeescolasdeeducaçëo infantilda rede ptiblicadeCampinas.Osobjetivosdapesquisaforamidentiticar:osmodospe-1osquaisasprofessorascompreendem a importânciadaatividadeltîdicano desenvolvimento da criançapré-escolar,osmodospe-1osquaisasprofesorasintervêm juntoaosjogosinfantis',osclitériosutilizadospelasprofessorasparaescolhadejogoseorepertöriodeblincadeirasinfantisdascriançasquefrequentamestaspré-escolas.Estapesquisainsere-se num trabalho maisabrangentedecaracterizaçào da atividade lidica nestescontextoseducacionais,caracterizaçâo esta que visa permitira identitica-NodenecessidadesepossibilidadesdeintervençâodaPsicologiaEscolarnocontexto pré-escolar,no que serefere ao desenvolvimentodo brincarinfantil.Para tal,têm sido realizadastambémobservaçöessistemlticasdasatividadesdesenvolvidascom ospréescolares.Paraodesenvolvimento dapesquisafoielaborado umquestionsrio com 7 perguntasabertas;esteinstrumento foidistribufdopara 20 professoras',o retorno foide 13questionlriospreenchidos',estesforamposteriormente analisadosde forma quantitativaequalitativa,buscando-seencontrartendênciasnamaneiracomoasprofessoraspensam o brincardeuma forma gerale osjogosdefaz-de-contaederegras,deformamaisespecftica.Osresultadost'inaisdasanilisesindicam uma tendência porpartedasprofessorasa fazeranélisesmuito geraissobre asrelaçöesentrejogosedesenvolvimento,oquepodediticultarcompreensâomaisprecisasobreaimportância destaatividade.Além disso,nasrespostasprevalecem indicaçöessobreosobjetosutilizadospelascrialxasparabrincarem sobre respost% queesclareçam sobreo tipo deatividadedesenvolvida e a forma como isto ocorre;ouseja,quandoquestionadas,asprofesorasinformam maiscom oque doque como ascriançasbrincam.Foipossfvel,também,encontrarumatendênciaatratarcomojogodiversasatividades(entreasquaislerhistörias,assistirfilmes,pintura),eaprivilegiarosjogosderegras(em suasobservaçöes,nosobjetosquetornamdisponfveisparaascrianças,nassuasparticipaçöesjuntoàatividadeltidica)einvestirpouconojogodefaz-de-conta,tendênciasestasquecontinnam omodocomoojogoétratadonoscontextospré-escolares,indicado poroutraspesquisasda ârea.Considerandoa importância apontada pelasteoriaspsicolögicasda atividadeltidicaemgeraledojogodefaz-de-conta,maisespecitkamente,paraodesenvolvimento infantil,estastendênciasindicamarelevânciadeprojetosqueobjetivem intervirjuntoiscriançaseàsprofessoras,no sentido demoditk aracompreensâo easprâticaspedagögicasrelativasaesta esfera de conduta humana.1l5


ESC -h icologia Escolaredaâ'JI/CJfJ:ESC 3.06O JOGO EM DUASPRé-ESCOLAS:CARACTERIM IAO EQUESTIONAMENTOS.M.Silvia JtM.L.da Rocha,FernandoBrandalise,ân/CristinaG Costa,PaulaR.GullaeFabianaPereira.PontifciaUniversidadeCatélicadeCampinas.Esta pesqnisafoidesenvolvida em duasescolasde educaçso infantildaredepliblicadeCampinas.Oobjetivodotrabalhoconsistiuemcompreender0modocomoascriançasblincam nestescontextospré-escclares,atravésdeObservaçâoparticipante;estapossibilitûuumacompreensâomaisdetalhadad0sepisödiosregistrados,eumamaiorfamiliaridadedascriançascom apresençaeparticipaçsodosobservadoresnestasatividades.Asobservaçöesforamrealizadasem contextosdiversos,como:salas,parque,casinha e brinquedoteca;desta forma,pretendia-seassegurarumaamostragemm aisfieldasbrincadeirasque envolvemascrianças.Osresultadosdestasobservaçöesforam analisadosqualitativamente,considerando-se separadamenteduasmodalidadesdejogos:faz-de-contaeregras.Estasanllisesapontarampara algumasquestöesem relaçào ao modo de brincardestascrianças,sugerindoque,apesardaexistênciadeobjetoslidicos,espaço etempo disponfvelparaascriançasbrincarem,amaneiracomo elas desenvolvem asatividadespode serproblematizada.Em relaçàoaosjogosdefaz-de-conta,observa-sefrequentementeaçöessimples,estereotipadase quese repetem nasbrincadeiras(particularmenteconfecçàodebolosnaareiaelobomauperseguindoascriançasnoparque);observou-se,ainda,queodesempenhodepapéismuitasvezesn:oéassumidopelascrianças,centralizando-se apenasnaspröpriasaçöes;astemsticasque seexplicitam sâo poucas,reduzindo-se,habitualmente,a:casinha,super-heröiseepisödiosdenovela.Noqueserefereaosjogosderegras,observou-se que ascriançastêm vlriasalternativasde escolhadejogoscomregrasjspreparadas;entretanto,amaioriadelessâo indicadospara faixasetériassuperiores;como nâo ocorreuma adaptaçâo dasregrasporparte do adulto.ascrianças,geralmente,n:os:ocapazesdeutilizaroconjuntoderegraspararegularsuaconduta e suasrelaçöescom osparceiros',decorre distoque asatividades,m uitasvezes,sëo maisou demanipulaçâo aleatöriado material,considerando,principalmente,suaspropriedadesffsicas,oude utilizaçâo do mesmo paraoutrasatividadesquenâopropriamenteumjogo;observou-seaindaalgumastentativasdeestabelecimento de novasregrasentre ascriançasque,em geral,eram simplese muitasvezesdesiguais,favorecendorelaçöesassimétricas.A partirdestesdadose,considerando-seaimportbcia da mediaçâo socialpara a gênese e desenvolvimentoda atividade ltidica,pretende-se identificarestratégiasparaintervençâodaPsicologiaEscolar(juntoàscriançaseaosprofesores)quecontribuamparaqueosjogosseorganizem demaneiramais'sofisticada nestescontextoseducacionais.- 000-ESC 3.07A PERCEPIAO DE MAESSOBRE SEUSFILHOSEM INf-ClO DE ESCOLARIZACXO.LeilaJorge,UniversidadeMetodistadePiracicaba,UNIMEP.âlvaroPachecoDuran,UniversidadeEstadualdeCampinas,UNICAM P.Nossa escolhaporinvestigara percepç:o de màessobre seus5-lhos,a partirde quando estesiniciavam sua vida escolar,foideterminadapelasuposiçëo de que aescolacontaminavaapercepçâoque a mâe tinhasobrea criançacom proviveisconseqûênciasgara0desenvolvimento(10atltoconceito(lamesmaEsteestltbprocurareconhecera influência da escola sobre a famflia atravésdaanslisedapercepçsodetrêsmâessobreseustilhosapartirdeqtlandoestesiniciam suavidaescolarenodecorrerdoseugrimeiroanoletivo.Realizou-seumasériedeentrevistasaolongodeum anoques5oanalisadasem trêsfases:classiticaçsodasfalasdasmscsde acordo com stlanaturezae momento a quesereferiam (anteliorà.entradadacriançanaescolaoumomentoatual);identiticaçsodeclassesdecontetidopresentesnasfalas,classiticaçsodasfalasdeacordo com o seu conteédo.Comparou-seedisctltiu-se a distribuiçso dasclassesde contetido nasentrevistasdecadaumadasmseseentreasmses.Osrestltadosindicammudançasnapercegçsodasmsessobreseustilhosapartirdaescolarizaçâo.Analisandoasclassesdecontetidoaquesereferemaspercepçöesantelioreseatuaisdastrêsmàesobserva-seque:efetivamente,apartirdaescolarizaçâo hé um aumento daquelasclassesdecontetido que se referem a aspectosespecificamenteligadosàescola.Porexemplo:ao tinaldo primeiro semestre,asmâesdeixamde apoiarsuapercepçào nascaracterfsticaspessoaisdacriança,paraapois-lasno matelialescolar,cumprimentode tarefas,informaçâo daprofessora',também é possfvelobservarque m:esdiferentesentre si.utilizam deforma idênticaindicadoresidênticosparaapoiarsua percepçào sobre acriança.Porexemplo:tarefasdevem sercumpridasao chegarda escolasem ninguém mandar,nâo devem serfeitasà noite.Asmudançasna percepçâo dasm:essobre seustilhosapartirda escolarizaçâoparecem devidasà presencia de signitk adosque a escolaguardapara cadamse,construfdosa partirda histöria pessoaldacadaumadelas,jéqueossignificadossâoprodutodahistöriadeinteraçöessociaisdo indivfduo.Na medidaem que estessigniticadosmodificaneredetinem a percepçâo da mâe sobreseu filho no infcio daescolarizaçâo,discute-se apossibilidade dequeintertiram na formacomose(re)estabelecemasrelaçöesentreamboscom conseqtiênciasparao desenvolvimento do autoconceito da criaxa.- 000-ESC 3.08A (IN)DISCIPLINA NASINTERAIXESEDUCADORA-CRI-ANCA E CRIANCA-CRIANCA NA CRECHE.IZnfC:Frazato(UniversidadedeSâoPatlo-Ribeirlo PtmolnMarleneFaguloesCarvalhoGonçalves(UniversidadePaulista-Ribeir:oPreto),ZilmadeMoraesRamosdeOliveira(UniversidadedeSâoPaulo- RibeiràoPreto).De modo acontribuirparaa discussâo do conceitode indisciplinaem contextoseducativose dasrepresentaçöesacerca da criançaindisciplinada,buscamosanalisarepisödiosgravadosem vfdeo(3sessöesvariandode24a49minutos)relativosaocontroledeum grupode31crianças(18meninase13meninos)de5a6anosem crecheptiblicaatendendo populaçâo de baixa renda.Para tanto,partimosdoconceitodeinteraçsotrazidopelasteoriasslciohistöricasdedesenvolvimento(VygotskyeWallon).Foram inicialmenteelaboradosquadrosdescritivosdasatividadesdesenvolvidasemcada sessâo,registrando-se a cadaminuto e meio o desenrolardasmesmas,segundo:organizaçëodascriançasnasala,instruçöespara a tarefa,distribuiçâo dem aterial,desenvolvimentodatarefa proposta e encerramento da atividade.A seguirfoifeito um levantamento dosepisödiosde indisciplina nastrêssessöes,considerando:ntimerode criaxasenvolvidas,momento dasessâo em que ocorrem,matelialdisponfveletipo de tarefaemexecuç:o.Tomaram-se gestoseverbalizaçöesda educadora edascrianças(pedidosdesilêncio,restriçâodosmovimentosdascri-SBP -XXVIIReuniâo AnualdçPsicologia


ESC -Psicologia Escolareda f'tflfccflpanças,divergênciasentreelas)comoindicadoresdoquecomumenteé considerado indisciplina.A anélise microgenética dasinteraçöes(Oliveira,1988)criadasnosepisldiosselecionadosrevelou grandefreqiência de ameaçase conselhos,porparte daeducadora,em resposta aconflitosentrealunos.Em situaç:o deorganizaçâodetarefa,jéseobservam comportamentosinfantisque sugerem umaapropriaçào pela criança dasregrastrazidaspela educadora.A discussso dasanllisesdeve considerarascondiföesdefonnwâo e trabalho da educadorae pode contribuirparaaperfeiçoarotrabalhopedagögicoem creches.(CNPq)- 000-EsC 3.09REPRESENTAIX ESDEEDUCADORASSOBREASMXESE FAMfLIASDAsCRIANCASDA CRECHE.TelmaW oriaeMaria Clotilde RossettiFerreira.Universidade de Sâo Paulo -Ribeirào Preto.Ascrechesenfrentam muitosconflitosnasrelaçöescom famflias.osquaisintederem no bom atendimento àscrianças.Considerandoqueaçàoerepresentaçâoseconstituemreciprocamente,parainvestigara possibilidadedaseducadorastrabalharem essesconflitos,procuramoselucidarsuasrepresentaçöessobremëes/famflias,aplicandoem duascrechesum roteiro semi-estruturado deentrevistas,abordando aspectosvariadosdo contato dasmesmascom ascriawasefamflias.Realizamos7 entrevistasnacreche 1com educadorasque trabalham hJmaisdetrêsanosno local,asquaistêm um nfvelde fonnaçàû,em média,de supeliorincompletoeasfamfliasatendidastêmumacondk:osöcio-econômicarazosvel.Na creche 2,ondeaseducadorastêm,em média,formaçàode primeiro grau e asfamfliasatendidassào menosfavorecidassocio-economicamente,realizamos6 entrevistas,todascom duraçëomédia detrêshoras.Na anélise decontetido detodasasentrevistas,asrepresentaçöes sobre criança,famflia e creche seapresentaram indissocisveise contraditörias.Selecionamos,entëo,osconteûdosquemostravamcontribuiçöesou entravesdaseducadoras para promovera relaçâo creche -famflia.Os doistiposdecontetîdosforam encontradosequivalentemente nasduascreches.Ascontlibuiçöesapareceram especialmente quando aseducadorassereferiram à importância de se dar bem com asmiese trocarinformaçöes.Como conteédosquedificultam asrelaçöescom mâes,encontramoscrfticasmalelaboradassobre asaçöesdasmâesequeixassobresuafaltadeinteresse.Quantoàsdiferençasentreascreches,na 1houveram maiscomentsriossobredesenvolvimento infantile expectativasda educw ëo em famflia.Aseducadorasda creche 2 apresentaram m aiûrconotaçâoassistencialdo atendimento e falaram menossobre desenvolvimento.Foramencontradas,também,representaçöesda mâecomoagente maisimportante do desenvolvimento infantil,associadaàidéia de que crcche sö é vélido parafamfliasem condiçöesprecélias,ouse a mâedlcontinuidade à.educaçëo em casa.Nasduascreches,aseducadorastenderam a semostrarmaisimportantesdoqueasmëes,sejapelo discursoassistencial,sejapelotécnico.Conclufmosque asdiferençasentre ascrechesdenfvelde formaçâoe de famfliasatendidasnâo refletiram diferençasnasrepresentaçöesquepodem contribuirou dificultarnasrelaçöescreche- famflia.Para queascrechespossam superarosconflitosdestarelaçâo,é necessérioinvestirna fonnaçâo continuada doseducadores,considerandoasrepresentaçöesatuaise em transformaçâosobre papelda mulher,funçâo maternae sobre avariedade decontextospossfveisdedesenvolvimento infantil.- 000-ESC 3.11ESC 3.10CIDADANIA EESCOLARIZAIAO FORMAL:RELAIXESSOCIAISEM SALA DE AULA./ntH JVeirazanelaiédrianoHenriqueNuernberg.Universidade Federalde Santa Catarina.O temadacidadania,comoobjetodeestudocientfico,adquirerelevânciaem diversasJreasdo conhecimento.Na Jrea da educaçpo,identificam-sebasicamente duasfrentes:na primeira hs autoresquerelacionam a cidadaniacom a garantia do acesso à.escolarizaçào(Cavalcanti,1989;Ferreira,1994)enasegundaapresentam-se estudosque relacionam a cidadania à garantia,paraoaluno,do acesso aoconhecimentosistematizado(Saviani,1986.,Pino,1991).0 presenteestudopartedoseguintepressuposto:apromoçâo da cidadania,no que tange ao processo deescolarizaçLoformal,n5o se resume a essasduasquestöes.Entendemosque aaçâo 'pçdagögicasistematizada pode propiciarao aluno condiçöespkraqueseconstituaenquantocidadào.viaoestabeleci-mento'de relaçöessociaisonde a democracia/dialogia sc façampresentes.TaIpressuposto assenta-se no fato de que osalunos,em saladeaula,enquanto sujeitosdo/noprocessoensino/aprendizagem,constituem/desenvolvemFunçöesPsicolögicasSuperioies,apropriam-sede hébitose atitudeshistoricamente produzidoseexperenciam diversaspossibilidadesde se posicionaremnasrelaçiessociais.Para investigarmosessaqnestlo utilizamonosdaAnllisedeEpisödios,propostaporSmolka(1991),eaAnéliseMicrogenética,propostaporM eira(1994),enquantoindicadoresparacoleta e anslise dosdados.Realizamosuma séliedefilmagensda prsticapedagögicade umaprofessora dassériesiniciaisdo plimeiro grau e selecionamosum episödio para a anélise.Nesteepisödiotentamosidentificar,nasfalasdaprofessorae nasatividadespropostas,aspectospromotoresde cidadania.Verificamosqueaprltica pedagögica adquire relevância no processodeconstituiç:odosujeitoepodesecaracterizarcomopromotoradecidadaniana medida em que possibilitecondiçöesparaque osalunospossam atuarna realidadede fonna conscienteedeliberada.- 000-A APROPRIAG O DA ATIVIDADE NO PROCESSO DE EN-SINAWAPRENDER A RENDA DE BILRO.éndréa WeirtzZanella.Universidade Federalde Santa Catarina.Estudosatuaisna perspectiva histörico-culturaltêm apontado aquestâo da apropriaçâo daatividade como um problema persistente,necessitandode maioresreflexöes e investigaçöes.Nessesentido,opresentetrabalhoteveporobjetivoestudaraproduçâoe apropriaçâo dasignificaçâo da atividadeno processo de ensinare aprendera rendade bilro.Essaatividade encontra-se atualmenteem franco processo de extinçâo naIlhade SantaCatarina.,decorrente dastransfonnaçöessociaisque marcam suahistöria.Conseqientemente,assignificaçöesdo fazerrenda foram sendopaulatinamentemoditicadasc,nesse processo,o ensinare o aprenderafazerrenda de bilro deixaram o espaço privado paraassumiremo espaço ptiblico,existindo atualmente em razâo de iniciativasdopoderptîblico no sentido da preservaçâo do folclore ilhéu.Neste trabalho,aanllise dessastransformaçöesbem como dasnovascaractedsticasdo processo de ensinar/aprenderessa atividadeincidiu sobrea trama dialögica e dialética queconstituiasrelaçöessociais,pautando-se no pressuposto deque asatividadeshumanasimprimem marcas,em maiorOu em menorgrau,nOSsujeitosqueasengendram,dependendodassignificaçöessocial-SBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia 117


ESC -Psicokgia Escolareda f'lacnfû'pmenteproduzidaseparticularmenteapropriadas.0Sdadosanalisadosconéstiramem episödiosobtidosatravésde filmagensqueapresentam trêsalunasem interaçâo com a professora de renda,no contexto de sala de aula.Asfilmagensocoreram no decorrerdogrimeirosemestrede1995,totalizando32horasdegravaçâo.Destas,foram selecionados6episödiosquetotalizaram aproximadamente15minutos,osquaisforamtranscritoseanalisados.Delimitou-secomofocodeinvestigaçsoossignosmediadoresutilizadostantopelosujeitoqueassumeatarefadeensinar,quantopelasalunasenvolvidasna tarefa deaprendera confeccionararendadebilro.A anllisedosepisödios,feitaàluzdosaportesteöricosde L.S.Vygotski,possibilitou constatardiferençasnoprocesodeaprogriaçâo,resultando:ouem apropriaçâodats)açsotëes),caracterizadapelodomfniodeetapasdaatividade;0tlem apropriaçso daatividadcem si,quecompreende o domfnio datotalidadedasaçöese,portanto,a apropriaçso do processo,possibilitandoaosujeitoaconfecçsoindegendentedarendabemcomoa implementaçfo demodificaçöesnosinstrumentosmediadoresdaatividade.Essasdiferenças,gorsuavez,referem-seasdistintasformaspelasquaisossujeitosutilizamossignosmediadoresdesuaspröpriasatividades,oquecaracterizaopsiquismo humanoenquantosemioticamentemediado.(CNPq)- 000-118 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


Pslcol-oGlA DA FAM fLIAE C OMUNIG RIA


FéM -Psicologia tftzFamliae ComunitdriaFAM 1.01CARACTERfSTICASEDESFJOS DE PESSOASCADASTRA-DASPARA UMA hDoL%o.LidiaNataliaDerfanl')jF/:r.Universidade Federaldo Parans.No Brasil,aadoçâo é entendida primordialmente como umaalternativapara tertilhosquen;o puderam sergeradosbiologicamente.Existemduasformasde adoçâo no Brasil:aadoçâo legal,realizadaatravésdosServiçosdeAdoçâodosjuizadosdaInfânciae daJuventude,e a adoç:o K1 brasileira'quando umapessoaregistraumacriança nascidade outramulhercomo tilho legftimo,pormeiode um registro falso em cartörio.Esse segundo tipodeadoçâo significanecessariamentea dsadoçâo'de um recémnascido.Oobjetivodopresentetrabalhofoiinvestigarascaracterfsticas,desejoseidéiasdaspesoascadastradasnoJuizadodaInfância e da Juventude de Curitiba a respeito daadoçâo.Foramenviadosquestionlriospelo correio para todososbrasileiros(N=125)cadastradosnesseServiçodeAdoçso,sendoquehouveo retomo de42questionM osrespondidos.Osdadosmostramqueamaioriadossujeitosnàopodeterfilhosbiolögicos(64%),écasada(88*),catölica(76%),tem entre36e45anos(57%),cursosuperiorcompleto(71%),rendafamiliarsuperiorà R$ 3.000,00(52%)eoutrostilhosadotivos(45%).Osadotantespretendemadotaruma(33%)ouduas(38%)criançascom idademlximadeumano (60%),têm preferênciaporumacriançadecorbranca(67%).perfeitamentesaudlvel(71%)epreferem escolherosexodacriança(60%).Ossujeitosacham quedevehaveralgumtipo depreparaçào eacompanhamento psicolögico para osadotantes(67%9,afirmam quenpoparticipam denenhum tipodegrupodeapoioàadoçâo(95%)porquedesconhecem suaexistência(52%)epensamqueogovernodeveriarealizarumacampanhaparaincentivaraadoçàodecriançaabandonadas(93%).Aanélisedosdadosrevelaqueoscandidatoscadastradosnum serviçooficialdeadoçâotêmomesmopadràodepessoasquejérealizaram umaadoçâo,tanto legalquanto ilegal,encontrado emoutraspesquisas(Weber,1996.,WebereCornélio,1995).Noentanto,ofato de terem passado pelo processo de seleçâo de umServkoOlkialdeAdoçëonëoparecetersidosuficienteparaesclarecê-lossobreasquestöesdoprocessoadotivo,taiscomo,airrevogabilidadedaadoçâo,a importância da histöria anteriorparaa criança,aoslimitesda herançagenética,entreoutros.Essa situaçâode desconhecimento podeserum fatordeterminante parafuturasdificuldadesnadinâmicafamiliar.(CAPES)-000-FAM 1.02ADOIAO NACIONAL E INRERNACIONAL;COMPREEN-SâO DASDIFERENCAS.LidiaNatalia DobrianskjjBe cr.Universidade Federaldo Parané.Aindahoje,aadoç:oérealizadacomoumasoluçâoparaaausênciadefilhosbiolögicos,porém,a ausência de estudossistemlticossobreaquestsodaadoçso no Brasildissemina a idéia que osbrasileirosapenasdesejam adotarrecém-nascidosbrancos,dosexofeminino e saudéveise que osestrangeirosmostram-se amplamentedispostosaadotarcliançasdequalqueridade,core estadodesatîde.A presentepesquisateveoobjetivodeanalisaroperfilecompreenderasmotivaçöesdepessoas(brasileiraseestrangeiras)querealizaramumaadoçâonoJuizadodaInfânciaedaJuventudede Curitiba.Osdadosforam coletadospormeio deumaamostradosprocessosdeadoç:o (N=121)oconidosnoJuizadode Curitiba.Osdadosmostram que 15% dosbrasileirose 24%SBP -XXVIIReuniào AnualdePsicologiadosestrangeirostêm filhosadotivose 8% d0sbrasileirose15%dosestrangeirostêm tilhosbiolögicos.Embora osbrasileirosnâomostrassem preferênciapelosexodacriança(49*),suapreferênciaeraimperativaem relaçâoaum bebêdecorbranca(72%),com idademsximade6meses(67%).Poroutrolado,poucosestrangeirosexigiam um bebêdeaté6meses(9%)edecorbranca(12%)*,amaioriatambémn;otinhapreferênciapelosexodacriança(73%)eaceitavacriançascom maisde4anos(41%)emostrava-seindiferenteàcordapele(37%)ouaceitavacriançasmorenasmasnâonegras(44*).Osbrasileirosefetivamenteadotarambebêscom idadeaté6meses(71%),dosexo masculino(55%)edacorbranca(67%).,osestrangeirosadotaram,em suamaioria,criançascom maisde5anos(38),dosexomasculino,(59%)edacorbranca(44%)e morena(.1.4%).Pode-seconcluirque,de fato,osbrasileirosSâo maisseletivosque osestrangeirosna adofào de uma cliança,apesarda motivaçâo paraa adoçào sera impossibilidade degerarfilhospara osdoisgrupos.A falta depreparaçëo acercada adoç:oé um forte determinantepara que osbrasileirossejam inflexfveiseatépreconceituososem suasescolhas.Quatrofatorespareceminfluenciaradisponibilidademaiordosestrangeirosem relaçio àcriançadesejada:1)oprocesodepreparaçioparaaadoçâoem seuspafsesdeorigem;2)asleisdealgunspafseslimitam aescolhadacriawapelosadotantes',3)asleisnacionaisprivilegiam oscandidatosbrasileirosem todososaspectose4)maiorconscientizaçëosobreogestodesolidariedadeenvolvidonasadoföesnecessM as(adoföesinter-raciasetardias).- 000-FAM 1.03POLfTICA DE ATENDIMENTO PSICOLUGICO X CRIAN-CA SEXUALMENTE ABUSADA EM SâO PAULO.SilviaA?pct/?7tp-f.t/pc,DeniseS.Pavlovsky,Eliana Z.Candido,LigiaCaran Costa Corrêa,Patricia Nadruz Sara Gainzarain.UniversidadeSJo M arcos.Lamentavelmente aumentam em nosso paise em todo o mundoasoconfnciasde abuso sexualinfantil.No Municfpio de SpoPaulo quandosurge uma dentînciadestetipo o caso é encaminhado,peloSos-criança,delegaciasou hospitais,parauma dasVarasdaInfânciaeJuventude.Osjuizesdemenores,quedevemintervirsemprequehajaasuspeitadequealgum direito bssicodacriançaestésendo desrespeitado,solicitam aospsicölogosqueatuam nestasVarasum estudo do caso atim desubsidiarsuadecisëosobre o encaminhamentodo mesmo.O papeldestespsicölogosé,portanto,fundamentalparao destino eo percurso futurûsda cliança vitimizada,suafamflia eseu agressor.Visando conhecerotrabalho destesprotissionais,qualo preparo que recebempara atuarem taiscasos,qualo impacto que sofrcm ao enfrentarestaproblemética e qualéa polftica de atendimento psicolögico àcriançasexualmenteabusada,foram entrevistadosdozepsicölogosenvolvidoscomesta questâo no M unicfpio de Sâo Paulo.Asentrevistasforam semi-dirigidase registradasem fitascassete eposteriormentetranscritas.Para analisé-lasfoiadotadaumaabordagemqualitativa,segundo a metodologiaproposta porAmedeoGiorgi:levantamento decategorias;levantamento de unidadesdesignificado e elaboraçâo da compreensâo final.Osresultadosindicamquenâo h; umapolftica de atendimento psicolögico claramentedefinidaparaaatuaçlojuntoàcriançasexualmenteabusadae que cada Varaadota um procedimento quevaria conforme aabordagem teölica dospsicölogosquealitrabalham;o papeldopsicölogo é basicamenteo de tentardetinirse houve ou nâù o121


Fâ ?$1r-FJitlt/l()j;itJ(/tJF(1?lI'/ï(1t?çLï()l1/1l'Iti/'ftlabusoalegadoeparaencaminharascriançasefamfliasparaalgtlmas(poucas)agênciasdeatendimentopsicolpgicoqueasatendem;ospsicölogosn5otem formaçsoespecffica para abordareste tipo de caso,atuando empiricamente e buscando apoio emseusrecursospessoaise naliteratura existentesobreo tema;hsum grande ntimerode interrogaçöesque estesprotissionaissefazem,umasensaçâo de impotência efrustraçso ante a dificuldadede lidarcom a comglexidade dasdinâmicasdestasfamflias.Como um nlimero crescente de casosde abuso sexualinfantiltemchegado aosconsultöriose instituiçöesde atendimento psicoltsgico,acredita-sequc esta pesquisa possacontribuirpara umamelhorcompreensso do groblema suscitando novosquestionamentosquepoderâoabriroutrasperspectivasdeatuaçso egesquisa.- 000-FAM 1.04PROCEDIMENTO JLW DICO COMO FATOR PATOGZNICONA ESTRUTURACAO DO VfNCULO MXE-FILHA ADOTI-VA.Marlizete Maldolmdo l'lrgtzâ',Pontiffcia Universidade CatölicadeCampinase M aria Antonieta Pisano M ota PontiffciaUniversidadeCatölica de Sâo Paulo.Asmudançasnalei(ECA,1ei8069de13/07/90),facilitaram asadoçöesnacionaisque,aliadasàintervençâo maisdireta dealgunsjuizados,passaramainibirumaprlticaquesedavah.margemdosprocedimentoslegais,chamadade 6dadoçâo àbrasileira'.Prsticasemanejostécnicos,calcadosem estudosepesquisasquerepresentem avançoscientfticosno tratamento do tem a,têm sidoainda pouco difundidasno nosso meio.Tem-seàdisposiçâo,prlticasisoladas,muitasvezesmalsucedidas,em que a aplicaçâoligorosadaleipode estarcontrariandp osinteressesda criança.Uma dasquestöesque tem nospreocupado,é a insegurança dosadotantesdurante o estsgio de convivência,quando este setornaprolongado.O prolongamento demasiado do processo fazcomque,quando ospaisadotivostenham detinitivamentea posse dacriança,muitojltenhaacontecidonavidadelesem um perfododecisivo paraa formaçâo sadiado psiquismo infantil.Busca-se,atravésdométodo de estudo de caso,avaliaro quanto osprocedimentoslegaisdaadoçâo interferiram na estruturaçëo do vfnculomâe-filha.Foram sujeitosumafamfliacompostaporcasaledoistilhosadotivos,com procedimentosde adoçâo diferentes.Buscaramatendimentoparaamenina(4 anos)encaminhadapelaescolacomqueixa dedistirbiosde conduta.Foirealizada psicoterapiabrevecom o grupofamiliar,e osdadosque subsidiam esteestudoforam colhidos,soboconsentimentodossujeitos,em entrevista/depoimento dam âe,que foigravada,transcrita e analisadaquantoàvinculaçâoentremâeetilha,bastasteprejudicadaàépocadoencaminhamento.Concluique osprocedimentosdaadoçâo interfeliramdeforma patogênicanaformaçëo do vfnculomâe-filha.Consideramosquepode servirde alerta aosoperadoresdaadoçâo no que se refere à aplicaçëo e duraç:o do perfodoprobatörio,poiso aprimoramento e o cuidado aosprocessoslegais,sâoa tînica fonna de evitara prlticada adoçâo à.brasileira,quealém deilegal,éaonosover,profundamenteprejudicialparao estabelecimento de vfnculossadiosbaseadosna verdade ena confiança,no afeto e noscuidadosà cliança como elementosfundadoresdesualigaçâosadiacom seuspais.(CNPq)FAM 1.05FAMfLIA E DEFICIZNCIA MENTAL:TRANSFORMAIXESNASEXPECTATIVASDE MXES.//JMariaTorezan(UniversidadeEstadualdeCamginas)eMarialnêsBacelarMolteiro(UniversidadeMetodistadePiracicaba).Este trabalho 6 parte de um estudo maiordirecionado para aobtcnçsodeconbecimento sobreastransformaçöesqueocorem nadinâmica familiarem ftlnçâo da presença deum membro deticientc.Paraarealizaçsodo referido estudo foram constitufdostrêsgruposdemàesde alunosquefrequentam uma instituiçâo de ensinoesgecial.0sgrugos,organizadosem ftlnçsodaidade e nfvelescolardosfilhos,sereuniam quinzenalmente com um profissiona1dainstituiçsopara a disctlsssode assuntosdo pröprio interesse.Asreuniöesforamregistradasatravésde audio-gravaçâo e,posteriormente transcritas.A anslise inicialdosdadosrevelouque dentre astransformaçöesqueocorrem nadinâmica familiar,uma delasdiz respeito àsexpectativasque ospaisconströem nodecorrerdo processo dedesenvolvimento do filho detkiente.Essaconstataçâo noslevou a realizaro presente trabalho queteve comoobjetivoidentiticareanalisaranaturezadasexpectativasreveladaspormâesduranteum processo de interlocuç:o com outrasm âes,astransfonnaçöesque possam ocorrernessasexpectativasno decurso dotempo e como elasinterferem no relacionamentomse-tilho.Parapossibilitaraconsecuçâodeta1objetivo,aanslisedosdadosenvolveu oexameponnenorizado de turno porturnoda faladecadaparticipante,com o intuito dese identificarosepisödiosnosquaisasmiesmanifestavam suasexpectativasemrelaçâo àscapacidadesdosfilhos.Em seguida,essesepisödiosforam novamenteanalisadoscom o propösito de secaracterizaranaturezadasexpectativase astransformaçöesqueoconiam nessasexpectativasnodecorrerdasreuniöes.Osresultadosobtidosindicaram quede modo geralasm:esapresc taram poucasebaixasexpectativasemrelaçëo ao desenvolvimento do filho,principalmenteno que diz respeito aaspectosligadosà vida afetiva esexual.Além disso,foipossfvelverificarque à medidaem que oprofissionalou outrasm:esalertavam para aspectosmaispositivosdodesenvolvimentodo filho,ocorriam moditicaçöesno mododapröpriam:eou do grupo falarsobre asrealizaçöesda criança.Essesresultadosindicam que apossibilidade de interlocuç:o comoutraspessoas,queenfrentam problemassemelhantes,pode levarmâesdedeficientesmentaisaapresentarem um t'olhar''m aispositivoem relaçào ao pröprio filho.Isso podealteraraspröpriasexpectativas,o que redundaporsua vez,numa alteraçâono pröpriomododeserelacionarcomofilho.(FAEP -UNICAMP)- 000-FAM 1.06FAMfLIAEDEFICIZNCIAMENTAL:ASMâESDIANTEDOJULGAMENTO ALHEIO.HarialnêsBacellarMonteiro(UniversidadeMetodistadePiracicaba)eâ?;t7MariaTorezan(UniversidadeEstadualdeCampinas).2 umaconstataçsoempfricaqueapresençadeum membrodeticientetemrepercussöesdiretasnasrelaçöesfamiliares.Noentanto,ainvestigaçëosistemsticaà respeito vem ocorrendo sö m aisrecentemente,especialmenteno queserefere aossentimentosquepaisde deficientesenfrentam diante do s'olhar'de outraspessoas.Apreocupaçâo com talquest:o noslevou a realizareste estudoqueéparte de um trabalho maiorvoltado para a anllisedastransformaçöesque ocorrem na dinâmicafamiliarem funçâo da- 000- presençadeum membrodeficiente.Nocasodesteestudo,oobje-122 SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


B M -Psicologiada Famlliae Comunitâriativo consistiuem identiticare analisarosdiferentessentimentosquemâesapresentam frente ao quepercebem como avaliaçöesqueoutraspessoasfazem sobreseu filho deficiente,bem como osdiferentessentimentosqueapresentam diante do que percebemcomo avaliaçöesque outrosfazem sobre suaaçâo em relaçâo aessetilho.Além disso,pretende-seidentificarem que medida apercepçâoda avaliaçëo de outrem provoca alguma alteraçâo naconduta dam5eem relaçàoao tilho deficiente.Osdadosde interesseforamobtidosdurante rcuniöescom grupo de m:esde alun0scomSfndromede Down de umaescola especial.Foram organizadostzfsgnlposdemses,de acordo com a idadeenfvelescolardostilhos,osquaissereuniam quinzenalmentecom um profissionaldainstituiçâo para discussào deassuntosdo pröprio interesse.Todasasreuniöesforamregistradasatravésde audio-gravaçâoe posteriormente transcritas.Osdadosforam analisadosatravésdoexame da fala decadaparticipante,o quepennitiuidentificarosepisödiosem que asmàesm anifestavam algum tipode sentimento relacionado a uma avaliaçâo que percebiam nooutro.Taisepisödiosforam novamenteanalisadoscom opropösitodecaracterizarsentimentosereaçöesdem:esdiantedojulgamentoalheio.Osresultadosindicam que asmàes,em sua maioria,sesentemmaisexpostasàobservaçào ejulgamentoalheio,o que desencadeia sentimentos,taiscom o raiva,tristeza,autocomiseraçâo,vergonha,culpa,osquaisvariam em funçro dahistöria pessoaldecada uma delas.Entretanto,uma reaçào,diantedojulgamentoalheio,queparececomumà.maioriadasmâes,éa insegurança e a fragilidade quanto ao mododeagirem relaçâoao filho.Asmàesvivem umaconstantesituaçâode conflito,semsaberse devem agirdeum modo ou de outro.Geralmente istoleva a um padrëo inconsistentede conduta que oscila ora paraumarelaçâo de grande pennissividade ora para uma relaçâo decontroleextremamenterfgido.(FAEP-UNICAMP)- 000-FAM 1.07DEPRESSAOE SUPORTEFAMILIAR PATERNO:PERSPEC-TIVASDE ADOLESCENTESE SUASMXES.Makilim NunesBaptista.UNIP.A depressâo é atualmente um dostemasmaisenfocadosporpesquisasnoexterior,porém poucassâo aquelasque abordam a relaçâoda depressëo naadolescênciae aestrutura familiar,principalmenteprovinda do pai.A importância deste tema remete diretamenteà relaçâo existente entre a famflia eos transtornosdepressivosna fase daadolescência,no que concerne àsuaetiologiae/oumanutençâo.O objctivodapresentepesquisafoiavaliaralgumascaracterfsticasdo suporte familiarprovindo dospai,na visâo de adolescentescom e sem sintomassigniticativosdedepressâo,esuasmâes.Foram sujeitosdoisgruposde06adolescentes(idadesentre14e17 anos),com esem depressâo,esuasrespectivasmëes,deumaescolaestadualda Zona LestedeSâo Paulo.O instrumento utilizado para detectarsintomatologiadepressivafoioInventM odeDepressâoInfantil(CDI)eoinstrumentopara avaliara estrutura familiarfoio Instrumento deAvaliaçâo dasRelaçöesFamiliares(PBI),além deum questionérioabordando questöesreferentesà estrutura familiar,nfvelsöcio-econômico,usode medicamento,luto e outrasvariéveisimplicadasna depressâo e no suporte familiar.Inicialmente foramseparadosdoisgrtlposde adolescentesatravésdo CDle eliminadasalgumasvariéveisquepoderiamestarimplicadasnasintomatologiadegressiva,atravésdoquestionM odeidentiticaçào,alémdosdoisgruposde adolescentesterem sido pareadospela idade.A anllise estatfstica foirealizada atravésdo teste deW ilcoxon entreosquatrogruposenvolvidos.Osresultadosindicaramque,na perspectivadasadolescentescom sintomasclinicamentesignificativosdedepressâo,ospais(pai)sâomaisindiferentes,menoscarinhososetenderam a serem maissuperprotetoresdoque adolescentesque nâo apresentavam sintomasdedepressào.Asmàesdo grupo deadolescentesdepressivascaracterizaramseusmaridoscomo menospermissivosem relaçso àindependência e autonomia dasfilhase,tendendo a serem maisindiferentes.Nâo houveram diferençassigniticantesna comparaçàoentre asrespostasdasadolescentescom sintomasde depressâoe suasmàes.Osdadosestâo de acordo com a bibliogratiaexistente,enfatizando arelaçâo entre afaltade carinho,maiorindiferençae superproteç:o dospais,associado aostranstomosdepressivosem adolescentes,porém nà0 sepodeatirmaracausalidadeentrea depressâo e estrutura familiar,mesmo porque adepressâo éum transtorno de causasmultifatoriais.- 000-FAM 1.08ADOLESCENTES E SEUS RELACIONAMENTOS AMORO-SOS:UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ADOLESCEN-TESDE FAMfLIASINTACTASE DESFEITAS.JulyanaMariaSorace Rassan,Man-lia Gabriela Sandim Vasconcelos,Sl-lviaLlk ia Fm lifw e Viviane Cristina Navarro.UniversidadedeTaubaté.Estapesquisatevecomoobjetivo realizarumaanélisecomparativdsobrecomo adolescentesdc 14 a18 anos,de nfvelsöcio-econômicomédio,tilhosde paisca adose tilhosde paiscasados,conceituam evivenciam seusrelacionamentosamorosos.Participaramcomosujeitos72adolescentes,sendo36delesdefamlqiasdesfeitase36defamfliasintactasdacidade.Ossujeitosforamabordadosem locaisdemaiorconcentraçâodejovenscomoShopping Centers,escolase lanchonetes.O instrumento paracoleta dedadosfoiaplicado porestudantesde Psicologia e seconstituiu em um formuljrio contendo 24 questöesde mliltiplaescolha.Osresultadosdemonstraram que existem diferençassigniticativasentreosgrupos.De modo geral,osadolescentesdepaiscasados,demonstraram uma visâo maisromânticado relacionamentoadois,buscando um i:amorideal'responssvelpelafelicidadee realizaçio pessoal.J; osadolescentestilhosdepaisseparados,apresentaram umavisâo maisrealista dasfacilidadesedificuldadesdeumarelaçâo prolongada,masem contrapartida,parecem buscarmaiscedo relaçöesde maiorcompromisso.Emambososgrupos,asrelaçöesamorosasforam conceituadasdeforma positiva,easexperiênciassâo diversificadas,destacandoseoE%ficar'eo 'tnamoro''como asformasmaisfreqûentesderelacionamento.Pode-seconcluirquea vivênciadeseparaçâodospaisou de um casamento duradouro dosmesmos,emborainfluencie aforma como osrelacionamentosamorosossâo compreendidos.eespecialmente asexpectativasque se desenvolvemem relaçâo ao nfvelde satisfaçâo e felicidadeque osrelacionamentospodempropiciar,nâo serâo determinantesisoladosnaconstruçëo de um modelo deinteraçso.- 000-123SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


FéM -Psicologia daFtpnl'/2 eCpniltnfltirfaFXM 1.09INTERACAO TRABALHO-FAMfLIAEM MULHERESPRO-FISSIONAISDA XREA DA SAUDE.I/'Iw:JJDios,HospitaldeBase-FundaçsoHospitalardoDistritoFederal.Glâucia Diniz,UniversidadedeBrasflia.O objetivodopresenteestudofoiavaliarfatoresdainteraçsofaml'liaetrabalhoemprofissionaismulheresdasreadeSatide.lnvestigou-sediferençase semelhançasentremédicas,enfermeiraseauxiliaresdeenfermagem em tennosdasatisfaçâoconjugal,dasatisfaçào no trabalho edascaracterfsticasde gênero com asquaisclasmaisseidentificavam.0 totaldehorastrabalhadasnasatividadesdomésticaspelaprotisionalepelocônjuge,oabsentefsmo,apresençaoun5odequeixasdosmaridossobreotrabalhodaesposa,a atratividade do trabalho e a percepçào dasprofissionaissobreainteraçào famflia-trabalho foram outrosfatoresanalisados.Participaramdo estudo 108 mulheresde um hospitalgeraldaFundaç:oHospitalardoDistritoFederal(FHDF),sendo36médicas,33 enfermeirase39 auxiliaresdeenfermagem.Paraaavaliaçâo dasatisfaçào nocasamento,dasatisfaçâoconjugaledaidentificaç:o com ascaracterfsticasde gênero foram utilizadosinstrumentosvalidadospara o Brasil.0soutrosfatoresforam investigadospormeiode um questionério com perguntasabertas.Osresultadosindicaram semelhançasnasatisfaçâoconjugal,satisfaçâono trabalho,no numero de faltase na atratividade com otrabalho entreastrêsprotissöes.Asdiferençasentre osgruposforam observadasnaidentificaçëo com ascaracterfsticasde gênero,nasqueixasdomalido sobre o trabalho da esposa e napercepçâoda interaçâo trabalho e famflia.osresultadosforam discutidoscombase naliteramrasobre a interaçào faml7ia e trabalho.- 000-FAM 1.10'AINDA SOMOS OSMESMOS .'-A CONCEPCXO DECASAMENTO NUMA PERSPECTIVA TRIGERACIONAL.Alessandra Macedo,J/JZZO Fernanda & Veloso,TerezaCristinada S.G.Pugliesi,Valéria da S.Oliveira,Wanderléia do CJZ'VI/Faria,CristianaMercadanteEsperBerthoud,AdrianaLeônidasde Oliveira.Universidade de Taubaté.Esta pesquisa foirealizada no ano de 1996,no içNlicleo dePesquisassobreaFamflia'do curso de Bacharelado em PsicologiadaUniversidadedeTaubaté.Tevecomo objetivogeralanalisarassimilaridadesediferençasnapercepçâo quehomense mulherestêmsobre o casamento,considerando-se osaspectosintergeracionais.Assim,foram recolhidaseanalisadasasopiniöesrelativasàtrêsgeraçöes;jovens,adultos(ovensemaduros)evelhos.A amostraselecionada foide quatrocentu etrinta e cinco pessoas,declassem& ia,de quinze a setenta anosde idade,de ambosossexos,namicroregi:odeSâoJosédosCampos(ValedoParafba-SP),sendoque o instmmento utilizado para a coleta de dadosfoium fonnulsrio.Nâoforam encontradasdiferençassigniticativa entre asgeraçöesestudadas,oqueparece indicarque a transmiss:o de valoresintergeracionalmenteLum aspecto bastante fortena nossaculturae que,possfvelmente,ocorre de formamaisacentuadano seio dafanu7ia.Atravésda anélise realizada,pudemosconcluirque apesardosmovimentoshistöricose polfticosedodiscurso socialqueaparentementeparecedenotarprofundastzunsformaçöesnosvalores,a maioria daspessoasaindapossuivaloresquepodem serconsideradoscomotradicionais.Virgindade e legitimaçào religiosae civildo casamento,porexemplo,foram apontadoscomo ap ectosnecessMosà.uniâo.Valorescomo o amoreatidelidade;o respeito el24aSinceridade,sâ0também consideradosaspectosessenciaisparapromrcionarestabilidadeemocional.A Igrejaparecenâosermaisvistacomo acontroladoradestesvalores,queaparecem maiscomovaloresculturamente transmitidosdoquecomo valoresreligiososprogriamente ditos.O fatodamfdiagrtpagare de certa formaatéç'idealizar'oscasamentosnso-convcncionais,suainfluenciansoparece serdeterminante.O casamento é visto como umalnstituiç5oquepromoverealizaçsopesoaleafetiva,ouseja,éidealizadocomo fonna de plenarealizaçso.Parece que o ébdealdeamorromântico'',caracterfsticoda modemidade,ainda estI presente nodiscurso eo imaginM o dasgeraçöesque convivem neste finaldeSéculo e assim,podemosdizerqueaparcntemente,ç:Ainda somos0S IV Sm OS..- 000-FAM 1.11'NINHO VAZl0':ASMUDANCASQUEOCORREM NORE-LACIONAMEG ODOCASAL,QUANDOOSHLHOSSAEMDE CASA.Gabriela Cristina /:Coutinho,Lidia Clara G.Fait,Miriam RoseleI Palhares,RejaneG.deCtznul/l/,édrianaL.Oliveira,Cristiana Mercadante Esper'erl/lt/lftf.UniversidadedeTaubaté.Realizada poralunasdo curso dePsicologia,paraa obtençâo dotftulodeBacharelado,estapesquisatevecomoobjetivoanalisarasmudançasmaissignificativasqueocorem com o casalna faseda m aturidade.quando osfilhossaem de casa,à nfvelsocial,emocionalesexual.A partirdoselementosda TeoriaSistêmicadaFamflia e do conceitodoCiclo deVidada Famflia,que subsidiateoricamente estetrabalho,formulamosalgunspressupostosque acreditamospossam resumirnossasexpectativasem relaç:oaotemaabordado'.1)quandosecaracterizaoNinhoVazio,ocasalnecessita fazeruma recontrataçâo do relacionamento conjugal,adaptando-seumaooutro;2)algunscasaissuportam umrelacionamento nâo satisfatörio,porque n:o tem coragem dereverseusvaloresafetivoseemocionaiserenegociaromatrimônio,acomodando-seassim,àumadfadesofridae3)hsmudançassignificativasnorelacionamentoconjugaldocasal,em funçâodaliberdade adquiridapela safdadostilhosdecasa.O instrumentosutilizado foiumaentrevista semi-dirigida realizadanasresidêncidasdasfamfliasquesedispuseram a participareconstituiramassim uma damostra de conveniência'composta de sete casais,declassesöcioeconômica média,residentesnascidadesdeCafapavaeraubaté.Ossujeitossesituavam nafaixaetériade40a60anos.cujosfilhossafram decasaparaestudarforaou parasecasar.Osresultadosapontam para uma readaptaçpo no relacionamentodecasais.Em algunscasaisosconflitosparecem seintensiticarnesteperfodo de t'Ninho Vazicf',pornâo conseguiremquestionareavaliaroqu8absorveram desterelacionamento.Paraoutros,areorganizaçio ésentida como uma clise positiva,trazendonovaspossibilidadesde negociaçöesfamiliares,quandopapéise funçöesdentro do sistemafamiliarsâo revistose transfonnados.Podemosconcluirqueasafdadosfilhosde casa causamudançassignificativasem relaç:o a vida social,amorosa ecotidianadocasal,comprovando assim ospressupostospré-estabelecidosparaa pesquisa.Dentro destecontexto,este trabalho atingiuseuobjetivoprincipal,qualsejacontribuirdealgumaformapara a melhorcompreensâo desta fasede transiçëo no Ciclo Vitalda Famflia:a reorganizaçâo do relacionamento do casalapösasafda dostilhosdecasa.- 000-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


FéM -Psicologia da Faml*lia eComunitéria .FAM 1.12FAMfLIA,ESCOLHA PROFISSIONAL E DO PARCEIROAMOROSO:ORELATO DE Lbosos.Fernan& Nel'saMarianotlReginaSdlerlaLima Caldana.UniversidadedeSàoPaulo-Ribeirso Preto.A famfliaé uma instituiçso em constantetransfonnaçso,e nelased4o relaçöesafetivas.assimilaçào de valorese construçso de expectativas.Umdosaspectosimportantesnasrelaçöesfamiliareséainfluênciadospaissobreostilhosnaescolhaprofissionaledoparceiroamoroso.Eseestudotem como objetivoesludarcomopessoasque viveram no infcio do século descrevem essa influênciaparentale osvaloresquea permeavam,e num segundo momentocomo estaspessoas,ao se tornarem pais,procederam emrelaçâoaosseusfilhos.Foram entrevistados4 idosospertencentesàfamfliasdeclassemédia,sendotrêsdosexofeminino(76,83e92anos)eum do sexomasculino(83anos),atravésdeentrevistasquelançammâodeumacombinaç:odehistöriade vidaedepoimento.Asentrevistasforam gravadas,transcritasna fntegrae avaliadasqualitativamente.Uma sfntese dosdadosmostraqueospaisexerciam forteinfluêncianavidaprotissionaldosfilhos:tendo conclufdo o primério,oshomensou eram encaminhadospelospaisparao4aprendizadodoofcio'juntoaum conhecido,ou pasavam atrabalharjuntoao pai;jsasmulherespassavam adedicar-seaosafazeresdomésticosem auxflio àsm âes,e era nestetipo de serviço que exerciam alguma atividade remunerada.Quantoaescolhadosparceirosamorosos,nocasodasmulhereshaviaumavigilância eum controle muito direto,que ia deconselhosminuciososàimposiçàodocônjuge;paraoshomensestaescolha era maislivrede pressöes.Nosrelatosdamulheres,aênfaserecaisobre a escolha do parceiro;no doshomens,sobre aescolhaprotisional.Quantoàeducaçâodeseusfilhos,ossujeitosrelatamumainfluênciamaisatenuadaoumaisindireta.Podesepercebertambém umamndanfanosvaloresque permeavam asinfluênciasparentais:em primeiro lugaraumentou o acesso à escolatanto doshomensquanto dasmulheres,consoante à.cristalizaçâoda idéia deque a ascensào spcio-econômica estl vinculadaà escolaridade;além disso,desapareceu o fèaprendizado do offcio'paraoshomens,que passam a escolhersua profissâo semumaingerênciadiretadospais;eparaasmulheresjlobserva-sesua maior participaçâo fora do lar e uma nascente preocupaçàocom suaeducaç:o relacionada à sua profissionalizaçâo em éreasque nâo asligadasaosafazeresdomésticos.-000-FAM coR 1.e1clct.o VITAL DA FAMfLIA -ceneideMaria deoliveiraCerveny,PUC-SPO conceito deCiclo Vitalesté associado ao conceito de desenvolvimento,movimento,crescimento,ordenaçâoeetapas.Na acepçàodebiociclo,significaoconjuntodeetap% porquepassaum determinadoservivo,normalmente:o nascimento,ainfância,a idadeadulta,a senilidade e a morte.O pröprio sentido deciclo,defenômenosquese sucedem em um determinado ritmo,é muitopröximo do processo de vidado serhumano e assim como dociclo de vida familiar.Osconceitosde Ciclo Vitallndividuale deCicloVitaldaFamfliacaminharam juntosespecialmentegraçasaostrabalhosdeErik Erikson e de M ilton Erikson eo campo daTerapia Familiaré um doscamposemergentesem psicologia nestet'inaldeséculo no Brasilporém ,concomitantemente ao cresci-mentodonémerodeinstituköesedeprofissionaisquesededi-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiacam ao estudo eao trabalho clfnico com famfliasno pafs,observamosumaescassez detrabalhosdepesquisascom nossapopulaçso,quepossa subsidiaro crescimento teörico nessecampoprofissional.Essa realidadecom a qualtrabalhamosnaprstica,atendendo famfliasem diferentesetapasdo ciclo davida,levou afonnularuma caracterizaçâo de ciclo vitaldiferente da que estavadisponfvelnaliteraturaestrangeira(Cerveny,1995)equepassouaserdiscutida entso no espaço acadêmico.Essa caracterizaçàocolocaafamfliaaolongodoseuciclovitalem quatroetapas,nëorigidamente circunscritas,quesëo:Pç:fasedeaquisiçâo';2atsfaseadolescente''3*x


FDM -Psicologiatk Famt-lia e Comatitâriavaloress5obuscadoseconstitufdoseespecialmentenovascontiguraçöesfamiliaressurgemesâo reconàecidas.Divlrcios,recasamentos,gravidezprecoce,uniöeshomossexuaise outrasformasde sistemasse constituem enquanto famflias,exigindo quenös,profisionaisdaPsicologia,estejamosmelhorpreparadosparadialogarc0m arealidade,paranossubsidiannoscom asdemandasemocionaisesociaisdasfamfliaspornösatendidas,tantonaâreadeclfnicagreventivaquantonaJreadaclfnicatradicional.2urgentequeconheçamosmelhorosigniticadodafamfliahojenanossasociedade,poisamatrizdodesenvolvimentohumano-ainstitukâofamiliar-estlem profundatransformaçso!- 00œFAM COR 1.03A FAMfLIA EM FASE ADOLESCENTE.RaphaelCangeliFilho,UniversidadePaulista.A segunda fase doCiclo Vitalda Famflia -a quechamamosFaseAdolescente -é o momento especftico em que,porum lado ostilhosexperimentam a adolescência enquanto perfodo de transiçâo,transfonnaçàoe mudançasem direç:o à idade adulta e poroutro,ospaispassam a reversuapröpria adolescênciae osaspectosquepodemserresgatadosdeumajuventudeaindapresentediantedesi.Ospaisexperimentam aquium novo perfodo de transiç:onoQualticamdivididosentreoscuidadoscom ageraç:omaisvelha(paisesogros)quecomeçaarequereratençâodiferenciadaem fase tardiadavida,e asdemandasdachamada tçmeiaidade'naqualavulnerabilidadedo tempo passa a serinternalizada.é umafasemuitoespecial,querequernovosbalançosconjugaiseindividuais!Osconflitosexpelimentadospelasnovasrelaçöescom osfilhosrevelam também que épreciso mudar,enquanto h;tempo..M aspara onde? Ascrisesvividaspelospaisnessa etapado ciclo de vidaestëo repleus depreocupaçëo com a aparência,com o receio e o temorpeia velhice e pelasperdas,o que noslevaacrerqueestafase é complexa tanto para ospaiscomo paraostilhos,que sofrem também com asdemandassociais.Nesse processode mudança e de novasadaptaçöes,a famflia procura alteraralgunspadröesderelacionamento,poisprecisam aumentaraflexibilidade dasfronteirasfamiliarespara incluira independênciadostilhose asfragilidadesdosavös.Ainda,é preciso moditicarosrelacionamentosprofenitores-tilhosparapermitirao adolescentemovimentar-se para fora epara dentro do sistema familiarealgumasmudançasde segunda ordem no statusfamiliars:onecessM aspara se prosser irdesenvolvimentalmente nessa fase.Asdemandascomunse esperadasdosfilhosadolescentesfreqtientemente servem como catalisadorasparareativarquestöesemocionaise acionam ostribgulosinterelacionaisexistentesnossub-sistemasdafamflia.Todasessasmudançassugerem que afamflia entre em um processo de reflexso devalores,de suasformashabituaisdevida em grupo,demudança de atitudese denormas.Considerando-se sobretudo asrspidasevoluçöese mudançasquevem ocorrendo naslilémasdécadasem todo o mundoeem nossacultura,éfundamentalquenotrabalhoc0m famfliasnessa fase da vida,possamosconsiderar:asquestöesesgecficasdo adolescente;asquestöesdo sistema familiardiante daexperiênciadoadolescer;asquestöesde implicaçâo do sistemasocioeconômicoeculturaparaQueposamosadequarnosasintervençöesclfnicas.- 000-FAM COR 1.04AFAMfLIAEM FASEMADURAEEM FASEULTIMA,MIVIRenutuMachado Coelho,UNESP -BauruNaconceituaçsodoCicloVitaldesenvolvidaporCerveny,asduastiltimasfases,denominadasdeMaduraeéltima,serevestem dealgumascaracterfsticassimilares,visto que em ambasostilhossâojladultos,saem decasaeconstituem outrossistemasfamiliares,provocandoentâo no antigo sistema familiarmudançasfundamentais.AFase M adura se iniciacom asafda do primeiro tilhodecasa,sejaparaconstituirsuapröpriafamflia,sejaparaestudarou trabalhar;e secaracteliza:pela inclusso da terceirageraçâo eparentesporatinidades(netos,genrosenoras),pelocuidadocomageraçâo maisvelha e pelaresigniticaçâo do casamento.Provavelmenteé umadasfasesmaisdiffceisdo ciclo de vida dasfamfliasemnossarealidade,poisL o momento em que o casaltemduasou maisgeraçöesprecisando de cuidados;ospaisestâo envelhecendoemuitasvezesnecessitam de cuidadosatéfinanceirose,alémdisso,ost'ilhosestio muitasvezesse tornando paisetambém requerendotodotipodeajuda.Naatualconjunturaeconômicamuitasfamfliasnessafaseaindaajudameconomicamenteosfilhosque nâo conseguem se estabelecerno mercado detrabalho em recessâo eaindao alto ntimero de divörciosmuitasvezesaindatrazde volta ap lartilhosdescasados.Jâ a liltima fasedo Ciclo Vital,depende muito decomo asanterioresforam vividas.Geralmentecoincide com aaposentadolia e com o retornoauma vida a doispara o casal.Asrelaçöesfamiliaresnessa faseserâo marcadaspela reestruturaçâodepapéis,com asafdaffsicade algunsmembrosdo nticleo familiare ainserçâo de novosmembros.Oluto e a perda deamigose parentestraré forçosamente adiscussâodo finalda velhice como finitudee daidéia da quaseinevitsvelviuvez.O ganho do papeldeavöspode trazero sentidoda sobrevivência enquanto espécie e de continuidade pormeio dafamflia.Criarnetosreviveosmodelosde criaçào dosfilhos,incorporandodados,em geralpositivos,pelo menorgrau de autoridadedopapele maiorexpansâo de carinho e afeto genufnos.Ocarstertrigeracionalnarelaçâo entre avös,filhose netospode sermarcado porconflitosque,seresolvidos,poderâo propiciarsaltosdequalidade nasrelaçöesfamiliares.O encontro de avös,5-lhosenetossignificaum momento vivo e dinâmico do Ciclo Vital.- 000-126 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


FORM AC&O EM Pslcol-oGlA


FORM -Formaçâ'o em PsicologiaP RM 1.01NIVEL DE INTERESSE D0SALUNOSQUANTO AO CON-R'EODO ?A DISCIPLINA DEPSICOLOGIA GERALNO EN-SINO MEDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR DA CIDA-DE DE SâO PAULO.DéboraJ!Panhoto,LeniceM.Rodrigues,UniversidadeSâoJudasTaden.EstudanteLquem sedispöeaformarum conceitorefletidoarespeitodosfatosinteriores(d()gröprioestudante)queoimprecionam,procurando orientar-se porprincfpioscientfticosesöcio-moraisconscientemente assimilados;e paraque sealcanceestecrescimentodosalunosenquantoestudanteséprecisorespeitarsuasnecessidadesecaracterfsticasdo seu estlgio de desenvolvimento.Amotivaçëomaiseticaznasaladeaulavem daconsciênciade progresso e da compreensâo do significado da atividadeque o aluno empreende.Assim,é veriticado no presente traba-1hoointeresedealunospeloscontetidos(constadosnoplanejamentodeensino)dasaulasdePsicologiaGeralnoensinomédio,considerando o aspecto metodolögico da mesma.Utilizou-separatal,um questionM ocontendo8questöesdemûltiplaescolhacomescalasque variavam de nenhum interesse até muito interesse paracada contetido e o interesse geralpela disciplinadePsicologia e 2questöesabertas sobre sugestöes de contetidose sobre ametodologia dasaulas.Estequestionsrio foiaplicado em 71sujeitosdo1o.anodoensinomédio,43do sexomasculinoe28dosexo femino,com idade variando de15 a 26 anos.Oscontelidosclassificadosnonfvelmuito/bem interessanteforam:59,15%dicbmportamento Humano'46 * $ 47% çfomportamento Emocional'',39,43%%sMotivaçâo''e38,02% etpersonalidade''tdeum totalde7contetidosapresentados),oquerefleteummaiorinteresseporassuntosque estio maispröximosdarealidade enquantohumano em detrimento de assuntos restritosà Psicologia enquantociênciatcomohistöria,métodosdapsicologia..).26,76% dosalunosresponderamque o assunto da disciplinaquegostariam deconhecerouaprofundarconhecimentoseria'Tersonalidade'tdadoque nào chegaram neste contetido quando responderam o questionMol;25,35% consideraram queo principalaspectoasermelhoradoemaulaéadldinâmica'tametodologiautilizadaéTradicional).Foipercebidaumadispersâosigniticativaentreinteresseedesinteresseconcernentesaoscontetidosacimacitados(20=55,65,p/c2c=22,5,sig=0,05)sendoque41,66% expressaram grandeinteressepela disciplina e 29,17% pouco ou nenhum interesse.Essesresultadoslevamàdiscussâo da metodologia do ensinodePsicologia no ensino médio,considerando osaspectospeculiaresaessadisciplina como porexemplo aexpectativadosalunose do professorem relaçëo ao papelde psicölogo e de professordePsicologia,um avez que essa questâo geralmente nâo é discutidanoscursosde Psicologia,apesarde serum campo deatuaçâo aobachmfl/licenciado em Psicologia.- 000-FORM 1.02PSICOLOGIA:EXPECTATIVAS PARA O ANO 2000.MakilimNlfnc.çBaptista,UniversidadePaulista -Cantareira.Antônio Rogériode Lima e Mt-riam Cristina B.M achado,UniversidadePaulista -Cantareira.O conhecimento prévio sobre asexpectativase a visso que osalunosde psicologia tem de suafutura profissâo fornecem umpanorama decomo o profissionaldepsicologiaest; sendo formadoe avaliado profissionalmente e socialmente;aspossfveisnecessidadese déficitsem determinadaséreasde atuaçâo;SBP -XXVIIReuniëo Anualde Psicologiadistorçöessobreaimagem daprolissso,bem comoastendênciasdek'easdeatuaçsofuturas.O objetivodapresentepesquisaf0iaveriguar,atravésdaopinisodosalunosdepsicologia,quaisasgerspectivasque estespossufam da srea depsicologia.em umgrazodetrêsanos.Foram sujeitos98alunosdosquatroprimeirosanosdeum curso de gsicologia,utilizando-se uma gerguntaaberta padrso sobre a opiniso d0salunosreferente ao que se esgeradapsicolcgianoan02000.Osdadosforamanalisadossegundotrêsgrandescategoriasindicadaspelasrespostaseagrugadasdeacordocomatemstica,relacionadasàcampodeatuaçso;avaliaçâo socialdo psicölogo e questöesrelacionadasàsteorias,interdisciplinariedade,formaçào acadêmica,além de caracterfsticaspessoaisdogsicölogo.Osrcsultadosdemonstraram,emordemdecrescentedeimportância,osseguintestöpicos:necessidadedeampliaçâodomercadodetrabalhoemtodasasJreas(clfnica,hospitalar,escolar,RH,pesquisaeoutras),principalmenteemrelaçsoàcomunidade(40%).,maiordivulgaç:oevalorizaçâodopsicdlogoem relafsoàpopulaçâo(22*).,necessidadededesenvolvimentode novastecnologiaseteoriasmenostecnicistasemaishumanistas(20%).,maiorreconhecimentoeintegraçâodopsicölogocom outrasprotissöesassociadas,formaçâoacadêmicamaisprlticaeabrangente(nâosomentedirecionadaàclfnica),necessidade do profissionalsermaishumilde,aberto àcrfticasemaisrelacionadocom outrosprofissionais(18%).Osresultadosindicaram a necessidadede mudanfasdeposturado protissionalde psicologia,principalmente em relaçào à tendência do futuroprofissionalem sairdo consultörio e estarmaisinserido em trabalhoscomunitMos,oferecendoseusserviçosàumaparcelamaiorda populaçâo,em diversasbreasde atuaçso que n:o somente aJrea clfnica,além dapreocupaçsoem estarseexpondn maisehaverumamaiortrocade seusconhecimentoseexperiênciascomoutraséreasafins,bem como anecessidade de se trabalharintegradoemequipesmultiprotissionais.Provavelmente,seocorreremestasmudanças,como jésàoobservadasatualmente,oprotissionalterémaiorprobabilidadedesermaisreconhecido pelapopulaçâo eporoutrosprotissionais.-000-FORM 1.03ESCOLHA DA PSICOLOGIA COMO PROFISSXO:UM ES-TUDO DOS M OTIVOS.Adriana Roberta de Lima Cintra eMaria Gabriela dos SantosPereira.Pontiffcia Universidade Catölicade Sâo Paulo.Estudara escolha de uma profissâo envolve muitosaspectos quenâo se resumem auma simplesdecisâo dapessoana época dovestibular.Entenderesta escolha implica em compreenderantes,todo o contexto em qne estâo envolvidoso aluno e o curso superior.Portrisdasescolhasprofissionais,hétodaumahistöriadedescendência e a relaçâo que o indivfduo mantém com esta.Alémdisso,interferem fatorescomo:nfvelsöcio-econômico-cultural,perspectivade inserçâo no mercado de trabalho,remuneraçâo,status.A presentepesquisateveporobjetivo,identiticarquaisosmotivospara a escolhada Psicologia como protissëo,ea importânciadesse trabalho esté no fato de contribuirpara o debate sobreaescolhadaPsicologiacomoprofissâo.Foramsujeitosdestapesquisa,213alunosprimeiro-anistasde quatro faculdadesdePsicologia,sendo umapliblica e trêsparticulares.O instrumentode coletade dadosfoium questionM o semi-estruturado que foiaplicado em sala de aula nasrespectivasfaculdades.A aplicaçàodurou em médiavinte minutos.Uma primeira anélise dosdados,indicou queda populaçâo investigada,80,7% sâo do sexo femi-129


FORM -Formaçâ'oem Psicologianinoe19,3% sè0d0Sexom8siulino.Dtszmcsmzypljùoj38% frtqutntafzm 0primsiro20Sêgtlntb 2ntlstm esolagarticular,34%em escolaptiblicae27% frequentaram ambasasescolas.OsmotivosindicadosemprimeirolugarparaaescolhadaPsicologiacomoprotissèosà0:47% indicaram ()interessepelocomportamentohumano;13,2% apontaram aescolhaporsuascaracterfsticaspessoaise14,1% indicaram apossibilidadedecontribuirnasociedade.Asatribuiçöesoufunçöesdopsicllogomaisindicadaspelossujeitosforam:49,1% indicouqueogsicölogodeveajudarooutro;15,1%indicaqueopsicölogodeveconhecerocomportamentoeoserhumano.Osdadosanalisadosatéomomento,indicam qtle()princigalmotivodaescolhadePsicologiacomoprotisssoéaajudaaopröximoeoestudodocomportamentohumano,oquedemonstraqueosmotivosindicadospelaliteraturaexaminadasemantêmnosanos90.- 000-FORM 1.04PSICOLOGIA E ESCOLHA PROFISSIONAL:A IMAGEM DAPROFISSXO NO RN.GilmaraS.deSiqueira,SamanthaCristianedaC.Oliveira,DenisAJV/JdeCarvalho eOswaldoH.Yamamoto.Universidade Federaldo Rio Grande do Norte.A imagem da Psicologia é,em grande medida,detenninada peloconjuntodeatividadesofcrtadaspelosseusprofisionais-e,evidentemente,seualcancesocial.Talalcance pode serinterpretadocomo aextensâo da populaçào atingidae pela eficécia emequacionaruma ampla gamade questöessocialmente signiticativas.Desdeosprimeirosestudossobre a profiss:o,tem sido denunciadoecontestado o elitismo da profissëo,traduzido,principalmente,noviésclfnico de suaatuaçào.A literatura registra,também,que talviésests presente,de formamarcante,na pröpriaformaçâodeseprofissional.Esteestudoteveporobjetivolevantarasmotivaçöesexpressasporestudantesdocurso de Psicologiada UFRN e de candidatosao concurso vestibularoptantesdacareiradepsicölogo,comopartedeum projetoinclusivoacercadacontiguraçâodaPsicologianoRi0GrandedoNorte.Ossujeitosdesteestudo foram 121estudantes,dosquais51alunosdosterceirosanosdo 2o grau e de classespreparatöliasparao vestibulardeescolasdeNatal,inscritosno concurso vestibular/1997daUFRN,com primeiraopçsoem PsicologiatGnlpoA)e70alunosdocursodePsicologiadaUFRN (1t?ao 5/anos)tGrupoB).Ambosresponderam aquestionsriossemi-estruturadosespecfficosparacadaum dosdoisgrupos.Dentre osprincipaisresultadosfiguramasrazöesalegadasparaa escolha da profissào,agrupadosemcinco categoriasgerais:


FORH -Formaçao em Psicologiasentagaraaformaçsoeatuaçqoprotissional.Esteestudo,partedeum projetomaisamplo quevisainvestigaravarivelgêneronaproduçâo de conhecimento e na prltica profissional,teve porobjetivorealizarumacaracterizaç:opreliminarquestâodasrelaçöesgênero-confonnaçâodo campo protissionaldo psicölogonorte-rio-grandense,tomando como base um levantamento geral(formaçsoacadêmicaeexercfcioprotissional)obtidoatravésdeum questionM o enviado aospsic4logosinscritosno ConselhoRegionaldePsicologia,residentesno Rio Grandedo Norte.Dentreosprincipaisresultados,que contirmam a predominância dosexofeminino (91%)em relaçàoaosprofissionaisdedosexomasculino(9%),destacam-seum envolvimentodiferenciadoemestudosdepös-graduaçâo(9% dosprofissionaisquerealizaramessesestudossào dosexo feminino contra 27% do sexo masculino)eumarelativaequivalênciacomrelaçàoàspreferênciaspelasIreasdeatuaçâo(dosprofissionaisqueatuam somentenumaJrea,67% dasmulherese 60% doshomensestào na érea clinica,20%doshomense15% dasmulheresna srea organizacional,10% doshomense 6% dasmulheresnasreaescolar,5% dasmulheresnaéreahospitalare 2% nairea social,nëo se registrando casosdeatuaç:odosexomasculinonessastiltimaséreas).Sâodiscutidasalgumasquestöesacercadascaracterfsticasimprimidaspela vari-Jvelgênero e implicaçöes,para a profissâo,de uma talpredominânciadosexofeminino.(CNPq)- 000-FORM 1.07A MOTIVACAO COMO MEDIADORA DO PROCESSO DEFORMAG O EM PSICOLOGIA.CarlaGuanaeseMarisaJt7plf?:Universidadede Sâo Paulo -Ribeirâo Preto.Ampliando pesquisasanterioressobre o processo deform açëoem Psicologia,esteestudotevecomoobjetivoinvestigarapercepç:ode alunose professoressobre sua motivaçëo na situaçàode ensino-aprendizagem.Participaram 35 alunosdo 20ao 50anoe 26 professoresdo CursodePsicologia da FFCLRP-USP.Osdadosforam coletadosatravésdequestionério auto-aplicado,contendoquestöe.sfechadase abertas,relativasà auto/heteropercepfâoacercado nfvelde motivaçso,dosindfciosobservadose dosfatoresqueinterferemnesta,e foram tratadosporprocedimentosdeanslise categorialde contetido.Osresultadosindicam que a grandem aioria dosalunoseprofessorespercebem-se e sâo percebidoscomomotivadosem suasatividadesde ensino-aprendizagem,sobretudo nosestâgiose naspesquisasdeiniciaçâo cientftica.Ascategoriasresultantesda anâlisedosindfciosdamotivaçâo dosalunosrevelaram que,tanto naavaliaçâo delescomo dosprofessores,oenvolvimento e a postura frente à.aprendizagem foramtomadoscomocritériosijéamotivaçâodosprofessoresfoiavaliada,tantoporelescomo pelosalunos,atravésdeindfciosrelativosaoseu envolvimento ecompetência paraasatividadesde ensinoe à,mancira como estruturam asituaçâo deensino-aprendizagem.Ascategoriasresultantesda anélise dosfatoresindicouque,tanto na percepçâo dosalunoscomo dosprofessores,oscontéudos/atividadesdasdisciplinas,bem como aspectosrelativosaoprofessor,ao aluno eao contexto interferem no nfveldemotivaçâo dosalunosem suasatividadesde aprendizagem.Damesma fonna,também napercepçëo de ambosossub-grupos,amotivaçâo dosprofessorespara suasatividadesde ensino sofreinfluência de aspectosrelativosao aluno,ao pröprio professoreaocontexto.A anélise comparativa dosresultadospenniteverificartambémque apesarda percepçâo dosprofessorese alunosserem convergentes,tantocom relaçàoa0sindfciosobservados,como em relaçâo aosfatoresenvolvidosno nfvelde motivaçlo deambosossub-grupos,elesdiferem naênfase atribufda aosdiversosindfciosefatores.sugerindodiferençasde expectativasquantoao papelde aluno e professorno processo de ensino-aprendizagemem que estio envolvidos.Apesardessasdiferenças,essasexpectativassubjacentesrelativasaospapéis,em ambosossubgrupos,sugereumaconcepçâoda sittlaçâo de ensino-aprendizagemquepode serquestionada quanto àsua eficiência para a qualidadeda formaçâo em Psicologia,tendo em vista o papelprofissionaldopsicölogonoatlalcontextodarealidadesocial.(CNPq)-000-FORM 1.08AUTISMO INFANTIL:CONCEPIXESDEPSICöLOGOSEINTERVENIX ESREALIZADASEM EDUCAIAO ESPECI-AL.Sônia R./:Enumo.'t/g/rft/S.P Henriques,SimoneE Alvim,â?a B.M.Fa/cJ/,Luciana N.de Souza,Renataé.s'Jcc/lfeSusaneV Zanotti.UniversidadeFedcraldo Espfrito Santo.O autismo 6um dostranstomosinvasivosdo desenvolvimentoinfantilquemanifesta-se antesde trêsanosde idade,comprometendoo funcionamento nonnalem todasastrêséreas:interaçâosocial,comunicaçâo e comportamento restrito/repetitivo.Estetranstol'noémaiscomumentediagnosticado em meninos(trêsaquatrovezesmais)e,napopulaçào brasileira,nota-seumaaltaprevalência:4-5 casos/lo.000 indivfduos.Contudo,ainda é baixoo ntimero deestudose relatosde intervençëo,principalmenteno Estado do Espfrito Santo.Estetrabalho faz parte de um programadepesquisasobre a fonnaçâo e capacitaçio de recursoshumanosem Educaç:o Especialnesse Estado.Especitk amente,visou identificarasconcepçöesdeautismoedescrevercomo estésendo feita a intervençào nessa érea.Foram gravadas10 entrevistascompsicölogosde 8instituiçöesde Educaçio EspecialdaGrande Vitöria/Es.Estaentrevista foirealizadautilizando-se umroteiro de 21questöesabertas,referentesà identificaçâo do profissional,àconcepçâo,ao diagnöstico,à intervençâo eao prognösticodo autista.Osdadosassim obtidosforam categolizadoseanalisados.Observou-se quea maioriadospsicölogosgraduousenaUniversidadeFederaldoEspfritoSantoIUFESI,hémaisde5anos(6-15anos),en;otem qualquercursodeespecializaç:oem Educaçâo Especial,apresentando diticuldadespal.adetiniressetranstorno.0 autiskmo é desclito pelosentrevistadoscomo umcaso de isolamento social/realidade,diagnosticado atravésdeobselwaçâo e entrevistacom acriança,encaminhadapormédicos.Aintervençâo é centralizada nafamflia e utiliza-se brinquedos(sonoros)notrabalhocomacrimxa.O diagnösticoéconsiderado,porgrandepartedosentrevistados,nâocontiével,mashéexpectativasde cura.M uitosse dizem despreparadose com dificuldadesparaatuarnessaérea.Essesdadosmostramaneceésidadedeumamelhorcapacitaçëonaérea porparte dasinsfituiçöesresponséveispela Educaçâo Especial.Em relaçâo à formaçâo depsicölogos,entendemoscomo relevanteuma revisâo cuniculardo curso de psicologia,especialmente nasJreasde psicopatologia,psicodiagnöstico,clfnica infantil,psicologia do excepcionaleavaliaçëododesenvolvimento.(PET/CAPES)- 000-13lSBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologia


F'OBM -Fpnnnftib el?1PsicokgiaFORM 1.09A FORMACAO UNIVERSIT/RIA E A VEICULAIAO DACULTURA UNIVERSAL.àntonioW lsonPagotti;Man'liaRe-ginadeFreitasMarinho.FaculdadesIntegradasdoTriângulo-MinasGeraisA veiculaçfodaculturauniversalnomeiouniversitlriotem,segundo0estudodePagotiePagoti(1995)naéreadaPsicologia,ocupadoltlgarpeuco relevantenaformaçâodoestudante.Procurandoampliar0conhecimentosobreestaconstatajfo,opresentetrabalhoprocuraveriticarseem outroséreasdosaber:PedagogiaeComputaçso0mesmofatoocore.Foram sujeitos95universitsriossendo47docursodePedagogia(38dosepndoanoe09doquartoano)e48alunosdo cursodeComputaçso(37dosegundoe11doquartoano).Oinstrumentoconstoude60nomesdepessoascontemporâneas(30brasileirose30estrangeiros)quemuito contribuiram na relaçâo cultura-sociedade.Essesnomesforam locadosem dezcategorias:mtisica,teatro,cinema,outrasartes,literatura,polftica institucional,movimentosrevolucionslios,satide,yensadoreseesporte.Procedimento:0alunoreceàiaumafolhacontendo 10 categoriasnumeradase 60 nomes.Ele eraorientado a colocarno espaço em branco à frentedo nome,ontimerocorrespondenteacategoria.Osresultadosgeraismostramquea médiade acertospara osalunosdePedagogiafoide19,1%,sendo19,6% paraosalunosdesegundoanoe18,6%paraosdequarto ano.NocursodeComputaçsoamédiageralf0i17,5% sendo16,9% garaosegundo an0e18,1% paraosquarto.Foramlevantados'eanalisadostambém dadosdecategoriasenomesc0m maiorntimerodeacertos.A partird0srestltadosgodeseconcluirqueamédiageraldeacertosébaixa;quehsumaalienaçso relevanteàsquestöesrelativasa cultura universal;queprlgrioensinoemeiouniversitsrio,aoqueparece,em nadacontribuempara a formaçso culturaluniversalista.Osdadosobtidosassemelham-seaosencontradosporPagottiePagotti(1995)comestudantesde Psicologia,o queamplia a afinnaçào ç:o ensino e omeio universitsrio que deveriam serum campo efervecente àsquestöesculturaise consequentemente crfticasestâo abdicandodesta responsabilidade'.l32SBP -XXVIIReuni:o AnualdePsicologia


H IST6RIA DA Pslcol-oGlA


HIST -Histôria daPsicologiaHIS 1.01CONDIX ESO CIO-PATOGZNICASDA HISTERIA CON-FORME M/DICOSHIGIENISTASBAIANOSDO S/CULOXIX.PatrlciaCarlaSilva do75/:eMarinaMassimi.Departarltrnft/dePsicologiaeFtflfccitib-FaculdadedeFilosoha,(7JnciaseD'JTUJdeRibeirâoPreto-UniversidadedeUS'J/Paulo.A presentepesquisatevecomoobjetivooferecerumacontribuiçâ()aoestudo histörico doconceito de histeriana cultura acadêmicabrasileiradoséculoXIXemaisespeciticamentesedeteveno entendimento dascondiçöessöcio -patogênicasda histeria,segundo médicoshigienistasbaianos.Para isto,foram analisadasdeztesesmédicasqueversam sobreoconceitodehisteria,sendoesteoobjetocentraldeestudodamaioriadelas,porém havendoalgumasque tratavam indiretamenteda histeria.AstesesescolhidasconstamnaproduçâocientflicadaFaculdadedeMedicinadaBahia noperfodo que seestendede 1851a 1894,elaboradaspelosestudantesparaaobtençào do grau dedoutoreque foramlevantadasnoMemorialdaMedicina(localizadanoTerreirodeJesus,antigasededaFaculdadedeMedicinadaBahia),noqualse encontra um vasto acervo dasproduçöesacadêmicasdaFaculdade.Aanélise consistiu em reconhecerasvâriasconcepçöesdahisteria encerradasnestasteses,bem como conhecera etiologia,a sintomatologia e a terapêutica da histeria formuladasporcadaautor.Dentre estespontosmereceu destaque,pela relevl cia destasnasteses,adenominafâodascausassociaisou condiföess(%cio -patogênicasdamoléstia.Dessa fonnapretendeu-seuma investigaçâodaconcepç:o teörica da medicina,daenfermidadepsfquica,bem como investigarqualaconcepçâo teörica da histeriaembasaaconcepçâo do autorbrasileiro,tendo como referênciaa elaboraçâo decategoriasconstimfdascom base nosmodelosexplicativosdahisteliapinçadosnaobradeétienneThlat,çlistöriadaHisteria'(1991).Foramretiradasasconcepçöesquerepresentaramum marco diferencialnaformadeentendera histeriae de explicaresta moléstia.Foiobservado ()quanto astesesdocumentamainserç:o da culturamédicana vidadosindivfduose dasociedade brasileira,bem como o quanto apröplia definiçào dehisteria e a formulaçào de condiföessöcio -patogênic% estâovinculadasa perspectiva higienistado século XIX de controlesocialdosindivfduosapartirdasnormatizaçöesmédicas.Ascondiçöessociaisquepropiciam eaté mesmo produzem o aparecimentoda histeriadeviam passarpelo crivo danormamédica eserem modificadas,tratando-se da possibilidade deumamedicinasocialpreventiva dosdesvios,dapatologiaou ainda,de umahigienesocial.(CNPq)- 000-H1S 1.02A C


HIST -Histth-iadaPskologiadesenvolvimentodasreadeconhecimento.Asimplicaçöesd0sresultadossâo de doistipos:tanto ocorrea identificaçâo deparâmetrospara0examedaproduçâodaPsicologiacontemporânea,quantoéconfinnadaaefetividadedeumprocedimentodeestldoparaaHistöriadaPsicologiamaisvoltadaaosproblemasqueprovocaram asuaevoluçsodoqueasproposiçöesqueapareçamcomofdinvençöes'dosconstrutoresdaârea.(CAPES).H1S1.04


M ETODOLOGIA DE PESQUISA EINSTRUM ENTAC&O


METD -Metodologia dePesquisa eTrlnamerldfdbMETD 1.01A INICIAIAO CIENTfFICA DE ESTUDANTESUNIVERSI-TXRIOSDA PONTIFfCIA UNIVERSIDADE CAO LICA DECAM PINAS.lsabelCristina Dib Barian,Pontiffcia UniversidadeCatölicadeCampinase M ariana Karina Dïrnlrzft?,PontiffciaUniversidadeCatölicadeCampinas).0sanos90 têm sido caracterizadoscomo a'Décadada IniciaçâoCientftica''e parece haveracordo naliteratura quea iniciaçâocientffica(IC)éocaminhogaraaindependênciaintelectual,poiscontribuiparao desenvolvimento de um raciocfnio maiscrftico eda autonomia,e dela podeemergira vocaçâo de cientista.Entretanto,investigaçöesSobreesse assunto nào sâo numerosasnoBrasil.Assim,o presente estudo visou realizaruma caracterizaçàodosalunosdaPUCCAMP vinculadosaprogramasde IC,identiticando e descrevendo osprincipaismotivosdo ingressonestesprogramas,asatividadesdesenvolvidascom maisfacilidadee maisdificuldade,elementosrelevantesparao sucesso dotrabalho de pesquisacientftk a,pretensso de cursarpös-graduaç:oejustitkativasapresentadasparatal.Osdadosforamcoletadosatravésdaaplicaçâo de um questionlrio,com 21questöesabertasefechadas,juntoa49bolsistas(39% dototal),distlibufdosemtrêsprogramasde IC:PIBIC/CNPq,PET/CAPES eCEAP/PUCCAMR Osdadosforam analisadosquantitativa e qualitativamente.Osresultadosindicamque osprincipaismotivosquelevam osestudantesaseengajarem em programasdeIC sâo:possibilidade de melhoria daformaçâo acadêmica edasperspectivasprofissionais;apröpriaatividade de pesquisa,'a modalidadeda pesquisae o assunto investigado,aliadosamotivospessoais.Dentre asatividadesdesenvolvidascom maisfacilidade estëo olevantamento bibliogrlfico e asreferentesàcoletae ansisedosdados.HJ atividadesque sâo apontadascomo desenvolvidascomfacilidade,poralgunsestudantese com diticuldade,poroutros;destacando-se com tendência para E'facilidade'a revisâo daliteraturae com tendência para E'diticuldade',a redaçâo eaapresentaç:odepesquisas.Aspectospessoais(comointeresse,motivaçào,dedicaçâo,empenho)sâoindicadospor59% dosinfonnantescomoelementosrelevantespara o sucesso do trabalho de pesquisacientfica;seguidosporaspectosrelativosàozientaflo,comointeresse,incentivo,apoio,competênciadoorientador(39%)easpectosreferentesàatividadedepesquisa(33%).Quaseatotalidadedosbolsistas(92%)atirmapretendercursarpös-graduaç:o,devido ao interessepelaatividade de pesquisa e por esta propiciarcrescimentoe realizaçâo pessoale aprimoramento profissional.Pode-seapreender,a partirdasrespostasdosbolsistas,aexpectativadosbeneffciosdiretose indiretosprovenientesda IC,nosseusestudos,suasfuturasatividadesprofissionaisecomocidadâos.-000-M ETD 1.02ESTUDO PRELIM INAR:ESTUDANTES DE PSICOLOGIACONSEGUEM IDENTIFICAR A M ENTIRA îMônica Portela,Ana Paula Abreu,Ftl/iït7M aria Congro TelleseCarlosAméricoAlvesPereira.UniversidadeFederaldo Rio deJaneiro.Pesquisasvem sendorealizadas.com oobjetivodeverificaracapacidade deobservadoresem determinarquando alguém est;mentindo,bem como quaisindicadoresdem entira sâo identiticadospelosobselwadores.Taispesquisasmostraramque aposturado corpo eosgestos,dosquaisgeralmente nâo se tem tanta cons-ciênciaecontrole(quantoaface)sâoimportantesfontesdeindis-SBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologiacfiçâo nso-verbal,e servem como pistaspara indicara mentira.Apresentepesquisatem comoobjetivoverificarSeoestudantedepsicologiaestscapacitadoadetectaramentira,ouseja,seesteconsegueidentificarquando alguém estlmentindo,alcançandofndicesdeacerto acima do acaso.Paraestet'im ,foielaboradauma investigaçào,onde 108 estudantesdostiltimosanosdo cursodepsicologia,provenientesdc trêsfaculdadese universidadesdo Rio de Janeiro,deveriam identificarseaspessoasestavammentindo ou falando a verdade,atravésde doisvfdeos.Osvfdeosforam compostosporquatroesquetes,contendo doisrelatosverdadeirosedoisfalsos,sendoqueambososççatores'(umhûmemeumamulher)foram expostosaduassituaçöesdeentrevista(mentiraeverdade).Osesquetesselecionadosforampreviamentevalidadosporquatroobservadorestreinados,ouseja,medidascomportamentaisrevelaram diferençassignificativasno comportamentonâo-verbalentre osEeatores'quandoestesdiziam a verdadeeamentira.ApösassistircadaumdoSquatro esquetesosparticipantesdeveriam respondera um questionM o,indicandoseosdatores'estavam dizendo averdadeou amentira,bem comolistaraspistasnsmverbaisrelacionadasà mentiraidentificada.Osdadosforam analisadosatravésdoChi-ouadrado.Osresultadosindicaramque osestudantesde psicologia nâo foram capazesdeidentificarquandoosçsatores'estavam mentindo(X2geraldamentira=112,67.,a=0,001.,gl= 2)oufalandoaverdade(X2geraldaverdade= 135,50.,a= 0,001',gl= 2).Veriticou-se,ainda,queosparticipantesobtiveram um maiorfndicede acertoquandoosdtatores'femininosestavam mentindo(34%)ou falandoaverdade(25%),em comparaçâoaosS'atores'masculinos(17%)e(16%)respectivamente,emboraestefndicede acertotenhasido consideravelmente baixo.Concluiu-se queosestudantesdepsicologiaque participaram dapesquisa,em geral,nào estâocapacitadosaidentiticaramentira,t:o pouco averdade,atravésdeindfciosnâo-verbais.- 000-METD 1.03LEVANTAM ENTO DE OPINIAO E RECONHECIMENTODOSSINAISNXO-VERBAISIDENTIFICADORESDEMEN-TIRA.M ônica Portela,xntzPaula Abreu Vânia Maria CongroTeleseCarlosztpzllrïctpAlvesPereira.Universidade FederaldoRio deJaneiro.Asmentiras,àsvezes,podem serdescobertasdevido a fatose/oupessoasqueascontradigam,e/ou em funç:o de pistasnacondutade quem mente,como seucomportamento nâo-verbal.A presentepesquisaobjetivalevantaraopini:odosestudantesdepsicologiasobrequestöesrelacionadasa identificaçâo damentira e arespeito do comportamento nâo-verbal,bem como verificarseosparticipantesconhecem osindfcioscomportamentaisnâo-verbaisindicadoresdementiralevantadosporEkmaneFriesen(1984)eEkman(1985).Com esteobjetivo,foielaboradaumainvestigaç:o,onde108estudantesdosliltimosanosdo curso depsicologia,provenientesdetrêsfaculdadese universidadesdo Rio deJaneiro,deveriam responderaum questionério(levantamentodeopiniso)eaumaavaliaçâosobreaspistasnâo-verbaisindicadorasde mentira.Paraestest'insforam elaboradososseguintesinstrumentos'.1)umquestionM o,compostoporsetequestöes(abertasefechadas),quevisalevantaraopiniâodosparticipantessobreapercepçëodamentiraesobreocomportamentonâo-verbal;2)avaliaç:o,sob a forma de mtiltipla escolha,contendo 17 questöes.Oobjetivodestaavaliaçâofoiverificarafamiliaridadedossujeitoscom osindfciosn:o-verbaisindicadoresdementirale-139


METD -Metodologia de Pesquisa elnln-ltplenfcft'ipvantadosp0rEkmaneFriesen(1984)eEkman(1985).Asquestöesabertasforamanalisadasatravésdatécnicade anslise de contetido(Bardin,1994),enquantoqueasfechadasatravésdeumaanâlise percentual.Dentre aanâlisedosresultadosdo levantamentode opiniâo pode-se destacar,que 85% dosparticipantes(92pcssoas)dapesquisapensam queéimportantequeopsicölogosaibaidentificaramentira,10%(11pessoas)dossujeitospensamque a identiticaçso da mentira é algo irrelevantepara o trabalh0dopsicplogo,enquantoque7%(5pessoas)responderam que'lsvezes'éimportantequeo psicölogosaibadetectaramentira.Velificou-se,ainda,que a maiorpartedosgarticigantesda presentepesquisa,desconheceaspistasnâo-verbaisindicadorasdementira.Conclui-seque,emboragrandepartedosestudantesparticipantesdapesquisa percebam a identiticaçâo da mentiracomoalgo importante para a suaprotissâo,em geral,osmesmosnâoestâo familializadoscom aspistasnâo-verbaisindicadorasdementira.- 000-METD 1.44A INFLUENCIA DO SEXO E DA IDADE NA ESCOLHAAMOROSA.hnzlise Salazar,Erica Nobre eLilian Gonçalves -Mestrado -UniversidadeFederaldo Rio de Janeiro.A presentepesquisavisa veritkara influênciado sexoe da idadenaescolha de um companheiro amoroso a partirdedezcaracterfsticasespecificadas,sendosexo eidadevarisveisindependentes.aprimeirapossuindodoisnfveis(masculinoefeminino)easegunda,três(13a18anos,30a40anose50a60anos)easdezcaracterfsticasvariéveisdependentes(generosidade,autoconfianfa,maturidade,fidelidade,companheilismo,sinceridade,beleza,independênciatinanceira,romantismoeinteligência).Aamostra foirepresentadaporsessentapessoasdistribufdascquitativamente entreossexose nasfaixasetM ascitadas,pertencentesaonfvelsöcio-econômico médio.0 instrumentoutilizadofoiumaescala intervalarconstmfda pelospröpriospesquisadores,ondeforam apresentadasasdez caracterfsticasem ordemaleatöria.A escala consistiadecinco opçöesderespostaparacada caracterfstica:sem importânciw pouca imporlncia,importânciamédiw muita importância eindispensével,que variavamdo ntimero l ao 5 respectivamente.Verificou-se que o sexoe a idade influenciam no gl'au de importância atribufdo àscaracterfsticasemquestso.Com relaçâoaosexo,ascaracterfsticas/ldelidadee beleza foram astînicasconsideradasmaisimportantespeloshomensdo que pelasmulheres.Asmulheresconsideraramautoconjança,l?zt7lurflt7#d,independênciafinanceiraeromantismomaisimportantesdo que oshomensosavaliaram.Homensemulheresderam importânciasemelhante àsoutrasquatro caracterfsticas(companheirismo,generosidade,sinceridadeefnld/igência).Apesardenâoterhavidodiferençasignitkativaentreasavaliaçöesde ambosossexosnasquatro caracterfsticascitadas,somente umadelasfoiavaliadacomo maisimportante paraoshomensdo que paraasmulheres-a sinceridade,dondeinfere-se,apriori,queasmulheressâ0maisexigentesdoqueoshomensœ m relaçâoàescolha de um companheiro amoroso.Com relaç:oà faixa etfria,para apenasduascaracterfsticashouve diferençasigniticativa:independLnciahnanceira,maisvalorizadapelaspesoasdemeiaidade(30-40 anos)ebeleza,maisvalorizadapelosjovens(13-18anos).Concluiu-sequeosexoexercemaiorinfluênciana avaliaçào dascaracterfsticasprivilegiadasnuma escolhaamorosa do que aidade.Observou-se interaçso entreasvarisveissexoeidadeem trêscaractcrfsticas.'hdelidzde,sinceri-Jz?W: e romantismo.A0 analisar-seaamostra como um todo,observa-sequeasgessoasderammuitaimgortânciaàsinceridade,hdelidadeecompanbeirismoegoucaimportânciaài?;&p&;JJrlciahhanceiraebeleza.(CAPES)-000-METD 1.05VALIDAG O DA MEDIDA DE PROCURA DEEMPREGO(MPE).MirleneMariaMatiasSiqueira eSandra EniFernandesNunesPereira.Universidade Federalde Uberlândia.M uitaspessoas,estando empregadasou nào,procuram poroportunidadesdetrabalho em diferentesorganizaçöes.A busca poralternativasde trabalho tem sido uma varilvelinclufda em diversosmodelosderntatividadevoluntsria.Aprocura portrabalhoesté inserida naliteratura do comportamento organizacionalcomoum avarilvelcomportamental,representando açöesqueresultemnaconquista de um novo emprego.Estecomponente comportamental,porrepresentarumplano defuturo desligamento do sistema,parececonstituir-se numaaltem ativa maisadequada do quetaxasreaisde rotatividade,visto que elepode subsidiarfuturaspolfticasorganizacionaisquevisem diagnosticare,posterionnente,planejarestratégiasqueasegurem apennanênciado patrimôniohumanonosistema.Esteestudotem comoobjetivovalidar,paraomeiobrasileiro,umaMedidadeProcuradeEmprego(MPE)elaboradaporBlau(1993),compostaportrezeitens.Estaescalafoitraduzida e aplicada a 215 candidatosaemprego dossexosmasculino(64,2%)efeminino(34,9%),com idadeentre16e59anoseescolaridadevariando entre o primeiro grau incompleto àterceiro grau completo.Sobreasrespostasobtidas,realizaram-seanslisesdoscomportamentosprincipaise rotaçöesfatoriaisoblfqua(obliminjeortogonal,utilizando-seosubprogamaFactordoSPSS.A anélisedoscomponentesprincipais,sobre os13itensda M PE,apontou a existênciade apenasnm fatorimportante(eigenvalue> 1,5).explicando25,8% davariânciatotal.Diantedestesresultadosfoicontirmadaumaestrutura unidimensionaldaMPE,compostapor12itens,cujaprecispofoide0,76,seforeliminado o item n.O2,o qualcompromete aconfiabilidadedamedida,reduzindo-apal'a0,75.Com estesresultadosaMPE podeserconsiderada uma escala adequada para aplicaçào em contextosdepesquisasnacionais.(CNPq).- 000-l40SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


Pslcol-oGlA O RGANIZACIONALE Do T M BALHO


0RG -Psicologia Orgtmizacionale do TrabalhoORG 1.01A RELAIAO MOTIVAG O,APLICABILIDADE,ESTRUTU-RAE APRENDIZAGEM NAAVALIACAODOTREINAMEN-TO.MagalldosSantosMachado.Empresa Brasileira de PesquisaAgropecuMa-EMBRAPA eUniversidade deBrasflia.Nasduasliltimasdécadas,tem se verificado um aumento do investimentona melhoria daqualidadedo capitalhumano dasempresas,atravésdaintensificaçâo dasaçöesde treinam entodirecionadasparaacompetitividade e inovaçâo.Açöesessasquenecessitam de um contfnuo monitoramento e avaliaçào,em funçâodosaltoscustose da necessidade de gerarem impactono desempenhodosindivfduos.Dadaa importânciado processo deaprendizagem,em funçâo do papelmoderadorquee1e exerce namaioria dosmodelosde avaliaç:o e efetividade,procurou-se,atravésdessapesquisa,analisara relaçâo dasvarilveismotivaçâo,aplicabilidade e estrutura do curso com a varisvelaprendizagem,naavaliaçso dereaçâo do treinamento.Eraesperado que apercepçâoda motivaçào,aplicabilidade eestrutura do curso,porpartedostreinandos,estivesse associadapositivamente à.percepçâo daaprendizagem.A amostra foicompostapor138 pessoasque participaramdoscursosdelfderesdeprojetos,realizadosporumagrande empresa ptiblica brasileira.Osdadosforam coletadosatravésdeum formulM o de avaliaçâo de reaçâo,composto de umitem especftico para cada uma das4 varilveis,que foram analisadaspelostreinandosatravésdeumaescaladequantidadede 5pontos,tipo Likert.A varilvelmotivaçào foianalisadade acordocom a percepçâo do quantoo curso atendeu àsexpectativaspréviasdostreinandos.Avarisvelaplicabilidade foianalisadaemfunçâo do quanto ostreinandospercebiam queo curso era aplicsve1aoseutrabalho.O nfveldeclarezadosobjetivosedocontetidodo curso foiutilizado para a anéliseda varivelestrutura.E,portîltimo,a varisvelaprendizagem foianalisada em funçâo dapercepçâodostreinandossobreonfveldeapreensâodosobjetivoseconteido,obtido no curso.Osresultadosda anélise de regressâo(n = 138)indicam que asvarilveismotivaç:oeaplicabilidade s:o signiticantespreditorasda aprendizagem ,explicando65%davariância(p (0,0001),enquantoqueparaavaliivelestrutura do curso nëo foram encontradascorrelaçöessigniticativas.Apesardaslimitaçöesdo estudo e do fato deoutrasvarifveisinterferiremno processo deaprendizagem ,implicaçöesdosresultadossëodiscutidasem funçâo de suacontribuiçëopara o entendimento dosmodelosdeavaliaçâo do treinamento.(EMBRAPA)- 000-ORG 1.02A PSICOLOGIA AM BIENTAL E O ESTUDO DE PROBLE-MASRELACIONADOSA SITUACOESDE TRABALHO.RaqueldeBarrosPinto,Joanna Carolina Ramalho e Oliveira eMarcosRibeiroFerreira (UniversidadeFederaldeSantaCatarina).Dadaa caracterizaçâo dasubsrea PsicologiaAmbientalcomoaquela que dirige atençâo à.relaçâo entre sereshumanos e seuambiente,foihipotetizado que elativesse contlibuiçöesinovadorasaapresentaràpesquisa de problemasrelacionadosao trabalhohumano.Foirealizado levantamento em basesde dadosinternacionaise,aseguir,a sistematizaçâo da produçào depesquisadoresrelacionadosaPsicologiaAmbientalacercadassituaçöesde trabalho.Foram identificadastrêsveltentesna produçâo deconhecimento:1)aquelaqueexaminaassituaçöesdetrabalhoSBP - XXV IReunio AnualdePsicologiacomoaconcretizaçâodotipoderelacionamento(sentimentos,expectativas,etc)dotrabalhadorem relaç:oaoseutrabalhoe/ouàorganizaçâoà.qualestejavinculado',2)aquelaqueexaminaasconsequênciasdecaracterfsticasdoambientedetrabalho(bartllho,calor,luminosidade,etc)sobreasatidedotrabalhador;e,3)aquelaque examina asconsequênciasdestasmesmascaracterfsticasdoambientesobrea perfonnance dostrabalhadores.Ocorrediferenciaçâoentreospesquisadoreseuropeusenorte-americanosnoquese refereaotipo deproblemaeleito para estudo,sendoque oseuropeusparecem maisvinculadosà primeiravertenteapontada e osnorte-americanostêm maior produçào nasduassegundasvertentes.A produçâo de pesquisadoresbrasileiros,deresto incipienteno âmbito daPsicologiaAmbiental,n:o foiapontadaporqualquerbase dedadosconsultadano tocante ao estudodassituaçöesde trabalho.A ausênciade diferenciaçâo significativadaproduçâo daPsicologia Ambientalem relaç:o a situaçöesdetrabalho(quandocomparadacom acontribuiçâodeoutrassubsreasdaPsicologia)édiscutidadesdeaperspectivadequeessa subsrea nâo tenhachegado a se constituircomo umavisàoalternativa e inovadorano âmbito da érea da Psicologia,conformepretenderamseuscriadores.- 000-ORG 1.03DESAMPARO APRENDIDO E ANSIEDADE:CORRELA-X ESEM SUJEITOSDESEMPREGADOSDO SEXO MAS-CULINO.Priscila Maria Sérgio Martinse AmauriGouveiaJlf?iftp?iDepartamento de Psicologia,Universidade EstadualPaulista,CampusBauru.O objetivodestetrabalhofoiveriticarseexistiriam corelaçöesentreo estilo explicativo de adversidadesda vidaeo grau deansiedadepresente em indivfduosdo sexo masculino desempregadosqueprocuraramo Centro de Orientaçâo parao Trabalho(COT)em Bauru(SP),quevisaaorientaçëopsico-jurfdicadestessujeitos.0perfododecoletaestendeu-sede10 a12/1996.Foram utilizados40sujeitosdivididosem 4grupos(n=10)segundofaixaetéria(18-25anos;26-32 anos;33-39anos;e40-46anosl,a0squaisfoiaplicadososquestionM osreferentesaoestiloexplicativoeansiedade(IDATE-TeIDATE-E).O questionériosobreestilo explicativo dava-nosum parâmetro do modo deatribuiçâodecasualidadepelosujeito,segundoahipötesedodesamparoaprendido.J4.oIDATE-E permitia-nosum parâmetro daansiedadeem termosdeestado(aansiedadenomomentodaaplicaç:o)eoIDArx-Tpermitia-nosmedirsuaansiedadetraço(aquelapresentenodia-a-diadosujeito).Aansliseestatfsticaindicouuma correlaçâo negativa entre o estilo explicativo e o IDATE-E,de fonnaquequanto maioraansiedade,maispessimista o estiloexplicativo,e vice-versa.Além disto,adispersëo dosdadosmostrouserdependente da idade,apresentando maiorvariaçâo comrelaçâo ao estimo explicativo e menorquanto aansiedadeem indivfduosdosgruposmaisidosos.- 000-ORG 1.04APRIM ORAM ENTO DE UM INSTRUM ENTO DECOM POR-TAMENTOSDECIDADANIA ORGANIM CIONAL.JulianaBarreiros Porto e Alvaro Tamayo.Universidade de Brasflia.Osinstrumentosutilizadospara medirosComportamentosdeCidadania Organizacional,nasua m aioria,têm apresentadofa-143


ORG -PsicologiaOrgaaizacionaledo b'abalholhasgelaconfusâosobreoconceitodecidadania.O desenvolvimentode instrumentalpara acessarestescomportamentostem semostrado de grande relevlciaparao aprofundamento dosestudossobreseusantecedenteseconsequentes.No Brasil,Siqueira(1995)desenvolveuevalidouum instrumentoautoavaliativodeintençào comportamentalconsiderando osaspectosessenciaisdoconceito.O seuinstrumento,apesardaboafundamentaçso,apresentoufndicesdeconfiabilidadeabaixode0,80,gossivelmente,devido ao reduzido ntimero deitensporfator.Portanto,constituiu-secomoobjetivodestetrabalhoaprimoraroinstrumentodemedida de comportamentosde CidadaniaOrganizacionaldesenvolvidoporSiqueira(1995).Paraaconsecuçâodesteobjetivofez-se necessM o aumentaro ntimero de itensdo instrumento apartirdaliteratura.A förmtladeSpeannan-Brownn= r(1-rtl/rrr(1-nmlfoiutilizadaparadeterminarontimerodeitensnecessiriosparaobterum coeficiente de precisëo maiselevado.çbram elaborados58itensque foram agregadosaos18do instrumentooriginal.O novo instrumento foiaplicado em 1.122 funcionMosde diversasorganizaçöesdo Distrito Federal.Osdadosobtidosforam subm etidosa anslisesfatoriaisutilizando-se ométodo Pafcom rotaç:o varimu e oblfqua.Osresultadosconfirmaramoscincofatoresiniciaisdoinstrumento,asabervl)criaçâodeclimafavorsvelàorganizaçionoambienteextemo(a= 0.89),2)sugestöescriativasaosistema(a= 0.92),3)proteçâo aosistema(a=0.82),4)autotreinamento(a=0.76)e5)cooperaçâocomoscolegasdetrabalho(a= 0.85).Conclui-sequehouveumasensfvelmelhorapara osfndicesde congruência interna,dadosqueindicam um nitidoaprimoramentodoquestiono oinicial.(CNPq).- 000-ORG 105 :INFLUENCIA DA IDADE E D0 GGNERO NO COMPORTA-MENTO DE CIDADANIA ORGANIZACIONAL.AlvaroTamayo,Verônica B.de Oliveira,Renata,S.Carvalho,eAndré,L.F.M oniz.Universidadede Brasflia.Na liltim adécadatem aumentado a popularidade do conceitodecidadania organizacionale numerosospesquisadorestêm realizadoestudosempfricosvisando identificarosantecedentese osconseqûentesdo comportamento de cidadaniaorganizacional.Atéo presente oscorrelatosmaissölidosda cidadania organizacionalsâoasatisfaçâonotrabalho,apercepçâodejustkaorganizacionale o comprometimento afetivo.O escopo destapesquisa foiestudaroimpacto da idade e do gênero sobreo comportamento decidadania organizacional.A amostra foicomposta por299 empregados,divididosemtrêsfaixaseto as:de20 a35anos(n-91),de36a42(n= 118)ede43a60(n=90).A EscaladeCidadaniaOrganizacional(ECO)deSiqueirafoiutilizadaparaaavaliaçâo da cidadaniaorganizacional.A ECO avalia cinco fatores:criaçâode um clima externo favorâvelà organizaçâo,cooperaçâocom oscolegas,proteç:o ao patrimônio organizacional,sugestöescliativas e autotreinamento.A ANOVA 3X 2 revelouum efeito principalda idade sobre osfatores'.clima extem o favorâvelàorganizwâo(p


0RG -Psicologia OrganizacionaledoTrabalhopor300sujeitosdeumaempresaptiblica.A idademédiafoide38,07 anose média de tempo de servifo de 13,90 anos.A amostrafoidividida em trêsgruposdeacordo com o tempo de serviçonaempresa.A amostra foitambém dividida em funçâo d0sescores(altoebaixo)obtidosnaavaliaçàodasprioridadesaxiolögicas.Doisinstrumentosdemedidaforam utilizados'.olnventsriodeValoresdeSchwartz(1992)compostopor61valoresdistribufdosemquatro fatoresdesegunda ordem'.individualismo,coletivismo,autotranscendênciaeautopromoçào.Paraa avaliaçâo davarisveldependentefoiutilizadaa Escalade CidadaniaOrganizacional(Siqueira,1995)constitufdaporcincofatores:cooperaçlo com oscolegas,proteçâo ao sistema,sugestöescriativas,autotreinamentoe criaçso declimafavorlvelàorganizaçàono ambiente externo.A Anova 2 X 3 revelou umarelaçâo estreitaentretempodeserviço edoiscomgonentesdacidadaniaorganizacional:proteçâo ao sistema e fonnaçâo de um clima externofavorlvelà empresa.O impacto dasprioridadesaxiolpgicasnào foihomogêneo paratodososcomponentesdo comportamentode cidadaniaorganizacional.Osfatoressugestöescriativaseautotreinamento foram influenciadossimultaneamentepela prioridadedadaao individualismo e à autopromoçëo,osfatorescooperaçâocom oscolegaseproteçâo ao sistema foram influenciadospelaprioridadedadaao coletivismo eàautotranscendênciaque constituem o polo oposto do individualismo e da autopromoçso,respectivamente.Osresultadosdestapesquisamostramque,do ponto de vistamotivacional,a naturezadoscomportamentosdecidadania organizacionalé heterogênea.- 000-ORG 1.08AW LISEORGANIZACIONAL:A APLICACAO DO CONHE-CIM ENTO GERADO NA UNIVERSIDADE AlexandreDomânicodaCI/NJ?a,EduardodeS'JOPaulo,JulianaBarreirosPorto,Paula Luisa Eberle Denicol-Universidade de Brasflia.A AnsliseOrganizacionaléum grocedimentoquevisaoestabelecimentodo perfilde uma empresa,com a t'inalidade de embasardiversospossfveistiposde intervençio.Devido à suanatureza,freqtientementeédesejivelquesuaconduçâosedêatravésdeequipesmultidisciplinares.No presente caso,o processo foidirecionado para a elaboraçâo e implementaç:o deum ProgramadeQualidade,em umaempresadecontabilidadedeBrasflia,econduzido poruma equipe de Psicölogos,Administradorese estudantesdepsicologia.O trabalho foirealizado pela ConsultoriaJr.Universitlria em Psicologia SocialOrganizacionaledo Trabalhoda Universidade de Brasflia,tendo sido utilizado para tal,um aparato instrumentaldesenvolvido no Departamento de PsicologiaSociale do Trabalho da mesma Universidade.Osprincipais%pectosabordadosforamComprometimento Organizacional,Climae CulturaOrganizacionais,bem como Anélisesde ProcessosedeCargos.Osdadosobtidosforamanalisados,resultandonoquesesegue:a)nâoseobservouum tipodeculturapredominantena empresa,tendo sido veritk ada a existência de um conjuntodetrêssubculmrasdiferentes,coerentesentresi',b)sobreoclima daorganizaçâo identificou-se que asdimensöescoesâo dogrupo detrabalho,apoio recebido pelaschefias,autonomia dosfuncionM oseconforto do localde trabalho necessitam de especialatençâo,nosentido da mudmxae da melhoria de suascaracterfsticas.Foiobservadoum alto grau de envolvimento porpartedosempregadose uma disposiçâo àinovaçâo narealizaçâo desuasatividades;c)oresultado daanélisedecomprometimentoindicou grandeenvolvimento porpartedosfuncionârios,fatoSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaccnsideradooportunoparaaimplantaçâo doProcessodeQnalidade;d)aanélisedecargosindicouqueoscargosdaempresasàobastante especializados,separadosem departamentosque maisSeadaptam àsatividadesdesenvolvidas(departamentalizaçâo técnica).Atravésdeentrevistasveriticou-seniohaverumplanodecarreiraconsolidadonaempresa',e)aAnélisedeprocessosveriticoua existênciade 22 rotinas,dasquaiscerca de50% têm impactodiretono cliente.Algunsprocessosestâo em transformaçèodevidoàimplantaç:odeum novo sistemainformatizado.t)tinalmentefoielaborado o organogramaatualda empresa.Conclui-sequeexistem condiçöesfavorlveisà implementaçâo do ProcessodeQualidade,sendonegociadoum contratoparasuarealizaçâo.- 000-ORG 1.09ESCALA DE ESTILOSPOLfTICOSDA ORGANIZAIAO:FERRAMENTA PARA A AW LISE ORGANIM CIONAL.Maria do Carmo FernandesMartins.Universidade FederaldeUberlândiaA anslise organizacionalcarece de ferramentasque auxiliem oconhecimentodasorganizaçöes.Estetrabalhoteveporobjetivoconstruire validar,com base na visâo polftica daorganizaçâo deMorgan (1991),umaescalaparaidentificarosestilospolfticosadotadospelasorganizaçöes,quepossa servircomo ferramentaauxiliarna anslise da dinâmica da vida organizacional.Morgan(1991)definetrêsestilospolfticos'.opluralista,ondeastendênciasautoritJiassàomantidassob questionamento atravésda trocaentre osgruposde interessesque têm uma posiçào na administraçào',ounitârio,que vêaorganizaçâo como unidade integrada,onde osinteressesdosindivfduose daorganizaçâo sâo sinônimoseoradical,onde aorganizaç:o é vista como um antagonismoimplfcito dosinteressesde classes,com rupturassociais,sustentadoporcoerçâo e consenso.Para identiticaressesestilosnasorganizaçöes,foiconstrufda uma escalatipo Likertcom itensquecobriam todososaspectosdasdetiniçöesdeMorgan(1991).Ositensforam submetidosaojulgamentodetrêsjuïzesespecializadosno assunto.Foram mantidosna escala inicialsomente aqueles42itenscujograudeacordoentreosjuizesfoimaiorouiguala0,85.A escalafoiaplicadaà438sujeitos,empregadosdevfriasempresaspûblicase privadasdo Distrito Federalede Uberlândia,M G.Apöstestada a fatorabilidade dosdados,atravésdo câlculodoKM0 (Kaiser-Meyer-olkin),asrespostasdossujeitosforamsubmetidasà anslisedoscomponentesprincipaiscom rotaçâovarimax e substituiçâo dosdadosomissospelasmédiasdas respostas.Foramencontrados11fatoresque explicavam 62,4% davariânciadasrespostasda amostra.Foram mantidossomente 3fatores,responséveispela explicaçào de 33,6% da variânciatotal,compostosporitenscom Eigenvaluemaiorque1,carga fatorialigualou superiora0.40,comunalidadesvaliando entre 0.49 a 0.76 e Alpha deCronbachentre 0,74 e 0,79.Ostrêsfatoresmantidos,contirmaramostrêsestilospolfticospropostosporM organ(1991).Entretanto ofator2,definidocomoestilounitârio,tevesua detiniçâo m aisrestrita que aquela do autor:seusitensestâorelacionadostâo somenteaquestöessindicais,quando a definiçàodeMorganémaisabrangente.Questiona-seumapossfvelfalta de consistência àdetiniçâo do autor,que entende a organizaçâounitM a como aquela tâo ideal,que,provavelmente,nâopôde seriden titicada nasorganizaçöesonde osdadosforamcoletados.(CNPq).-000-145


ORG -Psicologia Oqanizaciolmledo7k(Ilcl/lt?ORG 1.10REPRESENTAIAO SOCIALDA VIDAPESSOALEPROFIS-SIONAL DE CONDUTORESDE ONIBUSURBANO EMBELéM DO PARX.KâtiaMalenaCunhaélmeida,Tatialm CarvalhodeMontalvâo,ReinierJohanneséntoniusRozestraten,UniversidadeFederaldoPars.Asrepresentaçöessociaissomanifestaçöesobjetivasdasubjetividadecompreendidadentrodaconsciência,gassfveisdeseremexpressasnodiscursodosfalantes.Assim,investigarasrepresentaçöesdemotoristasdetransportecoletivo,gosssibilitaumareflexsodecomosuavidaprivada,seussentimentoseemoçöesinfluenciam no âmbito macro-social,da coletividade,do %iviverem sociedade',interagindo com esta atravésdo trânsito.Alémdisso,adesorganizaçâo do trânsito no municfpio de Belém ,aexistênciade grande contingentede linhaseusulriosdo transportecoletivo e ascondiçöesprecsriasde trabalho,com elevadofndicede itumover'dosmotoristasde ônibus,constituem o contextoidealparaumestudocujoobjetivoé:oconhecimentodasituaçâo concreta e da representaçâo socialdosmotoristasenquantoprofissionais,de modo a hipotetizarcomo esta representaç:oreflete-seem seu desempenho,no âmbito do trabalho.lnvestigou-secomoacategolia percebea simesmo enquanto atuantesnocontexto do trânsito,e quaisascondiçöesquefacilitamou dilicultam o desempenho desuasfunçöesde trabalho e sociais.Emumapopulaçio de aproximadamente 1.400 motoristasexistentes,distribufdanas19 empresasvisitadas,escolheu-se umaamostra de 148.O instrumento utilizado foium roteiro deentrevista,atravésdoqualabordou-se osseguintesaspectos:dadosdeidentiticaçâo,nfveleducacional,condiçöesde trabalho,satîde,alimentaçëo,caracterfsticasergonômicasdo posto,aspectosmotivacionais,relaçöessociaiscom afamflia,colegase naempresa.Osmotoristasforamabordadosdeacordo com a chegadaao tinalda linha,sendo queaentrevista teve duraçâo médiade 15minutos.O condutorde ônibusé um operadordemlquina comtodososaspectosque engloba o termo.Osresultadosmostramque60,14% possuibaixonfveldeescolaridade(até10graucompleto),provenientesdefamfliasfdem.Emrelaçâoàavaliaçàodesatide,sintomasmaisapresentadosforam:complicaçöesrenaisehérniasde disco,bem como fadiga,provavelmente ocasionadapelo calore barulho excessivos.Osmotoristasrelataram sentirem-serelativamentebem naprofissâo queexercem,emboraachem-nadesvalorizada.No quesito referentea possfveismodificaçöesparatornarsuaprotissâo menospenosa,sugerem umamelhoria na organizaçâo do sistemade trânsito,continnando anecessidadede apedeiçoamento deste.Conclui-se que apopulaçâoinvestigada,de modo geral,percebe-setitilà,sociedade,apesardereconheceranecessidadedeaprimoramentodascondiçöesde trabalho e de uma reorganizaçâo no confuso sistema de trânsitoda capitalparaense.- 000-ORG 1.11PETROLEIROSEM BASESTERRESTRE E MARfTIMA:COMPARANDO PERFISDE SOFRIMENTO PSICOLUGICO.ErasmoMiessa'Ifïz.lzabelCristinaFerreiraBorsoi(UniversidadeFederaldoCears),JoséJacksonCoelhoSampaio(UniversidadeEstadualdoCearl)Estudosepidemiolögicos.tomando como populaçëo categoriaprotissional,visando relacionarsatidementale condiçöesdetrabalhosâoraros.O objetivodestapesquisafoiverificarpossfveisA asociaçâoentrecondköesdetrabalhoeproblemassanitsriose/oupsicolögicoshl muito foiintufdae relatada.Entretanto,estudosreferindocondiçöesgeraisde trabalho em platafonna marftimadepetröleosâoraros.Quandoencontrados,ouenfocamtrabalhadoresdepertilfuncionalaparentado(petroqufmico,malinheiro,mergulhadoretcl;oudetêm-seemelementossingularesdotrabalhoassociadosbiunivocamenteasintomas(trabalhonoturno/insônia,turnoaltem ado,rufdo e trepidaçâo/initabilidade.isolamento/depressâoetc).Faltam pesquisasondeascondiçöesgeraisdetrabalhosejam descritasponnenorizadamenteeintegradasnummesmo locus.Como se estruturaa organizaçio dotrabalho em seusaspectosformaise informais? Como é avidadostrabalhadoresnocotidiano de umaplataforma?A que riscosestâo expostos?Como ascondiçöesde trabalho poderiam determinarproblemassanitérios?Oestudotevecomoobjetivoplincipalmapearriscosemplataformasmarftimas.Assim,foram realiinterrelaçöesentresatidementaldegrugoespecfficoe0trabalhodesempenhado porestegrupo.Contigurou-scestudo de caso c0mgetroleirosbaseadosem tera(t7?;sborejeem plataformamarftima(offshorej.Ametodologiaenvolveutrêspassos:1)entrevistasemi-estruturada com chefiase representantessindicaisvisandolevantaraspectoshistöricosdaempresa,polfticasalarial,relaçöeshiersrquicaseformadeorganizaçsodacategoriagrotisional;2)observaçâodiretapradescrksopormenorizadadotrabalho;3)aplicaçsodoInventsrioM ultifssicoMinesotadePersonalidade(MMPI)garatraçargerfildesofrimentopsicolbgico.Foram submetidosaoMMPI241trabalhadores.Destes,198tiveramseusinventsriosvalidadosgeloscritériosdoMMPI.Nestetrabalhoslosresultadosdo MMPIserso analisados.Assim,44,5% dostrabalhadoresapresentamrisco de sofrimento psicolögico,sendo quedesses,21,8% sâo apontadoscom maiorsuspeitade sofrimento.Posterionnente dividiu-se os198 trabalhadoresem grupo on shore(n=57)egrupoofshore(n=141).N:ohouvediferençaestatisticamentesigniticativaentreonshoreeoffshore.Paraoy shoredestacam-se doisgruposdefunçöes:manutençâo e produçâo.Anslisesinternasapontam maiortendênciade sofrimento psicolögicoentretrabalhadoresda manutençâo.Assim,procedeu-seaanélise dasfunçöesque compunham a manutenç:o,realizandoseumasubdivisàodestegrupo:GrupoIN(31instrumentistas),GrupoEL (26eletricistas)eGrupoME (25mecânicos).Osdadosparecemindicarque M E apresentamaiorsuspeitadesofrimentocom 52% frente 19.4% de IN e 19.2% de EL.ComparaçöespeloX2entreME e IN,e,entre M E eEL,mostram p = 0,05parao primeiro caso e p =0,01paraosegundo.A anllise dasescalasclfnicasdo M M PIparecem mostrafquadro caracterizadoportrfade neurötica em hipocondlia,histeriae depressëo paraM E.Aspectosda dinâmica organizacionalindicam que,apesardastrêsfunçöesterem a mesma posiçào técnico-administrativa enfveleducacional,osmecânicoss:osocialmentediscriminadosporrealizarem trabalho considerado maispesado e com menorexigência detrabalho intelectual,se comparadoscom asdemaisfunçöes.Além disso ascaracterfsticasdo processo detrabalho domecânico parecem expô-lo a maiorprobabilidadede riscos fsicos.(CNPqeMinistériodoTrabalho).-000-ORG 1.12CONDIXESDEVIDA E DETRABALHO EM PLATAFOR-MA MARfTIMA DE PETRULEO.lzabelCristinaFerreiraBorsoi,ErasmoMiessaRuiz(UniversidadeFederaldoCearé),JoséJt7ckJt?;CoelhoSalnpaio(UniversidadeEstadualdoCearl)146 SBP -XXV IReuniâoAnualdePsicologia


0RG -Psicologia Organizacionale doTrabalhozadasobservaçöesdiretasdascondiçöesdetrabalhoem trêsplatafonnas,relatadasemdislio de campo,e 12 entrevistassemiestruturadasenvolvendochetiasdo Nticleo deProduçào do Cears(d0superintendenteaoSsupervisorestécnicosdotrabalhoemglataforma),dirigentessindicais eintegrantesdaComissâoInternade Prevençâo de Acidentes.0Saspectosinvestigadosnasentrevistaseobservaçöesforam:jornadaeritmodetrabalho,socializaçâo,alimentaçso,escalasdeembarqueedesembarque,sistemasdesegurança e atendimento médico,monitoramento dascondiçöesde trabalho,formaçio de gruposinfonnais,constituiç5ode espaçosde lazer.Osresultadosindicam osseguintesproblemasenfrentadosporpetroleirosembarcados:inadaptaçâoa0sprimeirosdiasde embarque e desembarque,rufdo e trepidaçsoconstantesque interferem principalmente no sono,presença dcprodutosqufmicosque oferecem riscosà satide,sensaçào de liscoiminentedeincêndioeexplosöes,oqueproduzconstantetensào,exgosiçsoaextremosdetemperatura(muitofrionosalojamentosemuitoquenteforadeles),processosdetrabalho exigindoatençsoeconcentraçso msximaspelo risco que oferecem,turnosdetrabalhoarrftmicos(alternado-orasonodiumo,orasononoturno-,oudesobreaviso-seracordadoaqualquerhora),ritmode trabalho subordinado ao ritmo dasmsquinase ao processotécnico de produçào,sucateamento operacionalde instrumentosde trdbalho e daspröpriasplataformastomando o processo detrabalho ainda maisinseguro.O quadro indicaqueo trabalho emplataformaspodeserconsiderado ao mesmo tempo penoso,insalubreepericuloso.(CNPqeMinistériodoTrabalho).- 000-ORG 1.13ACIDENTE DE TRABALHO INCAPACITANTE NA CONS-TRUIAO CIVIL:REIDESIADAPTK XO,IDENTIDADE EESTIGM A.lzabelCristina Ferreira Borsoi,Erasmo Miessa Ruiz,Luisfzlcerz/a Souza Cruz(UniversidadeFederaldoCeari)A literaturasobre acidentesdetrabalho caracteriza-sehegemonicamente como tecnicista,avaliando deforma pontualerestlitiva questöescomo condiçöesdetrabalho,uso de equipamentosdeprevençâo,métodoseducacionaisem seguranfa,estatfsticassobreacidentesde trabalho etc.Entretanto,pouco sc sabesobre asconseqiênciasdo acidente detrabalho incapacitante navida deindivfduosconcretos.Como significam sua nova situaçso?Queestratégiasutilizampararecontigurarseumododevida?Como seconfigurao conjuntoderepresentaçöessobreotrabalhoe sua relaçào com a identidadecorporal,constitufda a partirdadeticiência?Como se estruturam osprocessosde estigmatizaçâo?O objetivodesteestudofoiverificaro impactodoacidentedetrabalho em trabalhadoresdaconstruçâo civilaposentadosporinvalidez.Paratanto,buscou-serealizarum conjuntodeseteestudosdecasoonde ostrabalhadoresapresentavam diferentestiposdedeficiênciaffsicaproduzidapelo acidente detrabalho.Chegou-seaostrêsprimeirossujeitosapartirdearquivosdasComunicaçöesdeAcidentedeTrabalho(CATS)realizadaspelosindicato da categoria.Osdemaisforam localizadosatravésdosprimeirossujeitosededirigentessindicais.Foram realizadasentrevistassemi-estmturadas,posteriormentesubmetidasatécnicade anslise de contetido.Inicialmentebuscou-se enumeraraspectosidiossincrlticosemrelaçâo àsestratégiasde adaptaçâo utilizadaspelosindivfduosnaconstnxâoda identidade de deficienteffsico.Depoisenumerou-seaspectosfreqienteseao mesmo tempomarcantesnamaioria dasentrevistas.Notamoscomo m arcasfreqûentesesigniticativas:sentimentosdepressivosem relaç:o à.perdadotrabalho,concegçso fatalistadosmotivosquelevaramao acidente,elaboraçâo de identidadecom base na estereotipiadaincapacitância,representaç:o da satîdeorganicamente ligada àcqpacidade de trabalho,ausência desuportessociaisparareinserçàonavidaprodutivae/oucotidiana,paupelizwâodasatividadesdelazer,prcsentificaçâodavidadoindivfduo,comconseqtientepcrda da capacidadedc futurar, e estigmatizafâoconstrufdaapartirdeprocesossubjetivoseobjetivos.A maioriadosindivfduosreportatambém odescasodasinstituköesptiblicasresponssveisporreabilitaçâoe assistência,bem como o desconhecimentodecomoosindicatopodeliaatuarjurfdicaepoliticamenteem relaçâo à sua situaçâo de acidentado.Osresultadosapontam para a necessidade de quequestöesde ordem psicolögicasejamlevadasem consideraçâopelaspolfticaspliblicasdereabilitaçào.Estasnào devem ficarrestritasa questöesfisioterlpicasmastambémdevem contemplaraspectospsicossociais.(CNPq-PIBIC).ORG 1.14- 000-PARTICIPAG O NASDECISOESECOMPROMETIMENTOORGANIZACIONAL . ântonio Viq ; lio B.Bastos,Helen ACopque,LuisAugusto Vasconcelos da Silva e énderson P:I/JOWtms.UniversidadeFederaldaBahiaAstransfonnaföesdasorganizaçöese dasstlas pr/ticasde gestàovêm acontecendo num ritmo cadavezmaisacelerado,inseridasem um processo maisamplo de mudançassociais,culturais,econômicasetecnolögicas.A gestso organizacionaltem sevoltado,assim,para dinamizarasrelaçöesdentro dasorganizaçöes,nosentido de que possam respondermaisapropriadamenteàsconstantesmudançasd0sseusambientes.Umadimensào importantede mudanfa consiste narevisâo demodelosburocriticose autocrlticosdegestâoem direç:o a estratégiasque ampliam a participaçâodo trabalhador.Taismudançasassentam-se no pressupostode que maiorparticipaç:o conduz a maiorenvolvimento da forçadetrabalhocom osobjetivosdotrabalhoedaorganizaçâo.Objetiva-se,nestapesquisa,analisaroimpacto da implantaçâo demodelosmaisparticipativosde gestâo naintensidade do comprometimentodo trabalhadorcom a organizaflo.Osdadosintegramuma levantamento maisamploque atingiu umaamostra de 1678trabalhadoresde 42 organizaçöesde diferentessetorese portes,foram coletadosno pröprio localdetrabalho atravésda aplicaçâode um questionsrio.Esse instrumento continha uma versëo reduzidada escala de comprometimento organizacionalproposta porPORTER(1979),previamentevalidadaporBASTOS(1992),numa versâo em português,com uma amostra brasileira.A escalaécompostadenoveitense apresenta elevadocoeficiente deconfiabilidade(a=.87).O questionsrio continha,também.itensespeciticamente construfdospara o estudo para a avaliaçâo daparticipwâodotrabalhadornosprocessosdecisörios(geraisdaorganizaçëoeespecfficosdosetordetrabalho).Dcmodogeral,osnfveisde participaçâo sëo maiselevadosnasempresasprivadas.Oenvolvimento em decisöesda alta gerência émuito reduzido,tantonosetorprivado como ptîblico.85% dostrabalhadoresdaadministraçâo piblica direta relatam ausência de participaçëonasdecisöesorganizacionais.Encontrou-se uma correlaçâo moderadamentepositivaentrenfveisdeparticipaçâo e comprometimento,tantonasdecisöesdaaltaadministraçâo(r=.19)quantonasdecisöestomadasnonfvelsetorial(m .22),independentedotipodeempresaanalisada.Quandoessesdadossâo agregadosàquelesque descrevem asmudançasorganizacionaismaisgerais,SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


t;)/?t;-lôsic.ologiap/vtk/l/cd c'itltlTtitl2r?-tp!?f/?t?veritica-seqtlemodelosmaisorgânicos(menosburocrsticos,flexfveis,commenorseparaçàoentreplanejamento/execuçso)contamcom umaforçadetrabalhomaiscomprometidacom aorganizaçâo.Taisdadosdâosuportea0sprogramasquebuscamampliarocomprometimentodotrabalhadorviaincrementodasuapartici/açsonasdecisëesrelativasaoseutrahalo.(CNPq.)- 000-ORG 1.15IMPORTâNCIA DE FATORESPESSOAISE ORGANIZA-CIONAISNO VXCULO INDM DUO/ORGANIZACAO.éntonioWrg/ff/B.Bastos,HelenECopque,LuisAugustoI/à.Fc/ncelosJaSilvaeéndersonPtI/IJ/Vana.UniversidadeFederaldaBahia0 estudo do comprometimento no trabalho tem assumido posiçâode destaque na literatura cientfica sobre comportamentoorganizacionalnastiltim asdécadas.Dentre asmtiltiplasquestöesquedemandam maioresforço de investigaçào,como salientadonametaanslisedeMathieueZmjac(1990),encontra-seabuscade evidências sobre a importância de fatores pessoais eorganizacionaisnadeterminaçâo do comprometimento organizacional.Questiona-seemquemedidahsumadisposiçâo pessoalpara tornar-se comprometido ou se o comprometimento deve sertratado como um vfnculo recfproco trabalhador-organizaç:o?Aresposta a talquestâo tem claro im pactosnas decisöesorganizacionaisquanto àsestratégiaspertinentespara o fortalecimentodo vfnculo indivfduo-organizaç:o.O peso dosfatoresorganizacionais(astrocasindivfduo-organizaçâo)tem sidodestacadonosestudosbrasileiros,diferenciando-osdosestudosinternacionais,amaioriadosquaisnorteamericanos(Borges-Andrade,1995).Apoiadoem um amplolevantamento,opresenteestudoobjetivouexploraressacontrovérsiaaoidentiticaropeso devariâveispessoaiseorganizacionaisna explicaçâo dosnfveisdecomprometimento com a organizaçâo.Trabalhou-se comumaamostrade1678traLalhadoresde42organizaçöes(setorptiblicoegrivado)situadasnaBahiaeMinasGerais,aosquaisfoiaplicadoum questionsrioquecontinhaumaverssoreduzidadaescaladecomprometimentoorganizacionalpropostagorPORTER (1979),cujaversb em gortuguêsfoipreviamentevalidadaporBASTOS(1992)eumextensonlimerodeitensqueavaliavam aspectospesoais(valoresrelativosaotrabalho,locusdecontrole,dadosdemogrsticosedeformaçào,entreoutros)easpectosorganizacionais(naturezadotrabalho,condiçöesdetrabalho,golfticasdepesoal,gorexemglo).Foramutilizadasanslisesderegressâomliltigla,métodostepwise,tomando-seosescoresdecomgrometimentoorganizacionalcomo varisvelcritélio.Inicialmenteanalisou-seoimpactodoconjuntodevarisveispessoaiseorganizacionaisisoladamente',tinalmente,examinou-seoimpactodoconjuntototaldevarilveisdomodelo.Naprimeiraetapadaanâlise,considerandocadaconjuntodevarisveisisoladamente,asvarilveispessoaisexplicam22,2% davariânciadecomprometimento organizacional,destacando-se locusde controleecentralidadenotrabalhonavidadoindivfduo.O conjuntode fatoresorganizacionaisexplica 47,5% da variância,com pesomaisSignificativo paraa polftica de promoçào,polfticade treinamentoeuso de habilidadesporparte do indivfduo.NaSegundaetapa daanllise,quando osfatorespessoaise organizacionaisforam tomadosem conjunto,asvarilveisorganizacionaistêmmaiorpoderpreditivo queaspessoais,emboraestasexerçam algumainfluência(centralidade,ideologiaeidade).Emsfntese,osresultadosfortalecem a visro de que o comprometimento deveseranalisado como produto de umarelaçâo recfproca entre organizaçpoetrabalhador,comobemsugereRousseauetal.(1995),oqueensejaoestudodocomprometimentocomo um duplovfnculotrabalhador-organizaçâo.Maisdo queselecionarindivfduoscom propensào a se comprometerem com a missâo organizacional,devem serpriorizadasaspolfticasqueestabeleçam trocasjustasentretrabalhadoreseorganizaçöes.(CNPq).- 000-148 SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


PERCEPCâO E PslcoyfslcA


PERC -Percepçâ'oePsicohjicaPERC 1.01FUNWESPSICOFfSICASPERCEM VASEMNEMôNICASDE AREA E VOLUME FAMILIARESE Nâ0 FAMILIARESSOBINSTRUIX ESAPARENTEEOBJETIVA.SusiluippiMarquesOliveira eJosé éparecido da Silva.Universidade deSâoPaulo.0 presentetrabalhoteveporobjetivoverificaroefeitodealgumasvalilveisexperimentaissobreestimativasdememöria einvestigardoismodelosteöricosexplicativosdasdiferençasentreasfunçöespsicoffsicasperceptivasemnemônicas:o ModeloReperceptualeoModelo deTendênciaCentraldeJulgalnentos.Para veriticaro efeito dasvarisveisexperimentais,foram delineadostrêstiposdeexperimentos.OExperimentoltratoudejulgamentosdetamanhodeobjetosfamiliaresapmirdeinferência.OExperimento 1dejulgamentosperceptivosdetamanhodeobjetosfamiliaresenâofamiliarese,oExperimentolIdejulgamentoSdememöria(apösobservaçsodosobjetos)detamanhofamiliarenëo familiar.O delineamento experimentaldescrito acimaserviutantoparajulgamentosdeéreaquantodevolumee,damesmamaneira.parainstruçöesaparenteseobjetivas.Observando-seosdados,percebe-se que asinstruçöesparecem nâo terafetadoosjulgamentoseofatorfamiliaridadeinfluenciouasestimativas.Ahipötese Reperceptualnào explicou eficazmenteosresultadosobtidos.Nessascircunstâncias,ahipötese da TendênciaCentralde Julgamentosparece darum melhorsuporte paraexplicaçâodosdados.Osresultadosdeste trabalho sugerem quea familiaridadedoestfmulo pareceproduzirumarepresentaçâo maisestbvelna memöria,chegando a minimizaro efeito de varisveisexperimentais.Em virtude desse fato,uma funç:o produzida porjulgamentosdememöriapodenâodiferirsubstancialmentedeuma funçâo perceptiva.-000-PERC 1.02INTERAIXESENTREFAIXA ETXRIA,ESCOLARIDADE,PERCEPCAO E MEMURIA PARA AREA JULGADA.CintiadeSouza,Oswaldo 1,0,1à,/ Jtinio6Paula M ariza ZeduhlliprandinieFernando Frei.Universidade EstadualPaulista -AssisInvestigando a variabilidade dosexpoentesda funçâo-potêncianasCondiçöesExperimentais:Inferência,Perceptiva e M emöria,A liprandini(1994)verificouumatendênciaàdiferenciaçëodosexpoentesem funçâo dosnfveisde escolaridade.Estasinformaçöesindicama necessidadede uma melhoravaliaçâo da variabilidadedosexpèentesdafunçâo-potênciaparaJrea,nasCondiçöesExperimentais:Perceptiva,Inferênciae Memöria,em funçâodonfveldeescolaridade.Paraatingiresteobjetivo,umaamostraindependentede 160 observadoresfoidistribufda aleatoriamenteem 16 gruposde10 observadoresde acordo com a faixaetM a(17a30ou 45a60anos),nfveldeescolaridade(ltgrauou3tgrau)econdiçöesexperimentaisIPerceptiva,InferênciaouMemöria(2minutosou 8horas)).O métodopsicoffsicoutilizadofoiestimaçâodemagnitudeeosobselwadoresjulgaramasâeasdosEstadosBrasileiros.Atravésdaanilise devariânciaveliticou-se uma diferença signiticativaentre asfaixasetérias,nfveisdeescolmidadee condiçöesexperimentais.Osvaloresdoexpoenteforam superiores(Tukeya5%)paraobservadorescom3ograu,faixaetéria(17a30 anos)enascondiçöesPerceptivaeMemöria(2min.),sendoqueestatiltiman:odiferiudeMemöria(8horas).Paraosdoisnfveisdeescolaridadetltgraue3tgrau),acondiçâoPerceptiva difeliu da Condiçâo Infer:ncia ea CondiçâoSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiaMemöria(2minutos)nëodiferiudaMemöria(8horas).Interaçöessigniticativasforam observadasentre:faixaetJria x nfvelde escolaridade;faixaetsria x condiçöesexperimentais;faixa etsria xnfveldeescolaridadex condiçöesexpelimentais,com exceçàopara a interaçâeescolaridade x condiçöesexperimentais.Verificou-sequeparaafaixaetélia(45a60anos)houvediferençaentre osnfveis de escolaridade,o que nào foiobservado para Faixaetâia(l7a30anos).Apresençadasinteraçöessigniticativasindicam acomplexidadedasvarisveisem estudo,demonstrandorespostasdiferenciadasdasdiferentesfaixasetM asem funçâo daescolalidade e/ou condiçöesexperimentais,evidenciando anecessidadede maioresestudosparaum melhoresclarecimentodessasinteraçöes.(FAPESP)- 000-PERC 1.03PARTIAO DE TAMANHOSLINEARESEM DIFERENTESORIENTAIOES.SérgioS.Fukusima (UniversidadedeS:oPau-1o,Ribeir:oPreto),GustavodeCarvalho(UniversidadeFederaldeSàoCarlos)eLucianodaFontouraCosta(UniversidadedeS5oPaulo,SàoCarlos).Errosde partiçiû de linhasao meio podem serindicadoresdeanisotropia na percepçâo visuo-espacial,ehs pesquisasqueatéossugerem como um indicadorde pacientescom negligência lateralnoscamposvisuais.Devidoa este problema estarassociadoa lateralidadecerebral,amaioliadosestudosenfatizaram a partiçàodelinhashorizontais.Sö eventualmente,trabalhoscom partiçàode linhascom outrasorientaçöesforam relatadosem literatura.Comoobjetivodechecaroefeitodediferentesinclinaçöesnestatarefa,um experimentofoiplanejadoparaquesujeitossituadosa50 cm da teladeum monitorde 15 polegadas,modo SVGAde 1024 x 768 pàels,acoplado poruma placa de vfdeo StelthG ,PCI,a um computadorPentium IOOMHZ com 16 Mb de RAM,pudessem fracionarao meio diversaslinhasinclinadas.Aslinhaseram de50,100,150,200 e250pixelsdeextensào(lpixel=0.25mm)eem 24inclinaçöesquevariaram de0 a345grausempassosde 15 grausem sentido anti-horlrio.Cada linhaem cadainclinaçâofoiapresentada5vezesaossujeitoselp ordem eposiçàoaleatöria na tela do monitor.A partiçâo era realizada deslocando-seumcursorsobre a linha de maneira que e1a fosse separadaem duaspartesperceptivamenteiguais.Osdadosanalisadosforam oserosrelativosparaseajustarum dosseguimentosdapartiçâo à metade do tamanho da linhaapresentadaeo tempo deexecuçâo da partiçâo.Osresultadospreliminaresindicaram queoselw srelativosvariaram em funç:o dasinclinaçöes,aspartiçöesdelinhasmenoresapresentaramgeralmente magnitudesdeerrosrelativosmaioresque aspartiçöesde linhasmaiores e otempo para executaraspartiçöesvariou proporcionalmente aotamanho da linha aser dividida.Os resultadossugerem umaassimetliana percepçâo de tamanho em relaçâo àsdiferentesorientaçöesnocampo visualassociado aosmecanismosde comparaçâodetamanhoslinearespercebidos.(CNPqeFAPESP)-000-PERC 1.04AG O DA PARALAXEBINOCULARENTREDISG NCIASRELATIVAS ORTOGONAIS DISTAIS EM AM BIENTE NA-TURAL.CarlosA.Absalâo(InstitutoBrasileiro deMedicinadeReabilitaçâoeUniversidadeFederalFluminense),AlexandreG.151


PERC -PercepçâoePsicosjicaRoure,ElthonH.Matsushima,Leonardo.Q,Nilton.f!Ribeiro-Fo(UniversidadeFederaldoRiodeJaneiro).Naspesquisassobre o espaço visualcm profundidade.nosambientesartificiaisedistânciaspröximas,agaralaxedemovimento éconsiderada uma fontede informaçso eticaz à gercepçso verfdicadadistânciarelativa.Estaeficsciaimplicaaextenssodosinaldedistânciaabsoluta,eapontaparaousodainformaçsosimultleaapartirdeimagensdfsparesetixas.Noentanto,estudosrecentesevidenciam um limiardeaçâodaparalaxedeaproximadamente30m.A disparidadebinocular,um indfciodedistânciarelativa,em comparaçsoàparalaxc,tem açâo inversaquantoàsuaeficsciasobreumaestmtura tridimensionalpertinenteà contiguraçâoesgacialdeestfmulo.Nossoestudoobjetivou umaanslisedoefeitoda paralaxede movimento sobre umaconfiguraçëo de estfmulos,geometricamente construfda,efavorsvelàaçâo deste movimento,porémdistalao observador.O arpbiente experimentalfoicaracterizadoporconfiguraçöesespaciaisde estfmulos,formadasporduasdistânciasrelativasortogonaise alinhad% aosplanosvisuais,deigualextensâo ffsica,de centro a15m do observador,sobre uma superffcie plana,sem obstsculosegramada.Todososparticipantesapresentaram umaboaacuidadevisual(20/20),realizaramestim ativasverbais,eforam distlibufdosem doisgruposexperimentaisdiferenciadospelosprocedimentosde movimentodecabeça.Um grupofoiencorajadoamovimentarlivrementeacabeça(MLC)eoutro realizou,duranteasestimativas,um movimentoinduzidolateraldecabeça(MILC),caracterizadopelaaçâodo observadorem m ovimentara cabeçade modo contfnuo,noplano frontoparalelo,em uma superffcie de locm.Osresultadosindicaram,para o procedimento M LC,um espaço acurado sobreo plano frontoparalelo,e errosperceptuaisnegativos,relacionadosdiretamenteao crescimento ffsico,para o espaço alinhado aoplanosagital(profundidade).Noprocedimento MILC,ambososespaçosforam fortemente subestimados.O processo deumaANOVA produziu diferençassignificativaspara osfatoresprocedimentodo movimento decabeça e orientaçöesespaciais.A partirdosresultadossesupöe que o efeito da paralaxe demovimentonào foieticazem amb% asorientaçöesno espaço distal.A acuréciaobservada no espaço frontoparalelo'pode serexplicada porprocessoscombinatörios(cooperativos)entreomovimentodosolhosea rotaçëo de cabeça.Enquanto quea tendência de errosperceptuaisnegativos,naorientaçâoprofundidade,justitica-seporumpossfvelconflito entre o indfcio de distância relativa e a paralaxede movimento,possibilitando a açâo deprocessosnâo-perceptuais.Osachadosrelacionam aosencontradosnosestudosrealizadosem ambientesartificiais,ondea paralaxe de movimento nâo foiefetivaparaoespaçodistal.(CNPq/UFRJI.-000-PERC 1.0sSENSIBILIDADE A FREQG NCIASANGULARESEM No-VAS BhsEs.Marialaicia de :IfJ1a= 1: Simas,TJrCH Y PalomaB.Ferreira Leitee Ana Jaftffa Camurça Leibel.Laboratörio dePercepçëo Visual,LabK S-UFPE,Universidade FederaldePem ambuco.Nossosestudosiniciaiscom freqiênciasangularesutilizaram umconjuntodefrequênciascom afasebaseadanaorigem docfrculotrigonométrico,i.e.valormâximo do coseno a esquerda.Entretanto,aoconsiderarmosalgunsefeitosperceptivoscomo,porexemplo.o de sombreamento onde a direçâo da iluminaçâo,doalto ou de baixo,m oditica a direçâo da superffcietridimensionalOsestudosdo LabViS-UFPE têm buscado caracterizaroprocessamento visualatravésda investigaçâo da sensibilidade aocontraste de imagenscom diversasconfiguraçöesespaciais,sobretudode frequênciasangularese radiais.Durante um de nossosestudossobrea sensibilidade afrequênciasespaciaisverticaisehorizontaisnaregiâo do ponto cego,verificamosum fenômeno envolvendoa percepçâo de faces,sobretudo acromiticas.Obsenramosque,quandoumafacebastantefamiliar(geralmentemedindode10a12cm)6colocadanocampovisualdosujeitodeformaqueseucentro(i.e.onaiz)coincidacom o pontocego,cria-seumacondiçâo experimentalna qualpodeocoreruma série de eventosperceptivos,particulannenteo fenômeno que denominamosmuitas-facesondesâopercebidasmudançasna expressâo da face eatémuitasoutrasfaces,conhecidàsoun:o,todasdiferentesdafacenafoto original.Em se tratando de um fenômeno novo,comwamosporinvestigaroseventosnarradospor19 sujeitoscom idadesde7a77anosparaveriticaraincidênciadofenômeno.Dezeseissujeitosapresentaramnarrativ% consistentescom a observaçâo do 'tmuitas-faces'.Nopresenteestudocom20 sujeitosingênuos,utilizamosfotosdefacesfamiliafesacadaindivfduo eregistramososrelatosem sudio(14sujeitos)eem vfdeo(6sujeitos).0 métodoconsisteem colocarum cfrculopreto(-1cm dediâmetro)nonarizemarcarum pontodefixaçâo.O sujeitofixaopontoatédesaparecerocfrculo do nariz e mantém a tixaçëo enquanto narra em vozalta suasobservaçöessobre mudançasperceptiva na face.O experimentoé feito com cada olho separadamente.Sâo narradosdesaparecimentosdesorganizadosdonmiz,dosolhos,daboca,decabelo,demeia face,etc.,mesmo na ausênciado fenômeno.A ocorpercebida,decidimosalterarasfasesescolhidasarbitrariamentepara asfreqiênciasangulares.Asnovasfasesforam baseadasnumasimetriadequadrantesparaestfmulospares,e dehemisfériosverticaisparaestfmulosfmpares,tendocomoorigem a direçso norte,coincidentecom seno msximo em 90 graus-Nestascondiçöes,exceto pelasfreqiênciasangularesde 1ciclo e de dobrosdefmpares(exceto2ciclos)cujosmaimosseriam coincidentescom adireçàonorte,todososdemaisestfmulosparesteriam um mfnimoocorrendonadireçàonorte.0 gresenteexperimentomediuacurvadesensibilidadegaraasfrequênciasangularesde1,2,3,4,5,6,7.8,9,10,12,l6,24,32,48,64 e96com 4sujeitos,MMM,TPL,ALL eSAL,0 métodoutilizadofoiodaescolhaforçadaondeosujeitoselecionaum dentredoisestfmulos:um estfmulode freqtznciaangulareum cfrculo com luminância média.S5ofeitas17sessöesexperimentaiscom cadasujeito,umaparacadafreqiênciaangular.A cada trêsacertosconsecutivoso contrasteéreduzido ea cada erro éaumentado.Sëo obtidos 10 paresdem sximosemfnimospara cada sessâo experimental,20 pontosaotodo.A médiaentresujeitosécalculadaparacadapontocom umintervalo de confiançade 99% conigido pelo lde Student.Asprimeirasmedidasnâo estào mostrando diferençassubstanciaisem relafào àsmedidasanteriorescom outrasfases.Novamente oméximo se estendeporum patamarde 9 a 48ciclos.Estamosfazendo novasmedidascom osvaloresde contrastedo monitorajustadosparaserem maisatenuadosparamostrarmelhorasdiferençasentreestaseasmedidasfeitasanteriormente.(CNPq).- 000-PERC 1.06PERCEPIAO DEFACESFAMILIARESCENP ADASNOPONTO CEGO:UM ESTUDO PILOTO DO FENOMENO DEMUITAS-FACES.Maria f'lcil deBustamanteSimase TarcianaPaloma B.Ferreira u ite.Universidade Federalde Pernambuco.152 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


ênciadofenômenoémuitorspidaeégeralmenteassociadaaumamarcantereaçâoemocionalcomoum soriso,umainterjeiçâo,umagargalhada.uma reaçâo de surpresa.Nossosresultadosmostramquedos20sujeitos,14(i.e.70%)nan'am ofenômenoondes:opercebidasmudançasde expressâo dafacee/ou muitasoutrasfacessesobrepondo à.faceoriginal.Conclufmosque o fenômeno tmuitas-faces'existe,temfortesimplicaçöespara percepçào e memöriavisual,edevesermaisamplamenteemelhorestudado.(CNPq)- 000-PERC 1.07RECONHECIMENTO HXNICO DEQBJETOSTRIDIMEN-SIONAIS:UM ESTUDO DA INFLUENCIA DE DISTRA-TORES.Francisco José de Lima.UniversidadedeSào Paulo(FFCLRP-USP).Pesquisascom o tato ativo mostram quecertascontiguraçöessâomelhorreconhecidasquandoaspectosdiversos(caracterfsticastérmicas,detextura.formaetamanho)podemserpercebidoshapticamenteem objetostridimensionais.O sistemasensöriot5-tilésurpreendentementehsbilnoreconhecimentodesesobjetos.Assim,espera-se,paratalreconhecimento,quecertasconfiguraçöessejammaisnomeadascoretamente,umavezquecertospadröesaparecem com maiorfreqiênciajuntodeoutros,e.g.umsujeitobuscmiaporcontornosqueindicasem rodaouhélicesaotentarreconhecerum objetopertencenteaumacategoriaçsuperordenada',digamosvefculos.A fim deverificarse a ausênciade acessörio,bem como asimilaridadede tamanho teriamefeitona qualidade dereconhecimento,isto é,diminuiriam ouaumentariam anomeaçpodosobjetos,um conjuntodevinteedoisestfmulosfeitosem madeira,sendo que quatro delestraziamausênciade çtparte'e quatorze tinham tamanho reduzido,foramobservadoshapticamente porvinte voluntsrios,seishomensequatorze mulheres,graduandose pös-graduandos,com idadesqueiam de19a33anos.Vendados,ossujeitosexaminaram aleatoriamentecadaum dosvinte e doisestfmulos,nomeando-ossem,contudo,quelhesfosedzdofedbackoulhesimpostolimitedetempo,uma vez queo tato requerum maiortempo para o reconhecimentodecertasconfiguraçöesqueavisâo.Osestfmulos,objetoscomunsdousodiMo,foram apresentadosindividualmentesobre um aparato,demaneiraque infonnaçöesactisticasnëo pudesemoferecerpistassobreanaturezadoobjeto.Osdadosforamanalisadosconforme afreqtiência de respostasoferecidasacadaum dosestfmulos,considerando-se'.a-como identificaçâo,quandoonomeoferecidoaoobjeto erafactfvel,porém nâo oesperado;b-como nomeaç:o,quando a verbalizaçâo correspondiaao nomeesperado.Osprincipaisresultadosmostraram que:aquandoosestfmulostinhamtamanhoigualaosdosobjetosencontradosemtamanho naturalelestiveram nomeaçëo de cem porcento de acerto,exclusive paradoisestfmulosquetraziam distratorde ausência;b-quando osestfmulosapresentavam ausência deacessörio,suanomeaçâoeraprejudicada,exclusiveparaum objeto;c-osestfmulostiveramaltaidentificabilidade,consoanteorelatado pela literatura.Subsfdiosparao desenvolvimento de programascomputacionaisdesimulaçëo feitoscom redesneuraiseprogramaspara o desenvolvimento de robôscom capacidadedeidentiticaç:o héptica,bem como pal.aprofissionaisespecializadosna feitura de materiaisparaaconfecçâo de mapas,quetragaminformaçöestangfveisatravésdetexturaseformasdiversas,podemserextrafdosdosdadosdopresentetrabalho.(FAPESP)PERC -Percepçâ'oePsicofsica- 000-PERC 1.09PERC 1.08VERIFICAIAO DA PERCEPIAO TXTIL EM SUJEITOSCE-GOS:COMO OSCEGOS S'VZEM 'OSOBJETOS.EneidaAvelino Lima,JoyceMara Kolinski,Emflio Takase.UniversidadeFederaldeSanta Catarina.H5intimerostrabalhossobrea percepçâo sensorial,porém no quese refere a estudossobre cegueira ehabilidadesmanuaiss5o praticamenteinexistentes.Um artigorecentementepublicadonaScientificAmerican,'il-low theblind draw '(Kennedy,1997),mostra que aspessoasnascidascegasapresentaram maiorditiculdadededesenharumobjetodo queaspessoasquetem umavisso bem pobre.Apesardasdificuldadesdaspessoascegas/nâocegasem desenhar,()estudo do Kennedy mostrou que o nossosistemavisual,assim comoo nosso sistema tétil,nâo lêem doiscontornosdeumalinhadomesmojeitocomoquandos:o interpretadosemcontorno simples.Nesse sentido,estetrabalho temporobjetivorealizarum estudocomparativoentrepesoascegasen:ocegasnareproduçàodeum objetocom aargila.O grupodesujeitosfoicompostopor23pessoas,sendo9cegosdenascença,8 pessoasqueficaram cegasposterionnentee6 nào cegos,entrehomensemulheres.0 experimentoconsistiuem queossujeitosmanuseiem oobjeto(um sapatinhodelouça)ereproduzam-noem argila.A prbtica com ()grupo de cegosvem sendo realizadanaACIC (Associaç:oCatarinenseParaaIntegraçâodoCego),entidadedo governo do estadode Santa Catarina,com sedenobairoMonteVerde,em Rorianöpolis.Ossujeitosnâocegossâouniversitsliose pessoascom segundo grau completo e ao longodo experimento,permaneceram de olhosvendados.O critérioutilizadonaanllisefoiograudesemelhmwadoobjetoreproduzidopelosujeito,comrelaçâoaomodelo.A anllisedosdadosobtidosatéomomentomostraqueodesempenhodossujeitoscegosfoi,deum modogeral,infelioraodogrupodesujeitosnàocegos.Dentro disso,verificamosque o desempenho doscegosdenascença foidiferente ao daspessoasque ticaram cegasposteriormente.Concluindo,podemosdizerqueexistem varilveisaserconsideradasque podem terinfluenciado nosresultadosobtidosaté o momento.O grupo denâo cegosé constitufdo poruniversitériosepessoashabittladasalidarcommotricidade tina,enquantoo grupo de cegosé formado,de um modo geral,porpessoascom grau de escolaridade maisbaixo,provenientesdo interior.Assim,pretendemosprosseguircom a pesquisa,realizando o experimentocomoutrogrupodesujeitosnâocegoscom baixaescolaridade.- 000-POSSW EISEFEITOSDO ENVELHECIMENTO NO SENTARE NO LEVANTAR.DADOS PRELIM INARES.Renato deMoraes e Eliane Mauerberg-decastro.Universidade EstadualPaulista -Rio Claro.O presentetrabalhotevecomoobjetivo:1)fazerumaavaliaçâoda percepçâo de idosossobre o nfveldefacilidade/dificuldadenoatodesentarelevantare,2)avaliarcinematicamentepossfveisalteraçöesque possam ocorrerna topologia do movimento de sentarelevantarquandocomparadoaadultosjovens.Participaramdesteestudo2grupos,GrupoExperimental,GE (n=3),eGrupoControle,GC (n=2).Natarefadesentar/levantar,novealturasdiferentesforam escolhidascom basenuma altura padrâo,calculadaapartirdocomprimentodojoelho atéo solo decadasujeito.Asalturasacima do padrâo foram 20,40,50 e 60% e abaixo 20,SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


PERC -Percepçâ'oePsicoh-sica30,49e5û%.Ossujeitosdesignaram valoresentre1(extremamentedifcil)e7(extremamentefscil)garaaditiculdadeounâoencontrada na realizaçso da tarefa de sentaredepoisparaa tarefadelevantacEm todasastarefasossujeitosforam filmadosparaqueanslisegosteliorpudesseserconduzida.A anslised0sresultadosnosgermitiramfazerasseguintesconsideraçöes:ossujeitosdoGEperceberam maiorditiculdaden0sdoisextremosdocontfnuo comgaradoscom oGC.Nolevantar,o GC apresentouum aumentoprogressivonapercepçsodefacilidadedo infciopara0finaldocontfnuo.Daanslisetopolrgica,observaçöesqualitativasforamfeitasconsiderandoestaàilidade(10padrèo,estratégiasdecontroleerelaçàointer-segmentos.A anllisetopolégicafoiregresentadaatravésderetratosdefase.0sretratosdefasedecadaindivfduoagresentaram caracterfsticascomunscom aquelasdeestudossimilares.Estratégiasindividuaisforam identiticadasnassituaçöesdesentar/levantarn0sextremosdocontfnuotestad0.(FAPESP)- 000-154 SBP -XXVIIReuni&o AnualdePsicologia


Pslcol-oGlA DA SAéDE


s'â U -Psicologia da S'JJJ:SAU 1.01LIMIAR DA SENSIBILIDADE DOLOROSA EM PONTOSDOLOROSOS-TENDER POINTS.élnéliaPasqualMarqueseBeatrizMichikoGashu,UniversidadedeSàoPaulo)A tibromialgia é uma condiçâc de dorcrônica diagnosticadasegundooscritérios:presençadesintomasdolorososdifusoshspelomenostrêsmeses,presença de 11dos18 tenderpoints,associadosa quadro defadiga,disttirbiosdesono e rigidezmatinal.Este estudotevecomoobjetivo,avaliarasensibilidadedolorosadostenderpointsde pacientesfibromislgicoseindivfduossaudsveis.Participaramdo estudo 40 mulheres,divididasem doisgrupossendo 20com diagnöstico de fibromialgia e considerado grupo experimentale20 indivfduossaudlveisecompuseram o grupo controle.Foimedida a sensibilidade dolorosa dequatro tenderpoints:mtisculotrapézio direito e esquerdo e mlisculo supraespinhoso direito e esquerdo.Asensibilidadedolorosafoimedidacom AlgômetroIFrM-10 Kg)quefomeceovalorem K#Cm2.O valorfoiobtidoquandorealizadauma pressâo perpendicularna superffcie do ponto dolorosoavaliado,eaumentadagradativamenteacada0,1K#Cm2atéo momento queo paciente referia dor.0 trabalho foirealizado noAmbulatörio de Reumatologiado HospitaldasClfnicasda FaculdadedeMedicinadaUniversidadedeSào Paulo.Foiutilizado oprocedimento estatfstico deanslise de variânciamultivaliadaparatestara igualdade demédi% entreosdoisgrupos.Osdadosindicamque hsdiferença entreo grupo experimentale grupo controlee o nfvelde significância calculado foimenorque 0.0001.Os dadosconfirmamapresença dasensibilidade dolorosanospacientesfibromiélgicos,eemboranào tenham achadoslaboratoriaisquejustitiquem seuquadroslgico,tem achadosclfnicos,entreelesador,quejustificam anecessidadedeaçöesfisioterspicasnosentidode aliviara sintomatologia dolorosaeacompanhamentomultidisciplinar,entre eleso psicölogo,no sentido de proporcionar-lhesumamelhoranaqualidadedevida.(FAPESP)- 000-SAU 1.02QUESTIONXRIO DE DOR DA MCGILL PARA AVALIARQUALITATIVA E QUANTITATIVAMENTE A DOR DE PACI-ENTES FIBROM IALGICOS.émélia PasqualMarques,L uciamte Rhoden.Universidade de Sâo Paulo.A Fibromialgia é uma forma de reumatismo nâo articulare caracteriza-seporapresentardormusculoesqueléticadifusa,fadiga,Iigidez matinalesensibilidade aumentada em pontosanatômicosespecfticoschamadostenderpoints.A doréoplincipalsintomadosfibromiélgicoseentre asformasutilizadasparaavalii-la,encontra-se o questionlrio de dorda M cgill.Esteé composto por78descritores,organizadoem quatrocategorias(sensolial,afetiva,avaliativaemiscelânea)e20subcategorias.Nestetrabalhopartiu-sedo pressuposto de que osfibromiélgicosescolhempreferentemente subcategoriasde ordem afetiva em relaçâo àssensoriaisereferem dormaisintensa quando comparadoscomoutrosgruposde doentesreumlticos.Este trabalho tevecomoobjetivoavaliarqualitativaequantitativamenteadordosportadoresdefibromialgia.Participaramdo estudo 66 indivfduosdivididosemtrêsgruposdepatologiasdiferentes:23com fibromialgia,23comosteoartrose e 20 com lombalgia,e osmesmosforam avaliadosatravésdo questionlriodedorda M cgill.O trabalhofoirealizado no ambulatörio de Reumatologia do HospitaldasClfnicasda Faculdade de M edicinadaUniversidade deSâoPaulo.Foiutilizado o procedimento estatfstico de AnélisedeVariância Multivariada paratestaraigualdadede porcentagemmédiasdasduascategorias(sensorialeafetiva)entreostrêsgrupos.OSresultadosindicamque hé diferençaentreosgruposeque osfibromiélgicosqualiticam predominantemente sua dorcomo sendo dacategoriaafetiva em relaçâo àsensorial.Foiavaliadaaindaafrequência de descritoresselecionadospelostrêsgrupos.Na categoriasensorialosdescritoresmaisfrequentesnostrêsgruposforam latejante,agulhadaegontada.J;nacategoliaafetiva o grupo deosteoartrose escolheu osdescritorescansativa82%,enjoada69%.,ogrtlpodelombalgiaosdescritoresenjoada52% ecansativa47% eogrupodeFibromialgiaselecionouenjoada91%,atormentada 69% e descritoresque apareceram exclusivamenteneste grupo:maldita,m isersvel,enlouquecedora eexaustivacom 47%,43%,39% e 34% respectivamente.Ospacientesfibromislgicosn5otemachadoslaboratoriaisquejustifiquemseu quadro Jlgico,mastem achadosclfnicos,entre elesador,qucjustiticam suamsqualidadedevida.A sim adiscriminaçëoqualitativa e quantitativa dador,pode serum forte indicadorparapropôraçöesmaiseticazese proporcionarmelhora globalnaqualidadede vida destespacientes.- 000-SAU 1.03TRABALHANDO COM ALCOOLISTASE SUASFAMfLIAS.àna LJIO SimöesSilva.Centro de Estudosde Prevençâo e Reabilitaçâodo Alcoolismo -lnstituto deNeurologia Deolindo Couto- Universidade Federaldo Rio de Janeiro.Compreendendo o papelrelevanteque o sistema familiarexercenaquestâo do alcoolismo e,plincipalmente,narecuperaçâo dosalcoolistas,julgou-senecesélio abrirum espaçoparaqueesesfamiliaresparticipassem do tratamento.Sendo assim,foicriadono CEPRAL,um grupo destinadosomenteaosalcoolistase familiares.0GrupodeAlcoolistaseFamiliares(GAF)possufacariterinfonnativo-reflexivoe dele participavam,também ,membrosdeAlcoölicosAnônimos(AA)eAl-Anon,cujafunçëoera,atravésdosseusdepoimentos,ajudarosalcoclistasesuasfamfliasalidarmelhorcom asrepercussöesdo alcoolismo.0 grupo,sob a coordenaç:o da equipe de Psicologia era do tipo aberto,suasreuniöeseram semanaisetinhacomoobjetivosamobilizaçâoderecursosinternosdeseusintegrantesparaelaboraçlo de determinadasquestöesacercadoalcoolismo,visando assim,um maiorrelacionamentoentre alcoolistase seusfamiliarese infonnaçëosobre noçöesblsicasdo alcoolismo.Além de encaminhé-losparaosgruposdemlituaajuda(AA ouAl-Anon).Estetrabalhodepesquisa realizou-se no perfodo de agosto de 1995 a maiode1997,utilizando-se ametodologiada observaçâoparticipante ediscussâodegrupofocal,nointuitodealcançar-seosobjetivospropostos.A anllisedosdadosdemonstrou que 51% dosintegrantesdogrupo participaram do trabalho regularmente,enquanto40% participaram raramente,de fonna espontânea.Osdemais(9%),retornavam somentequandoestimulados.Estavariaçëodefreqtiência poderia seratribufda a questöesfinanceiras,distânciada moradia eocupaçâo profissional.Pôde-seperceberque a maiorpartedosparticipantesque frequentaram o grupo muito raramente,tambémnâo participaram integralmenteda proposta detratamentodo CEPRAL.Poroutro lado,velificou-se quea freqfiênciaregularaogrupo possibilitou uma mudança de atitudemaisripida e maisevidente em relaçâo ao alcoolismo.Essa mudançafoiobservadatanto no discurso,no relacionamento familiar,naauto-estima quanto na inserçâo no mercado de trabalho enosgruposdeAA ou Al-Anon.SBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


.5-:1(.1-Psicologia da SatideSXU 1.04PREVENCAO DE DEFICIVNCIA MENTAL NA SAUDE P0-BLICA DA GRANDE VITURIA/ES.Sônia âk1fpl/,ZeidiTrindade,GrasieliNespoli,ântfrluGiacomin,Juliana Ferreira,EduardoF/rre,TâniaDuarte.UniversidadeFederaldoEspfritoSanto.AsaçöesdeprevençàodaDeficiênciaMental(DM)somaiseticazesquandorealizadasantesdoproblemaocorer,juntoagestanteserecém-nascidos,reduzindo,assim,atMaestimadade10%da populaçso para3%.Visando-se obterdadoslocais,foram entrevistadososresponslveispelosservkosdeatendimentoprénatalepediatliaem31% (09)unidadesdeSatîde(US)epelosatendimentospré,geri,neonataleberçM odos05hospitaiscomUTIneonatal,ptiblicos,da Grande Vitöriai s.Procurou-se identificarasaçöesdeprevençâo(AP)Primsria(proteçâoespecfica)eSecundM a(diagnösticoprecoceetratamentoimediato),passfveisderealizaç:o segundo a literatura.Das212 AP possfveis,oshospitaisrealizavam ,em média,63,2% :69,2% de 120 AP nopré-natal;78,6% de15AP no parto;60% das49 AP noserviçoneonatal;e 57,8% de 28 AP realizéveisno berçsrio.Apesardessesdadosindicaremque amaioria dasAP estavasendo realizada,umaanélise qualitativamostrou que faltavam ou nâo estavam disponfveisinformaçöesbssicasparaa tomada de decisöesna Jrea,como osdadosda mortalidadematerna eperinatal.AsAP oconiamplincipalmente no momento do parto,quando osprincipaisfatoresderiscoestavam presentes,e sem sua identiticaçâo prévia.APrevençâo Secundsria era amenosrealizada,porfaltadeestruturalaboratoriale degeneticistas,porexemplo.AsUS realizavam,emmédia,59,5% das138 AP possfveis:Prevençào Primsria-62,2%de 123AP no perfodo pré-natal;Secundéria -48,1%de15 AP possfveisno perfodo neonatal.A maioria dasAP estavasendo realizada,mastambém faltavam dadosestatfsticossobreosserviços.A avaliaç:o e o acompanhamento do desenvolvimentoinfantilou aidentitk açâo de fatoresde risco para a DM nâo eramrealizados,assim como programasdeestimulaçào precoce paracriançassob risco de DM ,com equipe multidisciplinarou acompanhamentopsicolögico.Assim,a porta de entrada do sistemadesatide realizavacerca demetade da prevençëo possfvel,sendorestrita ao acompanhamento pré-natalmfnimo,sem identificaçàode fatoresde risco paraproblemasgenéticos,porexemplo.Essesdadospennitem auxiliaraproposiçào de polfticasptiblicasnaâreadesatidereprodutiva.(CNPq/IC;UFESI.-000-SAU 1.05REPRESENTK XO DEPRESSIVA EM PACIENTESCOMCâNCER GINECOLéGICO ANTESDE QUIMIOTERAPIA.CarlosRobertoR.deMiranda,jdersonL.Costa JunioslnesilaS.Rocha,Renata C.Ribeiro e Marcelo E.G.M artins.Universidadede BrasfliaSegundo dadosdo Instituto Nacionaldo Cb cer,em 1993,o câncerginecolögicofoiresponslvelp01-47,3% do totalde neoplasiasmalignasque acometeram o sexo feminino.Considerando quevarisveispsicolögicaspodem contribuirde modo signitkativopara a atribuiçâo de significado,do paciente com câncer,à experiênciadequimioterapia,adepressâo exerceinfluência detenninantesobre a percepçëo destaexperiência.Esteestudo tem porobjetivoavaliarasrepresentaçöesdepressivasem pacientescomcâncerginecolögico imediatamente antesde tratamento quimioterépico.Deagosto de 1996a março de 1997,pacientescom in-158dicaçso(letratamentoqtlimioterspico,quederam entradanaUnidadedeOncologiaGinecolögica do HospitalUniversitsrio deBrasflia,foram entrevistadasparaaobtençso de dadosdemogrsficosesociaise submetidasàaplicaçâo do InventsrioBeck deDepresso.Foram exclufdasdoestudoaquelaspacientesquejshaviam sido submetidasa tratamento quimioterspico prévio.30gacientesconsecutivasforam inclufdasno estudo.A médiadeidadefoide44,9anos,sendo55,2% portadorasdecb cerdemama,37,9% decâncerdecolodetiteroe6,9% decâncerdeovl o.Dototaldepacientes,53,3% apresentaram algum grauderegresentaçâodedepressâo,comaseguintedistribuiçâo:16,7% c0m depresskleve,13,3% com depresssoleveamoderada,13,3% comdepresssomoderadaagravee10% com depresssograve.Osdadosagresentadoss5opreliminares,uma vezqtle()estudogretendeavaliararepresentaçâo de depressâo em paciente com câncerginecolögicoem trêsmomentosdiferenciados(antes,duranteeapösquimioterapia).Dadosobtidoscoroboram aliteraturaqueaponta23a 58% dospacientescom câncerginecolögico apresentandoalgum grau derepresentaçâo depressivano infcio do tratamento.Discute-seapossibilidade deque asalteraçöesafetivasecognitivas,conseqientesdo diagnöstico decâncer,detectadaspeloinstnlmento,possam serreduzidasatravésde intervençöespsicolögicas,melhorandoo prognöstico e aumentando aadesào ao tratamento.- 000-SAU 1.06OMODELODATEORIA DA AIAORACIONALEA INTEN-(AO DE PRATICAR O AUTO-EXAME DA MAMA EM MU-LHERES DE BAIXA RENDA.SupMey C.de A/cltftlngc GonçalveseMardonio Rique Dias.UniversidadeFederalda Parafba.A literaturaressalta queo examesistemstico e periödico damamafeito pela pröpria mulher,o Auto-Exameda M ama,podeencontrartumoresmalignosdepequenasdimensöeseassim,salvar-lhea vida;contudo,pesquisasdemonstram que é baixo o ntimero demulheresque adquirem o hbbito de fazê-lo,possuindo crençasquedificultam suarealizaçâo.Objetivando-setestarovalorpreditivo doM odelodaTeoriadaAçàoRacional(Fishbein&Ajzen,1975,1980)paraaintençZodepraticaro auto-examedamama em mulheresdebaixa renda,e posteriormente,se elaborarcampanhaspreventivasao câncerde mama,foirealizado um levantamentode crençase referentesmodaiscom uma amostrade40 mulheres,com a média de idade de32,5 anose desvio padrâode 11,37,atendidasno ambulatörio de ginecologia do HospitalUniversitM oem Joào Pessoa-pb.Foram identitk adasum totalde 132crençascomportamentais,categorizadasem nove dimensöeseum totalde166 crençasnormativas,categorizadasem quatrodimensöes.Apöso estudo citado,um questionM o fundamentadonascrençasencontradasfoiaplicado a uma am ostra de253mulheresatendidasem ambulatöriosdo SUS em Joâo Pessoa-Pb,com umamédiadeidadede31,51anos(variandode17a64anos)eum desviopadrâode10,28.A amostraconstoude56,1%demulherescasadas,39,5% donasde casa,49,3% possuindo primeirograu incompleto e 49,8% residentesna capital.A anâlisedosdadosmostrou trêscorrelaçöessignificativasentre a variévelcritério,intençâocomportamentaleasvariâveispreditoras(normasubjetiva,r=0,30,p< 0,01.,crençasnormativas,r= 0,31,p


é'â U -Psicologiada UQJJ:explicaram um totalde33% (R= 0,57*,R2= 0,33,F (3 ,223) = 36,39,p


SâU -Psicologia daSatidemonstram aimportânciadeSeconsiderararededeapoiosocialem tomo dacriança,taiscomo a famflia e comunidade,independentedo problema especficoapresentado pela criança.Ospaissâopartesfundamentaisno atendimento gsicolögico à criança,poisalém de serem fontesde informaçâo auxiliando no diagnlstico,podemafetardiretamenteo curso e o resultado do atendimento.Pesquisasindicama necessidade de seconsiderarosmtiltiplosaspectosdoSistema familiacEstudosdemonstram que mâescom diticuldadesem Seurelacionamentoconjugaltendem aexercercontroleaversivo sobre o comportamento de seusfilhose aestabelecerumarelaçso maisnegativa,mesmoapösterem recebidotreinamentosobrecomolidarcomostilhos.D0mesmomodo,famfliasem situaçso de risco,como paiscom baixa escolaridade,baixonfvelsöcio-econômicoeresidindoem locaisdecondiçöesadversas,sâo maissuscetfveisa apresentarem maiorincidênciade ditkuldadesno relacionamento entre seusmembrose com acomunidade,afetando o desenvolvimento de suascrianças.Partindodeuma abordagem ecolögicade promoçào da satîde,o serviçode Psicologia do HUBFS vem oferecendo um trabalho emgrupo dirigidoaospais/familiaresde crialxasem atendimento.Esta clientela é fonnadaporfamfliasresidentesna periferia deBelém ,em condiçöesderisco.No infcio do trabalho eram novecriançasem atendimento,com idadesentre cinco e onze anos,cujasqueixasprincipaiseram dificuldadesdeaprendizagem ederelacionamento familiacNo perfododejaneiro amaiode1997foram realizad% dez reuniöesquinzenaiscom o gnlpo,contandocom apresençadecincoparticipantesem média(amplitudee a10),com duraçâodeduashoras.Ostemasmaisfrequentesestavamrelacionadosa questöessobre o desenvolvimento dacriança,prsticaseducativaseredede apoio socialà.famflia.Ao todo,participaram 19 famflias,uma vez queao longo do processo houveevas:o de clientesenquanto outroseram incluidosno trabalho.Asmâesforamapresença maisfrequente,relatando diticuldadesemexercercontrole parentaladequado,bem como diticuldadesempromoveraescolarizaç:o deseustilhos.Osresultadosindicam quea famflia,como um sistema,pode ser benetk iadaatravésde trabalhoscomo este.Implicaçöesmetodolögicasdeintervenç:o em psicologia podem serextrafdasa partirdosdados,comoosefeitosa longo prazo da utilizaçâo de instruçöesnaéreadeeducaçâodacriança.(HUBFS,PROEX,UFPAI- 000-SAU 1.10A INSERG O DO PSICULOGO NA REDEPUBLICA DESAUDEDEBRASfLIA -DF:DESCRIXO GERAL DEDA-DOS OBTIDOS.JWJ?T: Maria E Seidldâddrlt/;L.Costa JurlitmUniversidade de Brasflia.LevantamentodedadosjuntoàredeptiblicadesatidedoDistritofederalapontou para a emergente inserçâo do psicölogo nestasreae para o fortalecimento daPsicologiada Satide como campo degeraçâo de conhecimento ede atuaçâo protissional.Este estudoteveporobjetivocaracterizaroperfilprotisionaldopsicölogoinserido na rede ptiblica de satide,incluindo infonnaçöesrelativasadadosdemogrsficose sociais,formaçâo acadêmicae qualificaçàoprotissional,setoresdeatuaç:o.modosde atuaçëo,nfveldesatisfaçëo protissionale levantamento de necessidadesdetreinamento.Efetuou-selevantamentopreliminarjuntoàsinstituiçöesptiblicasdesatide,localizando-se ospsicölogose seuslocaisdeattlaçâo.Umaamostraconstitufdapor46psicölogos(75%dototalidentiticado)respondeuaum instrumentoescritodepesquisa,desenvolvidoemconsonânciaaosobjetivosdoestudo.l60Dadosobtidosmostram umadistribuiçâodesigualdepsicslogosquanto adadosdemogrsficosesetoresdeatuaçâo,com 95% deprofissionaisdo sexofeminino e maisde 90% lotadosem unidadeshosgitalares,emnfvelterciM o deatençëo àsatide.Observou-seque34% atuam em salide mentale 45% têm atuaçso grotissionaljuntoàcriança,emespecialidadesdiversas.Osdadosapontam para umaampla variabilidade de abordagensteöricometodolögicasutilizadasgelosprotissionais,compredomfnio demodelospsicodinâmicosem um terço daamostra,seguidospormodeloscognitivosem um quartodaamostra.Quantoaomododeattlaçào,um terço garece atuarc0m base no denominado modeloclfnico tradicionaleosdemaisparecem preferirmodelosdeatençsointegralàsatide.Apesarde75% daamostraatirmarquepretende continuaratuando em Psicologia da satide,63% percebemanecessidadede treinamento especftico para aperfeiçoarsuaatuaçâo protissionale90% observaa existência de temasem Psicologiada Satîde quegostariade estudar.Emboraosdadosapontemparaumainserçâo protissionaldiversificada,ressalta-se ainexistênciadepsicölogosem determinadossetoresdasatide(taiscomoservkosdeatenç:oprimsria,pronto-atendimentoeCentrosdeTerapiaIntensiva).Discute-seanecessidadedodesenvolvimentodeestratégiasde intervençëo que implementem uma atuaçâosistematizada em Psicologia da Satide,bem como,quecontribuampara o aumento daqualidade da assistência prestada.paraaatualizaçëo de conhecimento técnico dospsicölogose para acontinuidade do fortalecimento da Psicologia na érea da satîde.- 000-SAU 1.11PRXTICA DO SEXO SEGURO E A PREVENIAO DO HlV/AIDS:LEVANTAM ENTO PRELIM INAR.Eliane M .E Seidl,Mtirft/ângelo Silva,âna Flâvia Madureira,Jvantzde Carvalho,Genay deOliveira e Valéria Costa.Universidade deBrasflia.O uso do preservativo para aprevençâo da infecç:o pelo HIV eoutrasdoençassexualmentetransmissfveis(DST)éumadasprincipaisestratégiasparao controle da Aidsem nfvelmundial.Fatorespsicossociaisassociadosàadoçâo deste comportamento preventivotêm sido estudados,visando adifusào do sexo-seguro.Esteestudoteveporobjetivos:1.Caracterizaropadrâodeusodopreservativonasrelaçöessexuais(frequência,tipodeparceirosexualcom quem utilizaemotivoparaautilizaçâol;2.Identit'icarosbeneffcios/vantagensebarreiras/desvantagenspercebidosassociadosao uso dopreservativo.A amostrafoicom posta por46(quarentaeseis)pessoasquedemandaram espontaneamenteoambulatörio deassistência a portadoresdo vfrusHIV/Aids,doHospitalUniversitériodeBrasflia(HUB),paraobtenfâodepreservativosgratuitamente.0ssujeitoserampredominantementepacientesde outrasespecialidadese funcionsriosdo HUB.Umquestionlio,com questöesabertase fechadas,foiaplicado medianteentrevistaaosintegrantesda amostra.A amostra foicompostapredominantementeporhomens(84,8%),adultosjovens:47,8% com menosde30anos.Quantoàfrequênciadousodopreservativo nasrelaçöessexuais,56,5% da amostra relataramutilizarsempre,34% usaram àsvezese8,7% nunca haviam usadoa camisinha.Prevençâo da Aidse/ou DST foio motivo maiscitadoparaautilizaçâo(47,8%).A metadedosentrevistadosreferiuusarpreservativoscomtodososparceiros;34,8% dossujeitosutilizaramapenascom aquelesparceirosque nâo conheciame/ou nâo confiavam.Um terço da amostra informou quenâo usacamisinha com o parceiro tixo.Prevenir aAidseoutrasdoençasde transmissâo sexualfoio beneffcio/vantagem do preservativoSBP-XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


J'/l& -Psicologia da .5bJ#t>maisfrequentementemencionado(80,4%).Asprincipaisbareiras/desvantagenspercebidasquantoà utilizaçâo do preservativoforam:desconfortoe/ouincômodo(34,7%),reduçàodoprazere/ousensibilidade(21,7%)eperdadanaturalidadedoatosexual(6,5%).A nâopercepçsodebareira/desvantagem (30,4% daamostra)esteveassociadaaousoconstantedopreservativonasrelaçöessexuais(*3,6p=0.05).N;oobstanteocarsterpreliminardoestudoeaslimitaçöesdeordemmetodolögica(amostrareduzida,efeitosreferentesàdesejabilidadesocialparecem terinfluenciadoasrespostasdosparticipantes),osresnltadospermitemconcluirque:1.a modificaçâo de percepçöese crenças,emespecialasque seconstituem em bareirasao uso do preservativo,écrucialparaaadoçâo de comportamentospreventivoseparaa prJticado sexo-seguro;b.a dificuldade quanto ao uso do preservativonasrelaçöesconjugaisestsveis,jlqueaintroduçâodacamisinhaparece ameaçaraconfiança entre osparceiros.-000-SAU 1.12ATIVIDADEIYICA E BEM-ESTARPSICOLUGICO EM PA-CIENTES DIABETICOS E HIPERTENSOS.Eliane MariaFldlfry Seidle Fenmndo Gonzales Rey -UniversidadedeBrasflia.Estudossobre a relaçâo entre a prstica de atividade ffsica e obem-estarpsicolögico apontam que exercfciosffsicosregulares,em especialosaeröbicos,parecem terefeitospositivos,como reduçlodaansiedadeedadeprespo.Esteestldoteveporobjetivoinvestigarascaracterfsticasrelacionadasao bem-estarpsicolögicoeaosmodosdeenfrentamento(coping)emrelaçâoàenfermidade,anteseapösa prstica de atividade ffsica orientada.Compuserama amostra16 pacientes-9 hipertensos,2 diabéticose5 nasduascondiçöes-acompanhadosem um centro desatide deBrasflia,queaceitaram pm icipardeum programadeatividadeffsica,trêsvezesporsemana,durante9meses(marçoanovembrode1996).Osaspectospsicolögicosforam avaliadosmedianteentrevistasemi-estruturada,pelaEscaladeSatideMental(MentalHealthIndex)epelaEscalaModosdeEnfrentamento(validadaporVitaliano,em1985),em doismomentos'.anteseapösoprogramadeatividade ffsica.A idade dosparticipantesvmiou de40a68anos(x=53),sendo14 dosexofeminino e2 do masculino.Ametadedossujeitostinhanfvelsuperiore31,3% o10grauincompleto;62,5% viviam com o cônjugee37,5% eram separadosouviûvos.O impacto positivo da pritica de atividade ffsicaem relaç:o ao bem-estarpsicolögico ticou evidenciado,para amaioriadogrupo(87,5%),segundoosrelatosobtidosnasentrevistas'.reduçâodesintomasrelacionadosao stress,socializaçëo epercepçâo de controle sobre a enfennidade.Observou-se aindamelhoria da adesâo aosmedicamentos,àdietae à atividade ffsicapraticada demodo independente.No entanto,na avaliaçâo dobem-estarpsicolögico pela Escalade Salide M ental,a diferençaidentiticadanâo foiestatfsticamentesigniticativa(t=-.53p=.6).Osmodosde enfrentamento maisutilizadospelo grupo para lidarcom aenfermidadeforam focalizaçâo noproblema(açâodiretaparalidarcom aenfermidade).buscadesuportesocial,focalizaçâonopositivo e religiosidade.Houve reduçâo,no momento 2,dosmodosde enfrentamento esquiva e pensamento fantasioso,ambosconsideradosnëoadaptativos.Contudo.a diferença dasmédiasdossub-escoresobtidospelogrupo na Escala M odosdeEnfrentamento,nosdoismomentos,nâo teve signiticância estatfstica(t=l.98;p=.06et=.87;p=.4respectivamente).Osresultadosobtidosnâopermitem concluirquanto ao efeito benéticodaprlticaregularda atividadeffsicasobre o bem-estarpsicolögicoSBP - XXVIIReuniâoAnualde Psicologiadossujeitospesquisados,nâ0obstanteaconstataçâodoimpactopositivo sobreaspectosrelacionadosao auto-controle eà adesâoao tratamento,conformea anllise qualitativa decorrente dosdadosdeentrevista.Areduç:o dasestratégiasde enfrentamentoesquivae pensamento fantasioso,apdsaatividade ffsica,sâo tendênciasqueindicamesforçosadaptativosrelevantes,voltadosparaa focalizaçâo no problema-a enfermidade -apesarda ns0signiticância estatfstica.SAU 1.13PESSOASCONVIVENDO COM 0 HIV/AIDS:ASPECTOSDEMOGR/FICOSE PSICOSSOCIAIS.ElianeM.E Seidl,Mârioéngdl/Silva,ârltpMariadeâ.Lima,Denisx/t/'./iJacqueline/:deAraûjo,RegianeGomeseFlnï/M.EsplkitoSantodeCarvalho.UniversidadedeBrasflia.Estudossobre a qualidadede vidade pessoasacometidaspelainfecjlo do vfrusHlV têm apontado a condiç:o söcio-econômicaprecMae a existênciade atitudesde discriminaçâo e preconceitoemrelaçâoàspesoassoropositivas.Esteestudo objetivou'.1.Descrevero perfilsöcio-demogrstico e epidemiolögico de pessoasportadorasdovfrus HIV/AIDS,atendidasno HospitalUniversitMo de Br%flia;2.Identiticarcaucterfsticasdarede de apoiosocialdospacientesestudados.Informaçöessobre ospacientesforam coletadasdosregistroscontidosnosquestionlrios(roteirosdeentrevistasemi-estruturados),preenchidosparaaquelesqueiniciaram acompanhamento pelaPsicologia e pelo Serviço Social,noperfodo de ab1il/96 a maio/97.A amostra foicompostapor70 pacientesadultos'.57% homens,sendo que a idade valiou de19a60anos(x=31anos);52% eram assintométicoseosdemaisapresentavam quadro de AIDS.A metade tinha o 10gratlincompletoe63% estavam desempregadosou sem qualqueratividaderemunerada,n:o havendo diferença estatfsticasignificativa segundoo sexo.no que se refere àsituaç:o söcio-demogrsfica.Asrelaçöesheterossexuaisforam aprincipalfonna de transmissâo(51%),seguidasdashomossexuais(18%).Um terçodaamostraconviveou conviveu com um onmaisfamiliaressoropositivos(cônjugee/outilho).Quantoaoapoiosocialpercebido,46% referirama existência de suporte,tanto instrumentalquanto afetivo/emocional,dado poramigose/ou familiares;um quarto da amostrapercebeu seu suporte socialcomo muito limitado ou nulo.Reaçöesdediscriminaçâo,preconceito ou abandono,departe defamiliaresnâo soropositivos,foram mencionadaspor47% dospacientes.Ospacientesque percebem-se aceitose apoiadosrefe-Iiram a existênciadesuporte socialtanto instrumentalquantoafetivo-emocional;aocontrlrio,osquepercebem-serejeitadosediscriminadosinform aram nâo contarcom apoio socialde pessoaspröximas(7=28,6p


s'â (./-Psicologia daSalideSAU 1.14A MULHER E A AIDS:UM ESTUDO BASEADO NA 'l'EO-RIA DA ACAO PLANEJADA.//J/IJI'A SaldanhadeLucenaeMardonioRiqueDias.UniversidadeFederaldaParafba.Atualmente,existem 1.51 mulheresinfectadasnoBrasile9.000nomundo,sendoquecalcula-seque75% destasmulheresssomonogâmicas,que poreste motivo,acreditam n5o existirnecessidadedeprevençso,tomando-sevftimadacontaminaçào.Outroasgecto importante,consiste no fato deque asmensagensveiculadaspelamfdiase destinam muito maisàsclassessociaismédia ealtado que ao publico em geral,manipulando contetidoscom valoresnitidamentedissonantesdascrençascomportamentaisenonnativasda maioriadapopulaçâo brasileira,queé constitufdada classe socialmenosfavorecidaem termoseducacionaisetinanceiros.Oobjetivobésicodestapesquisaconsisteem fornecersubsfdiosparauma estratégia preventiva/educativa daAIDS,voltadapara asmulheresde cla se socialbaixa,além de testara capacidadeexplicativadaTeoriadaAçâoPlanejada,parapredizeraintençâodasmulheresem pedirao parceiro para usarcamisinha todasasvezesque tiverem relaçöessexuais.A partirde um levantamentode crençasmodaissalientes,identificadasatravésde entrevistascom uma amostra de40 mulherespertencentesamesma populaçàoa serpesquisada,foielaborado um questiono o eaplicado aumanova amostra de 155 respondentes,usuM asde um serviço de satidedo SUS,em Joâo Pessoa-pB,com média de idade iguala 28anos(DP= 6,87),sendo64% casadas,podendosercaracterizadascomodebaixarenda(65% tem rendafamiliarinferiora3salâriosmfnimos),baixaescolaridade(72% n:o completm m 010grau)ebaixaprotissionalizaçëo(49% sâodonasdecasa).A anélisedosresultadosindicou aexistência de correlaçöessignificativ% entreaIntençàoComportamentaleasvariiveisCrençasNormativas(m0,58p


Jx & -Psicologia daJ'JIJ&fonnarafonnadecontsgio.Quantoaorelacionamentofamiliaresexuala maioria relatou continuarrecebendo um relativo apnioda famfliaeosque seapresentavam em estsgio menosavançadodo desenvolvimento dadoençarelataram quemantinham vidasexualativae usavam preservativo.Com relaçâo asformasdeenfrentamento,34% dosentrevistadosapresentaram relatosqueforam classiticadoscomo focalizadosna emoçào,enquanto que20% apresentaram relatosdc enfrentamento focalizado no problema,ecercade 30% apresentaram relatosde enfrentamentofocalizado concomitantemente na apreciaçâo e fisiologicamentefocalizado.Quantoaosdemaisentrevistados,cercade16%,n:ofoipossfvelclassiticarostiposdeenfrentamento.O estudo indicou quealgunsindivfduosmudam de fase deenfrentamento e que muitasvarilveisparecem estarconcorrendopara taismudanças.-000-SAU 1.17MATERNIDADENA ADOLESC/NCIA:CORPO GRAWDICOE PUERPERALJWnJMJHJ Severino PetersScààafd*pontiffciaUniversidadeCatölicadcSâoPauloeUniversidadedes5oPau-10,.DéborahMoss*.Paula scf?;l é rudaTemperini*jIngridLuciana FrancischettiFerreira #*Pontifcia Universidade CatölicadeSâoPaulol;MarceloZugaib(UniversidadeEstadualPaulista)eMathildeNeder(UniversidadedeSâoPaulo).Estetrabalhointegra-seàsatividadesdoNEAdTaculdadedePsicologia da PUCSP,da Clfnica Obstétrica da F.M.U.S.P.e daDivisâo de Psicologiado H.C.F.M.U.S.P.A gravidezé uma fasedo desenvolvimento da mulher:implicando uma série de mudançastantoa nfvelcorporal,fisiolögico como afetivo,relacional.Omesmo processo ocorre com a adolescência que redimensionanèo söo indivfduo,como todo o meio efamiliaresao seu redor.Pensarna gravidezda adolescente é pensarnestesdoisprocessosocorrendojuntos.O presentetrabalhoestudouocorpogravfdicopuerperaldeadolescentes.Osdadosforam coletadosno Ambulatöriode Obstetrfcia;fez-se 41entrevistasindividuaissemi-estruturadasduranteo pré-natale no puerpério,ondese investigqvadadossociaise corporais.Osresultadosindicam que 80,49%encontravam-se entre 15-17 anos;78,05% viviam maritalmente,sendo 9,76% casadaslegalmente;53,66% moravam com suasfamflias;21,95% cursaram até o 20.grau incompleto e 63,41%entre a 5a.e 8'.sériesdo 1o.grau.36,58% das adolescentescontinuavamfrequentando a escolaapösengravidarem,sendo que21,95% abandonaram a escoladevido a sintomasgravfdicos.75,61% nâo apresentavam nenhuma sintomatologia,mas92,68%identificavam mudançascorporais(mama,barriga,cintura),alteraçöesemocionais(78,05%)enodesejosexual(65,85%).41,46%avaliavam seu col'po gravfdico como maisfeio do que o prégravfdicoe nâo se encontrou relaçso destaavaliaçso com asalteraçöesdodesejosexual;nemdestecom osigniticadoatribufdoao movimentosfetais.21,95% nâo relataram nenhum medo especftko durante a gravidez,31,71% relataram medo do parto.Comrelaçâo ao parto consideraram bom oumelhordo queimaginavam,80,49%relataram serdoloroso independente da tensâo sentida;48,78%relataram uma çsensaç:o de vazio'no pös-partoimediato,sendo quedestas,53,66% relataram seragradévelaamamentaçâo apesarde sentirem dornosmamilos.Conclui-seque o corpogravfdico puerperalda adolescente nâo a difere damulheradulta.-000-SBP -XXV IReuniâoAnualde PsicologiaSAU 1.18MATERNIDADE NA ADOLESCGNCIA:CORPO E SEXUA-LIDADE PRé-GRAVfDICA.EdnaMaria SeverinoPetersKahhale.(PUCSP eDIPHC/USP);lngrid LucianaFrancischetiFerreira*';DéborahMoss*';Paula Rc frla érrudaTemperini*.(PontifciaUniversidadeCatölicadeS5oPabûojiMarcelozugaib(UniversidadedeSâoPaulo)eMathildeNeder(DIPHC/UniversidadedeSâoPaulo).Estetrabalhointegra-seàsatividadesdoNEAdTaculdadedePsicologiadaPUCSP,daClfnicaObstétricadaF.M .U.S.P.edaDivissodePsicologiadoH.C.F.M.U.S.P.A gravidezéumafasedo desenvolvimento da mulher'.implicandouma sériedemudançastantoanfvelcorporal,fisiolögicocomoafetivo,relacional.Omesmo processo ocorre com a adolescênciaque redimensionanëo sö o indivfduo,como todo o meio efamiliaresao seu redor.Pensarna gravidez da adolescente é pensarnestesdoisprocessosocorendojuntos.O presentetrabalho estudou odesenvolvimentodaimagem corporale da sexualidadedaadolescente antesdagravidez.Osdadosforam coletadosno Ambulatörio de Obstetrfcia;fcz-se41entrevistasindividuaissemi-estruturadasduranteopré-natal,onde seinvestigava dadossociais,corporaise desexualidade.Osresultadosindicamque 80,49% encontravam-se entre15-17 anos;78,05% viviam maritalmente,sendo 9,76% casadaslegalmente',53,66%moravam com suasfamflias;21,95%cursaram até o 2o.grau incompleto e63,41% entre a5a.e 8a.sériesdo1o.grau.Quantoaodomfniocorporal80,49% saàiam oque eramenstruaçâo antesda menarca,sendo que destas65,85%foram infonnadaspela màe.70,73% utilizaram aatraso menstlwalpara identiticarsua gravidez',no entanto,em 17,07% a identiticaçlofoifeitaporfamiliares(mâe,irmâs,tias),apesardequeamaioria destasestavam entre15-17 anos.92,68% nâo se masturbavamapesardesaberem dizeroqueémasturbaçëo(65,85*).Quantoaodesenvolvimentodasexualidade70,73% engravidaramdo primeiro parceiro sexual,m antendoum relacionamentoquevariavadeum anoemeioaquatroanos(56,1%)*,somente4,63%mantinham um namoro com duraçâo de até 6meses.14,63% consideraramprecoce o infcio da atividadesexualgenital;51,22% sentiramdornaslas.relaçöesmasgostaram.Eraorapaz(60,98%)que.em geral,tomava a iniciativa para o infcio da atividadesexualgenital,sendoque65,85% dasadolescentesidentitkavam suanecessidade sexuale avaliavam,como agradsvel,a intimidadesexual',no entanto,24,39% nâo ldentificavam suanecessidadesexualeengajavam-senaintimidadesexualgenitalpararesponderemànecessidade m asculina.48,78% relataram sentirorgasmo.Concluindo,estasadolescentesapresentavamditiculdadesparalidarcom ocorposexuadofeminino.engajando-seem namorosquetendem à estabilidade com a constituiçâo de famfliaaoengravidarem.Nâo seutilizam dosrecursosqueoutrosgruposdeadolescentesfazem uso para desenvolvercm sua sexualidade eidentidade sexual,taiscomo çtficar'e ç:rolo'restringindo o conhecimentodo seu corpo à intimidade sexualgenitale respondendoàsdemandasmasculinas.- 000-SAU 1.19LEVANTAMENTO DASPRINCIPAISPREOCUPAX ESDEMXESCOM SEUS BEBVS NAS PRIMEIRAS SEMANASPUS-PARTO:ESTUDO EXPLORAO RIO.AlessandraA.S.f-wtfvfp HelenB.Wbtj Helot-sa S.Menezes,Paulo Guilhardi,M aria AméliAlmeida e M aria Benedita Lima J'tzrtfo.UniversidadeFederalde Sâo Carlos.l63


M 1./-Psicologia tk SatideVisandoStlbsidiaraimglantaçèodeum futufoserviçode?SicOl0-giagestacional,esteestudofoirealizado com osobjetivosde;identificarasplincigaispreocupaçöesdasmsesem relaçâoaosbebêsnasprimeirassemanaspös-parto;analisaragossfvelinfluênciadasvarisveissöcioeconômicacexperiênciagréviadepartoque poderiam interferirnaspreccupaçöesdas msesem suainteraçsocom ()bebê.Participaram doestudo27mses,dasquaisPartedelas,queestavam internaspeloSistemaUnicodeSatîde(SUS),responderam aoquestionMonaMatemidadedeSâoCarloseaoutraparteem suapröpriaresidência.Asinformaçöesforamobtidasatravésdequestionsrios,divididosem 7categoriascom10ftenscadacategoria.Asrespostasaosquestionsriosforamcategorizadascomparando-seasprincipaispreocupaçöesdasmsesem ftmçsodaclasesöcio-econômicaeexperiênciapréviadeparto.Osresultadosindicaram queosftensdascategorias,problemasorgânicos(2)eacidentes(5)foram osqueapresentaram deumamaneira geral,maispreocupaçöesporpartedasmâes.Nâo demonstrou-sepadröesconstantesde preocupaçöesnasdiferentesâreasabrangidaspelo questionM o,com relaçào àsclassessöcioeconômicaeexperiênciade parto.Isso pode terocorrido pelofato deo estudo terum nlimero restrito departicipantes.Em razâodisso,seria interessante uma replicaçâo do estudo com ummaiorntimero de pm icipantes.Osresultadosencontradospoderâoserutilizadoscomo base para o desenvolvimento deum modelodeintervençâo maisdirecionada asprincipaispreocupaçöesdasmâes,com oobjetivodeminimizarpossfveisconflitosexistenteem sua interaçào com o bebê no perfodo pös-parto.- 000-SAU 1.30INFLUENCIA DAS AULAS EM LEITO SOBRE A AUTO-ES-TIMA DO PACIENTE HOSPITALIZADO.Marcelo Martinati,Milena KS'fP:J Casati.UniversidadeCatölica de Santos.A situaçâo de hospitalizaçâo constitui-se num perfodo de ansiedadee despersonalizaçào parao indivfduo intem ado.Num hospitalescola,estefatorse agrava considerando o elevado ntimerode pessoasque assistem ao paciente.O presentetrabalho teveporobjetivo investigarasinfluênciasdaprsticamédicadeaulasemleito sobre aauto-estima do paciente internado.OsdadosforamcoletadosnasenfermariasdeClfnica M édicae Cinirgica doHos-PitalGuilhermeilvaro,instituiçëoptîblicadereferêncianaBaixadaSantistaao atendimento a pacientesdo S.U.S.,caractelizadaporserum hospitalescola.A amostragem foiconstitufda de23sujeitos,deambosossexos,com idadevariévelentre15e71arms,apresentando patologiasvariadas,internadosno perfodo de03a 13/12/1996.Para a coleta de dadosfoielaborado um roteirocom perguntasabertasque se referiam àconcepçâo destespacientesacercadasaulasem leito,e à maneiracomo sentiam-sediantedetalsituaçào,sendo asrespostasagrupadasem categoriasconstrufdasporsimilaridadedesignitkados.Analisandoosresultadosobtidos,noquedizrespeitoaoqueacham dasaulas(aspectoracional),78%daamostragem apresentourespostascomvaloraç:opositiva,vinculadasacontetidosinfonnativos(aprendemcom elasl;aprendizagem protissional(ajudam nafonnaçâoacadêmica);seguralxa(confiam maisnaequipe)emaioratençâo(identiticandomelhortratamento).Jâ22% dospacientesrelataramnâo entenderasdiscussöes,considerando-assem significância,oque caracteriza uma valoraçëo negativa ao procedimento.ComrelaçâoLmaneiracomosentiam-senasituaçâo (aspectoemocional),65% dasrespostasapresentaram valoraçâopositiva,vinculadasaosm esmosaspectosmencionados,poisospacientesyerceàiam-sefecebendomaiorescuidados,maisinformatbseseguros.Contudo,para13% da amostragem,porrepresentarumfatoransiogênico,asrespostasadquiriram valoraçâonegativa',e22% mostrou-seindiferentesàsaulas.Conclufmosque,namaio-Iia doscasos,a prstica médicadeaulasem leito tem umainfluênciagositivasobrea auto-estima do paciente intemadonasenfermariasdeClfnicaMédicaeCinirgica,basicamentegordoisaspectos:a)emfunçâodastrocasdeinformaçöesediscussöesduranteasaulas,sentem-semaisinformadossobreseu quadro clfnicoecondutasmédicas,tornando-sesegurosemenosansiososc0m relaçsoainternaçèoegrocedimentos;b)sentindo-seresponssveiseimgortantes,àmedidaemquecolaboram com aformaçsoprofissionaldediversosindivfduos,mostram-semaisativ0semseugrocessoderectlgeraçso.Estesdadosapontam aindapara reflexâo acercadaadequaçâo ou n5o de talprocedimento.bem como possfveismodificaçöesnaestruturaçâo do mesmo.- 000-SAU 1.21FATORES PSICOSSOCIAIS E DESGASTE D0S DENTES.X.M Monteiro#a Silva(UniversidadeGamaFilho),K WHemmings,D.A.Oakley H N NewmaneS.Ft7fkin-î.(UniversityColegeLondon,UK).O desgastepatolögico dosdenteséfreqtientementeassociado como bruxismo que,porsuavez,parece serinfluenciado porfatorespsicossociais.Este estudo investigou possfveisrelacionamentosdeum ntimerodefatorespsicossociais(estressepercebidototalemédio,estadoetraçodeansiedade)com odesgastepatolögicodosdentes.A signiticânciadosfatorespsicossociaisfoiavaliadaatravésdacomparaçâo dedoisgrupos:45 pacientescom desgastedosdentescom um componentede atrito clinicamentesignificativotgrupodeatrito;GA)com 45pacientespertencentesaogrupodecontrole(GC).O GA apresentavaasfacetasoclusivasem oposiçâo relacionadascom movimentosde excurs:o da mandfbula.OspacientesdoGA foram aconselhadosausarumaplacade mordidaparaprotegerdobruxismo.Oscontroleseram pacientessemdesgaste significativo dosdentes,recebendo outrasmodalidadesde tratamento odontolögico.Osgruposforam emparelhadosemrelaç:oaogênero(57,8'% eram mulherese42,2%homens)eàidade.AsmédiaseosdesviospadröesdaidadeemanospmuoGA eoGC foram 39,6(+ 10,70)e39,5(+ 10,73),respectivamente.Ossujeitosresponderam aumaescaladeestrese(ModifersandperceivedStresScale,Linn1986)eaoInventsriodeAnsiedadeTraço-Estado(Spielbergeretal.1970).Umaanlliseda valiância multivaliada entregruposindicou que osdoisgruposnâo diferiram signifcativamente nosfatorespsicossociaiscombinados,F(4,85)=1,16,p> 0,05.Noentanto,aanélisedavariância univariadamostrou que o GA apresentou significativamentemaistraçodeansiedadedoqueoGC.Umapesquisaadicionaléindicada paraclariticara importbcia do traço de ansiedadee outrosfatorespsicossociaisna progressâo do desgastedosdentescom um componentesignificativo deatrito.(A.M .M onteirodasilva,CAPES)-000-SAU 1.22FATORES PSICOSSOCIAIS E PERIODONTITE RAPIDA-MENTE PROGRESSIVA.A.M Monteirot/aSilva(UniversidadeFederalRuraldoRiodeJaneiro),D.A.Oakley,H.N.Newman,>:S.NohleH.M.Lloyd (UniversityColegeLondon).164 SBP -XXV IReuniâo Anualde Psicologia


JA & -Psicalogia da J'JJACom base em observaçöesclfnicas,algunsperiodontistastêmsugerido uma associaçâo de fatorespsicossociaiscom aperiodontiterapidamenteprogressiva(PRP).Esteestudoinvestigou,mais formalmente,possfveis associaçöes de fatorespsicossociaisrelevantes(ntimerodeestresoresduranteostîltimos12meses,estresse percebido totalemédio,suporte socialtotale médio,depressâo,solidào,somatizaçso e traço de ansiedade)comaPRP.A significânciadasvaliéveispsicossociaisfoiavaliadaatravésda comparaçâo de 3grupos:50 pacientescomPRP (GPRP),50 pacientescom aformacomum dadoença,periodontitedeadulto(GPA),e50 pacientessem destruiçâoperiodontalsignificativa(grupodecontrole,GC).Umaanllisemultivariada de covaribciaentregruposindicou que ostrêsglwposdiferiram significativamentequanto àsvalisveispsicossociaiscombinadas:E420.266)= 2,22,p=0,002.Doisfatorespsicossociais- depress:o e solidâo -foram signiticativosna distinçëo entre osgrupos:F(2,142)=5,54,p=0,005eF(2,142)=7,52,p=0,001,respectivamente.0GPRP apresentou significativamente maisdepressâo,qnandocomparadoc0moGPA eo GC:t(148)=2,30,p=0,003et(l48)=2,47,p=0,02,respectivamente.O GPRP tambémrelatou significativamente maissolidào do que o GPA e doqueo GC:t(148)=3,35,p=0,00let(148)=3,06,p=0,003,respectivamente.Umapesquisaadicionalfaz-senecesssria para clarificararelevância destasdiferençaspsicossociaisna progressâo daPRP.-000-SAU 1.23ESTUDO DA INTERAIAO CIRURGIXO-DENTISTA PJPA-CIENTE ESPECIAL VISANDO A CAPACITAIAO DO PRO-FISSIONAL.Maria Elisabelh S.Caetano,Ana Maria Torezan(UNICAMP),AntonioBentoA.deMoraes(UNICAMP).Em suaspriticasdisriasobserva-sequeocirurgiâo-dentista(CD)muitasvezesvê-se impotçntefrente a um paciente especialporterdificuldadesem entenderemanejarcomportamentosquediticultamo atendimento odontolögico.Esta situaçâo nosremete aquestâo da formaçâo desse protissionalonde verifica-se ênfasena formaçâo clfnica.Estetrabalho pretendecapacitaro CD paraarealizaçâo dotratamento ensinando-o,atravésde sessöesdegravaçöesemvfdeo-tape(VT),autilizarestratégiasnâo-aversivasdemanejodecomportamento(distraçâo,terapiadobrinquedo ereforçamentodiferencial).Esteestudoestésendorealizado noCentro dePesquisaeAtendimento Odontolögico para PacientesEspeciais-Cepae -F0P -UNICAM P eparticipam uma CD,umauxiliar,o paciente,o acompanhante e a pesquisadora.Foiplanejadooatendimentode06pacientesutilizando-sedelineamentode linha de base mtiltipla.Osatendimentossâo semanaiscom,aproximadamente,90 minutoscada,gravadosem fitasde VT efeito registrosde obselwaçâo onde doisobservadoresindependentesobservamocomportamentodopaciente(comportamentodisruptivo,movimento decorpo ecabeça,choro,reclamaçöes,etc.)edoCD (contençâoffsica,repreensâo,conversa,canta,elogia,explicaetranqiiliza),anotamem umafolhaderegistro,emintervalostixosde 15segundos.Entre umasessâo de atendimen-toeoutraérealizadaumasessëodeVT,ondeapesquisadoraeaCD assistem juntasasessâoanterior,discutem aspriticasrealizadasedetenninamosprocedimentosclfnicose comportamentaisaserem adotadosnasessio seguinte.Até o momento foram realizadas18sessöesdeatendimento,16sessöesde VT e conclufdo otratamento odontolögico dedoispacientes.Das18sessöes,94.45% foram realizadasatravésde estratégiasnâo-aversivase5.55% com contençso ffsica.EstesprimeirosresultadosdemonstramquepareceserpossfvelcapacitaroCD alidarcom osaspectospsicollgicosecomportamentaisdo pacientee,assim,realizaroatendimentoodontolögico.Poroutrolado,oCepaecomopioneiroempesquisascomportamentaisnaJreadaOdontologiaparececaminharparaaconsecuçâodeseusobjetivos.(FAPESP)- 000-SAU 1.24ESTRAV GIASNâO-AVERSIVASNOCONTROLEDOCOM-PORTAMENTO DE PACIENTESNAO-COLABORADORES.Rosana de Fâtima Possobon,Maria Elisabeth SalvadorCaetanoeân/tmft/BentoAlvesdeMoraes.(CePae-FOP-UNICAMP)Estima-se que 22% dascriançasapresentam comportamentosdenëo-colaboraçâo frenteao tratamento odontolögico.Assim,pareceserfundamentalotreinodashabilidadesdemanejo desescomportamentospelosodontopediatru.Na sittlaçâo odontolögica,omanejodocomportamentopodeserfeitopormeiodeestratégiascomportamentaisn:o-aversivas(distraçâo,reforçamentopositivo,terapiadobrinquedo,etc-).aversivas(contençâoffsica)ouintervençëofarmacolögica(sedaçào).Asestratégiasaversivasefarmacolögicassâo usadaspelosclfnicoscom maiorfreqûência,masmudançasnospadröesético-legaistêm feito muitosdentistashesitaremquanto ao uso dessasestratégias.Este trabalho temporobjetivodemonstraraeticâciadeestratégiasnëo-aversivasde controle do comportamento,que podem serinseridasna rotinado consultörio eaplicadasconcomitantemente aosprocedimentosclfnicos,semaumentaro custo ou o tempo de tratamento.Apresentamoso tratamento de um paciente com 4 anosde idade,que apresentavachoro,glito,vômito,recusa em sentar-se à.cadeiraodontolögicae movimentosdecorpo e cabeça,e necessitavade tratamento preventivo e curativo.O tratamento foirealizadoem 6 sessöes,no Laboratörio dePsicologia AplicadadoCepae- FOP-UNICAMP.Assessöesforam tilmadasem Vfdeo Tape,observadaspelapsicöloga e poroutro observador,que anotavamoscomportamentosemitidospelo CD epelo paciente,em intervalosfixosde15segundos.Entre assessöes,foram realizadassessöesde VT,na qualapsicölogaidentitk ava ascondutasnâofuncionaisdoCD eselecionavamjuntosestratégiasalternativaseplanejavam asesâoseguintecom basenosresultadosobtidosnasessâo anterior.O tratamento foiconclufdo com o pacientecolaborandoem maisde 80% do tempo totaldassessöes.Entretanto,o uso de estratégiasaversivasainda é um recurso eventualmenteindispensivelparaomanejodocomportamentodacriançaemsituaçâo odontolögica.-000-SBP - XXV IReuniâo Anualde Psicologial65


Pslcol-oGlA SoclAl-


SOC -Psicologia SocialSOC 1.01VARIXVEISFAVORECEDORASAO AVANW DO SINALVERMELHO NOS CRUZAMENTOS DE BELEM.J/J/ BoscodeAssisRocha e Kâtia Malena Cknàa Almeida.UniversidadeFederaldo Parl.O desrespeito ao sinalvermelho ocorre com certa frequência nascidadesbrasileiras,ocasionando muitasvezesacidentesfataisoudeixando sequelasirreversfveisnapopulaçào.Asviolaçöesdasregrasde trânsito,incluindo o avanço do sinalvermelho,s:o praticadasnumclimade impunidadereinante no Brasil,que pareceincentivarcomportamentosincorretos.Para entenderquaisfatoresfavorecemapréticaindesejJveldoavançodosinal,opresenteestudofoidesenvolvido em quatro cruzamentosde Belém,ondea visibilidade domotolista,em relaçào à via que interferiacom asua,variava de ç'diffcil'a dboa'.Todasasviasselecionadaseramde trsfego intenso,nasquaisforam observados32.698vefculos,em oito turnosmatutinose vespertinos,de trêshorascada.Destes,585avançaram o sinal.Um pesquisadormunidodecontadormanuale cronômetro registravao fluxo de vefculosda via observadae()outro encarregava-se deregistrarosavançosde sinal,bem como o sexo do condutorea categoria do vefculo.Foiconsideradocomo critério para padronizaro avanço do sinalsomenteaquelesvefculosquecruzavam totalmente a via interceptadora.Talpadronizaçâo tornou-senecesslria,poisintimerosposicionamentosincorretosocorliam,comopararalém ou em cima dafaixade pedestreseo desrespeito ao sinalamarelo,masnâo eramconsideradoscomoavanço,emborasejam infraçöeseofereçamriscos.Estesabusosmerecem pesquisasà parte.NoscruzamentosAe B,de diffcilvisibilidade,houve poucosavanços,apresentandopercentuaisbem pröximos,4,27% e 4,z$4%'.no cruzamentoC,de média visibilidade,também o avançofoipequeno,4,10%,masno cruzamento D,considerado de boa visibilidade,atingiu87,18%,percentualque demonstrou sera varisvelvisibilidadeamaisplausfvelparaestimularo referido comportamento.Também no cruzamento D verificaram-secomportamentosbemdistintosdaquelesobservadosem A,B,eC,ou seja,maisfrequentementeosvefculosaguardavam a abertura do sinalantesdafaixa de pedestresou avançavam decididamente.Supöe-se que afacilitaçâo davisibilidade favoreça a tomada de decisâo para oavanfo do sinalbem antesdo cruzamento.Concluiu-se tambémque o condutormasculino eosvefculosparticularesdesrespeitammaiso sinalvermelho.Adicionalmente observou-se que outrofatortambém estimulante ao avanço do sinal,além da visibilidade,posivelmente,sejaotempodeduraçàodosinalamarelo.Noscruzamentosonde asobservaçöesforam realizadassuaduraçâochegaa 11segundos,contrariando o recomendado de 4 segundos.(UFPa.)- 000-SOC 1.02COM PORTAMENTOS DE PEDESTRES DURANTE A TRA-VESSIA DE VIASSINALIZADAS,EM BELVM-PA.ClâudiaA/fncS.Monteiro,CezarR.deA.QuaresmaeReinierJ.A.Rozestraten.Universidade Federaldo FtzrtiEm 1995,do totalde mortos,em acidentesdetrânsito,em Belém,89% foram vftimasde atropelamento.E em 1996,a situaçâo nâomelhorou.Percebe-se queamaiorvftima do caötico trânsito destacidadeéopedestre.Asim,estapesquisaobjetivoucontirmarou refutara hip6tese,baseada natendênciado senso comum deculparavftima,de que o pedestre,ao atravessaruma via,emiteSBP-XXVIIReuniâoAnualdePsicolo/acomportamentosnso condizentes,em suamaioria,com asregrasdeseguraxadetrânsito.Asvarisveisindependentes(VI)consideradasforamsexo,faixa etM a e tiposde vias.O método decoletadedadosfoia observaçâo sistemlticaem campo.A amostraobservada foide1459 pedestres,subdividida porfaixaetâia(criança,adolescente,adulto eidoso)eporsexo (homem emulher).Omaterialutilizadofoiumafichaderegistro,elaboradapela pröpriaequipe.Foram realizadas36 observaçöes,de umahora cada,sempre pelamanh:,em 09 viasdiferentes,03paracada um dostiposdeviasconsiderados,durante 09 dias.Oscomportamentosbbservadosforamclassiticadosem 06 categoriascomportamentais,comunsdurante travessias.A anélisedosresultadosfoi,primeiramente,qualitativa,aocategorizaroscomportamentosmaisfreqtientesdurantea travessia de viassinalizadas,e,aotinal,quantitativa,observando osmaisfreqtientes.Osresultadosmostraram que,amaioriadospedestres(porvoltade60%)emitecomportamentoscondizentescom asregrasdesegurançade trânsito,o que refuta a hipötese preliminar.Poroutrolado,deve-seconsiderarqueorestante(porvoltade40%)dospedestresainda atravessa deformainsegura,mesmo em viassinalizadas.Observou-seaindaque,houve diferença entreoscomportamentosdehomense mulheres,uma vezqueest% ûltimasmostraram-semaispnldentes.Asdiferençaspercebidasentre asdiversasfaixasetlriasobservadasnâo foram muito signiticativas.Oscomportamentosmaisinadequadamenteemitidospertencemàscategoriascomportamentais%'olharantes'e eçolhardurante'atravessia,ondeospedestresolhavam quase que somenteparaoscarros.e nào para osdoislados,que selia o maiscorretoa fazer.Isto sugeriu uma falta de confiança.porpartedospedestres,dequeasinalizaçâo semaförica sers respeitadapelosmotoristas.Destemodo,concluiu-se qtle é importante educar para otrbsitoapopulaçâo(motoristasepedestresl;mas,fazercumprira legislaçâo e punirosinfratores,quando necessilio,também s:ocaminhosimprescindfveise eficazesparasalvarvidasno trânsito.(CAPES)-000-SOC 1.03AN/LISE DASCATEGORIASE ATIVIDADESDE LAZEREM ESTUDANTESUNIVERSIT/RIOS.LUJZFernandodeu raCampos,Walmordeâ.N.u rgura,RosângelaDeSordiéfonsoeVâniaE Vieira(UniversidadeSâoFrancisco).A atividade delazeréum dosprincipaiselementospara o equilfbriopsicolögico e orgânico dos indivfduos,mas que muitasvezes,podeserabandonadaou relegadaem funçâo da necessidadedese conciliarestudoe trabalho.Destemodo,a metado presenteestudo foiavaliarasprincipais fontes de lazerem estudantesuniversitMosdocursodeEngenharia.Foram sujeitos,1107alunosdo cursosde Engenharia Civil,M ecânica,Elétrica,Computaçâo,Anllisede Sistema deuma 1.E.S.privada do Estado de SâoPaulo.Dadoaontîmerodesujeitos,optou-secomomaterialpelacliaçâo de um banco dedadosem ACCESS 2.0 com miscarasdeentradasdosdadosprogramadasem VISUAL BASIC.O instlwmento contido neste programa foicomposto por70 questöesversandosobreafonnaçâodosujeito,cazacterfsticassociaiseeconômicas,expectativaseopiniöessobre seu curso,entre outraséreas.O contetido foipreviamente testado em forma dequestionériojuntoaumgnlpodeseisestudantesdasmesmasJreasdeoutras1.E.S..O procedimento baseou-se naresposta àsquestöesdo banco de dadosdurante aula de informâtica,sendo que o pedodode coletafoidetrêsmeses.Das70 questöesiniciais,seleciol69


SOC -Psicologia Socialnou-seduaspara0presentetrabalho.Osdadosapontam garaumamaiortendênciadossujeitosem buscarlazeratravésdeatividadesdesportivas(26,17%),intelectuais(14,86%)econtemplativas(12,76%).Osresultadospermitem avaliarqueasatividadesdelazerdossujeitostendem aserindividuais,excetoquando dosesportescoletivos.Nào foram encontradascategoriasdelazerrelativasà.vida universitlria,indicando maiornecessidadede oferecimento deoportunidadesde lazernaprbgria instituiçso.-000-SOC 1.04CRENCAS SOBRE SEXUALIDADE E COMPORTAMENTOSEXUAL DE ADOLESCENTES.Marilia Ferreira Dela Coleta,LilianPereira deMedeiros,Liliane dos Guimarâes A.NuneseVivianePrmfo Buiatti.Universidade FederaldeUberlb dia.Esteestudofoiplanejadocom oobjetivodelevantarcrençasecomportamentosrelativosà sexualidade,visando a definiçâo deestratégiasecontetidosde um curso experimentalde educaçâosexual.Participaram 202 adolescentes,na faixa etâria de 11a 18anos,estudantesdetrêsescolasda redepliblica e particulardeUberlbdia,queresponderam porescritoaum conjuntode74itens,relativosa dadosbiogrlficos,questöessobre comportamentosexualecontraceptivo,eum conjuntodeafirmaçöesquecompunhamot:ouestionâriosobreSexualidade',referentesàmétodosanticoncepcionais,menstruaçâo,prostituiçâo,relaçöeshetero,homo e bissexuais,gravidez,masturbaçâo e doençassexualmentetransmissfveis.Asanslisesconstaram de frequência dasrespostas,fndicedeacerto no questionsrio,correlaçëo entrevarilveisbiogrsficaseo escore no questionsrio,anslisesde variânciaetestesqui-quadrado.Osresultadosmostraram que osadolescentesapresentamcrençaserrôneasou mesmo ignorânciaa respeitode diversosaspectosda sexualidade,bem como sobre osmétodoscontraceptivose a fonnade sua utilizaçâo.Relaçöessexuaisjstinhamsidoexperienciadaspor32% daamostra,sendoamaioriadestesdo sexo masculino.Observou-seo infcio precocedaatividadesexual(M=13anos)envolvendoum parceiromaisvelho(M=16)eafaltadecontrolesobreapossibilidadedegravidezou de contam inaçào pordoençassexualmente transmissfveis,tanto na primeira relaçso sexualquanto nassubsequentes.M aiorfndicedeacertoSerefereàsquestöessobreAIDS(80a90%),cujainformaçàotem sidomelhordifundidaatravésdosmeiosdecomunicaçâo.Foram identiticadasasprincipaisdûvidasecrençasenudas.emgeralreferentesaoprazereacomportamentoscontraceptivos(14a30% deacerto).NâohouvediferençasignitkativaentreasmédiasdasnotasnoQuestionMosobreSextlalidade,relativasaotilodeescola,sexoeexperiênciasexualdosujeito ouprofissâodospais.Entretanto,asnotasno questionlrio correlacionaram-sesignitkativae positivamente com a idade atual,o nfvelde escolaridadee a idade em que o adolescente teve aprimeira relaçâosexual.Osresultadossugerem a importânciado conhecimentogerale especftico sobre sexualidade nadecisâo de iniciara atividadesexualenvolvendo um parceiro.A identificaçào dasfalhasinformacionaispermitiu a sugestëo de um programa de orientaçâosexualutilizando-se contetidose técnicasadequadosao grupoestudado.(CNPq)SOC 1.05REPRESENTAIAO SOCIAL DO TRABALHO ENTRE ADO-LESCENTES:GZNERO E INSERIAO SOCIAL.ZeidiéraujoTHnIO :ePriscilladeOliveiraMartins.UniversidadeFederaldo Espfrito Santo.0 trabalàoéconsiderado como um dosaspectosmaisimgortanteda vidad0sindivfduose dassociedades.Para osindivfduosporque,alémdosfatoresvalorativos,arelaçâo com o trabalho ocupaa maiorgal'te de suasvidas;para associedadesporque éatravésdele qtleestass5o construfdas.Pela suaimportância,o trabalhotem sido estudado c discutido a partirdediferentesreferenciaisteölicose ideolpgicos,produzindo umadiversidade de concepçöes:tilosöficas,religiosas,sociolögicaseeconômicas.Considerandoasua relevância para a formaçào do cidadëo,estapesquisateveporobjetivoidentificaroselementosdarepresentaç:osocialdo trabalho em adolescentesdediferentesinserçöessociais,investigandotambémalgum asprotissöeseconsiderando o gênerocomo varilveldeinteresse.Foram aplicadosquestionM osem100 adolescentesdaGrande Vitöria/Es,50 estudantesdeum aescolaparticularconsideradadeclassemédiaaltatGnlpoA)e50estudantesdeumaescolaptîblicadeum bairropopulartGrupoB).Cadasub-grupofoicompostopor25meninose25meninas,com idade variando entre 14 e 17 anos.Na anllise dosdadosforam consideradoselementosdo contexto,como escolaridadedospaise obrigaçöescotidianas,e construfdascategoriaspara asrespostasqueapontavam elemeàtosdafepresentaçâosocialdotrabalho.Como era esperado,osresultadosmostraram diferençassigniticativascom relaçâo à.escolaridadedospais:enquanto noGrupo A 70% dospaispossuem nfvelsuperior,o mesmo ocorrecom apenas2% dospaisdo Grupo B.Osdadossobreasresponsabilidadesqueassumemem casamostram diferençasde gênero:nosdoisgruposasmeninasrelataram,com matorfrequência,assumirobrigaçöesdomésticastGnlpo8=88%eGrupoA=36%)',entre os meninosa ordem permanece a m esma,porém comfrequênciasinferiorestGnlpo8=52% eGrupoA=28%).Asexpressivasdiferençasentreosgruposapontamtambém o efeito dainsewào social.Foipossfvelidentificar16 elementosdarepresentaçâosocialdotrabalho,sendo que nos4 subgrupososmaisfrequentesforam Responsabilidade/compromisso e Dinheiro/Riqueza,massö osadolescentesdo GrupoB se referiram a Seguraxa.Comrelaçâo àsprofissöes,percebe-se aindaa existênciado estereötipo de E'profissöesmasculinas'e''protissöesfemininas', nosdoisgrupos.contribuindo para areproduçâo dasdiferençasdegêneroeestabelecendo limitesparaa futura opç:o protissional.Osdadosapontama participaçëo de diversoselementosnaconstruçâoda representaçâo do trabalho,o que é consistentecom a diversidade deconcepçöessocialmente transmitidase com ascondiçöesdeproduçëo dasrepresentaçöes.- 000-SOC 1.06EXPERIZNCIA E VIDA COTIDIANA:UM ESTUDO INTER-GERACIONAL DASCONCEPCOESDE VIOLGNCIA.Helerina A Novo.Departamento de Psicologia Sociale do Desenvolvimento.Fabiana/!Ralnos,DeniseC.Goldnere LissanaN.da Costa.UniversidadeFederaldo Espfrito Santo.A temsticada violência tom ou-se,nostiltimosanos,um assuntode destaque,n:o somenteno meio acadêmicose no debate daspolfticasptîblicas,massobretudo ganhou presença marcante nasconversaçöesdiâriasque aspessoasm antêm nosdiferentesambientesemquecirculam.Osmeiosde comunicaçâo,bem - 000- comoSBP -XXVIIReuniâoAnualde Psicologia


S0C -Psicologia Socialoutrosmeiosdedifussodeidéiasentreosdiferentesgrupossociais,têmcontribuido para aformaçào de visöesbastantediferenciadasnoconjuntodasociedade.Observamosqueaviolência,paraalém deSuasimplicaçöesobjetivasnavidasocial,ganhouuma natureza deespetsculo,queatravessa,dediferentesformas,a maneira como aspessoaslidam com osdiversosaspcctosdesua vidacotidiana.Essa visibilidadeda violênciatem reflexosnavidasocial,preocupaçâo esta queolienta a presentepesquisa.Buscou-sedescrevere analisaras concepçöesde violência e aavaliaçâo daexperiência,direta ou indireta,com situaçöesconsideradasviolentas,emsujeitosdeclassemédia,pertencentesatrêsgeraföesde uma mesma famflia,residentesna Grande Vitö-Ha/ES.A partirdasrepresentaçöesemergentesnosdiscursosdossujeitos,buscamosanalisarassignificaçöesqueorientam aformacomo esteslidam com o seu cotidiano.A coleta dosdadosfoifeita atravésde entrevistassemi-dirigidas,com questöesabertas,realizadascom 83pesoas:27jovensuniversitsrios,deambosossexos,um dospaise um dosavös.Asentrevistasgravadase transcritaseosdados,assimobtidos,foram submetidosauma anblisedecontetîdo.Os resultadosgeyaismostram que,independente dageraçâo quese considere,a violência é definida como qualquertipodeagressào.Entretanto,entresujeitosdalagerwâo (avös),observa-se uma associaçâo bastante frequentecom a idéia demaldadeinstrfnsecaaosujeito queapratica,em contraposkâo auma concepçào de violência centrada na relaçào entre pessoasesituaçöes,comoencontramosentreossujeitosda2.e3*geraçâo.Aindaquenem todosossujeitosrelatem experiênciaspesoaiscom situaçöesconsideradasviolentas,a maiorpartedosfatosexemplitkadosreferem-se àprsticasviolentasdenatureza criminal(roubos,assassinatos,etc.).Noaspectodascausas/soluçöes,éimportanteobservarque,emboraentreosjovensosfatôressöcio-econômicossejamressaltadoscomodeterminantesdaviolência,asmedidasrepressivassâoaquelasapontadascom maiorfrequênciacomoformadediminuirsuaincidência(enquantona1*geraçâo,tanto as Scausas'quanto asçsoluçöes'estâo voltadasprincipalmenteparaocontrole/repressào)(PIBIC/CNPq-UFESI- 000-SOC 1.07EXPERIVNCIASDE PROFISSIONAISUNIVERSITXRIOSRELATIVAS A TROTES ESCOLARES.Paulo Rogério MeiraM ent7ntfm,Ana Paula Figueiredo Jatlaztztftz,Catarina Ztzraitmda Silva e Kirlla Cristhine Almeida Dornelas.Universidade FederaldoEspfrito Santo.Informaçöesjomalfsticasindicam quetrotesescolaresnoBrasilfrequentemente incluem manifestaçöesde constrangimento e violência,emnomedadintegraçâodoscalouros'.Objetivandoconhecercaracterfsticasdostrotes,seunfveldeincidência,e concepçöessobresua funçâo,entrevistamos191protissionaisuniversitMosde5grupos(Engenharia;Direito',Medicina',Psicologia-comunicaçâo',Agronomia),formadosentre1954e1997,envolvendo55instituiçöesde11estados.Osdadosrevelaram que:a)afreqtiênciadcimposiçâo detrotesconstrangedoresfoigrandenoscursosde Agronom ia e M edicina e pequenaem Direito ePsicologia-comunicaçâo,ficando a Engenhariaem posiçâo intennediMa;b)afreqfiênciacom queosalunosaplicaram trotes,quandojénâo eram calouros,apresentoudistribuiç:osimilar,emboraem nfveismenores',c)comparaçëodosformadosaté1980com osmaisnovosnâoreveloudiferenças;d)afrequênciadeaplicaçëo detrote poraqueles que foram submetidosa talpriticafoimuito maisaltadoqueparaaquelesquenâooforam;e)emcursossediadosnointeriorc0m alunosafastadosdasfamflias,morando em republicas,constatou-sea maiorincidência de trotesconstrangedores/violentos(frequentementeAgronomiaouEngenhalial;t)comparaçsodeinstituiçöespùblicasegrivadasn:oreveloudifercnças;g)apesardostrotesmaisviolentosocorreremnoscursosdeAgronomia,MedicinaeEngenharia,em taiscursosveriticou-se melhoraceitaçâo do trote,percebido comointegradorpor60% dosinfonnantes;h)osinformantesjulgaramque oscursosem quemaisocorrem trotessâo Engenharia e Medicina',i)asprincipaisrazöesmencionadascomojustiticativasparaqueostrotessejam maisfreqientesem determinadoscursosou instituiçöesforam:maiorditiculdade de ingresso no curso emfunçâo de seu statuse tradiçào,predomfnio de alunosdo sexomasculino,o fato do curso funcionarno interior com alunosconvivend:odiatodo,morandoemreptiblica;j)osinformantesconheciamconseqûênciasgravesdetrotesabusivos(queimadura.fratura,cegueira,mortel;doisinformantesmencionaram egisödioscommortesnasprlpriasinstituiçöesem queestudaram.0trote pareceserfacilitado pelo localdefuncionamento da instituiçâo,pelatradiçâo que impulsiona ostroteadosa se'desforrarem,pelacoerçâo de grupo que impedeprotestose força adesào,e pela legitimaçâo deum privilégio dosveteranos,sancionadopela sociedade que encara o trote como dlitualde passagem 'comcaracterfsticasdebrincadeira.(CNPq)- 000-SOC 1.08ASPECTOSDO TROTE ESCOLAR NO BRASIL REVELA-DOSEM DADOS DA IMPRENSA.PauloRogérioMeiraMenandro,ytntzPaula Figueiredo fmuzo tz,Catarina Zz7vllt?nda SilvaeKirllaCristhineAlmeidaDornelas.UniversidadeFederaldoEspfrito Santo.0 trote escolaré noticiado no pafshbmaisde um século,e desdeo infcio incluiu manifestaçöesde violência e humilhaçào,em nomeda ttradiçâo'e daédmelhorintegraç:o'.0 trote surgiu naEuropa,na ldade M édia,pautando-se sempre pelaviolência ffsica.NoBrasil,registram-se trotesdesde astunnasiniciaisde Direito emPernambucoeSâoPaulo,em 1827(Mattoso,G.-O CalvâriodosCarecas-SâoPaulo:EMW,1985).Investigamosaspectosdostrotesnoticiados(atividades,freqiênciasporcursoetipodeinstituiçâo).Analisamos341notfciasdeoitojornais(BancosdeDadosde0 GlobolM edaFolhadeJJ/Pauloj,sobre280 episödiosdetrote(entre1957e1996).Consideramosinformaçöessobredata,instituiçâo ecurso,atividadesdo trote,conseqûências,razöesmencionadas para aplicar()trote.Formulamoscategorizaçâo dostrotesquanto ao grau deconstrangimento eviolência.Oscursosmaismencionadosforam:Engenharias(42casosl;Medicina/odontologia(42)eDireito(34).Essescursosapareceram em 52% dasnotfciasqueidentificavam curso.Destacamosregistrode 23 casosno 20grau,e 12 em Agronomia/vetelinsria(ntimeroexpressivoconsiderando-seexistirempoucosdessescursos).Osmaiorespercentuaisdetrotesconstrangedorese violentosocorreram em cursosdisputados,referentesa carreirastradicionais(Medicina/odontologia,Engenharias,Direito).Eminstituiçöessediadasem cidadespequenase médias,para asquaisosalunossemudam,passando a viverlongedasfamflias,o troteém uito constrangedoreo calouro sesubmete,sem alternativas(em talcasoaparecem algtmscursosdeMedicinaeEngenharia,etodososdeAgronomiaWeterinéria).O repertöriodeatividadesviolentasé grande,tendo sido constatadosseiscasos de morte.Asjustiticativasmaisutilizadaspelostroteadoresforam:a)otro-SBP -XXVIIReuniâo Anualde Pskologia


SOC -Psicologia Socialteétlmaforma(k fazeramigos,0calotlroquen5o()receàeticadeslocadodoambienteuniversitMo;b)otroteéumatradiçsoeporisso precisasermantida.Comparaçso de notfciasanterioreseposterioresa1980,revelouanmentopercentualdetrotesviolentosemMedicina/odontologia,EngenhariaseAgronomiaWeterinMa.Constatou-sequeotroteaindaépraticadocom freqiênciasimilaràdeantes,quaseSempreéconduzidogorgrupolimitadodeveteranos(nsoenvolvendooconjuntodosalunos),caracterizando-semaiscomolegitimaçëodeprivilégioedesrespeitodoquecomointegraçâo,analogamenteaoutrasprsticassociais.(CNPq)- 000-SOC 1.09O CIOME ROMXNTICO -UMA COMPARACXO ENTREUNIVERSIT/RIOSE NâO UNIVERSITXRIOS.CarlaCaires;#J?1fJf:Bomfim;lznl'â.1.Rodrigues;MariadasGraçasPDutra;Melissa B./:Voltarelli;MylèneS.Dias;P'Iw:JJJ Senatori.IM S,Sâo Bernardo do Campo.O citime rom ântico éuma caracterfstica essencialmente humana,definidoporRamosecols.(1993)comoum constructomentalreferente a ameaça percebida a um a relaçâo valorizada,devido ainterferência de um rival,realou imaginM o.A presente pesquisateveporobjetivomedirograudecitimeem funçàodonfveldeescolaridadeesexo.Delaparticiparam 60jovensentre18e25anosenvolvidosnum relacionamento amoroso de no mfnimo 3mesese no maimo 1ano e 3meses,assim distribufdos:30 universitériosdoIMSe30nâouniversitMosdaregiàodograndeABC com,no mfnimo,10grau completo.Nos2 grupos,50% dosparticipanteseram dosexo masculinoe50% dosexofeminino.FoiaplicadaaEscaladeCitimeRomântico(Ramos,1993),dotipo Likert.Osresultadosobtidos,ao nfvelde significância 0,01e 0,05,demonstraram nâo haverrelaçâo entre o grau de citime eaescolaridadepoisentreaamostradeuniversitsrios(média= 3,38)enâouniversitélios(média= 3,48)adiferençaobtidafoide0,61.Entreasamostrasmasculinas(média= 3,26)efemininas(média=3,59)obteve-seumadiferençade-2,34consideradasignificativa,o que mostra ainfluência do sexo no grau de citîme.Osdadosparecem indicarqueoshomenss:o menosciumentosque asmulherese levanta-se como hipöteseque o cilimepassapelospapéismasculino e feminino detenninadospelacultura.Propöe-se uma ampliaçâo da amostra e um distanciamento quantoaonfveldeescolaridadecomoobjetivodeverificarseatendênciaapresentada permanece,uma vezque nessa pesquisaamaioria dos nâo universitM ospossufa 20grau.- 000-SOC 1.10ERRXNCIASE ERRANTES:ESTUDO COM ANDARILHOSDE ESTRADA.J/JJ Sterza Jlfllo.UniversidadeEstadualPaulista- campusde Assis.Uma dascaracterfsticasbésicasdassociedadescapitalistasnaatualidadeéasubstituiçâodadisciplinarizaçào,tfpica dosséculosXVIIIe XIX,pelo controle.Osespaçosdeencenumento como afamflia,oshospitais,afâbrica e asprisöesperdem sua funç:o nocapitalismo moderno assentado no uso de espaçosabertose nofluxo contfnuo do tempo e energia.Dentro desse quadro dereferência,foiinvestigadoo fenômeno da errância entreosandarilhos- errante que perambula pelasestradase porcidadessobrevivendoda mendicânciaou do trabalho volante na lavoura.Osdadosl72daSentrevistasrealizadasfevelam queagrandemaioria(IOSandarilhosassumiuacondiçhodeerrantecomotiltimaetapadeum percursodevidamarcadopeloprogressivodesalojamentodeespaw ssocio-geogrâfico-afetivosfixoseestlveis.Migraram donordeste para o sudeste em busca demelhoresoportunidadesdetrabalho no campo,posteriormente,setransfeliram paraaperiferiadascidadese,gortiltimo,premidûspelodesemgrego,peladesagregafëodafamfliaepelaperdadevfnculossöcio-afetivos,desertaram paraaestrada.Alp nsaindasobrevivem de4sbicos'realizadosem pequenaspropriedadesrurais,masamaioriajsabandonouqualqueresperançadevivernoenquadredasinstitui-Wessociais.Existem aindaaquelesegressosdemanicêmioslan-rumonaestradapelapolfticadedesospitalizaçso.2çadossemnotsvel0estreitamentodasocialidadeearestriçsoderelacionamentosinterpessoais.Andamsempresozinhos,evitam contatoscom ospröpriosparese apenasbuscam algum relacionamentoquandoestâopremidospelanecessidadedemendigarouaranjartrabalho.O grau desocialidade dependedo est4gio de deserçsosocial.0 andarilho que sobrevive exclusivamente do trabalho eque sereconhece como cidadâo etrabalhador,apesardacondiçâode errante,mantém vfnculo esporsdico com familiares,pelomenosao nfveldasrepresentaçöesideativas,informa-se sobreofertasde emprego,conhece proprietsriosruraiseeventualmenteretornaàspropriedadesondejltrabalhou,fomentaosonhodeconseguirmoradia eemprego tixoseassentar-se em algum lugar.Aquelesprofundamentemergulhadosna errância ena deserçâosocialdistanciaram-se completamente de quaisquervfnculosintem essoaisintermediadospelo trabalho,pelasdemandasemocionais-afetivaseserefugiam na solidâo,nëo raro,recusandoqualquerabordagem eaté sentindo-se ameaçadospela aproximaçâode estranhos.ponto nodaldessaserrânciasparece seraspressöesdasociedademodernanosentido dedesfazerfronteiras,desenraizaro serhumano de todo tipodefixaçâo ecolocJ-lo emconstante movimento.-000-SOC 1.11MORRO VERMELHO:CONFRONTO HISO RICO DE RE-LATOS SOBRE O DINAMISMO DA COMUNIDADE.MiguelMahfoud eâdrianaâfve.çdehlmeida.UniversidadeFederaldeMinasGerais.DiversosrelatosoraisatuaissobreexperiênciasdevidanacomunidadenlraltradicionaldeMorroVermelho(distritodeCaeté,MinasGerais)indicam algumaspeculiaridadesdodinamismo söcio-culturaldaquela comunidade.O confrontodessesdadoscom o de outrosobservadores,em perfodoshist4ricosdistantes do nosso,podenos fornecerum parâmetro paraconfinnaçào(ourefutaçâo)decaracterfsticasqueseriam estéveise definidorasdessa comunidade',além de documentarsuapennanência(ounâo)aolongodotempo.Osrelatosoraisforamobtidossegundo ametodologia de coleta de depoimentoscmentrevistassemi-abertas,tendoossujeitossidosolicitadosaexplicitarsuasexperiênciassignificativasquanto à vida nacomunidade deMorro Vennelho esuaspeculiaridades.Somentenumasegundafasedeentrevistasossujeitosvieram atercontatocom um texto antigo que serefereà histöria local.Apresentam-serelatosoraisdedoissujeitos,com reconhecidaautoridade naquela comunidade.Ambosdo sexo masculino,53e63anos,baixa escolaridade,desempenham papelde destaque noseventosculturaise polfticosdo lugar,sendo respeitadospela comunidadeemgeralporsua forte ligaçâo àstradiçöeslocais.Fa-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


S0C -PsicologiaSocialzemosumaleitura fenomenolögica dosrelatos,evidenciando oselem entos mais significativos da experiência assim comoexplicitada,vividaerepresentadapelossujeitos.Ressaltamossemelhançasentreessesrelatosea descriçio de M orro VennelhofeitapeloviajanteRichardBurton eme1867.quandodesuapassagemporalidurantesua viagem entreRio deJaneiro a MorroVelho,onderegistrastlaimpressöessobreovilarejoalém deapresentarrelatosdemoradoresdalisobre fatoshistöricosoconidosem l715.Apresentamostambém oscomentsriosqueosmesmossujeitosteceram sobreseucontetido.Ossujeitosreferem-seaseusaspcctosgeogrsficos.polfticosehistöricos.Comoresultado,destacamosocaracterfstico dinamismo comunitJrio dedefesadevaloreseconômicose culturais;evidenciamosa autonomia da comunidadenasdecisöesimportantesque dizem respeito h.vidalocalaoentrarem confrontocom asautoridades,sejanoâmbitodasrelaçöesintra-comunitârias,sejanosâmbitosreligiosoepolftico.Conclufmosquetaldinamismoé,a0solhosdospröpriossujeitos,fatorconstituintedaidentidadecomunitbrialocalejsoera,pelo menos,desde 1715.- ooosoc1.12FLAGELADOSDE DEsAsw EsNATURAIS:PRoouçâoIDENTIFICADANAL> RAw RADAAREADAPSICOLO-GIA.Joanna Carolina Ramalho e Oliveira,RaqueldeBarros#f?;lt),MarcosRibeiroFerreira(UniversidadeFederaldeSantaCatalina),CristinaSilva,ElietehvilaFt/k Elton LuizChearadia.Pelo menosdoisgrandesdesastresnaturais(enchentes)ocorreramnostiltimostrêsanosem SantaCatarina.Essetipo dedesastre,que'ocupaosnoticisriostodososanosacercade diferentesregiöesdo pafs,merece seralvo daatenç:o de pesquisadoresdaéreadaPsicologia.Estapesqùisacompöeum conjuntodeiniciativasvoltadas ao estudo das'.repercussöesdas enchentescatarinensessobre pessoasque vivenciaram este fenômeno oualguma formade suasconseqiências.Nela,foram realizadoslevantamentosembasesdedadosinternacionais(PsyclnfoeEricle uma posteriorseleçâo de textossobre pesquisasdaéreada Psicologiaacerca do assunto em estudo.Foram identiticadosestudosempafsesdesenvolvidos(em maiorntimero)eoutrosrelativosapafsesterceiro-mundistas.Emtodasasreferênciasexaminadasn:ofoiencontrada nenhuma de pesquisadoresbrasileiros.Estesestudosutilizam-sede método do tipo estudo decaso,empregandoentrevistascomo principalinstrumento de coletadedados.Freqûentemente visaram obterinformaçöessobrea visëoque asvftimastêm de um desastre naturale danaturezaapösterem passado poresta situaçâo.A maioriadosestudosindicou aocorrênciade estresse,ansiedade,assim como outrosefeitospsicolögicosnegativosnomomento pös-desastre.Algunsestudosvisaram,também,a avaliaçëo da satide mentaldasvftimase doapoio sociale psicolögicoque elasreceberam.Chama a atençâo aescassez de tratamento devariéveisdecarétereconômico.Osdadoscoletadospermitem atirmarqueaexploraçào deste assuntopoderé trazermuitosbeneffciosnâo apenasàsvftimasde desastres,mastambémpara a organizaçâo de program asde prevençâoem Jreasque periodicamente sâo afetadaspordesastresnaturais.Oestudo destatemltica poderâ também trazerinovaçöespara a ârea da Psicologia,principalmente para a PsicologiaAmbientale a Comunitsria.-000-SOC 1.13O BEM-ESTAR DE PARTICIPANTES EM GRUPO DE ALCO-ULICOSANôNIMOS.CarlosAmérico â/ve.îPereira,CivaniCogliattiMendesE'Verônica BaezUniversidadeFederaldo Riode Janeiro.Entre assubstânciasconsideradasdrogislfcitasests o élcoolcomoumadasmaispreocupantes,cujoprobleman5oéseuconsumo,masseu abuso,levando a serconsiderado como uma dependência.Oalcoolismo6reconhecidocomodoençapelaOrganizaçsoMundialdeSatide,quando o ato de ingerirbebidasalcoölicaspassa a serum problema,ao invésde serum prazer.Reconhecerqueestsdoenteedesejarotratamentoéafasemaisimportantee,talvez,a maisdifcilno processo derecuperaçàodo alcoolista.Fundado em 1935oGrupodeAlcoölicosAnônimosébaseadoem um programapessoal,cujasregrassâoasEçDozeTradiçöes'.A orientaçëo é feitaatravésde KtDoze Passos',com a meta propostadeçsevitaro primeiro gole'o que levao indivfduo anâoperdero controle dadoença,recuperando sua auto-estim ae$uaimagem frente à famflia,aosamigos,ao ambiente de trabalho,àsociedade.Intimerostem sido osestudossobre qualidade de vidaebem-estarsubjetivo(e.g.Campbel,1973*,GlatzereMohr,1988ePereira,1993).Tendocomoobjctivoconheceraexpeliênciadobem-estarentre alcoolistasem recuperaçëo no Grupo deAlcoölicosAnônimos,foidesenvolvidaestainvestigaçâo,com um 1evantamentodeelementos-contelidosdobem-estarsubjetivo,atravéSdeumquestionM o/entrevista com dezperguntas,aplicadosadez alcoolistasde doisGruposdo Rio deJaneiro.Asrespostasforam analisadastantoqualitativaquanto quantitativamente,atravésdadistribuiçâo defreqtiênciasdoscontetidosagrupadosemcategorias.A partirdosresultadosfoiobservado que o participantedo Grupo deAlcoölicosAnônimosexperiencia o bem-estarsubjetivo,comosendoaoconfnciadosentimentodefelicidade,duranteasreuniöes,havendo predomfnio de afetospositivossobreafetosnegativosnaçtrocadeexperiências'.Quantitativamente,68%(sessentaeoitoporcento)sesentem felizesnaparticipaçào dasreuniöesdeGrupo,sentindo,ainda,felizes,30%(tlintaporcento)


S0C -PsicokgiaSocialreScasadas,Sem filo;(C)mulheressolteiras,sem ti1l10S.Atravésdeumachecklist,solicitou-se aindicaçâo do agente de apoioparao enfrentamento dasseguintessituaçöesvivenciadas:desemprego,aborto,gravidez,doença,problemaemocional,groblemaconjugaleproblematinanceiro.Comoagentesdeapoio foramindicados:marido,Deus(religiâo/oraçöes),amigas,mse,outrasmulheresdafamflia,pai,outroshomensdafamflia,trabalho,amigos,grofissionalenâoprecisadeagoio.Osdadosforam analisadosconsiderando:(1)0tataldeindicaçöesparaosagentespredominantes,e(2)cadaumadassituaçöes.Entreascasadas,0maridof0iindicadocomoafontedeapoiomaisfrequente(A=27,4% eB=28,1%),seguidodeDeus(A=17,1% eB=13,0%)edamèe(A=16,6% eB=11,9%),paraassolteirasprevaleceram amëe(17,6%),n5oprecisadeapoio(16,3%)eopai(15,7%).Considerando asrespostaspara cada situaç:o,em todaselasnogrupoA observou-sefortepredominânciadostrêsagentesj5citados.Apresençado pairelacionada a problemasfinanceirosocorreu nostrêsgrupos,maisacentuadamente entre assolteiras(71,4%).Com relaçào aoaborto,assolteirasrecorreram exclusivamenteàsamigas.EntreasmulheresdosgruposB eC verit'icou-setambémmaiordiversidadedeagentesdeapoio,com aindicaçào de amigas,amigoseoutrasmulheresda famfliapara oapoio ao desemprego,a doençaseaproblemasemocionais.Osdadossugerem queoqueconcoreu paraarestrkëodasredesdeapoio,identificada no Grupo A,nâo foio casamento,como apontamalgumaspesquisas,masa presença de tilhos.A pouca diferençaencontradaentre asmulherescasadassem tilhose assolteiraspareceindicarque,atualmente,ocasamento nâo produz mudançasradicaisnosrelacionamentosfemininos,masque a m aternidadeaindaimplicaem um padrâo socialmaisrestrito ao contextofamiliar.(CNPq/UFES). ooo-SOC 1.15CARREIRA PROFISSIONALEMATERNIDADE:O DISCUR-SO DASMULHERESNXO-MXESPOR OPIAO.AnnunciataBoniniVeira.ProgramaEICOS.lnstituto de Psicologia.UniversidadeFederaldo Rio de Janeiro.A questâo darelaçâo entrea carreira profissionale amatemidade,queaparece no discurso dasmulheresque pennanecem semfilhos,foiobjetivodestapesquisa.Dezmulheres,nafaixaetériade trintae doisaquarenta e nove anos,pertencentesàclasse médiaurbana,cujaopçâoépennanecersemfilhos,foram entrevistadas.Suashistöriasdevida,gravadase transcritasforam tratadasatravésdatécnica deanâlise do discurso.A anâlisedemonstraquea maiolia dessasmulheresconstrufram para siumarepresentaçëoda matemidade que é incompatfvelcom o desenvolvimentodeumacareiraprofisional.Descartamaajndadefigurasde cuidado como protissionaisde creche,babssou mesmo avös,sendo a mâe,segundo elas,inteiramenteresponsfvelpelo desenvolvimentoffsico epsfquico do tilho,deforma insubstitufvel.Asopiniöesqueemitem contiguram,de forma bastante clara,asdificuldadesquese apresentam à mulher,quetendo filhos,enfrentaosdesafiosdo mercado de trabalho.A perspectivadestasmulheresdenunciaproblemassociaisasociadosà maternidade,aindanâoresolvidos,quedizem respeito atodasasmulheres.(CAPES/CNPQ)174- 000-S0C 1.16PROPRIEDADESPSICOMéTRICASDO QUESTION/RIODE PREMISSASSUCIO-CULTURAISSOBRE A FAMfLIABRASILEIRA.Maria Cristina Ferreira,Eveline Maria LealXJJVIJ?;NeidideOliveiraNyaradieDulceHelena Mota.UniversidadeGamaFilho.Deacordocom Dfaz-Guerero(1995),asocioculturapodeserconceàidacomo um sistemade premissassöcio-culturaisinterrelacionadas,quegovernam ossentimentos,asidéias,ahierarqtlizaçâodasrelaçöesinterpessoais,ostigosdepapéiss0-ciaisqtledevem sergreenchidoseasregrasdeinteraçsodosindivfduosenquantoocupantesdetaispapéis.Ta1sistema é vélidogara a famflia,osgrupos,asociedade,assuger-estruturasinstitucionaise atépara osproblemasrelacionadosà.pröplia vidae aomodo de lidarcom ela.Aspremissasdecorrem dasnonnassöcio-culturais,constituindo-se em crençasinquestionéveisquese expressam verbalmente atravésde atirmaçöessimplesou complexas,asquaisfornecemasbasesparaa lögica especffica dogrtlpo.Aspremissassöcio-culturaissâo,portanto,afirm açöesculturalmente significativas,endossadasporuma maioriade sujeitosdeumadadacultura.quedevemser,também,sustentadasdemododiferencialporsujeitospertencentesadistintasculturas.Elasdesempenham,assim,um papelfundamentalna compreensâodo comportamento individual.Para a operacionalizaçâo daspremissas,foidesenvolvidooçouestionMosobreaEstruturadaFamfliaMexicana'tFernsndez-M aHna,M aldonado-sierra&Trent,1958),compostode123itens,distribufdosem novefatores:machismo,obediênciaafiliativa,virgindade,abnegaçâo,temoràautoridade,statusquofamiliar,respeito ao amor,honrafamiliarerigidezcultural.O objetivo dopresentetrabalhofoiadaptarpara amostrasbrasileiraso referido questionM o.A amostraseconstituiu de 415estudantesuniversitM ose da 3*série do20grau,de ambosossexos,com idade média de29 anos,queresponderam a uma versâo brasileira do questionM o.A anslisefatorialdoseixosprincipais,com rotaçào Varimax,revelou queasoluçào maisadequada foiadecinco fatores,com eigenvaluessuperioresa 1,5e responslveispor26% davariância total,sendoretidosositenscom cargasfatoliaissuperioresa 0,30.Com basenaanblise seml tica dositens,a versâo definitiva do questionM ocompôs-sede 80 itens,distribufdosda seguintefonna:dominaçâomasculina(29 itens),valorestradicionaisdafamflia(14 itens),submissâofeminina(12itens),sensibilidadeeabnegaçâofemininas(9itens)eobediênciaatiliativa(16itens).A consistênciainternadessesfatores.realizadaatravésdocoeticienteA/pc de Cronbach foirespectivamente'.0,89.,0,82.,0,83.,0,78e0,79.Concluiu-sequeascaracterfsticaspsicométricasdemonstradaspeloinstrumento recomendamsuautilizaçâo para 5nsde pesquisaeavaliaçâo dascren-çassubjacentesàestruturadafanuqiabr%ileira-- 000-SOC 1.17PREMISSAS SUCIO-CULTURAISSOBRE A FAMfLIA EMFUNIAO D0 SEXO E DA LjLjhjLm.kïvelineMariaLealAssma6MJHJ Cristina Ferreira,Heliane GuimarsesNovaes,MarianaMarquezTomazeEulina DufrayerdeOliveira fzwd-ç.UniversidadeGamaFilho.Em sua teoria söcio-culturaldo comportamento,Dfaz-Guerrero(1994)postulaqueasexplicaçöesparaascondutashumanasselocalizam na sociocultura enâo no pröprio indivfduo.Assim éque osindivfduosnascem num determinado momento histöricosBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


SOC -Psicologia Socialde uma cultnra especffica,que se revela,plincipalmente,atravésde tradiçöes,normas,valoresecrenças.O autorse utiliza doconstructo premissassöcio-culturaisparaestudarasociocultura,definindo-ascomo exgeriênciascomunse correntesda linguagemnatural,como porexemplo osditadoseprovérbios.Aspremissasseconstituem,entâo,emumarealidadesocialtraduzidaem proposiçöesconsensualmente endossadaspelo grupo.Suaaprendizagem se processaatravésde fip rassignificativase autorizadasdocontexto söcio-cultural-pais,irmâose instituiçöessociais,entre outras.Para a operacionalizaçâo daspremissas,foielaboradoo'douestionM osobreaEstruturadaFamfliaMexicana''(Fernéndez-Marina,MaldonadoSierra&Trent,1958).Estudosrealizadoscomesse questionlrio apontaram diferençassignificativasemdiversasvarisveissöcio-demogrsficas.Paralelamente,pesquisasbrasileirastêmevidenciado um maiorgrau detradicionalismo porpartedo sexo masculino,quando comparadoao feminino,bem como dosmaisvelhosem relaçào aosmaisjovens.Considerando-sequeaspremissasrefletem crençasapoiadasnastradiçöesculturais,hipotetizûu-sequeoshomenseaspessoasde faixa etsriamaiselevada apresentariam um grau deadesâo maior àspremissassobre a famfliabrasileira do que asmulhereseaspesoasmaisjovens.A amostraabrangeu415sujeitosdeambosossexosedefaixasetsriasdistintas(13a23eacimade35anos),queresponderam ao


S0C -Psicologia SocialSOC 2.02SERVICOSPOBLICOSNA PERSPECTIVA DOSMORADO-RESDA PERIFERIA DA SERRA/ES.MJSJ de>-Jfï?r?a QuintaldeFreitas;lsabeleS.Eleotério,AdrianoR.â.NascimentotIMnHJR.CrucesCuevas,MariadasDoresâ.Francisco,RenJtaB.Manhöes,l'cmS.S.yk?ilrtz&.UniversidadeFederaldoEspflitoSantoIUFESI.A percegçâo eavaliaçk dossetorespogularessobre o oferecimentoequalidade dosserviwsptiblicoscontribuem para a compreensâodossignificadosatribufdos,grau de envolvimento ea1-ternativasencontradasdiante dessesserviços.Visando identiticar0sip iticado individualecoletivoatribufdoa0sserviçosptîblicos,asuautilizaçâo,edetectarasalternativasparaonë0atendimento,realizou-seumestudoexploratöriojuntoa139moradoresdaperiferiada Serraï s.Foram realizadasentrevistas,semiestruturadas,com47perguntas,abertasefechadas,cujasrespostasforamsubmetidasàsanllisesquantitativaequalitativa(anslisedecontetido).Ossujeitosentrevistadosapresentaramcomocaracterfsticas:maioriadosexofeminino(64,75%),naturaisdoEspfritoSanto(49,92%),tendoestudadoatéo1.grau (73,38%),encontrando-semaisdametadedesempregados(51,08%);tendorendafamiliarde0a1salsriomfnimo(5,04%),de1a2(20,14%),de2a4(34,53%).A maioria(59,71%)dossujeitosindicanào utilizarosserviçosde satide devido a:n:o existência doposto(37,34*).,faltadevontadepolfticadasautoridadesparagarantiraconstruçëooufuncionamento(16,86%)-,greves,faltadetécnicosen:oobtençàodet'ichasdeatendimento(8,43%)*,nâosabem (15,45%).Dentreosqueutilizam (40,29%)opostodesatîde,indicam comomotivos'.consultas(60%),examesepequenascirurgias(24,62%),evacinaçâo(9,23%).Oatendimentoquerecebem nopostodesatideéconsideradobom (58,46%),regular(20%)eruim (12.31%).,sendoque33,12% dossujeitosatribufram notazero para osserviços,12,95 % atribufram notasde 5a6',8,63% deram-lhe 10.A escolatem como caracterfsticas:serboaparaobairro(20,70%),proporcionarensinamentos(20,12%),localizar-sepertodascasas(13,79%),serruim/desorganizada(10,92%),oferecermerenda(5,75%),aumentarasegurança(4,02%)eocuparosadolescentesemalgumaatividaderetirando-osdasruas(4,02%).Apontamcomoproblemasmaisgravesnaescola o fato deestarem grevescontfnuas,a faltade materialepagamento paraosprofessores,e falta de vagas.Assoluçöesparao bom funcionamento do posto de satidee escola indicamanecessidade de autoridadesfpolfticoscomprometidoscomo bairo;euniëo dosmoradoresreivindicando seusdireitos.Verifica-sequenëoespel'amdessesservkosocumprimentodesuasfunçöes,conformando-se em certa medidaàsprecériascondiçöeseao descaso dasautoridades.A compreensâo dosfatoresrespon-'séveisporeste fatalismo e conformismo pode contribuirpara oencontro dealtemativasdeaçâo aosproblemasenfrentados.(CNPq)-000-SOC 2.03ALTERNATIVASPARA AIAO COMUNITXRIA NA VISXODE MORADORES DA PERIFERIA DA SERRA/ES.Maria deFâtimaQuintaldeFreitas;IsabeleS.Eleotério,âtfrftznt/R.â.Nascimento,AftircitzR.Cruces Cuevas,Maria dasDoresA.Frtmcisco'RenataB.Manhâes,l'cr/ S.S.Andrade.UniversidadeFederaldoEspfritoSanto(UFES).A maneira como setorespopulares,no seu cotidiano,tem enfrentadoosproblemasvividoscontribuipara acompreensâo dasa1-l76O objetivodestetrabalhofoiverificararelaçëoexistenteentreprsticase representaçöessociaisde um grupo de moradoresdeum bairro de periferia,bem como verificarseelementoscentraise periféricossâo sensfveisou nâo àsdiferentespréticassociais.Foram entrevistados400 moradores,sendo 200 indivfduosparticipativose 200 nâo participativos.Osindivfduosparticipativos,dividiram-seentre participantessociais,participantesreligiososeparticipantespolfticos.Para caracterizaro perfildosmoradorescom seustiposde prlticassociais,foram elaboradasquestöesabertasefechadasparacaptaropiniöes,atitudese valoresdosmoradores.Foitambémutilizadaa técnica daevocaçâolivreeaplicadaumavaliantedométodoTISCON (Method ofdetectingtranslationfnvtzritznlstructuresïn d#erentctlnlcxal,elaboradoporWagner,ElejabarrietaeValencia(1994),paracap-ternativascomunitsriasencontradas.VisandodetectaralternativaSdeenfrentamento comunitsrio aosproblemas,individuaisecoletivos,vividos,foram feitasentrevistassenli-estruturadascom139moradoresdaperiferiadaSeraïs,cujasrespostasforamsubmetidasàsAnslisesdeContetidoeQuantitativa.Asentrevistasemtressetores,visaram detectarpossfveisdiferençasnobairro,emfunçsodascondiçöesdemoradia,benfeitoriasexistenteseacessoaosserviçosptiblicos.Osentrevistadossâo:maioriadosexofeminino(64,75%),naturaisdoEspfrito Santo(49,92%),tendoestudadoaté010.grau(73,38%),maisdametadedesempregados(51,08%).,tendorendafamiliarde0a1salsriomfnimo(5,04%),de1a2 (20,14%),de2a4(34,53%),c0m casassemesgoto(68,39%),erecebendoacoletadelixopeloscaminhöes(69,65%).A igreja(60,43%)eosvizinhos(50,36%)receberamnota 10 para maisda metadedosentrevistados;e asvaloraçöesbaixas(notazero)aconteceram parasegurança(49,64%).rua(41,01%),postodesatide(33,12%)ebairro(30,95%).Osproblemasindicadoscomomaisgravesforam :falta de policiamento/segurança(21,83%);faltadecalçamento(21,38%);inexistênciadarededeesgoto(18,26%);postodesatide(14,92%).,escolaruim (7,35%).Paraafaltadepoliciamento/segurançaindicamcomosoluçöesaumentaroquadrodepoliciais(32,40%),construirdelegaciaseaumentarasviaturas(21,30%),iniciativasdasprefeituras(17,46%),eaçöeseuniâodacomunidade(14,81%).Paraafaltadecakamento,lamaepoeiraacreditamdependerdaboaadministraçàopliblica(48,66%).,dainiciativadefazerocakamento,independentementedequem ofaça(28,83%);dasrcivindicaçöespopulares(11,71%).Paraafaltadeesgotoindicam anecessidadedeconstruçâodomesmo(40,23%),ocumprimentodaspromessaspolfticas(36,95%),emobilizaçâodosmoradores(16,30%).Paraoposto desatideapontam,comsoluçâo,ocumprimento daspromessas/fynçöespolfticas(34,15%).,uniâodosmoradores(26,83%).,construç:odoposto médico(21,95*).Paraaescolaruimindicaram ocumprimentodaspromessas/funçöespolfticas(32,36%);aumentaronlimerodeescolas/creches(35,30%);pagamentodosalsriodosprofessores(11,76%).Aresponsabilidadeparaosproblemasvividoséatribufda ao n:o cumprimento,dasobrigaçöesptiblicaspelisautoridades.Aspossibilidadesdesoluç:osurgem quando osmoradoresatlibuemsigniticadospositivospara a participaçio e organizaçàocoletivaecomunitMa.(CNPq)- 000-SOq2.04PRATICASEREPREFNTAW ESSOCIAIS-ELEMENTOSCENTRAIS E PERIFERICOS DO CAMPO REPRESENTA-CIONALSBP-XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


S0C -PsicologiaSocialtaroselementoscentraiseperiféricosdocamporepresentacional,sob condiçöesdosdiferentestiposdepréticassociais.Percebeusequeoselementoscentraisdajunçàodasmatrizesbidimensionaisdoscamposrepresentacionaisdosparticipantespolfticoscom nâ0 participantes,apresentam-se em mencrntimeroqueoselementoscentraisdajunçàodasmatrizesbidimensionaisdoscamposrepresentacionaisdetodososparticipantescomnâoparticigantes,emboranàosofram modificaçöessignificativasem seu contetido representacional.Conclufmosquehb relafso entrepr/ticase representaföessociais,e çue estasrelaçöessàomaisdiferenciadasem termosdecontetido dasrepresentaçöes,eem termosnuméricosde elementospeliféricose centrais,tantoquantomaisdiferenciadosforem oscontetidosdasprsticassociais.(CNPQ).- 000-sOc 2.05REPRESENTAIXESDE CRIME EJUSTNA EM ESTUDAN-TESUNIVERSIT/RIOS.LldiodeSouza,zllrnirWelaPaiva,HelenKarinneKoehlerEjhen,Luciane lfantinida Rosa,Michelina Toniato eSimone Ferreira Alvim.UniversidadeFederaldoEspfrito Santo.Estudostêm apontado para a necessidade de seinvestigarosfatoressubjetivosquefundamentamotratamentodiscriminatöriopresentenasinstituiçöespoliciaisejudicilriasbrasileiras,paratornarpossfvelaconstruç:ode novasprâticasem sua relaçâo com asociedade.Partindo do pressuposto deque formasparalelasderealizaçâodajustiça(esquadröesdamorte,linchamentos,polfciasmineiras,etc.)estâoancoradasnosvaloresecrençaspresentesnasconcepçöesrelacionadasàjustiça,opresentetrabalhoobjetivouidentificarasconcepçöesqueestudantesuniversitsrios'docursodedireito-futurosadministradoresdajustiça-posuemsobrecrime,criminoso,direito,puniçàoejustiça,utilizandooconceito de representaç:o social.Aplicou-se uma escala contendo50atinnaçöesrelacionadasàscategoriascitadasacima,emtrêsgrupos:Osgrupos1e 2 foram fonnadosporalunosdo cursodeDireito/ulE s,50 ingressantese 31concluintesrespectivamente,eo grupo 3por 50 alunosde outroscursosda mesmainstituiçâo.Noquedizrespeito àcategoliaCRIME,ossujeitosapresentaram uma visâo crftica que ultrapassa aidéia de crimecomum,incluindo asprsticasarbitrM asdapolfciae asdo governorelacionadasà.corupçâo eà negligência.O grupo 2 apresentoutambém maiorpropensëo a considerarcrime apenasasviolaçöesàsleis.Aconcepç:o predominante relacionadaà categoriaCRIM INOSO minimiza aim portância dascaracterfsticaspessoaiseressalta ascircunstânciassociaiscomo determinantesdoenvolvimento em açöescriminosas.Em relaçâo aosDIREITOSossujeitosapresentaram acentuadatendênciaaasseguré-losindependentementeda situaçâo de suspeito ou condenado,masidentitkandomecanismosdiscriminatörios.AJUSTICA éconcebidacomo parcialpelosgrupos 1 e2,em oposiçâo h.concepçâoidentiticada no grupo 3.No grupo 3,apesarde predominarumaconcepçëoindicadoradeumaatuaçâoimparcialdajustiça,ossujeitosenfatizaram amaneiradiscliminatöriacomoapopulaçâobrasileiraétratada.NoqueserefereàcategoriaPUN IAO veritkou-seumadescrençaemrelaçëoà.formacomoajustiçavempunindooscriminosos,arejeiçâoh.penademorteenquantomedidapunitivaetkaze acondenaçâo de formasparalelasde puniçâo.Aconcepçâo deque osdireitosdaspessoasdevem sergarantidosdeformaplena,associadaàidentificaçâo deinstimiçöesqueatuam de maneira discriminatöria,àavaliaçâo desfavorévelaformasparalelasdejustifaeàconcepçsodeçueocrimeéacentuadamenteinfluenciado porcondiçöessociaisparece indicarmudançasqualitativasimportantesnasconcepçöesdefuturosadministradoresdajustiça,contlibuindo paraaconstruçâodeprsticasjudiciMascommaiorsignificadosocial.(CNPq)- 000-SOC 2.06jSTUDOSSOBREPRESERVACXO DO AMBIENTENAAREA DA PSICOLOGIA AMBIENTAL.MarcosRibeiroFerreira.Universidade FederaldeSanta Catarina.Pretendeu-se a identiticaçso da participaçào de pesquisadoresdasrea da Psicologia em estudosrelacionadosa preservaçàoambiental.A atençâo foirestringidaà produçâo da subérea PsicologiaAmbiental.Foram realizadosum vastolevantamento dereferênciasbibliogrlficasem basesdedadosintem acionais,aseleçâo e o examede maisdeuma centenade textosrelativostidoscomo deinteresse.Estabelecida ahistöria dasublrea,foramselecionadoseexaminadostextosderevisâo,textosdereferênciae textosde pesquisadoresquededicam atençào prioritariamenteao problema dapreservaçào ambiental.Este tema é referido pelospesquisadoresdasubérea como elemento fundadorno surgimentoda PsicologiaAmbiental.Entretanto,o problema da preservaçàoambientaltem recebido atençào relativamente reduzida noâmbitodasublea.Quandooproblemarecebeatençio,freqûentementeé tratado desde aperspectiva dosefeitosque a degradaçâo doambiente pode gerarsobre a vida dossereshumanos,ficandoaindamaisreduzida aatençâo àsaçöeshumanasgeradorasdedegradaçâo ambientalou de conservaçâo e maximizaç:o derecursosnaturais.Alémdisso,ocorreunostîltimosdez anosumadiminuiçào no ntîmero de pesquisasrelacionadasa preservaçâodo ambiente no âmbito da Psicologia Ambiental.Numa primeirafase(décadasdesetentaeoitenta)houveforteênfaseem questöesespecfficas,comoaeconomia de energia elétrica.A partirdefinsda décadadeoitenta e na décadadenoventa,foiconstatado osurgimento da exigênciadeque osproblemasambientaisfossemtratadosde fonnacontextualizada ena dimensso da complexidadede que sâo parte.Osdadossëo discutidosdesde aperspectivadasinovaçöesque o estudo de uma temltica tâo impactante podeprovocarnaéreadaPsicologia.(CAPES).- 000-SOC 2.07DoAçâo DE öRGâos:MEU CORPO,MINHA SOCIEDA-DE.Pedro FcrrltzntftlBendassolli.UniversidadeEstadualPaulista,Campusde Assis.No Brasil,atualmente,a doaçâo de örgâostem sido alvo deintensosdebates,sobretudodevido à aprovaçâo da nova leique tentaacabarcom a distância quetem separado a dem anda deörgâosdanecessidade dos respectivos transplantes.M as,além da polftica,que contribuiçâo aPsicologia poderia darpara a discussâo dessaproblemética? O presente trabalho se inscreve dentro de um estudoteöricoquetevecomoobjetivovelificaralgunsdospossfveisfatoresde resistênciae de facilitaçâo à doaçâo deörgâos.Paratanto,tizemosum levantamento bibliogrlfico quepautou-se peloseguinte critério:estudosvoltadospara a 4epsicologia do corpo'',especialmente aquelesqueanalisassem percepçöesesignitk a-çöescontidasem torno dele,poisé da relaçâo do indivfduo comSBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


S0C -Psicologia Socialseu lrpgriocorgo queadoaçsodedrgsosdeversserpensada.Assim,ao submetermosnossaliteraturaselecionada ao métodode anslise de contetido,tivemoscomo referência alp nspontoschave:osigniticado do corpo;a percepçso que o indivfduo temdele;omedodesuamutilaçsoedamorte;aimagem docorpo;eosimbolismoassociadoae1eeaseus(rgsos.Osresultadosaosquaischegamosatravésda ansliserealizada sugeriram onarcisismoeomedo& mortecomo relacionadosc0m aconstituiçâodapredisposksoàdoaçsodeörgâos.O narcisismoseconstituicomoumfatorderesistência àdoaçso,poisocorpo,naatualidade,estlamplamentevalorizado;elegareceestarenvoltonum sfmbolo queo retrata como a sedeabsoluta dosprazerese dafelicidadedestavida,do gozoedaindividualidadeinviolsveis,reforçandosobremaneiraosdireitosinalienlveisdesuaImsse,impelindo osujeitoàrecusasimbölicapelasuamutilaç:o.O medodamorteseconstimicomoum fatordefacilitaçâo,poishojeamorte tornou-se restrita àstiltim asconseqiências,quando defatoforem esgotadastodasaspossibilidadesde vê-laretardada.lssofez com quea vida fosse ampla e extremamente valorizada,comum inversodesprezo(emedo)pelamorte.Estandoo örgâorevestidoporsfmbolos(0coraçào,porexemplo,éosfmboloda


S0C -Psicologia Socialno entendimento do fenômeno do anti-semitismo.A questso étematizada novamente em algunsaforismosde Mininm Moralia eem trechosdeâ Personalidadeykult/HlHb,oimportanteestudopsicossocialrealizado nosEstadosUnidossobre o potencialpsicolögicovinculado ça aceitaçào do fascismo.Uma anélisemaisdetidadotratamento do problemada dimens:o psicolögicado antisemitismoemAdornoindicacomoasuanoçàodepersonalidadeétributM a do idealismo alemso,plincipalmente de Kant,atravésdaCrçticaJJ Razâo PrâticaedeHegel,atravésdanoçâodesubjetividadedesenvolvida,porexemplo,naFilosohadoDireito.Nesesentido,aponta-separaaimportância de umacompreensâoda psicologiadoanti-semitismoqueevitc,porumlado,o reducionismopsicologista,e.poroutro,a mera especulaçâo desvinculadadomomentoconcretodafonnaç:odassubjetividades.- 000-SOC 2.11JULGAMENTO MORAL EM ESTUDANTES DE DIREITO EENGENHARIA.Mariana MarquezTomaz,NeidideOliveiraNyaradie Maria Cristina Ferreira.UniversidadeGamaFilho.Deacordocom aabordagem cognitivo-evolutiva(Kohlberg,1987),ojulgamentomoralseconstituinoconhecimentoarespeitodasobrigaçöesimpostasporprincfpiosmoraisedejustiça.Ta1conhecimento se desenvolve atravésde trêsnfveis;pré-convencional,convencionalepös-convencional.0 nfvelpré-convencionalcaracteriza-sepela percepçâo de que asnonnasmorais sëoexternasao indivfduo,devendoserobedecidasapenaspara seevitarcastigos.0 nfvelconvencionalassocia-se à interiolizaçâodasnormase expectativassociais,o que levao indivfduo a distinguirentreoqueéojustoouinjustoe o queconduzàrecompensaou à puniç:o.O nfvelpös-convencionalcaracteriza-se pela percepçâodeque o valormoraldasaçöesdepende de princfpioséticosuniversais.Cada um dessesnfveisapresenta doisestlgios,num totalde seisestigiosde desenvolvimento moral,quese distinguemem funçâo daorientaçio moralque refletem.No estigiolocorreaorientaçâoparaapuniçâoeobediência;noestbgio2,parao hedonismo e o pragmatismo',no estsgio 3,paraa aprovaçâosocial',no estlgio 4,para a manutençâo dasleis;no estlgio 5,para o relativismo epossibilidade de modificaçâo da leie,noestlgio 6,o indivfduo se orientapelosprincfpioséticosuniversais.Destaca-seneseprocessoevolutivoosentidodejustiça,concebido como o princfpio moralbisico.Considerando-se queosestudantesde CiênciasJurfdicasencontram-seem contato diretocomasprescriçöesnecesslliasàaplicaçëodajustiça,emcontraposiçëo aosestudantesde Engenharia,fonnulou-se a hipötesedequeosestudantesdeCiênciasJurfdicasapresentariam umnfveldejulgamentomoralsignificativamentemaiorqueosestudantesdeEngenhalia.Foramutilizadoscomosujeitos60 alunospertencentesao 79e 80perfodosdo curso de CiênciasJurfdicase60 alunospertencentesaosmesmosperfodosdo curso de Engenharia,queresponderam à versâo brasileira do SROM ,deGibbsetall(1984),naadaptaçâodeBiaggio(1989).A anâlisedosresultadosevidenciouquea médiadosescoresno SROM dosalunosdeCiênciasJurfdicasfoisigniticativamente maiorque a médiadosescoresobtidospelosalunosdocursodeEngenharia(t=2,90-,p


S0C -Psicologia Socialvaloresdistribufdosem quatrofatoresdesegundaordem:individualismo,coletivismo,autotranscendênciaeautopromoçso.ParaaavaliaçsodavarilveldependentefoiutilizadaaEscaladeCidadaniaOrganizacional(Siqueira,1995)constitufdaporcinco fatores;coopcrafào c0m os colegas,protefào ao sistema,sugestöescriativas,autotreinamentoecriaçàodeclimafavorévelàorganizaçàonoambienteexterno.AAnova2X 3revelouumarelaçâo estreitaentretempo deserviçoedoiscomponentesdacidadaniaorganizacional:proteçsoaosistemaefonnaçsodeum climaexternofavorsvelàempresa.O impactodasprioridadesaxiolögicasns0foilomogêneogaratodososcomponentesdocomportamentodecidadaniaorganizacional.Osfatoressugestöescriativaseautotreinamentoforaminfluenciadossimultaneamentegelagrioridadedadaaoindividualismoeà.autopromoçâo.osfatorescooperaç:o com oscolegase proteçâoao sistemaforam influenciadospela prioridade dadaao coletivismoeà autotranscendência que constituem o polo opostodo individualismo e da autopromoçëo,respectivamente.Osresultadosdesta pesquisa mostram que,do ponto de vistam otivacional,a naturezadoscom portamentosdecidadaniaorganizacionalé heterogênea.- 000-SOC 2.14INFLUZNCIA DA IDADE E DO GZNERO NO COMPORTA-M ENTO DE CIDADANIA ORGANIZACIONAL.élvaroTamayo,VerônicaB.deOliveira,Renata,S.Carvalho,eytnlrl,L.E Moniz.Universidade de Brasflia.Na tiltima décadatem aumentado a popularidadedo conceitodecidadania organizacionale numerosospesquisadorestêm realizadoestudosempfricosvisando identificarosantecedentese osconseqtientesdo comportamento de cidadaniaorganizacional.Atéopresente oscorrelatosmais sölidosdacidadania organizacionalsâoasatisfaçëonotrabalho,apercepçâodejustiçaorganizacionaleo comprometimento afetivo.O escopo destapesquisa foiestudaroimpacto da idade e do gênero sobre o comportamento decidadania organizacional.A amostra foicomposta por299empregados,divididosemtrêsfaixasetM as:de20a35anos(n-91),de36a42(n=118)ede43a60(n=90).A EscaladeCidadaniaOrganizacional(ECO)deSiqueirafoiutilizadaparaaavaliaçàû dacidadania organizacional.A ECO avaliacinco fatores:criaçâode um climaexterno favorlvelà organizaçâo,cooperaçâocom oscolegas,proteçâo ao patrimônio organizacional,sugestöescriativaseautotreinamento.A ANOVA 3X 2 revelouum efeito principalda idadesobre osfatores'.clim aextem o favorsvelàorganizaç:o(p


S0C -Psicologia Socialatéquepontoareligiso contribuinafonnaçàodaresgonsabilidadesocialdo indivfduo.Foifonnada a hipötese,que o indivfduoreligiosopraticante/particiganteémaisrcsponsévelnocumprimentodosseusdeveresqueoindivfduonàopraticante/particigante.Paraverificaresta hipötese foiutilizada aEscala de ResponsabilidadcSocialdeSiligmaneFernandes(1989)adaptadapelosautoresdo estudo,paraarealidadebrasileiraatual.O questionMofoiaplicadopara400sujeitos(200mulherese200homens)comidadesentre25-40 anos,residentesnoRio deJaneirocom aseguintedivis:û:100 indivfduospraticantes/participantesdareligiâocatölica,100indivfduospraticantes/participantesdareligiàobatistae200indivfduosnâopraticantes/participantesdequalquergrupo religioso.Para anslise dosresultadosfoiutilizado o teste tde Student.Foram analisadosseparadamenteosquestionériosdosindivfduoscatölicos,batistasedosnâopraticantes/pm icipantes.Osresultadosobtidosnestestrêsgnlposforamavaliadose comparados.Nâo houve diferença signiticativanosresultadosobtidosnosindivfduoscatölicosebatistas.Houvediferença,bem signiticativa,entreospraticantes/participantes(catölicosebatistas)eosnâopraticantes/participantes.Confirmou-se ahipötese que areligiào é um dosagentesimportantesnaformaç:odaresponsabilidadesocialdo homem e queosindivfduospraticantes/participantessâo maisresponsiveisqueosindivfduosnëo praticantes/participantes.Osautoresdeste estudoacham,que o mesmo deve seraplicado para outrasreligiöesdeimportância maior,com amostrasbem maiores,para tirarasconclusöes.Umadelasselia,talvez,aintroduçâodefonnaçâoreligiosa e/ou ética nasescolas.O estudo teve apoio da UniversidadeGama Filho.- 000-SOC 2.17SUPERSTIXESCOMUNSE SUASRELAIXESC0M TIPOSDE ùhckocfm lkBartholomeuT TrôcolieSheilaMalta Santos.UniversidadedeBrasflia.Nesteestudoforam investigadas(1)aexistênciadeumapossfvelestruturafatolial,subjacenteaum conjuntodecrençassupersticiosas',e(2)asassociaçöesdessaestruturafatorialcomcaraterfsticas dem ogr/ficase tiposdeprocessamento de informaçâo.Cercade409 estudantesuniversitsriosresponderam questionMossobrecrençassupersticiosasetiposderaciocfnio (intuitivo-experiencialvs.lögico-analftico).Resultadosdaanélisefatorialrevelaram trêsfatoresde primeira ordem e um fatorde segundaordem,subjacentesàsquarentaenovecrençasestudadas.ONfatorl(crençasrelacionadasàsorte)eo fator3(crençasligadasaoazarl,apresentaram altacorrelaçëoentresi,unindo-seem um tinicofatordesegunda ordem.O fator2 de plimeiraordem referiu-se aum temormaisprofundo de consequênciasnegativasadvindasdecomportamentosespecftk os.Correlaçöese comparaçöesentremédiasrevelaram que aspessoasmaiscrédulas,nassuasrespostasaosfatores1e3,também relataram m aiorhabilidade e preferênciapelo pensamento experiencialdo quepelo pensamento racional.Nenhumaassociaçâo foiencontrada com relaçâo ao fator2.Resultadosadicionaistambém revelaram queasmulheresforamsignificativamentemaiscrédulas,quantoasuperstköesassociadash.sortee ao azar,bem como apresentaram uma maiorhabilidade e preferência pelo processamenteexpeliencialdo queoshomens.Estudantesdasciênciasexatasforam menossupersticiososem aisracionaisdo queosestudantesdasciênciasmédicas/biolögicasedasciênciashumanas/sociais.Portiltimo,o grupodeestudantesprotestantesrevelou-se menossupersticioso eSBP -XXV IReuniâo AnualdePsicologiamaisracional,dcqueOSgruposcatölicos,espfritasesem religiào.Emgeral,osresultadospennitem uma melhorcompreens:oda natureza dascrençassupersticiosas,e sugerem a eliminaç:oda reduçào do estudo dessascrençasa um confronto entreracionalidadepJ.irracionalidade.- 000-SOC 2.18ATRIBUIAODECAUSALIDADEAO SUCESSOEAOFRA-CASSO.Maria élice D'émorim e Jaqueline Pinto Martins.UniversidadeGamaFilhoHabilidade e esforço sào causasfrequentementeutilizadasparaexplicarsucesso ou fracasso.EstudosrealizadosrecentementecomparandoSujeitosamericanoscom osbrasileirosnasdiferençasdeatribuiçàode umaperformance à habilidade ou ao esforçonâo mostraram diferençassignificativasentre asdnasamostrasestudadas.Ambososgrupospreferindo ahabilidade ao esforço.Masobservou-se na amostrabrasileira,umatendência à valorizaçàodoesforçonocasodapesoaidosa.Ouseja,quandoahabilidaden5o tem maisvalorinstrumental,a preferênciarecainapessoamaisesforçada.Este estudo procura veritkaro tipo deatribuiçâousadapelossujeitosasituaçöesdedesempenhoondeadescriçâovariadeacordocom um modeloexperimental2(sexo)X 3(idade-jovem,adulto,aposentado)X 2(situaçâodetrabalhoouestudo)levando 6delasao sucessoeasoutras6aofracasso.Oestudoincluiu337sujeitosequilibradosporsexo(49,6% homense50,4%mulheres).com idadeentre17e35anos,quesedistribufram pelas12 situaçöesexperimentais.A resposta dossujetios,dadasem escalade1a5,foram agrupadasem 2categorias1e2=capacidadee4 e5= esforço,jsquearesposta3teveumafrequênciamuitobaixa(9,2%).Osresultadosindicaram que,independentedasdemaiscondköesexperimentais,ossujeitosenfatizam maisacapacidade nassituaç:o de sucesso,enquantoquenassituaçöesde fracasso,osindivfduosenfatizam maisafaltadeesforço (2= 25.58com p< 0.000).ComparandoosresultadosobtidosporRodrigues,D'Amorim,Jablonskie Martins(1994),c0m osestudantesbrasileiros,pode-senotarqueosdadosdesteestudo comfirmam osresultadosobtidosporestesautoresparaosjovensnasituaçöesdesucesoeparaosidososnasituaçâo de fracasso.A compal-açâo entre a pesquisa atualeaantcriorjscitada,mostraumaconcordbciaem atribuiraosjovensseussucessosemfunçâo de sua capacidade.Surge,porém ,uma diferença;em 1994 o fracasso era explicado pelafalta decapacidadeenquantoquenoestudoatualo sujeitorecoreàfaltadeesforço.ParaosidosososdadosdeRodriguesetal.(1994)mostram o esforço ou suafalta como aexplicaçëo bssica dosresultadosobtidos.Em1996,aparece uma atribuçëo de capadidadeaosidososno caso do sucesso o que mostra,aparentementc,umamaiorvalorizaçâo do idoso.-000-SOC 2.19ASFORMASDE COMUNICAG O NXO-VERBAL NA CRI-ANCA PORTADORA DE DEHCIVNCIAS.AntiliaJ.Martins(InstitutoBrasileirodeMedicinadeReabilitaçâo),SuelyOliveiraMarinho(UniversidadedoEstadodoRiodeJaneiro),CarlosAméricoAlvesPereira(UniversidadeFederaldoRiodelaneiro).A criança portadora de doençasgenéticas,podeapresentarumcomprometimento mentale/ou motor,o quepoderé afetarou nâo18l


S0C -PsicokgiaSocialasformasdeserelacionarc0m aspessoase0mundoqueacerca.Estetrabalhoteveporobjetivoinvestigarasmodalidadesdecomunicaçâonso-verbalutilizadaspela criançaportadora dedoençasgenéticas.ApesquisadecamgofoirealizadanoambulatöriodeGenéticaMédicadoInstitutoFernandesFip eira-FIOCRUZ,RiodeJaneiro.O ptîblicoalvofoiformado pordezcrialxasdeambosossexos,sendoque40% (n=4)dascrianças,tinham menosdeumanodeidade,20% (n=2)tinham deum anoadoisanose40% (n=4)tinham dedoisasetearms.Apresentavam osseguintescomprometimentos:retardomental(27*).,atrasonodesenvolvimentoneuropsicomotortz6%l;deficiênciavisual(8%).,distlirbiodefala(8*).,dismorfias(8%).,outros-sindactilia,incontinênciaurinâria,hipospsdia,microcefalia,hiperatividadeedistirbiopsiquistrico(23%).Foram feitasdezentrevistasc0mresponssveispelospacientes,tipo dirigida,duraçâo de 30 min.eaplicado um questionM o que abordou ossinaisdo comportamentonso-verbal(olhar,toque,sorlisoetc-)apresentadospelacriançanum totaldedezessetesittlaçöesespecfficas(sono,segurança,asseio,brincadeiraetc-).Sobreafreqtiênciadeexpressöesinfantisem Situaçöesdereconhecimentod0Sgais,osresgonssveisindicaramquea crialxaosreconhece,principalmente,pelavozdosmesmos(17%)epeloolhar(23%).A reaçsomaiscomumem relaçsoaoutraspessoasdafamfliaécoreraoencontrodelas(21%).Quantoàsnecesidadestisiolögicas(sono,sede,dor,fome,fezes/urina),0choroéo princigalsinalqueacriançaapresenta(30%).Frenteàemoçsodealegria,ospaispercebem-namaisfreqientementeatravésdoriso(35%)emovimentosdebraçosepernas(25%).Quantoàsemoçöesnegativas(raivaetristeza),reagemprincipalmentecom reaçöeshostis(20%),choro(13%)emovimentodemembros(10%).Em situaçöesdeaseio,31%dascriançascostumam movimentarosbraçosepernase21%colaboram dediversasformas.Osresultadcsdemonstraram qtleascriançasportadorasdedeticiênciasdeste estudo interagem c0maspessoase o ambiente atravésde diversasformasde comunicaçâonèo-verbal,reaçöesestassemelhantesàsdemaiscrianças.-000-l82SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia


TécxlcA Do EXAME Pslcol-öGlco


Tf# -Técnica doExamePsicolôgicoTEP 1.01SSQ (STUDENT STYLESQUESTIONNAIRE)VALIDACAODE CONSTRUTO NA AVALIAIAO DO TEMPERAMENTO.lsabelC.Rielo,MagaliR.Serrano,RaquelS.L.Guzzo,PontiffciaUniversidadeCatölica deCampinaseRicardo pH?nf,UniversidadedeSàoPaulo.O estudo do temperamento,considerado importantecaracterfsticadapersonalidade,tem sido enfatizado para aplicaçào em diferentesJreasdeatuaçso.AescalaSSQ (StudentStylesQuestionnaire;Oakland,Gluting& Hoston1991),tem semostradouminstrumento tîtilparaaavaliaçào dessa caracterfstica dapersonalidadeentreadolescentesem situaçâoescolar.Osobjetivosdesteestudoforam;1)verificaravalidadeconceitualdoinstrumentoe2)desenvolverumaanâlisedevalidadecruzadacomparandoosresultadosobtidosneste estudo com um estudo prévio.Foramsujeitos521adolescentesde15a19anosdeambosossexos,vinculadosa instituiçöesdeensino ptiblico e particularem nfvelde20grau e pré-vestibular.Osdadosobtidosforam analisadospelopacoteestatfstico LISREL,demonstrando que osfatoresn5ose comportaram confonne a hipötesedepesquisa,emquea escalaestaria medindo 4 fatores.Pela anllise,o fatorIntroversâo x Extroversào mostrou-seindependentedosoutrosfatorescom menorcargacorrelacional,sendo queacorrelaçsodosoutrostrêsfatoresfoisuperiora0,5.Confirmandoeste resultado,aanélise correlacionaldositensdentro do fator,demonstrouqueosfatoresIntroversàox Extroversào e Crftico x Perceptivosàoosmaisevidentes,com maiorntîmerodeitens(19e15respectivamente)correlacionadoscomofator.Estesresultadoscontirmama importânciada pesquisa psicométrica em instrumentosde medida psicolögica,osquaisdevem serconstantemente analisadosemfunç:odoseucontetido(validadedecontetido).Pesquisastransculturaisemque osinstrumentossâo traduzidoseadaptadospara outraslfnguasou mesmo instrumentosantigospodem constituir-se em razöespara queositensdeixem de mediroquedeveriam,exigindoumarevisâoconceitual.(CNPq)- 000-TEP 1.02PROCEDIMENTO DEAVALIAN O COGNITIVA ASSISDDA ATRAW SDE RESOLUIAO DE PROBLEMAS.MJKé't7K/IRose Santa M aria eM aria BeatrizM artinsLinhares.Universidadede S5o Paulo -Ribeirâo Preto.Frenteà clientela com queixa de dificuldade de aprendizagemqueprocuraajudaextenm àescola.asavaliaçôespsicolögicasdesenvolvidasincluem aavaliaçëo intelectualda cliança,que seguefreqûentementeaabordagem psicométrica.Com base nessaavaliaçâo,tem se identiticado nessa clientelaum contingente decriançasclassificadascomo deticientesmentaisleves,sendoestasmuitasvezesencaminhadasparaclassesespeciais.Verificase,noentanto,quepodem existirvariaçöesintra-grupo,no quese refereao desempenho cognitivo dessascrianças.M elhoradasascondiçöesde avaliaçëo atravésdeum suporte instrucionaleajustâvelàsnecessidadesdasclianças,algumasdelasapresentamdesempenhoalém dodemonstradoinicialmentesem ajuda.O presenteestudotemporobjetivodelinearum procedimentodeavaliaçâocognitiva queinclua assistência em tarefasde resoluçâo deproblemas,a fim de focalizaro desempenho potencialde criançascomindicaçâo de diticuldade de aprendizagem ,classiticadascomo DM leve e encaminhadaspara atendimento psicolögico.Aamostra foiconstitufda por15 criançasde 8 a 11anos,de11e 2*SBP - XXVH ReuniâoAnualdePsicologiasérie,encaminhadasparaservkosptiblicosdePsicologiacomqueixa escolareque fol'am posterionnente classificadascomo DMleve pelo Columbia.Para aavaliaçào cognitiva assistida foramutilizadasduastarefasde resoluçâo deproblemas,asaber:Testede M odificabilidade do Pensamento Analögico em Crianças(TzurieleKlein,1985)eJogodasPerguntasdeBuscacom FigurasGeométricas(Linhares,1991).Foiseguidoumdelineamentodequatrofasesparacadatarefa:inicialsem ajuda,assistência,manutençso e transferência.Na assistência foiestabelecidoumgradiente depistasdemediaçâo.Procedeu-seàanslise comparativadodesempenho nasdiferentesfasesda avaliaçâo quantoa:tentativasdesoluç:o(coretas,incoretas,aoacasol;estratégiasdesoluçào(relevbciadaperguntadebusca,nlimerodeperguntas),ajudaneceslriaparasoluçâo(nfveisdogradientedemediaçào)egeneralizaçâodasestratégias.Foramidentiticadasclianças:4lganhadoras'quemelhoramcom a assistência emantêm odesempenhodemaiornlimerodeacertos,usandoestratégiasdeperguntasouderelaçöesanalögicaseficientesparaa soluçâo;''alto-escore',que apresentam bom desempenho logo na fase inicialquantoa essesindicadorese çnâo-ganhadoras'quen5o mantêma melhora do desempenho apösasuspensâo da assistência.Houvevariaçào intra-grupo quantoao nfvelde mediaçâo necessâriopara resolverastarefase quanto à generalizaçâo dasestratégiasdesoluçào.Detectou-se crianças eticientese transferidorasnaresoluçàodastarefas,quenecessitaram depoucaajuda,asimcomo aquelasque requereram muita assistência eapresentarampouca etkiênciae diticuldadesnatransferência da aprendizagem.(FAPESP)-000-A finalidadedo presente esttldo é investigarem que medida ospsicodinamismosfamiliaressâo responsiveispelo desencadeamentoou agravamento de problemasemocionaise/oucomportamentais comunsna adolescência.Com esse propösito,foiaplicadaumabateriadetécnicasgrlficasprojetivas,compostapelaTécnicadaCasa-érvore-pessoa(H-T-P),emsuaversâooriginal,fasemonocromstica,Desenho daFiguraHumana naTécnicade M achover,Desenho da Famflia eDesenho Livre.Foramavaliadasquatro mâesde clientesadolescentes que procuraramatendimento psicolögico oferecido pela clfnica-escoladaFFCLRP-USP,durante o ano de 1996.Osdesenhosforam avaliadossegundoum sistemade anélise elaborado porum dosautores,apartirdaspautasnormativasoferecidaspelaliteratura.Osprotocolosforam analisadosdeformaindependentepordoisjufzcscom expeliência com técnicasgrlficas,pennitindo asistematizaçâodosdadosobtidossob a forma de sfntesesinterpretativasdecadacaso.A investigaçâo clfnicada personalidade materna abrangeutanto aspectosde estrtltura,como de funcionamento psfquico.Doconjuntodedadosavaliados,podem-sedestacarosseguintesresultados:(1)Deummodogeral,aproduçâoapresentasebastanteempobrecida,em tennosqualitativos,sendo que essacaracterfstica observada pode sercompreendida maiscomo umadefesacontra oenvolvimento com a tarefa e como formadeseTEP 1.03OQUEASMXESCOMUNICAM ATRAW SDE SEUSDESE-NHOS?UMA TENTATIVA DE COMPREENSXO DOSPSICODINAMISMOSFAMILIARESAPARTIRDAYPLICAçâ0DE UMA BATERIA DE T/CNICASGRAFICASPROJETIVAS.ManoelAnltgnït?dos Santos e Fabiana MeireMagalM esde Paula.Universidadede Sâo Paulo -Ribeirào PretO-l85


TEP -TéoticaJt)fxtlplePsicoltqgicoprotegerdocontatocOm osconflitosinternosevocadosgelastécnicas.(2)Duranteaaplicaçâodastécnicasgrlticas,todasasmâesapresentaram intensanecessidadedeagoio,estfmuloedemonstraçâodeaceitaçâoporpartedaaplicadora,alémdesériasresistênciasemdesenhar.Essesfndicess5o sugestivosde forte insegurançafrenteàemergênciadeangtîstiasdiffceisdeseremmanejadasconscientemente,aliadasafantasiasdefracasopessoal,queéjustiticadoracionalmentecomoprodutodeumasupostafldoença'ouincagacidadementaldopröpriosujeito.(3)A amostracaracteriza-seporumnotsvelrebaixamentodaauto-estima,oquepareceestimtlarvivênciasdepressivas,com sentimentosdedesproteçsoedesamparofrenteàemergênciadaansiedadesuscitadapelocontatocom asnecessidadesafetivas,notadamenteemsituaçöesnovas.Comoresultadodessadinâmicadefensiva,notaseuma restriçâo marcante no uso daspröpriaspotencialidadeserecursos,além de um signiticativo afastamento em relaçâo à realidade,sentidacomo muito ameaçadora,o que levaasmâesarecorrerem ao isolamento emocional,à.restriçào dosvfnculosafetivosque estabelecem com o mundo eao auto-isolamento,contribuindo parasuapermanência regressiva noslimitesestritosdo universo fam iliare religioso.lsso im pede essasmâesde exerceremasfunçöespsfquicasque normalmentesào requeridasdospais,no sentido de atenuarem asalteraçöesno equilfbrio psicolögicoque sëo comunsaosadolescentes,demodo a fornecer-lhesum modelo decontençào emocionale,simultaneamente,favorecer-lhesanecessM aautonomia relativa,que é reivindicada pelostilhosnessa etapa de crescimento,porsisö tâo turbulenta.Essesdadospermitem concluirque a anllisedosdesenhoscorroboraashipötesesque haviam sido traçadasa partirdo m aterialclfnicocoligido durante asentrevistas,no sentido deque aquilo quemobiliza asmëesem direçëo ao atendimento psicolögico podeserentendidocomoum desejoinconscientedereceberdefora(ouseja,domundoexterno)aconfinnaçâodequeosmétodoseprsticasque elasvêm utilizando paraeducaro adolescente s:ocorretos,numa tentativa de eliminarsuasdtividaseculpa relacionadaà,t4enfermidade'do filho.quisa154crianças(79 dosexomasculinoe75dosexo feminino)entre oito e doze anosque freqientavam a terceirasérie de seisescolasestaduaisem Porto Alegre.A EscaladeSatisfaçso deVidadeEstudanteséumaescalaqueobjetivamedirasatisfaçsoglobalde vidaatravésdeitensque fazem acriança assessara sua qualidadedevidacomoumtodo,independentementededomfniosdevidaespecfticos,taiscomogares,famflia,ambiente.O instrumentofoiaglicado individualmente,na gröpria escola.Pararesponderaosseteitensque comgöem aescala,osestudantesselecionamumadasquatrooxöes:nunca(1),àsvezes(2),geralmente(3)ouquasesempre(4).N5ohouvediferençadesexo.A médiadaamostra(17,dl)= 2,5)indicaum bom nfveldesatisfaçsogloba1davida.Emamostrasamericanasamédiaencontradafoide20.Uma anblisedasdemaiscaracterfsticaspsicométricasda escalademostraramque ela é adequada para tinsdepesquisa nestaârea.(CAPES).- 000-TEP 1.05VALIDACAO DA MEDIDA DE DISPOSICXO AFETIVA(MDA).MirleneMariaMatiasSiqueiraeSandra EniFernandes#I/nelPereira.Universidade Federalde UberlMdia.Disposiçào afetiva é concebido como o grau de satisfaçâo que aspessoasdemonstram frente aosdiversosaspectosqueintegramseu dia a dia como,porexemplo,a cidade ondemoram,o seunome pröprio,a escola quefrequenta ou freqfientou,dentre outros.Aliteratura demonstra que estasatisfaçâo podeafetaq defonnaSignificativa,diversoscomportamentosno contexto sociale detrabalho.O aparecimento do conceito de disposiç:o afetivana literatura psicolögica veio reafinnararelevância atualmenteatribufda aosfatoresafetivoscomo elementosconstitutivosdoperfilemocionaldo indivfduo.Entretanto,ainda n:o existemmedidasdesteconceito validadasparacontexto nacional.Esteestudotevecomoobjetivovalidar,parao meiobrasileiro,umaMedidadeDisposiçâoAfetiva(MDA)desenvolvidaporJudge- 000- (1993),compostapor23itens.A escalafoitraduzidaeposteriormenteaplicadaa230sujeitosdossexosmasculino(35,2%)efeminino(64,8%),com idadeentre18e58anoseescolaridadevariando entreprimeiro grau incompleto aterceiro grau completo.Sobreasrespostasdos230sujeitosrealizaram-seanâlisesdoscomponentesprincipaiserotaçöesfatoriaisoblfqua(oblimin)eortogonal,utilizando-seosubprogramaFactordoSPSS.Quandosubmetidosà.anslise doscomponentesplincipais,os23itensda M DA revelaram apresençadetrêsfatoresimportantes,comeigenvalues superioresa 1,5,explicando 31,6% da varib ciatotal.Apösrotaçào dostrêsfatoresatravésdosmétodosoblfquo(obliminjeortogonal,observaram-secorrelaçöespositivasmenoresque0,20 entre osfatores1e2 e entreosfatores2 e 3.Estesresultadosindicaram independência entre osfatoresda MDA e,portanto,maioradequaçào dasanslisesortogonais.Assim sendo,os23itensda M DA estariam formando trêsfatores,osquais,individualmente,representariam trêsagrupamentosde itens.Entretanto,aosercalculada a contiabilidade dosfatores,observousequenenhum delesdetinha um fndicede precisâo mfnimo aceitlvel,ouseja,maiorouiguala0,70.Diantedestesresultados,aM DA foiconsideradacomo umaescalaunidimensional,integradapor23itens,cujaprecisâoéde0,75,constituindo-senumamedidaadequada parao uso em investigaçöescientfticasno contextobrasileiro.(CNPq).TEP 1.04ADAPTAIAO DA ESCMA DESATISFAN O DEVIDA DEESTUDANTES.Claudia HopteinzGiacomoni,Claudio SimonHutz,Carolina Gasperin,Cibele IVIFI,Cesca,F:mtmt/a MartinsMarques,Heloisa Kanter Rössle6 Jane Fischer Barros,LiziaPacheco Poxiuncula,Suzana Feldenss'c/zwdrfncnUniversidadeFederaldo Rio Grande do Sul.O construto satisfaçâo globalde vida éum doscomponentesdobem-estarsubjetivo.Bem-estarsubjetivodizrespeitoacomoePorquêaspesoasexperienciam suasvidasdefonnapositiva.éumaatitude e com o talpossuipelomenosdoiscomponentesbésicos:afetoe cogniçëo.A satisfaç:o globalde vida serefere aojulgamentocognitivoqueapesoafazdesuavidacomoum todo;é a avaliaçâo que se faz sobre a pröpria qualidade de vida.Emborahajaumntimerosubstancialdepesquisassobreobem-estarsubjetivoem adultos,poucosepesquisouem criançaseadolescentes.Somenteapöso surgimento de medidasrecentestaiscomoa Escala deSatisfafâo de Vida de Estudantesestudossobre a naturezaecorrelaçöesda satisfaçào de vida dascriançase adolescentessetornarampossfveis.O objetivo dopresenteestudo édescrevera adaptaçâo da Escala de Satisfaçâo de Vida de Estudantes(ESVE)deHuebner(1991a).Esteinstrumentomedeasatisfaçâo globalde vidadeestudantes.Participaram desta pes-- 000-186 SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologia


TEP -H cnica do ExamePsicolôgicoTEP 1.06INVENG RIO DE BARREIRASX CRIATIVIDADE PESSO-AL.Eunice M Lsoriano deAlenca6Universidade Cat6lica deBrasl-lia,Rebeca Ribeiro.ShyrleneN.lrtwtfty e Alessando Carvalhode Oliveira,Universidadede Brasflia.Vâiassâo asbarreirasque diticultam ao indivfduo desenvolvereexpressara suahabilidade criativa.Entretanto,estudosempfricossobre este temarestringem-sesobremaneira àsbarreiraspresentesnasorganizaçöes,tendosido desenvolvidosvâriosinstrumentosparaidentiticartaisbarreirasnoambiente detrabalho.O objetivodopresenteestudofoiodeconstruirevalidaruminvents-Iio de bareirasàcriatividade pessoal.O instrumento dsesenvolvidof0iconceitualmentefundamentado em estudosteöricoseempfricospreviamenterealizadospelosautorese outrosdeinsvestigadoresdaJrea.O mesmo focalizadistintasbarreirasquediticultam ao indivfduo expressaro seu potencialcriadore incluiu,nassuavers:o original,70 itens.Para tinsde validaçâo,oinstrumento foiaplicado em umaamostra de 388 estudantesdedistintoscursosuniversitM os,apöstersido submetido a umaanllisesembticacom umaamostrade15sujeitos,queresultounareformulaçso de algunsitense eliminaçso de outros.Paraoestudo do contetido do instrumento,procedeu-se auma anblisefatorialpelo processo deextraçâo anslise doseixosprincpaiscomrotaçào oblfqua,queindicou quatro fatores,cadaum delescomum nlimero signiticativo de itenscom carga fatolialigualou maiordoque 0,30.Estesfatoresapresentaram respectivamentevaloreigenvalue de 15,71,*4.42;3,58 e 2,83 e coeficientesalfade 0,91;0,85.,0,85e0,88.Osdistintosfatoresdizem respeito a barreirasemocionais,(Fator1),dedisponibilidadedetempoeoportunidade(fator2),sociais(fator3)edepersonalidade(fator4).Asanslisespreliminaresindicamque o inventlrio discrimina distintostiposde barreirasqueafetam a expressio dacriatividade pessoal,constituindo-seum um instrumento titilpara futurosestudossobreesta questâo.CNPq.-000-TEP 1.07PERFIL DO MOTORISTA kNb-Rhl'oïk.RosenilseFava Cerese6Angela Coelho Moniz.Dentre aspreocupaçöesrelacionadascom o trkuito,destaca-seofato de que 80% destesacidentesocorrem porfatoreshumanos.Osmotivosassociadosaosacidentespodem serde vM asnaturezasincluindooautoextennfnio.0acidentemuitasvezeséresultadodecomportamentosconhecidoscomo infraçëo.O comportamentoinfratorémultifatorial,assim algunsestudoso relacionamadesajustesdepersonalidade,destaformao presentetrabalh0visadiagnosticaro perfilde personalidade do motorista infrator.Paraistoforam aplicadostestesdepersonalidade em trinta esete indivfduos,condenadospela Justiça e submetidosao cursode reeducaçào e modificaç:o da conduta inadequada no trânsito.Osresultadosindicam queossujeitosapresentam portemperamentoaumento naemotividade,naintratensëo,oscilaç:o entre aexcitaçâoaumentadaeainibkào aumentada,predomfniodaautoagressividade,impulsividadeacentuadaeIigidezaumentada.Porreaçso observou-se:oscilaçâo entre a auto-agressividade e ahetero-agressividade bem como inibiçâo e excitaçào oscilante etendênciaà atitudesrfgidas.Observou-se também,predomfniodo raciocfnio concreto.Asconclusöesno momento s:o parciais,contudo estesdadoscolwboram com osdaliteratura onde s5odescritosaumento da auto-agressividadeendögena,instabilidadetensionale forte emotividadeendögena,levandoa crerque o estudodapersonalidadedosujeitoinfratorpodenosfornecerrecursosimportantesparao aprimoramento dastécnicasde avaliaçàodefuturoscondutores,bemcomoparaaelaboraçâodeprojetosdereeducaçào.- 000-SBP -XXVIIReuniâo Anualde Psicologia 187


C oM uxlcAçôEsT écxlcAs


CT -ComunicaçsesW cnicasCT 1.01ESTIMULADOR ELETRôNICO PARA EXPERIMENTOSEMANIMAISSUBMETIDOSA CONDIXESDE ESTfMULOSAVERSIVOS.Fabio Lima,âlcdlfFerreira âlp:.reAmauriGouveiaJr.,UniversidadeEstadualPaulista,CampusBauru)O estudoexpelimentaldocomportamentoexigemuitasvezesouso de estimuladoresde choque com caracterfsticasespeciais,como,porexemplo,um alternadordepolaridade(scrablerj.Aausênciadestenomercadobrasileiro eosaltoscustosdeimportaçâoestimularamestetrabalho,queobjetivouoprojetodeumaparatodeestimulaçâoelétricaaversiva.O circuitoprojetadopodeserdividido em trêsprincipaispartes,a saber'.etapa digital,circuitodepotência e interfacede controle.A etapa digitaldo sistemagera econtrola umaseqtiência de pulsosaseraplicada nosindivfduossob experimento;é composta deum contadorem anelde10 bitsbaseadn no CI74164,acionado porum relögiode 150Hzcnnstrufdo com o CI1.M555 em configuraçào astJvel.Ospulsosgeradospelo contadorsào transferidosao circuitodepotência,oqualaplicatensöesde120V DC àsbarrasmet/licasdopisodacaixu experimental,de maneira seqûencial,demodo que o animalfiqueconstantemente sob efeito dosestfmuloselétlicos.Osestfmuloselétricosssoaplicadosàsbarrasportransistoresoperandocomo chavesanalögicas,com pulsosde intensidade médiade1mA,ajustivel.A duraçâo dasseqtiênciasdechoqueselétricosédetinidaatravésdelo/wur:emmicrocomputadortransferidaao sistema por uma interface serialRS-232.Atravésda mesmainterface é possfvelmonitorar-se quala posiçâo do indivfduo nointeriorda caixa,se esta forumashuttlebox.M ontou-se um protötipoparatestese desenvolveram-se oslapoutsdasplacasdecircuito impresso.O circuito completo encontra-se em fase finaldetestes,tendodemonstradoeticiêncianosexperimentosj;realizados.Entende-sede grande importânciao cariterinterdisciplinardapesquisa,aocombinarem um mesmo experimento osprincfpiosde estudo do comportamento com diversassreasdaengenharia elétrica,como eletrônicadigital,analögica,desenvolvimentodehardwareesoftware,eletrônicadepotênciaeinstrumentaçào.-ooo.CT 1.02FORMRULES 2.0:SISTEMA COMPUTADORIZADO PARAANXLISE EXPERIMENTAL DO COMPORTAMENTO MO-M ENTANEAM ENTE PRIVADO.Lorismario E.Simonassiï,Bkk rMartinsl,Antfrg ; tfa Silvab.CristianeS.Goschï',Elisa#T K%nlsft?leâltretzC.daS.Santos?.lUniversidadeCatölicadeGoiss/2Universidade Federalde Goiés,3Universidade Federaldo Parl.O presente trabalho apresenta um sistema computadohzado paraansliseexperimentaldefonnulaçâo de regras,controle instrucionale de com portamentosmomentaneamente privados.O FORM -RULES 2.0 éum sistema computadorizado que tem porbaseousodeumatelasensfvelaotoque(TIPS/VideoTek)eum programadesenvolvidopara ambiente W indows.A tela sensfvel,linicaunidadedeentradaparaossujeitosexperimentais,atuacom resoluçâode16por16emmonitorcolorido(SVGA)de14 polegadas.Oprograma,desenvolvido naslinguangensVisualBasic eC++,incluetambém chamadasàsbibliotecasda APldo W indowse algunstrechosem Assemblerutilizadosparaotimizaro cödigoproduzido.O sistemaprocessasafdasem texto(relatölio),paravisualizaçâoem vfdeo e para arquivosindependentes.A estrutu-SBP -XXVIIReuniâo AnualdePsicologiarabsicaoferccidapeloFORMRULES2.0paraaranjodassituaçöesexperimentaisédefinida porumatelaprincipalcom trêsIocideinteraçâo(sreasretangulares,de3.5cm delargurapor5.5cm dealtura,com quinasarredondadas).Um /cpz.îsuperiorcentral(azul)apresentaestfmulosvisuais(letras,ntimeros)quandotocado.Osestfmulosapresentadospodem,também mediantetoques,seralocadosaumdosdoisoutroslocinaparteinferiordatela,um àdireita(verde)eoutro àesquerda(vermelho).Contadoresest:odispostosna parte supoelioresquerda da tela.Internlpçöesprogramlveisdatelaprincipale apresentaçâo simultaneadeinstruçöesaosujeitopodem ocorer.O programapermiteparâmetrosprogramsveisdeacordocom oexperimentador:1qotipoeaquantidadedeestfmulovisualaserapresentado,2Jquerespostade alocaç:o do estfmulo,se à direita ou à esquerda,sersconsideradacorreta,3)a quantidadedetentativasatéainterrupfàoparasolicitaçsoderelatosverbaisederespostasquevenhamaindicarcomportamentosprivados,4Jotipodeinstruçâoaserdadaaosujeitonasintenupçöese5)otipodecondiçâoaserapresentada em relaçâo ao tipo de estfmulo visuala serutilizado.O sistemaregistrarespostasdosujeitoem relaçsoàscontingênciasprogramadas,aslatênciaseconsequênciasdoresponder(sons,pontoseagalavras)acadatentativa,o pontodeintemlpçâoparainstruçso,relatoerespostasdeSIM (untamentecom alatência)nastentativassolicitadas.Testese experimentosrealizadosemcomputadores486 Sobre oefeito de varilveiscontrolâveispeloFORMRULES 2.0 demonstraram que o sistema éfidedigno econfilvel.A implementaçâo de situaçöesde operantelivree doregistroautomlticodosrelatosverbaispelosistemaéoobjetivofuturo dodesenvolvimento.(CNPq)- 000-CT 1.03O TESOURO DE HAVILOK 1.0:SISTEMA COMPUTA-DORIZADO PARA ANXLISE EXPERIMENTAL DO EFEITODE INSTRUIX ESEDESCRIAO DE CONTINGVNCIAS.Lorismario E.,s'fl?ltmt7llft'F:kr Martinz,Jorge M.deOliveira-Ctulrt/,Clâudio1.deOffvefml,lUniversidadeCatölicadeGois,zuniversidadedeBrasflia.Um problemaque tem causado incômodo aosanalistasdo comportamentoéodesinteressedossujeitosexperimentaisemrelaç:oastarefasapresentadasnassituaçöesexperimentais.A soluçàotentadanesse trabalho foia utilizaçâo de recursosde animaçpopbraproduçâodeumvfdeo-game.O tesourodeHAVILOK1.0 é um resultado inicialde um esforço multidisciplinardeimplementaçâo de um sistema computadorizado paraanéliseexperimentaldadescriçâo de contingência e do efeito de instruçöes.Estesistem acomputadorizado tem porbase o uso de umatelasensfvelao toque(TIPS/VideoTek)eum programadesenvolvidopara ambienteW indows.A tela sensfvel,linica unidadedeentradaparaossujeitosexperimentais,atuacom resoluçâode16por16em monitorcolorido(SVGA)de14polegadas.0 programa,desenvolvidonaslinguagens VisualBasic e C++,incluetambém chamadasàsbibliotecasda APIdo W indowse algunstrechosem Assemblerutilizadosparaotimizaro cödigo produzido.Osistemaprocessasafdasem texto (relatörio),paravisualizaçâoemvfdeo e para arquivosindependentes.A estrutura bésicaparaoarranjodassituaçöesexperimentaisconstituiu-sedaapresentaçâo de duastelasprincipaisnasquaishl locaisdeinteraçâo.Estastelasapresentaram ciladasqueosujeitopodesolucionartocando a tela sensfvel.Ostoquesem locaisespecficossâoseguidosdeanimaçöesque sinalizam acertosou erros.l91


CT -ComasicaçsesFfaictuContadoresss0disgostosnapartesuperioresquerdaedireita(Iatela.Nessa estrutura,O TESOURO DE HAVILOK 1.0 pennite amanipulaçâodeinstruçöes,deacordocom o interessedoexperimentador.Pode-segrogramar:1)diferentesinstruçöesdecomosolucionarasciladas,2)ntimerosdevezesquesepederelatoduranteassessöes,3lntimerosdetentativasparaasesào,4)critériodeenceramentodasesëo,51ntimerosdevidasdisponfveis.Osistemaregistra:1)osacertoseerosd0ssujeitos,2)ascombinaçöesdeestfmulosapresentadosem cadatentativa,31acordoedesacordoentrerespostaseinteraçöes.- 000-CT 1.04CONSTRUINDO RECURSOSDIDXTICOSPARA ESTUDARO DESENVOLVIMENTO INFANTIL.NancyE E deAlmeida,Maria Stela C.de â.Gil,Cinthia â.Piccinato,Graziela Siebert.Universidade Federalde Sào Carlos.0 trabalhooraapresentadoexemplificapartedeum conjuntoderecursospedagögicosa serem utilizadosnasdisciplinasde PsicologiadoDesenvolvimento oferecidasacursosde graduaçâo daUFSCar.A experiência com essasdisciplinastem mostrado anecessidade dese introduzirprocedimentosde ensino que criemfasesintermediM asentre a aquisiçâo de conceitose o exercfcioprotissional,evitando aslacunasusualmentepresentesna formaçâodo aluno,de modo a aproxim s-lo dosfenômenosqueprecisaidentificare descrever,favorecendo sua participaçâo ativa no pröprioprocessodeaprender.Comoobjetivodecriarcondiçöesfavoréveisà articulaçào prético-conceitual,vêm sendo produzidosrecursosdidlticosconstitufdosporpequenostextos,acompanhadosdevfdeoteipe.Taistextossso elaboradosa partirdosregistrosem vfdeo,deepisödiosde interaçâo adulto-criança ecriança-criança,cujasatividadessâopreviamenteplanejadasparaatenderao ensino,pesquisa e extensâo,realizadosno âmbito doLaboratörio deInteraçâo Social.Trechos/episödios do vfdeoteipesào,portanto,acompanhadosdepequenostextos,cujafunçâoéorientara :tleitura'que osalunosdevem fazerdosprocessosinterativos,identificando nelesaspectosdo desenvolvimento passfveisdeanélisee interpretaçâo,de acordo com conceitostratadosnaliteraturada érea.Osprocedimentosadotadosna elaboraçâodessesrecursosdidâticosseguem osseguintespassos:planejamentodeintervençëocomcriançasdeseisa24mesesdeidade;execuçâodasatividadesplanejadas;registroem vfdeodaquelasatividadesqueatendem aosobjetivosdidsticospropostos',descrkëominuciosadosepisödiosregistrados',anâlisedasdescriçöescomênfase nosaspectosdo desenvolvimento a serem trabalhados;redaçsodostextos;confronto texto-videoteipe correspondenteporleitor/ouvinte ingênuo;redaçso tinaldo texto.Dentreosrecursosdidlticosassim obtidos,serâo apresentadostrêstextoserespectiv%ilustraçöes,exemplificando o materialconsmlfdo.- 000-CT 1.05REL 1.0:SISTEM A COM PUTADORIZADO PARA O ENSI-NO DEDISCRIMINAIX ESSIMPLESECONDICIONAIS.Sebastiso âld-uW m Linharesdos Santos,Ane Margareth MontePertf:#a Silva,MarceloQuintinoGalvâoBaptistaeGraubenAssis.Universidade Federaldo PariO desenvolvimento eavaliaçâo de softwarepara a Anélise ExperimentaldoComportamento tem evoluido no Brasil,refletindo al92crescentedemanda(lepesquisas,grincipalmentegaraanalisar,controlareregistrardadoscom sujeitoshumanosem Laboratlrio.Interfacesgrsticas(como0WindowsnaplatafonnademicrosPC ou()PowerMacintosh)aumentaram ainteratividadeususriocomgutador,pogularizandoessastecnologiasnoambienteacadêmico.Nopresente estudo édemonstradoum sistemacomputadorizadoparaanslise,controleeregistrodedadosexperimentaisemprocedimentos