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lucas fernando krug influência do beneficiamento ... - Cimento Itambé

lucas fernando krug influência do beneficiamento ... - Cimento Itambé

LISTA DE FIGURASFIGURA 1

LISTA DE FIGURASFIGURA 1 – APARELHO DE VEBE .................................................................................................................. 26FIGURA 2 – FUNIL DE MARSH ........................................................................................................................ 27FIGURA 3 – MINI-CONE DE KANTRO ............................................................................................................ 28FIGURA 4 – HASTE DO ENSAIO E ESQUEMA DE PROCEDIMENTO ........................................................ 30FIGURA 5 – MODIFICAÇÕES DO EQUIPAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO ENSAIO DEABATIMENTO ........................................................................................................................................... 31FIGURA 6 –CINZA NATURAL (SEM BENEFICIAMENTO) .......................................................................... 47FIGURA 7 –MATERIAL RETIDO NA PENEIRA 1,2MM................................................................................. 47FIGURA 8 –MATERIAL PASSANTE NA PENEIRA 1,2MM ........................................................................... 47FIGURA 9 –CINZA NATURAL (KIELING, 2009) ............................................................................................ 47FIGURA 10 –MATERIAL RETIDO NA PENEIRA 1,2MM (KIELING, 2009) ................................................. 47FIGURA 11 –MATERIAL PASSANTE NA PENEIRA 1,2MM (KIELING, 2009) ........................................... 47FIGURA 12 - RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DO ESTUDO PILOTO ......................................................... 50FIGURA 13 –MOINHO DE BOLAS UTILIZADO ............................................................................................. 50FIGURA 14 – DIFRATOGRAMA DE RAIOS X DA CINZA NATURAL ........................................................ 51FIGURA 15 – DIFRATOGRAMA DE RAIOS X DA CINZA PENEIRADA ..................................................... 52FIGURA 16 – DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA DA CINZA NATURAL ............................................. 53FIGURA 17 – DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA DA CINZA PENEIRADA ......................................... 53FIGURA 18 – MEV DA CINZA NATURAL ...................................................................................................... 54FIGURA 19 – MEV DA CINZA PENEIRADA ................................................................................................... 54FIGURA 20 –DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO MIÚDO ......................................... 55FIGURA 21 –DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA DO AGREGADO GRAÚDO ...................................... 56FIGURA 22 –PLANEJAMENTO DO PROGRAMA EXPERIMENTAL EM FUNÇÃO DOS CORPOS DEPROVA ........................................................................................................................................................ 58FIGURA 23 - PRODUÇÃO DO CONCRETO PARA MOLDAGEM DOS CP´S ............................................... 59FIGURA 24 - PENEIRAMENTO DO CONCRETO FRESCO ............................................................................ 60FIGURA 25 - HASTE DE PENETRAÇÃO E AMOSTRA .................................................................................. 61FIGURA 26 - EQUIPAMENTO DE CALORIMETRIA SEMI-ADIABÁTICA ................................................. 62FIGURA 27 - SUPORTE E FUNIL DE MARSH ................................................................................................. 63FIGURA 28 - SEQÜÊNCIA DO ENSAIO DO MINI-CONE DE KANTRO ...................................................... 64FIGURA 29 –ENSAIO DE ABSORÇÃO POR CAPILARIDADE ...................................................................... 66FIGURA 30 – EXECUÇÃO DO ENSAIO DE ABSORÇÃO POR CAPILARIDADE ....................................... 66FIGURA 31 - RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO AXIAL AOS 7 DIAS ............................................................ 71FIGURA 32 – RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AXIAL AOS 28 DIAS ......................................................... 73FIGURA 33 - RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO AXIAL AOS 91 DIAS .......................................................... 75FIGURA 34 - RESISTÊNCIA À TRAÇÃO POR COMPRESSÃO DIAMETRAL AOS 28 DIAS ..................... 77FIGURA 35 - ABSORÇÃO CAPILAR DOS TRAÇOS 0,41 ............................................................................... 78FIGURA 36 - ABSORÇÃO CAPILAR DOS TRAÇOS 0,49 ............................................................................... 78

FIGURA 37 –ABSORÇÃO CAPILAR DOS TRAÇOS 0,57 ............................................................................... 78FIGURA 38 –TEMPO DE PEGA PARA OS TRAÇOS DE ÁGUA/GLOMERANTE 0,41 ................................ 81FIGURA 39 –TEMPO DE PEGA PARA OS TRAÇOS DE ÁGUA/AGLOMERANTE 0,49 ............................. 82FIGURA 40 –TEMPO DE PEGA PARA OS TRAÇOS DE ÁGUA/AGLOMERANTE 0,57 ............................. 82FIGURA 41 –PERDA DE ABATIMENTO DOS TRAÇOS 0,41 ........................................................................ 84FIGURA 42 –PERDA DE ABATIMENTO DOS TRAÇOS 0,49 ........................................................................ 84FIGURA 43 –PERDA DE ABATIMENTO DOS TRAÇOS 0,57 ........................................................................ 85FIGURA 44 –ENSAIO FUNIL DE MARSH DOS TRAÇOS 0,41 ...................................................................... 86FIGURA 45 –ENSAIO DO FUNIL DE MARSH DOS TRAÇOS 0,49 ............................................................... 86FIGURA 46 –ENSAIO DO FUNIL DE MARSH DOS TRAÇOS 0,57 ............................................................... 87FIGURA 47 – ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE ARGAMASSA DOS TRAÇOSDE ÁGUA/GLOMERANTE 0,41 ............................................................................................................... 89FIGURA 48 –ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE ARGAMASSA DOS TRAÇOSDE ÁGUA/GLOMERANTE 0,49 ............................................................................................................... 89FIGURA 49 – ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE ARGAMASSA DOS TRAÇOSDE ÁGUA/AGLOMERANTE 0,57 ............................................................................................................ 90FIGURA 50 – ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE CONCRETO DOS TRAÇOS DEÁGUA/AGLOMERANTE 0,41................................................................................................................... 91FIGURA 51 – ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE CONCRETO DOS TRAÇOS DEÁGUA/AGLOMERANTE 0,49................................................................................................................... 92FIGURA 52 – ELEVAÇÃO DA TEMPERATURA SEMI-ADIABÁTICA DE CONCRETO DOS TRAÇOS DEÁGUA/GLOMERANTE 0,57 ..................................................................................................................... 92FIGURA 53 –IMAGENS DE MEV 540X CONCRETO REFERÊNCIA ............................................................ 94FIGURA 54 –IMAGENS DE MEV CONCRETO REFERÊNCIA, AUMENTO 1400 X .................................. 95FIGURA 55 –IMAGENS DE MEV E EDS CONCRETO REFERÊNCIA, AUMENTO 6000 X....................... 95FIGURA 56 –IMAGENS DE MEV CONCRETO COM 20% DE CINZA PENEIRADA, AUMENTO 540X .. 96FIGURA 57 –IMAGENS DE MEV 1400X CONCRETO COM 20% DE CINZA PENEIRADA ....................... 96FIGURA 58 –IMAGENS DE MEV 6000X E EDSCONCRETO COM 20% DE CINZA PENEIRADA ........... 97FIGURA 59 –IMAGENS DE MEV 540X CONCRETO COM 20% DE CINZA NATURAL ............................ 98FIGURA 60 –IMAGENS DE MEV 1400X 6000X CONCRETO COM 20% DE CINZA NATURAL .............. 98FIGURA 61 –ANÁLISE DE EDS CONCRETO COM 20% DE CINZA NATURAL ........................................ 99

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