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lucas fernando krug influência do beneficiamento ... - Cimento Itambé

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5211- Cristobalita (SiO

5211- Cristobalita (SiO 2 )11Halo deamorfismoFigura 15 – Difratograma de Raios X da Cinza peneiradaEmbora tenha sido evidenciado a presença de picos no difratograma de Raio-X,observa-se que ambas as cinzas apresentam o halo de amorfismo que corresponde ao desvioda linha base entre os ângulos de 15 e 30 graus, indicando, conforme explica Tashima (2006),um certo grau de amorficidade do material. Os difratogramas também apresentam picoscristalinos que correspondem a cristobalita (SiO 2 ).Na Tabela 6 apresenta-se a caracterização tanto da cinza peneirada quanto da cinzanatural, obtida pelo ensaio de distribuição granulométrica por difração a laser. Enquanto que aFigura 16, e Figura 17 ilustram, respectivamente, a distribuição granulométrica da cinzanatural e cinza peneirada.Tabela 6 – Caracterização granulométrica das cinzas de casca de arroz.Análise granulométrica Cinza natural Cinza peneiradaDiâmetro médio, µm 25,57 28,50Diâmetro

53Figura 16 – Distribuição granulométrica da cinza naturalFigura 17 – Distribuição granulométrica da cinza peneiradaNa análise de área superficial no ensaio de BET, obtida a partir do volume nitrogênioadsorvido, obteve-se 32.406 cm²/g para a cinza natural e 33.850 cm²/g para a cinza peneirada,ambos realizados pelo Laboratório de Materiais Cerâmicos (LACER), na UFRGS. Ao secomparar com Cordeiro (2009), que produziu cinzas com temperaturas de queima de 500 °C(40.710 cm²/g), 650°C (43.260 cm²/g), 800°C (14.660 cm²/g), a área superficial de ambas as

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