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Estudo produtividade em pdf. - Fesete

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FESETEProdutividade nas

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Comparando com algumas das economias europeias, verifica-se que a Irlanda, apesar de uma quebrasignificativa no ritmo de crescimento a partir de 2001, mantém taxas de crescimento acima da médiaeuropeia. Portugal atingiu taxas acima dos restantes países incluídos no gráfico até 1999, mas no períodoseguinte, Espanha e Grécia têm melhores performances, sendo o comportamento da economia portuguesamais próximo da alemã.Os desempenhos da Alemanha e França e a crise económica e social que estão a atravessar são umindicativo importante, na medida em que estes mercados constituem dois dos principais destinos dosprodutos portugueses.A evolução mais recente da economia portuguesa reflectiu-se também num retrocesso nestes últimos anosno que se refere ao processo de convergência face à União Europeia, sendo mesmo suplantado poralguns dos mais jovens membros da União ao nível do PIB per capita, medido em PPC (Paridade PoderCompra).De destacar, comparativamente a Portugal, as situações da Grécia, Eslovénia e Chipre, como se podeverificar no quadro seguinte. A informação relativa aos restantes países pode ser consultada no anexo I.Quadro 1 - Produto Inte rno B ruto pe r capita - PPC (U.E.25 = 100)1995 1999 2002 2004U E - 25 100,0 100 100 100Portugal 72,6 76,8 76,0 72,6 (p)Áustria 128,2 126,3 121,1 120,1 (p)Dinamarca 123,9 126,7 120,4 (p) 120,7 (p)Espanha 86,8 91,4 97,7 101,3 (p)Grécia 71,6 71,4 76,8 81,6 (p)Irlanda 98,4 121,5 131,4 133,0 (p)Luxemburgo 177,4 207,1 210,6 215,4 (p)República Checa 69,5 (e) 65,4 67,0 70,5 (p)Polónia 40,4 (e) 45,4 45,2 46,9 (p)Eslovénia 67,9 (e) 73,6 74,6 77,7 (p)Chipre 85,4 (e) 84,6 82,7 80,6 (p)Lituânia 33,9 (e) 37,5 42,0 47,5 (p)Letónia 29,6 (e) 34,1 38,6 43,3 (p)n.d. - não disponívele - valor estimadop - previsãoFonte: EurostatA contracção dos mercados alemão e francês, associado à inflexibilidade da política cambial, determinadaa nível europeu e que tem privilegiado a manutenção de um Euro forte, contribuíram decisivamente paraos menores resultados em termos de comércio internacional nestes últimos anos.26

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.No que concerne à estrutura produtiva nacional é de referenciar a manutenção de um significativo contributodos sectores ditos tradicionais, nomeadamente daqueles que constituem objecto deste estudo – Têxtil,Vestuário e Calçado. Em 2003, estes sectores representavam 17,9% do Valor Acrescentado Bruto daIndústria Transformadora, 32,1% do Emprego e 21,6% das Exportações Nacionais.Tal como sucede noutros sectores da economia, uma das características fundamentais do sector industrialé a reduzida dimensão das empresas, facto que acarreta aspectos tanto negativos como positivos.A maior flexibilidade e capacidade de resposta rápida que uma estrutura mais pequena permite, deve seraproveitada nas actuais condições de mercado. No entanto, a organização deve ser adaptada a estascircunstâncias, nomeadamente no que se refere ao nível de formalização e hierarquização da estrutura eaos mecanismos de comunicação e envolvimento dos colaboradores.A menor dimensão constitui, no entanto, um obstáculo a outros níveis, como o aprovisionamento, a entradaem novos mercados e o desenvolvimento de processos de inovação. Estes são factores essenciais paraconcorrer em mercados cada vez mais competitivos e globais.A transposição de tais obstáculos depende muito de uma mudança de atitude por parte dos gestores dasempresas, que necessitarão cada vez mais de cooperar, seja com outras empresas dos respectivos sectores,nacionais ou estrangeiras, seja com instituições, públicas ou privadas, sendo de realçar o papel que asassociações industriais e regionais devem e podem ter neste processo.Na análise mais geral do comportamento da economia portuguesa no período 1995 – 2004, importatambém analisar a evolução dos custos laborais unitários. No gráfico seguinte pode verificar-se que oindicador que relaciona a taxa de crescimento dos custos laborais unitários e a taxa de crescimento daprodutividade global, apresenta uma evolução um pouco errática ao longo do período, ou seja, existemanos durante os quais o aumento dos custos laborais unitários é superior aos aumentos da produtividade,mas existe também a situação contrária.27

Anexo A - Fesete
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