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Estudo produtividade em pdf. - Fesete

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FESETEProdutividade nas

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.A Inovação é outra área determinante para o aumento da produtividade das empresas, econsequentemente, para o crescimento da produtividade agregada global. Após uma primeira fase deinvestimento em infra-estruturas e equipamentos produtivos, nos anos 80 e 90, torna-se cada vez maispremente investir em factores de carácter imaterial, associados a estratégias de reposicionamento nacadeia de valor dos produtos e serviços, de forma a avançar para fases de maior valor acrescentado.Mais do que uma revolução na estrutura produtiva nacional, é necessário que o que se produza no país,independentemente do sector de actividade, tenha qualidade e acrescente valor. A marca “made inPortugal” deve ser uma verdadeira marca, com uma imagem de qualidade e prestígio associada.Tendo em consideração a dimensão média das empresas, e a inexistência de uma tradição de cooperaçãoentre elas, a comparticipação de fundos estatais e comunitários assume um papel preponderante nodireccionamento do investimento realizado, e claramente deve apontar no sentido da inovação emodernização, procurando progressivamente que o sector privado assuma um maior protagonismo aonível da Investigação & Desenvolvimento (I&D), não deixando de ser indispensável a existência de umsistema científico e tecnológico, que actue como verdadeiro facilitador da inovação e da constantemodernização do tecido empresarial português.Quadro 5 - Despesa anual em I&D (% PIB)1995 2003U.E. 25 1,84 (s) 1,95 (p)U.E. 15 1,88 (s) 2,0 (p)Portugal 0,57 (r ) 0,79 (p)Grécia 0,49 0,62Espanha 0,81 1,11Irlanda 1,34 (e) 1,12 (p)República Checa 0,95 (q) 1,35Finlândia 2,28 3,51 (p)s - estimativa EurostatFonte: Eurostate - valor estimador - valor revistop - valor provisórioq - quebra na série34

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.O investimento em I&D no nosso país continua a estar distante da média comunitária. Para 2003, ovalor não chega aos 0,8% do PIB, enquanto a média comunitária se cifra em cerca de 2%. Este é umindicador cuja evolução será importante acompanhar.O incentivo fiscal existente para empresas que invistam em I&D não tem suscitado grande interesse, namaior parte dos casos porque o benefício obtido, indexado aos resultados líquidos da empresa, nãocompensa a excessiva burocratização do processo de candidatura.As conclusões são, no entanto, diferentes quando se analisa o investimento nas denominadas Tecnologiasde Informação e Comunicação. No quadro seguinte pode verificar-se que principalmente ao nível dascomunicações, Portugal apresenta um valor bastante superior à média europeia. Este valor demonstrauma penetração forte de novas tecnologias a este nível.Quadro 6 - Despesa anual em TIC*, 2004 (% PIB)Tecnologias Informação Tecnologias ComunicaçãoU.E. 25 3,0 3,4U.E. 15 3,0 3,3Portugal 2,0 5,1Grécia 1,3 3,8Espanha 1,7 3,5Irlanda 2,1 3,3República Checa 2,8 4,3Fonte: Eurostat* despesa anual em hardware, equipamento, software e outros serviçosImporta não esquecer que este maior investimento não é por só por si garante de modernização, sendonecessário aferir o impacto que tais investimentos representaram nos níveis de produção e produtividadedas empresas. A avaliação rigorosa destes efeitos não é uma tarefa simples.35

Anexo A - Fesete
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