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Estudo produtividade em pdf. - Fesete

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FESETEProdutividade nas

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.A diminuição do número de trabalhadores nos sectores tem levantado um conjunto de problemas deordem social complexos, cuja resolução se afigura difícil. Os processos de reestruturação levados a cabopor muitas empresas, bem como a deslocalização de fases do processo produtivo, quer por empresasnacionais, quer principalmente pelas multinacionais presentes no país, têm contribuído para o despedimentode muitos trabalhadores ligados à produção.Nestes processos são normalmente mais afectados trabalhadores com níveis de habilitações baixos e comcompetências adquiridas para as quais não existe procura no mercado. A situação é tanto mais grave,quanto são frequentemente pessoas que trabalhavam há muitos anos nas respectivas empresas, sendovários elementos das famílias afectados. A concentração deste tipo de indústrias em algumas regiõesagudiza alguns destes casos, na medida em que não existem alternativas de emprego nessas regiões.Após o período de finais dos anos 90, em que a economia portuguesa se aproximou do pleno emprego, oinício do século XXI trouxe um aumento constante da taxa de desemprego, que passou dos 3,9% de2000 para 6,7% em 2004 (Fonte: Banco de Portugal). E as perspectivas para os próximos anos não sãoanimadoras neste campo. Há uma necessidade objectiva de criação de empregos de forma sustentada,que não assentem em formas de trabalho precário, pois tal situação não contribui para resolver a situaçãodos desempregados, nem para aumentar os níveis de produtividade das empresas, servindo apenas para“camuflar” do ponto de vista estatístico a verdadeira situação.Neste contexto, o incentivo do empreendedorismo e da criação do próprio emprego devem constituiruma prioridade, mesmo como solução para alguns dos novos desempregados das indústrias. Todavia, talsó será possível com o desenvolvimento de um conjunto de apoios, financeiros e não financeiros, sendo dedestacar nestes últimos, quer a questão da formação, quer da simplificação de processos.Havendo já alguns instrumentos nestas áreas, estes são insuficientes e, acima de tudo, não permitiramainda criar um clima de verdadeiro incentivo ao empreendedorismo. A opção pela criação do próprioemprego implica riscos elevados, seja qual for o sector e a dimensão do negócio, e as penalidadesassociadas a um potencial desaire são muito elevados, pois mesmo que não o sejam financeiramente, sãonoainda socialmente.A evolução verificada ao nível do pessoal ao serviço não se observa no que respeita ao número deempresas, variável que apresenta um comportamento diferenciado para os três sectores.38

FESETEProdutividade nas I.T.V.C.Gráfico 10N.º Empresas14.00012.00010.0008.0006.0004.0002.00001996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003TêxtilVestuárioCalçadoFonte: INE, Estatísticas das EmpresasDeste modo, a Indústria Têxtil é aquela em que o número de empresas sofreu menores oscilações aolongo do período, sendo contudo o valor existente em 2003 6,9% inferior ao registado em 1996, mantendoseainda assim acima das 4.600 unidades. O sector do Calçado é o que apresenta uma maior variaçãorelativa entre 1996 e 2003 (-14,5%, passando de 4.011 para 3.430), assistindo-se no entanto, a umarecuperação nos dois últimos anos em análise face à quebra muito significativa verificada em 2001 (2.930empresas).No que se refere à Indústria do Vestuário, contrariamente aos outros dois sectores, o número de empresasno final do período é superior ao registado no início, e isto apesar da evolução até 2001 ser no sentido dadiminuição. Nos anos de 2002 e 2003, tal como no Calçado, assiste-se a um aumento importante donúmero de empresas.Esta situação verifica-se assim nos dois sectores que mais próximos estão dos consumidores finais, epoderá estar relacionada com a necessidade de especialização e flexibilização das unidades produtivas nosentido de responder de forma mais adequada às exigências do mercado, no que concerne nomeadamenteà produção de séries mais pequenas, com uma grande componente de moda, em períodos de tempo cadavez mais apertados.Relativamente às empresas, uma característica é comum aos três sectores, e à indústria transformadoranacional em geral – a sua reduzida dimensão. Segundo os dados do I.N.E. em 2003, das 78.431 empresasincluídas na Indústria Transformadora, 89% tinham menos de 20 trabalhadores, e a situação é muitosemelhante nas I.T.V.C.39

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