Relatório Anual - Enerprev

enerprev.com.br

Relatório Anual - Enerprev

Relatório Anual


Composição

Estatutária

Diretoria Executiva

Relatório Anual 2011

Diretora-Presidente

e de Benefícios

Elaine Regina Ferreira

Diretor Administrativo

e de Investimentos

Carlos Emanuel Baptista Andrade

Conselho Fiscal

Conselheiro-Presidente:

André Luis Almeida

Conselheiros:

Elisa Saeko Turci

Marcos Mattos de Azevedo

Conselho Deliberativo

Conselheiro-Presidente:

Luiz Otávio Assis Henriques

Conselheiros:

Heloisa Jassous

Andréa Mazzaro Carlos De Vincenti

Luis Carlos Gouveia Pereira

Michel Itkes

Agostinho Gonçalves Barreira

Paulo Roberto Zibetti Jorge

Tiragem

4.600 exemplares

Circulação Interna

Índice

Parte I - Introdução

Mensagem da Diretoria ............................................................................................ 3

EnerPrev 2011 ..........................................................................................................5

Objetivos para o futuro..........................................................................................6

Evolução da Entidade ...........................................................................................6

Linha do Tempo.......................................................................................................... 7

Conheça as nossas Patrocinadoras ........................................................................ 8

Cenário Econômico 011........................................................................................ 10

Perfil da Entidade ..................................................................................................... 1

Conheça o perfil dos Participantes ....................................................................... 13

Empréstimos em 011 .............................................................................................. 14

Representatividade dos planos ............................................................................. 15

Despesas com a administração dos planos ........................................................ 16

Rentabilidade acumulada em 011 ...................................................................... 17

Alterações Regulamentares ................................................................................... 18

Parte I - Documentos Legais

Informações Contábeis ........................................................................................... 19

Balanço Patrimonial .............................................................................................19

Demonstração da Mutação do Patrimônio Social - Consolidada ................21

Demonstração do Plano de Gestão Administrativa - Consolidada..............22

Demonstrações do Ativo Líquido - Por Plano ...................................................23

Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido - Por Plano .........................38

Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa - Por Plano ..................53

Demonstrações das Obrigações Atuariais - Por Plano ....................................66

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis ................................................ 74

Informações sobre a Política de Investimentos ................................................. 108

Resumo do Demonstrativo de Investimento ....................................................... 114

Pareceres Atuariais ................................................................................................ 144

Relatório dos Auditores Independentes ............................................................. 169

Ata da Reunião do Conselho FiscaL .................................................................... 171

Ata da Reunião do Conselho Deliberativo ......................................................... 17


É cada vez mais evidente a importância que os

planos de previdência complementar têm no

futuro das pessoas.

E é isso que norteia os passos da EnerPrev, que,

em suas ações, procura sempre oferecer condições

para os seus participantes buscarem um futuro

mais tranquilo.

Uma dessas ações é elaborar, anualmente, este

relatório de atividades da Entidade para que

você possa acompanhar, na íntegra, todos os

acontecimentos e números do ano anterior.

O Relatório Anual completo apresenta informações

da Entidade como patrimônio, resultados dos

planos, política e demonstrativos de investimentos,

demonstrações contábeis, pareceres atuariais e de

auditores independentes, entre outras

informações importantes.

Mensagem

da Diretoria

Além desta versão completa do Relatório Anual da

EnerPrev, onde você encontra todos os documentos

de divulgação obrigatória na íntegra, você também

recebeu uma versão impressa e resumida do

material, na qual pode conferir todas informações

aqui destacadas, em uma linguagem objetiva. Além

disso, você também encontrará, anexo ao resumo,

um CD contendo a versão completa do relatório.

Aproveite esta excelente oportunidade para se

atualizar sobre o seu plano de previdência e ter

condições de planejar um futuro mais consciente.

Reafirmamos, assim, o nosso compromisso de

continuar administrando o patrimônio do seu plano de

forma eficaz, buscando sempre um retorno financeiro

positivo e fazendo parte, cada vez mais, da sua vida.

Boa leitura!

Diretoria Executiva

Relatório Anual 2011 3


Relatório Anual 2011 4


Acompanhe os principais acontecimentos da

EnerPrev em 2011:

• Disponibilizamos um canal de comunicação

reformulado aos nossos participantes. O

novo site da Entidade facilitou o acesso a

informações sobre cada plano de benefícios,

tornando a comunicação da EnerPrev com

seus participantes mais eficaz.

• Garantimos a certificação de mais

profissionais, aumentando ainda mais a

qualidade dos nossos serviços.

• A ESC 90 Telecomunicações Ltda. deixou de

fazer parte do grupo EDP no Brasil no ano de

2009, em função da sua aquisição pela NET

Serviços de Comunicação S.A., ocasionando a

sua retirada de patrocínio da EnerPrev, em 2011.

• Concluímos o processo de Transferência de

Gestão do Plano PSAP-Bandeirante para

a EnerPrev, representando um aumento

de R$ 519 milhões em patrimônio e

aproximadamente 1.500 participantes, entre

ativos e assistidos. Além disso, a EnerPrev

assumiu uma carteira de empréstimos com

concessão diária.

• Implantamos o Plano de Benefícios Investco,

da patrocinadora Investco S.A., e tivemos a

adesão de mais uma patrocinadora ao Plano

de Benefícios Energias do Brasil, o Instituto

EDP Energias do Brasil.

EnerPrev

• Os participantes do Plano de Benefícios

Pecém, aprovado em setembro de 2010,

começaram a efetuar contribuições no plano

em janeiro de 2011.

• Ao longo do 1º semestre de 2011, a EnerPrev

realizou a implementação do Estudo de

ALM (Asset Liability Management) dos planos

CD e Escelsos I e II. Este estudo teve, como

objetivo, buscar as melhores alternativas de

investimentos com relação às características

de cada plano de benefícios, sendo, para os

planos mais jovens ou numa fase intermediária,

a maximização de resultados com o risco

controlado e, para os planos maduros,

proteção (imunização) dos ganhos auferidos

ao longo do tempo.

• Na virada do 1º semestre de 2011 para o

2º semestre de 2011, a EnerPrev implantou

a segregação real dos investimentos. Este

procedimento possibilita que cada plano de

benefício possua seus investimentos e cota

previdencial individualizados, proporcionando

maior controle e transparência na gestão dos

planos de benefícios.

• No 2º semestre de 2011, iniciamos, pelo site

da EnerPrev (www.enerprev.com.br - link

Investimentos/Cotas), a divulgação mensal

de informações de Investimentos por plano

de benefícios: Valor e Rentabilidade da Cota,

Política de Investimentos e Relatório Gerencial

de Investimentos.

Relatório Anual 2011 5


Objetivos para

o futuro

Uma Entidade que está sempre buscando

crescimento e aprimoramento constantes para

se tornar referência no mercado, só poderia ter

objetivos desafiadores para o futuro.

Com o crescimento no número de planos, a

EnerPrev aprimorará sua gestão em 2012 com

a implantação de uma nova estrutura e maior

representatividade dos participantes

nos Conselhos.

A Entidade espera, ainda, certificar todos os seus

dirigentes, conselheiros e gestores, e, com isso,

melhorar cada vez mais os serviços prestados.

Outro grande projeto é a implantação do Programa

de Educação Previdenciária e Financeira, que tem

como principal objetivo, conscientizar os funcionários

e participantes dos planos sobre a importância do

planejamento financeiro para construção de um

futuro mais tranquilo.

Implantaremos o Projeto de Preparação para a

Aposentadoria, que orientará os colaboradores e

aposentados sobre questões sociais, psicológicas

e principalmente financeiras, para que tenham

condições de programar a sua aposentadoria com

tranquilidade e segurança.

Evolução da

Entidade

A EnerPrev, desde a sua criação, em 2006, vem se

consolidando cada vez mais no mercado em seu

trabalho como gestora dos planos de previdência

das empresas do grupo EDP no Brasil e outras que

foram adquiridas por questões estratégicas.

Com quase seis anos de existência, a EnerPrev vem

mantendo um ritmo de crescimento constante.

Relatório Anual 2011 6


Linha do

Tempo

006

- Criação da EnerPrev e dos Planos CD

008

- Concretização da Incorporação da

Fundação Escelsos, em que a EnerPrev

assumiu a gestão dos Planos I e II Escelsos

- Implantação de Carteira de Empréstimos

oriunda da Fundação Escelsos com

concessão quinzenal

010

- Implantação dos Planos Enerpeixe,

EnerPrev e EDP Renováveis

- Adesão da empresa Evrecy como

patrocinadora do Plano Energias do Brasil

- Implantação de Central de Atendimento

via 0800

- Implantação do Atendimento Presencial-ES

007

- Implantação dos Planos Bandeirante,

Escelsa, Enersul, Energest, Enertrade e

Energias do Brasil

009

- Eleição dos representantes dos

participantes dos planos nos Conselhos

Fiscal e Deliberativo

- Implantação do Atendimento Presencial-

SP e MS

011

- Concretização da Transferência de Gestão

do PSAP/Bandeirante

- I mplantação diária de Concessão de

Empréstimos para atender os participantes

do PSAP/Bandeirante

- Segregação Real dos Investimentos

- Reformulação do site EnerPrev

- Implantação dos Planos Investco e Pecém

- Aprovação do Convênio de Adesão do

Instituto EDP como patrocinador do Plano

Energias do Brasil

- Retirada de Patrocínio da Net Serviços

(antiga Esc90) do Plano II-Escelsos

Relatório Anual 2011 7


Conheça as nossas

Patrocinadoras

EDP no Brasil

A Energias do Brasil, conhecida como EDP, é uma empresa holding que administra um grupo de

empresas voltadas para a geração, distribuição e comercialização de energia, com presença

em sete estados: Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa

Catarina e São Paulo.

Segmento de Geração

Energest

Controla direta e indiretamente os ativos

de geração de energia elétrica, da EDP

Energias do Brasil, que pertencem à própria

Energest, detendo 15 usinas em operação

com potência total de 388,9 MW.

Enerpeixe

Participa com 60% do capital na usina

hidrelétrica Peixe Angical, localizada no

Rio Tocantins, construída em parceria com

Furnas Centrais Elétricas. A capacidade

instalada da usina é de 498,75 MW.

EDP Renováveis Brasil

Empresa em que a EDP Energias do

Brasil possui 45% de participação. Possui

dois parques eólicos em operação em

Santa Catarina, totalizando 13,8 MW de

capacidade instalada e, em 21/05/2011,

entrou em operação comercial o terceiro

parque eólico da empresa no Brasil, a EOL

Cidreira I, em Tramandaí – RS, com 70 MW.

Investco

Detém 1% da capacidade instalada da

Usina Hidrelétrica Luis Eduardo Magalhães

(UHE Lajeado), localizada no Rio Tocantins,

estado do Tocantins.

Porto do Pecém

Empresa controlada pela EDP Energias do

Brasil em parceria com a MPX Energia, no

estado do Ceará.

Relatório Anual 2011 8


Conheça as nossas

Patrocinadoras

Segmento de Distribuição

Bandeirante

Tem por objetivo a prestação de serviços

públicos de distribuição de energia elétrica.

Atua em 28 municípios do estado de São

Paulo, especificamente nas regiões do

Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte,

abrangendo 4,5 milhões de habitantes.

Escelsa

Atende a 70 dos 78 municípios do

estado do Espírito Santo, cobrindo

aproximadamente 90% do estado e 94%

da população total, o que corresponde a

3,3 milhões de habitantes.

Segmento de Comercialização

Enertrade

É responsável pelas atividades de

comercialização de energia e prestação de

serviços para o mercado livre. A empresa

encerrou 2011 com 137 clientes.

Segmento de Transmissão

Evrecy

Empresa controlada pela Energest S.A.

Outras patrocinadoras

Enersul

Empresa distribuidora de energia do Mato

Grosso do Sul, controlada pela Rede

Energia S.A.

Instituto EDP Energias do Brasil

Coordena ações socioambientais do

Grupo EDP no Brasil, como programas que

contribuem para a melhoria na qualidade

do ensino público e acesso à cultura.

Relatório Anual 2011 9


Cenário

econômico

O ano de 2011 se caracterizou por um

ambiente internacional de incerteza política,

discussões sobre problemas econômicos e

pouca efetividade nas soluções. Em meio

à continuidade de políticas monetárias

expansionistas das economias desenvolvidas,

preliminarmente EUA e posteriormente

Europa, o mundo sofre reflexos econômicos

distintos: países desenvolvidos procuram

fugir da recessão e do aumento gradativo

de desemprego, e economias emergentes

sofrem com inflação alta e desaceleração

de crescimento.

Os EUA foram os responsáveis por importante

evento de riscos no ano quando, ao final de

julho, apresentaram dificuldade política na

aprovação do teto da dívida americana,

promovendo estresse no mercado nos meses

seguintes. Já no final do ano, houve melhora

significativa no mercado de trabalho com o

retorno a um patamar adequado de postos

de trabalho que evitou maior deterioração

nos índices de desemprego. Entretanto, a

preocupação com a deflação persiste e

poderão existir novos estímulos monetários

com eventual injeção de recursos na

economia em 2012.

10


Na Europa, a dívida soberana de alguns

países atingiu patamares críticos de

insolvência e sua rolagem ficou cada vez

mais complexa ao longo do ano. O alívio

surgiu quando o Banco Central Europeu

atuou, no final do ano, com uma operação

de refinanciamento de longo prazo que

viabilizou a rolagem das dívidas de países

europeus a um menor custo. Isto permitiu

ganhar tempo para as medidas mais difíceis

de ajuste no orçamento e busca de menor

desequilibrio fiscal.

A China demonstrou sinais de desaceleração,

resultado de um composto de medidas macro

econômicas, incluindo aumento de juros e

desaceleração na economia de parceiros

importantes que compõem sua balança

comercial. Situação similar verificou-se na

economia brasileira, que iniciou o ano com o

Banco Central sob nova gestão, anunciando

novas medidas para conter a inflação, ao

mesmo tempo em que a taxa básica de juros

era elevada. Contudo, ao final de agosto,

diante da deterioração do cenário externo, o

Banco Central surpreendeu o mercado com

um corte de 0,5 ponto percentual na taxa

Selic. Começava aí a trajetória de redução

da taxa básica de juros que, por sua vez,

encerrou o ano em 11%.

A economia brasileira cresceu 2,7%, abaixo

dos seguidos ajustes de previsões ao longo

do ano, mesmo assim tornou-se a 6ª maior

economia do mundo. A justificativa para

o resultado abaixo do esperado se deve à

crise mundial e aos efeitos de medidas de

restrição de crédito que o governo adotou no

1° semestre. No entanto, a inflação continua

resiliente, e em 2011 o IPCA atingiu o teto

da meta do Banco Central, acumulado em

6,5% a.a., o maior índice desde 2004. A renda

familiar continuou a crescer e a taxa de

desemprego atingiu seguidos recordes mensais

de baixa fechando em 4,7% em dezembro.

Portanto, é válido destacar as características

positivas conquistadas pela nossa economia:

o aumento real dos salários, níveis muito baixos

de desemprego, facilidade de acesso ao

crédito, famílias deixando a zona da pobreza,

consumo pujante, dentre outras. É por este

motivo que dois temas, em nossa opinião,

devem ser o foco das discussões no ano de

2012: crescimento e inflação.

EnerPrev

Relatório Anual 2011 11


Perfil da

Entidade

Novos Planos e Implantações

Em 2011 assumimos a Gestão do

Plano PSAP-Bandeirante, patrocinado

pela empresa Bandeirante. Tivemos a

implantação do Plano de Benefícios Pecém

patrocinado pela Porto do Pecém Geração

de Energia S.A.. Implantamos o Plano

de Benefícios Investco patrocinado pela

Investco S.A., e o plano já existente Energias

do Brasil passou a ser patrocinado também

pelo Instituto EDP Energias do Brasil.

Participantes

A implantação dos planos para a Porto do

Pecém e para a Investco, e a assunção

do Plano PSAP–Bandeirante, resultaram em

um aumento considerável no número de

participantes da entidade, passando de

2.611 em 2010 para 4.275 em 2011, ou seja

um crescimento de 61% em relação ao

quadro do ano anterior.

Veja a distribuição por tipo de participante

e patrocinadora:

.148

1.8 6

Ativos

Assistidos

114 Autopatrocinados

117 BPD

59

11

Aguardando Opção

Retirada de Patrocínio

Relatório Anual 2011 1


Conheça o perfil dos

participantes

Em 31 de dezembro de 011

Ativos, aguardando BPD e autopatrocinados Em Benefício

Patrocinadoras

Plano I

Escelsos

Plano II

Escelsos

Planos

PSAP/

Bandeirante

Plano I

Escelsos

Plano II

Escelsos

Planos

PSAP/

Bandeirante

BD CV CD BD CV CD

Bandeirante - - 259 821 - - - 626

Energias do Brasil - - 84 - - - - -

Enersul - - 21 - - - - -

Energest - 34 80 - - 11 1 -

Escelsa 3 793 213 - 722 461 - -

Enertrade - - 25 - - - - -

Investco - - 14 - - - - -

Enerprev - 2 13 - - 5 - -

EDP – Renováveis - - 6 - - - - -

Enerpeixe - - 24 - - - - -

Evrecy - - 4 - - - - -

Porto Pecém - - 42 - - - - -

Net - 11 - - - - -

Total 3 840 785 8 1 7 477 1 6 6

Relatório Anual 2011 13


Empréstimo em 011

Concessões

R$ 1.711.190,63

R$ 1. 58.584,86

R$ 1.459.514,95

R$ 1.188. 45,77

R$ 1. 46.8 8,84

R$ 998.076,5

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

755 Ativo

3 3 Assistido

6 Autopatrocinado

Relatório Anual 2011 14

R$ .019.880, 5

R$ .356.685,08

R$ 1. 15. 43,48

Solicitações

R$ 1.107.991,06

BPD

1.086 Total

R$ 988. 71,83

Total R$ 16.558.675,95

R$ 1.008.16 ,68


Representatividade

dos planos

Veja na tabela abaixo, o valor do patrimônio correspondente a cada plano de benefícios.

Plano de Benefícios PSAP/Bandeirante

Plano de Benefícios Escelsos II

Plano de Benefícios Escelsos I

Planos CD

R$ 5 9. 07.436,81

R$ 375.757.780,68

R$ 134.173.330,3

R$ 11.375.058,56

Plano de Benefícios Energias do Brasil ................................................................................................2.465.311,21

Plano de Benefícios Bandeirante .........................................................................................................2.349.401,02

Plano de Benefícios Energest ...............................................................................................................2.161.880,50

Plano de Benefícios Escelsa ..................................................................................................................2.076.096,40

Plano de Benefícios Enertrade .............................................................................................................1.036.849,51

Plano de Benefícios Enersul .....................................................................................................................397.854,59

Plano de Benefícios Enerpeixe ................................................................................................................346.424,01

Plano de Benefícios Pecém .....................................................................................................................207.027,50

Plano de Benefícios EDP Renováveis .....................................................................................................171.328,70

Plano de Benefícios Enerprev ..................................................................................................................132.376,37

Plano de Benefícios Investco ....................................................................................................................30.508,75

Total R$ 1.050.513.606,37

Relatório Anual 2011 15


Informações sobre as despesas com a

administração dos planos

Anualmente a EnerPrev elabora o Plano de Gestão Administrativa - PGA, que estabelece o

orçamento anual das despesas com a administração e gestão dos recursos dos planos, as quais

são custeadas pelas patrocinadoras e pelos participantes (quando aplicável). O gasto total da

EnerPrev em 2010 foi de R$ 5,1 milhões, sendo R$ 4,5 milhões com a administração dos planos e

R$ 594 mil com os investimentos.

Distribuição das despesas administrativas

Distribuição das despesas com investimentos

Consultoria R$ . 43.89 ,73

Pessoal e encargos R$ 1.367.700,06

Pis/Cofins e outras taxas R$ 35 .161,17

Auditoria R$ 197. 5,00

Outras Despesas R$ 140.1 6,65

Outros Prestadores de Serviço R$ 131.761,7

Viagens e Estadias R$ 59.4 8,9

Treinamentos/Congressos e Seminários R$ 7. 76,07

Consultoria R$ 80.9 3,59

Pessoal e encargos R$ 150.016,64

CETIP/SELIC (custódia) R$ 64.741,59

Pis/Cofins e outras taxas R$ 30. 87,70

Outros Prestadores de Serviço R$ 6.314,96

Auditoria R$ 1.6 5,00

Outras Despesas R$ 13.839,8

Viagens e Estadias R$ 6.495,31

Treinamentos / Congressos e Seminários R$ 1 5,09

Relatório Anual 2011 16


Rentabilidade

acumulada em 011 Cota Previdencial

Bandeirante CD 7,43%

EDP Renováveis 8,8 %

Energest 8,84%

Energias do Brasil 8,80%

Enerpeixe 8, 0%

Enerprev 7,88%

Enersul 8,04%

Enertrade 8,60%

Escelsa 7,33%

Investco 0,03%

Pecém 6,16%

Escelsos I 9,94%

Escelsos II 9,6 %

PSAP CV 18,00%* 1

PSAP BSPS 0,76%*

PSAP BD 5,58%*

CDI 11,60%

Poupança 7,45%

Ibovespa -18,11%

IBrX-50 -14,06%

IBrX-100 -11,39%

INPC+5% a.a. 11,36%

IGP-DI+6% 11, 9%

* O período de janeiro a maio de 2011 refere-se à gestão do antigo administrador. A partir de junho de 2011 a gestão passou a ser

realizada pela EnerPrev.

1 Em virtude da mudança de critério de precificação dos valores dos Títulos Públicos Federais realizada pelo antigo administrador e, em

função da parcela CV ser rentabilizada pelo retorno dos investimentos, apresentou uma rentabilidade superior em comparação às

outras modalidades do plano (BD e BSPS) e dos demais planos.

Relatório Anual 2011 17


Alterações

Regulamentares

Em 2011, foi feita uma alteração no Regulamento do Plano de Benefícios Escelsos II,

na Seção VIII – Art. 57 - § 3º - Item III, que trata sobre o pagamento dos benefícios.

Antes desta modificação, a solicitação de alteração de renda pela modalidade

de percentual de saldo poderia ser feita apenas uma vez ao ano, no mês de

dezembro, para vigorar no exercício seguinte.

Agora, com a aprovação da Previc (Superintendência Nacional de Previdência

Complementar) e conforme divulgado no Diário Oficial da União, portaria de

nº 346, de 05 de Julho de 2011, os participantes podem solicitar a alteração

do percentual de saldo para recebimento do benefício nos meses de junho e

dezembro, para entrar em vigor a partir do mês subsequente à alteração.

Esta alteração foi amplamente divulgada a todos os participantes por meio

dos canais de comunicação da EnerPrev. Para mais informações, acesse o

regulamento do Plano de Benefícios Escelsos II, disponível no site da Enerprev:

http://www.enerprev.com.br/enerprev-planos.html

Relatório Anual 2011 18


Informações

Balanços Patrimoniais

Consolidado

Contábeis

em 31 de dezembro

(em milhares de Reais)

Ativo 011 010

Disponível (nota 4) 97 74

Realizável 1.068.54 505.448

Gestão previdencial (Nota 5) 7.749 1.249

Gestão administrativa (Nota 6) 446 351

Investimentos (Nota 7) 1.060.347 503.848

Créditos privados e depósitos (Nota 7.2) 21 18

Ações (Nota 7.3) 141 558

Fundos de investimento (Nota 7.1) 1.036.892 494.871

Investimentos imobiliários (Nota 7.4) 4.753 2.589

Empréstimos (Nota 7.5) 18.540 5.812

Permanente (Nota 3. ) 1 10

Imobilizado - 4

Diferido 1 6

Total do ativo 1.069.515 505.53

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 19


Balanços Patrimoniais

Consolidado

em 31 de dezembro (em milhares de Reais)

Passivo 011 010

Exigível operacional (Nota 8) .761 1.887

Gestão previdencial 1.427 831

Gestão administrativa 985 970

Investimentos 349 86

Exigível contingencial (Nota 9) 16. 40 14.367

Gestão previdencial 16.240 13.775

Gestão administrativa - 592

Patrimônio social 1.050.514 489. 78

Patrimônio de cobertura do plano 99 .789 487.8 5

Provisões matemáticas (Nota 10) 909.830 400.060

Benefícios concedidos 591.521 239.219

Benefícios a conceder 396.067 160.841

Provisões matemáticas a constituir (77.758)

Equilíbrio técnico (Nota 11) 8 .959 87.765

Resultados realizados 82.959 87.765

Superávit técnico acumulado 82.959 87.765

Fundos (Nota 1 ) 57.7 5 1.453

Fundos previdenciais 56.640 338

Fundos administrativos 761 819

Fundos dos investimentos 324 296

Total do Passivo 1.069.515 505.53

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 0


Demonstração da Mutação do Patrimônio Social

Consolidada

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Patrimônio Social - início do exercício 489. 78 46 .371 5,82

1. Adições 105.66 54. 57 94,74

(+) Contribuições previdenciais 26.348 9.521 176,74

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 74.176 40.002 85,43

(+) Receitas administrativas 4.951 4.653 6,40

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão administrativa 158 57 177,19

(+) Constituição de fundos de investimentos 29 24 20,83

. Destinações (50.413) ( 7.350) 84,33

(-) Benefícios (42.606) (23.002) 85,23

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (2.438)

(-) Constituição de contingências - gestão previdencial (202)

(-) Despesas administrativas (5.117) (4.348) 17,69

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão administrativa (50)

3. Acréscimo/Decréscimo no Patrimônio Social (1 + ) 55. 49 6.907 105,33

(+) Provisões matemáticas 85.147 19.749 331,15

(+) Fundos previdenciais 46.557 202 22.948,02

(+) Superávit técnico do exercício (76.425) 6.570 (1.263,24)

(+) Fundos administrativo (58) 362 (116,02)

(+) Fundos investimentos 28 24 16,67

4. Operações transitórias 505.987 -

B) Patrimônio Social - final do exercício (A + 3 + 4) 1.050.514 489. 78 114,71

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Relatório Anual 2011 1


Demonstração do Plano de Gestão Administrativa

Consolidada

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

Relatório Anual 2011

011 010

A) Fundo administrativo do exercício anterior 819 457

1. Custeio da gestão administrativa 5.108 4.710

1.1 Receitas 5.108 4.710

Custeio administrativo da gestão previdencial 4.089 3.895

Custeio administrativo dos investimentos 594 517

Taxa de administração de empréstimos e financiamentos - 15

Resultado positivo dos investimentos 157 57

Outras receitas 268 226

. Despesas administrativas (5.116) (4.348)

.1 Administração previdencial (4.519) (3.831)

Pessoal e encargos (1.367) (1.158)

Treinamentos/congressos e seminários (27) (8)

Viagens e estadias (59) (76)

Serviços de terceiros (2.573) (2.175)

Despesas gerais (488) (333)

Depreciação e amortizações (5) -

Outras despesas - (81)

. Administração dos investimentos (594) (517)

Pessoal e encargos (150) (129)

Treinamentos/congressos e seminários - (1)

Viagens e estadias (6) (8)

Serviços de terceiros (393) (342)

Despesas gerais (44) (16)

Depreciações e amortizações (1) (21)

2.5 Outras despesas (3) -

3. Resultado negativo dos investimentos (50) -

4. Sobra da gestão administrativa (1 - - 3) (58) 36

5. Constituição/(reversão) do fundo administrativo (3) (58) 36

6. Operações transitórias - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5 + 6) 761 819

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Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos .36 1.566 50,83

Disponível 46 4 1.050,00

Recebível 455 460 (1,09)

Investimento 1.861 1.10 68,87

Ações - 1 (100,00)

Fundos de investimento 1.861 1.101 69,03

. Obrigações 1 10 20,00

Operacional 12 10 20,00

3. Fundos não previdenciais 179 179 0,00

Fundos administrativos 179 179 0,00

4. Ativo líquido (1 - - 3) .171 1.377 57,66

Provisões matemáticas 2.095 1.343 55,99

Fundos previdenciais 76 34 123,53

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Relatório Anual 2011 3


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios EDP Renováveis

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 177 56 216,07

Disponível 1 100,00

Recebível - -

Investimento 175 55 218,18

Fundos de investimento 175 55 218,18

. Obrigações 6 - 100,00

Operacional 6 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 171 56 205,36

Provisões matemáticas 171 56 205,36

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Relatório Anual 2011 4


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Energest

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos .174 1.541 41,08

Disponível 37 3 1.133,33

Recebível 5 1 147,62

Investimento .085 1.517 37,44

Ações - 2 (100,00)

Fundos de investimento 2.085 1.515 37,62

. Obrigações 1 1 1.100,00

Operacional 12 1 1.100,00

3. Fundos não previdenciais 9 7 28,57

Fundos administrativos 9 7 28,57

4. Ativo líquido (1 - - 3) .153 1.533 40,44

Provisões matemáticas 2.080 1.492 39,41

Fundos previdenciais 73 41 78,05

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Relatório Anual 2011 5


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Energias do Brasil

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos .473 1.576 56,92

Disponível 75 4 1.775,00

Recebível 4 39 7,69

Investimento .356 1.533 53,69

Ações - 2 (100,00)

Fundos de investimento 2.356 1.531 53,89

. Obrigações 7 250,00

Operacional 7 2 250,00

3. Fundos não previdenciais 4 1 300,00

Fundos administrativos 4 1 300,00

4. Ativo líquido (1 - - 3) .46 1.573 56,52

Provisões matemáticas 2.307 1.439 60,32

Fundos previdenciais 155 134 15,67

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Relatório Anual 2011 6


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enerpeixe

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 347 170 104,12

Disponível - 1 (100,00)

Recebível - -

Investimento 347 169 105,33

Fundos de investimento 347 169 105,33

. Obrigações - -

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 347 170 104,12

Provisões matemáticas 320 170 88,24

Fundos previdenciais 27 - 100,00

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Relatório Anual 2011 7


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enerprev

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 133 39 241,03

Disponível 3 - 100,00

Recebível - -

Investimento 130 39 233,33

Fundos de investimento 130 39 233,33

. Obrigações 1 - 100,00

Operacional 1 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 13 39 238,46

Provisões matemáticas 132 39 238,46

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Relatório Anual 2011 8


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enersul

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 398 3 0 24,38

Disponível - 1 (100,00)

Recebível 48 47 2,13

Investimento 350 272 28,68

Fundos de investimento 350 272 28,68

. Obrigações - -

3. Fundos não previdenciais 3 31 3,23

Fundos administrativos 32 31 3,23

4. Ativo líquido (1 - - 3) 366 89 26,64

Provisões matemáticas 358 282 26,95

Fundos previdenciais 8 7 14,29

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Relatório Anual 2011 9


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enertrade

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 1.038 666 55,86

Disponível 9 - 100,00

Recebível 22 20 10,00

Investimento 1.007 646 55,88

Ações - 1 (100,00)

Fundos de investimento 1.007 645 56,12

. Obrigações 1 1 0,00

Operacional 1 1 0,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 1.037 665 55,94

Provisões matemáticas 1.028 657 56,47

Fundos previdenciais 9 8 12,50

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Relatório Anual 2011 30


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsa

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos .11 1.344 57,14

Disponível 94 4 2.250,00

Recebível 5 3 467 11,99

Investimento 1.495 873 71,25

Ações - 1 (100,00)

Fundos de investimento 1.495 872 71,44

. Obrigações 36 6 500,00

Operacional 36 6 500,00

3. Fundos não previdenciais 85 9 (2,40)

Fundos administrativos 285 292 (2,40)

4. Ativo líquido (1 - - 3) 1.791 1.046 71,22

Provisões matemáticas 1.753 1.020 71,86

Fundos previdenciais 38 26 46,15

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Relatório Anual 2011 31


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Investco

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 31 - 100,00

Disponível 3 - 100,00

Recebível 7 - 100,00

Investimento 1 - 100,00

Fundos de investimento 21 - 100,00

. Obrigações - -

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 31 - 100,00

Provisões matemáticas 31 - 100,00

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Relatório Anual 2011 3


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Pecém

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 08 - 100,00

Disponível - -

Recebível - -

Investimento 08 - 100,00

Fundos de investimento 208 - 100,00

. Obrigações 1 - 100,00

Operacional 1 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 07 - 100,00

Provisões matemáticas 203 - 100,00

Fundos previdenciais 4 - 100,00

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Relatório Anual 2011 33


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios - Escelsos Assistencial

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 471 100 ,00

Disponível -

Recebível -

Investimento 471 100 ,00

Fundos de investimento 471 100 ,00

. Obrigações 471 100 ,00

Contingencial 471 100 ,00

3. Fundos não previdenciais -

Fundos administrativos

4. Ativo líquido (1 - - 3) -

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Relatório Anual 2011 34


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsos I

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 148. 87 144.553 2,58

Disponível 7 5 40,00

Recebível 07 5 728,00

Investimento 148.073 144.5 3 2,46

Créditos privados e depósitos - 5 (100,00)

Ações - 160 (100,00)

Fundos de investimento 146.177 142.493 2,59

Investimentos imobiliários 976 956 2,09

Empréstimos 920 909 1,21

. Obrigações 14.114 14.103 0,08

Operacional 339 328 3,35

Contingencial 13.775 13.775 0,00

3. Fundos não previdenciais 5 6 (16,13)

Fundos administrativos - 15 (100,00)

Fundos dos investimentos 52 47 10,64

4. Ativo líquido (1 - - 3) 134.1 1 130.388 2,86

Provisões matemáticas 108.699 105.656 2,88

Superávit técnico 25.422 24.732 2,79

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Demonstrações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsos II

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 376.385 35 .140 6,89

Disponível 148 40 270,00

Recebível 985 991 (0,61)

Investimento 375. 5 351.109 6,88

Créditos privados e depósitos 21 13 61,54

Ações 141 388 (63,66)

Fundos de investimento 368.144 344.171 6,97

Investimentos imobiliários 1.892 1.634 15,79

Empréstimos 5.054 4.903 3,08

. Obrigações 6 7 570 10,00

Operacional 627 570 10,00

3. Fundos não previdenciais 5 4 543 (3,50)

Fundos administrativos 252 294 (14,29)

Fundos dos investimentos 272 249 9,24

4. Ativo líquido (1 - - 3) 375. 34 351.0 7 6,90

Provisões matemáticas 314.471 287.906 9,23

Superávit técnico 14.875 63.033 (76,40)

Fundos previdenciais 45.888 88 52.045,45

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Relatório Anual 2011 36


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano PSAP Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 531.934 - 100,00

Disponível 438 - 100,00

Recebível 6.169 - 100,00

Investimento 5 5.3 7 - 100,00

Fundos de investimento 510.876 - 100,00

Investimentos imobiliários 1.885 -

Empréstimos 12.566 -

. Obrigações .7 8 - 100,00

Operacional 733 - 100,00

Contingencial 1.995 -

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 5 9. 06 - 100,00

Provisões matemáticas 476.182 - 100,00

Superávit técnico 42.662 - 100,00

Fundos previdenciais 10.362 -

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Relatório Anual 2011 37


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 1.377 760 81,18

1. Adições 97 743 30,82

(+) Contribuições 830 648 28,09

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 142 95 49,47

. Destinações (178) (1 6) 41,27

(-) Benefícios (60) (21) 185,71

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (19) (26) (26,92)

(-) Custeio administrativo (99) (79) 25,32

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 794 617 28,69

(+) Provisões matemáticas 752 595 26,39

(+) Fundos previdenciais 42 22 90,91

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) .171 1.377 57,66

C) Fundos não previdenciais 179 179 0,00

(+) Fundos administrativos 179 179 0,00

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Relatório Anual 2011 38


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios EDP Renováveis

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 56 - 100,00

1. Adições 116 56 107,14

(+) Contribuições 106 54 96,30

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 10 2 400,00

. Destinações (1) - 100,00

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (1) 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 115 56 105,36

(+) Provisões matemáticas 115 56 105,36

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 171 56 205,36

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 39


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Energest

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 1.533 986 55,48

1. Adições 811 6 30,39

(+) Contribuições 634 508 24,80

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 177 114 55,26

. Destinações (191) (75) 154,67

(-) Benefícios (140) (10) 1.300,00

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (18) (32) (43,75)

(-) Custeio administrativo (33) (33) 0,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 6 0 547 13,35

(+) Provisões matemáticas 588 534 10,11

(+) Fundos previdenciais 32 13 146,15

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) .153 1.533 40,44

C) Fundos não previdenciais 9 7 28,57

(+) Fundos administrativos 9 7 28,57

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Relatório Anual 2011 40


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Energias do Brasil

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 1.573 1.067 47,42

1. Adições 1.130 685 64,96

(+) Contribuições 939 567 65,61

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 191 118 61,86

. Destinações ( 41) (179) 34,64

(-) Benefícios (190) (115) 65,22

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (19) (33) (42,42)

(-) Custeio administrativo (32) (31) 3,23

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 889 506 75,69

(+) Provisões matemáticas 868 443 95,94

(+) Fundos previdenciais 21 63 (66,67)

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) .46 1.573 56,52

C) Fundos não previdenciais 4 1 300,00

(+) Fundos administrativos 4 1 300,00

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Relatório Anual 2011 41


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enerpeixe

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 170 - 100,00

1. Adições 1 171 29,24

(+) Contribuições 198 164 20,73

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 23 7 228,57

. Destinações (44) - 100,00

(-) Benefícios (28) - 100,00

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (3) (1) 200,00

(-) Custeio administrativo (13) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 177 170 4,12

(+) Provisões matemáticas 150 170 (11,76)

(+) Fundos previdenciais 27 - 100,00

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 347 170 104,12

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 4


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enerprev

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 39 - 100,00

1. Adições 93 39 138,46

(+) Contribuições 85 38 123,68

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 8 1 700,00

. Destinações - -

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 93 39 138,46

(+) Provisões matemáticas 93 39 138,46

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 13 39 238,46

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 43


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enersul

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 89 15 34,42

1. Adições 10 96 6,25

(+) Contribuições 73 74 (1,35)

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 29 22 31,82

. Destinações ( 5) ( ) 13,64

(-) Benefícios (9) (2) 350,00

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (3) (6) (50,00)

(-) Custeio administrativo (13) (14) (7,14)

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 77 74 4,05

(+) Provisões matemáticas 76 72 5,56

(+) Fundos previdenciais 1 2 (50,00)

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 366 89 26,64

C) Fundos não previdenciais 3 31 3,23

(+) Fundos administrativos 32 31 3,23

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Relatório Anual 2011 44


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Enertrade

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 665 500 33,00

1. Adições 391 69 45,35

(+) Contribuições 309 215 43,72

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 82 54 51,85

. Destinações (19) (105) (81,90)

(-) Benefícios - (75) (100,00)

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (8) (16) (50,00)

(-) Custeio administrativo (11) (14) (21,43)

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 37 164 126,83

(+) Provisões matemáticas 371 160 131,88

(+) Fundos previdenciais 1 4 (75,00)

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 1.037 665 55,94

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 45


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsa

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 1.046 518 101,93

1. Adições 861 6 38,42

(+) Contribuições 748 554 35,02

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 113 68 66,18

. Destinações (116) (94) 23,40

(-) Benefícios (39) (9) 333,33

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (15) (18) (16,67)

(-) Custeio administrativo (62) (67) (7,46)

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 745 5 8 41,10

(+) Provisões matemáticas 733 518 41,51

(+) Fundos previdenciais 12 10 20,00

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 1.791 1.046 71,22

C) Fundos não previdenciais 85 9 (2,40)

(+) Fundos administrativos 285 292 (2,40)

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Relatório Anual 2011 46


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Investco

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

011 010 Variação %

1. Adições 6 - 100,00

(+) Contribuições 62 - 100,00

. Destinações (31) - 100,00

(-) Custeio administrativo (31) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 31 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 31 - 100,00

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 31 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 47


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Pecém

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

1. Adições 51 - 100,00

(+) Contribuições 244 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 7 - 100,00

. Destinações (44) - 100,00

(-) Benefícios (4) - 100,00

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (2) - 100,00

(-) Custeio administrativo (38) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 07 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 203 - 100,00

(+) Fundos previdenciais 4 - 100,00

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 07 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 48


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios - Escelsos Assistencial

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

011 010 Variação %

1. Adições 54 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 54 - 100,00

. Destinações (54) - 100,00

(-) Constituição de Contingências - gestão previdencial (54) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) - -

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) - -

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 49


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsos I

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 130.388 1 7.865 1,97

1. Adições 14.567 15.113 (3,61)

(+) Contribuições 1.570 1.747 (10,13)

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 12.997 13.366 (2,76)

. Destinações (10.834) (1 .590) (13,95)

(-) Benefícios (9.523) (9.187) 3,66

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (591) (2.491) (76,27)

(-) Custeio administrativo (720) (912) (21,05)

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 3.733 .5 3 47,96

(+) Provisões matemáticas 3.043 1.283 137,18

(+) Superávit técnico do exercício 690 1.240 (44,35)

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 134.1 1 130.388 2,86

C) Fundos não previdenciais 5 6 (16,13)

(+) Fundos administrativos - 15 (100,00)

(+) Fundos dos investimentos 52 47 10,64

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Relatório Anual 2011 50


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano de Benefícios Escelsos II

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício 351.0 7 3 9.730 6,46

1. Adições 43. 57 44.531 (2,86)

(+) Contribuições 8.230 8.846 (6,96)

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 35.027 35.685 (1,84)

. Destinações (19.050) ( 3. 34) (18,01)

(-) Benefícios (15.801) (13.583) 16,33

(-) Resultado negativo dos investimentos - gestão previdencial (1.758) (6.907) (74,55)

(-) Custeio administrativo (1.491) (2.744) (45,66)

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 4. 07 1. 97 13,66

(+) Provisões matemáticas 26.565 15.879 67,30

(+) Fundos previdenciais 45.800 88 51.945,45

(+) Superávit (Déficit) técnico do exercício (48.158) 5.330 (1.003,53)

4. Operações transitórias - -

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 375. 34 351.0 7 6,90

C) Fundos não previdenciais 5 4 543 (3,50)

(+) Fundos administrativos 252 294 (14,29)

(+) Fundos dos investimentos 272 249 9,24

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Relatório Anual 2011 51


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano PSAP Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

011 010 Variação %

1. Adições 41.718 - 100,00

(+) Contribuições 16.405 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 25.313 - 100,00

. Destinações (18.499) - 100,00

(-) Benefícios (16.812) - 100,00

(-) Constituição de Contingências (147) - 100,00

(-) Custeio administrativo (1.540) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 3. 19 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 51.559 - 100,00

(+) Fundos previdenciais 618 -

(+) Déficit técnico do exercício (28.958) - 100,00

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 505.987 - 100,00

B) Patrimônio Social - final do exercício (A + 3 + 4) 5 9. 06 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

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Relatório Anual 2011 5


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 179 7 (21,15)

1. Custeio da gestão administrativa 1 6 144 (12,50)

1.1 Receitas 1 6 144 (12,50)

Custeio administrativo da gestão previdencial 99 79 25,32

Custeio administrativo dos investimentos 16 20 (20,00)

Resultado positivo dos investimentos 5 11 (54,55)

Outras receitas 6 34 (82,35)

. Despesas administrativas (1 6) (19 ) (34,38)

.1 Administração previdencial (110) (173) (36,42)

2.1.1. Despesas comuns (102) (107) (4,67)

2.1.2. Despesas específicas (8) (66) (87,88)

Serviços de terceiros - (61) (100,00)

Despesas gerais (8) (5) 60,00

. Administração dos investimentos (16) (19) (15,79)

2.2.1. Despesas comuns (15) (19) (21,05)

2.2.2. Despesas específicas (1) - 100,00

Despesas gerais (1) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - (48) (100,00)

5. Constituição do fundo administrativo (4) - (48) (100,00)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 179 179 0,00

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Relatório Anual 2011 53


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios EDP Renováveis

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 1 - 100,00

1.1 Receitas 1 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 1 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos - - 100,00

Resultado positivo dos investimentos - - 100,00

. Despesas administrativas (1) - 100,00

.1 Administração previdencial (1) - 100,00

2.1.1. Despesas comuns (1) - 100,00

. Administração dos investimentos - - 100,00

2.2.1. Despesas comuns - - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

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Relatório Anual 2011 54


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Energest

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 7 - 100,00

1. Custeio da gestão administrativa 41 46 (10,87)

1.1 Receitas 41 46 (10,87)

Custeio administrativo da gestão previdencial 33 34 (2,94)

Custeio administrativo dos investimentos 5 6 (16,67)

Resultado positivo dos investimentos 1 1 0,00

Outras receitas 2 5 (60,00)

. Despesas administrativas (39) (39) 0,00

.1 Administração previdencial (34) (33) 3,03

2.1.1. Despesas comuns (34) (31) 9,68

2.1.2. Despesas específicas - (2) (100,00)

Despesas gerais - (2) (100,00)

. Administração dos investimentos (5) (6) (16,67)

2.2.1. Despesas comuns (5) (6) (16,67)

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) 7 (71,43)

5. Constituição do fundo administrativo (4) 7 (71,43)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 9 7 28,57

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Relatório Anual 2011 55


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Energias do Brasil

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 1 - 100,00

1. Custeio da gestão administrativa 40 37 8,11

1.1 Receitas 40 37 8,11

Custeio administrativo da gestão previdencial 32 31 3,23

Custeio administrativo dos investimentos 5 4 25,00

Resultado positivo dos investimentos 1 - 100,00

Outras receitas 2 2 0,00

. Despesas administrativas (37) (36) 2,78

.1 Administração previdencial (3 ) (3 ) 0,00

2.1.1. Despesas comuns (32) (30) 6,67

2.1.2. Despesas específicas - (2) (100,00)

Despesas gerais - (2) (100,00)

. Administração dos investimentos (5) (4) 25,00

2.2.1. Despesas comuns (5) (4) 25,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) 3 1 200,00

5. Constituição do fundo administrativo (4) 3 1 200,00

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 4 1 300,00

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Relatório Anual 2011 56


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Enerpeixe

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 15 - 100,00

1.1 Receitas 15 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 13 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 2 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos - - 100,00

. Despesas administrativas (15) - 100,00

.1 Administração previdencial (13) - 100,00

2.1.1. Despesas comuns (13) - 100,00

. Administração dos investimentos ( ) - 100,00

2.2.1. Despesas comuns (2) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

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Relatório Anual 2011 57


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Enersul

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 31 4 675,00

1. Custeio da gestão administrativa 16 43 (62,79)

1.1 Receitas 16 43 (62,79)

Custeio administrativo da gestão previdencial 13 14 (7,14)

Custeio administrativo dos investimentos 2 2 0,00

Resultado positivo dos investimentos - 1 (100,00)

Outras receitas 1 26 (96,15)

. Despesas administrativas (15) (16) (6,25)

.1 Administração previdencial (13) (13) 0,00

2.1.1. Despesas comuns (13) (13) 0,00

. Administração dos investimentos ( ) (3) (33,33)

2.2.1. Despesas comuns (2) (3) (33,33)

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) 1 7 (96,30)

5. Constituição do fundo administrativo (4) 1 7 (96,30)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 3 31 3,23

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 58


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Enertrade

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 14 16 (12,50)

1.1 Receitas 14 16 (12,50)

Custeio administrativo da gestão previdencial 11 13 (15,38)

Custeio administrativo dos investimentos 2 2 0,00

Outras receitas 1 1 0,00

. Despesas administrativas (14) (16) (12,50)

.1 Administração previdencial (1 ) (14) (14,29)

2.1.1. Despesas comuns (12) (13) (7,69)

2.1.2. Despesas específicas - (1) (100,00)

Despesas gerais - (1) (100,00)

. Administração dos investimentos ( ) ( ) 0,00

2.2.1. Despesas comuns (2) (2) 0,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 59


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Escelsa

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 9 6 29,20

1. Custeio da gestão administrativa 81 150 (46,00)

1.1 Receitas 81 150 (46,00)

Custeio administrativo da gestão previdencial 62 68 (8,82)

Custeio administrativo dos investimentos 11 17 (35,29)

Resultado positivo dos investimentos 3 13 (76,92)

Outras receitas 5 52 (90,38)

. Despesas administrativas (88) (84) 4,76

.1 Administração previdencial (77) (66) 16,67

2.1.1. Despesas comuns (77) (61) 26,23

2.1.2. Despesas específicas - (5) (100,00)

Despesas gerais - (5) (100,00)

. Administração dos investimentos (11) (18) (38,89)

2.2.1. Despesas comuns (11) (18) (38,89)

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) (7) 66 (110,61)

5. Constituição do fundo administrativo (4) (7) 66 (110,61)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 85 9 (2,40)

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 60


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Investco

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 33 - 100,00

1.1 Receitas 33 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 31 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 1 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 1 - 100,00

. Despesas administrativas (33) - 100,00

.1 Administração previdencial (3 ) - 100,00

2.1.1. Despesas comuns (32) - 100,00

. Administração dos investimentos (1) - 100,00

2.2.1. Despesas comuns (1) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 61


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Pecém

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

1. Custeio da gestão administrativa 4 - 100,00

1.1 Receitas 4 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 39 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 2 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 1 - 100,00

. Despesas administrativas (4 ) - 100,00

.1 Administração previdencial (40) - 100,00

2.1.1. Despesas comuns (40) - 100,00

. Administração dos investimentos ( ) - 100,00

2.2.1. Despesas comuns (2) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 6


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Escelsos I

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 15 - 100,00

1. Custeio da gestão administrativa 944 1.050 (10,10)

1.1 Receitas 944 1.050 (10,10)

Custeio administrativo da gestão previdencial 721 912 (20,94)

Custeio administrativo dos investimentos 115 127 (9,45)

Taxa de administração de empréstimos e financiamentos - 2 (100,00)

Resultado positivo dos investimentos 31 9 244,44

Outras receitas 77 - 100,00

. Despesas administrativas (909) (1.035) (12,17)

.1 Administração previdencial (794) (908) (12,56)

2.1.1. Despesas comuns (781) (860) (9,19)

2.1.2. Despesas específicas (13) (48) (72,92)

Serviços de terceiros (13) - 100,00

Despesas gerais - (48) (100,00)

. Administração dos investimentos (115) (1 7) (9,45)

2.2.1. Despesas comuns (115) (127) (9,45)

3. Resultado Negativo dos Investimentos (50) - 100,00

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) (15) 15 (200,00)

5. Constituição do fundo administrativo (4) (15) 15 (200,00)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - 15 (100,00)

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 63


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano de Benefícios Escelsos II

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior 94 - 100,00

1. Custeio da gestão administrativa .009 3. 4 (37,69)

1.1 Receitas .009 3. 4 (37,69)

Custeio administrativo da gestão previdencial 1.494 2.744 (45,55)

Custeio administrativo dos investimentos 269 339 (20,65)

Taxa de administração de empréstimos e financiamentos - 13 100,00

Resultado positivo dos investimentos 73 22 231,82

Outras receitas 173 106 63,21

. Despesas administrativas ( .051) ( .930) (30,00)

.1 Administração previdencial (1.781) ( .591) (31,26)

2.1.1. Despesas comuns (1.738) (2.368) (26,60)

2.1.2. Despesas específicas (43) (223) (80,72)

Serviços de terceiros (43) - 100,00

Despesas gerais - (223) (100,00)

. Administração dos investimentos ( 70) (339) (20,35)

2.2.1. Despesas comuns (265) (339) (21,83)

2.2.2. Despesas específicas (5) - 100,00

Serviços de terceiros (5) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) (4 ) 94 (114,29)

5. Constituição do fundo administrativo (4) (4 ) 94 (114,29)

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) 5 94 (14,29)

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 64


Demonstrações do Plano de Gestão Administrativa

Plano PSAP Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 1.74 - 100,00

1.1 Receitas 1.74 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 1.540 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 164 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 38 - 100,00

. Despesas administrativas (1.74 ) - 100,00

.1 Administração previdencial (1.579) - 100,00

2.1.1. Despesas comuns (1.214) - 100,00

2.1.2. Despesas específicas (365) - 100,00

Serviços de terceiros (365) - 100,00

. Administração dos investimentos (163) - 100,00

2.2.1. Despesas comuns (146) - 100,00

2.2.2. Despesas específicas (17) - 100,00

Serviços de terceiros (17) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 65


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) .095 1.343 55,99

1. Provisões matemáticas .095 1.343 55,99

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder .095 1.343 55,99

Contribuição definida .095 1.343 55,99

Saldo de contas - parcela patrocinadores 928 555 67,21

Saldo de contas - parcela participantes 1.167 788 48,10

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios EDP Renováveis

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 171 56 205,36

1. Provisões matemáticas 171 56 205,36

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 171 56 205,36

Contribuição definida 171 56 205,36

Saldo de contas - parcela patrocinadores 83 26 219,23

Saldo de contas - parcela participantes 88 30 193,33

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 66


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Energest

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) .080 1.49 39,41

1. Provisões matemáticas .080 1.49 39,41

1.1 Benefícios concedidos 35 - 100,00

Contribuição definida 35 - 100,00

1. Benefícios a conceder 2.045 1.492 37,06

Contribuição definida 2.045 1.492 37,06

Saldo de contas - parcela patrocinadores 930 669 39,01

Saldo de contas - parcela participantes 1.115 823 35,48

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais – Plano de Benefícios Energias do Brasil

Em 31 de dezembro de 011 e 010

Em milhares de reais

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) .307 1.439 60,32

1. Provisões matemáticas .307 1.439 60,32

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder .307 1.439 60,32

Contribuição definida 2.307 1.439 60,32

Saldo de contas - parcela patrocinadores 1.127 640 76,09

Saldo de contas - parcela participantes 1.180 799 47,68

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 67


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Enerpeixe

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 3 0 170 88,24

1. Provisões matemáticas 3 0 170 88,24

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 3 0 170 88,24

Contribuição definida 320 170 88,24

Saldo de contas - parcela patrocinadores 155 83 86,75

Saldo de contas - parcela participantes 165 87 89,66

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Enerprev

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 13 39 238,46

1. Provisões matemáticas 13 39 238,46

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 13 39 238,46

Contribuição definida 132 39 238,46

Saldo de contas - parcela patrocinadores 46 19 142,11

Saldo de contas - parcela participantes 86 20 330,00

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 68


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Enersul

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 358 8 26,95

1. Provisões matemáticas 358 8 26,95

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 358 8 26,95

Contribuição definida 358 282 26,95

Saldo de contas - parcela patrocinadores 168 131 28,24

Saldo de contas - parcela participantes 190 151 25,83

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Enertrade

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 1.0 8 657 56,47

1. Provisões matemáticas 1.0 8 657 56,47

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 1.0 8 657 56,47

Contribuição definida 1.028 657 56,47

Saldo de contas - parcela patrocinadores 466 323 44,27

Saldo de contas - parcela participantes 562 334 68,26

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 69


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Escelsa

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 1.753 1.0 0 71,86

1. Provisões matemáticas 1.753 1.0 0 71,86

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 1.753 1.0 0 71,86

Contribuição definida 1.753 1.020 71,86

Saldo de contas - parcela patrocinadores 776 445 74,38

Saldo de contas - parcela participantes 977 575 69,91

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Investco

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 31 - 100,00

1. Provisões matemáticas 31 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 31 - 100,00

Contribuição definida 31 - 100,00

Saldo de contas - parcela patrocinadores 15 - 100,00

Saldo de contas - parcela participantes 16 - 100,00

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 70


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Pecém

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 03 - 100,00

1. Provisões matemáticas 03 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos - -

1. Benefícios a conceder 03 - 100,00

Contribuição definida 203 - 100,00

Saldo de contas - parcela patrocinadores 92 - 100,00

Saldo de contas - parcela participantes 111 - 100,00

Beneficio definido - -

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Escelsos I

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 134.1 1 130.388 2,86

1. Provisões matemáticas 108.699 105.656 2,88

1.1 Benefícios concedidos 108.4 105.404 2,86

Beneficio definido 108.422 105.404 2,86

1. Benefícios a conceder 77 5 9,92

Beneficio definido 277 252 9,92

. Equilíbrio técnico 5.4 4.73 2,79

.1 Resultados realizados 5.4 4.73 2,79

Superávit técnico acumulado 25.422 24.732 2,79

Reserva de contingência 25.422 24.732 2,79

Relatório Anual 2011 71


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano de Benefícios Escelsos II

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+2) 329.346 350.939 (6,15)

1. Provisões matemáticas 314.471 87.906 9,23

1.1 Benefícios concedidos 144.650 133.815 8,10

Contribuição definida 93.645 88.913 5,32

Beneficio definido 51.005 44.902 13,59

1. Benefícios a conceder 169.8 1 154.091 10,21

Contribuição definida 161.328 146.784 9,91

Saldo de contas - parcela patrocinadores 79.236 71.752 10,43

Saldo de contas - parcela participantes 82.092 75.032 9,41

Beneficio definido 8.493 7.307 16,23

. Equilíbrio técnico 14.875 63.033 (76,40)

.1 Resultados realizados 14.875 63.033 (76,40)

Superávit técnico acumulado 14.875 63.033 (76,40)

Reserva de contingência 14.875 49.748 (70,10)

Reserva para revisão de plano 13.285 (100,00)

Relatório Anual 2011 7


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano PSAP Bandeirante

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 518.844 - 100,00

1. Provisões matemáticas 476.18 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos 338.414 - 100,00

Contribuição definida 158 -

Beneficio definido 338.256 - 100,00

1. Benefícios a conceder 15.5 6 - 100,00

Contribuição definida 26.769 -

Saldo de contas - parcela patrocinadores 10.209 -

Saldo de contas - parcela participantes 16.560 -

Beneficio definido 188.757 - 100,00

1.3 (-) Provisões matemáticas a constituir (77.758) - 100,00

(-) Déficit Equacionado (77.758) - 100,00

. Equilíbrio técnico 4 .66 - 100,00

.1 Resultados realizados 4 .66 - 100,00

Superávit técnico acumulado 42.662 - 100,00

Reserva de contingência 42.662 - 100,00

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 73


Notas Explicativas às

Demonstrações Contábeis

Exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e de 2010

1. Contexto operacional

a. Constituição

A ENERPREV - Previdência Complementar

do Grupo Energias do Brasil (“Entidade”)

é uma entidade fechada de previdência

complementar multipatrocinada, de caráter

não econômico e sem fins lucrativos,

constituída em 19 de julho de 2006 e em

conformidade com a Lei Complementar nº 109

de 29 de maio de 2001, autorizada a funcionar

por prazo indeterminado pela Portaria nº 625

de 21 de agosto de 2006 do Ministério da

Previdência Social, publicada no DOU de 22 de

agosto de 2006.

Os Planos de Benefícios de Previdência

Complementar foram implementados na

ENERPREV a partir de 1º de junho de 2007, data

em que a Entidade iniciou suas atividades.

b. Objetivo

A ENERPREV - Previdência Complementar

do Grupo Energias do Brasil foi criada com o

objetivo de administrar, de forma centralizada,

os planos de benefícios previdenciários do Grupo

Energias do Brasil (Grupo EDP) e assegurar aos

seus participantes e seus beneficiários, por meio

dos planos de benefício definido, contribuição

variável e contribuição definida, os seguintes

benefícios previdenciários:

• Suplementação de aposentadoria por idade,

tempo de serviço e invalidez;

• Suplementação de pensão por morte do

participante.

c. Patrocinadoras

Em 31 de dezembro de 2011, a Entidade tinha

como patrocinadoras as seguintes companhias

do Grupo EDP :

Patrocinadoras Planos

Bandeirante Energia S.A. Plano de Benefícios

Bandeirante e PSAP

EDP Energias do Brasil S.A. Plano de Benefícios

Energias do Brasil

Evrecy Participações Ltda. Plano de Benefícios

Energias do Brasil

ENERPREV - Previdência

Complementar do Grupo

Energias do Brasil

Plano de Benefícios

Enerprev

Energest S.A. Plano de Benefícios

Energest

Espírito Santo Centrais

Elétricas S.A.

Enertrade

Comercialização e

Serviços de Energia S.A.

Plano de Benefícios Escelsa,

Escelsos I e Escelsos II

Plano de Benefícios

Enertrade

EDP Renováveis Brasil S.A. Plano de Benefícios EDP

Renováveis Brasil

Enerpeixe S.A. Plano de Benefícios

Enerpeixe S.A

Porto do Pécem Geração Plano de Benefícios Pecém

de Energia S.A.

Investco S.A Plano de Benefícios

Investco

Além das companhias patrocinadoras

pertencentes ao Grupo Energias do Brasil, a

Entidade tinha também como patrocinadora

as seguintes companhias fora do Grupo

Energias do Brasil:

• Empresa Energética de Mato Grosso do Sul

S.A. (Enersul)

• Net Serviços de Comunicação S.A., antiga

Esc90 Telecomunicações Ltda. (Net)

Relatório Anual 2011 74


1. Em 12 de setembro de 2008 a Enersul

deixou de pertencer ao Grupo EDP

porém manteve o Plano de Benefícios

- Enersul sob a administração da

ENERPREV.

. Em 30 de junho de 2009 a Net deixou de

pertencer ao Grupo Energias do Brasil, e

solicitou a retirada de patrocínio do Plano

II-Escelsos em 02 de setembro de 2009.

3. Em 16 de setembro de 2011 foi

publicado no Diário Oficial o ofício nº

4.226 e datado de quinze de setembro

de 2011 o despacho de retirada

de patrocínio da Net Serviços de

Comunicação S/A, (incorporadora

da ESC 90 Telecomunicações Ltda.)

do Plano de Benefícios Escelsos II,

CNPB nº 1998.0022-92, administrado

pela Enerprev, com prazo final em

28 de dezembro de 2011 para o

recebimento da proporcionalidade da

reserva matemática devida. Do total

de participantes com valor devido

de recebimento, apenas 11 (onze)

participantes ainda não receberam sua

reserva em virtude de não terem sido

localizados.

4. A criação do Plano de Benefícios-Porto

do Pecém foi autorizada através da

Portaria PREVIC nº 667 de 01 de Setembro

de 2010, publicada em DOU de 02 de

Setembro de 2010. A implantação do

plano foi realizada em Janeiro de 2011,

com o início das contribuições ao plano.

5. A transferência de gestão do PSAP

Bandeirante foi autorizada através

da Portaria PREVIC nº 670 de 03 de

Setembro de 2010, publicada em Diário

Oficial da União de 06 de Setembro

de 2010. A transferência de gestão foi

concretizada em Junho de 2011.

6. A criação do Plano de Benefícios-

Investco foi autorizada através da

Portaria PREVIC nº 1015 de 31 de

Dezembro de 2010, publicada em DOU

de 11 de Janeiro de 2011. A implantação

do plano foi realizada em Março de

2011, com o início das contribuições.

Em outubro de 2008 a Enerprev incorporou

a Fundação Escelsa de Seguridade Social–

Escelsos e assumiu a gestão de dois planos

de benefícios nas modalidades BD e CV. Os

planos estavam segregados contabilmente

na entidade em programas previdencial,

assistencial, administrativo e de investimento. O

programa assistencial destinava-se aos registros

contábeis de um fundo destinado a assistência

a saúde (Fases) que não tinha registro na ANS.

Era um fundo destinado à cobertura de parte

dos gastos com saúde.

Em função da extinção deste fundo, o único

registro contábil que existia no programa

assistencial, quando da incorporação pela

Enerprev, era a conta de fundo constituído

com recursos para suportar possíveis

contingencias passivas decorrentes da

extinção do fundo de assistência à saúde.

Em dezembro de 2009, esses recursos foram

transferidos para o exigível contingencial

do plano I Escelsos (plano este oriundo da

Fundação Escelsos), não restando nenhum

valor registrado no plano assistencial.

Em janeiro de 2011 o balancete do Plano

Assistencial foi reaberto e foram transferidos

os recursos que estavam alocados no Plano

I Escelsos para este balancete, para se

adequar a legislação vigente. Esses valores

permanecerão registrados no plano assistencial

até a sua efetiva liquidação e aprovação da

PREVIC para cancelamento do mesmo.

Relatório Anual 2011 75


d. Participantes

Os participantes ativos e assistidos são ou foram colaboradores das empresas patrocinadoras. Em 31

de dezembro de 2011 o total de participantes era de 4.275, composto da seguinte forma:

Ativos, aguardando BPD e autopatrocinados Em Benefício

Patrocinadoras

Plano I

Escelsos

Plano II

Escelsos

Planos

PSAP/

Bandeirante

Plano I

Escelsos

Plano II

Escelsos

Planos

PSAP/

Bandeirante

BD CV CD BD CV CD

Bandeirante - - 259 821 - - - 626

Energias do Brasil - - 84 - - - - -

Enersul - - 21 - - - - -

Energest - 34 80 - - 11 1 -

Escelsa 3 793 213 - 722 461 - -

Enertrade - - 25 - - - - -

Investco - - 14 - - - - -

Enerprev - 2 13 - - 5 - -

EDP – Renováveis - - 6 - - - - -

Enerpeixe - - 24 - - - - -

Evrecy - - 4 - - - - -

Porto Pecém - - 42 - - - - -

Net - 11 - - - - -

Total 3 840 785 8 1 7 477 1 6 6

e. Benefícios

Os planos de benefícios sob administração

da Entidade são planos nas seguintes

modalidades: contribuição definida (CD);

contribuição variável (CV) e beneficio definido

(BD), nos quais não existe responsabilidade

solidária entre as patrocinadoras e os planos,

cuja composição é a seguinte:

• Contribuição Definida (CD) Plano

de Benefícios:

• Plano de Benefícios Bandeirante;

• Plano de Benefícios Energias do Brasil

(patrocinadoras Energias e Evrecy);

• Plano de Benefícios Enerprev;

• Plano de Benefícios Enersul;

• Plano de Benefícios Energest;

• Plano de Benefícios Escelsa;

• Plano de Benefícios Enertrade;

• Plano de Benefícios EDP-Renováveis;

• Plano de Benefícios Enerpeixe;

• Plano de Benefícios Pecém;

• Plano de Benefícios Investco;

• Contribuição Variável (CV):

• Escelsos Plano II , patrocinadoras Escelsa,

Energest, Enerprev;

• Plano PSAP/Bandeirante.

Obs: Planos fechados para adesão

• Benefício Definido (BD):

• Escelsos - Plano I , patrocinadoras Escelsa,

Energest, Enerprev;

• Plano PSAP/Bandeirante.

Obs: Planos fechados para adesão

• Benefício Saldado (BSPS)

• Plano PSAP/Bandeirante;

Obs: Plano fechado para adesão.

Relatório Anual 2011 76


Os recursos necessários ao atendimento dos

objetivos da Entidade provêm das

seguintes fontes:

• Contribuição mensal das patrocinadoras,

limitada a 7% da folha salarial dos

Colaboradores;

• Contribuição mensal dos participantes

ativos e dos autopatrocinados,

calculada para o plano de contribuição

definida conforme percentual definido

pelo participante, aplicado sobre a

remuneração;

• Contribuição mensal dos participantes

ativos, dos autopatrocinados e dos

participantes assistidos, calculada para

o plano de benefício definido (Escelsos

– Plano I), conforme abaixo:

Faixa de salário em R$ % de contribuição

até ½ teto RGPS 2,40 1

de ½ teto RGPS até 1 teto 4,80 2

acima de 1 teto RGPS 12,00 3

Os participantes assistidos contribuem com

10% (dez por cento) da complementação de

aposentadoria recebida.

Teto RGPS de R$ 3.916,20 (2010 – R$ 3.467,40)

1 aplicado sobre o salário real de contribuição limitado à

metade do valor do teto de benefícios da Previdência Social.

aplicado sobre a parcela do salário de contribuição, cujo valor

esteja entre a metade e o teto de benefícios da Previdência Social.

3 aplicado sobre a parcela do salário real de contribuição

excedente ao teto de benefícios da Previdência Social.

• Contribuição mensal dos participantes

ativos, dos autopatrocinados e dos

participantes assistidos, calculada para o

Plano de Benefício PSAP Bandeirante, na

modalidade BD, está limitado a 10 vezes

UB (R$ 2.135,12) (2010 R$ 2.113,97). Para a

modalidade CV cujo limite é 30% do salário

de contribuição, a contribuição é livre.

Faixa de salariais em

R$ - 70% do SRC

Alíquota (%)

Até 1.067,56 1,45

de 1.067,57 a 2.135,11 3,50

de 2.135,12 a 14.945,77 10,00

• Rendimentos auferidos com as

aplicações dos recursos, de acordo com

as normas estabelecidas pelas autoridades

governamentais competentes.

. Apresentação das demonstrações

contábeis

As demonstrações contábeis foram elaboradas

de acordo com as práticas contábeis

adotadas no Brasil em consonância com as

diretrizes contábeis aplicáveis às Entidades

Fechadas de Previdência Complementar,

reguladas pela Superintendência Nacional

de Previdência Complementar - PREVIC.

Essas diretrizes não requerem a divulgação

em separado de ativos e passivos circulantes

e de longo prazo. A apresentação das

demonstrações contábeis contempla a

segregação contábil das operações da

Entidade entre as gestões previdencial,

administrativa e fluxo dos investimentos.

Foi realizada a substituição do quadro

denominado Demonstração da Mutação

do Ativo Líquido para Demonstração da

Mutação do Patrimônio Social de acordo

com as novas práticas contábeis adotadas

no Brasil aplicáveis às Entidades Fechadas de

Previdência Complementar reguladas pela

Superintendência Nacional de Previdência

Complementar – PREVIC, Resolução CNPC n° 8

de 31 de outubro de 2011. Nesta adequação,

o Ativo Líquido do início do exercício de

2010 que era de R$ 461.642 passa a ser de R$

462.371, bem como o Ativo Líquido do fim do

exercício de 2010 que era de R$ 488.163 passa

a ser de R$ 489.278, passando a se chamar

Patrimônio Social.

Relatório Anual 2011 77


3. Resumo das principais práticas

contábeis

As práticas contábeis mais relevantes adotadas

são as seguintes:

3.1 Fluxo dos investimentos

a. Títulos e valores mobiliários - Renda

fixa e renda variável

A PREVIC estabeleceu critérios para registro

e avaliação contábil dos títulos e valores

mobiliários, cujos efeitos foram reconhecidos

no resultado do período. (DMAL e DMPS)

Nos termos da Resolução CMN nº. 3.792

de 24 de setembro de 2009 e CGPC n°

04 de 30 de janeiro de 2002 , os títulos e

valores mobiliários são classificados em duas

categorias, de acordo com a intenção de

negociação da administração na data da

aquisição, atendendo aos seguintes critérios

de contabilização:

• Títulos para negociação - Os títulos e

valores mobiliários adquiridos com o

propósito de serem frequentemente

negociados, independentemente do

prazo a decorrer da data de aquisição,

são ajustados pelo valor de mercado

e seus efeitos reconhecidos em conta

específica na demonstração do resultado

do exercício. (DMAL e DMPS).

• Títulos mantidos até o vencimento - Os

títulos e valores mobiliários, exceto as

ações não resgatáveis, para os quais

haja a intenção e capacidade financeira

para sua manutenção até o vencimento,

são avaliados pelo custo de aquisição,

acrescidos dos rendimentos auferidos até

a data do balanço em contrapartida ao

resultado do exercício. (DMAL e DMPS)

• Ações de companhias abertas -

Avaliadas pela cotação de fechamento

disponível no último pregão do mês ou,

na falta desta, a cotação mais recente

em pregões anteriores, publicadas no

Boletim Diário de cada Bolsa. A variação

oriunda da comparação entre os

valores contábeis e os de mercado é

apropriada diretamente ao resultado do

exercício. As quotas de fundos de ações

são registradas pelo custo de aquisição,

ajustado mensalmente pela variação das

respectivas quotas.

b. Investimentos imobiliários

São registrados ao custo de aquisição ou

construção reavaliado periodicamente. A

depreciação das edificações é calculada

pelo método linear, à taxa anual de 2%

ou percentual correspondente à vida

útil remanescente estimada em laudo

técnico de avaliação e sua contrapartida

é lançada como despesa no fluxo dos

investimentos.

A Entidade reavalia seus imóveis de

acordo com a Resolução nº 3.792, de

24 de setembro de 2009, do Conselho

Monetário Nacional - CMN, que instrui

as entidades fechadas de previdência

complementar a efetuarem reavaliações

de sua carteira imobiliária a cada 3 anos,

sendo a última realizada em dezembro

de 2011. O resultado da reavaliação foi

reconhecido neste exercício.

c. Operações com participantes

Registram as operações de empréstimos

concedidos a participantes (ativos e

assistidos) e estão demonstrados pelos saldos

originais dos empréstimos, acrescidos dos

encargos auferidos até a data do balanço.

A Entidade, em 2011 constituiu provisão

para devedores duvidosos sobre operações

Relatório Anual 2011 78


com participantes de acordo com o

estabelecido na Instrução MPS/SPC nº

34, de 24 de setembro de 2009, por haver

parcelas com atraso maior que 60 dias no

plano PSAP/BSPS. Os valores em atraso de

empréstimos correspondem a participantes

demitidos pelas patrocinadoras, que farão

seus resgates de contribuição ou entrarão

em gozo de beneficio no mês seguinte a

sua demissão, momento em que a dívida é

totalmente liquidada.

Para os casos de morte do mutuário

dos Planos I e II - Escelsos, a seguradora

reembolsa à Entidade o valor total do

empréstimo concedido ao participante. As

parcelas são descontadas dos participantes

ativos diretamente na folha de pagamento

através das patrocinadoras e dos assistidos na

folha de pagamento de benefícios feita pela

própria EnerPrev. No caso de inadimplência,

os avalistas assumem a dívida e para os casos

de prejuízo existe um fundo constituído para

cobertura do risco, sendo que nunca houve

a necessidade de utilizá-lo.

3. Ativo permanente - Imobilizado e diferido

a. Imobilizado

Representa os bens necessários ao

funcionamento da Entidade, e está registrado

ao custo corrigido monetariamente até 31

de dezembro de 1995. A depreciação do

ativo imobilizado é calculada linearmente,

às taxas que levam em consideração a vida

útil estimada dos bens (móveis e utensílios,

máquinas e equipamentos, 10% a.a.,

computadores, periféricos e veículos, 20% a.a.).

Em novembro de 2011 foram leiloados e

doados móveis e utensílios pertencentes a

unidade do Espírito Santo. Na operação, o

leilão dos bens totalizaram um valor de R$

12, com uma receita líquida reconhecida no

balancete do Plano PGA de R$ 9. A doação

dos móveis e utensílios ocasionou uma

despesa de R$ 3.

b. Diferido

O ativo diferido está representado por

softwares e gastos com estudos para

implantação de plano de saúde para seus

participantes e estudos para melhoria dos

Planos de Benefícios, sendo amortizado

linearmente à taxa de 20% a.a.

3.3 Contingencial

As provisões para contingências são avaliadas

periodicamente e são constituídas tendo como

base o pronunciamento CPC nº 25 do Comitê

de Pronunciamentos Contábeis (CPC), e

considerando a avaliação da Administração e

de seus consultores jurídicos.

3.4 Exigível atuarial

As provisões matemáticas são determinadas

segundo cálculos efetuados por atuário externo,

contratado pela Entidade, e representam os

compromissos previdenciais assumidos com os

participantes, assistidos e beneficiários.

As provisões relativas a benefícios concedidos

são representadas pelo valor presente dos

benefícios futuros de participantes em gozo de

aposentadoria ou pensão, líquido das respectivas

futuras contribuições. As provisões relativas

a benefícios a conceder, em sua maioria,

representam o montante dos saldos de contas

individuais dos participantes na data do balanço.

3.5 Fundos

Os fundos previdenciais são constituídos de

acordo com cálculo atuarial para atender

a gestão previdencial. Os demais fundos

são constituídos com sobras das respectivas

gestões e representados principalmente pela

receita resultante dos investimentos.

Relatório Anual 2011 79


3.6 Apuração do resultado

Os componentes das demonstrações de

resultados são registrados pelo regime contábil

de competência, exceto as receitas oriundas das

contribuições de participantes autofinanciados,

que são escrituradas na ocasião dos seus efetivos

recebimentos (regime de caixa).

Os valores mínimos das contribuições das

patrocinadoras são estabelecidos anualmente

através de cálculos atuariais.

3.7 Estimativas contábeis

As estimativas contábeis foram baseadas

em fatores objetivos e subjetivos, com base

no julgamento da Administração para

determinação do valor adequado a ser

registrado nas demonstrações contábeis.

Itens significativos sujeitos a estas estimativas

e premissas incluem provisões matemáticas,

a avaliação a mercado dos títulos e valores

mobiliários, as reservas e fundos. A liquidação das

transações envolvendo essas estimativas poderá

resultar em valores significativamente divergentes

devido a imprecisões inerentes ao processo de

sua determinação. A Administração da Entidade

revisa as estimativas e premissas anualmente.

3.8 Transferências interprogramas

Os critérios para transferências interprogramas

foram estabelecidos pela Resolução CNPC nº.

08 de 31 de outubro de 2011.

I. Gestão previdencial

Debitada pela cobertura de despesas

administrativas referentes à gestão

administrativa, dos recursos relativos à

sobrecarga administrativa, conforme previsto

no regulamento e na avaliação atuarial,

para cobertura das despesas administrativas.

Debitada pela transferência da gestão

de investimentos dos recursos relativos ao

resultado negativo líquido dos investimentos

de cada mês.

Creditada pela transferência da gestão

de investimentos dos recursos relativos ao

resultado positivo líquido dos investimentos

de cada mês.

II. Gestão administrativa

Creditada pela cobertura de despesas

administrativas, dos recursos oriundos da

sobrecarga administrativa, para cobertura de

despesas administrativas, conforme previsto

no regulamento e na avaliação atuarial.

Creditada pela transferência da

gestão de Investimentos, dos recursos

necessários para cobertura de despesas

administrativas e do resultado líquido dos

investimentos administrativos.

III. Fluxo dos investimentos

Debitado pela transferência para a gestão

previdencial, relativo ao resultado líquido

positivo dos investimentos de cada mês,

e para a gestão administrativa pelo valor

correspondente à cobertura de despesas

administrativas dos investimentos e do

resultado líquido positivo dos investimentos

administrativos.

Creditado pela transferência para a gestão

previdencial e administrativa, relativo ao

resultado líquido negativo dos investimentos

de cada gestão, de cada mês.

3.9 Custeio administrativo

Conforme determinação da Superintendência

Nacional de Previdência Complementar

- PREVIC, as despesas de administração

estão desmembradas em despesas de

administração previdencial e despesas de

administração dos investimentos.

Relatório Anual 2011 80


Despesas administrativas 011 010

Administração Previdencial 4.519 3.831

Administração Investimentos 594 517

Outros 3 -

Total 5.116 4.348

Os critérios adotados pela Entidade para

segregação das despesas de administração

foram os seguintes:

• Os valores apropriados nos centros de

custos vinculados às atividades fins

de previdência e investimentos foram

registrados como despesas, rateados 90%

para despesas previdenciais e 10% para

despesas dos investimentos.

• As despesas administrativas previdenciais

são financiadas mensalmente pelas

Contribuições das Patrocinadoras,

conforme taxa especificada no plano de

custeio para sua cobertura.

3.10 Segregação

3.10.1 Segregação Ativo e Passivo

A segregação das contas patrimoniais dos

Planos da Entidade é real.

3.10. Rateio das despesas administrativas

O rateio das despesas administrativas

da gestão previdencial e do fluxo dos

investimentos foi realizado conforme rateio

pré-determinado pela Entidade devidamente

aprovado em Reunião de Conselho

Deliberativo, determinado pela média

ponderada de participantes e patrimônio,

composto da seguinte forma, em percentual:

Patrocinadora 011 010

Bandeirante 2,13 2,27

Energias do Brasil 0,65 0,09

Enersul 0,28 0,41

Energest 0,71 0,96

Escelsa 1,61 1,96

Enertrade 0,26 0,38

Escelsos – Plano I 15,33 26,25

Escelsos – Plano II 33,91 66,88

Investco 1,01 -

EDP – Renováveis 0,02 -

Enerpeixe 0,28 -

Evrecy 0,04 -

Porto Pecém 1,07 -

PSAP/Bandeirante – Parcela BD 11,27 -

PSAP/Bandeirante – Parcela CV 2,85 -

PSAP/Bandeirante – Parcela BSPS 28,58 -

Total 100 100

3.11 Imposto de Renda, PIS e COFINS

Imposto de renda

Em 29 de dezembro de 2004, o Governo Federal

publicou a Lei nº 11.053, que dispõe sobre a

tributação dos planos de benefícios de caráter

previdenciário, produzindo efeitos a partir

de 1º de janeiro de 2005, no qual o imposto

de renda incidiu sobre os benefícios pagos a

participantes do plano da Entidade, de acordo

com as regras dispostas na forma da Lei.

Também a partir de 1º de janeiro de 2005,

de acordo com o art. 5º da referida Lei,

ficam dispensados da retenção na fonte e

do pagamento em separado do imposto

de renda sobre os rendimentos e ganhos

auferidos nas aplicações de recursos das

provisões matemáticas, das reservas técnicas

e dos fundos dos planos de benefícios de

entidade de previdência complementar.

PIS e COFINS

A Entidade recolhe o PIS (0,65%) e o COFINS

(4%), em conformidade com a legislação

em vigor, sendo a sua base, em sua

totalidade sobre as receitas administrativas.

Relatório Anual 2011 81


4. Disponível

O saldo disponível em 31 de dezembro de 2011 é composto por depósitos bancários de

realização imediata. Em 31 de dezembro de 2011 o montante era de R$ 972 (R$ 74 - 2010).

5. Realizável gestão previdencial

O montante que se encontra registrado nesta rubrica representa valores a receber na sua grande

parte de contribuições das patrocinadoras e participantes.

Planos 011

Descrição Bandeirante Energias Enersul Energest Escelsa Enertrade Escelsos I

Patrocinadora 233 - 4 21 158 16 -

Participante 1 - 1 21 27 1 203

Contrib. atraso

patrocinadora

Contrib. atraso

participante

40 37 3 - - - 1

2 1 2 - - - 1

Contrib. Contratadas - - - - - - -

Adiantamentos - - - - - - -

Dep. Jud/Recursais - - - - - - -

Outros Realizáveis - - 5 - 54 5 3

Total 76 38 15 4 39 08

Planos 011 - continuação

Descrição Escelsos II Investco PSAP/BSPS PSAP/BD PSAP/CV Total

Patrocinadora 399 3 - - - 834

Participante 331 4 - - - 589

Contrib. atraso

patrocinadora

- - - - - 81

Contrib. atraso participante - - - - - 6

Contrib. Contratadas - - 2.747 - - .747

Adiantamentos 3 - 5 2 - 10

Dep. Jud/Recursais - - 62 - - 6

Outros Realizáveis - - 3.257 89 7 3.4 0

Total 733 7 6.071 91 7 7.749

Planos 010

Descrição Bandeirante Energias Enersul Energest Escelsa

Patrocinadora 239 - 4 12 156

Participante - - 2 2 -

Contrib. atraso patrocinadora 40 36 3 1 -

Contrib. atraso participante 2 1 2 - -

Adiantamentos - - - - -

Outros Realizáveis - - 5 - 18

Total 81 37 16 15 174

Relatório Anual 2011 8


Planos 010 - continuação

Descrição Enertrade Escelsos I Escelsos II Total

Patrocinadora 15 - 390 816

Participante - 1 296 301

Contrib. atraso patrocinadora - 1 5 86

Contrib. atraso participante - 1 - 6

Adiantamentos - - 2

Outros Realizáveis 5 7 3 38

Total 0 10 696 1. 49

Outros realizáveis: Referem-se a valores a receber de investimentos sob poder da Fundação Cesp

para suprir processos trabalhistas vinculados indiretamente com PSAP/Bandeirante.

6. Realizável gestão administrativa

O montante que se encontra registrado nesta rubrica representa valores a receber na sua grande

parte de contribuições das patrocinadoras.

Planos 011

Descrição Bandeirante Energias Escelsa Enerpeixe Escelsos I Escelsos II

Patrocinadora - - - 13 74 -

Cobertura Desp. Adm. 2 - 2 - 15 33

Outros Val. Receber - - - - 1 3

Despesas antecipadas - 5 - - - 3

Outros realizáveis - - - - 2 2

Total 5 13 9 41

Planos 011- continuação

Descrição Investco Porto Pecém PSAP BSPS PSAP BD PSAP CV Total

Patrocinadora 6 3 156 44 11 307

Cobertura Desp. Adm. - - 39 21 5 117

Outros Val. Receber - - 4 1 - 9

Despesas antecipadas - - - - - 8

Outros realizáveis - - 1 - - 5

Total 6 3 00 66 16 446

Planos 010

Descrição Energias Escelsos I Escelsos II Total

Patrocinadora - - 14 14

Despesas antecipadas 5 2 4 11

Outros realizáveis - 326 - 3 6

Total 5 3 8 18 351

Relatório Anual 2011 83


7. Realizável fluxo dos investimentos

Objetiva administrar o patrimônio dos planos obtendo rentabilidade compatível com o exigível

atuarial do plano de custeio e segurança de investimentos.

a. Composição dos títulos e valores mobiliários

Descrição Nota 011 010

Renda Fixa – Títulos para negociação 9 7.485 391.553

Dêntures não conversíveis 7.2 21 18

Cotas de fundo de investimentos 7.1 927.464 391.535

Renda variável – Títulos para negociação 109.569 103.894

Mercado de ações à vista 7.3 141 558

Fundo de investimentos em ações 7.1 109.428 103.336

Investimentos imobiliário 7.4 4.753 .589

Operações com participantes 18.540 5.81

Total 1.060.347 503.848

b. Parâmetros de avaliação do valor de mercado

Para a obtenção dos valores de mercado dos títulos e valores mobiliários, são adotados os

seguintes critérios:

• Títulos públicos, com base nas taxas médias divulgadas pela ANBIMA.

• Cotas de fundos de investimentos, pelo valor da cota na data do balanço, informado pelo

administrador do fundo.

• Ações de companhias abertas, avaliadas pela cotação de fechamento disponível no

último pregão do mês ou, na falta desta, a cotação mais recente em pregões anteriores,

publicadas no Boletim Diário de cada Bolsa.

7.1 Carteira de renda fixa e variável em fundos de investimentos

Em 31 de dezembro de 2011 e 2010, a composição da carteira de renda fixa e variável das cotas

de fundos de investimentos era a seguinte:

Relatório Anual 2011 84


7.1.1 Segregação por fundo de investimentos

011 010

Renda Fixa

ALM1 92.367 -

ALM2 44.176 -

Atuarial 07 FI RF BD 134.591 -

Atuarial 07 FI RF BSPS 179.480 -

Atuarial 07 FI RF CV 32.440 -

BNP Paribas energia firme - 127.148

Bradesco federal extra 1.660 33

Energia Assegurada III - 122.328

ENERPREV CDI 6312 143.717 126.363

FIC Benefit 11.029 15.663

IMA – A 144.638 -

IMA – B 143.366 -

Total Renda Fixa 9 7.464 391.535

Renda Variável

Energia livre II fia 293 46.221

FIA DIV 14.573 -

FIA Fundamentalista 17.089 -

FIA IBOV 20.629 -

FIA PV 7.786 -

Schroder energia livre FIA 49.058 57.115

Total Renda Variável 109.4 8 103.336

Total 1.036.89 494.871

Relatório Anual 2011 85


7.1. Segregação por ativo e vencimento

Título Natureza

Certificado de Depósito

Bancário – CDB

Certificado de Depósito

Bancário – CDBSU

Sem

Vencimento

Vencimento

até 1 meses

Vencimento

após 1 meses

Privada - 17.621 1.209 18.830

Privada - 6.667 5.287 11.954

Certificado REC. IMOB. Privada - - 222 222

Cotas de Funtos de

Investimentos*

Privada 11.029 - - 11.029

Debêntures Privada - 1.694 28.483 30.177

Letras Financeiras do

Tesouro

Pública - 42.007 8.535 50.542

Letras do Tesouro Nacional Pública - 17.201 35.273 52.474

Notas do Tesouro Nacional

– série B

Notas do Tesouro Nacional

– série C

Operações

Compromissadas

Pública - 9.386 451.481 460.867

Pública - - 214.334 214.334

Pública - 774 74.709 75.483

Futuros Privada - (1) (13) (14)

Valores a pagar/receber - (94) - - (94)

Total Renda Fixa 10.935 95.349 819.5 0 9 5.804

Ações Mercado de Opções Privada 106.885 - - 106.885

Operações

compromissadas

Pública - - 2.176 2.176

Valores a receber - 367 - 367

Total Renda Variável 107. 5 - .176 109.4 8

Fundo não Exclusivo Privada 1.660 - - 1.660

Total 119.847 95.349 8 1.696 1.036.89

Relatório Anual 2011 86

011


Título Natureza

Vencimento

até 1 meses

Vencimento

após 1 meses

Certificado de Depósito Bancário Privada 12.322 11.514 23.836

Debêntures Privada 9.304 35.437 44.741

Letras Financeiras – LFI Privada - 7.612 7.612

Letras Financeiras do Tesouro Pública 81.655 12.470 94.125

Letras do Tesouro Nacional Pública 77.483 84.258 161.741

Notas do Tesouro Nacional – série B Pública - 4.407 4.407

Notas do Tesouro Nacional – série F Pública - 6.412 6.412

Operações Compromissadas Pública 33.414 - 33.414

Cotas de Funtos de Investimentos Privada 15.207 - 15.207

Outros Investimentos Privada 40 - 40

Total Renda Fixa 9.4 5 16 .110 391.535

Ações Mercado de Opções Privada 101.675 - 101.675

Cotas de Fundos de Investimentos Privada 1.696 - 1.696

Futuros Privada (12) (23) (35)

Total Renda Variável 103.359 ( 3) 103.336

Total 33 .784 16 .087 494.871

Os Títulos Públicos Federais (NTN-C) da

carteira dos fundos atuariais do Plano de

Aposentadoria e Pensão da Bandeirante

Energia S.A. (PSAP/Bandeirante), que estavam

classificados na categoria “mantidos até

o vencimento”, foram reclassificados para

a categoria “títulos para negociação” em

Maio/2011, quando referido plano ainda

estava sob a gestão do antigo administrador.

Na ocasião, essa reclassificação gerou um

acréscimo no resultado dos fundos de R$

46 milhões. O antigo administrador informou

que a reclassificação foi feita para dar maior

transparência ao processo de transferência

de gestão do plano, contando, inclusive,

com a recomendação do seu Custodiante

Bradesco S.A.

Atualmente esses Títulos Públicos Federais dos

fundos atuariais e os fundos de Renda Variável

estão sob custódia do Bradesco S.A. Os demais

investimentos , encontram-se sob a custódia

centralizada do Citibank S.A.

7. Títulos de Renda Fixa - Debêntures não

conversíveis

Relatório Anual 2011 87

010

Debênture não conversíveis 011 010

Vale do Rio Doce 21 18

1 18

As debêntures estão custodiadas na Central

de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos

- CETIP.

7.3 Títulos de Renda Variável - Mercado de

ações à vista

Mercado de ações à vista Tipo 011 010

Embratel Part ON 1

GTD Participações ON 96 289

GTD Participações PN 45 268

Total 141 558

As ações estão custodiadas na Câmara

Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC.


7.4 Investimentos Imobiliários

Investimentos Imobiliário 011 010

Terrenos 1.885 -

Uso próprio 335 317

Edificações para venda 1.964 1.724

Investimentos em

- 53

Shopping Centers

Alienação em curso de imóveis 569 495

Total 4.753 .589

Reavaliação Imobilizado

Uso

Próprio

Locadas a

terceiros

Saldo em 31/1 / 010 317 1.777

Reavaliação 31 400

Atualização (13) (213)

Saldo em 31/1 / 011 335 1.964

Empresas avaliadoras:

• Consulting Engenharia (Edifício Century

Towers – salas 1101 a 1117 (exceto 1107))

– Laudo de 04 de novembro de 2011;

• Campos Ferraz (Edifício Trade Center – salas

707 a 724; garagem 28 a 38 e 73) – Laudo

de 29 de novembro de 2011;

• Consulting Engenharia (Shopping Victoria

Mall – quiosque 02) – Laudo de 29 de

novembro de 2011.

Obs: Em Outubro de 2011 foram vendidas 06

salas do Edifício Trade Center (salas 701 a 706),

registrados como direitos de alienação.

7.5 Empréstimos

Operação com participantes 011 010

Empréstimos a participantes 18.540 5.812

Planos I e II Escelsos: As operações com

18.540 5.81

participantes são representadas por modalidade

de “empréstimos simples”. Estas operações são

atualizadas através de percentual definido

no momento da concessão do empréstimo,

podendo ser a média móvel da variação da

Taxa Básica Financeira nos últimos 12 meses, ou a

variação do INPC + 6% a.a. também nos últimos

12 meses, dos dois, o maior. A quantidade de

contratos de empréstimo em 31 de dezembro de

2011 é de 711 (877 - 2010).

As operações de empréstimos para os ativos

são limitadas em 4 vezes o valor do salário bruto

ou 75% da reserva no plano de benefícios. Para

os assistidos, as operações com participantes

são limitadas em 4 vezes o somatório dos

benefícios recebidos pelo plano de benefícios

da ENERPREV e do INSS. As prestações são

descontadas em folha de pagamentos dos

participantes ativos ou folha de benefícios

dos assistidos e cobrança via boleto bancário

para afastados ou autopatrocinados

que ficaram com saldo devedor após o

desligamento da empresa patrocinadora e

descontos realizados na rescisão de contrato

de trabalho. As concessões de empréstimos

estão condicionadas à contratação de

seguro prestamista e obedecem a margem

consignável de descontos na folha de

pagamento. Os prazos de liquidação são

limitados em 36 meses.

Plano PSAP: As operações de empréstimos são

realizadas para:

• Empregados ativos da empresa

patrocinadora, com mais de 6 (seis)

meses de adesão ao Plano Previdenciário,

desde que não estejam em processo

de demissão. Empregados menores de

18 (dezoito) anos, somente mediante

autorização do pai ou responsável, e que

deverão assinar o Contrato de Empréstimo

Pessoal, em conjunto.

• Assistidos e Pensionistas, inclusive menores

sob tutela, participantes dos planos

previdenciários.

• Vinculados desligados e licenciados

contribuintes, participantes dos planos

previdenciários.

Relatório Anual 2011 88


Estas operações estão condicionadas às margens consignáveis de 21% do benefício básico tanto

para os participantes ativos como assistidos. As parcelas mensais são corrigidas por taxa de juros

de 6,7% a.a. + variação do IGP-DI. As prestações são descontadas em folha de pagamentos

dos participantes ativos ou folha de benefícios dos assistidos e cobrança via boleto bancário

para afastados ou autopatrocinados que ficaram com saldo devedor após o desligamento da

empresa patrocinadora e descontos realizados na rescisão de contrato de trabalho. Os prazos

de liquidação são limitados em 60 meses. A quantidade de contratos de empréstimo em 31 de

dezembro de 2011 é de 1.059.

8. Exigível operacional

Neste grupo estão registradas as obrigações com: benefícios para os participantes assistidos e

autopatrocinados; salários dos empregados da entidade; prestações de serviços por terceiros

(pessoa física e jurídica); obrigações fiscais.

011

Descrição Bandeirante Energias Enertrade Enersul Enerpeixe Investco Escelsa Energest

Gestão Previdencial 10 7 0 0 0 0 36 1

Benefício de

pagamento mensal

- - - - - - 29 -

Retenções a recolher - - - - - - - -

Recursos antecipados 10 1 - - - - -

Outras Exigibilidades - 6 - - - - 7 12

Gestão Administrativa 114 6 6 1 11 5

Contas a pagar 13 4 2 2 2 1 10 5

Retenções a recolher 5 0 - - - - 1 -

Outras Exigibilidades 96 2 - 4 - - - -

Investimentos 1 - - - - 1

Investimentos

imobiliários

- - - - - - - -

Empréstimos - - - - - - - -

Outras Exigibilidades 2 1 - - - - 2 1

Total 1 6 14 6 1 49 18

Continua

Relatório Anual 2011 89


Descrição Escelsos

Plano I

Escelsos

Plano II

011 - Continuação

EDP

Renováveis

Pecém PSAP BSPS PSAP BD PSAP CV Total

Gestão Previdencial 99 514 6 1 71 18 53 1.4 7

Benefício de pagamento

mensal

9 57 - - 20 88 33 236

Retenções a recolher 11 164 - - 251 62 20 508

Recursos antecipados 10 19 - - - - - 40

Outras Exigibilidades 269 274 6 1 - 68 - 643

Gestão Administrativa 1 0 460 0 3 145 88 985

Contas a pagar 111 185 - 3 119 80 20 557

Retenções a recolher 11 27 - - 22 6 2 74

Outras Exigibilidades -2 248 - - 4 2 - 354

Investimentos 39 114 0 0 166 19 5 349

Investimentos imobiliários 5 29 - - - - - 34

Empréstimos 19 52 - - 125 - - 196

Outras Exigibilidades 15 33 - - 41 19 5 119

Total 458 1.088 6 4 58 3 5 80 761

Planos 010

Descrição Bandeirante Energias Enersul Energest Escelsa Enertrade

Escelsos

Plano I

Escelsos

Plano II

Gestão Previdencial 11 1 - 1 6 1 97 514 831

Benefícios de pagamento

Mensal

Relatório Anual 2011 90

Total

- - - - - - 13 62 75

Retenções a Recolher 1 - - - - - 5 155 161

Recursos Antecipados 10 1 - 1 - - 10 19 41

Outras Exigibilidades (1) - - - - 6 - 269 278 554

Gestão Administrativa 177 8 6 7 13 318 439 970

Contas a Pagar 76 5 2 6 12 2 152 387 642

Retenções a Recolher 5 1 - 1 1 - 14 52 74

Outras Exigibilidades (2) 96 2 4 - - - 152 - 254

Investimentos - - - - - - 30 56 86

Investimentos Imobiliários - - - - - - 5 29 34

Empréstimo - - - - - - 25 27 52

Total 188 9 6 8 19 3 645 1.009 1.887

(1) Os valores de Outros na Gestão Previdencial são referentes aos descontos sobre folha de pagamentos de assistidos, contribuições e

de repasses feitos pela patrocinadora.

(2) Os valores de Outros na Gestão Administrativa são referentes a despesas Impostos a pagar.

(3) Os valores de Outros nos Investimentos são referentes a locação de imóveis, empréstimos e cobertura de despesas administrativas.


9. Exigível contingencial

a. Gestão previdencial

Atendendo o disposto na Resolução CGPC n° 26, especialmente em seus artigos 4º e 9º, a

ENERPREV, em 31 de dezembro de 2008 provisionou o valor de R$ 13.775 para fazer face à

contingência passiva atribuível ao Plano I Escelsos, representada pela ação judicial movida

pelo SINERGIA-ES, perante a 1ª Vara do Trabalho de Vitória-ES, pleiteando a distribuição do

saldo da Reserva Especial entre os beneficiários do Plano I-Escelsos, ou, alternativamente, a

abstenção da cobrança do percentual de custeio previsto no artigo 39 do Regulamento do

referido Plano.

Com relação ao Plano PSAP/Bandeirante, (modalidade BSPS) a EnerPrev provisionou R$1.828 para

fazer face à contingência passiva de processos vinculados diretamente ao plano de diversas

naturezas jurídicas. Na modalidade Pecúlio está provisionado o valor de R$ 167, a fim de suportar

possíveis contingências, que possam ocorrer até a distribuição final dos recursos.

No plano Assistencial há a provisão de R$ 470, a fim de suportar possíveis contingências passivas

decorrentes da extinção do fundo de assistência à saúde, conforme mencionado na nota

explicativa nº. 1.

10. Provisões matemáticas

Planos 011

Descrição Bandeirante Energias Renováveis Energest Enerpeixe Enerprev Enersul Enertrade

Benefícios Concedidos - - - 35 - - - -

Contribuição Definida - - - - - - - -

Benefício Definido - - - 35 - - - -

Benefícios a Conceder 2.095 2.307 171 2.045 320 132 358 1.028

Contribuição Definida 2.095 2.307 171 2.045 320 132 358 1.028

Benefício Definido - - - - - - - -

Déficit Equacionado - - - - - - - -

Total .095 .307 171 .080 3 0 13 358 1.0 8

Relatório Anual 2011 91


Planos 011 - continuação

Descrição Escelsa Escelsos I Escelsos II Investco

Porto

Pecém PSAP/BD

PSAP/

BSPS

PSAP/

CV

Benefícios Concedidos - 108.422 144.650 - - 61.357 263.657 13.400 591.521

Contribuição Definida - - 93.645 - - - - 158 93.803

Benefício Definido - 108.422 51.005 - - 61.357 263.657 13.242 497.718

Benefícios a Conceder 1.753 277 169.821 31 203 96.177 92.580 26.769 396.067

Contribuição Definida 1.753 - 161.328 31 203 - - 26.769 198.540

Benefício Definido - 277 8.493 - - 96.177 92.580 - 197.527

Déficit Equacionado - - - - - - (77.758) - (77.758)

Total 1.753 108.699 314.471 31 03 157.534 78.479 40.169 909.830

Planos 010

Descrição Bandeirante Energias Enersul Energest Escelsa Enertrade Escelsos I

Benefícios Concedidos - - - - - - 105.404

Contribuição Definida - - - - - - -

Benefício Definido - - - - - - 105.404

Benefícios a Conceder 1.343 1.439 282 1.492 1.020 657 252

Contribuição Definida 1.343 1.439 282 1.492 1.020 657 -

Benefício Definido - - - - - - 252

Total 1.343 1.439 8 1.49 1.0 0 657 105.656

Planos 010 - Continuação

Descrição Escelsos II EDP Renováveis Enerpeixe Enerprev Total

Benefícios Concedidos 133.815 - - - 239.219

Contribuição Definida 88.913 - - - 88.913

Benefício Definido 44.902 - - - 150.306

Benefícios a Conceder 154.091 56 170 39 160.841

Contribuição Definida 146.784 56 170 39 153.282

Benefício Definido 7.307 - - - 7.559

Total 87.906 56 170 39 400.060

Relatório Anual 2011 9

Total


Benefícios concedidos

As provisões relativas a benefícios concedidos

são representadas pelo valor presente dos

benefícios futuros de participantes em gozo

de aposentadoria ou pensão, líquido das

respectivas futuras contribuições.

Benefícios a conceder

Correspondem ao valor presente dos

benefícios futuros (ainda não concedidos),

líquidos das contribuições futuras dos

participantes e da patrocinadora, para os

participantes ativos que não adquiriram o

direito de aposentadorias e pensões.

As provisões matemáticas são determinadas

segundo cálculos efetuados por atuário externo,

contratado pela Entidade, e representam

Hipóteses Atuarias 011

• Plano I

Hipóteses Demográficas

os compromissos atuariais assumidos com os

participantes assistidos e beneficiários, em

conformidade com os critérios aprovados pela

PREVIC. A Reserva Matemática dos Planos

de Benefícios constituem-se pelo Saldo de

Conta Aplicável, composta pelos Saldos de

Contribuição Básica e Saldos de Contribuição

Voluntária, de responsabilidade dos Participantes

Ativos e também pelos Saldos de Contribuição

Normal e Saldos de Contribuição Extraordinária

de responsabilidade das Patrocinadoras, além

das Contas de Portabilidade I e II, formadas,

respectivamente, pelos valores eventualmente

portados de Entidades Fechadas e Abertas

de Previdência Complementar. Para o plano

de benefício definido e contribuição variável

do Plano de Benefícios I e II-Escelsos e para o

PSAP/Bandeirante foram utilizadas as seguintes

Hipótese 011 010

premissas para cálculo da provisão matemática:

Mortalidade Geral AT-2000 Básica* AT-2000 Básica*

Mortalidade de Inválidos RP-2000 Disabled* RP-2000 Disabled*

Entrada em Invalidez Wyatt 1985 Disability Study Class 1*

Desligamento 0% a.a. 0% a.a.

Composição Familiar

Ativos com 90% casados e esposa 4

anos mais jovem

Assistidos com família informada

Wyatt 1985 Disability Study

Class 1*

Ativos com 90% casados e

esposa 4 anos mais jovem

Assistidos com família

informada

Probabilidade de Aposentadoria 100% na 1ª Elegibilidade 100% na 1ª Elegibilidade

* Tábuas específicas por sexo

Relatório Anual 2011 93


Hipóteses Econômicas

Hipótese 011 010

Taxa Real de Juros 5% a.a. 5% a.a.

Crescimento Salarial Real

3% a.a. até 2015

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

Capacidade Salarial e de Benefícios 100% 100%

• Plano II

Hipóteses Demográficas

Hipótese 011 010

Mortalidade Geral AT-2000 Básica* RP-2000 Geracional*

Mortalidade de Inválidos RP-2000 Disabled* RP-2000 Disabled*

Entrada em Invalidez Wyatt 1985 Disability Study Class 1* Wyatt 1985 Disability Study Class 1*

Desligamento 0% a.a. 0% a.a.

Composição Familiar Ativos com 90% casados e esposa 4

anos mais jovem

Assistidos com família informada

Probabilidade de

Aposentadoria

* Tábuas específicas por sexo

Hipóteses Econômica

Ativos com 90% casados e esposa 4

anos mais jovem

Assistidos com família informada

100% na 1ª Elegibilidade 100% na 1ª Elegibilidade

Hipótese 011 010

Taxa Real de Juros 5% a.a. 5% a.a.

Crescimento Salarial Real 3% a.a. até 2015

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

Capacidade Salarial e de Benefícios 100% 100%

• PSAP/Bandeirante

Hipóteses Demográficas

Hipótese 011 010

Mortalidade Geral AT-83* AT-83*

Mortalidade de Inválidos AT-49* AT-49*

Entrada em Invalidez Light Média Light Média

Desligamento 0% a.a. 0% a.a.

Composição Familiar Ativos com 90% casados e esposa

4 anos mais jovem

Assistidos com família informada

PSAP/Bandeirante: Experiência

Fundação Cesp para ativos e

família informada para assistidos

Probabilidade de Aposentadoria 100% na 1ª Elegibilidade 100% na 1ª Elegibilidade

* Tábuas específicas por sexo

Relatório Anual 2011 94


Hipóteses Econômicas

Hipótese 011 010

Taxa Real de Juros 6% a.a. 6% a.a.

Crescimento Salarial Real

Capacidade Salarial e

de Benefícios

3% a.a. até 2015

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

100% 97,84%

A Resolução CGPC n° 18 de 28 de março de

2006 estabeleceu, entre outros aspectos, a

tábua AT-83 como a mínima para consideração

da premissa de mortalidade geral.

O Plano de Benefícios I Escelsos utiliza a tábua

“AT 2000” como premissa atuarial para taxa

de mortalidade geral, conforme previsto na

resolução MPS/CGPC n° 26 de 29 de setembro

de 2008.

No entanto, a Entidade utiliza a tábua

“RP-2000 Geracional” como premissa

especificamente para o Plano II-Escelsos. Essa

tábua está registrada no Instituto Brasileiro de

Atuária e é amplamente utilizada nos Fundos

de Pensão nos Estados Unidos, promovendo,

na maioria das idades, expectativas de

vida superiores às geradas pela tábua AT-83

(expectativa de vida mínima admitida pela

Resolução CGPC nº 18/2006).

As premissas atuariais para os planos de

benefícios: Energias do Brasil, Enertrade,

Escelsa, Energest, Bandeirante, Enersul, EDP

- Renováveis, Enerpeixe, Investco, Porto do

Pecem e ENERPREV, são de modalidade

de contribuição definida, que não geram

obrigações para as patrocinadoras, calculadas

atuarialmente, ficando dispensada a utilização

de hipóteses demográficas e/ou biométricas.

Déficit Equacionado

As parcelas mensais referem-se ao saldo

devedor do contrato de ajuste de reservas

matemáticas do Plano Bandeirante Energias S/A

– PSAP BSPS, vigente desde dezembro de 1999.

Valor contratado em 31/12/1999 241.427

Prazo de amortização 213 meses

Parcelas restantes 69 meses

Data do vencimento da parcela dia 20 de cada mês

Saldo em 31/1 / 011 77.758

11. Equilíbrio técnico

Corresponde ao superávit técnico acumulado

e está composto da seguinte forma:

Superávit Técnico Acumulado 011 010

Plano I – Escelsos 25.422 24.732

Plano II – Escelsos 14.875 63.033

PSAP BD 42.662

Total 8 .959 87.765

Superávit técnico - É constituído pelo

excedente patrimonial em relação aos

compromissos do Plano. Desse excedente,

o valor correspondente de até 25% (vinte e

cinco por cento) das provisões matemáticas

é destinado à reserva de contingência,

classificada em subgrupo do superávit técnico

acumulado, e o restante, se houver, devem ser

alocados na reserva especial do plano.

Em 31 de dezembro de 2011 o Plano I-Escelsos

encerrou o exercício com superávit que

representa 23,39% das Provisões Matemáticas

e, portanto, alocado na Reserva de

Contingência do Plano.

Em 31 de dezembro de 2011, em razão do

registro de reserva especial pelo 3° ano

consecutivo no Plano II-Escelsos, de acordo com

a Resolução CGPC n° 26/2008, e seguindo a

recomendação do atuário do plano, a EnerPrev

destinou o valor excedente a 25% das provisões

matemáticas correspondente a R$ 45.422 ao

Fundo Previdencial para Revisão do Plano. A

Entidade realizará estudos ao longo de 2012 para

definir os critérios de distribuição dos recursos.

Relatório Anual 2011 95


Em 31 de dezembro de 2011, o Plano PSAP/Bandeirante encontra-se superavitário. O superávit

consolidado de R$ 42.662 representa 7,7% da parcela do passivo atuarial estruturada em benefício

definido, e está registrado integralmente em Reserva de Contingência.

1 . Fundos

Fundos Previdenciais Administrativo Investimento Total

011 010 011 010 011 010 011 010

Bandeirante 76 34 179 179 - - 255 213

Energias do Brasil 155 134 4 1 - - 159 135

Enersul 8 7 32 31 - - 40 38

Energest 73 41 9 7 - - 82 48

Escelsa 38 26 285 292 - - 323 318

Enertrade 9 8 - - - - 9 8

Escelsos – Plano I - - - 15 52 47 52 62

Escelsos – Plano II ¹ 45.888 88 252 294 272 249 46.412 631

Enerpeixe 27 - - - - - 27 -

Porto Pecém 4 - - - - - 4 -

PSAP/Bandeirante – Parcela CV 10.105 - - - - - 10.105 -

PSAP/Bandeirante – Parcela Pecúlio 257 - - - - - 257 -

Total 56.640 338 761 819 3 4 96 57.7 5 1.453

¹ Conforme mencionado na nota nº 11, o acréscimo do Fundo Previdencial refere-se à destinação do valor de R$45.422 apurado como

Reserva Especial no Plano II-Escelsos pelo 3º ano consecutivo, de acordo com a Resolução CGPC nº 26/2008.

a. Fundos previdenciais - Formado por contribuição mensal das patrocinadoras, autopatrocinados,

rendimento dos investimentos e valores de contas de patrocinadora que não foram utilizados

para a concessão de benefício ou institutos, chamada de sobra de contribuição. Tem por

finalidade garantir a cobertura de eventuais perdas Contábeis e/ou Atuariais que possam surgir

ao longo dos próximos exercícios.

b. Fundos administrativos - Corresponde ao valor apurado decorrente das sobras entre as

contribuições para o custeio administrativo previdencial e as despesas administrativas

previdenciais mensais efetivamente incorridas.

c. Fundos dos investimentos - Composto pelos Fundos de Garantia de Empréstimos e de

Financiamentos, que representam a cobertura para possíveis perdas por morte dos mutuários

com empréstimos e financiamentos, concedidos aos participantes da Entidade inscritos nos

Planos de Benefícios.

Relatório Anual 2011 96


13. Valor da quota do patrimônio de cobertura do plano da Entidade

Em 31 de dezembro de 2011, o valor da quota do patrimônio de cobertura do plano e sua

rentabilidade no exercício são as seguintes:

Planos

Ativo líquido

Previdencial

Quantidade

de Cotas

Valor da Cota

Rentabilidade da

Quota (% a.a.)

Bandeirante 2.171 1.452.019 1,495 7,43134%

Energias do Brasil 2.462 1.625.749 1,514 8,80213%

Enersul 366 243.285 1,504 8,04464%

Energest 2.153 1.421.011 1,515 8,84335%

Escelsa 1.791 1.199.259 1,494 7,32990%

Enertrade 1.037 686.025 1,511 8,60284%

Escelsos – Plano I 134.121 18.320.324 7,324 9,94319%

Escelsos – Plano II 375.234 51.423.337 7,302 9,62049%

Investco 31 21.916 1,392 0,02874%

EDP – Renováveis 171 113.058 1,514 8,82187%

Enerpeixe 347 230.040 1,506 8,20009%

Enerprev 132 88.172 1,501 7,88108%

Porto Pecém 207 140.134 1,477 6,15713%

PSAP/Bandeirante – Parcela BD 200.196 - 3,280 2,02347%

PSAP/Bandeirante – Parcela CV 50.275 - 12,354 4,01079%

PSAP/Bandeirante – Parcela BSPS 278.479 - 9,82 0,81218%

PSAP/Bandeirante – Parcela Pecúlio 257 - - -

Total 1.049.4 9 76.964.331

(*) Não aplicável ao plano PB I Escelsos dada às características do plano.

14. Apresentação das Demonstrações Contábeis do Plano PSAP Bandeirante

por modalidade

Devido o plano PSAP Bandeirante possuir 4 modalidades distintas, BD, CV, BSPS e Pecúlio, estamos

demonstrando os quadros das Demonstrações Contábeis segregadas por estas modalidades em

Notas Explicativas, uma vez que perante a PREVIC estas modalidades representam um único CNPB.

Relatório Anual 2011 97


Demonstrações do Ativo Líquido

Plano PSAP Bandeirante - Parcela BD

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 00.434 - 100,00

Disponível 164 - 100,00

Recebível 91 - 100,00

Investimento 200.179 - 100,00

Fundos de investimento 200.179 - 100,00

. Obrigações 38 - 100,00

Operacional 238 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 00.196 - 100,00

Provisões matemáticas 157.534 - 100,00

Superávit técnico 42.662 - 100,00

Demonstrações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela CV

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 50.333 - 100,00

Disponível 44 - 100,00

Recebível 7 - 100,00

Investimento 50.282 - 100,00

Fundos de investimento 50.282 - 100,00

. Obrigações 59 - 100,00

Operacional 59 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 50. 74 - 100,00

Provisões matemáticas 40.169 - 100,00

Fundos previdenciais 10.105 - 100,00

Relatório Anual 2011 98


Demonstrações do ativo líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BSPS

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 80.743 - 100,00

Disponível 230 - 100,00

Recebível 6.071 - 100,00

Investimento 274.442 - 100,00

Fundos de investimento 259.991 - 100,00

Investimentos imobiliários 1.885 - 100,00

Empréstimos 12.566 - 100,00

. Obrigações . 64 - 100,00

Operacional 436 - 100,00

Contingencial 1.828 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

Fundos administrativos - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 78.479 - 100,00

Provisões matemáticas 278.479 - 100,00

Demonstrações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Pecúlio

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

1. Ativos 4 4 - 100,00

Disponível - -

Recebível - -

Investimento 424 - 100,00

Fundos de investimento 424 - 100,00

. Obrigações 167 - 100,00

Contingencial 167 - 100,00

3. Fundos não previdenciais - -

4. Ativo líquido (1 - - 3) 57 - 100,00

Provisões matemáticas - -

Superávit técnico - -

Fundos previdenciais 257 - 100,00

Relatório Anual 2011 99

-


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BD

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Liquido - início do exercício - -

1. Adições 1 .940 - 100,00

(+) Contribuições 3.132 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 9.808 - 100,00

. Destinações (3.614) - 100,00

(-) Benefícios (3.172) - 100,00

(-) Constituição de Contingências (2) - 100,00

(-) Custeio administrativo (440) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 9.3 6 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 20.041 - 100,00

(+) Déficit técnico do exercício (10.715) - 100,00

4. Operações transitórias 190.870 - 100,00

B) Ativo Liquido - final do exercício (A + 3 + 4) 00.196 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

Relatório Anual 2011 100


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela CV

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

1. Adições 3.813 - 100,00

(+) Contribuições 1.358 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 2.455 - 100,00

. Destinações (883) - 100,00

(-) Benefícios (773) - 100,00

(-) Custeio administrativo (110) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) .930 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 2.180 - 100,00

(+) Fundos previdenciais 596 - 100,00

(+) Superávit técnico do exercício 154 - 100,00

4. Operações transitórias 47.344 - 100,00

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 50. 74 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

Relatório Anual 2011 101


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BSPS

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

1. Adições 4.943 - 100,00

(+) Contribuições 11.915 - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 13.028 - 100,00

. Destinações (14.00 ) - 100,00

(-) Benefícios (12.867) - 100,00

(-) Constituição de Contingências (145) - 100,00

(-) Custeio administrativo (990) - 100,00

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) 10.941 - 100,00

(+) Provisões matemáticas 29.338 - 100,00

(+) Déficit técnico do exercício (18.397) - 100,00

4. Operações transitórias 67.538 - 100,00

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 78.479 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

(+) Fundos administrativos - -

Relatório Anual 2011 10


Demonstrações das Mutações do Ativo Líquido

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela Pecúlio

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Ativo Líquido - início do exercício - -

1. Adições - 100,00

(+) Resultado positivo dos investimentos - gestão previdencial 22 - 100,00

. Destinações - -

3. Acréscimo no ativo líquido (1 + ) - 100,00

(+) Fundos previdenciais 22 - 100,00

4. Operações transitórias 35 - 100,00

B) Ativo Líquido - final do exercício (A + 3 + 4) 57 - 100,00

C) Fundos não previdenciais - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BD

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 00.196 - 100,00

1. Provisões matemáticas 157.534 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos 61.357 - 100,00

Beneficio definido 61.357 - 100,00

1. Benefícios a conceder 96.177 - 100,00

Beneficio definido 96.177 - 100,00

. Equilíbrio técnico 4 .66 - 100,00

.1 Resultados realizados 4 .66 - 100,00

Superávit técnico acumulado 42.662 - 100,00

Reserva de contingência 42.662 - 100,00

Relatório Anual 2011 103


Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela CV

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 40.169 - 100,00

1. Provisões matemáticas 40.169 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos 13.400 - 100,00

Contribuição definida 158 - 100,00

Beneficio definido 13.242 - 100,00

1. Benefícios a conceder 6.769 - 100,00

Contribuição definida 26.769 - 100,00

Saldo de contas - parcela patrocinadores 10.209 - 100,00

Saldo de contas - parcela participantes 16.560 - 100,00

Beneficio definido - -

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Demonstrações das Obrigações Atuariais

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BSPS

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

Patrimônio de cobertura do plano (1+ ) 78.479 - 100,00

1. Provisões matemáticas 78.479 - 100,00

1.1 Benefícios concedidos 63.657 - 100,00

Beneficio definido 263.657 - 100,00

1. Benefícios a conceder 9 .580 - 100,00

Beneficio definido 92.580 - 100,00

1.3 (-) Provisões matemáticas a constituir (77.758) - 100,00

(-) Déficit Equacionado (77.758) - 100,00

. Equilíbrio técnico - -

.1 Resultados realizados - -

Relatório Anual 2011 104


Demonstrações do plano de gestão administrativa

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BD

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

011 010 Variação %

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

1. Custeio da gestão administrativa 495 - 100,00

1.1 Receitas 495 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 440 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 45 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 10 - 100,00

. Despesas administrativas (495) - 100,00

.1 Administração previdencial (450) - 100,00

.1.1. Despesas comuns (31 ) - 100,00

2.1.2. Despesas específicas (138) - 100,00

Serviços de terceiros (138) - 100,00

. Administração dos investimentos (45) - 100,00

. .1. Despesas comuns (38) - 100,00

2.2.2. Despesas específicas (7) - 100,00

Serviços de terceiros (7) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Relatório Anual 2011 105


Demonstrações do plano de gestão administrativa

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela CV

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 1 4 - 100,00

1.1 Receitas 1 4 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 110 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 11 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 3 - 100,00

. Despesas administrativas (1 4) - 100,00

.1 Administração previdencial (113) - 100,00

.1.1. Despesas comuns (79) - 100,00

2.1.2. Despesas específicas (34) - 100,00

Serviços de terceiros (34) - 100,00

. Administração dos investimentos (11) - 100,00

2.2.1. Despesas comuns (10) - 100,00

2.2.2. Despesas específicas (1) - 100,00

Serviços de terceiros (1) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

Relatório Anual 2011 106


Demonstrações do plano de gestão administrativa

Plano PSAP/Bandeirante - Parcela BSPS

Em 31 de dezembro de 011 e 010 (Em milhares de reais)

A) Fundo administrativo do exercício anterior - -

011 010 Variação %

1. Custeio da gestão administrativa 1.1 3 - 100,00

1.1 Receitas 1.1 3 - 100,00

Custeio administrativo da gestão previdencial 990 - 100,00

Custeio administrativo dos investimentos 108 - 100,00

Resultado positivo dos investimentos 25 - 100,00

. Despesas administrativas (1.1 3) - 100,00

.1 Administração previdencial (1.016) - 100,00

.1.1. Despesas comuns (8 3) - 100,00

2.1.2. Despesas específicas (193) - 100,00

Serviços de terceiros (193) - 100,00

. Administração dos investimentos (107) - 100,00

. .1. Despesas comuns (98) - 100,00

2.2.2. Despesas específicas (9) - 100,00

Serviços de terceiros (9) - 100,00

3. Resultado Negativo dos Investimentos - -

4. Sobra da gestão administrativa (1- -3) - -

5. Constituição do fundo administrativo (4) - -

B) Fundo administrativo do exercício atual (a + 5) - -

15 Eventos subsequentes

A adesão do Instituto EDP Energias do Brasil, na condição de patrocinador do Plano de Benefícios

Energias do Brasil, foi autorizada através da Portaria PREVIC nº 608, de 21 de outubro de 2011,

publicada no DOU de 24 de outubro de 2011. A implantação será realizada em Janeiro de 2012,

com o início das contribuições ao plano.

Elaine Regina Ferreira Rodrigo Francisco do Prado Silva

Diretora-Presidente Contador

CPF nº 064.289.428-01 CRC nº 1SP221255/O-0

CPF nº 011.932.857-71

Relatório Anual 2011 107


Informações sobre a

PLANOS - CDs

Política de Investimentos

Período: 01/2012 a 12/2012

1) Índice de Referência

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

88,00% Renda Fixa 100,00% IMA-B Total 0,00%

12,00% Renda Fixa 100,00% DI-CETIP 0,00%

100,00% Renda Variável 100,00% IBrX-50 0,00%

) Documentação / Responsáveis

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Nº da Ata de Aprovação: N/A Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 30/11/2011

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 75,00% 100,00% 83,00%

Renda Variável 0,00% 25,00% 17,00%

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

Relatório Anual 2011 108


Plano Escelsos I

Período: 01/2012 a 12/2012

1) Taxa Mínima Atuarial/ Índice de Referência

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

100,00% Plano de Benefícios 100,00% INPC 5,00%

) Documentação / Responsáveis

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Nº da Ata de Aprovação: N/A Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 30/11/2011

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal’ (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 76,00% 100,00% 92,50%

Renda Variável 0,00% 20,00% 6,00%

Imóveis 0,00% 2,00% 0,80%

Empréstimos e Financiamentos 0,00% 2,00% 0,70%

Investimentos Estruturados 0,00% 0,00% 0,00%

Investimentos no Exterior 0,00% 0,00% 0,00%

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

Relatório Anual 2011 109


Plano Escelsos II

Período: 01/2012 a 12/2012

1) Taxa Mínima Atuarial/Índice de Referência

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

74,00% Renda Fixa 100,00% IMA-B Total 0,00%

15,00% Renda Fixa 100,00% IPCA 5,00%

11,00% Renda Fixa 100,00% DI-CETIP 0,00%

100,00% Renda Variável 100,00% IBrX-50 0,00%

100,00% Imóveis 100,00% INPC 5,00%

100,00% Empréstimos e Financiamentos 100,00% INPC 5,00%

) Documentação / Responsáveis

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Nº da Ata de Aprovação: N/A Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 30/11/2011

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 70,00% 100,00% 83,00%

Renda Variável 0,00% 25,00% 15,00%

Imóveis 0,00% 2,00% 0,50%

Empréstimos e Financiamentos 0,00% 3,00% 1,50%

Investimentos Estruturados 0,00% 0,00% 0,00%

Investimentos no Exterior 0,00% 0,00% 0,00%

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

Relatório Anual 2011 110


PSAP/Bandeirante (BD)

Período: 01/2012 a 02/2012

1) Taxa Mínima Atuarial

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

100,00% Plano de Benefícios 100,00% IGP-DI 6,00%

) Documentação / Responsáveis

Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 20/12/2011

Nº da Ata de Aprovação: N/A

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 75,00 % 100,00 % 85,00 %

Renda Variável 0,00 % 15,00 % 10,00 %

Imóveis 0,00 % 1,50 % 0,75 %

Empréstimos e Financiamentos 0,00 % 8,50 % 4,25 %

Investimentos Estruturados 0,00 % 0,00 % 0,00 %

Investimentos no Exterior 0,00 % 0,00 % 0,00 %

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

Relatório Anual 2011 111


PSAP/Bandeirante (BD)

Período: 03/2012 a 12/2012

1) Taxa Mínima Atuarial/ Índice de Referência

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

100,00% Plano de Benefícios 100,00% IGP-DI 6,00%

) Documentação / Responsáveis

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Nº da Ata de Aprovação: N/A Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 29/02/2012

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 74,00% 100,00% 81,80%

Renda Variável 0,00% 20,00% 13,00%

Imóveis 0,00% 1,00% 0,70%

Empréstimos e Financiamentos 0,00% 5,00% 4,50%

Investimentos Estruturados 0,00% 0,00% 0,00%

Investimentos no Exterior 0,00% 0,00% 0,00%

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

A Política de Investimentos foi alterada em virtude do Estudo de ALM que foi elaborado e

aprovado pelo Conselho Deliberativo em Fevereiro/2012.

Relatório Anual 2011 11


Plano de Gestão Administrativa (PGA)

Período: 01/2012 a 12/2012

1) Taxa Mínima Atuarial/ Índice de Referência

Participação Plano/Segmento Percentual Indexador Indexador Taxa de Juros

100,00% Renda Fixa 100,00% DI-CETIP 0,00%

) Documentação / Responsáveis

Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ)

Nº da Ata de Aprovação: N/A Data de Aprovação pelo Conselho Deliberativo: 30/11/2011

Segmento Nome CPF Cargo

Plano de Benefícios Carlos Emanuel Baptista Andrade 364.349.064-04 AETQ

3) Controle de Riscos

(X) Risco de Mercado (X) Risco de Liquidez

(X) Risco Legal (X) Risco Operacional

(X) Risco de Contraparte ( ) Outros Riscos

4) Alocação dos Recursos

Segmento Mínimo Máximo Alvo

Renda Fixa 100,00% 100,00% 100,00%

Renda Variável 0,00% 0,00% 0,00%

Utiliza Deriviativos ? (X) Sim ou ( ) Não

Relatório Anual 2011 113


Resumo do

Demonstrativo de Investimentos

Plano de Benefícios: Bandeirante

(CNPB 006.0069-83)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 1.566.999 84,3% 871.304 79,0%

Renda Variável 291.555 15,7% 231.189 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 1.858.554 100,0% 1.10 .493 100,0%

Caixa 46.416 - 4.041 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.904.969 - 1.106.534 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,3% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,7% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 56.304 3,0% EnerPrev IBrX-50 290.408 15,6%

EnerPrev CDI 170.376 9,2% Energia Livre II 1.146 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 672.003 36,2%

EnerPrev IMA-B (B) 669.944 36,0%

Valores a Pagar e Receber (1.6 9) -0,1% Valores a Pagar e Receber 0 0,0%

TOTAL RF 1.566.999 84,3% TOTAL RV 91.555 15,7%

Caixa 46.416 - -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.904.969

Relatório Anual 2011 114


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 56.304 3,0%

BB DTVM 170.376 8,9%

BNP Paribas 672.003 35,3%

Santander 669.944 35,2%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 290.408 15,2%

Itaú Unibanco 1.146 0,1%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.904.969

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 40 3,1%

Renda Variável 0 - 1.241 96,9%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades / Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 15,84% 10,73% Rentabilidade -18,52% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 3.958

Treinamentos/Congresso e Seminários 3

Viagens e Estadias 158

Auditoria 584

Consultoria 6.611

Outros Prestadores de Serviços 756

CETIP/SELIC (custódia) 1.720

Pis/Cofins e outras taxas 781

Outras Despesas 1.125

TOTAL 15.697

Relatório Anual 2011 115

R$


Plano de Benefícios: EDP - Renováveis

(CNPB 010.0005-11)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 147.983 84,7% 43.357 79,0%

Renda Variável 26.924 15,4% 11.504 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 174.907 100,0% 54.861 -

Caixa 2.573 - 725 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 177.480 - 55.586 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,6% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,4% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 5.005 2,9% EnerPrev IBrX-50 26.835 15,3%

EnerPrev CDI 17.382 9,9% Energia Livre II 89 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 64.613 36,9%

EnerPrev IMA-B (B) 60.960 34,9%

Valores a Pagar e Receber 3 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 147.983 84,6% TOTAL RV 6.9 4 15,4%

Caixa 2.573 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 177.480

Relatório Anual 2011 116


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos Renda Fixa Renda Variável

BTG Pactual 5.005 2,8%

BB DTVM 17.382 9,8%

BNP Paribas 64.613 36,4%

Santander 60.960 34,3%

R$ % R$ %

Schroders 26.835 15,1%

Itaú Unibanco 89 0,0%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 2 0,0%

Renda Variável 0 - 62 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 17,42% 8,05% Rentabilidade -21,79% -1,17%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 42

Treinamentos/Congresso e Seminários 0

Viagens e Estadias 2

Auditoria 6

Consultoria 69

Outros Prestadores de Serviços 8

CETIP/SELIC (custódia) 20

Pis/Cofins e outras taxas 8

Outras Despesas 3

TOTAL 158

Relatório Anual 2011 117

R$


Plano de Benefícios: Energest

(CNPB 006.0074-83)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 1.757.916 84,3% 1.198.568 79,0%

Renda Variável 326.795 15,7% 318.024 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS .084.711 100,0% 1.516.591 100,0%

Caixa 37.397 - 3.187 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES .1 .108 - 1.519.778 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,3% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,7% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 79.728 3,8% EnerPrev IBrX-50 325.376 15,6%

EnerPrev CDI 182.145 8,7% Energia Livre II 1.420 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 739.986 35,5%

EnerPrev IMA-B (B) 756.350 36,3%

Valores a Pagar e Receber ( 9 ) 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 1.757.916 84,3% TOTAL RV 3 6.795 15,7%

Caixa 37.397 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES .1 .108

Relatório Anual 2011 118


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 79.728 3,8%

BB DTVM 182.145 8,6%

BNP Paribas 739.986 34,9%

Santander 756.350 35,6%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 325.376 15,3%

Itaú Unibanco 1.420 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 0 -

Renda Variável 0 - 0 -

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 16,35% 10,73% Rentabilidade -20,67% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 1.330

Treinamentos/Congresso e Seminários 1

Viagens e Estadias 53

Auditoria 197

Consultoria 2.220

Outros Prestadores de Serviços 255

CETIP/SELIC (custódia) 582

Pis/Cofins e outras taxas 262

Outras Despesas 90

TOTAL 4.990

Relatório Anual 2011 119

R$


Plano de Benefícios: Energias do Brasil

(CNPB 006.0071-65)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 1.986.479 84,3% 1.211.841 79,0%

Renda Variável 369.049 15,7% 321.545 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS .355.5 8 100,0% 1.533.386 100,0%

Caixa 74.814 - 3.824 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES .430.341 - 1.537. 10 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Resolução 379

Limite Política de Investimentos

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,3% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,7% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 90.995 3,9% EnerPrev IBrX-50 367.479 15,6%

EnerPrev CDI 211.890 9,0% Energia Livre II 1.570 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 849.310 36,1%

EnerPrev IMA-B (B) 834.498 35,4%

Valores a Pagar e Receber ( 14) -0,0% Valores a Pagar e Receber 0 0,0%

TOTAL RF 1.986.479 84,3% TOTAL RV 369.049 15,7%

Caixa 74.814 - -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES .430.341

Relatório Anual 2011 1 0


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 90.995 3,7%

BB DTVM 211.890 8,7%

BNP Paribas 849.310 34,9%

Santander 834.498 34,3%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 367.479 15,1%

Itaú Unibanco 1.570 0,1%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES .430.341

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - -214 -0,0%

Renda Variável 0 - 0 0,0%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 16,06% 10,73% Rentabilidade -20,88% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 1.277

Treinamentos/Congresso e Seminários 1

Viagens e Estadias 51

Auditoria 189

Consultoria 2.134

Outros Prestadores de Serviços 244

CETIP/SELIC (custódia) 553

Pis/Cofins e outras taxas 252

Outras Despesas 87

TOTAL 4.787

Relatório Anual 2011 1 1

R$


Plano de Benefícios: Enerpeixe

(CNPB 010.0006-9 )

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 292.999 84,7% 133.289 79,0%

Renda Variável 52.994 15,3% 35.366 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 345.993 100,0% 168.656 -

Caixa 398 - 1.385 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 346.390 - 170.041 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,7% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,3% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 1.719 0,5% EnerPrev IBrX-50 52.798 15,3%

EnerPrev CDI 38.677 11,2% Energia Livre II 196 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 120.760 34,9%

EnerPrev IMA-B (B) 132.029 38,2%

Valores a Pagar e Receber (185) -0,1% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 9 .999 84,7% TOTAL RV 5 .994 15,3%

Caixa 398 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 346.390

Relatório Anual 2011 1


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 1.719 0,5%

BB DTVM 38.677 11,2%

BNP Paribas 120.760 34,9%

Santander 132.029 38,1%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 52.798 15,2%

Itaú Unibanco 196 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 6 0%

Renda Variável 0 - 190 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 17,69% 9,05% Rentabilidade -22,00% 3,58%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,05% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 517

Treinamentos/Congresso e Seminários 0

Viagens e Estadias 21

Auditoria 76

Consultoria 864

Outros Prestadores de Serviços 99

CETIP/SELIC (custódia) 223

Pis/Cofins e outras taxas 102

Outras Despesas 35

TOTAL 1.937

Relatório Anual 2011 1 3

R$


Plano de Benefícios: EnerPrev

(CNPB 010.0007-65 )

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 109.642 84,5% 30.883 79,0%

Renda Variável 20.179 15,5% 8.194 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 1 9.8 0 100,0% 39.078 -

Caixa 2.685 - 127 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 13 .505 - 39. 04 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,5% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,5% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 3.801 2,9% EnerPrev IBrX-50 20.110 15,5%

EnerPrev CDI 12.272 9,5% Energia Livre II 68 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 46.825 36,1%

EnerPrev IMA-B (B) 46.729 36,0%

Valores a Pagar e Receber 14 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 109.64 84,5% TOTAL RV 0.179 15,5%

Caixa 2.685 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 13 .505

Relatório Anual 2011 1 4


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 3.801 2,9%

BB DTVM 12.272 9,3%

BNP Paribas 46.825 35,3%

Santander 46.729 35,3%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 20.110 15,2%

Itaú Unibanco 68 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 1 0,0%

Renda Variável 0 - 44 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 15,85% 9,05% Rentabilidade -20,77% 3,58%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

Relatório Anual 2011 1 5


Plano de Benefícios: Enersul

(CNPB 006.0073-19)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 297.668 85,1% 215.814 79,0%

Renda Variável 52.277 14,9% 57.263 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 349.945 100,0% 73.077 100,0%

Caixa 228 - 684 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 350.174 - 73.761 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação Limite Resolução 379 Limite Política de Investimentos

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 85,1% 100% 75% 100%

Renda Variável 14,9% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 13.029 3,7% EnerPrev IBrX-50 52.053 14,9%

EnerPrev CDI 32.172 9,2% Energia Livre II 224 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 125.135 35,8%

EnerPrev IMA-B (B) 127.574 36,5%

- Ações

Valores a Pagar e Receber ( 4 ) -0,1% Valores a Pagar e Receber 0,0%

TOTAL RF 97.668 85,1% TOTAL RV 5 . 77 14,9%

Caixa 228 - -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 350.174

Relatório Anual 2011 1 6


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 13.029 3,7%

BB DTVM 32.172 9,2%

BNP Paribas 125.135 35,7%

Santander 127.574 36,4%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 52.053 14,9%

Itaú Unibanco 224 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 10 0,0%

Renda Variável 0 - 307 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 15,81% 10,73% Rentabilidade -20,42% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 517

Treinamentos/Congresso e Seminários 0

Viagens e Estadias 21

Auditoria 76

Consultoria 864

Outros Prestadores de Serviços 99

CETIP/SELIC (custódia) 223

Pis/Cofins e outras taxas 102

Outras Despesas 35

TOTAL 1.937

Relatório Anual 2011 1 7

R$


Plano de Benefícios: Enertrade

(CNPB 006.007 -38)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 852.971 84,7% 510.874 79,0%

Renda Variável 154.139 15,3% 135.554 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 1.007.110 100,0% 646.4 8 100,0%

Caixa 8.962 - 173 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.016.07 - 646.600 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 57,7% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,3% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 38.847 3,9% EnerPrev IBrX-50 153.480 15,2%

EnerPrev CDI 94.761 9,4% Energia Livre II 659 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 355.590 35,3%

EnerPrev IMA-B (B) 363.953 36,1%

Valores a Pagar e Receber (179) 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 85 .971 84,7% TOTAL RV 154.139 15,3%

Caixa 8.962 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.016.07

Relatório Anual 2011 1 8


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 38.847 3,8%

BB DTVM 94.761 9,3%

BNP Paribas 355.590 35,0%

Santander 363.953 35,8%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 153.480 15,1%

Itaú Unibanco 659 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 23 0,0%

Renda Variável 0 - 728 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades / Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 18,71% 10,73% Rentabilidade -22,20% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 486

Treinamentos/Congresso e Seminários 0

Viagens e Estadias 19

Auditoria 72

Consultoria 812

Outros Prestadores de Serviços 93

CETIP/SELIC (custódia) 213

Pis/Cofins e outras taxas 96

Outras Despesas 33

TOTAL 1.8 5

Relatório Anual 2011 1 9

R$


Plano de Benefícios: Escelsa

(CNPB 006.0070-9 )

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 1.263.312 84,6% 690.297 79,0%

Renda Variável 229.785 15,4% 183.161 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 1.493.097 100,0% 873.457 100,0%

Caixa 93.673 - 3.623 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.586.770 - 877.081 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,6% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,4% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 50.423 3,4% EnerPrev IBrX-50 228.880 15,6%

EnerPrev CDI 136.119 9,1% Energia Livre II 905 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 545.859 36,6%

EnerPrev IMA-B (B) 532.058 35,6%

Valores a Pagar e Receber (1.147) 0,1% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 1. 63.31 84,6% TOTAL RV 9.785 15,4%

Caixa 93.673 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.586.770

Relatório Anual 2011 130


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 50.423 3,2%

BB DTVM 136.119 8,6%

BNP Paribas 545.859 34,4%

Santander 532.058 33,5%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 228.880 14,4%

Itaú Unibanco 905 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 32 0,0%

Renda Variável 0 - 983 0,1%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 17,55% 10,73% Rentabilidade -21,71% 1,45%

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 16,44% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) -14,06% 0,73%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 2.997

Treinamentos/Congresso e Seminários 2

Viagens e Estadias 120

Auditoria 442

Consultoria 5.004

Outros Prestadores de Serviços 573

CETIP/SELIC (custódia) 1.304

Pis/Cofins e outras taxas 592

Outras Despesas 204

TOTAL 11. 37

Relatório Anual 2011 131

R$


Plano de Benefícios: Pecém

(CNPB 010.0035-19 )

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 175.744 84,5% - -

Renda Variável 32.302 15,5% - -

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 08.046 100,0% - -

Caixa 229 - - -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 08. 76 - - -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 84,5% 100% 75% 100%

Renda Variável 15,5% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 3.176 1,5% EnerPrev IBrX-50 32.245 15,5%

EnerPrev CDI 22.548 10,8% Energia Livre II 58 0,0%

EnerPrev IMA-B (A) 71.982 34,6%

EnerPrev IMA-B (B) 78.038 37,5%

Valores a Pagar e Receber 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 175.744 84,5% TOTAL RV 3 .30 15,5%

Caixa 229 - - 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 08. 76

Relatório Anual 2011 13


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 3.176 1,5%

BB DTVM 22.548 10,8%

BNP Paribas 71.982 34,6%

Santander 78.038 37,5%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 32.245 15,5%

Itaú Unibanco 58 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 08. 76

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

Renda Fixa

Renda Variável

011 010

R$ % R$ %

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade* 11,41% - Rentabilidade -11,07% -

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI)* 15,66% - Benchmark (IBrX-50 Fech.) -10,82% -

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

Pessoal e encargos 433

Treinamentos/Congresso e Seminários -

Viagens e Estadias 13

Auditoria 53

Consultoria 1.008

Outros Prestadores de Serviços 145

CETIP/SELIC (custódia) 335

Pis/Cofins e outras taxas 42

Outras Despesas 42

TOTAL .075

Relatório Anual 2011 133

011

R$


Plano de Benefícios: Investco

(CNPB 010.0060-38)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 17.862 84,5% - -

Renda Variável 3.048 14,6% - -

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 0.910 100,0% - -

Caixa 260 - - -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.170 - - -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 85,4% 100% 75% 100%

Renda Variável 14,6% 70% 0% 25%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 3 0,0% EnerPrev IBrX-50 3.048 14,6%

EnerPrev CDI 2.544 12,2% Energia Livre II 0 0,0%

EnerPrev IMA-B (A) 9.315 44,5%

EnerPrev IMA-B (B) 6.001 28,7%

Valores a Pagar e Receber 0,0% Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 17.86 84,5% TOTAL RV 3.048 14,6%

Caixa 260 - 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1.170

Relatório Anual 2011 134


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

BTG Pactual 3 0,0%

BB DTVM 2.544 12,0%

BNP Paribas 9.315 44,0%

Santander 6.001 28,3%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Schroders 3.048 14,4%

Itaú Unibanco 0 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 08. 76

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - - -

Renda Variável 0 - - -

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade* 12,93% - Rentabilidade -15,85% -

Benchmark (88% IMA-B + 12% CDI) 13,58% - Benchmark (IBrX-50 Fech.) -13,92% -

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

Relatório Anual 2011 135

011

Pessoal e encargos 159

Treinamentos/Congresso e Seminários -

Viagens e Estadias 6

Auditoria 14

Consultoria 869

Outros Prestadores de Serviços (197)

CETIP/SELIC (custódia) 114

Pis/Cofins e outras taxas (41)

Outras Despesas 12

TOTAL 937

R$


Plano de Benefícios: Escelsos I

(CNPB 1988.0009-47)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 139.589.590 94,3% 112.747.814 78,0%

Renda Variável 6.548.734 4,4% 29.911.062 20,7%

Imóveis 976.182 0,7% 963.350 0,7%

Empréstimos 919.895 0,6% 891.756 0,6%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 148.034.401 100,0% 144.513.98 100,0%

Caixa 7.136 - 5.400 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 148.041.537 - 144.519.38 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 94,3% 100% 76% 100%

Renda Variável 4,4% 70% 0% 20%

Imóveis 0,7% 8% 0% 2%

Empréstimos 0,6% 15% 0% 2%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 228.598 0,2% EnerPrev IBrX-50 6.508.957 4,4%

EnerPrev CDI 8.030.139 5,4% Energia Livre II 39.776 0,0%

EnerPrev IMA-B (A) 19.590.090 13,2%

EnerPrev IMA-B (B) 19.412.505 13,1%

EnerPrev ALM I 92.366.709 62,4%

- Valores a Pagar e Receber (38.451) 0,0% - Valores a Pagar e Receber 0,0%

TOTAL RF 139.589.590 94,3% TOTAL RV 6.548.734 4,4%

Empréstimos R$ % Imóveis R$ %

Saldo 919.895 0,6% Comercial 976.182 0,7%

- Valores a Pagar e Receber 0,0% - Valores a Pagar e Receber 0,0%

TOTAL EM 919.895 0,6% TOTAL IM 976.18 0,7%

Caixa 7.136

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 148.041.537

Relatório Anual 2011 136


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

BB DTVM 8.030.139 5,4% 0 0,0%

BNP Paribas 19.590.090 13,2% 0 0,0%

Santander 19.412.505 13,1% 0 0,0%

BTG Pactual 92.595.307 62,5% 0 0,0%

Itaú Unibanco 39.776 0,0%

Schroders 6.508.957 4,4%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 5.178 0,0%

Renda Variável 160.541 0,1%

Imóveis 976.182 0,7% 963.350 0,7%

Empréstimos 919.895 0,6% 891.756 0,6%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência/Taxa Mínima Atuarial) 011

Renda Fixa 011 010 Imóveis 011 010

Rentabilidade 12,40% 10,73% Rentabilidade -2,73% 1,80%

Benchmark: 67%(IPCA+5%aa)+

24,5%IMA-B+8,5%CDI*

12,23% 10,00% Benchmark: INPC + 5% a.a. 11,36% 11,76%

Renda Variável 011 010 Empréstimos 011 010

Rentabilidade -20,49% 1,45% Rentabilidade 8,42% 12,90%

Benchmark: IBrX-50 Fech. -14,06% 0,73% Benchmark: INPC + 5% a.a. 11,36% 11,76%

Meta Atuarial 2011 (INPC + 5% a.a.) 11,36%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 30.292

Treinamentos/Congresso e Seminários 20

Viagens e Estadias 1.183

Auditoria 4.502

Consultoria 51.646

Outros Prestadores de Serviços 5.909

CETIP/SELIC (custódia) 13.787

Pis/Cofins e outras taxas 5.934

Outras Despesas 2.169

TOTAL 115.441

Relatório Anual 2011 137

R$


Plano de Benefícios: Escelsos II

(CNPB 1998.00 -9 )

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 326.810.600 87,1% 272.312.318 77,6%

Renda Variável 41.384.301 11,0% 72.259.389 20,6%

Imóveis 1.891.598 0,5% 1.625.859 0,5%

Empréstimos 5.053.758 1,3% 4.919.958 1,4%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 375.140. 56 100,0% 351.117.5 4 100%

Caixa 148.233 - 0 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 375. 88.489 - 351.157.61 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 87,1% 100% 58% 100%

Renda Variável 11,0% 70% 0% 30%

Imóveis 0,5% 8% 0% 2%

Empréstimos 1,3% 15% 0% 10%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

EnerPrev FIC Benefit 10.457.698 2,8% EnerPrev IBrX-50 40.996.305 10,9%

EnerPrev CDI 30.476.052 8,1% Energia Livre II 246.589 0,1%

EnerPrev IMA-B (A) 121.446.048 32,4%

EnerPrev IMA-B (B) 120.345.139 32,1%

EnerPrev ALM II 44.175.715 11,8%

- Títulos Privados - Ações

Debêntures GTD Participações 141.407 0,0%

Vale do Rio Doce 21.255 0,0%

- Valores a Pagar e Receber (111.307) 0,0% - Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 3 6.810.600 87,1% TOTAL RV 41.384.301 11,0%

Empréstimos R$ % Imóveis R$ %

Saldo 5.053.758 1,3% Comercial 1.891.598 0,5%

- Valores a Pagar e Receber 0,0% - Valores a Pagar e Receber 0,0%

TOTAL EM 5.053.758 1,3% TOTAL IM 1.891.598 0,5%

- Caixa 148.233 0,0%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 375. 88.489

Relatório Anual 2011 138


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

BB DTVM 30.476.052 9,3% 0 0,0%

BNP Paribas 121.446.048 37,2% 0 0,0%

Santander 120.345.139 36,8% 0 0,0%

BTG Pactual 54.633.413 16,7% 0 0,0%

Itaú Unibanco 246.589 0,1%

Schroders 40.996.305 12,5%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 21.255 0,0% 12.509 0,0%

Renda Variável 141.407 0,0% 387.836 0,1%

Imóveis 1.891.598 0,5% 1.625.859 0,5%

Empréstimos 5.053.758 1,3% 4.919.958 1,4%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência/Taxa Mínima Atuarial) 011

Renda Fixa 011 010 Imóveis 011 010

Rentabilidade 12,12% 10,73% Rentabilidade -2,73% 1,80%

Benchmark: 74%IMA-

B+15%(IPCA+5%aa)+9%CDI*

15,38% 10,00% Benchmark: INPC + 5% a.a.* 11,36% 11,76%

Renda Variável 011 010 Empréstimos 011 010

Rentabilidade -17,78% 1,45% Rentabilidade 8,42% 12,90%

Benchmark: IBrX-50 Fech. -14,06% 0,73% Benchmark: INPC + 5% a.a. 11,36% 11,76%

Meta Atuarial 2011 (INPC + 5% a.a.)* 11,36%

*O Benchmark de Janeiro/11 a Junho/11 foi: 80%CDI + 20%IRF-M.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

011

Pessoal e encargos 67.733

Treinamentos/Congresso e Seminários 43

Viagens e Estadias 2.634

Auditoria 10.077

Consultoria 116.957

Outros Prestadores de Serviços 13.257

CETIP/SELIC (custódia) 40.366

Pis/Cofins e outras taxas 13.253

Outras Despesas 4.923

TOTAL 69. 43

Relatório Anual 2011 139

R$


Plano de Benefícios: PSAP Bandeirante

(CNPB 198 .00 0-18)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 450.617.442 85,8% 367.663.000 81,9%

Renda Variável 60.076.607 11,4% 66.448.000 14,8%

Imóveis 1.885.000 0,4% 1.961.000 0,4%

Empréstimos 12.566.277 2,4% 13.085.000 2,9%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 5 5.145.3 7 100,0% 449.157.000 100,0%

Caixa 430.009 - 4.000 -

Exigível Contigencial 0 0,0% (1.1 7.000) -0,3%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 5 5.575.335 - 448.034.000 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação

Limite Política de Investimentos

Limite Resolução 379

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 85,8% 100% 64,95% 87,73%

Renda Variável 11,4% 70% 9,10% 21,61%

Investimentos Estruturados 0,0% 20% 0,00% 2,00%

Imóveis 0,4% 8% 0,00% 3,26%

Empréstimos 0,0% 15% 3,17% 8,17%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos - Fundos de Investimentos

ATUARIAL FI BSPS 179.479.762 34,1% FIA PV 7.785.956 1,5%

ATUARIAL FI BD 134.590.699 25,6% FIA DIVIDENDOS 14.573.095 2,8%

ATUARIAL FI CV 32.440.091 6,2% FIA FUNDAMENTALISTA 17.088.783 3,3%

ENERPREV CDI 104.289.481 19,8% FIA BOVESPA 20.628.773 3,9%

- Valores a Pagar e Receber (18 .590) 0,0% - Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 450.617.44 85,7% TOTAL RV 60.076.607 11,4%

Empréstimos R$ % Imóveis R$ %

Saldo 12.566.277 2,4% Comercial 1.885.000 0,4%

- Valores a Pagar e Receber 0,0% - Valores a Pagar e Receber 0,0%

TOTAL EM 1 .566. 77 ,4% TOTAL IM 1.885.000 0,4%

- Caixa 430.009 0,1%

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 5 5.575.335

Relatório Anual 2011 140


4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos Renda Fixa Renda Variável

BB DTVM 104.289.481 23,1%

BTG Pactual 346.510.552 76,9%

R$ % R$ %

Sul America 60.076.607 13,3%

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

5) Investimentos com Gestão Própria 011

Segmentos 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 - 361.550.000 80,7%

Renda Variável 0 - 57.904.000 12,9%

Imóveis 1.885.000 0,4% 1.961.000 0,4%

Empréstimos 12.566.277 2,4% 13.085.000 2,9%

Obs.: 1) O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

2) Os valores do ano de 2010 referem-se à gestão do antigo administrador do plano

6) Comparativo (Rentabilidades/Indíces de Referência/Taxa Mínima Atuarial) 011

Renda Fixa 011 010 Imóveis 011 010

Rentabilidade* 21,26% 18,92% Rentabilidade 2,89% 24,32%

Benchmark (IGP-DI + 6% a.a.) 11,29% 17,41% Benchmark (IGP-DI + 6% a.a.) 11,29% 17,41%

Renda Variável 011 010 Empréstimos 011 010

Rentabilidade -8,84% 5,20% Rentabilidade 12,04% 16,86%

Benchmark (IGP-DI + 6% a.a.) 11,29% 17,41% Benchmark (IGP-DI + 6% a.a.) 11,29% 17,41%

Meta Atuarial 2011 (IGP-DI + 6% a.a.) 11,29%

* Em virtude da mudança de critério de precificação dos valores dos Títulos Públicos Federais, realizada pelo antigo administrador do

plano em maio de 2011, esse segmento apresentou uma rentabilidade bem superior ao Benchmark no acumulado do ano.

7) Custos Incorridos com a Gestão dos Recursos

Tipo

Relatório Anual 2011 141

011

PSAP BD PSAP BSPS PSAP CV

R$ R$ R$

Pessoal e encargos 10.632 26.954 2.689

Treinamentos/Congresso e Seminários 14 37 4

Viagens e Estadias 585 1.482 148

Auditoria 1.409 3.571 356

Consultoria 26.318 59.002 6.547

Outros Prestadores de Serviços 1.340 3.396 339

CETIP/SELIC (custódia) 1.048 3.987 265

Pis/Cofins e outras taxas 2.351 5.959 594

Outras Despesas 1.549 3.150 381

TOTAL 45. 46 107.537 11.3


Plano de Gestão Administrativa (PGA)

1) Alocação por Segmento de Aplicação

Segmento

011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 1.189.439 100,0% 1.587.153 79,0%

Renda Variável 0 0% 421.129 21,0%

TOTAL DOS INVESTIMENTOS 1.189.439 100,0% .008. 8 -

Caixa 108.304 - 10.926 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1. 97.743 - .019. 07 -

) Tabela Comparativa dos Limites - Política de Investimentos e Legislação Vigente

Segmento

Alocação Limite Resolução 379 Limite Política de Investimentos

011 Minímo Máximo

Renda Fixa 100,0% 100% 100% 100%

3) Modalidades de Aplicação 011

Renda Fixa R$ % Renda Variável R$ %

- Fundos de Investimentos

Bradesco DI Federal 1.189.439 100,0%

Valores a Pagar e Receber Valores a Pagar e Receber

TOTAL RF 1.189.439 100,0% TOTAL RV 0 0,0%

Caixa 108.304 - 0 -

TOTAL RECURSOS GARANTIDORES 1. 97.743

4) Investimentos com Gestão Terceirizada 011

Gestores de Recursos

Bradesco 1.189.439 91,7%

Renda Fixa Renda Variável

R$ % R$ %

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

Relatório Anual 2011 14


5) Investimentos com Gestão Enerprev 011

Segmentos 011 010

R$ % R$ %

Renda Fixa 0 0,0% 0 -

Renda Variável 0 0,0% 0 -

Obs.: O % calculado no quadro acima é com base no Total Recursos Garantidores

6) Comparativo (Rentabilidades / Indíces de Referêncial) 011

Renda Fixa 011 010 Renda Variável 011 010

Rentabilidade 11,45% 10,73% Rentabilidade - 1,45%

Benchmark (100% CDI) 11,59% 10,00% Benchmark (IBrX-50 Fech.) - 0,73%

Relatório Anual 2011 143


Parecer Atuarial Consolidado

do Planos CD

Para fins da avaliação atuarial referente ao exercício de 2011 dos Planos de Benefícios

estruturados na modalidade de Contribuição Definida e administrados pela Enerprev -

Previdência Complementar do Grupo Energias do Brasil, utilizamos os cadastros de dados

individuais fornecidos pela Enerprev posicionados em 30/6/2011.

Os resultados da avaliação atuarial estão posicionados em 31/12/2011.

Após a análise detalhada desses dados e correções feitas pela Enerprev, verificamos que

eles estavam suficientemente completos, não havendo necessidade de qualquer ajuste para

realização da avaliação atuarial.

A responsabilidade sobre a veracidade e completitude das informações prestadas é inteiramente

das patrocinadoras, do administrador dos planos e de seus representantes legais, não cabendo

ao atuário qualquer responsabilidade sobre as informações prestadas.

I – Estatísticas

Benefícios a Conceder (30/6/ 011) Energias do Brasil Bandeirante Escelsa

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

Número 13 239 168

Idade média (em anos) 35,7 29,8 29,9

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

0,4 1,2 1,8

1

Número 1 2 -

Benefícios a Conceder (30/6/ 011)

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

Enersul Enertrade Energest

Número 13 17 68

Idade média (em anos) 29,5 35,4 35,7

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

3,8 1,3 1,5

1

Número 5 2 -

Benefícios a Conceder (30/6/ 011)

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

EDP Renováveis Enerpeixe Enerprev

Número 4 18 12

Idade média (em anos) 42,4 39,6 34,1

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

0,8 1,2 0,9

1

Número - - -

Relatório Anual 2011 144


Benefícios a Conceder (30/6/ 011) Pecém Investco

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

Número 32 12

Idade média (em anos) 33,4 36,6

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

0,4 0,3

1

Número - -

Benefícios Concedidos Energest

Número de aposentados válidos 1

Número de aposentados inválidos2 -

Número de benefícios proporcionais diferidos recebendo -

Número de pensionistas (grupos familiares) -

1 Inclui os participantes considerados como benefício proporcional diferido presumido

2 Inclui os auxílios-doença há mais de 2 anos

Nos demais planos, não há participantes assistidos na data base da avaliação atuarial.

II – Hipóteses e Métodos Atuariais

Por serem os Planos de Benefícios estruturados

na modalidade de contribuição definida,

as provisões matemáticas se igualam aos

saldos de conta formados pelas contribuições

acrescidas do retorno de investimentos.

Assim sendo, não cabe a utilização de

quaisquer hipóteses para determinação

dos compromissos correspondentes, para

apuração das contribuições estimadas para o

próximo exercício.

Regime Financeiro e Métodos Atuariais

Capitalização Individual – Saldo de Contas

Os benefícios são determinados pelo Saldo de

Contas.

III – Patrimônio Social

Com base nos balancetes fornecidos pela

Enerprev, o Patrimônio Social dos Planos

de Benefícios de Contribuição Definida em

31/12/2011 está detalhado a seguir:

Plano Patrimônio

Energias do Brasil R$ 2.465.311,21

Bandeirante R$ 2.349.401,02

Escelsa R$ 2.076.096,40

Enersul R$ 397.854,59

Enertrade R$ 1.036.849,51

Energest R$ 2.161.880,50

EDP Renováveis R$ 171.328,70

Enerpeixe R$ 346.424,01

Enerprev R$ 132.376,37

Pecém R$ 207.027,50

Investco R$ 30.508,75

A área atuarial da Towers Watson não efetuou

qualquer análise sobre a qualidade dos ativos

que compõem o Patrimônio Social dos Planos

de Benefícios de Contribuição Definida ora

avaliados tendo se baseado na informação

fornecida pela Enerprev.

IV – Patrimônio de Cobertura,

Provisões e Fundos dos Planos

Com base nos dados cadastrais, utilizando

as hipóteses e os métodos anteriormente

mencionados, certificamos que a composição do

Patrimônio de Cobertura dos Planos, das Provisões

e dos Fundos em 31/12/2011 é a seguinte:

Relatório Anual 2011 145


Item

Patrimônio de

Cobertura

Provisões

Matemáticas

Fundos

Fundo

Previdencial

Fundo

Administrativo

Energias do Brasil 2.306.709,31 2.306.709,31 158.601,90 154.935,56 3.666,34

Bandeirante 2.095.125,09 2.095.125,09 254.275,93 75.765,08 178.510,85

Escelsa 1.753.272,70 1.753.272,70 322.823,70 38.026,86 284.796,84

Enersul 357.866,37 357.866,37 39.988,22 7.942,00 32.046,22

Enertrade 1.028.007,35 1.028.007,35 8.842,16 8.842,16 0,00

Energest 2.079.786,99 2.079.786,99 82.093,51 72.667,06 9.426,45

EDP Renováveis 171.218,75 171.218,75 109,95 0,00 109,95

Enerpeixe 319.216,43 319.216,43 27.207,58 27.173,74 33,84

Enerprev 132.376,37 132.376,37 0,00 0,00 0,00

Pecém 203.117,82 203.117,82 3.909,68 3.909,68 0,00

Investco 30.508,75 30.508,75 0,00 0,00 0,00

VI – Plano de Custeio

O Plano de Custeio para 2012 prevê contribuições da Patrocinadora e do Participante com base

no Capítulo 7 do Regulamento dos Planos de Benefícios avaliados conforme segue:

� Contribuição Básica: equivalente ao percentual entre 1% e 5% do Salário de Contribuição

efetuada pelo participante ativo (obrigatória);

� Contribuição Voluntária: Percentual entre 1% e 5% do Salário de Contribuição, efetuada pelo

participante ativo (opcional);

� Contribuição Normal: efetuada pela Patrocinadora no valor de 100% do valor da Contribuição

Básica do Participante (obrigatória);

� Contribuição Extraordinária: Contribuições realizadas a qualquer tempo pela Patrocinadora

(opcional).

Com base nos cadastros de junho/2011, as contribuições para aposentadoria programada

representavam, em média:

Plano

Contribuição Participante

(Percentual sobre Salários)

Contribuição Patrocinadora

(Percentual sobre Salários)

Energias do Brasil 7,31% 7,31%

Bandeirante 3,89% 3,97%

Escelsa 4,56% 4,56%

Enersul 3,89% 3,89%

Enertrade 4,76% 4,76%

Energest 4,27% 4,40%

EDP Renováveis 5,00% 5,00%

Enerpeixe 4,47% 4,47%

Enerprev 3,67% 3,91%

Pecém 4,08% 4,08%

Investco 3,72% 3,72%

Relatório Anual 2011 146


Quanto ao custeio das despesas administrativas e com base no Planejamento Orçamentário

para 2012, a Enerprev estima um gasto total para a entidade de R$ 4.500.000,00, dos quais

R$ 391.594,87 referem-se aos planos CD e estão distribuídos, conforme critério de rateio da

Enerprev descrito abaixo:

Plano Orçamento 01 para Despesas Administrativas

Energias do Brasil R$ 48.634,20

Bandeirante R$ 137.776,43

Escelsa R$ 98.431,10

Enersul R$ 8.767,35

Enertrade R$ 14.186,12

Energest R$ 44.442,85

EDP Renováveis R$ 2.892,53

Enerpeixe R$ 12.824,51

Enerprev R$ 0,00

Pecém R$ 17.764,63

Investco

O valor está sujeito a revisões durante o ano.

R$ 5.875,15

Participantes autopatrocinados, conforme artigo 73 dos Regulamentos dos Planos serão

responsáveis pelo pagamento de suas contribuições e das que seriam feitas pela Patrocinadora,

acrescidas das taxas administrativas. Com relação ao custeio administrativo, não será necessário

desconto administrativo de autopatrocinados. Caso haja necessidade de aporte administrativo

por parte da Patrocinadora, deverá ser definido também o percentual a ser descontado de

autopatrocinados. As empresas EDP Energias do Brasil, Evrecy Participações e o Instituto EDP

Energias do Brasil são patrocinadoras não solidárias no Plano Energias do Brasil, portanto devem

observar o rateio com base na respectiva representação patrimonial entre elas.

VII – Conclusão

Face ao exposto, na qualidade de atuários responsáveis pela avaliação atuarial anual regular

dos Planos de Benefícios de Contribuição Definida da Enerprev, informamos que os planos

encontram-se financeiramente equilibrados em conformidade com os padrões atuariais de

prática aplicáveis.

Towers Watson Assessoria Empresarial Ltda.

São Paulo, 24 de fevereiro de 2012.

Waldner Barril Conde

MIBA nº 763

Sátyro Florentino Teixeira Neto

MIBA nº 1158

Relatório Anual 2011 147


Parecer Atuarial

Plano de Benefícios Escelsos I

Para fins da avaliação atuarial referente ao

exercício de 2011 do Plano de Benefícios I

administrado pela Enerprev - Previdência

Complementar do Grupo Energias do Brasil,

patrocinado pela Espírito Santo Centrais

Elétricas S.A. – Escelsa, Energest S.A. e Enerprev

- Previdência Complementar do Grupo

Energias do Brasil, utilizamos o cadastro de

dados individuais fornecido pela Enerprev

posicionado em 30/6/2011.

Os resultados da avaliação atuarial estão

posicionados em 31/12/2011.

Após a análise detalhada desses dados e

correções feitas pela Enerprev, verificamos que

eles estavam suficientemente completos, não

havendo necessidade de qualquer ajuste para

realização da avaliação atuarial.

I – Estatísticas

A responsabilidade sobre a veracidade e

completitude das informações prestadas

é inteiramente das patrocinadoras,

do administrador do plano e de seus

representantes legais, não cabendo ao

atuário qualquer responsabilidade sobre as

informações prestadas.

O Plano de Benefícios I da Enerprev está

fechado para novas adesões desde 30/5/1998.

A avaliação atuarial à qual se refere este

parecer reflete o regulamento aprovado pela

Portaria MPS/PREVIC/DITEC nº 222, de 5/4/2010,

publicada no Diário Oficial da União de

7/4/2010.

Benefícios a Conceder

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

30/6/ 011

Número 3

Idade média (em anos) 56,67

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

22,69

1

Número 0

Benefícios Concedidos 30/6/ 011

Número de aposentados válidos 502

Número de aposentados inválidos2 43

Número de pensionistas (grupos familiares)

1 Inclui os participantes considerados como benefício proporcional diferido presumido

2 Inclui os auxílios-doença há mais de 2 anos

180

Relatório Anual 2011 148


II – Hipóteses e Métodos Atuariais

O conjunto de hipóteses e métodos atuariais adotados nos cálculos atuariais resultou de um processo

de interação entre a Towers Watson e a Enerprev e contam com o aval das patrocinadoras do

Plano de Benefícios I, conforme determina a Resolução CGPC nº 18/2006.

Para a apuração das provisões matemáticas e custos foram utilizadas as seguintes hipóteses e

métodos atuariais:

Hipóteses Financeiras 011 010

Taxa real anual de juro 5% 5%

Projeção do crescimento real de salário 3% a.a. até 2015,

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

Projeção do crescimento real do benefício do INSS 0% 0%

Projeção do crescimento real dos benefícios do plano

Fator de determinação do valor real ao longo do tempo

0% 0%

Salários 100% 100%

Benefícios do plano 100% 100%

Benefícios do INSS 100% 100%

Hipóteses Biométricas e Demográficas 011 010

Tábua de Mortalidade Geral AT-2000 Básica1 AT-2000 Básica1 Tábua de Mortalidade de Inválidos RP-2000 Disabled1 RP-2000 Disabled1 Tábua de Entrada de Invalidez Wyatt 1985 Disability Study Class 11 Wyatt 1985 Disability Study

Class 11 Desligamento

Composição familiar

0% 0%

Participantes ativos 90% casados,

90% casados,

esposa 4 anos mais jovem

esposa 4 anos mais jovem

Participantes inativos família informada família informada

Probabilidade de Aposentadoria

1 Tábuas específicas por sexo

100% na 1ª elegibilidade 100% na 1ª elegibilidade

Taxa real anual de juros

A taxa real anual de juros, utilizada para trazer a valor presente os pagamentos dos benefícios

definidos, poderia ser definida com base na expectativa de longo prazo do retorno de

investimentos do plano, na data-base da avaliação atuarial. De acordo com a expectativa da

Entidade, a taxa de retorno real de longo prazo é de 5% a.a.

Projeção do crescimento real de salário

A taxa de crescimento salarial deve ser baseada na política de recursos humanos de longo prazo

dos patrocinadores do plano de benefícios de modo a refletir o aumento real médio de salário

que as empresas estimam que um empregado tenha ao longo de toda a sua carreira.

Relatório Anual 2011 149


A patrocinadora optou por ajustar a taxa

de crescimento salarial real para 3% ao ano

até 2015 e 1% a partir de 2016 por considerar

que essa hipótese reflete a expectativa das

empresas com relação à evolução futura

média dos salários ao longo da carreira dos seus

empregados. Tendo em vista a diminuta massa

de participantes ativos no Plano I, o impacto

dessa alteração nos resultados foi imaterial.

Fator de determinação do valor real ao longo

do tempo

Fator aplicado sobre os salários e benefícios, a

fim de determinar um valor médio e constante,

em termos reais, durante o período de um ano.

Este fator é calculado em função do nível de

inflação estimado e do número de reajustes,

dos salários e benefícios, que ocorrerá durante

o período de 12 meses.

A adoção de um fator de 100% reflete a opção

por se utilizar valores nominais no processo de

avaliação atuarial, independentemente de

eventual redução inflacionária.

Hipóteses Biométricas e Demográficas

As tábuas biométricas e demográficas

são instrumentos que permitem medir as

probabilidades de ocorrências de eventos,

como morte, invalidez e desligamento de uma

população em função da idade e do sexo.

Essas tábuas são selecionadas dentre um

conjunto de tábuas geralmente aceitas no

Brasil para a avaliação dos compromissos com

benefícios de longo prazo.

A escolha da tábua de mortalidade que

melhor se ajuste ao perfil dos participantes

dos planos de benefícios tem sido um assunto

amplamente discutido nos últimos anos pelas

empresas. Atualmente não existem tábuas

brasileiras que representem a mortalidade de

participantes dos fundos de pensão no Brasil.

Regime Financeiro e Métodos Atuariais

Capitalização – Crédito Unitário Projetado

O Método do Crédito Unitário Projetado é

usado para determinar o custo do serviço e

a obrigação projetada para aposentadoria,

desligamento e demais benefícios. De acordo

com este método, uma “parcela de benefício

projetado” é calculada no início e no final do

ano, para cada benefício futuro.

A “parcela de benefício projetado” é baseada

na fórmula de acumulação de benefício no

início ou final do ano, usando a média salarial

e outros fatores aplicáveis, projetados para a

idade na qual o empregado deve se aposentar.

A obrigação projetada para aposentadoria

é o valor presente atuarial das “parcelas de

benefícios projetados” no início do ano para

cada participante empregado e é o valor

presente atuarial de todos os benefícios para

os demais participantes. O custo do serviço é

o valor presente atuarial da diferença entre as

“parcelas de benefícios projetados” no início e

final de ano.

Comentários sobre métodos atuariais

O método atuarial adotado gera custos

ligeiramente crescentes, porém este efeito

pode ser minimizado, ou mesmo anulado,

caso haja rotatividade superior à admitida nas

hipóteses atuariais.

Cabe ressaltar que, sendo as contribuições

calculadas com base no Salário de

Participação, elas poderão aumentar

nominalmente à medida que os salários e outros

componentes da remuneração sofram reajustes.

Relatório Anual 2011 150


III – Patrimônio Social

Com base no balancete do Plano de

Benefícios I da Enerprev de 31/12/2011, o

Patrimônio Social é de R$ 134.173.330,32.

De acordo com informações prestadas

pela Enerprev para a manutenção de títulos

marcados na curva, o Plano I da Enerprev

possui estudos que evidenciam a capacidade

de atendimento das necessidades de liquidez

em função dos direitos dos participantes, das

obrigações do plano e do perfil do exigível

atuarial do plano de benefícios conforme

determina a Resolução CGPC nº 4/2002.

A Towers Watson não efetuou qualquer análise

sobre a qualidade dos ativos que compõem

o Patrimônio Social do Plano de Benefícios ora

avaliado, tendo se baseado na informação

fornecida pela Enerprev.

IV – Patrimônio de Cobertura,

Provisões e Fundos

Com base nos dados cadastrais, utilizando

as hipóteses e os métodos anteriormente

mencionados, certificamos que a

composição do Patrimônio de Cobertura

do Plano, das Provisões e dos Fundos em

31/12/2011 é a seguinte:

Patrimônio de Cobertura do Plano

Valores em R$

134.1 1.375,00

Provisões Matemáticas 108.698.99 ,00

Benefícios Concedidos 108.422.376,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Conta de Assistidos 0,00

Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização 108.422.376,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 85.397.701,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 23.024.675,00

Benefícios a Conceder 276.616,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Contas – Parcela Patrocinadores 0,00

Saldo de Contas – Parcela Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Programado 273.998,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 307.496,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores (22.332,00)

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (11.166,00)

BD Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado 2.618,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 3.173,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores (370,00)

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (185,00)

Provisão Matemática a Constituir 0,00

Serviço Passado 0,00

Déficit Equacionado 0,00

Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias 0,00

Continua

Relatório Anual 2011 151


Valores em R$

Equilíbrio Técnico 25.422.383,00

Resultados Realizados 25.422.383,00

Superávit Técnico Acumulado 25.422.383,00

Reserva de Contingência 25.422.383,00

Reserva Especial para Revisão de Plano 0,00

Déficit Técnico Acumulado 0,00

Resultados a Realizar 0,00

Fundos 51.955,3

Fundo Previdencial 0,00

Fundo Administrativo 0,00

Fundo de Investimento 51.955,32

V – Variação do Passivo Atuarial

O quadro a seguir apresenta um resumo do passivo atuarial encerrado em 31/12/2011

comparado com o passivo atuarial encerrado em 31/12/2010 atualizado para 31/12/2011.

Valores em R$ Variação

em %

Exercício Encerrado Exercício Anterior Atualizado

Passivo Atuarial 108.698.992,00 108.147.813,00 0,5%

Benefícios Concedidos 108.422.376,00 108.081.590,00 0,3%

Contribuição Definida 0,00 0,00 -

Benefício Definido 108.422.376,00 108.081.590,00 0,3%

Benefícios a Conceder 276.616,00 66.223,00 317,7%

Contribuição Definida 0,00 0,00 -

Benefício Definido 276.616,00 66.223,00 317,7%

Os compromissos atuariais totais apurados na

avaliação atuarial de 2011 variaram dentro do

esperado considerando a evolução da massa

de participantes e as hipóteses selecionadas.

Cabe ressaltar que a variação observada nos

benefícios a conceder se deve à permanência

em atividade de participantes que já atingiram

todas as condições para aposentadoria.

VI – Plano de Custeio

O Plano de Custeio de Participantes Ativos do

Plano de Benefícios I da Enerprev é definido em

faixas salariais no seu regulamento, conforme

detalhado a seguir:

Faixa Salarial % de contribuição

Até ½ Teto RGPS 2,40%

De ½ a 1 Teto RGPS 4,80%

Acima de 1 Teto RGPS 12,00%

Teto RGPS: R$ 3.916,20 em 1/1/2012

A aplicação das taxas regulamentares sobre

o salário futuro dos Participantes Ativos leva

a uma contribuição média de 2,40%. Os

Participantes Assistidos contribuem com 10%

sobre seus benefícios.

Relatório Anual 2011 15


Por sua vez, a Patrocinadora contribui com o

dobro da contribuição dos seus empregados

que sejam participantes, limitado a 7% da

folha salarial.

Por força de Acordo Judicial a ser homologado

pela 1ª Vara do Trabalho de Vitória/ES, está

prevista a suspensão das contribuições

previdenciais por 5 anos, as quais serão

suportadas por recursos contingenciados,

conforme detalhado em Estudo Atuarial, bem

como no Termo de Transação Judicial.

Quanto ao custeio das despesas

administrativas e com base no Planejamento

Orçamentário para 2012, a Enerprev estima um

gasto total para a entidade de R$ 4.500.000,00,

dos quais R$ 677.589,35 referem-se ao Plano

de Benefícios I da Enerprev, conforme critério

de rateio da Enerprev. O valor está sujeito

a revisões durante o ano e as contribuições

administrativas ficam limitadas a 15% do total

de contribuições para o Plano, conforme

regulamento.

Participantes autopatrocinados, conforme

artigo 2º, III do Regulamento do Plano,

serão responsáveis pelo pagamento de

suas contribuições e as da respectiva

Patrocinadora. Com relação ao custeio

administrativo, o percentual a ser descontado

de autopatrocinados na vigência deste Plano

de Custeio corresponde a de 15% do total de

suas contribuições para o Plano.

O Plano de Custeio deste Plano está

estabelecido no Capítulo IX (Artigos 39 a 45) do

Regulamento. Recomendamos análise jurídica

da Entidade, visando eventuais adequações

no referido capítulo, a fim de torná-lo mais

flexível para atender as reais necessidades

técnicas deste Plano, em especial o equilíbrio

entre custo e custeio.

O Plano de Custeio tem vigência de abril/2012

a março/2013. Para os meses de janeiro a

março/2012, fica mantido o Plano de Custeio

vigente em 2011.

VII – Conclusão

Face ao exposto, na qualidade de atuários

responsáveis pela avaliação atuarial anual

regular do Plano de Benefícios I da Enerprev,

informamos que o plano encontra-se

superavitário. O superávit representa 23,39%

das Provisões Matemáticas do Plano.

Towers Watson Assessoria Empresarial Ltda.

São Paulo, 24 de fevereiro de 2012.

Waldner Barril Conde

MIBA nº 763

Sátyro Florentino Teixeira Neto

MIBA nº 1158

Relatório Anual 2011 153


Parecer Atuarial

Plano de Benefícios Escelsos II

Para fins da avaliação atuarial referente ao

exercício de 2011 do Plano de Benefícios II

administrado pela Enerprev - Previdência

Complementar do Grupo Energias do Brasil,

patrocinado pela Espírito Santo Centrais

Elétricas S.A. – Escelsa, Energest S.A. e Enerprev

- Previdência Complementar do Grupo

Energias do Brasil, utilizamos o cadastro de

dados individuais fornecido pela Enerprev

posicionado em 30/6/2011.

Os resultados da avaliação atuarial estão

posicionados em 31/12/2011.

Após a análise detalhada desses dados e

correções feitas pela Enerprev, verificamos que

eles estavam suficientemente completos, não

havendo necessidade de qualquer ajuste para

I – Estatísticas

realização da avaliação atuarial.

A responsabilidade sobre a veracidade e

completitude das informações prestadas

é inteiramente das patrocinadoras,

do administrador do plano e de seus

representantes legais, não cabendo ao

atuário qualquer responsabilidade sobre as

informações prestadas.

A avaliação atuarial à qual se refere este

parecer reflete o regulamento aprovado

pela Portaria MPS/PREVIC/DITEC nº 346, de

5/7/2011, publicada no Diário Oficial da

União de 6/7/2011.

Benefícios a Conceder

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

30/6/ 011

Número 831

Idade média (em anos) 45,9

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

21,6

1

Número 12

Benefícios Concedidos - Renda Vitalícia 30/6/ 011

Número de aposentados válidos 142

Número de aposentados inválidos2 56

Número de pensionistas (grupos familiares) 18

Benefícios Concedidos - Saldo de Conta 30/6/ 011

Número de aposentados válidos 234

Número de aposentados inválidos2 1

Número de pensionistas (grupos familiares) 2

1 Inclui os participantes considerados como benefício proporcional diferido presumido

2 Inclui os auxílios-doença há mais de 2 anos

Relatório Anual 2011 154


II – Hipóteses e Métodos Atuariais

O conjunto de hipóteses e métodos atuariais adotados nos cálculos atuariais resultou de um processo

de interação entre a Towers Watson e a Enerprev e contam com o aval das patrocinadoras do

Plano de Benefícios II, conforme determina a Resolução CGPC nº 18/2006.

Para a apuração das provisões matemáticas e custos foram utilizadas as seguintes hipóteses e

métodos atuariais:

Hipóteses Financeiras 011 010

Taxa real anual de juro 5% 5%

Projeção do crescimento real de salário 3% a.a. até 2015,

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

Projeção do crescimento real do benefício do INSS 0% 0%

Projeção do crescimento real dos benefícios do plano

Fator de determinação do valor real ao longo do tempo

0% 0%

Salários 100% 100%

Benefícios do plano 100% 100%

Benefícios do INSS 100% 100%

Hipóteses Biométricas e Demográficas 011 010

Tábua de Mortalidade Geral RP-2000 Geracional1 RP-2000 Geracional1 Tábua de Mortalidade de Inválidos RP-2000 Disabled1 RP-2000 Disabled1 Tábua de Entrada de Invalidez Wyatt 1985 Disability Study

Class 11 Wyatt 1985 Disability Study

Class 11 Desligamento

Composição familiar

0% 0%

Participantes ativos 90% casados,

90% casados,

esposa 4 anos mais jovem esposa 4 anos mais jovem

Participantes inativos família informada família informada

Probabilidade de Aposentadoria 100% na 1ª elegibilidade 100% na 1ª elegibilidade

1 Tábuas específicas por sexo

Taxa real anual de juros

A taxa real anual de juros, utilizada para

trazer a valor presente os pagamentos dos

benefícios definidos, poderia ser definida

com base na expectativa de longo prazo do

retorno de investimentos do plano, na database

da avaliação atuarial. De acordo com

a expectativa da Entidade, a taxa de retorno

real de longo prazo é de 5% a.a.

Projeção do crescimento real de salário

A taxa de crescimento salarial deve ser

baseada na política de recursos humanos de

longo prazo dos patrocinadores do plano de

benefícios de modo a refletir o aumento real

médio de salário que as empresas estimam

que um empregado tenha ao longo de toda

a sua carreira.

A patrocinadora optou por ajustar a taxa

de crescimento salarial real para 3% ao ano

até 2015 e 1% a partir de 2016 por considerar

que essa hipótese reflete a expectativa das

empresas com relação à evolução futura

média dos salários ao longo da carreira dos

seus empregados.

Relatório Anual 2011 155


Fator de determinação do valor real ao longo

do tempo

Fator aplicado sobre os salários e benefícios, a

fim de determinar um valor médio e constante,

em termos reais, durante o período de um ano.

Este fator é calculado em função do nível de

inflação estimado e do número de reajustes,

dos salários e benefícios, que ocorrerá durante

o período de 12 meses.

A adoção de um fator de 100% reflete a opção

por se utilizar valores nominais no processo de

avaliação atuarial, independentemente de

eventual redução inflacionária.

Hipóteses Biométricas e Demográficas

As tábuas biométricas e demográficas

são instrumentos que permitem medir as

probabilidades de ocorrências de eventos,

como morte, invalidez e desligamento de uma

população em função da idade e do sexo.

Essas tábuas são selecionadas dentre um

conjunto de tábuas geralmente aceitas no

Brasil para a avaliação dos compromissos com

benefícios de longo prazo.

A escolha da tábua de mortalidade que

melhor se ajuste ao perfil dos participantes

dos planos de benefícios tem sido um assunto

amplamente discutido nos últimos anos pelas

empresas. Atualmente não existem tábuas

brasileiras que representem a mortalidade de

participantes dos fundos de pensão no Brasil.

Regime Financeiro e Métodos Atuariais

Capitalização – Crédito Unitário Projetado

O Método do Crédito Unitário Projetado é

usado para determinar o custo do serviço e

a obrigação projetada para aposentadoria,

desligamento e demais benefícios. De acordo

com este método, uma “parcela de benefício

projetado” é calculada no início e no final do

ano, para cada benefício futuro.

A “parcela de benefício projetado” é baseada

na fórmula de acumulação de benefício no

início ou final do ano, usando a média salarial

e outros fatores aplicáveis, projetados para a

idade na qual o empregado deve se aposentar.

A obrigação projetada para aposentadoria

é o valor presente atuarial das “parcelas de

benefícios projetados” no início do ano para

cada participante empregado e é o valor

presente atuarial de todos os benefícios para os

demais participantes. O custo do serviço é o valor

presente atuarial da diferença entre as “parcelas

de benefícios projetados” no início e final de ano.

Comentários sobre métodos atuariais

O método atuarial adotado gera custos

ligeiramente crescentes, porém este efeito

pode ser minimizado, ou mesmo anulado,

caso haja rotatividade superior à admitida nas

hipóteses atuariais.

Cabe ressaltar que, sendo as contribuições

calculadas com base no Salário de Participação,

elas poderão aumentar nominalmente à

medida que os salários e outros componentes da

remuneração sofram reajustes.

III – Patrimônio Social

Com base no balancete do Plano de

Benefícios II da Enerprev de 31/12/2011, o

Patrimônio Social é de R$ 375.757.780,68.

De acordo com informações prestadas

pela Enerprev para a manutenção de títulos

marcados na curva, o Plano II da Enerprev

possui estudos que evidenciam a capacidade

de atendimento das necessidades de liquidez

em função dos direitos dos participantes, das

obrigações do plano e do perfil do exigível

atuarial do plano de benefícios conforme

determina a Resolução CGPC nº 4/2002.

A Towers Watson não efetuou qualquer análise

sobre a qualidade dos ativos que compõem

o Patrimônio Social do Plano de Benefícios ora

avaliado, tendo se baseado na informação

fornecida pela Enerprev.

Relatório Anual 2011 156


IV – Patrimônio de Cobertura, Provisões e Fundos

Com base nos dados cadastrais, utilizando as hipóteses e os métodos anteriormente

mencionados, certificamos que a composição do Patrimônio de Cobertura do Plano, das

Provisões e dos Fundos em 31/12/2011 é a seguinte:

Valores em R$

Patrimônio de Cobertura do Plano 3 9.345.837,95

Provisões Matemáticas 314.471.319,95

Benefícios Concedidos 144.650.442,45

Contribuição Definida 93.645.506,45

Saldo de Conta de Assistidos 93.645.506,45

Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização 51.004.936,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 40.051.983,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 10.952.953,00

Benefícios a Conceder 169.820.877,50

Contribuição Definida 161.327.741,50

Saldo de Contas – Parcela Patrocinadores 79.235.981,74

Saldo de Contas – Parcela Participantes 82.091.759,76

BD Estruturado em Regime de Capitalização Programado 0,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado 8.493.136,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 12.662.680,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores (2.084.772,00)

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (2.084.772,00)

Provisão Matemática a Constituir 0,00

Serviço Passado 0,00

Déficit Equacionado 0,00

Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias 0,00

Equilíbrio Técnico 14.874.518,00

Resultados Realizados 14.874.518,00

Superávit Técnico Acumulado 14.874.518,00

Reserva de Contingência 14.874.518,00

Reserva Especial para Revisão de Plano 0,00

Déficit Técnico Acumulado 0,00

Resultados a Realizar 0,00

Fundos 46.411.94 ,73

Fundo Previdencial 45.887.591,44

Reversão de Saldo por Exigência Regulamentar 465.905,28

Revisão de Plano 45.421.686,16

Fundo Administrativo 251.914,59

Fundo de Investimento 272.436,70

Relatório Anual 2011 157


De acordo com o art. 7º da Resolução CGPC

nº 26/2008, o resultado superavitário deve

ser destinado à constituição de reserva de

contingência, até o limite de 25% das provisões

matemáticas atribuíveis aos benefícios:

� Cujo valor ou nível seja previamente

estabelecido e cujo custeio seja determinado

atuarialmente, de forma a assegurar sua

concessão e manutenção

� Bem como àqueles benefícios que adquirem

característica de benefício definido na fase

de concessão

O entendimento da Towers Watson, com base

no texto do normativo reproduzido acima, é

o de que o valor registrado em Benefícios a

Conceder – Contribuição Definida deve ser

incluído na base de cálculo do limite, uma

vez que os participantes ativos do Plano II

poderão, na concessão do benefício, optar

pela renda vitalícia.

V – Variação do Passivo Atuarial

A divisão do resultado superavitário do Plano

II, entre reserva de contingência e reserva

especial, vinha sendo registrada anualmente

com base nesse entendimento, que posterga a

distribuição de recursos, hoje excedentes, que

poderão ser necessários ao plano à medida

que os participantes ativos se aposentem.

Contudo, o novo sistema do Demonstrativo

Atuarial da Previc exige que a base de

cálculo do limite de reserva de contingência

exclua todas as parcelas de contribuição

definida, inclusive os saldos de conta que

ainda podem ser transformados em renda

vitalícia, o que eleva o valor de reserva

especial em 31/12/2011 de R$ 5.089.750,78

para R$ 45.421.686,16. Tendo em vista o 3º ano

consecutivo de reserva especial, esse valor

deve ser destinado à constituição de um Fundo

Previdencial para Revisão do Plano, conforme

estabelecido na Resolução CGPC nº 26/2008.

Os valores apresentados acima no

Demonstrativo das Provisões e Fundos já

contemplam essa alteração.

O quadro a seguir apresenta um resumo do passivo atuarial encerrado em 31/12/2011

comparado com o passivo atuarial encerrado em 31/12/2010 atualizado para 31/12/2011.

Valores em R$ Variação

Exercício Encerrado Exercício Anterior Atualizado

em %

Passivo Atuarial 314.471.319,95 308.854.080,95 1,8%

Benefícios Concedidos 144.650.442,45 139.666.031,45 3,6%

Contribuição Definida 93.645.506,45 93.645.506,45 N/A

Benefício Definido 51.004.936,00 46.020.525,00 10,8%

Benefícios a Conceder 169.820.877,50 169.188.049,50 0,4%

Contribuição Definida 161.327.741,50 161.327.741,50 N/A

Benefício Definido 8.493.136,00 7.860.308,00 8,1%

Os compromissos atuariais totais apurados na avaliação atuarial de 2011 variaram dentro do

esperado considerando a evolução da massa de participantes e as hipóteses selecionadas.

O crescimento da parcela BD das provisões matemáticas de benefícios a conceder se deve,

além das variações cadastrais, à alteração na hipótese de crescimento salarial, que produziu

um impacto de R$ 1.264.031,00. Por sua vez, a parcela BD dos benefícios concedidos cresceu em

razão do aumento de assistidos que optaram por renda vitalícia.

Relatório Anual 2011 158


VI – Plano de Custeio

1 – Contribuição Básica do Participante e Contribuição Normal da Patrocinadora

A contribuição Básica do Participante Ativo é de no mínimo 1% do Salário de Participação.

Por sua vez, a contribuição da Patrocinadora varia de acordo com o salário e a idade do

participante:

Salário

Idade

Percentual Normal

(sobre Ctb Básica)

Percentual Mínimo

(sobre SalPar - 8SU)

Percentual Máximo

(sobre SalPar - 8SU)

Acima de 8 Sus - Idade até 34 anos 50% 1,0% 4,4%

Acima de 8 Sus - Entre 35 anos e 44 anos 100% 1,0% 8,7%

Acima de 8 Sus - 45 anos ou mais 100% 1,0% 13,0%

Para participantes com salário até 8 SUs,

haverá apenas a contribuição normal da

patrocinadora de 1,0% sobre o Salário de

Participação.

Com base no cadastro de junho/2011, as

contribuições para aposentadoria programada

representavam, em média, 9,0% para os

participantes, e 7,2% para a patrocinadora,

percentuais sobre o Salário de Participação.

2 – Contribuições para os Benefícios de Risco

A Patrocinadora contribuirá, mensalmente,

o equivalente a 0,69% do total dos Salários

de Participação dos Participantes inscritos no

referido Plano para a cobertura dos benefícios

de risco, enquanto que os Participantes Ativos

irão contribuir, também, com 0,69% do total

dos Salários de Participação, totalizando 1,38%,

percentual equivalente ao custo dos benefícios

de risco.

3 – Contribuições para Despesas Administrativas

Quanto ao custeio das despesas

administrativas e com base no Planejamento

Orçamentário para 2012, a Enerprev estima um

gasto total para a entidade de R$ 4.500.000,00,

dos quais R$ 1.494.737,35 referem-se ao Plano

de Benefícios II da Enerprev, conforme critério

de rateio da Enerprev. O valor está sujeito

a revisões durante o ano e as contribuições

administrativas ficam limitadas a 15% do total

de contribuições para o Plano, conforme

regulamento.

Participantes autopatrocinados, conforme

artigo 65 do Regulamento do Plano, serão

responsáveis pelo pagamento de sua

contribuição básica, da contribuição normal

da Patrocinadora e das contribuições para

benefícios de risco e despesas administrativas.

Com relação ao custeio administrativo,

o percentual a ser descontado de

autopatrocinados na vigência deste Plano de

Custeio corresponde a de 15% do total de suas

contribuições para o Plano.

Participantes optantes pelo BPD, conforme

artigo 66 § 4º, também serão responsáveis

pela cobertura das despesas administrativas

do Plano. Como critério de pagamento,

recomendamos que o valor corresponda a

15% da última contribuição mensal completa

realizada por participante e patrocinadora,

atualizado pela variação da cota. O valor

poderá ser debitado do saldo total de contas,

mediante anuência do participante.

O Plano de Custeio tem vigência de abril/2012

a março/2013. Para os meses de janeiro a

março/2012, fica mantido o Plano de Custeio

vigente em 2011.

Relatório Anual 2011 159


VII – Conclusão

Face ao exposto, na qualidade de atuários

responsáveis pela avaliação atuarial anual

regular do Plano de Benefícios II da Enerprev,

informamos que o plano encontra-se

superavitário.

Em razão do registro de reserva especial pelo

3º ano consecutivo, de acordo com a

Resolução CGPC nº 26/2008, recomendamos

que o valor excedente a 25% das

provisões matemáticas, correspondente a

R$ 45.421.686,16 seja destinado ao Fundo

Previdencial para Revisão do Plano. A Enerprev

deverá realizar estudos, ao longo de 2012, para

definir os critérios de distribuição dos recursos.

Towers Watson Assessoria Empresarial Ltda.

São Paulo, 9 de março de 2012

Waldner Barril Conde

MIBA nº 763

Sátyro Florentino Teixeira Neto

MIBA nº 1158

Relatório Anual 2011 160


Parecer Atuarial

Plano de Benefícios PSAP/Bandeirante

Para fins da avaliação atuarial referente ao

exercício de 2011 do Plano de Benefícios PSAP/

Bandeirante administrado pela Enerprev -

Previdência Complementar do Grupo Energias

do Brasil, patrocinado pela Bandeirante Energia

S.A., utilizamos o cadastro de dados individuais

fornecido pela Enerprev posicionado em

30/6/2011.

Os resultados da avaliação atuarial estão

posicionados em 31/12/2011.

Após a análise detalhada desses dados e

correções feitas pela Enerprev, verificamos que

eles estavam suficientemente completos, não

havendo necessidade de qualquer ajuste para

I – Estatísticas

realização da avaliação atuarial.

A responsabilidade sobre a veracidade e

completitude das informações prestadas

é inteiramente das patrocinadoras,

do administrador do plano e de seus

representantes legais, não cabendo ao

atuário qualquer responsabilidade sobre as

informações prestadas.

A avaliação atuarial à qual se refere este

Benefícios a Conceder

Participantes ativos (considerando os autopatrocinados)

30/6/ 011

Número 749

Idade média (em anos) 41,5

Tempo de serviço médio (em anos)

Participantes em aguardo de benefício proporcional

17,2

1

Número 103

Benefícios Concedidos 30/6/ 011

Número de aposentados válidos 522

Número de aposentados inválidos2 68

Número de pensionistas (grupos familiares)

1 Inclui os participantes considerados como benefício proporcional diferido presumido

2 Inclui os auxílios-doença há mais de 2 anos

20

parecer reflete o regulamento aprovado pelo

Ofício nº 1.179/SPC/DETEC/CGAT, de 11/5/2010.

Relatório Anual 2011 161


II – Hipóteses e Métodos Atuariais

O conjunto de hipóteses e métodos atuariais adotados nos cálculos atuariais resultou de

um processo de interação entre a Towers Watson e a Enerprev e contam com o aval da

patrocinadora do Plano PSAP/Bandeirante, conforme determina a Resolução CGPC nº 18/2006.

Para a apuração das provisões matemáticas e custos foram utilizadas as seguintes hipóteses e

métodos atuariais:

Hipóteses Financeiras 011 010

Taxa real anual de juro 6% 6%

Projeção do crescimento real de salário 3% a.a. até 2015,

1% a.a. a partir de 2016

1% a.a.

Projeção do crescimento real do benefício do INSS 0% 0%

Projeção do crescimento real dos benefícios do plano

Fator de determinação do valor real ao longo do tempo

0% 0%

Salários 100% 100%

Benefícios do plano 100% 97,84%

Benefícios do INSS 100% 100%

Hipóteses Biométricas e Demográficas 011 010

Tábua de Mortalidade Geral AT 831 AT 831 Tábua de Mortalidade de Inválidos AT 491 AT 491 Tábua de Entrada de Invalidez Light Média Light Média

Desligamento

Composição familiar

0% 0%

Participantes ativos 90% casados,

esposa 4 anos mais jovem

Experiência Fundação Cesp

Participantes inativos família informada família informada

Probabilidade de Aposentadoria

1 Tábuas específicas por sexo

100% na 1ª elegibilidade 100% na 1ª elegibilidade

Taxa real anual de juros

A taxa real anual de juros, utilizada para

trazer a valor presente os pagamentos dos

benefícios definidos, poderia ser definida

com base na expectativa de longo prazo do

retorno de investimentos do plano, na database

da avaliação atuarial. De acordo com a

expectativa da Entidade, a taxa de retorno real

de longo prazo é de 6% a.a.

Projeção do crescimento real de salário

A taxa de crescimento salarial deve ser

baseada na política de recursos humanos de

longo prazo dos patrocinadores do plano de

benefícios de modo a refletir o aumento real

médio de salário que as empresas estimam

que um empregado tenha ao longo de toda

a sua carreira.

A patrocinadora optou por ajustar a taxa

de crescimento salarial real para 3% ao ano

até 2015 e 1% a partir de 2016 por considerar

que essa hipótese reflete a expectativa das

empresas com relação à evolução futura

média dos salários ao longo da carreira dos

seus empregados.

Relatório Anual 2011 16


Fator de determinação do valor real ao longo

do tempo

Fator aplicado sobre os salários e benefícios, a

fim de determinar um valor médio e constante,

em termos reais, durante o período de um ano.

Este fator é calculado em função do nível de

inflação estimado e do número de reajustes,

dos salários e benefícios, que ocorrerá durante

o período de 12 meses.

A adoção de um fator de 100% reflete a opção

por se utilizar valores nominais no processo de

avaliação atuarial, independentemente de

eventual redução inflacionária.

Hipóteses Biométricas e Demográficas

As tábuas biométricas e demográficas

são instrumentos que permitem medir as

probabilidades de ocorrências de eventos,

como morte, invalidez e desligamento de uma

população em função da idade e do sexo.

Essas tábuas são selecionadas dentre um

conjunto de tábuas geralmente aceitas no

Brasil para a avaliação dos compromissos com

benefícios de longo prazo.

A escolha da tábua de mortalidade que

melhor se ajuste ao perfil dos participantes

dos planos de benefícios tem sido um assunto

amplamente discutido nos últimos anos pelas

empresas. Atualmente não existem tábuas

brasileiras que representem a mortalidade de

participantes dos fundos de pensão no Brasil.

Regime Financeiro e Métodos Atuariais

Capitalização – Crédito Unitário Projetado

O Método do Crédito Unitário Projetado é

usado para determinar o custo do serviço e

a obrigação projetada para aposentadoria,

desligamento e demais benefícios. De acordo

com este método, uma “parcela de benefício

projetado” é calculada no início e no final do

ano, para cada benefício futuro.

A “parcela de benefício projetado” é baseada

na fórmula de acumulação de benefício no

início ou final do ano, usando a média salarial

e outros fatores aplicáveis, projetados para a

idade na qual o empregado deve se aposentar.

A obrigação projetada para aposentadoria

é o valor presente atuarial das “parcelas de

benefícios projetados” no início do ano para

cada participante empregado e é o valor

presente atuarial de todos os benefícios para

os demais participantes. O custo do serviço é

o valor presente atuarial da diferença entre as

“parcelas de benefícios projetados” no início e

final de ano.

Comentários sobre métodos atuariais

O método atuarial adotado gera custos

ligeiramente crescentes, porém este efeito

pode ser minimizado, ou mesmo anulado,

caso haja rotatividade superior à admitida nas

hipóteses atuariais.

Cabe ressaltar que, sendo as contribuições

calculadas com base no Salário de

Participação, elas poderão aumentar

nominalmente à medida que os salários e

outros componentes da remuneração sofram

reajustes.

III – Patrimônio Social

Com base no balancete do Plano PSAP/

Bandeirante da Enerprev de 31/12/2011, o

Patrimônio Social é de R$ 528.950.499,01.

A Towers Watson não efetuou qualquer análise

sobre a qualidade dos ativos que compõem

o Patrimônio Social do Plano de Benefícios ora

avaliado, tendo se baseado na informação

fornecida pela Enerprev.

Relatório Anual 2011 163


IV – Patrimônio de Cobertura, Provisões e Fundos

Com base nos dados cadastrais, utilizando as hipóteses e os métodos anteriormente

mencionados, certificamos que a composição do Patrimônio de Cobertura do Plano, das

Provisões e dos Fundos em 31/12/2011 é a seguinte:

Parcela BSPS (BD vigente até 31/3/1998) Valores em R$

Patrimônio de Cobertura do Plano 78.479. 69,66

Provisões Matemáticas 78.479. 69,66

Benefícios Concedidos 263.656.635,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Conta de Assistidos 0,00

Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização 263.656.635,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 238.590.539,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 25.066.096,00

Benefícios a Conceder 92.580.563,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Contas – Parcela Patrocinadores 0,00

Saldo de Contas – Parcela Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Programado 92.580.563,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 88.865.560,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado 3.715.003,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 3.715.003,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes 0,00

Provisão Matemática a Constituir (77.757.928,34)

Serviço Passado 0,00

Déficit Equacionado (77.757.928,34)

Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias 0,00

Equilíbrio Técnico 0,00

Resultados Realizados 0,00

Superávit Técnico Acumulado 0,00

Reserva de Contingência 0,00

Reserva Especial para Revisão de Plano 0,00

Déficit Técnico Acumulado 0,00

Resultados a Realizar 0,00

Fundos 0,00

Fundo Previdencial 0,00

Fundo Administrativo 0,00

Fundo de Investimento 0,00

Relatório Anual 2011 164


O resultado da parcela BSPS do plano contempla a redução de R$ 7.574.998,48 no saldo devedor

do contrato de dívida com a patrocinadora, nos termos da Cláusula 4ª do Contrato de Ajuste de

Reservas Matemáticas e Outras Avenças firmado com a patrocinadora em 31/12/1999.

Parcela BD (a partir de 1/4/1998) Valores em R$

Patrimônio de Cobertura do Plano 00.196.1 5,0

Provisões Matemáticas 157.534.110,00

Benefícios Concedidos 61.356.622,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Conta de Assistidos 0,00

Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização 61.356.622,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 51.632.316,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 9.724.306,00

Benefícios a Conceder 96.177.488,00

Contribuição Definida 0,00

Saldo de Contas – Parcela Patrocinadores 0,00

Saldo de Contas – Parcela Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Programado 87.095.196,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 133.884.534,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores (23.394.669,00)

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (23.394.669,00)

BD Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado 9.082.292,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 13.007.712,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores (1.962.710,00)

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes (1.962.710,00)

Provisão Matemática a Constituir 0,00

Serviço Passado 0,00

Déficit Equacionado 0,00

Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias 0,00

Equilíbrio Técnico 42.662.015,02

Resultados Realizados 42.662.015,02

Superávit Técnico Acumulado 42.662.015,02

Reserva de Contingência 42.662.015,02

Reserva Especial para Revisão de Plano 0,00

Déficit Técnico Acumulado 0,00

Resultados a Realizar 0,00

Fundos 0,00

Fundo Previdencial 0,00

Fundo Administrativo 0,00

Fundo de Investimento 0,00

Relatório Anual 2011 165


Parcela CV Valores em R$

Patrimônio de Cobertura do Plano 40.168.646, 1

Provisões Matemáticas 40.168.646, 1

Benefícios Concedidos 13.399.815,16

Contribuição Definida 157.902,16

Saldo de Conta de Assistidos 157.902,16

Benefício Definido Estruturado em Regime de Capitalização 13.241.913,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 12.316.561,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 925.352,00

Benefícios a Conceder 26.768.831,05

Contribuição Definida 26.768.831,05

Saldo de Contas – Parcela Patrocinadores 10.208.970,61

Saldo de Contas – Parcela Participantes 16.559.860,44

BD Estruturado em Regime de Capitalização Programado 0,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Programados 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes 0,00

BD Estruturado em Regime de Capitalização Não Programado 0,00

Valor Atual dos Benefícios Futuros Não Programados 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Patrocinadores 0,00

Valor Atual das Contribuições Futuras dos Participantes 0,00

Provisão Matemática a Constituir 0,00

Serviço Passado 0,00

Déficit Equacionado 0,00

Por Ajustes das Contribuições Extraordinárias 0,00

Equilíbrio Técnico 0,00

Resultados Realizados 0,00

Superávit Técnico Acumulado 0,00

Reserva de Contingência 0,00

Reserva Especial para Revisão de Plano 0,00

Déficit Técnico Acumulado 0,00

Resultados a Realizar 0,00

Fundos 10.106.458,1

Fundo Previdencial 10.106.458,12

Fundo Administrativo 0,00

Fundo de Investimento 0,00

Relatório Anual 2011 166


V – Variação do Passivo Atuarial

O quadro a seguir apresenta um resumo do passivo atuarial encerrado em 31/12/2011 comparado

com o passivo atuarial encerrado em 31/12/2010 atualizado para 31/12/2011.

Valores em R$

Exercício Encerrado Exercício Anterior Atualizado

Variação

em %

Passivo Atuarial 553.939.954,21 531.440.609,45 4,2%

Benefícios Concedidos 338.413.072,16 307.132.221,16 10,2%

Contribuição Definida 157.902,16 157.902,16 N/A

Benefício Definido 338.255.170,00 306.974.319,00 10,2%

Benefícios a Conceder 215.526.882,05 224.308.388,29 -3,9%

Contribuição Definida 26.768.831,05 26.768.831,05 N/A

Benefício Definido 188.758.051,00 197.539.557,24 -4,4%

Os compromissos atuariais totais apurados na avaliação atuarial de 2011 variaram dentro do

esperado considerando a evolução da massa de participantes e as hipóteses selecionadas.

VI – Plano de Custeio

O Plano de Custeio do Plano PSAP/

Bandeirante, para a Parcela BD (a partir de

1/4/1998) é definido em faixas salariais no seu

regulamento, conforme detalhado a seguir:

Faixa % de contribuição

Até ½ UB 1,45%

De ½ a 1 UB 3,50%

Acima de 1 UB 10,00%

Os percentuais acima são cobrados de

Participantes Ativos e da Patrocinadora,

incidentes sobre o Salário Real de Contribuição

BD, e dos Participantes Assistidos, incidentes

sobre o benefício BD.

Para a parcela BSPS (até de 31/3/1998), os

percentuais aplicados sobre os benefícios

concedidos são:

Faixa % de contribuição

Até ½ UB 1,45%

De ½ a 1 UB 3,50%

Acima de 1 UB 7,50%

As contribuições para a parcela CV, de

Participantes Ativos e da Patrocinadora, são

livremente estabelecidas de acordo com as

condições previstas no regulamento do plano.

Quanto ao custeio das despesas

administrativas e com base no Planejamento

Orçamentário para 2012, a Enerprev estima um

gasto total para a entidade de R$ 4.500.000,00,

dos quais R$ 1.936.078,42 referem-se ao

Plano PSAP/Bandeirante, conforme critério

de rateio da Enerprev. O valor está sujeito

a revisões durante o ano e as contribuições

administrativas ficam limitadas a 15% do total

de contribuições para o Plano, conforme

regulamento.

O Plano de Custeio tem vigência de abril/2012

a março/2013. Para os meses de janeiro a

março/2012, fica mantido o Plano de Custeio

vigente em 2011.

Relatório Anual 2011 167


VII – Conclusão

Face ao exposto, na qualidade de atuários

responsáveis pela avaliação atuarial anual

regular do Plano PSAP/Bandeirante da

Enerprev, informamos que o plano encontra-

se superavitário. O superávit consolidado de

R$ 42.662.015,02 representa 7,7% da parcela

do passivo atuarial estruturada em benefício

definido, e está registrado integralmente em

Reserva de Contingência.

Towers Watson Assessoria Empresarial Ltda.

São Paulo, 24 de fevereiro de 2012.

Waldner Barril Conde

MIBA nº 763

Sátyro Florentino Teixeira Neto

MIBA nº 1158

Relatório Anual 2011 168


Relatório dos Auditores Independentes

sobre as demonstrações contábeis

Aos

Diretores, Conselheiros,

Participantes e Patrocinadores da

ENERPREV - Previdência Complementar do

Grupo Energias do Brasil

São Paulo - SP

Examinamos as demonstrações contábeis

da ENERPREV - Previdência Complementar

do Grupo Energias do Brasil (“Entidade”),

que compreendem o balanço patrimonial

consolidado em 31 de dezembro de 2011 e

as respectivas demonstrações consolidadas

das mutações do patrimônio social e do

plano de gestão administrativa, bem como

das demonstrações individuais por plano de

benefício do ativo líquido, das mutações do

ativo líquido, do plano de gestão administrativa

e das obrigações atuariais do plano para o

exercício findo naquela data, assim como o

resumo das principais práticas contábeis e

demais notas explicativas.

Responsabilidade da administração

sobre as demonstrações contábeis

A Administração da Entidade é responsável pela

elaboração e adequada apresentação dessas

demonstrações contábeis de acordo com as

práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis

a entidades reguladas pela Superintendência

Nacional de Previdência Complementar

– PREVIC, e pelos controles internos que ela

determinou como necessários para permitir a

elaboração de demonstrações contábeis livres

de distorção relevante, independentemente se

causada por fraude ou erro.

Responsabilidade dos auditores

independentes

Nossa responsabilidade é a de expressar

uma opinião sobre essas demonstrações

contábeis com base em nossa auditoria,

conduzida de acordo com as normas

brasileiras e internacionais de auditoria.

Essas normas requerem o cumprimento de

exigências éticas pelos auditores e que a

auditoria seja planejada e executada com o

objetivo de obter segurança razoável de que

as demonstrações contábeis estão livres de

distorção relevante.

Uma auditoria envolve a execução de

procedimentos selecionados para obtenção de

evidência a respeito dos valores e divulgações

apresentados nas demonstrações contábeis

da entidade. Os procedimentos selecionados

dependem do julgamento do auditor,

incluindo a avaliação dos riscos de distorção

relevante nas demonstrações contábeis,

independentemente se causada por fraude

ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor

considera os controles internos relevantes para

a elaboração e adequada apresentação das

demonstrações contábeis da Entidade para

planejar os procedimentos de auditoria que

são apropriados nas circunstâncias, mas não

para fins de expressar uma opinião sobre a

eficácia desses controles internos da Entidade.

Uma auditoria inclui, também, a avaliação da

adequação das práticas contábeis utilizadas e

a razoabilidade das estimativas contábeis feitas

pela Administração, bem como a avaliação da

apresentação das demonstrações contábeis

tomadas em conjunto.

Relatório Anual 2011 169


Acreditamos que a evidência de auditoria

obtida é suficiente e apropriada para

fundamentar nossa opinião.

Opinião

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis

consolidadas e individuais por plano de

benefício acima referidas apresentam

adequadamente, em todos aspectos

relevantes, a posição patrimonial e financeira

consolidada da ENERPREV - Previdência

Complementar do Grupo Energias do Brasil

e individual por plano de benefício em 31

de dezembro de 2011 e o desempenho

consolidado e por plano de benefício de suas

operações para o exercício findo naquela

data, de acordo com as práticas contábeis

adotadas no Brasil aplicáveis às entidades

reguladas pela Superintendência Nacional de

Previdência Complementar – PREVIC.

Ênfase

Conforme divulgado na Nota Explicativa n°

1, a transferência de gestão do plano PSAP

Bandeirante foi autorizada através da Portaria

PREVIC nº 670 de 03 de Setembro de 2010,

publicada em Diário Oficial da União de 06 de

Setembro de 2010. A transferência de gestão foi

concretizada em Junho de 2011. O Plano PSAP

Bandeirante apresenta “Provisões Matemáticas

a Constituir” no montante de R$ 77.758. Este

montante faz parte do saldo devedor do

contrato realizado entre o plano de benefícios e

a patrocinadora Bandeirantes Energia S/A para

equalização das reservas matemáticas.

Outros assuntos

O Conselho Nacional de Previdência

Complementar (CNPC) por meio da Resolução

CNPC nº 8 em 31 de outubro de 2011, substituiu

a demonstração das mutações do ativo

líquido consolidada pela demonstração das

mutações do patrimônio social, que alterou a

forma de apresentação dos saldos de fundos

administrativos e fundos de investimentos.

São Paulo, 26 de março de 2012.

KPMG Auditores Independentes

CRC 2SP014428/O-6

Zenko Nakassato

Contador CRC 1SP160769/O-0

Carlos Omar Abdo

Contador CRC 1SP205629/O-3

Relatório Anual 2011 170


Ata da Reunião do

Conselho Fiscal

DATA: 28.03.2012

HORÁRIO: 09:30 horas

LOCAL: Na Sede Social da Entidade, na Rua

Bandeira Paulista, nº 530, 8° andar - Sala

01, São Paulo/SP.

PRESENTES: Sr. Andre Luis Nunes de Mello

Almeida - Presidente; Sra. Elisa Saeko Ishizaka

Turci; e Sr. Marcos Mattos de Azevedo.

CONVIDADOS: Sra. Elaine Regina Ferreira -

Diretora Presidente e Diretora de Benefícios,

Sra. Rosana Leonel Ferreira; Sra. Fabiana

Mota Correa; Sr. Rodrigo Francisco do Prado

Silva - Representante da Towers Watson; Sr.

Carlos Omar Abdo - Representante da KPMG

Auditores Independentes.

MESA: Sr. André Luis Nunes de Mello Almeida

e o Sr. Thiago Raposo Matiussi, que atuaram

na qualidade de Presidente e Secretário dos

trabalhos, respectivamente.

DELIBERAÇÕES: Dentre outros assuntos de

interesse social, os membros do Conselho Fiscal

deliberaram o quanto segue:

1. Demonstrações contábeis da Entidade

referentes ao exercício encerrado em

31.1 . 011

Iniciados os trabalhos, os membros do

Conselho Fiscal tomaram conhecimento das

demonstrações contábeis relativas ao exercício

social findo em 31.12.2011, acompanhadas

do relatório dos Auditores Independentes

e do parecer atuarial, ambos relativos ao

exercício social findo, conforme material

anexo. Após discussão e prestados as devidos

esclarecimentos, os membros do Conselho

Fiscal, por unanimidade, não identificaram

quaisquer apontamentos relevantes que

devam ser feitas nas demonstrações

financeiras, e concluíram que as mesmas

refletem a situação econômico-financeira da

Entidade, aprovando-as, de acordo com a

legislação em vigor.

ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a

ser tratado e inexistindo qualquer outra

manifestação, foi encerrada a presente

reunião, da qual se lavrou a presente ata que,

lida e achada conforme, foi assinada pelo

Presidente da Mesa, por mim, na condição

de Secretário, e por todos os Conselheiros

presentes. Conselheiros Presentes: André Luis

Nunes de Mello Almeida; Elisa Saeko Ishizaka

Turci; e Marcos Mattos de Azevedo.

Declaro que a presente é cópia fiel do original.

Thiago Raposo Matiussi

Secretário da Mesa

Relatório Anual 2011 171


Ata da Reunião do

Conselho Deliberativo

DATA: 28.03.2012

HORÁRIO: 15:00 horas

LOCAL: Na Sede Social da Entidade, na Rua

Bandeira Paulista, nº, 530, Ático, São

Paulo - SP.

PRESENTES: Srs. (as): Luiz Otavio Assis Henriques

- Presidente do Conselho Deliberativo; Heloisa

Jassous; Andréa Mazzaro Carlos De Vincenti; Luis

Carlos Gouveia Pereira; Michel Nunes Itkes; Carlos

Yoshio Motoki; e Paulo Roberto Zibetti Jorge.

CONVIDADOS: Sra. Elaine Regina Ferreira -

Diretora Presidente e Diretora de Benefícios

e Sr. Carlos Emanuel Baptista Andrade -

Diretor de Investimentos, Sr. Donato da Silva

Filho – membro do Conselho Deliberativo;

Sr. Marco Bevilaqua - Representante do

Escritório de advocacia Mandaliti Advogados;

Waldner Conde - Representante da

empresa Towers Watson; e Sr. Carlos Omar

Abdo - Representante da KPMG Auditores

Independentes.

MESA: Sr. Luiz Otavio Assis Henriques e Sr. Thiago

Raposo Matiussi, que atuaram na qualidade

de Presidente e Secretário dos trabalhos,

respectivamente.

DELIBERAÇÕES: Dentre outros assuntos de

interesse social, as membros do Conselho

Deliberativo deliberaram o quanto segue:

. Aprovar as contas da Entidade referentes ao

exercício social encerrado em 31.1 . 011

Os membros do Conselho tomaram

conhecimento das demonstrações contábeis

referentes ao exercício social findo em 31.12.2011,

acompanhadas do Parecer dos Auditores

Externos Independentes - KPMG Auditores

Independentes, do Parecer do Conselho Fiscal,

das Notas Explicativas e do Parecer Atuarial,

mediante apresentação realizada pela Sra.

Elaine Regina Ferreira, conforme documentos

anexos que ficam arquivados na sede da

Entidade, e concluíram que não há elementos

que desabonem os resultados apresentados,

deliberando por fim, pela unanimidade dos

presentes, à sua aprovação.

ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a

ser tratado e inexistindo qualquer outra

manifestação, foi encerrada a presente

reunião, da qual se lavrou a presente ata que,

lida e achada conforme, foi assinada pelo

Presidente da Mesa, por mim, na condição

de Secretário, e por todos os Conselheiros

presentes. Conselheiros Presentes: Luiz Otavio

Assis Henriques; Heloisa Jassous; Andréa

Mazzaro Carlos De Vincenti; Luis Carlos Gouveia

Pereira; Michel Nunes Itkes; Carlos Yoshio

Motoki; e Paulo Roberto Zibetti Jorge.

Declaro que a presente é cópia fiel do original.

Thiago Raposo Matiussi

Secretário da Mesa

Relatório Anual 2011 17


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Relatório Anual 2011 173

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