Utilização do Sensoriamento Remoto em ... - INPE-DGI

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Utilização do Sensoriamento Remoto em ... - INPE-DGI

4 o ENCONTRO COM USUÁRIOS DE IMAGENS DESATÉLITES DE SENSORIAMENTO REMOTOUTILIZAÇÃO DO SENSORIAMENTO REMOTO EM LEVANTAMENTOSINTEGRADOS PARA O PLANEJAMENTO AMBIENTALDGIPetrópolis - Maio/2006


O INSTITUTO ECOTEMAO Instituto ECOTEMA é uma ONG fundada em julho de 1994, sediada em Petrópolis - RJ, que tem como objetivos geraistrabalhar em prol da preservação ambiental, do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida.O Instituto é constituido por membros efetivos, honorários e colaboradores, representados por pessoas físicas ou jurídicasde comprovada experiência técnico-científica e atuação comunitária.Trata-se de associação de caráter multidisciplinar cujos esforços são eminentemente voltados para o planejamentoambiental.Para tal, além dos membros acima descritos, conta com o apoio de consultores nas áreas de estudos dos meios físico,biótico, sócio-econômico e cultural.A EQUIPE É USUÁRIA DE IMAGENS AÉREAS ANTES DA CRIAÇÃO DO INSTITUTO.− FOTOS AÉREAS PB e I.V. PRÓXIMO− RADAR− LANDSAT− SPOT− OUTROSNossa tendência/meta atual: Utilização de sensores atuais da família LANDSAT, do programa CBERS, séries históricasLANDSAT, MSS e TM, conjugado a vôos fotogramétricos de baixa altitude - fotos coloridas de alta resolução. Utilização doSIG Spring.Destacamos o pioneirismo de Instituições como o INPE, a FUNCATE e posteriormente tantas outras de sul a norte do Brasilna divulgação e na utilização do SR como ferramenta de conhecimento, na pesquisa, no planejamento, no controle e nafiscalização, visando o desenvolvimento sustentável.


PROCEDIMENTOS


EXEMPLOS DE PROJETOS REALIZADOS PELO INSTITUTO ECOTEMAESCALA MUNICIPAL (1:25.000)− PLANEJAMENTO AMBIENTAL DE UMA ÁREA COM POPULAÇÃO DE ~15 MILHABITANTES NO LITORAL SUL DA BAHIAAGRÍCOLA, ALTO POTENCIAL TURÍSTICOORDENAMENTO DO TURISMO− PLANEJAMENTO AMBIENTAL DE ÁREA COM MAIS DE 300 MIL HABITANTES –RJ – 4 MUNICÍPIOSESCALA REGIONAL (1:250.000)URBANA, TURÍSTICA, INDUSTRIALORDENAMENTO DA CONSERVAÇÃO E PROTEÇÃOZEE ESTADO DO RJ – BAÍA DE SEPETIBAURBANA, AGRO PASTORIL, INDUSTRIAL, TURÍSTICAPLANEJAMENTO REGIONAL


EXEMPLO DOS COMPONENTES (TEMAS DOS LEVANTAMENTOS E ESTUDOS)Temas Básicos Mapas IntegradosCartografiaGeologiaGeomorfologiaSolosHidrologiaClimaVegetaçãoFloraFaunaHistórico da OcupaçãoAspectosSocioeconômicosPadrões ConstrutivosAssociativismoLegislaçãoSuscetibilidade dasTerras aos FenômenosNaturaisCobertura Vegetal e UsoAtual das TerrasNível de Qualidade deVidaQuadrosMatriz LegalMatriz InstitucionalZONEAMENTOAMBIENTAL(PLANEJAMENTO)


IMPORTÂNCIA DO SBDG- BANCO DE DADOS – Alfanumérico e espacial• possibilitando cruzamentos e consultas• possibilitando a atualização (e monitoramento) daquelas características ambientaisdinâmicas (na nossa escala temporal), p.ex. Vegetação e Uso• possibilitando a entrada de novos dados sob demandas específicas


IMAGEM LANDSAT - ZEE-RJ


IMAGEM SPOT – SUL DA BAHIAImagem de sensor remoto (satélite SPOT) da região


IMAGEM SPOT – SUL DA BAHIAImagem de sensor remoto (satélite SPOT) da região da Ponta do Mutá, orientada para Norte, onde se observa a ampla área de exposição decordões litorâneos Holocênicos, apresentando formas curvilíneas e grande paralelismo. A Oeste ocorrem sedimentos fluviais e de mangue.


MAPA GEOLÓGICO


MAPA GEOLÓGICO – LEGENDA


IMAGEM LANDSAT – PETRÓPOLIS


SUSCETIBILIDADE DAS TERRAS AOS FENÔMENOS NATURAIS


SUSCETIBILIDADE AOS FENÔMENOS NATURAIS - LEGENDA


INTERPRETAÇÃO DA IMAGEM SPOT – SUL DA BAHIAManguezais com “apicuns” (Ma), Transição Floresta Ombrófila/Restinga Arbórea (Tb) e área antropizada (aT).Plantio de côco (cR), Vegetação Herbácea Hidrófila (Hr) e Transição Floresta Ombrófila/Restinga Arbórea (Tb).


SOBREVÔO – SUL DA BAHIARestinga arbustiva e arbustiva-arbórea (Rr).


MAPA DE VEGETAÇÃO – SUL DA BAHIA


MAPA DE VEGETAÇÃO – LEGENDA


MAPA DE VEGETAÇÃO – PETRÓPOLIS


ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS E CULTURAIS - HISTÓRIAA Capitania de Ilhéus representada em 1631 pelo cartógrafo português João Teixeira Albernaz, o velho, vendo-se o rio de Contas e a Península deMaraú. Na nota inscrita abaixo do brasão dos condes de Atouguia, lê-se: “... a melhor e mais fértil terra de todo o Estado, de modo que é provérbiocomum que o Brasil é um ovo, e os Ilhéus, a gema ...”.


ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS E CULTURAIS - QUALIDADE DE VIDA


QUALIDADE DE VIDA – FICHA DE CAMPO


ZONEAMENTO AMBIENTAL• É um instrumento de planejamento que estabelece aordenação do território mediante a identificação deunidades ambientais (zonas) de característicasinternas similares com relação aos elementos dosmeios físico, biótico e sócio-cultural.• Podem ser de diagnóstico ou avançar maischegando à apresentação de propostas. Neste caso,para cada zona, são definidas diretrizes de usovisando a conservação e a proteção dos recursosnaturais e humanos.• Constitui-se em uma ferramenta útil para oplanejamento e a gestão do território.


MAPA DE ZONEAMENTO – SUL DA BAHIA


MAPA DE ZONEAMENTO - LEGENDA


MAPA DE ZONEAMENTO – SUL DA BAHIA


MAPA DE ZONEAMENTO - LEGENDA


FICHA DE ZONEAMENTO – SUL DA BAHIA (DIRETRIZES DE USO)ZONA DE CONSERVAÇÃO – EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS EZT5RESIDENCIAIS DE MÉDIA A ALTA DENSIDADEDESCRIÇÃOÁrea de restinga em diversos estágios de regeneração, coqueirais ecampos, desde próximo à margem da Lagoa Azul até a Praia dosTrês Coqueiros.USO COMPATÍVEL• Manutenção das atividades agrícolas e pastoris• Equipamentos turísticos e residenciais com média a alta densidade dentro dasseguintes características:- Taxa de ocupação máxima: 15%- Índice de permeabilidade: 75%- Afastamento frontal: 5 m respeitando-se a ZCM- Afastamento lateral: 5 m- Afastamento dos fundos do terreno: 5 m- Gabarito de edificação: 2 pavimentos ou 7,5 m de alturaSugestão: Ciclovia na área litorânea como meio alternativo detransporte e turismo, após plano rodoviário com projeto depavimentação e drenagem.MEDIDAS DE PROTEÇÃO• Manter a vegetação nas margens de cursos d’água e lagoas• Manter os remanescentes de vegetação de restinga• Coibir a prática de queimadas• Coibir a captura de animais silvestres• Planejamento urbanístico dos equipamentos turísticos e residenciais sujeitos àaprovação conjunta do Comitê Gestor da APA, Prefeitura e CRA, comsaneamento básico, tratamento de efluentes e manutenção de áreas verdes• Proibir toda e qualquer extração mineral• Proibir o beneficiamento de minério• Fração mínima para desmembramento: 2,5 ha


SOBREVÔO ZT5 – SUL DA BAHIAVista aérea de Taipu de Fora, vendo-se parcialmente as “piscinas” e um campo de pouso


MAPA DE ZONEAMENTO – PETRÓPOLIS – DETALHE


MAPA DE ZONEAMENTO - LEGENDA


FICHA DE ZONEAMENTO – PETRÓPOLIS (DIRETRIZES DE USO)


ZONEAMENTO - TÁTICAS (EXEMPLO PETRÓPOLIS)Educação, monitoramento, controle e fiscalização: Controle do avanço da degradaçãoZONASCompartimentosRecuperaçãoSocial/Natural Social NaturalConsolidação da OcupaçãoDas ÁreasConstruídasDas Áreas NãoConstruídasNãoAgrícolasAgrícolasExpansão daOcupaçãoCom ÁreasConstruídasProteção do PatrimônioNaturalConservaçãoPreservação1Áreas ConstruídasN2+S2&N2+S3N1+S1ZRA1 N2+S1 ZRS1 - - N1+S2&N1+S3ZCO1ZCO1*- - - - - -2V2+S3 ZRN2 V3 ZCN2Áreas AntropizadasNão Construídas V2+S2 ZRN2* V4 ZCR2V2+S1 ZEU23Áreas PreservadasV1+S1&V1+S2ZPC3V1+S3ZPP3Recuperação reclassifica a zona+ UNIÃO& INTERSEÇÃO

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