Nº 22 – Fevereiro 2013 - AAGI-ID Associação Amigos da Grande ...

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Nº 22 – Fevereiro 2013 - AAGI-ID Associação Amigos da Grande ...

Associação Amigos da Grande IdadeInovação & DesenvolvimentoInternational Nursing Conference,em PortugalParceiro Internacional AAGIA Direcção da Associação Amigos da Grande Idade, ganhou acandidatura para a realização em Portugal da International NursingConference April 25th-26th, assim vamos ter em Portugal cerca de uma centena de CientistasInternacionais na área da Enfermagem, que vêm trazer os avanços humanos, cuidativos e tecnológicosmais recente ao nosso país. A SEIKO SCIENCES, sedeada no Canada, é responsável pela realizaçãode centenas de conferências em termos mundiais. A Direcção da Associação tudo fará para receber bemos convidados Internacionais estando a fazer esforços para que sejam aceites resumos de trabalhos deinvestigação na área dos cuidados de enfermagem de Portugal, que serão posteriormente divulgadosInternacionalmente. Esse é mais um exemplo da grande vitalidade e desenvolvimento que esta modestaassociação tenta imprimir na senda nacional. Veja o programa aqui.A portaria 38/2013 de 30 de Janeiro doMinistério da Solidariedade e SegurançaSocial, estabelece as condições deinstalação e funcionamento do serviço deapoio domiciliário que também se designapor SADA nova portaria v em no seguimento de nov a legislação para os equipamentos e serv iços parapessoas idosas, pretendendo flexibilizar as exigências legais, adaptando essas exigências à realidadenacional.No fundo retiram-se cerca de duas páginas ao antigo despacho, mantendo o modelo de legislaçãopara serv iços assistencialistas e caritativ os, com um texto exclusiv amente destinado a instituiçõessociais.A Associação tem v indo a referir que na v erdade esta legislação era indispensáv el mas que poderiater ido mais longe comos e desejav a. Desde o primeiro decreto-lei feito para lares de idosos que semantem o modelo do legislador, focando-se exclusiv amente numa oferta de serv iços e deequipamentos para pessoas fragilizadas, pobres e doentes.Perguntamos como se aplica esta legislação ao grupo Domus nos cuidados domiciliários ou às ofertaspriv adas que existem nesta área?Quando é referido que um dos objectiv os é: "prestar cuidados e serv iços adequados às necessidades dosutentes, sendo estes objecto de contratualização" como se pode fazer isto se não há contratualizaçãocom serv iços priv ados?Acabe de Ler esta Notícia no fim desta newsletter1/4


COIMBRA - Última Duas VagasConteúdos:+ NOÇÕES FUNDAMENTAIS SOBRE LARES E CASAS DE REPOUSO + COMUNICAÇÃO + CULTURA E CLIMAORGANIZACIONAL + ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO + PLANEAMENTO E GESTÃO + LIDERANÇA E AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO + EMPREENDEDORISMO / NOVAS DINÂMICAS + GESTÃO DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOSEXTERNOS + OCUPAÇÃO E LAZER + LEGISLAÇÃO LABORAL + DIREITOS E REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA PESSOAIDOSA.+ Mais Informacão + InscriçãoCurso Tratamento de Feridas e ÚlcerasDomicílios e Lares de IdososObjectivos GeraisCapacitar os formandos para o desenvolvimento de estratégias que promovam a efectivacicatrização de feridas complexas/crónicas na pessoa idosa.Com petências a adquirirPretende-se que o Formando adquira competências para:- Cuida da Pessoa com ferida crónica na sua globalidade- Promove a educação da Pessoa Idosa com ferida crónica e seus cuidadores- Orienta o seu cuidar pelos mais elevados padrões de qualidade- Implementa uma metodologia de trabalho custo-efectiva para a instituição em que estáinseridoDestinatáriosTrabalhadores do sector social e da saúde+Mais Informação + InscriçãoACTIVE AGING, International Conference8 e 9 de Junho de 2012, Lisboa Portugal- COMUNICAÇÕES LIVRES2/4


8 e 9 de Junho de 2012, Lisboa Portugal- COMUNICAÇÕES LIVRESVENDA DE DVD'sEdição Limitada - Compre Já - AquiA portaria 38/2013 de 30 de Janeiro doMinistério da Solidariedade e SegurançaSocial, estabelece as condições deinstalação e funcionamento do serviço deapoio domiciliário que também se designapor SADA nov a portaria v em no seguimento de nov alegislação para os equipamentos e serv iços para pessoas idosas, pretendendo flexibilizar as exigênciaslegais, adaptando essas exigências à realidade nacional.No fundo retiram-se cerca de duas páginas ao antigo despacho, mantendo o modelo de legislaçãopara serv iços assistencialistas e caritativ os, com um texto exclusiv amente destinado a instituiçõessociais.A Associação tem v indo a referir que na v erdade esta legislação era indispensáv el mas que poderiater ido mais longe comos e desejav a. Desde o primeiro decreto-lei feito para lares de idosos que semantem o modelo do legislador, focando-se exclusiv amente numa oferta de serv iços e deequipamentos para pessoas fragilizadas, pobres e doentes.Perguntamos como se aplica esta legislação ao grupo Domus nos cuidados domiciliários ou às ofertaspriv adas que existem nesta área?Quando é referido que um dos objectiv os é: "prestar cuidados e serv iços adequados às necessidades dosutentes, sendo estes objecto de contratualização" como se pode fazer isto se não há contratualizaçãocom serv iços priv ados?Mantem-se pois um equiv oco ou, pelo menos, um v azio: estamos certos que precisamos de ter umalinha de prestação de cuidados e oferta de serv iços para pessoas com menos capacidade económica ecarenciadas e que essa oferta dev e ser feita pela rede social que é subsidiada por todos nós.Contudo estamos também certos que existem nov as necessidades e que a própria lei não pode logo ápartida assustar os clientes de serv iços e de equipamentos com uma perspectiv a de doença, deprofundas necessidades sociais que podem não existir nestes clientes.Os cuidados domiciliários que a portaria refere em nada se distinguem dos cuidados domiciliáriosque a legislação já prev ia para os cuidados continuados.Mas é preciso um modelo nov o e esse tem que surgir rapidamente estando a Associação empenhadana sua construção.Não é v isív el qualquer referência ao enquadramento dos cuidados domiciliários, ou seja, nada se dizsobre as v árias ofertas e o seu funcionamento. Nada nos informa sobre os cuidados domiciliáriosprestados pelos centros de saúde, pelas unidades de saúde familiar, pelas unidades de suadecomunitárias, pelos serv iços de internamento hospitalar, pela rede nacional de cuidadoscontinuados, pelas próprias autarquias. Nada se diz sobre a liderança destes serv iços, ofuncionamento e enquadramento dos mesmos.Prev êem-se também serv iços de cuidados domiciliários como estruturas independentes, sendo queisso é mais uma motiv ação ao chamado empreendedorismo pago por todos nós. Não seria a alturacerta de dizer que as SAD só poderiam existir integradas dentro de outras estruturas já existentescom condições para o fornecimento de refeições, tratamento de roupas, serv iços de limpeza etransportes, etc. Continuaremos tão ricos que permitimos continuar a reproduzir estes serv iços quepoderiam ser únicos regionalmente e partilhados?Não podemos ainda deixar de referir a menção á teleassistência. Num País em ruptura económica,com elev ados índices de pobreza, com necessidades básicas, fala-se e promov e-se um serv iço que nemnos países mais ricos do mundo prov ou ser eficaz para as pessoas e ser aceite por elas próprias. Mas seinsistirem nesta necessidade não seria altura de utilizar o que já existe no terreno, como a protecção3/4


civ il, para ligar essa teleassistência aos centros de comunicação sem aumentar os custos? Será quesomos mais espertos do que outros e conseguimos rentabilizar serv iços de teleassistência com milclientes quando em toda a Europa se sabe que existem números mínimos de clientes para arentabilização de um call-centers? Quando acabamos comeste desperdício e esbanjamento tantofinanceiro como até intelectual?Ainda em relação à nov a portaria dev eremos referir que nos assusta a manutenção de termos como"adequado". O que quer dizer formação adequada? O que quer dizer oferta adequada? o quedetermina número de pessoas adequado?Não será que estamos em tempo de ser mais rigorosos na utilização de palav ras e não permitirtermos que dão a capacidade ilegítima de fiscais e outros detentores de poder na sua acção inspectiv asobre o cumprimento da legislação.Infelizmente temos que dizer que ainda não v ai ser neste mandato que teremos um nosso gov ernantea ficar na história. Como tanto desejáv amos. Mas continuaremos a ter esperança até porque asalterações a implementar fundamentais não são exclusiv amente de v ontade politica masessencialmente de coragem pessoal de confrontar um modelo que tarda em defender as pessoas,defendendo exclusiv amente as instituições.Contact: Associação Amigos da Grande IdadeRua Lopes Duarte, nº28 R/C | 1950-098 Lisboahttp://w w w .associacaoamigosdagrandeidade.comcampaign.r20.constantcontact.com/render?llr=wa6t4zlab&v=001s0rRepf3dPYdg0W413zpakFVAOKSk3M6KIWYgCGKx5GxclpOSS0cFnLxNqJFwPa268Ys… 4/4

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