Edição 77 download da revista completa - Logweb

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U18BLelaki Umur 18 tahun ke bawahL16 Sek PusinganSM VOK. BATU LANCANG 1 2 3 4 5 6 7 Jumlah1 MUHAMMAD ANAS B. HAMZAH 02 LAM CHEE KEONG 03 MUHAMMAD HANIFF B. ROSLI 04 MOHAMAD YUSOP B. ABD MANAN 05 MOHAMMAD FAZLI AHAHRIL B. CHE'AD 06 MOHAMAD HAZWAN AKMAL B. ABU 00 0 0 0 0 0 0 0L17 Sek PusinganMRSM KEPALA BATAS 1 2 3 4 5 6 7 Jumlah1 KHAIRUL RIDZUAN BIN KAMARUL AZAM 02 KHAIRUL FIKRY BIN JAMALUDIN 03 AZRI IZRIQ BIN ABD RASHID 04 MUHAMMAD WAFIUDDIN BIN WAHID 05 NUR SAIFUL BIN MOHD SAAD 06 MUHD IKHWAN BIN MOHD SAAD 00 0 0 0 0 0 0 0L18 Sek PusinganSM TINGGI BT MERTAJAM 1 2 3 4 5 6 7 Jumlah1 MUHAMMAD AMINI ALIFF 02 MOHA HANIF B. HASSAN 03 KEVIN GAN WAI MING 04 VINODHAN A/L KUPPUSAMY 05 SATHISWARAN 06 00 0 0 0 0 0 0 0L19 Sek PusinganSM VOK BALIK PULAU 1 2 3 4 5 6 7 Jumlah1 MUHAMAD SALLEHUDDIN ISMAIL 02 MUHAMMAD SYAHMI BIN HASHIM 03 NUHAMMAD WAN FADZREEN 04 FAYIZ NAYIM BIN MOHD AMIN 05 ABDUL HALID BIN ABD RAHIM 06 00 0 0 0 0 0 0 0L20 Sek PusinganSMJK JIT SIN 1 2 3 4 5 6 7 JumlahPage 4


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Somava-se a isso o custode transporte, o aluguel dos contêineres eo tempo gasto para entrega, conferência,separação, etc. Com este novoprocesso, com apenas uma entrega dematéria-prima temos o suficiente paraproduzir aproximadamente 34 toneladas deproduto que, depois de manipulado,abastece a produção quase queininterruptamente”.A planta, que possui um controle de arindependente, oferece laboratório físicoquímico,laboratório de pesquisa edesenvolvimento, assessoria em notificaçãoe registro de produtos, fabricação delíquidos e sólidos e área destinada àfabricação de pós, e é um elo de ligaçãoentre fornecedores de matérias-primas eclientes, para mostrar as novas tecnologiasexistentes no mercado.Para comportar os serviços deenvase de sachets, blisters e produtosfarmacêuticos, alimentícios, domissanitários,cosméticos e veterinários, além defabricação e envase de produtos cosméti-Novasinstalaçõesrequereraminvestimentosde R$ 10 milhõescos e correlatos, a unidade recéminauguradapossui cinco galpões interligados.O primeiro é destinado aoalmoxarifado, o segundo é para a manipulação,outros dois são voltados paraprodução e envase e, no último, fica aexpedição. “Tanto o almoxarifado, com 580espaços, quanto a expedição, com 590, sãodotados de estruturas metálicas do tipoporta-paletes. Contamos, ainda, com duasempilhadeiras elétricas”, complementaRomano.O gerente industrial revela, também,que um problema vem sendo enfrentadopela empresa na nova sede, mas já apontaa solução: “no almoxarifado e na expediçãoprecisamos de mais espaço físico, noentanto, uma saída vem sendo estudada,que é um remanejamento das colunas daprateleira”, explica.Em contrapartida, ele destaca oscuidados adotados no armazenamento etransporte dos produtos: “os paletes sãoenvolvidos em filme plástico, os frascossão acondicionados em caixas apropriadas,a temperatura e a umidade sãomonitoradas. Além disso, todos os paletes,depois de recebidos, ficam em uma área dequarentena, e após a liberação do controlede qualidade são colocados em áreaespecífica”, diz o executivo, descrevendo oprocesso.Segundo a Mappel, o investimento nanova estrutura foi de R$ 10 milhões, comprojeção de crescimento, para este ano, de40%, ultrapassando a média dos últimosanos, que foi de 25%. “Com isso, visamosà diminuição do custo operacional, aodesenvolvimento de novos produtos e a umatendimento mais ágil aos clientes”,finaliza o gerente industrial. ●NotíciasRápidasEmplaca tem novidadesem equipamentos paraimprimir e dispensaretiquetas em rolosA Emplaca (Fone: 114788.7777) está lançando orebobinador de etiquetasEMR150, que se adapta à grandemaioria dos modelos deimpressoras de etiquetas domercado, auxiliando na atividadede rebobinar etiquetas impressas.Com isso, a impressora operaindependente da presença dooperador, gerando bobinas deetiquetas impressas para futurasaplicações. Pode ainda alimentaraplicadores manuais automáticos.Atua com velocidade autoajustávelconforme demanda daimpressora, largura variável e em110 ou 220 V. Permite rebobinardiretamente no seu eixo oureceber um opcional para rolos de3 polegadas. Outra novidade daempresa é o EMD150, umequipamento para auxiliar nadispensação de etiquetas autoadesivas,de até 140 mm delargura, em rolos. É recomendadopara empresas que tenhamprocessos de etiquetagem deprodutos em linhas manuais e quenecessitam rotular ou mesmofazer adequação dos produtos aocódigo de defesa ao consumidor.Panalpina Brasil lançacombinação entreseguros e fretes paraexportação e importaçãoA Panalpina Brasil (Fone: 112165.5700) acaba de lançar umserviço totalmente reformulado:a combinação entre seguros efretes de exportação e importação.A novidade engloba as modalidadesmarítima, aérea e terrestreinternacional. “A inovaçãopossibilitou modernização daapólice, aumento dos limites deaverbações e diminuição das taxas,de acordo com as necessidades decada empresa atendida. Um grandediferencial é a possibilidade deconfeccionar seguros sob medidapara cada caso, o que traz maiscomodidade e tranqüilidade aocliente, já que resolve os trâmiteslogísticos do início ao fim em umsó lugar”, destaca Luigi Gonzálezde La Lastra, presidente daPanalpina Brasil.


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Informe PublicitárioVia NetExpressaumenta oferta paraatendimento ao clienteDHL Exel Supply ChainA Via Net Express acaba de incrementarsua oferta para realizar o transporte aéreo deeletrônicos para a DHL Exel Supply Chain,ligando Manaus, AM, a São Paulo, SP. Com isso,amplia seu atendimento a esta empresa, paraa qual já realizava o transporte de cargas nosegmento farmacêutico.Sobre quais os critérios considerados naescolha do transportador de eletrônicos,Adriana Garcia, gerente comercial da Via NetExpress, entende que quando o cliente escolheum transportador, procura basicamente porqualidade, seja ela na eficiência da prestaçãodos serviços através do atendimento da coleta,na transferência ou na pronta-entrega dacarga. “E também pelo serviço prestado no pós-venda, queé todo o apoio e interação existente entre cliente e transportador,estando o transportador sempre pronto a atendera qualquer necessidade, com informações em tempo hábile precisas. O transportador passa a ser parte integrante docliente, uma extensão do mesmo”, salienta.De acordo com Adriana, a escolha pela Via Net se deupor ser uma empresa jovem, dinâmica, com visão e foco nocliente e, acima de tudo, por apresentar um trabalho de qualidadedentro dos padrões exigidos. “É uma empresa que buscaAdriana exibe o prêmiorecebido pela empresada DHLconstantemente a modernização e está sempreaberta a novas soluções, que visem, principalmente,a melhoria dos processos”, acrescenta.Na negociação com a DHL Exel, a Via NetExpress ofereceu a imagem de uma empresaque antecipa as necessidades de seus clientese propõe soluções práticas e com muita agilidade.Como também a imagem de um parceiroleal, que sempre estará buscando alternativaseconômicas para o atendimento.Falando sobre os segmentos eletrônico e farmacêutico,Adriana conta que no primeiro hánecessidades específicas de atendimento dealta capilaridade, com controle altamente técnicode gerenciamento de risco e acompanhamentoon-line das entregas.Já no farmacêutico existe toda uma postura diferenciada,desde o treinamento de pessoal, área de depósito preparadade forma a atender à legislação específica, veículos comrevestimento isotérmico e, em alguns casos, veículos comrefrigeração, e profissional da área de farmácia em tempointegral dando as orientações necessárias à manutenção dosprocedimentos de qualidade. Também é diferenciado pelasexigências de atendimento em prazos de entrega muito rápidos,uma vez que envolve vidas humanas.


Via Net ServiçosPercebendo a necessidade do mercado,a Via Net resolveu padronizar em todoo território nacional o serviço de logísticareversa. Implementando um atendimentodiferenciado com agilidade, informaçãoe rastreabilidade, e para garantir umalto nível de informações, adquiriu umsoftware de gestão específico para estaatuação, que possibilita atender em suaslojas de forma on-line todo e qualquertipo de serviços neste segmento.Efetivou, ainda, a contratação de maisde 250 profissionais devidamente treinadose focados neste tipo de prestação deserviço, colocando à disposição do mercadoa mais alta tecnologia com elevadaperformance.Para esta demanda, o grupo criou aVia Net Serviços (CSC) Centro de Serviçoao Cliente, com a finalidade específicade atender produtos em garantia, e-commerce e também a logística reversade laboratórios e de outros segmentos.Para atender a nova legislação vigente,que restringe a entrada de caminhõesno centro expandido de São Paulo e comisto não prejudicar as operações e atendimentoaos clientes, foi feito um investimentona aquisição de veículos específicos.Além disso, a empresa também temestabelecido um programa de renovaçãoe aumento de frota, que a capacita a qualquermomento ao atendimento de aumentoda demanda, contando atualmente com148 veículos.“Considerando as dimensões do Brasile que somos uma empresa que atua emtodos os estados da federação, temos, sim,uma frota de apoio terceirizada, porémesta frota também passa por pré-qualificação,a fim de atender a todas as exigênciasde qualidade”, ressalta o diretor-presidenteda empresa, Antônio Carlos.A Via Net Serviços possui 56 lojas emtodas as capitais e cidades com maior ocupaçãopopulacional, onde existe uma geraçãode demanda. Assim sendo, a empresainvestiu em 17 lojas somente dentrodo Estado de São Paulo, em cidades estratégicascomo Ribeirão Preto, São José doRio Preto, Sorocaba, São José dos Campos,Santos e Campinas e utilizando amesma estratégia para os estados do Riode Janeiro, Paraná, Minas Gerais e, também,em várias cidades das Regiões Nortee Nordeste, todas dotadas de estrutura eatendendo dentro do mesmo conceito. “Oprojeto se amplia em 2009 para uma redede aproximadamente 150 lojas e, se houverdemanda para 250 em 2010”, afirmaAntônio Carlos.Em BrasíliaA Via Net também acaba de abrir uma filial emBrasília. “Devido a uma operadora de grande representatividadeter optado em levar seu centro de distribuiçãopara o Distrito Federal, especificamente para acidade de Brasília, acreditamos que a demanda paraaquela localidade iria crescer muito”, explica Adriana.Esta operadora compra de todos os fabricantes na linhade celulares, com valor agregado altíssimo. A operaçãoda transportadora de carga aérea, somada à ofertadiária das companhias aéreas para esta região, fezcom que a Via Net acreditasse no projeto.A empresa também investiu em um terminal de cargaextremamente seguro com vigilância 24 horas, acessorestrito e com profissionais e equipamentos próprios.O que a Via Net Serviços oferece:● Troca de equipamentosimultaneamente;● B2C - Business-to-Consumer ou comércioeletrônico de empresaspara o consumidor;● Recall;● Captação de produtos comdefeito para concerto oumanufaturados na fábrica;● Atendimento através deagendamento fora dohorário comercial paraconsumidores com horáriorestrito; e● Serviço de embalagem,entre outros.Fone: 11 2643.2800


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O Simulador Tarifáriosimula tarifas, compara fretes deconcorrentes, fornece cotações dequalquer tipo de carga e operação,emite tabelas de fretes com base nobanco de dados do cliente ou investigaçãodo vendedor realizada junto aocliente. Fornece gap’s entre a tarifapraticada e o que deveria ser praticado,além de relatórios de todos oscolaboradores que informam tarifa aosclientes, proporcionando controle equalificação da receita das empresas.Lockdiesel – Lockdiesel(Fone: 41 2102.2336) é umsistema projetado especialmentepara o transporte rodoviário, a fimde evitar a retirada não-autorizada de combustível. “Consiste em umbocal instalado no tanque de combustível, fixado e lacrado comsistema exclusivo, bem como uma tampa de proteção de altaresistência que, quando instalada na parte superior do tanque,bloqueia o acesso ao pescador, retorno e respiro”, explica GetulioCoelho, da área comercial. Outros dispositivos de proteção podemser disponibilizados e desenvolvidos de acordo com a necessidade decada transportador, inclusive sensores especiais para rastreamento.Sascar – Atuante no segmento desegurança veicular com tecnologia celular, aSascar Tecnologia e Segurança (Fone: 112174.1500) exibirá na 10ª Transpo-Sul oSascar AVD, acessório dos produtos SascargaFull e Sascarga Full Sat. O AVD é um sistemamultimídia de gerenciamento operacional e logístico de cargas efrotas que integra áudio, vídeo e dados, em alta velocidade, paraampliar a segurança do motorista e do frotista. Também serãoapresentados os próprios Sascarga Full e Sascarga Full Sat, produtosde gerenciamento de frota com tecnologia embarcada que combinacomunicação através de rede celular digital GSM/GPRS e satéliteINMARSAT D +, garantindo 100% de cobertura nacional e na AméricaLatina. Permite a gestão de segurança, logística e telemetria atravésdo software SasGER, visando alta performance, propiciando maisprodutividade com maior rentabilidade na operação. Outros produtossão o Sascarreta, conjunto que permite o rastreamento de veículosnão-tracionados (carretas); Sascar Móvel, sistema de rastreamentoque permite mobilidade entre veículos; e Affere, equipamento voltadoà avaliação da forma como o motorista se comporta ao volante, cominformações relativas ao tempo de uso do veículo, horários deutilização e atitudes ao volante. Poder ser aplicado para diferentespúblicos, como seguradoras, transportadoras, frotistas e locadoras.SEST/SENAT – Tambémpresentes na 10ª Transpo-Sul, o SEST– Serviço Social do Transporte e oSENAT – Serviço Nacional deAprendizagem do Transporte (Fone:51 3374.8080) têm como missãodesenvolver e disseminar a culturado transporte, promovendo amelhoria da qualidade de vida e dodesempenho profissional dotrabalhador e a formação equalificação de novos profissionais.O objetivo principal da instituição é abusca permanente da melhoria dospadrões de vida do trabalhador emtransporte, motoristas e dotransportador autônomo, inclusive deseus dependentes, identificando asnecessidades básicas e concentrandoesforços para atender a um maiornúmero de trabalhadores. O SESTabrange os aspectos sociais voltadosà assistência médica, odontológica,cultural e de lazer; e o SENAT, oaprimoramento profissional, atravésda qualificação, reciclagem eaperfeiçoamento dos profissionais. OSEST/SENAT contam hoje com maisde 150 unidades em diversosestados brasileiros, sendo 11 no RioGrande do Sul. São mais de 200cursos oferecidos na modalidadepresencial ou in company. Entre oscursos regulamentados pelo Contranestá o de capacitação de condutoresde veículos rodoviários transportadoresde produtos perigosos.Kieling & Dittrich – A K&DTecnologia (Fone: 51 3366.0947)atua no desenvolvimento deestratégias de implantação,análise de viabilidade, projetotecnológico e desenho deprocessos, bem como naelaboração e implementação desistemas RFID. É atuante nosmais variados setores daindústria, comércio e serviço.Omnilink – São dois oslançamentos que a Omnilink(Fone: 11 4196.1100) apresentaránesta edição da Transpo-Sul. Umé o rastreador RI 0454 Mini Max,que funciona como um segundoequipamento em veículos decarga, ou seja, é utilizado quandoo equipamento principal fordescoberto durante umaocorrência. Devido ao custo maisacessível, também é indicadopara uso em aplicações onde nãosão necessárias muitas funçõesavançadas de gerenciamento derisco. O produto foi desenvolvidocom base no conceito deredundância. De acordo com aempresa, seu diferencial é ser umrastreador básico, que atende àdemanda de rastreamento de“casco” de caminhão e deautomóveis e não onera oinvestimento. Já o Control.Net éum sistema que se baseia noconceito de telemetria. Ele operainterligado ao rastreadorembarcado, por meio do qualenvia, via celular GSM-GPRS, asinformações das viagens geradasno veículo. Estas informaçõescoletadas são transmitidasautomaticamente para a Centralde Monitoramento da OmniLink eprocessadas pelo softwareControl.Net. Na seqüência,relatórios gerenciais sãoproduzidos para que o gestor defrota da empresa saiba de queforma seus veículos estão sendoutilizados por cada motorista. ●


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Ele integra o Programa deSegurança no Transporte da Braskem,instituído em 2005, com a finalidadede conscientizar os motoristas sobrea necessidade de promover maissegurança nas estradas, prevenirroubos, reduzir acidentes e preservarvidas.No local, os motoristas decargas da empresa recebem apoiotécnico e mecânico, orientaçãopsicológica e de saúde, além deplanos de viagens com indicação derotas seguras, sugeridas pela empresagerenciadora de risco Pamcary. Alémdos postos de abastecimento decombustíveis, os Celogs possuemborracharia, oficina mecânica,vidraçaria, banheiros equipados comchuveiros de água quente, cabeleireiro,fraldário, cozinha equipada,restaurantes, lanchonete, lavanderia,lojas de conveniências, atendimentomédico e dentistas, salas de TV,áreas de lazer infantil e infraestruturade apoio necessária para aacomodação.O Celog de Camaçari é o terceiroa ser implantado e a fazer parte doPrograma. “Ali estendemos aosmotoristas das operações deCamaçari as mesmas condições quea Braskem já disponibilizava nosCelogs de Triunfo, RS, e Maceió, AL”,afirma Passos. Para ele, os CentrosLogísticos são um alento aosmotoristas. “Eles são locais de apoioe foram concebidos com a finalidadede propiciar melhores condições desaúde, segurança, higiene e confortonão só para os motoristas, mastambém para suas famílias”.O coordenador de logística daBraskem diz que o governo temdificuldades para fazer a gestão dosativos públicos, e isso reflete nasituação das estradas brasileiras. Eleacredita que é preciso intensificar osinvestimentos em infra-estrutura,privatizar a administração dasrodovias e, quanto à questão dasegurança, é necessário aumentar oefetivo de polícia nas rodovias.Segundo a Braskem, os Celogs têm afunção de suprir esta falta de infraestrutura.●Em votação realizada pelasrevistas especializadasSegnews e Cobertura, aBuonny (Fone: 11 3443.2525) foieleita destaque entre asgerenciadoras de riscos noseguro de transporte de cargasem 2007.A votação foi disponibilizada nossites destas revistas, para que asempresas dos mercados detransportes, seguros e correlatosmanifestassem suas opiniõesvoluntariamente.“O resultado, para nossoorgulho, foi um número expressivode votações em favor de nossaempresa, coroando nossosesforços e motivando-nos ainvestir cada vez mais noaperfeiçoamento dos processos”,declara Cyro Buonavoglia, que ésócio-fundador da empresa, aolado de Eliel Fernandes. Atualmente,a Buonny conta com maisde 600 colaboradores, que têm oobjetivo de reduzir a exposiçãodos riscos de roubos e acidentesnas operações logísticas em todoterritório nacional e no Mercosul.Buonavoglia aproveita a ocasiãopara comentar o estado dasestradas brasileiras. “Exceto nostrechos concedidos às concessionárias,a notória precariedade danossa malha viária contribui para oexcessivo número de acidentesregistrados, causando prejuízos àeconomia do nosso país”, diz,demonstrando que ainda há muitotrabalho a ser feito. Ele acreditaque somente acelerando osprocessos de terceirização dasestradas, de recuperação emelhorias na malha viária serápossível conseguir redução nasocorrências de roubos e acidentes.Para Fernandes, a falta derespaldo dos órgãos de segurançapública, mediante a disponibilizaçãode frota própria e/ou terceirizadapara o atendimento preventivo e depronta resposta, também é umempecilho encontrado pela Buonny.“Atendemos todas as empresasque, em parte ou num todo,possuam processo logístico detransporte de cargas”, diz.De acordo com ele, a possibilidadede controlar e minimizar osriscos, atender às clausulasconstantes em contratos de segurose reduzir os prêmios de seguros,pagando tarifas justas, são asprincipais causas que levam asempresas a procurarem a Buonny.“O controle efetivo dos riscos nasoperações de transportes contribuipara uma redução nas taxas deseguros, e a qualificação dosprofissionais proporciona maiordinâmica nas operações detransportes”, garante.“Prestamos serviços a seguradoras,corretoras de seguros,embarcadoras e transportadoras”,explica Buonavoglia. Ele conta quepara minimizar os riscos, a Buonnydisponibiliza serviços que incluemum cadastro positivo de motoristase demais profissionais envolvidosem toda cadeia logística, além dedisponibilizar monitoramento erastreamento de veículos e cargas.“Elaboramos projetos especiaispara o gerenciamento de riscos,gerenciamos a contratação deescoltas, prestamos informaçõeslogísticas, oferecemos SOS24 horas a acidentes, damos cursose treinamentos em direçãopreventiva”, completa. ●


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Comércio eletrônico, vendasdiretas por catálogos ou telemarketing,vendas diretas porta-a-porta,telefonia celular, eletrônicos e peçasde informática são alguns dossegmentos de negócio que maisnecessitam deste serviço.Segundo Fógos, o grandemotivador da criação do serviço delogística reversa pelos Correios foi abusca pela comodidade. Por isso, aempresa criou três modalidades:Logística Reversa Domiciliar –Coleta de mercadorias no endereçodo consumidor final, para retornoaos respectivos centros de origem ouencaminhamento à assistênciatécnica; Logística Reversa naAgência (e-ticket) – Postagem deencomenda em agência postal,mediante a apresentação do númeroda autorização de postagem pararetorno aos respectivos centros deorigem ou encaminhamento àassistência técnica; e LogísticaReversa Simultânea - Coleta demercadorias no endereço doconsumidor final, mediante aentrega simultânea de produto a sersubstituído, para retorno aosdepósitos dos respectivos clientescom contrato.O gerente corporativo deencomendas econômicas explica quea logística reversa dos Correios éformada por uma pirâmide, cujaslaterais são a capilaridade da rede ea solução logística (SEDEX, e-SEDEX,utilizado pelos portais que fazem e-commerce pela internet, e PAC,encomenda econômica), e a base é atecnologia da informação, formadapor e-ticket, sistemas de coletas erastreamento via web. “A rastreabilidadeé fundamental. O pilar dasolução está na tecnologia”, frisa.Com relação às informaçõessobre a prestação do serviço, osclientes podem realizar o acompanhamentodos pedidos on-line, desdeo status de coleta até a entrega nodestino final. É possível, também, ageração de relatórios de acompanhamentocustomizados – lembrandoque a abrangência do serviço énacional, considerado por Fógos odiferencial da empresa.Além disso, os benefícios dalogística reversa para os clientesenvolvem a política de pós-venda e ocumprimento do código de defesa doconsumidor, bem como facilidade,comodidade e rapidez no processode devolução de produtos.Fógos acredita que, por enquanto,a política de troca no Brasil ainda éfocada no pós-venda, mas vai chegarà questão de sustentabilidade.A tendência, segundo ele, é aDa esquerda para a direita: oprofessor Leite, da CLRB, e Fógos,dos Correiosampliação dos serviços de recolhimentode baterias de celulares, porexemplo, com o fabricante oferecendoalgo em troca ao cliente quedevolver as baterias não utilizáveis.As operações de logísticareversa dos Correios utilizam osmesmos recursos empregados notransporte e distribuição da logísticadireta, tendo o suporte de 5.700veículos, 13.000 motos e 18 linhasaéreas noturnas.O Correios Logística Reversamovimentou 960 mil encomendasem 2007, o que representou umataxa de crescimento de quase 300%ante o resultado do ano anterior.Para 2008, a expectativa é que aempresa realize 1,8 milhão deoperações de logística reversa.No primeiro trimestre deste ano jáforam movimentadas 390 mil, odobro do igual período do anopassado. A respeito do faturamento,se as expectativas se confirmarem, oCorreios Logística Reversa deverágerar R$ 50 milhões em 2008.Mais sobrelogística reversaO professor e engenheiro PauloRoberto Leite, diretor executivo daCLRB – Conselho de LogísticaReversa do Brasil, diz que a logísticareversa cresce porque a quantidadede produtos aumenta, há uma altataxa de novos produtos no mercadoe uma redução do ciclo de vidadeles, além de ser uma estratégiaO QUE É LOGÍSTICAREVERSA?➥ ocupa-se com o fluxode retorno de produtosconsumidos ou não;➥ busca recuperar valoreconômico, agrega valor deserviços, de imagem,ecológico e legal;➥ cria novos centros de lucro;➥ reduz riscos de imagemcorporativa;➥ antecipa-se ou cumprelegislações.Fonte: CLRBde Supply Chain, ter uma legislaçãocrescente e proporcionar a conquistade certificações ISO 14000.“A produção cresce porque oconsumo repetitivo dos produtostambém cresce, e não haveráreversão”, declara Leite, destacandoque é preciso mitigar os efeitos dogrande consumismo brasileiro.Segundo ele, os produtos já sãolançados obsoletos e há uma grandevariedade deles sendo produzidas, oque causa um problema logísticopara a cadeia de suprimentos. É porisso que é necessária uma logísticabem feita. “Qualquer coisa queacontecer no retorno ou não retornopode acarretar riscos à imagem daempresa. É preciso assegurar queseus produtos voltem por meio deprestadores de serviços competentes”,acrescenta Leite. ●


Informe PublicitárioBaterias Moura,uma história desuperação e sucessoAos 50 anos, empresa conquista mercado aprimorando produtos einvestindo em tecnologia, gestão e novas aplicações.O lugar é Belo Jardim(a 187 km do Recife-PE) e oano 1957. Numa cidade doAgreste de Pernambuco,sujeita à insuficiência de todotipo de recursos — desde águaaté mão-de-obra para aindústria — , o engenheiroquímico Edson Mororó Moura,agora com 76 anos, lançou-seao desafio de produzir bateriasde automóveis num municípioonde havia apenas um carro.Além disso, o setor deautopeças no país eraincipiente. Segundo dadosdo Sindicato Nacional daIndústria de Componentespara Veículos Automotores(Sindipeças), apenas 24,7%das empresas da área foramfundadas até 1960.O produto da BateriasMoura equipa 50% dos carrosproduzidos no Brasil.Volkswagen, Ford, Renault,Fiat, Daimler Chrysler e Ivecousam os acumuladores Mouracomo peça original de fábrica.A inovação e a adequaçãoàs novas realidadestecnológicas, econômicas, deprodução e gerenciais semprefizeram parte da trajetória daBaterias Moura. Com umaprodução anual que superaquatro milhões de unidades ecom capacidade para produzirmais de 4.000.000 de Ah nalinha tracionária, a marca éconsiderada líder do setor naAmérica Latina. Seus produtosfornecem energia para carros,embarcações, telefonia celulare fixa e operações logísticas.DIVERSIFICAÇÃOCom 50 anos de atuação no mercado, a Baterias Moura investiusignificativamente na ampliação do leque de baterias e linhas de produçãopor meio de pesquisas, testes e busca incansável por tecnologia, afim de atender às novas demandas do mercado.Hoje, para veículos automotivos, existe a Bateria Inteligente. Para asaplicações náuticas, a Linha Moura Boat. Para as telecomunicações, nobreakse reserva de energias alternativas, a Linha Moura Clean e, finalmente,para atender à demanda do mercado logístico, a Moura lançou alinha Log, com os seguintes produtos: para veículos movidos a óleo diesel,as baterias Log Diesel; para as aplicações tracionárias, empilhadeiras,e máquinas elétricas de pequeno, médio e grande porte, as baterias LogHDP Premium e Log Monobloco.BATERIAS TRACIONÁRIAS MOURA LIDERAMMERCADO DE VEÍCULOS ELÉTRICOSCom apenas oito anos de atuação, as baterias Moura Log HDP e LogMonobloco já estão entre as melhores baterias do Brasil no segmento deveículos elétricos, empilhadeiras, máquinas e aplicações tracionárias.Atualmente, a Moura possui a maior rede de representantes de bateriastracionárias do Brasil. Dentro do segmento de veículos elétricos etracionários, atende a grandes empresas, desde montadoras, a atacadistas,frigoríficos e importantes redes de varejo. Nesta trajetória de crescimento,a Moura já detém 90% de participação no mercado de montadorasde veículos elétricos do Brasil.Pesquisas para aprimoramento de produtos, parcerias tecnológicascom grandes fabricantes internacionais, capacitação de funcionários einvestimento em gestão e equipe técnica são algumas das estratégiasutilizadas pela Moura para garantir a satisfação e confiança dos seusclientes. As baterias tracionárias Moura fornecem energia para veículosde tração elétrica, empilhadeiras, carros de golfe, paleteiras elétricas,rebocadores, máquinas industriais, lavadoras e varredoras de pisos.A Log HDP e a Log Monobloco são fabricadas no complexo industrialda Baterias Moura e distribuídas para todo o território nacional pela Redede Distribuição Moura, apoiada por uma equipe especializada de vendedorese consultores focada no mercado logístico. A Moura oferece umserviço completo ao cliente, desde a fabricação do produto até o estudode aplicação, manutenção e assistência técnica especializada. Além disso,na hora da venda, a empresa oferece vantagens como desconto,parcelamento e financiamento por conhecidas linhas de crédito, como oFiname e o cartão BNDES.MOURA LOG HDPA linha de baterias tracionárias Moura Log HDPoferece elevado desempenho nas mais severascondições de uso, especialmente as resultantesdas operações em pisos irregulares e em temperaturasextremas. Essa performance é asseguradapela utilização das mais modernas técnicasno desenvolvimento de seus componentes e nosprocessos de fabricação. A exclusiva tecnologiaHDP empregada no projeto dos elementostracionários é a mais importante inovação presentenessa categoria.A Log HDP incorpora uma revolução no designdas placas, o que possibilita aumento de vida útile incremento da resistência à vibração. Sua maiordensidade de energia proporciona ótimo desempenhoem uma larga faixa de temperatura de operação,do frio ao calor. O produto final é uma bateriaonde tanto o rendimento quanto a vida útilse apresentam superiores aos das bateriastracionárias convencionais. Os conceitos empregadosno projeto dos componentes da bateriaMoura Log HDP conferem características adicionaispara maior durabilidade. Os separadoresaditivados permitem uma alta resistência do produtoe uma alta porosidade. Os pólos e conexõesrobustos proporcionam uma alta resistência à corrosãoe altíssima condutividade elétrica.As vedações qualificadas são representadaspor uma “tampa/vaso”, processo de fusão realizadoatravés de equipamentos digitalizados, comprodução 100% testada, garantindo perfeita selagem,e por um “pólo/tampa”, dotado de dispositivocompatível com o crescimento da grade aolongo dos anos. As baterias podem ser aplicadasem empilhadeiras elétricas, paleteiras elétricas,rebocadores elétricos e outros veículos de traçãoelétrica. A linha Moura Log HDP oferece, entreoutras vantagens ao consumidor, a garantia detrês anos contra defeitos de fabricação, além deresistência às condições severas de uso, maiordensidade energética e escolha pelo abastecimentomanual ou automático.


CANAIS DE NEGÓCIOSA distribuição dos produtos da empresapor todo o país acontece pela Redede Distribuição Moura (RDM). A rede dedistribuição capta e atende a clientela devarejo prestando assistência técnica aoconsumidor final. Hoje, a Moura possuimais de 60 pontos de distribuição eatendimento em todo o país.Os clientes das linhas especiais –Clean e Log – são atendidos diretamentepela Moura. As características dessemercado essencialmente corporativo esclarecema iniciativa, já que há uma relaçãocomercial entre empresas, semprecom compras feitas em grandes volumes.Para cada linha de produtos da BateriasMoura, existem técnicos especializadosque dão suporte e prestam assistênciaaos clientes.MOURA APRESENTANOVA BATERIA TRACIONÁRIANA MOVIMATDe 5 a 8 de agosto de 2008, a Baterias Mouraparticipa da Movimat, maior evento de logística daAmérica Latina. Na oportunidade, além de expor todaa sua linha de produção, a empresa apresentará a suamais nova bateria tracionária, a Moura Premium. APremium é uma evolução da Moura Log HDP e foidesenvolvida para veículos de tração elétrica. Asnovas tecnologias aplicadas neste modelo permitirãomelhor desempenho e maior durabilidadedo produto. O cliente também contará com atecnologia de caixas emborrachadas,exclusividade da Moura nomercado nacional.MOURA LOG MONOBLOCOAs baterias monobloco da linha Moura Log Monobloco oferecemalto desempenho e durabilidade em aplicaçõestracionárias, mesmo sob as mais severas condições de utilização.Essa nova família de baterias é o resultado da extensaexperiência e pioneirismo da Moura em desenvolvimento etropicalização de tecnologia de baterias. A sua estrutura é formadapor grades fundidas, que permitem uma maior resistênciaà ciclagem constante, com grande profundidade de descarga.As placas espessas e pesadas, também presentes emsua montagem, proporcionam uma maior autonomia e desempenho,assim como uma maior vida útil. A Moura Log Monoblocotambém é composta por separadores com lã de vidro,que evita a queda de material ativo e permite maior resistênciaà vibração. A Moura Log Monobloco pode ser aplicada emdiversos segmentos. Com essa linha, a Moura abastece boaparte da indústria têxtil e das montadoras de máquinas elétricasdo Brasil. As aplicações mais comuns são em plataformaselevatórias, rebocadores e veículos industriais, carros degolfe, paleteiras e empilhadeiras, lavadoras e varredoras depiso. As baterias monobloco da Moura contam com garantiade um ano.QUALIDADEOs processos de gestão da qualidade da Moura recebeminvestimentos há mais de 15 anos e incluem pesquisa e desenvolvimentode novas linhas de produtos e intercâmbios comindústrias européias e universidades locais. A empresa ofereceatualmente o portfólio mais amplo de acumuladores de energiaelétrica, participa de projetos de veículos especiais, elétricose híbridos e apóia o desenvolvimento de protótipos eedificações ecoeficientes, alimentadas por fontes energéticasrenováveis. A Moura já foi premiada como melhor fornecedorpela Mercedes-Benz, Ford, Fiat e Volkswagen e se destacouem importantes pesquisas nacionais. A empresa também éreconhecida pela sua gestão, responsabilidade social eambiental. Com a Associação Tareco e Mariola e os projetosde coleta seletiva do lixo e 5S nas escolas, nos últimos 5 anosa Moura foi destaque nos prêmios Gere 2007, Cidadania doAnuário Telecom e Cidadania e Voluntariado Sodehxo Pass.A INTERNACIONALIZAÇÃODA MARCAO estilo de atuação formatado para aRDM permitiu a conquista de mercadosem outros países latino-americanos.Hoje, há exportações da empresa diretamentepara a Ford, Volkswagen e Fiatargentinas. Esta última com 100% da suafrota equipada de fábrica com as bateriasautomotivas Moura. Além disso, aempresa possui negócios em toda aAmérica Latina, além de Grécia, Inglaterrae Portugal. Na Europa, os veículosdo Reino Unido já são equipados com aMoura, que foi classificada como bateriapremium por seus clientes.REPRESENTAÇÃO ECONÔMICAA Moura tem grande importância paraa economia nordestina e brasileira. A empresaproduz quatro milhões de bateriaspor ano, e o seu faturamento anual giraem torno de US$ 133 milhões.A marca é líder de mercado no Brasil,empregando cerca de dois mil funcionários,e está entre as empresas quemais exportam em Pernambuco. Do lucrototal obtido com as vendas, cerca de12,2% são voltados para a exportação, oque representa um montante significativode US$ 16,2 milhões.NOVAS PARCERIAS LOGA Moura Log HDP vem conquistando espaço significativono mercado de veículos de tração elétrica, construindonovas parcerias. Recentemente, a BateriasMoura fechou contrato de exclusividade com duas grandesempresas brasileiras: a Paletrans, considerada amaior montadora brasileira de veículos elétricos, comcapital nacional; e o Magazine Luiza, uma das maioresredes de varejo do país.Até o final do ano, todas as empilhadeiras elétricasproduzidas pela Paletrans serão equipadas com as bateriastracionárias da linha Moura Log HDP, desenvolvidasespecialmente para veículos de tração elétrica.O negócio tem sido considerado o maior já feito no mercadobrasileiro dentro do segmento. As duas empresasatuam em todo o território nacional e em países daAmérica Latina.O Magazine Luiza, que tem 300 lojas em todo o país,também utilizará em todos os seus centros de distribuiçãoas baterias tracionárias Moura Log HDP. No final doano passado, o Magazine Luiza inaugurou, em Louveira,SP, o mais moderno centro de distribuição da AméricaLatina.RESPONSABILIDADE SOCIALE MEIO AMBIENTEA Baterias Moura acredita que manter uma relaçãosólida com a comunidade é vital para o sucesso daempresa e das pessoas. Assim sendo, realiza uma sériede ações sociais através da Associação Tareco e Mariola,um projeto que envolve coleta seletiva e arte, alémdo seu Programa de Qualidade Total na Educação, queleva voluntários da empresa para escolas públicas domunicípio de Belo Jardim, PE.A indústria adota todos os procedimentos exigidosde cuidados com o meio ambiente, seguindo à risca asua política ambiental, trabalhando desde a conscientizaçãodos funcionários, clientes, vizinhos e fornecedoresao monitoramento e gerenciamento dos resíduossólidos, líquidos e emissões atmosféricas. A empresapossui a certificação ISO 14001.FONE: 0800 701.2021


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Com a nova administração,sob orientação direta da TA Holding, aWind Express receberá novos investimentos emtecnologia, frota e pessoas e prevê um crescimentode 100% no seu faturamento até o final de 2009.Julio Simõesadquire GrupoGrande ABCO Grupo Julio Simões (Fone: 11 4795.7000)acaba de assumir o controle acionário do GrupoGrande ABC, especializado na logística da indústriaautomobilística. Inicialmente, a Julio Simões passaa controlar 60% do capital do Grupo Grande ABC,que é formado pela Transportadora Grande ABC,com sede em São Bernardo do Campo, SP, além daSelpa, de Vinhedo, SP, e SG Logística, ambas emsociedade com a operadora logística alemãSchnellecke. A Selpa faz a gestão do Centro deDistribuição da Volkswagen, um dos maiores daAmérica Latina. Também pertencem ao grupo o EADIRecife e o EADI Taubaté. Os outros 40% do capitaldo Grupo Grande ABC continuam sob controle doseu fundador e presidente, Antonio Caetano Pinto,pelo menos até o final deste ano, quando poderáoptar por manter essa participação ou vendê-la emparte ou na totalidade. Fernando Simões, vicepresidentedo Grupo Julio Simões, assegurou que aindependência dos negócios do Grupo Grande ABCserá preservada, mantendo sua gestão operacional.G-Log GraneroLogística e Repomfecham contratoA Repom (Fone: 11 4166.7505), que desenvolvesoluções para gestão de fretes e vale-pedágio,fechou contrato com a G-Log Granero Logística(Fone: 11 3760.9035), empresa do Grupo Graneroque atua no segmento de transporte earmazenamento de cargas. A parceria prevê aimplementação do Repom Express, solução paraa contratação e gerenciamento de motoristasautônomos, eliminando a necessidade da cartafretee proporcionando o rastreamento deveículos de forma integrada. O Repom Expresspermite a contratação da viagem do caminhoneirode forma eletrônica, desde o carregamento atéa quitação do frete, abrangendo operações comoabastecimentos, saques em dinheiro,rastreamento e recolhimento de documentos.Eudmarco investeR$ 5 milhões emtrês empilhadeirasA Eudmarco (Fone: 13 2138.2008), empresa determinal retroportuário de carga no Porto deSantos, investiu R$ 5 milhões na compra de trêsreach stackers Ferrari, da Itália, o que ampliará em300% a produtividade. Estes equipamentos degrande porte têm capacidade de empilhar até aaltura de seis contêineres. Com a nova gestão, aempresa deu início a um plano de investimentosem obras civis, equipamentos, segurança etreinamento de pessoal. No segundo semestre de2007, a Eudmarco adquiriu nove empilhadeiras:sete com capacidade para 2,5 toneladas, uma comcapacidade para até 7 toneladas e mais uma comcapacidade para até 25 toneladas. O armazém de4.000 m 2 recebeu novo piso e o telhado foitotalmente refeito e reforçado, com uma coberturamóvel, para permitir uma operação segura paracargas secas, como açúcar e algodão.Log-In fecha contratocom BNDES paraconstrução de naviosA Log-In Logística Intermodal (Fone: 0800 725.6446) assinou contratocom o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social(Fone: 21 2172.7447) para o financiamento da construção de cinco naviostipo porta-contêineres no Estaleiro Ilha – EISA. O valor total do financiamentoserá de R$ 625,2 milhões, com recursos do FMM – Fundo daMarinha Mercante.Bandag e Cascadefazem parceria coma ConfenarA Confenar – ConfederaçãoNacional das Revendas Ambeve das Empresas de Logística daDistribuição (Fone: 115505.2521) anuncia acordo coma Bandag (Fone: 19 3725.4881)para a recuperação de pneusutilizados na frota das revendas.Com a parceria, serápossível reformar os pneus comum custo equivalente a 30% doque seria gasto com um produtonovo. Além disso, as revendasterão à disposição um softwareque auxiliará no gerenciamentoda vida útil dos pneus e nagarantia total, sem nenhum custo adicional. Já a proposta da parceria daConfenar com a Cascade do Brasil (Fone: 13 2105.8888) envolve o fornecimentodo novo modelo de Single Double Série G. Para a efetivação da parceria, foirealizado um teste piloto na Revenda Litorânea, em Praia Grande, SP, com umequipamento configurado com encosto de carga desenvolvido especialmentepara a movimentação de bebidas. O resultado provou que, em condiçõescorretas de configuração (equipamento X empilhadeira X estoque), num períodode oito horas, o Single Double Série G da Cascade é capaz de movimentarengradados de garrafas inteiras para carregar 73 carretas com capacidade de24 paletes cada uma, contra 30 carretas da operação anterior, que era feitacom garfos simples.


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28 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |EventoLogweb visita aCeMAT 2008 naAlemanhaReunindo 1.100 exibidores de 35 países em uma área de 80.000 m², a CeMAT 2008 – Feira Mundial de Movimentação de Materiais e Logística aconteceude 27 a 31 de maio último no Centro de Feiras da Cidade de Hannover, na Alemanha. Entre os setores expostos destacaram-se: logística robótica,logística portuária, gerenciamento logístico, e-logística, sistemas e técnicas de armazenamento, equipamentos industriais, guindastes, plataformas deelevação, acessórios para elevação, técnicas de pedidos e de empacotamento, serviços de transporte e parceria logística.AEditora Logweb esteverepresentada no eventoatravés de Valeria Lima,diretora executiva da empresa, quevisitou a feira integrando um grupoorganizado pela Still do Brasil eacompanhou as principaisnovidades no segmento. “Umafeira na Europa ainda nos enche osolhos. A CeMAT, sem dúvida, é amaior feira de intralogística.Gostaria que todos os envolvidoscom logística, principalmente commovimentação de materiais,tivessem a oportunidade de visitálaem Hannover. É uma feira queacontece de três em três anos e,por isso, os expositores têm aoportunidade de mostrar asnovidades. Praticamente todas asempresas tinham lançamento”,declara Valeria.Ela aproveita a ocasião paraagradecer e parabenizar a Still doBrasil, especialmente o presidente,Frank Bender, e a gerente geral,Adriana Firmo, pela organização daviagem, que permitiu ao grupotambém conhecer as fábricas daStill em Hamburgo e da StillWagner em Stuttgart, através deuma visita técnica.“Tenho também um agradecimentoespecial ao diretor geral daStill em Hamburgo, Jan Bert Knoef,e ao diretor executivo da StillWagner, Ernst Hegele, e, finalmente,a toda equipe que participou daviagem”, complementa a diretoraexecutiva da Logweb.DestaquesA seguir, as principaisempresas expositoras apresentamseus destaques na CeMAT 2008.A Unidade de Negócios dePneus Industriais do GrupoContinental (Fone: 0800 170061)compartilhou o espaço na feira coma divisão irmã ContiTech, eapresentou um simulador de custo.Também foi demonstrada umaseleção dos pneus industriais. Umdos destaques foi o CSEasy SC20,que oferece até 40% mais horas detrabalho que os produtos disponíveisno mercado, segundo testesrealizados pela companhia alemã. Foidesenvolvido para veículos industriais,em sua grande maioriaempilhadeiras, e é de fácil montagem.Outro destaque foi o pneu radialConRad, que, também segundo aempresa, oferece grande resistênciaa danos e é indicado para aplicaçõesque requerem velocidade constante,como em aeroportos, por exemplo. Jáo Continental Elastic MH20 asseguraestabilidade máxima nas maisadversas condições de operação, taiscomo carga e descarga em portos.Para a expositora SSI Schaefer(Fone: 19 3826.8080), o foco da feirafoi a apresentação ao vivo dasinovações tecnológicas em produtospara armazenagem, transporte eseparação de pedidos. Destaque foi oSchaefer Case Picking – SCP, umsistema inteligente paraarmazenamento, separação depedidos e transporte. Possui conexãointegrada e manuseio totalmenteautomatizado de todos os processosde recebimento de bens de paletesVáriosprofissionaisparticiparam dogrupo organizadopela StillDa esquerda para a direita:Bender, presidente da StillBrasil; Valeria, diretora daLogweb; e Knoef, diretorgeral da Still em Hamburgo“O que me chamou a atenção nafeira foi a ‘pujança’ da tríadealemã (Still, Linde eJungheinrich). Grandesestandes, shows durante toda afeira e dezenas de modelos emexposição. A feira continuasendo uma visita obrigatóriapara os profissionais delogística. Lá se encontravamcentenas de fabricantes depeças, acessórios e equipamentosdesconhecidos no Brasil.”Fábio Pedrão,diretor da Retrak“A CeMAT 2008 apresentou o que há de melhor no mundo dalogística: sistemas e acessórios, sistemas de tratamentocontínuo, robôs para logística, guindastes, plataformas deelevação, plataformas de acesso, sistemas de identificaçãoautomática, voice-picking, softwares, hardwares, serviços, e-Logistics, sistemas de armazenagem, caminhões industriais eacessórios, movimentação portuária, sistemas de transporte,embalagem e equipamentos para picking, serviços de transporte,telemática, logística imobiliária, etc. Com vista voltadaexclusivamente à globalização das indústrias, a CeMATtransformou-se para muitos, e inclusive para mim, em ‘meca’do conhecimento em logística, ou seja, pelo menos uma vez navida deveríamos visitar.”Hesio Nunes, gerente de negócios do ABGroup SupplyChain, Channels & Logistics Consultants“É impressionante agrandiosidade deste evento!Eram muitos galpões distribuídos,nos quais eram apresentadasas novidades da indústria demovimentação e armazenagemde materiais, principalmente porfabricantes europeus. Apresença da indústria chinesatambém foi um fator dedestaque, com váriosexpositores.”Linardi Abbamonte,departamento comercialda Logitécnica“A feira concentra o que se tem demais moderno em equipamentos esistemas de armazenagem em geral,tudo que envolve logística. Umdetalhe que entendo ser importantesalientar foi a presença maciça deempresas chinesas apresentando seusprodutos, tecnicamente e com preçosmuito competitivos. Para quemtrabalha na área de logística, éimprescindível acrescentar estaexperiência em seu currículo e daempresa que representa.”Marcelo Sanioto, diretor comercialda Futuromaq Empilhadeiras


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30 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |de único material, para desagrupar,armazenar e preparar pedidos, emseqüência com os transportadoresde carga anexos.A empresa também demonstrouo Schaefer Compact Crane,um novo transelevador ideal paraunidades de carga e áreasoperacionais até uma altura deaproximadamente 20 m.Também na área de movimentação,a SSI Schaefer lançou oPlastic Chain Conveyor, um sistemade transportadores com placasrígidas, ideal para móveis, quepossibilita a utilização de paletesnão retornáveis; e o SilentConveyor, que, com a adição denovos componentes, diminui oruído durante o funcionamento.Houve, ainda, demonstraçõesdo novo equipamento de A-Frame,remodelado para melhor desempenho.A empresa também apresentouestações de trabalho queforam projetadas de acordo com oergonomics@work, que objetivaaliviar os empregados através deestações de trabalho ergonômicaspara separação de pedidos,aumentando o output e reduzindo ataxa de erro.Por sua vez, a Haulotte Group(Fone: 11 4208.4206) mostrou naCeMAT 2008 a sua nova plataformatelescópica H28 TJ + (HB86 TJ+). Ela possui um pendulartelescópico que permite conseguiraté 5 m de flexibilidade suplementarpara alcançar as zonas detrabalho mais inacessíveis, alcancede 23 m, movimentos simultâneos,cesta larga de até 2,44 m ecapacidade de elevar rapidamentecargas mais pesadas (até 350 kg).Outros equipamentos demonstradospela empresa foram asplataformas a diesel para grandesalturas H43TPX e HA41PX,desenhadas para trabalhos emalturas de 41 a 43 m. Possuemnovo dispositivo de controle decarga na plataforma, inclinação deaté 4º em todas as posições,compensação hidráulica da cesta egestão da estabilidade em todas asposições para maior comodidade.Também destaque da HaulotteGroup foi a plataforma telescópicaH14TX (HB40), que possui quatrorodas motrizes, um sistema debloqueio diferencial hidráulico,distância do solo de 35 cm ealcance de 10,6 m.Já o manipulador telescópicoHTL 4017 (Haulotte Top Lift) possuicapacidades de elevação de até4 toneladas e alturas de elevaçãode até 17 m. Pode ser equipadocom múltiplos acessórios (derápida acoplagem): garfos, portaferramenta,lanças com ganchos,proteções metálicas para o párabrisae caixas de ferramentas decolocação lateral. Além disso,ajuda o condutor em todas asFábrica da Still em HamburgoFábrica da Still WagnerCabbia, do Grupo Moviminas, (à esquerda) e Hegele, daStill Wagneratividades, graças a seusmúltiplos indicadores luminosos esonoros. Também representa umaredução significativa de ruído e deemissões de CO 2.Presente na CeMAT 2008, aKnapp Sudamérica Logística eAutomação (Fone: 41 3311.4953)apresentou os sistemas dearmazenagem OSR, desenvolvidoscom três funções básicas:adensamento do estoque e deárea (devido à verticalização) ealtíssima performance de picking.Dependendo do perfil do pedido,pode gerar até 1.000 linhas depedido/homem hora.Já o Speeder-System trata-seda nova geração de miniloadsdesenvolvida pela Knapp. Sãoequipamentos leves e rápidos,proporcionando um aumento deperformance de ciclos doequipamento com um consumomuito menor de energia, deacordo com a empresa.Tanto o OSR quanto o SpeederSystem utilizam o que é chamadode “Goods to Man” solution, ouseja, eles estocam os produtos eos trazem até a estação de pickingde forma automatizada.E, com a intenção de utilizar atecnologia dos A-Frames paraprodutos irregulares também, aKnapp desenvolveu os ejetoresuniversais UPD (Universal ProductDispenser).Já a Mitsubishi, representadano Brasil pela Comac São PauloMáquinas (Fone: 11 3769.2400),expôs na feira os seguintesmodelos de equipamentosadequados ao estilo europeu:empilhadeiras elétricas de trêsrodas, com rodagem pneumática,modelos FB10-15 KRT, comcapacidades de 1.000 a 1.500 kg eoperação em 24 VCA; e FB16-20NT, com capacidades de 1.600 a2.000 kg e em 48 VCA. Além deempilhadeiras elétricas de quatrorodas, com rodagem pneumática,modelos FB16-20N, com capacidadesde 1.600 a 2.000 kg e 48 VCA;e FB20-35K, com capacidades de2.000 a 3.500 kg e 80 VCA.Também apresentou asempilhadeiras a combustão,diesel ou gasolina/GLP FD/G 15 –35 N, com capacidades de 1.500 a3.500 kg, e FD/G 40 – 50 K, comcapacidades de 4.000 a 5.000 kg;as transpaleteiras elétricas em24 VCA, modelos PBP13 – 20M,com capacidades de 1.300 a2.000 kg, de operador caminhando;e PBV20 – 25N, com capacidadesde 2.000 a 2.500 kg, complataforma para operador. AMitsubishi expôs, ainda, aselecionadora de pedidos modeloOPBH10N, com capacidade de1.000 kg, para 24 e 48 VCA.Por sua vez, a Michelin (Fone:0800 9709400) aproveitou a“A CeMAT foi marcada pela tecnologiaaplicada à armazenagem, com diversasempresas apresentando soluções deautomação, armazéns automáticos esistemas de picking. Como destaque, possocitar um sistema de carregamento automáticode caminhões que, se aliado às soluçõesde armazenamento, pode trazer ainda maisagilidade às operações logísticas. Por fim,fiquei muito impressionado com a dimensãoda feira, que ocupou cinco pavilhões e umaárea aberta para as grandes fabricantes deempilhadeiras, totalizando 80.000 m².”Lucas Pasquali, da área dedesenvolvimento de produtos daBertolini“De um modo geral, existe, por grandeparte dos expositores, pesquisas edesenvolvimento de equipamentosecologicamente corretos (Energia Limpa),como as empilhadeiras movidas a hidrogênio.Em minha visita à CeMAT em 2000 foiapresentado um protótipo e hoje aempilhadeira movida a hidrogênio já é umarealidade, pois já existem algumas atuandona Europa. Nesta linha de raciocínio, asbaterias tracionárias (para empilhadeiraselétricas), que há anos estão sem nenhumainovação devido aos princípios fundamentaisde sua fabricação (chumbo-ácido,tubular ou empastada), aparecem de formadiscreta em alguns fabricantes europeuscom uma nova tecnologia que em algunsanos deverá se tornar também umarealidade. Trata-se da nova geração debaterias para tração de veículos elétricos –as baterias de Lítio-Ion que têm um sistemaeletrônico embarcado em sua caixa de açocom a função de controlar a carga e adescarga das células. Este sistema tambémtem a capacidade de recarregar a bateria,eliminando a necessidade de um carregadorde bateria tradicional. Quanto aos carregadoresde bateria, estes sim, cada vez maiscompactos, leves e eficientes com sistemade recarga inovador, totalmentemicroprocessados e com possibilidade dealterar a curva de recarga de acordo com ascondições da bateria. Estes carregadores,chamados de High Performance (desempenhoelevado), que como o nome já diz, alémde ótimo desempenho e qualidade derecarga, também têm baixo consumo deenergia.”Rinaldo Drumond, diretor daBTR Comércio de Peças


| edição nº77 | julho | 2008 | Logweb31CeMAT para apresentar o pneuMichelin radial XZM, para uso emempilhadeiras. Mesmo com usointensivo em condições difíceis,apresenta alto desempenho, graçasà resistente carcaça de aço. Essascaracterísticas fazem com que oproduto ofereça o dobro de vida útilem relação aos pneus diagonais,que equipam atualmente a maioriadas empilhadeiras, segundo aempresa. Além disso, o pneutambém apresenta uma grandecapacidade de absorção doschoques e vibrações, proporcionandomaior conforto ao motorista,mais proteção à carga transportadae redução dos custos de manutençãoda empilhadeira. O XZM podeser considerado o primeiro pneuradial non marking, que não deixamarcas no piso, por utilizar umamistura de borrachas de novageração, desenvolvido para atenderà crescente exigência das indústriasagroalimentar, farmacêutica,automobilística e eletrônica.Um dos destaques da Rite-Hite(Fone: 11 3527.9590) na feira foi aporta FasTrax, de alto desempenho.Ela se ajusta a qualquer aplicaçãointerior ou exterior, com alta cargade vento, de refrigeração oucongelamento. Opera com velocidadesde até 2,5 m/seg, usando umcontrole de freqüência variável.Já a Still (Fone: 11 4066.8100)apresentou novidades que proporcionameconomia de energia. Foilançada a máquina híbrida RX70,considerada a primeira empilhadeirade sua classe a ter umsistema que armazena, através desupercapacitores, a energia geradadurante a frenagem e a transformaem energia propulsora para o motor.A aplicação ideal desta máquina éem indústrias que requerem umciclo de operação com freqüentesacelerações e paradas, porexemplo, carga e descarga naindústria de bebidas. A economiade energia pode chegar a 11%,dependendo da intensidade dosdiferentes ciclos de operação.A empresa também lançou oconceito Blue-Q (modo de economiade energia) nas máquinas elétricasde contrapeso, que pode economizaraté 20% de energia durante aoperação da empilhadeira. Asmáquinas da linha RX20 e RX60 játêm o opcional Blue-Q disponível.“Durante a CeMAT 2008 foiconsenso entre os expositores apreocupação com o meio ambiente.A Still já trabalha este conceito hámuitos anos, principalmente atravésde seus modelos RX, empilhadeirasde contrapeso a combustão eelétricas”, declara Adriana, da StillBrasil.Outras expositora, a Linde(Fone: 11 3604.4755), teve comofoco na CeMAT 2008 apresentar asnovas tecnologias existentesatravés da apresentação doprimeiro motor a combustãoalimentado por hidrogênio cominjeção direta no mundo, um novomodelo híbrido e um rebocadormovido através de célula decombustível.A empresa expôs umaempilhadeira conceito com motorde injeção direta a hidrogênio.O equipamento de 3 toneladasatinge sua capacidade máximaabastecido com este tipo decombustível, com a vantagem dainexistência de emissõespoluentes, já que o motortransforma o combustível em vaporde água. “Especialistas da áreaindustrial e de pesquisa têm aexpectativa de lançar a primeirasérie comercial de empilhadeirascom tecnologia de hidrogênio apartir de 2015”, declara WilsonVizeu, gerente geral da Linde MHBrasil. Além disso, a empresaapresentou lançamentos emequipamentos elétricos e acombustão. No segmento elétrico,destaques são os equipamentospara armazenagem e movimentaçãofabricados na França, que jásão distribuídos no Brasil.Na divisão de pesados,mostrou a nova série 396 quesubstitui a série 353, modelo quetrabalha com as capacidades decarga de 7 e 8 toneladas.O grande diferencial da nova sérieem relação ao modelo anterior é omotor diesel que trabalha como umgerador para a transmissãohidráulica, com isto, o consumo decombustível é reduzido emaproximadamente 25%. “O novoequipamento oferece vantagenstécnicas a um preço de vendamuito competitivo. Graças a estasalterações, já conseguimosconfirmar a venda de três unidadesno mercado brasileiro junto com olançamento mundial”, complementaVizeu.Outro foco da Linde na CeMATfoi a divisão de equipamentospesados para movimentação decontêineres cheios ou vazios.Os destaques foram o reachstacker modelo 4531/5TL, que já écomercializado no Brasil eaplicado na movimentação decontêineres cheios; o novo modeloC90/6, para movimentação decontêineres vazios; e o modeloH160D, para movimentação decontêineres vazios com capacidadede carga de 16 toneladas. Agrande vantagem dos modelospara movimentação de contêineresvazios é a adoção da transmissãohidrostática, que reduzconsideravelmente os custos demanutenção do equipamento,pois não tem os componentesmecânicos de uma transmissãoconvencional (freio mecânico,fricção, embreagem, etc.).○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○


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A área de exposiçãoatingiu 45.000 m², reunindo2.036 expositores e gerandonegócios que devem superar acasa dos R$ 4 bilhões ao longodos próximos meses, conformeforem fechados os contratosiniciados na feira.Um aspecto ressaltado porMarco Antonio Mastrandonakis,diretor de Feiras da Brazil TradeBebidas destiladasFróes traz Cuba Vodka ao Brasil ecritica a burocracia nos portosAFróes ComércioInternacional (Fone: 116409.3264), tradingcompany e assessoria estratégicaem comércio internacionalque oferece soluções e processospara empresas de pequeno emédio porte, está trazendo parao Brasil a Cuba Vodka, bebidadinamarquesa destilada, nossabores Strawberry (morango) eCaramel (caramelo).Márcio Leite Fróes, sóciodiretorda Fróes, conta queconheceu o produto em 2006,através de Ole Lindhard,representante da marca. “Desdeentão iniciamos as negociaçõespara introdução do produto noShows – BTS, que promove aFispal Tecnologia, foi a crescenteinternacionalização do evento.“No mundo todo a feira é vistacomo uma porta de entrada paraa América Latina. Este anotivemos expositores de 13países – Alemanha, Argentina,Canadá, Chile, China, EstadosUnidos, França, Índia, Indonésia,Itália, México, Suíça e Taiwan –e visitantes de vários países domundo, com ênfase nos paísesda América do Sul e Central”,conta ele.Logistics ShowQuem visitou durante a feirao espaço do Logistics Showpôde acompanhar palestrassobre a evolução das embalagensplásticas retornáveis noBrasil, sobre a viabilização dacoleta seletiva através dalogística e também conhecer osprincipais cuidados a seremadotados na hora de adquiriruma empilhadeira. Houve aindaLeite: desembaraço decarga pode ultrapassar15 diasEvento reuniu 2.036 expositores e gerou negóciosque devem superar a casa dos R$ 4 bilhõesapresentações de equipamentose debates sobre a questão dotrânsito nas grandes cidades.Desenvolvido em parceriapela Fispal Tecnologia e pelaABML – Associação Brasileirade Movimentação e Logísticacom o objetivo de mostrar ograu de desenvolvimento destesmercado brasileiro”, diz. Elerelata que todo o processo denegociação até o início dasimportações durou um poucomais de um ano, e que nocomeço de 2008 foi embarcadoo primeiro contêiner.A distribuição da bebida emterras brasileiras teve início nomês de abril e, inicialmente, asregiões Sudeste e Centro-Oestesão as que têm recebido oproduto. “Optamos por atender aregião da Grande São Paulo comequipe própria, por meio deveículos de pequeno porte, paramaior agilidade nas entregas edeslocamentos. E escolhemosveículos terceirizados paraserviços no país e debaternovas tendências, o LogisticsShow permitiu, na opinião dePedro Moreira, presidente doconselho de administração daABML, contribuir para a trocade informações e conhecimentoentre os profissionais domercado.grandes volumes e para atenderàs outras regiões, como interiore demais estados”, informaLeite.Quanto aos cuidados duranteo transporte do produto, o sóciodiretorda empresa responsávelpela distribuição afirma que éfeito o acondicionamento emcaixas de papelão com seisunidades cada, o que, segundoele, proporciona maior facilidadeno manuseio, em razão deoferecer menor peso e volume.“No caso de transporte degrandes volumes, os produtossão unitizados em paletes paragarantir maior segurança”,completa.Seminários epalestrasDurante a feira, visitantes eexpositores puderam participar,também, de seminários epalestras desenvolvidos para darum panorama dos desafios etendências do mercado dealimentos e bebidas e permitir atroca de experiências entre osparticipantes, contribuindo para aevolução de todo o setor.Quem participou do FórumTecnológico de Carnes e Lácteos,promovido pela área editorial daBrazil Trade Shows, pôdeacompanhar palestras sobreexportações e os desafios queuma empresa enfrenta paraingressar no mercado exterior eoutros temas, a exemplo de“Cadeia do frio e distribuiçãofrigorificada de laticínios”.No 2º Simpósio Internacionalde Processamento de Alimentose Bebidas, coordenado pelodiretor do Instituto Tecnológico deAlimentos – Ital, Luis Madi, umbom público acompanhou osquatro dias do evento, durante osquais especialistas do mercadoapresentaram e debateraminformações sobre temas como“A embalagem amiga do meioambiente” e “Alimentos &bebidas na logística: um desafioconstante”. ●As únicas dificuldadesenfrentadas pela Fróes e poroutras empresas que atuamna área de comércio exterior,de acordo com Leite, são oexcesso de burocracia nosportos e aeroportos brasileirose a morosidade nodesembaraço das mercadorias.“O processo dedesembaraço de uma cargaque necessite de Licença deImportação junto ao Ministérioda Agricultura podeultrapassar 15 dias. Isso semcontar com a existência deeventuais greves que podemmultiplicar esse prazo”,reclama.Para elucidar sua crítica,o sócio-diretor da Fróes citacomo exemplo o portoholandês de Roterdã, um dosmais movimentados terminaisportuários do mundo: “lá, ascargas atracadas no períododa manhã podem serliberadas no mesmo dia,tamanha a eficiência doporto”, compara. ●


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O porto foicertificado com os selos sociais de“Erradicar a extrema pobreza e a fome”,“Atingir o ensino básico universal”,“Promover a igualdade entre os sexos ea autonomia das mulheres”, “Combater oHIV/Aids, a malária e outras doenças”,“Garantir a sustentabilidade ambiental”e “Estabelecer uma Parceria Mundialpara o Desenvolvimento”.Para a superintendente do PortoMunicipal e vice-prefeita de Itajaí, ElianeNeves Rebello Adriano, a responsabilidadesocioambiental não pode ser vistaapenas como obrigação do poderpúblico. “Através da certificação do SeloSocial podemos perceber que cada vezmais empresas estão se empenhando esendo responsáveis, tanto social quantoambientalmente. Prova disso é que naprimeira edição do Selo Social foramcertificadas 33 empresas. Nesta ediçãoforam 44 empresas certificadas”, diz.Além disso, o Porto Municipal deItajaí foi certificado com o selo EmpresaAmiga da Cultura, lançado pela FundaçãoCultural de Itajaí. Com o patrocínioao NIDAA – Núcleo Itajaiense de DançaAlicia Alonso, o porto foi a primeiraentidade a aderir à iniciativa daFundação Cultural. O NIDAA é a únicaescola pública do método cubano de baléclássico no Brasil. O Núcleo funcionadesde 2005 e conta com quase 100alunos da Rede Municipal de Ensino.Em relação ao meio ambiente, ogoverno municipal assinou convênio detransferência de recursos com a Fatma –Fundação Estadual do Meio Ambientepara implantação do Parque NaturalMunicipal do Atalaia. A área, com quase200 mil metros quadrados, ainda possuiMata Atlântica e foi adquirida pelo PortoMunicipal de Itajaí com custo de R$ 1,2milhão.“Hoje sofremos as conseqüências dodescuido em relação à natureza. Estamosvendo o degelo dos pólos e o problemada falta de água potável. A iniciativa doPorto de Itajaí é algo que precisamos vercada vez mais”, destaca o presidente daFatma, Carlos Leomar Kreuz.Falando em educação, o PortoMunicipal de Itajaí mantém parceria comempresas privadas ligadas à áreaportuária e de comércio exterior paralevar a educação ambiental ao programaEscola Aberta.A cada edição do evento, queacontece quinzenalmente, uma empresaparticipa juntamente com o portomunicipal. As empresas Ecosorb, quemantém a Base de Emergência Ambientalno porto, o Teconvi, arrendatário do porto,e a Braskarne/Cargill já participaram doprojeto.Através de brincadeiras e dinâmicas,a equipe mostra às crianças e adolescentesa importância da preservação do meioambiente. “Na dinâmica da ColetaSeletiva, por exemplo, mostramos comoreduzir, reutilizar e reaproveitar osresíduos gerados pelo homem. Destaforma, as crianças aprendem a minimizaros impactos causados pela sociedade nanatureza”, explica o gerente de meioambiente do Porto Municipal de Itajaí,Aguinaldo de Assis.De acordo com ele, a equipe orientaa comunidade em geral. “Prestamosesclarecimentos sobre várias questõesambientais, como efeito estufa, poluiçãoe reciclagem de resíduos”, explica.O principal foco da ação do projeto deEducação Ambiental é a reciclagem deresíduos e a conscientização do uso dosrecursos hídricos.Já na área de saúde, o programaPorto Saudável – parceria entre aPrefeitura Municipal, através daSecretaria da Saúde, com o Porto deItajaí e o Teconvi – foi criado com ointuito de melhorar a qualidade de vida esaúde das pessoas que trabalham dentrodo porto.Pelo programa são realizadascampanhas, como a DST/HIV, que ofereceexames de hepatite, HIV e sífilis. Além dadisseminação de informações e examesgratuitos, ainda oferece orientação paraos casos positivos. As campanhas devacinação contra a febre amarela,desratização e dedetização da áreaportuária, conscientização contra o fumo,palestra sobre LER/DORT e campanha dehipertensão e glicemia também fazemparte do programa.●SUSTENTABILIDADEExpresso Araçatubaacompanha emissõesde CO 2A coleta seletiva foi adotada na matriz, na oficina e em todas as filiais,além da Golden Cargo, outra empresa do grupoEm vista do core business daempresa, a Expresso Araçatuba(Fone: 11 2108.2800) seconsidera consciente de seu “potencial”poluidor e, desta forma,acompanha as emissões de CO 2,promovendo ações preventivas paradiminuir este potencial. “Os veículospassam por manutenções e testes defumaça preta, temos controle dequantas árvores seriam necessárias(plantio) para neutralizarmos o carbonoe estamos com projeto de iniciar esteplantio em áreas que protejam,também, as fontes de água potável”,conta Denise Penteado, gerente deadministração da qualidade.A empresa também apóia algumasinstituições que promovem a educaçãoe a cultura na região onde atua, comoa Expedição Vagalume e a FundaçãoCargill.Sobre reciclagem, Denise declaraque a coleta seletiva de lixo foiadotada em 2005 na matriz e na filialde São Paulo e na oficina, também emSão Paulo. No ano passado, o trabalhofoi ampliado para todas as filiais (32unidades), além da Golden Cargo,outra empresa do grupo.O benefício com a venda domaterial para reciclagem é da unidade,ou seja, revertido para as necessidadeslocais. “Fora o valor intangível,que é o conhecimento adquirido pelaspráticas de separação de materiaisrecicláveis e consciência do coletivo”,avalia a gerente de administração daqualidade da Expresso Araçatuba, queainda não tem a certificação ambientalISO 14.001, mas está se preparandopara certificar-se no Sistema deA empresa tambémapóia algumasinstituições quepromovem aeducação e a culturana região onde atuaGestão Integrado, que prevê controlede processos que afetem o meioambiente.Sobre quais ações o governodeveria tomar para incentivar asempresas a serem sustentáveis,Denise acredita que seja necessárioinvestir muito na educação formal,incluindo noções do coletivo. “Quesignifica que se as pessoas foremconscientizadas logo cedo, na escola,que suas ações refletirão no meioambiente, na natureza e na comunidadeonde está inserida, talvez tenhammais cuidado e respeito pelo que é deuso coletivo. E isso só se conseguecom educação e civilidade”,completa.●


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38 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |DistribuiçãoOnde estão osgargalos logísticosna área de alimentos?Falta de mão-de-obra qualificada, entraves de circulação nos vários modais, infra-estrutura logística do país,concentração de pedidos no final do mês. Estes são apenas alguns dos gargalos apontados.MultimodalQue os gargalos logísticosexistem em toda alogística, e nas diversasáreas que a compõem, todossabem. Mas, o foco centraldesta reportagem envolve osgargalos logísticos no segmentoalimentício.No caso da AGV Logística(Fone: 19 9876.9000), porexemplo, os gargalos enfrentadosvão desde a falta de mãode-obraqualificada para áreasadministrativas e operacionaisque um operador logísticointegrado requer, até entraves decirculação em todos os modais,principalmente quando se falana malha rodoviária, carente deinvestimentos e atualização emsua estrutura, prejudicando,desta forma, todas as partesenvolvidas: operador, cliente,fornecedor e até consumidorfinal.“Outro aspecto que mereceatenção é a questão da infraestruturaenergética, especificamentepor conta de atividadescom cargas frigorificadas eclimatizadas – até o momentonão são observadas soluções nocurto prazo. A dificuldade naentrega de mercadorias nasgrandes redes de supermercadose atacadistas muitas vezesconstitui um gargalo, já que osintervalos para cargas edescargas podem ser longos,dificultando as operações paramuitos operadores logísticos etransportadoras”, completaJalaertem Souza, diretorcomercial da AGV Logística.“Dentro da atuação daColumbia neste segmento, asmaiores dificuldades enfrentadasestão relacionadas à infraestruturado próprio país. Ascondições precárias do modalrodoviário, os problemasportuários e a falta de integraçãoentre modais são os maioresQuando existe um pico de sazonalidade, o fluxo logístico como umtodo sofre muita pressão para suportar estes aumentosvilões. A cadeia de produtosalimentícios requer condiçõesespeciais na armazenagem e notransporte, portanto precisa serainda mais eficiente no que tangeao tempo envolvido. Situaçõescomo as citadas batem de frentecom tais requisitos, ocasionando,por exemplo, problemas queinterferem na qualidade doproduto, encarecendo toda acadeia e causando dificuldadespara todos os envolvidos”, revela,Souza, da AGV Logística:gargalos são ocasionados pelafalta de investimentos públicose incentivospelo seu lado, Marcelo BuenoBrandão, gerente da divisão deOperações e Logística daArmazéns Gerais Columbia (Fone:11 3305.9999), em depoimentosimilar ao de seu colega daAGV Logística.Por sua vez, José PabloGarcia Villas Boas, da ConseilLogística e Distribuição (Fone: 712203.9000), ressalta que oprincipal gargalo no caso da suaempresa é o estado das estradasno nordeste – os tempos deviagem são muitas vezes o dobrodo que se exigiria com pistasnormais. “Temos um gargalo,também, no acesso ao porto deSalvador e na falta de infraestruturaportuária na Bahia”,regionaliza ele.Gilson Aparecido Pichioli,consultor e gerente da Transportee Comércio Fassina – TerminalRodo-Ferroviário de Jundiaí, SP(Fone:11 4533.2988), avalia que,considerando a variedade dealimentos transportados(perecíveis ou não), no caso dasua empresa, não-perecíveis,cujo fluxo de carga é representadoem sua maioria pela origem edestino o Porto de Santos, osmaiores gargalos estãoconcentrados na travessia dacidade de São Paulo e no acessoao Porto de Santos. “De fato,trânsito, áreas de restriçõesexistentes em São Paulo e áreascom horários específicos deacesso são grandes gargalos”,concorda Oscar CesarBevilacqua, gerente geral da LogFrio Logística (Fone: 112175.7100).“Os gargalos logísticos maisrelevantes são encontrados naárea de transportes, onde ascondições das estradasbrasileiras jogam contra aprodutividade necessária para osnegócios, quebra de veículos emregiões com pouco nível deserviços mecânicos, postosfiscais e trânsito nas grandescidades. Fora isso, a falta demão-de-obra especializada(realmente especializada) podetambém ser descrita como umforte gargalo nas nossasoperações”, resume LucasPatury, gerente de planejamentologístico da Martin-Brower(Fone: 11 3915.9921).Aldo Jaime ValenzuelaJorquera, gerente de site daMarques, da Cargolift: osculpados pelos gargalos são osembarcadores e o sistematributário brasileiroID Logistics no CD do Carrefourno Rio de Janeiro (Fone: 113809.3400), aponta dois gargaloslogísticos: demanda do consumidor:sazonalidades que ocorrem,normalmente, pelas políticas depreços/oferta dos comerciantes,assim como pela políticaeconômica do governo; ecapacidades logísticas: quandoexiste um pico de sazonalidade, ofluxo logístico como um todosofre muita pressão parasuportar estes aumentos – CD´spressionados, transportadorescom problemas de disponibilidade,contratação e treinamentorápido de mão-de-obra, consumode maior numero de equipamentosde movimentação, etc.Pensamento semelhante temRoberto Macedo, diretorcomercial da Mestra Log –Logística e Armazenagem (Fone:11 4358.7000).Segundo ele, o principalgargalo acontece com aconcentração de pedidos no finaldo mês. “Todos os participantesdo processo da rede de abastecimentopossuem sua estruturadimensionada para atender seusclientes. Porém, no final de mês,existe uma concentração muitogrande de pedidos. Isso faz comque esta estrutura não suporte oacúmulo de demanda. Aslimitações de equipe de mão-deobrae equipamentos demovimentação podem serincrementadas com excedentespara suportar este período, mas aestrutura física não tem como serexpandida momentaneamente,sendo necessário aguardar oconsumo para liberação deespaço físico”, analisa.Aqui, também há a concordânciade Bruno Crelier, gerentede cabotagem da AliançaNavegação e Logística (Fone: 115185.5600). Segundo ele, apesardas abundantes novas tecno-


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40 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○de sanar entraves no fluxo de recebimentode mercadorias”, avalia.Não existem culpados se levarmosem consideração que tanto a iniciativaprivada como os órgãos governamentaissão responsáveis pela velocidade queestá sendo imposta nas questõesrelacionadas à infra-estrutura do país.A avaliação é de Brandão, da Columbia.Para ele, o que é imprescindível parao salto de eficiência é que haja coordenaçãoentre as ações sem deixar delevar em consideração os objetivos doBrasil como um todo. É preciso que seanalise o país como uma empresa,entendendo onde, como e com queprioridade os investimentos serãorealizados. “Talvez falte ao governo umpouco mais de estratégia, que não seresume apenas ao plano, mas tambémà sua execução e acompanhamento.”O gerente da divisão de operações elogística da Columbia destaca que o PACfoi recebido pelo setor privado com boaaceitação, porém a dificuldade em seconcretizar as ações é grande, cabendoàs empresas e à sociedade como umtodo cobrar o governo.“Todos devem se solidarizar nassoluções logísticas, contudo cabe aogoverno planejar e investir em infraestruturapara fazer do Brasil um paísmais competitivo. Deve se investirtambém na capilarização dos centros deprodução, para criar novas rotas deescoamento de produção”, acrescentaVillas Boas, da Conseil.Villas Boas, da Conseil: “todos devemse solidarizar nas soluções logísticas”Para Pichioli, da Fassina, são váriosos culpados pelos gargalos logísticos:crescimento da demanda de transporte,maior quantidade de veículos circulandopelas ruas, avenidas e estradas e faltade investimentos na infra-estrutura deatendimento.Bevilacqua, da Log Frio, também temos seus “culpados”: o governo, que nãoefetuou os investimentos necessários namalha viária e no transporte público deSão Paulo e agora quer repassar esseproblema para o contribuinte, restringindoo acesso na cidade; e o destinatário,que não permite a entrega noturnadevido ao pagamento de horas extras eadicional noturno e força para que acadeia de abastecimento seja mantidadurante o dia.As condições das estradas brasileiras jogam contraa produtividade necessária para os negóciosPapel do embarcadore do destinatárioQual o papel do embarcador e dodestinatário da carga no agravamentoou não do gargalo logístico?Crelier, da Aliança, pondera que,em cadeias de suprimentos tradicionais,embarcadores, transportadores edestinatários trabalham, cada um, deforma a otimizar sua própria logística eoperações. “Eles atuam individualmente,preocupados apenas com sua parteno sistema de fluxo.”Ainda segundo ele, há muitosembarcadores que não conhecem seusclientes e suas particularidades. Comoresultado, inadvertidamente criamproblemas e ineficiências entre si etambém para outros participantes dacadeia – sendo que todos adicionamcusto ao sistema total. “Entendemosnecessário que todos os participantesda cadeia estendam sua visão paraalém das fronteiras da corporação etrabalhem cooperativamente comtodas as partes da cadeia em umECR Brasil tambémaponta os gargalosEntre os principais gargaloslogísticos enfrentados na área dealimentos, Claudio Czapski,superintendente da AssociaçãoECR Brasil (Fone: 11 3034.4012),cita o problema da concentraçãodo uso do modal rodoviário, que édeficiente e gera um pesado ônusdevido aos problemas de infraestrutura.O ideal, segundo ele,seria o uso dos modais aquaviárioe ferroviário.Com relação ao transporte, osproblemas maiores são com osalimentos in natura, pois muitoscaminhões não seguem asespecificações de qualidade, ouesforço para otimizar todo o sistema.”Em sua análise, Marques, daCargolift, considera que ambos fazemsua parte para ajudar a resolver asituação ao sincronizar a janela decarregamento com a janela do destinopara descarga. “Por exemplo: se aexpedição na janela de embarque émeio dia e o transit time é de oitohoras, então é necessário haver umajanela no embarque para as 20 horas.Com essa sincronização, é possívelreduzir o gargalo.”De fato, para Villas Boas, daConseil, o embarcador, em boacomposição com o destinatário, podemelhorar os gargalos com um melhorplanejamento da movimentação decargas buscando não sobrecarregar osperíodos de alta movimentação.Para Macedo, da Mestra Log, oembarcador sofre com a estruturalimitada para atender aos picos deentrega. Afinal, a concentração égrande e a carga deve ser expedidacom prazos curtos a serem cumpridospara não correr o risco de não haverseja, não trafegam com as condiçõesideais de higiene, refrigeração emanuseio – situação transferida para ospontos-de-venda. Czapski salienta aimportância da monitoração dascondições a que forem submetidos osprodutos, já que nem sempre o controlede qualidade é assegurado.Outros gargalos, de acordo com osuperintendente da Associação ECRBrasil, são o não entendimento dacadeia e o não alinhamento do processo.É preciso que haja uma predisposição detodos que fazem parte da cadeialogística para conversar sobre a corretadistribuição dos produtos e as particularidadesda operação. “Fazer


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Por sua vez, otransportador tem seus equipamentosutilizados de maneiras inadequadas,como se fossem armazéns, poisenquanto não se desocupam locaispara a descarga, os caminhões ficamcarregados parados na porta dodestinatário, situação comum de seencontrar nos grandes centros derecebimentos do país.“O embarcador/destinatário têmpor objetivo a produção, a venda, adistribuição e a ampliação de seusnegócios, mas cabem a eles também (eagora mais do que nunca) analisar eentender os problemas e dificuldadescada vez maiores para o transporte dasmercadorias de uma maneira estratégica.E isso envolve, essencialmente,conhecer a situação atual da infraestruturade atendimento, problemase perspectivas futuras para que sejamdefinidas as estratégias operacionaisA falta de previsibilidade das vendas éconsiderada o principal gargaloagendamento é uma iniciativa que podereduzir custos e desperdícios na cadeia.É preciso acertar as dúvidas antes deentregar as mercadorias”, salienta.Para Czapski, nem só os operadoreslogísticos ou frotas terceirizadascomentem erros, que podem ser dequalquer um nas cadeias, se não houveralinhamento e integração das operações.“Muitas vezes as faltas são decompartilhamento de informação”, diz.E quem são os culpados? Para osuperintendente da Associação ECRBrasil não há um único culpado, osproblemas envolvem falta de legislação,falta de controle da legislação existentee falta de controle dos processos pelosintegrantes da cadeia, entre outros. Deacordo com ele, enquanto se aceitaremprodutos fora das normas, a situação vaicontinuar ruim. Para Czapski, falta visãode conjunto, análise das possibilidades,estatísticas para auxiliar na busca desoluções e investimentos em infraestrutura.Pichioli, da Fassina: maiores gargalosestão na travessia de São Paulo e noacesso ao Porto de Santosvisando superar e obter o melhorresultado operacional e financeiro paraatendimento aos seus clientes com omenor custo possível.” A avaliação é dePichioli, da Fassina.Para Bevilacqua, da Log Frio, oembarcador esta sujeito ao quedetermina seus clientes, ou seja, é omenor culpado nesse gargalo. Já odestinatário, conforme explicadoanteriormente, força para que adistribuição seja no período diurno.Tipo de produtoO tipo de produto alimentício com oqual se opera acaba por ser um geradorde gargalo logístico? Esta é outrapergunta com respostas bastantevariadas.“Em linhas gerais, alimentosperecíveis demandam maiores cuidadospor conta de prazos de entrega econdições de transportes”, destacaSouza, da AGV Logística.“A Aliança atua em diversossegmentos da indústria alimentícia,Por outro lado, ele acreditaque a pressão legal em algunsmercados pela segurançaalimentar e a grandecompetitividade do mercado têmajudado a superar os problemas.“O uso dos operadores logísticosé uma forma de melhorar asituação, porque sãoespecializados e têm tecnologiaem equipamentos”.Outra ação importante que jáocorre é a colaboração entre asempresas. Czapski diz que se umcaminhão é contratado por umaempresa para a entrega em certoponto-de-venda, porque outraempresa também não podeabastecê-lo com seus produtos, sedevem seguir para o mesmo local?Além de concorrentes, essasempresas são colaboradoras.“Este pode ser um forte fator deoportunidades a seremexploradas”, finaliza.desde a carga reefer, os congeladosin-natura, como frango, carne, peixe, etc.,até os alimentos industrializados, masnão diria que há gargalos logísticos,apenas condições particulares deatendimento à logística de distribuiçãodesse segmento.O primeiro grupo, por exemplo,demanda grandes lotes de movimentação,necessidade de maior programaçãoe rapidez no atendimento das coletas,além de infra-estrutura portuáriaadequada para manter os equipamentosconectados a fontes de energia. Já osegundo grupo atua de duas formas, natransferência para CDs posicionados maispróximos dos mercados de consumo –nesses casos há maior previsibilidade devolumes e o transporte tende a ocorrer aolongo do mês inteiro –, e a venda diretapara clientes finais – nesses casos, háuma grande concentração de volumes nofinal do mês como já comentado,demandando do operador grandeflexibilidade e mobilidade para atender atais demandas. Esse grupo convive,ainda, com a necessidade de maioracerto nas entregas (cumprimento deprazos de transporte), baixo nível deavarias e maior visibilidade do last-mile(entrega no destinatário), normalmentedifusa ao embarcador e onde normalmenteocorrem custos adicionais nãoprevistos originalmente e demais outrosproblemas que afetam a relaçãocomercial com seu cliente final”,pondera Crelier, da Aliança.Por sua vez, Brandão, da Columbia,diz que, como sua empresa trabalha comprodutos industrializados, o tipo deproduto não é um gerador de gargalos.“Nos produtos secos não é o produtoem si que pode provocar um gargalo e,sim, um processo logístico mal planejado.Os produtos perecíveis exigem uma maioragilidade logística (operacional etransportes) que os produtos secos.Independente do produto, as exigênciaspara o operador logístico são muitoparecidas em função das responsabilidadescom qualidade, produtividade eprazos”, avalia, por sua vez, Jorquera, daID Logistics.“Sem dúvida, o tipo de produto acabapor ser um gerador de gargalo logístico.A característica dos alimentícios tem suasituação bastante especial, pois oconsumidor de modo geral aguarda orecebimento de seus rendimentos noinício do mês para abastecer suasresidências com os produtos que todafamília irá consumir, desencadeando oabastecimento do varejista que seprepara para esta demanda. Além detodas essas variáveis, ainda encontramosos problemas de infra-estrutura logísticano país. Quando falamos em abasteceroutras regiões com percursos maiores, afalta de infra-estrutura em rodovias,portos, ferrovias e aeroportos acabaimpactando em custos de períodosmaiores para o deslocamento destesmateriais e contribui para um trabalho debaixa performance, que deve ser vencidoa custos maiores do que os aceitáveis”,finaliza Macedo, da Mestra Log. ●


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Em 2004, mudou ofoco para o segmento de agenciamento decargas aéreas, o que, segundo o sóciodiretorGerson Fortes, exige, principalmente,tecnologia de ponta, flexibilidade eprocessos modernos e diferenciados.Recentemente, a empresa mudou-se deAlphaville, na Grande São Paulo, paraGuarulhos – a cinco minutos do aeroportointernacional. “Mantivemos a estrutura decondomínio fechado que tínhamos emAlphaville, mas agora estamos muito maisperto do aeroporto”, informa.Ele conta que, por muitas vezes,algumas situações impossibilitaram aPlatinum de cumprir prazos acordados.”Estávamos em uma área nobre, porémdistante dos aeroportos. Essa situação seagravava quando a cidade era tomada porchuvas torrenciais que geravam quilômetrosde congestionamento”, explica.Fortes diz que a escolha da nova sedelevou em conta alguns aspectos: “comotransportamos cargas com alto valoragregado, já tendo transportado mercadoriascom valor somado superior a R$ 2,3bilhões, esta mudança objetivou aproximarmosdo aeroporto de Guarulhos, que éresponsável por escoar 80% das cargasembarcadas e recebidas por nós”, justifica.Além da matriz em Guarulhos, aestrutura da Platinum conta com filiaispróprias em Brasília, DF, Curitiba, PR, eManaus, AM. A frota nacional é compostapor 68 veículos rastreados, incluindo algunscom plataforma e suspensão pneumáticapara o transporte de sensíveis. “Realizamoscoletas em carros fortes, bem comocustódia de produtos em empresas desegurança. Além disso, há a nossa Centralde Gerenciamento de Risco, que opera comas principais gerenciadoras e atua 24horas”, acrescenta Fortes.Ele revela que a Platinum realizaentregas porta-a-porta, oferece serviçosFortes:redução dascompanhiasaéreastrouxeproblemascom diferentes prazos, e destaca um deles -o Platinum Reversa. “É ideal para atendersituações onde temos muitos remetentes eum só destinatário, trocas de produtosdanificados, assistência técnica, etc.”.ProblemasToda organização enfrenta problemas, ecom a Platinum não é diferente. Há oitoanos, segundo Fortes, a malha aérea doBrasil dava conta de atender todo oterritório nacional. “O mercado dispunha deuma quantidade maior de companhiasaéreas que possuíam aeronaves cargueirase viam o agente de cargas como o seuprincipal cliente. Existia uma cultura decargas”, lembra.Ele explica que, hoje, as companhiastêm o foco principal voltado para ospassageiros, o que dificulta a vida dosagentes de cargas. “Além disso, elas atuambasicamente no corredor industrial unindo azona franca de Manaus ao Estado de SãoPaulo e realizando serviços para a RPN –Rede Postal Noturna dos Correios”. ParaFortes, a grande matéria-prima dosagenciadores de cargas aéreas são ascompanhias aéreas. “Toda e qualquermudança, como a saída da VASP eTransbrasil do mercado, a compra da Varigpela GOL ou mudanças nos perfis deaeronaves, reduzindo o espaço disponívelpara cargas, afeta de forma direta nossosegmento”, afirma.Para contornar este cenário negativo, osócio-diretor da Platinum diz que a empresadeve ser criativa. “Temos que criar outrasformas de atendimento, seja buscando aintegração logística dos modais ou unindorotas aéreas, visando à redução dos prazosque, a cada dia, precisam ser menores, porsolicitação dos usuários do transporteaéreo.”PlanejamentoPara 2008, a Platinum planeja atuar emnovos segmentos. “Só não podemos perdero foco do segmento de telefonia móvel, quetem sido nosso carro-chefe desde afundação da empresa”, alerta Fortes.O sócio-diretor da empresa diz que aperspectiva para este ano é consolidar asoperações nos locais em que a Platinumpossui unidades próprias. “Queremosfidelizar os clientes que têm suas operaçõesde transporte aéreo conosco e crescer deforma consciente e sólida, aproveitandonossa capacidade instalada”, encerra. ●Após 10 meses deobras e R$ 30 milhõesinvestidos, a Brink’s(Fone: 11 2133.0300),especializada em logística,transporte de valores e gestãode riscos, inaugurou, emSão Paulo, SP, uma baseoperacional de segurança queconta com 12.000 m 2 de áreaconstruída e 16 docas paracarga e descarga dos carrosfortes.O local escolhido paraabrigar a nova central daempresa fica próximo àMarginal do Tietê, o que,segundo o presidente daBrink’s Brasil, FranciscoMendonça, faz parte doplanejamento logístico,considerando que, em breve,também estará próxima aoRodoanel, que vem sendoampliado para facilitar o fluxodo trânsito na capital paulista.Já o presidente internacionalda empresa, Ronald F.Rokosz, responsável pelasregiões da Ásia, AméricaLatina, Canadá e EMEA, contaque a opção pelo Brasil comosede desta que é a maior emais moderna base da Brink’sno mundo também merecedestaque: “o Brasil é ummercado essencial para nós,pois é promissor e pode nosdar mais projeção mundial”,comenta. Ainda de acordocom Rokosz, esta estruturanão foi construída parareceber apenas a capacidadeatual da Brink’s, mas sim paraatender à demanda quehaverá nos próximos 15 anos.Segundo Mendonça, hoje,a empresa – que desenvolveaplicativos para segurança notransporte, possui uma frotacom cerca de nove milveículos e opera em mais de120 países – está estabelecendoum novo paradigmapara o setor de transporte devalores, por investir forte emtecnologia para a logística esegurança das mercadorias.“Atualmente, são 500 veículosrodando no país e 80 nacidade de São Paulo”,


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○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○44 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○Transporte ferroviárioSofersa é criada apartir de união daSotreq e da EIFAunião da EIF - Engenharia eInvestimentos Ferroviários (Fone:11 5181.8915), criada em 2001pelos empresários Carlos Braconi e JoãoGemma para atender à crescente demandado mercado ferroviário de carga, com aSotreq (Fone: 0800 220080), que atua emcomércio e apoio técnico de equipamentosmóveis para infra-estrutura, mineração,agropecuária, indústria, reflorestamento eenergia térmica, resultou na criação daSofersa (Fone: 11 3667.0640).A nova empresa se integrará aoconglomerado que atualmente representamarcas como Caterpillar, Hyster, Perkins,O&K, MaK e Tennant. Para os parceiros, acombinação entre a reconhecida reputaçãotécnica em suas respectivas atuações, asinergia funcional de serviços oferecidos ea de relações com clientes comuns foramfatores primordiais para a criação daempresa dedicada ao transporte ferroviáriode cargas.Sediada em Campinas, a EIF – uma dasbases da parceria – atua na área de vendae logística de importação de locomotivasdiesel-elétricas de linha novas ou usadas,de peças e componentes de reposição,como também presta serviços de manutenção,adaptação de bitola, reforma, start up,treinamento e repontencialização dasmáquinas, entre outros serviços nestesegmento.Para Jorge Delaura Meyer Neto,diretor do Grupo Sotreq – que compõe ooutro pilar desta junção que chega paraatender ao segmento ferroviário brasileiro– operadoras, indústrias, mineradoras,portos e distribuidoras que movimentamcargas por ferrovia no Brasil passam a teruma alternativa bastante viável para suasnovas aquisições de locomotivas.Segundo o diretor comercial daSofersa, Carlos Braconi, que atua há oitoanos neste segmento, a empresa estáNa modalidade HP/Hora, cliente evitainvestimentos vultosos em locomotivasDa esquerda para a direita:Braconi e Gemma – desenvolvimento denovas alternativascapacitada para desenvolver alternativasinovadoras no Brasil, aproveitando-se daexpertise da Sotreq em processos dealuguel, PBTH (Power By The Hour) eremanufatura de equipamentos pesados.“Vamos viabilizar a oferta do nossoprojeto HP/Hora, com locomotivasfabricadas na Ásia ou usadas acima de3.000 HP provenientes do mercado norteamericano,uma inovação no mercado detransporte ferroviário brasileiro”, revela.O diretor de operações, João Gemma,explica que ao escolher a modalidadeHP/Hora, o cliente evita investimentosvultosos, que podem influenciar sualiquidez e valorização das suas ações,suprindo sua necessidade de tração naforma de custeio, já que este serviçopermite o aumento da frota de locomotivaspagando apenas pelas horasdisponíveis das máquinas, economizandonos custos de manutenção.Pensando a curto prazo, o gerente dedesenvolvimento de mercados daSofersa, Paulo R. Leite Júnior, conta quea companhia se dedicará, também, àprodução de truques, cabines e capotasno Brasil. Quando se trata das expectativasem um prazo mais longo, destaca amontagem de locomotivas dieselelétricas.Ele informa, ainda, que aSofersa já está produzindo locomotivasde manobra, com 1.000 HP de potênciabruta e 100 toneladas de peso, para umcliente nacional. ●


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46 Logweb | edição nº77 | julho | 2008 |○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○Transporte aéreoExecutivo da Lufthansavem ao Brasil falarsobre o setorMembro da presidência daLufthansa Cargo (Fone: 112161.7500) e responsávelpelas áreas de Produtos e Vendasdesde o ano 2000, Andreas Ottodesembarcou em São Paulo para falardas perspectivas do mercado decargas aéreas no Brasil, além dasparcerias e inovações propostas nosúltimos meses.Ele conta que, em 2007, aempresa, que transportou 1,81 milhãode toneladas de carga e correio,obteve um faturamento de 2,74bilhões de euros. Além disso, hoje,dispõe de uma frota com 19 aviõesMD-11F, comercializa compartimentosde carga de todos os aviões depassageiros da Lufthansa PassageAirlines e presta serviços a 300destinos em todo o mundo.No Brasil, operando seis vôos abordo dos cargueiros MD-11F, além de21 vôos de passageiros, a Lufthansamovimenta cerca de 500 toneladas porsemana, atendendo agentes, exportadorese couriers, utilizando-se,também, de caminhões, quandonecessário. De acordo com a própriaempresa, atualmente, seu marketshare no país é de 12%.Para Otto, há poucos ramos deatividade que estão tendo umcrescimento tão grande quanto osegmento aéreo. “A oferta temcrescido muito e, por vezes, chega aser maior do que a procura.O crescimento do mercado aéreobrasileiro é o maior do mundo”,afirma, enfático. Ele garante que háuma pressão contínua por causa desteexcesso de ofertas e diz que, por isso,é preciso investir e, acima de tudo,obter retorno com os investimentos.Segundo o executivo, o maiordesafio para a indústria de aviaçãoserá o aumento do preço do combustível,que dobrou neste ano. Ele faz,ainda, referência ao alto preço dopetróleo. “No mercado brasileiro, boaparte do transporte, que é de produtosperecíveis, corre riscos, pois os custosestão muito elevados. No entanto,estamos conversando com parceirospara resolver os problemas deentrega”, explica. “Estamos estudandocom a Infraero maneiras de aceleraros processos nos aeroportos, só queainda não há como prever a partir dequando haverá mudanças”,complementa.Empresa vem promovendo melhorias no sistema de rastreabilidade,que permite acompanhar a carga durante todo o percursoDe acordo com dados da Lufthansa,no Brasil, as importações estão muitomais fortes que as exportações. ParaOtto, o motivo é o fato de a moedabrasileira estar valorizada. “Sendoassim, temos que compensar nasexportações, levando produtos de outrospaíses da América do Sul, como as frutaschilenas, por exemplo, para balancear otransporte e não voltar para a Europacom o avião vazio”, comenta. Seguindoeste raciocínio, o diretor de Produtos eVendas aproveita para informar que atendência é que a balança continueOtto: crescimento do mercado aéreobrasileiro é o maior do mundopendendo para o lado dasimportações, já que as previsõespara este ano dão conta de que asimportações devem crescer 30%e as exportações, 10%.Em âmbito mundial, maisprecisamente no aeroporto deFrankfurt, Alemanha, local dedistribuição pelo qual passa a maiorparte da carga transportada pelaempresa, a Lufthansa tem feitoinvestimentos no que tange aotransporte de animais e cargasensível à temperatura.“Normalmente utilizamos a infraestruturadisponível nos aeroportos,pois seria inviável criar estruturas emtodos os locais que atendemos”,conta Otto, que salienta os impactosdestes investimentos, principalmentepara o Brasil: “estamos desenvolvendocentros de competência com focoem peixes tropicais e animais, quesão importantes mercados no Brasil,além dos centros com controle detemperatura destinados à indústriafarmacêutica, que vem crescendoconsideravelmente no país”.Além disso, a Lufthansa vempromovendo melhorias em sistemaseletrônicos de reserva pela Internet,para aumentar a capacidade deatendimento, e no sistema derastreabilidade, que permiteacompanhar a carga durante todo opercurso. ●


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