Edição 100 download da revista completa - Logweb

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Edição 100 download da revista completa - Logweb

M ÍDIA O FICIAL DAreferência em logística| www.logweb.com.br | edição nº100 | Jun | 2010 | R$ 12,00 |100números de sucesso


2 | edição nº100 | Jun | 2010 |


○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○| edição nº100 | Jun | 2010 |3revistaLogwebreferência em logísticaPublicação mensal,especializada em logística,da Logweb Editora Ltda.Parte integrante do portalwww.logweb.com.br○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○EditorialRevista Logweb é 100Redação, Publicidade,Circulação e Administração:Rua dos Pinheiros, 240 - conj. 1205422-000 - São Paulo - SPFone/Fax: 11 3081.2772Nextel: 11 7714.5379 ID: 15*7582Redação:Nextel: 11 7714.5381 ID: 15*7949Comercial:Nextel: 11 7716.5330 ID: 15*28966Editor (MTB/SP 12068)Wanderley Gonelli Gonçalvesjornalismo@logweb.com.brRedaçãoCarol Gonçalvesredacao@logweb.com.brAndré Salvagnoredacao2@logweb.com.brDiretoria ComercialValeria Limavaleria.lima@logweb.com.brMarketingJosé Luíz Nammurjlnammur@logweb.com.brAdministração/FinançasLuís Cláudio R. Ferreiraluis.claudio@logweb.com.brProjeto Gráfico e DiagramaçãoFátima Rosa PereiraGerentes de NegóciosMaria ZimmermannCel.: 11 9618.0107maria@logweb.com.brNivaldo ManzanoCel.: (11) 9701.2077nivaldo@logweb.com.brOs artigos assinados e os anúnciosnão expressam, necessariamente,a opinião da revista.Chegamos à centésima edição da revista Logweb. Um árduo, masgratificante, trabalho que, para nossa imensa alegria, foi amplamente aceito ereconhecido pelo exigente mercado onde atuamos.Foram oito anos e quatro meses de publicação mensal. E, na nossa “missão” depassar as informações que o mercado quer e precisa, de forma séria, com segurança,credibilidade e responsabilidade, também aprendemos ainda mais, assimilando asmudanças, as inovações, os novos caminhos, que acabaram por pautar a linhaeditorial da revista e também a vida profissional dos que integram a publicação.A Logweb Editora aproveita para agradecer a todos aqueles que confiaramna nossa jornada – aos anunciantes de primeira hora, que acreditaram numapublicação que ainda nascia, e que seguiram investindo na nossa ideia; aos que, aolongo desta caminhada, também confiaram no nosso trabalho e inseriram osanúncios da sua empresa na revista; aos nossos antigos e novos leitores, muitosainda na busca do conhecimento sobre o nosso setor, outros já “tarimbados”; e aoscolaboradores da Logweb, que souberam captar a ideia dos sócios-fundadoresda Editora de tratar o mercado de maneira imparcial, sem privilegiar estes ouaqueles profissionais ou empresas em detrimento de outras, mas, sim, tratandotodas de forma igual no respeito, nas oportunidades que todos merecem, noatendimentos às solicitações.Noticiamos aqui o nascimento de muitas empresas, fusões, aquisições,negócios fechados sem dar destaque unicamente a esta ou aquela empresa, mas sima todas que nos procuraram e tinham algo a apresentar ao mercado. Ou seja,agimos sempre com imparcialidade, considerando sempre o nosso principalobjetivo: o nosso leitor, que merece saber o que acontece neste dinâmico segmento,sem ficar limitado à “avaliação” dos editores se esta ou aquela empresa “merece”estar figurando na publicação.Também não podemos deixar de agradecer aos nossos parceiros, desdepromotores de eventos até associações e outras instituições, quecolaboraram para a nossa maior visibilidade e penetração nomercado e para que o nosso leque de informações transferidasaos leitores fosse ainda maior.Estamos aqui prontos para divulgar e assimilar asnovidades que, com certeza, farão parte das nossas próximasedições, sempre levando em consideração, como já dito, o nossoleitor. Afinal, para ele é feita a revista Logweb.Wanderley Gonelli GonçalvesEditor


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6 | edição nº100 | Jun | 2010 |EntrevistaElcio Grassia aborda oSupply Chain ManagementIntegração da cadeia de abastecimento, ferramentas VMI/CPFR, desafios etendências no setor estão entre os tópicos abordados pelo atual presidentedo Capítulo América Latina do Supply Chain Council, Elcio Grassia, nestaentrevista especial para a revista Logweb.Com 30 anos de experiênciaem Operações, Supply Chaine Logística, o profissionalfoi, de maio de 2007 a dezembrode 2009, responsável pelo Desenvolvimentode Negócios naAmérica Latina da Havi GlobalSolutions, empresa especializadaem serviços de Supply Chaincomo: desenvolvimento e gestãode compras de embalagens,administração integral de projetospromocionais e soluções paraintegração da cadeia de abastecimentopara McDonald’s, FEMSAe outros clientes.Anteriormente, foi diretor deintegração logística do McDonald’sAmérica Latina, membro daEquipe Global de Integração daCadeia de Abastecimento eLogística, patrocinador doConselho Global de FreteMarítimo do McDonald’s, líder deoperações para a América Latinano projeto Innovate, diretor daregional Nordeste do McDonald’sBrasil e diretor-gerente daBrapelco Comércio, Transportes eServiços (Operador LogísticoMcDonald’s Brasil), além deocupar várias posições na áreade logística da Nestlé Brasil.Logweb: No seu entendimento,qual o nívelde maturidade dasempresas brasileiraspara adoção de modelosde integração desuas cadeias deabastecimento?Grassia: De baixo a médio...fala-se muito a respeito daimportância e dos benefícios daintegração, mas são poucos osexemplos de ações concretas jáimplementadas. Em minhaopinião, isso se deve em grandeparte à dificuldade que osexecutivos de Supply Chainainda têm de “traduzir” seusprojetos para uma linguagemfinanceira, que domina astomadas de decisões deinvestimento e alocação derecursos nas empresas.Logweb: É viávelpensarmos emferramentas deintegração VMI/CPFR?Há alguma sugestãoquanto a pitfallsna implementação emanutenção?Grassia: Não tenho dúvidasquanto à viabilidade, mesmoporque há vários casos deempresas muito adiantadasnessas áreas, comprovando quenão existem impeditivosculturais ou estruturais para osucesso de empreitadas dessanatureza. A maioria dosproblemas é decorrente da faltade uma visão “de ponta a ponta”dos processos internos eexternos. Se não houver umabase sólida (alinhamento deprocessos, tecnologia, pessoas eorganização em torno de ummodelo de gestão alinhado comas estratégias do negócio), astentativas de integração externadificilmente serão bemsucedidas.Logweb: Você identificaque os profissionaisestão conscientizadosquanto a uma relaçãoverdadeira de parceria/aliança?Grassia: Acredito que onível de consciência estácrescendo rapidamente entre osprofissionais de primeira linha,mas a ansiedade emimplementar projetos muitoambiciosos devido às pressõespor resultados de curto prazoainda gera muitas tentativasfrustradas.Logweb: Em suaopinião, qual o maiordesafio para umacadeia de abastecimentointegrada?Grassia: A mudança dacultura corporativa, sem a qualnão é possível construirconsenso ao redor do modelo degeração de valor da empresaque deve guiar o desenho dacadeia de abastecimento.Logweb: Qual a importânciada aplicação doSCOR, desenvolvidonos EUA, para o Brasil?Grassia: É importantelembrar que, apesar de criadonos Estados Unidos, o modeloSCOR (Supply Chain OperationsReference) já está em suaversão 9 (a 10 será publicadaainda este ano). Como odesenvolvimento e aperfeiçoamentodo modelo é conduzidopor voluntários recrutados entremembros do Supply ChainCouncil de todo mundo, hojepodemos considerá-lo umaferramenta realmente global.Por integrar em um único pacote


| edição nº100 | Jun | 2010 |7técnicas de reengenharia deprocessos, benchmarking(métricas) e análise de melhorespráticas, é uma excelenteferramenta para guiar o desenhode processos integrados, tantointerna quanto externamente.Logweb: Fale sobre acapacidade de o paísser muito melhor nalogística e na cadeiade suprimentos.Grassia: Além das tãodiscutidas questões de infraestrutura,cujas soluções dependemde ações integradas envolvendogoverno, entidades declasse, centros de excelência einiciativa privada, algumastendências devem se manter nofuturo próximo: aspectos estruturais,processos, relações entreatores das cadeias produtivas,relações das atividades com omeio e capacitação de pessoal:➥ Em termos estruturais, aterceirização da logística,permitindo que produtoresse concentrem nas atividadesque de fato geram valorao negócio;➥ Quanto a processos,devemos continuar a investirno uso intensivo datecnologia, gerandoreduções de custos eampliação do espectro deserviços;➥ No que diz respeito àatuação dos atores nascadeias produtivas, aexpansão de operaçõescolaborativas e integradasdeve ganhar força.O sucesso do negóciodepende da competitividadeda cadeia produtiva, e nãomais da atuação individualde cada empresa;➥ Em relação à sustentabilidade,vem crescendo muitoa importância dos canaisreversos das cadeiaslogísticas, mas pela ótica doSCM, o real desafio éconstruir cadeias sustentáveisde suprimentos;➥ Finalmente, mas não menosimportante, é nas pessoasque encontramos as maioresoportunidades, pois odiferencial das operaçõeslogísticas e de SCM está noconhecimento para planejálase executá-las.Logweb: Que tipo deatitude ou consciênciafalta às empresasbrasileiras paradesenvolverem deforma mais produtivasua cadeia logística?Grassia: Reforçando minharesposta anterior, é nas pessoasque estão as maiores oportunidades.Se dominamos oconhecimento e aprendemoscom nossas experiências e asdos outros, ficamos maiscompetitivos e isto só é possívelatravés das pessoas.Logweb: Quetecnologias são indispensáveisa qualquerempresa para controledas operaçõeslogísticas?Grassia: Isso dependemuito das peculiaridades decada negócio, mas tecnologiasrelacionadas à gestão (ERP,WMS, TMS, LIS), automação dearmazéns (etiquetas eletrônicas,robotização), eletrônicaembarcada (roterizadores) ecomunicação veículo via/base(GPRS) são aspectos que nãopodem ser ignorados. ●


8 | edição nº100 | Jun | 2010 |EspecialRevista Logweb:100 números de sucessoNascida a partir de um portal de logística, a revista se tornou, rapidamente, um sucesso e umdiferencial no mercado, por sua linguagem ágil (típica da internet, mas até então não usada nacomunicação impressa setorizada) e sua total independência jornalística.ARevista Logweb completouoito anos em fevereiroúltimo, e agora comemorasua centésima edição. Nessetempo, já mudou de formato,ganhou nova diagramação, incluiunovas seções e cresceu muito, emnúmero de páginas, anunciantes,reconhecimento e, claro,qualidade.Nesta matéria especial,voltamos à história do veículo eapresentamos os detalhes dealgumas das edições, dividindocom os leitores toda a suaevolução.A primeira edição, defevereiro de 2002, chamou-seLogWeb Notícias (assim mesmo,com o “W” em maiúsculo), tendocomo matéria principal oprofissional de logística, sob otítulo “Logística: o que se esperado profissional”. Este númerotinha também a já extinta seção“Catálogos, livros e sites”.Com o crescimento da internet e,consequentemente, do PortalLogweb, este tipo de conteúdodeixou de ser publicado noimpresso. Já a “Agenda” do setore as “Notícias rápidas” continuamaté hoje, no site e na revista.Com o slogan estampado“A multimídia a serviço da logística”,a número 1 foi impressa empapel jornal, no formato germânico,em cores. Isso porque ameta era criar, de fato, um jornal,cuja característica principal era alinguagem dinâmica, assim comoa da internet. Estrategicamente,esses fatores diferenciaram oveículo de outros do mercado.Hoje, o formato é outro, mas oconteúdo divulgado de formarápida e objetiva permanececomo uma marca da Logweb,como elogiam diversos leitores.É importante lembrar quemuitos anunciantes que apostaramno sucesso da publicaçãocontinuam até hoje comoclientes, mostrando que osresultados para a empresa sãosatisfatórios. A revista tambéminovou na área comercial,oferecendo anúncios impressosem conjunto com banners noportal, sem custo adicional.É como foi escrito no editorial:“tanto em termos de mídia,quanto de conteúdo jornalístico eopções comerciais, o portal e oJornal Logweb realmenteapresentam-se como umaproposta totalmente nova, nãoapenas no segmento delogística, mas de mídia impressae eletrônica como um todo”.Desde a primeira edição, todo oconteúdo impresso é disponibilizadogratuitamente no site.Para a divulgação, o entãoJornal LogWeb conseguiu umaimportante parceria, e aindasem nem ter sido impresso! Foicom a BrasilPack – FeiraInternacional da Embalagem,que aconteceu de 21 a 25 demaio de 2002, em São Paulo.O estande bem localizado e aoportunidade de apresentar ojornal a um público qualificadoforam significativos para umveículo que acabara de nascer.A repercussão da primeiraedição foi tão grande que rendeumudanças já na segunda.O LogWeb Notícias 2 foi impressoem papel off-set, valorizandoainda mais o conteúdo e osanúncios. A matéria central foi“Operadores Logísticos: Umretrato do setor, hoje, no Brasil”,indo direto ao foco da publicação.Interessante é a divulgação daquantidade de e-mails enviados naépoca, a chamada newsletter:4.000. Hoje, o mailing é compostopor 60.000 contatos. É importantedestacar que o envio semanal danewsletter com notícias dosegmento também foi um pioneirismoda Logweb, hoje adotadopelas outras mídias do setor.Na terceira edição, o destaquefoi o setor de embalagem:“Expectativa é de crescimentocontínuo no mercado”, apresentandouma análise do setor ealguns expositores da BrasilPack2002. Naquela época, só haviauma matéria grande, diagramadanas páginas centrais do jornal.As outras todas eram notícias.Hoje, o conteúdo se multiplicou.Afinal, a publicação começou com16 páginas e atualmente tem nomínimo 60, dependendo da edição.Uma matéria significativadesta edição é “Uma visão daFeira de Hannover”, feita por umprofissional que esteve no evento,na Alemanha. Hoje, a RevistaLogweb é a mídia oficial daCeMAT em sua primeira ediçãono Brasil.O tema principal da quartaedição do LogWeb Notícias foi oCourier: “setor cresce em funçãodas exigências dos clientes”.Uma das características destas


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10 | edição nº100 | Jun | 2010 |primeiras edições eram os textosde motivação, logo na página 2,sempre trazendo uma lição devida assinada por algum especialistano assunto. Já a diagramaçãomesclava estilos de jornal,como blocos de texto e váriasnotícias em cada página, erevista, com imagens mais elaboradase fotos maiores. Dá paranotar como o número e otamanho dos anúncios cresceram.Em caixa de texto destacada,as matérias principais tinhamtítulo e chamada localizadas naparte superior da capa. Na edição5, o foco foi Segurança de cargas:“Problemática do roubo requermedidas enérgicas”. Como sepode perceber, este é umproblema que sempre trouxe umgrande impacto na logística.A edição 6 foi especial armazenagem:“As tendências navisão dos consultores”. Elatrouxe duas tabelas, uma sobreum armazém tradicional e outrasobre o do futuro, mais organizadoe eficiente, elaboradas porprofissionais especializados.Sobre as tendências, apresentouuma tabela de alguns dossistemas WMS disponíveis.Naquela edição, até o artigo foisobre o assunto.Com uma capa feita com osrostos dos entrevistados ao redorde um grande olho, a edição 7abordou os efeitos das mudançaspolíticas no setor. Isso emrazão das eleições, antesmesmo de saber qual presidentefora escolhido – o ano era 2002.Nas primeiras edições, semprehavia um espaço reservado paraas notícias de associaçõesligadas à logística.A oitava edição teve comomatéria principal o transportemarítimo. “Importante para alogística, mas pouco utilizado”.Infelizmente, o Brasil continuanão explorando adequadamenteeste modal.Sempre um dos diferenciaisda Logweb foi abordar o “clientedo cliente”, por exemplo,noticiar aberturas de Centros deDistribuição, como aconteceu nanúmero 8, o que enche os olhosdos fornecedores de equipamentos,serviços e sistemas na árealogística.Na página 2 foi incluída umacharge com várias pessoas e umcachorro segurando o JornalLogWeb, mostrando como onúmero de leitores subia (econtinua subindo) diariamente.Inclusive, desde a segundaedição, apresentava uma tabelade novas empresas assinantesda publicação (recurso hoje nãomais usado).A partir da edição 9, oveículo ganhou novas tipografiae diagramação, como tambémum novo logo, com letras maisfinas e sombra, com a palavrajornal em cima. Mudou deLogWeb Notícias para JornalLogWeb (ainda com o “W” alto).A capa ficou mais parecida coma de jornal, contendo chamadasde matérias e um pequeno trechodelas com suas respectivaspáginas. A publicação começou ater artigos dos sócios, de acordocom a área de atuação, substituindoos textos motivacionais.Neste número, a matéria principalfoi “Logística: o segredo dosucesso do comércio eletrônico”.Na edição 10, o LogWebcompletou um ano de existência,mesmo tendo sua 12ª edição emfevereiro de 2003. É que secontou o planejamento dapublicação e a formação daequipe, mais o surgimento doPortal, em outubro de 2001.As empilhadeiras foram oassunto principal deste número,sob o título “Empilhadeiras sãofundamentais, mas há limites”.Outra matéria especial envolveuas tendências em equipamentoslogísticos.A primeira edição de 2003trouxe um editorial e um artigoespecial de Ano Novo. E asperspectivas foram boas, uma“corrente de otimismo” prometeuimpulsionar os negócios daqueleano. Destacando o transporteaéreo de cargas, o Jornal LogWebfalou sobre as perspectivas decrescimento, superando osproblemas financeiros.“Os atentados terroristas de 11de setembro, nos Estados Unidos,ainda têm reflexos nas empresasaéreas, que enfrentamproblemas financeiros. Mas, asperspectivas são de crescimentodo uso deste tipo de modal paraa movimentação de cargas”, diziaa chamada. Isso mostra outracaracterística da publicação:sempre relacionar os assuntosabordados com notícias atuais.Agora, sim, comemorandosua 12ª edição, o LogWebestampou na capa um bolo euma vela, além das logos detodos os anunciantes queprestigiaram o veículo desde ocomeço. A matéria especialficou por conta da armazenagemfrigorificada, com dois simpáticospinguins logo na capa.Na edição 13, o JornalLogWeb falou sobre o WMS: “Porque usar? Quais os benefícios?”,contendo uma tabela com algunsdos WMS disponíveis no Brasil,de acordo com o que ofereciamas empresas da área. O editorialabordou a logística pela ótica do“ou ama-se ou odeia-se”.Duas novidades importantesmarcaram a edição 14. A primeirafoi que, após um ano de trabalhocom o jornal impresso, a publicaçãosaltou das 16 para as 20páginas. “Isto demonstra que,felizmente, estamos tendo umamplo apoio do mercado – tantoem termos de veiculação deanúncios quando de matériasjornalísticas, o que nos levou aaumentar o número de páginaspara, também – aí a outranovidade – ‘acomodarmos’ asduas matérias principais destaedição”, dizia o editorial. Alémda matéria especial sobreempilhadeiras, “Quais os tiposdisponíveis? Como acertar naescolha?”, o transporterodoviário também foi abordado.“Quais os problemas e assoluções?”.Dando um salto no tempo,chegamos à edição 18, denominada“Superespecial”. Issoporque ela integrou a primeiraedição do caderno “ShowLogistics”, que apresentou asnovidades do setor em termosde equipamentos, sistemas eserviços, além de mostrar, deuma maneira mais ampla, o quevinha sendo feito e que mereciadestaque. Outro fator que atornou superespecial foi onúmero de páginas – trinta eduas, exatamente o dobro daprimeira edição. Este númeroabordou o transporte ferroviário,em razão das grandes perspectivaspara o setor.O sucesso do caderno“Show Logistics” foi tão grandeque na edição 20 tambémforam inseridas mais algumasnovidades das empresas emtermos de produtos e serviços.Este número também marcou oprimeiro prêmio recebido pelapublicação, dado pela JamefTransportes em reconhecimentoao trabalho jornalístico realizadono decorrer do ano. A entrega doprêmio – na categoria jornalespecializado em logística –ocorreu durante o evento emcomemoração aos 40 anos daempresa, realizado no dia 24 desetembro de 2003. Outramatéria destacada foi sobretransporte marítimo: “Perspectivassão de incremento no uso”.Para a edição 21, o Jornalouviu alguns dos mais renomadosprofissionais do setor a respeitoda importância da logística na“atual” conjuntura brasileira.Dessa forma, obteve umaexcelente análise – tanto porparte de dirigentes de empresasdo setor, como de consultores eprofessores da área.“Recessão? Crise econômica?Consequências da transição degoverno? Todos estes fatorestentam justificar o momento‘turbulento’ que passamos na


| edição nº100 | Jun | 2010 |11economia. Mas, sejam quaisforem esses fatores, qual é aimportância da logística nesteatual contexto?”, essa foi achamada.Na edição 22 saiu a segundaparte da matéria sobre a importânciada logística na entãoconjuntura brasileira. Nesteúltimo número de 2003 do Jornal,o editorial falou sobre o ano difícilpara a economia brasileira.Entretanto, para o Logweb,significou a fixação no setor,“diríamos até a consagração naárea de logística, reconhecimentoeste expressado na forma dee-mails, cartas e comentários denossos leitores, bem como norecebimento de nosso primeiroprêmio”, saiu no editorial.A edição 23, de janeiro de2004, trouxe a retrospectiva2003 e as perspectivas para 2004.O editorial mostrou também queno programa “Brasil Logística eTransportes”, promovido pelaNTC – Associação Nacional deTransporte de Cargas e Logísticae pela PECom Publicidade, nodia 8 de dezembro, o LogWeb foiconsiderado um caso bemsucedidode mídia na área delogística e responsável por váriasinovações na disseminação denotícias de interesse para o setor.Já a primeira edição damatéria sobre mulheres nalogística apareceu na edição 29,sob o título “A logística debatom”. Naquela época era maisdifícil elas assumirem cargosdentro do segmento, predominantementemasculino. Hoje amatéria já não é mais pauta peloreconhecimento que as mulheresganharam no mercado.Com 40 páginas, a edição30, que também assinalou amarca de dois anos e meio decirculação do Jornal LogWeb, foia maior já publicada até então.Ela trouxe uma matéria especialsobre empilhadeiras: “Nacionaisou importadas? Quem produz?Como escolher?”. Na seção“Ponto de vista” foi falado sobreo elogio que a publicaçãorecebeu: “Parabéns, vocês estãofazendo escola...”.Mais um assunto atualacabou sendo capa do JornalLogWeb. “Globalização amplia omercado” foi a matéria especialda edição 31, na qual os OperadoresLogísticos enfocaram aampliação e o crescimento daimportância do seu papel. Outrafoi uma entrevista feita com oentão Ministro dos Transportes,Alfredo Nascimento, que faloudos investimentos que seriamfeitos na recuperação dasrodovias brasileiras.Como é típico da primeiraedição do ano, o número 35 doJornal trouxe uma retrospectiva2004 e as perspectivas para osetor em 2005 – estas vistascom muito otimismo pelos entrevistados.Esta edição marcou,ainda, a entrega do prêmio“Profissional de imprensa”, concedidopela ABML –AssociaçãoBrasileira de Movimentação eLogística ao editor do Portal e doJornal LogWeb.A edição 36 do LogWebmarcou os três anos da publicação.“Significa, mais que tudo,que o trabalho de uma equipe deprofissionais, a maioria já comampla experiência no segmentode logística, foi reconhecido eaprovado – muitas publicaçõesnão conseguem chegar ao seuprimeiro ano de existência e, nonosso setor, temos vários exemplos”,dizia o editorial. A matériaprincipal deste número foi sobreveículos leves e pesados:“Diversos tipos, para as maisvariadas aplicações”.Na edição de março de 2005,a 37, falou-se sobre armazénsgerais e armazenagem frigorificada,em duas matérias especiais.Naquela edição, alémda entrevista, também saiu umartigo, como, ainda, as seções“Agenda”, “Associações”,“Catálogos”, “Comércio Exterior”,“Internet”, “Livro”, “Rio deJaneiro” e “Supply Chain”.A primeira sobrecapavendida do Jornal LogWeb foina edição 41, incluindo umapágina dupla central comoinforme publicitário. Este tipo deanúncio se tornou corrente em


12 | edição nº100 | Jun | 2010 |outras edições – como na seguinte–, pelo prestígio da publicação.Este número trouxe, pela segundavez, a matéria “Mulheres nalogística”, falando sobre opreconceito no setor. Outros focosforam o courier, as bateriastracionárias e os profissionais delogística, que ganhou uma sériepublicada em quatro edições,terminando na número 44.Mais um recorde de númerode páginas: 50. A edição 42 trouxeoutro especial “Show Logistics”,que aparece até hoje na publicação,com novidades na área delogística. Os Operadores Logísticosganharam destaque com amatéria “Serviços oferecidostrazem inúmeros benefícios”, eas empilhadeiras foram abordadassobre upgrade e custo xbenefício. Sobre transportadores,saiu a matéria “Terceirizaçãoe quarteirização estão entreas tendências”, e dentro dotransporte aéreo falou-se sobreo uso cada vez maior do modal.A partir da edição 44, oJornal LogWeb passou a contarcom a seção “Multimodal”, quepermanece até hoje. “Emboratratemos, por todo o jornal, dosvários segmentos da logística,nesta nova seção estaremosdando um destaque ainda maioraos vários modais que integramo setor, com uma visão particular,tanto por parte do Jornal quantodos entrevistados”, dizia oeditorial. As matérias especiaisforam sobre armazéns frigorificados,transporte ferroviário erastreamento.A novidade da edição 45 foia inclusão do telefone dasempresas citadas, para ofereceraos leitores um contato maisrápido com as empresas participantesdo jornal e, consequentemente,mais negócios. O logotipona capa também ganhou ossegmentos abordados pelojornal: logística, transportes,movimentação e armazenagem,embalagem, automação e SupplyChain Management. Os destaquesna nova seção “Multimodal”foram os transportes aéreo,rodoviário e marítimo.A edição 46, de dezembro de2006, trouxe pela primeira vez aseção “Setor Empresarial”,publicada até hoje, sempre nomês de dezembro, que contéminformações sobre as empresasanunciantes da edição. Esta foia forma encontrada para agradaros clientes do LogWeb evalorizar suas empresas.A edição 48 marcou os quatroanos do jornal, contando comuma nova diagramação, proporcionandouma leitura ainda maisagradável, como disse o editorial.O logo também foi modificado,ganhando um sombreado roxonas letras, além de um fundo azulsob a palavra “Log”, em branco,ficando a “Web” em azul. O novoslogan mudou para “Referênciaem logística”, e os segmentosabordados acabaram na lateral,sendo ampliados em mais umsetor: Comércio Exterior.Mais novidades na edição demarço de 2006, a 49. As chamadasmenores na capa foramorganizadas em boxes, melhorandoa visualização. As dematérias especiais continuaramem destaque, sempre com fotos.Naquele mês falou-se principalmentede tecnologias e softwaresespecíficos, incluindo RFID, APSe Instant Messaging, e de empilhadeiras,sobre a importânciada manutenção preventiva.Na edição 50, o destaque foia matéria sobre aplicação dorastreamento para a segurança.Radiofrequência e código debarras também aparecem entreas matérias principais. A seção“Multimodal” sempre era ressaltadana capa, apresentandovárias novidades de empresas decada um dos modais. Esta ediçãotambém marcou o início daseção “Indicadores de desempenhoempresarial”, já extinta.Já na edição 53, de julho de2006, foi publicada a matériaque ganhou o primeiro prêmioda publicação concedido pelaANTF – Associação Nacionaldos Transportadores Ferroviáriosna categoria mídia especializadaem logística: “Setor cresce, masprecisa de atenção”, em comemoraçãoaos 10 anos dedesestatização.A edição número 54, com 62páginas, foi a maior publicadaaté agosto de 2006. Os destaques,mais uma vez, foram ocaderno “Show Logistics” e amatéria “Mulheres na logística”,além de locação de empilhadeirase paleteiras, courier,fumigação, terminais decontêineres e logística reversa.Começou naquela edição a seção“Segurança & Confiabilidade naMovimentação de Materiais”,já extinta.O caderno “Multimodal” daedição 57 apresentou matériassobre o transporte de produtosquímicos e perigosos e a cadeiade abastecimento dasmontadoras de veículos e dosdistribuidores, envolvendo peçase conjuntos para a montagem eP&A - Peças e Acessórios.Aquela edição marcou orecebimento do prêmio dejornalismo concedido pela ANTFpor matéria do LogWebpublicada na número 53.A edição 58, a última de2006, deu adeus ao turbulentoano, marcado por economiainstável, acusações de corrupção,eleições, uma Copa do Mundomal sucedida para o Brasil,guerras e atentados em váriaspartes do mundo e outros fatores,como apontou o editorial. Já o“Setor Empresarial”, seção anualespecial, foi ampliado: a partir dedezembro de 2006 tambémpassou a incorporar balanços dosdiversos setores sobre o ano queterminou o as perspectivas para oque se inicia. Foram ouvidasdiversas associações e entidades,além do Governo Federal.A edição 60 comemorou oscinco anos do Jornal LogWeb.No caderno “Multimodal”saíram matérias sobre o PAC –Plano de Aceleração doCrescimento na logística e“Fumigação: uma breve análisedo mercado brasileiro”.O caderno “Show Logistics”,já tradicional da publicação,trouxe na edição 66 as parceriasfirmadas entre as empresas, osnovos posicionamentos domercado, as mudanças depercurso nas atividades dasempresas, além das novidadesem produtos e serviços. Naquelaedição foi lançado o “LogwebCaderno de Usados”, paradivulgação de máquinas, equipamentose veículos usados eseminovos. A edição tambémmarcou o maior número depáginas até agosto de 2007: 70.A partir da edição 68, oJornal passou a oferecer umnovo caderno: o de “Alimentos& Bebidas”. Ele nasceu paraenfatizar as notícias destessegmentos e em razão daparceria firmada com a Fispal,principal promotora brasileira defeiras de negócios na AméricaLatina para o setor de alimentose bebidas.Mais novidades na edição69. A começar pela troca de“jornal” para “revista”. O veículojá era considerado uma revista,a mudança se deu pela necessidadedo mercado. Outro destaquefoi a introdução da seção “NegócioFechado”, reunindo as informaçõessobre negócios – quefazem o sucesso da LogWebdesde a sua criação – em um sólocal.Pela maioria dos depoimentosde representantes deassociações, sindicatos eoutras entidades que participaramdo caderno “AnáliseSetorial” da edição 70, o ano de2007 terminou com motivos paracomemorações. Aquele númeroda Revista também incluiu o“Setor Empresarial”, comdestaque para as atividades dealgumas das mais representativasempresas do setor. Foipublicada, ainda, a cobertura daentrega do 1º Prêmio Top doTransporte, organizado pelaseditoras LogWeb e Frota.Na primeira edição de 2008,número 71, véspera de completarseis anos, a revista apresentouuma nova face, com diagramaçãolight, de fácil leitura econsulta, dentro das tendênciasmundiais em publicaçõestécnicas, sempre mantendo alinguagem ágil – típica dosjornais –, coerente e sucinta.Mostrando sempre estar pordentro dos assuntos mais atuaisdo mercado, a revista inauguroua seção “Logística & MeioAmbiente”, que apresenta,desde então, as principais açõesdas empresas do segmento emprol da sustentabilidade.


| edição nº100 | Jun | 2010 |13Na edição 72, comemorandoo aniversário de seis anos, arevista apresentou o novo logo,mais simples e com a letra “W”em minúscula, como é até hoje.Em matérias, destacou: segurosde cargas, empilhadeiras epneus para empilhadeiras.Em “Multimodal”, o transporterodoviário foi o assunto damatéria “Malha brasileira épequena e de baixa qualidade”,e os Operadores Logísticosrevelaram seus investimentosem infraestrutura.A edição 74 apresentoumais um “Show Logistics”,especial Comércio Exterior eLogística. Uma das matériasespeciais foi sobre o PAC nosmodais ferroviário e rodoviário.Representantes de entidadesque cuidam destes setoresalegaram que, embora muitotenha sido prometido pelogoverno federal, poucas obrasde infraestrutura estavam emprática. Esta matéria ganhou oprêmio de jornalismo da ANTFem 2008, o segundo entregue àpublicação pela entidade.Mais uma edição do caderno“Show Logistics” foi publicada naedição 76, desta vez abrangendoas empresas que participaramda Fispal Tecnologia 2008, daqual o Portal e a Revista Logweberam a mídia oficial, no segmentode logística. Naquela edição,também se iniciou, dentro docaderno “Logística e MeioAmbiente”, um enfoque nasustentabilidade, mostrando oque as empresas do setor estãofazendo neste sentido. Naquelenúmero foi publicado, ainda, oresultado da primeira visitatécnica promovida pela LogwebEditora, ao CD da Leroy Merlinem São Bernardo do Campo, SP.Mais um especial “ShowLogistics” foi publicado na edição78. Já o caderno “Multimodal”apresentou uma matéria muitoatual para a época: “Decreto tiracaminhões das ruas de São Paulo.E agora?” Aquela edição marcouo maior número de páginaspublicadas até então: 72.Iniciando uma sequência decapas mais parecidas comrevista, compostas por menoschamadas e uma grande fotosobre a reportagem destaque, aedição número 79 apresentoumatérias sobre a importância damecanização da movimentaçãona construção civil; e o passado,o presente e o futuro da locaçãode empilhadeiras, paleteiras etranspaleteiras. Além disso,foram espalhadas pela edição asúltimas novidades de diversasempresas dos segmentosabordados pela publicação.A reportagem central daedição 81 foi a relação comercial,nem sempre pacífica, entre osOperadores Logísticos e asmontadoras. Aquela ediçãotambém apresentou cobertura daentrega do prêmio de jornalismoque a Revista recebeu da ANTF,por matéria publicada na edição74 sobre o transporte ferroviário.Como é típica dos meses dedezembro, a seção “Análise


14 | edição nº100 | Jun | 2010 |Setorial” apresentou, na edição82, análises dos representantesde diversas entidades sobre 2008e as perspectivas para o anoseguinte: visto com otimismo pelamaioria. Pelo “Setor Empresarial”,também já tradicional, foramapresentadas as principaisempresas do setor. Foi publicada,ainda, as coberturas da entregado 2º Prêmio Top do Transporte,organizado pelas editorasLogWeb e Frota, e do Seminário“Oportunidades e Desafios 2009– Transporte e Indústria”, tambémrealizado em parceria pelaseditoras. Ambos os eventosmostraram o grande potencialdesta parceria em promoverencontros de qualidade eprestígio no mercado logístico.A primeira edição de 2009, a83, celebrou o novo formato“revistada Logweb, 21 x 28 cm.A capa também passou a sertípica de publicações do gênero:uma imagem grande sobre oassunto principal e chamadas dematérias principais. Naquelaedição, os destaques foram asempilhadeiras – o equipamentobásico da logística –, comamplas reportagens e muitastabelas, um verdadeiro guia paraos profissionais que lidam comestes equipamentos, enfocandovenda, locação e importação,além de serviços, peças paraempilhadeiras, acessórios epneus. Outra reportagem especialfoi sobre custos logísticos.A edição 84 marcou o sétimoaniversário da Revista Logwebcom uma matéria especialcontando a história da publicação.A capa ilustrou a reportagemcentral sobre a logística do setorde papel e celulose. A segundaedição de 2009 também marcoua volta da seção “Entrevistas”.Na edição 85, de março de2009, foi comemorada a parceriada Logweb com o site “Portal daLogística” e com o Canal 25 daNet de Jundiaí, SP, que exibe oprograma “Logística em Foco”,também disponível na internet.Assim, o Portal Logweb foitotalmente reformulado,tornando-se mais completo e ágilno fornecimento de informações,reforçando o slogan “A multimídiaa serviço da logística”.Com uma capa bem chamativaem amarelo, com um semáforoao centro, a edição 86chamou atenção para o transportede produtos químicos. Além daanálise dos embarcadores, foramapresentadas tabelas cominformações sobre algunstransportadores e OperadoresLogísticos que atuam no setor dequímicos. Foi a primeira edição doguia de empresas logísticas quepassou a figurar em quase todasas edições seguintes, sempredestacando um segmento.Também foi publicado o caderno“Show Logistics” Especial,enfocando os segmentos delogística e comércio exterior.A edição 87, de maio de 2009,teve três grandes focos: o rastreamentoe o monitoramento; asestruturas de armazenagem; e alogística farmacêutica, incluindoo depoimento de embarcadorese o guia de OperadoresLogísticos e transportadoras queatuam no segmento. Tambémmereceram destaque os portoseuropeus, que ainda estão deolho no potencial brasileiro.A capa da edição 88 ilustroua matéria principal do mês dejunho de 2009: “Peculiaridadesdo transporte de alimentos ebebidas”, incluindo o guia detransportadores e OperadoresLogísticos que atuam no setor.A distribuição dos produtoseletrônicos foi a matéria de capada edição 89, continuando oguia de transportadoras eOperadores Logísticos. A partirdaquela edição, a capa da Revistaficou mais bonita e protegidacom a aplicação de verniz UV.A edição 90 incluiu otradicional caderno “ShowLogistics”, fazendo a ediçãochegar ao seu maior número depáginas até hoje: 82. “Peloexpressivo número de páginasdesta edição, fica claro o sucessodeste caderno, uma iniciativapioneira da Logweb no setor delogística que ganhou a adesãodas empresas e profissionais dosetor, seja na parte jornalística,seja na comercial”, destacou oeditorial. Além disso, mostrou queo mundo já estava saindo da criseeconômica e os investimentosvoltavam.Marcando a retomada econômicamundial pós-crise, aRevista Logweb 91, de setembrode 2009, publicou matéria sobreos planos e os investimentosdas empresas para 2010, inclusiveem Centros de Distribuição.“Em conversas com os representantesde empresas e analisandoo mercado, podemos notar clarossinais de um desempenho melhor,com crescimento até acima doesperado em alguns segmentos”,revelou o editorial. Outramatéria especial tratou dossegmentos supermercadista,atacadista e distribuidor,incluindo o guia de transportadorase Operadores Logísticosque atuam nestas áreas.A décima edição de 2009 daRevista Logweb, a 92, apresentoucinco temas especiais: robôspaletizadores; condomínioslogísticos; logística in-house;concessionárias de rodovias e asegurança no transporte decargas; e o guia de transportadorese Operadores Logísticosna indústria automotiva –montadoras e autopeças.Na edição 93, o assuntoprofissional de logística, presentedesde a primeira edição dapublicação, foi enfocado tantosob a ótica dos profissionais quejá atuam no mercado quanto dosestudantes. Análise do mercadoe tendências em cursos,trainees, análise do ensino delogística no Brasil e o mercadode trabalho em geral na AméricaLatina foram alguns dosdestaques dentro do tema.A última edição de 2009, a94, apresentou o tradicional“Análise Setorial”, com análisesde várias entidades ligadas aosetor sobre o ano que terminou eprojeções para 2010. Foi abordadaa importância das obras do PAC,da Copa do Mundo em 2014 e dasOlimpíadas de 2016 no Brasil parao segmento de logística. Outrodestaque foi o também jáconsagrado caderno “SetorEmpresarial”, onde foram relacionadasalgumas das mais importantesempresas dos diversossetores que integram a logística.Junto a estes destaques, forampublicadas as coberturas doSeminário LOGTRAN – Oportunidadese Desafios 2010: Indústriae Transportes, organizado pelaseditoras Logweb e Frota,e também do Prêmio Topdo Transporte, igualmenterealizado pelas duas editoras.As edições de janeiro darevista são tradicionalmentevoltadas, em grande parte, parao setor de empilhadeiras, como anúmero 95, de 2010. Forampublicadas informações sobre asempilhadeiras fabricadas, distribuídas,locadas e importadasdisponíveis no mercado brasileiro,relacionadas na forma de tabelasde fácil visualização, incluindo,ainda, rebocadores e paleteiras.Também foi feita uma matériaespecial, até então inédita emtermos da Revista, sobre aimportância das certificações naISO, SASSMAQ e outras porparte dos Operadores Logísticose dos transportadores, contendotabelas com as várias empresascertificadas que apontaram asvantagens de se obter taiscertificações. Aquela ediçãomarcou o início da seção mensal“Carta ao leitor”, escrita semprepor um dos sócios da LogwebEditora.Os setores químico e petroquímicoforam os destaques daedição 96, que chamou a atençãopela bela capa com a foto deuma plataforma de petróleo daPetrobras. Além do guia de


| edição nº100 | Jun | 2010 |15transportadores e OperadoresLogísticos que atuam na área, arevista publicou uma matériaespecial sobre o pré-sal, abordandotanto o transporte de cargasquanto o de passageiros. Aindanesta linha, mostrou-se o transportevia dutos, com destaquepara operação com o etanol.As empilhadeiras tambémapareceram na edição, comenfoque nas peças, nos serviços,nas baterias tracionárias e nospneus. Outras reportagens diferenciadasforam sobre os condomínioslogísticos e a “logísticana chuva em São Paulo”, pois acidade enfrentou 47 dias dechuvas diárias. “Como se podenotar, assuntos atuais e pontuaisque enriquecem ainda mais aleitura”, lembra o editorial. Estenúmero da Logweb tambémmarcou o oitavo ano de vida dapublicação, comemorado comuma matéria contendo depoimentosde diversos representantesdo setor, que elogiaram aqualidade e a importância doveículo para o segmento.“Fazer uma grande misturaentre os assuntos da logísticainterna, ou intralogística, e dalogística externa num aspectoglobal é e sempre foi a nossaproposta”, começa assim oeditorial da edição 97. Elacomeçou com uma matéria sobrea composição de Centros deDistribuição e armazéns – comenfoque na escolha das empilhadeiras,das estruturas de armazenageme dos pisos a seremutilizados nestes locais – para,em seguida, enfocar os acessóriospara empilhadeiras (aqui detalhandoos vários modelos disponíveis)e os carregadores de bateriastracionárias. Também foramincluídas análises dos custoslogísticos, mostrando comocontratar um Operador Logísticopara reduzi-los, e do CT-e, ouConhecimento de TransporteEletrônico. Também foi retomadana edição a publicação deartigos. Além disso, a Revistanoticiou a chegada da feiraCeMAT ao Brasil, tornando-se amídia oficial do evento.O grande destaque da edição98, de abril de 2010, envolveu osOperadores Logísticos, querevelaram as suas metas e osinvestimentos previstos para estee os próximos anos, levando emconta a recuperação econômica.Também foi incluído o tradicionalcaderno “Show Logistics”, comdestaque aos segmentos deComércio Exterior e Logística.A partir de então, a publicaçãopassou a ser impressa com oselo do IVC – InstitutoVerificador de Circulação, que“oficializou” a tiragem e acirculação da revista, mostrandocada vez mais compromisso erespeito da Logweb Editora comos seus leitores. Outra novidadefoi a criação do ILOG – InstitutoLogweb de Supply Chain eLogística, que teve destaqueneste número da revista commatéria especial.A logística na área farmacêuticafoi o grande destaque daedição 99 da Revista Logweb.Foram enfocados as transportadorase os Operadores Logísticosque atuam na área, além deassociações ligadas ao setorfarmacêutico e a rastreabilidadedos medicamentos, por meio dosfornecedores de soluções. Outrasmatérias especiais foram sobreos sistemas para armazenagemde materiais, quanto custamanter uma empilhadeira emoperação e o “Show Logistics”,abordando a tecnologia aplicadaà logística. ●


16 | edição nº100 | Jun | 2010 |Embalagens e contentoresEmpresas apresentamas novidadesNovos materiais, novas aplicações, além da ampliação de linhas e aquisição de novas máquinas. Estas sãoalgumas das novidades apontadas por algumas das empresas que atuam nestes segmentos.Nesta matéria especialvoltada para o segmentode embalagens e contentores,apresentamos as novidadesde algumas das empresasdo setor. Elas se referem tantoaos produtos, como também àexpansão das atividades operacionais,das linhas de produtose dos serviços oferecidos.PE – expandidoFabricante de mantas de0,5 a 16 mm, com ou semlaminação em filme, impressasou não, tubos, perfis e placas,todos em PE – expandido, etambém plástico bolhatradicional, doublé, com ou semimpressão, filme liso, filmeimpresso, saco-bolha, sacomanta,saco-filme e zíper, aCadplast (Fone: 19 3256.26.66)tem uma linha completa demateriais flexíveis paradiversas aplicações.“Para este ano, estamosampliando as nossas unidades,assim como o parque fabril. Nomês de abril último, na unidadede Campinas, SP, iniciamos aoperação de um novo equipamentode última geração paraPE – expandido, ampliandoainda mais a nossa capacidadeprodutiva. Também lançamosnos últimos meses váriosformatos de perfis. E procuramossempre estar antenados comnovidades em termos dematérias-primas das maisdiversas formas e origem”, dizAdailton Sanson, gerentecomercial da Cadplast.Mangas de paleteJuliana Sabbag Scanavini,diretora corporativa da Cartonale(Fone: 11 4705.1170), revela quesua empresa está desenvolvendonovos produtos destinados àmovimentação de materiais nalogística reversa, dando especialdestaque ao conjunto de mangasde palete com capacidade deempilhamento de 2 toneladas.“Será uma opção muito interessantepara as empresas quebuscam uma solução de transporteeficiente, leve e desmontável(relação montado x desmontado= 5x1)”, diz ela.A diretora também informaque o foco da empresa é odesenvolvimento de novos aditivospara aplicação em seus produtos,sempre buscando melhorare aumentar a resistência e adurabilidade das embalagens.“Em conjunto com o investimentona busca de novos materiais,estamos pesquisando novastecnologias de produção paragarantir ao nosso cliente que eleestará comprando uma chapacom a mais alta qualidadedentro do mercado”, completa.Falando sobre as novasaplicações para os produtos dasua empresa, Juliana diz que émuito vasta a aplicação do PPcorrugado dentro dos mercadosnos dias de hoje. “Um mercadoque cresce muito atualmente é oautomobilístico, onde já seiniciaram aplicações em produtosfinais, e não somente restritosàs embalagens.”Ela finaliza relacionado alinha de produtos da Cartonale:chapas em PP corrugado; caixasalto impacto; caixas autoempilháveis;bandejas; divisórias;bobinas e discos; caixas e tampasone-way; caixas desmontáveis;colmeias; e mangas de palete.Paletes de resíduos“Além de nossa operação depaletes de madeira (PBR), ondenossos fornecedores e parceirospossuem o Certificado de MadeiraLegal, estamos na fase finalda implantação de um projeto demanufatura de paletes feitostotalmente de resíduos – cujoprocesso de fabricação foipatenteado por nós.”Segundo Luis Eduardo Pissinatti,diretor comercial da Cia. doPallet (Fone: 19 3831.3811), aideia principal é obter um ciclosustentável, onde o resíduogerado pelo fabricante é devolvidoa ele como um produto 100%reciclado, como, por exemplo,paletes. O diretor destaca quecom uma tonelada de resíduo épossível a fabricação de aproximadamente33 paletes. “Estamoscom uma estimativa de fabricaçãode 5.000 paletes no inícioda operação, o que corresponde àretirada de aproximadamente1.000 toneladas de resíduo domeio ambiente por mês. Tambémestamos com investimentos emtodas as nossas linhas deprodução, do tradicional PBR I aopalete de resíduo. Neste último,ressalto, fizemos investimentosde alto risco em maquinário emão de obra especializada,apostando no Green Business”,completa Pissinatti.Ele diz que acredita muito nomercado para paletes ecologicamentecorretos. “Após anos depesquisa e investimento, estamosmuito perto de começar algo quepode revolucionar a indústria dasustentabilidade. Com apoio dasprefeituras, administramosprocessos de coleta seletiva nasescolas de cidades do interiorpaulista, buscando fornecer umabase de conscientizaçãoPissinatti, da Cia. do Pallet:com uma tonelada de resíduose fabricam 33 paletes


| edição nº100 | Jun | 2010 |17ambiental para as crianças.Implantamos um sistema emque a cada quilo de resíduocoletado é arrecadado um valorsimbólico que, por sua vez, éconvertido em investimentos naárea da educação. Em poucosmeses, obtivemos um resultadoimpressionante na arrecadaçãoe, assim, estamos construindoum case que pode ser aplicadoem outras cidades do Estado e,futuramente, a nível nacional.”O diretor comercial da Cia.do Pallet também relaciona alinha de produtos e serviços daempresa, além dos já citados:paletes PBR I e II, paletes deplástico, paletes sob medida,locação de paletes – sistema delocação simples exclusiva parapaletes PBR 1200x1000 –,reforma de paletes e gestão depaletes de madeira, de plásticose de resíduos.“Contamos, hoje, com umaárea de mais de 25.000 m 2alocada para serviço de logísticae armazenagem”, finalizaPissinatt.Software degerenciamento doSistema PBRNo caso da Matra do Brasil(Fone: 11 4648.6120), a novidadeé a versão 5 do software degerenciamento do sistema PDS-PBR Dynamic System, o pool depaletes brasileiro que gerencia otrânsito de paletes dos abastecimentosàs coletas, gerandorelatórios diários de saldo dospontos de passagem de paletes,aponta automaticamente asdivergências de quantidades,cria relatórios gerenciais epermite a interface comqualquer sistema ERP, evitandolançamentos manuais.Em termos de novastecnologias, Valdir Zelenski,gerente comercial da empresa,diz que é uma linha automáticade montagem de paletes PBR,produzida pela CAPE, deBarcelona, na Espanha, comcapacidade produtiva de 400paletes/hora, elevando acapacidade mensal produtiva daMatra para 210.000 paletes eproporcionando a autosuficiênciapara venda eabastecimento do sistema PDS.O novo equipamento tambémdispõe de uma cabine automáticapara a pintura dos paletesdestinados ao sistema PDS.“Em 2010 estamos surpresoscom os volumes de venda depaletes PBR, o que indica que hánovos investimentos logísticosno país. Projetamos uma metaanual de venda em volume físicoe faturamento, e no primeiroquadrimestre do ano atingimos36,3% da meta, o que nos leva aprojetar algo em torno de 150%dos valores no ano. A maiortendência está na terceirizaçãodo abastecimento, gerenciamentoe coletas de paletes,através do sistema PDS. Em2009 e no primeiro quadrimestrede 2010 fechamos 15 contratosdo sistema, cujo ativo é de1.200.000 paletes, enquanto ovolume expedido mensalmentegira em torno de 110.000 paletes,e o volume de coletas a nívelnacional é em média de 120.000paletes. As coletas sãoefetuadas em mais de 2.500pontos cadastrados no sistema(varejo, atacado e distribuidores)a nível nacional, sem restriçõesa localidades e clientes”, dizZelenski.Ele também relaciona osprodutos e serviços da empresa:venda de paletes PBR, one-way,usos múltiplos e lateraisdobráveis; Sistema PDS – poolde paletes; locação plus; emanutenção de paletes PBR.CaixasorganizadorasRicardo Frederico, diretorcomercial da Polibras - New BrasPlásticos (Fone: 11 4182.8000),diz que a sua empresa nãooferece, especificamente, umalinha denominada embalagens,mas uma que chamam de caixasorganizadoras. “O interessante


18 | edição nº100 | Jun | 2010 |desta linha é que os produtospodem ser utilizados tanto comoembalagens quanto paraorganização.”Frederico diz que para esteano ainda estão estudando aampliação desta linha, trazendomais opções ao mercado. “Estemix foi lançado há 4 anos e hojetem um volume considerável euma aceitação muito grandejunto aos nossos clientes.Os formatos oferecidos são mini(tamanho de caixa de sapato),pequena, média e grande”,finaliza.ContentoresContentores tipo IBC em açoinoxidável homologados, paratransporte e armazenamento deprodutos líquidos, perigosos ounão; contentores desmontáveisem aço inoxidável, aço carbonoe polipropileno, para transportee armazenamento de produtoslíquidos e viscosos. Estes são osprodutos oferecidos pelaRentank (Fone: 11 4138.9268).“O que podemos chamar denovidade é o fato de, com aaplicação de novos acessórios,conseguimos atender à grandemaioria das solicitações”, dizKleber André Ludovico, gerentecomercial da empresa.Ainda segundo ele, astendências em sua área deatuação envolvem o controle notransporte terrestre de produtosperigosos em embalagenshomologadas e inspecionadas,forçando o mercado à regularizaçãoe permitindo a todoscompetirem de igual para igual.O mercado paralelo detransporte de produtosperigosos que coloca em risco omeio ambiente, o patrimôniopúblico e a comunidade estarápróximo do fim, acredita ele.“As novas aplicações quepodemos identificar não sãopara produtos e, sim, para atroca das embalagens (tambores,contentores plásticos, etc.)por contentores de aço inox, emse tratando de produtosperigosos. Para produtos nãoperigosos,identificamos otransporte de peças em geral elíquidos utilizando um contentormetálico dobrável tipo bag inbox, reduzindo a geração deresíduos, uma vez que passam autilizar uma embalagemretornável”, complementaLudovico.Embalagem depapelão e plásticoMarcelo Perucci, especialistade produtos da Rigesa,Celulose, Papel e Embalagens(Fone: 19 3869.9330), apontaque o mais recente produto dasua empresa para o transportede produtos líquidos, pastosos egranulados é o Bulk 200 litros,uma embalagem que combinapapelão de alta resistência ebase plástica e, segundo ele,pode substituir com muitasvantagens os tradicionaistambores de aço e plástico.Quanto aos novos materiaisusados nos produtos, Peruccirelaciona o polietileno de altadensidade. “A tendência emnosso setor inclui embalagenssustentáveis e projetos queotimizem toda a cadeia logística.Também podemos citar asubstituição de tambores de açoe plástico por embalagemhíbrida de papelão e plásticocom capacidade para 215 litrospara o transporte de produtosquímicos, óleos e polpas defrutas, entre outros.”O especialista finalizadizendo que a sua empresaoferece soluções em embalagenspara empresas de diversossegmentos, como alimentício,frutas in natura, limpeza,cosméticos, saúde, produtosquímicos, eletroeletrônicos etêxtil.Caixas e paletescom rodíziosO lançamento mais recenteda Unipac (Fone: 11 4166.4260)são caixas e paletes com rodízio,configurados sob medida, deacordo com a capacidade decarga da embalagem e doproduto a ser transportado.“Além de conquistar novosnichos de mercado, conquistamosnossos atuais parceiros,pois podemos fazer a instalaçãodos rodízios nas embalagensque já estão em uso. A adaptaçãoé rápida e, para facilitar,podemos ir à sede dos clientespara executar o serviço”,salienta Vailton Carlos Bonfim,gerente comercial da Divisão deLogística da empresa.Ainda de acordo com ele, noprocesso de logística industrial,por exemplo, nem sempreexistem paleteiras ou empilhadeirassuficientes e, em algunslocais, é impossível o acesso detransportadores motorizados.“A embalagem da Unipac como acessório substitui comeficiência estes equipamentos,evitando o arraste que danificao contentor e o palete.Além disso, dispensa o uso deesteiras e agiliza a movimentaçãode itens leves.”A linha de produtosoferecida pela Unipac écomposta pelos seguintes itens,além dos já citados: LinhaCaixamóbil, embalagensplásticas colapsíveis paraprodutos de alta e baixadensidade; contêiner retornável,composto de bandeja comtampa e manga arqueados;Aramóbil, contêiner que une oplástico ao aramado; paletetampa,termoformado, que podeser usado como palete ou,quando invertido, como tampa;bandejas especiais para peçasque têm como característica afragilidade e precisam deembalagens especiais para seutransporte e armazenagem,sendo feitas sob medida.Além dos itens citados, aUnipac disponibiliza opções emembalagens que são oriundas doacordo firmado com a empresaamericana ORBIS Corporation(uma subsidiária da MenashaCorporation). Dentre elas,destacam-se: contêinerBulkpack, colapsível; revestimentode proteção Dunnage,indicado para proteger peçasvaliosas de danos durante otransporte, montagem earmazenagem; caixa Flipak, comtampas encaixadas dentro doperímetro do contêiner, paraproteção contra quebra damesma quando conduzida outransportada; sistema Stakpak,que oferece mais de 20contêineres modulares comlaterais planas; paletes deaplicações diversas em plásticose reutilizáveis; e gamelas parapadaria e transporte. ●


| edição nº100 | Jun | 2010 |19RebocadoresMeggalog amplia linha de equipamentospara movimentação de cargasFabricados na China e emTaiwan, os rebocadoreselétricos Logg, em seteversões TBS, com três e quatrorodas e capacidades que variamde 2.000 a 10.000 kg, são os maisnovos equipamentos da linha demovimentação de cargas daMeggalog (Fone: 11 4529.4850),divisão do Grupo Megga,localizado na cidade de Cabreúva,no interior paulista.Conforme informações daMeggalog, os rebocadores Logg,que têm forças de tração de1200 N a 2130 N – conforme omodelo –, combinam dimensõesreduzidas com extrema facilidadede manobras, firmeza de tração epequeno raio de giro, a partir de1.470 mm, o que permite operaçãorápida no abastecimento das maisdiversas linhas de montagem.Como diferenciais desta linhade rebocadores, o gerentecomercial da empresa, Ítalo Fagá,destaca características comoseleção de velocidade, coluna dedireção regulável e sensor depresença do operador, responsávelpor cortar a alimentação daenergia do equipamento quando ooperador estiver ausente. Alémdisso, os rebocadores Loggpossuem sistema de tração commotor elétrico de 3 a 6,3 kw etransitam a uma velocidade até13 km/h com carga, além de teremOs rebocadores Logg têmforças de tração que vão de1200 N a 2130 N, conformeo modelofreio de serviço hidráulico, alturalivre do solo de 70 a 130 mm ecomprimento máximo de 2.276 mmpara rebocador de 10.000 kg.Segundo Ítalo, a ampliaçãona linha de equipamentos Loggobjetiva atender à necessidadedos clientes da Meggalog emmanter e padronizar a marcacomo única em suas frotas.O gerente comercial tambémrevela que, para os usuários dosnovos rebocadores, a Meggalogoferece todo suporte comercial eassistência técnica, tendo iníciocom os consultores de vendas,representantes e vendedores, paradefinição do equipamento idealpara a operação específica daquelecliente, e tendo continuidade naprestação de serviço técnico,incorporando toda estrutura degarantia e pós-vendas. ●


20 | edição nº100 | Jun | 2010 |Acessórios para empilhadeirasPara todas asmáquinas e cargasOs acessórios para empilhadeiras são aplicáveis em todos os tipos de máquinas, e também possibilitama movimentação das cargas mais diversificadas. Mas, cuidado, eles provocam perda de capacidadeoperacional das máquinas.Acessórios para empilhadeiras.Fundamentais paraaumentar a produtividadee permitir o uso das máquinasnas mais diversas operações ecom os mais diversos tipos decarga, eles se adaptam a todotipo de empilhadeira – acombustão, a gás ou elétrica –,desde que possua porta-garfos,segundo informam os fabricantesdestes acessórios.“Podemos dizer que asempilhadeiras contrabalançadassão as que mais se adaptam aosacessórios. Esse tipo de empilhadeiraé a mais versátil para receberacessórios, como também é omodelo mais utilizado no Brasilpara movimentar diferentes tiposde cargas, como paletes, bobinasde papel, slip-sheet, linha branca,fardos, selecionadores de camada,etc. Além disso, elas tambémaceitam opcionais para melhorara performance da empilhadeira,como controles de alinhamentoda torre e de fluxo hidráulico,acumuladores de choque, etc.”,explicam Maurício Vassão,consultor de negócios, e MaurícioEscobar, coordenador de pósvenda,ambos da Cascade (Fone:13 2105.8800)Cruz, da MSI-Forks:“o garfo causa umaredução de capacidade decarga quase desprezívelpara a empilhadeira”As empilhadeiras contrabalançadas são as que mais seadaptam ao emprego dos vários tipos de acessóriosPerda de capacidadePorém, devemos ter emconta que a instalação doacessório representa perda decapacidade operacional daempilhadeira. Segundo salientamos representantes da Cascade,todo acessório acoplado àempilhadeira avança o centro decarga e diminui sua capacidaderesidual. “A Cascade indica queo trabalho de identificação damelhor solução para toda operaçãoseja analisado seguindo aordem: operação/produto a sermovimentado/configuração domelhor acessório, e só entãodefinição da empilhadeira com amelhor capacidade residual”,explicam.Já Ildo José Kunz, gerentede aplicação da Saur (Fone: 553376.9300), considera que aperda de capacidade daempilhadeira depende do peso,da espessura e do centro degravidade do acessório, bemcomo da distância onde a cargaé aplicada.Quando instalarSobre quando optar pelainstalação de um acessório,Vassão e Escobar, da Cascade,enfatizam que isto é feitoquando houver a necessidade deaumentar a produtividade, asegurança ou reduzir os danosde movimentação em toda aoperação.A instalação deve ser feitasempre quando se tem oobjetivo de movimentar cargascom segurança e aumentara produtividade, segundo Kunz,da Saur.Ele cita dois exemplos.O primeiro: uma bobina de papelpode ser transportada utilizando-sesomente garfos. Para issoé necessário derrubar a bobina nochão ou sobre as demais pilhas,sendo que, na derrubada, podemocorrer rasgos nas primeirascamadas do papel, acarretandoem prejuízos. Além de que otempo de movimentação é muitomaior do que se for utilizadauma garra para bobinas.“O segundo exemplo é doseletrodomésticos, que tambémpodem ser transportados apenascom garfos – um por vez e com ouso de paletes. Dessa forma,corre-se o risco de o produto(geladeira, freezer, máquina delavar) cair e sofrer danos. Jácom a garra de eletrodomésticospode-se transportar 12 geladeirasde uma só vez, sem uso depaletes e com total segurança eagilidade”, completa o gerentede aplicação da Saur.GarfosQuando se fala em garfospara empilhadeiras, eles são umcaso à parte, pois são osacessórios mais utilizados.“Toda empilhadeira já sai defábrica com garfos padronizados,standard. O que ocorre,muitas vezes, é que o garfooriginal não atende à operaçãodo cliente devido ao seucomprimento, largura, espessuraou, ainda, devido ao tipo decarga”, explica Victor Cruz,gerente de marketing & vendasda MSI-Forks Garfos Industriais(Fone 11 5694.1001).Ele também informa quetodas as empilhadeiras seadaptam aos garfos – oimportante é observar qualoperação irão realizar: o focoestá mais na carga do que naempilhadeira. Ainda de acordocom Cruz, existem diferentestipos de garfos para cada tipo decarga e diferentes comprimentosde lâmina. Entre as variaçõesmais comuns existem empresascomo a Infraero, que movimentapaletes aeronáuticos ou outros


| edição nº100 | Jun | 2010 |21tipos de paletes que nãopossuem aberturas, empresascomo as montadoras de carros,que recebem racks metálicos decomponentes com diferentescomprimentos, e assim pordiante, nas mais variadasformas e tamanhos de carga.Com relação à perda decapacidade operacional damáquina, o gerente de marketing& vendas diz que o garfo em sicausa uma redução de capacidadede carga quase desprezívelpara a empilhadeira: o problemamaior é a mudança de centro decarga que muitos operadores eaté supervisores de logísticadesconhecem ou negligenciam.“Vamos exemplificar: umaempilhadeira de 2.5 toneladasnão pode movimentar qualquercarga superior a 2.500 kg. Eladeve movimentar uma carga queidealmente possui a dimensãode um cubo de 1 m 3 – sendoassim, ela suporta 2.500 kg emum centro de carga de 500 mm.Quando o cliente troca o garfooriginal da máquina que possuicerca de 1 m de comprimentopor um maior, vamos dizer 1,5 m,teoricamente ele irá movimentaruma carga com cerca de 1,5 mde comprimento também. Nessesegundo cenário o centro decarga mudou de 500 mm para750 mm e, consequentemente, acarga máxima deve ser menorque 2.500 kg”, diz, acrescentandoque um motivo para optarpela instalação de um garfo ésempre que for movimentar umacarga que seja mais compridaque o garfo original. E sempreque a carga tiver algumacaracterística à qual o paletepadrão não se aplica. ●Kunz, da Saur: a instalaçãode um acessório deve serfeita quando se objetivamovimentar cargas comsegurança


22 | edição nº100 | Jun | 2010 |Show Logistics EspecialDestaque paraas feiras regionaisDuas feiras regionais merecem destaque neste Show Logistics Especial: a Logística 2010 – 3ª Feira eCongresso de Logística e Movimentação de Carga, que acontece de 8 a 11 de junho em Joinville, SC, ea Feira Internacional Logística 2010, de 15 a 17 de junho, em Jundiaí, SP.Logística 2010 – Joinville, SCA Boxcar - SoluçõesAlternativasde Transporte (Fone:47 3028 9001) ofereceuma diversificada ediferenciada gama decarretas-reboque eacessórios. As novidadesincluem: Speed –reboque para o transportede motos com estrutura em aço tubular e sistema de articulaçãoque facilita o carregamento e descarregamento da moto; Nanobox –carreta para ser rebocada por motos; Truck – carretas do tipo plataformapara serem rebocadas por veículos de passeio, utilitários evans, disponíveis em 3 tamanhos e com acessórios que possibilitamo transporte de todos os tipos de cargas leves e médias, sendo ascapacidades de carga variáveis de 350 a 1.500 kg; Pratic – carretaspara o transporte de pequenas e médias cargas por via terrestre,utilizando veículos de passeio e disponíveis em três versões – Pratic500 (sem freio), Pratic 500 EXT e Pratic 1000 (com freio). A empresaainda produz a Linha Easy, reboques desenvolvidos especialmentepara utilização em áreas privadas, como condomínios industriais eresidenciais, chácaras e sítios, hotéis e resorts. A família é compostapelo Easy 200, com capacidade para 200 kg, Easy 300, para 300 kg, eEasy 600, com capacidade para 600 kg. São carretinhas desenvolvidaspara serem rebocadas por quadriciclos, tratores cortadores de grama etratores de pequeno porte, auxiliando nas tarefas diárias. A caçamba éde material rotomoldado.A Braslift Empilhadeiras (Fone:41 3015.3822) é distribuidora damarca TCM, prestando serviçosde vendas e locação de empilhadeirase peças da marca. Atendeos três estados do Sul e distribui,também, empilhadeiras retráteise paleteiras elétricas da marcaItaliana OMG. “A Braslift estáapta a prestar assistência técnicaterceirizada em qualquer marca deempilhadeiras”, completa SilvioCesar Bertolini, gerente geral da empresa.A Carmak Revendas e Locações(47 3249.0728) é distribuidoraexclusiva para o Estado de SantaCatarina das empilhadeiras elétricase a combustão (a GLP, gasolinae diesel) fabricadas pela Toyota/BT.Os destaques nestas linhas são asempilhadeiras série “8” a combustãoe a empilhadeira elétrica retrátilmodelo RRE/BT. “Trabalhamos,também, com locação de empilhadeiras,equipamentos e acessórios de movimentação de cargas”, dizDecio Luiz Fonseca, sócio da empresa.Distribuidora exclusiva de caminhões e ônibusVolvo para Santa Catarina, a Dicave (Fone: 473249-5000) iniciou suas atividades em1980, em Itajaí. Em 1983 foiimplantada a primeira filial no Estadono município de Lages. No ano seguinte,abriu-se a primeira filial no oestecatarinense, em Chapecó. Em 1987 foi inaugurada a quarta unidadeda empresa, em Içara, município vizinho de Criciúma. Em 1989iniciaram-se as atividades na unidade de Concórdia, também no Oestecatarinense. Para dar continuidade ao posicionamento estratégico desuas filiais, construiu-se em 1995 a unidade de Araquari. Em 2003 foierguida mais uma filial do grupo em Videira, região centro-oeste deSanta Catarina. Com a necessidade de implantar uma áreaespecializada em veículos seminovos, inaugurou-se em 2006 o primeiroViking Center do Brasil, com unidade anexa à Dicave Itajaí. Em janeirode 2009 foi inaugurada a oitava casa do Grupo, em Rio do Sul. Nestemesmo ano iniciaram-se as obras de sua nona casa, com previsão deinauguração no quarto trimestre de 2010, em Mafra. Entre a gama deprodutos comercializados pela empresa está linha de caminhõessemipesados rígidos Volvo VM, com motorização de 210, 260 e 310 cvnas configurações 4x2, 6x2 e 6x4. Na linha VM também há a versão 4x2Trator, de 310 cv. A empresa também oferece uma ampla linha de caminhõespesados, com os modelos FH, nas configurações 4x2, 6x2 e6x4, e FM, utilizado para aplicações severas, como movimentação deminério em minas, transporte de cana-de-açúcar e madeira, entreoutros, e com configurações: Trator - 4x2 e 6x4 e Rígido - 6x4, 8x4 e10x4. O motor de ambas as linhas é de 13 litros e tem potências de400, 440, 480 e 520 cv. Entre estas duas linhas, no final de 2008 aVolvo do Brasil lançou o FM 11 litros, um veículo para operações detransporte com cargas de alto peso, como tanques e cargas paletizadas.É oferecido nas versões 4x2 e 6x2 Trator, com motor D11A de 370 cv.


| edição nº100 | Jun | 2010 |23A Diferencial Máquinas(Fone: 0800 722.0535) é a novafilial da Linck que está responsávelpor distribuir empilhadeirasClark e carregadeirasSDLG nos três estados do Suldo Brasil. Oferece equipamentosa combustão interna (GLP/diesel) e equipamentos elétricos,incluindo empilhadeirasde 1,5 a 8 toneladas, nas maisdiversas configurações, bemcomo o Consórcio NacionalClark. “A Maggi desenvolveu,em parceria com a Clark, estanova ferramenta, para adquirirequipamentos de maneirasimples e baixo custo: a compraprogramada, já em andamento,com sorteios mensais”,diz Marcos Antonio Thalheimer,da Diferencial. Ele tambéminforma que todo o pós-venda(peças e assistência técnica) éfeito pela Linck.A Genoa Informática (Fone:11 5078.6624) oferece em formuláriocontínuo a solução completade impressão do DANFEda Nota Fiscal Eletrônica utilizandoimpressoras de impactode linha nas velocidades de 500a 2000 linhas por minuto (lpm)e matriciais nas velocidades de500 a 1300 caracteres por segundo(cps). A empresa oferece,ainda, as impressoras térmicasda Printronix, para aplicaçõesindustriais e comerciais. Disponíveisnas famílias T4M e T5000r,permitem a impressão de etiquetasde identificação de produtoscom velocidade de até 10polegadas por segundo e operamem 200 ou 300 DPI, atravésda troca da cabeça de impressão,que pode ser feita pelo própriousuário. Ainda segundo informaçõesda empresa, estasimpressoras estão preparadaspara o RFID, bastando somenteinstalar um kit de conversão.A GKO (Fone: 21 2533.3503) está lançando a novaversão do GKO Frete, que é o TMS para empresasque contratam fretes terceirizados. “Suas funcionalidadesabrangem: apoio no embarque, auditoriadas cobranças e pré-fatura, simulações paraconcorrências, acompanhamento de entregase ocorrências, avaliação do transporte, integraçãocom o ERP para dados contábeis, financeiros efiscais do frete, recursos de correio eletrônico eweb, a mais completa gama de relatórios e gráficosoperacionais e gerenciais”, informa RicardoGorodovits, diretor comercial da empresa.A ID Logistics do Brasil (Fone: 11 3809.3400)oferece serviços logísticos, como gestão deestoques e abastecimento, preparação de pedidos,cross-docking, reversas e armazenagem 3PL.Na área de distribuição, atua com gestão globalda Supply Chain 4PL; na gestão e pilotagem detransporte, com gerenciamento e otimização detransporte; e, em soluções imobiliárias, comgerenciamento e realização de projetos paraconstrução e locação de área.


24 | edição nº100 | Jun | 2010 |Feira Internacional Logística 2010 – Jundiaí, SPFabricada pela Baterias Moura(Fone: 11 3336.2426), a linha debaterias tracionárias Moura LOGHDP oferece alto desempenho nasmais severas condições de uso,especialmente em pisos irregularese em temperaturas extremas,segundo a empresa. “Paragarantir a performance, o produtoutiliza a inovadora tecnologiaHDP, empregada no projeto doselementos tracionários. Ela incorporauma revolução no design dasplacas, o que possibilita aumentode vida útil e resistência à vibração.Sua maior densidade de energiaproporciona ótimo desempenhoem uma larga faixa de temperaturade operação, do frio aocalor”, explica o gerente nacionalde vendas para baterias tracionárias,André Furtado. Ele tambéminforma que as baterias da linhaMoura LOG Monobloco alcançamalto desempenho e durabilidadeem aplicações tracionárias, mesmoem condições de uso rigorosas.“A SOFtran Informática doTransporte (Fone: 47 3145.5555)está apresentando o TCtran e oFROTAum, conjunto de módulostotalmente integrados e que formamo mais completo e eficaz ERP– Enterprise Resource Planningdirecionado de forma exclusiva àgestão de empresas dos setoresde transporte e logística.” A afirmaçãoé de Gilmar Krumheu, coordenadorcomercial da empresa,que informa, ainda, que, estãosendo apresentadas novidadesrelacionadas ao SPED, que abrangeo CT-e (Conhecimento de TransporteEletrônico), a ECD – EscrituraçãoContábil Digital, a EFD –Escrituração Fiscal Digital e a NFe(Nota Fiscal Eletrônica).A Aliança Navegação eLogística (Fone: 11 5185.5600)atua há 10 anos na cabotagem,operando regularmente em 14portos nacionais e com 12 escritóriospróprios no Brasil. Entre osprincipais serviços destacam-se:Porta a Porta, sistema que associao transporte terrestre (rodoviárioe/ou ferroviário) e marítimopara coleta e entrega dacarga em local definido pelocliente, sendo as entregas coordenadas,com agendamento (dia/hora) de acordo com a necessidadedo recebedor; Carga fracionada,uma extensão do transporte intermodal porta a porta e que consiste em uma ou mais coletas paraum ou vários destinos diferentes – tanto as operações de coleta quanto de entrega são conduzidasintegralmente pela Aliança, através da contratação de parceiros locais especializados na distribuiçãofracionada; projetos logísticos customizados, soluções específicas de logística, como redesenho deprocessos de distribuição, gerenciamento de transportes, gestão do fluxo de informações, suporte nodesenvolvimento de embalagens, assessoria fiscal e gestão da armazenagem estratégica (estoqueavançado e gestão do inventário); cargas de projetos, consiste no transporte de cargas pesadas, comotransformadores e bobinas, entre outros – a Aliança disponibiliza esse serviço regularmente, inclusivecom disponibilidade de 4 embarcações com capacidade roll-on roll-off.A BMC – Brasil Máquinas (Fone:11 2137.4200), responsável noBrasil pela marca coreanaHyundai Heavy Equipments, estáanunciando o lançamento daempilhadeira elétrica 25BRJ-7AC,com rede CAN (Controller AreaNetwork), que interliga a comunicaçãode todos os módulos paracontrole da máquina, como tração,bomba hidráulica, válvulas hidráulicas,direção e display. A empresatambém fornece a empilhadeiraelétrica 20BT-AC, com capacidadede 2000 kg, sistema ZAPIde anti-rolagem inversa, que oferecesegurança nas operações emrampas e bom desempenho nasaída, e pivô central nas quatrorodas, que permite a operaçãocom um raio de giro extremamentepequeno, segundo a empresa.Outra empilhadeira oferecida é a25L-7, com sistema hidráulico quereage rapidamente durante a operação,motor e sistema de transmissãomontados horizontalmentee posicionados de forma elevada naestrutura da máquina, protegendoos componentes mais sensíveis durantea operação em terrenos irregulares,e capacidade de 2500 kg.A GRTX Negócios e Logística (Fone: 112709.6740) vem ao mercado com a proposta deatender tanto transportadores quanto embarcadores.Presta serviços de prospecção comercial,negociações e acompanhamento de pós-vendas,garantindo que todo o processo seja monitoradode forma eficaz. “Estabelecemos o link entre transportadorese embarcadores, buscando sempre omelhor negócio para todos os envolvidos. Possuímosa representação comercial de várias transportadoras,contratualmente, e temos muitasoutras em nosso cadastro. Possuímos tambémcadastro de clientes embarcadores, que estãosempre buscando por novas alternativas, reduçãode seus custos e qualidade no transporte”, explicaRogerio Bertuci, diretor comercial da empresa.O Grupo Vista (Fone: 11 3392.1440) é formadopela Vista Solutions Corretora de Seguros, queoferece avaliação de riscos, administração ecorretagem de seguros nos ramos de transportes,automóvel/RE, saúde, vida, etc.; e pela VistaServiços, que atua na assessoria e consultoria aembarcadores, com o software V-Log, para acompanhamentoon-line de entregas e avaliação deperformance, e comercialização de sistema deconsulta cadastral e equipamentos de rastreamentoem parceria com a DSI-Sistema de Análisede Dados e com a VSS Control Rastreamento eMonitoramento.


| edição nº100 | Jun | 2010 |25A CCR AutoBAn (Fone:11 4589.4151), concessionáriado Grupo CCR,administra as rodoviasAnhanguera, Bandeirantes,Dom Gabriel PaulinoBueno Couto e a interligaçãoAdalberto Panzan.São 316,8 km de rodoviasque recebem mais de 250milhões veículos por anoe ligam a capital paulista à região de Campinas. Desde o início da concessão,a CCR AutoBAn investiu mais de R$ 3,5 bilhões, melhorando a situaçãofísica e operacional das rodovias. Preocupada com o desenvolvimentosocioeconômico, a concessionária apoia projetos sociais, culturais e esportivos,que beneficiam usuários e a população lindeira. Principais programasde responsabilidade social da CCR AutoBAn: “Cine Tela Brasil”, cinemaitinerante; programa “Estrada para a Saúde”, que beneficia caminhoneiros;“Estrada para a Cidadania”, aulas sobre segurança de trânsito paracrianças; programa “Voluntários da Vida”, voltado para doação de sangueque beneficia pacientes de hospitais em Jundiaí, Campinas e região; “EstradaDigital”, que busca a inclusão de colaboradores da concessionária e deempresas parceiras no universo da informática; programa “Estrada para aCasa”, que ajuda crianças desaparecidas a reencontrar o caminho do lar;“Caravana do Esporte”, que coloca a atividade esportiva como fator deinclusão social e programa “Estrada para o Futuro – Aprendiz em Ação”,destinado ao treinamento de menores carentes; “Programa de Inclusão dePessoas com Deficiência”, que contrata e capacita profissionais deficientes,promovendo a integração desses novos profissionais ao ambiente detrabalho por meio de cursos de capacitação profissional; e “ProgramaCãoChorro & Outros Bichos”, que estimula a posse responsável de animaise integra ações conjuntas com o Centro de Controle de Zoonozes e ONGsprotetoras de animais.Em se tratando de consultoria, o Cebralog (Fone: 11 2359.6264) conduzprojetos em toda a Supply Chain, desde as etapas de diagnóstico até aimplementação de soluções, desenvolvendo diversas ferramentasinternamente para vários cases de sucesso. A empresa também realizatreinamento in company, quando há a definição de metas, elaboração deuma estratégia que maximize a retenção de conhecimento no curto e longoprazo e que potencialize a aplicação prática do conhecimento passado deforma a gerar resultados quantificáveis. O Cebralog também ofereceserviços de aconselhamento, contratados de forma spot ou contínua, atravésde quatro modelos: 1. Supply Chain Advisory (SCA – aconselhamentoempresarial em Supply Chain); 2. Supply Chain Services Advisory (SCSA –aconselhamento empresarial para serviços da Supply Chain); 3. SupplyChain Risk Management Advisory (SCRMA – gerenciamento de riscos naSupply Chain); 4. Human Resources Advisory & Hunting (HRA&H – funçõesde recursos humanos e serviços de busca e seleção). “Gestão Interina éuma solução executiva flexível e de curto prazo, que fortalece os resultadosde longo prazo das empresas através da implementação de mudanças.Os programas de Gestão Interina do Cebralog aplicam-se em situações comas seguintes necessidades: 1. Recurso altamente qualificado pelo períodode 3 a 6 meses, com dedicação mínima de 3 dias semanais; 2. Urgênciana implementação de programas de gestão de mudanças (changemanagement); 3. Posição executiva que se tornou vaga de forma inesperadae que exige uma solução temporária imediata; 4. Cenários deturnaround que exija a experiência de executivos sêniors”, diz MauricioEnrique Stockl Cortes, consultor, apontando outro serviço oferecido. Por fim,há a educação executiva. O Cebralog oferece alguns de seus conteúdos noformato presencial, através de Programas Abertos de Educação Executiva(PAEE). São 25 cursos de 16 horas de duração, realizados nas cidades deSão Paulo e Rio de Janeiro.


26 | edição nº100 | Jun | 2010 |A Mapel – Manutenção, Peças,Empilhadeiras (Fone: 193278.1822) presta os seguintesserviços: venda de máquinasnovas – é distribuidor autorizadoClark desde 1997; venda demáquinas seminovas – multimarcas;venda de peças genuínasClark sistema Totalift; prestaçãode serviços de manutençãopreventiva e corretiva; reformasde maquinas Clark e multimarcas;e locação de empilhadeiras.“No mês de abril último, a Mapelconquistou mais uma importanteparceria, com a fabricante deempilhadeiras Paletrans, que temem sua linha produtos como transpaletesmanuais, carros pantográficos,transpaletes elétricos,empilhadeiras manuais, empilhadeiraselétricas e semi-elétricas eretráteis. No caso desta marca,estaremos distribuindo as máquinas,além da venda de peçasoriginais”, diz Paulo Cesar B.Junior, analista de marketing daempresa. Ele também cita comonovidade o Consórcio NacionalClark, e que no mês de marçoúltimo a Mapel conquistou o titulode melhor distribuidor Clark doBrasil durante o ano de 2009.Baterias tracionárias e carregadoresde baterias. Estes são oslançamentos da PrestbaterComércio de Baterias (Fone: 114496.4430). A empresa tambémoferece empilhadeiras elétricas ea combustão, carrinhos e esteiraspara movimentação e peças paraempilhadeiras, além de prestarserviços como: reforma de bateriastracionárias, reforma deempilhadeiras, manutenção corretivae preventiva de empilhadeirase de baterias e projetos paramontagem de salas de baterias.Em termos de condomínio logístico e industrial, a novidade daRetha Imóveis e Serviços (Fone: 11 4777.9800) é o EspaceCenter Natal, localizado em Natal, RN. Originário de uma antigafábrica têxtil, ocupa terreno de 45.000 m² e tem áreaconstruída de 28.350 m², sendo formado por 10 módulos de700 a 3.230 m². Segundo Vanuza Dias, do departamento demarketing, a Retha também está implementando o LogicalCenter Itapevi, localizado na rotatória do km 32 da RodoviaPresidente Castelo Branco, sentido São Paulo, Município deItapevi, SP, formado por 8 módulos de 1.009 a 1.783 m² e comárea fabril de 586,93 a 1.283,24 m²; e o Logical Center Louveira,na cidade do mesmo nome, em São Paulo (altura do km 69,5 daRodovia Anhanguera), que contará com 33 galpões, a serementregues em duas fases. A primeira, prevista para o final de2011, terá 14 galpões. A área de terreno é de 60.000 m².A SOLOG - Soluções em Logística (Fone: 11 4492-1912)atua no transporte rodoviário em âmbito internacional(Mercosul) e nacional (Brasil), com várias empresas.Trabalha com países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai,Chile, Peru e Bolívia e dispõe de carretas convencionaisabertas (grade baixa ou graneleira), sider rastreados de 100/115 m 3 , baús de alumínio com 100 m 3 (Argentina), baús frigoríficoscom 90 m 3 (Argentina), pranchas retas e rebaixadas etambém no segmento de cargas fracionadas (Argentina, Chile,Uruguai e Bolívia). “Estamos habilitados para efetuar oscruzes internacionais através das seguintes fronteiras:Uruguaiana, RS, São Borja, RS, Jaguarão, RS, Chui, RS, PortoXavier, RS, Dionísio Cerqueira, SC, Foz do Iguaçu, PR, eCorumbá, MS”, diz Fábio Tavares.A Simec Empilhadeiras (Fone: 114606.5797) oferece uma linha completa deempilhadeiras elétricas da Byg Transequip,com destaque para o equipamentoART-P 1245, empilhadeirapatolada pantográfica, “um produtoque agiliza e facilita o trabalho demovimentação de paletes dentro do armazém com corredoresestreitos”, informa Eder Milharese, diretor da Simec.Entre os produtos oferecidos pelaTópico (Fone: 11 2344.1200)estão galpões em lona paraarmazenagem. Confeccionadoscom aço galvanizado a fogo,apresentam vãos que variam de5 a 40 metros, possuem laudos técnicos e suportam ventosconforme norma ABNT NBR 6123. Segundo Flávia Sérvolo,coordenadora de marketing da empresa, são montados emtodos os tipos de pisos, desde que nivelados e compactados.A Quality (Fone: 11 4581.7366) éum provedor de soluções em logísticae movimentação especializadaem logística interna, atuando nasregiões de São Paulo, Diadema,São Bernardo do Campo, Perus,Osasco, Campinas, Sumaré,Bragança Paulista, Indaiatuba,Jundiaí e Rio das Pedras, todas emSão Paulo. Os serviços oferecidosincluem: carregamento e descarregamentode veículos, separaçãoe conferência de mercadorias,paletização, controle e aplicaçãode filme strech, operação commáquinas como empilhadeiras epaleteiras e montagem de kits eembalagens.A Opção 12 - Consultoria eAssessoria (Fone: 11 4063.8120)oferece soluções web integradascom as áreas de logística dasempresas, além de otimização deweb sites e ferramentas de gestãocorporativa para o setor. “Estamoslançando um sistema inovador deplanejamento de recursos empresariais(ERP) para gestão de empresasde transporte rodoviário decargas”,diz Ivael Freitas, consultore sócio administrador da empresa.A Vectorcorp (Fone: 112481.2997) é uma empresa deArmazéns Gerais localizada emGuarulhos, SP, e especializada emsoluções em logística: armazena,movimenta e controla os estoquesde seus clientes.


| edição nº100 | Jun | 2010 |27Condomínios LogísticosPrimeira fase doCenteranel Raposo serálançada em setembroCriado para ser um condomínio logísticocom várias modernidades em operaçõeslogísticas, o Centeranel Raposo (Fone:11 3568.2454), localizado no entroncamentoda Rodovia Raposo Tavares com o RodoanelMario Covas, em São Paulo, SP, terá aprimeira fase entregue em setembro desteano e será concluído em maio de 2011.Mesmo assim, mais de 30 empresas jáestão em negociação para garantir espaçoentre as 163 docas do condomínio. Informaçõesdão conta de que há projetos prestes aserem concluídos, mas os nomes dospossíveis locatários ainda não podem serrevelados. Pelo que a Logweb conseguiuapurar, uma grande rede hipermercadistateria interesse em ocupar boa parte doempreendimento.De acordo com a gerente executiva doCenteranel, Erika Matsumoto, a localizaçãoestratégica do condomínio atende à demandade entregas fracionadas na Região Metropolitanade São Paulo, respeitando as novas leisde restrição de tráfego de veículos de cargas eas exigentes normas dos horários de entrega.Conforme informações da empresaresponsável pelo empreendimento, oCenteranel fica a 10 km da Marginal do RioPinheiros, a 12 km da Avenida BrigadeiroFaria Lima, a 50 km do Aeroporto Internacionalde Guarulhos, SP, a 90 km do AeroportoInternacional de Viracopos, em Campinas,SP, e a 90 km de Porto de Santos, SP.Erika destaca também que a inauguraçãodo trecho Sul do Rodoanel – que interliga asrodovias Anchieta e Imigrantes, bem como aRegião do ABC Paulista, às rodoviasBandeirantes, Anhanguera, Castelo Branco,Raposo Tavares e Régis Bittencourt – tornao empreendimento ainda mais atraente.“O Centeranel oferece fácil acesso àsrodovias que levam ao interior de Estado e,agora, também ao Porto de Santos. A inauguraçãodesta nova fase de Rodoanel proporcionaeconomia no tempo de viagem ao litoralpaulista, já que não há mais necessidade deatravessar a capital para chegar ao Porto”,comemora a gerente executiva.Além da localização e de fatores externos deinfraestrutura, Erika faz questão de enfatizartambém a estrutura interna do condomínio.Mais de 30 empresas já estão emnegociação para garantir espaço entreas 163 docas do Centeranel Raposo“Serão 105,3 mil metros quadrados de áreaconstruída, com três edifícios subdivididos emunidades modulares e com áreas de apoio,implantados num terreno de 180.000 m², paraoferecer às empresas os mais arrojadosconceitos de recebimento, armazenagem edistribuição de produtos”, informa.Entre os diferenciais apontados porela está a redução de investimentos préocupação,infraestrutura voltada para locaçãoe manutenção de equipamentos, menorcusto operacional devido ao compartilhamentode serviços condominiais e projetointeligente de segurança patrimonial,supervisão e automação predial.A gerente executiva do Centeranelcomenta que o projeto foi concebido combase em conceitos bastante atuais empregadosem importantes centros logísticos emtodo o mundo, assegurando a obtenção delicenças necessárias para movimentação earmazenagem de cargas específicas, comoprodutos farmacêuticos e eletrônicos, entreoutros. Ainda, o Centeranel irá dispor deauditórios, restaurantes, ambulatório, cafés,área de descanso e lojas para atendimentoaos funcionários e prestadores de serviços.Outra característica importante é que oempreendimento oferecerá serviços degerenciamento de resíduos, reuso de águapluvial e tratamento de efluentes. Com isso,deverá atender aos pré-requisitos paraobtenção da certificação LEED – Leadershipin Energy and Environmental Design (Liderançaem Energia e Design Ambiental). ●


28 | edição nº100 | Jun | 2010 |Caminhões levesIveco lança Daily Massimo e apresentanovo COPI em Sorocaba, SPPara reforçar sua atuação nosegmento de caminhõesleves, em maio último, emSorocaba, SP, a Iveco (Fone:0800 7023443) lançou o Daily70C16 HD Massimo, seu novocaminhão de sete toneladas dePBT. Aproveitando o ensejo, aempresa apresentou também onovo COPI – Centro de Operaçõesde Peças Iveco, que já estáem funcionamento na cidade dointerior paulista.EvoluçãoSegundo Marcelo Motta,gerente da Plataforma deVeículos Leves e Médios damontadora, o Daily Massimo éuma evolução do Iveco Daily70C16, veículo lançado há doisanos e que duplicou a participaçãoda empresa no segmento de6,1 a 7,9 toneladas de PBT, indode 4,6% em 2008 para 8,5% noano passado.Com a chegada do novoproduto, a Iveco almeja alcançar10% de participação ainda nesteano e algo em torno de 12% a14% em 2011. Para tal, amontadora aposta no atualcenário em que os veículos paratransporte urbano de cargasestão em alta. “É um mercadode pequenas e médias empresase com forte atuação de autônomos”,explica o diretor comercialda companhia na América latina,Alcides Cavalcanti.O lançamento da Iveco trazo roteirizador com GPS Multi-Connect, desenvolvido emconjunto com a Magneti Marellie oferecido como opcional. Estesistema possibilita a programaçãode até 30 entregas sequenciaise é capaz de reprogramaro roteiro automaticamenteconforme a necessidade daoperação, além de fornecer aotransportador informações sobreo consumo de combustível edetalhes das viagens.Outra característica do novocaminhão é a capacidade decarga útil de 685 kg. Ainda, oDaily Massimo oferece um novosistema de freios de acionamentopneumático com regulagemautomática das sapatas de freiono eixo traseiro; freio a discoNo COPI, fruto da parceria com a CNH, a Iveco dispõe de10.000 m² de área construída e 100.000 m 3 para oarmazenamento de peçasCom a chegada do Daily Massimo, a Iveco almeja alcançar10% de participação no segmento de 6,1 a 7,9 toneladas dePBT ainda neste anohidráulico servoassistido nasrodas dianteiras; e longarinasplanas, o que torna a adaptaçãode implementos (50 tipos diferentes)mais fácil. “Ele pode serconfigurado como baú frigorífico,basculante, baú isotérmico,plataforma hidráulica, tanque,transporte de animais e debotijões, guindaste, bombeiro,baú lonado, transporte debebidas, coleta de lixo, etc.”,aponta Cavalcanti.COPIPensando no presente, que éde crescimento, e no futuro, degrandes expectativas, após aapresentação do Daily Massimoa Iveco abriu as portas do COPI,que nasceu da parceria daempresa com a CNH, tambémpertencente ao Grupo Fiat, e foidesenvolvido com base nafilosofia WCL – World ClassLogistics, adotada pelo grupo emtodo o mundo. No local, a Ivecoocupa uma parte do galpão dedistribuição de peças e a sinergiaentre as duas empresas incluiadministração, segurança,alimentação, controle deportarias, etc.Na nova estrutura, quecustou cerca de R$ 30 milhões,a Iveco dispõe de 10.000 m² deárea construída e 100.000 m 3para o armazenamento depeças. Contudo, caso sejanecessário, há como ampliar aestrutura, construída dentro deum sistema modular.O COPI está em operaçãoplena desde março de 2010,quando foi finalizada a migraçãodas operações do antigo centrode peças da Iveco em Diadema,SP, que foi fechado. A expediçãomédia da empresa gira hoje emtorno de 80.000 peças por mês,as quais vêm de 150 fornecedoresbrasileiros e algumas que sãoimportadas dos CDs da montadorana Europa e Argentina.O projeto da construção doCOPI teve início em 2007,quando a empresa deu o pontapéinicial em seu plano deexpansão no Brasil. Segundo aprópria Iveco, cerca de 42% dos62.000 veículos que a marca temem circulação hoje no paísforam comercializados após oinício da expansão. Além disso,a expectativa é que o ritmo decrescimento continue forte nospróximos anos.“Atualmente, a Ivecomovimenta aproximadamente37 mil part numbers diferentes,número que tende a crescer,porque temos lançado duas novasfamílias de produtos por ano ecada novo produto significa aentrada de cerca de 4.500 novospart numbers”, revela GouveiaPara lidar com um númerotão grande de peças, a Ivecoutiliza no COPI o software CSPS– Commom Spare Parts System,que controla a movimentação depeças da entrada até a saída, eo Click, que garante controle emtempo real de estoque, administrandovariáveis como adiferente aceleração de vendasdos vários modelos decaminhões da montadora. ●


| edição nº100 | Jun | 2010 |29Empilhadeiras e paleteirasMovicarga recebe lote demáquinas elétricas NissanAMovicarga (11 5014.2477),distribuidora oficial daNissan Forklift no Brasil,recebeu recentemente parte doprimeiro lote de máquinaselétricas da marca.Composto por paleteiras eempilhadeira retrátil, fabricadaspela subsidiária sueca, a Atlet, olote inclui máquinas com capacidadesque variam de 1,6 a 2,5toneladas. Segundo a empresa,os diferentes modelos são facilmenteadaptáveis às operaçõesde warehouse do Brasil.Guilherme P. Osório, gerentegeral da Movicarga, conta quechegaram quatro máquinas nesteprimeiro momento, e que atéagosto chegarão mais dez, entreretráteis, contrabalançadas epaleteiras.“A Nissan tem uma grandepreocupação com performance,segurança e conforto do usuário.A Atlet, que fabrica os equipamentoselétricos, é umaempresa com 50 anos demercado focada em soluções emequipamentos e serviços. Seusequipamentos têm comomaiores diferenciais ergonomia,design funcional, alta tecnologiae foco total na confiabilidade.Todos são testados individualmenteantes de chegarem aosclientes”, explica Osório.Segundo ele, a crescentedemanda por equipamentoselétricos no Brasil nada mais édo que um reflexo do movimentoque já ocorre nos países desenvolvidoshá alguns anos. NoBrasil, o aumento da demandaocorre principalmente por:cuidados com o meio ambientedevido à não emissão de gasesna atmosfera; melhora dainfraestrutura de armazenagem,permitindo, e, às vezes, atéexigindo o uso de equipamentoselétricos (menor corredor operacionale maiores alturas dearmazenagem); e redução deruídos e vibrações, melhorandoas condições de trabalho parao operador.O lote inclui máquinas comcapacidades que variam de1,6 a 2,5 toneladasA expectativa da Movicargaé colocar todas as máquinasdisponíveis em contratos delocação de longo prazo, uma vezque seis máquinas já foramvendidas. ●


30 | edição nº100 | Jun | 2010 |Equipamentos portuáriosTerex e Equiport anunciam segmentode negócios voltado para portosATerex e a Equiport (Fone:13 3227.6025), uma dasrepresentantes oficiais dafabricante no Brasil para o setorde equipamentos portuários,acabam de anunciar um novosegmento de negócios: o TerexPort Equipment. A nova áreaconta com uma rede de concessionáriose distribuidores paraoferecer equipamentos dediferentes fabricantes para osetor portuário.Os novos produtos e serviçosincluem forklifts (empilhadeirasde garfos), empilhadeiras paracontêineres cheios e vazios,mobile harbour cranes (guindas-Entre os produtos oferecidosestão as reach stackerstes de porto), RTG (transtêiner –pontes rolantes sobre pneumáticos),RMG (transtêiner – pontesrolantes sobre trilhos), straddlecarriers (movimentadores decontêineres) e os guindastes decais STS (ship to shore) disponíveispara terminais portuários,terminais intermodais (queutilizam ferrovia), armazéns eOperadores Logísticos.“A crise mudou a visão sobreo Brasil. As luzes estão brilhandocada vez mais na América Latina,e o Brasil é um país importante,onde está se investindo eminfraestrutura. Queremos estarpresentes e ser muito fortes noBrasil e na América Latina”,declara Thomas Ostermann, vicepresidentee diretor administrativoda divisão de guindastes da Terex.Ainda sobre a situação econômicamundial, Francois Jourdan,vice-presidente global de marketingda divisão de guindastes daTerex, diz que a empresa nãoenfrentou a mesma crise emtodo o seu portfólio, já quealguns produtos registraramcrescimento de vendas.“O equílibrio do portfólio é muitoimportante, é preciso sabercomo fazê-lo”, declara.Já para 2010, segundo ElisioGarcia, gerente comercial daEquiport, as expectativas são decrescimento do consumo deequipamentos portuários e darenovação de máquinas. “Jáfechamos seis equipamentoseste ano. A procura dos clientesestá aumentando”, conta. ●


| edição nº100 | Jun | 2010 |31InvestimentoPague Menos cogita construirCD fora do NordesteAPague Menos (Fone: 853255.5511) dispõe apenasdo Centro de Distribuiçãoem Fortaleza, CE, para abastecertodo o país, o que não chega arepresentar um problema, jáque no último ano cerca de120 milhões de unidades demedicamentos, produtos dehigiene pessoal e cosméticos –aproximadamente 600 milunidades por dia – passaram porlá e foram entregues com êxitoàs mais de 350 lojas do país.Mesmo assim, a construçãode um CD fora da RegiãoNordeste é uma ideia que passapela cabeça da rede varejista.De acordo com informações daprópria empresa, as cidades deBrasília, DF, e Pouso Alegre, MG,surgem como candidatas asediar o novo CD, que receberiaum investimento estimado emR$ 30 milhões e seria inauguradoaté 2011.Embora ainda não confirmeeste investimento, a PagueMenos reconhece que um CD noPraxedes: “temos umaoperação regular de altovolume e somos muitoexigentes com prazos deentrega”Em 2009, a Pague Menosdistribuiu cerca de120 milhões de unidadesde medicamentos,produtos de higienepessoal e cosméticosSudeste ou no Centro-Oeste iriaotimizar o abastecimento nestasregiões e também no Sul,reduzindo prazos e custos. Hojeem dia, as operações dedistribuição para o Sul e oSudeste necessitam do uso deremessas aéreas.Do CD de Fortaleza – quetem área total de 110 .000 m 2 ,com um galpão de 18.000 m 2 eutilização atual de 12.000 m 2 –,o tempo médio de escoamentopara o Nordeste é de até 48horas; para as regiões Sudeste eSul, de quatro dias; para oCentro-Oeste e o Norte, de cincodias. Além disso, atualmente oprazo normal de entrega dasindústrias é de cinco a sete dias.Para atender a todo o Brasilcom apenas um CD, o diretor deSistemas e Logística da rede,Pedro Ronaldo de CarvalhoPraxedes, destaca que a PagueMenos precisa de um sistemade distribuição muito eficiente.Segundo ele, diariamente égerada uma demanda a seratendida por loja. Depois derecebida, a demanda é processadano CD e expedida atravésdos operadores, que coletam osprodutos e entregam nas lojas.“O envio e o recebimentoocorrem de segunda a sábado,inclusive feriados. Temos umaoperação regular de alto volumee somos muito exigentes comprazos”, explica Praxedes.A exigência, aliás, não élimitada aos prazos. De acordocom ele, a grande dificuldade aocontratar terceiros para realizara distribuição era encontrarOperadores Logísticos queatendessem à legislaçãoespecífica do setor farmacêutico,oferecendo o nível de serviçoe a segurança adequados paraeste tipo de produto.Atualmente, para realizar adistribuição dos produtos, aPague Menos conta comparceiros como a RapidãoCometa, entre outros. “Naturalmente,somos um grande clientepara as empresas de logística etransportes. A regularidade dosdespachos diários gera fluxo eagrega valor às rotas”, completao diretor de Sistemas eLogística. ●


32 | edição nº100 | Jun | 2010 |EquipamentosMoviplam é criada para atuar com vendae locação de empilhadeiras e acessóriosAcaba de ser fundada nacidade de Jundiaí, SP, aMoviplam Empilhadeirase Movimentação Planejada deMateriais (Fone: 11 4581.4397),que atua na distribuição, comassistência técnica incluída, dosseguintes produtos e marcas:➥ Paletrans, com sede emCravinhos, SP, fabricante detranspaleteiras,empilhadeiras manuais eempilhadeiras elétricas,tracionárias ou retráteis;➥ Logg, empilhadeirascontrabalançadas, a GLP ouelétricas, comercializadaspela Meggalog, divisão deLogística do Grupo Megga;➥ Saur-Kaup, acessórios paramovimentação de cargas,adaptáveis a empilhadeiras,produzidos pela Saur, comsede em Panambi, RS; e➥ Enersystem do Brasil,baterias tracionárias.Para os produtos daPaletrans, Logg e as bateriasEnersystem, a empresa trabalhacom venda e locação. No casoda Saur, atua tanto na venda (oulocação) simples do produto,como na venda de empilhadeirasOs principaisprodutosoferecidos sãoempilhadeiraselétricas comsuas baterias ecarregadores eempilhadeirasGLP com seusdiversosacessórios


| edição nº100 | Jun | 2010 |33já com os equipamentosinstalados e prontos para uso.“Os equipamentos Saur terãotratamento diferenciado paracada caso, a nossa preferênciaserá apenas na venda dessesequipamentos agregados àsmáquinas que forem utilizá-los.Poderá haver exceção quandoem um pacote de máquinashouver a necessidade de selocar junto com a empilhadeiraum desses acessórios. O motivoé o custo agregado dosprodutos”, explica Luiz AntonioGallo, diretor comercial daMoviplam.A área de rental da empresafornece equipamentos novos eseminovos, para locação portempo determinado. No total,oferece venda, locação, manutenção,consultoria e treinamentopara toda área de movimentaçãode materiais. Os principais produtossão empilhadeiras elétricascom suas baterias e carregadorese empilhadeiras a GLP comseus diversos acessórios.A nova empresa é fruto daunião de três profissionais. Gallotem 15 anos de experiência nosegmento de empilhadeiras,iniciando na Lark de São Paulo,onde representou as marcasKomatsu (máquinas a combustão)e BT (máquinas elétricas).Também atuou na SkamEmpilhadeiras, como gerentenacional, e na Meggalog, ondefez o trabalho de montagem derepresentantes e treinamento deequipe. Por sua vez, José CarlosCalderari tem mais de 40 anosde experiência no setor,trabalhou na Clark, na Yale, naToyota e, mais recentemente, foigerente comercial de umaempresa do ramo em São Paulo.Já Luiz Faria de Carvalho tementre 30 e 35 anos de atuaçãoem gestão administrativa ecomercial. Nos últimos dez anosatuou como contato comercialautônomo, vendendo e locandoprodutos novos das marcasSkam, Clark, Saur e Paletrans.Segundo Gallo, o que motivoua criação da empresa foi aoportunidade da união de trêsDa direita para a esquerda: Priscila Elias de Carvalho,Carvalho, Calderari, Gallo e Ana Carolina Guisi. Elas são assecretárias para os assuntos Meggalogprofissionais com larga experiênciaacumulada. “Aqui temosmesmo um grande diferencial, aunião de três talentos quepossuem uma enorme experiênciaconjunta técnica e comercial,tendo conquistado durante muitosanos grandes parceiros comerciais.Os empresários e fabricantesde máquinas reconhecemesses três profissionais comoparceiros de alta confiança,conhecimento, responsabilidade,comprometimento. Essasqualidades foram fundamentaispara a conquista das representaçõesque a Moviplam tem hoje”,explica o profissional.A estimativa para 2010 é terum faturamento que ultrapasseR$ 1.800.000,00. “Este valorestá planilhado pela quantidadede equipamentos que temos emexcelentes perspectivas defechar este ano”, aposta.Como últimas novidades, acompanhia negociou no começode maio cinco máquinas GLP daLogg e três máquinas retráteisda Paletrans. Também contratoumais três profissionais: AlexRoberto Piccolo, gerente depeças, Jaqueline FratezziLourenço, assistente comercial,e Paulo Ferreira de Andrade,técnico de empilhadeiras. ●


34 | edição nº100 | Jun | 2010 |ArtigoFusões e aquisições nomercado de logísticaUm estudo realizado pelaAWRO Associados Logísticae Participações indicaque, nos próximos cinco anos,cerca de R$ 20 bilhões provenientesda iniciativa privada serãoinvestidos no setor de infraestruturae logística. Boa parte dessesrecursos será empregada paraaumentar e modernizar a ofertade serviços especializados emmovimentação e armazenagemde mercadorias, com impactosignificativamente positivo nosegmento, em particular, e naeconomia, em geral.A mesma análise da AWROidentifica que a demanda porserviços de logística aumenta emrazão três vezes superior àvariação do PIB, ou seja, dianteda perspectiva favorável decrescimento sustentável de 5%podemos esperar uma expansãode mercado em torno de 15% aoano durante longo período.E caso o governo acelere seusinvestimentos em infraestrutura,o que é não apenas provável,mas obrigatório, essa relaçãopode ser tornar ainda maispositiva para o mercado.Diante disso, existe intensamovimentação das empresas daárea para se posicionarem nonovo cenário que está sendocriado. Mais que senso de oportunidade,no entanto, para alcançaro sucesso nesse empreendimentoserá necessário muitoplanejamento e estratégia.E dinheiro.Por sua natureza complexa,o mercado de logística exige altograu de especialização, grandepoder de investimento e fôlegopara aguardar retornos financeirosque podem levar até 20 anos.Sempre se tratou, portanto, deum negócio para gente grande.Agora ainda mais.Com as perspectivas favoráveispara o país e para o mercado,as empresas da área passaram aAntonio Wrobleski Filho – Sócio da AwroAssociados Logística e Participações; engenheirocom pós-graduação em Finanças eMBA pela Universidade de Nova York; foipresidente da Ryder Logística, além de diretor da Hertz e da DHL;recentemente comandou a fusão de cinco empresas de transportese logística no ABC Paulista, operação que deu origem à TraftiLogística, empresa que presidiu durante o processo de fusão.antoniowrobleski@gmail.comobservar concorrentes vindos deoutros setores da economia e doexterior de olho nos prováveislucros que este segmento deveoferecer.Há algum tempo os empresáriosidentificaram que parasobreviver nesse ambiente serápreciso ganhar musculatura. Umadas soluções para isso está sendoas fusões e aquisições, muitasvezes financiadas com recursosde fontes até então estranhas,como os fundos de investimento.É uma saída inteligente, masque para ter sucesso exige maisque dinheiro.A união, seja por fusão ouaquisição, não dever servirapenas para criar uma empresamaior, embora, obviamente, esseseja um dos objetivos. Principalmente,é importante emergiruma companhia mais eficiente ecom capacidade para atendermais e diversificados clientes.Nesse sentido, o processoenvolve um estudo detalhadosobre as empresas originais parao desenvolvimento de um planoonde as qualidades sejamcompartilhadas, as característicassejam complementares, e nãosobrepostas, e os defeitos sejameliminados, e não contagiosos.Muitas vezes, um processo malfeito pode tornar uma empresamédia e rentável em um elefantebranco carregado de prejuízos.Ao mesmo tempo é fundamentaluma análise criteriosa demercado e de tendências para aelaboração de um plano denegócios. Em uma área onde oretorno financeiro pode levardécadas, escolher o caminhoerrado no início pode ser fatal.Os empresários, nessemomento, devem avaliar quaissetores da economia vão crescermais rapidamente nos próximosanos e demandar seus serviços.Isso vai determinar atuaçãogeográfica, escolha de equipamentose montante de investimento.Também é importantetomar essas decisões tendo emmente uma carteira diversificadade clientes para não dependerda bonança de apenas um setor.Empresas de logística dos EUAfocadas exclusivamente no setorautomobilístico, por exemplo,ganharam muito dinheirodurante anos até a crise recenteque quase nocauteou asmontadoras. Muitas tiveram defechar as portas.Por fim, é fundamental dar adevida importância aos recursoshumanos. Os profissionais delogística devem ter umaespecialização elaborada e sãoraros no mercado. Na competiçãoferoz que se avizinha, aspessoas farão muita diferença.Os tempos são muito favoráveispara as empresas especializadas.Aquelas que estiverempreparadas, sem dúvida, terãomuito que comemorar nospróximos anos. ●NotíciasRápidasColumbiaapresenta novamarcaApós completar 68 anos,o Grupo Columbia (Fone:11 3305.9999) apresentaseu novo posicionamentoe nova marca, criadospara construir umaidentidade corporativaem todo o territórionacional. O novo slogane marca foram desenvolvidospela consultoriade comunicação HealthLine. O logotipo é arepresentação dosseguintes valores:Integração (entre aempresa e seus clientes),Segurança (transmitidapela Columbia aoseu cliente), Entrega(efetiva do produto aoseu destino final) eSimplicidade (presentenos processos daempresa e no própriodesenho da marca).“Além disso, demonstracomo o Grupo quer serpercebido pelos seusclientes e pelo mercado.Uma empresa que:distribui momentosfelizes e realiza desejos,enxerga mais do queuma mercadoria, e levaas suas ambições maislonge”, explica ElizabethMahlow, gerente demarketing da empresa.O processo completo detransição da nova marcapara todo o GrupoColumbia deve levar umano e será realizadogradualmente até atingirtodas as unidades.Foram investidos R$ 800mil no projeto, queconsumiu um ano dedesenvolvimento.


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36 | edição nº100 | Jun | 2010 |Profissional de logísticaFerramenta com foco comportamentalé o grande trunfo da ELM GroupPor vezes, ter equipamentosda mais avançada tecnologiapode não ser o suficientepara se ter a máxima eficiêncianas operações de logísticainterna. Possivelmente, você,gestor, já deve ter tentado pensarem maneiras de melhorar aindamais os resultados de suasmovimentações intralogísticas,mas se deu conta de que acompetitividade atual na ofertade sistemas e máquinas faz comque a maior parte das tecnologiasseja similar e de característicase funcionalidadespraticamente idênticas.Assim, é preciso que outraparte integrante da logísticaseja analisada e receba maiordedicação por parte das empresas:o profissional de logística.Ciente de que atualmente astecnologias estão equiparadas eo diferencial logístico está noprofissional, a ELM Group (Fone:11 4125.8129) desenvolveu asolução DTC – DiagnósticoTécnico Comportamental, umaferramenta gerencial para gestãode performance e melhoria donível de serviço para profissionaisda área de logística internade movimentação de materiais.De acordo com Renata CristinaSaranz, diretora da empresae principal responsável pelodesenvolvimento da solução, oDTC é voltado para o chão defábrica e busca fazer um retratofiel da estrutura de logísticainterna do cliente, analisandoprofissionais e processos, semprecom foco nos resultados e seminterferir na cultura da empresaem que está sendo prestada aconsultoria. “Não utilizamosuma receita de bolo já pronta.Temos a flexibilidade de nosadaptarmos e de adequarmos aferramenta às particularidadesde cada corporação”, explica.Fundada há 10 anos, inicialmentea ELM Group prestavaRenata: “muitas vezes ogestor olha apenas oresultado final, nota que háalgo errado, mas não vaibuscar qual é a raiz doproblema”consultoria na parte de processosde logística interna, até que hácerca de três anos constatou queno cenário competitivo atual osprofissionais representam um elomuito importante nas operaçõese passou a desenvolver uma soluçãopara analisar, além da partetécnico-operacional, o comportamentodas pessoas envolvidas noprocesso para detectar dificuldadesque possam interferir naoperação como um todo.Segundo Milkke Amancio,também diretor da ELM Group,falar sobre comportamento nestaárea é algo pouco comum.“A cultura na área de logísticasempre foi a de que é mais fácilmandar embora um funcionário econtratar outro do que investir noprofissional. Contudo, com aescassez de profissionais especializadose os altos custos comnovas contratações e treinamentos,é preciso analisar esta questãode outra maneira”, argumenta.Nesse sentido, Renata apontaque a maioria das empresas aindanão enxerga a necessidade detrabalhar o profissional. De acordocom ela, muitas vezes o gestorolha apenas o resultado final,nota que há algo errado, mas nãovai buscar qual é a raiz do problema.“É aí que está a importânciado DTC. Focados no dia a dia dasoperações, acompanhando deperto, trabalhamos as questõescomportamental e técnica doprofissional. Assim, podemostirar uma foto do que acontece,retratando as dificuldades queestão sendo enfrentadas”,destaca.Do ponto de vista dos diretores,na logística interna oaspecto performance dependede fatores como ambiente detrabalho, indicadores técnicos,indicadores comportamentais,material que é movimentado e,principalmente, do profissional,que está diretamente relacionadoa todos os outros fatores.Por isso, o DTC tem como metaestimular no profissional ossensos de iniciativa, autodesenvolvimentoe comprometimento,agregando valor econômico paraa organização e valor social parao funcionário.Amancio explica que osdepartamentos de RecursosHumanos das empresas fazemum trabalho macro, mas nãorealizam nada voltado diretamentepara a logística, que éuma área com característicasúnicas e precisa ser trabalhadade forma específica.Especialista na área de RH,Renata garante que o DTC tiraqualquer subjetividade doprocesso de avaliação, poisconsegue confrontar as autoavaliaçõesfeitas pelos profissionaiscom as fornecidas por seus gestores,identificando possíveisruídos de comunicação e atémesmo características ecomportamentos não compatíveiscom as funções.Do ponto de vista da CompetênciaTécnica Logística, o DTCanalisa indicadores técnicooperacionaiscomo manuseio doproduto, equipamentos, procedimentosinternos, tecnologia,ambiente, segurança e desempenho.Em outras palavras, tudo oque o profissional precisa paraexercer sua função da maneiracorreta.Já no que diz respeito àCompetência ComportamentalLogística, que para a ELM Groupé o diferencial competitivo decada profissional, entram osseguintes indicadores: comunicação,iniciativa, feedback, flexibilidade,solução de problemas, focono cliente, liderança, trabalho emequipe, relacionamento interpessoal,comprometimento com resultados,motivação, autoconfiança,organização e planejamento, responsabilidadee atenção, além desegurança no trabalho.Após realizar o raio-x daoperação intralogística docliente, tendo estudado minuciosamenteos perfis comportamentale técnico de cada profissionalenvolvido no processo – dooperador ao gestor –, a ELMGroup apresenta os resultados epropõe soluções à empresacontratante, buscando o equilíbrioentre os três principais pilares:profissional (desempenho,comprometimento e resultado),ambiente (segurança, processo etrabalho em equipe) e materiais(cuidado, manuseio correto ehabilidade).Renata e Amancio destacamque é importante que a empresacontratante incorpore o DiagnósticoTécnico Comportamental àsua cultura organizacional, paraque mantenha o mesmo nível degestão de performance com fococomportamental e técnico,assegurando ganhos permanentesem produtividade, melhoriasnas relações interpessoais,profissionais estimulados ecomprometidos, preservação dopatrimônio da empresa, dos bensmovimentados, da vida e do meioambiente. ●


| edição nº100 | Jun | 2010 |37Negócio FechadoPhibro instalaportas automáticasda RayflexA Rayflex (Fone: 11 4645.3360) instalou10 portas automáticas flexíveis, modelo Ray-Door RP, para área externa, nos setores demanufatura de ração animal, mistura de matériaprima,centros de armazenagem e expedição doparque industrial da Phibro Saúde Animal, localizadoem Guarulhos, SP. São portas rápidas, comdimensões de 3800 x 4000 mm, fabricadas commanta poliéster na cor azul, impregnadas de PVCexpandido e tratadas com verniz em ambas asfaces, sendo antiestáticas e autoextinguíveis.Possuem sistema autorreparável, que permite quevoltem à sua forma original após qualquer impactode empilhadeiras e similares contra a sua manta.Rumo Logísticatransportará açúcarem vagões produzidospela AmsterdMaxion e pela RandonA Rumo Logística (Fone: 13 2102.3900), consideradao maior player de logística do mundo em exportaçãode açúcar, acaba de receber 120 modernos vagõespara o transporte desta commodity. Pertencenteao grupo Cosan, a empresa é especializada nalogística de açúcar e grãos e será pioneira nautilização dos inovadores equipamentos. Produzidospela Amsterd Maxion (Fone: 12 2122.1400) e pelaRandon (Fone: 54 3209.2000), os vagões têmcapacidade 25% superior a outros modelos ecomportam até 100 toneladas de açúcar cada. Alémdisso, dispõem de revestimento antiaderente que,alinhado à alta tecnologia empregada para aabertura simultanea de 8 portas inferiores, fará comque o descarregamento seja totalmente realizado emapenas dois minutos, o que representa uma reduçãode 97% em relação ao tempo gasto em modelos maisantigos. Esta é a primeira remessa de um total de729 vagões adquiridos no final de 2009. Os equipamentostêm entregas programadas para até julhodeste ano e retirarão das estradas cerca de 30 milcaminhões por mês.


38 | edição nº100 | Jun | 2010 |Negócio FechadoDB Schenker adotasistema da linha i-Globalda BysoftA DB Schenker (Fone: 113318.9213), especializada emoperações logísticas internacionais,firmou uma forte aliança com aBysoft (Fone: 11 3585.6000) nodesenvolvimento e implementaçãoda linha i-Global. Trata-se de umsistema com tecnologia web (Java)que atinge toda a cadeia produtiva,atendendo desde o importador,exportador, trades e comissárias dedespacho até os agentes de carga eOperadores Logísticos. Os sistemassão modulares, totalmente integrados, com multibanco dedados, multi-idioma e multiempresa. Foram implementadosmódulos para gerenciar e operacionalizar os diversosprocessos da DB Schenker, como: desembaraço aduaneiro,importação, exportação, regime especial de drawback, custos,financeiro, notas fiscais, NF-e, tracking e integraçõessistêmicas com vários clientes.BuritiFlora vai expandirdistribuição comsoftware daTI EducacionalA BuritiFlora (Fone: 11 3670.7030), empresa paulistana quecomercializa e distribui chás e fibras naturais em cápsulaspara combate e prevenção de doenças, acaba de fecharcontrato com a TI Educacional (Fone: 11 3473.8011) paraimplantar o software de gestão empresarial ERPFlex.A empresa de revendas apoia-se na tecnologia da informaçãopara expandir os negócios e, assim, ampliar a distribuição deseus produtos para todo o Brasil – hoje ela é feita apenas noEstado de São Paulo. O ERPFlex vai oferecer à BuritiFlora ummódulo integrado de e-commerce; um módulo de gestão comrecursos de controle de estoques e das operações administrativase financeiras; suporte à decisão através de relatórios; eCRM (Customer Relationship Management, gerenciamento dorelacionamento com o cliente). As expectativas de MarleneRodrigues, sócia-diretora da revendedora, são positivas quantoà expansão de seus negócios para o território nacional equanto ao emprego de uma distribuição mais capilarizada parasuportar o aumento da demanda após a implantação do ERPFlex.Isso porque, segundo ela, o módulo de e-commerce vai contribuirpara um aumento nas vendas e, em breve, a expedição dosprodutos deverá ser feita por empresas especializadas naentrega porta-a-porta, e não mais através dos Correios.


| edição nº100 | Jun | 2010 |39Orion adquire parte majoritáriano capital da Rodos. Ambas sãoagências marítimasA Agência Marítima Orion (Fone: 53 2125.4400), de Rio Grande, RS, adquiriuparte majoritária no capital da Rodos Agência Marítima, de Vitória, ES,assumindo o controle da nova empresa, que passa a ter o nome de Orion RodosMarítima e Portuária. Com a criação da nova empresa, o Grupo Orion passa aatender aos seus clientes com 10 escritórios próprios, localizados nos principaisportos brasileiros, de Rio Grande, RS, a São Luis, MA, além de também contarcom uma rede de subagentes nos demais portos.DHL terceiriza gerenciamentoda manutenção de coletores dedados com a NEC BrasilA NEC Brasil (Fone: 11 3151.7000), provedora de soluções convergentes deredes de comunicação e tecnologia da informação, expandiu seu contrato deprestação de serviços para a DHL Supply Chain (Fone: 19 3206.2200). Além dofornecimento da tecnologia dos equipamentos coletores de dados, agora a NECtambém é responsável pelo gerenciamento do processo de manutenção dessescomputadores móveis, em tempo real. O projeto prevê o uso de recursostécnicos exclusivos para realizar a manutenção dos cerca de 500 aparelhosespalhados pelas filiais da DHL por todo o Brasil, além da garantia de um novoequipamento para ser usado enquanto o reparo é realizado.Baterias Moura fecha parceriacom o Grupo MartelliA Baterias Moura (Fone: 0800 701.2021) firmou parceria com o grupoMartelli, visando ao fornecimento, para parte da frota, de baterias das linhaspesadas, LOG Diesel e Moura com Prata, específicas para caminhões, ônibus etratores movidos a óleo diesel. Com sede em Jaciara, MT, o grupo Martelli sedestaca no transporte de soja e milho, sendo um dos responsáveis peloescoamento da safra do estado por todo o país. A empresa ainda atua nadistribuição de produtos agroindustriais e combustível, manutenção demaquinas e veículos de logística.Célere comemora sucessoda implantação da operaçãona Solvay IndupaA Célere (Fone: 11 5670.5670) está comemorando o sucesso da implantaçãoda operação em seu novo cliente, a Solvay Indupa, localizada em Santo André,SP, numa planta de 175.000 m², com duas unidades de produção de PVC e outrade produtos químicos. A Célere é a responsável pelo abastecimento das linhasde produção, pack de produtos acabados, carga e descarga paletizada,movimentação e armazenagem de paletes, controle de estoque no sistema SAP,além da armazenagem de produtos embalados, embalagens e materiaisdiversos.


40 | edição nº100 | Jun | 2010 |Informe publicitárioExpositores da CeMAT 2011BertoliniFone: 54 2102.4999www.bertolini.com.br“Já visitamos muitas vezes a CeMATem Hannover, e sabemos que é umafeira de porte e de qualidade emtermos de expositores e de clientes.Acreditamos que no Brasil pode seruma feira muito parecida, e por sermosuma empresa bem posicionada nomercado sul-americano de sistemas de armazenagem,participaremos, apresentando a nossa linha de produtos:portapaletes, drive-in, cantilever, rack metálico e Intainer,divisórias industriais, portabobinas, portapaletes deslizante,dinâmico, Push-Back e autoportante, estantes metálicas,portabag, mezanino e flow rack. A Bertolini tem quatrounidades de negócios: cozinhas de aço, móveis planejadosem MDF Evviva!, Bertolini Sistemas de Armazenagem emóveis de design exclusivos para redes especializadas.”Francisco Bertolini, gerente comercialCascade do BrasilFone: 13 2105.8800www.cascadedobrasil.com.br“A Cascade – que fabrica garfos, garras e acessóriospara movimentação de cargas em empilhadeiras –participa regularmente da CeMAT Hannover, maior feirade intralogística do mundo realizada na Alemanha.Participamos mais recentemente na edição da CeMAT daÍndia. As CeMATs são eventos de repercussão internacionale a Cascade, por ser uma empresa global,beneficia-se da excelente divulgação proporcionada.Esses resultados são medidos através dos números devisitantes aos nossos estandes e de negócios fechados.Por esses motivos não poderíamosdeixar de participar da I CeMAT SouthAmerica. É como se a Cascade fosseparticipar de uma Copa do Mundo.De fato, pensando bem, em expectativasserá a I Copa do Mundo deIntralogística da América do Sul.”Ramatis Fernandes, diretor-presidenteTópico CoberturasAlternativasFone: 11 2344.1200www.topico.com.br“Sabemos que a CeMAT é a maiorFeira Internacional de Movimentaçãode Materiais e Logística e,como os maiores fornecedores demateriais e líderes de mercado estarão presentes, nãopodíamos deixar de fazer parte. Estar em um eventoconsiderado referência internacional para todos ossegmentos de movimentação de materiais caracteriza-seuma oportunidade de divulgação do nosso produto paraum público seleto e um dos caminhos para conhecer asnovidades do mercado. Esperamos que o evento seja aporta de entrada para a divulgação do nosso produto eempresa no mercado internacional, assim como umaoportunidade para fechamento de novos negócios eprospecção de clientes em potencial. A Tópico Coberturasfabrica galpões em lona para armazenagem,confeccionados com aço galvanizado a fogo.”Flávia Sérvolo, coordenadora de marketingSomovFone: 11 3718.5011www.somov.com.br“Sempre soubemos que a CeMAT é um evento deexpressão, divulgação, que traz novidades, com isso,nossa empresa não poderia ficar de fora de uma feira tãoimportante e de prestigio. Esperamos divulgação dosnossos produtos, dar a oportunidade de os clientesestarem em uma extensão de nossa casa e, comoresultado, construir relacionamentos duráveis. A Somovnasceu em 2002, sendo uma empresa do Grupo Sotreq,atuante na área de movimentação de materiais. Contacom mais de 1.000 funcionários erepresenta as marcas Hyster(empilhadeiras) e Tennant(varredeiras e lavadoras de piso).Na área de locação, possui mais de1.300 equipamentos alugados, comcontratos em todo o territórionacional. Oferece uma ampla gamade serviços de pós-venda.”Sérgio Roberto Belchior, gerentegeral comercial


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42 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos& BebidasGuia SetorialOperações logísticasrequerem cuidadosespeciaisConsiderando o fato de os alimentos e bebidas serem produtos perecíveis e frágeis, além de, em alguns casos,sazonais, vários cuidados são requeridos, tanto nas operações logísticas que os envolvem, como na infraestruturanecessária para o seu transporte e armazenagem.Quando se consulta astabelas a seguir, destacandoas transportadorase os Operadores Logísticos queatuam na área de Alimentos &Bebidas, pode-se inferir que,pela quantidade de empresas,não são necessárias atribuiçõesespeciais – em termos deequipamentos, instalações eoperações.Ledo engano. Acompanhe aseguir o que algumas empresasque atuam no setor têm a dizersobre as melhorias que foramobrigadas a fazer nas suasinstalações e operaçõeslogísticas para atender a estessegmentos.Mariana Werneck, diretorada AGM Logística (Fone: 213043.0523), diz que, a partir dejulho de 2008, a unidadePavuna desenvolveu uma áreaclimatizada (18º) especialmentepara o armazenamento devinhos e alimentos perecíveis,passando a atender clientescomo Reloco, Vitis Vinifera,Vino e SimpTrade.“Também fizemos adequaçõesde áreas multitemperaturae criamos sistemas de informaçãointegrados, além de promovermelhoria contínua nosprocessos operacionais eacompanhamento de sistemáticade gestão que garante otratamento adequado das nãoconformidades”,relataJalaertem de Souza CamposJunior, diretor de Unidade deEntre os investimentos realizados pelas empresas estão osrelativos à instalação de WMS, ao desenvolvimento de KPI´sespecíficos para o segmento e à adequação de infraestruturaoperacionalNegócios de Bens de Consumo eVarejo da AGV Logística (Fone:19 3876.9000).Já Márcio Luiz NevesRodrigues, coordenador dedistribuição da TransportadoraBinotto (Fone: 49 3221.1852), dizque a empresa teve de seadaptar à agilidade que essemercado exige, tanto eminovações de equipamentos,como capacitação, recrutamento eseleção de pessoal. PauloTigevisk, gerente de marketing evendas da Brasilmaxi Logística(Fone: 11 2889.6100), revela queos principais investimentosfeitos pela empresa para atendera estes segmentos foram: trocados sistemas de gestão logística(WMS e TMS), outras melhoriasem TI (aquisição de servidores eampliação de links), treinamentode funcionários, certificaçõesespecíficas e aquisição deequipamentos (empilhadeiras epaleteiras).No caso da Cooperativa dosTransportadores do Vale –Cootravale (Fone: 47 3404.7000),o principal investimento temsido na frota, “já que precisamos,principalmente notransporte de resfriados econgelados, de equipamentosde refrigeração sempre novos ecom uma manutenção em dia.Além disso, o monitoramentoda temperatura em tempo realera uma tendência que já estáse tornando exigência de todosos clientes. No Brasil o capitalhumano ainda é difícil de seconseguir, e a Cootravale teminvestido pesado na conscientizaçãodo motorista em tornoda perecibilidade da carga e doscuidados especiais que temos detomar”, diz o presidente daCooperativa, Vilmar José Rui.Alessandro Panzan, executivode logística da ExpressoJundiaí Logística e Transporte(Fone: 11 2152.6000), relacionaos investimentos da suaempresa: em tracking on-linedos pedidos, instalação deWMS para gestão de estoques,desenvolvimento de KPI´sespecíficos para o segmento eadequação de infraestruturaoperacional, enquanto queEduardo Francisco Ennis, diretorda Hipercon Terminais deCargas (Fone: 13 3228.4100), dizque, para atuar nestessegmentos, foi construído umCentro de Distribuição.Rui, da Cootravale:perdas detemperatura oucontaminaçãopodem mexer coma vida das pessoas


A Log Frio Logística (Fone: 112175.7100) também está investindo– são R$ 12.000.000,00 –em um novo centro de distribuiçãopara alimentos perecíveis.E também, conforme contaOscar Cesar Bevilacqua, gerentegeral da empresa, na renovaçãode parte da frota própria de 106caminhões (troca de 40 veículos)– um investimento de aproximadamenteR$ 2.000.000,00 –,além de aplicar R$ 300.000,00em TI.“Também estamos fazendoaquisições, construções eampliações de CDs, além deinvestimentos em equipamentosde última geração paraarmazenagem, softwares, empilhadeirasetc. e no aumento dafrota para entregas/distribuição”,conta André Ferreira,diretor de novos negócios emarketing do Rápido 900 deTransportes Rodoviários (Fone:2632.0900), mostrando decisõesparecidas com as da Log Frio.“Basicamente, intensificamosas nossas operações dearmazenagem e distribuição noBrasil, a partir da ampliação epaletização do nosso CD de10.000 m 2 , situado no km 18 darodovia Anhanguera (Osasco,SP). Também estamos em fasede pré-implantação da certificaçãoISO e de criação de umapolítica de responsabilidadesocial”, conta Nilson Santos,diretor de operações para Brasile Mercosul da TGA Logística(Fone: 11 3464.8181).Garantia de segurançaalimentar de hortifrutispassa pelo rastreamentoRastrear e identificar a procedênciade hortifrutis é a melhor maneira deidentificar a presença alterada deagrotóxicos e a segurança alimentar dosconsumidores. A conclusão é deespecialistas do varejo que discutiram oassunto em debate sobre os problemasoperacionais que afligem ossupermercadistas, como parte daprogramação do 26º Congresso deGestão e Feira Internacional de Negóciosem Supermercados, realizado pelaAPAS – Associação Paulista de Supermercadosno período de 10 a 13 de maioúltimo, em São Paulo, SP.O supermercado é co-responsávelpor tudo que comercializa, já que oconsumidor, na maioria das vezes, nãotem condições de identificar a quantidadede agrotóxico presente nos alimentos.“Já existem países que fazem orastreamento, mas é um processo difícilde ser realizado”, disse Roberto Longo,vice-presidente de Assuntos Jurídicosda APAS.Na Transportadora Lagoinha - Translag (Fone: 623545.6333), além da ampliação de CDs, as melhoriastambém incluíram investimento em frota comcapacidade maior de carga, novas tecnologias,implantação da SASSMAQ - Sistema de Avaliaçãoem Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade eISO 9001, investimento em portapaletes e amplo localpara armazenagem sazonal de cargas. Quem informa éRodrigo Ivo Pereira Duarte, gerente comercial GO/DFda empresa.Para Rodrigues, daBinotto, um dosdiferenciais do setoré a venda no diaanterior ao daentregaTigevisk, daBrasilmaxi:investimentosincluíram troca dossistemas de gestãologística (WMS e TMS)Ennis, da Hipercon:operação no setorexige cuidados,principalmente nahigiene e nomanuseio


44 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos& BebidasAo longo dos últimos anos, aID Logistics (Fone: 11 3809.3400)vem implementando e desenvolvendodiversas soluções nasoperações logísticas queenvolvem alimentos e bebidas,como, por exemplo, na utilizaçãode ferramentas de gestão deSupply Chain via web, Kanbaneletrônico, coletores de dados evoice picking.“Na estrutura logística paraarmazenagem – diz RodrigoBacelar, gerente de desenvolvimentocomercial e marketing daempresa – ampliamos a utilizaçãode flow racks e drive-in, oque resultou em uma melhoranos espaços de armazenagemem nossos centros de distribuição.Para melhorar o armazenamentodos produtos, destacamosa associação cada vez maisdinâmica entre o produto e suascaracterísticas com a estruturade armazenagem adequada,como os já citados flow racks edrive-in, e também drive THIV,portapaletes e estanterias,tendo como principal resultado oaumento da capacidade dearmazenagem e ganho deprodutividade.”Já no caso da Krüger Conventos(Fone: 51 3021.2500),como conta Celso Damasceno,diretor comercial da empresa,foram várias as melhoriasrealizadas: redefinição da malhade distribuição, proporcionandomaior frequência de entrega;desenvolvimento de frota eacessórios customizados para oAtuação no setor requer o uso de frota específica, onde ahigiene é uma das exigências básicasatendimento (por exemplo,divisórias removíveis paraconsolidação de cargas climatizadas/secas);instalação deequipamentos de rastreamentona frota própria/agregada;estrutura de BackOffice paraserviços de agendamento deentregas/intermediação com CalCenter dos embarcadores; implementaçãode Kpi´s alinhados coma necessidade de avaliação dosníveis de serviços pelos clientes;desenvolvimento/disponibilizaçãode site para os embarcadoresmonitorarem o status de suascargas; adaptação do sistema derastreamento dos veículos paraatualização on-line do status daentrega (por exemplo, confirmaçãode entrega/registro deocorrências); implementação deEDI com todos os grandesembarcadores; desenvolvimento/implementaçãode WMS.“Quando se trata do setoralimentício, a empresa deveestar sempre se aperfeiçoandoe fazendo um trabalho preventivocom relação às mercadoriasque irá receber. As melhoriasvariam conforme a exigência doproduto, cada alimento temsuas próprias características eexigências e nós temos queseguir a risca para que o mesmochegue ao consumidor final emperfeito estado. É necessárioter uma pessoa da qualidade decada produto no local paraacompanhar todo o percurso damercadoria.”A análise é de Carla JorgeButori, gerente de marketing daSanta Rita Logistic (Fone: 114141.7000). Neste sentido, elaressalta que as melhoriasdevem ser feitas como açõespreventivas, estando relacionadasà limpeza do local, temperatura,inspeções na descarga emuito cuidado na manipulaçãodos mesmos. “Para ter umserviço de qualidade é preciso,antes de qualquer coisa, ter umambiente sempre limpo ehigienizado. A temperaturadeve estar sempre dentro dosparâmetros exigidos peloproduto, é necessário ter umlocal arejado e bem iluminado.A maior preocupação é com oprazo de validade do produto,temos que ter muito cuidadocom relação a vencimentos.O alimento deve estar no gerenciamentoFIFO. Os relatóriosanalíticos devem ser emitidosdiariamente para controle deestoque e validade dos mesmos.É necessário ter um bomparceiro no controle de pragas efazer um trabalho altamentepreventivo em relação a esseaspecto, além de fazer umainspeção na carga e descarga decada mercadoria. Os funcionáriosdevem ser treinados namanipulação das mercadorias,conforme instruções do cliente,cada produto tem a suasingularidade. Para estar apta énecessário seguir as normas eexigências da Anvisa – AgênciaNacional de Vigilância Sanitáriae SIVISA – Centro de VigilânciaSanitária e ter todas asaprovações dos órgãos competentes”,completa Carla.Ferreira, do Rápido 900:no caso dos alimentos,é preciso manter umrigoroso controlelogístico em todas asfases do processoSantos, da TGA Logística:nestes setores, é precisoter uma equipe delogística treinada, concentradana movimentaçãosegura da cargaPara D’Agostini, daTarget, deve havercuidados especiais nocarregamento e nadescarga e em atuar comcargas compatíveisCampos Junior, da AGV:estes setores requeremrastreabilidade deentregas com tratamentosespecíficos parakey accounts


Quem também faz umaanálise detalhada destes doissetores é Ângelo Dias, diretorde logística da Santos BrasilLogística (Fone: 11 4393.4900).Segundo ele, para atender aosegmento de alimentos ebebidas são necessáriasdiversas ações para garantir apreservação de armazenagemdos produtos, assim comotambém os serviços logísticoscorrespondentes. “Por isso, aSantos Brasil Logística investeconstantemente em melhoriasrelacionadas à qualidade,armazenamento, movimentaçãode produtos e mão de obraqualificada. Dentre asmelhorias realizadas, a principalfoi a implantação de WMS, em2009. Este sistema permite ogerenciamento de uma parteimportante da cadeia desuprimentos, o que minimiza orisco de erros, otimiza espaçopara armazenagem e garantemelhoria da produtividade.”O diretor da Santos Brasiltambém informa que, além dainfraestrutura operacional, osetor também demanda umforte controle de datas devalidade, conhecidos como“expire control”, em que énecessária a implementação deum WMS com as regras deFEFO (First Expire First Out), emque os produtos são atendidosrespeitando a data de validadedas fabricações de seus lotes.No caso da Target Logistics(Fone: 11 2142.9000), segundoGuto, da Dalçoquio: “emtermos de investimentos,devemos alinhar o avançotecnológico com pessoasmotivadas e treinadas emsuas funções”São vários os problemas nasoperações in-houseQuando falamos de logística in-house noBrasil, mais especificamente no setor de bebidase alimentos, nos deparamos com problemascrônicos, como o espaço físico limitado paraoperação dentro do CD dos clientes, falta deflexibilidade operacional, sistêmica ou comercial,prática de custos baixos que dificilmenteremuneram a operação de forma geral e, emalguns casos, dificuldades para gerenciar asoperações à distância por parte do OL.Segundo Felippi Perez, gerente de Projetos &Negócios da Keepers Logística (Fone: 114151.9030), esses problemas são geradosnormalmente por SLAs (Service Level Agreement,ou Acordo de Nível de Serviço) mal elaboradosque não contemplam corretamente o escopo deoperação como deveriam, por restrições ainformações determinantes e valiosas ao OL paraque o mesmo possa planejar e executar asoperações com elevado nível de serviços e,principalmente, por existir nesse mercado umaideia que a terceirização da logística ou de partedela seja simplesmente um ato de “passar umproblema que a empresa não quer ter para umterceiro”, quando na verdade o pensamentodeveria basear-se em como utilizar um OL a fimde adquirir know-how e conquistar vantagenscompetitivas no mercado.“Todas as vezes que a Keepers é chamada aparticipar de um projeto de in-house para osegmento de bebidas e alimentos consideramosque um novo projeto se inicia e será acompanhadopor um gerente comercial e um gerente deoperações, a fim de restringir possíveis problemasfuturos. As informações são solicitadas eadquiridas de forma simples e coerente – caso oparceiro se negue a disponibilizar o mínimo deinformações necessárias, nós automaticamentedeclinamos do projeto. Quando as informaçõesatendem às expectativas, acontece uma visitatécnica em prol do conhecimento prático daoperação a ser realizada, logo após um projetooperacional é concebido juntamente com umaproposta técnica comercial, só assim começaremosa realizar qualquer tipo de operação”, dizPerez. Logicamente – continua ele –, uma ououtra variável pode aparecer ao longo daparceria, como a introdução de um novo produtoao portfólio da empresa, algum tipo de restriçãoou modificação em busca de melhorias, mastodas são estudadas, avaliadas e somenteposteriormente implantadas.Sobre o que consideram para que estasoperações sejam bem executadas, o gerente deProjetos & Negócios diz que os pontos fundamentaissão conhecer completamente a operação, ocliente e o escopo de atividades, para que nãoocorra duvidas ou interpretações errôneas.“Lógico que o operador precisa conhecer omercado e ter know-how para desenvolver asatividades”, completa.


46 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentoscomenta José Carlos D’Agostini,diretor de logística, as melhoriasenvolveram segregação deáreas exclusivas para estesegmento de produtos, treinamentosfrequentes das equipesadministrativas e, principalmenteoperacionais, adequação comlimpeza constante dos veículosde transportes e áreas dearmazenagens.No caso da TransmagnaTransportes (Fone: 47 3373.9300)– conforme conta Marco Cruz,gerente nacional de vendas, –as melhorias incluem baixas viawap, frota dedicada por embarcador,certificação Anvisa efracionamento da frota emveículos expressos através denovas aquisições destes tiposde unidades.Por último, Guto Dalçoquio,presidente da Dalçoquio (Fone:47 3341.3100), salienta que aempresa tem investido continuamenteem tecnologia e emtreinamento de pessoas paracada vez mais melhorar oatendimento a todos os clientes.“Atuamos com as tecnologiasWMS e TMS nas operaçõeslogísticas. Acreditamos quedevemos alinhar o avançotecnológico com pessoasmotivadas e treinadas em suasfunções”, informa.& BebidasDiferenciaisComo se pode notar pelasrespostas, são vários osdiferenciais existentes nalogística dos alimentos e dasbebidas. Vamos citar alguns:“rastreabilidade de entregascom tratamentos específicospara key accounts”, relacionaCampos Junior, da AGV Logística;logística necessita de knowhowe estrutura adequada,principalmente com relação aospontos de entrega, segundoPanzan, da Expresso Jundiaí;principalmente na higiene emanuseio dos alimentos,informa Ennis, da Hipercon;maior cuidado com o seguro dacarga que envolve as bebidas,além da fragilidade dasembalagens que, caso avariem,causam danos ao restante dosprodutos a sua volta, por sercarga líquida embalada,conforme Cruz, da Transmagna.A lista de Rodrigues, daBinotto, é maior: entrega 100%em D+1, ou seja, venda no diaanterior ao da entrega; númerode entregas/dia superior a 30 porveículo; cliente final diversificado,desde pequenos “botequins”até grandes redesatacadistas; produtos visados e,por este motivo, as cargas sãona sua maioria das vezesrastreadas; veículos específicospara trânsito local, dentro degrandes cidades (VUC´s, ¾,tocos e trucks).Damasceno, da Krüger,também faz uma lista dosdiferenciais: maior controle dossistemas de qualidade noprocesso, tais como manuseio,rastreabilidade, controle dequalidade e limpeza; necessidadede agilidade no atendimento/entregas, evitando desabastecimentodo ponto de venda;atuação/dinamismo dos setoresde atendimento a clientes,exigindo maior envolvimento dostransportadores; segmentaçãodos canais de entrega (porexemplo: lojas de varejo/Centrosde Distribuição/conveniências),possibilitando nível de serviçoadequado e margens derentabilidade; concentração(faseamento) das vendasdurante determinados períodosdo mês e/ou ano; e baixo valoragregado dos produtos,exigindo maior atenção aoscustos logísticos.Os diferenciais são todos osreferentes à legislação específica(higiene do local destinado àarmazenagem, controle detemperatura do ambiente,controle de pragas, atendimentoInvestimentos tambémforam feitos emportapaletes e localpara armazenagemsazonal de cargasao FIFO, controle de datas devalidade dos produto), na opiniãode Tigevisk, da Brasilmaxi.“Acreditamos que o principaldiferencial seja que o alimento,muitas vezes, tem um vencimentomuito mais curto queoutros produtos. Em produtoscomo carnes resfriadas e leite,atrasos, perdas de temperaturaou contaminação podem mexercom a vida das pessoas, isto éuma responsabilidade muitogrande”, pondera Rui, daCootravale.Bacelar, da ID Logistics,considera que alguns métodosdevem ser introduzidos para seter um diferencial que aperfeiçoea logística em alimentos ebebidas. Trabalhar com osfluxos logísticos com propósitode obter sinergia, rastrear osprodutos em todo o processologístico e ter uma buscacontínua na redução de custos éessencial, segundo ele. Alémdisso, é necessário ter uma altacapacidade de reação parademandas que não foramplanejadas, sempre inovar nosprocessos logísticos e, claro,sempre prezar pela saúde,segurança, higiene e limpeza.“No caso dos alimentos, épreciso manter um rigorosocontrole logístico em todas asfases do processo, pois, afinal,os produtos devem ser protegidosde qualquer tipo de contaminaçãoou avaria em sua embala-


gem, bem como é precisomáxima atenção quanto ao‘shelf life’”, completa Ferreira,do Rápido 900.Para Carla, da Santa RitaLogistic, é preciso cuidado nocondicionamento da armazenageme no modo operante depicking e preparo das mercadoriasa serem entregues aosclientes finais. Os veículos aserem utilizados devem estarem conformidade com aslegislações vigentes para o seutransporte, tendo todo o cuidadono condicionamento interno.Os principais diferenciaispara a logística de alimentos ebebidas estão na estrutura deatendimento, que devemonitorar a logística em temporeal, amparada por um sistemade informação confiável. Outrodiferencial é a necessidade deoferecer capacidade operacionalflexível para atender àsdemandas sensíveis a “picos” esazonais, mediante a rápidaalocação de recursos (equipamentose mão de obra).“Além disso – continua Dias,da Santos Brasil, – a logísticadiferenciada deverá garantir oabastecimento em pontos devenda, seja para pedidosplanejados com antecedência oupara campanhas, promoções,lançamentos, etc. que necessitamde maior flexibilidade.A lista de D’Agostini, daTarget Logistics, inclui: tratamentodiferenciado em seussegmentos, com higienizaçãodos veículos, transporte emveículos com monitoramento detemperatura, manuseio específicopor pessoal operacionalcredenciado através de treinamentos,cuidados especiais nocarregamento e na descarga,principalmente, com a preocupaçãode cargas compatíveis.“Alimentos e bebidas,geralmente, possuem embalagensfrágeis e, muitos deles,são perecíveis. Portanto, nestesetor, é fundamental o corretomanuseio da mercadoria e oarmazenamento em condiçõesadequadas. Para isto, torna-seum diferencial ter uma equipede logística treinada, concentradana movimentação segura dacarga”, finaliza Santos, da TGALogística.EmbarcadorMoinho Globo: váriastransportadoras atendemdistribuição“Não possuímos uma transportadoraque nos presta serviços exclusivos.Somos uma empresa genuinamentevarejista, com a contratação de transportadoresautônomos para efetuar nossadistribuição, que consiste em grandesredes e pequenos mercados. Estestransportadores autônomos são contratadosde acordo com a necessidade. Algunspermanecem trabalhando durante o anotodo – são os agregados –, enquantogrande parte é contratada sazonalmente.”A avaliação é de Fábio de Souza Cruz,responsável pela área de logística doMoinho Globo Alimentos (Fone: 433232.8000), que oferece produtosderivados do trigo.Cruz: valordo fretepago ésuperior àmédia pagana regiãoSobre o relacionamento da suaempresa com estes transportadores,Cruz informa que periodicamente sãoefetuados treinamentos aos motoristasagregados, sobre direção defensiva,cuidados no transporte, atendimento aocliente, saúde e higiene, manuseio dealimentos, etc.“Os maiores problemas enfrentadospor nossa empresa é o fato de, comoestamos localizados em uma regiãoagrícola, na época de colheita/safra afalta de caminhões se agrava, dificultandonossa operação. Para enfrentar esteproblema procuramos agregar o maiornúmero de transportadores possíveis naépoca da entressafra”, diz Cruz.Ele também salienta que a cargamanuseada pela empresa, por ser muitofracionada, tanto em tipo de mercadorias,quanto em número de entregas, exigemuita atenção e cuidados por parte dotransportador. Por este motivo, o valor dofrete pago é superior à média paga naregião. ●


48 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos & BebidasGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnasáreasdeAlimentoseBebidasPerfildaempresaAbrangeLogísticaFone: 19 2106.8100AGM LogísticaFone: 21 3043.0500AGVLogísticaFone: 19 3876.9000BahiaXpresssFone: 71 3342.4997BinottinottooFone: 11 2148.5151Transportadora (T) ouOperador Logístico (OL)?EstruturaLocalização da matriz (Cidade/Estado)Número de filiais e Estados onde estãolocalizadasQuantidade de CDs e Estados ondeestão localizadosOLPiracicaba,SPOLRio de Janeiro, RJOLVinhedo,SP8:SP, AL, ES, CE, SE, BA 3 : RJ (2), PR40: RS, SC, PR, SP, RJ, ES,MG, MS, MT, GO, DF, BA,AL, PE2 em São Paulo;1 no Rio de Janeiro;1 no CearáR egiões atendidasSul: PR;Sudeste: SP, RJ, ES, MG;Centro-Oeste: MT, MS;Nordeste: BA, AL, SE, RN,PB, CE, PEQuantidade de carga movimentadapor ano (Ton)Se adota o sistema de franquias,quantas?Serviços OferecidosEspecialidades de transportes(de uma forma geral)Serviços agregados aos transportes (deuma forma geral)Principais clientes nas áreas dealimentos e bebidasOperaçãon.i.n.i.Carga seca fechada oufracionadan.i.AmBev;Perdigão (BrFoods)Conforme acimaTodo território nacionalConforme acimaTodo território nacionalOLSalvador,BAOLGuarulhos, SP8 : BA (7), CE52: RS, SC, PR, SP, MG, RJ, CE,PB, SE, BA, ES, MA6:BA4: SP, MG, PR, RSN ordesteSul; Centro-Oeste; Sudeste;Nordeste700.000/mês1,4milhões5001.200.000NãoNãoT ransportes; Distribuição de encomendasProdutos sensíveis,perigosos e perecíveisEmissão de romaneio e manifestos; Controle de registro de saídas deveículos com horário e identificação de motorista e ajudante;Levantamento de áreas de risco; Controle de canhotos e entrega deconhecimentos de transporte; Consulta on-line do status das cargas;Interface com sistema de seguros para averbação de carga e demotorista; Controle de performance de motoristas; Baixa on-line daentrega, com identificação de receptor; Integração com padrãoPROCEDA para baixa de entregas; Conferência automática deconhecimentos e faturas; Histórico das operações; Controle deadiantamento; Emissão de relatórios e gráficos; Bloqueio automáticode carga para transporte, obedecendo à parametrização de seguro;Rastreabilidade de motoristasCafé Bom Dia; Reloco; In Vino Vinhos; Vitis ViniceraGestão da informação comconfirmações de entregaproativas; Tracking da cargavia web; Agendamento decargasPernod Ricard; Perfetti VanMelle; Diageo; Unilever(Kibon)Nãon.i.Mão de obra;Gestão;DistribuiçãoAmBev; Engepack;Jmacedo; DanoneNãoLogística florestal; Distribuiçãourbana; Logística deconsolidação; Bioenergia (cana-de-açúcar e minério); Logísticaprimária interplantas e plantaspara os CDs; Carga geral (paratodo o Brasil)Aluguel de equipamentosTotalveículos frota própria110300690equipamentos1002500 equipamentos,sendo 1300 de traçãoTotalveículos frota agregada15048n.i.200452Frota rastreada?SimT ecnologias usadas no rastreamento n.i.Tecnologias utilizadas nas outrasoperações executadasCertificada na ISO 9000?SimTMS;Telefones celulares; Nextel; Controle via satéliten .i.Módulos de WMS; TMS; Inventory; Fiscal; Faturamento; Financeiro;IntranetSimSimSimAutotrac;OmnilinkTMS desenvolvidointernamente com interfacecom os mais diversossoftwares de mercadoSimAmBevS im100%Sascarn .i.n.i.NãoAutotrac; Control Loc; JabursatSimC ertificada na ISO 14000?n .i.n.i.Certificados e licenças que possui n.i.Qualidade Total; NBR ISO 9001:2000para atuar nestes setoresNãoAnvisaNãoNãoA nvisan.i.Serviços diferenciados oferecidos nasáreas de alimentos e bebidasn.i.Áreassegregadas e identificadas para armazenagemGestão ponto a ponto deentregas vips (destinatáriosdefinidos em conjunto como cliente); Tracking da cargavia web; Logística demateriais promocionais;Montagem de kits;Gestão de transportes;DistribuiçãoDistribuição urbana em toda aGrande São Paulo; Frota dedicadade 200 veículos de distribuiçãourbana rastreados e mais 30carretas para transferência dosprodutos, atendendo 2 grandescentros de distribuição da AmBevem SPInstalações, equipamentos/acessóriosespeciais para atuar nestas áreasn.i.Câmara refrigerada; Coletores Wi-FiÁreas multitemperaturaqualificadasVeículos para bebidasrebaixados; Carroceriascom baiasn.i.n.i. = não informado


BrasilmaxiLogísticaFone: 11 2889.6100CesaLogísticaFone: 31 3663.3555CootravalootravaleFone: 47 3404.7000DHLGlobalForwardingFone: 11 5042.5717OLT e OLT OLSão Paulo, SPPedro Leopoldo, MGVideira,SC4:SP, RJ, ES23:MG, SP, PE, RJ11: RS, SC, PR, SP, RJ,MG, GO, MT, BA, PESão Paulo, SP12- n.i.3 7: SP, RJ, MG, PR, SC, RS, BA, AMSão Paulo - Grande São Paulo; Rio -Grande Rio; SudesteSudeste;Nordeste; Centro-OesteTodo território nacionalTodo território nacionaln.i.307.6231 milhão2800 TEUSn.i.N ãon.i.Onde não tem escritórios própriospossui agentes nomeadosCarga geral (itinerante, encomendas,móveis, mudanças, roupas e outros);Carga seca e granel (grãos agrícolas eminérios); Contêineres; Produtossensíveis (computadores, vidros,eletrônicos etc.); Bobinas (siderúrgicos,borrachas, cabos e fios, papel etc.)Pneus; Carga seca em geral;Granéis sólidos; Lubrificantes;Químicos; Bebidas e alimentosContêiner; Cargaresfriada/congelada;Carga secaCoordenação de embarques de vinhose destiladosLogística; Armazéns gerais; Terminal decontêineres; TransportesArmazenagem; Movimentaçãooutbound, inbound, in-house;Distribuição; Controle deestoque; Monitoramento decargas; Gestão de pedidosArmazenagem;DTACoordenação; Coleta; ConsolidaçãoAtacadão;Biscoitos Piraquê; InterfoodA mBev; Arcor; Unilever KibonBrasil Foods; Danone;Marfrig; Nestlé;Leitbom; Bunge; BatavoLa Pastina; Interfood; Pão de Açúcar;Carballo Faro; Mistral; Malbec298485302n.i.13217087n.i.Simn.i.ERP;TMS; WMSSimGPRS;SatelitalWMS; TMS; ERP; Softwares desimulação e otimizaçãoS imn.i.A utotrac; Jabursatn.i.WMS; TMS;InternetERP;n.i.SimNãoSimSimNãon.i.N ãon.i.Licença Anvisan .i.Armazenagem; Transporte;DistribuiçãoAlvará sanitário dosveículosLogística integrada;Serviço demonitoramento datemperatura da cargaem tempo realSimLicenças específicas para manusearvinhos e bebidas, não só em termosalfandegários, como também daVigilância Sanitária Localn.i.n.i.Empilhadeiras; Carreta Sider 28paletes; Asa Delta; Câmarasfrias; Caminhões refrigeradosT ermógrafoManta Térmica; ISOkit; Air bags;Rotulação


50 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos & BebidasGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnasáreasdeAlimentoseBebidasPerfildaempresaExpressoJundiaíFone: 11 2152.6000ExpressoMirassolFone: 11 2141.1211FibraLogísticaFone: 41 9167.3030F riozem LogísticaFone:11 4789.8200GefcefcoFone: 21 2103.8100GrupoLCFone: 11 4143.7422Transportadora (T) ouOperador Logístico (OL)?T e OLT e OLOLOLOLOLEstruturaLocalização da matriz (Cidade/Estado)Jundiaí,SPGuarulhos,SPSão José dos Pinhais, PRJandira,SPRio de Janeiro, RJItapevi, SPNúmero de filiais e Estados onde estãolocalizadasQuantidade de CDs e Estados ondeestão localizados40: SP, RJ, PR, SC, RS, ES,SCConforme acimaR egiões atendidasSão Paulo; Rio de Janeiro;Paraná; Rio Grande do Sul;Espírito Santo; SantaCatarinaQuantidade de carga movimentadapor ano (Ton)Se adota o sistema de franquias,quantas?Serviços OferecidosEspecialidades de transportes(de uma forma geral)34: SP, RJ, MG, BA, GO,ES, MS, SC, PR, PE, DF,MT e RS- 7 16:RJ, SP, PR6: SP, RJ, ES, BA1:SP1 : PR7: SP(4), MG (1), CE (1),PE (1)Sul; Sudeste; Nordeste;Centro-OesteParanáSudeste;Nordeste4 : SP, RJ, MG, PR 4: RJ (2), SP(2)Sul;Sudeste; Mercosul257.641(2009)2.000.000120.000828.000260.00050.000n.i.Cargas secas fracionadas(LTL) e lotação (FTL); Justin Time; Milk-runNãoNãoC argas completas n.i.NãoNãoP rodutos perecíveisAéreo; Rodoviário;MarítimoSudeste; Centro-Oeste; NordesteNãoTransporte itineranteServiços agregados aos transportes (deuma forma geral)Logística; Armazenagem;Montagem de kits;Etiquetagem; Embalagem;Adequação de produtos;Gestão de materiaispromocionaisDistribuição planejada;Conceitos logísticos deInbound (Milk-run, Kanban,JIT); Centro deConsolidação edesconsolidação; Pátio demovimentação; REDEX decontêineresManuseio; Picking;Armazenagem de produtosfrigorificadosArmazenagem; CrossdockingM ilk-run; Just in time Cross-docking; Milk-run;Sequenciamento e abastecimentode linhas de produção (JIT);Logística reversa; Gerenciamentoe rastreabilidade TMS;Gerenciamento de risco;Gerenciamento de distribuição;Monitoramento e rastreamentovia web; RoteirizaçãoPrincipais clientes nas áreas dealimentos e bebidasEmulzint; Diageo; Tangará;Paineira; Sanchez CanoYoki; Femsa; BR Foods;Nestlé; Unilevern .i.Seara/Marfrig; Perdigão;Sadia; Citrovita; Leardini;Daucy; Pif Paf; Ati GelM ate Leão; Nutrimental Agro Nippo; Pepsico; Bauducco;Brasil FoodsOperaçãoTotalveículos frota própria380395n.i.441270Totalveículos frota agregada400310n.i.120200200Frota rastreada?Tecnologiasusadas no rastreamentoTecnologias utilizadas nas outrasoperações executadasCertificada na ISO 9000?S im100%n.i.A utotrac; OmnilinkG RPS (híbrido)n.i.SS7E RP; TMS; WMS n .i.n.i.SimS imn.i.S im100%100%AutotracAutotracW MS; TMSn .i.Infraestrutura de comunicação:Data Center externo/interno;WMS; TMS; RF; Portal Logístico;Internet; intranetNãoSimSimCertificada na ISO 14000?SimN ãon.i.NãoNãoNãoCertificados e licenças que possuipara atuar nestes setoresA nvisan.i.SIF do Ministério daAgriculturaS IF; Lista geral; Rússia n.i.Vigilância sanitária para produtosnão-perecíveis/alimentíciosServiços diferenciados oferecidos nasáreas de alimentos e bebidasServiços in-house;Etiquetagem; Adequaçãode embalagens; Gestão deestoque; Gestão demateriais promocionais;TransportesCross-dockingD istribuição ao varejoFiliais clientes;Armazenagem;Distribuiçãon.i.Veículo-tanqueInstalações, equipamentos/acessóriosespeciais para atuar nestas áreasEmpilhadeiras;PaleteirasVeículos tipo baú dealumínio com capacidadepara 30 paletesn .i.Roteirizador (RODNET);SAP; Compieren .i.Veículo tipo rodo-trem;Armazenagem em temperaturaambiente, controlada erefrigeradan.i. = não informado


HiperconTerminaisdeCargasFone: 13 3228.4100HiperionLogísticaFone: 19 3478.9199OLT OLIID LogisticssFone: 11 3809.3400KMCLogísticaFone: 11 4496.5577OLKrügerConventosFone: 51 3021.2500T e OLSantos,SPAmericana,SPOsasco,SPItupeva,SPGuarulhos, SP6:SP3 : SP20: SP(6), RJ (5). MG,(5), PA, DF (3)3:SP, SE, PE 11: RS, SC, PR, SP3:SP- 18: SP(5), RJ (4), MG(5), PA, DF (3)São PauloSudeste;Estados vizinhosTodo territórionacional4:SP, SE, PE 3: RS (2), SPSudeste;NordesteSul; Estado de SP1.200.000A cima de 500n .i.n.i.161.352.071, 6n.i.NãoN ãon.i.NãoEstadual; Municipal;IntermunicipaisCargasfechadasGestão e projetoscustomizados deoperação detransporteCargas secase baúsem siderCarga fracionada;Lotação (climatizada eseca)Consolidação; Armazenagem; Préstacking;Desembaraço aduaneiroImportação; Exportação;Gerenciamento logísticoem tempo realn.i.Locação de mão deobra e equipamentosCross-docking;Armazenagem;Paletização; Logísticareversan.i.N estlé do BrasilCarrefour; Danone;AmBevAmcor Pet; Femsa;AmBev; Casa do Pãode QueijoUnilever; Nestlé;Chocolates Garoto; KraftFoods; Hypermarcas;Cargill; Cia Iguaçu; CiaCacique; Dr. Oetker; TrioAlimentos; Ducoco;Neugebauer; Florestal6180208 3074610, mas não operam comalimentos400- 25070%100%100%n .i.100%SatéliteColetorde dadosSasscar;SasscarGA FullTMS;ERPAutotracTMSSimWMSGSM; GPRSWMSn.i.SimNãoNãoNãon.i.Prevista até Dez/2010n.i.Pré-stacking de contêiner Reefer;Energia elétrica; Monitoramento;Transporte rodoviárioVigilância Sanitária paratransporte100% de controleoperacional sobre todasas viagens em tempo realNãoCarrefour tem suaprópria certificaçãomundial; Danonecertifica através daWISE/AIBPicking by-voice;Cross-docking byvoice;Gestão detransporte; Otimizaçãode cargaNãon.i.NãoAnvisa; FepamW MSFrota dedicada;Agendamento;Paletização; LogísticareversaTransporte com rastreamento;Coletor de dados nas operaçõesBaú isotérmico; Toco;Carretas Sider, baú eporta-contêiner (mais de240 equipamentos nototal)WMS; TMS; Kanbaneletrônico; Web siten.i.Câmara climatizada; Baúclimatizado; Veículoscom plataforma;Máquina strech


52 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos & BebidasGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnasáreasdeAlimentoseBebidasPerfildaempresaLibraLogísticaFone: 11 3563.3606LogFrioLogísticaFone: 11 2175.7100LSILogísticaFone: 11 4225.5800MercosulLineNavegaçãoeLogísticogísticaFone: 13 3211.7854MiraTransportessFone: 11 2142.9000TargetLogisticssFone: 11 2142.9009QuickLogísticaFone: 62 3269.1800Transportadora (T) ouOperador Logístico (OL)?OLOLO LT (Marítimo)T (Mira) e OL (Target)OLEstruturaLocalização da matriz (Cidade/Estado)São Paulo, SPBarueri,SPSão Caetano do Sul, SPSantos,SPSão Paulo, SPRio de Janeiro, RJNúmero de filiais e Estados onde estãolocalizadasQuantidade de CDs e Estados ondeestão localizadosRegiõesatendidas3:SP4:RJ, PE, CE4:SP(2), BA, PR7 : SP, SC, PR, BA, PE, CE, AM20: SP, RJ, MG, PR, SC,RS, MT, MS, DF, GO, TO3:SP4:SP, RJ, PE, CEEstrutura concentra-se dentrodas plantas dos clientes; CDem fase de implantaçãoT odo território nacionalSão Paulo; Rio de Janeiro;Pernambuco; CearáTodo território nacional- 10: SC, DF, MT, MS, SP(2) ,PR, GO, RJ, MGTodo território nacionalCentro-Oeste;Sul; Sudeste18: RJ, SP, MG, PR,SC, GO, MS, MT, DF,BA, PE, CE, PA, AM18, conforme acimaTodo territórionacional, exceto RSQuantidade de carga movimentadapor ano (Ton)n.i.70.000n .i.n.i.250.6901.020.000Se adota o sistema de franquias,quantas?NãoN ãon .i.n.i.SimNãoServiços OferecidosEspecialidades de transportes(de uma forma geral)Carga geral (contêineres);Eletroeletrônicos eequipamentos industriaisTransportes de perecíveis em atétrês temperaturasn.i.Soluções integradas ecustomizadas de logísticautilizando terminais intermodais,ligando o porto de Santos àsprincipais cidades de São Paulopor ferroviaCarga geral; Cargaexpressa; Produtossensíveis; Produtosfarmacêuticos e cosméticosCargas secas;Alimentos; Higiene;Limpeza; Automotivos;TêxtilServiços agregados aos transportes (deuma forma geral)Armazenagem alfandegada;Armazenagem geral;Transporteferroviário/multimodal;Manuseios em geral;Carregamento;Gerenciamento da cadeiaA companhamento via internet n.i.Serviço porta a porta, comdefinição dos locais de coleta eentrega de carga; Contêinerespara carga seca e refrigeradaArmazenagem; Controle deEstoque; Embalagem;Montagem de kits econjuntos; Gerenciamentode Transportes; Paletização;Cross-Docking; Logísticareversa; Desenvolvimentode projetosArmazenagem;Gerenciamento deestoques; Transporte;DistribuiçãoPrincipais clientes nas áreas dealimentos e bebidasOperaçãon .i.General Mills; Sodexo; Puras;Bonduelle; SyngentaTotalveículos frota própria120106Maisde 300 empilhadeirasTotalveículos frota agregadaFrota rastreada?K raft Foods; Pepsico; AmBev n .i.Ajinomoto; NewWine;Hypermarcas; Cia. Caciquede Café; Casa Santa Luzia;Mistral Importadora3 navios com capacidade de2500 TEUs e 260 plugs reefers450650Variável70n.i.- 210-Sim106n.i.Sim,consulta on-line via GPSSim650Unilever, Bauducco,CargillTecnologiasusadas no rastreamentoOmnilinkG raber; Sasscarn.i.GPSOmnilinkAutotracTecnologias utilizadas nas outrasoperações executadasGerenciamento de risco;VMI; LibrahubAcompanhamento de estoque viainternet; Imagens da operação viainternet; WMS; TMSEmpilhadeiras; Software degestão Prisman .i.n.i.WMSCertificada na ISO 9000?FilialCampinasNãoS imn.i.SimNãoCertificada na ISO 14000?FilialCampinasNãoS imn .i.n.i.NãoCertificados e licenças que possuipara atuar nestes setoresA nvisa; SIFn .i.n .i.n.i.SimAlvará sanitárioServiços diferenciados oferecidos nasáreas de alimentos e bebidasArmazém alfandegado; Áreacom temperatura controladaTodos os serviços de lançamentosno sistema do cliente remotamenten.i.Transporte apropriado paraalimentos e bebidas;Disponibilidade de contêineresrefrigerados (reefer)Controle de temperaturanos armazéns e veículos;Área segregada nosarmazéns; Frota dedicadaCross-docking;ArmazenamentoInstalações, equipamentos/acessóriosespeciais para atuar nestas áreasOperação de consolidaçãode café a granel e sacariaBaús de placas eutéticas para -400C; Baús de três temperaturas;Acompanhamento de entregasEmpilhadeiras com garfo duplointeligenten .i.n .i.n.i.n.i. = não informado


Rápido9000Fone: 11 2632.0900SantaRitaLogisticFone: 11 4141.7000SantosBrasilLogísticaFone: 11 4393.4900StandardLogísticaeDistribuiçãistribuiçãoFone: 41 2118.2800SuperFriuperFrioFone: 19 3641.1254T e OLOLOLOLOLSão Paulo, SPBarueri,SPSantos,SPCuritiba,PRVargem Grande do Sul, SP20: SP, MG, DF, RJ, GO, RS, PE, BA,ES1:SP6:SP3:RS, SC, SP1: SP3:RJ, PE, GO2:SP1:SP4 : RS, SC, PR, SPn.i.Sudeste; Nordeste; Goiás; DistritoFederal; Tocantins; Rio Grande do SulGrande SPSudeste;SulSul; Sudeste; Centro-Oeste1.080.000(2009)120.000n.i.1.920.0009.600Sul; Sudeste; Centro-Oeste;Grande São Paulo; Grande Riode Janeiro.NãoNãoNãoN ãon.i.Transporte rodoviário de cargaD istribuição fracionadaTransporte e distribuição;Transporte de contêiner(FCL e LCL); Distribuição(FTL e LTL).Transporte frigorificadoRefrigerado; CongeladoArmazenagem; Distribuição;Movimentação; Embalagem;Manuseio; Cross-docking; Expedição;Emissão de NF; Controle de estoque;Logística in-housen .i.CBD; Moinho Globo;PalmexA rmazenagem Emissão de Nota fiscal;Abastecimento de linha;Tracking via web paratransporte rodoviário edistribuição;Gerenciamento detransportes; Roteirização;Acompanhamento deperformance e pré-faturaWal Mart; Grupo Pão deAçúcar; Camil; Casp;DiageoRastreamento dasentregas; Controlediferenciado detemperaturaBrasil Foods; GrupoMarfrig; Wal MartCross-docking; Distribuição;Transferência; PickingFerrero; Cargill;Mars Brasil517n.i.70309 carretas400n.i.250350n.i.SimSimSimSimSimOmnilinkSoftwares de monitoramento com oSITR900 (Sistema Integrado deTransportes Rápido 900); Módulosadministrativo, operacional, financeiro,comercial; controle e de manutençãode frota; EDI; WMSSimTMSTecnologia via web esatélite (GPS e Nextel)W MSWMS; TMS;RadiofrequênciaNãoSimGPS/GSM; Sensor detemperatura; Sensor deabertura de portasRadiofrequência;Coletor de dados;WMS/SGLOGNãoSatélite; CelularWMS; ERP; Código de barrasNãoNãoNãoNãoNãoNãon.i.SIVISASimVigiagro;SIF; RedexSIF; APPCCn.i.Picking; Montagem dekits; Manipulação deprodutosArmazenagem;Etiquetagem; Selagem;Paletização; EntrepostoAduaneiroArmazenagemfrigorificada;Distribuição; Terminalde contêineres;Terminalrodoferroviário; REDEX;Vigiagro; HabilitaçõesinternacionaisArmazenagem; Controle deestoque; Paletização;Montagem de kits;Etiquetagem;Encartuchamento; Shrink;Embalagens; Envase; Logísticareversa; Desenvolvimento deprojetosn.i.Conforme necessidadeda operaçãoDiferenciados de acordocom a necessidade doclienteReach stacker;empilhadeiras; EPI'sn.i.


54 | edição nº100 | Jun | 2010 |Alimentos & BebidasGuiadeOperadoresLogísticoseTransportadoresnasáreasdeAlimentoseBebidasPerfildaempresaTGA LogísticaFone: 11 3464.8181Trafti-LogísticaInteligenteeFone: 11 4358.7077TransmagnaTransportessFone: 47 3373.9300TransportadorransportadoraaLagoinha(Translag)Fone: 11 2714.3200TransportadoraTransmiroFone: 51 3470.8600Transportadora (T) ouOperador Logístico (OL)?T e OLOLT T e OLOLEstruturaLocalização da matriz (Cidade/Estado)Osasco,SPSão Bernardo do Campo, SPGuaramirim,SCOsasco,SPCachoeirinha, RSNúmero de filiais e Estados onde estãolocalizadas4:SP(2); RS (2)10:SP, MG, SC28:SC, PR, SP, RJ2:GO, DF6: RS, PR, SPQuantidade de CDs e Estados ondeestão localizadosRegiõesatendidasQuantidade de carga movimentadapor ano (Ton)Se adota o sistema de franquias,quantas?Serviços OferecidosEspecialidades de transportes(de uma forma geral)3:SP; RS (2)2 : SP5 (em regime de armazéns gerais) :SC, PR, SP, RJBrasil;Chile; MercosulTodo território nacionalSanta Catarina; São Paulo;Janeiro; CuritibaRio de5:SP, GO, DF, MG, TO 1: RSSão Paulo; Goiás;Distrito Federal;Tocantins; Minas Gerais;Paraná; Rio de JaneiroSudeste; Sul24.0002 milhões232.00095.484+200.000NãoTransporte rodoviário de cargafracionada; FTL e LTL; FCL e LCLNãoNãoF racionado; LotaçãoCarga fechada; Carga fracionada;Logística portuária; ProjetosdedicadosNãoRodoviário nacional:transferência, lotação,fracionado, distribuiçãoNãoTransferência de cargas completasServiços agregados aos transportes (deuma forma geral)Suprimento; Coordenação;Distribuição; Porta a porta;Transferência; Milk-run;Gerenciamento intermodalArmazenagem; Serviçoslogísticos em geralSistema broker de parcerialogística; Baixas Wap; Sistema derastreamento eletrônico devolumes; SAC´s regionais;Armazenagem;Paletização;Agendamentos; SACdedicado; LogísticareversaDistribuição direta da fábrica - crossdocking;Distribuição consolidada efracionada; Salas comerciais paraclientes; Armazém geralPrincipais clientes nas áreas dealimentos e bebidasOperaçãoD ori; DaniscoCadbury; Garoto; Pepsico;Unilever; NestléCampari; Unilever;HypermarcasNutrimental;Totalveículos frota própria5 7396308769Totalveículos frota agregada25027825065127n .i.Cosan; Pan Fácil; Moinho Estrela; Cia.Muller; Nestlé; NorsalFrota rastreada?SimT ecnologias usadas no rastreamento Track&Tracing; JaburSat (satélite)e por celularTecnologias utilizadas nas outrasoperações executadasWMS; TMS; ERP; CRMpróprio;Consultas de serviços pelainternet e por celularSimAutotrac;WebtracSimAutotrac;ControlsatS im100%SascarE RP; TMS; WMSn .i.n.i.Control Loc; ControlsatTMS; EDI; Nextel (com pacote dedados); Telemetria; OMS, Sistema deGerenciamento de Pedidos; WMSCertificada na ISO 9000?NãoSimSimSimSimCertificada na ISO 14000?Certificados e licenças que possuipara atuar nestes setoresServiços diferenciados oferecidos nasáreas de alimentos e bebidasNãon.i.NãoCMVS - Centro Municipal deVigilância Sanitária de SãoBernardo do CampoNãoAnvisaNãoNãoA nvisan.i.n .i.n .i.n .i.Cargas expressas;Veículos dedicadosDistribuição de produtos alimentíciosem todos os municípios do Estado doRio Grande do SulInstalações, equipamentos/acessóriosespeciais para atuar nestas áreasn.i. = não informadon .i.n .i.n .i.n.i.Conjunto Asa Delta


TransportesDalçoquiooFone: 47 3341.3166TransportesGiglioFone: 11 4368.2788T T OLTranssulTransporteeLogísticaFone: 11 2412.7252Wilson,SonsLogísticaFone: 21 3504.4136OLItajaí,SCSão Bernardo do Campo, SPSão Paulo, SPRio de Janeiro, RJ26: Argentina, BA, ES, GO, MG,MT, MS, PR (5), RJ (4), RS (4), SP(5), PE1:PE2:MT, MS23: RS, SC, PR, RJ, SP, MG, BA, PE8;RS, SC, PR, SP, ES, RJ - 1 3 (EADI): SP, RJ, BAT odo território nacionalSudeste; Nordeste;Centro-Oeste; SulTodo território nacionalTodo território nacional6 milhões e 600 mil100.00012.000.000,00n.i.N ãon.i.NãoNãoTransporte de carga seca,refrigerada e líquidaOperação de sistemas deabastecimento de aeroportos eembarcações; Operação de cargae descarga de produtos químicose perigosos em terminaisterrestres, marítimos e fluviais;Armazenagem e distribuição deprodutos embalados; Operadorportuário (Lei 8630/93), incluindocargas conteinerizadas,frigorificadas e a granelTransporte rodoviário nacionalde produtos alimentícios, dehigiene e limpeza e autopeças,embalados; Contêineres; Cargaseca e a granelK raft; Harald; BRF; Hershey's Corn Products; Kimberly Clark;J&J; UnileverCarga mistaTransporte multimodal; Cargaexpressa; Carga fechada; Cargafracionada; Transporte em DTA;Transporte de produtos químicos;Contêineresn .i.n .i.Transferência; Distribuição direta;Distribuição fracionada; Crossdocking/transitpoint; Janelas decarregamento; Milk-run;Transferência matérias-primas parafábricas; Transferência de materiaisnão-produtivos para fábricas;Circuitos estáticosUnilever; Bacardi;WOW; CeperaDiplomata; Sadia613conjuntos35107545740Cadastro com 100veículosSimAutotrac;JaburSatSimAutotracSimSascar;Autotrac6.400SimSatéliten .i.n.i.n.i.SimS itra; EDITMS; GKO Frete; TMS Express,desenvolvido Internamente; SIMUL8- Software de simulação eotimização; DLX RedPraire - SCE -Supply Chain Execution B12 (WSLque gerencia estoque e armazém);RoadNet; WTMSNãoSimn.i.n.i.NãoAnvisaNãoNãoA nvisan.i.n .i.n.i.n.i.Semi-reboques tipo silos etanques isotérmicosEntrega comagendamento e semrestrição de horário oulugarEmpilhadeira;Paletizaçãon.i.Empilhadeiras; Reach stacker;Clamp; Push-pull; Transpaleteira


56 | edição nº100 | Jun | 2010 |Logística & Meio AmbienteGolden Cargo priorizaações ambientaisCom 15 anos de atuaçãono gerenciamento e operaçãoda cadeia logística de cargasespeciais, como defensivosagrícolas e produtos químicosembalados, a Golden Cargo(Fone: 11 2133.8800),empresa do Grupo Arex,prioriza fortemente, desde2007, as ações ambientaiscom a implantação doPrograma de Coleta Seletiva de Lixo. Com isso, uniu a açãoambiental com a social, firmando uma parceria com a Reciclázaro,que atua em trabalhos sociais para inclusão de ex-presidiários eex-dependentes químicos na sociedade através da coleta domaterial reciclado.DuPont do Brasil e Grupo Orsaapresentam conceito inédito deembalagens para óleo de sojaA DuPont do Brasil(Fone: 11 4166.8790) eo Grupo Orsa (Fone: 114689.8700) selaramparceria para odesenvolvimento deuma nova solução deembalagens voltadas para omercado de food service.O sistema, denominadoDuPont TM Bag-in-Box, foi criadopara atender às demandas da Louis Dreyfus Commodities noenvase, transporte e armazenamento do óleo de soja paragrandes redes de restaurantes.A nova embalagem tem a mesma capacidade das atuais latasde aço e diferencia-se por suas características físicas: pesoinferior, praticidade durante o uso e facilidade no processo dedescarte, uma vez que todos os componentes são 100%recicláveis e ocupam menor volume no lixo – a superfície externacartonada e o plástico podem ser removidos e dobrados norecipiente destinado à reciclagem, ocupando espaço menor que odas tradicionais embalagens de aço, segundo as empresas.“Em parceria com o Grupo Orsa, desenvolvemos uma soluçãoque promove redução de custos com embalagem, menor área deestoque de insumos de produção e queda nos custos com frete,uma vez que o conjunto Bag-in-Box é 30% mais leve quandocomparado às tradicionais latas de aço”, destaca Sérvulo Dias,gerente da área DuPont Liquid Packaging Systems no Brasil.Para viabilizar o manuseio do produto, o Grupo Orsa desenvolveuuma superfície externa cartonada para armazenar e protegero sistema Bag-in-Box. As alças localizadas na parte superior dacaixa facilitam a dosagem do óleo de soja e garantem maiorsegurança aos profissionais que atuam nas cozinhas industriais.A estrutura possui fechamento com cola especial para proteger oalimento de alterações físicas e lacre de segurança. Tambéminclui bocal, que evita desperdícios ou contaminações.Transporte de carga terá“Selo Verde” no RJA secretária estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, MarileneRamos, o presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), LuizFirmino, e o presidente da Fetranscarga – Federação do Transporte deCarga do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Rebuzzi, assinaram emmaio último um convênio para a implantação do programa “SeloVerde” no transporte rodoviário de carga.O objetivo é diminuir as emissões de gases e reduzir a poluiçãodo ar no Estado, uma vez que as fontes móveis são responsáveis por70% das emissões de gases poluentes. A Fetranscarga estima aadesão de pelo menos 50 mil veículos de carga ao programa.Com a formalização do convênio, a Fetranscarga passa a integraro “Procon Fumaça Preta” – um programa do Inea de monitoramento eadequação dos veículos a diesel aos padrões de emissão estabelecidospelas legislações federal e estadual. Os veículos de transporte decarga que estiverem dentro dos padrões serão facilmente identificados:terão o “Selo Verde” afixado no para-brisas.(Fonte: Diário do Vale)TNT anuncia meta ambiciosa deeficiência nas emissões de CO 2A TNT (Fone: 11 3573.7700) anuncia seu compromisso global deeficiência na emissão de CO 2em 45% até 2020, levando em conta osníveis de 2007. No Brasil, a empresa já reduziu em 32% suasemissões desde 2007. O objetivo de eficiência nas emissões,publicado no relatório anual da TNT em 2009, representa uma quedade quase metade das emissões de CO 2em toda carga transportadapela TNT em 2020 e envolverá toda a operação da empresa:transporte aéreo, rodoviário e os edifícios da companhia.Para atingir este compromisso, a TNT irá adotar a seguinteestratégia: melhorar continuamente a eficiência nas emissões de CO 2por meio da implementação de melhores práticas, como o treinamentoe preparo dos motoristas e aperfeiçoamento da avaliação da rede;e busca de soluções operacionais inovadoras, como veículoselétricos, estudo da logística interna da cidade, utilização debiocombustíveis e energias renováveis.Para avaliar os resultados da eficiência global, a TNT irá utilizarum índice de emissão de CO 2que combina o desempenhooperacional de suas atividades com uma métrica pré-definida.Fábrica da Continental Pneusem Camaçari conquista certificaçãoISO 14001A fábrica da Continental Pneus (Fone: 11 4583.6161), instalada noPolo Industrial de Camaçari, na Bahia, conquistou, recentemente, acertificação ISO 14001.”O esforço e o interesse de nossos colaboradores foi fundamentalpara essa conquista. Não adianta controlar resíduo se cada um nãofaz sua parte. A atitude de todos é vital para o sucesso”, explicouLiliana Kunh, coordenadora de meio ambiente da fábrica.De forma a comprovar o seu respeito e preocupação para com omeio ambiente, a Continental desenvolve em Camaçari uma série depráticas operacionais sustentáveis, de projetos ambientais e deecocidadania, até programas de educação ambiental e de reciclagem.


58 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalGases medicinais e industriaisIBG prevê investir mais deUS$ 5 milhões em logística neste anoPara paletizar 100% dasoperações de manuseio edistribuição de cilindros degases medicinais e industriais, aIBG – Indústria Brasileira deGases (Fone: 11 4582.8534) teminvestido continuamente noaumento da capacidade de distribuição,por meio da aquisição denovos veículos para ampliação erenovação de frota, além dacompra de equipamentos deestocagem, tanques criogênicose cilindros de alta pressão.Em 2010, a empresa deveráinvestir mais de US$ 5 milhõesem suas operações logísticas.O último investimento realizadofoi na aquisição de 4.600 cilindrosvindos da Áustria, os quais contamcom capacidade para suportar altapressão e serão distribuídos pelasunidades fabris da IBG em Jundiaí,SP, e nas 16 filiais com estaçãode enchimento no Brasil.Segundo o presidente daindústria, Newton de Oliveira,este investimento faz parte doplano de expansão das vendas,através do qual estão sendodisponibilizados mais recursospara a área de logística, fundamentalpara a empresa. “Precisamosentregar o produto e para tal énecessário entregarmos, também,a embalagem, que normalmentecusta muito mais do que o produto.Os custos da distribuição sãomaiores do que os de produção”,destaca.De acordo com ele, para aatuação da IBG, o investimentoem logística precisa ser contínuo.“Uma empresa de gás necessitafrequentemente renovar a frota eaumentar o número de equipamentospara distribuição”, observa,informando que os investimentosnesta área são planejadosanualmente em proporção diretaao aumento de vendas desejado.Além da necessidade deatendimento à demanda, OliveiraA empresa tem investido continuamente no aumento da capacidade de distribuição, pormeio da aquisição de novos veículos para ampliação e renovação de frota, além da comprade equipamentos de estocagem, tanques criogênicos e cilindros de alta pressãolembra que investimentos sefazem necessários na área dedistribuição também por contadas péssimas condições dasestradas brasileiras, que ocasionamquebras frequentes ediminuem a vida útil dosveículos.OperaçõeslogísticasSegundo o presidente IBG, adistribuição dos gases é feita deforma direta (pelas 16 filiais) ouindireta (com ajuda de distribuidores).Nas grandes filiais,diariamente há veículos da frotaprópria para cuidar do suprimento,entregar os produtos emestado líquido e fazer a distribuiçãodos cilindros com produtosgasosos. Já nas filiais de menorporte, onde a distribuição tornasenecessária somente poralguns dias da semana, otransporte é contratado.Diariamente, 70 caminhõesda indústria estão em circulaçãopara realizar as operações dedistribuição para várias capitaisbrasileiras, percorrendo, porvezes, grandes distâncias. Comisso, o frete acaba sendo umcomponente representativo nacomposição dos custos dosprodutos, obrigando a IBG aprocurar formas de reduzirdespesas, adequando-se aonúmero de entregas e à quantidadede cilindros por cliente,entre outros fatores. Em virtudedeste desafio, Oliveira entendeque logística não é gasto, mas,sim, investimento, já que é umaárea que valoriza a qualidade doproduto e é fundamental para ocumprimento de prazos.Atualmente a IBG conta comuma rede de 16 filiais comestação de enchimento e quatroparques industriais. As unidadesfabris estão localizadas emJundiaí, SP, entre as RodoviasAnhanguera e Bandeirantes, comexceção da filial de Aparecida deGoiânia, GO, onde, por questõesregionais e de frete, a indústriaresolveu instalar uma planta degases do ar, operação que temestudado levar também paraoutras regiões do país.Segundo Oliveira, todas asfiliais têm Filling Station paraoxigênio gasoso. Em outraspalavras, recebem o produto noestado líquido, armazenam emseus tanques criogênicos erealizam o enchimento doscilindros. Para os demais gases,as filiais enviam à matriz umaprogramação específica de suasnecessidades para determinadoperíodo e têm o suprimento feitoatravés de carretas de cilindros.“Cada filial tem sua região deatuação delimitada pela distânciaem que se encontra do cliente.As entregas são feitas por rotaautomática (clientes com consumomédio) ou por pedido feitodiretamente pelo cliente”, explica.O presidente da IBG ressaltaque o carregamento de um veículopaletizado leva em média 15minutos, enquanto um caminhãoconvencional levaria mais de umahora e meia. Assim, quandochegam ao pátio da empresa, oscilindros vazios são separados eagrupados em paletes de acordocom o tipo de gás. Em seguida,vão para o processo de controle eenchimento, lacração e estocagem.Então, são retirados dospaletes e descarregados comauxílio de elevador eletrohidráulico.Os cilindros vaziosseguem o procedimento inverso eretornam à matriz para novoprocesso de enchimento. ●


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60 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalBrasilPortos da Ligúria queremestreitar relaçõesNotíciasRápidasCom uma localização queprivilegia a distribuição deprodutos para o sul daEuropa, já que estão situadosnas proximidades do MarMediterrâneo, os portositalianos de Gênova, La Spezia eSavona, na Região da Ligúria,estão desenvolvendo a atuaçãopara localidades tradicionalmenteservidas pelos portos donorte da Europa. Com isso,pretendem aumentar o volumede importação de produtosoriundos do mercado brasileiro.O gerente de Marketing eRelações Internacionais doPorto de Gênova, SilvioFerrando, garante que além dofato de estar na região doMediterrâneo, que conta comcerca de 800 milhões deconsumidores em seu entorno, opolo portuário já representapara o mercado brasileiro umimportante canal de entradatambém para o norte do VelhoContinente. “Ter competitividadeem mercados outroraservidos apenas por portos donorte da Europa era um fatoinimaginável há alguns anos”,salienta.De acordo com ele, hoje omais lucrativo para os exportadoresbrasileiros enviarem seusprodutos para o interior daFrança e o Leste Europeu, porexemplo, é pelo sul da Europa.“Aproximadamente 7% doscontêineres movimentados emGênova são brasileiros, sendoque cerca de 60% são provenientesde importação (couro ederivados, produtos químicos,etc.) e 40% de exportação(produtos farmacêuticos,madeira, etc.)”, revela.Cristina De Gregori, responsávelpela área de RelaçõesExteriores da AutoridadePortuária de Savona, diz queSavona também tem linhasGrande importador defrutas brasileiras, o Portode Savona distribui estesprodutos também para onorte da Europaregulares com o Brasil e outrospaíses da América do Sul eressalta que o grande forte naimportação local são os frutosvindos do Brasil, os quais,inclusive, já são enviados paralocalidades no norte da Europa.“A Ligúria é a porta deentrada para o acesso aosmercados do sul da Europa eestá perfeitamente inserida nasrotas com o Extremo Oriente,atendidas por navios full-conteinere servidos por hub port e naviosfeeders, capazes de garantir umadistribuição bastante capilar”,reforça Cristina.Conforme explicação deCristina e Ferrando, tamanhaabrangência de distribuição só épossível porque os Portos daLigúria, além de operarem comconhecimento acerca dospadrões de qualidade exigidos notransporte internacional decargas e possuírem serviçosregulares, apresentaramprogressos graças à potencializaçãodas infraestruturas, àracionalização dos procedimentosde gestão e à abertura darede ferroviária aos operadoresprivados.Atualmente, os Portosda Ligúria têm em operaçãocerca de 50 terminaisprivados equipados paraacolher todos os tipos denavios e para qualquer tipode mercadoria: contêineres,produtos perecíveis, metais,produtos florestais, granéissólidos e líquidos, produtospetrolíferos e passageiros,tanto de cruzeiros como detransporte marítimo local.Esses terminais têm àdisposição 250.000 m 2 dearmazéns, 200 km de trilhosferroviários e 4.000.000 m 2de áreas operacionais. Alémdisso, os três portos oferecemuma série de serviçoscomplementares, que vão dereparos navais à telemática.Principal polo portuárioda Itália, a Região da Ligúriatem explorado ao máximosua geografia favorável, nocentro da área industrial ecomercial do norte italiano eao sul do continente. Deacordo com informações daAssociação dos Portos daRegião Ligúria, os trêsportos movimentam, emmédia, mais de 93 milhõesde toneladas de carga geral,3,3 milhões de TEUs e4,5 milhões de passageirospor ano.Segundo a Associaçãodos Portos da RegiãoLigúria, a Itália e o Mediterrâneorepresentam um pontode referência estratégicopara o comércio Brasil-Europa. A entidade informaque os três portos da regiãototalizam 28 partidas pormês para o Brasil, umtráfego de 100 milcontêineres por ano e maisde um milhão de toneladasde mercadorias para aAmérica do Sul. ●Abrangecompleta 24 anose faz planos para2015Acabando de completar24 anos de existência, aAbrange Logísticaanuncia planos já para osseus 29 anos. SegundoPercival Margato Junior(Fone: 19 2106.8100),presidente da empresa, oobjetivo maior da estratégiaestá na visão de futuropara 2015: estar e ser umareferência entre osprincipais OperadoresLogísticos do Brasil.“Entenda-se por referênciauma empresa comexcelência em serviços eresultados para osclientes, para seusprofissionais, para si eseus acionistas, incluindoenvolvimento e gestãopela realidade real, e nãopela reportada”, explica.Para ele, o ano de 2009 foimuito bom no setor deserviços, principalmentepara as empresas queestão atuando no nordestee no sudeste, assim comoa Abrange. Por estemotivo, acredita quecontinuarão os níveis deserviço, já que houve umcrescimento de receita de37% em relação a 2008.Para 2010, o profissionalassegura um crescimentode 15% sobre 2009. Ospróximos investimentosda empresa são nas áreasde treinamentooperacional, tático eestratégico, além de em TIe em melhores práticaslogísticas e de gestão.


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62 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalTransporte a granelRodolatina e a logística do cimentoEmbora não estejam cumprindoos prazos iniciais,alguns programas doGoverno Federal, como o “MinhaCasa, Minha Vida” e o PAC –Programa de Aceleração doCrescimento, fizeram com que osetor cimenteiro se mantivesseaquecido durante o último ano,mesmo em meio à criseeconômica mundial, que afetoua maioria das indústrias.Com tantas obras movimentandoo setor da construção noBrasil, a Rodolatina (Fone: 413888.0707), operadora logísticade grande atuação no transportede cimento a granel no país,fechou 2009 apresentando umcrescimento na casa dos 45%,graças, também, à consolidaçãoPara a descarga, são utilizados compressores de ar queimpulsionam o cimento através do mangote: sistemaimplementado pela empresade investimentos realizados noano anterior e à aquisição de trêsempresas concorrentes, além daampliação da frota e de filiais.A estrutura utilizada ao longodo processo logístico do cimentoé composta por semirreboques silo,compressores de ar, rastreamentovia satélite, sistema de controlede estoque de clientes e sistemade gestão de pedidos. No total, aempresa tem uma frota própria de360 veículos, 450 carrocerias e 83agregados. Além disso, adicionalmente,a Rodolatina faz também oserviço de expedição em algumasfábricas, administrando desde ocarregamento do produto até aportaria da fábrica.Presente há 13 anos nessemercado, a empresa tem sua


| edição nº100 | Jun | 2010 |63matriz em Curitiba, PR, e dozefiliais em pontos estratégicos doBrasil, onde atua em todos osestados, aproveitando destaexpertise para identificar esolucionar todas as particularidadesdo transporte de cimentoa granel. A primeira delas é ouso do semirreboque para silo,uma carreta fechada específicapara o transporte de cimento ousimilares a granel.Outra característica especial,conforme conta o diretor daempresa, Bruno Zibetti, é ocompressor de ar para descarga.“Como o produto é descarregadoem silos altos, é preciso propulsãopara que chegue ao topo dosilo. Utilizamos compressores dear que ficam localizados entre ocavalo mecânico e a carreta, osquais impulsionam o cimentoatravés do mangote”, descreveZibetti, afirmando que este sistemafoi implementado no mercadopela Rodolatina. De acordo comele, antes as transportadorasutilizavam como propulsor ocano de escape. Assim, erapreciso que o caminhão permanecesseligado e acelerando,gastando muito combustível epoluindo o meio ambiente.Outra particularidade dotransporte de cimento a granel éque não há estocagem doproduto em Centros de Distribuição,pois ele sai da fábricadireto para o consumidorcorporativo. “O estoque ficarodando na estrada”, ilustra odiretor da Rodolatina, ressaltandoque o produto transportadonão é perecível. “Como osemirreboque é fechado, não hárisco de umidificar o produto,que seria a única possibilidadede estragá-lo. Na descarga, autilização do compressor de arimpede que impurezas, comofuligem, se misturem aocimento”, acrescenta.Em suma, a logística docimento começa quando amatéria-prima é retirada darocha de calcário (brita, calcárioou gesso) e também de resíduosde fornos industriais (clinquer,cinza) ou mesmo da argila. Emseguida, é transportada atravésdo modal rodoviário ou ferroviárioaté a fábrica, onde éprocessada em alta temperaturapara se obter o produto final: ocimento. Da fábrica, o produto étransportado a granel ou ensacadopara o consumidor. No casodo cimento a granel, transportadoatravés do semirreboque silo,os consumidores são geralmenteas concreteiras, as fábricas defibrocimento e as grandes obras.Uma das dificuldadesencontradas em particular notransporte a granel é quando olocal de consumo possui um silomenor ao consumo diário. Porexemplo, uma obra necessita deduas mil toneladas de cimentopor dia e possui um silo quecomporta apenas mil. “Nestescasos, a Rodolatina elabora umaoperação padrão”, garanteZibetti.Já quando ocorrem aumentosde demanda por cimento – oque não é muito comumacontecer – as soluçõesadotadas são o aumento de frota,quando se trata de crescimentoorgânico, ou a utilização deagregados e terceiros paravolumes repentinos.Aproveitando o tema aumento,o diretor da Rodolatina revelaque a expectativa de crescimentoda empresa para 2010 é deaproximadamente 30%, suportadopelo atendimento a novoscontratos e novas obras. Nessesentido, a eficiência na logísticacontribui muito, pois aumenta aprodutividade da frota.Além disso, a transportadorade cimento a granel estáiniciando trabalhos em outrospontos do ciclo de produção docimento, como transporte deinsumos, cimento ensacado, etc.Pelo jeito, com os preparativos einício das obras para a Copa doMundo de 2014 e as Olimpíadasde 2016, o aumento da demandacimenteira poderá ser aindamaior do que o previsto. ●


64 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalTransporte marítimoCompetitividade pode melhorar osetor, defende diretor da CentronaveGedeon: as autoridadesdevem se atentar para onível de competitividade,que contribui para aredução do custoTrimestreeOTabela1TEUscheiosmaior número de opçõesno transporte marítimo criauma competição saudávelna cadeia logística”. É o quedefende Elias Gedeon, diretorexecutivodo Centronave – CentroNacional de Navegação (Fone:11 3791.2431), ao revelar osnúmeros de movimentação em2009. Segundo ele, as autoridadesdevem se atentar para onível de competitividade, quecontribui para a redução do custo.Outra ação para melhorar asatividades no segmento cabe àReceita Federal, que, de acordocom Gedeon, precisa trabalharna evolução dos sistemas paramelhorar o fluxo de caixa.“A aduana também necessitaCrescimentoE xp.I mp.E xp.I Imp.2 006qI454,364245,3102 006qIII 498,143259,2632 006qIIII 547,174271,5402 006qIV548,380266,3592 007qI503,801294,06311%20%2 007qIII 549,982307,79310%19%2 007qIIII 576,357345,9245 % 27%2 007qIV578,755367,1036 % 38%2 008qI516,961381,5293 % 30%2 008qIII 528,116387,667- 4%26%2 008qIIII 549,214458,028- 5%32%2 008iV522,252437,658- 10%19%2 009qI430,181257,830- 17%-32%2 009qIII 483,152277,389- 9%-28%2 009qIIII 488,804364,949- 11%-20%2 009qIV510,495426,010- 2%-3%2 010qI462,149419,5057 % 63%evoluir com a comunicação entreas partes. O porto de Itajaí é umexemplo de relação com aspessoas”, declara. Para oprofissional, o Brasil precisa de50 novos berços de atracaçãonos próximos 20 anos.Analisando os númerosatuais, em função da criseglobal de 2008, as tarifas notransporte marítimo chegaram acair abaixo do custo de operaçãoem algumas rotas. O frete decontêiner teve queda de até50% no ano passado(Alphaliner); e o prejuízo dosarmadores em todo o mundosuperou a casa dos US$ 20 bilhões.Os dados expostosforam compilados pela consultoriaDatamar em conjunto como Centronave.Em 2009, o setor encostou11% de sua frota, o queequivale a cerca de 500embarcações. Outros 200 naviosforam vendidos como sucata – oque é mais do que todo osucateamento feito nos dez anosanteriores. Para Gedeon, a boanotícia é que novos portacontêineres,maiores e maismodernos (e, portanto, de menorcusto), foram incorporados àsfrotas mundiais, o que permitiráum salto em produtividade eTabela2-MovimentototaldelongocursoExportaçãoeimportação2006-2010(fev)P ortoo2 0062 0072 0082 0092010atéfev.S antos1,350,5211,496,5391,642,8811,379,999236,417I tajaí/Navegantes363,931392,069392,377316,56568,944P aranaguá252,670334,615361,670371,59164,529R ioGrande238,183272,089273,213275,56237,725R iodeJaneiro196,838241,918267,578220,53337,592V itória123,316148,256139,424104,96518,971S ãoFrancisco109,418130,468134,775118,6012,814S epetiba114,152116,392130,84985,79214,575S alvador99,417109,412103,418108,68116,940M anaus74,77385,868113,49172,43315,966S uape49,77759,78781,66174,02512,020P ecem52,40763,71462,96349,2969,418B elém24,31128,12224,97616,1413,615V iladoConde15,05413,88612,00213,5051,686F ortalezaa8,99413,78015,01013,4682,844I mbituba13,40711,57012,5777,232858O utros3,3645,29312,56010,3422,148T otal3 .090,5333 .523,7783 .781,4253 .238,810557,0657,062


| edição nº100 | Jun | 2010 |65eficiência agora que o mercadocomeça a se recuperar.Pela análise dos números demovimentação de contêineresno Brasil, que toma como base oembarque e desembarque denavios, é possível verificar que atendência de queda nasexportações, na verdade,precede a crise de 2008, emboratenha se acentuado no quartotrimestre daquele ano. No casodas importações, verifica-se quea queda foi mais abrupta (1ºtrimestre de 2009), porém, arecuperação tem sido maisrápida e vigorosa.Gráfico 1Exportação e importação trimestralem contêineres, 2006-2010Gráfico 2Crescimento, trimestre vs trimestredo ano anterior, 2007-2010AnálisesEm termos globais, asprevisões para as taxas decrescimento anuais são de 3% a6%, de acordo com consultoriasespecializadas. Essas taxasestão, na verdade, muito aquémdos patamares verificados nadécada anterior. O gráficonúmero 3 indica as exportaçõesmensais em TEUs para asprincipais regiões do mundo.Percebe-se que o ExtremoOriente, em particular a China,tem crescimento contínuo, masnão acentuado, e por isso não écapaz de compensar as quedasdos mercados norte-americano eeuropeu.Válido notar que osmercados menores, como Áfricae Oceania, mantiveram-se quaseestáveis sem variação acentuada.Por outro lado, Europa eAméricas do Norte e Centraltiveram forte oscilação.A tabela/quadro número 2expõe a queda na movimentaçãode contêineres em praticamentetodos os portos brasileiros.As exceções, por motivos muitoparticulares, são Rio Grande, RS,Paranaguá, PR, e Vila do Conde,PA. A crise interrompeu umasérie de crescimento acentuadoque remontava ao início dosanos 2000.


66 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalEm termos absolutos,contudo, a queda em 2009(3.238.810 TEUs, contra3.781.425 TEUs em 2008),conforme aponta a tabelanúmero 2, não foi aguda a pontode reduzir o movimento apatamares inferiores ao que severificava em 2006. O Porto deSantos, com maior número deoperações no país, movimentou1.379.999 TEUs em 2009, contra1.642.881 TEUs em 2008.Na tabela número 3, podeseverificar o número de escalasde navios nos principais portosbrasileiros entre 2007 e 2010.O total de escalas caiu de 2.422no quarto trimestre de 2007 para2.198 no quarto trimestre de2009. Em Santos, na comparaçãodaqueles dois trimestres, aredução foi de 723 para 597.É importante frisar que aredução acentuada do númeroGráfico 3Exportação mensal brasileira em TEU por região, 2006-2010 (fev)de escalas foi tambémconsequência da entrada emserviço de navios de maiorcapacidade (permitindo ganhode escala), bem como ocompartilhamento de algumaslinhas – ambas as providênciasvisando à redução de custos noenfrentamento da crise. ●Tabela3-Escalasdenaviosqueembarcaram oudescarregaram contêineresem longocurso,2007-2009Portoo2 007-I2 007-II2 007-III2 007-IV2 008-I2 008-II2 008-III2 008-IV2 009-I2 009-II2 009-III2009-IVS antos637662701723716664638684658666624597I tajaí/Navegantes181196194225239235239144147214221235R iodeJaneiro212231237242222195185184197211219225P aranaguá186206209205203202196206203238235224R ioGrande219223219227219203156186207237222219S uape95981061051069676109127147120131S alvador123130134149132113113122116145131121I taquai(Sepetiba)1171011141221151151171191081029694P ecem677373918076687574848577V itória677176746962606774857375S ãoFranciscodoSul8410711611119686751151361159664M anaus383939403834424837444349B elém222324242223222217192223F ortalezaa373134373332262024192022V iladoConde131312128 13131716262221N atal161111241512131412141311I mbituba13118 6 7 8 6 131510105O utrosportos8 7 7 5 7 127 7 5 7 4 5T otaldeescalass2 ,1352 ,2332 ,3142 ,4222 ,3372 ,1812 ,0522 ,1522 ,1732 ,3832 ,2562,198


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68 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalAeroportosInfraero lança guia que estarádisponível em seus Terminais de CargaAlves: “o Guia será revisadoe atualizado de ano em ano,para que os usuáriossempre tenham em mãostodos os elementos eprocedimentos vigentes”Após identificar asnecessidades dosusuários do transporteaéreo de cargas, a Infraero(Fone: 61 3312.3400) criou o GuiaInfraero Cargo, que apresenta demaneira explicativa a sistemáticaadotada nos TECA –Terminaisde Logística de Carga, passandopor processos como importação,exportação, carga nacional eremessa expressa, entre outros.O presidente Murilo MarquesBarboza destaca que a empresasabe da importância que ocupana distribuição de mercadoriasno Brasil. “Nossos terminais sãoportões de entrada e saída deprodutos do país e oferecemsoluções logísticas ao comércioexterior brasileiro”, comenta,ressaltando a importância dacriação do Guia.“Nesta publicação, canalizamosas necessidades dos clientesde carga aérea, identificando asdemandas por informação, emontamos este Guia para nãodeixar nenhuma dúvida quantoaos procedimentos adotados nosTECA. Nele, constam informaçõessobre todo o processologístico”, explica o diretorcomercial da Infraero, GeraldoMoreira Alves.Logo no início, o Guia apresentaum rápido perfil da Infraero.Em seguida, fala sobre a redeTECA, destacando a tecnologia eos equipamentos que sãoutilizados nos terminais, alémdos investimentos já realizadosneles e os serviços oferecidospelas CAC – Centrais deAtendimento ao Cliente,presentes nos principais TECA.Na sequência, o Guia fazconsiderações gerais sobre otransporte de carga, enfatizandoo NC – Código de Natureza deCarga, instituído pela ReceitaFederal do Brasil para facilitar edinamizar o manuseio e aarmazenagem da carga, quedeve ser registrada pelacompanhia aérea no sistemaSiscomex-MANTRA.


| edição nº100 | Jun | 2010 |69Ainda no capítulo dasconsiderações gerais sobre otransporte de carga, a Infraeroexplica como deve ser feita apreparação da mercadoria paraembarque, respeitando aspectoscomo legislação, peso, tipo decarga, etc., e aborda como éfeita a cobrança de tarifas pelosserviços de armazenagem,movimentação e manuseio.O assunto subsequente é oprocesso de importação. Acercadisto, o Guia Infraero Cargoilustra todo o fluxograma daimportação e, passo a passo,descreve as etapas do processo,da preparação para a chegadada aeronave até a entrega dacarga nacionalizada no aeroporto,passando pelos tipos deconhecimentos aéreos, recepçãode Manifesto de Carga naalfândega e vistoria aduaneira,entre várias outras etapas.Partindo para o processo deexportação, o Guia segue amesma linha. Primeiro, apresentao fluxograma. Depois, explicaas etapas do processo, iniciandona preparação da documentação,antes mesmo da entrega dacarga ao TECA, até chegar aoúltimo passo, que é a confirmaçãode embarque, enviada pelacompanhia aérea eletronicamentepara o SISBACEN – Sistema deInformações do Banco Central,que subsidia a emissão do CE –Comprovante de Exportação.Após esclarecer os processosde importação e exportação,aparentemente os que geravammais dúvidas aos usuários detransporte aéreo de cargas, aInfraero descreve os serviços deCarga Nacional e RemessaExpressa (Courier), mostrando aousuário quais são as particularidadesde cada um deles. Sãodois serviços totalmentedistintos e a principal diferençaé que o primeiro, como o nomediz, é nacional, enquanto ocourier é internacional.Na sequência, a Infraerodiscorre sobre regimes aduaneirosespeciais e outros benefíciosoferecidos aos usuários. A estaaltura do Guia, a empresadestaca os itens: flexibilizaçãotarifária, pagamento de tarifas,RECOF – Regime de EntrepostoIndustrial sob Controle AduaneiroInformatizado, admissãotemporária, drawback, LinhaAzul (liberação de cargas deimportação em até seis horas, apartir da chegada do voo),entrega programada de carga etrânsito aduaneiro.Quem também recebe grandedestaque no Guia é o ProgramaInfraero de Eficiência Logística,que nasceu em 2003 no aeroportode Viracopos, em Campinas, SP,já chegou a Guarulhos, tambémem São Paulo, e agora está sendoexpandido nacionalmente. “Criamoso Programa para reconhecere premiar as empresas maiseficientes na gestão da cadeialogística de importação por meiodos TECA”, comenta Alves.Neste capítulo, a publicaçãoexplica o que é o Ranking deEficiência Logística, comofunciona a assessoria personalizadade desempenho aosimportadores e fala sobre oevento de premiação, realizadoa cada 12 meses. Estes são ostrês módulos que compõem oPrograma.Por fim, o Guia traz uma listacom os 34 TECA, onde estarãodisponíveis os exemplares dapublicação. Inicialmente foramimpressas 50 mil unidades, quedevem suprir a demanda até ofinal do ano. Caso haja necessidade,mais exemplares serãoimpressos ainda em 2010.“O Guia será revisado eatualizado de ano em ano, paraque os usuários sempre tenhamem mãos todos os elementos eprocedimentos vigentes quecompõem as operações dosTECA”, ressalta o diretorcomercial da Infraero.O desenvolvimento da publicaçãocontou com a participaçãode órgãos como a ReceitaFederal do Brasil, a ANVISA –Agência Nacional de VigilânciaSanitária e a ANAC – AgênciaNacional da Aviação Civil, alémde ter levada em consideração alegislação vigente no país. ●


70 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalIntegraçãoTNT unifica identidade visuale lança TNT AraçatubaATNT (Fone: 11 3573 7700)anuncia a unificação de suaidentidade visual. A corlaranja e o logotipo TNT já estãocompondo toda a comunicaçãovisual da TNT Araçatuba, resultanteda aquisição do ExpressoAraçatuba pela TNT, em 2009.A marca identifica uma dasunidades de negócios daempresa que engloba os serviçosde transporte rodoviário domésticoe carga aérea nacional comforte atuação nas regiões Nortee Centro-Oeste.Além da TNT Araçatuba, aTNT tem no Brasil as marcas TNTMercúrio (resultado da aquisiçãodo Expresso Mercúrio, em 2007,e que compreende os serviços detransporte rodoviário domésticoe carga aérea nacional, comforte atuação nas regiões Sul,Sudeste e Nordeste) e a TNT,que engloba serviços internacionaisde remessas expressas paramais de 200 países.Com a unificação, os veículosterão de um lado a marca TNTAraçatuba e, do outro,TNT Mercúrio. “O nosso objetivoé que o cliente identifique a TNTcomo um fornecedor único deRodrigues: “o nossoobjetivo é que o clienteidentifique a TNT como umfornecedor único dediversos serviços detransportes”diversos serviços de transportes”,explica Roberto Rodrigues,presidente da companhia.Segundo o profissional, aideia é prevalecer só a marcaTNT, mas a mudança é gradual.“O importante é respeitar o valordas marcas locais, valorizando-as.A experiência com a Mercúrio foimuito positiva. Tivemos umgrande reconhecimento”, diz,acrescentando que a ideia com aAraçatuba é replicar o conceitoutilizado com a Mercúrio.Aquisição eintegraçãoA TNT Araçatuba representaum terço do negócio da empresano Brasil. Com a aquisição, a TNTcresceu 30%. Toda a estrutura daExpresso Araçatuba foi incorporadapela TNT, e os clientes,basicamente, são os mesmos.Agora, a empresa passa a atuarem todos os estados e municípios,contando com franquias emalgumas localidades, ou seja,utilizando veículos terceirizadosde companhias parceiras.Sobre o processo de integraçãodos sistemas, Rodrigues dizque o início foi em maio, e, em2011, a empresa toda irá operarcom o mesmo sistema. “Tambémbuscamos um padrão único deatendimento, unificando o pontode contato do cliente”, explica.A próxima etapa é aintegração de tecnologias noprocesso de carga com o uso deetiquetas de código de barrasem todas as caixas. Com isso, ocliente saberá, por meio dainternet, o status da encomenda.Com o sistema própriointegrado ao ERP, será possívelrealizar a leitura do código debarras, o escaneamento e atémesmo a automação de algumaspartes do processo.Para 2010, a empresa esperacrescer entre 10% e 15%.International RoadExpressO já conhecido serviçoInternational Road Express,oferecido pela TNT, terá suacobertura ampliada, ainda esteano, para países como Peru eBolívia. O serviço interligaBrasil, Argentina e Chile comoperações porta a porta e tempode entrega definido, envolvendomais de 30 cidades em 3.000quilômetros nos três países.Segundo Rodrigues, oInternational Road Expressprima por característicascomo cobertura nos três países,segurança, entregas porta aporta e com opção de rápidodesembaraço aduaneiro para osclientes. “A rede oferecepossibilidade de rastreamentoda carga, monitoramento detodos os veículos, permitindo amáxima visibilidade e segurançada remessa para o cliente. Umdos grandes diferenciais é aestrutura desse serviço,projetada para oferecer diasprogramados de partida doscaminhões, melhorando, dessaforma, o tempo de trânsito naregião”, explica o profissional.Ele acrescenta que a aquisiçãodo Expresso Araçatubarepresenta um passo estratégicopara a ampliação do InternationalRoad Express, uma vez que aempresa já tinha uma atuaçãoimportante no transporterodoviário internacional paraoutros países da América doSul. “A aquisição da empresachilena LIT Cargo, em fevereirode 2009, também contribuiu commais uma etapa do planejamentoda TNT para tornar-se líder naregião”, afirma. ●NotíciasRápidasSENAI Salvadorutiliza sistema degerenciamento dearmazém daEhrhardt + Partner(E+P)O SENAI Cimatec emSalvador é o primeiro local,dentro de 8 centros doSENAI, onde o grupoalemão Ehrhardt + Partner(E+P) (Fone: 21 98 88.04 97),especialista em soluçõesde armazenagem, montou einstalou o equipamentomodular de gerenciamentode armazém LFS 400.Durante uma semana,funcionários da E+Pinstruíram funcionários doscentros de competência emlogística do SENAI Bahia,Pernambuco, Santa Catarina,Mato Grosso do Sul,Rio de Janeiro, Maranhão,Rio Grande do Sul e EspíritoSanto como instalar pickbyvoice, pick-by light,radiofrequência e outrosequipamentos, assim comoo manuseio do sistemamodular de gerenciamentode armazém (software deWMS), LFS 400.DHL Globallança rotaHong Kong – ItajaíA DHL Global Forwarding(Fone: 11 5042.5717), braçodo Deutsche Post DHL,está aumentando seupacote de serviçosconsolidados marítimos elançando a nova rota HongKong – Itajaí para importação.Além do investimentoe lançamento de novasrotas no departamento deLCL, a empresa tem comometa para 2010 expandiras operações no setor dePetróleo e Energia,contando com o departamentode ProjetosIndustriais.


| edição nº100 | Jun | 2010 |71ContêineresCBC é credenciada da BICACBC – Câmara Brasileirade Contêineres, TransporteFerroviário e Multimodal(Fone: 21 2263.1645) acaba deser credenciada como únicarepresentante da BIC – BureauInternational des Container et duTransporte Intermodal no Brasil.Associação formada pelosfabricantes e proprietários decontêineres, a BIC foi fundadaem 1933 e tem a finalidade depadronizar as siglas e as nacionalidadesdos seus equipamentos,como explica JornHeerulff, vice-presidente daentidade na Região Nórdica.Em 1970, a BIC passou aregistrar os contêineres comcódigos para poder gerenciá-loscom mais facilidade. É o BIC-Heerulff e Campos Jorgeselam o credenciamentocode. Em 1972, a OrganizaçãoInternacional de Normalização(ISO) o adotou e entregou à BICa gestão da atribuição exclusivado BIC-code container paratransporte internacional e aatualização do seu registrooficial de códigos proprietários.O código identifica aorigem do contêiner,dono, localização, o queestá sendo transportadoe para onde deve ir.Também pode serutilizado pelos terminaisde contêineres para sualocalização no pátioonde estão estacionados.“É como a placa docarro”, compara Heerulff.O BIC-code é composto de14 caracteres, sendo três letrasdo alfabeto latino para o códigoda nacionalidade do contêiner (asigla oficial do Brasil, padronizadapelo BIC, é BRX), quatroletras para a identificação doproprietário, sendo a últimadessas letras sempre o “U”, esete dígitos para indicar anumeração e a série do contêiner.“Com as exigências daalfândega, todos os contêineresprecisam ter um código. A partirdeste registro, pode-se fazeruma consulta na BIC e descobrirtodas as informações sobre acarga. O número de identificaçãoé único, e o mundo todosegue este mesmo padrão”,explica Silvio Vasco CamposJorge, presidente da CBC.Todas as grandes empresasdo segmento já possuem ocódigo, conforme lembra oprofissional. Com a exigência noBrasil, as pequenas companhiastambém serão obrigadas a tê-lo.“É mais um avanço para a CBC”,ressalta.A CBC, fundada em abrilde 1977, é uma associaçãomultissetorial, sem fins lucrativos,que trabalha para a difusão e odesenvolvimento da Conteinerização,do Ferroviarismo e doMultimodalismo no Brasil.●


72 | edição nº100 | Jun | 2010 |MultimodalOperador logísticoNova divisão daMcLane ofereceserviços internacionaiscompletosPertencente ao grupo BerkshireHathaway, a integradora de soluçõeslogísticas McLane do Brasil (Fone:11 4789.6969) anuncia a criação daInternational Logistics, divisão denegócios que oferecerá serviçoscompletos e sob medida para toda umacadeia, da coordenação completa dasoperações de exportação e importação àsinergia e ao controle das atividadescomerciais, fiscais, governamentais eoperacionais dos processos.Segundo Fernando Medeiros, diretorgeral da International Logistics, essaunidade, irmã da Divisão Supply ChainSolutions, é uma empresa independente,responsável pela logística internacionalde clientes nacionais e internacionais.“Através do Brasil, nos tornamos capazesde atender o cliente completamente,unificando o seu contato com a companhia”,explica. Desta forma, a McLane doBrasil empregará o conceito “one stopshop”, ou seja, um único prestador deserviços pode suprir todas as necessidadesdo cliente.“A criação da International Logisticsnão foi em razão da boa situação econômicamundial, mas o momento não poderiaser mais oportuno”, ressalta o profissional.A expectativa é que a nova unidadeMedeiros: a expectativa é que anova unidade ajude na previsão deaumento em 100% do faturamentoda McLane no Brasil em 2010ajude na previsão de aumento em 100%do faturamento da McLane no Brasil em2010. A iniciativa posicionará a companhia,que tem faturamento mundial de U$ 35bilhões, em um novo patamar no setor,como integrador logístico internacional.Além de contar com clientes que ogrupo já possui, e focar em companhiasmultinacionais, a nova divisão tambémvê as empresas do próprio grupo comopotenciais clientes, pois elas demandamserviços internacionais.Para Medeiros, o maior desafio nacriação da unidade foi trazer a mesmacultura da McLane Supply Chain Solutionsdo nacional para o internacional. “Estamosconfiantes no sucesso”, destaca.A International Logistics permitirá aatuação da companhia com duas diferenteslinhas de produtos: “TradingCompany”, responsável pelas questõeslegais, burocráticas e fiscais da importaçãoe exportação dos produtos de seusclientes, e “Freight Forwarding”, por meioda qual a empresa atuará comointegradora logística de transportesinternacionais marítimos, aéreos ourodoviários de contêineres.A McLane trabalhará com estes doisprodutos simultaneamente, de forma queeles também possam ser oferecidos aosclientes independentemente, de acordocom a necessidade.A outra divisão do grupo, Supply ChainSolutions, continuará a oferecer soluçõesinteligentes, que são subdivididas emSupply Chain Strategy e Supply ChainOperation. O primeiro subgrupo inclui noseu portfólio de serviços design de rede,distribuição de canais, engenharia fiscal,design de operação, tecnologia einovação. Por fim, a área responsável poroperações abrangerá soluções referentesà armazenagem, aos transportes, à gestãointegrada da malha logística, ao customerservice, serviços agregados e à logísticainternacional. ●ErrataAs informações relativas ao Mira OTM Transportes,publicadas à página 49 da edição nº 99 darevista Logweb (maio/2010) estão incorretas – atabela abaixo contém os dados corretos.TransportadoreseOperadoresLogísticosnaÁreaFarmacêuticaaPerfildaEmpresaTransportadora(T)ouOperadorLogístico(OL)?EstruturstruturaLocalizaçãodamatriz( (Cidade/EstadoCidade/Estado)NúmerodefiliaiseEstadossondeestãolocalizadasQuantidadedeCDseEstadosondeestãollocalizadoocalizadosRegiõesatendidaspelaempresmpresaQuantidadedecargaamovimentadaporano(Ton.)Seeadotaosistemadef franquias,quantas?ServiçosOferecidosEspecialidadesdettransporteransportessServiçosagregadosaosttransporteransportessPrincipaisclientesnaáreaffarmacêuticarmacêuticaaOperaçãperaçãoMiraOTM TransportesFone:112142.90000TSão Paulo, SP20: SP, RJ, SC,GO, MT; MS6: SP,MSPR, TO, DF,SC, TO, DF, GO, MT;Centro-Oeste; Sul; Sudeste4.500NãoT otalveículosfrotaprópria450T otalveículofrotaagregadaa 210Frotarastreada?TecnologiasusadasnorrastreamentastreamentoTecnologiasutilizadasnasoutrasoperaçõesexecutadaxecutadasCertificadanaISO 9000?CertificadanaISO 14000?CertificaçõesANVISA quepossuossuiServiçosdiferenciadosoferecidosnaáreaffarmacêuticarmacêuticaaCarga geral; Cargaexpressa; Produtossensíveis; Produtosfarmacêuticos e cosméticosArmazenagem;Gerenciamento de estoque;Embalagem; Montagem dekits e conjuntos;Gerenciamento detransportes; Paletização;Cross-docking; Logísticareversa; Desenvolvimentode projetosDHL (Unidock's); Profarma;Libbs; Eurofarma;HypermarcasSimOmnilinkControle de Estoques porsistema WMSSimNãoCOVISA 2009;Portaria 344-AEControle de temperaturanos armazéns e veículos;Área segregada nosarmazéns; Frota dedicada


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74 | edição nº100 | Jun | 2010 |Agenda Julho Julho Julho JulhoEncontroEvento MulticâmarasMercosul – Câmaras deComércioPeríodo: 21 de julhoLocal: Jundiaí – SPRealização: ABEPLInformações:www.abepl.org.brimprensa@abepl.org.brFone: 11 4581.2346CursosTécnicas deImportação e ExportaçãoPeríodo: 3 de julhoLocal: Caruaru – PERealização: Focus TrigueiroInformações:www.focustrigueiro.com.brtreinamento@focustrigueiro.com.brFone: 81 3432.7308Gestão de Alto Desempenhoem ArmazénsPeríodo: 5 de julhoLocal: Curitiba – PRRealização: TigerlogInformações:www.tigerlog.com.brcontato@tigerlog.com.brFone: 11 2694.1391Gerenciamento deSuprimentos e ComprasPeríodo: 8 e 9 de julhoLocal: São Paulo – SPRealização: IMAMInformações:www.imam.com.brimam@imam.com.brFone: 11 5575.1400Logística TributáriaAplicada aoPlanejamento de RedesPeríodo: 13 e 14 de julhoLocal: São Paulo – SPRealização: ILOSInformações:www.ilos.com.brcapacitacao@ilos.com.brFone: 21 3445.3000TI no Planejamentoe nas Operações LogísticasPeríodo: 14 e 15 de julhoLocal: São Paulo – SPRealização: CEBRALOGwww.cebralog.comsac@cebralog.comFone: 11 2359.6264Gestão Tributária e Fiscalnas Operações LogísticasPeríodo: 17 de julhoLocal: Joinville – SCRealização: TigerlogInformações:www.tigerlog.com.brcontato@tigerlog.com.brFone: 11 2694.1391Gestão de EstoquesPeríodo: 19 e 20 de julhoLocal: São Paulo – SPRealização: CetealInformações:www.ceteal.comsecretaria@ceteal.comFone: 11 5581.7326 ou 115584.9031Veja a agenda completa no Portal www.logweb.com.brDesenvolvimento Organizacional eProfissional em Logística e Supply ChainJUNHO e JULHO| Agenda anual completa em: www.ilog.org.brAdministração de Materiais e Suprimentos DataBásico de Compras (8h) ......................................... 3 de julhoO Comprador Moderno (16h) ............................. 6 e 7 de julhoTécnicas e Métodos de Inventários (8h) ......... 14 de julhoAvaliação do Desempenhode Fornecedores (8h) ............................................. 15 de julhoSCM e LogísticaDataFundamentos do SCM (8h) .................................. 12 de junhoLogística da Produção/PPCP (16h) .................... 10 e 11 de junhoRedução de Custos Logísticos (16h) ................. 16 e 17 de junhoDesenvolvimento deAnalistas Logísticos (16h) NEW! ......................... 22 e 23 de junhoDesenvolvimento Organizacional e Profissional DataPlanejamento Estratégico (16h) ................................ 27 e 28 de julhoGerenciamento de Projetos /Fundamentos (16h) ....................................................... 19 e 20 de julhoTécnicas de Negociação (8h) ..................................... 24 de julhoTerceirização Estratégica (8h) .................................... 26 de junhoLean ManufacturingDataIntrodução ao Lean Manufacturing (8h) ............... 21 de julhoMapeamento do Fluxo de Valor (8h) ....................... 22 de julhoCélulas de Manufatura (8h) ........................................ 23 de julhoInformações e inscrições:ctd@iquattra.com.br e (11) 2082 1416


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