1995 - Sociedade Brasileira de Psicologia

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1995 - Sociedade Brasileira de Psicologia

ijt . ' a % , '. .;-j j i-b) ( .:4// 91 . ,? ;, - . . .. y j* . n*% ,= z . .x Y **w r> ) 4q= . ..5 - N%+w- e > -1'. . -'; : . tk NJRibeil'âol'leto,Outubl'o (k 1995 y , . .Mt., sḌ ' '1 =.171.1:'.1 't- 'O . tg ., fl'j. ï .)ç, ... . j;SodedadeBîasileira dePsicologia


x x v R EU N IA OA N U A L D E P SIC O L O G TAltibeirio Preto,25e 29 de Oum bro de 1995Faculdade de Filosofia Ciênciase LctrœsUniversidade de S;o Paulo


..k41:1j:lSOCV DADE BRASK EIM DE PSICOLOGTA(SucessoradaSocictladedeBicologiadeIkilxirioPreto)Ftmdada em 25.09.1971,declamda deUdlidade PtiblicaMunicipalpelaLei2920/74O BJBTN OSDA SOCIEDADEPromover o desenvolvimento ciendfko e técnico em n icologia.lncentivarainvestigaçsoto ensino ea aplicaçso da Psicolop'a.Defender a ciéncia e os cientistasem Pslcologia,bem com o ospsicölogosque aabalhnm naaplicaçio dosconhecimentosda Bicologia.congregareintegrarospsicölogoseoutrosespecialistasem lemsafms.C oxsBLHo DA SoclBoM E BRASILEIM oB PslcoLotMMzMn osNAeros(Bx-vu smBm s)AndréJacqueminCarolina M nrnlKcel.liBoriDeisy dasGraçasde SouzaIsafu PessotdJoséAparecido daSilvaJoséLinode OliveiraBuenoLuiz M arcellino de OliveiraM aria Clotilde RossetiFerreiraRrinierJ.h.Rozestratenlkicardo GorayebD IRRTORIAMaMn osBlœrrosCdlia M .Lana da Costa ZannonM aria Amdlia M atosRosalina Carvalho da SilvaThereza Pontqlnlde Lem osM euelVera Regina LignelliO teroCarlosAlberto Bev raTomaz(Presidente)AndréJacquemin (Vice-presidente)Wilson FereiraCrelho (Secretido Geral)DircenéaDeLlzariCorréa (Primeira Secretlia)EleniceAparccidadeMorae,sFerrari(SegurjdaSecretlia)MlrciaReginaBonagambaRubiano (PrimelraTesoureira)TelmaVitöria(SegtmdaTesoureira)


C OM ISSAO DO PROGRAM A C IENT9 ICO DAX X V R EUNIAO A NUAL DE P slcoLoG-Alm irDelPretteAngela RozestratenAntonio G lso de Noronha GoyosCxsarAIe.ZSGaleraDeksy dasGraçasde SouzaEdna M aria M arruranoElizabeth RainierM xrdnKm beiro do ValleEuciaBeaœizLope.sPeteanH emiette Tognetd Penha M oratoJairo Eduardo Borges-M dradeLino deM acedoM anoelAntonio dosSantosM arcoAntonio deCastro KgueiredoM ariaAmlliaAnderyM aria Bem adete A.Contm de AssisM aria Clotilde Rossetd FermiraM aria Stella Courinho de Akântara GilM aria Tereza Pi= SdrioM arina M assim iM arisaJapurM iria Silveira VianaNiétsy H elena Puglia BergamascolhulStephaneckRosalinaCarvalho daSilvaSônia Regku LoureiroSônia Sant-a Vitaliano GraminhaSylviaLeserdeM elloTlciaReginadaSilveiraVera BussabVeraLtkiaSobralM achadoVeraReginaLigneliOteroWanderley CodoZzliaM ariaM endesBiazolliAlve.sSECRETARTA ExEcuTr?AEliane Crisdna Almeida LimaAdriana Ahneida Balthazar


0f, . 1'fM olo A M Au zAçAo DAX X V R Btm lAo A NUALUniversidadede S;o Paulo,Cam pusdeR ibeirfo Pretoraculdadede H osofia,Ciênciase LetrasPrefeitura do CampusdaU niversidade de S;o IhuloFINANCTAMENTOSCorlselho N acionaldeDesenvolvimento Cientffko e Tecnolögico -CN Pqrundaçso deAm paro à Pesquisado Estado de Sâo Paulo -FAPESPFinanciadoradeEsmdoseProjetos-FINEPA GANCIA O rlcx Do EvBvroH ardy Viagerkse Turism oT m spolcAooM O rlcx oo EVENTOVarigIkio-sulO RGANIZACAOFESBE EVEN TO S


N este ano em que com em oram os osvinte e cinco anosde atividades cientfficas da Sociedade B rasileira dePsicologia,a atualD iretoria,em nom e de todos osassociados,agradece o em penho e a dedicaçâo dosex-D iretores,quecom seusesforçosajudaram estaSociedadearealizarseusprojetos.Paraistoapresentam ososnom esdaspessoasque com puseramasD iretoriasdesde 1971 até 1994.


.b.41j'/jSoclBoM E DB PslcoLoGu DEm BslltAo Pu 'ro - SP R PGestöes1971/72/73Presidente:ReinierJohanne,sAntonilzsRozestratenr Vice-presidente:Jo:o Cliudio TodorovA20Vice-presidente:Angela IgnêsSim6esRozzstratenIQSecreto o:Rkardo Gorayeb20Secretlia:Terezinha M oreiraLeite10Tesoureiro;Lino deM acedo20Tesoureiro:LlAiz M arcelino deOliveiraGestio 1974Pru idente:Luiz M arcelino deO liveira1*Vice-presidente:M ariaInésde AssisM oura2*Vice-presidente:Terezinha M oreiraLeite1*SecmHria:ReginaH elenaSacom an2*Secmtlia:M gelaIgnêsSim6esRozestraten10Tesoureiro;Lino de M acedo2*Tesolzreira:Lucia H elenaZuccolotoG est;o 1975Presidente:Luiz M arcelino de Oliveira10Vice-presidente:M aria H elenaSnrti2*Vice-presidente:M yriam Silveira Vinnna10Secreto a:H eloisa H elena Ferreira Rosa M aestrello2*SecretH o:Ed M ello Golfeto10Tesoureira:VeraReginaLigneliOtero20Tesoureira:M ara Ignêz Cam posdeCarvalho


G estâo 1976Presidente:M aria C lotilde RossetiFerreiraloVice-pruidente:M ariaTemzaAmujo eSj1'va20 V ice-presidente:M yrinm Stl'veira V innnalo Secred ria:H eloksa H elena rerreira RosaM aescello20 SecretA ia:M aria D ziza BarbieriloTesoureiro:Stl'vio M orato de Carvalho20 Tesoureira:Vera Regina LignelliO teroG esu o 1977Presidente:Isaias PessodloV ice-presidente:Josd Aparecido da S17 va20 V ice-presidente:Terezinha Fiorinilo Secree4ria:M aria Teresa S.B.de Alm eida20 Secretl io:M arco Antonio Castro FigueiredoloYesoureiro:Sild o M orato de C atvalho20Yesoureira:Vera R egina LignelliO teroG estio 1978Presidente:Luiz M arcelino de O liveiraloV ice-presidente:Josë CarlosSim besrontes20 V ice-presidente:Eha M nrilene StellaProrokloSecreto o:Josd Apv cido daSilva20Secretl io:Terso B.M nxRnttiIoYesoureiro:Silvio M orato de Catvalho20Yesoureira:M ara Ignêz Cam posde CarvalhoG est:o 1979Presidente:lticardo GorayebIo V ice-presidente:Regina H elena Sacom an20V ice-presidente:Leila Jog eloSecreto o:Julio CesarCoellao deRose20Secreto a:D eisy aaq Graçasde Som alo Yesoureira:M aria Beatriz M .Linhares20Yesoureira:D ircenda L.Corrêa


.k41:1j,;G est:o 1980Presidente:JosdLino deOliveira Buenor Vice-presidente:N ivaldo N aleIQSecmtlia:ZéliaM ariaM endesBiasoliAlves2*Secretlio:Jtilio CesarCoelho deRoselolksoureira:D eisy dasGraçasdeSouza20Tesoureiro:W ilson deCa posVieiraG est:o 1981Presidente:LuizM arcelino deO liveiraVice-presidente:JosdAparecido daSilva10Secmtl ia:M aria Bernadete A.ContartM sis2*Secmto a:M ariaCritinaPedrescltiCaliento.1@Te-soureiro:Antonio Ribeiro de Alm eida20Tesoureiro:M aria Lucim arE PaivaG estâo 1982Presidente:Ricardo GorayebVice-presidente:ZzliaM ariaM endesBiasoliAlves1*Secmtlia:Rosalina Carvalho Pessod20Secretl ia:M ariaCristinaPedreschiCaliento10Tesoureira:M aria Aparecida Crepaldir Tesoureira:Vera LuciaSobralM achadoG estâo 1983Presidente:lticardo GorayebVice-presidente:AntlréJacquemin10Secretéria:TeresinhaPono N oronha FerreiradeArruda20Secretlia:Eucia Beatriz LopesPetean1*Tesoureira:Sandra D lizmN tmes2*Tesoureiro:CarlosEduardo Cameschi


G estâo 198+Presidente:AnclrdJacquem inV ice-presidente:Sonia Santa Vitaliano G raminhaIoSecred ria:Teresinlu Porto N oronha Ferreira de Arm da20Secretl ia:Eucia Beatriz LopesPeteanloTesoureira:Sandra Luiza N tm es20Tesoureiro:CarlosEdllnrdo Cam eschiG estâo 1985Presidente:AnclrëJacqueminV ice-presidente:Sonia Santa Vitaliano Gm m inhaIoSecretAia:M arisa Japur20Secm to a:M aria Aparecida PrioliBugh'aniloTesoureiro:Antonio m 'beim de Alm eida20Tesoureiro:CarlosEdunrdo C am eschiG estâo 1986Presidente:R icardo Gom yebV ice-presidente:M aria Lucia D antasFerrariloSecretA ia:H eloisa H elena Ferreim RosaM aestrelo2*Secreto a:D eisy dasG raçu de SoxxzmloTesoureira:Eucia Beatrix LopesPetean20Tesoureira:M ariângela de O liveiraG estio 1987Presidente:D eisy dasG raçasde SolazmV ice-presidente:Isaims PessottiloSecx *dria:M aria Aparecida PrioliBugh'ani20Secrete ia:A na M arian'm enta de CarvalholoTesoureira:M ariângela de Carvalho20Tesoureira:M aria Beatrix M nrtinqLm ' hares


G est:o 1988Presidente:D eisy dasGraçasde SouzaVice-pmsidente:ZzliaM aria M endesBiasoliAlveslosecret4ria:H eloisa H elena Ferreirada Rosa20secretl io:Antorlio Bento Alvesde M oraes19Tesoureira:Vera Regm' aLigneliOtero2*Tesoureira:M aria Elùa BechelliGestio 1989Presidente:Josd Aparecido daSilvavice-presidente:Z2liaM ariaM ende,sBiasoliA lves1*Secretl io:SorliaReginaPasian20Secmdria:Regina H elenaLima Caldm a10Teso> ira:VeraRegina LignelliO teror Tesoureiro:Sergio Fukttsima eN11'ton Pinto m beiro FilhoGeatso 1990Presidente:lteinierJohxnne-sAntorlitsRox stratenVice-presidente:RaquelAlve-sdosSantos1QSecretlia:LudmiladeM oura20Secmtïria;VesnaIlanaH amburgesTam belliniTesoureiro:Antônio Pedro de M elo CruzG estâo 1991Presidente:lticardo GorayebVice-presidente:ReinierJohnnnesAntorlilzsRozestraten1*Secreto o:D eisy dasGraçu deSouza20Secreto a:M ariaAm éliaM atos1*Te-sou ira:Vera Regm'aLigneliO tero20Tesoureiro:JosdGonçalvesM edeiros


'!;lG estio 1992 - 1993SOCIBDADB B M SD BIMDB P slcoLoGu - SB PPresidente:Carolina M nrrl4AcelliBoriV ice-presidente:ReinierJohnnnesAntonitu RozestratenSecretA io G eral:Luiz M arcellino de O liveiraloSecreto a:D eisy dasG raçasde SouzaZoSecretl ia:M aria Am dliaM atosloTesoureira:H elotsa H elena rerreira daRosazoTesoureiro:Cdlia M ariaLanadaCostaZnnnonG est:o de 1994 -1995Presidente:C adosAlberto Bezerra Tom azV ice-presidente:Andrd Jacquem inSecreto o G eral:W ilson Ferreira CoelholoSecm tl ia:D ircenda D eLA zariCorrêa20Secredria:Elenice Aparecida de M oraesFerrariloTesoureira:M e cia R egina Bonaga ba Rubiano20Tesoureiro:Sônia Regina lhsian / Telma Vitöria


of'SueoM INI-C ONrEM NCIAS1. udançastecnologlcas,c a eln vlduo nasorg açoes2 Abordagem psicomdtrica e abordagem psicogendu'cada1ntC11genC1A:2PfOYlIMZCOCSeCO13tfO V CrS1% ........................................243 . ReP resentaço-'essociais-Teoria . e pesquisado nu'cleo central....... ............. 25+ . Behaviorism o radicalrepresentaciom'sm :o epragm aus-m o .......................265.I>esqlzisa bbsica vevsusaplicada?......-.................................... .............276.Osnovosserviçosdeatendimento ahinfan ' cia naIt4liaeEuropa ..... ........28ESAS-D ON DAS8.Psico-oncologia:Perspecdvasteo'ricasem etodolögicas.....................319.A quest:o dacorksciéncia no debatecontem poran ' eo:U m a(lisrnlKs:o rlaIlsictlltljriaetlal-tltlstli;t.............................................24:1SlMpöslos10 TendeAnciasam aisem prevenç-ao etratnm ento dedependeAnciu'm icas 4111 Relaço-esentreIm'ciaça-o Cientlf'1ca e Pös-Graduaça-b em Psicologia-.D iscttssa-o de dadospreh'minaresem diferentestmiversidades.............4513 Controve'rsiasteöricase em pfricasem fçlkoriada M ente'' 4914 * Integrnndo abordagenspsicoffsic% > flsiolögicaseciberne'ticu-o visual 5415.Questo-espoleAmicasemetodolögicassobreadoça-'o . .5816 A contribuiça-o do construtivism o paraaJrea claeducaça-o especial.....62


'e*. !1KC.917 Interaça-o cn'nnça-cn'ança e o esm do dosprocessosdeCom 1.rll-(:ttça-o t:tltzstrrzArtylArl-rxl(lrzttxtl:t(:t7t-nrlq;tt....................................($t$IL11 (21JttlAfll-rrlento Ilsicolögl-co rzzusclfnl-cu escola ...................................7r()19 V iso-'esde cn'alx a e dedesenvolvlm' ento ' antilnaspropostutICtrtlna1lA(>t)rrl(reches...............................................................7!520. enlnose m enlnasde . pectospslcolop cose sqm sanoBrno' 79:!1 .éityllrtrtrrltlthrtr(:c)rrltlrrt)r-.zqkcr1-nr!çaerrlfoco ..................................El3:):4 lasicologl-a lrtnéjrll-t1-Ar:t-.llsttzclt;s(laJterlça-o .........................................ilir23 A constitqaiça-o do objetodeestudo em HistöriadasCieAncias .90:),4.éittbJ-eu-w-a ntltreIkI-r1 értlrrl............................................................6):125 Fatorespotenciaisde risco paraa sauede m ental' antil 9826.A cn'alx a e o texto:Identtf'lcando,produzm'do,com preendendoecom llnicando-seatravdsde diferentesvefculosdetextos...............10227.Problem asdedesenvolvim ento e deaprenaizagem :Propostasde aw liaça-'o 10628 ConKideraço-'essobre a interaça-b fnm flia etrabalho em alktintosCnC'AI)f)sCIC l*r15resti g Jt6JLMCI...........................................................1à .()29.Integraç-ao dnAatividadesdo pesquisadore do proflssionalemse tnviçoscltrCtttrlflirrxento ltcom l1n1-dade .........................................1I Cr;!().lasicologl-a l-enom eno1o'jic;t............................................................11rrc oNrEKtNcu s31.A produçao do conheclm ento eo lnnnlquelsm o ...............................I2332.Psychological1n- quiry w ith cornputers ...........................................12434.On the problernsof searching fornaturalcontingencies....................125


-.,@? l/C uRsos28 ID ia o'stico em-tervença-o ch'nicacomponnm ental ............................ I29;!14.:1Ilrectllceltt),lrlçllArllltlflestlclefla(le............. ...................................... IL;!()114.29lzriatin-d n(le-.lîld1l1(ltlrrlittlecltléilll1*(7.. ............................................ I SrI28 + N europsicoh'n ''stica e computadoresem educaça-o e clfnica .............13228 . 5 Estratégiasdem'vestiaça-o g cm psicologiaorganizacionaledoibl28.6 Terapiade casal:Avaliaça-o eatendilnento ..................... ..................I 347 Ex erieAncia psicarmlfticaem irlstittiça-o 136:56).I 2tsIlectt)s(leazzdlise Ilsl-ctlltsérl-carlafZa ...... ...................................... I ê!7r:56,.:!(7Ilrtlcesstlclealfatletl-zaça-o esc()1% ............................. .................. 1 14él29.3 O ensino da leitur? e escrita parao deftciente auditivo ....................... 13929.5 Aspectosconceituaisda nnlliseexperim entaldo com portam ento ....... 140W omnops3 5l3S1*C()1()j;1*a C t)llrtlj;r a 1;* tllltt)fl......................... ...........................1 :133($é;e * cleC ett)elltcfïllt)sclc é;.............. ..............................àV foEos3 ;'Irlstittzcit)rl -zaça-o atlazlcltlrllea(I()ça-(>..-....... ..................................... 1 :1738 odena( m e )Scopn e ve 1centrlgloco:nuow se lp. . 4839 odena( m e ')L'Erba de1m'do è sempm piu ver':l'tsocleltlslx -() ............................... .......... l416)


o* f. p:Ṭa SRœou s nB coM =cAçöBs clBvrfrlcAsJlasil:lnltyériltrInI?nrvtfli:t(()IL.4)JLt()I.1 i;) .I51JEas1-(;(>lt)I;z-trl é;:t1'1T1(:(()13.()ILtk():1.l () .l($6)IE/eKePCa-O I?sicossl-ca ()Cr.()l t()15.IL1) .Iél1lasicolop-a (Elrj;nrtixo c1-ond /'17rJtl>nlAt)(()41.4)1 Jt()41. ). . .I6)5so do mputadorna Educaça-b Es cial(05.01a05.07) . .221JE>sicof1s1-o1og1- 1?sicob1-o1op-a (()t$.()1Jt()t$.1 I ) . .;!3 Ietodologl-a tltlI?(:s(41.iAt();F.()ILt()3%.();:) .:4:15tjcn1-cnKcltrI!7(nrt(:Psz-colögl-co (()1.4)I Ct()1.1() . .;!551E>sico1og1-a tEilfrli(:Jt/I?tlrstxrlnl-rIncltr()6/.()1 t()6/.241 ) .:4t9;rgEasicologl-a -t1-NrJt(IL().(1JL:tIL().14:1) . .;r()I1L1sico1ogl-a 1;t)c1*Z (IL1 .()lJtILl.5 ë;) .. . .3;j5Iasicologia do (Desenvolvirnento (12.01a 12.30) .383A n -se Experimentaldo rnportnmento (13.01a13.49) .415Tasicologia Escolar/Educaça-'o (14.01 a 14.55) .4671F!tfltAj1*2t(1i;.()ILt119.()41) .. .- .5 :45#IN D ICB R mm ssrvo DB A u rou sAbtrviaturu do fndice rçmissivoini-conferAenciaM csa-RydondaSim pöszoCon-ferênciaC ursoWorkskotVfdeoM CMASCFCWV531


!1ilM N-c oxrBlttNclAs


()j.Mudançastecnolôgioas,culturae individuonas organlzaçöes de trabalhoAntonlo Virgilio BittencourtBastos(Universidade Federalda Bahia)sâo intensas as transformaçöes sooiais, oulturais, politloas e,especialmente.teonole icas que eatâo oonfigurando novos een/riospara o m undo do trabalho.0 ritm o aoelerado de tais m udanças geraam bientes altamente insu veis e desenoadeia m ûltiplos proceseosorgania oionais para Iidar oom a inoedeza. Além de m udançasestruturais.sâo m ûltiplas as m pdanças oulturais nas organizaç-oesoom olaras im plicaçöes eobre as relaçles dos individuos com otrabalho,com as equipes e a gerêncla.Tais alteraçöes interagem comm udançag na pr6pria força de trabalho, em term os dos valores eaignifioado do trabalbo.Analisar,com baae em um Ievantam ento daliteratura pertinente,as interaçöes deste com plexo vértioe que unecultura,individuo e mudanças tecnole ioas nas organizaç-oes é oobjetivo do presente trabalho.Três grandes segmentos estruturam aoom unioaçâo:A oreeoente inform atizaçâo e autom açâo, alterandosubltancialm ente a base técnioa da produçâo, tâm oonduzido aformatosorganizaoionaisque,no jeral.tendem a sermais enxutos,menos hierarqulzados e m ais âgelstrom pendœ se, assim ,o m odeloolâssioo da buroçraoia m eoânica.O Im pacto das novas teonologia: éanalisado em termos dasoonsejûênoiassobre o nivelde emprego,exigênoia de qualifioaçâo da m aœ de-obra,estrutura ooupaoionaleprooessos de organizaçâo do trabalho.A cultura organizacional,oonjunto de valores,normas.prâticas erituais que singuralizam çada organizaçâo constitui.quase sem pre,fatorque im pe resistênoia às transform açe s,oristalizando form asde Iidar oom o amblente e impondo desafios oomplexos paragerenciar sua alteraçâo.A dinâm ioa oulturale, especlalm ente,osprooessos de sooializaçâo formais e inform ais sâo analisados emtermol das noval demandas ambientais e teonole ioas oolooadas àsorganizaç- s.Finalmente,a complexidade do ajustamento individuœ organizaçëoé diseutida.consideradœ se as alteraçôes no conjunto de valores eexpeotativas individuais e coletivas relaoionadas ao trabalho emparalelo aos novos proçessos de trabalho * de geltâo em ergentes.Gom o oonolu*âo, sâo apontados os desafios de se estruturarsistemas de trabalho de alto desem penho,adiculando a dim ensâotécnica e soçial ou eeja, individuos. trabalho, teonologia einformaçëo.OA


02 ORPAGEM PSICOW Tm CA E ABORDAGEMO ICOGENO CA PA INTELIGêNCIA:ApRoxlv Ao Es ECONTROW RSIAS-u E lane Gerk P.Carneiro -Ue ersidade Gama FlhoA avalia# o da inteligG cia tem sido realiada basix e deacordocom dois grandesm e los:o psicom drico e o piagce' o.Ostestespsicome'n'cosfom m piœ eiros na mH ida da Y ligG ic 3* m ostemposdeBind.En- nnkn,apaxir da dH % de 60 X m - ram a sofrer um a séhe de crkicas baso das,phncipalm- .na h lta de base te hca explicativa do cœ strudo que pre demavaliar.M prou s pia> ixnns.porseu tum o.ge aram grande pœ ularidade,m aspasu mm a ser usadas œ m fmscomparatiw se de um pœ to de vim dapsicole dilrencial,quen;o erao seup+ M orio al.Inûmems e- otivas de padre œçâo e s yrou s piag-innns foramrealia dasno intuito de lhesdarum ca/terdehgorestatisfco (Andrade,1984),o- udo,e k- e ivas forma igualmO te chtic dasporferirem ospressupostosbésicos do m e elo piagdiano que n5o compo- m abordagem comparativa(Corra e M o- ,1991).A padirdos anos 60,num erosos trabalhosf0= desm volvidosvisandoinvestigar as relae s œ tre asprovaspiagdzana ' s e os1.eM psiœme cos.Anxlisando a revie o bibliogréfca 110 porAndmde (1983),verifr>mnqqueosG udos Y mparativos e e provaspiageinnxse 1- Aqpsiœ me cos,na maioriadas ve= ,apresnn-m correlae s poskivas,demY emndo que osdoistlp'osdeinenlmm tosm H em a mesm a o isa.No e xnln,en = ex-çâo varia quandose faz lmn anélise > 1sacurada.Osresultados m - tradosnashsesinicialeFmal do desœ volvim- n (s= ého-motora e operatôrio-fornul) indiœp- - sossimilares,nusnosperie osinterme hos*réeperatôrio ee e- neriocœ crdo) apresœ œ n divergG cias. Nestes Osos, œ r- mmos correlae saltnmOtepositivas,quR do secompam o resnl-ao globalobtido deum cœju-ode prou s piagdia as OM o resœ do global das provas psiœ me cas,principalmM e nos testes hderogG ms (que mostx pm ssos + 'ivos* dœ ),ihdicando que amu ostiposdem lia#o mM mm amesma coisa.Poëmx o m esmo n;o a- = quando se œ mpam o Dsultado do te*psix me co e os rœ ultadœ em 0 da uma das provaspiagdianas,revelando que- ns ûhimxsnâo m ostram um prx esso cor itivo homogG x ,o que foireferidom lo pr* rio Piagd.A quee o a serdiscutida pr- de aproM dar este pœ to,apres- xndoum estudo oorrelaci- xl- - um teste psicome x ,o teste INV de Pierre W e2 -Fo= C.e sete prou spia> ianas.


E03 REpu sExu çôzs socxAxs:u oku lu sqvlsA po Ntcu o cex'ru rUniversidadedoEstadodoRiodeJaneiroCelsoPereiradeSép. jO presentetrabalho cone tui 'mx apreso taçâo suchta da tx ria donûclK cœtraldasreres- ne ssœ iais,bem como da meM ologiadepesquisa que lheé especiscxmMte assx iada. Através de nm xexposid o sistemética e historiMmœzte circuneAnciada,busca-seevidœciaro papeldecomplem- Ado e rica :meM olôgicaqueaabordagem doaqui'bnmndoGrupo do M /lf(doSuldaFrança,doMe terrxn -K ,deAix-en-provocee de Mœ lelier)desempM bx emrelaç:o à txria geraldas represmtae s sx iais e à pre ud oempirica correntequenela sefundAm- x.Nesse se do,sâo sucessiv oa apres- adas: (1) tlmn brevecaraderia#odo canw deestudosdasrepres- ne ssx iais,comoo contexto s& io-armd.-mico de emergG cia da tx ria do nûclxcen:ra1,. (2) lmn apreciado do surgimOto e do refmam-tosubsequente de suas proposie s te ricoeoncee' ''nis quanto àorganizadointemadasrepresmtae seàtransformxd odestasem 1fundo daspréticassociais; (3) lmn nY cia sobre os principaisméte ose lMn ' icasreAntemm te desm volvidospam o levantamentoipreliminar e a posterior idOtisc çâo 'defmitiva dos elemO tos donûclx e tral.Conclui-se,à luz deum exxmecritico dasinfo- xe sprv,œ- os,que a teoria ea pesquisa do nûclx ee ralconstituem atualme elmx das= tribuie smaisrelevRtespara o des-volvimeno doexmpodeestudosdasrmrese ne ssxiais.


04BEH AV IORISM O RADICALPREPRESENTACIOM SM O E PM GM ATISM OEmmnnuelZagury Tonn'nbo-(Universie de Federaldo Paré)A om siW o enee doutn'nntrepresentadonistas(pre= m eem fune m entar m ra a culm ra o conherimento verdadeiro)eo m nsamentopragmatista tcritiœ daquelas m -- A s) conslitui uma œ s formulae scontemm rânO s do histôrico deY te e re o escom e a valie de doœ nherim ento denM co.Ao di= tiro Y le orism o raicalsob a ôtica aeenom siçâo, objetiva-se colx ar em A idênda asm ctos rela antes dosO mpromisxs epistemolô#co. œ B.F,SH'nner.A xn4lise pqrte dtumadiferencial o entre um repa ntacionismo * tim cartesiano,que caracterizaoconheeim ento ver% a-'m œ m o repre= taçâo exata œ realie œ , e umrepr- ntacionism o m nit contemm rânœ , que ae dona a nœ âo deTepresentalo e etiva,masprem aaiœ iadequehédin lrms(em m nicular,os cientœ cos)que t:m maiorvalor- a cultura em razâo de sua préprianaturœa,ixe é,m rincorm rarem pm itosque ante e ente ùsaproyimnm% vere œ . A chtica pragmatista é tame diferenciao em term os dopragmausm o * infdo do * .10,œ nuaœ no argum ento * fundoe ie *conheeim ento œ m o e ailo que o to> vere deiro, e o pra- tism ocontemm râno ,cuja Anfn- - .11> o relativismo linguistico e culturalœte sixe> œ crenças,resulA œ m critica a qualquertenotiva de eterniz>rcritériosahulmente ae tae s > a valie * œ nhM 'mento,Na nnilix dom nsam ento œ SH'nner,asd fereno s cio œ s animn Mo ae re e sem termos* om siWo objetivia* ?fundono ae œ conhM'nt-nto e * rœonhe ento(ou nâo)œ deœrminad o in'- AWG * préicase discursos ciene cos.Argumeno-se queanéliKscontmaitôrias* prom sie sde Se er> m sero resultae * consiœ ral o de a> s um A queles as- os; isto é,hâcircuntonm'nq em que Skinn- 6 œ nsiderax pragmah'sl a > ' œ suaconceY o funcioM l de dênda e œ verHoae,e h; momentos em que éonr- on'xnan como ade- œ u= v* o reprexnocioniso œ epistemolo#aem razâo œ nâo to- exp lcito o r= nhM 'mento da determ imxlointersubjetiva A spréticase discursos de sua ciência.Am sarda complexidadeiq * ra de Skinnereœ limio# o deste e- ema de nnnel.'- sugere-x umaintem reœl o * ae re gem 'funcionalN a o œ mm - ento veM lprom stam 1o e haviorism o radicalque dem onstra R rincœ rente ase ar a dênda docomm exmento a sum xosreprexntadonistassobre a- - %e ascondie sde valie çâo do m nhedm ento.CAPES-PICD


!05 PESQUISA BASICA R FSAPLICADA?RONALD J.J.ARENDTM o- n = PwcologuInsutœ de Psix logY' Ue ea-'do Ese do Rlo' 4* Janeim -. (No infdo dee e A jov- - xlide K jéex- ' A 'pw Rev'netMH R1*'eum - >Nv sx inc@ e m(* .Bbjé> Oo- 'h-- - * dive- joe ,e *' e' *-- = w bëœ bse * vaanito - = a- a x- 1* de - - u M .osmme osde Rilke R jovem> m- > ' ae e :1) Num pre im mome Rilke olkih K jov- > que el x m rgx e m rqe e aM''xe '' > x ele-----=' e gf-H :x sim pele quecrw- .- vi% a > .2)Em * ' mlk 'eKlgem > ie ,& mki ' o,t- m *' ;>e o:me aepxw m isaw%- meodge e x= ce no qualjé foiO P 1- do q* '' - a- .an se . ... :. . .j. !de = *u Or.3)F-'*1- *.> o - q* '' Ae > m bx.ele * deve cue e ,m- cu- x asi- :eBe - 'se - + > - - .*uvl e' p- - > ' - > - o A-'' c ro ne --' = ex -> *' '- e . * ao pe c- 1h0 Rzk ' e c- 1Gabrl e do * :1e' ,afe ,ne e um pe G m h o e >' c- - '* qœ * > - > iG e nn- e- pe '- e,.-,'ehr- ex z- -'* a Io% a-'.*,u,4- . qY o d- volvere M'e' ,a'-'--'-*'- = 'oscone so RiKe icox * > '>oe-oc'- ; * o- -n ae deN lke :e - 'e ' > 1- A œ > .A > 'de * e* 1 pe 4'.zm#i ' e do> ' (éo- .'* quee= 1% - t- i* m- ou é am* ' 'e' - q uea- qx d-' ' ee - 1),o * b de 1e œ '* xbj- e œ > que * m* ' e' * e *H *- -'*of- e a * im > ' r#e œ f* a** œ q œ a a -' e- 1*- ' * v e- ie a- éw Y n* nkA fo- -..,.,0- . p- sx- pm'- dG . Coo x déap> ' W je -' eW- 1Cœ eh x * nx i> - * ine' ' œ f - *?1- dd > œ ue e a um ohv'o e . c-' -.- ..- k- w ' a- uma linu œ< ae œ qe e m ae'cl- - ui-.p- doexBvcono* c-' he' ' - < * que n- h-'* > Zusie+ - 1.4*aa. qx kwa k > - da2-'a- 1o% x e .Hdie &>um e x + - ce' c 1 - iz e -' k:g-'M ' '* m1*' khgm'0- 1- . e aap- - luicom u- - & novos coxe a >*


- - -06 os m tm sew zx ps - z- a'xàe A* 1* 'M ITR IA 'E m - A. M IA -Y I- SIDADE FeY eol X UM X AMnIA-Me. .- +a . '. M po vta- do oegu ndo m ïl*nio , oo anoo 9o v-e e coneo liden do c omo pe lco de expœrà*ncàasAn ova tàvœe re Teren te- e ve lhoo pro blemaœ e quepo dem *e v e in te tàœadoe na Aœgu lnte que-tko : qua la me lho v To r-a de ee oducar aœ cràançaoTReaponder a eeta queeta na e tœreea Tictt .entretonto Ano- re- heaquieu œYtlo Aondo #oàteee uma divereidade de proleto.œ estlo Aendo poùtowem pvâtica g etrave de GGG A polltàralconcvetœa y em vâràoe païee do mundo , de foema apro pic ia v uma ma io r com preene lo dœpro blemâtàcae p a o m e M o .te m po . pro por a lternatïvee fle xïveispera o adequœdo atendimœnto i ànTâncàa. Asoàm.e - te re la tp dl R Ta Ae eo* novoo ' eervlçose du cat ivo e o . w oc iaio pa ra c rianGaw e suapTomï liae , veicu ledoœ ne 'tâlàa e na Europa de ùmœ o d o gere l . Bœe ic amen te , eoee- proletoe vi-amœ r ticu la v d œ Toro a . Narm Y àca o tràne ioc riança- Tam ï lia-e- co lœ v cx e iderœndo œeee ûltàmoe le œen to n


M BsAs-Moor As


08 PSICOLOGIA ECANCER:Abordagem psicanallticRIBEIRO. Elisa Maria Parahyba Campos - Insttuto de Psicologia da Universidade de Sâopaulo .*#A interaçso mente-corpo no surgim:nto do câncer kem Jsehdcobservada por profissionais de saude desde 1920(LeShan) .eposterioryente por Simontonllg78)? Perlmantlggl) isolou a1-guns padroes considgrados gspeciaqs e aparentemehte ïnesplicsvelsna remissao do cancer.utilizando o modelo biopslcossocial em sua pesquisa.(omgarada com outras varisveisdos fatores psicossociais nao e acebta facilmente pela medécina tradicional em relaçso aos processos que envolvem osurgimento e desenyolvlmento do cancer, apesar de pesqkisasmostrando Sorrelajoes entre sbstema imune 'stress'e cancerA publicaçao do llvro de Ader(1981). Psiconeuroimunolggiadeu origem a novas pesquisaj visando melhor compreensao jo'problema a parjir das relagoes entre sistema nervoso. endocrinoe imunologico no fenofeno adoecer.A partir do eypostoacomofica o psic6lggo clqnico que atua na instjtuiçao desaude e/ou no consultorio.junto a paçientes de çancer,tendocomo referencial o modelo psjcanalltico? Nos ultimos dezagos, esta e outras reflexoes tem estado presentes no exercicioprofjssional do autor.enquanto terapeutas professore na atuaçao lunto a equjpe multidisciplinar que atendem opaciente de cancer. A pratica destas atividades vem mostran?do a necîssjdadç de mudancas quanto a forma dg intervençaoem relaçao as tecnicas tradiclonais da psicanalise. Outrasquestoes gomo a busca de um molelo que possibilite maiorcompreensao dos qrocessos de cancer e os comportamentos doser humano tem sldo levantada! no sentido de orientar futuraszesquisas â 1uz da evoluçao das teorias e formas de a-tuaçao dentro da abordagem psicanalltica.


08 PSICOLOGIA E CANCER:Abordagem Com portamentalcCLOIES AMISSIS AMgRlMtpontiflcia Universidade-atolica do Parana) e suzane sçhmidlin Lörhaa (universidade Federal do Parana).A busca pela saûde e as explicaçsej da doença do6cer. tem sido uma conltaqte na hlstoria da humanilade.0 ,ou ao a-obJ etivo desta comunicaçao e azresentar a contribuiçao daperspeètiva comportamenta! no ambito da Psicologqa dajaûdecancer.Enfaseseradadanocanceremzessoasadultas? .quais cerca de 8g% de tolos os tipos saodeorigem ambientalnas. Fatores geneticos sao lembrados.mas a prevalcncia éem qrocessos comportamenlais. Pretende-se drscrever .as pojsibnlidadesde intervençao nos diferentes Sxveis de atencao1ar saude o p e relatar mgdalldades de intervençao, isto : , desvâapel do gsicologo que busque este campo dç trabalho.avendo concordancja sqbre oj processos comportamentais na-tiologia e evoluçao. e posslvel afirmar qu: procejsos com -ortamentais podem ser modificados. A atuaçao em n-lvel preentivoopta por um pxpel nao causal da personalldade e mj -ai o enfoque de aluaçao individual gara grogramas comunita-os. A intervençao em glvel secundario e eminegtemente edxxtiva? visando o diagnostico precoce e ampllaçao do repsrorionnforTativo da comunidad:. Enquanto no nlvel tercia vio; a xdesao ao tratamento. tecniças de enfEentamento e m:jficaçao de comportamento como 'nauseas e vomitos antecipâoriosn. quadros depressivos ou cogdutas le esquiva social. .em como manejo da ansiedade e insonia, sao frequentementeanejados. Em tgdas as fases do tratamento a perspectiva in'erdisciplinar e essendiâl. Possibïlitar a aprendizagem paraidar com sentimentos e crenças tem sido fundamental na asistenciaao paclente com cancer.qvantoaetiologiazprognostiço.tratamento.eevolucao doj


!I08 n . nELC ANâLjylcc .& c- pREENsxc E TRV - EN -To x cxNcER.P ontif lcia universidadeR-ossnensseGsmenez Cat6lica de Sào Paulo --- 4** IInûmeros mitns subsidiam nossa atitjde tanto cientffica Iquanto cotidian! na abordagem la saude em gertl.Estes mi- ltos revelam :stagios da evolucao da consciencla humana e Ipodem ser vistos como gonteudos de-integrados no processocoletivo de jndividuaçao.Desta forma,o desenvolvimentoda compreensao dos processos de doença e cura sofrem umalenta mas constante transformaçio. 0 mesmo acontece com o lconceito de psicossomatizaçao.Criado em 1808seste concelto foi usado de modo redutlvista, afirmando uma dicotomiaentre psique e corpo, hçrança do gonto de vista materia -lista e causalista de seculos atrps. Entretanto! um novomodelo vem se desenvolvendo na ciencia, onle a lndeterminabilidade,orelativismo e o plurjlismo sao os parametrosprinclpais.j psicologia analltica tem feito importantescontribuicoes nçste sentido. Ao obssrvar a doençado gonto-de-vista simbolico,o modelo anal-ltlco resgat!antlggs conhecimentns sobre o homem e os integra na clenciapos-modernl.Plra C.G.Jung todo sinloma neur8tico ouorgsnico tem nao so uma cajsa,mas tambem um objetivo,sendo sempre a melhor expressao ds um conflito reprimido. Adoença, sela e1a de origem organlca oë psiquica, seria u-ma expressao simbdlica de uma disfunçlo e ao mesmo tempouma tentativa de soluçio. A compreensao de seu significadolbre deste modo um novo campo de pesquisa, e sua aplicaçaocllnica tem revelado excelentes resultqdos.


09SKIN NER E 0 M UNDO DENTRO DA PELE- .- . .>' Ycarolina Lam prelaA pare m ento de PsicologiaPontie ia Unlversidade Cat4llca do Rio de JaneiroA anâlile da consclência pela filosoëa cone m porânea o madoo do prim ordialm enY um a poliçëo m ae rialiso que procura oporseao dualism o de subse ncia eaA siano.contudo tenquanto algunsprocuram enfaMa r a base fisica da experiêncla subjetiva (e.g.N nnett.P.sac lurchland),oukos consideral sereIa Irredutuvelaca- gorias fsicas/biol4gicas. soeiolôglcas ou Iinguistica. . (e.g.Nagel, Bearle). No enento, ambas al correntes reisçam aconsçiência. ou experlência subjetiva. analisandoe como umaentldade em si e raram ene considerando a quese o do autoconhecimento.A posiçëo adoe da por Skinner defende a origemsocial/linguistica da ex- riêncla subjetiva sem,contudo,descaA rasua base fisiça. é a comunidade verbalque ensiqa o sujeito aobse- ar,e conhecer!suas prdprlas sensaçoes ! ou eventos privados,a partirde algo dado a nivelbiolégieo.A expenência subjetlva qassaa depender ene o do social, m ais especllcam ente da com unldadeverbal.Neso sentido,a consciência abrange principalm ene o autoconheelmento das prôprlas sensaçoes; envolve o tornare econsçiene .M as,apesar de n:o subsu nçializar a consciência com o oa xem as coro no s filosôfcas m ais em voga,as caegorias de anâlse#. skinner precilam O rflicala das de maneira a poderem RrInseridas em um a ciência da com poA m ento,o que e m bém aearreoum a ee% form a de reducionism o.Em bora a anâlise de Bklnner possa ser considerada um'avanço'com relaçâo a posiçe s mais objetivisos da consciêncla.seu reducionism o 'O rcial' n1o dlssolve ino lram ene os problemasinkoduzidos > Io quadro de ree rêncla ca- siano.


09QUALIDADE E QUANTIDAnE:A CONK I;NCIA NA CIâNCIA E NAFILOBOFIA CONTEMPORANEMSérgio L .DE C.Fem andesPrpgrama dé Meskado em Psicologia BocialUnivergikade Gyma FilhoIx pare m ento de Filosola !Pontie ia Universidade Catflica do Rio de Janelro !A 'codsclência'que se vem consKtulndo como objeto da clêneia(ciênciaa cognitivas;neuroçiência,lobretudo neuropslçologla ee .)eda filosofia (filolosa da menœ ejca) sô pode R r a 'konsciêneiainœ ncionale'.E** pode,com el lto, 'apareeer'' # ser um efenôm eno'' #desde que adoe mol.p.*x.,o 'ponto de vlsœ Ino ncionale.(Denneuetc.).No eno ntofcomo % I,a 'consclência ino ncional'n:o pasu deum 'sintom a'' # um a m anl* eo çëo,ou ''fo% a'' de Inconsçiêneia. Aconsciênciafem simesma,nâo pode serobjeto ou enômeno.Doponto de viso lôpico,a noçio de ''consciência de si''é um cone -senso.Do ponto de viso pslcolôglco,ou bio-psicolôglco, é um aIm possibilidade.Um a relaçâo exige dois eoln- gpelo m enos,de m odoque sé lâ consciêncla 'de oukemê'jamais 1 de 'si'eE * o cérebro nëo#oi seleclonado pAra ''Inkospece ': + 1 noçao é blologicam enoinviâvel.Quanto ao çhamado alpecto (irredutivelmene) 'qualiœ tivo 'da experiêntia hum ana çonstien* ,*Ie s4 pode kanlform are e num ae'ques/o'se # pressupomos:(1)que hâ qualidades 'Inkinsecase';e(2)que o 'qualietivo'e o 'quantiœtivo'se excluem de modoabsoluto.A- hos preslupostos e o falsos.A consclêncla,poA nfo,como objeto de conheclmento é o camqodaseskuturasdesujeiçëo*deduraçâo:ao paslo qu*a çonsçiênclapura,inobjetivâvel,e*ë além da dualidade sujeltoe bjeto, sendoeorna e im uevel(nâo é um 'esœ do').A çom preene o da sujeiçaoinclui a çom preensëo do 'com preendedor''. Desu com preensâopode florescer o qpe cham o de 'Indivldualidade'',com o verdadeiradiferença, por conlaso com al ps*udoœ iferenças enkesubjetividades.**


'M09A O NK IêNGW NA METAO IO M WANTO IO G RLO DE < G RPM.e.PA R IE- E DE O IY G E IM /Y * YtE (R2.)o e m e * M- te- de- e :@ œ wleuo e. que ew éeœp- . @ œ - de >- - u1- - m M- exeoloN lœ - - e l- - -:e e 1-.. @ - 'ud. da œ -- l> que Mkl- - te teœ - ' *- u- Iu> * -p- le e a - @ - * * ** % q- @ aa da - le m- de - .N- *- > , q- - te- e * Q- - - *- * * a M % aut@* de de dle pll- e dx de- texl- - qe * + œ IG e e -pa 'ee ez- a qx - - eNa :- - - tIœ a qMe d- Y w w de œ e e a-e > + -e nal- e.P> * - de -u- ,a *m* te lœ *- ea à q- * - - Neu - < @ p- p- ewte * . AI* d - a œ -pe de - l-- :e - or * xa> deA me- e a - lœ - œ lâ IM I- * - ''- '-Y - e- - a - * de u- - e l- le da œ - ':A-'k(e-< ** e * , œ te * œ te *> e -e- -ee#- œ- a). Y a - de- - - * - 1- 1+ * a- *- e @s * **- qe - - - 1r* - - fen- -* e - de 1- *- * da œ e da - R e - *-'> 'a>..> > oe e e * à % - - ;a l- 1e de - k> ua- a - .- m ax - os - -.;a - - a - > .@+ e v - da ex- e (+ eo e );a Iwt- o * N e - *;o --- * - IIe a * - * e * I- e- lœ e N qul- a> - 'ie- - - p- .


09UMA AG LISE DA CONSCIZNCIAEM Um PERSPECTIVA PRAG MATICAAnamaria Ribeiro CoutinhoDepadamento de PsicologjaP ontificia Universidade Catôlio do Rlo de JaneiroMeu objetivo é discutir= mo qma anélise pragmâti ca , privilegiandoas O ntribuiçöes de W itgenstyln e de autores nessa tradiO o noquadro O ntem porâneo,pe e ajudara esclareœ re redefiniralgumasdas quest- s œ ntrais no debate sobre a noW o de O nsciência.Nesse sentido diferentes posiW es a esse respeito refletemdivergênciasrelacionadasœ m pressum stos.enfm ues.proe sitosetc.Tais divergencias estâo asM niadas @ diferentes O m pos teôrix sou disciplinares - sendo padicularmente representativos obehaviolismo skinnerian o , a pslO nélise,as ciência? M nitivas,aneurœ iencia e a filosofia da mente - m as tam - m pe em serenx ntradas no interiordos diferentesO mpos.lnicialmente sâo am ntadas algumas das pripcipais queste senvolyidas na O raderizal o de diferentes posim es:(1)o papelatribuldo às comunidades v*rbais na definil o do sentido dalinguagem sobre a exa riêncla intern a'(2)a , O raderizal o dasO munldades verbais de fom a generalizada ou ryferida a coptextoshistôrix s e sociais especlflx s'(3)uma , definiD o universalsta deracionalidade ou a O nsideral o de fprmas de racionalidade qociocultura1'(4)a , impodância que é atribuida às formasde inconsclênciana caraderizalo do sujeito e,mais ese cifio ment. e o estatuto queYdquire pesse O ntexto o que é O nsiderado como forma deiracionaldade motivada;e (5)o estatuto da exN riência internaenquanto definido em termos de posiO es tradicionais = mo ofisiœ lismo, o dualismo de progrie ades e o funcionalibmo, o u.altemativamen te , a redefinil o de tais K siW es a padirda postulao ode uma indeterminae natural,que pode ou nâo estarcombinadaO m uma preocupal o em rela çao - à disciminal o de diferentesgraus de indeterminal o.Em um segundo momento é O nsid:rad a jde forma maisexplicita.a(r:ldefinie da n+ o de œ nsci:ncla suscitada G las reflex- s deW lttgenstein. Nessa persped iva m inha anélise reflete um apra xpae = a problemétio psicolôgi œ , enquanto referida aprnrAssos bio-psio sx iais envolvidos na estruturaW o dasubjetividade e, K r œnseguinte. na definilo de formas desubjetividade.


@STv pöslos


10ID ADE ADULTA :*O USO DO AT,COOL COM O RITUAI, DEPASSAGEM DA ADOLESCVNCIA PARA AA LG UN S IN D ICA TIV O S PA R APROGQAMAS DE PQEVENG O AO ARUSO DO A'T.COOL.LisianeB.Araujo -Departnmento dePsicologia,UniversidadeFederaldo Rio Grande do Sul.A literatura a respeito do uso do Mcoolna adolescência tem m ostadoque adolescentes que usam bebidas alcoölicas freqûentementeapresentnm expectaivas positivms mais especfficas em relaçâo aoélcooldo que bebedoresmenosfreqûentes. Em pesquisa realizada emPorto Alegre,verificou-se que estasexpectativasposidvasrelacionnm -secom esquecerproblemas,melhoraro raciocM o,o relacionnm entosociale sexual.Este uso do ilcoolcomo ins% mento para lidarcomas sim açöesda adolescéncia 6 com patfvelcom o m odo adulto de usodo élcool e o adolescente é incentivado a beber com o prova deinserçâo no mundo adulto.A exposiçâo indireta aosefeitos do Mcoolna hlfância aeavés de m odelos adultos e da m fdia é seguida daexperim entaçâo na adolescência.Esta exposiçâo direta aosefeitosdoélcoolpode desconfirmâr ou refinnr as expectativas aprendidas nainfu cia.A m odificaçëo das expectativas tem sido apontada com oimportante aspecto da prevençâo ao abuso do ilcoolna adolescência.Para a elaboraçâo de progrnm nnde prekençâo aeavésda m odificaçâode expectativas é necessâ io levarem conta o uso do ilcoolcom osocixlmente incentivado nesta fase do desenvolvim ento e o m odeloadulto vigente. Possibilidades efetivas de prevençâo im plicam nareformulaçëo deexpectativasnojovem enosmodelosadultos.CNPq


-aM10 co trlçtv s DA FENOm NOLOGIAPAR A o E STUD O D O ALCO O LISM O .W illiamB .Gom es -D epnenm ento de Psicologia,U niversidade FederaldoR io G rande do Sul.Estudos e tratnm entosem alcoolism o caracterizmm -se peladiversidade de abordagens e de m odos de entender e definir adependência qufm ica.Essasdiferentes abordagenssâo importantespara descrever e com preender o problem a em seus miltiplosaspectos:sociolögico,m édico,com portnm ental,cognitivo,afetivoe fam iliar. A dem ais, exercem influências nos programas detratmm ento e prevençâo, quando nâo fundamentam um a determinada terapêutica.Curiosam ente, os m éltiplos aspectosm encionados e que apöiam as técnicas de tratnmento apresentnmum ponto em com um :refletem um a visâo externa de quem vive oproblem a. N os liltim os anos, observa-se um a tendência paracom preender-se a dependência de m odo m ais abrangente.Assim ,deveria ser considerado:a histöria do uso de élcool,ossintomasde dependência,osproblemasmédicose sociaisrelacionadosa?bebere asnecessidadesindividuaisdospacientes no tratxm ento.Enesta perspectiva que o m étodo e a psicologia fenom enolögicapodem ser de algum beneffcio,principalm ente,quando considerasequeo comprometimento doàalcoolistascom osobjetivosdosprogrnm u terapêuticos 6 fundam ental para o sucesso doDatmm ento.A contribuiçâo da fenom enologia esté na abertura deum canalpara a voz do alcoolista,que é a descriçâo do seu modode estarno mundo,devero mundo ede projetarseu futuro nom undo.A dem ais,oferece um convite ao difogo tansteörico.Suam nneira de enfocar o problem a,tendo sempre o cuidado de nâoperder o sentido de globalidade,facilita o colocar-se no ponto devista da ouea teoria retornsndo com um a visâo ao m esm o tempoenriquecida e crftica.CNPq/CAPES/FAPERGS


10 TENDO CTA: ATUAIS NO TRATAM ENTO. DAs DEPEND#axclAq qxTrm' cws. FlavioPechansky -D epartnmento de Psiquiatria,U M versidade FederaldoRioGrandedoSul. . ew 1Asdependênciasqufmicas(em especialo alcoolism o)têmsofrido um a m udança radical na sua abordagem técnica,principalmente na éltima década.Os estudosm aisrecentessobreresultados de eatnmento, realizados em ceneos am eriemnos ecnnndellses,apontxm para um a perspectiva crescente de sucessoa partir de abordagenscognitivo-com portnm entais baseadas nosiconceitos de Jam es Prochaska e Carlo D i Clem ente, A llanM arlatt, W iliam M iller e M artha Sanchez-craig. EsteswIenunciados teöricos perm item considerar a expressëo sucessoterapêutico'em uma amplitude m aiordo que apennna dicotom iasucesso/fracasso ou abstinência/reY da. Expressöes tais com o !'beber moderado' , * P revenl o recafda' , *uso controlado' e*estégiosde mudança'jâ fazem parye do arsenalterayêutico dotrafnmento do alcoolismo e dnA dependências qufm lca , comvantagem de terem sido desenvolvidase testadas em nmbientesdepesquisa. Outra queslo que é relevante na esfera atual dotrafnm ento dnqdependênciasqufm icas6 o conceito de paream ento(*matching')desenvolvido porThomasM ctaelan e colaboradores :na U niversidade de Pennsylvania.O conceito,de form a sim ples,é o de que paciente e terapeuta irâo se beneficiar da m elhorcombinalo de tratmmento que a dupla puder conseguir. :Entretanto, tal equilfbrio é ainda diffcil de ser identificado(quantificado'?)pormétodoscientficos,devido ao grande nûmerode variéveis afenvolvidas,e 6 nesta queslo que boa parte dosesforçosdeinvestigal o atualesë concentrada.


f;10 PERSONALD ADE E coM onnm ApE NAH RTER O G ENED AD E Do A Lc o o LlsM o .Claiton H . D . SJIJ - D epneam ento de Genética, UniversidadeFederaldo R io G rande do Sul.A interaçâo entre fatores genéticos e do ambiente emproblem as m ultifatoriais com o o alcoolismo é extrem amentecom plexa,um a vez que cada genötipo tem um m odo particular dereaçâo ao nm biente.Considerando-se o grande nim ero de genesexpressosno cérebro que podem apresentar polim orfism os,pode-secom preenderas causu da nâo identificaçâo de fatores ambientaisespecfficosque estejam associadosa todososcasosde dependênciado Ecool. M ém disso, vârios estudos têm dem onstrado que apredisposiçâo ao problem a pode estar associada à influência emvariâveisdo comgortamento,como a personalidade ou a presençade problem as pslquiâtricos. Com o todos estes u pectos tornnmfundam ental a realizaçâo de estudos em diferentes subseatosgenéticos e am bientais tem os investigado os fatores causais e aheterogeneidade do problem a no Brasil, de um a m aneira queperm ita com paraçöes com resultados de outros pafses.O bservnm os,inicialm ente,que a m elhor soluçâo para uma anélisede agrupam ento que realiu m os,envolvendo variveisclfnicas,docomportamento (principalmente personalidade e suscetibilidadeaoestresse) e da histöria familial indentificou três grupos dealcoolistas,e nâo apennK dois,com o têm sido relatado na literaturainternacional. N o m om ento, estnm os am pliando este estudo,através da investilalo da relaçâo do alcoolismo com outrosproblem aspsiquiâtncos,e da procura de m e cadoresgenéticos parao problem a.


11 aaLxçôxs E/Yp= zuzczxçKo cIENT1FIcA zP6s-G**nUAçào NA PERSPECTIVA DEDOCENTES Do IP-USP - Livia Mathiassim:o (Instituto de Psieologia -Universidad. de sâo Paulo).Este trabalho é parte de uma pesqu isa m aisampla que esté sendo desenvolvida por um grupode docentes-pesquisadores, envolvendo vé riasuniversidades do pais. Buscamos descrever eanalisar o desenvolvim ento de ativ idades deiniciaçâo cientifica, estabelecer suas possiveisrelaçöes com atividades em nfvel de pdsgraduaçâo,bem como sugerir, a partir da anélisedos dados obtidos, diretrizes p ara o de s-envolv imento de politicas pa ra a iniciaçâo cientifica, visando a form açao em p esquisa .Apresentarem os , ne ste trabalh o, resu ltado sparciais, com base em entrevistas realizadascom professores do Instituto de Psico log ia d aUniversidade de Sâo Paulo . O s resultados , até omomento, permitem discutir questöes tais como :objetivos da iniciaçâo cientifica, fatores envolvidos nas escolhas do p rofe ssor e do a lunodurante o processo de iniciaçâo cientifica ,multideterminaçâo da relaçâo iniciaçâo cientifica/pds-graduaçâo, relaçao 'custo-beneficio 'do processo de iniciaçâo cientifica visando aform açâo em pesquisa, possive is po lit ica s clentificaspara a iniciaçâo cientifica no pais .ew )


#r;N11 A INlclwçlo crzNTrylcA lo DXPARTAMRX 'To Dx PslcobollA yDUCACIONAL DA 'A -CULDADE Dz ZDUCACAO DA UNlciMpsJrgio Antonio da stlva LeiteNo M Simp3aio de Pesquisa e Inlerev bio cien*ff ieo da ANPEPP , em 1994 , foi criado um mde trabalhg aom o qbjetivo de = al 'œsa# * quest;da Inietaçao Ctentiftea (IC)nl irea da Psieo -Iogia . Provavelm#n*@ islo J* se J* um reflexo daerescente import-M eia desta atividade .Desta form. , um pI= @ geral de trabalho fo2dezineado peio grupo que . a zonr pryzo vpretend.edeserever como essas atividades v-em ocorrenao, quem e como sVo d:senvolvidas ..que impaetotem cau sado n a fom açao âgs alunos , oomo tem aido o pro cesso âe orientaçao ,etc ...como etapa inieial , o m po deei4iu realtzaruma pesquisa, duran*e 1995, em algumas univeratdadesbras iieiras , tent= to àevanlar os primeirps dados sobre es:as questoes . O presentestmp eosio possibilitar-a uma v fiise desta pr: -m eira qtapa , bem eom o poderâ indtcar os n lmosdas pr -oxtm as eases ,> tem os vesp ec fficos , o presente tlabalhoob jetiva descrever os principais aspectos dasativ idades de IC desenvolvidas pelos docentesdo Depaz't= ento de Psicologia EGucacional âaM -UNICMP . Coletavu -se dldos de cerea de 20prof essores atrav -es de entrevistas , eujo roteiroabrange: dois gr= des aspectos : * ldados sor>re a histwria de vida dos âocentes com relaçioxas atividades de IC ; b ) dados sobre as atividadesde IC atualm ent: desenvoivtdas por eles .As respos*as estao G padas e/ categoriasp ara f in s de onll . ise e a diseussao Gas mesmasossibilitarâ relaoioné-las com a Iit:raturap(pouca ) exis%&nte bem eomo a elaboraçao dasprimeiras hipote ses expzicativas .po


11INM M O CIENTIFICA E PX GW UAX O EM PBIO LX A NAUNIVERSIDK E FEDEG X ESPIRITO X O.Ma% Margae P.Re * ue (n* * > a--'-' * doa- -wo menw x lE * de um a - u% que e x ndowmuM neamente cond- em ou- 4 Un * da e - * x * * u qu@ oof- rfal- -- 0 de -''M - * iY'' o * * œ quex Y m u quae fd duno de çu= * ge ue o - > .Num e une mom e , a *n4* e fd *e a > ra x e *'z-œe o#n- = mo oe e r * InY o * - Wou >gre ue o. D* w d- e e - ' * , e- * N ,7% *gre uaram na G * ;* * me œ eam - gradue o n- E-A-='-de M o Pauh e R* de Jandro e no - e'n Fe al.A ané- x rœ- a- jé e nlve mœ ou qu* * Gof- re x ne' am esu- ex- n- de Ino l o * * .durante a sua gradue o,x mo * # nde ae- ine e d. - --'=. da œ e a Y Ame e* Inlœ * Inê- ee e * eM * - ue . M m - -,aw nhram - - O r- - de - o- * re * In- o(e x mo:x me nœ ,--=-Me ,Inter- e - u% )* mofe ro Imx % nte Knk durae o - de KY' o quanto - raa o+ o - e - ue e e - nœ .Quanto M = eprôpœ > n* = mo o- e re , v-= - muMkmO u'a-- quanto K conjunt * * % que e o =----''* e> iune * * me > < * W ---u- a o- o.Quandoe ram - - - - ho c0m 0 oe e r- ,* * k- - ' ' *e Y lram * ne que > * u * re uKr a * m .œ dade % * me o in* ne qu* a sul ére da > ' ' na qu< o X e- rfëA - me In'=-M- O e bulu > re a R a O nO e o e d *KY o ce u .K


11rsus.zEaA INlclAçAo C R NW FICA EM PSICOO GIA NA PU C-SP. AVM .IACAO,PERSPEC'IIVASM ada do Ca= o G uedes(FATG e PUC-SP)V lsando inicialm ente à avaliaçâo de um prov am a especialdeatendlm' ento a esmaantesdao'aalnçM Y tœesndœ em de= volvœ projetospessoaisde pesquisa ou de 'fonnaçâo em pesquisa',plano realizado junto*là Fundaçâo Am ela e Tadeusz fhnnbeœ w e que atendeu a 46 alunosenke 90 e93, procedem os a um levantnm ento das çondçöes institucionaisno que serefere a bolsmsde I.C .na PU C-SR lsto explica anatureza (Eveaa e ovolum ede dadosde que hoje dispom os:depoH entosdeestudantesda graduaçâo eresptodvos orientadores,pareceres sem eskaisde M sessoresde bolsisœ deIc de três diferentes agêncls de Nnzmciam o to e questionédosrespondidospor estuanntes e m ofessoresda pôs-v aduaçâo,em tres sub-â eas:Clinicwda Educaçâo e Social.A néliso de conteûdo através de program a com putadorizadot*Etlmov aph'lpx l'Gu destacarpara discussâo évm osaspectosdaalaçâom ocesso versus m oduto da IC,em especial(para este mom ento)ahipôtesede que o que vale a pena é a renliy>çâo ou pe cipaçâo em pesquisa quandoem apoio à opçâo pessoalporumx melhorformaçâo em psicoloo .


13Inadequaçâo da comunicaçâo enke enlevistadore criançasem tarefaspara com preenderos estadosmentais.M aria da Graça BompastorBoa a Dias(M e- do emPsiOlogia da UFPEI.Eo dos trnnm lturais têm demonstrado que o baixodexmpenho em tarefascognitivasentre sujeitosde meioscarentesnâo indiemn'l falta de dderminnda habilidade.mas a incom preensëoda mte ' o re do A nminndor.Anslix os R o mesmo fenôm eno ocorre nodesenvolvimento de uma lo ria da m- e enke crianças carentes.Dias(1993) constata moorrendimento desta capaddade entrecriu ças de oe nnto que moqt- m essa habilidade aos6 anos,e asNSE bzxo e me o,aos4 anos.Estudos(VerW ellmAn.1990:Siee e Bettie,1991)mo- m queason'nn- apresentam melhorde- penho,mesmo as de 3 = os de idade,q- do nas tarefas decrençafalsa* info- dnmda intend o do protagonista de fonnamaisexplicita.ParaLourev (1992)o de- penho dessascriançasmelhora quando o entrevistador e a nn'Av com pxeilbnm dosie 'cH o linguistico envolvido na tarefa.No pre- te estudo,entre criançasde 4 e 6 anosde oe nxto,foram ulil'y>dnqasta fasdo trabalho de ninAcom mndilcae daseqtn-lmq linguisticas da perguntas e maior intere oexe otador/e Me . As crianças cone m uipar xnzd-- e o aosdasnn'nnçasde NSE mH o e bG o e obternn- ossie 'œ tœ ote maiorque as crianças de oexnxto do estudom elior,indiœ do quew n'âveline o uaçâo da comnnie foiacmzsa do be o desempenho alcançado no estudo u te or.Apoio Ce q e FACEPE .- - -0 I


- -xa13o USo DE VERROS M ENTM S POR CRAANCAS PGN o CO NTEX TO DA BRINCADEm A DE FDESCOLAQESDE-CONTATânia M ara SperbPés-graduaçâo em Psk ologia do Desenvolvim entoU niven idade Federal do R io G rande do SulO lerm o t'teoria da m enle' surgiu para denom inar a capacidade dacriança de levar em consideraçâo osprôprios estadosm entais como osdas outras pessoas, com a G alidade de compreender e predizer ocom portamento m iasr 1992).Indicadores utilizados para observar ateoria da m ente nas cnr ças sëo,entre outros,o uso de verbosm entaism retherton e Beegly,1982)e a blincadeira de faz-de-conta(Leslie,1987).Subjacente a estas duas atividades, segundo Leslie (1987),estaria a capacidade da criança m etv epresentar.N o presente estudo,investigou-se a relaçâo entre o em prego deverbos m entais utilizados por quatorze triades de crianças com idadem édia de 5 anose 2 m esesydurante a bxincadeira de faz-de-contw e asformas que tomam esta brincadeira (Leslie, 1987).A partir dastranscrie es de suas falas, identlcou-se os verbos que expressameslados m entais, classï cando-os segundo as categorias funcionais deShatz.W ellman e Silber(1983).O sresultados m ostraram diferenças de g:nero na relaçâo entre oem prego de verbos m entais e formas de brincadeira de fu -de-conta .A ssim ,apenas as m eninasutiliyxram verbos m entisfu endo refer:ncia aestado m ental, correlacionando-os com a form a mm's elevada dabrincadeira de fu -de-conta.O verbo querer foio verbo m ais utilizadotanto por m eninos. com o por m eninas, sendo seu emprego discutidoconsiderando-se a atividade especifca de faz-de-conta.


l13AQUISIG O DE VERBOS FAN OS E CONTRAFAH VOS E ATEORIA DA G NTE EM CRTANCAS 1Rossana D.A rcoverde & A ptonio R ona iDepartam ento 4e Educaçâo - Univen idade Federalda ParafbaM estrado em psicologia -U niven idade Federalde Pernam bucoEste trabalho investigou o dejenvolvimento da compreensëo :sobre o aspecto semM tico da fatiwdade de verbos Fativos quepressupöem a verdadedo complemento eContrafativos que pressupöem ia falsidade do complemento.Oitenta criançasentre 3 e7 anosde idadeforam questionadas sobre:a)julgamento do valor de verdade de Iproppsiçöescomplemento de acordo com a pressuposiçëo do verbo kprinclpale b)ajustiscativa do usodosverbos.Os resultadosindicaram que porvolta dos cinco anos as criançasentendem que verbosFativos .(saber,descpbrir,perceber)pressupöemverdade e que porvolta dos 4 anos de ldade entendem que yerbos 'Contrafativos (faz-de-contw inventare Engirl pressupöem falsldade.Esses conhecimentos foram con6rmados nasjustiscativas correntessobre o uso dos verbos. Observou-se, contudo, que os verbosContrafativossâomelhoresentendidosdo queverbosj'ytivos.Essesresultados sâo discutidos e interprdados à 1% da aqmsl o de Ixm aTeoria da M ente'o que parece facilitaruma m elhor compreensâo dascrianças sobre o aspecto pressuposicional dos verbos,um a vez queverbosdo tipo Contrafativosparecem,desde cedo,fazer pm e da vidadascrianças.i


13TEO RIA DE M EN TE:O EFEITO DO USO DE 'W TORES 'ANIM ADO S E D AM M ADOS NA H ARILIDADE DASCRIANCAS G FERIREM ESTADOS M ENTAISA ntonio R oo- i& Suely M .SantanxM estrado em psieologia - U niven idade Federalde Pernam bucoO estudo apresentado foirealizado com 72 criançasbrasileiras de:N SE me o,entre4 e 5anosdeidadevisando determinar1)a idade deaquisiçâo da habilidade das crianças para distinguirem seus prôpriosesladosmentaise os estadosmentaisde outros2)se esta aquisiçRodepende do tipo de atorenvolvido -inanimado (boneca)vs.animado(outrascrianças).Osresultados indicaram 1)nâo haverdiferenças entre atoresnnlm ados e inxnim ados;que é s6 a partir de 5 anos de idade que ascrianças com eçam a ter um a com preensâo acerca dos estados m entais deoutraspessoas,no tocante a falsa crença.Este ûltim o dado diverge dosoblidosem exudosanteriores(verBaron-cohm Leslie & Frith,1985;Pemer.Leeksm & W immer,1987,.Dias,submetido)que encontraramestaoapacidadedesenvolvida aos4 anosdeidade.Contrariamente a hipôteseinatista defendida porFodor(1981) ,Pylyshyn (1984),Searle (1983),W elman (1988)e Johnson (1988), e deacordo com osdadosobtidosporDias(submetido)no Brasil-no queserefere às crianças de orfanato - nossos rem ltados revelam que axxniversalidade quanto a época em que se encontra desenvolvida estacapacidade é passfvelde serquestionada .


13;TEORIA DE M ENTE:O EFEITO DO USO DE 'ATORES 'AM M ADOS E G ANIM ADOS NA H ARILIDADE DASCRIANCAS INFEQTREM ESTABOS M ENTM SA ntonio Rom i& Suely M .SantanaM eslrado em psicologis -Univenidade Federalde Pernam bueoO estudo apresentado foirezizado com 72 criançasbrasileiras deNSE me o,entre4 e5anosdeidadevisando determinar1)a idade deaquisiçâo da habilidade das crianças para distinguirem seus prôpriosestadosmentaiseosexadosmentaisde outros2)se esta aquisiçâodependedo tipo de atorenvolvido -inanimado moneca)vs . anim ado(outrascriançasl.Osresultadosindicaram 1)nâo haverdiferençasentre atoresnnimxdos e inn imados;que é s6 a pm ir de 5 anos de idade que aschaw ascomeçam a terum a compreens'o acerca dosestados m entaisdeoutras pessoas,no tonnnte a falsa crença.Este ûltimo dado diverge dos.obtidosem eA dosanteriores(verBaron-cohG Leslie& Fritk 1985 ,Pemer,Leeklm & W im mer,1987;Dias , submeo o)queencontraramestacapacidadedesenvolvidaaos4 anosde idade.ContrariamenteahipôteseinatistadefendidaporFodor(1981) PylyshN (1984),Searle(1983),Welmxn(1988)eJohnson (1988), e de ,acordo com osdadosobtidosporDias(submetido)no Brasil-no queserefere às crianças de odanato - nossos resultados revelam que auniversalidade quanto a época em que se encontra desenvolvida estacapacidade é passivelde ser questionada .


-u:z'cr1:)1I -.214DECOM PO:ICXO E PROCESSAMENTO DAIM AGEM :A FILTRAGEM DE FREQUêNCIAS ANGULARES ERA DIA IS. M aria Lucia de Bustam ante Sim as, Laboralörio dePercepçâo V isual, LabViS-UFPE, Universidade Federal dePernam buco,Recife.PE,C EP 50670-901.Em prosseguim enlo à apresenlaçâo sobre as caracterfslicasespaciais relevantes ao processam ento do eslfm ulo visual(SBP93.resum o343.11,este trabalho ir: abrangeros resultados dos estudos realizados noLabvis sobre filtros de frequências espaciais, radiais e angulares com autilizaçâo de m élodos de detecçâo e som açâo de supra-lim iares aliados aom élodo da escolha forçada.Alguns destes resultados jâ foram relatados em artigole mostram,contrzrio às nossas expectativas, um a tendência geral dos filtros defrequências angulares a apresentarem duas bandas de inibiçâo vizinhas àTrequência de leste do filtro. Estas bandas foram enconlradas para os setefilros mensurados e nos encorajaram a continuartestando e avaliando apossibilidade te4rica desle tipo de decom posiçlo do estfm ulo vispal.Os resultados com filtros de frequências radiais e espaciaisinvestigados com os m esm os m étodos e equipam entos tam bém foraminesperados.A o invés de som açâo,os filtros espaciais m ostraram extensainibiçâo enquanto os radiais m ostraram som açâo às vezes incluindo outrasfaixas vizinhas à frequ:ncia de leste dos filtros de 1 e 4 ciclos porgrau deângulo visual.Estes resultados sâo consislentes com a possibilidade de que osistema visual esteja utilizando esle modo de decomposiçâo para oProcessamento das imagens detectadasesubsequentementepercebidaselnlerpretadas. O m odo de sim ular um a decom posiçâo em term os defrequências espaciais definidas em coor#enadas polares seria através defiltros destas frequências que poderiam serform ados a partir de redes deneurônios que funcionariam com caracterfsticas espaciais (e tem porais)especlficas para pré-determ inadas faixas de frequências.Junlam ente comos resultados, esta hipôlese, v ivel inclusive com base em estudosfisiolögicos,serâ explicada e discutida.FIN ANCIA M ENTOS:CN Pq,FINEP,FACEPE1 - sim ae M L. Frutuoeo JT & Vieira FM, (1992) lnhibitory eidebande in m ultiple angularfrequency filtere in the hum an viaualsyetem Braz.J.M ed.Bio.S*,.,25:919-923.


140 QUE AS ARANHAS SALTADQRAS, Q CGRTEX VISUAL E AE A TRANSFORHADA DE HOUGH POSSUEH EH COHUH?*w+ j-Luc iano da F. CostaGrupo de Pesqulsa em Vls3o C Ibernit îca - lFSC-USPRepresentaç3es da 1nformaç3o vlsua 1 em term s de e 1exntos geox tr1cos bJs icos, ta is com segmentos de rztas e pontos de a1ta curvatura, possyem grande lmportsnciapara anlllse de lmagens e v isao qor compulador.RepresentaçBes em term s de contornos 1lnea res saopar!icularœ nte.lmportantes para diversos slstemas devisao bîolöglcos. A aranha sa1tadora (Sa 1tl: idae), quePossuî um dos rx 1s avançados slstem s Je vIsao entreos invertebrados , ana1Isa padr3es visua is atravfs deretînas aproximadaœ nte 1ineares (for- ) e e ve is.Embora apresentando comptexldade mu ito re ior, o cörtexvisua1 dos prix tas tamblm pojsuî jrande parte de suasestruturas neura Is ded icadas a cod If lcaçso e anzlIsedos sinais visuais em tejm s de segœ ntos de retas, oque ; implementado atraves de campos r -. ecept ivos a 1onga .dos. Sendo urx eflcîente tdcnica computacîona1 jaraanâ1ise de lx gens ,! transforx da de Hough poss Ibi1itaobtermos representaçoes 1lneares dos contornos da irx -gem de forma bastante rJp ida e com razolve 1 prec is5o .Estamos invest 1gando os aspectos comuns de gercepçso eanJ 1ise de ix jens entre os sistemas de vlsao da a ranhasa 1tadora , o cortex visua 1 e a transformada de Hough .Nossa pesqu lsa envolve a învest igaçao ps lcof rsica dosistem de vii3o da aranha sa 1tadora , m de lagem do c3rtexvisua 1 dos prlx tas e o desenvolv Imento de um slstemde v is5o verszt i1, o Cyvls- 1. A , lnyest igaçso dav l'sao da a ranha deverl envolve r a prd'duçao de est rmu 1osvi'suais gerados por computador. Experimentos prellminres indicaram b oé'reshosf:-dôi Sal'flcidaes a tais estlmulos..lPesquisa suportada parclalmente pela FAPESP e CNPq .


-.Y N14BASES FISIOLUGICAS DO FENCMENO DEC O M PLETAM ENTO PERCEPTUAL VISUAL.M ARIO FIO M NIJR.,MARCELLO G.P.ROSA e RICARDOGAU ASS. Instituto de Bioffsica Carlos Chagas Filho,UFRJ.Em cada olho existe um a regiâo na retina nasaldesprovida de receptores que corresponde à saida do nervoôptico, denom inada de ponto cego. Em condiçöesbinoculares o ponto cego de cada olho é cobedo porum aregiâo nâo cega do outro olho. Entretano, m esm o emcondiçöes m onoculares estes pontos cegos nâo sâonorm alm ente percebidos, sendo ucom pletados' com opadrâo visualque estâ em torno.Com o intuito de investigaro substrato fisiolbgico do com pletam ento peceptual,camposreceptores (CRs)visuaissituados na representaçâo codicaldo disco ôptico (ponto cego)foram estudados na érea visualpriméria (V1) de macacos prego (Cebus apela)anestesiados e paralizados.Surpreendentem ente,a m aioriados C Rs tiveram com ando binocular e os C Rs m apeadoscom o olho contralateral progrediram de form atopogréficamente organizada ao cruzara represental o doponto cego. A ativao o desses neurônios pelo olhocontralateralse mostrou dependente da estimulal o daretina em volta do ponto cego.Um fenôm eno sem elhante foiobservado fora da represental o do ponto cego em V1aoocluir-se os C Rs Mcléssicos' com m éscaras opacas 5-10vezes m aiores que estes.Em todos os casos,a extensâo doestfmulo visualapresentado em volta (fora)dasmésO ras foiutilizada para interpolarcom precisâo a posil o dos CRsocluidos. Estas propriedades refletem ,ao nivelœ lular,oprocesso de interpolaçâo que possibilita o com pletam entode uma imagem visualprojetada sobre escotomas naturaisou induzidos adificialm ente poroclusöes.


14 ANISOTROPIA NA PERCEPCKO VISUAL DETM ANHO LINRM . Sêrg ïo S . Fukus &ma .'i aboratôrlo de Pslcoflsïca e PercepgloeUnfvers ldade de Szo Paulo , R ibe lrio Pret oy SP .A llus:o de Mûller -Ly erw part igâo d eKundt e a lluslo Verkical-Hor izontal ev àd enc kamque a percepg:o de tamanho * an âsotr ôp tca e ouseja, mesmo que dlf erentes estlmulos selam demesmo tamanho f lslcoy eles p od em ser perceb ldoscomo sendo d e tamanhos d &f erentes . com af tnal ldade de tnvestlgar as cond lgees em queocorre essa anïsotrop la e mensuraram-se os errosrelatlvos para se alustar os kamànhos de linhasde dïferentes orlentaqees aos tamanhos deltnhas padrio em condtgees monoculares ebtnocular atravês do método ps tcof lsâco do erroméd lo em um monïtor d e alta reso lugio acoplad oa um microcomputador . Os resu ltad os parc ta tstnd tcam que os erros binocu lares podem serexpressos pela combtnaçio ltnear dos e rrosmonoculares; comparavees de tam anhos env olvendoproleqees lntra-hemlsf érïcas sâo mats acuxadasque comparapees envolvendo prolegees tnterhemisféricas ; a maqn ltude dos erros d epend e da sor lentaçies dos est tmulos, sendo que linha sor lentadas a 120 e a 240 g raus tendem a sersuperest lmadas maxïmamente em rela glo às llnhaspadr:o apresentadas horizontalm ente ; l inha spadrâo apresenkadas no campo v lsual sup er lortendem a ser subest lmadas em relaçzo a sua spartes comp lementares no campo v lsua l ïn f er &ore llnhas padr:o apresentadas no campo v tsuallnfertor tendem a ser superest imadas em r ela çl oa suas partes complemenkares no campo v ls ua lsupertor . Os resultados f av orecem a h ip:tese demecantsmos de detecçRo d e or ienta glo einteragôes hem lsf érïcas contr lbu ir em par amodular a percepç:o de tamanho .(cNpq )*


- 43 -.15DA INSTITUCIONATR ACAO A M x& Ao: UMcAu l> o PT- RW EL? Lldla Naolia DobHan* iW e- r.m pae -ento d.Pslcolo#. d. UFPRExi- m i- es de cri= çu e H olesc- no m lsque vivc in#- naemH htuie se que.ao cone o do queae- in- o Re hx#n œ CriR oe do M ol- - e.vivœ c luldos da convivG cia f= ilir e cnmxmie a.De x s oondie * carentes.esœ cri= çmspnxum aserabc donaaaAm laoxlwun oia œ x are+ de continuide com afa iliaem lase' proloe N = G cia nosin k- olew . é x œrgito 4% -..1.quenoM em tc fllhose œ beG m% é um dever do E* o mv rcicondiçöœ- qœ ce fmnliamO t- hA- slose.- % ci- jéaY aM u om ,encon- - 1s subsdtutos.Uma da diH au - N seO conœ x a fa ilia subsutuu é o e * preconx ito sx ialqeenvolveesa e de rele fa ilir.O prex nceie oeev ioan àH + decri=- gemlmenR é jushsce o m 1a crença deqœ os1- de= -* fnez'x e a'zm aourœ N qœ - '- Onohzrn,'e* e Nœde iros'*d- ele o o t= or% su- ta f- 'DY ed- vlnvul- afedv- m - .n1-= relae sadoti- .Pesqx,i- qquereanx osme m queam sr dos- edo da V zv -nesœ e do em des- .osY se tivospmferem eWœms relw - com a f= lia de origem e - mo e- o assunto com seusFzlhose tivos.revelR do = œsejo no cov ioz de queœo% odeslœ = e *M da M'M ça de sua fa lia biolœ ca - a f= lliaadotiva.T- fonnw é velM - ente nee aos slhœ e tivos av ibilie de œ 1* oe s conœeœ e e sua histôria wntv'or.m opici= do coe ç- - o a- volvimO to de fœzta ia e difcuhx ana fo- o desœ e priaidotie .N= lY aN rnôs* i adim-unf- ilic e pleno devolvimo e afeu'vo-emœ ional > pais e 5 1>adotivos.


115Av öEs TAO W S: UM D 1> ImPRX F.R DE D m ACAO G IANCA.FAMiLW MlrlizeleMaldonxdoVa-a Pv madem utore * PU CCAM P. -a - jo presma fmu lhoe v'lnu pn- sosdeae œ criR çasmaioresdedois=os@ flm * vehscr o H- volvime de e tae œi=çafaiha ea = aênciadeconAzlomiou si* similcesnosFum s- olvidos.Fo= sujeie cincoFupos c= tituldos pœ cri= ças œprocessodeH e oyeres- ivose e tes.Foifeio = mpe o ed* , osprimekos contatos % cri- a com G& H olnnt- a/ = ca de oi*m- o o in- no 1v Hotivo. Fo= a- ncad- *moo- vlsti- do m rie o de convivG cia: O mN œ enlo reF ex ivo.a- ivie .rie o = le o de a- volvimenln Wobalda cri-aenfr=- e do preconceitoqneinl.Obm ou-seesforço sie 'cativo dace çapn x ie scc Om osnovœ me los- e .A condie *œiv ça po e A lecer novos vlncul- foi reladnnoao cx aN ibilie deN ess;o e atendimo to,m los pais adouvosyde suanecexsiaM - emocionais maisp* iti- .Conclui-x que 6 de f= da entalimm e cia a prepa- io dGs m stulm:ta e * cria ça,* como oRompnnhlmento dafa liw esm clâcoà situae decrix queseinse à> 'do ese o deconvivGcie,


15 W NCTFTAR AFEHVGS NM FAMW,IMG TIVAS.CHsdana M em adanl F- r m - e oud.Unlven ldade de Taubaté.- - 0O kabalho H- volvido com ine e- fa iliasadouvase to na atualotem# udca* ori- œ > como M ate em m sque sobreoam go = ke ciM - e mH H oûvaw nœ > teOH- x s m siemuito otimisG = re+ sosprrsom,- & ade .œ resule osdaN x m rnôs re * Om f- lliasHouvu mo- qœ aqe iedo m'nmxlo mR -llho adotivo a-- volvidos n- al.a- biolœ cas.Am rcene em œ œiM çasadodv- xg- ena am > 1 s- mls.ée e ena K m m-nhxnlO cone em Elhœ nnhlm,'m.OikntaN centodas cvi= ças dc onem m v go se- conu s- 2œ% de caa dem o a ioso ou = bivalente.M e i- moso sie ceo socialdae .obx= qœ asx i-HnH-édi= imie riaem rele K spaise Elh0s H ohvos.revel= do preconoeie e ese ti- que 415cu1* a= ite œ e como = pro= so na* derx lue - o dilc aqœ sees* 1= pn ce sque deseja H oœ epa asce ça s.famlhas.M e is= - o sie cadom icole 'oo da ade o.oameoe osque qx do a pe de é moéve m lo H jo de continuie eula - ss os limites de M cion- to oe co,poso que sb- adis- içâo pn dom se a = cri- e aœ lher um slho a- & dacae e de se ide H com eleeœ rœonhecœ a sim- o eso =nmu o M staci- que r ' a = bos.M im:= > ou ml *sie œ s nlvelpsicole co.conceW !ge- ede à 1= a x ace çwmassim = H jo & % envolve em lmenx m ofm die com o- =hx Mo.A D temie é v- cialmenk afeuva e > ou no x.-1* 1- na N mide biolY œ ounae .


15 G Ao NACIONAL E INTRM AG ONM ;M N'ITFICD AD E o r UM PR Y ED D ER O ADE? Jaxe Ax e da Pea lm Pres- .D ivlgxo Téenlca da Vara da Ie nda e d. Juventuded. Curlti% . C@-'--e-o o o dual JudleléG deM + @ d/ Pa- uA pe O daH e orex nheceprimœdillmena % nec- idM - darvinnçaeoeme o necese io pn enconœ Y se hvose * s1 qxne= sitem de lves penn- e . A H oço m r sua noh.ezxinte scipline w ie ûlcaemr- osvalorœ das ie hë - daf= lliw da com= ie .dosmeios de com= ie .ôo relikosos.se te os,eA- ionaise de e estr u ial.> fa ula as m llticasu iaisœveavslic crmtinlom-a x % G icmsquesex> em no Y enoda H oWo,oferex M cientese- > eprotelo 6ciR ça e àsm sso%relK ionwdnm com o c% o,ex reseteo conhe.nimento atualque em- dmsciGci% je dica,da conG me cu e = iais.A e ,n- iœ ea- volvida onpe '' ente por oukos m ohvos. eskve a ponto desu= bir.Hoje= ergerefore e'monimMk aœitam 1aotalie *leo lae . Noe u Ne onz. Consutuie FM - 1. Ee tuto daCri= ça e do M olesœnte e demais leis corelaœ e Norm atiuln-- nional.Inoe em te osos > ms- .repr-- o x a res- taàs necessiav - no satisfeiœ m 1a ohg. - .-1dos acontecim entos.IlesG formw supc o> itivo conceito,conveeM do-senx meio deof- - = !1v e vela x a cri= w phe X le,dei= do de f-inœ e- no ce Ho* N PHWIG a œieçe.A ohenemrwlemnqueo.mz- 'a sue v ionaleint- nnional> atv ie ,prote o N exœlG ciw esë svalie N = * mo * vez maiœ dece ecimO to cientlfico.demons- do as vR ta- qœ ofœece N a oG m aœ da inRnoia d- > Consiœ r- - que a edirxioe eefdivadaem nlveisdemevO ç:o eem nlveist= # uticos.coM itui-se na prôpria aplicae de e clpios. re- e dir- '-> l= e nu refe noe vu Rlauva è M tee Mte> .Conl- -x aC.E.J.A tcomi*.unEste olJudiciH deM oe )comodee ora& x sm lfticaE#.H'xn1deM olo Inl-mnnlov ,em condie se c% ejM di- N qx do% * - 0 ,m 1o B- il.% Co- ene& lhiw assumk o pamldeAutohde = o me stono e go 6*e 1aConvene .


16EXA-Z-TZNCG CONSTRIMIVISTA EM EDUCANO ESPECIAL: Am - g:o x EDUCAM R.> rta A-xlia Almefda (Universidade'Federal de S1o Carlos)A formaçso de recursos hllmnnos para a ârea da Educag:d Especial , temsido 'um tema muitp debatiço (Om tej 1988) M zgota, 1992) Cardoso,'1992).Este estudo mostra a 'unf ao de Nsforçps d: uma profesgora universit:ria especialtzada e com vasta v periencia em Educag:o Eapecial com optrW,professora 'expert''em construttvispo, mas sen 'experi3nci: na.W ea, queluntasy conduzfyv um proleto de .pesquisa sobre a aplicagao do construqvisx eo Educagao Especfal .E A pesguisa foi conduzida .em '3 escolas.especiyis e l do . ensinb regElar da regfaz d'e Londrfnj. Fizeram parte do estudo.% klunos do curso despecialiaagaq em Educaçao Especial Ma UEL z que eram pyofelsorNs nessase:colas e recebi& ysemanaA- nte ,orientaçao 'na condd ao de zraticaspedagogicas y com tdearfo construkivisêayadaptadaj para a Eduéaiao Eypecial .Dessa fv- - y.a .pesquisa mostra qa condugao de 4.estudos .Eàtudo 1.. Foi conduztda em um: escolà especial para portadores dex ficienc a > ntal de uma cidade ptoxi- a Londripa.Fizer:m parte do estudo, 5 crianags,'sendo 4 limitrofes e 1 portadEra dedeficfencia méntal moderada. .Estudo 2. Foi .donduzido em uma escola especial localizada na cidadede Irndrlnay onde f tzeram parte 1+'crianças portadores de def iciFncia mentalmoderada.Estudo 3. Foi conduzfda em uma escola especial, tamb;m localizadana cid e e ondrina ionde f izeram parte 5 , eriangas portadores de defiaciFncia mental moderada.Estudo N. Fot conduzido em uma escola regular da rede . Y hicipal de'Iondrfny.Este estudo mostra a inclu#:odeumacriangaportadoresdedeftciëcta menyal leve ez uma clas:e co-lm com mais 29 criançaa,'natriculajas nociclo basico de alfabetizagaok Os dados obttdos pertite: a comparagao dedesempenho do suleito na construç3o da escrita em relaçao 'a outras crianças. ' .Os dados dos & estudos revellm que todas al criangas, independentesdo nfve! de def iciincia:.apresentR desempenho sigpificativo em term s deaqufsiçao da leitura e escrita. ' 'A pesquiaa sugere que os espectalistas .da W sa de'Educaç3o Xspecialdevem unir-se a outroa espepialfstas, ppra numa açao multidiscfplfnar, rEal- nte poder jornmr retursos hlxmnnqs,que de fato possam atender as necessidadesda area.'


16CONSTRUTIVISMO PSICOLOGICO E INTEGRACAO ESC0-LAR DE DEFICIENTES HENTAISMARIA TEREsA EGL'R MANTnANUniversidade Estadual de CaaP/=S-SPA educaçâo de pessoas com d;f ic Its 1nte lectua is na esẹ ela regular de IQ Grau nos defronta com sltuaçöes e quest8esrelativas aos processos de aprend Izagem e de enslno, que rmelam na ma iorla das vezes, o conservadorlsTo instîtuc iona 1o despreparo dos professores jara enfrenta-1as.Por outro lado, os benef lc Ios que buscamos para essaspessoas, integrando-as na escola , constItuem um forte ape 1opara que o ensino se transforme e os professores se prepacempara concretizar o 1dea 1 democrltico de oportun iza r edMcaçso bJsica a todos os a 1unos, quebrando barre iras e 1îmitesde toda ordem, que geram segregaclonismo e d 1scrîm inaçöes.Proletos gue estamos desenvolvendo gom v istas â sfetivara Integraçao prop8em mudanças nas yraticas pedagog IcasusuaIs e se fundamentam nas invest lgaçoes atua is da Escolade Genebra , que foca 1izam os processos mîcrogeniticos decogn iç3o, ev idenc iando os mecan ismos f unc iona is da inte 1îglncîae as estratlg îas do aprend lz f rente a s 1tuaç8es deresoluçso de problemas (Construtiv1smo PsIco13gico).Esta nova perspectîva da pesquîsa psicogenit1ca comp 1 .tmenta o que constatamos, ao veriflcar a înf 1ulnc ia da so11-cîtaçso do me io escolar na estruturaçso do conhec imento emdeficientes mentals (Hantoan; 1987-1991), a partîr de estudosmacrogenptlcos das suas.organizaç8es 1ntetlectua îs(Construtiv1smoEplstemol3gIco) e reforça nossa crença na 1ntegraçlocomo um dos cam inhos pelos qua is a escola e 1ementa rpoder; superar suas d lflcu 1dades e insuf 1c i3nc 1as sem ca Irnos extremos da massiflcaçâo ou das especIa1izaç8es do ensinO.P


16 ' C E Es RITA PoR cRlAxçAs IDENTIFICADAS coMo PoxANALISE oo DESEMPENHO NA Aoulslçxo DE LEITURA' TwooREs oE oEFlclzxclA MENTALGeni Sanches Rodrigues (Universidade Estadual de Lèndrina)A aprendizagem & um modo particular de construç3o deconhecimentos em que a criança formula e reformula hip3tesespara interpretar o sistema da escrita (Ferreiro: 19859Ferreiro e Teberosky, 19869 Grossiy 19909 Kaufman, 1994).Lôgoy o obletivo principal deste estudo foi verilicarcom o crianças identificadas como portadores de deficienciamsntai interpret:m o sistema de escqita. O objetivo secundariodo estudo e mostrar como se da ta1 processo em criançasque apresentam diferentes nfveis de retardo mental.Para tal, fizeram parte do estudo 4 criançasy sendo2 classificad:s como lfmitrofes, 1 classificado como portadorde deficiensia metnal livre e 1 classificado como portadorde deficiencia mental moderaday cujas idades variavemde 7 a 15 anos.O estudo foi conduzido em 3 escolas especiais e 1 escolaregular da regi:o de Lôndrina, onde4professore:eram orjentadossem:nalmente pela investigadora na condugao de praticaspedagogicas compatfveis com o ïdeârio construtivista.Os resultados demonstraram que todas as crianças tiveramprogresso. em termos de aquisiçâo da escrita, passandopeios mesmos perfodos e nfvets de psicogênese.Em relaçao a aquisiçâo da leitur: e escrita pelas criançascom diferentes nfveis de deffciencia metnaly constatou-seque:1) Os suleitos classificados como limftrofes, apesarde tamblm apresentarem problemas de fono, conseguiram sealfabetizar no tempo esperado para uma crianga nao deficieEte ;2) O sujeito classificado como portador de deficiinciamental levey apesar dos problemas de fono e visâo, no finaldo ano letivo estava alfabetizado;3) Quanto ao suleito portador de deficiincia mental moderadaycqnstatou-se que ao final do ano letivo, estava nonfvel silabico-alfabitico. No :ntanto vale aqui ressaltarque esse sujeito apresentava serio problema de fono, queprovavelmente tenha sido fator dificultador de seu processoAs implicaç3es deste estudo para a ârea de Educaçâo E1pecial: tambim sâo discutidos.


16SIMPOSIO-A CONTRIBUICAO DO CONSTRUTIVISMO PA-RA A AREA DA EDUCACAO ESPECIALTITULO DO TRABALHO-ESTUDO SOBRE O SISTEMA DEESCRITA EM A LUNOS PORTADORES DE SINDROME DEDOWNAUTOR-ANNA HELENA .MOUSSATCHZINSTITUICAO-UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DEJANEIRORESUMOO presente estudo teve como obletivo acompanharo desenvolv imento da aqu isiç/o da escritaem crianças portadoras de Sin drome de D own quef requentavam uma Escola Especial ,com idade sen tre 10 e 14 anos e escolaridade de ,n o m f n i-no ,2 :.anos .A pesqu isa apoiou-se nos segu in tes ref eren ciaistesricos : a Epistemologia Genêtica de JeanPiaget ,os estudos de B . Inhelder com Jovensportadores de deficiencia mental , a Psicog3ne-se da Escrita de Emllta Ferreiro , entre outrosForam obtidos os seguin tes resultados : do totalde 13 alunos acompanhados , 9 alunos permaneceram(duante um anolno nlvel pré-silabico2 alunos , no nlvel silâbico e 2 alunos evoluiram,respectivamente ,do pri-silâbico para o silâbico e do silâbico-alfabêttco para o nfvela1f abûtico.Essqs resùltados f oram sign if icativ os no sen -tido de propiciar prof unda/ ref lex3es sobre asPrâticas pedag3gicas que fundamentam o ensinonas escolas especiais .


17&NO ESTUDO DE ESTM TEGIAS METAGOMUNIGATIVASNAS INTEM COES CRIANCA-CRIANCA -Angela UchoaBranco - U niversidade de BrasiliaDestacando-se o carétermulti-modal e multifuncionaldosprocessos de comunica# o,analisar-se-é opapeldesempenhado pela meta-comunica# o,através daFuaI o substrato semiôtico que seNe de base àInterpretaçâo dos signiicados que em ergem nos processosde interaçâo socialpode ser definido.A meta-com unicaçâoprovê,padicularm ente,as regras,as instruçôes ,enfim ,oscbdigos para a avalia# o e interpretaçâo dos processosinterativos. A o especificar a natureza ou qualidade douframeeinteracional(Bateson,1972;Fogel,1993.,Gofman,4974), a meta-comunicaçâo conteAualiza o conteûdo queesté sendo com unicado e indica o tipo especifico decoordena# o entre as Morientaçses para um objetivo*existentes entre os padicipantes da interaçâo (Branco &Valsiner,1992,1994,1995).Os conceitos de convergênciae divergência em ergem com o instrum entos de anélise dosprocessos interativos revelando a dinâm ica dasRorientaçses para um objetivo* envolvidas no processo(Branco & Valsiner,1995).Osvériosniveisem que a metacomunicaçâose apresenta (episôdica, relacional,conteAual) serâo discutidos, e o seu valor funcionalanalisado. Dados em pîricos referentes a um estudorealizado com crianças de três anos serâo apresentados ediscutidos à Iuz do* conceitos elaborados,com o objetivode descrevere analisaro fenômeno da meta-comunicaçâo,a partir uma perspectiva te6rico-metodolégica coconstrutivista.CNPq


17THE RO LE O F THE IM ITATIVE PAU ER N INCHILDREN'S DEVELO PM ENT -CarolEckerm an -Universik ofDuke -USA* 1A majorachievementofthe first3 yearsofIKeismasteq ofthe skils required for cooperation w ith others in activltlessuch as games,joint tasks, resolution of disputes : andverbalconversations.lm itating another's play action Is thepredom inate w ay children firstform cooperative responsesto other's action outside parent-infant interactions. TheBim itative pa tern* sew es the function of generating avariety of ez ended form s of cooperative action --eA endedreciprocalim itation patterns ofinteraction,fo low -the-leadersequences, and'm ore com plex eA ended sequences ofcooperative action.The im itative pa tern,fudher,appearsto have the im podant function of facilitating youngchildren's m astel of verbal m eans of achievingcooperative action. Six types of speech facilitative ofcooperative action beginto increase in frequency duringpeer interaction only after the em ergence of the Im itativepatern.These tyqesofspeechoccurreliably more oftenduring those perlods of interaction e en children areengaged in ez ended bouts of cooperative ad ion createdthrough their nonverbal im itative acts. By m eans ofnonverbal im itative acts and the sustained cooperativeaction thus generated, it seem s that young children areable to scalold theiroe eforts atverbalcom m unication.


17VM r cAs DIK % s1VAs NM M ACOES DEc> çA s PEQIO AS: M OUM S QW SO ESVM Rm X LY ICAS E CONCEX M S . ZH œ M -pxm - * Ohw H - Ui- ie œ SR Pado -m 3A> ' Bm aido = sia- an. x o = œe wis- o e wlm'- ln blmxnn,- sefe a> ' de = hta (me 1)defo= * a#rmghlml- o mM l-ao-X v œ v1942,195% Va ote ,1978,. . ' '1986).A anM'-aœ e a en>ldœ = 3e .H'u a + * œ. o . > . o - h - (:o m >% > > 1a 6m gm adWe di- : no * % no h* o œ- *.- a-% ga o no de adde e % m lo adœ )e nœN gibi:e e o Alr m e œ > œ * zm'nHMae e sdœ > # 1 - os- H :eo > - agge =* siY o M'* N s- K œ (OEwG 1995).a '- 1'- x = n- sa a- e e a1- v tos xhuvog ào- i* ou Y m h * p= K * M x e' *gj. .. ...- - =a o s. vua .x. % jmju.H > is ass- d- m 1œ - % e œ o- içœ à- 1-- * 1.Ce q 'FH ESP


17 A coMuNlcAçâo AFETIVA ENTRE CRIANCASNo PRIMEIRO ANO DE VIDAMARIA lsAast PEoRosAUNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCQ wx-jA destriçào acurada dosm ovlm entos expressivos de criançasqlundo em conM ocom parceirosde mesma idade,numa sinuG ocotidiana, oferece subsidios para um a anâlise lobee asensibslidae tla crlança àsem'oo esdas outra .bem como sobre a.capacidade de expressar seus estados afetivos para regular ainteraçâo tom elas.O presente trabalho discute o papel dasem m ses nacom unlcaçM de crlançasno pdm eiro ano devldœM guns epise ios de interaçâo de erianças.com dols ou m aispareeiros,foram recortadœ de um condnuo de regisx em vldeo.Este registro corr- ponde a nlm agenssem anais de um gruw deceianças.fm qûenu anres do berçlrio de um a creche que atende a :fam iliasde baixa rendm na cidade do Re ife.A anâlise destelepss6dios,levando em conta a m stura do corpo,o m ovim entoanxmx-mstom gestosnem sem pre bem cooM enadœ .odeslocamento no espaço.asexpru s6esde chom ,riR .surpresmm is'a etc-,îlustram que o repertédo iniclalda criança,m esm o'inclpiente,seregula àsdemandu emodifkaçew-Mdoambienteinteeaclonal,fazemdo emergirum u paço de signiRcaG o supra - !lndiweidual.Apoiando-se no enfoque de SistemasDlnâm io s > ra o estudo .dodesenvolvimentp.uodiseutidosakum mo-ntœ dedexrdemqe SeEntertalam a œ m eno s 'qxm me''u u veis e constim em umprocesso que se tran&form a e alnge 'es- dos coletlvos. m ais 'lcom plexxiljil


=> I18 o IMPASSE po ATENDN RNTOPSICOLOGICO NAS CLN CAS ESCOIAEdw izes - F-erreim de M attosSilvaresDepm amento de Psicoloka Clinicado Instituto dePsicoloka daUniversidadedeS.paulo.O s lrabm os de caracteri-ëo da cliéntela das clinicas escolas dePsicolo#a ,serâo ohieto de discus/o do simposio proposto em vi> dedem uitos dos pontosy evidenciados nos primeirosestudos .se repe emnosesmdospoxeriores tcomo algunsdosqontos quee o ayresentadosno prôprio desenvolw m ento do simpôslo . Es> regulandade temim plicaçöes te6rico prâticas cuia eluciO câo se -constitui - no obl'divo ...-daalividnae proposta . A prevG ncia dos m eninos sobre as menf'nnm , am xior procura pelos pdm ogH tosy a diferenciaçâo das queixascomportamentaise sua relae com o sexo da criança.tsâo exemylosdepom os que se repetem entre clinicas-escola brasile asculo esclarectmentote rico. além da conm taçâo inicial dos eA dos pioneiros , m erecemesforçosprolongadosde investiyaçâo e reGexgn .poroutro lado ydesde queosp 'nmeh'os exudos diar ostlcnmm o pouco alcancedos objdivos deatendim ento à com lnianae @ a1gum > propostaspara superaresse impassetem sido apresentadasmnm nëo houve a opprfunidade de exnminlr ,emforo plblico yo sige cado social delas. E nossa intençxo extrair dosim pôsio o sige cado socialde dois tipos de atendim ento altem ativodesemwolvidosnaUniversidade deSzaulo -D USP :1)a inversâo dofuxodo atenaimento psicolôkco (ao invésdo cliente iratéaclinica exolaéestaque vaiatéela)e2) osn posde esp- recreativos(gruposde cn'Ançasbe cam semxnxlmente nas clinicas-escola até serem atendidas) . Ainvere o do fuxo de atendimento pode ser considerado um esform deatençâo prims'ria llmn vez que buxa auzliar'lms populal o que nâo cheaaté a clinica-v nla -a dos disprivilekadosculturalmente - e quando ofo- m tem x us problem nman vados a um ponto talque pouco x podeexxor em benllcio deles.n ok n po) de espera recreativor deve serconsiderado deatenlo sefu,ndéria visto pretenderajudaraclientelaquejéx inscreveu na clinica em virtude de problemnmcompoesmentais . Ambosos program aspretendem prevenir a m qâo do atendimento :um dos pontosrep hcados ' porquax todosos estudosde caractv 'yllçâo.Ambas propostasfomm bem suo- idas quanto ao alcance de seus objdivos ,como xpretende demon- r no d- n'er do trabm o,quD do detm esdosmesmosprogrnm nm serâo apresentadose discutidos.Ce q e FAPESP


18CU NICA D ICOLBGICA :ESPACO DE TENO ESP- fa . > a.> rflil Am- - t-o PowAie U- e e e CatO ea PAde Sâo P*+ * Un- n idlde PAMIIAE- 19:1 asle ium lm o- ele K bm s de- e a e osa > sp- u u.s œ tK>*-' ..- @Ia 4e Sâo Paul*,m e 4a > la$ o- ru ç-Inform ak e = - ie e e sslM 4s4e elm . e se d- 4e traelinicas llgad- a cp- de D leloglm - see- .(A- @- L@pm19*4% > - b* @.pH- '- - gG > * B- l% feia- #- - *>dive- o e - ceme efei- a >*IH ç* de eutrasp*+ 1-semelhap- q- Y ram.apn>f- ds- e glx e r- * q- e d.p- l- em n e b gilo ilk a e #œ - .Ie @$* see çes* ---eœao l1- .0 - .- - 'H.e @s*m * - eida- *- @w- - --*-*brae d- - Iongo dlde sda de % e da p* eH m ee de d. dn a.deo ,m-- reulte pe xi- e e - o- - - du -* > e- 19D (S- < 19K5,C-- lh. & T--t.a1@< :* 9.Llndm- ,199e.Blru l,19* --œ- - - s).o eajud. e 'M --,@ wb> eœœoœN K *W- e a dewv --r A.*-dlm - - de q- ti- - ewe qMe - * 0 - - dife- e dl- ept- o - o pm @*I- ev* -' - t@ d* e e1.o -..41- 4* m lela lo enq- eA io pe = m a 1g*N qul- denatu- Re anteâ:* ee - --* ei- a Teœ - eG -H l*oo n*md- alh IM@u çe Rte u e estra#égiœ .m obllH . 1- + . dael l-em - - quanlo inqtite e *- se. eplç. - *-1(Y m b%> 19*z.Yee ,19:3.M o* a da SRvm 19@4.An- a-> - 1@#T).z.@ 14** 1- * G llégk. O qa- q- - - ento ea - A ape- e.ueM dé - -.*.v1- deo wha *a& % poièRreapomdo pom* k- t- Gh- - ,e e lœA p> - gl- lapea gelJgi- - l* *Am *- clnle. e e iea> la ale *e - q- isR H oI- @:* 41*- tlai- o - --'--ea* e i/ e D.- t(1#k4).* '*= @- - lpâK- peY te a- vr. mkéle .e xk. remo - * d* de- elt* de e teehç- *=


=*qA INFLUêNCIA DOS ASPECTOS SOCIOECOFIO -18 przcos NA pnocuRA E NA CO NTINU IDADE DOATENDIMENTO PSICOLCGICOyuliane de o ltv e ira FalconeU n iv ersidade do E stado dr Rio de Janeï r oA.ericâcta da terapia cognitivo -comportament al tem stdo demon strada na literatura atravisuo refïnamento' de t3rnlcas terap3uticas ,de crttérios diagnûsticos e da inclusVo da famllta .no pr-acesso terap3utico. Entretanto , estudos recentest3m apontado uma elevada percentaaem d Icia duran te o curs o da terap ia e uma proc e deslst3nura e s-c assa de tra tam1 ento , principylmente entre famlllasonde d e fam se tlia identifica r um elevado lndice de adverstda-.Estas constataç3es tzm levado algunsveisautores contextuaisa chamar atençRo para o estudo de v ariâ-mats amplas, a f1m de otimizar oatendimento psicoligico a populaçRo infankilCom o obletivo de encontrar dados .n ecessem eon trtbuiç3es preventivas e remediattvas que for-no atendtmento h crlança, roi realtzado um estu dode caracterizpçzo comportamental e s3cloe oa populaç3o lnran til do Se rviço de Psteolv con3mïcaplicada (SPA) da Ponttflcia gta A-doRto de J ane iroUnlverstdade Cat3lica1OO.Foram analtsados prontuûrlos desuleitos com idade anterior a 16 anosdo com aspectos soci , de acoEodemogrâfieo, comportamental ed e func tonamento ln stltu clon al. Os resu ltados mos traram-se coeren te s com estudos -g rau antertores , onde ode adversldade ramlllar estâ inversamenteporctonal Z procura e perman3nctado E-bat'baento.prEt3es sRoDiantepropostasdesta constataçimno sentido de,aprtmalgumasorarsugespulsa e o aten elm ento a pes-psicoligieo L populaçRo Joem .Cx q


18ASPECTOS COM UNS E RELEVANTES NOATENDIMENTO PSICOLUGICO DE DIVERSAS CLINICASESCO G DO BRASILRegina Maia keme Lopes CaNalhoPontiscia Universidade Catolio de Cam pinasO objetivo do presente trabalho é Ylacionar os dadosencon% dos no estudo pornôs realizado em conjunto = m oPmf.Tecis (CaM lho e Tecis,1988),no qualdefinimos algumasO raderistio s da populaW o que pYcumu o atendimento naClinio EsO la do lnstituto de PsiO logia da PUCCAMP no periodode 1970 a 1985 ,= m resulK dos de estudos posteriores O mobjetivos similaes ,= mo alguns a serem aquiapresentadospela clini- sO la da Unie rsidade do Estado do Rio de JaneiYe da Unie rsidade Fedeoldo Parané . Com esse objetivo emmente , primeiramente desce e œ m os a metodologiaempregada em nosso estudo e aboM aY m os os principaisœ suldos alo nD dos naquela ocasiâo, pao ,em seguida,busO reslbeleo ra relaW o en% os Y suldosdos difeœ ntesestudos mencionados . Assim ,tenl x m os apY sentar aspossie is raze s que justifio m o fato da maiorpade dos dadosde 1988 dese tos abaixo,se repetir nos estudos do Rio deJaneiY e PaO né.,Y alizados em 19M .'De nossa amostra to* lde 2102 pacientes, o m aior nûm eYenO ntœ - se na fa* de 6 a 10 anos de idade ,Iogo seguidapelosde 11 a 15 anos.Grande pade da populal o (44%)haiabusO do os see ços paœ obtex m atendimento O m Y laçâo aseus pm blemas viK is e psix lôgiO s.via de œ gfa eramestudantes e eno minhados porinstituie sesx lares.Além dissoa pmpoe o de solteiYsna amostY obseM da foibem maiorquena populaW o em geœl,o que nâo é supYendente visto seraclientela constituida em sua maioKa por chanD s e adoles- ntes.


18--jI!1IAW NDIMENTO PSICOLOGICO EM CLINICAS ESCOLA:C LIE NTE LA . Fo Nv s DE ENGAM INHAM ENTO E Q UEM S.EM DIFERENTES GLINICAB EK OLA DE PSICOLOGIA(PAAAN/-RIM AO PAULO)Yara K .lng- = an D epadam eM o de Psicologia da UnkersidadeFe eraldo ParanéEste to- lho tem K r objde a anélse e desc/l ox m podam ental e e cio = nôm ica da populao o inKntildediferente clfnio s e .nla (PUG RJ.UFPR,USP)de acordo X ma proe a de Sie = (5992).Tm ta-O de l- ntam ento dos clent- inscriœ paraatendim ento nas o lnioas e nla m encionadas com idade de 1 a12 anos.D s dados foMm cole dœ pqla anélise de prontuéhoso lnin- fY .nle ndo: quee , relacionam ento fam iliar dœ larado,relacionam ento O jugal de lao do, atendimentœ anterio- ,enc m inham entos;aspe os M ci- nôm iox '.residência,idadedœ pais,œ ndim eM o * m iliaq nûm ero idade e * xo das crianD sda O m flia,R laKdade do cliente e dœ pais.Vam os centm r nn- ané lse na clentela, fonte deenoam inham ento e quein s.œ r- u:ados indic m ,O nsrm andoa lReM um ,que m ais m eninœ do que m eninas sâo l- dœ àclfniœ . Sâo enO m inhadœ em prim eiro Iugar G las N M las- uidas de am igœ ou parente e m édl= .As queio s de m aiortequência sao dmouldada com desenvoM m ento oenlar edistûrbiœ de O m m M m ento eo lcito:v uidœ de distû* iœ decom K dam ento nâo eo lfcito e distûrblœ organi- .V erKcou-O um a m aiorlm uêncla de = M * de istûrblœde x m m ro m ento e lcito na am Y m do Rio de Janeim ,>anélise dœ encam lnham entœ oe x u-se que,dKerentem ededœ out= œ nt> , as fonta de enc m inham ento O o maisigualm eM e distribuidas entre a a cola, am igœ ou parerœ em édix s o que pe e oe nrna * se deste dado dieœ nciado.A X m paraO o entre dferentes œ ntrœ e m aconK lidar dadx enx ntm dos assim œ m o trazer umaO racten'Rno o m ais am pla em termœ da realidade das clnio s= la no Bœ sil. cr q


19O LU GAR DAS TEORIAS D O D ESEN VOLVM EN TO111JM AN0 NAS PROPOSTAS PEDAX GICASEI.ARORADAS POR REDES PG LICAS DE PH -ESCOLAS-ZH deM oraesRamosde Olie a -Faculdade deH œoRCio cias e Lekasdo Ribeiro Pm to -U nive axae de Sâo Pai oP- uisaroxlgAdapelo M EC Wsu do a 'Anllile do gopost%m lhgôbcas pra redes pûblicas de creches e pr'e-escolas'levantou uma ampla divc idade de posiçöes teôdcas acc a dosfune entos do kabm o -.A11yAHn. Consider= do que taisposiçöes sâo colocadas com o impo- tes m ediadoresapresen#aanm ao labm o do: mofessores jnntn às ce ças,busca os no presente estudo O cue o lu> das teoO dedesenvoe ento hxxm ano nu ueH N om lstas.Pe m os da nnn'lime de 47 docum entos ehborados noe odo de1988-1994 pelasequipestécnio% dasSeçrelxnlmdeEducaçâo de 27 Estados e de 20 Secre-n'xm m e oipais dejEduoaçD das capitais brasH as. Procuramos oonsiderar osjpx su- tospolie sdaolp'mizxâo daspré-escolasno sistemae a Wd o de deso voldm ento infM tilaprçsentada nas propostas.H é um predoml'nio do xferencialpiagoe o ombora pre- postosvygosœixnos esteja = do ta bém defenddos. Vemosner- midade do m ior aprof= damento to dco dœ pose dosdefendidos, que têm sido m nitx vêzzs aprom lad ' osdistorcidamente pelos professor> , c* do-les angfxse edesolientae s,e '1m% avaliaçR das fn- a.q de fo- D emeço que ostêm alvnledo.GI


19q.-z-MvlsAo DE G TANCA E DE EDUCAG ON FANTII- NA REDE PtY u cA DE cu - s oEM 'PEROFRJ - Vca M H Qxmos de Vasconxzos -Unive dade Federz Flumloense.A % de Ce ça e de M maçso IX = z e a e claçâooxistente ontre a valoHze o do Eduoador Infani, enq- toproe sionz em m m x ente fo- o e desenvoldm ento, e am eh oe de quv dade da EducaçO e Cuidados dispa dos àCe ça de 0 -6 anow nosltim osseis(6)anog(1989 -1995),narede pûblica do creches do Niter6k = â a- x'ntada,a pae daAn>'1,'M histôdoa de 12 Tede e so ke nnnaçöes. Taisla fom hqç:os se * am em concom itância às m 'A oçasexistrntes na - œ rexllvodw qœ K M ciou com o = estudodos Prx essœ de D eweo o/vf-earo Cm itivo, Em œ ional eS> >/ de Cr/va- em Cre//ze e foi se tre o- ando numxr.om pnnhxm ento m m'm abr- ente do Prœ easo de C'ozzv/- aodo Coaâewf-ewo e Fom zeç'ao * SubjetWidade,tM to da Ce çaq- to do Eduoador do Crmche.Anxhlx- os as m xlaxnçag 000n1% na concem R deC* ça e de EducaçM para Y oe ça a pae dos difemntesI'.parae da Psioole do Doxnvole onto,que veem,aolongo destes = œ , ztex do as préGcas educadoe e asprom stas de F- xçâo do Proflssionalde M .naçâo lnfantil.


19o CONTEXTO DEEDUCAX O DA CRIANCA PEQUENA SEGUNDO APSICOLOGIA DO DESENVOLVIM ENTO :UM DEBATE INTERNACIO NA LM aria Clotilde Rossetti-Ferreira,FFCLRP,USPk# -As grandes transform açöes sociais e econôm icas ocorridasno m undo conlem porâneo tem m odificado a estrutura dafam flia e o m odo de vivere relacionar-se de seus m em bros.O aum ento no nûm ero de m âes lrabalhando fora de casatem induzido a criaçâo de contexlos alernativos para aeducaçâo da criança em seus pfim eiros anos de vida.N aPsicologia do Desenvolvim ento surge a discussâo sobre aadequaçâo desses contextos para um desenvolvim enlosadio da cfiança.f in&eressanle nolarcomo os esludoscientlficos publicados deixam entrever ideologiasespecfficas,que norteiam seusobjetivos,dados,anélisese resultados.Assim ,o neo-liberalism o prevalenle nos EEU Ue Inglaterra os tem Ievado a definira educaçâo da criançapequena com o responsabilidade exclusiva da fam llia. Aeducaçâo coletiva surge com o em alnecessârioe devido àincapacidade familiar. E a avaliaçâo de seus eventuaispfejulzos constitui o principal foco de estudo. Jâ adem ocracia socialprevalente nos palses escandinavos Ievaosa encararseriam ente a co-responsabilidade do Eslado naeducaçâo da criança. Consideram um a diversidade decontextos posslveis dada a plasticidade do serhum ano,efocalizam suas pesquisas sobre fofm as de provere avaliarum a educaçâo coleliva de qualidade. Na apresentaçâoaprofundarem os e estenderem os essa discussâo paraoutros paîses,inclusive o Brasil.(FA PESP e CAPES).


-Aa19CONCEPCDES DE CRIANCAS E DESENVOLVINENTO IN-FANTIL NAS PROPOSTAS PEDAGUQICAS DE REDES PéBLICAS DE CRECHE.Ana Karia Mello (Creche Carochinha-cosEAs-usp-Ribeirso Prqto)A goordenadoria de Educaçso Infantil do Ministério daEducaçao e Cultura do Brasil (MEC) estb dqsde novembro de1994 tentando construir crilériospara an-alis: daspropoâtas curriculares e/?u pedagogiçaj para Edycqçag lnfantll.Prra se conseguzr este? crlterlosojznlsterzo cgnyidouclnco consultorese 4ols grupo!de tecnzcgs da Dzvlssode educaçio (DEHEC) do Rlo dç Janelro ede jzqasGeraistpara refletir lobre: '0 que e proposta pedagogzca e curriculoem Educaçao lnfantil'.os coqsultores elaboram textos,e pqsteriormenteorganilamos zndlcadores para a futura anbllse dos programasexlstentel. 0 MEC recolheu os progrqmas existentfs atravésde um pedzdo para t?das as Secretarlas de Educaçao dos Estadose dos Munlcfplos .qstamos apresentando oscritério? q indicadoresqueutilzzamos, bem como resultados prellmznares deste perfil.


20M ENG OS E M EN INAS DE RU A : ASPECT O SPSICOO GICOS E PESQUISA NO BRASIL.Savia HelenaKoller. Centro de Estudos Psicolôgicos sobre M eninos eM eninas de Rua, Departamento de Psicologia, UniversidndeFederaldo Rio Grande do Sul.e IO tema crianças de rua vêm sendo discutido naPsicologia e em outraséreas do conhecimento,a m edida queesta problem ética m ostra-se crescente em nossa realidade.Paraque se possa conhecer, prevenir e intervir junto a estascrianças, torna-se necessério: (a) pesquisar sobre elas,conhecendo suascaracterfsticas dem ogréficas e psico-sociais;(b)discutirquestöesmetodolögicaseéticmsparao trabalho narua;(c)integraruniversidadeecomunidadeneste trabalho;(d)capacitar estudantes de Psicologia. Serâo apresentados ediscutidos neste simpösio: (a) resultados de pesquisa sobreaspectosdemogrsficose psico-sociaisde criançasde rua do suIdoBrasil:(b)questöesmetodolögicaseéticasencontradas;(c)formas de integraçâo entre a comunidade e a universidade,como cursos.programu de prevençâo e de intervençâo; (d)programasde capacitaçâo de estudantes para o trabalho na ruae em instituiçöes.Seré,ainda,lnostrado com o a atividade doCentro de Estudos Psicolögicossobre M eninos e M eninas deRua integra pesquisa,extensâo e ensino de graduaçào e pösgraduaçâo,envolvendo a com unidade, especialm ente asinstituiçöes m unicipais. estaduais e nâo-governam entais quelidam com criangasem situaçëo de risco.


-,. aa20C O M PO R TAM EN TO S E ATITUD FS SEXUAWDE CRTANCAS E ADOLESCENTES EMSITUACAO DE RUA.Cléudio Hutz & u tfciaFo- er.CEP-RU A ,U niven idade Federaldo m oG rande do Sul.O nlim ero de crianças e adoleacenta vivendo emsituao o de rua tem crescido em funW o do agravam ento danllAéH a,pre cipalm ente em pafsa do Terceiro M undo.Esta éum a populaW o de alto rksco para doençasem geral,m asdadaa incidência de abuso e exploraW o sexual,prostituil o,usodedrogM e troca de parcelros sexuais frequente, o rksco deinfeco o e transm lssâo do H IV eoutr% DoençasSexualm enteTranvm lAsfveks(DST)ém uito alto.O objetlvo deste estudo foio de prover lnform açöes sobre padröes de com poh am entosexuale seus determ lnantesem crian- e adolu centes de rua,vksando facilltar o da envolvim ento,implementaW o eavalal ode polftic% e program aspara a prevenl o de DSTS,com ênfaseem relao o à Am S.Neste sentido, foram entrevlstados258m eninostasly com idade m édla de 13.5 anos.As entrevistaseram estruturad% e forneceram dados quantitativos equalltativos sobre: com portam ento sexual, atitudu econhecim entos relativos a m ftodos antlconcepcionais e emrelao o à saide em geral.Os dados obtidos possibilitaram aidentidade de fontesde inform al o sobresalidee sexo àsquakse% a populal o tem acesso e utiliza. As entrevist% foramrealizadM nas rums e praças de Porto Alegre e 25% destasforam refeit% apös 60 a 90 dias do prlm eiro contato com ainteno o de determ lnarm osa ldedignidade dasrespostas.


20 BEM-U TAR sxxm Txvo,oEa RssAo EE= E TA As EM AD OI,ESCENTES DE RIRCO E D E#CLASSE M Enu .Claudio S.Hutz.Departam ento de Psicologia,UniversidadeFederaldoRioGrandedoSul.Este trabalho sumarizaresultadosde projetosque investigarambem-estarsubjetivo,depressâo eexpectativasde adolescentesqùe vivem na rua,que vivem em extrema pobreza, e de clmssem édia.Adolescentes de rua sâo definidos com o m enores que nâotêm contato sistemâtico com a fam flia e que geralm ente dorm em narua ou em albergues.Adolescentesem extrem a pobreza vivem coma fam flia em favel% urbanas,pe endo passargrande parte do dia narua,trabalhando ou mendigando.Foram consideradossujeitosdecla se m édia ou média baixa,estudantes de escola particularese deescolas pliblicas nas âreas centrais da cidade, respectivamente.Especificamente no estudo sobre depressâo,foram também testadosörfâos institucionalizados. Os instrum entos utilizados foramentrevistms sem i-estruturadas,o DACL para avaliar depressâo e aescaladeDienerpara avaliarbem-estarsubjetivo.Ambosinstrumentos foram adaptados e padronizadospara uso no Bru il.O estudodos nfveis de depressâo nâo dem onstou a existência de diferençasestatisticam ente significativu ente criançu de rua,crianças pobres,örëos e crian- de classe média baixa.O s estudos envolvendobem-estarsubjetivo apresentam resultados mais complexos,cominteraçe sentre sexo e nfvelsöcio-econôm ico.De form a global,osresultadosmostram uma correlaçâo positiva entre bem -estar e nfvelsöcio-econômico.Sujeitosdo sexo masculino apresentam nfveismaiselevadosde bem-estardo quesujeitosdo sexo feminino nosnfveissöcio-econôm icos mais baixos,nâo havendo diferenças de gêneronosnfveis m aiselevados.Porém ,o tam anho dosefeitosé relativamentepequenoe,no conjunto,nâo hâ indicaçâo denfveispatolögicosde sofrimento em nenhum grupo estudado,o que explica emparte os resultados nâo significativos obtidos no esm do sobre depressâo.Anâlisesqualitativasdasexpectativu revelaram diferenG simportantes entre nfveis se io-econôm icos.Com o expectativa podemsermodificadas,essesresuludos oferecem subsfdios para intervençœsdepsicölogosquelidam com populal esmarginalizadms.r I1


20TESTES PSICOT/W ICOS Nh AVAFIACKO DE PROGDAMAIDE INYRRVENCXO COM POW RACAO DE RISCOD en ise R usch el Ban deira . Centro de EstudosPsicolögicos sobre Meninos las) de Rua,Departamento de Psicologia, UniversidadeFederal do R io Grande do Sul .Os programas de intervençâo com a populaçâo decrianças e adoiescentes de risco geralmenteenvolvem algum projeto prévio. Muitas vezes,no decorrer dos programas, estes projetos sâorelegados a segundo plano , tendo em vista ocarâter emergencial que acompanha o trabalhocom a populaçso de risco . Tem-se visto tambémque praticamente inexistem formns estruturadasde avaliaçâo de programas de intervençâo comesta populaçlo , necessidade esta que tem surgidodos pröprios frglos envolvidos nesta prética. Um a forma que temos utilizado para avaliarprogram as de intervençâo diz respeito àutilizaç-ao de testes psicol6gicos . Através deentrevistas e uma bateria de testes objetivaseavaliar a influência exercida pelo programano desenvolvimento p sicolögico dos seus participantes. A bateria de testes deve depender dotipo de intervençdo ao qual o programa se propöebem como do tipo de populaç/o a qual elese destina . Deve incluir tanto medidas maisobjetivas, como escalas ou testes de aptidâo,bem como testes projetivos, de forma a termosum a v isâo ma is comp leta da s caracter fstcasp sicolögicas dos participantes . Com base emanâlises comparativas dos resultados pré epös-programa , pode-se avaliar as modificaçöesocorridas, levantar sugestöes e promovermudanças no pr6prio programa .FA PERG S


21 A LIMITES CRIANCA DA EA QUIPEMORTE: DEDESAFIOS SAODEE-Perina, Elisa M* / Centro Infantil BoldriniCrianças tambêm morreml Apesar de nossos desejos,sonhos e expectativas , a realidade da morteinterpöe, inexoravelmente, em nosso cotidiano nohospital de cancer infanil. A tarefa do p ro fis -sional de saûde junto à criança terminal consisteem: - Estar pr6ximo do ser qu: vai morrer e abertoâ possibilidade de expressao de seus sofrimentos,angûstias, incertezas e medos.- Compartilhar da experiência do Adeuse viveaciando e revivendo processos de separaçâo e deangûstias depressivas.Ser continente do desespero , da dor e do e-terno silêncio.Em consequência desta ârdua tarefa, perguntam:-- nos: Como a estâ enfrentando e em que condiçoesse encontra para realizar seu trabalho de mane ir aefetiva?A partir do estudo clfnico das relaçses interpessoaisda criança com cancer nas fases finais deprogressâo da doença e de um questionârio realizado com profissionaij da ârea de oncologia pediâtrica, nos foi possivel realizar levantamento da sprincipais dificuldades, mecanismos de defesas ,fantasias e angûstias presentes na equipe quandoconfrontada com a morte e o proce sso do m orrer .Os resultados mostraram que o stress, a dificuldade em lidar c:m a questâo da pr6pria morte, a quEbra da onipotencia e do lugar de 'fsyr tanatolftico' r sentimentos de culpa e dspressao, procesyosde identificaçâo, generalizaçao, racionalizaçao eintelectualizaçâo sâo encontrados frequentementenos profissionais que lidam diretamente com acriança terminal e sua famflia . Estas manifestaçöesemocionais e psfquicas quando nâo compreendidase elaboradas corretam ente trazem repercu s-söes na vida yessoal, familiar e social. Medidaspreventivas sao propostas a partir de grupo s dereflexâo e de mnporte emocional.seR*


MM21 .A FAMfL IA E A CR IANCA C0M CANCERFA S E T ERM INALA . El iz abeth Ran ie r Hart ins do Va lleEscola de Enfermagem de Rlbeirlo Preto-USP/ Grupode Apo io J Criança com c3ncer do Hospltal das C1!nlcas de Ribeir3o Preto.Atua lmente , dev ido aos avanços na srea m3-d ica o c3ncer infantil, de modo geral, pode ser curlvel emcerca de 60% dos casos. Se uma criança n;o responde bem aotratamentoy sofre uma infecç3o grave ou uma recafda, o seuestado pode se agravar e a famflia pode defrontar-se com almin3ncla de sua rorte. Qùando isso ocorre, os pals s1o tomadaspor uma angGstia avassaladora e eles podem experị men-.ta r sentîmentos os ma is primltivos: o terror do abandono ,o redo da separagXo, a culpa por ter ou n3o feito algo cqupaz de provocar a doenga em seu filho, a revolta por teremsldo atîngidos po r essa factlcidade. os pa îs buscqm um sentido para a morte de seu f ilho . Se a gravidade de seu estadose prolonga a famllia chega a.manîfestar ḍeselos de quetudo termine para que cesse o sofrimento da crianga, mesmo; custa de seu pr3prio sofrer. A morte de um filho 3 melh ,qrsupo rtada quando o s pa ls puderam dele culdar e dar tudo desi. Nesse momento 3 importante que a famrlia sinta-se acolhîdae compreendida por uma equlpe de saûde qqe lntencion;alu da r.EH* CNPq


21â CRIANCA E A KORTETORRES.Qilma da Costa - Instituto de Pslcologla da Unbversidade Federal do Rio de JanelroO siculo XX caracteriza-se pela pesquisa dos extremos.0. yar=--jtema 'A Criança e a Morte' situa-se dentro deste amplo icoEtexto, po s investiga sreas fronteiriças da vlda humana em'duas direçies: para traz,em direçâo â infsncia .'e parafrente. em direçâo â morte. Do ponto de vista evolutivo ,v- srios autores (Bolduc. 1972; Koocher, 1972) Kane s 1978;Jenkinse Cavanaugh. 1986) Cotton e Range , 1990.etc.) apontampara a aquisicâo gradual do conceito de morte .No Bra-Isilsos estudos de Torres (1979,1993), seguindo abordagempiagetiana. reforçam os achados segundo os quals a concei -tuaçio da morte se faz em funçâo do nfvel cognitivo e parl .lelamente â aquisiçso de outros co'nceitos . Sltuacöes expe-rienciais, como a terminalidade , podem afetar essa aquisiçâo.sendo um pontc de vista ccmum o de que a criança ter -minal tem nltido conhecimento de que ests morrendo , emboraeste pnssa variar segundo o nlvel de desenvolvimento .Por.que,entso,a criança silencia? A psicologia tende a expll Icar este silincio como decorrente do tabu e da negaçâo da , 1.morte. Mas, a simulaçso mûtua tamb4m decorre da necessqdadeda crianca e daquelis que interagem com e1a de contlnu -iar representando seus papéis a fim de manterem a ordem sociale n5o serem excluldos da sociedade (Bluebond-Langner ,1980).,(i#. '.


21A CRIANCA E A MORTE: Cuidados pallativos .Cloves âmissis Amoriy (Pontiflcia UniversidadeCatölica do Parana)e Suzane SchyidlinLörh.toniversidade Federal do Parana).Abordar o tema morte é sempre tarefa arduay complexa edolorosa; a probabilidade de morrer uma criança amplia o s:frimento e o sentlmento de impotencia em todos os envolvi -dks (Equlpe : famflia).Apesar dos avanços no tratamento docancer que la galgou o status de doenga crsnica.muitos cas:sainda nao podem ser curados. Propoe-se nesta comunica -çao a mudança do paradigma de 'Curar' para nCuidar' vislu:brando a dignidade humana e a qualidade de vida quando seesgotam aj possibilidades do tratamento e lmplementam-seaçoej pallltivas. 0 objetivo 1os cjidados paliativos na assistenciaa crianga termlnal e baslcamente o conforto . Paraatender satisfatoriamente as mûltqplaj e diversas necessidâd:s (bio-psico-socïais e religiosas)e fundamental que a fâm-7lia ra possa contar gom o apobo de pessoal especializado .al/m das çontroversias entre morrer no jospital ou morrerem casa e necessario recolocar a qyestao em termos dePâcondiçöes familiares e recursos disponpveis na comunidade tanto para yinimizar dores. aliyiar sintomas como para orientara familia sobre igtercorrencïas e o manejo do Stress,decorrente desta situaçao. giscos,possibilipades e aspegtospsicossociais da assijtencia domiciliar a criança seraoenfocadas, bem como a vivencia do luto .


22O PAPEL DA ATENG O VISUAL NA F,A EREOIA TêNG AHUM ANAB* Ne< J.P.,Ge C.A.,Ce C.,CG mL* ,RA F.,e P- ,V.F.- u= ''Aa qx * a* e M h- np a xja,@ e mqMae p- % - - a o de- e ae lM N@ p- %* G - *-'M = - * * * * 1*1 * 1* *-*-= *- % - e < M é* :P.a - * * ' '< @ - >- * .- * . .< s . a % e > - . e > aw e a + s.* M - * G - œ gwm * e m * ap- e de f@-* * ,> < :* * > Ao * 2 * ce *h.< @ - y>Yf- a- G e - - n- - e px f-u M -A ea> * qe K N n- - e- > > a m.e a 70% Noe e - e-' % * * 'e'= '* (1M > - X*- - * $ N @ - < * * œ . > ' e * -Ce * : O > * *< - * - * da


1+322M EcANlsM os FA G LITATORIœ E M e m osKNvoLvm os CoM A ORTRG K AO DA ATENCAOW SUA L.G aN - su L.G .; Ca- im . LA R Depa- m e deN- b*' ' -UFF C*% P- œ 1* .1* ,Ni* >esp- e p- e r a- o a - - 1* dife- e d. pe de*> fd p> '2- - *-@* d. > -- m * )@ *m>de - * @ - - 1 fTR) a es* ese ul. * - - r d. qe * TRe***M * ee = > em e tm s > ' d. O m p. vhe A *>o m bém pe R r @He* * auœ t- - * R h - e * *um p% eim ese e * 1pee ée œ Ese *- * *p- - r u- fe e . fâle qe * + d* (* '- *- 1. : s)N r- H be' o d. Y p- o a um v a@ ese ul v r- d. >m so * p- im e*-- 'u. o x * *- @ * e avol- e - - u m e d. - e p@xo (M bo * * > ).p- - d- e @HO - v- > d. a- * œ e= e '* de um p% eim o e ul@ v- > > @> tiv@. O x- s- - '>-d- v hm . hie e pe e m d. .- @ * 1q- pm e - a o e ta ie * . .> vbe e tiv. e .pv m xe de m ovim - œ e - M ee c@l


!22ATENVAO W SUAL E SEGMRW K AO DI TEX= m A(C- re * m U* @> eni1) nle de> P**)eM*-M - G* u ya jU- e s.- % - -e #- * .s- . ds-- - - 1-*-: a-- objee qx *fea m - ta < em > - - - * p- (- r.- 1- 0.- * e:> )s:* > d- - f- - dé 1o jee - *fex - f.> - x- x b- - -o * - dœ s.M q- * * Rm o e * ese m fa e p@r- - -G e se pe * xr = -'-d* se œ*- -e e m- %* * œ * e e gee . f- % *- œ Nalafas* b- * - l* m .se que* > @ - > e œx . .* - x* Rr f- u' A e- ese- 'u * é- - Y œ* x p. Nese ese eveso - . e- cl % bun - em*stm tom s.e exta eg* s e - ese e de M e ,l- lv- s pm. a m f. e - % - 4* x - ege e * - œ - e* u r- - * .N. n p 1 lsese m N Bv- e ls ese m d.1x* *fe- - . œ * G * se p > ,. e le O alv.em - Btm T > N le M < - œ stm -a xem m 1a TN - Exp ' e 3 ls exe m > Be e * ê-e .- dlfee >p- * - m a t- > 4 x 4 - q- - . d - - .* sex ymdo= e- & m - sem = um - ls-* - ro- adomN* Rxp 1 @ * * e * *gtm e e-u - - * *f*- de - 14- dm - N/KXP 3** fe- - % * * **- dl- - *m de !* ex- % - œ @ efei* d. *-G '- fd l*' ' * œ N- Exp 1e 3. * * b- * é lfee p*h p- * ese e de 'wx- ,sv e - @s* * * * œ f- > * * i- * u * * em b- * * G N * Exp : * p- *wxKm *> . b- m- er- sue e qe *%- * R 1ee ul- ee *fe ' e * ** iLW P%,*-U*


23EqA FONSTRUCAO DO OBJETO DE ESTUDO NA HISTORIA DASIDEIAS PSICOLUGICAS, Marina Massimi, Depa% mento dePsicologia e Educao o,FFCU USP,Ribeirâo Preto.A revoluçâo hisloriogrâNO proporcionada pela abordagem da''Nova Histôria 'am pliou consideravelm ente nas ûltim as décadas olerritério da pesguisa hislôrica.O dominio da histôria ultrapassouseus Iim io s lradlcionais e,ao m esm o tem po,foram explorados,deformas novas,asqectos que imaginavam-se jâ bem conhecidos.Atualmenle, adim le -se que nâo exisœ m objetos histôricos preesobelecidos,a pröpria escolha e delniçâo do objeto de estudo,no âm bilo da investigao o historiogrâlca,sendo consideradaseneo exqressles eprodmosdaprética histôrica.No que dlz resqeito à Histôriadas Idéias Psicolégicas,pode-seafirmarque eIa e pa> da Histe ia Cultural,cujo objetivo principalé a identlNcaçâo do m odo com o em dik renœ s Iugares e m om entossociais ! um a deœ = inada realidade * construida, pensada eVansmltidy. Toda Mroduçâo culturalé abordada no que dizrespeito à sua espe m cidade,M m com o nas suas relaçöes com ouniverso se ioe ulturalem que se origina.No caso espe ilco daHistôria das Iddias Psicole iças, es% se Y p re à construçâo,reflexâo e elaborao o escrio de 'falos*genericamenle definidoscomo 'psicoldpicos'. es- mcaA menœ fatos subjee os ecom porV m eno ls.Nesse dom inio am plo,u o possiveis inum erasescolhas de objetos es- m ços de inv-- -gao o,akavés de umam ulNplicidade de recze s no espaço e no tem po da histéria.No nosso caso espeçm co,por exem plo, goso riam os de a- no rque as nossas pesquisae * se A senvolvido no contexto de doisrecortes fundameno is:- um kdo,um recorte no espaço (arealidade Iusoœ rasikira);- ouko lado,um recze no % po (0periodo coloniale,noo dam eno ,o G eulo XVI.que deso ca- porser um m arco fundam eno l na deiniçâo daocideno l).m odernie de


'.11 $Jronceâtod*loulur.coaoobï*tod**ltudolllàal Pellotti-Flc. Mœd. R*b. PrœtQ-USPDeld/ 1 l*culo V *. C.. mpâl ow t@xto* deHomero. do* lrAgàcow @ de Hàpôcrœte.. ee*mo ank** dw Geleno' (l31-2PO1. * loucura pod@ *@r vàota pœlo eeno. de trêlperwpertivl*. Num. *le lplrœl* toao obr. dœ ànt*rven4ticaw (cmrwbvaxl).ë loucura *, n. v*rdadee * perd. dœ carAt@rdiptxntàvo do humano. A eootra àrrpculxvel da precaràedadœd. eesw@ncàa' do homee. Entao. * lutonomi. peolo*l cedelu/ar à entidade eàkolöçxca, * prepotlnc:. da neturœtœ(.nàm111 esp*lhada na #orça do Anwtxnto ou, einda. à*ànevàtzvexl àmpolïçeex da* rootinqêncïl. corporlà. d. vidahumlna.e*wes modol d@ @ntender œ loucur. **o rœllrrentœl*o lon4o do* **cu1o*. A b@- da œàepticïdadœ podeœo* chœ-Alo*mod*lo màtol*qàco. modœlo *pwicodinâmàco- ou pwàcoldqiroœ. por fàe. eodelo orqanàcàlt.. Notœ-we Que nâo le tr*tœ d*+-nrâAo formulldal.No* w*culo. Xv @ #vlp . formaçâo clânàla doe*dxco. pr*domxnanteeente qalenxltœ . le romplœtavep no caepodo cœnh*cimento pwàlolôqicom tom noçle. d. #àloeofà.glatBnàca ou lriltot*lica. Por Aolo œ t/orl. de . loucurœpall. * *@r elaborada *ob œ inTlu:ncàœ hlbrid. doorqanàcàs-g pneue4txco do qll*ni*eo e d. doutràna lobrœ *sfaculdedew da *1-a. ou d. eentœ (razao ou rœcxoclnlo,à-lgàneç:œ e eœmôrxllp de extraçao p'etBnïca. !No **cu1o :vI1. * loucur. * um* doenç*, neturalc/-o '.% Qutraw do*ncal. ta1 Ioeo prœqerœ Hàpôcrate.. O 'w*culo xvll inàcilp œlwàm. * llmànhed. para uee lbordœqœcxentifàcado dœwvarto * do dewcontrolœ e-oqional. 0*exlqero* or/anàfiltal d**** *poc. t*œ o e*rito de A#uqen t.rjplra longe *x çoncepçeel m*/xcap dœ loucur..Ii*da * aaoralidad* do novo concœïto, œ 4n#alœ do.idoil **cu1o* *nteriorel. lobr@ o* diwtûrbào* e aberraçlem dœconduta, le wnfraquece * d. luvœr e ue* tend:ncaa nove: e deidentxficar . inllnàdld. ou a loutuma


23A CONSTRUCXO DO OBJETO DE ESTUDO NA RELâçXO QUIX/ICA-'MEDICINA N0/FINAL D0 SE'CPLO XVIIIMarcia H .M. Ferraz - Departamento de Psicoloiae Educaçio. FFCL-USP - RibeirVo' Preto.,O objeto de estudo em Historia * da Ciencia A' na interface qua- r#mica-medicina no final do seculo XVIII - como ademais em tado caso - constitui-se ao mesmo tempo em que se elabora umametodoRogia para a abordagem do problema colocado.G - .No caso do Portugal y que ve introduzidas as ciencias modernascomo disciplinas tardiamente, se compararmos a outroscentros europeus, e necessario considerar a abordagem das*condiçoes de possibilidade de institucionalizaçxodessa Jreado conhecimento.Esse estudo passa pela abordagem dos conceitos/leis/teoriasapresentados e discutidos nas varlas instancias no contextodas instituiço-esy o que suppe considerar a formaçxo dos estudiosos,a tradiç ; o em estudos na a'rea, as expectativas gsradas quanto ao papel das ciencias acompanhadas - ou nao -das condiçoes - mznimas ç necessarias # para a concretizaçao a: des . -sas expectativas . Para tanto, recorre-se aos documentos diâponzve t i s ( q ue s;o muitas vezes diferentes dos deseja'veis),como s z o os livros-textos, as memorias, ' a legislaçao - , correspondenciase anotaçoes, publicados ou manuscritos.


23A: co- m l HIR RIOGM FICM K A QuEr âo50 œ r o > Hlr i> DA@ CIêNCM .AMA M**mGOKDFA*A, FRO RAMA D: P* Q*Anm çR EMO MUNIO W S K R MIOMR PQA FICGUNU M IDK E CATôUR G o PR LO.A pre l /*4:1* du e dedleulu o. D*p*ndendo da v*d*M * Nd odogro e*ege@lhldw tle a ed @: dTered eg 5:@ d/de * elt@obldoj4u*nâoéoobldo du el:nelu .


24- 2 1S U BJET IV ID A D E E LIN G U A G EM :EN CO NTRO S EDESENCONTROS ENTRE PSICOLOGOS E LINGUISTASM aria C lotilde Rossetti-FerreiraCIN DEDI-FFCLRP -USPAs relaçöes entre subjetividade e Iipguagem 1em sidodiscutidas de form a extrem am ente inleressante entre osIinguistas,sugerindo im portanles questöes para apsicologia. No enlanto. tem havido pouco intercâm biosobre essa questâo entre linguistas e psic6logos,em boraestes reinvindiquem usualm enle para siesse cam po dereflexâo e pesquisa.Nota-se,apenas,um diâlogo bastantelntim o,em bora frequenlem ente herm ético,entre Iinguistasque adotam uma perspectiva nâo subjetiva de sujeito coma obra de LA CA N e com psicanalistas Iacanianos. Estesim pôsio foiproposto com o objetivo de propiciaresseintercâm bio.Reservei-m e a funçâo apenas de debatedorapara,com base em suas apresentaçöes,poderm os iniciarum a discussâo a respeito, com m aior tem po para aparticipaçâo do pûblico.


24Avlv- plex- m m Te Rxa x m ToxlM xcr sNASPRâA CASDITU TUAA.IT.AG O > O NTU TOE -1-t1*o de Estudlsda Lordo C eUo m ie de o a - & C am pegemO p- te tm baM x p- . M elr soba@s p- - m el f4* l e m ef- f- *'- s pm - e nofe d- --ento da G gem (eschta):a- % de umapeope .* subjee a 4. sujde.Es1 a1- . Deso fl- a. px - -seo> r pm es* p= x atm vés * lw - q. pudesx mK dio re m ovim - tw aba zn-exdo-se a ldéh de que œRhe posu se dar a pao r * catege sda l- - jéEsu ess:o pe= itiu em bele er algum asmo - t> @ sujdto@ o mod. clmo se ee -e e emdete- m'oe s extl: (mxrc dqs peh hie dddade) queacb.m p= *œ * efelœ 4- e* m -*0 * # .obs:este tn ba> œ tœ com * Me d@ FH ESP.wo m eno % CAPES


-,slm24os MONOLO GOS DA GRIANCA:UM SUJEITO EMCO NTRO LE?M ada Francisca de A.F.Lier-De VitoPontiffcia Univeo idade Catôlica de Sâo Paulo'O s m onblogos da c/ança com parecem na Psicologia doDesenvolvim ento sob o rbtulo 'fala egocênthca '.A expœ ssâo'egocênt:ca',,que qualifica o dizer da chança,m antém intactaa idéia de de um sujeito centrado na sua peo pectiva.Osm onblogos sâo tom ados, sem exceçâot com o evidênciasinquestionâveis da em em ência dessa subjetividade unitâria eem controle de siprbpha.Refiro-m e padicular ente a Piagete a A gotsky.Na érea de A quisiçâo da Linguagem esse estado decoisas nâo se altera em bora se apœ sente (aIi) sob outram odalidade de ae um entaçâo.O s pesquisadoa s pm curam ,1as for açöes m onolôgicas,evidências em plKcas em favorḋo ponto de vista de que estY turas e m ecanism os Iingulsticoscom eçam a se tom ar acesslveis à cdança', de que eIacom eça a adquihrcapacidade m eta lngqlstlca.Nessa busca,os m onôlogos sâo dissecados, sua especiscidade ficacom prom etida e,com ela,encobeda ou desproblem atizada aquestâo da subjetividade.A intem e taçâo que ofereço afasta-m e tanto dos ideaisde IineaHdade e Iiteralidade da Iingujstica tradicionalquantode um a concepçâo de sujeito como senhor de si. Os,m ondlogos deixam verum sujeito dividido em sua voz.Voz'por onde circulam dizeres outros, nâo assinados quEcom eçam a entrar para o regim e do anonim ato. Condiçâcm esm a para que a o sujeito possa subjetivar-se nessesIugares vm*ios.


24MSUJEITO E LINGUA NAS TEORIAS DE . AQUISICXO'Maria Teresa Guimarâeé de LemosA hist3ria das relag3es entre os ebtudos em Aquisiç3ole Linguagem e a Lihguistica poderfa ser composta de trFsmomentos:1) Momento de crfaçio da psfcolfngufstica (anosso), em que l'Psicologiâ Blhaviourista busca a Li:&.Estrutural e a.Tqorilda Comûnicaçao p/ responder l questoes ïevantadas em pesquisassobre percepg3o de tempo e éspiçoy onde a linguagem se 'mostra uma fungao mais determinante gue expressiva. A psicox.lingufstica, entretanto, apenas se valeu do arsenal descrit/vo da Ling. para fazer da linguagem mais um comportamento.2) 0 primeiro proleto durou menos que uma dlcada e foi abandonadoquando, no adven#p da Gramatica Transformacional, ojpsicolingufstas je converteram em massa l Chomsky. Nesse mo-lmento:aAquisiçao foi objeto de grande tnvestimento tdlric/e prâtico: esperava-se encontrar - na anâlfse da fala da cçpde diferentes lfnguas - os universafs lipgufsticos formulacdos por Chomsky. Atravis de Chômsky e de sua concepçao racionalistae inatista, aqvilo que havia sido contornado no 'proletoïniêial-arelaçaosuleito/lfnguagem -foirespon ,':-;:- 1dido com um sujeito-preparado-bfologicamente-para-a-linguaem.Equfvoco tb. f adado ao f racassoy pois o suleito dechomsky 1 o sujeito da lsplcie - lugar simb3lico ng l3gicainterna da teoria - e nao a cga real, culas produçoes eramanalisada: .3) 0 f racasso da psicolinguf stica 'convettida '- Clâ que n3ose encontrou nada pr3Aimo aos universais lingufsticos - f oijno entanto, lugar de uma verdadeira descoberta: a estranhasistematicidade da fala da cça.D: anâlise das estruturasda f alay a linguagem da criança nao surgiu como uma outralfngua, diferente da do adulto , mas como estranhamente f a-miliar a esta. Por exemplo . em mecanismos - restritos na lfnua 'adulta'a certos contextos gramaticais - que jurgem na ifa1a da cça numa combinat3ria imprevf sfvlly mas nao aleat3-ria. A f a1a da cça teve, assim, uma f unçao de enigma, 'iinterrolando e obrfgandz os psfcolfngufstas a produzir umadescriçao lingufstica nao mais alienada ls categorias dalfngufstica.Paralelamente , af tambim se produziu um corte lcom o sujeito psico 13 gico enguapto unidade anterior l lingua iglm,pois essas estruturas nac admitem uma causalidade quenao sela de .linguagem. !I&jaj-jii


sr s!r .z25 FATORES DE RISCO PARA PROBLEMAS EMOCIONAIS/COHPORTAMENTAIS : UM MODELO INTEGRADORs onia Santa Vitaliano Graminha. Faculdade de Filosofiazciencia s e Letras de Ribeirao Preto - USP.A cccprvensao dos fatores que ten um imyacto sobre o fun-* * -ciom nvmto - iorkal lzfantil ç tzn N zm uisito m m a identifica- de. .crnxnças de risco e anplœ nuv * odeprgram sdeintezvençao, - Jonœes-= ios frente a d- rvla infantil czxscente de serviços de nmrle nental eao nlmvmto nlnnmnte rka tn= de prvbl- A de ajtkm nvmto micossx M .Fzn-Y m a H tem ttma identifiqœ m itos œ ssea fatores, rm - nte eles apmw* .can integnados an tzn ne ezo que m ssibilim tmu c dœ nw om qnoqœ col= a crciança dentm ou fom do e-stado de rlsco m r'a mobl- s aE#cionais/ccmyortasentais.Sera descritotm nxzelointegrador e interativo,-que proyKe 4ue riscos e recursos sejam avaliados conjuntanente,considerando ms aa- nsœ s: crimv , fnrm lna ntrlear e re e sœ iai m is inte- .TeM o m r hase esse ne elo e os fatom s am ntadoszuqH tsm tlmaa fozum identu im dosa a m rtir do reElato de m is, os H icadorxs de. ew T .r:ksco plx sentes rha lzistoria de vlda das crianças v ama'nhadas pazx ate- i-# -nrnto ysicologAco.Foi detectndn vmu xultiplicidade de condiçoes adversasdentzx as qH# r .s: pm blomm de satde fu ica cià crnnno , probl- A em nio-'ruise desaudefG ica da Zedurantea gesta/o,canplicaçVs no mrto,: ' rcarac terasu cas t- m - ntnA'A de 'Icm'an* di-fw il' , cnnm itœ conjo ea'nadequaç3es quanto as praticas R+ rmtivas.Nanuiorïadoscasos(74%)es-. *t;s presentesquatroou nm4Rvariaveisde m'mo,sen;o queanloxodaanos-'tra foram identificadaswn7 A de nove varia'veis . Eh geral,estzopn-entestzalto os fatores baseados na crn'nnça qUMItO os ambientes, pra'nnipklpente*.os relativos ao contexto fnmaninr.Pnu annlise quantitativa dos dados indica a preseno de unJogo de intem - s entlx nuitasdms cordi- sadverm s# .ste erilxio pzrvaveis n- mnax s de rlsco om m udo on cada caso particnlar.#se, de acozfo cœ œ zvslM dos elvontradœ , œ cultiplœizuicadoresde rlsco sao * G evidentesnocontextodeviœ dessmsczianws4orrnminhxdaspara atendïodm to FeiCOIOgiCOforprrblenqAenKrinnnil/caqçor-4 . . . .h., .tanentais diversos, faz-se necesKarn n a robnlnen çao de fatores e wecanxs-,., . f . .r= de Ix-oteçao envolvelio a crnnno , a fxmn1xA e a c- mxttqde H or cx2fx tes de recurso yara um funcionap-nto pxrnipnal nallnvel.Xq


'25 FATORES DE RISCO ASSOCIADOS APRO BLEM A S ESC O LA RE S/,Wzla M aria Ao r/l/rzwo. Faculdade de M eï c/zlc Je Ribeirao Preton lspf atorespotenciaisdeAotratarde.condjöesassociadasaproblemasescolaresenquantonsco à saûde mentalinfantil.pm im osdo conceitode salide estabelecido pela OM S:tïzm estado de completo bem -estargsico.mentale social. e nëo simplesmenwe a au/ ncia de doença ouenfermidade.' A noçâo de fator de risco aquiadotada se inscreve nacategoria de risco psicossocial e refere-se a circunstâncias sociaisdebilitadoras,ou sejarcom probabilidade deinduzirsofrimento e restringira capacidade adaptatlva do individuo frente a adversidades futuras. O sproblemas extw/cre.çconsideradossëo aqueles surgidosno m om ento deingresso no ensino formal,que aparentemente m otivam a m aior parceladademandaporatendimento àcriança em servkosdepsicologiadaredede saûde.O enfoque da apresentaçào estâ direcionado para mecani.sm os eJm xlexstzçenvolvendo risco.proteçâo e vulnerabilidade,antes que parafatores e variàveisconsiderados isoladnmente.Sâo apresentados resultados de pesquisas e observaïöes clinicasfbcalizando o tema em três venentes:(a) a escola.contnbuindo paraaumentar a vtlnerabilidade frente a riscosa na medida em que aexperiênciaprecoce de insucesso acadêmico interfere com a formaçào desentimentosde auto-estima e auto-efcâcia;(b) o contexto familiar dacriança encaminhada para atendim ento por problem as escolaresaonde nëoraro coexistem duas ou m ais condiçöes consideradas com o de stresspsicossocialintenso ou moderado;(c) o funcionamento atualdessacriançw sinalizando, na maior parte dos casos, diâculdades noenfrentamento de situaçöes comuns do dia-a-dia. Como subsidio àdiscuseosobreformasde atuaçëo parapromojâo da saûde mentalnairanciw sào apresentados estudos adiclonais lndicando que: quandocomparadas com outras crianças que tam bém experim entam m sucessoacadêmico masnào buscnm ajuda externl àescola,criançascujasfnmiliasprocuram ajuda psicolôgica sëo percebidas por suas màes comoapresentando mnisproblemasemocionais/com portsmentais.Com base nesses resultados, indicativos de um acûm ulo delcircunstM cias adveru qatuaisassociadasa problem asescolares,sugerem -se modalidades de intew ençào que inclunm suporte e mobilizaçào derecursos para enfrentnmepto de crise.


1j15FAAYIUDRDE RTSED PARA AIRASO N0 BFNFNNtLYlMENlo. # . . e'Angelica de 0.>%rt3nA. faculdade de Fzlosofia, Cipy- . -âas e Ietras de RlY irao Preto - ltV .'0 crmhv in- to dos fatoM de risco que Bxlœ l c siotunr* T . -atm so ro desenvole to e impm scizG vel m z'a a ample= taçao de rœ ursœ* ..ue W san daminln'r san incidm c:la Gzmxm.nn=.r seus efeitos sobzv a czlianG6 . . . a'e a fnnn .Rqa.Ao defannr criança de risco, considera-se sua exyosiçao a uma* * . *.ou = aq das corxli- s: de z'iscoeestmlvAlœ Mlo, zefen nN se#a desordems#IG' cms definidas;de m'm o biolor co,zG tivo a evGtospp, mri e> -m -o a'x que --=13% em dann biolg# co e qte Ixxlœlnlm- tar a pmG bllitqde deC * A' . *pzxjtax ro desenvole nto e fam ln- te,as eXIXH = ImS de vida 1+ dmsa. ,v # . .ctvda- s m bm s de e e e de v ursos sx iais e H tracirvmnA cœ saderados. T a,cx integrantes do H sco anbientaz. Ao se nrbqlnm r as m ssm is ce içœ sde z'isco v a atm so no desenvole nto fica evad'> te qte fzw lte a pvsença#do zisco esoaM œ ido ou do biolpgico, o anbiente tœ o m m .l de mqvimiwar*' . ewGzInizM = sets efeitos.No entanto,a atls= ia de taisrA os rkao s< -> #oa a,fica nœ esn van- nte a eA stetria de ce - s p- s.A que ce içœ s de** * **m m o foram ev so s ms cm nnças e nmarlodms m t'a at- a'v to m icolol co#' . #can a qœ > ou histprâa de atm so no desenvolm - to?os restzltadosda arl.las ' e cks aatzxvâstas cœ os m is n- tram ula im ad= A'la nurcante de fatores# . # 6 - ewprx e m n ruataâs cx probl- de satde fasica da nkae lxm nte a gesu çao' #a.e cœG ica- s no mrto,zxstzltardo œlH tos casosen dar neumlpgico 1-ew - #.vando a nmnafeshv o de crisœ cœ m lsivas.&no tnznlx fzm uentes ms H er-ma ' tiqd ese hospitn;1wA%=*s anf ' antis tqœ A enserdœozx tes(lascotxliçv steriorv.sdeHKoe/ousecc > tittur' + fatoxsadici= 2 a'A),fatoM gvticos e cim tmstam iméê.ambim tais desfavozpveis no cœ texto fnmiliar ou noex olar.Kn n3pm = cmsos foi identaf'icada am nas a prvseno do rix o esta-# -.lm zdo Gzbiolpr co.No enA toy Tnra a nnioz'.ia œ scrlan+as estes % os- . . - . .am zw an an intem çao = detem ae A ce çœ s ae io taxs adversas eu do- *.cia rHo a presença de neonnaRnrm nm3'n caMplexos na condiçao de risco. Desta* . -foruu, os esfo- de p xvev o devan tentar ze uzir as rzanixçœ s que cola,. #'.. r .cam a cm auça rka sittnçao de r;Ke.n atraves de nediœ s a m litaœ (ka# - o p q -m xxkle M traaçao, K om rcitmar a adY tafacaçao pu e œ s czim s de zis-** - . .a'co estae cido Gzbiolor co m ssibG tardo estm tçgias de intmx çao qœenvolvam a crnnnçaa a fnmalan e a c= madnde coco foruu de mannmnmap osefeitos c1xn,3n tivos do atraso e o arazeeinento de yroblenus esocn'nnnn'x apéadosCipq


1- elbspitalinçaocx fat- sdera ov a a -25 d e x tal w o til.'.SARTT , M.H.C., Faa ldnde de >k17-nina de Ribeinao Prmto-usp.M stanev- tos,que tm = consigo a cam caY' e de m xunpas rcdicais ruam ti> cla n' da da criança e m r isto, m t= a'aln- te carzxm a m vG biRa'aade de pvycr,ar tm lmon e H scos v a 'sw nn'1xIe = ta1.A d= ça e hosp tali . aae o,aao s- fNwadaq sde siu çx s,que trw= Y M s M jacencims , smvixn a= çasao m ci- te. tA criangb se o tku criae a œ evoluçao,apxso ta cœltAnxxN essode adaptaçao,e de acoe - o cœ sm idadeaprxsœlu # - e saN' v 'icatim e s cli.feruxms& v to de W sta aruatM coyfisiologkcoypttologkco e m icologico; smzzv r# - -a @-torio pkra H zo tar crises,w m a m rtanto cœ a adxae e a'l#ns Gztros fatoms.Naliterattmatw. ord,ltxllA œztruzqueaahosm'talixaçaoa - ; o av ' ctolniçictl ' ec- a *ZVLAmscrian ' qzsynu.a œ or- ia do tm tm gem l- te- # ' - e . < - - >0 :a m'M lado wao so a idade,mts-tnnive* e a v essidade da ido tificaçao da crlança de n Arn, v a a pzw >çao do tm tm .Tn* rt(19%),fazt- RVIG interes= te da Htem- jpblv àsvarvafetar a craança ' & idade exolar,rka saxtzvaçao a'hospiW :*Mçao e cimrgia.M wmxve ' i sforam categorixadAx ca m rev .Yte: ahcW ;. ' #pança, aos m âs e ao hospital. ....j.As vm xveis da categoH a m rev œlte a cm an 1.. **' '* * . . . -ça,que afetnrqam % . # suareaçao a interaçao e cirw o ,cyn a'ndn yossibnlndaaes.de H sco a stn n txle 1= :a1 slm xm 1:i& * a nwç el do des- olm oT- to e > !ram'e-s de H zultankqnto.Pert=*oltes aos- - no.P- v - s a instittzi-OSeven tosej> af'icostcizw gia) , dtmaçao da hospitm'11xqçao e , M uaxn grauda dx v )lxtGlo do pzxm zm N a a hospte xv o..œ tm sms- tosY' rtantes a se= Sœsad'ea dos:os RtGlosMlm tivos;O P = essode aw i siçao dr novmsexm vl- lxn de vida interfem'M . n rha zxapaoda cre ça a intnm qçao; o tm de inteno o;a e'XX H A La antnvlnrda criança e da fnnnlAA T . ccm '* doenças - s nvdAeos. * . enfere-alns - - . - e'hosyitazs. .- - e o - -o %Assizw anclms- u , se deve rnndxr cœ atm çao e M m zto as nœ essi* esmicossxiaise - iœsaisda crlana de sGxs> e asrvln ce -erosc=e-itos,valomse atiu esdospvfissie sœrarrve os da cH an ' +ad- te.


-.pM26FLUENCIA NA LEITURA E CONPREENSAO DE HISTIRIAS: UHA RELACAIEM DISCUSSXO - DIVA ALBUQUERQUE HACIEL - INSTITUTO DE PSI-COLOGIA - PED - UnB.A relaçso entre automatlcldade e compreens3o de leltura tense mosyrado bem mals complexa que sugere os modernos mode-1os teoricos de leltura. De acordo com as teorlas de le iturade Goodman (1980), Just s Carpenler (1980), Perfettl &Curtls (1986) ! processo de leilura e lnteratlvo , lntegratodos os glvels de repqesentaçao do texto. Isto e, processosde analises de traçoj flslcos do texto (processo asseadentys) Interag:m com analises que partem de consldqraçoesslntaticasy semantlcas e pragmâtlcas que o leltor traz parao ato da leitura (processo descqndentes). Desse modo !quant: ma 1or a rapidez e automatIc ldade no nlvel da decod l-f icaçao, me 1hor dever1a ser a compreensso do texto 11do, JJque sobra r Ia ma Is tempo ou espjço na atenç3o e mem3r Ia parao processamento de 1nformaçoes de nlve 1 super ior. Embor:a corre1açso posItIv: egtre essas varlâveis selam lndlscutive is , sabe-se que ha varlos tlpos de dados que trazemProb 1emas pa ra a teor la . Um desses problemas d Iz respe itoa observaçao de casos em quN, apesar de uma 1eItura eflc lente do ponto de v1sta da f1uenc ia, o sule1t: fa1ha para a 1-cançar o s ign if Icado. Por outro lado, tambem tem-se observadocasos de sule ltos em que apejar de uma le ltura arrastadae pouco f 1uente , a comgreensao do mater ia 1 1ido e obtIdo em problemas . observjçoes desse t ipo foram fe itas emum estudo sobre compreensao de le itura do jua 1 part lc Ipjramum cont Ingente de 93 crIanças de 2Q a 1I* serle do IQ grau,dè uma escola pûb 1Ica do P1ano P iloto do DF. Entre as cr laEças que apresentaram esse t1po de qroblema foram escolbîdasduas , culos dados a respe îto de le -1tura e compreensâo foramcons Iderados ma is 11ustratlvos desses do Is t 1pos de casos .Do ls meninos de c1asse socia1 m;dia, um de nove jnos cur sando a 3: s;rIe e um de 12 anos cursando a #Q serle, le -ram duas h Istor Ias da 1lteratura 1nfant I1, bem estruturadase adsquadas a seu nlve 1 de escollr1dade. A le itura de Sadah 1storia foi seguida de recordaçao imed lata e de questao decompreens3o f e ltas ora lmente pe1a pesqu lsadora e gravadjsem f Ita cassete. os resu 1tados corroboram observaç3es Ja rEa 1izadas por pesqu 1sadores com Yu I11 & oakh I11, 1991, es3o d iscut idos comparat Ivamente .


!.26@UHA ANALISE 9A ESCRITA DE HISTIRIAS EH CRIANCAS DE ESCOLAS:PûBLICAS E PARTICULARES - HARIA EHILIA LINS E SILVA - CEN-TR0 DE EDUCACAO - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBAFejy0 Papel dj escola'quanto a aqulslç3o da llnguagem escrltaenvolve nao apenas o desenvolvlmento de leltura e escrltade palavras, mas tambiT o desenvolvlmento de habllidadesnarratlvas na elaboraçao de textos esçrllos. 0 obletlvo deéte estudo foI comparar a edèrlka dè:hlstorlas em:crlzanças1: !escolas pûblicas e partlculares com dlferentes nlvels de 'escolarldadelde um a tris anos) e em dlferentls sltuaç8esexperlmentals. Oltenta crlanças de escolas publicas e par- itlculares foram syllcltadas a produzlr jor escrlto hlstorlajem duas situaçoes experimentais dlstlntas.Em uma jituaçao,a criança produzla uma hlst3rla origlnaltproduçao LI- !vrelie em outrj situaçâo,era solicitada a reproduzlr por el lcrlto uma hlstorla llda pelo experlmentadortReproduçso).':ET cada uma das escolas as crlanças dlvldldas em dols grupgs.Um grupo de 20 crlanças com um ano de escolarîdjde a- Ipos a alfabetizaç3: e um grupo de 20 crlanças com tres anosd: escolarldade apos a alfabetlzaç3o. Um sorpus de 160 hIstoriast8o textos prodjzldos em cada sltuaçao experlmentalTfoi analisado em funçao de sels dlferentes categorlasquerefletem nlvris dlstintos quanto ao domlnlo de um esguemanarrativo proprlo de hlst3rlas. observou-se que a sltujçsona quala criança L sollsltada a produzlr uma hlst8ria e fltor importante na produçao escrlta. De modo geral, as crlaEças produzem hlst3rlas mal! elaboradas quando reproduzem umtexto ouvido do que sltuaçao de produç3o llvre. Este resultadojugere que a presença de um modelo de texto faclllta aemersencla de esquemas narratlvos mals elaborados. Verlfl-1cou-se ainda, em ambas as escolas, que os anos de esgolarldadecontrlbuem para o deslnvolvimento de jma competencianarrativa. Esta contribuîçao, entretanto, e mals acentuadaentre as crlanças de escola partlcular. Dlferenças foram dmtectadas entr! as escolas: as crianças da escola pûblicaproduzem hlstorlas escrîtas menos Nlaboradas do pue aque-1as da escola partlcular. Impllcaçoes educaclonais s5o discutidasquanto ao papel desempenhado por cada tlpo de escolano desenvolïlmento de um esquema narratlvo mals elaboradona produçao de textos escrltos.I


2677 TIf I0 CONHECIHENTO DE CRIANCAS SOBRE DIFERENTES TIPOS DE TEXTOS'ELIANA B.C.DE ALBUQUERQUE E ALINA GALVAO SPINILLO - UNIVER -S IDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO0 presente estudo fnvejtigou o conhecimento que crianças tëracerca de diferentes gensros de textos comumente velculadosem nossa socledade: h'Istoria. carta e notlcias de Jornais nuas tarefas foram utlllzadas neste estudo com crianças .5,7 e 9 anos de Idadet6o suleitos ao todo, Igualmente dlvienos tr; s grupos et3rlos). Tarefa 1: as crianças eramdedldossollcltadas a produzir oralmente uma hlst3rlauma notlcla. Tarefa 2: as crlanças eram sollcitadas , uma cartaa detez eminar s: um texto lldo pelo experlmentador tratava-je de u-ma bistorîa, uma carta ou yma notlcla de Jornal. Apos iden-.tlflcar o texto, pedla-se a Sriança que espllcasse os crltlrlos adotados na ldentlflcaçao . A! produçoes das crlançasnatarefa 1 fo I anallsada em funçao de dlferentes categori a lgumas utlllzadas asem outros estudos e outras elaborada: especlalmentepara a ansllse neste estudo. os Jylgamenlos dascr acertosianças na Tarefa 2 foram anallsados em funçao do numer o dee dos crlt:rlos adotados pelas crlanjas ao Julgaro;textos lldos pelo experlmentador . Esses crltyrîos foram claysîficados em tr3s princîpals tlpos: (1) crlterioj relacioqa- dos ao 'aspecto llngulstlc: dos tèxtos ; (2) crltarlos relaclonados( a aspectos pragmatlcos (furçio soclal do texto);e3) crlt:rlos relacionados ao conteudo do texto. 0 uso des-jses critirios no Julgamento das crlanças e suas produç3esv: rlavam em funçso das ldades Investlgadas e em funçio dogenero de texto apresentado/produzldos De maneira geral dados reve lam que ex lste , osao conheclmento que a crlança uma progressao tem sobre com os dlferentes a Idade quagtoro de textos explorad:s neste estudo.buem os resultados contrl-gene-para a compreensao do desenvolvlmento de uma consclencia metaligulstica de textos em criança .


26c0#:Nl6AçA0'ELETRDNICA EM REDE N0 AMBItNTE EDUCACIONALZUKAANALISE PRAGBATICA DAS BENSAGENS - HQ Lûcia Seidl de Houra-1- S3nia Zyngiér 2- Angela Donato Oliva 1- Crlstiane Capdevillede Sao Thiago 1- Francls Gomes Abrantes 1- Sllvana MQde Avellar Russo 1-Esle trabalho tem como objetlvo anjllsarcomunicaç8es eletronicasentre alunos de #Q e 5Q serles de escolas pa rtlcl-'pantes de um pr:lero educacional (Proleto Quorum). Este tIpode comunlcaçao e de natureza diferente tantq da llngu:-gem oral como da escrlta. Constitul um melo de comunicaçaohumana intlrmediada pela mlquina alnda poyco explorada porînvestlgaçoes clentiflcas. A dlscussso teorica aborda duasvertentes yrlnclpals:tl) anllise de dlscurso? em uma abordagempragmatlco-funclonal, traçando-se as diferencas entremensagens escrltas e a linguagem oral e a natura lldadeda llnguagem do d1a a dia. compreendendo-ie o computadorcoro um melo que propicia jomunlcaç3o com caracterlstlc:sproprlasitz) perspectlva soclo-lnteraclonlsta de cognlçaoe o papel da llnguagem como lnstrument: mental. Pontos convergentesentreas duas perspecllvas sa: conslderados, dlscutindo-seo papel da comunlclçao eletronlca como forma de.aglr pela llnguagem na promoçao de mudança cognltivas. S3oanalîsadas 200 mensagens emltldas por uma amostra de quatroalunos. Reallzou-se uma tlpologia de mensagens tomandopor base a estrutur! llngulstlja do dlscurso, mals especif!camente a segmentaçao do contludo verbal das mqnsagens emeventos comunicativos (saudaç:es? despedldas, propostas:etc). Tlpos mals frequentes sao jdentlflcados , seu graud! formalidade e ! presença ou nao de orlentaçao externasao dlscutldos. Sao focalizados ainda os aspectos Somunj'ma'ls relevantes d!s mensagens (modallzaç3o, a funçao fatlc!,a sldentiflcaçao do emlssor,etc). As mensagens s5o tazbem anallsadas em tsrmos de nlveis cresceztes de troca co2plràtlka. A conclusao versa sobre a lnfluencîa da comunlczçao eletr3nica em rede no desenvolvimento crltlco e cognitlvodos alunos.1- Unlversldade Estadual do Rlo de Janelroz-'uphversldade Federal do R1o de Janeiro


27AVALIAG O ASSISTIDA EM CRIANCASCOM QUEIXA DED IFIC U LD A D E D E A PR END IZAG EM .M A RIA BEA FRM M A R TINS LINH ARES(FACULDADE DE M EIHCINA J:F RIBEIRXO PRETO -&.ç#)A avaliaçâo assistida consiste em um a m odalidade deavaliaçâo dinâm ica. interativa. que inclui assistência durante oprocesso de avaliar.C aracteriza-se basicamente porfornecerumconjunto de estratégiasde ajuda.ou seja,um suporteinstrucionalatemporârio e ajustâvelao comportamento da criança,a fim dem elboraras condiçöes de avaliaçào e perm itir à criança revelarseudesem penho potencial. Pretende ir além do desempenho realinicial.em que a criança demonstra apenaso quejépodeatingirsozinha até o molnento.Tem porobjetivo,portanto.identificarniveism ais altos de desem penho da criança elildiferentestarefas.ou sejaa em m ini-situaçöes de aprendizagem inseridas em umam biente cooperativo de avaliaçào.Para analisar o desem penho potencial. de m odo maisabrangente.a avaliaçâo assistida deve incluir.além da assistência,as condiçöes de m anutençëo e de generalizaçâo da aprendizagem .Através dessas condiçöes podem serobtidos indicadores tanto deeticiência. quanto de transferência de aprendizagem. relevantespara a diferenciaçëo do desem penho de crianças com grausvariados de dificuldade de aprendizagem.A fundam entaçâo da avaliaçào assistida pode ser encontradanos conceitos de aprendizagem mediada e de zona dedesenvolvim ento proxim alde Vygotsky.Em bora conceitualm ente a avaliaçâo assistida se diferencie daavaliaçëo psicom étrica tradicional,na pritica pode se alcançar um acom plem entariedade entre asduasabordagensde avaliaçëo.N esse contexto,serâ ilustrado um procedim ento de avaliaçâoassistida, em situaçào de resoluçào de problem as envolvendoestratégias de pergunta de busca de informaçâo,utilizado comcrianças com queixa de difculdade de aprendizagem escolar.


27 TRX AS N M ATN AS RhrrkR KAAR - Ec- çA coM A> sö DEDssENvoLvu vro: tM slju W Dà#AN M JREsflœ peénaRioco Luce àe loFx uldade de CiM oias * Ixkasdt A r àq= a -U N ESP.Asc* çassâo snninllxHn.e oipzm-te akava dap> 'ipe o haintcaç:o do ko de mh> ese téscom seuspe .Esœ m laçöp,=oe ese o da KA envolv- . co-ree - @ pg inW duos nM çaohega as< lim sdoexighmiagro dœasdeprpsfnu- am> -que se * m em isoladossœ ialm enk.Esta % im pëca em qug as rehça su , uk uamxta acozs- o ooms- ce - .B- x d- e nesta- - n4l1-g- an ?o:a) no ç0m- * * ma- o.a H ole de oonuto,aasp- hlie ! o e to, a >GmO H e a e uddado; b) nocomm - ento mfG aM ciae decontato,a M poe de ,b afeto,a axitae x * * f= k àgea ênoi- me- œ;c)a mu e '* .A ap:oe o de e temaa = a a oska de okmo dades maw * ça> lou = aCOnGYIA Y 9a* dœte m'enxmç'nto na 4* 'deve vdsknpoe tesparao tonhe ento dainteralo mzo-c* tanœ pe e os= osde uda.'uIy 1


27s rjya&MM M % A Q 5A HM m IDK E DE '&ApRAp: ehöyosTAsM A u A)pIA PH U A èu vm o% se . C Ilww u sm Abs Estr pc PA= TI .rxètar v E bs cï wclas : tz> w e- t;s osA n A Q A Q U AG '- mo or#sxpms= - pœ zG / œ cFr M qx x oo- aemo o me io àlde ee .A m- e - égw G m y ëo qe feV*6An da osodœ Desœ e œ qx 2% e 6 o e o e =me ql o =-'- '--' - Y sae - d.le mo e Ioà o- - * * > nw œ e icoe quee oua- ..- - q- o m- .H Ro- % x o o pr- e x :a op e dœ de X crae opm ou qulm e ee = ae quosl- x o:t.a- M nle e * iomhto A2. o - e 1 '% ovle cà dz d- ole eno % ,* d* 1 .dè * '3.ào- - > - * & m*- > q. > 1- 1 o- w - p- we -* * no cone eAnn>-'ozz e e a A G çonebe pm aMt- çe q- e - œ - - - xua- M m- .


27A'OBSERV/CAO DAS INTERACIES DE CRIANCAS PEQUENAS EH SITUACAO DE AVALIACAO AHBULATORIAL. œGIHOL BENZAQUEN PEROSA - FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU -UNESP.R1# IAs atuals avaliaç8es psicoldgicas das crla nças mul-1to peqûenas nio se limitam mals âs anamneses e âs Informa -çses oferecidas pelos pals mas tem se baseado, prlnclpalmen-';te na observaçso dlreta da crianga. Se atë anos atris 'essas?observaç3es limitavam-se aos ftens apontados nas vâ rlas escz'1as (motoe, perceptual, llnguagemw..) os recentes avanços dapsicologla do desenvolvlmento tem levado a dar grande importânclatambim, â observaçâo da interaçio. observa-se a relaçioda crlança com a aprendlzagem (reagso â frustraçso, persistêncla,utilîzaçâo de dlcas, procura de aluda, etc...lmasprinclpalmente a qualldade das suas interag8es com outraspessoas.S;o poucas as escalas J5 estruturadas com que seconta para fazer essas avallaçöes. como por.exemplo a propozta por Greenspan (1991) e multas vezes se crlam instrumentosa partir dos relatos da pesqulsa bâslca.Neste slmp3slo se relatarl como se tem tentado rgèbservaras interaçYes das crianças com as pessoas que ehtramem contato com elas em um ambulatdrlo de avallaçio de crla n-ças com problemas de desenvolvlmento e pslcossomsticos. EEssasobservaçBes tem sido fundamentals para as 'lntervedc8esterapêutlcas subsequentes.


KTI.;28 c oxsm Enwc4v s SOBRE AINTERACAO FAM IL- E TRABALHO EMD lslqxTos C A- os oE INVESTIGACâOG LAUCIA R.S.D IN1ZI,INSTITW O DE PSICOLOGIA ,U M R RSIDADE DE BRM K IAO aum ento do ne ro de m ulheres casadascom cri- asparticipando no m ercado de trabalho prom oveu um a nova ondade interesse em pesquisar e entendera interaçâo entre tabalho,fam ilia e casam ento.A relaçDo enke variâveis do trabalho e de outas esferasda vida é com plexa. A presentaremos os quako modelosprincipais que ten- m explicar esta relaçâo.Est> modelos sâodenom inados:1.conlnm inaçâo (spill-ovef);2.compensatörio;3.segm ene .;e 4.interativo.Exam inarem os a seguir a relaçâo entre satisfaçâo notrabalho e satisfaçâo no casam ento,levando em consideraçâo asdiferen- na per . cepçâo de homens e m ulheres sobre sua ano kabalho e a infuência dessa atuaçâo no desem penho depapéis m atrim oniais e fam iliares.Finalizarem os com um a discusse dos aspectos positivosedificuldades do casam ento atual, caracterizado pelam ultiplicidade de papéis e pelo desafio de lidarcom m udmwasna identid* de gênero. Esœ m udanças geram ceniitos quereiletem a discrepM cia que ainda existe entre o estilo de vidados casais que trabalham fora e as norm mq sociais vigentes.1'P1,o pela unued statesInternationaluniveaity em TerapiadecasaleFamilia .


28 o trao1xo x wo osaatêl a d .s- l-:4saçlo lweaatn .Ana Cecilia de Sousa Bastosuniversidade F- eralda BahiaO pertencer à fam ilia, grupo social prim ârio, parece com pletar-sepelo desenvolvimento da responsabilidade,à m edida em que a criançarespondea demandas;aprendeaeste à alturadeexpectativasgrugaisedeixa que se expressem nela,individuo.projetos coletivos da fam lia.Anatureza dessas expectativas e desses projetos molda-se histörica eculturalmente.No estudo do desenvolvimento,enfatiza-se cada vez m ais anecessidade de investigara diversidade de contextos nos quaisas criançasvivem. No Brasil,porexemplo, padröes de um a ''nova'fam flia em ergentejâestâo coexistindo com a realidade dasfamiliasque sâo,ainda,a imensamaiorig das populaW es urbanase cuja forma de vida aproxima-se muito domodelo dom inante no século XIX, com ênfase ao valor econôm ico dacrianD . Nesta comunicaçâo,discute-se com o a Iuta pela sobrevivênciadomina o cotidiano da imensa maioria das fam îliasbrasileiras que vivem emcondiW es de pobreza e de miséria,tomando-se a famclia como foco deanélise para compreendero impado dessas condiW es sobre os individuos.Este espam ,no entenderde Aroyo (1991),é dominado pelo 'supremoprincipio do trabalho:o novo valorna edificaçâo do Iare na construl o denovos papéis fam iliaresn.Nesse contexto,situa-se o trabalho infantile aconfiguraçâo particularque assume a divisâo do trabalho doméstico.Trata-se,podanto,da familia como um sujeito coletivo,cujos recursose estratégias fornecerâo o molde mais im portante para o contexto dedesenvolvimento das crianD s, configurando o seu envolvimento O mtarefas,problemas e decissescujas consequências apresentam-se para ogrupo familiar como um todo. Estudos sobre organizaçâo do trabalhodoméstico na familia sâo revisados, apresentando-se contribuiW esespecificas da Psicologia do Desenvolvimento na consideral o simultâneado trabalho doméstico e o status pröprio do ser crianD , com especialinteresse nos valores culturais aienvolvidos,em torno da polaridade entreduas justificativas oferecidaspara o engajamento da criança em tarefasdomésticat:a necessidade que ospais têm desse engajamento,e o valorevolutivo do desempenharessastarefas.Esse conjunto de questöes sâo retomadasno contexto de um estudo .de dez familias de baixa renda,considerando-se;o significado do trabalhocomo uma estratégia de socializal o vista como apropriada às classespobres,justificativas parentais contidas na descril o da padicipaçâo dacriança em prâticasculturaisem curso no am biente fam iliare a amplitude equalidade dessa participal o.


=.G28lnteraçoes famfla -trabalho como um foco- ae Interesse aa psioologia organlzaclonalAntonio virgilio Bittencoua Bastos(universidade Federalla Bahia)O dominio do compe amento eFaaear/ooa/oaraoteriza-se,entre outras dim ensôes, pela m ultlplloidade de oone utospsicossx iais tidos oom o im pod antes para a oom preensâo dodesem penbo. com prom isso e esforço extra dedioados pelosindividuos ao trabalho,* sua organizaçâo em pregadora ou a outrosfooos do seu contexto de trabalho.A tradiçâo aplloada dessa âreaoonduz ao predom fnio de m odelos explicativos Iargam ente integradospor fatores do prôprio contexto de trabalho que sâo. a prioràpassiveis de alterag-ao através das polftioas e prétioas de ges tao e depesaoal.A presença de variâveis pessoais,freqoentem ente,Iim ita-seaos olâssicos preditores demopre oos,tais oomo gênero,idade eestado oivil. Experi*ncias prévlas de sx ializaçâo do indlvfduo.nogeral, sâo introduzidas na pesquisa organizaoional através dosestudos sobre valores relativos ao trabalho.f oom preensivel,assim ,que as quest- e relativas àe interaçe s entre m undo 'a- #/are m undo#o trabatho tenham lido negligenciadae oom o im po% ntes para aoom preensâo do que aoonteoe no contexto de trabalho. Isso seassenta no que Kanter (4977) denom ina Rmito dos mundossoparados-.algo que se ajustarla aos interesses das eorporaça sm odernaa. Verifioa-se, eontudo, espeoialm ente no exterior, aem ergênoia de um a produtiva Iinha de pesquisa que vem investigandoas relaçôes e im paotos reofprocos entre esses dois em undos',eeerasmais significativas na vida da maioria doa trabalhadores e cujosresuledos trazem importantes impliyaçe s para a geltâo do trabalho.A presente oom unioaçâo.em um prlm elro m om ento,faz um a revlâoabrangente do* prinoipais eesultados de pesquiea eobre o im paeto devariâveis do contexto fam iliar no m undo do trabalho,enfatizandœ sealguns dom inios do estudo organizaoionalem que fatores fam iliares eextea-trabalho sâo m ais foa em ente oonsiderados, a exem plo desaûde no N oba/lo,deols- s re#aê/- ' 4 carreira e qualldade #e vidano 'reba/po.Destaoa-se,neses oam pos,a oontribulçâo das variâveisfam iliares para a oom preensâo do fenôm eno e para a form ulaçâo depolitioas organizaoionais.Em um sepundo momento,apresenta dadosde pesquisas sobre atitudes e çe nlçöes no trabalbo,para deataoaroom o eventos Iigados à ee era da fam ilia podem enriqueoer aoom preensâo de tais fenlm enol. Flnalm ente. traça algum asdiretrizes para a pesyuisa na :rea organizaoional de forma aoonsiderar as interaçoes fam ilia-trabalho. apontando aspeotos apriorizare estratlgias metodole ioas de oomo abordâ-los.


29PSICOLOGIA E ODONTOLOGIA: INTEGRK AO ENYREPESQW SA E SERVW O. M OQAES, A.B.A. Faeuldade deodontolosa de Plradcaba-tFop-uM cAe lA possibilidadedeintepaçëo entres- kosde saûde e invesigaçëocieno ca pe e representar um em preendim ento frudfero para am bas asiniciauvas.Este % balho descreve a im plantaçëo e o desenvolvim ento atualde umcentro de Pesquisa e Atendim ento Odontolôgico de Pacientes Especiais(Cepae).NesteCento realiza-seo atendimento dadfademëe-beb:(criançasde6a36 meses)em resposta a ums demsnda crescenteda comunidade e daa1G incidência de 'ce e de m lm ndeiraf',em criançasnesu idade.Um m odêlo clinico M dicionalodentou a fase de im plantaçâo do Cepae .A psair de um s 'flox sa'preveniva realizava-se o atendim ento dacriança e a orientaçâo da mëe.A observaçëo e os registos clinicosmos> am que o sewko realizado era eminentemente curauvo.Osregise s nâo v m realizados de fo= n sistem âuca, os critérios deadm issâo nëo ernm esëveis e a orientaçâo de m âes era irregular.Amaioria das crianças (62%) apresentvam problemas M ontolôgicossyvéros que requeriam um atendimento prolongado,invasivo e m uitasvezesdoloroso.Dzlmnte a im plankçâo o Cepae atendeu 72 duplasm âecriança.Odesenvolvlmento atualincop orou vM asalteraçöes derivadasda anélise dos dados da fase anterior,e de um x discussëo do que signilcafazer prevençëo em odontologia para bebês.O program a de atendim entofoireorganizado e sequenciado em etapas com crite os e advidadesobjeuvamentedeM dos.Ascrianças-ndmlYdasno serviço apa-'mde 6m eses e nunca apôs 18 m eses-p.vmsnecem sob atençâo odontolôgicaaté 36 m eses.M mëes recebem orientaçëo dumnte todo o processo.Neste perfe o,o Cepae tem sob atendim ento regular 40 duplas m âecriançmoCepaemudou deum mM elo de s- ko baseado na 'doençabucal'para outro centrado na 'saûde bucal'Essa m udnnça,eneetanto,'@tom ou-se possfvelsom ente a pselr da experiH cia de = sew iço emandamen* e dosdados que emm dinâm icam ente gerados.'F*


KeI29 OBO VK AO a E M GISW O EM SX ACAO DE> Y ç o cx ilu a ,. ,w sa- . co Rs-C- ko * Este œ * P- qe em R- bz'Y o D f W .Czau elo .S.Po* @sFeouleloel- de C1M o1>* K#M 1o.m U NICW .M 'çœ œ al- aim- ln = Pqix le œw lv sitt- œ *H emçe = s* * dld- ou - .pm#ce do o e œ dem- œ mœ > ao l- o do > . N= - > e ,G - o,œ M e s- a * % x1e * e s= œe itos hauholm-n- sugu dœ , o que sug- a ade o dePm- se,no pM en* A e o,a,'madx'r o dm œ e gko1*11,'= Hn = se sœ de alM Hlm- ln m ix G e 'x a > m sde* = dle sdx œ usâo sulmnnnnl> s- dee oqx M o > = c* da N H lnmenlo clnix ou c*' '* ou -e œ convencioe ). Esse atenaim- n *m sido m.l,'*-an = oobjedvo œ h-- -- o e w lm'm- in da * zos as- os+ d> > ' .sôcio.afe w e m ia tœ,te = * aiate- o à e= h .n 'monu-se. inicixlm- le.u- a te œ deregise c= ivo,- n= s- se o pue de ige m - atexcluaiv-m-n- com o o- H- - * sub- em - as* = dividi* . De asHIGO'1HAM > ' # V ou':eN = x#se aM e o de seqe ciazde 1- o ou do M ulàdo* m e- . D ix uuu.ae e fora pm m sœ solw œ , e ,Nm sslveisN bl- H dm de m>' .a sa* omle deœ -sie 'Mdvœ , e - iw m- e ge - e seldide deM osist- t- ..Ena assolu- .f1g= :a 1> * d- e ax se e * - 1- * do > ' ,'m M l'x- n* a* sa meo =nl= 1mais moH do - o con- innalm- 4- .*1l1%>3n no o kc= iw ;x>' de *' = 0 do - :- o (* = #' o de objdu-dœ 4 de addA des d- volddas.que e e sœ feià a# sasesse ;e ph- ' do deéolhom- to * alg= as- tog,de a*+= - objeuu % ' ,delvxnR se - = niwl *ge dx sde de e o.Q* aos as- tos Rhcie œ à onâl,'- dos e .a ie .x - > ser mo> d01s nlw is de e ;f * sln:- e e- œ ge - ,e ap- e .seu - los >7- 1- à - se site de kae .TN- - .swo.'oa. e nx ç- A sas esu téo s de > ' - o e o deob- e .


29PESQUISA X INTERVENCAO: R SITURCAO D0DROFESSOR-PESQUISADOR E; PSICOLOGTA* $m % 4'm FA A Fn= (% EQP ' ' % $x1e œ Nm -nl vlrm :n cllH ïxkml're F- 1œ Y eie !k* n).! '2 realizaçio de ppsquisas no contexto derio @ una josaibilidadenem ensino univsrsitâ-de sempre assumida pelos docentestivos,graduaçao. is condlçses de trabalho (encargos administra-tipo detamanho formaç'odo acadêmicadepartamento ,no de tujmas e de alunos),o(titulaç:o e area de conhlclmento),okerril do curso e da instituiçëo (voltados sino e a extensKo e/ou ; pesquisa; vinoulaçso a proqramas mais ao ea dep6s-graduaç:o: ratorespreuominio de alguma teori relacionados ; existêncla, frequência a)'s5o e alguns tipo de dosvidade de pesquisa.Tome-se como exemplo o curso de ati-1go em Psicoloqia d a UFES, que poasui um corpo docentQradua-%ri e qualicado, ligado ; p6s-gradujç:o. gnalisando-se aua produçëosearesentadaque 60%nodosûltimo seminario Interno de Pesquisa,observa-1das pesquisas eram25 trabalhoste6ricas,eram de pejquiaa; Conkudo?33,3%tico princlpalmente); com conteudo clinico (ps icanalftrês trabalhos utilizavam 33,3% referiam-se a levantamentos; e-com animais. m6todo experimental, sendo doissitfria tinha Ecarater aprnaa umde dosintervenç'o 10 trabalhpsp dj extensio univemto da demanda com produçso sicologica (atendimen-de conhecimento). A realizaç:o deinesquisaganhos paraconcomitante ; prestaçâo de serviço,porgm, orerecea qualiricaçso prorissional do aluno,çujopenho me lhor a em riqor metodol6gico e 6tico. Tambem a :rea desea 'de cpnhecimento L ravorecida com a produçëo de um conheci -'mento oriundo de uma realidade localizada no tempo e no es -paço.Com essa qerspectiva de:intervençgo,tem sido orerecidp e estûqio prorissionalizante a alunos de Psicologia, atravesdo NGcl:o de Estudos e Pesquisa em Comportamjnto e Saû-ue. Com careater de prevençso e tratamento psicolooicosrealizadas intervençöes na comunidade local , s5o, visando a umamaior inteqraç:o com a universidade . Pretende-se discutiras diriculdades opercionais e metodbl6gicas e as soluçsesencog t tradas para a realizaç'o de pesquisa nesse contexto , eambem a validade social das intervençöes e sua inaerçëo tz6rica.- I


cFrq29Simpôsio:m TEGRK AO DAS ATIW DD ESDO PESQUISADOR E DO PROFISSIONALEM SERVN OS DE ATENDIM ENTO A COM UND ADE.Coord.:Prof Antonio Bento A lvesde M oraesPae clpaute: Profa. D ra. Rou llox Caw m o da SilvwDep- nmento de Psicolo#a e Educaçâo, Faculdnde deFilosofw Ciências e Le- de Ribeirâo Preto-uspEntendendo pesquisa com o aud dade bl ica dasCiências em x u prx esso de invesd- âo e dex oheex darealidadey nâo hé com o sustenœ a rexlia çio , Y ca eexclusivam ente, de avaliaçöes quanhtauvas dos resultadosencon- aos nos e ços de aten- ento à com e dnd. . Apem uiu em e ços lida com um a - de quo tidade ediversidade de w n'âveis que.po x rem apreendidas em =.%qintevelaçöess exigem o emprego de vias metodolô#casdiferenles e com plem enœ es enke si .N esx senddo, e onecese as as ulilRmç& s de metodolo#as qualie vas equo titadvasde m squin que proporcionem nâo sô a An4lisedo impacto de um det- londn conju to de procedimentos,m as* M m ,a avaliaçe do proce- no qualos m e= os %der volv- m . A nn4ll'se de dados quG tauvos obddosa% vés de entevienqz obxrvae s, n pos focais, enleoukos m eios,m de consdtuir-x em conjuntos de açöes queore a e s e sistemndzadas fomecem avaliaçöescircxm eAncinzlnm dos resultados enconkados .


30SAO E E ADOECIM RNTO EXIRTENCIAI,:oP A R A D O X O D O A D O E C IM E N T OEU RTENCIAL. Yolanda G a/re Forghieri - Instituto de s.s. Psicologia, Universidade de Sâo Paulo..Sob a perspectiva fenom enolögica,o ser hum sno 6 um serno-mundo;existesempre em relal o a algo ou a alguém , ecomjreende as suas experiências, ou seja, lhes aeibuisignlficados, dando sentido à sua existência. V ive num certoespaço e em determinado tempo, m as tem a capacidade detranscender a situaçâo imediata:seu existir abrange a com preensâodassituaçe sconcretamentepresentes,adasquejé acontecerame, também, a sua abertura à amalizaçâo das yröpriaspotencialidades e às miltiplas possibilidades de sua exlstência.Porém , essa abeA ra nsn se concretin facilm ente, pois eledefronta-se,no decorrer de sua vida com muitas dificuldades erestriçöes.Suafaticidade exigeque,a ca% instante,e1e estejapresente em um lnico lugar e faça um a coisa de cada vez.Conseqûentemente, ele nâo conségue concreti= todnq as suaspotencialidadese possibilidades;precisa fazer escolhnn enee elas ,e cada escolha implica em muitasrenincias.Tudo isto revela oquanto a existência 6 permeada de paradoxos, inseguranças eangistias,Estes,entretanto,fazem parte da vida e nâo é a suaœ orrência que leva a pessoa a adœ cer.O adoecim ento existencialocorre quu do eles nâo sâo reconhecidos e enfrentadospela luz desuas miltiplas possibilidades passando, enlo, a se tornlrexageradam ente predom insntesem sua vida.A saide existencialrequer que o ser hum ano tenha coragem para enfrentar osparadoxos,incertezase angistiasde sua existência,conseguindo,apesardeles,disporliwementede sua abertura'ao conjunto desuas potencialidadese possibilidades de existir no m undo,comseus sem elhlntes.


:u -c .s Fea30A EX PER TRN CIA PER CEPTIVA , o CORPO ,E A EDUCAG O DA PESSOA DEFICWNTEY ISUAIU. Elcie F. Sakano M a ini - Faculdade de Educal o,U niversidade de Sâo Paulo.M erleau-ponty ao tom ar a percepçâo com o solo originlrio doconhecimento - percepl o que se dâ no corpo, nnA relaçöes designificaçâo com o queestâ ao seu dbrredor-aponta um caminho parase saberdo portadorde deficiência visual(deseu perceber,de seu seuconhecer)para orienë-lo educacionalmente.Sendo o corpo o Sujeitoda percepl o 6 nele que ossentidos(visual,tftil,auditivo,cinestésico,gustativo, olfativo) se traduzem uns aos outros, aeavés do estilopröprio do serhumnno explorarosobjetos,no seu espedfico uso doolhar,do tato,da audiçâo...Investigar a percepçâo requer,pois,estarcom o servivente em situaO esdo dia adia,partilhsndo do conjuntodos cnm inhos do seu corpo,no seu fazercotidiano e interrogando-osobre sua experiência perceptiva.A ssim a experiência perceptiva,quefala do corpo e nâo do objeto,oferece-se como possibilidade para quese conheça o sujeito pensante.Disporde todososörgâosdossentidosé diferente de contar com a ausência de um deles.Dafa im pore ciade retom ar o estilo dos m ovimentos e atim des do portador dedeficiêcia visual em diferentes situaçœ s, ouvindo-o sobre suaexperiência perceptiva. Esta é um a possibilidade para conhecer eorientaraquelesque nâo dispöe da visâo com o sentido predom innnte.


30A PJERPRRTACAO FENOPG NOLöGICA NAbsïcoTER hpl .M auroM artinsAm atua i- Curso dePös-Gradual o em Psicologia,PUCCAM P.Como é vista a interpretalo dentro de uma abordagemfenom enolögica da psicoterapia? Nâo com o um ato do terapeutavisando desocultarconteidosdo discurso do cliente,m as com o umdesdobramento de sentidos que ocorre com o efeito da fecundidade doencontro,nâo imporA do se o sentido novo se form ule na boca doterapeuta ou do cliente,ou m esm o de nenhum dosdoisdiretam ente.Esta posil o é caracterizada a partir de uma fenomenologia dapalavra: a plena realizaçâo da palavra sö se d; quando estacorresponde a uma objetivaçâo do vivido novo, num contextodialögico comprometedordosinterlœutores.Uma vez objetivado ovivido,mobiliza-se o fluxo experienciale nokos sentidos ocorrem navivência darelaçâo.Essaprodul o de novos sentidos,no tluxo dovivido, é que caracteriza a interpretal o. Dentre as condiça sfacilitadoras desse processo estâo o dizer de cada um enquantointerpretaçâo fundadora de seu pröprio vivido,e enquanto resposta queleva adiante o diâlogo.O objewiodessacontribukâo ao simpösio 6esclarecer esses três sentidos do termo interpretaçâo, no m odelofenom enolögico de terapia.H p


.= 17q30A FRAGM ENTK AO E A DISPERSAO DAPSIC O L O G IA EM U M A PERSPECTIVAFENOM NOIO GICA. Willm'm B. & -eJ - Depnrtnmento dePsicologia,Universidade Fe eraldo Rio Grande do Su1.Os prim eirosm ovim entosdateorizagâopsicolögica,neste s/n,lo,caracterivmram-sepeladisputado verdadeiro objeto dapsicologia.Noentanto,porvoltadaterceiradécada,ospsicölogosjénâo seidentilcavamcom .,m ou outro m e elo te rico.Na prética,construfam assuaspröprias teorias. Tam bém nâo prosperou a tentativa de uma unitk w âoem psicologia pelo primnto do método,no (1ua1 a meta do objetoverdadeiro (entenda-se psicologia verdadeira)dava lugar a meta dom étodo correto.E neste caso,safram vitoriosas as crfticasprtv- entesda fenom enologia o que, te avia,nâo lhe garnntiram um lugar dedestaque no campo da psicologia, onde sempre desempeO ou papelm xrginal. D e qualquer m odo, as muitas tendências e avanços dapsicologia na segunda m etade deste século legitimnram a exploraçâo deuma grande variaçâodejustifkativasepistemolögicas.No entanto,estaliberdadeincentivou afragmentaçâo,ou seja,vâriasâreasdapsicologiaprocw ando abrigo em outras ciências mxinalns.Caso esta tendênciarealm ente se confkm e nâo deveria serinterpretada com o um problemaou crise da psicologia.D everia serentendida com o um nrecom posiçâo daciência em geral. N a verdade, este fenôm eno ocorre de tem pos emtem pos diante das novas descobeelm, possibilidades e realidadecientffk a.Neste cenk io,cabe um npergunta:com o situaro exercfcio eo desenvolvim ento de teoriasespecffk ascom o,no caso,a fenom enologia.nolimiarde um novo sR 'lo?O objetivo destekabalho é.po- nto,rever ascontribuil esda fenomenologia para a psicologia,nâo como ocultivo de um n escola de pensamento.mascom o umn teoria e métodoque,no contato com outu teorias e m étodos,tem pre uzido mud- asimpo- ntes. A crfdca fenom enolögica nâo 6 destrudva.Ao conkério,revigora a teoria criticada apontando-l e im portantes potenciais quepodem sermelorexplorados.Istojéaconlv-'com aGestalt,com obehaviorism o e com a psicnn4lqe.Neste sentido,é intéressanteobservarcom o a identidade da fenom enologia desvanece-se cada vez mnim emfavor da atlrm xçâo de suas posiçn s,ene anto base 4o pensamento pösmeerno.CN Pq/CAPES/FAPERGS


C oxrBxtw cu s


31 A PRODUCAO CIEA FI CA E O MM IQUEIA O.M oEngelmaY .De- dame/o de Peieologia Eo edmee l-lne tdo de P:ioolo/adaUSP.Dene na-- de m e - e m *,em e su ido Y ginll , * re gi:ou/v- al@Ma=-'''ida porMa/o eu no e œo 11.no l* . * * '--=e,é maild ia da paœ o r- eA r o alo erde K- œ N - - o reeœ e e daooe%e x ia d* d&l pKnel#oetm '-'''-e opod- :o Bem e o MaI.Véuxeiu ie s,qx ooneeied----'e ou o qx é m*il pree ix ox deM -- -dap:dioip.m d- u vie:o,c* am *IA n: pe - dœ ee x N o dx M ndo--e * * * gmpo do. Mlle lol,V*--- dat algyne ex- lol o ed----d- m * iniquidade dee e :o d. N


+ *32H YCHO'O G CA W QO Y M COMW M M .pae x p-vo - w . ot peoe r,D Gve oê NO C= Mœ o- u p e - A--* * x @mœ e œe v bk e =e ?W e- a n - h - h- l x= e- > e Y .* G '* * e ** œ4- - *.h - :>1. G e = > - % h* M e ite - % Y M le+ how * > ' Ge e M ml e - pe e Iea- ee - a- -ieA.x-- - - wewm @. '


i!i!1!li(34ON THE PROBLEM S OF SEARCHING FOR NATATRALCONTINGENG ES 0 - .. .PderHm emA ,h,rnunivee p,usAln a1scien= .thenu- forO ndudmg ' eXPerimenY -rch is Y obeevidenœ regarding le M d= - A1principlœ of naha-lphœ om- ;O tis.to i&'ntiè the basic eventsand to undemexnd le ways in whicb *naturaly interad.In psychole ,there has* = exœ ssive so arationu-*-- 10x who are devoe to exm n'ma Y - -h e * - who -quik mise enly -hold le view te natuml phenom- O y % st beunderezw l by obsee g natuml pho omena. ln fact we a scio œadvances,this advanœ invariably rœ on l e b* * = bination ofexm rimenY res- ch and observation of A ralpe nmM n.n e pre= t pam r discusses, w 1 s- ifc referenœ o hx.m nn beu vior.some of ie basic problems enY le in s- ching for e undem-ndingM tural contingencies, D d also, in this regardy m xking sciO tilcallyappropriate use of experimenY evidence.


C ulu os


28. 1DIAGNôSTICO EINTERVENCAO CLINICACOM PORTAM ENTAL INFANTIL'Edwiges F.M.Silvares:Depto de Pslcnl% ia Cliniœ IPUSPe Maria Cristina Os Mlyazakl:SeN l de PslcolK la e Depto Matem o Infantilda Faculdade de Medlclna de S.losé de Rle Preto..p: IO objetivo dn cuoo é Introduziro aluno nas prindpais etapas deprocesso d-e d-ia - - n-nôstico e teraola Infantilna ae dagem œ m podamental.De'mode afaz6lo œ mpœenderasintelrelaWesentre Auesdoisproœ ssos.a,rimportâncla da ml= e macY anâlse funclonal(etae s fundamentais dodiagnéstico paraiefinil oda terapia)e o neœu ério O réterde avalia# q:x ntinua do locesso terapêutico,M o apro- ntados e dlea/ldos casos dedientes infantis atendidns na clinio eenla do IPUSP e da DepadamentoMatemo Infantil da FMSRP. Nessa apresenta# o M o O nsideodos osprinoipais critérios diagn6stiœ s proK e s pelo DSM-IV para Autismo (e.g.,linopacidade qualitatkade interaW ose alrecfproo ,de œ munlo W overbal'e nâGverbal,Ypertédo de alvldades reMritol.2)Tran alœ m as pdndpalsfturasde vlnœ lal o).1l5)Trane mose Expuleo (e.g Ypetidas evacuaW esde.fezesem Iugareslnadequados,mle oœpetldadiumaounotuma,naœ ma oemupal.O delneamento de pœ ramas Indlvidualzades e gœ pals dejlntewen#oédixutido apadirdosDrdos teée se O=sap--deosbemœ modo =f* deœnhedmento disK nivelx hro manifee l o.pfw alência,ketlologia,progn6stlco e tratamentos d lzados para os dlveY s tœnMomos .


Fia28.2R E CO NC EITO ,G DIW DU O E SOCIEDADErofoDnlosé Leo. Croehik - Iustituto de Psicologia-uspO preconceito passa a ser entcndido com o um a form ainadm uada de se percee r a realidade.m r volta da segunda décadaeste século.A partir de enG o,a atençâo passa a se voltarvquer paraform as im prôprias de adaptaçâo social, quer para elem entosprex ntes na prôpria socialiww âo,quepropiciariam a formal o depreconceitos.o s estudos:Personalidade Wv/orfflr/a,de Adom o et1. e D istûrbios E m ocionais e A nti-sem itism o, de Jahe a eckerm an. enfatiznm m a relaçâo entre a constituiçâo dam rsonalidade e a ideologia lansm itida pela cultura e,segundocom provaram . a adesâo às ideologias existentes é afetada pornecessidades psfquicas.A s alteraçöes v iais e culturaisocorridasneste séculostem ,x gundo aqueles estudosycontribuido para que,del,m ladoaa estruturaçâo da personalidade tenha se dado de formaprece iw fazendo com que o indivlduo nâo sum rte adequadamenteos cov itosentre osseusdesejos ea N ssibilidadede sua realizal oe.de outro ladoppArn que ideologia de cunho autorie io sejamform uladas.A s m udanças ocorridms na fam ilia,levam a que o m e elode autoridade patem a se enfraqueça frente à diversos modelospresentes em outas inse cias sociais, que sâo apresentados àcrim w a desde a m ais tenra idade emmskansformaçöes na escola têmaM rretado, m enos a form açâo do cidadâo.do que a form sçâo dotm balhador,engaquecendo a conx iencia psiquica e social.Nestesentido, o preconceito é entendido com o um fenôm ene que épre uto dms esferas psiquica e social;deve-se,assimypenM rnascxm cterlsticasde personalidade de indivfduospreconceituosose nasua relaçâo com asinsfx-nciassœ iais.cujasfunçöest:m se alteradoneste se uloapnm poder entendê-lo e auxiliarnara que sejw aom enos.atenuado.


28.3 CRIATIVIDADE: nLlMeno MITO E Dn clszo.Eunice Soriano de Alencar (Departamentode Psicologia Escolar e do Desenvolvimento , Un - ịversidade de Brasllia)n cur- so visa desfazer os mitos :elativo: h criatividade,sobretudo a concepçlo deste fenomeno comoresultante de processos de pensamento extraordinirios,processos estes qualitativamente difrrentesdo pensamento 'ordinlrioI', do qual todos nos fazemosuso em nossa vida dilria. Dutros mitos, como aconcepç%o da criatividade como dependsnte apenasie fatores intrapessoais e a inspiraçao cqmo resuAtante de forças desconhecidas , serao tambem abordados. Pçetende-se discutir fatores psicogennicos enociogenicos, sob o prisma de teorias dastintas .ȳonteldo Dronramûtico:. Desfazendo os mitos sobre a criatividade .* 0 processo criativo: as fontes da inspiraç-ao.A pqvjoa criativa: a abordagem hollstyca e a abo.dagem dos atributos especlficos.0 clima sécij-cultural que favorcce a criatividade: caracterzsticas de uma sociedade criativoginica.ContribuiçBes teéricas recentes:a Psicologica Sncial da criati4dade de Amabile, a teoria sistlmi-c a de Csikszentmihalyi e a de Sternberg .iblioqrafia blsicA :Alencar, E.M .L.5.(1991). DimensBes psicolégicassociais da criatiQuade. Em L. S. Almeida (Drg .),ogniç-ao e aprendizagem escolar (pp . B7-98). PortoPPBRT .Alencar, E.M .L.S. (1995). Criatividade (2e ed .)rasllia: Editora da universidade de Brasllia .Alencar! E.M .L.S. & Virgolim, A.M .R. (Orgs.)(199:). Crzatividade:Express%o e desenvolvimento .etrûpolis: vozes.Amabile, T.M. (1983). The social psychology ofreativity. Neu Vork: Sprinq-verlag.Glover, J.;., Ronning, R. R. & Reynolds, C . R .Eds.) (1989). Handbook of creativity. Neu York :Plenum Press .Runco, M.â. (1990). Theories of creativity.Neubury Page: Sage Publicatinns .


28.4NEUROPSICOLINGUISTICA E COMPUTADORES EM EDUCAX OE CLINICA.Fem ando C.Capovila (Instituto de Psicologia,USP)O curso discute as contribuiçöes das teorias de processamento deInforma# o em psicologia cognitiva,e de quadros relacionais emanélise do com podam ento à com preensâo da Iinguagem e de seusdistirbios. Sâo explicadas as estruturas das Iinguagens falada.escrita, de sinais. e sim b6lica; e seus distûrbios em quadrosneuropsicolôgicos. Sâo apresentados novos procedim entos esistem as com putadorizados para anélise,tratam ento,reabilitaçâo eO pacitaçâo.bem com o resultados anim adores de seu em prego.Emterm os de pesquisa bésica,sâo explicados os princfpios teôricos,osachados de pesquisa,e os novos sistem as com putadorizados paraanélise de:1)Processamentos cognitivos imagético e Iinguistico esuas relaçöes com sistem as de representaçâo pictoriais, elinguîsticos visuaise fonêm icosem Ieitura e matemética;2)RotasdeIeitura léxico-sem ântica.visualdireta,e fonolôgica,e seus distûrbiosnas dislexias;3)Anâlise computadorizada de relaçöes entre nfveisde consciência fonolôgica e progresso ou dificuldades naalfabetiza# o; 4) Iconicidade e generatividade em comunical opictorial ou sim bôlica de cérebro-lesados; etc. Em ter os depesquisa aplicada e aplicaçâo, o curso discute o trabalho dopsicôlogo no estabelecim ento de comunicaçâo altem ativa e nodesenvolvim ento de Iinguagens altem ativas em pacientes comperda ou retardo no desenvolvimento de Iinguagem ,tais como emafasias,paralisia cerebral,esclerose lateralamiotrôfica,deficiênciaauditiva, deficiência m ental, autism o, etc. Sâo apresentados osvérios sistem as de com unicaçâo e de linguagem disponiveis,suaestrutura e natureza e procedim entos de uso,suas indicaçöes econtra-indicaçöes, suas im plementaçöes m anuais ecomputadorizadas. dados resultantes de seu emprego, etc. édirigido a psicölogos, fonoaudiôlogos, educadores, neurologistas,terapeutas ocupacionais que trabalham com disturbios de Iinguagemfalada.escrita,de sinais,e sim bôlica;a profissionais que Iidam comafésicos, disléxicos, paralisados cerebrais, surdos, deficientesm entais,autistas;que desejam familiarizar-se com novos recursosde pesquisa bésica e aplicada, e de aplicaçöes educacionais eclinicas,bem com o de toda a nova Iiteratura que esté emergindo apadirdestes novos desenvolvim entos.C NPq


28.5 estrat*gias d. investigaçâo em psicologiaom anizacionale do trabaluoAntonio Virgilio BittencourtBastos(Universidade Federalda Bahia)O caréter multidisciplinar, marca do dom inio dos estudosorganizacionais. traz como importante conseqûência para o cam po, aconvivência com m ûltiplas de estratégias m etodolôgicas.TaI pluralidade,acentuada pelo carâter tecnolégico que também define a irea, gerainevitéveis discussöes acerca dos Iimites e contribuiW es de cadaorientad o. No caso especifido dos estudos oriundos da Psicologia,observa-se uma larga predominância de uma estratégia de investigal o queprivilegia a quantificaçâo, delineamentos de code-transversal e usointensivo de técnicas estatisticas para validaçâo de m edidas e anélise derelaçses entre variâveis.Surge,no entanto,em Iinhas de pesquisa sobrediversos temas na érea,recomendal o de que se explorem estratégiasmetodoldgicas alternativas, especialmente aquelas que recuperem a'significância fenomenolôgica' perdida na exx ssiva formalizaçâoobservada.O presente curso tem como objetivos:= Caractetiza6 nos aet?a fundamentos oz?lD/* /Y s eepistemolngicos, os princlpais paradigmas de peeqte a presentes nosestudos organlkadonais,WêlcJ/arldo-oo âs distintas ve4entes cientlncas queconf/tlem para easa érea.= ldentificaz em diferentes estratégias de C squisa, suascaracferfalfca: metodolk icas.relaclbnando-as ao #m de lnformaçëo quegeram e decorrentes confe &/x ea â compreensëo dos fenômenosorganizacionais e âsprâticas de administraçëo de recJraos hum anos..c.4 Analisar as diferentes estratégias de pesquisa em term os dosseus obh tivos e * /##:&/> a especincas,a païrde anélises de casos depesqulYas conduzidas no contexto nacional.O conteudo program âtico do curso envolve osseguintes töpicos:1.Panorama da pesquisa organizacional-problem as e desafios.OIugarda pesquisa psicolbgica.2.Paradigmas da pesquisa organizacional:pressupostos sobre anatureza da ciência social,sobre a natureza da sociedade.Os paradigm asfuncionalista,interpretativo,humanista radicale estruturalista e a anâliseorganizacional.3.A pesquisa exploratôria e descritiva:fundamentos,objetivos ecaracterfsticas metodolôgio s.4.A pesquisa explicativa:fundamentos,objetivos e caraderfsticasmetodolögicas.6. A pesquisa avafiativa e a pesquisa-al o: objetivos ecaracteristicas metodolôgicas.


- *+ 128.6T ERAPIA DE C ASAL:A V ALIACA O E A TENDIM ENTOG LAUCIA RxS.D m lz'aINSTITUTO DE PSICOLOGIAaU NIVERSIDADE DE BRASiLIAA presentarem osneste curso um m odelo de terapia de casalde base sistêm ica que considera a com plexidade dos relacionnmentos atuais.Exam inarem os no prim eiro m om ento os m itos quenorteiam a form açâo do casale as m aneiras diferentes com quehom ens e m ulheres sâo ensinados a experênciar e lidar comrelaçe s fntim as .em nossa sociedade.C ontraporem osestas idéiascom a noçâo de desenvolvim ento m akim oniale fam iliar,vistoaquicom o o processo estruturante do funcionam ento doscasais.D iscutirem os a seguir as âreas de connito pessoal,interpessoal e social enfrentadas pelos casais m odernos eapresentarem osm odalidadesde avaliaçâo etratamento que sejamsensfveis a este contexto de m udanças.Fatoresim portantespara am anutençâo de um casam ento saudàvelserâo explorados.C oncluirem os com m na anâlise do papelde terapeutas de'casais,cham ando atençâo pAra os valores,crenças,preconceitos ejulgam entos que trazem para a sessâo. A capacidade de. *Tecpnhecer a lnnuência destes fatares é fundam ental pois elesafeG m as perguno s, as form ulaçöes de hipbteses, e asintervençöes terapêuticas, podendo com prom eter a encécia daterapia e a pom ra ética profissional.1 Ph D pela U nited 'StatesIntem ationalU niversity em Terapia deCasaleFamilia .


:,28.6 TERAPU DE CASAL:Au Lu çâo E A TENDIM ENTOAxerôxloMovuocAvucax'rs(*)UNIVERSD ADE FEDBRAL Do CEARAK*+ lPretende-se desenvolver um a retlexRo sobre a pràtica daterapia de casaise fam flias,dando ênfase aos seguintes aspectos'.1.Caracterizaras intervençöes em doisniveis,casale fam flia.tudoem sabendo que na m âtica esses tem as podem estar perfeitam eateassociados.2.Repertoriarascrisesm aisfrequentes dos casais,levando em contao aspecto cronolégico da relaçâo e com o se elabora um a intervençâoterapêutica em funçâo da dem anda.3.Discutir as diversasformasde connitos familiares,suas dinAm icase os m om entosde intervençâo terapêutica.O grande desafio consistirâ em tentar sistem atizar eslœqsituaçöes,as diversas técnicas empregadas e os resullnaos que setem obtido.Todas estasapresentaçöes serâo acom psnhadas de relatos decasos,referenciados a quase quinz.e anos de trabalho com estassituaçe s.Deve-se ainda destacarporoportuno,que nëo se despreza adimensâo culturale religiosa pröprias à nossa sociedade,bem com o,osconsitos sociais e econôm icosque perpassam estas questöes.N um a sociedade nitidam ente csm biante, o que signilcapropor um m odelo de intervençâo terapêutica?O curso serà finalizado com um a reiexâo epistem ollgicasobre os diversosmodelose propostasterapêuticas existentes.(*) Doutorem Psiquiatria pela Universidade Cat6lic: de Louvain (Bélgica).Doutorem AntropologiapelaUniversidade deLion 2 (França).Diretordocentro de EstudosdaFamilia.


-wsa28 @ 7 A Expz-iNcu PsxcAxAuncâ'xM msnw xç'To.M anoelM tôniodosSantosm e entodePsicologia e'M ucàl o-da raculdade de Filosonw Ciênciase Letras de lkia irâo Preto -USP) .A utilizaçâo cm larga R- la dastéczlicaspsicoterâpicas,derivaanmou nâo dapsicnnilise,em que pesem os pror essosalcançados,ainda é bnennte limitada . Poroutro lado,ainda é innmn a populaçâo queefetivamentese benefkia desxsrecursos .Ospronssionnimquetrabnlhnm em instituköesde saûdevêm encontmndo dlculdadespara nmpliarseu repertério de ahmçâo e dotaraseemtégias terapêuticas de mniorelcécia e abrangênc'lw de m* o a desenvolvermnisamplamente seu potencialcurativoe pronlético.A psicotempia praticada em instituilo reveste-sedem culiaridadesqueaaiferencia do m e elo adotado na clfnica privadw desde o eenhelx imento dnqregrasdocontrato até mqesp cificianaes da rel+ o tempêuticw que no caso étriangtlar:teram uta-paciente-lneituilo.O presente trabalho fundnmenta-seem lmaev riênciacom atenl m cnto psicotcrépico individualem moldespsicnnnliticos.abrnngendo llmnclientcla predom innntem entedebaixa renda.Serânnnlisadoum serviço institucionaldepsicotem pia,cstnm lmdo desde 1988 em 'Imn clinica-escolaxdo ponto de vista de suaorgnniww âo enlncionnmento,bem como dosresultadosalcançados,inferidosa pnrliranqmuannçasobsea adasno desenvolvimento em ocionaldo paciente . O conhccimentoproduzido poressa experiência tcm evidenciado queéprecix adaptarosreferenciaiste nicosàspeculiaridadesdo contexto em queo trabalho se realiza e àscaracteristicassbcio-dem ogrv cas da clientela,no sentido de m elhor atender às suas necessie desespecœ cas.Entreasmudançasrequerirlnqpelo me elo institucional,m demosdeenrmra exigência de Ilmn maiorsensibiliHndeàsnecessidadeseàsituaçâo atualdo paciente .m esclando o procedim ento cléssico com técnicas mnis ativas. no intuito deproporcionardesde o inlcio uma m niorsatisfaçâo dopacientecom o tratnmento.Es>prâtica m mM m tem N rm itido desmistitkardiversosprecolkceitosdifundidosna lma ,com o o de que o paciente de classes economicam ente desfavorecianqfreqûentementenâo dispöe de motivaçâo e capacidade de insight,ou de que nâo estâ habituado aexnminarseussentimentos- jâ queteria maiorpropenuo a cxprecurseusproblemnKde formn somética,ou ainda deque espera sobretudo receberapoio e,pqrisso,prccim n'a ser dirigido > lo teram uta.Nâo temos encontrado suporte em pinco querespaldeessascrenças,econsideramosqueelasdecorrem de uma mnneil'aeqtivocadade inteo retar os fatos clinicos.Se por um lado o paciente tendea considerarmmmGiticuldadescom o sendo conseqiiência da açâo dosoutros.x routro lado demonstraumn capacidadedecxploraçâo da prépria mente ede org amzaçâo ' de sua exm riênciasubjetiva quetranscende o nlvelda mera reaçâo àspressœ imediatasdo cotidiano.Hâmnis do que ,lm simplesdesejo de exm rseusproblemas diériose de sequeixarindesnidnmente dos infonûnios gerados (ou > lo menos am vados) pelaszircunstânciasde Wda.A despeito HnIcondköesdesfavorâveis sob asquaisse dé oIatamento,osre-qxltadostêm ido além deumaelementarmelhorano ajustmmentolocial do paciente.Em mlm a,o psicôlogo clinico pe e buscar na psicnn4lise umṅgtnzmentalpam desenvolverm elhoro trabalho em instituicâo,desdequerem nse seusnaradigmaseaéticaquellndamentasuasasöes.M mudançasdevem começarmlos3rôprios pronssionaisquevâo empregaresse lnstnlmento na tentativa de com preendertnaturezahumana,oqueexigequeserecov gureoparlsocialdaPsicologiaem umaw lidade tâo m arcadax rcontrasṭçse desipmldadessôcm-econôm icasco - q!o a nossa.


Iil29.1M PEDD S DE Au*T.Iàt '#sIX TM ':> --M F-M-.A --Livia Mathias Simëo tlnstituto de Psicologia/Universidade de Sâo Paulo) e Eduardo JoséManzini (Departamento de Educaçâo Especial/ FR*UNESP-Mari1ia). *Objetivos:Apresentar algllmns possibilidades atuais de anâlisepsicolôgica da fala, propiciando conhecimento e reflexâoinicial sobre o'tema, bem como breve experiênciaprética de anéllse de diélogos.Tôpicos:1. A anâlise psicolsgica como uma das possibilidades deanélise da fala (introduçâo comparativa entre anâlisejornalistica: histsrica, sociolôgica e psicolôgica).2. Anélise psicol6gica do conte -udo da fala: a questâodo significado da fala dial6gica.3. Anélise psicol6gica da fala tomada como açâo verbal :a questâo das metas e expectativas dos falantes duranteo diélogo e as possibilidades abertas para o estudo da i interaçâo verbal.'!4. Relatos de pesquisas em que foram utilizadas algumasdas anélises psicolôgicas da fala abordadas anteriormente,explicitando-se alcances e limites dos resultadosobtidos em termos de contribuiçöes teôricometodol6gicas.Parte prâtica:Para cada tôpico serâo feitos exercicios, pelosalunos, sob orientacâo dos coordenadores, visando propiciarbreve contato com a metodologia apresentada.


29.2-*S;O PROCESSO DE ALFARETIVACAO ESCOI,ARSérgio Antonio da Silva LeiteO presente curso tem como objetivos:a)analisar as concepçöestradicionnl e m odernx do processo de Alfabetizaç'o escolar, seusRxndxmentos e implicaçöes pedagôgicas;b) nnnlisar as rxentescontribuiçöes das teorias psicolôgicas e lingigsticas;c)analisarasdiretrizespara o desenvolvimento dasprâticaspedagô#castendo emvista a formaçëo do leitor e produtor de texto;d) identifcarascondköesinstitucionais minimaspara o desenvolvimento adequadodo processo de Alfabetizaçâo escolar.Taisobjetivos envolverëo os seguintesconteûdos:a)a concepçâotradicional:pressupostos, implicaçöes e criticas ao modelo;b) aconcepçâo funcional: caractedsticas, implicaçöes e amultideterminaç'o do processo;c) as recentes contribuiçöes dasleoriaspsicolôgicas:o constm tivism o e a corrente sôcio-histôrica,aslimitaçöesda teoria;d)ascontribuiçöesda Linguistica:relal esentreas linguagens orale escritw a questâo da norm a padrëo,os conceitosdo texto e de leimra;e )o professorcomo mediador:aquestëo daspréticaspedagôgicas,asdiretrizespara o processo;1)osaspectospoliticos:o conceito de A lfabetizaçëo,a orgnniy>çâo coletiva comocondiçëo,a superaçëo do individuzismo pedagôgico.


29.30 ENSINO DA LEITURA E ESCRITA PARA O DEFICIENTE AUDITIVOMaria da Piedade Resende da Costa (Programa de Pös-Gradulç:o em Educag3o Especial/universidade Federal de Sâo Car- FRTlo s )Observa-se que a surdez pri-linguf stica produz consequinciasque interferem drasticamente no desenvolvimento dacrianga. Entre e'stas consequ3nciasy a aus3ncia da linguagemconvencional (fala) apresenta-se como o problema crucialpoque prejudica a competincia linguistica do deficiente auditivo a se comunicar convencionalmente (orientac3esoralistas) ou nâo (orientag8es gestuais) ter sido a preocgpagâo dos estudiosos e ponto de partida para todas as polEmicas sobre a sua educagâo. Essas polFmicas, para a autora,trazem em sua essincia a preocupagâo dos estudiosos embuscar procedimentos de ensfno para 'eliminar o prejufzo no.desenvolvfmento lingufstico do deficiente auditivo. Duranteo curso pretender-se-â discutir a importância entre aaquisigXo de leitura e escrita por parte da criança deficienteauditiva atravls do procedimento da programaç3o deensino e a pôssfvel eliminaçâo do prejufzo no. desenvolvimentolingufstico do deficfente audftivo.


29.5AspEG os coNcElw M s DA ANM JSE BXPRQTMRNTALDo COMO RTAMENTO -A- O d@ M e ad/ O ee eno dePsiologia.Universidade de ln*alW USA)O e etivo a-H*n'.M 6modvar= s> 'cipantœ aexplorartm emDETM .M a (* )aaqlo>' entre es pe lpiosA wolue da:< iœ e osprinclpios 4o M orçam ento do O m m - ento .D efato,a ae x lae ratorialdocomm rœ nento apm ndido * N a tx ria do O mm rœ nento em ambientex turalcomo osestudos* Rle o V TIFICIAL - An - a tx ria da Aoluem rxle o NAO IRAL. A te a no -Dngwlnlax % gvolulo œns:tuiogrande quoarn integrador da biologia œ ntem m e - Trêsdosx usprindpios -cu ve œ a VARIK AO no xio dem pulnc- ,a SELK AO NATUW dosindivlduœ e sY m adapêlanmna 1u* m1a e revivênciw e a RETENCAO atravésdosm- olsmos A IYM Y M A ,X sgœ u- V.xinooan.. ExesprindpioG derive s * ciência * oluuvw œ e tuem u- nova for- de>nul1'* .o que o domnm* gw m roue - Mxôlœ .:. œgrande generalieloa-.1st0 é,a wolue m r>lo nnhlralœ x - ringe à>w olue xorrerœ* m px.lne n- m em.* outrosdomlaio:eoutrosritmos:0or- nisno:em e- ln?* kmm gx lgix 1Popm ,raplicouzleosprindpiosevoluuw s à hlstéria * ldéiu cientm œ ;M elx @Ce geuxx de nvolvimento ne.m< e Sl,'n- G Staddon @Campa là aprene gem œnow sœ mm enmentx .Este ax= œntm-x > apliœe do:prindpios % .tx e w olutiva = fenômenos * aprendl*ngtm Anlm nl:x é vere qu.vériosautoru e nHd= ram a ae ogia entm evolue m rxle o nnhlmleaprene gem m rO ndiciolo ento om rante.é tnmu m um fato que nenhumprogrx es- lnœ deinvestia ço x d- nvolveu a> 'destae e a.Aolongo e e m.= x œ exm iœ al> * nnl- œ foro des* pro- *investi- e queestâ m r x r - llx an.Es- isx ente , x ë mo-aa.= mo aMgiœ wolutiva nos> #udara 1)ore w ainvexiaçe töricaem œuosdomM - > apandizagem,çlase cae das diferento fo= de sele odoœ mm zœ nento e a ooe- eria e do: xus Y 'vos efeitos;2) rexlveralguo dasœ ntrovérsiasœ rmnteslw psiœlo#a da aprendizage% œmo mrexemplo, o debate enA a: vankgeM œ M ix s molarœ ve= e isesm ol= la do œ mm - ento; a e nvolver nova li* d: N K Ui>imqplaantm r> elis- œ m a Aolue * ese ies,œ sœno aqute daulie * R1o e a sua mlae * 1 osA do:% meméria a O'IHA p=Em a!açâo a * um d*e** m atc Rré fei? uzM rG * dosestudos .m rtinentu iœ atcœ dlx alguznas* kuestœscohœitualstlwoltiY .,flzœ mente.B .ean* R œ - ospe lpiosA oluuvosnosm rmitem cle caral#uY destasqueeM *'


W omHops


!l35PSICONCOLOGIA E 0 PROGRAMA SIMONTONH.Hargarida M.J. de Carvalholnstltuto de Psicologia-uspA Psiconcologia estuda o impacto do c:n.cer nn psYquicc do paciente. da sua famslia e dotprofissicnais que o assistem , bem como o papelque as variîveis psicossociais possam ter no risccdo c:ncer e na sobrevivFnc .ia a ele.A criaçxo de Serviços de Atendimento egPsiconcblogla tem sido constante nos Cltimos anos sseja de grupos de auto-ajuda foryados por pacien -tes e ex-pacientes . sela em programas administra - tIdos por mbdicos e psicslogns.0 Programa Simonton é um programa estrâtcgico de intervençïo psicossocial . que busca, entreoutros objetivos, levar o paciente a uma melhorforma de enfrentamento da doença e a uma me -ilhor qualidade de vida. E um programa complemen -tar e de apoio aos tratamentos mFdicos. 1


36SEX UA LD A D E E AFETO EM TEUO S DE Am &.1) M nna th Gloria ê 0.œ nenesllElisete Silva PMm*ao1,(1) .Elaine C.Be% o,(1)Elenic B.Comonni,(1)Clayton M .dosSaniœ,(2)W nisedeCassia RnmAn,(2)ElisaGte Banhos,(1)Daniela Mxn'aX.de R uzx (1)Angela Cristina Pontes.(1)Elaùze L.da Silva,(1)Ana'Flavia T.Basso.1) to de Psicole iu l)2)IM to (% Enfoa agem (2)U niw .m iaozl- Fe - 1> Carlœ .A princim lfnem n de evitar a dis- ilu çâo do 1W ,até o m om ento.é aH vés&q A tica de xxo seN.Po- to,previnira AD S sigaiâcayH ucar e educar sign ' ts ca talar soba sexo e inform nr sobreco> rinmontos de risco. M as ao% de tudoyeducv ize ca emconside- a semm lie de rnm o G n te enfate do o - .o afeto e ax sm nsabm thde individual* m o fatom sessenciaisà O nsinxçzo de umasew vnlithde saudàw l.Neate - 11d0 nâo é sux iente a- s info- r10 nvh-'ro risco. ! .d a mf- âo.$;pv lso M w lsrc nças.valozesetabusM lteao sexo e àintezw âo com o oue .Pam atmg ' iresisobjetivosfoielaM mdn,em conjunto com almosde Pse biologia e de Ezd'ern- - zlm A w ore lm p etam 6 horas deduralo d'.mnte os quais se o aH dados oa sesultes t= s :a)sewwlidH emmxr e Aeto;b)as- t- e demiolègimqs e clinix sdainf- âo m lo 14IV; c) pràticos de sexo se- ',d) N ito eiscdminne ',e)H enta ento e ea- em temm ,de AD S;1)opm fissi- lde M ùde e a AD S.R - sal- os que esses O ne dos x - o fmne tides nâo a-através de exm siç- orais,m as 4omlum atrae s de Hinam icasde o me exercioiosKdivia-,'s10 facilitara refeœ do sige cado de cadat- A 10 M % um dos partici- tes.


V ioBos


37V& D :m SHTUG ONAT,IM CW ARANM NO E Anx Ao.Lldla Naœ la M - ne W e-*- e Le la H el- M ll- oK- -nudœ .m p- eno dePgI* l+ * Unlvea le deFu eedo Pm né.Por quê ci= - e H olesce s e Wvendo nœ inl- -- x aConsumie b> ileim - - lhœ sconvive ciafe ie . x mm ie w eo Eeoh*o% Cd= çaedo M olex a G aha a mes- 4evhœ osfa iirese a 1n* = fa lna se su> qx do v lu n. osr- - & maue e ns e priafa lisdeœiga ?Ums m ui- queman= osem 39insutuie soscie eN 'me esdo Pnmn;revelouqx os ink- - do N-toan A ri- cerœ de 1.5* criR - eH ol- nœ .A maior> da cimw chv àsinsuM e com iY eenke 8 e 12 = œ IO t- * ' nos inkn- - é 1a 6 mpa 43% d- ine os.mas v oxime - z 25% das cri- - Ex,'n1- H>. de 6 s 17 = œ 1Diarque o Gov= o no % r- - NproF- melhorœ ou me eâcienœ œ é = V m - 0 * .pois omte me de ce 1n- ée ssimo.es- dol- l- = inœ e sosoiais,= do que= al- a dolasUI- a'USS 5* ddl= s - - 1slO o ndowo * cri- ori> > lan'.> cia œ x a rele n decontinui- com a f= lia e m lapmlone p= = G cil nos1n1- -- .A M uisa revelou que69% d% crimw œ recea Wsiœ de > m% e85% * rt'ce% visiœ œ seu * ;e 4l% dosin- osnu= - -vlsle deningué-lEsœ cri= - - > ser,de fsto.sh-naonu o..H titucionaliG qeabe nW q.File gd. O Iiœ .. O maiordesejo& - œi- insuhmioe ie émo- cx x af= lliœ é = dleMH ce squeno > terO osadote %* ,mas6= dever do> do prv mio- condie s- que ce fa ilis mM l- ho seusflhos e.- s ciu - j: ae donn q,enco- Y s m'M ,'> .> à com= i- .é me * l* - que exie- fe i-dbm nlveis1 div- f= % de = H meno ;N que e .'e m - e- em- - em rv e iliw - div- o- see lv l-na sx iœ - e sindw pn favore= o melhor o mpre sobre oacoH m= to * > œi- ab- annA .T* ne X vœ os 1* N+ 1o que esœ ci=ças> := ae ce,= œform.x a N aum > u* menœ œ medo,um > u* m ais de cov ,= N uco menœdeleise= Nucomaisdejœ ça.@ 1- sa% - im seja N slvelA f= nrœ llh- daW idâ@ - fA os* - * t> I


38MODENA (Comune dt) . . Scoppl e vedi ieentrt E ioco z nuov i servlzt per l ltnranzla. Mo -dena (.ITL): Servlzto. Nidl d'fnranzia; centroAudivisivl S . Chlara y 1991 .O video retrita e disçute as novas ex -peri3ncias referente aos centros para atendtnen-to de crlanças e de suas famlltas, realizadosem hodena. na regï:o Emtlia-Romagna . na Itâlia.Apresenta o dla-a-dia do centro com narraçiodaa atividades desenvolvidas .A apresentaç:o do material bem como asua dfscuss;o ftcari a cargo da Prof* . Dr:.celiaV ectore , do Dep artamento de Psicologta soclal eEducxçtonal da Univ. Fed. de Uberlindta.


i39MODENA (Comune di). L'érba del .-nidoè sempx piu-verdt : l'uso dello spazto.'Modena(ITL): Uffizlo Cinema del Comune :1 Kodena,1988.FDo vldeo retrata e dlscute novas.possibtlldadesdo uso de espaços ao ar llvre , paraO atendimento mats flexûvel de crlanças em idadeprû-escolar.A apx sentyç:o do matertal bem cx oa sua Y scussâo ftcarâ a cargo da Prof: Drt. ce-lta Vectore 'do Departamento de Pslcologta Soel.-al e Educactonal da Univ. Fed. de A erl%ndta.


P slcoLoGu DA FAM iLIASETOR 01


01.01 . vçass wocv csuo sRzxcv sos ùw zm s30 anos - O brinquedo. o espaço e a din:mfcadas relaçBes. 24lla M.Mendes Biasoli Alves,Gisele Rangelxasciamntoe Paola Bia*oli Alves - Faculdade de Filosoffa,ci3nèias e tetras de Ribeirso Preto/u:p - Depart>rrnto dePsicologia e FA lcaçso.X H .; cada vez qaior o interesse de yesquisadores e profissionaisno estu;o da inf3ncia e do payel que o lGdico desempenha,favorecendo o desenvolvicmnto de babilidades e a socializaçso.Este trabnlbo tem porobjetivo apresentardadosde yesqujsa,que permi*tam 1mm visualizaçso da evoluçso do brincar de960 at1 hoje, œncrianças de camadas wmae ias atrav:s da vissoadultos.Estes dados foram obtidos atrav;s de entrevistas cem24 pais (l2 famllias),obeervaçöes do espaço dntoddstieo destinado às atividades lGdicas das 16 crianças, e listagem dosbrinquedos de cada :riança.os resultados Jostram que houve qudança con relaçio aoespaço (rua x dentro de casa)?companhia (Nmigos, vizinhoex ierm-os e pais), brinquedos (sucata x industrializados), a-14m da forte influlncia da TV na investigaçso à colpra debzinquedos e na proposiçso de certas brincadeiras.A colparaçcodiz que atualcente, as crianças têm seu espaço parabrlncar reduzido e viginan, ingreseam cedo em escolinhas e/ou crecbes' têm pouco contato &=M a aanufatura de brinquedose possuengrande quantidade de jogos eletr3nicos.Tame-m' pode-seperceber œn contato diferenciado &rm os geis quee emsua anioria, eolocam seu desejo de estar .ao Iado dos filboso mslor telço gossfvel e de coqpsrtilbar euas brincadeiras.


01.02Y o:A- K= Am sM s- os.Le' N . D k W * - œ Pe' +v= .'- .u r% > .- ) e > > - > * (- .> '* '% UZ'= ' A-F* 2* Pe ).A > 11wxc. a œ = e - m ' > e a - '-- * @ * o > % . o -* % u x- oéa 2. ..- wx .a . o >' a - a - @ > > :> . > '.-...= > > w u œ - .> - '> .- ' . a= .= = > ** . ** AM & . & fi A G e a. è . .w a12- .A * * M - 'e*- * - - > * œ-'--- N hlu & e A- - '-œ(34+ .* e *(16*)œ N ze ie (14H);e e - H aWe- * (13%),=-' ' ' (16%)ml- - .> ' '- * œ - 1* (14+ .R* h'- * 'A--AM;* - - * - * Nd* (62%)e - * e = * a * (2M ). Y e œ =ae m ' . e n - + > eœ = - > e o (% %),e% - e > 'œ (V %)'.ae 'e * ' œ ele Y >ex M -w- 4- (77%)@ * e - * * de - * '2-'a-/M -% < -'.c- o.'o .n -- *-1@x x e ema= = -n.'- - n * %jaa o o .= .= =.= k. > w x e . z . o ou é -C 5 % N * x % - e e *' % -a -' * > '% - * = œ . A1- - h''- - '''-- - ,11 œ >.. . '- . .'U F' '---'---- .- = '- - œ *- G * - ' ''''''' e- * - * * .k.' H ;2).- .= .e .% o . . . x*.-.'--.- .7A .m .% .$j ov X >. . - .*- *'u -.2- . - - % ,- M o ,- - - .- -.'4 - o, '.; -. -' -.-'-.12-.-'. , ..* < a - e -' '- > t4)= .=* - G.- .1- % > % . e * e = = ' @ % >; ' ' 'a- * - * * ' .*- ' * - '' -' G *


01.03O processo de adaptaçâo criança-fam ila naadoçâo tardiaM arlizeteM aldonado Vargas* -PUCCAM P-eEstuda processos de adoçâo de criançasm aioresde doisanos a fim de verificaro desenvolvim ento da adaptaçâocriança-fam flia e a ocorrência de condutas e/ou situaçöessim ilares nos grupos envolvidos. Foram Ss cinco gruposconstitufdos por crianças em processo de adoçâo, erespectivos adotantes,constituindo-se na totalidade dos Ssencaminhadospelo juizado de Campinasno perfodo de umano.Foifeito acom panhamento desde osprim eiroscontatosda criança com osadotantesaté cerca de oito m esesapös oingresso no laradotivo.O m aterialcolhido é apresentado naform ade estudodecasode um dosgrupos eleito paraanélise,usando com o critério principal,m aiortem po de duraçâo doacom panham ento.No resultado do trabalho,destacam -secom o caracterfsticos do perfodo denom inado estégio deconvivência:a)comportamento regressivo;b)agressividade;c)ritmo acelerado do desenvolvimento globalda criança;d)enfrentamentodo preconceitosocial.Observou-seesforçosignificativodetodasascriançaspara se identificarem com osnovos modelos parentais. A condiçâo das m esm as paraestabelecerem novos vfnculos foi relacionada com apossibilidade de expressâo e atendimento, pelos paisadotivos,de suasnecessidadesemocionaism ais prim itivas.Concluique é de fundamentalim portância a preparaçâo dospostulantese da criança,bem com o o acom panham ento dafam flia,espec fico à situaçâo de crise que tende a se instalarapartirdo infciodo processodeadoçâo.*Bolsista do CNPq naépn'o darealiza# o da pesquisa


01.04USO FAM H .IAR DO iLCOOL E RIRCO PARAO BEBER ARUSW O NA AnOI.ESCêaNCIA.f.fJfcneAraujo e Wiliam G/plel.Depnrtnmento de Psicologia.UniversidadeFederaldo Rio Grande do Sul.Este trabalho faz parte de dois estudos interdependentes renlizados parainvestigar as experiêâcias e as expectativms de adolescentes em relaçâo aoélcool. No primeiro esG do.188 estudantes sen lndaristasresponderam a umquestionâ io sobre os efeitos esperados do Ilcoole sua experiência com abebida. No segundo esm do, 9 destes estudantesforam selecionadosparapxrticiparem de uma enkevksta a respeito do uso do Mcool ! sendo um dostemmso uso familiar do élcool. Foram selecionadostrês suleitosde acordocom o Padrâo deuso do élcoolno ziltimo mês: PadrâoA (nenhumavez);Padrâo B (de 1a5 vezes)ePadrâo C (6 vezesou mais).Osenkevistadosapresentavam idades entre 14 e 16 anos e respostas representativas e/ouatfpicms em relaçâo ao seu Padrâo no questionâ io do prim eiro estudo. hsentrevistas foram transcritas, os temas emergentes foram demnrcados eorganizados em categorias;trechos das entrevisœ foram selecionndos com orepresentantes dascategorias e as relaçöesentre ascategorias foram traçadas.O s resultados apontaram qtze os três Padröes coneastaram em relaçâo àsexperiênciascom oélcoolnafamflia.O PadrâoA experimentou élcooljânaadolescência na com pnnbia de nm igos,nâo costnm abeberem nenhum a ocasiâoe os familiares nâo bebem ou preferem bebidasde baixo teor alco6lico.OPae âo B experimentou élcoolainda na infância com a fam flia,coshlma bebercom a famflia e com os am igos,evita a em brian ez e osfamiliaresconsomempreferencialmente bebidasde baixo teoralce lico e orientam o adolescentepara que evite em briagar-se. O Padrâo C,considerado mn padrâo de riscopara o beber excessivo,caracterizou-se porexperimentar âlcoolno infcio daadolescência na compnnhia dosam igos,bebersomente com osamigos,beberaté a em briaguez e possuir familiares que consomem bebidas de alto teoralcoölico. O beber orientado pela fnmflia e a exposiçâo a modelosadultosadequadosparece serum fator importnnte na prevençâo do beberabusivo naadolescência.(CNPq/FAPERGS)


I01.05 'lz7ALIàçJn DosFlT0R2SDERI#CnàDR0GlnIçJ0 D: IDOLRA/EHTES xo COXTEITO sûcI0- ;FIMILIIRD2 Bl1ïl 9P:DàD0 DISTRITO ?EDZZIL. -Prcf.9r.Maria FétilaclivierSudbrackilianeCche: ccsta @enerLarissa xedeircsxarinh: d0ssantcsLfdicenouradoDias BragaLuiTallesstndraPessoaXaurici:daSllvjyeubernotavias:lraûyo JinicrzpesqoisavisaidentificarQsadclescentesc:xxjiorvulnerabilidade .a:as:drngase: u.acexunldadeespeclfica a partirda avallaçâcd0sfatvres deriscq encintralos DQ prdprio cnntezto stcio-faxiliar. Este cnnhecixent: visasubsidiar : estabelecixent: le u.a estratlgia contextqalizada para prevençâ;junt:aestap:pulaçânespecffica.0qroblexae:estudnincluldnasdixensöes:acûnstruçindaletodnlogladestaavalzaçloeadescriçâcdcsfateresderisc:jnnt: à fa.llla e jnnt: a: contezt; social. l xetodôlngia e:pregada é adescriçâ: d: perfil das favflias de renda inferior a 3 salérl:s Klnixos qaecenstitae.aclienteladeuxainstitniçlegQvernaxentaldeassistôncla.(CDS deSQbradinhô/?.s.S./G:?).osdadoss5ncelhidos através de ux questionâri;aplicadû e. 2l1 fAxflias, inclnlndo qyestses quanto a fateres na érea ,habitacional,sanltïria,educacienal,preflssional,financeirae da prevexçâ: edadezandadeajndaquantoaprcblexasdevielôncia,élcocl,drqqasQQoutraspreQcupaçiescô; os f'zlhûsalolescentes.landlised:sdadosé feztaatravés detrataxent: estatlstico çue pelzite,por n: lade, caracteriTar ûs sujeitcsenquast:u. gru?e c4: deter:lnad: perfil e,ao les/: texpo, lûcalizar essojeitqsespeclflcûsçueapresenta:Qsriscninvestlgadûs.Dentreosfatnresderisco identificadosdestacaz-se:apresençade alcoolisx: na faxllia,sltuaçöesdâ viollncla,preocujaç-a-c:: a escela ecQ* ekpregc para ns filhns.oszesultalissiô dlscntzdose: delsnfveis:1)lxetodblcgia de avaliaçi:d0s fatoresderiscû.2)â:dellxea:ent:dec: prûgraxa deprevençâca partirdasnor/as.jj!1


01.06 Gu vm EzAM l,Eu xuPROBLEM A or K LrçAo'M ln'a Vittoria Civile & M nn'x M endesU nivea iHnae tu m x FilhoA œ ' M x dialde S..'.H-(OM S)* 1m 1 a M olescênciaM faiM eM a de 13 a 19 anos.O nûmero de mulheres,nesà fnivnee a,que se tom Am mA- vem aumentando,em nûmeros relauvos.nasùllim n.qdéo>ant.D e 1970 a 1980 o ne ero de mulheresen% 15 e 19anos que dvex Fllhos ca x eu 63% e o eM M de 19O mo* que em15.7% do IOY de nnR im entos as m R s m ssuem de 15 a 19 anos.O objedvo deste estudo foiinvesti- o que leva esœ jovensaenn viY neso e> > inicialde s- vie ,a> - * R œ diR,u n deinfo= aç- x bre m é#A s co- neph'vos exise te nhmlmente.para œ ,foiescolhiA um* amos% de30 e le= nksA vidasde 15 a 17 anosque u111a- osxM çosde hospie plblim sno Rio deJaneiro.M jœvens fo= ena vistnanq e O sm ndex a um queO oe o x mi-abertoque analisava d- quese s bésie :se realm ente tinbAm O nbeeimentode m éte osœ no ptivosq- do enF avianm m e ,- esk R sm sk fosxaflrm advwse a n videz se deu em decoe ncia da exis/ncia deGm n- ento mékco'ou devido a = Raldesejo deenn vie .A anélix dos a sultados œ m om ou que em e m 96.7% %a oska nl- n- conhecer m ée os conœ eptivo m r x asie œ concemR ,% .7% ne osuule vwou o fe a esm e ca ente.A reo de76.7% % a os% ao mnu rda n videz foidexjartero 510.16.6% m n-sou em ae > e am na 3.3% efedvamente tentou fe -lo.Tam- m osnAmoe os aceh- m a n videz em 73.3% dosca s.M ais da me* *e 1escen*s(63.3%)considem que s- vi* mtzdnmm > melhorcoma n videz e am = 16.7% aCM que avida m udou - pior.A e ise * resm sœ K questioe o levou m * * à concl-o de que a G videz se deu maisem fO çâo de um dexjo realdeenmvidr do que à existencia de = Gm nsam ento mégico'de que


01.07O'REG TO DE um EXPERIâNCW:FR fLIA coM Aue NclA M TERNAATENDIDA EMTERAPG FR ILM BRW E G .F.B.)- < < *Y - ;- - - *.il- Kuko * > te ke * f* * t- * de ue .d* u* - * M * * > A - * '* * -œ RO ?o'- '-M .- * * @- - v-- ' * ue Y re- > - aœ- - - o- * - fe de - e > KO - T.F.B .M C-Pe + * l< - M C* * - = A T.F.1.e @* < -t- e (45 * ) * e e a - - * .avie lnkc - elm ae t- - qG l- e e- - * 4 - e * .* qœ - *œ ** . * e @o -- o* * .A f* - * :* @4a).- * ee *4 - (> ),* * 5 - A .v* Kkœ @e œ *t- * * u* * *- * r M ** @= œ .- * * >a- 1 * I- u (- e e t> ).- d. + -e % '% h'* * a - - d< * e '' *œ e* e Vœ '- q- . TM e œ qe . fe >& # .m o u uw . # w w . ad- -'- aw - '- - e le - a w a - - e - - .A * * M K * --M *O ** * - < - **- xe e e e k > .A TM * - * * * 1*


01.08=- 'HO M EN S DO NOm D G CARA :UM ESTUDO ACERCApAh: ORGANIM COES FAM ILIAQRR DE BAW AR ENDA.M aliaJlm cy Tone: Sique aDepe nm ento de Psicologie niversianrleFederalde SantaCahan-naEIn lun lulivurso colltihlido por seis Rmilias de bnivarendae periferia tzrbu a. degeu-se lvm a para estudo emproftm didade.Estes gnzpos familinres tH Askm em com mnlunainvelsëo l1a tradicionald visâo sexualdo trabm o,ouseja.os homenmdesœ pregadoscuidavam da casa e daprole. e as m zlheres, trabnlhnndo como dom ésdcas edialistas.gnm ntinm a sobredvênda econômica.Através deentedstas a- h- e semi-ab- as, bem com o deobselw çöes do cotidlnno Cnm illnr chegou-se a nm quadrode dados que aponta a1m 11u fatores detem linu tes dasihlaçëo.A atzibuiçâo devalorfimdam entalà m anutelw:oda fam ilia coesa e ao cuidado da prole,assim como a'aeicliwzo de l1m projeto com lm do casal(conskuçëo decasa prôplia de alvem ln'a e garanNa dem aiorescolaridadellaraosGlhos)surgem cozno elem entosprioritH osdellm ahieram uia de valores.M sodam -se a estes oukos com o arepresentaçâo das alivie des dom ésdcag com oorganicmnente incluianx-l1a esferado kabalho,posslindo oInesm o grau de im podn-ncia queo A balho exka-dom éstico(esse visto Imicnm ente com o o que garante asobrevivlnda).Osdadosapontnm a im porta-nciade fatoresligadosao tmwerso : simbtslico - para a qltnldadedosano *. josêanliliares.A vsm'n'veleconôm icw lèlda que hnpoea'nte,éinsllsdente para a detenninaçào de com o osnlembrosdafanlilia se orpmiynm aa pare do que e visando o que ot'kzenl.vBolsistaCIAPES/PICD,nivelDoutorado,IPIJSP.


01.09HoM n s poNA D& c'M A:tlM l TENTATIVA plAPROMMAG O bE tIMA :ITUACAO.'* IALEspEciFlcA SEGG O A öTICA PIXCETIANA m y'o> iu lœE poNEc- lm o.MariaJtmacf Tm e:Siqueio*Departamento dePsicologie niv- idadeFedH de Santa('atarinaEste trabzh ' o prlto de discu* a aplicabilidade dascategoiaspiageti- x%ikelenecesse na alMisàd.umasitthlo - '1esmdsca:o teva ronse do #orxwisM lias& be amndaemnf'ee le nàem quehouvetunainvee o na tzaécionz diddo smualdo kabm :(asm ulheru.to lbnndo O mo ailHqp.g- e n â.sobredvM cl.e onom n 'ca do gùzN fa iëare os hom - .desempregados ; , astunim ' '- eddad- & c>sa . e + prole).osl dosobN dœ au v & .de ene tu a- ..'e - i-ah- R, ' 1.e t&tœ dev* .'Cœwle do,asOtëoYp' ' = quesituae squeex- se e a pe *f= em sœ ce 1*-* uvaya,'m'li*nHn n: An41-.&>'o d:como 'a subjedede se objedva e aobjeNvidade se subjeu not- c- s.*BolsktaCAPEKPICD,ZO IDoutomdo,IPUSP.


01.10TERAPIA FAMIllâ* BR- - G .F.B.)TDAOAIHo DESENVOLV DO NA CUNICA PSICOL6GICA DAUNW R/IDADE CAO LICA DE SANTOS-- -om-uy % ,o. p R. .R o ;ou x glu .m go yx R RgMG,W 1 lo'A dem anda crelceG e da populaç'o pelol x e çol desaûde m eA lcoloca desasol às pre cas elnlcal kadldonah.AT.F.B.é proposo com o m odelo de aK aç'o e pem ulu a nlvelIx c clonal.CaraGedzada portempo (15 lee es) e objeA osdesnldos em relaç'o ao lG om a, ao e tem a Q m lar e a suaadapo ç:o.A avalaç'o Inlclalœ lza ob- aaçsee,dram e zaçse ,perguA s e desenhos.A D guir,fo= ula- hlpôt@x l e objeW olde kabalho.M a lu rem ol dols cax l atendldos por M e glârlos.ApKmeira a m fla:M:e (G a),slha (21a)e ilho (17a)kouxe comoquelo o Mlho*porR ragreee o e porpo- lrlroblemal mee l*.A T.F.B.proporclonou m aie afeW dade,maloradonom la de G.emrelaç'o à igura m atem a,m alor dl* renclaç'o de papéls,m elhoradapk ç'o ao kabalho e ao co- M o K clal, dlm lnulç'o daagr-œe ldade,melhorcomunlcal o.Na segunda Qm la:pal,m:ee k:* ilho s , a quelxa Inlclal* 1a Mbrlga*e* e oe slhos de 10 e 12a.A T.F.B.obteve H O foc açsee poso as da Q mnla em relaç'o âelaboraç'o da Indepéndêncla dos ;INo*, m alor afeK dade,C comercepçâo unI caç:o**dos con;- do Iazer.œ*m realare eçomo dol Indlcamum todo,valoKzaçâo que a T.F.B.podedax r rea lzada por ese glârlos de 5* ano, além de fomecer umm odelo.'a:em o o de atendlm ento Q m lar adequado à* Ie 'lIç5@*de creR ente dem anda.Ee eram ol ampliar os esK dos referedesal Indlcaçsel * ao* acom panham ed os dos rew o dos no* anolx gulG es.


01.11PERCEIW O IX)RELACIONAMENTOFAW ,IAR .UM ENFX UE TRIGERACIONAL.Aoxnlmente.a convivência e* diferentesg- e srm > de fe liaém ssfvelgraçasaosavançosna me cina e à mehoria nas œ ndiçöes e exlv Gtiva de Wda no B= il.contudo.osRlacioname stanto> I- = M oni- s,O m certadox de intimie ernn- x,quantod-n- oniosos,rqx- taado um connito m laestabihzae ' da ide dade.A e M uodoY itoeaquah'e dosrdxionn- tosinterga itmaisfoiZPHA'HAHA >partirda mrcee que œ aatorgeracionaltem doseu nme- doteeH- ,..e te.O objedvoeraeendnrospnxes= eaforça dar- n familiarna neutralizae A sdivcgeciasv iaisepsiœlôgicaslnera tesàsrelaçöeslin= ,= sidx do a natur= Im eptualdaaçâo.m zx znâesde 4 famGias de clasxs mM IS residenteseln P.F./RS,xguindo.x a linearidadegeracioM av6/llbn/neta res- d- m aostôpicos da O kevista quahtadva que tevecomo tema e- ciala lxrm hva dosujdtoxixe asoukasg- öese e esimemna ontermosdem#ise relacinnnmotosna dinimicada grandefnmflia.M OtreWStaSgravaee fmn= 'tasna fntera foram inteqlro dasatravésdos e s I- ssie-' lcos e siste ticosdo mM ofenomOolôe :dev içëo.redlo einterpretaçâo. Osdadosrevelm m que aIX'ZCC*SR dosIe se do signise dosRlacionnmentos 1a > de fe ia aslzmœ tuncar:terpmviedo:Ko difœentesnastrêsgeraçöes e difœentes na me= a g- âo refelindoxamome sev dscosdoseu de= volm'mento.A quaEe dosrelacinnnmentostendeamehorarœm a matmidadeevivênciadeexe eciassemelhotes,el favordaem- tiaintergeracionalquefavom acœe famGiar.Umadasprincie œnGbuiç- desse es'twdoresideno métoointerg- ionalquee k a = lm- uo dalinemie e da contemmraneidade0 t1= g- öes.exlnrm dnmsdifœençasg- ionaisœ termosde O 'M HImoto tKs relaçœ no contexto da Fande M lia.Ale disso.a m ssidade de se aprimorarcriteosœnpkiXseme cosqueftmdnmentem descriçöese interpretaçôesde m scomlx- entaisnafam lia,justiscam a le n'ência do #- n


01.12K;HO SIGNIFICAX PSICOA ICO DA OM VD FZ NA M FJA.DADE.A gravidc na > 1a ide tom ou-x uzna nova e-'*nanlxe binde x a asmulh-= quem rdiver= ru ies.+ = m rœ rtlhoslnwl'nm= te.Asnotftias'veim,uanm4-avo çoszm me cina fe œ ta di- m- * asimphcae flsiœ e - ie ,e to- a mâe- t0 N ao fuho.Contue .m uco2 t= ev io K bx aquelasque,xm ph.nër.- hn- m r- ddr e - e e:em ipmso ,jénameo- .Osmw tostlsicosdo fenôm- o * exausuvmm- - t>* m loses- ,'nl'en.na H que lx- -- .x = dim inuirœ Hs= e a:x pBcK - clinicase ou - cias.Esk e lbn,m rxu - o,x p= l- com ase ncaç- pe légicasdeulna gmde nameia.ie ,vi.= ldo apx dœ o Air ilcado de = a nova n vie > mulheresquejâtan (s ftlhoscrex idos.F= = f.- 'eAR= lxoflmdie 4 mulh- x anqzm fe de37a42anosscom % * enkeum * e quae - -- de i* .e cœ oue sflose 1= œ .M 1.fonzx œ .dé nfvele ne m ômico mH o e msiW tesem P.F.X ,for= i* * -gin- lo> eobsté- do = H.1nêAHo œ alto H= de = hospital.A enkevim = dA ttzrac m vae e fvnn= 'œ na fnten ae va as= ceo ee imo tose tonmda mXWtH - *w' e comosas- e M ormo no grum fae com acedo novo me . Osdadosm velar= qte asFéWY * sM faixa eta tH > grœzœpreœ um ça = osH= sobe ci- ye o N el% quaao - ose .Ale disx.ogrum famihare de a- fonno se dimle % ie dezY œ r- n prtxnode m h vinedo - % .Es= mulh- .œ nlen M rm,emm quea > Wdc œ dia,assume= sie 'cev ial- = = no N tzo œ qx jé esœ Y a.m2'e exe entesyo quefacziu ox ejo thsansie se tc o- inerO tes à vavidc eàsA dcasdeM temagœ .Contu.do,o que ze nhnmna a- o é a nâo u*'' de mé* e conc+ ivosale à ne.cessie dasm ll> m x = tirem a- tese pe udvasna meia-ie .A m rtlr' thf.conclui.seque agravie - essa faixa dem,.lN- mmqumeum sie 'cado deë uvoe.cimento na me da em qœ A- n sua ca- ide pre udva e,con- ïe e œte.xusa- dvoscomo mul- e fr- . unindo o * ea fe Ba.O t- longede x esgotar,re.quœ Y o= invesd- no = ddo de a- lmHn- to e dix- oaflm deaœ iarnonm he imento tk complezdade * onh- n f- lnlnn


01.13 - -zœ m o > u.= * x e -FAMTLIAR .Dreyf A . GONCAT.VES; Gisele.L. FERNANDES; A .G.HERNANDES; A .P .,CARVALHO ; C.G.L . CHRISTOVAO ;E B COSTA ; P B F OLIVEIRA; R PEREIRA; R .R .SâLâS; R. GIiNiN9I; (Untveraàiade R?n J**a--T.x.u v ).O presente trabalho investigou asituaçlo e apresentaçKo do contexto f amiliarpresente em um programa inf antil de TV . Oobletivo desta pe:quiea foi de realizar uma'an-alise de conteu/o do seriado de TV MAFamilia Dinossaurou . tendo em vista levantaras atitudes apresentadas pe los personagens esuas re laGöes fam iliares . * *4*1*a-.T1*fœ*- zdois estudantes de psicologia validaram ascategorias de anâlise de eonteûdp . MA+.**1>'zfo i utllizada uma f ita de v ideo cas sete(W 1S ), coptendo cinco episôdips do seriadoinf antil MA f amilia Dinoesauron # gravados nasemana de 13/06/1994 a 18Z06/1994 , comaprox imandamente ' 30 m inutos cada um .Y oa4- whnz as relaçöes familiares foramanalisadas por dois Juizes . cuJ o acordo foide ro=Q,72 (rc=Q ,56 n-sig=o .O5 ), atpavés de10 categorias . s como Atitude Apresentada (subdividida em Pai , MKe . Filh a y Ftlho . Bebê eAvô ), Relaçsee no Contexto Fu ili ar m Relaçöesoom Outras Pessoas e Vartâveis M b ientais .Ambos assistiram simu ltanee ente cadaepisôdio, tabulando todos os eomportu entosPositivos e negativos de eada per son agem emcena. Os resultados revelaram que a f ia ra doPai apresentou um total de 37 .74% de atitudesPositivas contra 37 ,5% de atitudes negativas ;a mïe apresentou um total de 45 ,28% deatitudes m sitivas . nKo apresentando atitude snegativas; os outros membros da fe iliasomaram = total de 34 .l2x de atitudesnegativas contra um total de 16 ,98X deatitudes positivas. Em relaoKo a eategoriaOutras Pessoas ob teve-se um total de 56 .25%de atitudes positivas contra 45 .71% denegativas . Conolui-se qu e oscomportamentos analisados tendere a umcontexto f am iliar f avorâvel , entretanto sKonecessârias a realizaçKo de pesquisas comdelineamentos e tratamentos estatistioos maisdetalhadoe .* AX**>neTeroeix O t.e+-- do 0 :** de Paiooloxta.*W* -l


&N01.144 REPRESENTACRO SOCIAL D4 MATERNIDMDEE M ES TU DMNTE S DE PS IC OLOG IAA n nu nc ia ta Bon in i-v ie ira - Me- tranda emR G ico eeoc io loq ia do Co munidades e Eco loq ia Sociald o Proq rama E ICOS - Ee tudos lntepd isc ip linares deC o m un idadee e Eco loq ia Socia l.O n ien tado ra : P ro fee eora Mar ia Cr is tina Fe rre iroF o i ob le t ivo deGte trab a lho , detecta r os Tatoresc o m ponen tee da repreeentaGào soc ial dam a tenn id ade em eG tu dan tes de ps ico loq ia ee e p ec if icame nte , ve rifïcar Be estat-e p reGen taGào ee tà co nstitu fda de conce itos queenvoïvamt alkruf*mo, abnelaGàoy aicriTfcio, eG a n t idade . Pa vtic ipa ram desta pesqu isa 20e e tudan tee de Pe ico loq ia , d iv id idaa em do ieq vu poo , eendo que o p r ime iro de eetudan te% deP e ico loq la màee q e o sequndo de eGtudan tes deF'e ico loq ia n ào màee ,que ee dispuseram a resgondera q ue/ tionà n ioG com queG tbee abentae e Jechadae .A anAliee dD% reGultados revelou que 'm ambos osq ou poe , a o c arac te txi- t icae ca rinhosa ep ve eta tiva , pe c ien te e comp reene iva , foram asma ie apon tadaa O s do is grupos lons ide ram que am u lhe n nND dev e abandona r euas atividadesp vo f ie- ion ais ao to rna r-se mle. Ambo s o% qruposac h am que a mu lh en com v id a pexua l mu ito ativa,n k o ae to è-na ma i> oe epe itAve l ao tornar-se mke eta m blm que a ma te rn idade n1o * carqa pe>ada paraa mu lhe k-, G end o que a màe deve sempre ava liar an e c ee- idade de oac r iT fcar-se . A unan im idaded a % eG tud an tes de pG ic o loo ia màes , nAo lonsiderama ma te rn idade e l


01.15 EsTuoo DE uMA FAKILIA DE PESCADORES NA 1%Do cARDoso: HISTORIA DE VIDA .Heloisa S.C. J.Gebara (P3s-G Xo Hprrjeto Arte e Sociedaden- FAAC - UNESP - B9l1n1) e Prrf. Dr.Antonio Feru -nandes Nascllento Juni6r (Departalento de Cilncias n lcmnnn :558FAAC - UNESP - BM11n1)'Silalndn lna regi;o do Vale do Ribeira encontrose as ilhas Cœ prlda,Clmgnlla,Ce oso e Iauape , constl- .lnln'ndo o coo lexo e:fnlgoino de Igaape-çananeia- Paranagua.A geografia da N giao consiste em 1- ax a de = gue cQmlmtq'biodiversidade tao grr de que Justificou a dengminaçao ,pela XSCO , de D serva da biösfera , llrnn du seis klnicas noIamgo.TA rlqueza oferece l1rnn grande azte> tiva de sobx -A vencia a pescadom s artesgngn's desde Q secvlo X7I . O ls9-l> nto pam ial que caract:rizou a x giao ate O ados do seculoXXpem ite a = utençao dos hY itos tradiclonnn's dessespescadoms.A nudança do M elo econW ico e polltlcobr> ilelm a partjr dos anos !0 acelézru um p= esso de especulaçaoMbiliaria, predagao ambientr e turism desodenlo levr do aspequenas comunidndes pesqueire a degra-(IW aO ctzlttmal .No eptanto alguns dqs antingos habitos foram= tjdos por faniliu senti-lsolndnm que apx sentam tmlgrandeW nculo cGna jerra,ou = gue e o m r = tendo seuo de vlda na m fem ncia deste4.Esse trabxlho conslsyenum estudo dos habitos e da hi#toria dk vida de llrbq familiax sidente ny Ilha do Ceoso em consonancla com a œ todoloiada historia oral e atravl: de entx vïsta m ssoais,individMs na busca de lnfonv 3es onde p:quenos detH hes rEelem dados de grr devaèor,para forM çao de um qllnfim queo seu total de irtfozw açoes possam ser anazisndnm e assimonpaymdnqcom estvdo: fart> nfe descrijos na literae a.fH lia em questao e constituida de yres pessoas jpat,rrb-)rlativ% da ilha, cen sua hlstoria constiu da atrlsJ devârlasgeraxes te em insula s . pua fonte de x n-JfilMpesca r tesanal principnl- nte atraves dos cem os. PoEem > da a M a e as fm tasnatlvas da lqhn .Apa nteœ n-e, tem com esx lho os elementos naturais que ldentificanconfiN an seu tempo, seu espaço, seus valom s sociais .e> necendo rla ilha dr do kmlpm sseguiO nto aos seus valrs culturais! buscr do nesse espaço primitlvo a I= utençaoe suaé identldades evltando o espaço urbr oz atû pom uelimitaçoes os intlmidam a novD ae taçoes.


P slcoLoGu DA SAO BSETOR 02


02.01GRUPO DE ADOLESCENTES - UMA EXPER IR*TTADENTRO DE ESTKGIO. EM PSICOLOGIA. MarisElisabete E.F. Lopese,Paola BiasoliAlves, Paulo Jos/ Carva-1bo da Silva, Marla tulsa de Oliveirar Rosalin. Carvalbo dasilva - Faculdade de Filoeoffa,Ci3nclas e Letrae de Ribei-R5o Preto/usp - Dep. Psicologia e Educaçso.A presente exposlçso visa relatar 1- experi3ncia comgrupp de adolescentes em um estagio em Psicologia Cllnica -Institucional. .o trabalho teve ccno objetivo desenvolver, junto % clientélaadolescente do Centro d: SaGde Escgla da FacHldade deMoaicina de Ribeirso Preto, açoes de praawao de saude atrav/sde tdcnicas educativas em grupo coordenado por equipe M Atlptofissional.Quanto ao a/todordofs estagilrios de psicologis juntacentqcom l/nR enferroara coordenaram, sob supervisao de umapsigeologa, 17 sess8es semanals de lh 30 com 9O% de psrticipaçaode um gruro de 12 adolescentes, com idades entre 12 e15 anos, de ambos os sexos.O procedlaento utilizado c:nsistiu em tlcnicas projetivas(cono desentos,representaçoes,colagens,aeeelagem) paraa investig4çao da demanda m iqnal rrrrgentee assim coap,.ccnportaaentqs de risgo i saude e tdcnicas de din3micade gruyo visando : ellkoraçao orrrional de informng3es iv /tanyes para aprevençao e pronoçso de bem estar flsico e ps'I'colbgico.A experi3ncia Qbteve resultados yositivos no sentido deterdiscutido questoes cnnnsexualidadN,relacionalento familiar e desenvolviaento flsico ! psicol:gico na adolescenciaatinglndo o objetivo de proloçao de saude global junto a >>=clientela.* 1


02.02QUE O S ESTUDANTES DE M EDICG A ESTAQIAMPRwsxNno SOBRE SUA FORM ACAO PARA o ATENDM NTOA o PA CR NTE CO M AD S; M c co Antonio & C- o F/a e/ree ;Renata M aria Provinciali. DepnHnmento de Psicolo#a e Edu- xo,F.F.C.L.R.P -U SP.A formal o especialiu da em saûde,instimidanaUniversidadeenos Hospitais-escola tem se caracterixndo por um pn doxo que vemdifcultando o atenaimento psicossociz de portadores do virus HIV epacientes com Am S.Enquanto que o trm m ento clinico é favorecido porconstantes descob- xm,dee e o isolamento e diar ôstico do vim s Y V,!passando pdo advento de drogascom o o M T e a Interferona Alphw até osavanços m m's recentes na direçâo das vacinas sinte cas, o suporte ao. paciente com AD S ainda soFe as consequencias do despreparo , dadesorientaçëo e das questöesafetivasque envolvem o trato psicossocialdadoença.Essa dicotomia entre conhecim ento técnico e compdencia socialtem origem na predomlnxancia da informlçâo te nica em detrimento daform xçio, nas U niversiA des, o que dim inui a com pete cia social doProsssional de saûde. Apesar de muitos esmdos terem enfatizado almpolância da informal o na abordagem do paciente HIV, sâoconhecim entosinstm m entais que vëo pouco a1% da questâo pe cularquepretendem rex lver:% a informaç'o t'ecnica é essencialpara a superal o dequestöes estm m radas da açëo ime iatayfalta à maioria dosespe ialistasacom petência socialpara ultrapassaros limites da compnelmentnly>ç:o do'conhecim ento.v isando re.nliyor um levanta ento de opie o em esm dantesde meécina a respeito daformnl o quev:m recebendo parao atendimentode portadores e pacientes HIV,dez v aduandosda Faculdade de M edicinade Sâo José do Rio Preto, Sëo Paulo,fora entrevistados.Um elenco de 27enunciados sobre a foxvnsç'o recebida foicolenaa;xxmn nn4lse pr- a de.conte do,ro.nl>mda pordoisjuizesde niveluniversitério,re uzu o elencopara 11 locuW eselimlnAndo itensde conteûdoscomuns,veriscando-sealdedignidade dosjulgamentos(k=+.84;p .79)esob- a detrabm oe@mprejue da que dade do atendlmento (> .65),apesr dabuso deumesfoque multldbciplinar(v=.51)para aformaç'o deprosssionaisvoltadospara o paciente Y V .N ovos esm dos lx m Ab.nos de outrasFaculdades,serâo realizadospara veM cara generahdade dosdadosobtidos.(FAPESP)


'01.09uoM n s IIIINA DFY ARA'.Um TENTA TIVA DEAPROMMK âo pE tlm :ITUAG O 'R IALESIAECIFICA 'EGtJNO A ôTICA PIM ETIANA OY iVELEO NEc> lklo.MariaJuracy Tœ eliSiqueim*Depeamento dePsicolœ a/univ- idadeFede de Santa('atarinaEste trabzl 'm prlto de œ utk a aplicabG'dade dascategoriaspiagee asx -fkele-----.4.1é naale àdeumasituatëosdsMliastk be a= dae N ee e a/à em quehotwe'1esmdsca:ol% e consuhuéo #ortmlainvee o na Y édonz die io scualdo kabalhô (asmulher- , Y bnlbnqdo como ie tas..gàrm e n asobree Mcl.eonômicado >' ' > fa iliareoshom- .. . .desempregados,asmunlm - cddad- da c>sa e th mole).osA dosobud- aa va deene tu'a- ..'e - i-alw- .bbm = nodeoh- çœ ào e di-p rnm,'b'-'.it= a cons- zo de > qe o de e o= .erepresentaçöes qué atuam de ft>nha ddenniqante nasituaWo.Esse qtlnato ése -tivo:not,so tide de.o ntar> sibzdides. knm ssibz'daX s * 'necpsidades e.contingênci:sdo skqtAmnezmlGe do pela Rmilia.(7snôm snjosfnmiline deç- de ula necepida& qomo'.:.'conoebida porPlagef.Pm qui> s= mantd .a fa iEao ç:& do kjamolee o aka / * rteto dp ,..n1fee às = -' M e.'ngdo < e e tna- asv ie andvtou a- * qœ # 'en- -'x e o um. n-* kibe è do e hm o na fm lin.Es* nova O tibl;çëoo mnjeaso --'-'H -n do ue- ze eHc dl PY 0 OquerRVG'Wi . ju œ o vg pr. .c- ue ,. otqooP' ' em RSie Wesqueue* PH a ef= * = ce l'*A* G' nl *1K='l-'nrln * 1**.œMc/w ensëo decomo 'a subje 'e de se obje:va e aobjeNddade se subjeeu nest- -ms.*BolsistaCAPEKW CD,rGr lN utom do.IPUSP.


= >01.10TERAPIA FAMIl-I** BRCW F.F.B.)TDAOAIHo DE/ENVOLV DO NA CLINICA PœCOL6GICA DAUNIVER/IDADE CAO LICA DE SAMTO----om-uj,% G i21 Ka. w R- W .yo ;o.w xgwa.mygz--œ--y.;* 4R R.;A dem anda crelceGe da populaç'o pelo* R e ços desaûde m ee lcoloca deu sol às pre cas elnlcas kadldonah.AT.F.B.é proposo com o m odelo de akaç'o e peK ulu a nfvelIM % clonal.Caradedzada porYmpo (15 lee ep) e objeA oldeinldol em relaç'o ao l G om a, ao e tem a Q m lar e a luaadapk ç:o.A avalaç'o Inlclalœ lza oba -açs es , dram e zaçses,perguA s e desenhol.A x guir,fo= ula- Npôtea l e objeW olde kabalho.M alu rem ol dol cax e atendldoe por elh glârle .Apdmeira Om fla:M:e (G a),ilha (21a)e ilho (17a)kouxe comoquelo o M lho* por O r agre----o e por po- lr Mproblem al mee K*.A T.F.B.proporclonou m ais afeW dade,malorautonom la de G.emrelaç'o à 'gura m atem a,m alor dlferenclaç'o de papélsymelhoradapk ç'o ao kabalho e ao co> lvlo K clal, dlm lnulç'o daagro*e ldade,m elhorcomunlcal o.Na R gunda Qm nla:pal,m:ee 1:s ilho ẉ* a quelxa Inlclal* 1a *brlga*e* e os slhos de 1Q e 12 a.A T.F.B.obteve ka> formaçses poso as da *mnla em relal o àelaboraç'o da Indepénd:ncla do* ;INoe, m alor afeO dad e,î comercepçâodoe unI caç:o'econie*Qm do Iazer.œlareeçomoum rea M dol Indlcamtodo,valoKzaç;odaqu* a T.F.B.podeser realzada por ese glâKos de 5* ano, além de fom ecer umm odelo.'aiem o o de atendlm ento Q m lar adequado àl Ine' Iç5**de cree ede dem anda.Ee eram os amplar oe ee dos referedesal lndlçaçse e ao* acom panham ed ol do* r*a O dos nos anolR gulG es.


.! 01 @ 1.1 iPERCEN AO IX7RELACIONAM ENTO FAV T,IAR .IJM ENFX UE TRIGERACIONAL.A.,-1m. te.a oonviva cia en.e v erentesg- - s,. gru dermngiaé w ssivelm -haolQ 8.r s:7aCionamotoinasta.etm-eLoriuna.. scoudiç.öesosec.ex-c.t uvz z .viuajau osla il. e > .-jn- - -,quantodesarmoniosos,xvreu tando um ce ito m laestabilizae % idœ ue .A e enun do coniitoea quah'e dosrelxionn- tosinterge txlaisfoie .HnH> :partirda Im Y oque cae atorgeracionale do xu **- 4% e av ,u.- te.O objetivoera e dnrosprlxes= e a forçadar- o familiarna neutralizae * divœgeciasv iaise psix lôgicasinerentesàsrelwöeslineams?Gmsid- ne a natur- N Y (haçâo.m zx mâes de 4 fnmllias de clasxsMM IRresldentes eln P.F./RS,xguindo.x a linearidadegeracioM av*/flbn/neta res- a- aoslpicosda Okevista qualitativaquetevecomntemaeqencialaN hva do sujdto *&emsoukasgeraç- ee esime> emtermosdem#iserelacinnnmentosnadin4mica(h grande fnmflia.M entreViStaSn vadas:!e fomr itms na fntema foram inte ree satravés dose s lxsxs si-' icose sistH ticosdomM oflnomoolôgico:dev iç:o,rm âoeinterpme h). Osdae srevelaram que aN cexâo dosle isedo sie'* dosmlacinnamOtosnam ndefe ia asumc tuncarétœ proviMdo:io diferentesnastrêsgeraçöese diferentesname= agerae referindoxamome sesm dsO sdosmzd- volvimento.A qte e dosrelacitmnmO tostendea melhorarcom amaturidade evivência (k exe ênciasseme- tes,el favordaem- tiaintergeraciov quefavom a cœe fe iar.Umadasprincie scontribuiç- desseestudoreside no méteo interg- ionalquee k aa m- uo % linemidadee da contœ -m raneie en1re gœaçöeszexln- x dnasdifx çasgc ionaisem tennosde en'endimentodasrdo snocontextodagrane H lia.Ale aixqn.a m ssidade de x aprimorarchtaiosempiricosemecosqueftmdnmMtem descriçöeseintermetaçôesde mcommrtamentaisnafe lia.jus4iscam amrtm'ência do tema.sI


01.12O SIONM CAX PSICOA ICO DA GM W DFZ NA MRIA-D ADE.A gravidc na > 1a ide tom ou-x tmm novae nnqnanm ssibiëdade- asmulhozesquem rdiver- ruöes.o- m rtœ fzle tnM.'nmote.Asnotltiasveim.hdxmdœavançosna me ciM fomœ e 41- 1*- e e asimpEcaçöesG iœ eœ œie ,ta- a mâe (1- t0 N a o slho.Cx tudo.m = 2 t= ee to xbre aquelasfpe,x m ph.nMac x=>M - m r- vidr e - e e,em ig= se ssjâ zmmoo- .œ as- tœnsi= do fenômœ o * exausdv- te tratadosm los ' ' naé= quep= .N .x = almim l'rosrisc e a:complice cliniœ e oH e icias.Esk fmulhn m rxu * o,R p= - com asimpne miœlôgiœ de= m W* na meia.ie ,vi.- do apz= dœ o Rir ilcado de = a novam vidœ > me emsque jé te ts f% oscrexidos.Foram ene stas= m oflmdie 4 mulhx 0*** *1- fai= de 37 a42anos.com Y 12senkeum da e qe m- dei* ,e œ m- qflhosH ol- e .M 1.fo- tes,de nlvele zw- mico me o e= iG tesem P.F.X ,foram ie cae Ixvgin- logisœ e obsz- do = bG tôHo * ito H= de = hospiœ .A ena dsi eda m WA œ *w' 1- comosasze e M onnae sno gnzm fe ir ce acheedo novo m= bm . Ose smvelax qtœ % FâWY des- fixa ee e 1= gru e= osH= sobe cios.e to lm elasquanto 10 osY M s.Ale disx,ogrum H IA to de a Y fnrmm se diu tetk iœ iademaiœ o- n N ovie m h vinedo * .Es= mulh- .* * nlrm,.- queagIWA tardia,n- me = sie 'œ em iallmr= = no Ie o oœ qx jâ es?osNnnan'oe*eexN ientes.o que faci:à omanejo (hsaaie se e - inerO tesàgravidœ e àse 'casde znatenmgem.Contu.do.o que maisce a a> éa nâo u>'' * demée osmzconce ivosaliadaàne.cessidade dasmtll- q% = 11r% a- tese pe uhvmqna meiade .A > ' % I.conclui.x que a gravie 10 esu faixa de m1'1N- n- me tun sie'e de ë uvene.cim ento na me da œ qœ AH- A sua v ide pre dva e,c- ïzntc c te,xusa% dvoscomo mulhœ e e ea.e do o * ea fe Ba.O t- longede x esgotac a.querY oresinvesd- no = ddo dealxoflmanmMto e di= seo aflm deaux;iarnoonnbe ento (k compleze (h onhln- f- ioinn


01.13 - -lœ m o > u*= * E e -FM ILIM .Dreyf A qoNgAT.VEs; Gtsele.L. FRRHANDES; A G.HERNANDkS; A.P..CARVALHO; C.G.L CHRISTOVâO;.g B cosTA; P B è OLIVEIRA; R /EREIRA; R.R. KK>sâLis; R- GIiNiN9I; (Un&vereà;ade R*n J**H>-T-n-u v).O presente trabalho investigou asituaçKo e apresentaçlo do contexto familiarpresente em um programa infantil de TM . Oob3etivo desta pe4quiea fot de realizar uma'an*altse de conteeu/o do seriado de TV HAFamilia Dinossaurou, tendo em vista levantaras at itudes apresentadas pelos person agens esuas relaGöes fam iliares . * *4*4*n-Am*fœ*- zdois estudantes de psicologia validaram ascategorias de anflise de eonteûdp . > +-*-5A1zfoi utllizada uma f ita de v ideo cas sete(VHS), contendo cinco episôdips do seriadoinf antil MA familia Dinoesauro-. gravados naseman a de 13/06/1994 a 18/06/1994 comapro ximandamente '30 minutos cadi um.Y -a4- ntn: as relaçöes fu iliares foramanalisadas por doie Jufzes . culo acordo foide ro=0,72 (rc=Q .56 n-sig=O yO5), atravée de10 categorias. como Atitude Apresentada (subdividida em Pai , MKe , Filh a , Ftlho . BeM eAvô ), Relaçses no Contexto Fu ili ar m Relaçöescom Outras Pessoas e 'Vartâveis M bientais .Ambos assist iram simultaneu ente cadaepisôdio , tabulu do todos os comm rtu entospositivos e negativos de cada personagem emcena. Os resultados revelare que a f igura doPai apresentou um total de 37 ,74% de atitudespositivas contra 37 ,5x de at itude s negativa s ;a mïe apresentou um total de 45 ,28% deatitudes m sitivas . nKo apresentando atitude snegativas ; os outro s membros da fam àliasomaram = total de 34 .l2x de at itude snegativas contra um total de 16 98X deatitudes positivas. Em relaoKo a citegorkaOutras Pessoas 'ob teve-se um tota l de 56 .25%de atitudes positivas contra 45 ,71% denegativas . Conolui-se que o scomportu entos analisados tendere a umcontexto f amiliar f avorâvel , entretanto sKonecessâriae a realizaçKo de pesquisas comdelineamentos e tratamentos estatisticos maisdetalhadoe -* AX**>neTeroetro antetas do * 4*s0 de Pstooloxta .


K+N01.144 REPRESENTGCRO SOCIqL D4 MATERNIDADEE M ES TU DMNTES DE PS IC OLOG IAAn nunc iata Bon in i-v ie ira - Meetranda emR e ico es oc fo loq ia de Co mun idades e Eco loq ia Soc ia ld o P roq rama E ICO S - Ee tud os In kepd isc ip linares deC om un idadee e Ec o loo ia So cia l.O r ientado raz P rofeeeora Mar ia Cr is tina FerreiraF o i o b Je t ivo de ate traba lho , detec tar os fatoresc o mponen tee da repreGen taGào soc ia l dam e tenn idade e m eetudan tes de ps ico loq ia ee ep ec iT icamen te , ve riï ïcar Be estae-e prpeen ta çà o eetA const iku lda de conce itos queenvotvamt altrufemo, abneqaGào, eicriffcio, eG a nt ïdade . P ar tic ip o ram desta pesquisa 20e e tud an tee d e Ps ico loq ia , d iv id idaa em do isq oupoo , eon do que o p r ime ipo de eetudantee deR a ico loo ia m àe G q e o seoundo de eGtudankes deF'- ico loq ia n ào màeG yqu e ee d iepuseram a respondera que/ tionA p-ioG com qu eG töee abe rtas e fechadae.R anA liee dD e re eu ltados reve lou que 'm ambos osq ou po- , ao canac te r i-t icae carinhosa ep veeta kiva , pa c ien te e comp reene iva, Joram asma is apon ta daa Oe do is g rupos cons ide ram que am u lher- n1D d eve ab andona r euas ativ idadesp rof ie- ion ais ao to rna r-se mke. Ambos oe qrupoeac ham que a mu lhen co m v ida peMua l mu ito ativa,n1 o ee to t-na ma i> reepœ itAve l ao to rnar-se m1e eta mblm que a ma tern idade nào * carqa peeada paraa mu lhe p-, e endo que a màe deve sempre ava liap an e cees idade de oacriT icar-se . 4 unan imidadeda * ee tuda ntes de p- ico loo ia màes . n1o cons iderama ma te rn idade exp ressko mAx ima da purezaTe m in ina , enquanto que , no Q rupo dao nâo mles,a lqumaa c onG ideram a matet-n idade como expreselomA xima da pu reza Tem in ina .


01.15 Es= DE UMA FY LIA DE PESCU RES NA 1141AIx)ce sO: lllsrlo> DE VIDAHeloisa S.C.J.Gebara (P3s-G 3o nProleto Arte e Sociedaden- FAAC - UNESP - B9l1n1) e Prof. Dr.Antonio Ferunandes Nascilento J'uni6r (Departalento de Cilncias n xnqnnm *rI5#- FM C - UNESP - B=1n1) -'Sihlndn na regi;o do Vale do Ribeira encontramasilhas Caqprida,Cnnnnlla,Cardoso e Iauape,consti- .seon'ndo o complexo e:hlgrino de Iguape-çananeia- Paranagua.A geografia da regiao consiste em lmm area de rcngue cQmulm'biodiversidade tao grande que Justificou a dengminaçao,pela UNESCO , de reserva da biösfera , Tmm das seis unicas noEungo.TaI rlqueza oferece umn grande alteçnativa de sobrevlvenciaa pescadores artesgnnis desde Q secvlo XVI. O isgl>nto parcial que caract:rizou a regiao ate reados do seculoXX pennite a manutençao doshlbltos tradiciongis dessespescadores.A Eudança do Jodelo econ3nico e pollticobrasilelro a partjr dos anos !0 acelérou um processo de especulaçaoilrbiliaria, predaçao ambiental e turislo desorden:dolevando as pequenas comunidndes pesqueira& a degradataOculhlrnl.No eptanto algAw dqs antingos habitos foranmantjdospor fanilias semi-lsoladas que apresentam umgrande vinculo com a lerra,ou lnngue e o ?nr lnntendo seuJodo de vlda na çeferencia deste..Esse trabnlho consisyeum estudo dos habitos e da hiétorla d: vida de 1mm familiaresidente ny Ilha do Cardoso # em consonancla com a retodologiada historia oral e atravep de entrevlsta pessoais, indiviamisna busca de lnfonwaç8es onde p:quenos detalhes rEelem dados de grande vaàor,para fornuaçao de um qundon queo seu total de infonhaçoes possam ser anazlsadas e assimolpaçndnq com estudo: fartanenfe descrijos na literatura.fanilia em questao e constitulda de fres pessoas jpai,nmeJfilhalnativas da ilha, cgm sua hlstoria constituida atrls de vûrias geraç3es tnrt-m insulares. jua fonte de ren-J pesca artesanal principalrente atraves dos cercos.PoEem Qânda a roça e as fnatas nativas da ilha. Aparenterene,tem colo espelho os elementos naturais que ldentiricamconfiguran seu tempo, seu espaço, seus valores sociais .enwqnecendo na ilha dando um prosseguilento aos seus valosculturals! buscando nesse espaço primitivo a.nvqnutençaoe suaé identldades evltando o espaço urbanox ate porquelimitaçoes os lntlmidam a novas ad@ptaçoes.


P slcoLocM DA SAO ESETOR 02


02.01GRUPO DE ADOLESCENTES - UMA EXPERIODENTRO DE ESTXGIO. EM PSICOLOGIA . Mari.Elisa- te E.F.Lop s,.PaolBBlasoli Alves, Paulo Josd Carvalhoda Silva,Maria Lulsa de Oliveirat Rosalin4 Carvalbo dasilva - Faculdade de Fllosofia, Ci3nclas e Letras de Ri- i-R;o Preto/usp - > p. Psfcolœ ia e M ucaçio.A presente exm slçso visa relatar 1- exm ri3ncia comru/ de adolescentesem ta estagio & Psicolœ ia Cllnica -Instltucional.o trabalho teve c= objetivo desenvolx r, junto % clientélaadolescente do Centro ds SaGde Escgl: da Faa ldade deY icina de Ri- irso Preto, açoes de pr- ao de saude atravdsde tlcnfcas educativas em grum cx rdenado m r m uḷ m M .3tlpro f issional. -Quanto ao G te ot dols estagiïrios de Psicola ia juntaxntr com 1- enfer- lra cx rdenaram, sob sum re sao de x aa igolœ a, 17 eess& s semanais de lb 30 cœ 9O% de m rticide um grum de 12 adolescentes,'com idadee entre 12 epw ao15 anos, de amY s os sexos.O prx ediœ nto utilizado consistiu em tlcnicas projetivas(c= Jesenlos,representaçoes,colagens,re elagem) m -ra a investig4çao da dM enda m iqnal M rgentee assim com, .> rtaœ nto .s de risgo à saude e tdcnicas de din3micade grum vieando a elle rnçao m ion.al de inform çses iv Rtanles paraa prevençao e pr- so de ka estar f fsico e m 'A'cole ico .A exm ri3ncia :bteve resultados m sitivos no sentido deter discutido questoes cx sexualidad&, relaciona- nt: familiate desenvolvi- nto flsico ! m icolw ico na adoleecenciaatingie o o objetim de prm .ao de saude glo% l junto a mcllentela.TAFw*'I


02.02QUE O S ESTUDANTES DE M EDICG A ESTARIAMPENSANDO SOBRE SUA FORMAG O PAM o ATED TMENTOA o PA CR NTK CO M AD S; M c co Antonio & C# o F/a e/ree :Renatu Maria Provinciali. Departamento de Psicolo#a e Educçâo,F.F.C.L.R .P -U SP.A formal o especializada em e de,instituida na Universidadeenos Hospitais-escola tem se caracten'Rndo por um po doxo que vemdifcultando o atenaim ento psicossocii de portadores do virus HIV epacientes com Am S.Enquanto que o trm mento clinico é favorœ ido porconstu tes descob- asy dee e o isolamento e diar ôstico do vhus m V,'.passando pelo advento de drogascom o o M T e a Interferona Alphw até osavanços m m's rv m tes na direçâo das vacinas sintdicas, o suporte aopaciente com AD S ainda sofre as Glnsequencias do desprepro, dadesorientaç'o e dasquestöes afetivas que envolvem o trato psicossocialdadoença.Essa dicotomia entre conhecimento técnico e compdencia socialtem origem na predominx-ncia da informlçëo te nica em detrimento daformaç:o, nas U niversiaxdes, o que diminui a competa cia O cial doprosssional de saûde. Apesar de muitos estudos terem enfatizado aimpolância da informal o na abordagem do paciente HlV, sâoconhecimentosinen.m entaisque vëo pouco a1% da questâo particularquepretendem rexlver:x a informxl o t'ecnica é essencialpara a superaç'o dequestöesestm turadas da açëo imediatw falta à maioria dos espe ialistas acom pet:ncia socialpara ultrapassar oslimites da compm imentnlvxç'o do'.conhecimento.visando renliy>rum levanta ento de opie o em estudantesde medicina arespeito da formnl o quev:m recebendo parao atendimentode poladorese pacientes IA V,dez v aduandosda Faculdade de M edicinade S:o José do Rio Preto, Sëo Paulo,foram enkevistados.Um elenco de 27enunciados sobre a fonnaçâo r- bida foicolenda; 'mn nnil- prG a deconte do,renliu da pordoisjuizesdeniveluniversite o,reduzu o elencopv a 11 locuçöes eliminxndo itens de conte doscomuns,veriscando-se aldedignidadedosjulgamentos(k=+.84;p .79)es/breearga detrabm oe@mpajue da que dade do atendimento (> .65),apesardabuscadeumenfoque multldlsciplnar(> .51)para a formaç'o deprosssioM svoltH ospara o paciente Y V .N ovos estudos lO m zunos de outras Fnel.ldades,serâo rev zadospara vee cara generahdade dosdadosobtidos.(FAPESP)


02.03CREK AS SOBQE Am S.UM ESTUDO COM PESSOASFTLIADASA ORGANR AO ESNâO GOVERNAm NTM S.Marcontonio & Castro F/a e/ree ;Z- uciana Soa e/m Fioroni.Depnenm ento desicolo#ae Educalo daF.F.C.L.R.P.-USP.A participaçâo de ONGS no combate à Am S tem conquistadoesultadosimpoelntesno H bito psicossècialda doença.A smlm indo muitasezes os deveresdo estado na luta pelos direitos à cidade a da pessoantnminada ou com plementu do o atendimento especializado através douprimento das necessidades mais elementares do paciente, as ONG Sepresentam uma fonte ponderévelde recursospara a busca da reintegraç'osupole materialdos polRdores e pacientes com AD S . Com o form aternativa para a incapacidade do estado e oslim ites dos especiv xaș asN Gsbu- m atenderàs lacunasdelxn ' d aspe lo podere pela ci:ncia.E.neasteentidù,sea a#o comunitH aporestarengajada no processo saûde-doençaor um lydo tem uma visRo mais sensiveldo fenômeno Am S,por outrota-lhesistematizaç:o paraorgnnlymrsuasexraté#asde intewençâo.Com o objdivo decriar,dentro dasONGS,recursospara desenvolveras atividades relacionadas à Am S,uma amostra de sete sujeitosaertencentes a estas Orgnniyw öes foi esm dada. Entrevistas sem i-stmturadaspermitiram o levR tamento de conteûdosassociadosa crençasaespeito daDoença (DC),do Paeiente(PC),do Tra-mento (TR)eda- ençxo (PV)da Am S.Umann41seprG a realiyAda pordoisjllyos'versitH os permitiu a eliminsç:o de locuçöes de conteûdos comunA ,erifcando-sea fdedignidadedosjulgampntospelo coe ciente k (DC=+.42;=+.22;PC=+.48;PV+.65;p


02.04UM ESTUDO DE RRPRESENTACAO SOCIAT.SOBRE AAm S EN'I'RE IO ERES DA COM UO ADE QUE ATUAM NOCONTROI,R E PRRVENCAO DESTA DOENCAA e CO A.& CastroFigueiredo:M irleneM arcos.Dep dePsicoloka eEducaçëo FFCLRP-USP.A forma com que a AD S é concebida e o impacto da doença sobretodososestratosda sociedadesâo barreirasimportantespara osprojdosquevium a oriental o da populaçâo e a prevençâo da doença junto àcomunidade. Crivadas pelo preconceito e deformldas por concepl esteleol6gicas e m oralistas,as informaçöesrelevantespara o combate à AD Snâo t:m surtido o efeito desejado e a compreensâo da AD S comorepresental o socialjunto à populal o-alvo dos projetos de saûde écondiçëo fundam enlalpara a identK caçâo dosbloqueiosque se interpöem aoaproveitamento efetivo dosprojetos.Fazendo uma ponteentrea populaçâoeos profssionais que atuam na com unidade.os lderese agentescomunite ossâo elosimportantesque viabiliyAm apm icipaçâopopulareo engajamentode novos voluntH os aos trabalhos realizados. Assia com o elementosdiferenciados da comunidade t tais agentes deveriam ter formadorepresentaçöessociaism aisprôxlmasda realidade e adequadasàsformasdean.nçâo que a doença ezge.N este sentido,foram realia dosalgunsestudospara identï car.em lideres comunitM os,conteédosrelevantesque pudessemser incorporados aos progrxmxsde informaçëo e prevençâo à doença.Combase em entrevistas xl'-estm m radu feitas com 15 lideres e agentes dacomunidade. foram isoladas 29 locuç& s relacionadas com coge öes arespeito da Am S.Com base no julgamento de 10 estudantesuniversite os,umaanélise de conteûdo permitiu ae pbraslocw öesem categoriasdesige cado com um tom nndo-se,como cntério,a mediana da distribuiçâo dasEntropias Relativas (Hr) dos itens.Considerando os valores abaixo damediana (.41), foram selecionados 14 itens envolvendo conteûdosrelacionadosao contàgioasintomxA,efeito psicolôkco.origensdadoençwrne o necesse a e prevenl o, identiscando reprexntaW es teleolé#casrelacionadascom o o-uigo pela imprudêneia epeloêrro humano(.39),odesrespeito àsdédivasdlvlnas(.39)eà falêneia doscostumes(.41)eassociados à referência no efeito psicol6gleo sobre a familia (.28)e àreanrm açâo do atigm a da pessoa maispropensa à doença (.14).Taisrepresentaçöes apresentam uma generv dade que aproxima os Ederes dosseus pares na com uni , dade em geral,o que reforça a necessidade de seestenderos progrnmnsde formld o e orientaçâo aosagentescomunitH osue atuam nos ro am ms de AD S 'unto à o ula Ro. A PESP


02.05IMPORG NCIA ATRIBUIDA k VIRGINDADE: SUBSIDIOSPAM PROGM MAS DE PG NEJAMENTO DE VIDA .-SEXUAL ATIVA PAM ADOLESCENTESSILV A , Rosalina Cawalho da; CURSINO,Edna Aparecida*.Depadamento de Psicologia e Educal o da Faculdade deFilosofia,Ciências e Letras de Ribeirâo Preto -USP.Apesarda modem izal o da sociedade como um todo vériosestudos mostram que as opiniöes entre os jovensse dividemem relal o à virgindade. Isto mostra que a questâo aindanâo foisuperada e substituida pela questâo do prazer,comoacreditam muitas pessoas, enm ntrando-se apenasdeslocada. O objetivo deste estudo foiconheœ r qualaimpodância atribuida à virgindade por adolescentes deam bos os sexos,com idade variando entre 11 e 16 anos,denfvel söcio ex nôm ix m édio alto e alto, alunos de um aescola da cidade de Ribeirâo Preto. Os sujeitos foram 22Oalunos que responderam a um questionério autoadministrado abordando questöes sobre a im podânciaatribuida a virgindade para as meninas e para os meninos ,sendo que as respostas às questöes deveriam serjustificadas. As respostasforam agrupadas em categoriasconstrufdas por similaridade de signifio dos. Os dadosobtidos mostram que independentemente do inicio sexualprernrA,a virgindade fem inina esté ainda Ionge de ser um aquestâo superada para essa populal o. As razsesapresentadas no estudo para demonstral o da impodânciada virgindade sâo contraditôrias e am biguas. Estesresultados sâo discutidos no sentido de subsidiartrabalhos,com adolescente s t cujos objetivos estejam ligados aoPlanejamento da vida sexualativa.w% uw d. K= = .FApE:p


02.06NNEL DE INFORMAC/ES D0* ADQLEBCENTEB E A AM çâo DEPRATICM PREVENTIVM REG CIOMAnM A CONTM CEP/ XO.DOENCM SEXUALMENTE TO BMIBBIVEI E AloS ILVA , Rosalina C a- alho da;CURSINO , Edna Apaœ cida*.Depanàmento de PslO le la e Educa# o da Faculdade de Filoxsa,G iênclas e Letras de Rl- ir:o PO to -USP.N@ década de 9Q.a inlcla# o sexualprecoce tem resuqado no aumentosigniflO tivo de gravkez juvenls e de > x s de AIDB entre osadole= ntes. Este estudo tem œ mo objetivo; 1) Vedflœ rœ mo osjovens avaliam o R u nivelde informa# o sobfe contraœ e o e AIDB,suasfontes delnfo> açöes,asInfofmaW es queœ- - m eo m* ocomoestas sâo transmKldas; 2) ConheO ro nfvelde infoc açöes e cœnçasque m ssuem sobe os temas; 3) Verlflcara quais motivos atribuem anâo adoW o de medidas preventivas reladonadas a œ ntraO e o edoen> s sexualm ente transm lssfvels e AIDS. Um questlonée autœadminlstrado foiresK ndido m r7Q alunos de 6*e D e rfe de uma escolada cidade de R lbelrâo Preto.O m Idades variando ent- 11 e 15 anos.os dados obtldos mostram que: 1) Os aluqos avalam ler umconhecimento médio x bre a O ntraœ p# o eAIDS,sendo as principalsfontesde Infor aW es os palse osamigos.Tanto as Infoc ae squantoas form as de transmie o das m esmas sâo avaladas positivamente. Aavala# o negativa resulta da pucee o das info% ae s = moinx inpletas ou de dificilentendlmento;2) Os jovens listam o nome dosantlœ nœ pdonals,mas dea nheœ m as foc as œ > tas de ux dosmesmos. A œs* nsab ldade pelacontraœ e o é G rœ blda œ modasm ulheres,induslve pelas prél as adolea ntes.Com Yla# o a AIDS,éo ocupanie o dee nheclmento da fa> aa intométlO da doen> e 4puœ e o da AIDS enquanto O ndl# o estrangeio; 3) A falta deInfor ae sadm uadas* pe= bidaO mo o pdnclpalmotlvoque Iw aosjovens aneglgenciarme idaspeventlvasem rela# oacontracee oeAIDS. Osresultadossugeœm quetrabalhospara pmmo# ode saûde,além de incluira transmle o de Infoc aW es œ > tas.devem pYverespa* s para discue es em grupos de pares,x b* crenD s ee neasIlgadas a O ntraœ p# o e AIDS,.e sobœtudo às questöes de gênemreferentes a Gs* snabilizaçâo e planejamento da v?a sexualativa.


02.07NIVEL DE INFORMACXO E CONCEPCöES A CERCA DEDSTS/AIDS E VIRGINDADE NaHA AMOSTRA DE ADOLES-CENTES . Gisele Rangel Nascimento* Paola Biasoli Alves* *K*A*esna Cursino** Rosalina Carvalbo da Si1va*** - Faculdade dePilosofia, Ciências e Letras de Rlbeirso Preto/usp - Departatentode psicologia e Dsucaçso.Dentro dasdijcuss3es stuaisa cerca do pspelque deve djeempenhar a Educaçao no decorrer do desenvolviaento hlwnqnoecujto se !em enfatizadoa necessidade do contato dasdiversasf:ixas etalias ccnlssuntos ligados 4 sexualidade. Neste sentidoe, relaçao com pre-adolescentes e adolescentes dentro da Escolaprmamvida atraves de trsbalhos din.smicos e iptegradose tem-selostrado efrtfvae buscando fornejer informaçoes e yossibilidaeede exerczcio de prnsarento crztico.Este trabalbo v-xsa apresentnr dados coletados em lxaq agolAra de 32 adolescentqs (estudantes de 7* e 8: sdries d: 1m- Ejeola PGblica do interior paulista), obtidos na aplfcayao de œquestionlrio que objetiva avallaro nlvel de inforrmçao destaalostra n cerca de DSTS/AIDS : ' , contracey/so e opinioeEquanto a igçort&ncia Js virglndade.A anllise de dadps gostcou que: p) ss infownmç3es sobretransmissso e ptevenç-ao do vlcus HIv s-ao srr3neas e presas anoç-ao de grupo de risco) b) h-a preconcepçoes e desineorpmçsoquanto ao uso de preservativel;c) b: a resyonsibilizaçso dafigura femlnina na contracepçao e d) grandes diferenças valorativasquanto a virgindade lesculina e feminina.Tendo em vista estl anélise, a proposts de intervengloencontza-se ligada a vlvlncia e discuss-oes de situaç-oes queenvolvem quest-oes de qêBero e canbecil-nto sist---t-azado delnformMçöes quanto a contracepçso e DSTS/AIDS.* Inteqrantes do NEPDA (l)** Psic eologo do NEPDA*** coordenadora do sEpnA1. Nucleo de Estudos e Prevenç3o de Drogas/Aids.


02.08a,r.î-j'1l;RELACIO NAM ENTO S AM O RO SOS PREFERIDOS PELOSJoveNs E SUAS RELACöES COM HXBITOS ECONéECIMENTOA SOBRE HIV/YDSDA SILVA , Rosalina C a- alho;CURSINO , Edna Aparecida*.Depaftamento de Psix logia e Educa# o da Faculdade deFilosofia,Ciências e Letras de Ribeirâo Preto -USP.O 'nam orar e o 'ficar sâo fo= as de relacionam ento amorosovivenciada pelos jovens,e as caraderistiO s,atribuidas a cadaum, podem justificar a opW o por uma ou outra foc a derelacionar-se. Este trabalho teve = mo objetivos:a) ConhecerasconO pW essobre o namorare o wfic r'; b) Investigarse estasO ncepW es influenciam a preferência pordetec inado tipo deY lacionamento;e c) Relacionarpreferênciase hébitosaosnfveisde info= açâo sobre as fo= as de contaminal o pelo HIV. Foramsujeitos 22O estudantes da cidade de Ribeirâo PY tO-SP;comidade variando entre 11 e 16 anos. Os dados m ostram que nessapopula# o: 1) O namoro é definido = mo uma relal oduradoura, na qual estariam presentes exclusividade, respeito,preocupaW o pelo bem estar do outro, intensidade dossentimentos e maiorintimidade nos diélogose nos caKnhos; 2)Existem diferentes ùoncepW es do ficar,visto que: a) Hérespostas que definem a relal o como de cu% dura# o,nâoenvolvendo com prom isso e/ou sentimentos intensos, apenassatisfaW o dasnecessidades fisiO s ou caënciasemocionaismaisim edia/ s; b) Outras respostasatribuem ao 'ïicar o signifiO dode uma *eo eriência pë via/ par o namoY ; 3)Independentem ente das O rad eristiO s aM buidas ao Mficar ou aonam orar as respostas indiO m que as duas form as derelacionamentos podem énvolverdiferentes graus de intimidadesexual;e 4) Aspreferências ou escolhasporuma ououtra formade relacionamento,independem do niw lde informaW o sobre asformasde contamihaW o pelo HIW AIDS..0 -,..-:. ww :-=..,ApE;p


02.09O CONSUMO DE BEBIDA ALCOULICA POR ADOLESCENTES:DADOS SOBRE O CONSUMO E CONCEPCöES SOBRE O USOSILVA, Rosalina Cawalho da; CURSINO , Edna Aparecida*.Depa% mento de Psicologia e Educal o da Faculdade deFilosofia,Ciências e Letras de Ribeirâo Preto -USP.No Brasil,o abuso de élcoolexpx ssa-se no elevado peY.ontualdeintemaW es psiquiétào s. O que toma o fato ainda maispreocupante é que o abuso tem aumentado signifio tivam enteentre osjovens.Este estudo teve = mo objetivo: 1) Obterdadossobre o consumo de bebidas alcoblicas poradolescentes e; 2)Conhecerquala oplniâo dosjovenssobre o O nsumo de âlcoolporjovens entre 11e 16 anos.Um questionério auto-administradofoirespondido por70 alunos de 6: a 7* séries de uma escolapadicularde Ribeirâo Preto. Osdados obtidos mostram que: 1)A idade do primeiY gole é aos 10 anos,m as entre os m eninos oprim eiro gole pode ocomeraos 8 anos.Hé um consum o m oderadoporpadedos jovens,sendo que o mesmo é autohzado pelos paise ocorre prindpalmente em casa ou em festas na = sa de am igos.A cerveja é a bebida maisconsumida e os maioresO nsumidoressâo as adolescentvs; 2) Apesar de consumirem bebidasalcoôlicasos jovens desaprovam seuO nsumo devido aos efeitosprovocados ou risco de dependência e acham que deveKa serobedecida a leique proibe a venda de bebidas alx ôlio s parmenoresde 18 anos. O consumo é justifiO do pela necessidadede auto-afi= açëo do adolesœ nte frente ao grupo. O s dadosobtidos mostram a necessidade de trabalhos preventivos tanto anivel primério quanto secundério, ou seja, é necessériodesenvolveratividadesjunto aosjovenscom objetivos de eitaroO nsumo prex ce do élcoole prindpalmente eutarque o consum oeventualtransfoc e-se em uso abusivo. Para que o trabalhotenha êxito é indispensével considerar a dinâmiO fam iliar eintegrar a fam ilia ao trabalho,o quala nivelindividual deverébuscaro fodalecimento do auto-conceito.ipœ I*Bolsistae Me rado-FAPESP


02.10EITI;.n x n ---- a a r o w.-a x .- jo a x .# # E - A QAXA X K- *'**auvh R---e-- 0- -- '> œ Ra* ,- ' . œe œ FM œ . e *% -> .Na adolescência a turma de amigos tem uma paAclpal osignifiO tiva no pc cesso de foc a# o da identidade do jovem.Este trabalho teve = mo objetie conhecer a pemepl o deadoles- ntes quanto a influência da tu= a sobre seus m em bo s.Foram sujeitos222 alunos de uma escola de 1*grau da cidade deRibei/ o Preto,O m idade variando entre 11e 16 anos. Os alunosY sponderam a um questionéào auto-adm inistrado através do qualpY cum u-se investigar o nivelde influênci: da tuc a e os fatoresdete= inantes deste. Através da anélise das respostas e dosconteudos expliO tivos,chegou-se à categorias porsim ilaridade designifio dos. Obse-ou-se que: 1) O grau de impoe ndaaM buido ao fazerpade da tuc a esta diretamente relacionado aograu de Influência da turma sobre seus membros; 2) NaavaliaW o dos aspedos positivosda influência dastuc assobreseus m em bros destao m -se as categohas que se centram nosupode sodale emocionalfomecido pela mesma. Quando ossujeitos adoe m o discuoo da buso e/ou prese-açâo daindidualidade, es/ o apenas justifiO ndo um menor niveldeinfluência. O nfvel de influência detec inado pelasugestionabilidade dos sujeitos é tâo preocupante quanto o fatode nâo saberem expliO ra Influência exercida pelo gnzpo sobreseus O mpoe m entos,O nsiderandœ se que a press-ao gm paléuma variâvel lm po% nte no que se refere a adol o docompodamento d: risx à saûde.Para trabalharO m a populal oadolescente na adoW o de O mpo% mentos preventivos em /saûde,os dados m ostram que é impodante aproveitaros aspedospositivos do gregaKsm o dessa fase, isando a um a Mpressâogm pal positiva', ao m esm o tem po em que se trabalhe oe-.œ-. .* .=. * . e % * & ----A.*e .t'*- slsta d* **œ re - FAPESP


PBxcEpçAo PslcorislcASETOR03t


03.01PERCEBENDO PROFUNDIDADE ATRAVZS DESOMBRAS . Sérq io S . F ukus im a .(Universidade de Sïo Pauloe Ribeirïo Preto)Sombras de obletos jrojetadas sobre superflciesd istantes, além de lnd icar a orientaçlo da lu zinc idente, podem lnd icar profund ldade ou asdistâncîas desses objetos em relagzo a essassuperflc ies . Com a finalldad e de invest igar oquanto as sombras podem s er eficazeaplctoricamente para ind icar essa profund idade ,planejou-se um experimento em que a lnc ldênciade 1uz sobre um quadrado de 100 p lxels e suasombra pudessem ser representadas na tela d e ummon itor NEC 4FG , mod o VGA , acoplado a umcomputad or 486DX2-50MHz . As or lenta çöes d a lu zsegu iam as d iaqona is d o quadrado . C inco :nqulosde incidência da 1uz (determinados em relaglo areta normal do plano do quadrado) foramutllizados para cada quadrante z gerando n ototal 20 cond tçöes de sombras . O quadrado eracentralizado sobre a tela e de 95,15 cd/mc delum inânc ia . Sua sombra, qerada através d eprojegâo ortoqonale era de 20,15 cd/m= sobre umfundo clnza de 58,65 cd/mo . As cond igies desombras foram apresentadas isoladam ente p or 4 se em ord em aleatôria em 10 b locos sucess lvos .A tarefa dos sujeitos era estimar em 11categorias a maqnftude d a profund idad eperceb ida em cada apresentaç:o . Ind 'zferente emqual quadrante as sombras foram projekadase osresulkados lnd icaram que as m agn itud es d asestimat ivas d e profundidade aum entam em funçêoda d iminuiçio da ârea de lnkersecgâo entre oquadrado e a sombra . Além d lssoz sugerem -s e oscontrastes de brilho enkre a sombra, o obleto eo fundo e a ex istência de fatores percept iv os ecognitivos atuando sïmultaneamente nasestimat ivas de profundidad e nas cond lgöesinveskigadas .> l


el03.02 AnAulss oA esRcepqzo oe FORCA EM IxolvlnuosATLETAS E NAO-ATLETM .Estudo PrelmlnaṛRenato de Moraes;Eliane Mauerberg' .Juliana SchulerUniversidade EstadualPaulista'-U NESP/RiO ClaroO objetivo do presente estudo foiavaliara influência da préticaespollva na perûepçso de forçâ dirhâm om étfica . Fofam utilizâdbs trê:exerciciös através de m étodos dinam om étricos:preensâo m anualatravés dodinamsmetro manual,deslocamento (isometria)de membros inferiores noexercîcio de 'Ieg-presl'e.desloçamento (isometria)de membros.iuperioresatravés do exerolçio 'supino'.Os Aujeitos realizaram um teste de cargam âxim a em cada aparelho e a padirdisso foicalculado o seu valorpadreaocomo referênc'a pafa a eM olha do$ pe:os (ettlmulö) . O Vâlor padrâooorrespondeu hé 50% da carga mâxima para cada sujeito.Os estimulosapresentados aos sujeitos foram:20%.3Q%.40%s50%.60% e 70% do valorda carga m âxim a.Para os exercicios 'leg-press'e ''supino'foiutilizado om étodo psicofisico de estim açso de m agnitude enquanto que para apreensâo m anual através do dinam bm etro o m étodo utilizado foi o deproduçâo de magnltede.No m étodo de eltimaçio de magnltude o valofpadrâo foiapresentado antes de cada tentativa e a eIe foidesignado umnûmero inteiro (50).Baseado neste valoroutros valores foram estimadosàpadir de Ievantam ento ou em puxo nos aparelhos de força . No método deproduçâo de magnitude o sujeito produziu uma quantia de força baseado numvalornum érico cuja refer*nlia Y ideterminada pelo valorde sua preensâom éxim a.Este valofeorfespondêu à 50% da fofça m éxim â e foiutilizado êhtrêas tenh tivas sendo seu valoriguala 50 . A anélise dos dados foifeita atravésda d funçâo de potência que forneceu o valordo expoente (n) . do coeficiente deeterminaçso (r2) e da .constante escalar (K). Sujeitos nio-treinadosapresentaram K os seguintes resubtados (média):'supino'n = 2 . 082,*r2 = o = 0.011, 'Ieg-press'n = 1.787*,r2 = .g61;dlrelta n =00.965;K= 0.054,dinamtmetromâo2 596)r2 = 0 .874:K = 4.899,mâo esquefda ô = 0 .676,.ti t 0.826.K.=4.526.Suleitos 0 317;r2 = 0.752*Ktreinados apresentaram os seguintes resultados ., supjnol!ndi = 14.52, 'Ieg-press'n x 0 . 576*r2 = 0 . 923.K= 5.179nam ôm etro m :o direita n = 0.623;r2 = 0. 73;K = 4.67,m âo esquerda n =0 *' 459'r2 j = 0 .507.,K = 9.973.Podem os obseweretravés destes resultadosum a discrepância dos valores do expoente no 'leg-press'e 'supino'entre osgrupol.Enquanto ol lujelto: nâö-tf:lnados tendefâm 2 ao lêrârâ mâgnltud:percebida sobreos estimulos,ossujeitostreinadostenderam adesacelerarocontinuo de estim ulos. Jé no dinam ôm etro nâo houveram diferençasdsignificativas entre os sujeitos e nem entre as mâos dos sejeitos . Em nenhemos experim entos o valor do expoente corroborou com o eneontrado naliteratura que * de 1.18 çom desvio de 0 .17.Um a vpz que este é um estudoprelimlnar,um aumeôto ôa âmoltfâgem pod:ré posàelonaros #alôre: emçada tarefa diferentem ente.


03.03 C--FARACR DAPERCENR œ D*TANCG FERQO RIDAEM D> * COY IçöES nE W LOCIDADE,CoM E eEM FRNACRMsuc ENTRE INDM X OeATLETAe e Ne .ATLETA: DQ: eExo:FEMINR K M**CUkIK .1e *% PRK I-- *ARE* .lanaSchuler:Renlto de Moraes:Elane M4uerberg'& José.pu(Unlversldad:EstadualPaulSta- ApareeldodaSi** 1 1UNESPm I: CIârô)(Aunlversldade de Sâo Paulo-Uspmibeimo Preto)As proprl-r des do espaço Mdimenslonal , em especiald a dlstância, s:ofurld.m* tâlm:hte r:cûth*tldAs :pamrdas mudanças que ô eôr'pô è **u: :egmêntossofrem num lnstade,œ rante a execuçâo de uma habildade motoradlstzncladependem.,asslm,daeo erfênela.Fetoresde sedentarlsmo @ M e clo-cuo noçsesde rais !podem,entâo,exercerum papesresMtorna aturécla e mesmp no e Io dq percepçaode dlstânclâ.Proeuondo relâeipnarâ ):)e4,1:lO dô esforço e : re ç'û d: dlstâtlda,a% vés de procedimee s da psicoflslca escalar em perspectve dinâmica emdlferentes condiçöes eoeKmentals,o objetvo do presente trabalho foio de inves:gara rela#o e*e o estado funclonaldo organismo de do ao cœdcionamento flslco ltsâvé:d:K d mpAfûlâo ehtfe ARKS (At)e hâo-e etal (Nât), e tarefa: d: pero pçâô , 'e distância em perspectva dinâmlea (percepçâo héptlca). e a insuência de resMçôeseo funcionpmento dos sistemas erwoMdos nesta percepçâo . através de privaç:oMsual,assim como as posslveisdlferenças percep:vasrelaclonadas com o gênerop reepçâô dé diGtânda . Ap:rdbrld. dumnte umâ O MA em dua: difereqlêlvelecidades (me erada e réplda)com e sem privaçâo visualfoIanalsada emindivldœ s a'vos atletcamee e indivldx s ina:vosdol sexos masculno e fee nlnoF= m selecionae s 31eujeitosadultoe.didlO s em 4 N > a serem esKdados . O . i 'métôdô psldoflslo œ lzad; fQIôd: pr4dulâ: dê mây itude .ônd. * târef. dö K jeitoconsls'u em pereomer7 dis/ncias de:6 , 13,28,36,52.60,84 m . FoIreadzada uma Ilentaïve,em duascorulçse: dlferentes de velocldades:velx idade modeYda(1ote)e )velecidade méxima;e em dues condiçses de informaçâo:olhoe ebedos e olhol.véndado .Cadâ O ndlçâ; G pe m:ntalfôIal.atoiamenté ex:eutada . tlma dlStâhel:padmo foisempre percerlda entreas tenta:vas(padrâo =36 m) . Médias e desvlospadrâoda tadência des passadas.frequântia cardlaca , velocidade e relatos deesferm dispendido.baseadosna tabela de Borg .também foram obNdos.Os resutadospslceflsldosf4ram respe tl#ameht:)O ndlçâö VISUaIC4m velocldadedeode (CVM);condlçâo Zsualcom velocldade râplda(CVR);condlçâo nâo isualcœn velocidademederada E (CNVM)e condlçâo nâo +:Q*(:om veloddade réplda (CNVR) , Brm operimentalMasculino (GEMI:0.8010.75.0.76 e 0.73.Grupo ExpeKmentalFemlnino(GEF).'0.86.0.78,0.83 e 0.77 ;GYpo Côntôle Maseuln: (GCM)' . 0.84,0.78.0.77 éQ.7@,e GYPO Coe ole Femlnino (GCF):0.74,0.64 , 0.62,0.59.Estes resuM dosw gerem que a ecddade na percepçâo dedistânciapercoM da dos GE , para ambos ossexos for,m e e/ores apeM s aes do GCF . O como mee dos julgamentos dedlstâhel: Mhlô d; GEM,quantô dô GEF,prbvakelmente f:Id.Vldô 4: ép e êntiâ:anteriores,proporcionadasdlfpela prétic: de e vidade flsita e prâ:ca espolva . Aserenças de gênero pedem serreforçadas pelo 'sfètus'de condlclonamento flstco.


03.04 ooxewo çxo oe olsvAscx RsovlvAs exv aEe1MEspAços PERCEN IVOS G PERIMENTAIS.Alexandre G.de Rouree.œ rl- A.Absalâoe e N lton P.Rlbelro F1IM llnelh.to de Paleole la.PY Graduaç:o emP&IoG% I@,UFO ).o presente estudo buscou verificar qual espaço experimentalfisico meihor representa o espaço visual perceptivo. Arepresentaçao * um sistema formal que explicita entidades outipos de informaçöes (Marr, 1982). Distâncias relativas foramestimadas em dois tipos de espaços fïsicos experimentais: oespaço homogêneo (EH)e caracterizado pela apresentaçao deestïmulos de maneira isolada (Gogele 1973J Toye: 1986 e Wagner,I98s); e o espaço de configuraçôes espaciais de estimulos (Ec),onde os estimulos sao dispostos a frente do observador demaneira simultânea (Haber, 1985). Foram convidados 40 sujeitos(20M, 20F)e distribuidos de maneira equânime em 4 grupos. Doisfatores foram considerados, com dois ntveis cada. o primeirofator denominou-se de espaço perceptivo (EH e Ec), e o segundorator foi a posiçâo de observaçzo em relaçao ao primeiroestimulo (2O cm e 4 m). Foram apresentados 6 estïmulos (5 com 10cm e 1 de 9 cm), distribuïdos de maneira intencional sobre umaplataforma de 80 x 80 cm, em um corredor visual com iluminaçaoartificial. Os estâmulos apresentados no EH tiveram a mesmlposiçâo cartesiana quando apresentados no Ec. Uma ANovA (2 tipode espaço x 2 posiçâo de observaçao) incluindo medidas repetidasdos erros constantes individuais produziu diferençassignificativas na interaçlo entre os fatores. Uma ANovAincluindo medidas repetidas dos erros constantes individuaisobtidos no Ec produziu uma diferença significativa para asestimativas realizadas nas diferentes posiçöes de observaçâo, eoutra ANOVA incluindo medidas repetidas dos erros constantesindividuais obtidos para a condiçâo de observaçâo a 20 cmproduziu diferenças significativas para os tipos de espaçosperceptivo. Os expoentes da funçâo de potência indicaramestimativas positivamente aceleradas em todos os grupos. oângulo visual formado entre a linha de visao do observador sobreo ponto médio da distância relativa e a o objeto estlmulo maisprôximo nâo produziu efeitos significativos. considerando umaseparaçao direcional das distâncias quando alinhadas sobre osplanos visuais frontal e sagital e de igual extensâo fisica, oserros constantes individuais submetidos aos processos de umaANovh (2 tipo de espaço x 2 posiçâo de observaçâo x 2 separaçâodirecional) incluindo medidas repetidas produziu diferençassignificativas para o fator separaçao direcional. As distânciasrelativas apresentadas sobre o plano sagital foram maiscomprimidas em sua extensao. No EC hé uma tendencia deestimativas mais acuradas, melhor para condiçôes de observaçaoproximal: devido uma maior possibxlidade de entidades formaisassociadas a percepçao visual. No entanto outros tipos deinformaçöes, como fatores de natureza inferencial, apresentam-seem ambos os espaçost em maior evidência no EH* . lol.l d* xc/tlnhz (52:572/94-:). ** œa'*- Akœtradp/cK*q (lJ::f*/@4-9). tœ*---kârà* d@- - - M tria (:2/- .


03 @ 05 A œ** *A M * ' n- S ' A''- -M e AG @ a # *-**x . m cA o Y M l -m -UY .Ba-ae ,a:vivœ m ponenciai:de Inwlij.ncia ($*r,% rp R)e n- princfpiogGoo nizaçfo G rcephlal+ To ria daG- *l% hiG wtizol - + e a dificuldao em wrefa:deraeix fnio analgico geo'e trico e:ë rela ionada com o conflio entreofganizao l+in/ro ça :a nf- lconcre (eo- nenw de codifcaç:o)e oganizao : abetrwo:w- riore:exigie sparaa soluç'o da:analogia:(c= ponenw deinf*rM ncia + relaçn v:œ ando .âo b:coincie nciaentreoqanizaç6- + :> G i:nfvei:a eorY lexia de 4eleu o .Foicon:trufo umaprovaeo rim*nkl+ Oeiocfnio analdgico gm gpico =Loç:o + tre vari:w i:indv nd*n- :N:+ G - nt- , h# G Tranvforr- ça w Tipo Goqanizal o Percepkal. N*$k öltix 6œm v œ ionalia do. - princfeio: Goqanizxç'o pere+ Kxl (boa fo= w proximidao , eenelhança: boa continuio de :fecàa- nto)ora N ra prG lzir eoincie nciu entre o: nfw i: concreo: e aG trat-(eondiçfo 1)e orao inw no (tondiç'o 7).E&k prou foiadmini:tradavia œrminal+mieo conw àdofatrad :o um :oft- re epe fico criae > ra a ineu- nulizal o +N qui:u *m proœ uamee da info= aç'o (PSYCRO N), que gravau a r- pom e oterv + reaw o.A equa


elfa03.06o EFEITO DA COAœ ARAVAO PERCEPTUAL VERSUS NAo-PIRCEPTUAL NA RESOLUCAO Do PROBLEMA DEINCLUSAO DE CLASSESAxtoxlo R 0- 1,n bla a C.B.Fededeel& J* @ M am elo C.Fe- lrlM exrado e- Pz1c@le Ia - Unlveo ldadeFederalde Pem - bueoNasûhimas A ao s:foram ela- rae svâriosee.e scom o pro/ sito*verilkar se as explicaçe s n agetianas soh e a lnclu/ o œ Clasx s sustentavam-sequane subm etie s a exam es m ais apropriados.Partinœ de alguns resultae s quecommovam a inad- # o œ vâriosas- oslevantae s,este tra- lho enfatiza comoos falor- m rc+ uaise lingulsticosiM uenciam nasinfo apre ntao senaresoluçio iq tarefa.Com o objetivo de investigar a influência des= foi = lizae umainvestir ç;o em um aam ostra œ 104 crianças.œ er lasm rticulares,na faixaetlriade 5 anosœ i* œ (mM z'a 5.61.DP 3.06).Ca* criançafoisubmetie a umas6 entrequatro condiçœ sde Izma tarefa * incle o œ classesque era am exntae em duasdiferentcsverG q-com objetosconheidos (bichos,cavalos e Y is)e cem objctosdex onhx idos(m clos.lacavose mavas)-cuja orœ m deaprexntaçâo era controlada.As quatro condiçœ do pre lom a de incluu o de classes foram elae radasvin ndecontrolaraestruturaç:o m rceptual.Na primeira condilo denominae etradicional'oprx e m cnto adotado estava Rq- e na clissica tarera piagetiana (H agd, 1952) .N as outrastrêscondiçe s-me ncae s-o pr- ,'m ento craiœ ntico ao œ primeira .mascracontrolae a comparaçio m rceptualentre os* issue njuntos.Naprimeiracondilo me ncada,a criança,antcsdeserem colxadasasquest- deinclusâo dcclasse m lo examinae r,era conviœ da a colœ aros* issue njuntosem umaflnicacaixa.Na segunda condil o mM incao ,ca* suu njunto era colœ ado em duaseaixas N ivamente.Na terceira condilo me ncaœ ,ca* suu ṇhmto eracol= do em duas caixasres- ivamente -como na condiW o anterior -que m rsuavc eram colœ ae sdentro œ nmliterceira caiM .œ rcsult* s indicm m um nlvelde e mm nbo sum rior nascondi>m e c e sem relal o à condid o tradidonaltanto m ra a aprexnte o com objetosconhecidoscomo com e etos œsconlœidos.Esta diferença é > isacentuae nacondil o mM f'lcae com trescaixas.N;o fomm O waY diferev s sia ilcativasentre a apresentado * tarefa O m objetosconlœie e objetosdesconlœies.œ diferentes Mveis œ dex m m nhn encoalenan. , no prex ate ee .* ,vêmconnrmar os re-o ltados de :amx ërie œ estuœ s (e.g.,œ ld, 1987;Rnm i&Fe ericci,1994)que têm m sto em queslo o m nto œ vista œ Hagetsegundo o 0 1o nlvelde desemm nlo do sujeito dcm nœ O e terformae ou nâo o conceito deinclusio.E,a m hirdisso,sn dix utidos ospre lemaste ricosemete lôgicosquesurgem destes resultados > ra m elhor œ mpre nœ rmos o m m l + e o tim œinformaçe m rc+ uaise lingulsticas m -mm nham no favorœimento ou nâo &resoluWo * pre lema de incle o de claa s.


03.07RESOLW AO DE PROBLEM S ARITM E'TICOS APRESENTA-DO S W SU M .E AUDITIVAWNTE.M aria Carolina Bento;ReginaCéliaM athinyyi;RenataBiason deOliveira;Katja Stout;VerônicaBender H aydu 1.Universidade Estadualde Londrina . Fernando CésarCapovilla2 Universidade de SRo Paulo .M 'alise experim ental de variâveis relacionadas com a form a deapresentaçâo dos.problemas, e variâveis sem ânticas e sintâticasenvolvidasna resoluç:o de problemas aritméticoj.Doze esm dantesunlversite osdistribufdosem doisgruposresolveram 289 problemasque foram apresentados por escrito para um dos grupos e ditadospara o outro.O s problemas variavam quanto ao tipo de operaçëo(adiçâo esubtraçâo),posiçëoda incôgnita (a,b,c)e a estmtura dosproblemas(mudar,combinar,comparare igualarl.Foram registradasasrespostasapresentadas(proyorçâo deerros)e com o auxilio de umcronom etro o tempo que ossuleitosdem oravam para responder.N âohouve diferença signifcante no nûm ero de erros apresentadospelosdoisgrupos,mas problem ascom subtraçöes produziram um nûm eromenorde erros do que osde adiç:o',problem as com inc6gnita naposkâo b produziram maiserrosdo queosquetinham a incôgnitanasposiçöesa e G problemasdo tipo m udare com binar produzirammenoserrosdo que osdo tipo comparar,problemas do tipo combinarproduziram menoserrosdoqueosdeigualarem ambasascondköes,e osproblemasdo tipo mudarproduziram m enoserrosdo que osdeigualarnacondiçâo visual.Quanto ao tempo dereaçâo dossujeitosfoivee cado queapenashouveefeito do lipo de estmmra:diante deproblemasdo tlpo mudare combinar o tempo foimenor,em ambasascondiçöes. Conclui-se que os fatores estm m ra de fraseam ento ,posiçâo da incôgnita e tipo de operaçâo afetaram o desem penho dossujeito,independentemente da forma como os problemas fornmapresentados.velp I'Pesquisadora CN pq ,zpesquisadorVisitante CNpq .


K.2I;03.08F S W R O N . G X #A M Y SJ KIM FF FA L o eFEF TM A > G orxxKM r m H'IMANOrr * KMAFAO.Kcardo Fr1n -1J--lr , U/P,N aurfllo D angulnlJr. q raduando em Anë lsede Sistem Y -G JCX AM F.Atual- nte a Infoc âtlca Qem * tom ando um v uao Ie lsG nsâselemvârlas éeas da atlvidaœ lu nana. Paltlcula- e na Pslcole ia oce putadorptxb K rG llzado na aplitaçâo (* testestaeo em atlvldaœ s(* avalaçâo e G stp isa.No estudo dœ pr- ssœ ce nitivœ emG nhadœG la abod agem do pr- ssa- nto cb Infocnaçâo um a das variâveist* G e ntes é o tem po cb œ açâo.CG n na Y cessldae (* * terumcA role rigorœ o X sta varlâvel,foIX œ nvolvldo um pre rama œ stlnado aeste flm . Y nG nlnado PSYCRO N, este pre rama tem c* o funçâoprlncipalgeenclaraaplcaçâo œ tesœsgravando a esp- tado sujeito,eo tem po (% eaçâo.O s estf- lœ do teste ptxkln œ rgeradasrxlpre rama'PalG BY sh'do W lndow s (em fo= ato PCX 640 x 480 x 16 coes).Opre rarna entâo gee rx la estas telas apœ* ntando-as na oxkwmœ te= lnada G lo G squlsador.As œspœ tassâo dadas& lo sujelto vIateclado e o pre ram a cG npara-as cGn um gabarito intemo,qœ tam* mcrlado G lo G s+ lsador, coY glndo as espœ tas aG x tlca- e . Um* gundo mY o * aprœœ ntaçâo dœ estfmul- pev: O jam assœ laœ s> rœ estfm ulœ (* Fe dback em funçâo da cx paraçâo das - pœ ta dosujelto cGn o gabarito Intemo.O pre ramapte ax azenarum nti- roIlim ltado œ testesdifeentes (aclma œ 6X )e acelta te asasœclasalfaru e rlcascGno œspœ ta.PoM nto qualqœ rteste qte *ja cGnp- oœ œspœ tas k chadaspG b O rInfonnatlzado e geœnclado & Io pV rama.Entidade ;n*M a'*---:CNPq,


03.09MX ES PSICOK SICAS PARA A RR AREI,EMRRADA: MODMRADES t> SENSOQIAK COU AQAG WSUAȚ O E ENTM TA T UG As wox **'*jCN STASICXm crdo Tadeu So l iniBrcelos;Anœ ea de Pa la ;An% Paula R eisVt âo e PO la MAriM Zfdu Allipx dini (Depto de Psicologiaw erimentaledo Trabiho -UniversidH eEgtndlxalPauligta -Agsiz)A âmçâo potêncix tem sido Y licada à situ- öes em que os esfmt.losdevem sermemoriY os.Degaa fonnw o objetivodesta pesquisa foiode verifier og eo oentes da f> çe potM cia pr a e ea.na condiçâom emériw e avés das m odalidadeggengoriaisvisuale fnhmlcinestésicaP- icipar= dem pesquisa 98 obgelvv ores.sendo que m etade eeim oua H a nfm vés da vige e a ol- meM e,ne vés do tko cinestesiœ Afaixa ete a dos observadoreg ve ou de 17 a 30 O og e o nivel deegcolr idade foilmivergite io.M H a dosestimulosfom m ia egzlr ese varinmm d e 6 , 11 cm2a 434 . 57 cm2 . Na fae de e siçe ,osestfmulos fom m a zociados à lee n do nlfbheto e utiliY o o critério de10yA de acedo pn que os obse> adores pu sassem pr a a f% erelemb- .Os ,intew alosde te- o utilie os e* e as fases de aquisiçâoda iv om - âo e relembrr fora :2 minutog,8,24,48 hora e 1semnnnO método utiliY o foide estimaçâo de m v itde e foi e ibufdo omédulo 10 K egtfmulo pnde n.A O élise de ve M cia indicou haverdiferenç% ,nH osintelvalogdet- opn jul- etosvisuaisepnjulga entosinh.nlg-cinegtésicos.A anéliserealimda nlmvésdo Tegte deDmcO (p* ,05)evidenciou que o int- alo de 8 ho> difea dosdemai: intea alosde tempo tG o pn julga entoz visuaig.comotatuais-cinestésicos.Ao verïcr o efeito da modalianae sensoriallirnvés da O élise de ve ânciw nâo foi evidencinHn diferençasio fckiva enH % modalidv es vizuale ah.al-cineatésica Estesdades gugerem que hé = mesmo procegso x em ônico vigu? e tnhxal ;cinestésico.1i!Ei.!


03.10o PAPEL DA ATENX O SOBRE A ESTEREOG TêNCIA VISUALK* q Brasil-Neto,J.B.*,G onO lves,C.A.* , CaN alho,R**.,Gon> lves c .,Lim a*Y ,' R.R.6.***.Pessoa,V.F.*,Tavares , M.C.H.*.(*) ,'Depto de ClênciasFisiolsgicas.( *)Faculdade de Ciências dasa -ude,(***)Depto de Ciências da Computal o;Universidade deBrasilia.Foidesenvolvido um m étodo para determinaro m enorperiodo deexposiO o binocular a um estereograma de pontos aleatöriosneœ ssério para a perO po o visualde profundidade (esterolatênciavisual).Isto pode serfaclm ente obtido em humanos através deum a apresentao o O m pù'tadofizada de um estereograma.Esteestereogram a é apresentado em inteaalos variando de 25 mseg a3 seg.Foram testados 10 sujeitosO m visâo normalou x rrigida (5hom ens e 5 m ulheres), na faixa etéria de 17 a 50 anos.Osresultados dem ontram um a estereolatência m édia de 250 m seg(DP= 75,8 m seg).PosteHorm ente,foiestudado o efeito de uma telade O m putadorilum inada ao invés de um a tela escura no pefîodoim ediatam ente antedorà apresentaO o do estereograma de pontosaleatörios. Resultados dem onstram um aum ento m édio de 150m seg (DP= 54 m seg)em cinco sujeitos nessa condil o de teste.Tais resultados sugerem que a aten# o visualpode insuenciardram aticam ente o proo ssam ento de carad erjsticas de im agensvisuais pelo sistem a ne- oso centralhum ano .-projeto desenvolvido com o auxilio do CNPq (ProgramaInstitucionalde Bolsas de lnicial o Cientïca).# Bolsista IC CNPq.


03.11SIMULAX O COMPUTADORIM DA DO FENCMENO DOP/NDULO DE PULLFRICHBrasil-Neto,J.P*.;Lima,R.R.F**.;GonO lyes,C.A.*;Tavares . M .C.H*.;Pepsoa,V.F.*(*)Dept@de Ciências Fisiol6gicas',Universidade de Brasîlia(**)DeptOde Ciências da Computal o;Universidade de Brasîlia;O fenômeno do p:ndulo de Pulfrich consiste em um a ilusâo demovimento tridimensionalqroduzida pelaobserval o de um pêndulo quese desloca no sentido horlzontalem relal o à linha de visâo do sujelto.TaIilusâo é produzida quando um dos olhos é mantido sob condiW esescotöpicas pelo uso de um anteparo opaco.EIa se baseia no fato de queo olho adaptado ao escuro troca a discriminaW o temporalg6ruma maiorsensibilidade à Iuz fraca.A disparidade retinia da imagem do pêndulo éinterpretada pelo sistema nervoso centralcomo profundidade e o seumovimento passa a ser percebido como uma rotal o eliptica,aproximando-se e afastando-se periodicamente do observador . Parafacilitara demonstra#o deste fenômeno,decidimos simularna tela de umcomputadoro movimento de um pêndulo visto de baixo para cim a . Isto foifeito implementando-se como algoritmo a förm ula m atem ética domovim ento harmônico simples.O program a foiescrito em Iinguagem C epermite a manipulalo de variéveiscomo comprimento da corda,ângulode lanD mento do pêndulo e força da gravidade.O observadorpode entâosentar-se à frente da tela e observé-la tendo um dos olhos coberto poruma Iente escura. Dez observadores testados nâo tiveram nenhumadificuldade em percebera ilusâo tridimensionaḷ Em conclusâo,podem osdizerque o fenômeno de Pulfrich pode ser produzido porum pêndulovidualem ambiente onde predom inam movimento e contraste . lsto sugereo envolvim ento, senâo exclusivo, bastante impodante do sistemamagnocelularna geral o deste tipo de ilusâo estereoso pica.> I-projeto desenvolvido com o auxflio do CNPq (Programa InstitucionaldeBolsas de Inicial o Cientifica)


PslcoLotMORGANIZACIONAL /TRABALHOSETOR 04


!;I04 * 01 SIGNIFICADO d e mudançann epfœTM estudantesBALHO:analisando e pm #aefendJndaa pa/a deadmlhistra# o e pr- ssamento de dedos.Bastos.A.V.,Braoa,S.C.Torres,L.!Gomes,R . O .eNunes,K.(Universidade Federalda Bahla) s. ---K.IwDentre os.fatores que estâo x nstituindo um novo O ntexto de trabalho , aoIado das mudanças teonolôgiœ s, estruturais e de modelos de gestâo vencontra-se a emergência de novos valores acerca do trabalho queimplicam em um reposicionamento desta esfera frente a outras , na vida dosindividuos.Este estudo se apropria do oonstruto 'slgnlflrado do to balho' ,œ modefinido e operacionalizado pelb MOW (1987),qarabuM.mridentifio rmudanO s em curso nesse dom fnio da esfera indivlduale O letiva. Seudelineamento envolveu duas decise s:(a)a opl o porcompararcategoriasY zlpacionai: mais diretamente relacionadas às transformaçses referidas ,tendo-se selecionado profissionais de administra/ o e de proO ssamento dedados;(b)a comparal o entre profissionais e estudantes da mesma érea,œ m o recurso para explorar, apesar de nâo se dispor de um m rtelongitudinal,K ssiveisalteraWesno fenômenoinvestiado.Um questionério .= tento uma versâo reduzida do instrumento proposto peîo M OW foiap Iicado a uma alostra de 1œ estudantes de cada érea (de trêsiuniversidades) e a 70 profissionais de cada nrulpal o, de diversasjorganizaW es empregadoras.Para disporde um parâmetro de comparae ,osresultados obtidos foram comparados com dados sim ilares de um estudoanterior (Bastos, 199*, do qual foi extrafda uma subamostra dejprofissionais de nfvelsuperior(N=446).A œ ntrahtade do trabalho na vidaIdos sujeitos (em eso la varisndo de 2 a $0 N ntos),nos dois gruK sjM lpacionais,revela-se mai: elevada do que a enx ntrada na am ostra geral! de profissionais (7.87 e 7.28, entre administradores e analistas, I :reseœntralidade ivamente,entre contra os profisionai 6.19 amostra geral;por seu tumo,a js é sue rior à observada entre os )estudantes,nas duas ocupaW es e os administradores (profissionals ekestudantes) superam os analistas de dados. As diferenO s entreiprofissionaise estudantesquanto aos ply utos va/odzadoa do fm :a/ho ,t:mum padrâo diferente nas duasocupae s (os administradores valorizamlmenos a realizalo pessoale mais o status e rendimentos do que os :estudantes de administral o; os analistas valorizam mais a tarefa !interessante e o trabalho M eialmente ûtildo que os estudantes de ( pfoœu amento).Outro dado impodante é a fode adesâo !de estudantes e1prosssionais nas duas Ga teorias, às normas - falà * k ver. ijœ ntrapondo-se à amostra geralde prosssionais que aderiu,fodeO nte,às !normaedediteito.Discute-sepossiveissingularidadesocupKionaisque !explio riam as diferenD sobsew adas.


04.02SIG NIFICADO DO TM BALHO : um estudo entretrabalhadores baianos. lWser/boa em oœan/zao aform ais.Bastos.A.V.;Costa,Q.â.e Pinho,A.P.(UniversidadeFederalda Bahia)O significado que o trabalho assum e para os indivfduos é questâo relevanteespecialm ente face as transform açses contem porâneas,de carâter sôcioeconômico e tecnolôgico,que estâo configurando um novo cenério para om undo do trabalho. Centralidade do trabalho, produtos valorizados enormas societais sâo as dimensöes do construdo sèniqcado do trabalhobdefinidas pelo MOW (M eaning ofW orking lnternationalResearch Team,19B7),em uma pesquisa comparativé realizada em oito paîses.O objetivodeste trabalho foio de am pliar os dados relativos ao contexto brasileirovanalisando uma amostra de 1013 trabalhadores,de diversas ocupaW es,inseridos em organizaçöes form ais dos setores publico e privado.Os dadosforam coletados através de question:rio.utilizando-se uma versâo reduzidado instrumento proposto pelo M OW ,no prôprio ambiente de trabalho.Aanélise dos dados envolveu,em uma primeira etapa,o uso de anélisesfatoriais para d#finira estrutura do conceito de sltniscado para a amostra.Em seguida,estatfsticas descritivas e cruzamentos entre variéveis (anovas)foram im plem entadas.O s principais resultados revelam um nfvelmoderadode centralidade do trabalho (esoore de 6.4 em uma escala com valormâximo de 10) o que aproxima a amostra baiana dos resultadosencontrados na lnglate ra (um dos mais baixos dentre os oito pafses doestudo original;o trabalho é,todavia,a segunda esfera da vida maisvalorizada, depois da fam flia,com escore médio superior zs esferas doIazer, religiâo e comunidade. 'Realizal o pessoalM e lrendimentosnecessérios'sâo os dois produtos do trabalho maisvalorizados,com ênfasea um papelinstrumentaldo trabalho.A adesâo às norm associetaisque vê otrabalho mais com o um direito do individuo do que um deverdeste para coma sociedade, m ostrou-se m ais elevada. dado congruente com osencontrados em paises europeus no estudo do MO W . Nas diversasdim ensses de significado,foram encontradas diferenD s significativasentresegmentos da am ostra quanto a estado civil,sexo,tempo de serviço,setorda administrao o.tipo de ocupao o e escolaridade. O conjunto de dadosperm ite identificarsinguaridades do contexto baiano quando comparado aoutros pakses e à pesquisa pioneira no Brasil,realizada em Brasilia,porSoares (1992).


04.03ESTRUTKRA EMPfRICA D0SIGHIFICADO DO TRABALHO:O CASOBRASILIENSE. Borges-Andrade, J.E; Martins, M.C.F. eAbbad-oc, G. Dniversidade de Brasflia.Têm sido usadas, no Brasil, medidas e modelos te6ricos deslgnificado do trabalho,os quais carecem de verificaçâo empïrlmca mais aprofundada. O presente trabalho objetlva ldentiflcara estrutura empfrica de significado do trabalho atribufda portrabalhadores brasilienses e comparé-la âquela obtàda pelonMeaning ot'ëorking International Reseatch Team ' (M0W) Junto aamostras de trabalhadores estrangeirosj reduzindo, desta formay'a carência de estudos de validaç'o de modelos e medidas. Foifeito um levantamento junto a 1097 trabalhadores de 1 organizaçöesdo DF com o questionârio do MOW. Realizou-se u*a anélisedos principais t'atores com rotaçZo varimax e substituiç:o doadados oxissos pelas médias das respostas nos 38 itens de signifiçado.Foramencontrados 13 fatores que explicavam 55.7% da va=riëncia das respostas da amostra. Foram mantidos 1 fatores comostospor itens com Eigenvalue Maior que 1, carga fatoria.zgual ou superior a 0.40 , conunalidades variando entre ().44?0.78 e Alpha de Cronbach n:o inferior a 0.50. Sels fatores extrafdosda amostra brasillense, denominados, ''Traballlo Auto-Exressivo'', 'Trabalho Confortante'' , l'Direito ao DesenvolvimentopProfissional'' 'Trabalho Socialmente Rico ' l'Centralidade doTrabalho na Vida''e HCentralidade da Comunidade e Lazer na Vida':assemelham-se aos obtidos pela equlpe MOW. Os dois iltlmos fatoresslo bipolares, sendo quej na amostra brasiliense, a Hcentralidadedo trabalho''opöe-se k ''centralidade da t'amflla ' enquantoque na amostra do M0@, a 'centralidade do trabalho 'opöezse k 'centralidade do lazer'. Nos dois casos , pordm , o lazeropöe-se k famflia. Em ambos os estudos , observa-se que f'tra-ba 1ho interessante e signiricativo'opöe-se a î'Resultados Econô/'icos do Trabalho'l. Detectou-se uma d1f erença nos resultadoùlmobtidos a partir dos dois estudos.no que se ret'ere a percepçX/dos trabalhadores sobre 'Normas de Direito 'e ''Normas de Dever''.A equipe M0@ encontrou ztdois) fatores, um para cada tlpo denorma,enquanto que,no caso brasiliense ,obteve-se apenas 1(um)t'ator para ''Norma de Direito'. Apesar dessas dil'erenças , o modelotedrico de significado do trabalho proposto pela equipe MOW jde forma geral, l'oi apoiado pelos dados brasilienses . Contudo ,do ponto de vista psicométricojos dados ainda deixam a deselar.(Pesquisa i'inanciada pelo CNPq, processo 401071/89 .


--- ;1)1:1)1:104 @ 04 AsRELAO ES SUPERVISOR-SUBORDINADO EOSIGNIFICADO DO TM BALHO : um estud psicossoclal das ativldades odos chefes degabinete dos senadoa s da republlcasantos. JuvenalFernandes (Universidade . de Brasilia)Diante da inexistência de estudos especiscos que l w em emconsideraçzo a relaç:o entre signiGcado do trabalho e alinhamentoidx lô#co N litico,fornm comparados três lrupos de chefes degabinetesde parlnm entares , com o objetivo delnvestigaraezstenciade padröes distintos de signiGcado do trabalho entre indivjduosalinhxdos, n'o-alinbAdose indiferentes ideolosicamepte em rel açRo aseus x periores.A m etodologia constou de duasetapas. N a primeirw62 s ujeitos respondernm um questione o validndo e adaptRdo noBrasil, permitindm se identiscar os sujeitos e agrupâ - los emsubcategori as,conforme a menç'o de concordarou nâo com as idéiasdos superiores. bem como realiymr um levantam ento de signiE cadosatribuldos ao trabalho. U ma segunda etapa consistiu de entrevistascom7 individuos de cada grupo , a im de se veriGcar diferenças noalinhados conteûdo de trabalho.Obsewou-se que sujeitos nâo -alinhldos realiznm tarefas de m aior complexidade cognitiva. eencontradas diferenças Foramsir iscativasem relaçëo aos aspectosquesujeitos d valoriRAm em - 1 trabalho. Individuos nâo-alinhados osemonxrarxm m xior interesse em aspectos intrinsecos queosalinhados,d valorix-ndo maistarefasqueexjam criatividade eque sejamascenuoesv adoras.Os indiferentes atribuem m aior peso a oportumdadesdeinteressesdlferentesexpliquem e yromoç:o queosnâo-alinhados.Osresultadossugerem queligaçöes distintas ao trabalhocategoria exibe lxm padr:o de signis , e que atrab cado intrinseco, alho u o im portantes,no qualR mqia ee este ûltimo tem como funç:o principalfom x er bom pagam ento e proporcionarauto -realizaçâo.Os resultadospara a ocupaç:o,com o um todoaratiscam osachados de pesquisasanteriorescom sujeitosdecategoriasprofssionaisassemelhadas. umasegunda etapa co nsistiu de entrevistas com 7 indivlduos de cada n po,com o objetivo deveriscardiferençasno conteûdo do trabalho, sendoencontrado q ue sujeitosnâo-alinhadose alinhadosrealiy-m tarefasdem aiorcomplexidade coe tiva.


!04.05ESCA LA D E VA LO RES O R G A N IZA C IO N A ISM varoTam ayo,M aria dasG raças C .G ondimUniversidade de Brasilia.:71*segundo Katz e Kalm (1978) os principais componentes de um aorganizaçëo sâo ospapéis,asnorm ase osvalores.Todo em pregado écapaz de perceber valores que sëo prioritârios na sua organizaçâo.Esta percepçâo N de serfacilm ente identificada no discuiso cotidianodos em pregados. Apesar do role determ inante dos valores num aorganizaç:o,elestêm sidoobjetodepouca m squisa empirica.Umaexplicaçâo para esta negligência pode sera ausência de instrum entosde medida adequados para avaliar a percepçâo de valoresorganizacionais.O objetivodestapesquisa foia construçâo evalidaçâodeumaescalapara avaliara percepçëo queoscmpreqadostêm dasprioridades axiolégicas da sua organizaçëo. O pnm eiro passometodolôgicosconsistiu na elaboraçâo de um a amostra representativados valores organizacionais. Para este fm , foi solicitado a 113funciono os de cinco organizaçöes pûblicas e privadas querelacionassem , num questionârio previam ente distribufdo, cincovaloresda sua organizaçâo.Paraorientarossujeitos,osvaloresforamdesnidos como çtprindpios que norteiam a vida na organizaçâof'.Além deindicarosvalores?ossujeitosdeviam daruma curta descriçâode cada um deles.Atrav 'es de anélise de conteûdo os 565 valoresobtidos foram reduzidos a 48 e distribuidos alfabéticsm ente numquestionério com instruçöes apropriadas para auto-adm inistraçâo.Avalidaç'o foi realizada com uma amostra de 574 sujeitos de 16organizaçöes pûblicas e privadas.A m atriz das intercorrelaçöes foianalizada fatorialmçnteutilizando oprinclpalaxf.sfactoring.Foramutilizadas rotaçM obliqua e ortogonal.O s itens com carga fatorial 1igualou supeiora 0%, 40dforam retidos.O scinco factoresencontrados ,jque explicam 52,8 a variançia observada, foram os seguintes:Efk iência/qualidade,interaçâo no trabalho,geslâo ,inovaçâo e repeito :ao empregado.OscoeGcieptesalpha para os fatorres variaram entre0,70 e 0,91. Em conclusëo: a validade fatorial da escala foiestabelecida bem com o oscoefk ientesde fidedignidade .Ei


--- ;1)1:14-;104.06VERM CACAO DE INVARIANTES Socm M éTm cos,IO EPENDENTES DA ESTRUTURA DA TAREFA,EM PEQUENOSG R IJPO S.M A O Antonio & Castro Fip eiredo:Car- ea Silvia d -e M orais.Depnenmenio de Psicologia eEducal o F.F.C.L.R.P.-USP.U m dos principais recursos da sociom dria tem sido seu valordiar ôstico para det- nr bloqueios lbgicos e psicolô#cos dentro depequenosn posde trabm o.possibilitando o planejamento de estratégiasdeintervençëo para facilitarou regularaenerkada equipeem dhw âo àsuatarefa caracteristica.N esta perspectivw ve os autores tf'm considerado asociometria em funçëo do nivelde eenlturae datarefa gmpal,demxnekaque osindicessociome oosposu m retratarrela/ essegundo modelosdeliderança situacional.Trabm osanteriores,verifcando relaç-oes entre fndicessociom étricos e liderançw observara que a1g= indices apresentavamrelae esestâveis,independenteda estmtura da tarefa.O presente trabm ù éum a tentativa no sentido de verifcar a generalidade dêstes resultados,busoAndo a1g= invariantessociométricosque nâo estejam relacionadoscoma entmtura da tarefa n pal.Quatro n posdiferentesem funçâo da estmmrada tarefa.num totalde49 sujeitos,foram esm dados:a) 12 atldasdeumaequipe prosssionalde basquete;b)10 elementospertencentesaum n pom ultidix iplinxr de RH ; 14 prosssionais de um a equipe de m ecH cos deprecisâo; 13 m embros de uma equipe de bioteristas.Inicialm ente,foramre>lizadosesmdosde caso para cadan po,com baseem duascondiçöes:1)Tarefa Estruturada (TR), cujas questöes foram voltadas para aparticipaçëo do trabalho n pal; 2) Relaçses (RH)s com perguntasrelacionaanm com a interaçëo dos m embros dentro da equipe.Para cadacondiçâo em separado,fora processadas anâlises de regressëo entre osIndices sociomdrico.Resultados signtf'cames (p < .05) indicarmn quealgum asrelam es sociome cassëo estéveis,independente da estmturadatarefa :a)a popularidade (P )se associaà avziaçâo de expansividadeparaexolbnqdentro do n po (m );b)a expansividade nasescolhas(P)estérelacionada com a auto avaliaçâo de popularidade (P');c)a exclus:o (N)serelaciona com a avalialo de expansividadenasrejei/ esporp< edo n po(NN;d)a auto avaliaçâo de isolamento (P')acompsnhaaexpansividadenasrejeiçöes(N)porp< e do elemento do n po.TaisresultadossRo discutidossob o referencialda psicologia topolô/ca.(FAPESP).


04.07iIpëllipll 1$l1jltlà1E1IEElF(llllIIl!tIl1/llIlIlj11I(111111111t1fl11l -I I1d$1I!1 l;dI:!l!ll1lqj.l.l:(1âkâ11..lzpi:1:sI'.$z:I@re.qd.'nzkqiM:rqi.d.4.lekçfli:l p.qgxib: M:ltgg-q. pAr. p i,..ltijzil.d.::,.(t::.sq.lffil4:1:trtizlil d.:. jreped. Iexilijrel1..:4.e..I..q.:.i.xtitxirl.i4:pitzlze.tev.&:.:ijetiv.b: :)k ileRkifitlr1$Aîikid:l.çpjec.jil.sç...j:i:t.ç..!.R1.d:$l.1.s::gI1!Ir.61: i:blithllil isvegtijlr. pe/(:,$.. d.s t..dis..l :'I.xlzzli.Azil ..i:jpitpl;(1 i.vegtijlr$. ppet.prl: t:bztiyidpd.i d.$..p.pi.d.s. t:s f.,disI.q.rjlsilhtia:zigêltheil: i.terrelzli:.ad.: d :. s.ri.. iafloeaçizt.: p.r Maeiveisigleplqdeqtes:rjz.izzti.qzil.qitie-et:.l.itt:el..qleifittq.1i(.i(:$ d. e.teeyibt. e :is.rvzsl. dir.t: d*.ç:zp:etzx..teslqrl:etilizkllç pkel d.4$:i$I: 1. :1j:.:& vleilv.i: 1: ..I.I:.. .lyi.rzsl. 1,si,6trq.ê:s.:d. .elid..I:iqIe.stiairi.:l.r..çeqsteefd4l.dep.i:d.aplitzd


* 1M04.08 COMPROMETIMENTO ORGANI xacloxAu: umaproposta de eacala, tlpo d/fea ac/al sem ântk o,pam m ensu% -lo.Bastos.6 M.(Universidade Federalda Bahia)A medida de comprometimento do indivîduo com a organizal o ainda éalvo de discussöes entre os pesquisadores da ârea.Hé multiplas escalas,associadas a distintas conceitualizaçöes do fenômeno, sendo a m aisIargam ente utilizada, na pesquisa nacional e Internacional, aquelaconstrufda e validada por Poder,Mowday e Steers (1977)para mediroconstruto em um a perspeu iva eafet/va'. Seguindo o m odelo Iikert ! écom posta,na sua versâo integral,por 15 itens e,na sua versâo reduzlda,por 9 itens. TaI escala, sistem aticam ente, revela indices elevados deconfiabilidade, havendo evidências, nâo conclusivas, acerca da suanatureza unifatorial. Com o as dem ais escalas usadas nos estudos decom prometim ento, apôia-se no m odelo tripadite acerca da natureza dasatitudes,incluindo itens que m ensuram sentim entos,cren* s e intençöescom portam entais.As crîticas a taIm odelo e a emergência de modelos queconceitualizam atitudes de foqma unidimensional,como avaliaçöes sobreeixos de julgamentos (McGuire,1986*,Pratkanis,1989),colocam o desafiode desenvolvernovos instrumentos de m edidas.A estrutura do diferencialsem ântico parece adequar-se à concepçâo em ergente sobre atitudes,sendo o objetivo do presente trabalho apresentardados de validal o fatorialde um a escala desse tipo para medir com prom etim ento organizacional.Com posta de 13 pares de adjetivos opostos,a escala foiaplicada a umaam ostra de 428 trabalhadores de diferentes organizaçöes do setorpûblico eprivado e de distintas ocupaçöes.O s dados'foram coletados,em pade,nosam bientes de trabalho e,em pade,fora.'A anélise dos dados,através doSPSS,envolveu o uso de anâlise fatorial(extral o pelo método doscomponentes principais e rotaW o varimax)e o célculo de coeficiente deconfiabilidade.Comparou-se,nessa anélise.a nova escala e a versâo dePortere cols.referida.A nova escala apresenta um a estrutura claram enteunifatorial:eigenvalue = 8,867,68,2% da variância explicada e itens comcargas fatoriais variando de .54 a .77.é extremamente elevado o coeficientealpha de Cronbach (.0 ),superando o coeficiente de .80 encontrado para aescala concorrente.cuja estrutura fatorialnâo é tâo nitida. Da anéîisefatorialconjunta dos itens dos dois instrumentos,surge um estrutura de trêsfatores:o mais forte feigenvalue de 10.678;46,4% da variância)agrupa ostreze itens do diferencialsem ântico,enquanto a escala zafetiva'divide-seem dois fatores m enores que explicam 25% da variância do instrumento.Tais dados encorajam a recomendal o de uso da escala proposta emnovos estudos para acum ular m aior evidência sobre a sua validade econfiabilidade.


04.09COMPROMETIMENTO ORGANIPAGIONAL:explorando oseu c'onœ ifo entœ trabalhado- s lp/vers/lzfos,com o basepara Y eer sua mezlstzmx o.Bastos.A.V.;Brandâo,M.A.G.',Silva,R.M.S.',Costa,C.A.;Pinho,A.P.(Universidade Federalda Bahia)Os estudos sobre comprometim ento organizacional trazem com o marcaimpodante a excessiva fragmentaçâo e pulverizal o de medidas,tornandosepremente a necessidade de anélise conceitualque perm ita estabelecer,de forma m ais consensual, os Iimites do prôprio conceito dex mprom etimento,diferenciando-o de outros construtos usados na pesquisaorganizacional.Ta!preocupal o implica no Ievantamento de indicadoresusados pelos sujeitos, no seu cotidiano, para avaliar o seucomprometimento com a organizal o.Assim,e:te estudo objetivou analisaro pr6prio conceito de com prometimento expresso portrabalhadores,com oponto de padida para se reveros instrumentos padronizados j: disponfveis.O estudo foiconduzido entre servidores de quatro universidades federais(UnB, UFBa, UFMg, UFU). Em uma primeira etapa, utilizou-se umquestionério abedo, aplicado a aproximadamente 240 servidores,escolhidos aleatoria- nte, nas quatro instituiO es; constando de itensabedos que solicitavam que o servidor descrevesse o seu conceito decomprometimento, os compodamentos que expressam essecom prometimento e eventos que afetam o seu nfvelde com prom etimento.Em um segundo mom ento foram realizadas entrevistas com um asubamostra de 40 sujeitospara aprofundara O mpreensâo dos conceitosexpostos no questionârio.Asrespostas foram analisadas qualitativamente,sendo criados distintos sistemas de categorizal o do conteûdo dasinformaçöes.lnicialmente as falasforam agrupadas segundo o foco ou alvodo comprometimento (trabalho,a organizal o,o grupo,a chefial; emseguidasforam discrim inados indicadores atitudinais/afetivos dos indiœ dorescompodamentais,esses ultimos com bem maiorfreqûência de citaO o.Finalmente, a anélise de conteudo dos indicadores compodamentais,permitiu o estabelecimento das seguintes categorias: com païblham ento(trooa de sugestöes,experiências entre colegas e soluW es de problemaspara a organizal ol;qualidade (produzirum trabalho de boa qualidade);presença (assiduidade, pontualidadel; produtividade (desempenho detarefasl;orgulho (divulgara organizal ol;doaçëo (dedicaçâo exclusiva,Orga extra de trabalho)e intelferência (apontarproblemase solul es).Aanélise, ao tempo em que revela a primazia do uso de indiœ dorescompodamentais pelos sujeitos, tradicionalmente tomados comoconsequente: de comprometimento,fornece elem entos indispenséveis paraa revisâo dos instrumentos de medida de com prom etimento organizacionaldisponfveis.(Apoio snance/ro;CNPq,t>8,UFBa.,UFMg,UFU)


--;I)1(lIriz!lI04.10 HE NSURAQAO DE CONPROMRTIMKFPO ORGANIZACION;INOKMATIVO.RnpcRq-ANnpADR. Jairo Ranxodn; ARRVRDO . Mn-na'nxAnn e SOUZA . chon'mtsAno MAotsne oliveiraUniversidade de Braaflia-.No Brasil. comprometimento organizacional tem sidoquase sempre medido por := n escala baseada no enfoqueafetivo ou atitudinal- O obletivo deste trabalho foi testar sno pais, lamn escala (de oito itens) de medida deComprometimento 'ormntivo. Jâ citada na lkteraturainternacionalv e comparé-la com outras medidastcomportamental. afetiva e calculativa) de comprometkmentoorganizacional.Traa zRiu-se esta escala.sendo ela aplicxax Juntnmente com as demais. em 624 servidores de quatro ,universidades federais, localizadas em três distintasregiues braeileiras.Os dados resultantes foram submetidos a Anxelisesfatoriais e c/lculos de confiabtlidade e correlaçto . Nannnelise fatorial (componentes prinoipaiss rotaç:o varl'mnx)da medida noomntiva, encontrou-se três fatoress denomtnadospelos autoresc lealdade. exemplaridade e ausência demobilidade. O câlculo de confiabilidade indicou um a=û . 53.11- segunda nnnelise fatorials incluindo itens das outrasescalas de medidas de comprometimento, indicou que os itensda escala noomntiva nëo se agregaram entre si . demonstrandoausência de validade discriminante. 0 célculo de correlaçKoentre a medida noomntiva e as demais resultou nos seguintesfndices (pS0.000): r=0.54 tcom a escala de compromet'zmentoafetivo); r=û,29 (com a escala calculativa) e r=0.26 (com aescala comportamental).Concluiu-se que a escala nom-ntiva ainda é inadequadaP&rA uso no Brasil, reproalmindo-se, de certo modohavia sido descrito na literatura. àpesar do,enfoqueo quenonmntivo de comprometimento ser derivado de llmn ricatradiçto te6rica. faltam ainda bons instnx entos demensuraçlo do fenômeno. Sugere-se o desenvolvimento deoutros itens a serem novamente testadoa.bem como aampliayëo da porulaçlo utilizada para teste do instoumentode medada.FIKANCIAMRN%n: CNPq. ;nB, DFEA. UFU e UFKG .


04.11D ESEN VO LYIM ENTO D E U> rSCA LAC O O O R TA M ENTM P AR A M RD D A D ECOW ROM ETIM ENTO ORGA NITA CIONM , .JaH FA anlo N r -Anda de,Je na Ba- l- Po% e Ande .Cxle a deAl- ida VIlm ;Uo enkade* Bm e.'l-.Antöeo VoBlttencoue Bast- ;UnlvenM ade Fedem lda Bahia.A l'Iterstum naciolY e intem acionalkm e enœ o a n= sside e dedexnvolver eqrAlAqcomlxldAmenœ sde Compromeimeno OrgnniTArionaḷA e- lnj:etstenz mostzou-x ine sfalôria.O objeivo deMe trav ho foielae - * tesœ um novo inenlmen* de m edida de comprom e mento queinclui-x somente indiœ oms comm r-menY s e que fosx hn- ao emsugee es aprexntAdxq ylos pöprios funcioe os daq oqG ia.Inicinlmenk foram M lize as 240 entrevim A sem iestruturadas comxw idofes de 4 univee dM es fd erais,N que estes pudessem gugerirm ssiveis comm flmen*s indiœ ores de com pm mee eno .Com luqneMsugestn sfoiconenxldo,tesldo t xviœ o mn ine lmento de 26itns.Finalmenk,624 sen ido= dts- universide es = m nderam a umquestioe o no qe foiincluida em e ou- eœ'Jlnqde compromee lento(afetivo.normntivo ecalculativo).Osdzosmsule ksfo= submeidosaxnn'1i- fatoe e œ culosde conflabilidze e coaele o.A nnAlix faorizaN ntou a ezx ncia de 3 fa/regsdenominM osm los autores:dexm m nholo > Ivl(xue < a- me oem -- l


* ITa04.12c onstruçâo e validaçâo de um a escala decom prom etim ento organizacionalcalculativo- EC O C .siqueira,M .M.M.(Universidade FederaldeUberlândia)Tomando-se como referenciala teoria de Mside-bets/(Becker,1960),este estudo teve como objetivo construire validar,paraos m eios brasileiros, um a escala de com prom etim entoorganizacionalcalculativo,construto cognitivo representado por18 crenD s acerca de perdas decorrentes do rom pim ento dovfnculo de trabalho com a organizaçâo.Um a am ostra de 192trabalhadores,escolhida ao acaso,respondeu aos 18 itens daECOC,através de escala tipo Liked de cinco pontos.Os dadosforam subm etidos à anélise fatorialdos com ponentes principaise rotal o obliqua (oblimin). Os resultados revelaram aexistência de quatro fatores com 'eigenvalue' superiora 1,00,explicando 56,8% da variância total,que form avam os conceitosde wperdas sociais no trabalho,(Fator1',G = 0.72),os conceitosde 'perdas de investimentos feitos na organizal o'(Fator2',a =0.71),uperdas de retribuix es organizacionais'(Fator3'.G =0.71) e 'perdas profissionaisp (Fator4,'G =0.78).A ECOCconstitui-se, podanto, em um a escala m ultifatorial, com itenshomogêneos (cargas fatoriais >0,40)e fatores com fndiœ s deprecis-ao acim a de 0.70,os quais perm item indie -la para usoem pesquisas nacionais de natureza bésica.


i!04.13Com m omedmo to ' denf CzcuhNvo:ve daçëodelmla m ede' para o m eio hmqile o *Sh ésio fn- 'de Je or **52V1a AlvesPerO ***Dee e MG de Lima****Faaun. Fiddis Rech*****pmx'lœ snido com o um sistœ a de * ase b que o ldividfazOrg='com a org- e na qM YabG o Commomeeentouocionz CzcukNvo,Gvezsejw no Bmxil,omenx hweso ' dodmke devalie asfonnas jk defmidasde compromoNmento .,paracom o objetivoo ambiente M mileko,um ins-lmento de me* docons- lntn e de compe -lo com ou- de com m om en&nentosorganizacione ,foiaplice em 674 sevidoresde qm ko iIISNtUiCHpœ dadossub casde ensino sue orsuma esce kadM da de oito Itens . OsmetidosàAnnliqeFate (mte o oztogonal-ve nu comdgenvA = 1.0)a- -mm po ae tMdadedoisfatôres:F* de0p/ C es(no m- ao de Y be ol-A1fa de Conbach = 0 .71- e M toustolem M vnm & * ëol-Alfa de Cronbaoh = 0.71. Aconfzabilidade da m e* foi de 0 . 79( - e:* e1n de vnn'n-neiaexp:cada = 55.7%).> do compe a oxlmA meddas decommometimmtotvia AnR'%'Re Fate ),o H tmmento de medida doCommome ento CakulaNvo tAe seus it- w egados dem ons- do que a medida se distmgue ' das demaks de m xn-'m , qO fatH .Osresl*nanmdestee e o fo= dl' - ëdos œn termosl(Ia - ibilid.a.deuhlizal ' o damedida em pesqe asG qileirase na 1. '* .necessidadedereO cutbh ern tem msconce xmm * . (UG *'rnbe IJFU o fnwnciado pelo CNPq sob ne ero 52044193 -8 e pelas,IJFBa e UFM G.**proftssor Animtente do Depnenmento de Psicoloo KM 'n1 eEducacional-UFU e doutox do em Psicologia ' 'onz n UnB.a***Bohiex de aperfei- c e . ****Bo1m1'h'#sa de m'inin H .derdfca .ç*****AlunadeGmduaWo na UnB.


04.14 ESTILOS DE LD ERANCA E APLICACAO DEPRG W AM A D E QUALIDADE TOTAL:ES'R IDO DE CASO NOSERVW O PG LICO.cau ToR M arla Jum u 00 ,M ACEDO. J : W ebe F.',M IGUEL,Dlrle.eL.3,PEREIIW RaehelB. 4, NUNU . Ana'x Y.o(1) Professora Auxllar do Departamexte de Pslt*lgla Se lal e doDesenw lvl- nto * M eHm ne d/ Pm - de Pél-fkm duaçâo em m le gla -Universle de #'ed- l* Egp.'rl- Rnn'm(2)P- esslr A*unto * Deparemente deINle e a S- *le d* Desenvolvl-en.e do Px grama de Pés-Gradual @ em Pslo logla r Unlversldade Fe eral d.Esplrlto Santm(3)(4)(5)Alu> g4@ curgo de graduaW /* Pglm l@gla da Unlver<lade Federald.Espllt/ santo e bolglm s d* Ie lal @ ClenH-' d@ CNPR.o objetivo dessa pesquisa foiverilkar a represental o atrlbuidapelos setores de gerência m édia de um a em pO sa ptiblica de égua eesgoto do Estado de Espirito Santo -CESA N -ao estilo de liderançaaplicado à gesu o de program a de qualidade total,caracterizando asm udanças ocorridas com a im plantaçâo do programm Foramrealizad% 8 1 (oitenta e uma) entrevistas diretas com djretores egerentes de nivel m édio. através de questionério tipo escala depontos(1:opiniâo desravoe vela 4:opiniâo favorével).Asquestöespretendiam apontar o persl geral de liderança exercida naorganizaçâo de acordo com as çategorias: connança, m otivaçâo,comunicaçâo,decisâo,objetivo e controle.Uma anâlise geraldosdados apresenta a categorla de udeclsâo 'com a m alor concentraçaode respostas nos itens 1 e 2 da escala. Podemos deduzir,prelim inarm ente, que apesar da im plantaçâo do program a dequalidade apresentar um relatlvo sucesso em rererência às categoriasde conôançw motivaçâo.comunicaçâo,objetivo e controle,aempresaainda m antém a tftom ada de decisâo' concentrada a nivel dediretoriw o que signlncw sobretudo,um a contradlçâo com a questâofundam entalda çtgerência participativa'dos progM m a de qualidadetotal.Palavraochaww :')11e - m 2)pm gr-- qualdade 3)repre- taW o gerea*:Financln-entm CNPR


04.15 MMRIazw x joM dréa A - u ndra G= * ,Dlm araDw era , W ande Codo PUSPN P-FFCL-DeWO de Pe ologK e Educa/ oTradiœ nalm ente, vae ve d- ogréœ '.- t:m e'cordadonade O m a prw e nda de * 1'1r* O ge . N*ûKm- ane ,vêm surWne - u* ax nKne > ra a imx e ne dotra- lho com o O dâe Iguelmo te Imm dante.Este trabalho, tem x robje o x m- rae a vae d 'W' nden% fë onlvd de comprome mento nD m las dlnlœ ,a nlvd O rderjne (>60)ou e e gto (> 7W .M ve ve dependente Induldas na anéleforam:tumo,funç:o.O xo,idade e nlvd e ucadonal,œ dadO foœ msu* -'M a uma anée e regr- u o hgle a (M - rd cone ni).A re r- u o logle '-re '*da com o t* lde suje - , quecomm e um mode * - de exe r611% % da m e ç:o da am ostra ,indtou ae ne a funl o (*'-'He pro- œ'n*) = mo nlvd dee nFe nda adequado > ra qualquefM M la dlnta a nlvd O rdeëneacima de 60 m ntœ (p = .X K ).Quando se aumenk o m n* de co%para 70 e o n 'ume de e calas dlnl- com prome e > ra 3 ou m aK , o* or* ex- o do mae aumenK > ra * ,92* .N man- ne varKvd fund o = mo de rmlnante (p = .X X )e ae ra ndo tame m avariàvd x xo,com n&d de e nH ncia menor(p = .0169).Anm andoseae ne * om pate glc ,o nlvd de ' dade do m oddoaumenta para 88 , 91% e a funl o N ane e com e nH nda de p =' nM noapar- ndo o sexo com e nKe nda de p = .Q122.Nenhumavafiâv d demogre ca mœ ouee signe e a.œ r- ëe rw e m que O O ve k e * e tra- lho ocux mpa* rdw ante ne vadaçœ às f* > do MMPI.N e ularmentequando se l*''> o InvenKe = mo Indtadorde sdKmento Y quto.Este % do ganha im m e nda na me da em que o inventâdo émuio u- e , e > me te e O déve * traY ho n:o sâocone fade naexY o dO ro uœ - .Poroutro Iado.o MMPI>m* a em instrumento senslvd para a anée e/dem*légica deY ûra-' e oKlce no traY ho.œ ele sugerem a > >'*''u - *sqa A aç;o œ ra * te ;m.(c> ).


04.16 sAo E - M E 'm M m o E a Am Essœ = DE PRoDuçAo:IJM ESD X DEcAso DE IJM RMPRESA M LICADA*I,> C.Y M COELHO,VAIA IAG M SM DER W O ERLEY COXUSPD W CL.Y OPSiOIA eYUm dos M > e niœ s da = > pûb:o > B* 6 a fm &Moe uo ea fm de me ene eeov eœnxq- tcume ou *cum# rst- Y sne e vle œ ogY âce ou > ' qœ =e u lhuore u).o oo o e e* .foio d+' * œ Sae - no Aa*(m p e - em- e = e xl- cxe e- xe œ e menoEe dese pe .Num toœ X 1r 0 (= m; d= tose e *)e u lhA - œ e x ose se nive H quG e buidosm rdc > ' do Y o deœ Pu of- su- Aw ' a = > deKe > em SMT,ave :e e* > > ' > 9.KeY no e ulhn,- ln< > no- % lM .= % K * = * * m * < = % o% e .P*-G1.- te volveue = * * coM e' de*-haGn akav& * ene ve eœ mmue œ - a-m - devo W- ' valœ - dt3G œme )da*e * no O Q e * de - *e on- k * '*q.com a r'-'K -'-< G ie #e .com difmuO X dt- 'e % e- 1*aae tc- hnm 1X 5).NeO uM dikmnW imm e * os *dtemnu - ,> d1- * % m>' ve œ 56% œKe da az 33%.A > k# * .< *MM m A Rqœ a+ vo* ee V * '''- '2 ' cœn :xn*m- ' n X - mO œ dev Gdirwul- qœ -1--'o-m-ao cœ a ce t m = > œ > x#* 1hn(M .* 1).M O % vi* - 6- -- odv' be q- e vo.O * *> agY 1> .* 1- * tou - MG a * X =.> d% % e = pue vel (0 gova .ê*K de ci> Dya nY''c de> * u ,% e * e e f.-M' -' œ - - - o - à- M' *'o> o qe œ ** '*rnnnl> e xm 'via o')% = >* no Y t A + le uiM * F.* .akm * ' 1.*xn ka - f= r * e e è * menœ d- B1Y m' 1-'P- .I% -R- -F- - - CNPë


I04.17 cœ - çAoxo lxu m oBsAa sGMLfcJAIm 4.- A soRATTovou x.-CM TM RM M X O .W e O YO X - -U> * .> œ > Psko+ *F-* e Y *' 5* * a * .>'' ' X e s>' @ œ ***- * 1= o * A fue œ .,* < - .G-' e em qœ atoe ' * * * o, qœ 1d= œ - Y œm >condkH em M jun* enne- 'Am - a M e nrln * * = œ dol-ulh- ee % - a- ' do- x a e .P> v* a * *% * 'nM %- a e ' Y * o eae nm d e - Glbe xo emFen> u*me Ke o- k- coœ R > fd -e .dn F = apl* u m K v * m= ' + e2- * - e a> do *m h-- e - pb>e ge e .Os = * encx e a mfx e a 520 e u lhu om f- os+ œ O: nlvelœ 'nœ iee n x * â* œ em * a emm (3o a35%)e - - l-e' œ u > h1M'œ eX = e > ' G ulk-Q- * 1* = a Y NIO X onne * G eie - - MlN* -exN œ n.Naive - y- fde= n- - - - e e- 1tgdo- tEsx x - l- a- e = e u œ - defonx m e . vee - qx - u- * Kvœ= e. ena o- no &- x he' œ e eam= - œ f= > noe oe> * a'* - k pme oe œ o = % * )l - éde noe o.poe œ qe e x a- k œ e œ l vdsl emp- e o- Hw--de oH - e e- o- e .O ee q* o > dt um % ,um foœ xn* de> ''e e tœe - > * * K1- 2.'ân'*qe œ x % .>% * de1* decone emr> doso- œ q.-hw .ax A' '* .= - œ * va tone envohc - o'ulhaa- > = -e .O qœ - x oenvo e m r> * cG e uox em- - X - - .IP- - F= - - CNY i!1


'+ >04.18A TIMES FREN TE A O T RABALH O E G DICADORESo r SAVDE MENTAI.UM ESM O DM RENCIAL EM FUNG O. o o sEx o E ESCO I,ARm A D E.Licia Barcelos -de Souza:M arco AntonioJe Castro Fzo eïrelo.Prefeitura do Campps Administrativo de m beirëoPreto,USP.Depto dePsicoloka e Educalo.F.F.C.L.R.P.-USP.N o sentido de verifcaratitudesFente ao trabalho e indicadoresdesaùdemental,117 sujeitos,funcione osda PCARP -USP,foram avaliadosatravés de escalasde atitudessegundo modelo teôrico proposto porFishbeine Ajzen (1975) e do InventM o Simplïcado de Personvdade (ISP)ad aptado porCabrera (1991).Estudos diferenciaisem funçào do sexo eescolaridade foram re.nliymdos com base nos testes de K m skal-W alis eu mnn-w hitney,tomando-se p


04.19nnMpnRrA-kepn Deeeuslvo z *-m estrlt'lgta pa+a.-> o e o q- n- no tra- lho.Ana Ma> ôlia Bezeera MendesDepart---nio de Peioologia da UFPEO trabalho é um éspaoo de gratifioaçspa. al/umaevezee. ocultae. A produtividadé e o eentir-eeûtil e valorlzado resgata eonteûdoesishifivativoe para o euleito que o fazoontinuar trabalhando, mesmo em eituèsep dedeag>ate emooional. A força do eistepa eoonômioo:cria eetratégils bhra manter o trabalhadoraprisionado. Entretanto. é a eua eBbleti#idad,que determina a aceikaçëo deste Jogd deintereeeee . Hesta perepeotivl , eete + um eetudoexploratörio, que te> por obletàvo ldentifàclrae eetratégiae defeneiyas utilizadae peloa,trabalhadores para evitqr ou mintmizar oaofrlm-nto .peiquico gerado nas kmpoeios:e daor*anizaçëo do seu trabalho. àealkzamos 08entrev ietae ooletivae com um grupo de trêsengenhekroe eletricietas da ârea téenica d. ulaempreea de telecomun ioao:ee. Oe dados foram :analieadoe qualltativamente , por meio da!tnterpretaçlo do dtscurso e oategorizadoeeegundo a frpqu:noia com que determinadoaeomportamentoe eram verbalizadoa oomoalternativa para supor%ar o softimento.Identifioamoe como #rineipaie eptratégiae aracionalizaçlo . o individualismo 'e a passivtdadediante de up trabalho fragmentado. ppuooeigniTicativo, de 1-- hierarqula rïgida # derelaoöee pouco 4oTidfrtas e eonfiâvete coP ospares . A utilizaolo destas defesae podempermitir a eates trabalhadoree manterem eeu 1equilfbrio psfquico . e ao meemo tempo , favöreeera alienaodo dae caueae do eeu sofrtmento ,difieu ltando aeetm . o processo de mudança das'ektuaçôee de trabalho. podendo se tranefoom-r emdefesas patolöglças. eaao hal a, .um proceseo deeua orietalizaoïo. O eaàinho l eer tomldp pelotrabalhadot depende da eua sub3etividade e daflexibilidade da prganizaolo do seu trabllho .


'KN04.20A n u noia da organizlçlo do trabalho nasv ivênctaa de prazer-oofr4mento do trabalhadorzu- - abordasem Dlioodin8mioaAna Magnflia Bezerra MendesDepartamento de Psicologia da UFPEA apre enç lo d p com portam ento humano n aso rganizaçöes vem sendo estudado em diferentesa b ordagen a da pe ico logia do trabalho . A inda saon e cees -a r ia e pe squ isa s y que v tsem as re laoöes detrabalho na per/pectiga da subletividade doetr abalhadores . Obletlvamos com esta pesqulsademonstrar aa relaçôes psicodinâmicas presentesn a organizaç/o do trabalho responsfveis pelasv ivênc ias de prazer e de sofrimento para otrabalhador . Realizamos OB entrevistas coletivasoom trêe engenheiros eletricistas voluntirios deuma empresa pûblica de telecomunicaçöes. Osd a d os fo ram an a lisados qu alitativamente por meioda interpretaç/o do discurso e categorizados dea o o rdo oom a v ar i/v e l independente em quatrog rupoa : verbalizaoôes 'a reepeito da divisâo dot r ab a lh o . d o conteû do da tarefa . das r elaçöeso o m po der in terno e ex terno e das relaçôee como a oares . Os resu ltados eyidenciam que oeo frimento est/ relacionado ao parcelamento daset apas de trabalho e ao esvaziamento do conteùdoeignificativo das tarefas . bem como a qualidaded aa relaçöes eom pares e hierarquia no nfvela fetivo , politico e social. As vivências deo r a ze r em er gem qu an do o trabalhador u tiliza euaor iativ idade e se sente ùtil, .produt ivo ev a lor iza do . O s resu ltados tendem a in dicar queaa vivências de prazer e de sofrimento dependemda subletiv idade do trabalhador e da realidadede trab alho , a qual suscita percepcoöesd iferenciadas da organizaç/o dè trabalho . Istoeu gere a realizaç&o constante de diagnôstico daaaituaoöes de trabalho em vista da variablilidadee da dlnâm lca intersubletiva que envolvèm aor gan izao/o do trabalho e as vivências psiquicasd o s trabalhador#s -


04.21ESTM H,OS E BAQRETRAR A GRTATIVD O E NoAM RIENTE DE TRARAT,H OMsn'xœ FétiM Bnmo* FadaE* M .L.*='xnn œ Alen-Uzdvm ie de Bn sillO objdivo * p- este foiinve gar este uloa eoe ulos à chaidœ e no a biente * orge çœ , = aM dadede su/ ie s > fut- a > âo de O lnm- to que- ibiëte identz- fa% a biene ,- afee a œiadvie ,N entes x s dia.a.dk * oe W - bmo elas.A - %cœ sieu de 25 mosssionaisœ d'ex'n1xmœge - sdo Disu toF> Ie . 19 * %xo f- lniM e6 do = o mnmm liM r20 gujeitog- Ixm f- o Y v iH e5cœn se> o > u.Te osœ sujeitfxe wun'enaos so* - tœ a fx - aos - 1m .10s eoe ulœ , ..m .l- 1o, presenta z- orgae çœ e a- les iese co:a0ambie eY eatx = x)lxolsie .Asms- us !- xnsl,'q.Y e m > gem 12 Otegoe ,de eG GO:e 13deoe culœ à H tide .Os * * aw l-m m ca este ul- ,> 1:fxo - s,> ore - .o suo or- e ,estrut=oqno,'=m'< sum de % CGR su- do - œ e e o,E1* m e aut- ia e M le e * Y lci- . N tx am bient- deImlwlhn (% a a , - estimul- qte ze se desu amf= :s> e + ce sa,r- los,M 'ci- :o.su> do grum dee u lho e su- e a e ade . Os oG tàcul- . cmm- tep- M s oœe œ , fox ; esmzt> v nl- ioe ,a te dlpAm ' % CG G a< œ Ztew se vcult> œge cioM ie ce e Mçe .Nos= N% s ese - dos sujdtos,os > ise e f= :egtn!t= e nl- ie . = zY oçâo. culturaxniam'œ q G m kg m litico-naminis% tivas, zelaçœhtem soaise vol= œ sH ços.Ossujeit- a- en--m nlnzugugesta s * * = tn- g o cle œ e s e ie e: œ e lwlbnfave w lz H ude e.Os m sule ctanlnwnm o: Y dos oM dos- ou% - > = :,eme alg- dA ançastenu m sido- = - -% s ena este e - eoaqui* '* . I


* ea04.22 DIAGNWSTICO ORGANR ACIONAL:uma anélisede conteédo de um inventério atravésdo cék ulo da entropimWilson F:Coelho,Rodrigo #:E Paiva,Taisa H N gve/relo,Carmem5:de M oraes,Emerson A Rasern e Ferzwnla C.de CastroX A C.L.RP.-USP)Este estudo teve como objetivo realizaruma anMisedeconteûdono sentido de delnir algum ascategoriasde investigaçâo para umdia> ôstico orgnnlxacional. Para isto, foram utiliyndos doisinstm m entos: entrevista sem i-estnzturada e o inventM oDiae ôstico Orgnniyncionalproposto por Rosa R.Krausz.Oprim elro instm m ento foielaborado a partirde 22 questöesabertasreferentesa identmcaçâo dosftmcionérios(escolaridade,descrkàoda ftnçâo e experiêncial; problemas organizacionais e deformal o proGssional(estmtura orgnnizacional.comunicçëo etreinamentol; priorizaçâo e encnminhamento de problemas;eauto-avalial o do funcionn'n'o quanto a cheEa e a equipeem quetrabm a. O segundo instrum ento,apresenta doze categorias deinvestigaçëo:Relae esInterpessoais;PadröesdeRelacionamento;Relaçöes lntergrupais; Padrses de Comunicaçâo; Clnnis deCom unicaçâo; Estilos de Liderança; Processo de Tomada deDecieo;PlanejamentoiResoluçâo de Problemas;Trabalho emEquipe; Clim a O rgnnlx>nional e M otivaçëo. N o sentido devee car a adequaçâo entre os dois instm m entos de avaliaçioorgnnix>cional,foiaplicado t1m protocolo de escolha forçada queconsistiu na inclue o das 22 questöes da entrevista semies%turndn nas 12 categorias do inventM o Diar ôsticoO rganizacional.Estudos de frequênciw baseados no célculo daEntropiw sele ionou 13guestöes.Estesree tadosindicaram queas questöesreferentesà ldentï caçâo dos funcionén'os;problem asorgnniu nionais e fonnxçâo prosssionA nëo sâo contempladosnoinventM o Diar ôstico Organizacional;e em contra pm idw oroteiro de entrevista apresenta questöes referentes apM ns ascategoriasRelaça sentre Pessoas,Ree öesentren pos,Estilosde Lidemnçw Tomada de Deciu-n,Planejamento ,Soluçëo deProblem as e Trabalho em Equipe. A plrtir destes resultados,estudos comparativos,qualitativamente.sobre os dados obtidoscom os dois instm m entos aplicados em um a em presa do tranporteAArhnnn rle Q lholrxn pt- n u n Ange- ntndnq


04.23REPCBLICA DE ESTUDANTE:UNG ORGAAHZACAO DGORNG:LCœ lho,patricia Regina Arv Cœlhol50m10);kn- loArica Siqueim(5o anol Rosx,M . José Urioste ( supl.Faculand- Salesinnnq :Unidade deEnsino-Lorena -SPAo ingres- na fnculande,muitosalunosa m de qlnmcaKqs e vâoviver em reptlblir.le e ee dnntes.Havcndo em Lorena-sp um norepw ntativo de alunos que moram desp formw sur#u-x an= sidade,em 1993,m losestagiériosde Psicolo#a Orpqnizacionalda mferente faculdade de œ mpreender a mqsim denom iondarepliblica deestnanntescomo contribuidora na formad o prolissionale> de alunosuniversie ios.M otivae a œ ntinuar o trabm o, retom nmose bnn ndocomprœ ndera repflblicacomo uma orgnnia çâo informnl,nos seuscritériosde v rutamento/sele o,divulgal o de vagw integrm o eadaptal o do novo republicano,etc.M éte o: (Xrabm o esté = do M lizado œ m ee 'dnntes dasFaculdadea SalesianaseFr.deEng.èlimica de Lorena que moramem reptiblica através de din4mica de grum s e tendo comoreferendalo questioe o aplicado em 93.Os resultados referem-K a dados de identinœ çâo. dadosMstbriœ syro- mrizaçâo, ambiente lsico da repûblicasr= ztamento/Kle o,integaW o,rotina,aslr to e ioe turaisetc.Conduœ :O tralul%o esté em anA mento devendo Rrconcluido atéKtembro/95.#.œ K


04.24'œœ lCae o> âo Socœ :G- deIncle e Cœ kasteM M one do PoEdO Bre e o.cvom ide Jr,S.;Siqe w M .M .M .;M A - GT.M .U niVeY H>H- Fe* 2 de t7bed#ndl.O pmsO te ostudo t- como objee o Anxl1< oproo- do oatego> R sooiz do polfGco bre eiro.N ovonla eso ax tese e e œ (30 deç'ng- 30 depsiooloo e30 * n2nnt010* )escoH dosao acaso.foramH 1>Hns.akavés do oito questöes aH - ,a cO çategan'Mde incl,,u n e conkaste proe sione do po:uco brae eix ,liov as caraoterisuoas de cae oatogoG os seusa speoe os protôum s e o > au d: upiciaaa- de oadaprorzssional catogzviyAdo, = 'xm l eqnnln de z= o a oitontos.O s resl tados > lr a que osproœ sinnxim m m'mcie ospca a oategoe de inclvsR do e uco bre eirofora os advoe , emmesH os e AHm-'le adoawcarac#M 'n ans cnm o proMone ço> ptœ , X sonlstog,espertos ,- e ose om busca de va taga m ssoe .Osproe sione m A1A oitAzlns na cztlgolia de contaste foraos m édioos, psioôlogos < done ta , ie v cados com oéuoosyresponsâve e prv upadosçom o bom -çstar de serh'xmnno.O aA oe foio protôupo mxixdtado pva &categoe de 1n01. 0 ,m cebendo N au 4e Gpiçidnae m édode6,61,O qu= to o me oo,com


U so no C om trrv oxNA E oucAçAo E spBcxSETOR 05


05 @ 01 VFRIAOCOMPUTADORIZADADEARRANJODEFIGURASDEMqSC PARA AvALnçâo E DESENVOL- O DAIœ mmADE DE SEQW NCIAMENTO LUGICO COMO PH -REQUISITO AO USO DECOM UNICK XO ALTERNATIVA COW W ADORIRADA EM CRIANCAS COM PAW lslAca bmRAt,. Capovilla. F.C.*. Raplmeḷ W .D . Gue -es- M .**. M ace o . E .C.***. --(I nstitutodePsixle a,USP;Doto.deProczssamotodeDadoș FATBC-SP)alduchi.M.Capovila.A.G.S. *.Alip eri.S . - - 1A h abilidade de smuœldamœto 1@ * de informaWo tem sido caradeizada nalitemtura como pr&rm uisito aousode sistemascomputadorizadosde comtmic paralisadoscerebraise alo paraafâsicos(Carlson,d a1,1989).A literatura n5o explica,noœ tnnto,como ta1habilidade de sm uœ ciamœto p* e seravaliada .A avalia# o emcriançascom paralisiacerebl'alresulta em diôculdadesm otorasseverasx nstituide sv oainda maior.No preœ te otudo 6demonstrado tun sistema computadorizado par a aavalia#o e desmvolvimmto da. habilidade de smueciamcmto 161= de Egurasapresm tadas em ordem almtorizada . Ta1sm um ciamm to pode ser baseado quernadu#o espontâneado sie fcadoda smu&cia subja= te àsfgurasna ausGciatlasenta:p ouvida,querna presm ça dessa sœtença ouvida que revela o sig tiicado d asmuycia subjae te.O sistema ébaseado no subteste de arranjo de fgurasdo testeW ISC.Permite avaliarclianp scom paralisia cerebralcom comprom dimm to mot orsevero,jiquepode seroperado dirdammtecom sele o viatela smsivelao toque , ou= varrdura serialesele o via mousealavancado aumapartedo corpo dacriançaTanto a veloddade devareura quanto a duraW o do atraso de inputpodem ser .ajustadosao seu grau de disculdademotora . O teste computado'rizado éx mposto deoito telas sucessivas,sœ do que em ca41a llmn delas o examinando é rm uerid o asele onar serialmcte fguras da smuycia subjacaate àquela tela na ordemconwpondmte àestôria nan'adacom vozdi/talizada pelo microcomputador . As oitotelassucessivascorrespondem àsoitosmuyciasde sguraspam arranjo do subtesteW ISC:as sm ul dasde Luta , CaG orro,M se,Balanp com três iguras cada umaTrem,Fogo,Ladr:o,Fazm deiro, Pique que com quatro figuras' , Donninhoco com ,cinco fgurasa'Jardineiro,eChuva com seisflguras . No modo testenenhum fe backauditivo é fom K ido para a escolha defguras individuais ou para o compld ardassm uy cias,excdo a passagem autométicadeumaa outra sm uG cia . N om odo treino fe back audivo é fome do ao Hnnlda sm ul cia fonnada, quando a criança pode souvirasaltença composta eassim comparâ-la à sœ talça que deveria tersido fonnadaNeste c so,e1a é convidada a apa& ra sq uh cia form ada e a tm tarnovam œïte.O .sistema rl stra cada fgura ocolhida e ca(1a smu/cia composta , todo oOX olammtodediWo desœltmçagqueox re durantea prova'.e o tempo em msdesele o de CaIa Ggura edecomposi#ode cadasmuyda.O sieeno é exxtlëvelemmicrosAT386 m uipado com tela sœ sivelao toque ou mouse , placareprodutora devozdigtalimda Soundblastere caixa acûgtica.Sessöesde avalia#o e treinamYto estsosm do pr-œ temm teconduSdascom criano sOtre 7 e 9a com esem paralisia cerebraḷ*PesquisadorCe q;*+IC Ce q;***Doutorado CAPES;****M estrado CAPES1


05.02 AVMMCAODECONSCA CIAFONOL6GICAAONIVELLOCG RAH CO DE Pm Llsa CRRERRAT.PM -ALFABM ZAMN RMR!O DB m TTABULEERO DE COM UNICK AO.n iezs.V.O.*-Capovilm F.C.** (Jnstih/n de Psixlœ a.USP)M odelos de d-- volvime n da ldtura eln tx ria de prnrmsamH o deinformawo(Frio,1985,Morton,1989)ted- a rvnnh- tr& estikosnese desovolvimœto:lososro œ ,alfabe co.e ortov ifco.No phmeiro a cdança tm de a cc ceberapalamo crita x mo se fosse um dœ e o,a rœ gœ- nçzo visualdirdadeum re ayte.N- eponto a criM ça pode = ceberque q'mnto maiorou maisœ mplexo um objdo,lxnfomnior ou nmis elaborada (ou mais lonN ) a palavl'a escrita que o re res- n.Naemnmiw o do le osrv co ao alfabe x acdança passa a conceberapalam escrita nâomaisœ mo a rœ res- nW o dirda do reerœtemassim =mo como atrnnqcrilo dapalavra falada que desi> esse m -m o rder- e.Nete momœ to o comprimu o dev,mx palavra pode passara serTeladonado nâo maisao tnmnnho do refer- dœi> do,massim dura# o da palavra falada queo d-i& a.Isto indica 'mu o- xconsciyciafonole œ (CF) ao nivel de palawas que ine mde dos meros padre dervonh-'mœ:to de rima ou aliteralo.Até que a alfabdimqdo se xmplde,no œt- o,éclaro que a CF deveë evoluirdo niveldaspalam s,ao desilabas,até o defon- s.T* at.a quesuo de CF e desua relaW o com o uso de tabuldrosœ mtmica# oernparalisadosœrebraisesté hoje na linha defrmte na literatura.AutorescomoBishop dal(1989)argum- nm que o uso de tabuleirosdecomtmicdo tmdea promoverodesm volvim œ to de um v= btzlirio de leitura visualna me da em que naquelatabuleiros os simbolos de comtmicad o emprv dos (WC,PCS,Bliss) apar=e areO doscom aspalam sœ critasconw pondœ tes.O presu e estudo consiste ntlm:- *parcialdesta hipaese.PaY cipou paralisado œ rebralde 15a3m e 7a4m deidadem - nl. E1e had a sido exposto Stmuntom la Bliss havia dez anos e atavaax x.,mndo a usarum tabuleiro de comlmical o (TC)xntœ do 234 simbolos.DoaTCsforam empro dosapartirdo cnlymmM o dostr& nfveisdecomposidodoitem:slmbolo e palavra escrita(SP nosTCs1,2,3,4),simbolo apœas(S nosTCs5,6,7,8),palavra escrita ap- s(P nosTCs9.10,11,12$ doisniveisde corde ftmdo:colorido(CnosTCs1,2,5.6,9,10)e branœ (B nosTCs3.4,5,6,9.10),edoisnivdsde posiWo dositœts:orie l(0 nos TCs 1,3.5.7.9,11)e almtoria da (A nosTCs2,4,6.8,10,12).ourante 30 sessœ a tarea onnqistia em ap- nr no TC o item v= lizado peloexperim- ndor.Aquiforam tomadososTCsc- m do ap- spalm asacritaseEs)on posie esA e com M do C (TC 10)ou B (TC 12).Nesse TCsa tarea eratx araPE conw pondm te palam ouvida(P0).Aspalam spram Otœorizadasdeacordox m o ne ero de slabas:mono,bi.tri,tera,pmta,e outros.A distribuilo defr- u&kdas de PBse colhidasfoix mputada para = da O te oria de exl- qso.Cilculode qui - quadrado ra ultou nâo-sio fioqnte (X2(z5j=29.8,p=.23).Loso,n:o héevidG da de que a e - sâo da palawa ocrita apontada tMhnsido sio ficantauœteafuada pela dural o da palavraouvida,desom Grmando assim asexpe tivasbaseadas= Bishx etal(1989).* M estrado CAPES:**PaauisadorCNPa


g5 * 03 STX ACOWWAXRIZAM PARAAVALIKAODE. CONSCA CIAFONOLöGICA EM PAQATAKIA CERKRRAL.zdaY o.E.C.*.'Caoovi1la-F.C.**.Duduchi.M .Raphael.W .D .Capovila.A.G.S.***(Instih/n de Psicole a,Universidade deSâo Paulo)(Instituto de Psicole a,USP;D D dePrnrm samœto deDados,FATEC-SP)A observado dosindiœdore deonnmci&ciafonole ca émuito * 1àprevis:o dodaœwolvimu odeleitura.Em crianesnormlis,habilidad- derima e alitera# o ji'e n-o presœtœ œltre3e 4adeidade;jé asdecombinado ese œulo de sonsempalavrasfaladastœ de aocorrerao fnaldos7a deidade.O desempe o em tarefasdemnnipula#o fonêlniœ que demnnemm zm KdG cia se - nlé tlm dos melhorapre tores. Tardas œpM zoqs podem tambH ser usadas para desm volver aconsdGdafonolœ œ,fadlitando assim a aqtlisido deleiturae œcrita,na passagemdoe o le - ifix ao alfabdico (Morton,1989),bem como o dese'volvimu o damemôriade trabalho.Busœ do levaro pamlisado cerebral(PC)a œmporsmtœlo spictoriaise silébimscompldasvia sist- n de comunicalo percebemos a vandeimportxncia de obtermeiospara prnrM erà avalia#o e ao desœwolvimœto dexnsciyciafonole ca nesetipo depaci- e.O preseteestudo dœcreve um sistemacomputadorizado para avaliaWo de = sci&cia fonolœ ca no PC baso do nosparadignasdeBlisrbnk (1995)eByme(1989).Permite avalia#o memo daquele comseverasdiculdadœ motoras,jéquepermite testagem viatela s> ivelao tm ue x matrasoajustivd deœtrada,ou viavareuraeacinnnm- o pormouse alavancdo almnpadedo comodo PC,H-- nrdevocalizme gutmaisindiferœ ciadas.O sie- nempre quatro tiposdetardas:1)De sâo de n'mx.Porexemplo:'Aspalavrascaruo efaleo rimam?Escolha sim ou ni0'.2)Idmtifoqçâo de difermçasou de semelhnnçasœnrimaealiteraWo em palavrasi-éras.Porexemplo:'VH vaiouvirtr& palawas.(=rt:0,carvâo.baleo).Ouviu?Umaddasé diferœte dasoutras.Quando eu rœ dir,quero quevocltmueq'mndo > disera que édiferœte.lcaluo,carv:o.balcsol'.NAgora lmnoutra.lcae o,carta,carvâol.Quando eu rœ dirtoque a diferœlte.lcrtso.> 1a,oqrvâol'x'3)Anx'lisedepalavrasem sons.3a)IdYtifcapso de sonsem palawas:'Ou>:(casa).Você ouviu osom (k).Escolha sim ou nâo.'3b)Comparad o desons:'G > : pala,boné).Comv m com o mamo som.Escolha sim ou ns0.'3c)Isolammto:'Ou* '.A to).Comv com (k),(gJ,ou (b)2Tm ueq,tnndo eu rodir(k),(s),ou p).*3d)Contagem defonemas:'Veja isto(* )éIpél;tem 1pe ço.(* *)é(pa tol'tem y doispeam s.(* #*)é(pn#-n);ton tr& pe m s.Vocêvaiouvir lmnpalam etocaro nflmero depMaçosque e1atem:(macaco).Esœ lha(* )(* *)(* **).*3e)Dele o e adiWo dè fonemnsao inicio,meio,ou Gm (de reaisa rY s einvœtadas;de invœtadasainve ndaserœisl:*ouçaIbotal.Como 60,:sœno som (b).(bota,ota,bola).Escolha.'Ouça Eato).Como;ca com o som k).(fato.rato,patol/.4)Sintae.'Oup (g)(a)(t)(0).Que palam éata?Toqueqlnndo eu disser.(pato,l'ato,pqto1*.Totesestso sœdopres- œte conduzdosem linlusde baserm didasparaavaliaro efeitode exposi#o diària domidliarde PCsa sistemasde comuniœ Wosilébico-ve licos.*œ utorado CAPES;**PesquisadorCe q;***M atradoCAPES- I


05 @ 04œ+qIvruT- us'. SIO MA COMPW AX QTZAM DE CONVERSAG O PICTO-SmABICGVX AIJCADEDIADKS DE PARALISAXkSCFRERRAIS.++m dudé.M .M anM n.E .C.*.fYnqw1-la.F.C.m oto de PrM esam- n dp Dados,FAH C-SP,Tneituto de Psicolœ a,USP)o sie- x TvrlœTw tus p- ite dié1- eje osde = versal omtre duascriançasxmparalisiaœrebral@ C)por'mdo de ap- sum microcoznplenHor.Cada criança tœndiante de sium me torœ niteh s- ivd ao toque.M criano ss5o col= dasfrœte aer- . x m osmonitora um po= = isabaixo.Trvlnqassœ tœlo s queumacrianox nv a s:o visivdsa da e ao seu inf-edM #nr.Ascrian- tomam tumoscomo emissore r+ r de mœua- vistas e soadas sœn pre sar se d-la r.O sie- n éex- xuvel em mi- w > dor AT486 m uipado O m dois monitores,duas telass- ivdsao m ue,.m% plam Y rodutora de vozdi#taliada,eumnoqixaacûstio.Ele.pode inœ rporarsie- nspieoriaiscomo PIC-CO- ou PCS-CO- ,simbôlicoscomoBliss-comp.ou pi> silébi= onmo ImagoAnavox.Quandoeste fgumo ée ro do,a onmuniœ # o é perfdtani- o personaliada. Cada criano tœn seu prôpriov= bulârio,isto é,seu prôprio = j.'n'n de feose sstu'asquerem-m seu meioambi- e lsico e se alpr# :o,bem como sua prôpria voz.Assim.ascrianospœ œnocolhersua pe ria voz,aquda = m quemaisseidœe mm,a paœrdebanœ s= 1mltiplospaa-- .Situae lûdiœ semprv daspam estimulara A versal oao osinterlocutoro indu- jogosde adivinhalo em quexânu dascriav stœn ax soa umainforma# o (e.g.um œ< o z- e do a foto dealguém ou um nûmero)que a outra deveadivinhar.A tarea da plimdm criança nnmisteeln fomu rdioqs(e.g.a œte riadoit- oqraeeristio sassociadas)para adivmha ' # o,e fe back qxmnfn a acerto(i.e.,celw erradoleproximiaoan (i.e.,q.- -frio)dopalpite.Quando aadivinhalocorr-6 feita.ospapdsse al#xmum.AIH de jogosde adivinhalo,r- rosprv asivospM on serernpro dospam e 'mularo diâlogo e a reolulo de probl- s.O si- nlnmhe pH e ser- r* para permitirO mtuucaç:o œtre falxg- normaise oparalisado œrebral,estimulR do * ûltimo no uso deœ muniœ lo altemauva name da œn queque raa rda#o de superioridade Omtmioqtiva do primdro em rdaw oa ele.* Bolsista N utom do CAPBS;** PœquisadorCNPqe ori- dor.


05.05SISTM COMPW AX RIZAX Pm AVMM G O DE PROHCA CIA EM DECODIFICACAObE slNAlsEM LW GUA BRASHM A DE SW AIS,E DE LETIIJRA DE PALAW ASKSOLADASPOR SM S.Canodlla.F.C.*.Rnnhael.W .D .M a-*- o..-E- ..C.**.n'lduY .M .Santos.A.C.tfnstih/o de Psiœloka,USP;1+ dePrnr-sam- n de dados,FATEC-SP)xslinsuas de sinais s:o lin&lag- autônomas e indqv d- - das faladas.e tfxmmdvx ismosprôpriosœpaciaispara relaci- raformaao sio loqdo.Seusmtvx ismosgrxmntioais usam articula#o simultânœ multidimœ sionale nâo linœr r'.nmo nasfaladas.Suamozfolœ a r'vlifo W riossigv cdos simultanMm- ,e gs formassninhxm-se lmnsnasoutras.Porex- lo,para concordânda n- lnxle verbal,umsujdto podeserdesin do aum 1= 1qualquernum plano de sinalizaW o;ulteriormœteum pronomeou verbo diri/do àquelel= lclaram- - faz referG cia a elds),mesmoque haja vâriossinaisintervmi- -q.lsto permitemaiorV ciGciano prnr- sam- n deinfonnalo linguistica.Em pafsœ onde surdosainda nso tiveram oportunidade deatm'grnivdsculturais,eY ômicos,epoliticosmaisdevados,aslinguasde sinaisaindanâo se desœwolv- m aponto de atin#rxlmn maiorformnlizad o gramatioqlquepennita o atinkmœto deniveisde excelGcia em esciG cia de procesummto deinforma#o linsdstiœ e lxmn= smumtemaiorfacilidadenaldtura eacrita de linguasfaladas.Isto porsuaveztœ dealimitaraindamaisasnhnncesde asom uo prolssional'eculturaldessaspessoas.NoBrasil,porexemplo,proficiG cia em LibrastLlnguaBmsildra de Sinaislainda éavaliada œsmdalmœlte pormdo de doiscritérios'.extm sâode v- bulério de sinais,e rapidez denM foqlo de sie 'mqdo em sinais.e dedvndificçzodo sie 'cado dossinais.é dmcrito aquium sie- nOmputadorizadoparaavaliarprofce cia nœ sesdoiscritérios.E exœ utévelem AT486 com tela s- sivelaotm ue.O sist- n ennqisteem xmx tarda dede sâo lexicalque avalia a extm sso do= jtmtodesinaisrv- he dos,bœn como a velocidadeem milis- dosda dM 'ssobasœdanœse rvm be me n.O sistemaapresmtasinaiscom animado gro ca oupalawas escritas, e M uer a œcolha dœ tre até oito altem ativas de escolha queonnmistem em fdosou flmesquere res- nm difer- - referH - ,sœ do queap- s'lmndasaltemauvasœ raponde ao sinalou palawa modelo.O sie- n re stm aproporlodeacertoseo tempoem mspara 0da 'mu deviriasOteoriassemânticas.*PoquisadorCNPqeori- ndor,**Bolsista Doutorado CAPES-. j


* +a05.06CxoNoFoNOS:SISV M A Pm REGISTRO EM M H.ISEGUNX S DE LATO CIA E Dlm çAooE Lrm mA EM VOz ALTA EM COM PW AX QFA CONVG CIONM SPm Ec os EMIYORIADE PRX FASAM ENTO DE INPORM ACAO.nv,audli.M .M amM n.E.-C- . * . Sori - au -R .Caoovila.F.C.**(Deto deProcusame deDadosFATK -SP.lneituto de Psicolœ a USP,Esxla Poli*v' iO USP)IM tre asabordagx à compr- mso de leitul'a eescritae de seusde cits,llmndasmaisprode vastem sido a tx ria de pr-- samœto de informalo eosmoddosdeldtul'a porrotaslexie ,léxico-s- n-nHca.eOnica (Moltom 1989.Marmhnl,1989.Seidmberg &u ccleland,1989).Estudosnela baseadosfa- uso de doisre strosespe scosdara posta de leitura em voz alta:anâlise de tipo de erro e detempo de ldtura,como rfurzlo de caraueHsticas psicolinguisticas de palm as. tais como lexicalidade,re ad% de,frmue da,œ mprim- n,dc.Enquanto queae lise de tipo de erospodeserfeita de mxneix'a mnnual,a H lise de tempo deleitura,* :0 no que conœm eà1.+- cia qlmn:o à dura# o de leitura,deve nv-saziamu e serfeita apartirde re strox mputadorizado com x'mnese a deprxis:ode milis- dos(rns).Atérv- em- e,os re strosdasO raueristicasdaspalawasespecu cammtepronunciadase do tempode leittu'a em voz alta eram fdtos sœ amanm- e,o primeiro via gravalo em :tamaa éticA e posteriortranscri# o mnnual,e os- do pormeio decarosmuipamu osespe ais de oqdos espe fio.lm œze a tallm que pudessem permitir talprecisâo.H ardware de uso gœlérico comumœ te m contmdo no mercado, tal como placaSoundblasteracoplada a AT486,n:o podia seremprv do jâ que n:ohavia provamasespœ ilx s que implem- nssem algoritmos apropriados. No prœaxe estudo édem onstrado um programa pornôsdesm volvido exM enevelneste m uipam- ogméricocapaz de fazar rœ stro automn'liœ tanto das palm as prontmciadas quanto daso raueHsticas temporais d-sa prontmcia,espe ficamalte sua latGda e dura#o.cxoxoFoNos apresm ta padröes dsuais tais = mo palaw as escritas, sfmbolosyd- e os.e fotogralas.e rœ ern com pre sso deaté milésimosde mi - lisetmdosalata cia bem como a dural o dasTespostasde nomOçâo oraledeleitura œn vozaltaporpartedossujeitos.Assim,CRONOFONOSpermite prom marpre samH en- Mnsde œtimulos visuaisem ordœ sde apres- nWo alœtoriaqdas ou prGestabelH dasdeax rdo com oqteoriaspsicolinguistics.e oferu rl stro temporalem ftmlodessasm esm asoqtœ orias.O sotwareé e crito em Clippere C* , eéex- en'velou A1486x m microfone e placa Soundblasterde 16 ou 32 bil.A p'avado éfeitano padrâow AV em IIKHXpennitindo assim dima pre ssodere stroerelativam- ebaixoconsumo dememôria.O so> are permite nnllisesœ tre8 e44 KHz.*Bolsistp deDoutom do CAPES,**Pœ quisadorCN Pq eorim tador


05.07 co- cwçâom vu vxo ops- ow so spoaPAQATM D X FRW W : PV RX M QATI NAR opoRçAo DE Acc w : No ACG O AOSKim oLœ COMO n mçâo DE coe oslçAoDE mm' oD .cotou çâo DEO ,EPomçâoNoTM T1T.= o.n i= .V.O.*.fY nu la.F.C.-**.Caood la.A.O.S.*-. ' de Psiœlœ a.US?)N. e .an u -'orfo= nnxlisadosos* 'ns* e œie * e'-t:slmbolo epalam (SP),Zme lo ap= (S),po m ap- @);* xm poàe :oripe' (o)ezle ri* (A))e * sx xlom#o ded'naa:x lorido (C)e b= m œ )soba apo ore de A- as@A)porpae sado -- umlusœ o de O bolo BEss dua--pmw * ape r.= do> Vbuldmsde= e œ#o G C)dif- - = 287 ,+'- t* x ,aqe e que = = Y * pdo e ee - oaar.A * sY o o:doa Tcs- w.ap-'---aa*,se r* * o ap- nr& dc it= de * TC.Auim Hav.TCsf0= - * a pe r* M .x-e * te nie sde = ooilo % i> :SP (nx TCs1J.3,4).S (nosTCs5.6,7.*.P (nosTCs9.10,11,12);doisivdsde x r& Amda:C (nosTCs 1.2,5,6.9,10)eB (nosTCs3.4,7,8.11.12).ê doisrue sdeposie H i% :O (nosTCx1.3,5.7,9,11)eA (nosTCs2.4,6,8.10,12).Najudee 'an ANOVA 3+9v3i> -sujdo e ou i-- Wo sie 'Mn- - astrl wriavdsgra46- .195.,*.005),b- -- - &e pe dpais sie '- - * posiwoœt-jaa !,.338,k > = SP eSnosTCsdoupo0.Te sidoœ baio no t- 0+ .* prode A pda mxemlo ao l=m dosbla as',- iw sd: e- .- ?Teua m nan a respe .a e q..- - as- 'iasdePA = * = dos24 blo= de dc #- >u> = que* TC em ap- - nao fo= plneldns= f= lo daore deapr-- l o d- -bl= spam * TC sœ a- d--e .Dife- - - * t= po qœ a-linou = as.- -'w ss,.- .iw s,PA nosbl= sn:o foisie- -'x m- - n- oao pda or- dosblm .M im, à me A que os blox s ê-nm= r:m = % m mœ os t- o foie' mdido= a- epàsimbolos.= bom a po orW odea- M uw e p- nne doe w mo ie tœaA .Poe- n.Y s A dœ indi= txn a'- - n * e dM da dox rao 1- * 24 bl= sqœ œ m--'+au todosos TCs,> * aqudœ =ap= oalao = posi- ale d=das.* M- do CAPES.**M qtusadorCNaO œ


PslcorlsloLoGu /PjlcoBloLoGGSETOR 06@


06.01IDRMYIFICACXO DE Dols GRUPOS DE àATOS C0M DEàRMORURODIFERENTE Phph AQUISICXO M RMTKNCXO DA INF0*MhçKo No-PROCEDIMVMYO D0 AKVIRINTO MM.T ELEVADO.ygj;jVictob Da Costal Carlpa Conde e Càzzos romax.Laborat6rio de mafrob:oioF:ay FFCLRP. Jnivers:dade deSMo pauzo .A utilizaçâo do labirinto em T elevado no nossolaboratörio com padröes semelhantes aos citados naliteratura vinha apresentando resultados com uma altadisperslo de dados, o qual sugeria o envolvimento deuma variâvel nâo controlada nos experimentos. Depoisde descartar algumas variâveis relacionadas comcaracterfsticas do procedimento, perguntou-se se oelemento dispersante estava associado com aspropriedades dos ratos. Assim, investigou-se 40 ratosWistar com peso entre 250 e 35O gramas procurandoidentifirar capacidades de aquisiçâo e de retençlo .Para avaliar a aquisiçâo foi contabilizado o nûmero detentativas (NT) que os animais requeriam para atingircomo critirio de aprendizagem a permanência no braçofechado por 300 segundos (esquiva). Adicionalmente ossujeitos foram treinados uma vez em fuga e testados 32horas depois, tanto em esquiva como em fuga . Adistribuiçâo de frequências do NT mostra um pico entrea primeira e a quarta tentativa (57.5% dos animais),ficando 42 .5% entre as tentativas 5 e II .Adicionalmente detectou-se uma correlaçâo negativasignificativa entre o NT e a latência de esquivateste. Quando agrupados os animais em 2 categorias (NTmenor ou igual a quatro e NT maior que quatro)encontrou-se uma diferença significativa para alatência de esquiva teste, a qual foi maior para osratos que atingiram o critdrio de aprendizadorâpidamente . Os dois grupos tiveram uma diminuiçlosignificativa da latência de fuga teste. Os resultadossugerem fortemente que os ratos estudados poderiamcorresponder a dois grupos com caracterfsticasendögenas diferentes.Financiamento : COLCIENCIAS , UN IVERSIDADE INDUSTRIAL DESANTANDER , COLOMBIA ; CNPq .


+ * 106.02xvxLlxçKo DA MRUöRIA kMoclou*T.=nu MOD/LO IXPMRIMRUYAL DMXPILEPSIA XM RKTos.è arlos con d e z,korberto Glrrla-ca:masrofe c'klo. Tomas'.Zaboràtör:o de ps:rob:oiog:a', FFCPRPJ Depàreamento dqy:eïo:og:aze P-OP; Jn:vers:dadp de ,#o pau:o.As relaçöes entre epildpsfl e 'a memöria dependem dospodelos estudados existxndo substrâtps neurais comunsara os dois f enômenos .. é nosso interesse iniciarpexperimentos com base em Modelos quq envolvam aparticipaçâo ou o recrutamento do complexo amigdaloidecomo substrato neural comum . Neste trabalho investigou-sealgumas possfveis inte/açöes entre epilepsfa e memöriaemocional usando um modelo de susceptibilidade epildpticaâ estimulaçlo acûstica em ratos e um modelo de aval iaçaoda memöria emocional (0 labirinto em T elevado). Estudouseos ef eitos da susceptibilidade epiliptica audiogênicae da estimulaçâo acûstica crônica sobre a aquisiçâo e aretençâo da inf ormaçâo . Foram utilizados 4 gn m osexperimentais : n.. Ratos sensfveis sem estimulavâoac eustica (SNE , n=8); 2 . Ratos sensfveis com estimulaçâoacûstica crônica (2 vezes/dia/zmeses ; sEA, nwa); 3. Ratosresistentes sem estilulaçâo acûstica (p= ,n=5); 4 . Ratosresistentes com estimulaçâo acûstica (2 vezes/dia/zmesesRsA, n=8 ). os resultados indicam que a atividadelocomotora basal sö f oi signif icativamente menor no gruposEA . Embora os critërios . de aquisiç/o nâo indiquemdif erenças . a tendência sugere que sö a condiçâo desuscept ibilidade genética f acilitaria a aquisiçao eretençlo da inf o- nçâo neste modelo de memöria . Aavaliaçëo da retençâo sugere que ela n1o : modif icadapela estimulaçâo acûstica per se, mas prejudicada pelasconseo ências da induçëo das convulsöes . Estes dadossomados â inf ormaçâo da literatura que mostra brotamentosneurais na amfgdala nos ratos. epile ticos crônicos,sugere que as alteraçôel de memöria aqui observadasparecem depender nëo sö da susceptibilidade genética àsconvulsöes , mas das consequências da repetiçâo dasm e sm a s .Financiamento : COLCIENCIM , UNIVERSIDAD INDUSTRIM DESAN TANDER , COLOM BIA ; CNPq .


06.03IMPORTâNCIA DA UTILIZACXO D/ UM CRITâRIO DM AP=RUnIZAGEMP*OA AvALlxR MAUöRIA No T.AnlRlNTo EM T ML/vxDo .carlos Condee Vietor Da Costa, Carloa Tomal. Laborai6riode plicob:oiogiae FFCLRP. Jn'verl:dade de ,#o pau:o.Trabalhos publicados at: agora utilizando o labirinto emT elevado como um modelo de avaliaçlo da memöria eansiedade, nëo tem definido claramente um crit:rio deaprendizagem . Isto dificulta a interpretaçëo dosresultados quando ; discutida a retençëo da informnç:o.Por outro lado, a utilizaçâo de ratos com pesos variadose as caracterfsticas dimensionais do ḷabirinto, fazemque o ingreso do animal no labirinto influencie osresultados. Este trabalho pretende contribuir parasolucionar essas questöes. Foram feitos experimentos com68 ratos Wistar com peso entre 250 e 35Q gramas os quaisse dividiram em 5 grupos. Dois grupos foram treinadoscom 3 tentativas em esquiva e uma em fuga . A diferençaestava na vfa de ingresso do animal ao labirinto . Unsingressavan pela frente do braço fechado e os outros poruma porta traseira do braço fechado . Três gruposadicionais foram treinados com o nûmero de tentativas emesquiva que eles precisaram #ara atingir como criteriode aprendizagem a permanência contfnua no braço fechadopor um perfodo de 5 minutos.As difernças entre os trêsestava na vfa de ingresso ao labirinto ou nas dimençöesdo labirinto (um de 12 centfmetros de largura e outro de8). Os resultados mostram que os ratos que atingiram ocritfrio de aprendizagem apresentavam 72 horas depois dotreinor uma latencia de esquiva maior que os ratos semcritfrxo. A avaliaçâo das fugas nëo indicou diferençasentre fuga-treino e fuga-teste nos ratos sem critdriomas sim nos ratos cpm criterio. As outras variaveistestadas (vfa de ingreso ao labirinto ou a dimençao domesmo), nëo influiram significativamente nos resuitados.Isto sugere que a utilizaçëo do labirinto em T elevadocomo teste de mem6ria deve incluir a definiçâo clara deum criterio de aprendizagem.Financiamento: COLCIENCIAS, UNIVERSIDAD INDUSTRIAL DESANTANDER , COLOMBIA ; CNPq .


'A TN06.04ANALISE ETOLUGICA DO COO ORTAW NTO DE M TOSEU O STO S A O LM IRIN TO EM CRU Z ELEV ADO COMPARED ES TRAN SPARFNTESV anessa Cristina ZM Anmelonie M arcusLira BrandâoLab.de Psicobiologia-Faculdade de Filososw Cienciase LetrasdeRibeirâo Preto -Universidade de Sëo PauloE studos recentes,u- do nnAlse d olôgica no labie to em cm zelevado,um m odelo snim alde ansiedade,levantam a possibilidadede que um m esm o m odelo anim slpode G denciardiferentestiposde ansiedade.Entretanto,o labe to em cm z elevado convencionalcom paredesem madeira nosbraçosfechadosdifculta a veriscal odospadröescompo- mentais do e malnosbraços fechados.Poroutro lado,em estudo recente,m ostram osque o uso de um labirintom odl cado com paredes transparentes nos braços fecbndos nâoapresenta esta difculdade,pee tindo um a anélise m m'sacurada docom portam ento dos anim aisnosbraçosfechados,um a vez que porsuas paredestransparentes pode-se observarcom m m'or precis'o oquadro com ponam entalnos braços fecbndos.Dando continuidade aeste trabm o,estam ospror>zendo txm l anâlise etofl- ncol6gica docom ponam ento de ratos no labirinto em c> z elevado m oe cado.N este sentido, foi esm dada xxm n amostra de 72 ratos W istardivididosem n poscontroleetratadosoom midazola (nasdosesde 1e 2 mn g)e pentilenotetru oltnasdosesde5 e 10 mn g)injetadosintraperitonizlmente.A frequencia e duralo dasve ascategodas comportamentais Wr- ming ree/ag,scœming,Aee -dâpping #af + ck e prx cA, ey -em loration. stretched J/epostureepeeping x /)tratadasatravésdenn4lse fatorialindicaram apresença de 10 fatores.D este m odo,este estudo permite um a melhorcompreensâo do modelo de labidnto em cm z elevado,uma vez queidentisca os diferentes n pos comportam entis que podemrepresentar form asdistintas de ansiedade.Financiado pelo CN Pq


06.05EFEITOS DA DRW IRRIG O PROG CA NO DESO ENHO bERATASEMTAREFASDE DISCRY AG O WSUAL E ATENG O.1H e J.l 2 2 .C,,m OEveH L.M ., Stnw B.J., G D.A1 e & œ Pde iolv ' Faœ le œ F;v % Cie ce e t> -tARie Y USM P, 2Di+siœ of N% 'e sdm x , Com enUniw rs%' .M= .NY,USA.A 1e'.- ,0 su- que xnimm'. ex- à e uilo poap- nm piord= - oœnt- œ dlcriminawo - l- Gzqueé+ ' aH biWo& > .Bae n- nlm- 'va* e nan xoje. aavalàrœ e e * e udlopre œ ev u- lone cienoe o& A = - œ ' '' -ovisualeae #o.Pam i* ,* gn- & xninuite M nd- '.Gv D que ----*-.die = :6%& p* A.- ** a W& ,Gv R que - > .die * 6% a- nalnav -n(0a 21dias& i* )e* i* ,diA * 16% œ p- -'neGvC4uee nl-' M e diA = 16% œ p- em'xA- me ae .Aœ7:de Y ie œ ximsimO - x- nu> > oh que= pre e unmu vl u> luz e - um oe do lv>l'v>dn 1- ae * M e mlem= ' dwla Ee do œ m le œ = i& * 45mg.Um > PC-XT> . vaa > % = . ,'merw- xva . - - . w ou.A* * ' > * @* rW em me e 0 H 0 num O R M'*&*M N um - * .No * & de vlsuz ' œ AnimximO 'Amv &rnoœ œjaluzA vaaœ .quemx e assim ax- ee a1- *:% * No* œ * * # K > M a1- œ xnimAime 'nm> 0 ! 3,6 Gl9 - * m h kz que e * o M - n.A 1=eN a aœ m re - e .Ne - lAm> e o aY PA 'OQ,G1W * X * * X * X 0 .œ * '**- am que œ - nâo aiGn'am no * œ ' ' ' visualse H .No* & e doœ Animxl'*D eR H * a- piore oqe > aœ - k,= d- 'cl œ um nY œ n- œ> p- .> e - * qœ a e e o aY a- * & %Nr> 1-1-- - o qx > > e E* =ae e nœ p= a & - e o& e o.Y 'oee ocNpq.P+ *


06.06 v Ruou AçAooscu Arrx ss- rrpzm -.O S:RFRU O S D A COM PI.RM TAM E D ISCRTO A.TW A S OBM A DM NIX AO DA RESPOSTA M H M M IA'QIA .*Jorge M end- do O live r e .Do- ' o: % W o Ce o.œ losn A n A lves * So> Eileen pfex œ Flom s,Glaycile Siebra% OliveG Pe OliveG M .** Schm Cdse o Cx 1% ,&Garde a AY HG . Universidade de Sre /lfe.Em e xe enlo s= e oresœ = o nze ' * - smsv i> ,obm ou-x q= :1)a d- % xsm so inlo= M ,'4n'a(coe u a = lela de ae o)dimlnuiu * mo x a GmcAn semiloee c * ne ero * lenGtivu;2)a > A fx #o > sor.u111*>a>- e scx o œ semm % o;o 3)a= entosno ne ex œelemenosdifeanasqœ come m * = junto a Rrmemodze&ou * N i* no Gonj= to a= - m m o lomm do oonsdu N a oœ ' to % m s- inteM eHl4n'a F.qtemmsule ssugoromqx a oom plexie i x dm lnxhva do = a > fa de N s x- iados> = œ schu a% vésœ 1* x .ns.+ œ .e ,onœ m éo ne ero deelom entosym 6 o ne c o de N e, ase ados,= 6 o nlm ero dem sie s,> é a % * >**zw e' K s1* lo e % 6 a % œasv lo' à m sie .Com o objltivo œ 1-*>eosk Kdiœ œO mplcxie discHmlnnlivw oito sujciu fo= submcûA a cincosese sexm rim ene X mem onze ' de - fognuans- simbolose conj= tosœ o- otemse ie os,> qV sfox Y pule senR :o ne eTo X M - -- sd fem ntes que xpzm%nm osconj= tos,a taxa X A- iae *n% osn- z/m eosgM h11œ ,e a% œ nm- io entro osœ acterese asN ie sno œ njuato.Ose 1>% M o>mm qx ax entos> % do x*- e' ao slmboloalm lnnlm m a de 1oO A = m sœ 1% eH4'4n'a - memoe'A x enœ no ne ego œ elem enœ difo= os . qx -p m h- osx njx ose > * œ %- â*' à m sie g- a- xsde :inmmdusivos.Ese > de ssug- m a e' ' œ = inéuo doO m ploz e H,'= 'm lM llva O m m x difx e - a % œx- io ao slmu lo.*Y q


06.07EFEITOSDA ADY NISTkAG O SISW MICA DE SUBSTANCIAP SOBRE A AM NISIA INDUZD A P0R DIAREPAM .JoseaneCosta 1 ; CarlosTom az' . l-universidade Federaldo Paré'(UFPa)-Centro de CiênciasBiolögicas(CCB).C-universidadedeS:o Paulo(USP)-Csmpusdeltibeirâo Pret- Laboratério de PsicobiologimDados clfnicos e experimentais têm demonstado que aadministraçâo debenzodiazepfnicos(BZD),como o din- pam m ZPI,alé!h !erefeitosansioliticoscausam tnmbém smnésia anterögrada.Poroutro lado,tem sido demons- do queoneuropeptfdeo subsA ciaP (SP),facilita a evocaçâo da m eméria quando o = im al'é subm etido aoaprendizado deumatarefa.O objewo denosso trabalho foiavaliarosefeitosdaadministraçâo sieAmica (i.p)pré-A ino deDZP (2,0 mn g),seguidada administraçâotambém sistêmica(i.p.)deSP (50g> j),im ediatam ente apös o treino de uma tarefa de esquiva inibitôrla.Quarenta ratos, machos,W istar,pesando '200/250 gra 1% foramdiseibuidosem 4e posde10Kimais(conkole,SP,DZP eDZP+SP).Os resultados obhdos demonskaram que animais tratados com DZPdesenvolvtram amnésia eostratadoscom SP apresentnrnm facilitaçâo damemôria,corroborando resultadosobtidosnestee em oukoslaboratérios.Adminis% çâo de SP em anim ais pré-tratados com DZP,bloqueou aamnésiainduzida pelo DZP,sugee do,assim ,nm a possivelproteçâo pelaSP,dosefeitosnmnésicosinduzidospelosBZDS.Pode-se especular,paraa discussâo dessesresultados,queesteprocesso poderia estarocorrendo,pelo menosem parte,aniveldo complexo amigdalôide(CA),tendo emvistao resultadodeestudossugerindo queo CA, em particularo nécleobasolateral,sejaum dospe cipaissftiosdeaçâo amnésica dosBZDS.Poroutro lado,oukos estudos demone am que a atividade funcionaldosneurônioscolinérgicosnosepto medial(SM),que projetmm-separa ohipocampo,émoduladaporum m ecanism o intrfnseco GABA/BZD . Aadministraçâo sistêmicaou in% cerebralde SP aum enta a liberaçio deacetilcolina (Ach)no estriado dorulderatos.Nestesentido,épossivelqueo bloqueioda amnésia pelaSP,seja devido a lma liberaçâo deAchno septo medial.Apoio FinM ceiro:CAPES ,CNPq eFAPESP.-* I


'&q06.08PROSTCUM : UM PROG*AM A COMPUTA CIOM*T' PAOA O PROCESSAMRHYODx ocoooluclAs, SEQUAVCIAS M LKTXNCIAS OBTIDAS DEEX PMRIM RMYOS COM PORTAMVMYAIS .carlos Conde; viotor Da Icolta e èablos Tbmar. Laborat6riode Psicobiplogia. eACLa#' Universidade de ,#o pauio.A partir de experimentos realizados com o labirinto em Televado , surgiu a necessidade de otimizar a utilizaçâodas observaç-oes daf derivadas. Especificamente pensou-seem discriminar nao sö as frequências e o tempo que o ratoocupava em diferentes regiöes dentro do labirinto, mastambëm as latências de cada desiocamento nesses locais.'No mercado de programas computacionais s: encontramalguns que fazem aquisiçâo de dados a partir de videoimagensdo experimento , mas que tem capacidades limitadaspa ra a man ipulaçâo dos mesmos alem de ser mu ito caros .Nesse contexto , foi desenvolvido um programa em GWBASICde fâcil utilizaçëo por pessoas com pouca experiência emcomputaçëo e que acabou ficando ûtil para suaimplementaçâo em outros modelos experimentais, da anâlisedo comportamento (campo aberto, anâlises etol6gicas,Iabirinto em cruz elevado etc.). O programa permite : 1)E laborar e m an ipular uma base de dados alfa numiricos enumêricosl 2) Calcular as frequências absolutas erelativas de eventos comportamentais; 3) Calcular o tempoabsoluto e relativo associado a cada eventocomportamental; 4) Calcular a frequência de sequênciasentre os eventos comportamentais, assim como as latênciasassociadas a eles; 5) Realizar os câlculos discriminadospor perfodos de tempo durante o experimento segundo asolicitaç/o do usuârio ; 6) Associar grupos de dadosprovenientes de diferentes sujeitos experimentais eprocessar os dados como um novo grupo ou utilizando asmëdias e dispersöes dos eventos e/ou tempos comuns aossujeitos seleccionados; 7) Descrever o momento doexperimento em que ocorre um determinado eveptocomportamental e a sua duraçâo .Financiamento : COLCIENCIAS, UNIVERSIDAD INDUSTRIAL DESA NTANDER , COLOH BIA ; CNPq .


06.09 ALTERAO ES No DESE- ENWO m m mA SW RESSO COO IG ONADA EM RATOS DESNUTRIDOSE- STOSàESTIMH ,AG O Am œ N'rMCe os A .Fom iDonzzKkFem nnda C.de Cme okD e o C.PrestaNix laiL* M .de OëveH .tab.Nute o e Comporta - o,Faœ ldade deH ox sa CiG cias e 1% mdeW heirM Prdo,Unive dade de SD Paulo.G Yroix#iliyxdo um prTe l'moto desup= * e condicionxdA * com o obje o.de* = x a adidoM em ratose e x O neeu lir= umfator œ rretivo para as ztœaçöes do O mm -- o, prM lx'das m ladesnudWo protdca prvzw .œ posinde- dentesde ninhndnm (6O oto * )r- > o didasie >lôriœ com 16% (C)ou 6% deProte (D)= do quea m-ndedasninbndnmru e a eeimxlaeambientz dl4Hx(CE eDE)eosdemaisme dos< ' o (CN eDN).Foi'/iliyAdo um O mpue or IBM-AT 286 e unm inte nede-oldda m la M RA,Ind.Equip.Ele ôniO s.LD A .,pn O nkoledo e - o.Osnnimnisfora xbmedosa b- pHvalo (18h )enas - -- sre'a * mo reform ,ldte am 'm do à 3œ% .Apôsobtœulna 1* de ba estévelno eK uema de W -60s,foi ineoduzdo oprvM m- o de e rese Ge cionada (CS-luz-2min;e Usliyadnq 3 -*- de mprese em * u> dasintensidades de 0y2;0,4;0,6,.0,8 mA Foram repdidas o> asduas x q.


06.10 Esn m o DO POTENCIM. EVOCAD O AUD ITIVO(PEA) EM CRIANCM DESNUTD AS, SUBM ETD AS XESTM JLK AO SENSORTAL E AM BIENTALJuraci G. de Lims(1); carolina A.C.Funaynmn(2); Luiz M. Deoliveiratl); Naul M . sol,a (2)) M aria Rosnto (2); e José F.colalm,'natzl.tllLab.de Nutriçâo e componamento,FaculdadedeFilososa deRibeirxo Preto e (2)HospilaldasClinicasda Faculdade deM edicina -Ribeirâo Preto-U sP.Bi stem evida cias de que o PEA estâ alterado pela desnutriçâo tantoem nnim nisde laboralôdo quanto em crianças.Alguns autoresm ostraque m esmo apôsa recuperal o nutricioM o PEA permxnece alteradoem crianças,suyerindo que em qalteramessëo Heversiveis.O objdivodeste estudo fo1avaliar se iteraçöes ocasionadaspela desnutHçâo sobreo PEA podem ser reveY das pela reabili . taçëo nutricionale estimulaçâoA morio-motora e a biental, durante a internaçëo hospitalr .Foramincluidas6 crianyascom idadeentre 5e 33 meses,deambosossexos,que fora atendldasna Enfennnn'a Pediâtricaycom desnutriçâo severwv au IH ( kwashiorkor, msgasmo ou kwashiorkor-msrasmético).Crianças bem nutridasyque Fequentava a creche do H C.pr eadasporidade e sexo,foram submetidasàavaliaçâo do PEA (Gmpo Controle).O PEA foi renliu ao nllm n sala isolada eletrica e acustirmmente,utiliyxndo eelm ulossonoros com intensidadesde 90,80,70 e 60 0 .O sestimulos foram obudos através de clics de rv efal o,gœados porpulsos de 100 m sde duraçëo,apresentados atravésde fonesauriculares.Osre#stroser= ooletadosem um microcomputadorNicolet,modeloC A 2.0* . O s resultados m ostram que a desnutriçâo levou a ummlmento do limiare lAmbém daslatênciasdasondasnnnlisadas(I,m ev) t e quea reabilitaçâo nutricionalduru tea internaçâo,associada a.estlmulal o sensorial e a biental foram efem- s em redlnr estesvalores, aprovim xndo daqueles de crianças controles.A comparaç:odestes dados com os estudos que m ostra algum nm irregularidades nasaleraçöesdo PEA.mesmo apôsa recuperal o nutricionl salientam aim poHAn - cia do processo de estim ulaçâo sensôrio-m otora e ambientalpra a melhora da maturalo do sistema auditivo em cirançasdesnutrieApoio Finxnceiro:CU q @roc.301.596/91-1e FAPESP (90/3474-0)


06.11G DD AS DO POTEN CTM . EVO CM OAUDITIVO AO LONGO DO DESEN VOLVM N TO D E R ATO SD ES OS E CON TROLES.Roce oli,L.F,Colreminn,J.F *,Holandw F.* e De Oliveirw L.Mu b.Nutrie e Comporta ento,Faculdade de Filox fa Ciências eLetrasde RibeirO Preto -USP,e * Hospitaldas Clinicas da Faculdadede M edicina de Ribeirâo Prd o -U SP.Eistem tfabm osna literam ra moem ndo que o PotencialEvocadoAuditivo (PEA)podeseralteradö peladesnutri# o tanto em Anlmm'scomo em humlnos.O objdivo deste estudo foiavaliarasalteraçöesnoPE& apôsdesnutril o proteicaem ratosao longo do desenvolvimento(14,18e 22 diasdeidade).Gmposindependentesde ratosreceberadidascom 16% (Controles)e 6% de protelnl (Desnue dos).O testedo PEA foirpmliu do em uma sala isolada ele ca e K ustipmm ente,uuliando estlmllosOnoros,apresentadosatravésde fones(D H-39),com intonlidadesde90,80e 70 0 ,com âequênciam4='mAde10X Hz.Para o re/stro do PEA foiu'ililndè um microcomputadorNicoletCA 2000.A desnutril o em nnimnis com 14 dias de idadelw ou a 'am x reduçâo na dde nbilidade das ondas 1,III e IV comeeimulosde 80 48.Foiobx w ado lnm bém um aum ento dms lat:nciasdasondas Ie 11aos 18 diasde idade e 1,H.Ie IV aos22 dias de idade.M diferenças entre nnim nis desnutridos e controles sëo m xisnr- tuadasem intenAidadesmaisbnivns(70 e80 dB).Nossosdados* indicativosde que adesnutril o ocasionou atrasosna maturaçâo daresposta evocada auditiva.Apoio Finsnceiro:Capes e FAPESP -proc.90/3474-0


@4?.m'roooLocM oB P EsqtqsASETOR 07


07.01coM pnRENc o TIx1r AL:UM QW A AO DEPOX O DE W A A.M AG H eI- Févem .U- i* deB- IGY - > T-j- .U/- M G BmSM *A u ionlxcla o o e w lo'- - m ix lôe he o eo * O * 1e * do e hM 'm e n é > que o M fa l- aPse l- ' * M h- -e @AVERO,1994).N* - > 'vwo Y o A ae Bi*r .*x* > > f- - do (Feexe a ae > pe- mee .le gem .Es- zo-m- -o-xv- - e wlw > e lan qœ n- % aubse g- avO - na Y o da M t= % e *m ç:@ dosujeita >'----Ke t. = a aude e ie h'va % lelœ m .O - so œ leie e:1 agge o :oH a l- un evle-nlo œl%> > G> ie hd< soE- ' do W tœ = = > % gx ' akne - 'a e> dosme l- de lei- oe H m 1a se o-o.,1h. . Assu .- - x v 2,= e mM la, = sitex = ie ional * m= do * m> ' 0- - ... A 1d1>m - totx - 1,'y> m rm eio de afasde ram e l o sem iéuca.nœ - a f@> e o - :M * dœ w kulog m M 1*o.'e seke ssœ kw is.Ao agmmtlM M o N ssu- % e ssœ kbiEG deene fa @ e e o,f- li- m- nosso kue- e zo x le o %estmœm l+ * = a x p- .*. axœ .P- e *.anelaamaaa lmnh'le e mY o X ID œ v & n* de* * autœ)deH M *'M'w,'.* je (FoM de > Paulo eCa io B* = e)- > & - 'A- *-aY vezsie s* 1*e 2*sem- œ = ogi= osda U g& m- e leitœ = Hed- lo % me % f- (e- - te )= o= tee (œ e).*CAPO 'O W X - A-


=qH a*07.02A FIN AO DA FA= .IARm ADE NORECON HECM N TO D O TIM BREB m holom eu T .Trôccoli-D eF rtamento & Psicologia x$'œ /J/edo Trabalho,D nm iân K eller -D epartamento Je M ûsica.U niversidade de BrasiliaO problem a da representaçâo do conhecim ento -de que forms ainform açâo é codifcada e transm itida -pode serenfocado doponto de vista dnA pmm cteristicasda informaçëo processada ou dosm ecanism os utilizados pelo individuo para a aquisiçëo dess:inform açâo. A escolha de um estimulo que m antenha acom plez dade de interaçöescarad eristicas do sistema do qualéextraido -e a deGnkâo de xm modelo provis6rio que permitannsli- asrespostasfom eddnA pdo sistem a perceptivo - sëo itensim polantes para o enquxaram ento conceitual do trabm oex ? en'mental.Em conseqtiênciw sugerimos que estudosnapslcologia m usicalutilia m o timbre como estimulo experimentalsige cativo,dentro do contexto de mlisicasjà ezstentes.Nesteprim eiro estudo, de um a série desenvolvida com base nestas? remimeq,foiempregado procedimento experimentaldestinado alnvestigar o papel da flmtliaridade . na capac jdade dereconhecimento do timbre.Dezsujeitosforam expostosa sonsinstm m entais e sons geradosatravésde sintese -inseridosdentrode ve os contextos m usicais ou de form l isolada.Os dadosobtidos fom m coe ontados com a hipôtese de que a fnm iliaridadecondiclona o desempenho dossujeitosnastarefasexecutadasprocurando-se 2igtmlm ente.a existência de um a relaçâo entre aqlmntidade de lnform açâo fom ecida pelo estimulo e a capacidadediscrim inativa do ouvinte.A poio:Fundaçâo de Apoio àPesquisa do DistritoFederal(FAP/DFI


07 . 03 CONCEPCOES PSICOLOGIA-ACERCA DA RELACAOC ICNC IA APRES ENTAD ASP OR E STUDA NTE S D E P S IC O LO G IAGabrielTarraqd Santos - US JTD iva Silva de 01iveira - USP/UN ISAA relaçëo psicologia-ciG cia # um a das questses que normalm ente sëo aM rdadas no ihfcio de um curso de graduaçâoem psicolog.ia. Por se tratarde um tem a bésico pv a a continuidadedosestudos na &ea e p'ara a produçâo de um conhzcim ento cientffico a respeito do com por'tam ento, espera-segue os alunos m odifiquèm algum as 'das m ssfveis concepçsesrelacionàdas a essa questio R evista , de um a form a oude outra,pelùs diferentes .currfculos o progrém as . Tom andoisso com o baseso presente trabalho teve com o objetivo an1Iisarconcepçses acerca da relaçzo psicologia-ciência , aprtsentadas m r 101 estudantes prim elrapistas de um curso degraduaçâo em psicologia,todos alunos de ùm a IES particu-Iardo m'unicfpio de S:o Paulo. Um questionério com trdsquestöes abertas foiaplicado no infcio e no têrm ino do ano. 'Ietivo,solicitandolnesta ordem :.a) definiçso de psicologia ;b) definiçëo de cidncia ;e c) opiniio e justificativa sobre ainserçso (ou nso) da psicologia na ci3ncia. As respostas pmra cada questso foram agrupadas jde acordo com seu conte;do,em categorias gerais .Foianalisada a distribuiçëo quantitativadas resm stas categorizadas , para cada questëo , naprim eira e na segunda aplicaç:o d6 questịonério. Essa ané-Iise de diferenças intra-sujeitos è inter-eplicaçses revelou :maiordiversidàde (nömero decateùorfas')das conoepç6es acerca da prim eira e segunda questio, mo inrcio do ano letivô ;presença de concepçses esterx tipadas'na terceira quest:o ,tanto no infcid com o no finaldo ano . letivo ; e, ainda, m aiornimv de ca iegorasi de justificativas (terce'ira questzo)entre asresppstasda segun d a ap lic'ai Ro .Oma anâlise qua lit%tiva propiciou:a)discutirprov4veis refaç6es entre essaseoutras concepç6e's afins ;e b)discut'iro x peldos cursos nam odificaçio ou m anutençso de tais concepçöes .M &


'V07 .04 CONCEPCOES EXPERIMENTAL ACERCA E DA ADA PSICOLOGIAEC A PR E S E N TAD A SP o R E S TU D A N TE S D E P S IC O LO G IAG abrielTarraqd Santos - US JTD iva S iIva de 0 1iveira - US P/UN ISAPorabordarquestfes bisicas pN a a produçso do conhecimento acerca do com m rtam ento , a Psicologia E xperim ental(e em particular a A EC ) norm alm ente 4 apreseniada nos primeiros anos ou sem èstres de cursos de graduaçëo em psico-Iog ia. D esta form a , espera-se que os alunos m od ifiquem aI-gum as concepç 6 es re 1acionadas W quesises prom sias pelaP s icolog ia E xperim ental e pela A E C . A partir disso , o presentetrabalho teve com o objetivo analisar concepçses acercade quest6es bâs idas referentes ; Psicologia Experim entale è AE1 , apresentadas m r 125 estudéntes segundanistas deum curso de graduaç:o.em psicologia, todos alunos de um a1E s particulardo m unicrpio de Sâo Paulo. Um questioniriocom cinco questfes abertas foiapIicado no inrcio e no i4rm i-no do perrodo Ietivo ,soIicitandojnesta ordem :a)definiç:odo psicologia ; b) definiçso de m êtodo experim ental;c) im -poriência do m êtodo experim enialpara a psicologia;d) caracteizaçso do behaviorism o ;e e) definiçio de com m rtamento. A s resm stas para cada questso foram agrupadas, deacordo com seu conteddo, em categorias gerais . Foianalisadaa distribuiçso quantitativa das resm stas categorizadas fpzra cada quest:o , na prim eira e na sew nda aplicaç:o do queationârio. Essa anilise de diferenças intra-sujeitos e inter-aplicaçdesrevelou :pouca diferença na diversidade (ndm erode categoriasldas èoncepç6es ;presença de respostas esierxtipadas , tanto no inrcio com o no finaldo ano Ietivo ;em aior concentraçâo de categorias 'psicologizpdas 'nas concepçsesda segunda aplicaçëo. Analisando qualitativam enteesses dados, foix ssrvelse discuilr:a) provâveis relaçsesentre essas concepçôes e/ou com ouiras acerca de tem asm ais am plos ;b) o èapeldos cursos'de graduaçâo em psico-.logia na modiiicaçso ou manutençio de tais concepçöes .


07.05 o PRozETo m coNsce Nu DE qM xa x- o x xsslsMarlaulv K Axsawç. -UFRJDando contim lie e a um prov nm n plurianualde peK uisobreM ace o de Assis,dentro de um enfoque multidix iplinv ,à 1=de uml interpretx o psicnnnltica e ainda dentro de xlm s nn4llxlite rix, bist6rica e sociala foi possivel na etapa m ais ru nte,entenderum as- o essencialdaatimdedlalô#cado autor.Aë steravl ado,atrajetôria de xu projeto inconsciente,1a1como transpare e de seus romlnces,foipossivd detectar o cr ktern tidco de sua cHtica x cial que, n'Am n linbn hi


07.06CRONOL- S:ST- M A Pm REGISTRO EM MILIS:GUNDOS DE DECISAO LM ccCOMOFUNCAO DE CARACTERIO CAS PSICOY GUM CAS DEPALAVRAS .M aY o.E.C.*.a zduchi.M ..Capovilla.F.C.**gnstituto de Psix lœ a USP.Dœ to de Prn- sammto deDadosFATEG SP)N o e o da N europsix linguistiox e 'dosbasœ dosœn Tx riade Prnrztqsam- n deInfornuw o - r- frm u- .enx - tardasde de s:o lexiœ ou deldtura silœdosa= mo mdo de analisara inte dade derotasdeldtura œn afasiase dislexiasadquiridas.b- x mo de t- nrm M eloste rix sa- > dem M ulosrapœzsivdspelo desempe ode ftme Y dvasreladonadasà linguagœ .Nasastareaso padu e devefaarjul- - os q,.x,wo à pexine da daspalawasa d-- inndas classa (como a depalawas com e sem se do),e œte orias = Y tuais (x mo aquelas em que héhiem rquia de indussoppor exemplo:seres vivos.mxmtTeros,primatas , chimpnn-',Salw dc).Dados de Seidm berg & M ccldland (1989)demonstram que o efeito devariéveispsicolingulstic sde palaw asédifer- e nastarefasde leit'lrnsilœ dosa e deleitura em voz altadeddo à presœ ça difermdaldo quesito dearticulaW o na ûltima,am tre oe rasvariâveis.O papelrelativo dossistemnsde1- acûstico e articulat6rio naozwliloal o fonole ca que permite prolonN ra memôriadec'uxoprnvn ton sido objdode int- o interase (Blischaka1994).e acompara# odosefeitosdasvariéveisnasduastarefas pode ser de rdee da.Na tarefa de de s:o lexical interessam o tipo dealtem ativa esc lhida bem com o o tempo dispm dido nasa escolha,que é me do emmilis- dos.Até rv- - -te,osre strosde tipo de esx lza e de tempo eram feitosso nmaxmmte,o primeiro re stro sm do feito ou mxnualm- eou via txlado,eos- & rœ stro sm do feito via m uipamM o espe aln;o comercialm- - dispe vel.Ainda assim,palavrasem ldra cursiva (ilœ vdspordisléxicosquefayv ldtura ldraa-lemsporexemplo),fotosrafas.sonsevoz- n:o podiam serincom oradosà tarefa dea- 'szo lexical.impM indo assim a disse açso sim ultâno m ais ampla dosefdtosdevariivds visuais e fôniO s na dx isso lexioql.N o pra - e estudo é demon-rado umsix- x Opazde apres- nrpalam sescritas(= quaisquer'nmnnhosepadrH )efaladas e fotosralas tanto com o modelos q'mnto œ mo altem ativas de escolha , dere strarasesx lhas dmtre das e me r o tempo de julpqmœto em miliimosdenzilis- dos,bem como de fom - r relaB rio i'- izado do efdto espe fico de 0q%'xm n dasvariéveispsix linguistimqsm volvidasno controleda escolha ao fmalde014asessso.O prov ama é exva/lvel - m icrv mputador A7486 m uipado com telas= ivelao toque.plac de vidx do tipo vœ a localbus,placa ro rodutora de vozdiktalizadaSotmdblasterde16 bits,e mqixa acûstica.*Bolsista deDoutorado CAPES;** PœquisadorCNIN eoriœtador


07.07Publicaçe s Clentileas em Psicologia no Brasile oEm prego de Dip reno l Metodologlas de PesqulR :de 1*94 a 4994G ERK-CARNEIRO,E.- Pmf- M fa Titular do M estrado em Psicolx ia daUniveokade Gama Filho;SCAFFO, M.F.; G DEIRA, M .; RO MES ! W .F.;LOPES,E.D:O.;MQTA,D.H.eRODRIGUES,N.-Mestrandosem Pslœ loiiada Univefsze e Gama Fllho. ' 'A metodolœ ia de O m uisa em Psicolx ia tem % O nstitufdo empreocupa#o G fa os psielœ œ,princie lmente em debates promovidx nosenœ ntros dentisœ s.Dinrazle-se basiœ mente:(a) a x dinência do métodoex- rimentalem Psioolœ la:(b) a œ nt- éfsia qualidadM uantidade; (c)crit'erios de obseNaçâo e aplcalo do método o- -rvacionalem Psicologia.o presente trabalho bilRne avaliaro em p- o de dlfee ntes técnicasdee m uisa nas diveY s éreas da psiœ lx la,a 5m de analisarquad Kativa equaleltatlvamente a pre u# o dentfiO brasilelra,publiœ da nos prindpaisx rie icos,no que se œfeœ à ae Magem md e olôgiœ utilizada e a suaevolu#o.O Ievantamento Mxou-* em 13 D fe irm nadonais e nosœsumos de comunlcad es cientifios de duas Yunie s clentiflœ s anuals:a dasociedade Brasileira de Psicole ia e a da SBPC.no O rfe o de 1H Q à 1M #.O totalde 2237 adigos de œvistas e resumos de œ municaW escientîficas nos dols maiores enœ ntYs nacionais foram clau ifk- os D réreada psicole iae Krmete olœ lf emp- ada.Os adigos foram inidalmentedau ifim.M os em teérlcos e emplàœ s.Os adlgos teérlrm foram suM lvidldosem;x m uisa hlstôrlca,pem uisa biblogM sca,pem uisa dnralmentale N m ulsametGlol* iO .A N u'lsa empirica foi O tego 'nzada e ue o o sx uintesi


T écxlcAs oB E XAM EPslcolb GlcoSETOR 08


08.01 VK IDK E DA w au o Rssuum oo uMpl(16a)EM REtAl o Ao MMPI566Renata Fablana Pegoraro,Valérla Gome: Ferrelra.W andedey CodoUSPD -FFCL-DePtO de Psltologie * Educaç:o0 MMPIé um dos Inventédes de peoonaldade malsd le dos nomundo.Suaverse Idegral(566 qu*


'Va08.02 A EscAxaA DE AuTocoxscltxclA:RRPLICK AO BRASILEG A EM ADOLESCENTES. Mm od.P.rel efr, e W ilù m B.Gopz- .Depnrtnm eno de Psicologia,UFRGS.*.O objedvo dese esGdo foiverifcaraes% e afatoriale asproprieadespsicom éticas de um ṇversâo em porm guêsda Escala de Autœ onsciênciaRevisada, com HmA populal o de adolescenks. A Escala deAutœ onsciência çsef-cou ciousnessR lle)foioriginnlmenz desenvolvidanos EsGdos U nidos atavés de m ete ologia de nnilise fatorialem 1975,e revisada em 1985.Es> nnilise ind cou a exiszncia de 3 dlmensôes. .*principais,denom lnnaasauœ onscienciaprivada(APR),auœ onsciênciapùblica(APUIe ansiH adesocial(ANS).A APR esë relacionadacom aatençâo que o s'ujeito dé a a sentimentose pensamentos que nâo sâofacilm ente observéveis pelosoukos.Jâ a APU refere-se à consciência queo sujeito œm desicom o um objeto sœ ial,isto é,de suaaparênciae 'jeitode ser'.A AN S,porsua vez,foidefi da com o o descoe orto que alguémpode sene na .presença de oueas pessou . Neste estudo, a escalaam ericnnn revisada foitaduzida do inglês e aplicada a 512 adolescenkscursando a ùltim x série do 20 grau,divididosigunlmenY ente mulherese homens,com umnmédiade idade dç 16,4 anos(D.P.0,5W .Prfo zleuseentâo à Anxlise estatfstica dos dados.Os resule os indicaram que aintercorrelaçâo ente as subescalas,a estutura fatorialveriscada e oscœ fk ientes de Kdedignidnde obddos estâo de acordo com os demnlseso dos publicados.O s achadosm ostaram ainda diferengassignificativasenee os sexos para ve iosfœns,contariamente ao obido na m nioria dosoutosesm dos publicadoscom esta escala em outos pafses,e qué usarampopulaçâo Axniversie ia.Concluiu-se que o m e elo tifatorialda escala deautœ onsciência proposto originnlm ente é aplicével tnmbém à versâobrasileira,em bora as diferengas ente os sexos devam ser consideradasparaa populaçâo adolescen* (CNPq/FAPERGS).


08.03 œ TEO S N0 RORBCHACH APSBPBICOTERAP IA PB ICDD I-'AN ICA BREVE-B ATT I. Ana Lûcia- Doutoranda da Pon tificia Univereidade Cakdlica de Campinas .ṭwverifica mudanças nas medidas de adaptaçlo ao meio apöso tratamento. 0s suleitos **o 5 adullos, co. idade entre27 e 43 anos, que bulclrl. atendimento em funçlo de diversasqueixll. Submetem-se ao Rorschacb antes e depoisde processos terlp#uticol co. duraçlo entre 15 e 20 sessees.Avalil os protocolos conhecendo apenas os dados daentrevistl de triagel. Colpar. os valorel obtidos nos:ndices referentel ao qrau de contato (RF)i disposiçkopara a lçko (Con), uso dos recursos pessoais (Lambdalyrelaçlo co. a média intelectual (R.m.i.), objetividadeno Julgalento (:F+), u*o das normas sociais (RV) e ligaç*oemocional (:A), sequndo a aproximaçlo e o afastamentodos valores do reteste em relaçko à expectativa populacional.Inveltiql 11i% vllores plra'o total da prova epara pranchas monocromzticls e coloridas,separadamente.os resultados do qruqo de suleitol suqeremx no total daprova. melhora na utzlizaçko do* . pldrles convencionaisde pensawento (:9) e na liqlçyo emocionll (:A) * certareduçko na acuidade do Julqamento (RF+), nas siiuaçœesque exiqe. decisko,maior ldequaçko na lijaiko emocional(RA), no uso das normas e convençees soczais (RV), melhorcontrole sobre a ltençko e concentraçko (RF+) eatuaçko mais eficaz no meio (Con)I nas situaçèes afetivas,grau de contato (:F) e utilizaçko de pldrles convencionaisde penlamento (RV) mais apropriados. Discutea varilçko no uso dos recursos intelectuais e afetivo-emocionais.Conclui que, de *aneira qerll, hâ melhoras naadaptaçko, especialmente na* situaçlel em q:e os sujeftosn*o eltko sob o impacto direto dos aTetos, .as per- ) !siste. alqumas dificuldldes.e -part.dadiqqertzçl: d. .estrad: (FUCCI/?,aqest: 19941, rëalizz4e t:. sqbvençladetjpj.E


08.04D m cçAo DE GRAU DE ENVOLVH M 'O DE Eœ NA TAREFA N R PAR'IE DEsuzErrœ RxpEkluM At% W A Escm LEP.Capovillm A.G.S.*.CapovilmF.C.**.Alves-L.A.***.Costa-C.E.*(Tneituo dePsix logiw USP)Dnanqœ psiœ logia = ialmaemm queo envolvimeno do çwgo (EE)do sujeito> I- G exm n'mM Y %P- :gu H- pe .é impo- k xr- azde de- o,Y envolvimeno e * relacioe -lo a diferenœ xndi> de inenlçexpereenY s.Es* es'tudo avaliou a utilidnz. % Lista de KeoaosPresc tes(LEP)pm aquele obje vo.Vine eqœ o primelmnlenqdeH ucae lsicpe ciparmn x mo volune os em tr= de pontos - a q nu= discipleobrie ria.Eles fo= ale rimneno distribuidos em 2 m pos.Num deleslnenxçe préexperimenY sera destlnndnta pre uzra1* EE;noutro,baixo.Inenxe sœ alo O volvimento (lAE)espœifcava queelesestavmn p- eqax r subm etidos à e s avM çada prova compue n'u dn X inkligência e aptiœinolvh,nl.que Ru O empenho refetiria qœ bo= elœ ermn e ajudnn'. aproveyxu futuro x nao-mico eprolssioM .'nenl> * b* o envolvimento(1BEIa'>.'nm que a participaçR vinva auxiliar> decise x breseosoAwareesuva ou nâo bem pro> o.lme ntnmena Rteseapôsa apresento das,'n-n.ç- préexperimentais,ossujeiosermn submdidosa LEP.Osefeitos*inenz- sobx o EE fo= avaliados m lasdiferençu de escoresnasmedidas4. LEP pré-e X s-inenxçH .A me da compom deEE,ou decompromisso(M CC)x m a > fa.foidefmida œ mo a O variae * categorias:reqexâo.m'teresx.cuidado-e culpa:ea dedescompromisso(MCD)com a œ efaycomoax varia# o * Agohu :pouco caso.alivio.comoromisso.desqio.Pore to,O mprom isx O m a tarefa experimenY seria indipmHn por ulna re uçR dox ntrole m rvariâveisexar= à situo experimentaleporum aumentonocontrolg m la: inœr= .Assimva1* EE em defmido como aumeno em M CC ere ue = M CD;baixo EE,o œ ntrério.Tee s M= -W I;- U fo=x nduzdospam a:difex'n- entre escoresde LEP R teseapôsasinenle sdem nnipulaçe * ego pm M CC e M CD sepnanHnmene.M CC aumentou emme a .75 a* sIAE e alminuiu = média * .667apôsIBE (U = 46,2 < .05).M cD d'lminuiu -1.917 ae s1AE ediminuiu *.5:3apbsIBE (U = 3*.5,g


08.05 VERSM wMs pm COMM Avv'R zwçxQTAT%ADEAQQAMJO sou sxvosw usxwDEFIOURM pauasluovDE sps sw to cuusx rn A lco œ uo - -RFAUISI'IO m uxpz couuxlcwçM M X RNATIVA œ umzra an na Eu Am n,= COM eu xxaslwceRp:BRMomqolhqel.W .D .Cax villœ -F.C.*.-M aœ o.E.C.**.Duduchi.M .Guedeg. -M .*** Cax vila.A.G.&****.Alim'en'S.Santos.AM YGe tuto * Pe lo#w USP;m pto.* P- te- ento deDados,FAV C-SP)A le iEe X M uenciamento lô* X inforno tem si* Me.--H*U . >Eteratum œ mo pré-requisito ào ux de sixe- x mpue n'x ani de œ m unix c-p'wa > * sœrebraise afésixs.A Eteratum a50 explic no entanto.x mo Ylmbilie deM uenciamento> Rravnlndn.A avnle n em H ultosN -aœr* rai:œ m e culdnd- moto- v erasœ ns:tuia- lo ainda e or.No prex ntee an é œmonee n um siste- œmpue n'xan - a avale ' o eH nw lvimento % lh'*iEe œ m uenAnmeato légico dengum saprœ ntnanqemo* m alœ oHxzln.Tal< uelmialxnto > RrM - ao quer 1m e * a ntânc* sie '* * < uêxia e j= nteàs5- lm ae ncia da Rntene ouvic qœ r> pa v e Rnteno 01* quem la osie 'cado da M uência subjaœnte.Osiste- * hn- an 1* e tee œ aranjo * fgurasdo teste W M S.Permite avaliare togœ m > '* cee ralœ m O mpmmetimento motorm ero,Jé que> xro- Hl- nmenteœm R1+ o via tela e velao tm ue,ou em vnee ura Krialexle o viamoux alaw nMdn a ulna> do œ rpo do paciene.Tanto a velœ ie devarM uraqwqnto a duraçâo doatra de inpute em ser#.'enHosx xu m u dedismidae motom.O testeœ mputadorizM o éœ mm stodeoito telasen- ival R ndoqueem * unu delaso eu mizk'mdoéM uerido a K le ol< K n'nlmente fgurasdam uêlwia wbjacentekuela telaM orxm œ resm e nte à e:4:% M ren'!nœ m vozdigitalize m lo micrv mpue r.As oi* telas m ssivas O rresm ndem à: oitom ulnciasde nguras> aranjo do subteste WM S:asm uênciasde NiO o e Casaœm tr& 5- caA um Aculto œ m qœ ofgur%;FKN œ m xisfgura:;Entre: Fl* œ m dn* sguras;P= eTe œ m Ris fgum s.No me teste M nhumfe & ae w é for= ie - a = llu X fgure individmqisou - o œ mpletar* M uêx < = t0 a - gem autone œ * ulna a 0u% m uência.No mefcinn,fe ok auditivo é fornx ie ao flzœ * m uência foemnaA . q- * oH uœndo> ouvira Kntença œmm sta e aSSiIn œ me -la àRntença que e eriakrsi* formndn Nesteœ ,oH ucandoé œ nvidadoa am gara m uência formnao e atenœ novamentt.O siskrnaRgistra cadafgurae= lhida e * M uência œ mm scY m œ me te oo œmm rtamento dee #o deRnten- que= rre durante a provaiermalmente o temm em milixgime sde* + o * * fgura ede œ mm sie deœ a m uência.O siste- éev- zëveltm micr= mpue o= AT3% m uie œ mtela Rnsivelao m ue ou moum plaœ repre utora de voz digitalvoanSoundblasteree M '.eiœ * > * avaEo t trei= ento esto Rn* pre ntementeOaduzi- œm Multœ e e ntœrebrais.* Pesquisador Ce q; ** BolsimDoutorae CAPES;*** BolsiA * Inicio Cientzc Ce q;**** Bolsista dew e..ance Es


COND G UIO ES DO m SC à E'.ARORK AO08.06pr PROGRAM AS Dr INTERU NCAO PEDAGGGIcA: ARJT.IRE DE RllATéRm s Dl AVALG CAOPSICOO GICA.Olinda T- xko KajihAra m outoruda em Psicolo/a -UniversidadedeS:o Paulo).Foram sele ionados65 relatödosde avaliae psicolô#ca decriOçasenrominhxdas às olinicas pûblicas e pe culares de M e gé-pr . comqueixasde difculdadesde aprendiagemycom o objdivo de nnnlsarse aform a de apresentlçio dos resulados do m SC tH oferecido subsfdiosà intervenç:o pedagôgica.Vee cou-se a ezstência de dois tipos derelatôrios.Osdo n po A (52,31%),além dosresultadosquRtitativoṣinfommnm se a criu ça obtw e um desempenho acimw abm o ou name ia esperada pva a sua ide e cronolé/ca;osdo n po B oferœeminform nçses qualitativas adicionais:23 . 08% aponta as ho ilidu es emque o sujeho apresentou as melhorese piorespontue es;15,38%descrevem ape- as difculdH es; 4,61% K mO te as meloreshabilidades da crie çai e 4,61% limita -se a dex rw er ocom porta ento do e nm lnxndo no decorrer do texe . A inte rdal oquu tativa limita-x ao v ola o to de dados sendo os mesmoscoe sos, supe cis e, muitas vezes, contraditôrios , como. porexemplo:eu elhoresrexltadosse der= nasatiddadesque e xl#= ' :identiscaç:o visuz dos objdos, obxs/o por detm es,perceplo ,com preene o u x al.D élix .sintex lôgic e raciocH o , qezbilidade epenu mento associativo '.N:o foram observAdnq tentativas de entenderos processoscogniuvosnecese osà r-.ol,'xl o dasprovaw nem dere la cionarosde- penhosno m SC com osdasprovu pedagœ cas .conxatou-se, portm op a e stencia de disculdade na inteœrete oqœ tativa do teste de intelige dw de fo= que os cont -'dos dosrelatbriosde avalial o psicolbkca n:o oferv- subsfdosà elaborm ode progrAmu de int- ençëo pe gô#ca.


08 . 07 APM CARACTEQR NDC AGEM ACAO DOS DAS ALUNOS DHqCULDADES DED A S SAIA S D EREG TRROS ATRAW S DO TESTE DE DESEM PENROESCOI,AR (D E).OlindaTemko Kajihr:(Doutorand: em Psicoloéa -Universide ede -***SâO P&u10).A sala de recursosconstituixxms du modu dadesde atendlm entoem Educaçio Especiz; os ex olares bo escie os nëo possuemdesciência mental,mAm deddo as e culdades de aprendiu gem queapresentm recebem assistG cia H ucadonalcomplementr à oferecidano ensino regular.Dentreos19 alunos(1*a3*se esdo 1*grauldafm a ete a de 8 a 10 R os que freqûenta as salas de recursos emMsn'ngé-pn,16 participara como sujeitosdestapeKuisayque teyecomo objdivo crade:- u keasde aprendly.ngem prejudicadasepresew adas nos m esmos.U tilizou-se como ine lm ento o Teste deD esempenho Escolar, elabore o, vl dado e padronlxAdo para apopulae brMileiraporSte (1994).ResulM osX eriores à médiaeelm ' ada pr a assériesque curO fora obm ados na leitura e na !ee ta em 92,30% dos œ os,e em 38,46% na e tm d ica.Os escoresobtidospelosalunosdu 2.e 3:se esfora muito bm os.isto é.iN isou infeHores à md ia estimndn pgem da leitura e da escrit: do que M aritm dica.i(


Slsw u A DE = L'1'M DIA Pm AVALIK AO coM pura plzAnA DEvœ Am lT.AlzTo DE PESSOAS NAG FALANTRS:W s'lE DE Vœ M In .A2To Y RDWAGENSPRARDDY - VERSAO cobœuTADoklRAnA.Raphael-W .D .GuH es. - M .*.Caoow'1lm- F.C.**.M aee o.E.C.***.Duduchi M .. Capovl'la-A.G.S.****(Instimto dePsix logiw USP),O Teste de V= buleio em I> gensPmm% ou Tvlp avalia o nlvelde funcionamznto% lin- gem e o ve ulério r= ptivo-auditivo a pqrtzr' de 3a de i* . Tem sidoe uentemente emprepqdo em A dos lon#tudinais pqra avaliar os eeitos degenerahaqe ' de pqnhos deprogramasde traœ nente dehabiliana- de linguagem emcrian- com renM n no H nvolvim ento da linguagem .S> verœ compue on'a dn'rVIPe MP é ex= lvglem micr= mpue oresAT 386 Ouie osœm monitorSVGA œ m plaœ xzmHhle g.Dem ndendo * veY o.o m rifériœ * input> xruaa kla xnivelK t- ue.mo- œm ulna M ueM ahvm e e a um de xus% t< ou um e tu or* gemie * fabrix cln œ iza *hnnœdmetro*.Permite avaliaro d- volvimeno lexiœ no domfaio - uvo, ou xja, u ubiliaoHx dex mp- x'n de ve ulo o * - lcapaw de v= liar # lav- de e ninteligfvelou mesx de v ne .D o - - m e o que os e tesEM M C-CO- eTFIcomp.TVIP-CO-N e agistrar a resm sta da criano m r meio de m riféricosvariados,œ :com o tela R nsivelao te ue,mo- alavancado a uzna parte do corm %crianm detxtorde gemiG ou mesmo m la dire o do olhar.Como - uelestestes,nott- três llum oscax s o prog- fazvarredum Rrialautoe œ entm altere vas ,em velx idadeMustivelao m u de difcule motora % criana de mœ o qu: a * =resm se requerida * um m ovim ento volune o dix rqto de ulu parte qe quer doco> .ou a em ie de um K m * m o um gemido ou grunhido,ou m esmo o olYdirigido a ulna M m em q'mnHn a altenuuva * IMA for ium ize durante avarre um autoe tiœ .A pm v. é œ m m sk de cinœ telasœ keino @ de 125 tela deteste * quatm 5- * ulx que * em Rr- lM* fmn? a Y avrev- l,'x aoem lo œ m pue r.Ci= universie œ fo= ev stos K TVœ edem isaoTo o mp,@ cinœ outrœ e m es1= fo= * tee = em ordem invex M 120ûlkimomtelas foram am pqdas em 15 bl= sde : tela < easprom re de aceuosw rbl= fo= com- zux 4- fo= detexe.A regresœ * promo deaœrto = duasfo= de teste pre uziu œrrelae sie 'cante(- .94,r2=.gg,tœ tpara sie '* 1a der:tIl31=9.93,* .* 1).Agregres- * promre sdev rtos* for- O mpute n'a an e te cionale re blv spre xxirnm atasœ mp- sœ mpqréveis (- .82 e 7=.67 em ambas,kste t- signœ'cânciad:r:t(13)=5.1e 5.2 Y 'Y enk,œm r .* 02 em ambaslindicando quea % deaumento no m u * e cule épmurmm'nk ige mx d- fo= de teste.* Bolsim Iniciae Cientz œ Ce q;** P- uie r Ce q;*** Bolsista Doutoe o CAPES;**** Bolsisl M estY o CAPES= +X =08.08


(j$.(j9AVAUKAOcoe trMm n nA DAICONICDADEPmlo xV œ BRm ./mos DAS FIGTm AA x TEs'c DEVœ ABT1T.âRTo N R I> oENs Pp.AM oy.'R lM es.M .*.Kq01me1.W .D .Caoovilm F.C.**M ace o.E.C.***.Duduchi-M .(Invtltuo dePsixlogiw USP)o Tesk de Vx abule o œ Inmge- Peabe y ou TVIP avalia o nfvel defuncio= eno A linguagem eo v- hulério - uvm aué uvo a partirde 3a deidade,eéfrmu=kmenk empree o para avaliarosefeie de prog= as dee tnmento de 1mgu ' agem em ce ças com e rdo no He- volvim = o Alinguagem .N o Brasz é aindapouO oonhx ido.Ane que se - sa M uermnno- oflx czn b= zeira,deve-sennnlisara qualiande io nica * fguras queo œm* para N sœ & M **%cultura.O inkresse nessa aw lncln é aindaY oragora queTVœ - nka-x dise vd = ve n computadon'mHnTVIP-CO- ,que éexx utével= micm mpue res AT 3*6 m uipe s commonio r SVGA = placa soundblaster.N o pe enk A * foi fgiu .'nuyvaliae prelmi- da qualiY e icW ca du Eguras de W IP via soAwareSondm M fgura do W IP digiY 'x zn* era apresen#ndnq ulna a um n emordem aleatozx dn acom & seus = pectivos nomes com vozlghnlxan.A lnre X ssujeitosemjul- qu* Gm Mdn5gur* rep= enuva oreferente revelado m la palam ennan pelo sistem e O to tx ar,nulna Dlagensivelaom ue,xbreum dosne erosnumaescalade0a7projze zlnabaixo& o.3n fgura indiœ do assim o grau de iconicianae da fgura.O sie- nregistrava a nou atribuiA a cada sgua o Ym po dispendido duranta seujulgm= to,W'm œmo onûmeroderee 'e M uerie pm xu jul- o o.Cinco uaiversie os fo= ex> a 'rvlnm as 130 fguras que compe oTVP primei= entelm fo= œmputadon'yodn(FC)eem seguiA xm formatre cioe no paml(FP): outroscinœ na ordem inve- exusefeitossobre oescore gerz x * avaliados.ANOVA 2x2 intra-sujeitos revelou efeitosie 'cank % fo= de exposke, n- 1* da ordem de exposie111,41=81.25,p


.œ08.10ENvol,vM !Mm DE EGO E QFM LW AO DE PROBT,KMAK:Cokkm .Açâo F-m E NOMOV 31E RAVG .çapou la-F.C.*-Caoovila.A.G.S.**-A v--L.A.***.Costa.C.B.**rM ae o.E.C.****.n 'He i.M .(e tœo de Psixlœ w USP)vinte e'sdgprimdranistasdee uœ # o dsiœ foram e oe sao pr- Nomosv3,x m a,'- - > usme osdee culdadede euW o,e= ' * R pedme s .d- lnxdasa promow rdi- - > usde Yvolum- o de + ,e em se da aoTestede M xtn'- prw si- deRa- .Sds- osfo= - e*'ddos.M ena-dda dedar- x de a Nomose Ra- x m alto œ vole ne deeo,ea outra.baixo.Um termde aHuzrprobl- >m= baixo n u dee culdade œ :2.67),um term,mH o œ :3.17),e um term .alto œ :3.71).AIY œvoldme de eo foiobudo œ m ' - doupo:'S- d- - œ ho re e q* o inteli- ve é*.Para baixo œ voldme dee o:'s- d-- e o re ee se * sne re foiou n:obœn prv mado*.Osedosdem u de d16cu1da* ede O voldmœ to de+ eram avaliadossobreasn* sobudax=N omose- Ea= .AspHmdrasM m Are m- proporde sàpre s:o dasrm sfo= dadas,e inversame prœ orde sao nûmero derm sle elvasfo= uladasede linhasde info- W o obs*rvaY .Para flnsdee isefo= O lapsadososdnaasrdauw saostr& > usde dilculdadede eulo.deme que osdadosrdauvo:aoo u de Y volvimYto de + p'za-s- termaiorN eraëaoa-.A mnnipulae de+pre udu Kdto sobre o d-- e o H utivo Nomos,masn:o M evide dadeque t- hnpe uzdo e o sobre aqude = Rav-.ANOVA Y fatorial- - sujdosrevdou queo da- e o = N omossob alto œ voldme de Y foisupedoràqude sob baixoY volvimu o,se do qu@asn* sfo= sie 'œ tœn- maio- (n* mH acom a1t0m voldmmto:85.95.O m bzxo:62.39,F(l16r5.28,v


P slcoLoGuCLM CA /PBXSONALIDADBSBTOR 09


09.01ASPECTOS PSICOLUGICOS ASSOCXOS A'PAC S COM W TD IGO - ESPRELIM INAR.Lucinnn PetenusciVenturini,M aria Paula Foss,M an'aHelena C.Sm i.Faculdade de M edicina de Ribeirâo Preto -Universidadede Sëo Paulo.P+&O vitiligo é um a doença derm atolögica de causa desconhecida.Sua les:o e>m ctedstica é um a m ancha acrôm ica,esbrlnquiçxan.comhim rpigmentaçâo ao redor.A evoluçâo desta doença é im previsfvel,oquadro > de se m anter inalterado, am pliar-se e, algum as vezes, éN sslvelxm a rep essâo esm ntânea.X.resm ito deslnqcausa,foram formuladnqalgumashiX teses,asaber:infvriosa,m etabôlicw genética e psicogênica que ainda estâosendo estudnrlnq.O objetivo desteM balho é fnverpma csmderiaçâo depacientesque têm esta doençacom a him tese de relacioné-la comdisculdsdes em ocionais. para isto, utilizou-se a aplicaçâo dequestionin'os4e Histéria Vitalem uma am ostra de dez paoientes queparticiparàm de grupos psicotera#uticos de am io no HospitalanqClinicas da Faculande de M ei cina da U SP - Ribeirâo Preto. Estem atedalfoicoletado no m rfodo de setem bro de 1992 à dezem bro de1994. Hé uma F ande im m rtância social em se conhecer ofuncionsmento psicossociale em ocionaldestes pacientes.Obsew ou-se, nesta am ostra, que 70% destes pacientes sâom ulherese 30% u o hom ens;50% tem a idnae enke 12 e 21 M os,40%entre 21e 50 anos e 10% enke 50 e 61anos.Em relaçâo à ocupaçâo,60% dospacientestrabalham forw 20% trabalhsm em casa e 20% nxnresx ndernm aesta queslo.k resm itoda moY ia,100% dospadentesm oram em casa,sendo que 90% com a fam flia e 10% com outrasm ssoas;40% dospacientes sâo solteiros,30 % sâo comprom etidos e30% s;o casados.No que diz resm ito aos principais problemasconsiderados m los prépnos pacientes, 50% apresen:nm problem asorgH cos, 10% problemas sociais, 20% prpblemas emocionai! eorgH cose 20% n:o resm ndtrm à questâo.E im m rtxnte considercque estesresultadossëo parciaise,aindaainconclusivos.


--k;1IjtjI()1(1I09.02ASPECTOS PSICOLO ICOSASSOCIADOSAPA CIENTRS COM PSORIASE -ESTUDOPR RLIM IN AR . M Aria Paula Foss, Luciana Petenusci V enturiw M sn'aHelena Chaves Se i. FaculHnde de M edicina de Ribeiïo Preto -U niversidade de Sâo Paulo..A psoriase é um a doença crônica e sua lesâo tfpica é a pl=elevada eritêmo-escamosa (avermelhada e descamante) sempre G mdelim i#ndn.A dim ensâo das placas é variâvelhavendo casosem que 'ndn> 1e é.afetadm 'Sabe-se que fatores sistêm icos .e ambienk is iM uenciam adoença, eles devem m anter um curso im previsivel com aumento ouexacerbaçâo das lesöes sem um a causa aparente. Fora fo= ulndnmalgumashi/ tese a resm ito da doençw a sa% r:infecciosw meke licwgenética e psicogenicw que ainda esâo sene eshldndnq.O obje vo destetrabalho é fc er xlm s cr acteri- âo de pacientes com psohase,com ahie tese de relr ioné-la com difculzlnaesemocionais.P> isto,utilizousea aplicaçâo de quesdonârio de Histôria V italem um a a ostra de deza cientes com esta dx nçm Este m atedal foicoletado no m rfodo desetem bro de 1992 à dezem bro de 1994.Osresulu dos am nlnm > = a amos% de 70% di mulheresenqx'lnto 30% s:o hom ens;a ialae destes padentes variaram n= a fnivnde 17 a 62 anos,sendo que 10% sâo jovens(17 a 21anos),30% soadultos(21a 50 anos)e 60% sâo idosos(50 a 62 anos).Qxzlnto ao esv ocivil, 50% sâo casados.40% m o= com esm so e llhos,sendo queam nas 10% m o- m sö com o esm so,40% s:o x lteiros e 20% morsmcom a mâe e im le !ou somente com a mâe,10% mo-m com o > .am ;e e os irm ios.10% sâo viûvos e m o- m com ou- q m ssoas.segundoesses N çiO tes. seus principais problemas se referem aos se> ntesfatores:40% sâo de natureza orge cw 30% so em ocionaise 20% sâoam bos.Osresuladosapresentadossâo parkiaise,ainc inconclusivos.*


09.03A CRIANCA HOSPITM ,IZADA:EFEITOS DA AUSENCIAMATERNA E PROPOSTAS DE INTERNAG O.Bx- ,A.;Fioroni,R N.;Neme,C.M .B.IO;Polnem ,J.E.;Rnmos,L.S.;SkM . C.E.-UNESP:Jlho ' dç M - '?Filho -Baum SP.


'œ >09 na ATTNDIMENTO CLINICO * POSTO DE*v'œ SAUDE DO JARDIM X SO LADRI- DE CAMPOS MAUM O *'ELIM , ED E CASTRO RO DRIG UED ; LYDIA AKEMY Y ESTI **' ,RO DOLPK CARBOM RI W + y .* . U* epm eEstadual de Londrina. Centro dq Ce das Ble v s.M ada--n'o de Pe ologia Geo le M a:se * Coe amnnêo.Este tm balM fefertse a 1= toe te * e elm te r 9atendmedo clnico m o a * PMsto de Saud e . > eteguentae pPrzfnu popdaçip de ba= -repdy,qœ car:ce jetaItr#balbo.Inlcial- e , as atMdgdM conslstl:m de reao çaode tnag ens , acO selhao nto pkcololco e ne- êoçn : > .Posteqom lente, IY sp o mantee o estas #tMe des> datlm pente foram cpadas ascGtdç6es necesRénaspara JM envpe ento e a e lantaçso de um atendO edo O K'slstem -ajco.PaO tanto,f= m reao dasWsëas d- 'm'œ'or% econfecçgo * cadaze#sinfo- ndo os dias e os he e s dap:mAan-lncla das estalérias no Posto.Foram tambe dadas asonentaçoes aos atendentes do PM o sobre essa noo propo . Prevlosetambém a necessidade de um lm balho mterdle inar com am edicina, enfe> ae m . professores e odentae ese@ caclonais.o que fœ ream e sempre œ : recese /lo. + ' stres anos podmse ce statar qe folppsslveldesenvokerapr- #ta de sistematr çap do qten- : 0 , e to que at e -qu -encla e o com pareclm ento as sessx s = rcadas 'eelew do , Y cilmente ocoqendo l 'as ou canceKmu o dasP esma s . Eyte tm balh o , alem de gaq nœ .o atend'- do dinkoslstem atco 'i a ' popdaç so carente cod nhl-:para o cru ce ef:o @aM rfolçoamento X o M lonaldaJ estaW dase prof- or es . b-comd parao des- oMme to de reAexoessobr: as u tate asde Inteaençso da Pskologiy em saue cnmxzn*'a na '. atO ves '-- *envo M mento direto com a cNentela e a eo de tobaMo.* Bolsistas EstagiâKas.** CoordeM dora e O mee ora do Projeto.*** O mele or do G ojeto.


09.05DEPRESSIO,PESSTM TSMO E IDEACAO SUIG DA EMALCOOLISTASJIZ- A Alcides Clmbn, M a da Silva Oliveira , Lisio e A lvesTouplinhx#, M ércia lm ira M artins** Clarissa M arceli Trœ tini**Helm a Diefœ thaelerChri


'+M09.06CULPA EJOU VERGONHA? UM EBTUDO SOBRE DEPREBBXO EPES/IMISMO EM UNIVERSITARIOSJurema Alcides Cunha e Fernanda BarcellosSerraltaTem -se vee cado.na literaolrn,um interessecrescentem la distinwo dosconceitos de culpa e vergomhn,emoe s negativas que subentenderiamexperiências fenomenologiM mente divdrsas e rem rcusse s afetivasdiferentes.d AN sar daqrelae sfeôricms,historicamente salientadas , entre mzlpa,epressâo e desesm rança A ssimismo),mm'srecentem4nte,lem havido mnmovimento no sentido de identœ carasdiferentesimplicae sdinxmlcasdaculpa e da vergonhn no comporlnm ento hlxmnno . Tx ricam ente,na culpa considerada K paraanm ente da vergonhn, haveria umsavaliaçâo negativa de ,ttm com m enm ento especlncoxe o remorso resultantelxxleria levaraumnaçâo reparadora,m rlnnto,ndnptativa.Jé a vergonhnseria llmxemoçâomnisdevastadora,m r envolver lmn avahaç ' âo negativa do préprio .se@ quele eria acarretarum desejo de f'ugir ou deOm recerde lms situawointerm s= lkTa1diferença assx iariavergonlm . enâo cttlpetacom depressâoe w ssiznismo,llm nvez quc a vergonhnimplia n'aem m rda deauto-esûma eem dew renm nasprépriascapacidadesreparatôrias , enqlmnto que a culpax ria m enosabrangente e teria um a repermzslo mnisim ediata , com m enosprejuizo pam o funcionnmento globaldo selfNesse trabalho,culpa e vergonhn,medidas>1o TOSCA (Testo/se#lConsciousa4J.Ac/),sâo variâveispreditoras,enqxmnto que depreseo , medidam lo InventM o de Depreso o de Beck,é a variéveld- ndenteno primeiroestudose m ssimism o,m edido m la Escala de Desesm rança de Beck , é avariveldv ndente no segundo estudo.Osinstnxmentos , em sua versâo emportuguês,foraaradm inistradosa 87 univeaitérios , no primeiro estudo,ea82 universitârios,no segundo esm do . Foiutilizado o modelo de regressâom tutipla.No pn'm eiro estudoao coelk iente de regressâo mlltipla da variévelculpafoide -0,87 (p=0.1198),e o da vnrilvelvergonlm foide0 ,16 (r 0,0016).Nosegtm do esm do,o cœ fciente de regressâo m liltipla da variévd mzlpa foide- 0.04 + * ,0240$ e o da vergonhn foide 0,06 @=0,0012).Portnnto , pe e-seconcluirque vergonbn é pre tora de depassâo e pessimism o , enquantoque cnzlpa nâo pre z depreso o,e é hw emnm ente prom rcionala atitlzdqsnegativms fw nte ao futuro,corroe rando o K ntido m nisadaptativo dectllm .


09.07ENCOPRESE'.UMA CROPOSTA DEINTERVENGXOYara K.Ingberman ,Joslane de Fétlm a Fanas,W ilhelm ina L.raran, erndsein,DepartamentodePsicologiadaUniversidadeFederaldoo objdlvo desta pesquisa,foicolherdados a partirda inclusâo deIuma variével no tratamento de crianças encopréticas: aputopercepçâo corporal,visando possibilidades de form ulaçâo deyrogramas de traKmento mais répidos e eficientes à populaçâolacometidadesse distûrbio.Ossujeitosforam 3 indivlduos lsendo doisdo sexo masculino e um do sexo fem inino,com faixa etérla entre 7 e,. 11anos.Foram realizadas em média 20 sessöes com cada paciente .o procedim ento soma a utilizaçâo de psicoterapia com poA menta!e'orientaçâoaospais,acrescidodetécnicaseqrocedimentos quepossibilitem a aquisiçâo de um conhecim ento m alordo pröprio corpos'estrutumçlo do esquema corpoml(mapa do corpo,contraçâo erelaxamento segmentar,informaçâo).Os resultdos mostram que apadirdaquartasessâo héuma Selhora significativa no quadro deipncoprese,ou seja,o nûmero de acidentes reduz-se cerca de 80 %. !Em um dos pacientes ocorreu a elim inaçâo do sintom a por perlodcigariévelde dois a cinco meses,um segundo caso apresentouCreemissâo do sintoma com frequência m édia de um acidentesem anal , tendo sido eliminado com plet m ente apôs a 13 * sess âo . lEm am bos os casos os estlmulos discrim inativos responséveis pelepcorrência do compoe mento inadequado sâo identificados eexplicados a partir da anélise funcional.A hipötese Ievank da aprinclpio nâo foiconfirmada,ou seja,a inclusâo de técnicas eprocedimentosquevisam ampliaro conhecimentp cort ralparecemktuarno sentido de refinam ento dos processos de discnm inaçâo queintervém na elim inaçâo do quadro de encoprese e nâo como variéveldeterm inante e fundam ent lna estruturaçâo dos planos de kabalho,visto que a redul o dos acidenteà se dé antes da aplicaçâo dos.lprocedimentos e asreemissöes ocorrem mesmo ap:s à aplical qdos mesmos. i :ProfessorAdjunto do Depadamento de Psicologia da UFPRSolsistadeAperfeiçoamento CNpomolsista de lniciaçâo Cientifica CNPQ-UFPRi


09.08œ'zk IM N O PRE O E RFIRDUCA'IW O .k CCJM ADEAD o DlS O S AltlO BARRA-RIO VERM H ,HO,USUARIOSD O 15*C O DE SAWDEBASTOS,ANA CECILIA DE SOUSA;CHAVES,E CE SANTOS;SODRt,LIANA GON CALVES PON rES.*Protèssor% do D epe am ento de Psicologia da UFBa.A partirda anâise critica do exercieie prosssionaldo psicélogo e da relaçlouniversidade-comunidade,faclktadapela intejraçl@ ao PROJETO UNI1**,buscou-se deserw okerform as de atuaçzo conp ntas eom prosssionais de umc entro de Saûderlnicialm ente.foram idenlifitadas dem andas com relaçzo aalguns segm entos da populaçzo alendida e referentesaostécnicosque atuamcom estes segmentos.O programa envokeu tr:spr:jetosde dotentes doD epadam ento de Psioo* gia da UFBa e propiciotl atuaçies de caréterm u:idisclplinar,em funçzo das necessidades em ergentes e Identi:eadas naprôpria siduaçâo de atuaçzo.Sz@ especiscados resukados decorrentes de'lnte-ençôes que podem ser deseritas em dois blocos. Prim eil'o:atuaçôespreventivas, operaçionav adas alravés das seguinles atividades - inser4âonos Grupos Educativos 4ue com pse um a da: eMratégias de atendimento aosadoleseemesjà implantadas no Centro;estruturaçâo de gropos de pais;acom panham ento do proeesso de desenvokim ento de beb-es. Segando:atuaçöes reeducativas,através de atendim entos psicoBgicos a Qsuérlos;eltruturaçio de m @dek de atendim enlo m ukidiscipinar a crianças eadolescentes vitim as de vioKncla sexual',orientaçâo aos léçnicos do Centroque atuam n@ Program a de m endim ento à Saûde Integraldo Y olescente.Oprojrama Implementou açses continuadas,com o objetiw de reakaratiudades de ensino,pesquisa e extensâo unkersitària. e> okeu decentes,aK nos do Curso de Psicologia e lécnicos do Centro de Saude, criandocondiçse: efetiva: para anéise e form ulçlo de diretrizes referentes àform açzo prosssionaldo psicé*ge.**Subsidiado pela Fundaçie Kelog


'09.09! .A ED CA PERU M A DE * W DE & W .#2- ' m Pmœ que a M I1- * > le'- 'a'- pe ne ap- e leo e - '-- n p gm ' 1e ' '* & aœ r . = A e axM lixe> - * o* pe do p- M *' r.p-- -n,lo e - = œ > e œb- geirœ * 1- ' 'o psie 'œ e a n= pe ae-' .Forl>' :- -- - O J'A * n- e u- - * b- ileN* * .œe o e rap- .= qe = el* a*- 1*b- e' ' * * * .A -* * aœ rx eo Eœ N r= ele u-* - * - - -- a.-.a,'el nœ n -' œ * e u- do o - -*-- 0- b- ileim.A e * ** p- > H àsme ' ' * * M pmibi#o,N rqu- * = œ .Pe e 4o * = œ e * & psi- il- se.'lix - o -- -e * œ o - + nœ p- - * a- o e œ œ ,**$ - M''.. P Y Y > > p%''> . Aw lœmœ a #- 'x'œ @ a:- E œ * -' h > * - .O œ e é M % N ruma - œH J'Y p- - êGi* - > * *mo * -'- ea 9œ m x a- >- = w le às - pule - e . e œlo- - = as= œ * = * ..a.'- ,* - ,* > .* M % .'.- e* h- e= .*1-H H X 1H * P$W M 1*'10 H PG* * 11**- u> M - *ne x . >.w .. o o os.e a a aio oaa o x . . ga ;< = œ e * > .- -= ' - >' - ' - op- ea & ce #op- N r*-G- K= < -'.-'- nateole àb>' * ae r,e ---u- o o- - n hleaw''x e-. ' te da lonG .z.N o Yë


09.10UnivU'V 1m sTfm m os DE CONDW A.E A BUSCA DE AW ONOM IA NA INFAN ' cuVera Rœ ha R-- de.CRP * 2353 -Prof- x ra M sistentedo ento de Psicologia daidadeEse ualPaulim (sulm ix rado esëgio demixterapiainfnnul)m xrice #-q oroblemal0 aumento si> iGcativo de queiw deam ssividadoem oriançmx ematendimento na olini- - lw nos e mostresanos,com sumento dedenundae e idosdeua encia no atendim ento,im pulsionou ee estudo.O quadx,H- rito m la fsmfliw afex ataquxEsicosaosY syirmâow ou ou% Gmiliarew O mlx- mento debirrw crise deçhox.indixiplinwdisplie ncia com taxfas v nlarmw inxgurança * me o,além do hâbito inx ntrolévelde vertelevie .Hé muitasx melhan- entre os0.*- .Diferençassurgem no a Nen? ev lar.onde amaior > das cri- as apre- ta G m rendimento;em% ra algumas apr- tem quein doindix iplina na ex olw e.e ex- öew con- uem manter G m rdaoionamento com pxfesx res@colegas.f:pr- u- teo a- imo o desteulm dequoiM em oriançasqueaindaestzona'olv.4o3 a 5anos.r'maxvc maisce o.ascri- aseste = dovistaw m rseusY s,çomo re%ldeseagressivas.Obie vos:o estudo tem m rânalidade O mpx der a origem e natuo da a- nndwiue uâcar m ssiveis sintomas aa- iados o conx ituara rœ idadenaqualemergem.M éte :Nouniverx de criançu de r.nqns sule sionados.foram analie osdurante 30 mexsv40 ca s.Aso-mntedsticasda Impulaçâo da Clinica da UNESP œ :criançaspré-exolamx na faiu de 3 a 6anos e alunos do primeiro grau. entre 7 e 12 anos;= do que o nivel O çio v nômixpe ominante.se enquadra na categoria de baixa renda.Te osforam gubmdidos ao paxesxpe- iagnôsuco,quealém da quein lim ,O nsistiuem entrevistadeanamnex.testesprojeuvoseobvervae lûdioa.O - RHaIuulizado na avaliaçe foiocAT humano eanimakdea rdoxm aidad. da criança evxminxel. .e o teste da fgura humnnx.Na ob- açâo ldica foram ulilizadosvH os materiais:argilw giz de cerw P- L tesourw COK x'vistas velhaw i- lm to.jogosestruturados.Jogosde montar.etc.Resule os:Verifcou-sequeascriançasne apmsenêae.moom- metimento psicoligioopestalxl= ram contato com fe idade,nâo tiveram difculdado paraaceitar o enquadre. conçoeeln- m e cum prem regras esta% lœidas.Possuem vivacidade. *m rspie- s e.as mais vellas comprx ndgm 1. as rno w dos IY w que asx nduziram atratamento.Geralmente x refexm aos O nflitosdo a lnnionamento familiar oomo algo que exa- àsuaoa- idauedeadaptaç:o.A anélisedasentrevistasv elouqueogY w dascriançasenvolviYno estudo.mos- rnm difkulzueles- esta1x1- limitescla snasrela/esœm osflhos.Estasdifkuldadesese em fune dl algumasvariâveiw quede- dem dasituae naqualseenoontraa * 11.Em 70% doscax s,nR houve indicaçâo de crix faminarxvera.Os demaiw indix quea familia vivia ev riência de de- samentopou e .n*>'= to;ale lismo ou tozx mania em m lom enosum gonitor.além do dex mprego e alguns probl- o.de m- aia.Ixvando em con. quenas situaç- de crix e o es algumasalteraçôes na conduta da criançaaopteiN ranaliosçasos em que as fam iliaw eme ra xm pmblemaq gravew xntiam-se imx tentesdiante datl- fa dosslhos.Este grum se évide en% mAeq que estâo integradasao m- .aao de traœ ho.:mR s que * x elM içam aos ee- res doméMiO s.Verifx osque asew otivaw dos IY s.=relaçzo à criança;a conc- R quem ssuem de autoridade eautoritarismo;osobjew squ:pretendem na formae dacriançav* fatoresquecompmme- ardaçe.namdida em queneconxguem conçiliarx us inte sxs œ m asnc ssidadesinfxnfs.Este estudo m e de 10 IurefIeX- x bre a nova r- lidad. familiar.submeuda a uma u ie ado que estâ em O nstantem udançw e qum prioe o dexnvolvimento tx nolbgico,sem m rmitir qu@ a familia Ixlssacontemplar a natu- o e o de= volvimento de seussl- .A faméa tende a repre uzircom acriançw a mosma relae qu* a v iM -He esta1x1- com quem nâo M 'ci- do pr- ssope utivo,eoxilaentreo dexjodeaelerarseuçmximento.eodeoonte-lo.Acderare oxrinteresx te 1- este tim de v iM oHe,que quertoe -la O nsumidora.Para a famlliw o N doxodo crescimento répido:de um lado Ixe dis- nsâ-los maisce o das funça sde matemagem,deou% lado,e eimplicarna exigtnciademaiorautonomiam rN rtedascrianças.


09.11MATXNDM NTO A AMOLESCEN'I: E ADITLTOS D:FICV NTE:M EM 'M S AK AW : DX GRIJPOS DK m IO PSICOH RAW UTICO '.M rdaS.pklte .IJNISANTOS (SPJSueN RleoCnsta.H AE DE SAO W CG TE (SP)At(quepentcl possibilidadesdeatuaç'opsktteapluucajunto â- QsdepessnaspnltadorasdeDesdlneia M zntalLeve e M odtrada?Acreétandosenaviabilidadedestet#edeKtewençb.esteeabglho vem sendo renlizado naAPAEDE sâO W CENTEM quatoane'.Depeisdetliadose devida enteinseridosem dassesespeciaise oEçinaspcdagégkas.os:urms(cpmidadtcronel4#canafe ados14aos40 Kos)passam a partkiparde (3npe:deApci:lunz: vez pcrsemnnn-so ne utos) sob a olitntaç'odapskdlogadattddadt.O objetivopzincipaldôdcprôporcionarconélöespara que es'tasptssoaspnssua mn tspaçopr4pe .endetztrcitem oAuto-conhrcknentp ç :1vivlnciaOA s0blmlanovaperspetuva.é inlpclanteconstatarquexamedda *1 quehàum resgat:daauto-ese a,avalonz'.1I1â4 d:sua idenddadc,@ rstfmlo ao aparedmentn derespns-tasesûltwôestliativas,ecerreR passagem de.un estado de passM -dadttdtpostwa dtptndentepara eklicio d:tun a adlacknento t a consdqœ ntedesccbe> desuasyctencia:dadestb repnrm ''das.Os'mtepanttsd0spupQsque%tsobrtdvzram*'àboayaltede =uqvidaspuvkzdo lûngnsdiscœsosacercadt s'uasincapacidadts e Kabikdades, começama refk? spbr:simtsmostafaztrmna nova leie a dôs papiis qu: txcrccm .dene: da ctmunidadetm quee tm.O centatofrvqientedateraptuta com osfnmlvesdetal elientela éparteessencialdesteproctssn,pûis1:4stpodesubestml ' ara eistênda dt tendënciasàsupzryrotçâo,nepaçbsrtjtiçAe.vergonha.remorsn.atitudrsd: autocomiseraçbesenA entosamblvalentesccmumtntepresentes,queade dasdepessoasmuit:silfkaA asypaistimA%osptxerctm fortZ% lnciasobr:osmembrosdos- os.Acu' a detudc ess:ep elilncia nosleva : trerque os indid duosexctpcionis(a7skncomooutrasparcdasdasncitdadtcolocadasàme tm) rtssçntem-sedadistn'lnm'alb dn eu tamuNada quesofrem,resistem ebusca a imevaçb.


* 1Tq09.12A TENDIM RNTO D OM ICHA G :TRRAPEUTA COKD O RTAM ENTALE Acoe E TERAPEUTXIA.T.) ADAPTANDO CRIG ACo M T.omc ttranslorno obsessivo compulsivo)AO CONTEXTO FAM I-L TA R E SO C IA L.M ércia R egina de Souza P into ttM ichelIndalécio deS ouza -U nivea idade C alblica de Sanfos.A partirde1994 o cliente,do sexo mascullno,de13 anose@m diagnfeticode T .O .C .iniciou o atendim ento com A.T.,o atendim ento clinicocom a Terapeula C om portam ental oeorria tlesde dg 1993 A tem peutasentiu a nectssidade de incluir um m odelo m aseulino apresentado comoad equado ao cliente num a carga Iw réria sem analde 15 Iu..O tonfextofam illar nâo oferece eondiçles favoréveis para gsranlr autoeonta le ,asseeivitladee autonomia ao mesmo.O trabalho ob#tivatrtinarodientva Iidar adequadamenle eom situaçôes que podem gerar frusAlwaçôes ,êmaecorrência de suasdm culdades a nivelescolar ,de&ua auto-im agem rebaixada e por aprcsentar T .O .C .o que gera pnxiedade excesslvm O atendimtnto envolve equipe mulidisciplinar (tem m uta,A.T.,m icopedagoga,neuropsiquiatra e nsioterapeuta ) que trocam informaçgesperiodieamenle, é apresentado à ferapeuta relaldrios diérlos pelo A .T., das ativldadesdesenvolvidas,eom o clienle referentesa seu dexmpepho no traballvop roposlo * é supervisionado sem analm ente pela m esm a .E feio orientaçâod e pais qulnzenalm ente.o A.T.auxilia o clienAe na diserim inaçâo deestim ulosreforçadortwsno am biente e no afaslAm ento de situaçöes aversivas e punitivas para om esm o. D esenvolve atlvidades lna rnas com a lmplantaçâo de rotinas di-Arias adequadas na rtsidência e orientaçio para o d iente exerça suasatividade:escolares.A s atividades externas inclumm acom panham ento aos.atendlmenloscom a equlpe,allvldadeesportlvaselreino no éeslocammntodo cllenAey no cum prim ento de com prom issos previstos.o trabalho apresenta resultadospositivos quanto ao reped ério docliente , este apresenta m aior aulonom ia quando tem que fazer estolhasd as m ais divtrsas t possibilita inttraç:o sotialm ais adequada ctm ipessoasde seu convivio.N as ptividades no :eu dom icilio,o clienle vem exercendorollnas periédicasque foram propostas a partlr do trabalho eom oA .T . (; T.G C .do cliente * pa dom inanfem ente cognitivo e.de rtpd iaFrasesae form a ecolâlica com freqûênda elevada e,com conseqiiência desituaçöesansiôgenas.0 :pals,a escola,a equllx e o A.T.foram orientadosa nâo reforçar esxe compo> m ento.Com a implem ental o da medical oadequada e,a m odifkaçâo do com portam ento do grupo explicitado adma,verincou-se um a reduo o siMnm catlva dessere- rtérjo.


09.13TERAPIA COM PORTM V NTAI,INFAN'TIL (T.C.I.)E ACOW ANN AM VNTO TERAPêUH CO A C CA BORDERT,I-NE.- M éreia Reglna de Souza Pinte e M arcelo Rocha Can ralho-Universidade Cal lica de Santos.o atendimento ezlT.C.I.,eom Acompsnhante TeM pêutjeo(A.T.)visa restrtltum çâo da erlança através da aprendizagem vicéria ofererendoo A.T.com o m odelo adequado a ser im itado,ebuscando reim plantar um arotina diéria adequada na vida da criança ede seusfam iliares.O trabalho a ser apresentado refere-se ao caso clinico que vemsendo atendido desde dezembro/g; tom equipe multidisciplinarttera- ulacom portam ental, A .T., psicopedagoga, neuropsiquiatra, nsiolerapm Hnrom hidrx inf.sioterapla).O A.T.atendeocliente(sexo masculjnmllanos,tom diagnéstico deborderline)tineo diassemanais,perm anecendo diariamentepor3 hg.em uatendimento: exlenws*talividades planejadas ecompromissescom hora mamada)e eatendimmntosinternosotatuaçâo emA.V.D.'s).0 A.T.aproenta relalriose.participa de supen isöes semanaiscom aT.CJ..Comopontodepadida parao projete detm balhm foramfeitasavaliaçBel utilizando nlêle thsobxrvatipnals para Ievantar qua'is oscomportamentos:inadequadospassivds demodifcal o ou de extinçâo,edoseonsideradosadequadoseom o objdivo de prover a manulençâo dosm esm osem seu repertério.C@m referêntia a atuaçâo socialde diente foram im pleluentadosm odelosde eonduta adequados,com o intui4o de treinam ento da assertivldadedo diente frente a sltuaç& sanlerlorm enle frustranles e frente asituaçöesnovax.Para atingir a:metas estabeletidasfez-se necessério um adiseussâo am pla rom ospaispara sensibilizâ-losquanto a im portância detaismodiscaçöesiteatravésdeerientpç:odepalsqulnzxnal);visitasperlôditasàtscola e a@spossiveisIocaisonde o cliente ïem alividadesfisicassuplementares;imposiçâo de Iimitestaulncia de reforçamento ou apresentaçiodepuniçöesle dereforçamentos çontlgente às respostasposilvas.Osresultadesobtidostem sido de assertividade,aulo-controle eam pliaçâo de repertério eom portam entaldo cliente em seu m eio,onde oclientecumpre seux O mprom issoseseolarese se dlspôe a paH icipar deatividadescomo passeioseJogosproportionandodiscriminaçâo defontesde reforçam enlo.Sem atendim ento orientpdo o quadro Borderline gerauma instabilidade emx ional,m efem e cognitlvw intelsa e perm anente.N o transcurso do tm tanlenlo obseln -se periodos queo clientt apresentacompo> mentos estéveis de maior duraçâo.Na presença do A.T.,o clienleseauto-observa e se auto-çona la verbalizando que pretende evitar com -poA m entosauto-destrutive ou agressivosao lueio.R # I


* 1*-209.14A NEGAG O DA VELY CE ATRAW SDE UMRWTULO DIFUSO:GPESSOA D OSAHLopes.Ruth G elehrter da CostaFaculdade dePsicoloka da PUC/SPO presente trabalho 1em como objetivo estudarospossiveissignifcadosda terminoloka utilizada para nomearavelhice.M nomea-W espara desiglara velhice ocultam temorescom relawo à morte.E um estudo te rico baseado na prâtica clinicw enquanto supervixra de n pos psicoterépicos de idosos na Clinica-escola daPU C-SP, na Com plem entaçëo Cuu cular.A partirda xnnelix dosrelatos de 24 pacientes.constata-se a ingeslo de drogas m edica -m entosasasx ciadas aos tem orescom relaçâo à m ole.O m aterialfoirekslrado pelasduplasde terapeutas.re#strado ap6sasseseese nnnlisado na supervisâo memnnnlmente.O conmmo exace adoou resistência à utllizaçRo de drogas medicam entosaslw ou-nosahipôtese dos tem ores com relaçâo à m orte.O envelhecim ento expnme:-uma ' sucessëo de perdase aquisköes(envelhecenosevivomosparalelamentel;-asperdasengendram novasaquisköesqueseaderem à histôria de vida do individuo,expn'mindo temporalidade;- o que é perdido é imutâvel.fazendo com queo individuo desejosoprocure dar sentido à sua vida.A ssim o nâo reconhecimento en -q'xnnto velho (velho ésempre o outro).protege-o dasameaçasdotem po.A negad o ou compulsividade parao recurso medipAmentoso,parecemser m xneiras de expressâo dessesconteûdos.Estesre -sultadosparciais corroboram com ashipôteses surgidas nos atendimentos.Este é um estudo parcialda tese UA dependG cia psicolôgicado idoso a drogasmediommentosas:represental o x cialdo conceitode n ûde''*agJncia Nnanciadora:CNPQ


09.15DV ICULDADES APRESEN TAD A S PELO SALUNO S EM UM PRY R AM A DE ENSINO D EM EW STA CLM CA N CIALAut- :M a= Alw s NunesC- omEde gegr- im deo dos Snvam sUnivenie de M opauloclM o inicialvem H oque ;aw linm m -se qe asdisculaoM de ena e œ maig % ne *n% œ a1-inice tes. Sujeitœ: 39 a1- (b c> o œ o œzkPgicolG inice te M % clhic .11n** 1m- t0 Y ix deensino:estudo de nMnuale ex- lcios escd t- ;exe w xo de duasO A viM em gite simue ;exxY o œ > ena e u emaitt- R :-t= 1., e. f- m ovq imM ixtoa. As dm clzlaoa- dosal= osfo= avnlixzlnm au vés de = oHe l,'-tde 36 ita ,com..- In de G a N tos, elahw do es- l'xlm ewlte - aw liedesemm nho de a1- em enkee à cli O .N as ena d sussM uhe , os 21x1- o l- m f'-x -oks dos colegas e %m of- ora;nas ene vi- ao viw ,M lx 'mlxm m = chente deelticae= lay H a aœ e H m h ùltûna atmvés de> m lo e H ioM .O s D sulàdœ m os- m m - os alunosa (- * - Ina,'- de dz eule s- l-biEaozl- depx so > 1: técniœ e em = 1@à de A rlnm; e œ n- -e = ,z- babO desde p= so m enos te cas ou po lxiasdo xm xt6zio gx ialdo leigo.Com tatou-x ,ninrIA,ter havido lxzmque no toV (1 diflcule s1u sege entavlu simulacX m um = zru- 'm e to (< m = n gm git- xo M t= l.Flnnlo- ie,e œ -se M o tc havido.z- difee es eta- dop- m e ëncia dœ al= œ 1- m - m x. e oulaozl- .Rœ om e m .se qœ te aaN quisaa qe oap- &a ix ,colm- Y or enfase = M bm dades xnais te œ ,e to de- ao - o œ x leà de dados,* x o no f- 'oaem git- o M * .AgenciaGnxnniae .CAPES


-.-'.j09.16SUPERVISXO PAR E APOIO PSICOLX ICO :ESPELHO MAGICOA DESENVOLVIMENTO DE EDUCADORES DE RUA .Hen riette Morqto ; Carglina Bacchi; Ludian: Pires; Lui: Lilie n thal 1 M$r Ia Cn ist yna Roc ha 1-Rosana F r zsc he r . InstItutode Ps icolog a.a Un ive rs Id .pde de Sao Paulo .Trabalhos realizad?s revelam a experilocia de tenszp do edacador de rua ; desaf Ioade ençaraç condiçoes socig-pol 'zticasacczse dversas no mantendo contato direto fenomeno coœ umeninos populaçxo de em ruj'q imite sltuaçao de sobrevi de -oratiçaveocia'. 'Demanda(dlsponiblltdadepQr f ormaçlo. IntulçaoqMe-articule) cvm conheclmentosa experi3nciateoridacos . E atuaçao pre-reflekiva pop surglyento çecente tdemandasoc igxpol itlca atual), espectro quallf Icatora.de cie/cias hgmjyas )e campo fronteiriçode atuaçao (educavçao/saude soclacon: iderando a @2IbJetiv id:de condiçRo - na construç:o do conhecimento, a pratica prof zssional Iypoe-se comp lugac deq tu @st ionamënto da tder?t ydade prof iss Iopal e art 1cu laçao doeoricg para Mtl slgniflcaçao . Nessa dlmenszg a pratxca daslanervisao çla.p 1ca surge como elemento-conitltuinte na .ç ao d. prof aspionais de'lat/de e educaçao . E espaço onde formlatraves t id i das sltuaçoes pratlcas , ocorre a suspensao do olhardlfprente c 9 an o Uo e u: outro vo ltg r- R se q uem pa ra atende si m esmo . , resgatando um olha rTres psicologos e tres alunos de psicologia facilitaram 6 a8 grupos de supervisag (zhs/semanaasl'para 5 grupos de eduçad o r e s d e r u a (62 p r o f Is s io p a is ) d e 4 u nid a4 e s d e ins titu iç a-oo (profissxona1overnamental . Facilitadores erzarp supervisionais em?2 hs/semanais)por doçente/psacologo.Ambassituaçoes-grupo Foraœreo istradas por gravaçoes e relatos dos f:cilitadores* A anal i -se dos dados ocorre seg undo a metodolog ẓa do trato do deprmento R como reo ill;txp de experizncia. - 'esultados prellminares mostçam mesma tematica cgntral paraeducadores e-f acilitsdores : daf iculdldes na atpaçao diretaPelap copdiçoes de vlda dos mepinos ''desamparo''e do trabalhvinstitucional (f rustaçoes y quQxxas ), alem de dif erentes posicionamentos pessoais na atuaçao entré mçybros da equipe detrabalhoe Observam-se no processo polarzdades (percepçao de9otencialidades e necessidades bloqueadas X d#sanlmo e frustaçao) despertadas nos educadores pelo convlvxo com meninoscomo ref lexo das polaridades que meninos vivèm no meio socia:evmo ref lexo ocorre entre facilitadores . no coqt6to com experie nc ia dos educado res. Em andamento esta a anal 1ee de d if e-renças percebilas no processo dos 5 grupos , pela heteroigenegade de f ormaçao dos educadores .Esse processo especular aponta : supervisio como luqar paraudanças de compreensao do proprio trabalhç inf luenciando d i-retamgnte a atuaçao dos educ:dores com menlnos , remetendo auestao da polaridade subjetlvidade/autoridade .


09.17PSICbTERAPIA PARA FuTuRos PslcoLomnnz REPRESENTACeES BocIA IS DE ESTUDANTES DEPBICOLOBIR.ENKAS , Maria Leonor Espinose . Douto randa daRontificïa Universidade Cakô lica de Campinaa .Inveltiga e analila as representaçèe% sociopd e estudantes de peico logia quan to A& que ixaslevadas ao ps icdloqo e quanto ao tra tamentopsico terApico y Dbjekivando identificav oe Aentimentoe eublacentes A futura aeeunçào do papeI de terapeu ta , bem . como o sen tido de pe icoterapia . SAo Se . 12 a lunoe de 49 ano de umaunive reidade particu lar de S& o Pau lo eondo 10do seylo feminino e 02 do seylo mao cu lxno . D iv i-d idos em 2 grupos de é s passam po r um exe rcécioem duplasr visando desviar-lhes a atençaodos meios habatuais de percepçao . Seque-ee opedido para que as duplal montem uma cena , queTunciona como instrumento proletivo : na qua lum paciente procura a clin ica da un ivers idadee um kerapeuta oferece aluda teraplutica satisfatdria. Rs encenaçdes sA o regiekradae emAudio . A anAlise clinica dos dadoe moo traqrande diversidade das queixas levadae ao p- i-cd logo , kendo em comum a neceseidade de um terapeutaonipotente para reso lvl- lae . A teml ticainclui doenta terminal, auslncia de recur-*os e de expecta tivas de vida , ter s ido env iadopara akendimen to . qs propos tae de tre tam entorestringem-se ao enquadramento , euqe rindoser bastante a aceitaçâo pelo ou tro . SAo d iscukidaeques keee referentee A* ane iedadeafrente ao papel do terapeu ta , A viv@ncia deimpo tlncia que marca eete periodo e A poe+ibilidadedeste procedimenko cons titu ir-se emprofilaxia na e laboraçko deotaa q uee tlea .


-llfiq09.18*T- dePe> * e *xAte @Pm > œ PM + I* % T.n- '- Peu-.- 'au-a - o w* * mO k = *W *'ee * Xm o M < * * Pe œ o M ' -'%' > no* M e * Roe h 15 = 'e A - * *Y + ' * = U-' 'Au -* M e o * SO Pe o,olom e f- -- < e - 6(* A1> - *e xm e . > .v - .x- A- uw a> %(* AD.- - * 1* N Se e œ qx œ > Imp @ Cœx > A 1 * - '.'M e e o é > da - de M e- an 1- v- e '- dee 'H e mo- e a o - le = a- keWœ * d@ * *A - *- X > ' + *.


09.19T- dep'- 'me exAtue oM - e em - + n *H M T.n- '- Peu-. .a .x .w . wC- o oM e X Ve a > '* œ N G-' -'* a15 * % -'A'* N œ - *n* ' 2- N ** - e> * .C- œ o N a * ,* e fd @+ -- ' e- f * H * œ X z - e > H @ e*= '='Aa. h w-' . . - > .Nae e e * he - m lo- œe œ = * - -''- e * M % > +,< .+ 1mp * Con - o œ * > e qx % o - *- % e f- a % > +.M K Rmie Coa.Em gG œM o- - .I- .T> - > % - > >esF .* * e e @ = - e - ' *1- - .-e . x - >* *- % qe x - - - .% .-= *a. & * > * * ,G qe 2- --.mxuw o x- w w o o - oo - oo .o . ....xw w e a . u. .. > .* * * * - oe ** * * .VG dœ Y + **-'-1eWM fœ - - G œ ** &e* = - .2-*- * Pe ole M + @ N >** > e o é > > * * * * v - eu' e *- * - * > + *.


- A * *09.20 ''vvpgzcnw pxpza ọp s:w o 'z- m zL goRzxw a> o Dz vàzs coMo paoposTa' àIHTZRVXNC:O NA cb:hlcà-:scoLh'f - PioaowljR .N .; PEN I àA . a . p #; . paxos , :.s.; RzsxMng ,v .; 's: y 'M . c . E . - é1> . > .#.* *10 D: M K UITAFILHO - BAURU-SP.'Devido ao aumento no fluxo ée akendimento tnfantil e, asemelhança ehtre xs queixàs nbs iltimoà 3 anos, naclfnica-Escola: 'UNEsP-Ba*Am., observou-se que as queixaptêm se resuàido basicamente ' na dificuldade derelacionamento entre #ais e âilhol, pelos estpbelecimentoados pais quanto â regray. lkmitès obdiência è aceitaçâodessas, por parte dos filhos - fato constante nâo .6 entrecrianças de 9 à .12 anos, como de bostume. mas tnmhém 'ehtrecrianças de 3 à 5 anos .Basean d o-se 'nos procedimentos clfnlcos de ann-nese,observaçao lùdica e testes ICAT E HTP). de acordo com aidade e o tipo de cas: da'crtanka, dentre as 28 crianças'@ h ama das ao aténdimento' houvefam: 3' desistências, 1enca inhu ento.' 33 apkesente do ''deécompensaçôesemocionais '' em decoKrência dos pais (nervosismo,agressividade , iàaturidadee dic culdide d, ' interaçâoeproblemas escolarese conf litos internos, encoprese eenurese . temorea 'notnrno, hiperytàvid.de, etc). bem comode 13 crianças 'apresentando conilitos de relaciona entoP ais/filhos (falta de lo ites, desov diência,.supexprotecâo, xinga entos, cie es, pedo de perdas, etc.).Propöe-se a crianq, do gm po psa oterapêutieo que possamabranger maiot ne éto dà pessoa# tou questôes se elhanteé.Das 25 criangas Q em aten dimento . 15 estâo em.paicoterapiaindividual (maior comprometimentl e ocional ); 6 criançaseP CrUP/ Psiooterapêutico (menor eohprometimento e queixasf a iliares) e os pais das 25 crtv ças. devido a f alta dehabilidade na criaçâo de seu: filhoa, se encontru emgrupos de pais .sem os ref erenciais que sustetave suas dina icasinternas , com a modernizag'ù R ctal . as f amflias 'têMbuscado soluçôes paleativas que coloce os filhos copo''bode espiatörio'' da 'crise io iliar, vftimas de =problema soctal maior, que buscamos minimizar.(*) Professora e sugervisora do-estâgio em ludoterapia.


09.21O CA> DA DM Rsm m CPLTITRM .E Y GO TICAEM CONCLX ES DE O ICOIM GDaliele - M - . de & SO m k Enkl OliveH (œ ene r).m - en* de Psixlegim Univeniœ e FdeY de Pe- mbux .- IA divenie cqlte elinl stiœ i= c= > cdndn - x a;ea si* d0s atendimentos piœteëpices, Onstitqindœse emqœstiox enpsq- to àeGœ iadesxsA be esOm ossujei*s* Cla sTmbm nM Y .Este se iY pselqcidnpm as>* mQ:cmr nœ A ndancs* . picœ mpiu,p r> dosme osy - = tesg es- clnt- e a exisoncia de difero t:sDferencisf- ndelej& subjdvidnd-.objeivou-x inves;- se,eem quemdi& adixl-u, & divm ie culte elino se esë conti&n0sdixa sd0si- sconcluinks& > e em picologi: &UFPE q- d: eles tematium xba dœnl x'de mene ,œY * ,co e% A entns.R- lilnu-x,> % *,ene visœxmi-e M c:m 94% 16 O ncluinks,que fo= e iqxdnqx- doosciëe s - e ix de cetke s,b'.- nd- e>me-n'yxr%xferiY & kgd a.VeHsO u-x que0 n m ee 'dndn * ap- nkn:5O nkûdœ & x. dixo se ep s- pëticu % ql- M sqpeOme m adiK>Sb & dversiœ ecdto lelinl stica.Nb M> mlativle' & ap= e O pitiva do OMmento plquix ,doHomem e* Onceo squeyM eia a:xlae spixteëpico.M kk eq-x O nibuk y m 0 dexnvelvimen* & >i> bliœ empiOle/.cliniG % Omo,a- œ linsitie infoeaœ = 4ese k 'e snferxidœ,evidenciu do a n= ssiœ e de umamfa dwb &smesmos> = melhoresckia & sinkwene sO m cliotes* Cl- sT-u lbnde- .


09.22E XP LOR AGAO DO CR ITKR IO Mo Tlvqc:o-N RL Nq P RED IG AD DE CONCLUSAD E DE * XITO ENP S ICD TE RRP IA S BRE VEB DE ADULTOS . (*)ENtA S . INa vïa L eono v E spino aa . Dou to randa daR ont ïïic ia U n ive reidade Catô lica de C ampinas .lnve %t ig a a u ti lïdade d a d ïviezo do critlriom ot iva cxona l em 'mo tiva çzo para mudan ça'' e''mo tïva çlo pa ra teva pia ' e o uso do crïtëriom ot iva ciona l como um todo n . pved içlo dœ conclu lzo e de êxito em pBicoterapàae bveves dea du lto - . S 1o Gu le ito s 15 mu lhevee e 07 homene, en tre 22 e 5B anos . Ava liadoe no inicïod a p- ico te vapia quan to à mot ivaçzo , empregandoo% cv it* rio o de Sifneos , e quanto Ao dapta çlo , a trav *a d a Esca la D ia/ndeticaqda pta t iv a lpera cion alizada (EDq0 ). q avaliaçlopôo- te vapia , rea lizada apôs as 15eeewBe % do atend imen to , consïs te na Esca la deR e%u ltado e nov ame nte a EDMO . 12 a tendimentow(54 .54 X ) %1o conc lu idos e 10 interrompidoa(45 e4bX ). A d iv ielo do cvit+rio motivacionaln zo se moa tve ù ti l na dis cr imïn açzo dos indïviduo s d o% do is g rupo G motivacionaia . O b-serva -*e que o nive l mo tivaciona l è predxtivoa pen as d a poss ïbi lidadœ de conc luslo da terapia e n ?o de seu êxito . S1o discu tidas questBes ve feren tes ao u%o do crit+ rio motxwaciona l .(A lpa rte da d ïesertaG'o de mestrado (PUCCGMP-1993 ) vea lizada com su bven çlo de CAPES .


09.23 ALIANCA TRnAPAUTICA Dl PAcllv 'zsBORDERLI- EM PSICOTER APIA BR Eu *colH lo n LH o . 1- 4u1m G-h es. D ouo raado emPsicelo da P'K-*IAM-Unlvee de e Ce licl * Campe e em em bm da Nlcl- & Es- e se Pesqe em Psi- m pl B m veN PPB),* Paul.R +D@* * > * dine A de * v--x'eçâo *p-'-'-:eda pek spacie- clm * sœ rbio * pe- - -lidae S r- Mne.en m .'w- oo ele a > œ> da * Vm pe c (AT)de # pe - -u rp , (5 M e 3 a .em pm - - am pe œ sbx v- .E.esujeiœ fomm ia- n'M dos UHH*--dO-se @ dia- sticodfe- hlda DSM -W e - - œn de a j**f*- ,ém O pa-w :-sadm s @ * 5). chssmee s Omo adapudos e - nca ssevem s (E= h DhR éstiœ Ae ptalva Opem ce le deEDAO,de Rya: Sim- ).A 'amostm * 1de N-8 Aujeitoseomdlœ rbil S r- , ence a-se > faix. espen e * te disœ rbio(x a 6e% ) extm . popuhe el* lœ de dhO rblos dèpen e e e , se- e a Am r lc- #& rN * Asv -'- 'M .A-a. por cow- en dejœ se atm vésA gescawsdlfe- a-daspmposlspeh M@ @ F@'-*-= (E- l-s * Clhbm e e& Va- veisIo n enie- l.lsnfveis A AT da am ostm Aw>lfaram ave e s, lbsew - Ax-R 4u* ls p- ss.s - ohzfdlsC5% ) s:* %a- ies em e s f*> e M '- mhe s pe>possibK e e de N pam g :@spade es de N h ç:es e o ess- imObsen a,*-'a*,que erapeuesAtivose H w ee esexpx ssivasestlmale- a * lm pêutlœ , mesma em p- ssas depacientes eom dise rbios u rdr W .C - luique a A T inich l *pa e m da e- lusâo lu e term pçâo do pm cesso,e da que setm tededisœ rbio com gx * dm uzldade de v1M *I+ @.C@m aperspectiu 4e um p- ssa breve e com a A T eso beled da.ese spadeo scl- - m supem r*le dadesde -'-.1** spldendlse benenclr :ep- sso:bmves,œ m a aquisie de m em ox sc- dçœ e ptae as.* Px> da n-'M- çëo de --= do - Pskxko 0 1-*x7 UCCAM P/G M - da com subvee odo LY Pq.


'a09.24 DFAM OL 0 DEW QO TUm O COM-PORTAMM AL M EQUK O A0S PFTAG ONA-> OS OS M OS A> N DE G W OS DEM OIO .* Pro? Dra C> - œ cia de Almlic **A*i- Célia B.Becelles;** Aeiw No- ira Di< ** M a Cle a @ u'n:-llw ** Gisle eApa cida M œ aA .'** M r cos Robu e œ cia Univ idao Rq-ede L- # inaA caneataçâe deG a F= œ ZeiA eia na e eadeaj* prosssionalpe po > pessoas c- e cz A e s & relaeix a - o Keuvo e aeonseque ia psicossoeie pore1a - œ,'-- *d..'.kie a e sfwa iedade.solie o e isola ento.lew u a faaçâo de F e os & e oie.com os objetivosde:a)ele = levx- - io 4% dzculdades derelaciena - o KeNve > ---2e- peles sujeitos; b) ealisr asdifm lzœ sv eseo % m',c)verifœ a G cécia deee e giasR ais> int- ç-ao. O ree a - o foi realivu n e w és * meies &c- micaçâe.Des20 xjeitoskie s,fora seleeiMxelns14.ose sf- A'e ibi e s = 02 F e os. D os 16 e ee os s- e is e 03*% 1- s-x< com H < â@ * v nv.'- z- - -01:* a e 30 m,'-eoscadw qx ac- -cea ne pœlode & aw il/1994 à je &1995,pe eipea 02 xjeitosno œ e o Ie:5xjeitosno % E,tœ izœ sY x an - H 26 e 42 e os.D ses e e es fox R alim dos na Clv caPsieol*gica % IN .e neles fora Y l,'v.%zlos ine - - os de w aliaçeao* e culdae s c- u - - ais v ese xdx. pela pe cipe sinicixlm- e e ae ê-' ino da ee a de coleta de dados.Os e oe oufx a F avades e x les Y li- -se * tée cas * e e ca & > o,rel- - - o,bem como fœ= Y lix'lns'roles-plee 'visxaa .'-'- oe.leao re œt&io e s xjeitos. as Nabilidades necesslia a =relaci- - - o *' essoal/> 'vo ao e o.Ao -' ieo 40 e e ozxalia do poe -se depcœ qx osobjeuw sf> 1-' 'dos.> meidaa - osxjeitosv - - a a iz- .'fe. e e ise M ci- l-- -ase culA o s v ese -z-e.* - 2n X ssa fa w a efetiviz* daseskzégias R ais de i- - âo V 1ia * .+ œ j- xaora++ w 'ejoso jsis- Y q


09.25 'ITQPMAR-SEM:E::SIG


'V09.26 coxm sulçoes eAsA uvw cetmc. oés ReuAçôssENTRE A PSICOLOGK E AS PRXTICAS ALTFRNATIVAS:uhzA ANAL4SE De COhITEQDO DE MATERAL DE DIVULOACAO PUBLICI-TARIA.AMORI-K-I.Cacilda F.R.Barbos&.Laboratério de Psicologia Experimental.PUC-SP.Resu indicaçses de relaçôesInckslve teéricas entre aslécnitasakernalivaseaPsicologia permitem concluirquepsiculegosoptam porm:dalidadesnâo-ortodoxas de atuaçlo pro:sslonalao m esm o lem po em que nâopsioulogosutiizam inguagem e takez tecnohgia psioolégiea com seuscientes.BoKista I.G .-CNPq.


09.27TRATAM ENTO DE PACIENTES CO M TRA NSTO RNO S DEANSIEDADE G ENERALITADA COM UM A AB O RDA G EMICOGNITIVAC OMPORTAMENTAL: UM #ROTOCO LOEXPERIM ENTAL.lLoverciM oraes,Jûnia C.Ferreira , José Robedo Leite e RobertoAndreatini.Escola Paulista de M edicina -EPM .-+ IO presente estudo en minou a eficécia em 15 sessöes de umprotocolo eo erimental, no tratam ento de Transtornos deAnsiedade Generalizada.Ospacientes foram diaqnosticados comTranstom o de Ansiedade Generalizada e Depressao Secundéria eescolhidos ao acaso para o tratamento (N=11).O tratamentoconsistiu em gruposde no méximo 5 pacientes (adultosde ambosos sexos),com um protocolo eo erimental:(a) treino de autoconcientiza#o corporal e relnvnmento; (b) treino dereestruturaçâo cognitivo-com podamental,com 20 sessses grupaise semanaisde 90 min.Foram feitasavaliaW es periôdicas (1,5 e15 sessâo),utilizando-se o Inventério de Ansiedade Traço-Estado- IDATE,o Inventério de Depressâo de Beck -BDIe o lnventériode Sintomas de Stress - ISS.Apôs 15 sessses foirealizado ofo low-up depois de 1 mës do térm ino do tratamento.O bsew ou-seuma redul o estatisticamente signyicante (p


09.28TRANSTO RNUS DE ANSIEDADE GENEM LITADA EM UMM CIENTE COM DEPENDêNCIA QUIMICA DEBENZODIAPEPINICOS.LoverciM oraes,M a Cecîlia M arquel,José Robedo Leite,RobedoA ndreatini.Escola Paulista de M edicina -EPM .N osso proposta foide um estudo de caso de um paciente comsintomas intermitentes de ansiedade,em cujo hiztérlco havia adependência de élcool. * ôs a supressâo do éloool e dotratam ento farm acol6gico com benzodiazepînicos,eIe começou aapresentar sintomas de ab:tinência e substitui# o da. dependência do élcoolpela de benzodic epinicos.O paciente foidiagnostio do com o apresentando Tranetorno de M :iedadeGeneralizada, desenvolvendo alferad es interoO ptiva:(hipedonia,sudorese,taqulcardia,néuseas,parelte:iae,etc.).Otratamento dividiu-se em duas pades: (a) administral o deAm itriptilina (25 mg/dia inicialmente, sendo aumentadagradualmente para 75 mg/dia apôs 30 dias);(b)aqlicaW o de 5sessses iniciais de Relam mento M uscularProqresslvo,:eguido:de sessses (individuais,semanaise com dura W o de 60 min.)depsicoterapia na abordagem cognitiva-com podam eno l , pedazendoum total de 20 sessses. Utilizou-se com o instrum ento deavalia# o o Invenlrio de Ansiedade Traço-E:tado - IDATE.R ealizaram -se 3 sessses de fo lo- up apô: 1,3 e 6 m eae: dotérm ino do tratam ento,assim com o a retirada graduale slm ultâneada A m itriptilina. A sintom atologia do paciente cau:ada peloTranstorno de Ansiedade Generalàada cessou junto com adiminui# o dos sintomasorgânicos provocados pela depend:nciaqufm lca.Os resultados perm itiram concluirque o em prego de umdiagnbstico correto e um traK mento farmacolögico efetivoassociadosa abordagem cojnitiva-compodamental,mo:traram-seviéveis e relativam ente répldo: para a rem issâo dos sintoma:acim a ciœ dos.


09.29A plu Rsm o E KO M IRAL E u GG sTIcA:M STIGA- Nx öEs soBu sAo r E X ENCA< NTAL NO S O u os m o -BM su m oKad. Go 'o Ade o & Eniel01** Dep- AmOto de Psix loGUniverside e Fe eY de P- nmhuco.-. jDivx s estudosvem apm M dando a qu-eln da Diversiœ e Culhlm le Lin> xica,poe lAndo a existência de conce distintu =dif.- es n pos sociais,acerca do O rpo,da e de,da doença e suadiolo#a edasterapa ucasa ela sge .Estesmodosdeapr- una uentemente x afnenm dm ueles modelos info- naos pelav pectlv'a indie anlistw que embnum a quase totv dade das prétiœclinicasem Psicolo#a.ASSG dwe-x levarem O nta oue sce gowdemodo a adequr aspréticastn pêuticm a difer- esxbjdiviœ es.Nexe = tido,o objevo dA peKuisa foisistemali-ro dixursoconse do m los indivfduos p- c centes aos cultos H o-Brasielrosx bre o univerx da e didoença m ental.ue o * mo œ os aquelesencone osno > te jâ Oldado N r M ontero (1985),Loyola(1984$ Prandi(1983$ AugY (1983,1986),Gue es(1989).Ribeiro(1982,1988),Amfjo (1945).Lépine (1992).Em zozln autor,recortouxascltae ' reeentes às œ egodas saûdidoençayœ e dade ecurayas quais fo= submetidas aos cdtH os ue s de anélix deO nte do (BnM1nz1994).Ve * u-x que hé uma diu omia comrelal o ao concdto de d= - = do estas sv manq em doençasM eHaise dœ n- espMte s,envolvo do u- quebm de relae- o d- te e o D b= ahlrAl;com os O cestY s,ou com os outrosindividuos.Uma mpturw quebra ou dexrdem nu rele esentremeiamastrêsdime esestuandnmz= do estassie 'MHAIN r este ponto deO ntato.Os sistomnm de - :e x e culam às inlera- doindividuo aos espam s extem ow dist= ciando-se, assim y do ideindividuv sta da intedoddu e.o


09.30 OXMANnASX Au xo- sxvo PslcoLôclco:quzMES'Z'A PxocvM xpo Assxsu xc- PsxcoLôcxcA àMNossA RRM D -A'nE? M nnx lAntônio dos Santose Elisabete Cristina tMrnioBeltmmem epnrfnmento de Psicologia eEducaçâo daFFCLRP -USP).O propôsito deut.u investigado édexreverom rnldapopulalo queprfuumassistência psicolôgica em 'lmninstitukâo deatenimento ligndnà Universidade,emtermosde mmqv anéveissôcio-demoge 'case culhlmis.A obtenlodetaisinfornue sobjetiva assessorar a implcmentalo e mnnutenlo de provnmns assistenciaisoferecidospela institukâo,vimndo adequâ-losàscaracterisucasda populalo-alvo.Otrabalhoenfx a o seM ço de atendimento à clientelaadulta,daClinica Psicolôgica docentrodePsicologia Aplkada (CPA),da FFCLRP-USP.O proce mentodecoleta uedadosenvolveu uma m squisadx xmentaljuntoaosamuivosda instituiçâo,ondeseencontm m sis'temaHRmrlnlasinfornue srelativu atodososenMsX =74)atendidosdttrante o ano de 1994.Osdadosforam coligidosa partirdastranscriçœ sdasrespostasobtidasa xlm roteko de entrevista semi-estruturada em 1IKr%no servko,eque integraopronhlJrio dos clicntcs.Pam os objetivosdo presente estudo,foram exlmldas dom nterialas informnçöes relativas às R guintes categorias de dados biogY cos daclientela:natllm lidade,regiâo e zona de procedencia,scxo.idade,cor,estado civil ,religiâo.connguraçâofamiliarem tennosdenûmerode m ssoasenivelde estzuturalodo nûcleo fnm iliar, nivel de escolaridade, nlvel prolssional/ocupacional e rendafamiliar.Osresultadosforam agrupadosde modoa fornecerinformnçôesquem rmitemtraçarum perfilda Ngulaçâo adultaque buscou atendimentodlmnte o ano de1994.OsclientesO o naturalsde cidadesdo interiordeSâo Pauloe dacidadedeRibeirâoPreto (57y5%).moradoresde zona urbana (98.6%)e procedentesdacidadede m beirâoPreto(87,7M4.Observa-seum forte predominiodaprocurade ajuda psicolögica porpartedem ssoasdo sexo fem inino (68.5M4,em Ilmnfaixa eëria predominnnte de 18a22 anos,de corbranca (60s8%).solteiras(58,9%),catélicas(54,0%).oriundasdefnmiliascon-ituianqde 2 a4 pessoas(2 pessoas:35,6M9.A constituiWofamiliarpredominanteenquadra-se nlu categoriasTnm lia deorigem exruturada'(32,4%)eelhmflia coneituidaestruturada'(24,3%),sendo que24,3% da clientela provêm defamilias(tanto deorigem como constituie )çeesestruturadas'.Em termosdegrau deinh-tnlçâo, os clientes possuem escolaridade média (2.* grau completo'. 31,1%)incompleto:17.6% ).Jâ com referência ao nivelprofissional,prevaleœ m osindidduosnâo inseridosno mercado formalde trabalho (com destaquepara osestudantes:28,4%)e ossujeitoscom baixo niveldequnlilcado prosssional.oquegeralmenteresultaembaixo nivelderemtmeraçâo (renda fnmiliarbaixa).Osresultados,em seu conjunto,evidenciam que a institukâo mnciona como tlmn alternativa de atendimentopsiœ lôgico de Teferência 1= 1, com uma demanda constituida basicnmente demu leres. de m ssoas jovens,bru cas. solteiras e catblicas,oriundas de gnzmsfamiliarespequenosenucleares,e queapresentnm escolaridadesituada nonivelmédio ,o que destoa sensivelmente do padrâo de rendimentos auferido.Isto secxplica , emparte,> la fortepresençadeindividuossituadosfora domercado formnldetrabalhoouque ainda se encontmm em processo deformaçâo profissional.Excetuandœse estescasos,o restanteda N pulaçlo m ssuiuma inserçâo prosssionale um padrâo derendabastante restritos.Estesdadostêm contribuido pal'a a construd o deIlmn metodologiade avaliaçâoy - q .uevisaax rfeiçoarosselvkosoferecidpsm la C lnicaPsicolögica.


09.31 mcmtNcG Do USo DE DROGASE DE msco DE SUIcïlo NA POPUI,AçâO QUE BUSCA Asslse Ncn Psl-COL6GICA EM CLX ICA-ESCOT,A.MnnœlAntônio dosSantos(De entode Psicologia e Educaçâo daFFCLRP -USP).Nos servicos de atendimento psicolözco,hé n- tsidade de um orocesso. e * - *' 1 1prelimlnnrdetriajem pam dennirosclientesquesâoele#veispnrnasmnanlidadesdetratnmentodispomveisna inltituiçâo.Doisdosamnlntosgeralmentc abordados nestaetapa sâo o uso de subsënciaspsicoativasea referência a idéiasde stliddio.Esteestudotem mrnnalidadecaracterizaraincidênciadousodedrogasederisco dejsuicidio junto à m pulaçâo queqr= .Im scwiçopûblico.A presente investigaçâoabrangeu xlmamnostra de142chentes(30 adolescentese l12 adultos)atenidosm t loServiço de Triagem de AdoleKentese Adultos , da Clinica Psicolôpca do CPA da IFFCLRP-USP.Estessujeitoscoresm niem àtotalidade dosclientesadoletn*ntes eadultosqueblmarnm ajudapsicolôgica dumnteosanosde 1992e 1993.Osdadosfom m colctadossepmdouma metodologia deconsulta aosdocumenloscontidosnosarquivos disponiveis no serviço.Os dados obtidos a partir desse levantamento ,documentaldosprontuériosde atendimento foram entâo categorizados e agrupadossegundo o sexo eaidadedosclientes,em termosda freqûência m rcentlmlob tlda ' paraasreferênciasàquestâo dnqdrogastdosuicidio.Com relaçâoaocongum o dedrogmq,osresultadosevidenciam que 41.0% dosclientcsnâoreferem usode drogas.ao passoque,entreosqueo fazem,em sua mnioriaadultosdo sexo feminino.destacnm-se asdrogaspara dorl?lfr (17,3%),para melhoraro humor(12,2M4,para perder peso(8,9%)c para Acar acordado (3.E%).A distribuiçâo da clientela em elnlo dareferênciaa idéiasdesuiddio mostra novamente Ilm pre ominio de mulheres adultas,tendência que acompanha a distribukâo geralda amoem (72,5% da amosto éconstituida declientesdosexo feminino).Datotalidadedaamostra,26,8% dosclientesreferem que jâ pensaram em suicfdioe 14,8% rela#nm quejétentam m suicidar-sealguma vez.o que indica um signifiœ tivo potencialde risco de suicidio.Chamn aatençâo o fto a de nâo se ter obsewado qualquer mençâo ao consum o de drogasalucinôgenase outras drogasesilicitas'.considem ndo-se que se trata dtumn populaçâomarcadamentejovem,em quepredoml'naafaixaeëriade13a32anos,sendoquea1 ;literatura tem mostrado um aumento signilicativo na freqtzncia do consumo neste' Isegmentodapopulaçâo geral.Jâ o uso demedicamentospsicotröpicosconcentra-seemIdrogasdepressoras(dedkito sedativo,taiscomo ostranqûilizantes) ! antidepressivas e .estimuladoras(anfetnminicos,taiscomoosanorexigenosesubslxnclasN ra sem nnteracordadopormaistempo).Estesdados,associados à alta freqlência de idéias e/oucondutasauto-destrutivas,guardam evidenterelalo com ossintomasquemotivnm abusca do atendimento,j;queasqueixasestâocentmdasbasicamenteno desajustamentoaoiveldasrelaçœ sinterpessoaiseem cov itosedifkuldadesemocionais ! geralmenteam- iadosà imaturidadeafetiva e aoparco controle de impulsos.Asvanâveis sôciodemogrvcaseculturaisda clientela,taiscomo a prevalência dosexo R minino eo bombackground escolar,parecem estar,assim,assxiadasaumamaiorqrobabilidadedeuso dt drogas psicotrépicas sob controle mddico,G m como de ldeal o suicida,caracteristicas peculiares da clientela que devem ser levndnm em consideraçâo nomomentodeseprom r()encaminhamento tanto para servkosinternoscomo externos.


PslcoLoGu C OGNITIVASETOR 10


10.01OPEM O ESCOM SIGNOS EM TM ANCAS DE 5A 7ANOSIœ e N.de % - M= r (Uo eae de Esodualde M onta Chr- )M aH. R+ * M /uf (Unlvenlœ e de Sâ@ Paulo e PonM eiaUo emldlde C*MIIO de Sâo P*uI@)Na > 'u A pioolo/a hise - ùle o > me e damiO le œsé e o *mo = o>me- sdO essencialdospr= = mene sumdo= .M simy& akne volune e a meméda< em = e ,HAa.eem xu V--volvimento.considex da o ux= scenk de si- ,com o = = m nem ônix .Es> muix t- * mo objeuvo e .Hnmo dexmm e o de 40 m &ev la tcom ie en% 5 e 7 > ,na = 1- 0 de o fas envolvendoa membna de ins- ,em difemnœ O ndie sde ux de sia os%cul- como m ediadores auz lires.Como m -M n fox u& 'x ao. œ efas m om sœ às crian- x b a fo= ade jom 'queelase ria > se> ndo asinenx> ana.q.Aaplie foiindivid< vndnndo-x asœ efas,asinskue se o sum- e o.M sese fo= vido -n w anq.Foiféii = e x œ variM ciw e e se qe ie va com % =anoe se video- ve .œ resule os mos- mm um * * qe e vo no dex mm nho *ce - mis ve- ,que .umm O m m aior esciência os mailia sevt- O m rx> mnemônix.Na O ndilo em que o adultoinkde:w * do die .o H mm e melorou em te as ie esestuand.q.o que sug= a cno' de uma a M de de= volvim ento> vimxl .Fo= dixue diferen- enO ne dnqna * m> com *e lhoane or de Im ne .So e- -x a imm e cia do N 1do adulto em 1W q % idadese â%A*.favo- e o O---volWmoo e a a ' em * -e= 1* .1po lwowecoa.y o rzwv kcNe ov deP+ x (CNP/.


10.02ce xcu s cx Nm u s E SXTRR TIVD APE.J* M aum G n> lvo N u- .%M - = -'*o e- Psleole k n lnlea -P* d& 1* Uo eo ldadecatéllel do Rlo de J- el- .Este trau lbo tem,como primeiro objdivo,es> brevemepte a gênex do cam m das Ciências Co> itivas, quesurgiu na dH % de 50 nos Eslnans U nidos em ov iç:o àescola G haviods< domi- te na m icologia e uele Y saté eneo.Além disto.o xgundo objetivo consiste em prmmoveruma AnAlix cdtica do me lo de subjetividadeveiouladom r+1> i> teérico,me lo este de inspi- 'oelem enœ iso -asv iacionistw M coe o em um A vie reprexntacionaldelinguagem e em uma concee mvx i-ciso acem a do funcionAm ento m ene sendo.no 5m ,tributeio de um a lonN e aiçâo do m nsam ento x identalqueencone inspie M obra de Slôx foscom o W - H- ede Leibniz e,m ais = entem ente.em autores com o Frege eBx le e na M alç:e do Cfrculo de V iena.Para tal,em preendeu-seuma N SqUiSa biblioo Gca dosautoasmaissignisoativosdoco> tivismo,atendœx aoselementosteéricoconcei-is que m ssibilhnm m enkever as - 1œ- epistêm icasdo movimknto co> tivis< Y m como o me elo de subjetivi%ae veiculado m r 0 1enf- ue N - H,'gmético visandoacenhm'se e m ,as continuie es e % desconunuidnaentreo m ovim ento cognitivis? e o G haviorism o.Agineh FI- - I.d@> :Ce q.


10.03FORM CAO E DESENVOLW M ENTO DE CONCEU OSCO ICOS: m VESTIOK AO SOBRE O CONCEITO DEDIGESTAOFx ci- M nHlnm Te eim.M esfmM n = Psix le Coo iiva daUniv- ie FM - 1de P- m bv .Ee % e o tem = objew ne - 1o aine ge o (hfome de= œitoqcienllem ,- a>' ' ** objedvo buscou-sei- h'GrAgiœimqœ * de4 a 10 a= no- , do lxe x dedig-txo e ftmcinnxmento do a- le digegtiw . Pe ci- emz> 45sujeitœ,didédœ = - % - sde e ladze o .hmmu> JmMim 11até* % > e.,= kie de4 a 10 ano:Em * m mde sujeitos aa cre ças m ssue o mesmo ntKnem de a> : de!escoe o eM o 1me :do >' o fm nloom da digestâo.McziO çasfox œ a e oaom= - a 4- ux do m éte de ena visu -x ass- lu aom étM o clke œ Piagd.TM o o M zvmtm era G vado.A* G a foi% do = c* hte,làpise > m 1oe * va im passo= x tonm do co> hlmuno.Pe .se a ce que conèsse oc- lak edese se no O ntomo asY sdo * qm m ronde a comidasm .Ao té- inn do dese e 'u.sea chav que'nomeasse -brm desonhnrlnn,a-q- w sse x o el- f= cionavm o - ao- - iaaog xlimenu ao 1- - 1- * öœ R e com o a o mie scava.Te scon- - do G eino qlx ta o alimento no in/hor do oœ e m ofox a- 'tas:ollim- to Zge do m m - toiAlmenteno - tidéia' te enke enle mfnrlnm al= do JnM iml kte a = :1%e œix * sal m e om tente (ctmv âo p* - ,*n*01- *en- 'eo'lrw = fasp * Alfaae e eSe> > he);> do qup ée œido 5ca no oe nm,> si (M ce m h Y OG dx- 1= '* s(b - % Qu* - e).As- :o M M n:mlhsav a1 Hjeta do alimOto- sœn- dosN x çazqx aubsidia/ kldividuos= ïd- tosexpla t6d- .fnnnxndo = x j= to = zlenWwvnlç;es ezmpxt--eAoa qqe se o'm-rvndas sob a 1:g1ca e> R * e eito G œ de quese idéiasp- :nm.EMeg% to de N s a- o que t= sido ca ct-'x do embibhe es- iEo det*has.(ûeekh


10.04 LABoM Tém o DE Esn m os E PESQUISASAp o s PRO G SSO S co G Nm v o s DEICA,- AGG ACAO E BESIGNACAOFu nco o % /lSem lœ o -t F R zTânia r'.eJ.eJa, F- ra & A- jo e e#xlye*Ao longo de 18 anos(desde 1978)vem xndo renlizndasdem odo sist- xetico e integrado vérisq pesquisasx b um denominsdorcom um :a avaliaç'o da eNcâcia da m etacogniçâo,un da dentro deuma te nica psicopedagôkca criada e teslxdnpelo provnmn.O ux da 'elabom çâo dlHgida ',atravésdo m dodo 'antesx depois'(emparelhxndo n po expeHmental e de controle)jéobteve resultadosestatisticamente signd'cativosna lôkca Ip< .01(40 criançasde baixa rendal;p< .05 (40 crian- de clasx médiallena designaçëo -ou vocabulM o -(p< .02 (40 criançasde baixarendal;p< .01(18 criançasde baixa renda);p< .û5 (40 criançasdeclasse me ial).Esta le ica dœ orre de um modelo teôrico -elo orado e submetido a ve ce es experimentais ao longo doprov am a - fundado na suposiçRo da ez stência de côdigos ou'linguagens'inatase na uf ' de uma metodolo#a voltadaparaa transmissâo e subse ente elabore o dialôgica de >gen --=- (ou ) capn-q de gerar raciodcios eA= azenar signic.qczes. Alguns principios da pedago/acontem porânea * fronkxlm ente contestadosatravés de vee caçöesexperim entais.Em pe cular osque benefciam ap- q crianças bemdotadas e prejudie>m as que prove de meios carentes,cujodesenvolvimento co> tivo 6 o alvo essencialdas preocupaçöesx ciaisdo progrnm n.U m estudo em piHco de largo espeo esté em andsmentopara m elhor com pre ne o da b- cogmt'iva do lm aginérlo e outrovem sendo inidado para aplicar o um * m etagniçao aoaprœ er-Je alfabenw / o. Esté sendo elaborada 'mn r- lo parapublicalo ediw lgaW o ampla da tenica.N J- F ouan 'ele FG EP (de 197: a 1990) e pdnC e q ap# r Je 1991.* e e- /pe é r/- n- pe z'pa# clpantc


i'* . . . . . e .LEK /NTES MARGINALZZADOB EM INTERAGAO .COM .A LINGUAGG LOGO .*pluLo VINICIUS B-':BILVA = MESTRGDO EM EDUCRCAOG IVERSIPADE'FEDERAL D0 PARAR4.u xjO. ivixtôrico dè ''fraclsso ' ixcozar w poctz- - - Izlar'ao% adolepcentu em Aitoacàck de mars inàlïaadeev ial e meeeoal e tlm mroblema a œer drl:frèplta do. . .'' oara o seu atendilento . A .liriguaqern LOGO è um a.llnguagem informàtica desenvolv ida nara o u*o edv -caciona!. Stlae cahactor fdticae bAeicas - incoroo -raGào do erro .Iomo integrante e promulAoe da. .'.aprendizagern. modiFidactsêc rlae relacè.a .s m ro fo reo r -a 1uno. e incrementàcho do nroceoeo d'e abstracloref le>< iva- nermiiem f ormular a him'ôtese de mtle ajnteracào com eata.'linw agem noderA revelar garlhloœm- 1itativos ao mrocesso de olaboracào cogn it ivadx sude itoœ.Cinio suleitos. com idade entro 14 o 1TaY *.a lunos de uma inst ituicào ectadual . local iza - kda na c idade de Curit iba. >ue atRnde ado lescenteemarginalixados em reg ime aberto . onde cursam . oœestudoe correapohdentes a 1@ à 4@ eArieœ do l'iagrau. Foram aleatoriamente ee lec ionadoe.Sào analicadas dezeeeefs seseôex inieia iode programacào com a linguagem LOGO. Ms. .


Lfla10.06E> rro DE REGTHAQTIO E E FREQA CM DE PAIAVIW S SOBRE X ORRO CMDE RQQOS EM 1.ErrIm A E TOK A DE DITAX N R ESCOT.AQRR DE TR CEG A AQUINTA SAKIRR.Capovilm F.C.*.Colorni - - . E-M .R .Nico.M .A- .N .deM arco.C.L.T.(Universidnrle deS> Paulo.Assx iaçâoBrasileH deDislexia)*Quiny- escoln-s de terceira a quinta série,cinco porsérie,forxm convY ndosapaY cipardeste aendo devido a difculzlndes de leitura e escrita relatndnqporsxxnq professo= .D estesy 10 ernm m eninose 5 m eninxq.H avia três m eninosrh'kterceirm q'zo#ro > qzzor- .e quatro zm quinta séries.Sua œ efa consistia emo m nrln de ditado, n'xm x sesse coletivw e leitum em voz a1ta. nnmn sesseindividualdoisH',>qapôs,a pxeirde l'mnlisG œ palavras.A Iista envolvia 96palavras o.%ls,48 das quaiserxm de aIG Fm uência e 48 * baixw sendo que 32tlnhnm relaça sgrafem a-fonex regulares!32 irregulares!e 32 envolvia regras4eposijR .ANOVA mient3x3x2dotlpoentre-intra-mtl'afomm calculndnipara leltum e dhnan, sepnm anm ente.Para leitura fo= identifcados efeitosprincipaisdesérie(F12 12j< .726,p


10.07Rm AçöEs M R HABED ADES DE MANIPITIN AO FONG CA, ETOMADA DE DITAX FM KV OT.AQRq DE TERCFm A A QUINTA S/QmR.Capovilla.F.C .*.Colom i.E.M .R .N iCO.M .A.N .-deM arco.C .L.T .(UniversiHn'le de SO Paulo,Assxiae B> ileim de Dislexia)Quina Rx laresde3a.a 5a.séries,5porsérie,fo= convrm dosa participardo presenteAdo devido ao fao de serem aquelesqueapresentava asm aioresdisculdndes em leim ra e escrià de K ordo com suas professo- .Destes. 10ermn m eninose5 meninnx.I'h via 3 m eninosna 3a.,4 m'k4a.,e 4 zu 5a.séries .Ascrim:çaselwn evnmlnndnqem 3sess& s,x'mn de die o coletivw seguida doumn œ leitura em voz a1% e de l'mn de mxnlpulae fonêm icw mnbmsindividuais.Cae sesse dumva cerca 15 min.Entre xlmx e outra sesse haviaum intervalo & 2diu.M œ efasdeleitura em voz.1+ (LVA)etomnrlndeditado (TD)envolvia unu lista de 192 palao @).NA lista 96 ermnpalao rY s(PR)e96pxudo-palav= @P);64 'inbnm relsca s fonemagrafenuregulares,64 tlnbnm bas-ndneporregras de poske ,e 64 tinhnmirregulares.Das96PK 48ermn dea1% M uência e48debnivn.A œ efa demnnlpulaçe fonêmica (MF)envolvia e çR ou deleçâo ao inicio ou meio ou EmzdeooanP.A MF resultava em tmnlfornudo de PR em outrasPR ou 'P.e dePP em outrasPP ou PR.Havia 144 P a serem m snipulnanm,72 PR e 72 PP.Emondnum dessesdoisconjuntos,aM F&veriaœ orerx inicioem 24 dasP;aomeio em ou% 24;eaoGnnlem aindaoutru 24.Em on3>um dessesconjtmtosde 24 P,essa M F X luistia em adiW o em menzlm delas,eem delel o > outram e nd. . Em 36 * 72 PR a M F resultava em outrasPK e = outras36 ela .resultava em *P.Em 36 dasPP a M F M ultava em out- PP,e nas outras 36elaresultm em PR.Assim,d=tro denn3num dos4 conjunœ delexicaliœ einiciale resule te havia 3 bl= s.correspondendo e-qdn quala zlmx diferentel= liaqçM & sem ento.e contendo 6 e ç& s e 6 deleç- .N a œ efa de M Fe= n compue oso tempo m* o dispendido (T)M M F dos blx osde 6 adie se6delo s,Gm como aproporçe deacertos@A).NastarefasdeLVA eraœ mpue os T e PA;e na tarefa TD,ape= PA.Correlaç- fo= calculnHnqentre a: 5sériesde 15 m M iY .Resulv osindic= correlaçe positiva entre PAem LVA eem TD (-.73,:=.0021);além de correlaçH negativas signzs'c= tesentm PA em LVA eT em LVA (- .54,r .0390,bem çomo e1* PA em TD eT em LVA (- .6$ r .076).Ousejw = criR- quele= = israpizlnmentekndermn a kro oresPA em leitura e tomnzn de ditado.M ais ûnpore k :houvecorrelae negativasiglzifœ k e1% PA em LVA eT em M F (- -.52,g=.0463).AscriMça queetivermn nuioresescoresem leitura fo= œ nbémase srépie em M F.*Pesquiu dnrCN Pqkjl-j


10.08ESTADO ALFA E M EM ORIA:EFEITOS DAA TIVIDADE ALFA INDUZIDA NA RETENCAO DESILA -BAS SEM SENTIDOLeonelTractenberg -lnstim to de Psicologia,UFRJA m editaçào transcendental (M T) é um a prética milenar.D iversas correntes filosté cas,ideol6gicas e religiosas têm seutilizado da m esm a para desenvolver capacidades m entais,atingir novos estados de consciH cia, e prom over oautoconhecim ento, a intev açâo e bem estar do ser humano.Esm dos experim entais recentes lom aram possiveldesm istificar ecom provar cientificnm ente os m ûltiplos beneflcios advindosdessa préticw dentre os quais destaca-se a m elhoria dacapacidade de m em orizaçâo do individuo.U m a das condiçöesneurofisiolôgicasbâsicas do estado m editativo é a predom inu ciade ondasalfa no cortex cerebral.A lgunsesm dosverilk aram queesta tam bém pode ser induzida por m eio de aparelhos que seutilizam do chamado efeitoA clerporestimulaçâo fötica@hoticstilnulaiion)que consiste em uma espécie de sincronizaçâo entrea frequência do estfm ulo extem o e a gequência das ondascerebrais.O presente estudo visou verificar,em caréter inicial,exploratôrio,se a presença da atividade alfa induzida porm eiode estim ulaçâo fötica aum enta a capacidade de retençâolnnem ônica de curto prazo. Participaram 42 esm dantesuniversilérios distribuidosem 2 grupos,sendo am bossubm etidosa estim ulaç'o fôtica a Gm de induzir um padrâo de ondascerebrais especifico.O sdo grupo Alfa foram subm etidos a ump cker defrequênciacaracteristicade ondasalfa.Osdo m poBeta,ao de frequância de ondasbeta.A seguir,cxram exibidaspausadnm ente 10 sflabas sem sentido. Im ediatam ente apös aexposiçâo,osSs.evocavnm em voz alta todas aquelasde que serecordavnm .Os resultados indicam um a tendência da aGvidadealfa induzida acarretar no aum ento da capacidade de relençâodos Ss.C onm do, apesar de coerente com esm dos anteriores,sugere-se que os resultados sejam confinnados por novosestudos,com auxilio do EEG,a Gm de com pararosresultadoscom o nivelde profundidade e duraçëo do estado alfa induzidonosSs.


i10.09o t> o DA Dn sm m Do RU>ORGm M CAO Dos G lM uLœ N> Tmz pxFA DE -BUKAY x r- me- M. - - -. * P- *- .> ,>p.U- a- > > P- )wx jloje- e - e ra- e - v - e - em- s- @- qe *x lpe - @- > p-ex- - - ege m *x - T - N o - -(* - - )- - * * - = '1(* : o - * *mf- e N r - e * * = '- *' e x a *-- % > - > . F@- œ p* * -e - e x .x e * - N r œ ' *- - >* œ 4* - - * * em m *p- - '*- * >%- e p- - ;l- ea * a- p- - - - @ . !4- * **+ * - - e (o @p- o **- )vaG x> - * e * - M-- *='.N*#+ 1 * - ifao- *v % e * e - * + e - afe x *> * * > )* * * - N*Eo 2*> fe> * * . p- * * e @ * @m de > *e > * p- -'-- > A ** e efe * * * -*& :. * * ** * *P* * * - *0 -* % ,v q- *e e e rlfe lp- e.* 4 j;!


10.10'-* pqnx.x- cx çAo oz - l> œ - .Anxs:Px- .- pl u cœ - çAo z co- m çAo.c- r- m . A d- - e Faeu Av- -M - - .#- o e mx- x c- seo tm soR i- P- .U O .-e- % - - - > e m * > ve e .e a- % R N- s- f.x - -e - m xp :) ea qe * - (Q)e - e - l xpz).os- u ,.- >--w-- o r.- .- rase > )- * *- ** )* * œ e - *- e * * > < f- ap- - *-M - Y -rVGA,- *- 1-* m r - m k- puadlrm M m - e e- * )œ rv e M - œ N l- s(* uk- - - * Mso ) e - - o sw o as (- 'u -m - - à l1a f- * % s N m da- - A0 - f@x - bm e - - - - - fae-* - % efde p- e so uv.g> m lj.N@ > .1ae * - os> e ax % - N e sl- - 1> N@> .za- as* - - h:o N ese - s e Q * s- e ag> 4.* 1$ Eg- - -* * x pae eb - - - e b - qœ - > p-> * - e ve A B m * x . @ efelo e r %-' ' '.,w > q- - > e a - pa > -R rOq


10.11Pm cumano difexe de voe o con- nu noe h i> e x k. R-ata FA Im- a,#axlStepk- eek C*Ga* a > > o dePe le aeEd- .D cY .Unive-'>aedeS> Paulo.Ri-len PmY). Edrauo J* e to dePicoloG CRRAQ Univœœ eFeeraldeTTle ndl).m 1Com a lnplva e de * a hi# e de voe se O n- nes- mr difemne ee s de - *. -xl,'x- s umexmrimeno que inveY' u arapiA ep-ri> de= m * 'eilix nao o> '> œ j> * ige e x k.Pe - d- > =*oit suFe s(5do m o - e o e 3 do = o feminino).O m idu esvxni* de 18 a35 - .A e * =œ * que os=J>''j> & l>' d? e ou a dife- enke 7 1%xqœncœ'= nk ne e VOA-mOO .Oio œ bino gdifemne œ- de% fox 'Y **:Fœ.FA œ .K DD.N . GD e * . osklo zosen% as1* fo= 250 e2+ '' os(ms).O > ' od- sujei* % pme - * onr -rAn ae (G P )a (ms- * N ige em fe )ou m J lo (= e - puœ difx ore u sol F.- > de> = e dosem 50 % dasN vag.ce sulelto '' .-xlvnu 1* pmvu dividie em d= - > t decmA' tm lo ink rveen% u % .Anksdeœ aRse .- ov- = œ njuno de pmvadeelnn eK % do gu>'' Uma nnM1- de ve G M v9 O mmezA' t> 'œ em * G'n- (> del* yin- zo .n% leœ ee de - A )mnd- 1qe u * dosmzjeits= * * ' ap.ax de vogal (575 ns)que de - - nu (590 nu$ F(1 . 7>=6,77.*. 03.R> ige ex é> ' va e maisY 'dag qœ udif= u (5M e611msxv ;va O Y).F(1.7> 24,9,* . * 1.N > 1c nça slgmfe ' ' va ene œ ine iosene > e *aN 0.93.Os enrn- 'd- em e os- - 1.mM u - * 3% do œ de pm vaso >11cv xq . E> s= ule > ' ive q. % v% e eanlo P% *;O.Ke (Cme p 19* ).e a *m> en%Mnœunu G ge& = u> X r- -M oœ m'=u1*do,ee e x. aa . uso w vm o w. o. ao o . o . y4> o o p- œ o.A'msihn'e K ïje 0 % œ A. .qulœ > krm - - ao % difx -=% .4 in- e sem- osnœ - o.z- i- > m*u M'*K ve>' m * o r.


10.12RESOLUCAO DE PROBLEM AK:EFEITOS DE GRAU DE DVICULDADE DE REGRASA ShmRuEDUD AS Dlm m x A FORM ACAO lX)I.EARNING SB'rW NoM os V31.Costa.C.E.*-Capoe a.F.C.**uA1vœ .L.A.*+ .* . Capovilla.A.G .S.*.M ace o.E.C.**** (Universidade deS:o Paulo)Vinte e sceprimeimnistasde MucaWo Ssic roolveram problemas lœ coscome erœtessraus de e culdade de H ulo apresmtadosvia soN areNomosv3l.Atarefa rm sistia œn observar linhns de comprimœ tos variados m arm das com lerasdiferœlta e M tzirlzmxde 48 r> s(Rs)lôkmqspossiveisdescrevm do relaW œ e easlinhas.Para c.a* sujeito apm asuma.dœ tre 48 Rspossivds,deveria serMuzida em até10 t- ntivas.A R devia ser e uzida a partirda observa# o de até 13 linhnsdeinfornul o (f).A00 qualquermome n ap- str& linhaspe am serobservadas:lmxlinha modelo (M )6xaacima,umalinbnkde infornuW o (1)marcada com a ldra S ou N ealmxlinbxanterior(A)a esta.A tarea eraMuzirafmic R le oqpossivelœpazdedacreverque tipo de rela# o decomprimOto (porexemplo.=,>, a diHcilel'a 'Ié S qlmndo 1* e I3A ' . Seugd era 4.0.A fônnula para cilculo de gd havia sido dderminada empiricamœte emutudos anteriores.Ela combinava o srau de œ mplexidade le ca do operadorreladnnxl:simples(=,>.,S,#),ou triplo (0).com o refer- e M ou A.A ssim sd para M simpl- era 1,duplo era2,triplo era3'.pal'a A ysimplœ era4 , duploera 5,triplo era 6.Porexemplo,o gd da R 'IKM e IOA'era (:2+61/2=+ .Sujeitosforam divididosem seisgrupos,m dadedosquaise uzia a r> asob alto œ volvimœ tode e o;e a outra me He,baixo.Em m%da mdade,um term H uza a re fécil;umterm ,mH a;um term ,di6cil.Foram analisadosdbitossobrenotaponderada obtida ,frœluM cia m H a de linhns Iobservadas ede rv astm tativasformuladas,bem = moduraW o daM u# o.ANOVA 2x3m trosujeitos revelou efeito sie 'cantedep'au dedilculdade,masn;o de m volvime de% o,sobre nota ponderada(Fp 21j- .088,2


10.13JtmoAMo cokRR!.o DE ROTAG O DE SUIJDOS GBOW VRICOS EM IMAGW ICA -COMAG O cOM O DESO ENHO NO SUBTM DEDESENHO COM CUBOS DEWM PW E SIJAS.Capovilla.F.C. -* . m phael.W .D .Gue aq . M .*(Instituto de Psicolœ a,USP)O presYteestudo avaliou a existycia decorrda#o œtre o prog Coe m e o subtestede cubos da Escala de InteligG cia para rama M ultos IMAGO CA-(WM S). Se o pr- ama IMAGO CA-COMP W efdivam- W vlaqlerimage o s de mlmipulaWo e avalia habilidad-espacial H l-o o desempe o sob de deveria correladonado àquelesob o subtestededese o decubosdeW M S.estarvoluntério s do pre œ te Gtudo nove primeiranistas deParticiparam comoindividualmeteexpostosao psicoloka que emmde prv ama IMAGETICA-COMP W e em s+ % ao subtesteCo* cubosda v7 at EscaladeIntelig&cia para AdultosW e sler(W M S). Em IMAotT1cAsôlidosgœm&arefaicsdospavdpantesconsistiacomplexoscomoem julN r128 paresde imagenssœ do do mesmo sôlido ou de sôlidosdiferœde tr:stes.Eles deviam observarpares de figuras de tr& B lidos gœmdriœ s complexos queotavam rotacionadosno espam a padirde 0Cada um dosBlidospodia , 45.90,135 , 180,225,270 , e 315 N aus.asdiferœçasde angula#oum atarrotacionadoem relal noespam em um dado ângulo,smdo que225 o ao outro podiam serde 0y 45.90.135. 270,e 315 graus . O programa aprœœ tavaern ord= alœtorizada , 180.imagœ ssmdo que on 64 delesasimag= os 128 paresde64,pertm dam ao mesmo s6lido;e nosdemnisa s6lidosdiferetes;evia tela s= ivelaotoqueacertoseotempo d , elere strava a propor# o deejulN mazto como ftm#o da difermça deangulad o.Foiavaliada proporWo deacertose velocidade dossujeitosem amba corelalesœtreasquatrome dasponderadasdosnove sostestes,e assujeitosforam calculadas.M e das ponderadas foram calculadas rM orme o sœ uinte pror-M imœ to:m H idaponderada= Resultadosindicamme da correlaWobn#n -mdida mœor/ tme da maioṟ me da mœ or)/ 100).I positivasiglicante Ytre asproporçöesde aœ rto emMAGETICA-COMPW eno subtestede cubosde W M S (r=xrrelaWo no tivasip .72,p=.028),bem comootempotoraldispm dido ïi6tonte mtreaproporlo deacertoem IMAGA ICA- COM PW ecom desempe o s no subt-te decubosde W M S (- .uperiorem imagK ca foram aqueles que77.p=.0152).Ossujeitoscompletaram cuboscom maiorrapidez.a tarefa de*PoquisadorCe q , ** BolsistadelniciaWo CiœticaCe q .


10.14s saAvM M çAo coMptrrM m cr A DE PERCEPCAO DE ROTAG O DE s6LmOsGsov krm cos W A IM AGIRTI ' CA-COU W :3> 0 DE JIJLGAM ENTO Coltu o coMoFtm çAo Do ANGut,o DE ROTACXO.G uH es. M .*- Capovi - la- F.C .**. Raohael. W .D.. M ace o.E.C.* -* -* . m duclé, M - .(Instituto de Psicoloka.USP;Depto de Processammto de Dados,FATEC-SP)Nove primdranistasde psiœ loka,participando como voluntérios,observavam paresdeEgur'asde tr& sôlidos gœ m dricoscomplexosrotacionadosno espam a partirde0.45 ,9O. 135.180,225.270.e 315graus.Cada um dossôlidospodia estarrotacionado no ,espam em 1xm dado ângulo.sendo que as diferm çasdeangulaçio um em relaçio aooutro podiam serde 0p45,90.135,180,225,270,e315 graus.A tarefa consistia emjulv r 128 pares de imagens de tr:ssôlidosgx mdricoscomplexos =mo sœ do dom a m o sôlido ou de sôlidos diferm tes.O progrnmn lmagdica-comp apresœ tava emordem aleatorizada os 128 pares de imagm s sm do que em 64 deles as image spertœ ciam ao mesm o sôlido;e nosdem ais64.a sôlidosdiferœ tes.Via tela sœ sivelaotm ue,e1erœ stravaa proporW o de acertoseo tempo dejtzlpqmœrto como fun#o dadiferm ça deangula# o.Foram avaliadososefdtosda diferov de angulado (0 a315graus)e do ponto departida dessa rota# o (0 a 315 graus)sobre o tempo dejulN mentocorreo de lgurasdo mesmo sôlido comosm do iguais.lnspe o visualdasm&liasdedesempv ho indicou queo ponto de partida da rotalo era irrelevante.œquantoquearotal o parx ia terforte efeito.AN OVA unifatorialintm-sujeitosrevelou queo tempode julN mento corruo foifunlo do grau de angulalo (F(7 . 56j=9.365,p.


10.15EFEXO DE NDWWPULACXO DO EGO VG W STKUCOES EXPER>DESEMPENHO DB EDUCAO DB REGRAS EM RESOLUCAO DE PROBLAV31.Alve.L.A.*.Cao - ovi . lḻa.A- .G.S.**. -C.OSta.C.E.**.Capovilla.F.C . *** .Macdo E.C.****(fnstituto dePsicolo#a,USP)M S SOBRE oS EM N oMosw.*p IDezoito pùmeirarlistasde M ucal o Gsica foram expostosaoprogramaNomosv31comdiferm tes m aus me os de difculdade de M uçzo, e com instruçœ experim m tais .deeinndasapromoverdiferm tesgrausde œlvolvimm to de% o .Quatro gruposforamconstituidos.MdadedelesdeviaMtvirproblemascom altograu dedifculdade (sd:3.71),e aoutramdade,médio (gd:3.17).M dadedeviaM uzirosproblemascom altoo volvimazto de ego,e a outra,baixo . Alto m volvime to de ego foi obtido cominstru/es do tipo: 'Seu desempe o relete quâo inteligmte você é' . Para baixoo volvimœlto de ego: 'Seu desempe o reflde se este software foi ou n'o bemprogranmdol'.Osefeitosdegrau dediiculdadeede m volvimento de e o eram avaliadossobre a nota totalobtida em Nomos.Talnota era dirdamentepropordonalà precissodas rv asformuladas,e inversamH eproporcionalao nflmero de regras tm tativasformuladase de linhasde informa#o observadas.ANOVA Gtre sujeitos2x2 revelouefeito si> ficantedegrau deawolvimœO deego,masn:o degrau dedilculdade dee uçio.O desempe o sob alto O volvimento dee o foisuperior . sc do que asnotasponderadasforam sie fionntemœite maiorestnota me acom altoœ volvimm to:84 .49,com baixo:61.33,F(1 14 j=5.71,g


'-* M10.16 PRox w AoosAcrm œ s'ax roEuawrpxsxçAoFoY - cA w M çAooA = ax.vxçAox sm - oAsa M ANIPTJA IM E DA 'M CATD ADE INICX E RESULTAOEM EK OT.AQFA DE N CW RA A QX A SXkmA.Caoovilm F.C.*.Colom i.E.M .R .deM arX .C.L.T .Nico.M .A.N.(Universizlnao* SO Paulo,As= iae Bre eiradeDislexia)Qui= esx lnne& 3a.a 5a.série.5N rsérie,fo= convv-oA a pe cipardesa A do devido a difculzlnHesem leitum e escrita.Dee- ,10 e= meninose 5 menlnnq.G via 3 m M inos> 3a.,4 > 4a.e 4 > 5a.séries.M criu çasex a ominoao. em x sse individual com 15 min do dumc*n.A œ e&consistia em mnnlpulae fonH ca (MF)de palao = is (PR)= outrasPRou pseudo-palavras @P),e dePP em outrasPP ou PK sendoque* MFenvolvia e * (A)ou deleçe m )ao iniciooumeio ou flm * e>Hnpalawa (P).Havia 144 P a x rem mzmlpulneln* ? 72 PK e 72 PP.Em zodn um desxs 2x njuntos,a M F o eria x orrerao mlcio on 24* P;x meio v'm ou% 24;mK Gnxlem ainA outras 24.M F œ nsistia em A = mendm * 1% ,e em D 1.outra m-lHe.Em 36 Y 72 PR a M F = ultava em outras PK e= outras36ela resulu va em PP.Em 36 * PP a M F resultava = out- PP,e = outras36 ela TesulGva em PR.Assim,dentro de omdn um dos 4 conjunto: delexicalianaoinicialeresultante(L1R:PR-PK 'P-PK PR-PP,PP-PP),uvia3blocos.correspondendo emrln quala ..mn diferente lrvmlix çâo do sen ento a sermnnlpulado (LSM :iliçio.meio.fm9,eO ntendo omdxqual6 A o6D.Fo=avaliadososefeiœ * sérieœcolar(SE:3a,4a,5a).A LSM ,deLm edo tipode operaçe * mnnipulaçO (TOM :e çâo.deleçO )sobx a propore dex ertos(PA)> M F de*M n*as144 P,bem comosobreo temm (T)dispendidoxa M F em '>H.bl= de6 A e6 D.Assimydentro * O-H.um dos4 conjuntosde Lm lmvl 3 bl= s,œ x ponHM zln o.>3n quala umx diferente LSM ,econ#v an ooao qual6 A e 6 D.O T dispO dido em M d> um d- etblœ osera deintè= se.AN OVA m ista 3x3x4 BH Rvelou efeios sipzifcantesœ LSMtF rz z41- 6.851,a


10.17CONSTRUCAO DE ESM IAR SUY G IVMLEGIBILIDADE DO ESPACO URBANO:PROOESSOS PERCEPTO-DA GNITIVO EMODALIDADE De RESPOSTM W.M A M M.Saure.Débœ a M.Alves*.Dle a R.e.Nunep* e Nlqon e.Rlbelrp Flho tlnm uto d* P*lo.H% Ia,UFRJ).Investigaçöes que obletivam analisar o ambiente a partir deprocessos perceptivos e cognitivos: conforme Golledge (1987),possibilitam compreender que propriedades do nmhiente externo aspessoas podem compreender e usar. Através de dois estudosexperimentais foram analisadas as estimativas de distlnciasentre logradouro, para verificaçâo e identificaçao das facilidadesde reconhecimento e organizaçâo do espaço urbano . Noprimeiro experimento oitenta sujeitos (40M: 40F) estimaram demanelra verbal 15 distâncias entre loqradouros familiares dacidade do Rio de Janeiro e foram dlstribuidos de maneiraequânime em quatro grupos (processo de julgamento (cognitivo ouindiretoe sem visualizaçâo de um mapa; e perceptivo ou direto.com a visualizaçâo de um mapa) e modalidade de resposta(estimativas em linha reta e livrel). Em todos os grupos asestimativas caracterizaram por uma superestimativa da distânciaentre logradouros. Os expoentes da funçao de potência indicaramuma tendência a subconstância para o gzupo cognitivo e aconstância para o grupo perceptivo. Uma ANOVA (2 processo x 2modalidade) dos expoentes individuais produziu uma diferençasignificativa para processo de julgamento. A correlaçao entre osvalores das distâncias fisicas e estimadas indicaram uma melhorconcomitância no grupo perceptivo. No segundo experimento foimanipulado somente o qrocesso de julgamento (cognitivo eperceptivo) e 30 sujeltos (15M: l5F) foram distribuidoaigualmente em dois grupos: e as estimativas de distânciaa entre15 logradouroa familaires se fez pelo procedimento psicofisicoestimaçâo de magnitude. Uma tendência a constância foiencontrada para o grupo perceptivo e a subconstância para ogrupo cognitivo. Um teste t para amostras independentes entre osvalores dos expoentes individuais produziu uma diferençasignificativa, indicando uma eficécia quanto a estabilidade parao grupo perceptivo. Os resultados corroboram aqueles encontradoapor Oliveira (1992) onde observou-se julgamentos mais adequadospara processo perceptivos. A representaçâo cognitiva, pwex. amem6rla a longo prazo, por uma menor açlo de indicios nalocalizaçlo de elementos da cidade e a tendência desubconstância pode indicar uma perda da eatrutura espacial donahiente. Os zesultados em nmhos os experimentos quanto ao fatormodalidade de resposta (estimativa livre e em linha reta)confirmam um modo de resposta semelhante ao vôo do corvo (Cantere Tagg, 1975). A n4o estabilidade das respostas cognitivasmostra que a racionalidade humana pode ser desastrosa nalegibilidade do espaço urbano (Moore, 1979)e visto ser esta apreferência de estimativa dos citadinos.gzpot@:-*-*-/:*-2/111J f3>e24#*:e4-1).Tœx-***A-*n ** ***qpk*** *œ P*&---**d - 3X*ê*%%4t.*>a'--d.Ic/--œœG'**-2/@TRJ t33e24/#::4-11.DE


10.18'#VA PLICACAO DE PROVAS PIAGETIA -NA s EM D EFICIENTES AUDITIVOS ORALIZA -Do s -o objetivo principal deste estudo d o de verifica r se def ic ien te s aud itiv os oralizados , na faixa etâria de V a 2A anos de idade . apresenkœm aconstruçxo das noçöes de constarvaçlo de substclncias6iida / conservagKo de quantidade numdrica ,seriaçlo e quantificaçxo de inciusxo de classes.K tœmbdm um objetivo verificar a viabilidade deap iicaglo deste tipo de prova para o tipo de sujeito.A m etodoiogia utiiizada & o mdtodo clfnièo piageti ano clissico . A s provas relativas hs nogöesmencionasdas serlo apiicadas em 5 (cinco) defi -c ien tes au di tiv os com perd a superior ou igu al a50 decib4is, oraliza#os e alfabeticados. sào a-Iu n o s d e e sc oia d e ensino especiai em C uritiba .o m ateriai segue as especificagöes dos utilizados.por Piaget com as adap taçöes necessirias.Re suitados obtidos at4 a presente fase do estudoapontam para a viabiiidade de aplicagAo destas 'p r ov as em deficien tes auditivos oraliz ad os . Percebe-seque embora haja a deficiência auditiva,esta nWo interfere o processo de construç'lo denogbes operat6rias .A g@ncia Financiadora - CAPES


'10.19A IKRLKWI/CIA DO RKT.ATO VXDWAL g5WoR A FOLUCAO DE- B*.- ** .% W 0@ ,M .I .L .,D >* rc ., sM o .F .# - > , M ..ToM œT.T.I ,M . H +o prlw*nt. *lthdo t@m p*r obj*tàvo axalàsar %% .orolato verbal af*ta o ptocesso de reaoiuçâo deproblwxas no s*ntàdo de favorlc*r q@o dàflzlncial d.estratégias de s:lnçAo . Ux exaxe da iiteratura daéxla revlla qu. outzos alpwctog têw sàdo xaispesquàsados , coxo por exexpio , a velocidade da*srlsolvçâo , qualàdade * quantidad. d. ànforaaçaozelatada. Na presente pesqaisa forax ànvestàgados oseflàtol d. doil tipol d. r*lato , qoxeoxront. .zetrospectivo: sobre o proeesso de resoluçâo de trêsprobl*xa, qq* podàax %%< twsolvidos atxavés deoparaçses xateMéticas oa da outzos pzocedimentoselaborados pllo pr6prào sn:lito. Q> sujlitom roxaadoxe estudaates universitizios, sois do sexo aascuiino* seàl do sexo feminàno, eo> àdad*s variando *ntr. lee 23 anos. Metade dos sujeitos resolveu os problexaa*x vox altar àndieando o% proewdixwntol d. rlxoluçloao expexixentador que os anotava, enquanto a outraxltad. resolvlu os probl*xal * s6 depois zelatou oxétodo seguido. Ds xesultados xostrarax que o reiatovetba: hAo tlv. inflaêneia lobr. o alo dasestratégias escolhàdas para a soluçâo dado qa. n*o s.lncontrarax diflrlnças siguifieativax lntx. os doisgrapos com relaçdo a este aspecto. Tn-néa n.o sevlrifiçou difexença *ntr. os doàs grupos co> relaçloaos resnltados obtidos x/o que diz respeito ao te-po d+'mwloluçâo foxax eneohtxados r*xultados que conttadixeaaquilo qua tea sido relatado na literatura pois nAoforaa wntontradll dàf*rlnçap sàgnàfàcantll wntx. osgrupos co> relaçâo a este aspecto . Mntretanto , taIreshltado d*v. W'er consàderado co* ealtlla .x funçâoGe probleaas na coleta do tempo de alguns snieitos,r*dhxàndo o talanho d. aloltra *xtadada.D* xodoieral, os mesaltados fav.orecea a conclusâo de que ormllto vlrbal é q. bo> instkumento de collta d. dados ,p.l.o m.nos para os tipos de probleaas estnda# pm.


10.20INFLUêNG A DA RESOLW AO DE PROBLEM AS LWGICOSRELACIONADOS OU NAo A PROFISSAO Adda aF@-M eI@.G olta Be la Va dedei& Tatl- N.*- Me (- -e- e-dc Psicple a da UFM ).Oden1a* - :M *dè Gr*ça u p- r- -pias& pavld Carrm r (M - a d@ em Pél- le a 1JFPE).Em um ae go e m a ------iH* œ M ui- œ m- twas, ' Piagu (19* )aswgum qx *: % > elq< .em - n*v i-n- o m nu- toH ulto aso ultram sx o nlvd *qs œ - oq* e atinjw m - to,o dasolm - prom mioM is qe = ela- ram en% 12 e 15 anœ em -mcio*.Jé W aK n (19* ).demonen :a-----c1* que sujeitœ œ m Y mnivcl dc c= larize o ev nemm K e lvc pe l- nm 14#% œmœ ntcfd o simM liœ .EIe refe- ainda qx o * ' aie é af-* Y œ lesistcmatiœ m cate m lo œ ntelido * t>* =.Bsta m uisa vi- aaali- œ mo a - lo * um dx de pe lecstudadow r w ax n (0 pe lema dœ q- tro * - )e œ mo a ex- êx iapronssioaaldœ >jeit- de niveise iee *o.- 'onaisdifereatesinterfea >rcx luçâo do mcsm o.Fizrram G rtc dcste e 'Ho 29 sujeite ---*-10 psiquiatras(qœ ex--- am Io mcnos3 a- a pronse olv10 om e os (* m minimo de alfae ze oN ssivcl).osdoisgnl- fom m t- na- individe x= te.oe ap----tx - 3 u-dc pre lcma m ra œda gno .Um pe lema era œ m- o de quœ te œcontcfldo abstmto.outro de œ nte'œ pdtiœ relw ion* à pm ne ,e umûlti- dc contcldo pë tiœ œ relacioM do à pm se .Ve œ -x qx xpe lcm a sime lim 10% * olxe os e nenh- * m iquia- e m asduas rcsm stas œ rrntnq esw ra- . No pe l- de œ nt-'œ pëtiœrclacioM do à pron- o,2X4 dœ m iquiatras e xenhum d- oe riœ,rcsx ndcram œ rrdamente. Jé no pe lelu pë tiœ œ Rladoe àprofisœ .nzo houve - osœ - >*.A- lix u- tam- m x - sujeitœ xrcfcriam ou nâo àmgram Io ev ri- e r.œ Y qui-mqem > doscaxsrcfcriam-x a regra e- lmnto 5*4 dœ e œ ae m ofaœr- ltadœ l- mmY m %ibilidade qœ nâe = 'A am - u- q- detcrou nâo racie nio lô#œ.masintemx'ta- difeantœ * ow e xm 1ocxm rilcntador. + io6-.


10.21Pesqulsa em Desenvolvimento Cognë, jvo:Produçgo de umCi élogo Biblioge ro PreliminarGERK mM NEIRO, E. - Une rsldad* Gama Fl*@*; QUEIROGN AA .c.;COELHO,A.C.;SltVA F.B.; BX ENCOURT, IM .F . . e GX VINO , W .tlne rsldad. F.derald; RI@de J:s.lro.**' 'A produçzo deum ealâkgo blblogrâieo prelm lnarsobre du ew lu m *nîoeegnlte represent: uma primelra Mapa na eriaçzo de um baneo de dado'lblblegrzseosnaelenala respe:o deMa érea de pesqulsa.0 trabaho eonst:u de s:hçzo,O fereneiaçzo bibiogrâNea,conf*eçzo deresum os e Indexapze do materlalblblegrzseo penlneM e exlsteMe nas fontespara ineom :raçlo z:ba:*$d.dadoe.- atiddadetforam exeeladas em duasdapasṄa primeira organtouee mate alblbiogréico jâ eoltad. ao Kngo deprojet:s sobre dese- MmeMo cegnlte @btld@ em sua maloria atr-es debusta blblogr:sta dô CIN (C.ntr:deInfec açJo Nuelar).Este materlalinekiG os,dlssedaçles de m *xtrado,teses de d@œlradl e aalgo: publeados *mperiâdlei: Int.rnaclonals. EMa elapz lnlclal eonkltuluee num a Y sloblblogrâiea tulo @blele preclpuo f.l@rgankaro referenelalte4rlco parac:nsula de quem s* ideressarem pesquisar@ dese-'-klmedo eognqe .TaIesf:rç@ d: organkaçzo * referêncl: pretende eârlsear o raelonal daspesquiu v,qrientar a de eiçfo de eategqrla: * eqn%tnld o: rekvantel, d1rsup:ne âs reKj6zs adeelpadas em hlpMeses e eonstRuir o prlnclpalinstrum edo par:Iderpretaçe d@:resulad@sde peequixa.A segunda etapa eonslstlu da preduçâ@ d@ eM âbg@ proprlameG e dK/.Prtt.deuue a qma luaizavled.$ ref.rênçiasbibiogréseasbraxihiras atravésde lvaplamentodasprlnelpalspubleaçle:em pee dlx s brasllrlsa pa/lrdelg8e.construiu-s. umz tabek inlelalcodendo a: ref.rêneia:blblogrà:eal @ asrespectkas pa- axehw e e a s.gulra estM ura d. o- zkgl no doeumentoprintipal.O sociaram -ee,*M 5o,=om feeur:o: de m esekgem d* arquie doO tros:' W ord,; tdnte do da tabek de dado: : estM ura d@ doeumentlprincipalgerand; : cd:*go.F:lanexado,ainda.ao eonjudo, um qualodoeum.Mo que explta eeml utlk ar : latéKgl, o@m @s pre edlm eM *snee4sséHo: para Inseçzeerecuperavlo de dad@: pe* usuéri@.O pr@dl@ snald. empreendlm eMo efetuado foIum eatâbgo prelm lnar,zpresedado em disquete onde podem ser*ntontrado: #- G* d@ pl'--asth-'-,asqubdca4iesbraslblrasslbredese-MmeMo:ognRe apaëlrde$980,ineKmd@ adlgo:deY Mz%.reeuml:de elmunlcav4e: clentlseas,O se eapltuhs d* *''--s.Nz@ *Mz@ lnoklldls dl::u e des de m eMrado e î*:*: d*d:utirado.O redlt:mot qu. o eat:Kgo aqulaprex*ntado :*ja de grandeœI.d*4. para pesqtl:adlru . estudaMesde p:s-


'Yraj10.22CoNscK Nclx FoNoAxcA.CoNscK NclA SINTATICA EORTOGQAF#ALécia V.B.Rego,Daniela Lunw Jacqueline Ol.iv#ra.,NelbaCanalhoeCléudia LaHssaM estrado do D epae Am ento de Psicologia da U FPEM desche sIm'gûislie donosx sieemxoY '* demnn- mque a maiorpa dospe dpiosoY œ pe seto- predsiviesa> da e se doso nt- nq gre - = eg= adœ s= queœmm osseapn= .O sx IW Hin-ede IW 4œ /#'é rep= Mtnan m1odfgrafo Hgu/onmn em eguir e *gu= *e a1>n#** IW lole IW m la 1*'* # . Jà o é> o Aw/* > - >% Nu/no vere = o = 'partiu*e 'io*e *14 *nos sub- 'oso- = lm Wo*e 'be '.N* esme ,e loroue a hi> dequedFe= - in&'dde nae i* * o - *n'>n. rehcinondnq ao z--volvi- n de- * ' -' 'œ ese - O e 'aoœvolo 51cria -que f- - v= ux pn'- 'm séheœ u- ev h e cular= Rxtl' .As M '>n- fo= axal,'laota% va de = ae'nHn œ palav= ,q'xn-o aod- lnio deregrasore - que ' % uhl'= ' * do One- nW o-enio equ= to K dnmlm'o depe dpiosore c G - .'onmlo onn'zen léxi 'œ .Os sujextœ ' A e f0= awliAH- fq- > H- e o œ areGt œ o- e cia fonole 'c e de (= sciência sine G *- M sido A e submdiH a um ksk de- '- v- = o m e 'e œ '- le.Os rœ 'l-ans mdz ' 'emo m que oo = .. - m de o- qo,'a w roxle x x xrrelxi- tsie 'Y v- a- = a e i* * re- oe x quede = idee s> % = ,> oeo deq- pe em+>* t de x da h Gnun'c se œ ralaciœ a siFniGM liw m- e -= a e siœ depe ipi- orte c que deconsi- c-léxi '* .* *e sido onne-lnHn m lae si> sœ 'va >o des= e o no 1* de m= ôria verbaleasme 'e deoxoe .Osresule os foro = sie- - = e 'M s Re 'ores que pr> a= cifxzciafonolY œ e a G nsciêncl sme ' œ = o œ eqdedife= -indiviax,oitno desO volvimoo % leitum e X e o (B> & Bradley1987,.Rego 1991,1993)esugemm quearelae œtm m uelase ilidaeme sh'e e aquisie da o > > um:rmrn'- bxm nt.esw dlx .Am io Ce q


PslcoLocM SocxSETOR 11


11.01Niveb De INFORMK OES SOBRE AAIDS EM ADO LESC ENTES - Luiz Fem ando de LaraCampos (Pontmda Univeaidade Catélio de Cam pinas /Univeoidade S.Frandscol;Denise PieY ; Elaine Catio;Simone GonO lves e Vanessa Novais (Ao dêm icas daUniveoidade S.ludas Tadeu/S.PauIo).A pœa nte N m uiu teve = mo princie lobjetivo identiso rograu de O nhK im ento de adoleAm-ntes K bY a A IDS e suasfor as de transmissâo. Foram sujeitos, M 7 adoleeontesresidente na rœ iâo da Grande S.paulo,D ndo 1% do * xofeminino .e 183 do % xo maK ulino.A idade dos sujeitos variouentre 12 e 21 anos.Te os os sujeitos foram detec inadosacidentalmente.Comù instœmento,foiutile do um questionériodivididos em duas e des, R ndo a prim eira œ ferente àsinformae s gerais K bre a AIDS e sua tœnsmise o .enquantoque a se unda > de foiresx ndida ae nas x bre os sujeitosque jé haviam tido œ ntato diœto œ m aidétiœ s,e enfzv u aopiniâo do sujeito K bre este O ntato. O instœmento foipëviamente testado.Os resultados referentes à prim eira > dedo instœ mento demonstm a imm dância dos meios deœ munio # o no œ m* te à AIDS,N is estes œ nstituem a O nteprincie lde infoc a# o paœ os adole- ntes. Os sujeitosindiœ ram os grum s de rie (prostitutas. homoA- xuais ed- ados) œ mo os princie is membms da e a'e adeenvolvidos O m a m oléstia, enquanto que as fo= as detYnsmissâo mais f- uentes foram œla# o sexual,transte ode O ngue e dre as injel:veis.Na - unda pade,œfeœ nte aoœ ntato O m m dadores da moléstia,os sujeitos am ntaram parao esta- le mento de uma relaW o de ame de para O m oaidétiœ ,œ m amanuten# o de œ ntatpsffsiœ se afetivos.Osresultados indiœ m N ra um O m nlvelde informae dossujeitos K bre a AIDS, sendo que os sujeitos queexe mentaram œ ntatoscom aidétio s indiœ ram uma vivênciasignisœ nte e despida de prv nœ itos.m


11.02 xm s ea xu xcAo:umaAplicaçzo daTeo- daAçâo Radonal2*+ :M ardonio m que DiasU niver/dade Federalda Pare aBartholom eu Toa ez TréeoliUniversidade de BraeCom base na Teoria da Aç'o Radonak doisooa ortamentospreventivosem Telaçâo à Sldrome da DefciH daTmlmolô#caAdqe da(Am S)oU so da Cxm lm'nha e a R eduçâo do Nu'm ero de Parcelas - foraminvestigados. D ois quexione os foram confeccionados, baseados nascrenças salientes obtidas. apds entrevistas com 'm n.xm nstra de 80universite os do sexo masm.lino (40 para o comportamoto uso dacnmlminha e 40 parao ooa ortamento reduçâo de parcdras),parasmhosos coe ortam entos.Em seguida,Mm n nova am ostra de 420 e c e H osdo sexo masnnllno (205 para o comportamo to uso da onmlnln%ae215para o compouamento reduçâo deproeiras)foiulili*adapara avalidaçxode smhos os questione os. Testes t de StudO t foram ul lxAdos paraidene car o podc de discn'minaçâo dositœ s1 < 0,05).Fhalmete,anélises de Tev essöes - 'ltiplas h dicaram quanddades signifcativas deVAnnnç 'a ia exp lioada (R2= 0 y44 parao quexionén'o Uso da Cnm1'qm'%a eR2= 040 para o Questione o Reduçâo do Nûmero deParceiras).ATeoda da A çâo Radonaldem nne ou spr = m odelo com poder preditivobastante satiAfxt6rio para nm bos os cow ortamentos.O exudo contn'buiupara a liteTatura sobre a adoçâo de ooa ortam entos preventivos emrelaçâo à Am S.


11.03M LACIONPBRCEPG O DE UM GRUPO DE W ES SOBRE SEUO COM FILHO M OLESCENRC+h*n>Mxn*adeS@o Bdk.n1-Univ- idadeFe raldaparaibam ehol@meu Tlr- Tr4eoKUniversidade deàrasiliaM Ar4@2 @ RiqueDiaUniversidade Fd eralda Pariba' ' .Foram investie daspossivdsM ulciasdo nlvelde satisfaW o com a dda ,satisfaWoOnjue elocusdeenntrolepare Alsobreapere #o mxnh'dapor= 1vupodemâesaœrcaY reladMxm- nx m seusllhosadoir- a . Foi, . * 'A'liada 'lmn amostra de 256 mulherœ profssiY m'sn:o dom'G cas , im do 198. .œ adas e 58 sœ aradas, œ m R ho mais velho O e 13 e .18 ànos #, que' . .ropx deram a um Y œ qu-tiH rio,dividido de ax rdo e d as'variévds , dea m jinteresseda paquisa.Anilisesfatoriaisrwelaram 11dimœsœ subjar- - àsœœ as Sadsfalo œm a Vida (sausfal o N ral = a dda,conn G cia ,1animalovs.apatia,at/o-e e toehumor)ei.oew deControlePa- nltl= sdo e role par- nl N al, e d cia par- nl, œ ntrole sobfe os llhos ,inrnmpe dapare nl,responsabilidadepare olecrœo nasorteou de no) .Anx'ltses bivariadas inidais revelaram corrdae sie odvas'mtre osprincipais resultados das me das utiliadas . W rilœ u-se,igualmu e , que - o demulheresœ sadasobteve resm dossiguf' œdvame e maioresdo que opw o dasmulhero doœ udnq,= 8 dosIndiœ srœ ra- ntivosdasdim œ sœinvœtia das'.satisfa#ogeralcom avida, acia,animalo,humor , locusde = trole par- nlgeral,e / cia par- nl,v1% profssinnnlda m:e e Rmlrom ntom o . Finalmm te, nnn'l'sœ de rv osso mlupla revelm m que txmnquanudade sio scuva da variânda rdativa à per- # o e avalia# o doreladoname n msœslho adolese- m foi expliœ e pdos fatores = trolepar- xl,a> œ nY to e roponsabilidade pare nl , tantoparaaamostra tA l(R2= 0 36),q lnto parao O oXsmulhmw casadas(R.2= 0 37).


11.04 cu xçAs Ra acloxxoAs Ao cow oRm vsxvoos ooAçAo os sAxovs'-%faBasx dœse na Tm ria da A# o Radnnxlde Fish- 'n e Aj= ,foifeito umlew ntxm- n decrœ çascompo- me nl'senonnnl'vapreladonadasàiltœl ode xlmn pœ soa se tom ardoadorvollmurio e perie œ de sangue.Foiutilia da,,m x amostra de 40 es1.,Hnn*- Y versilriosdas érœ sde CiG dasHxlmxnns,Exaus,T= ole - e da Saûde,smdo 19 do sexo masnxlino e21do sexofeminino,com mH a deidadeiguala 21anos(D.P.= 4,42).O instrumœtoo- -ou deum questiH rio aberto œ mpostoportr& qu- - ondeossujeitosro pondiam, indiddualmM e,a repdto das vantagœ s,desv- - de doarsangue. e q* s pœ soas, ou - os, cujas opiniœ sobre o asslm.n s5oimpoenn-qpxraossujdtos(crœ e scomportam- nispositivasenv tivas,e'g crm - sno- xtivas,respe vam- e).Atmvésde,un.AnélisedeContMao.as!rœ postas foram analisadas e classifcadas œ m o objdivo de dderminar as'crœ ças,œ mportamm taise normntivas,me issalim œ .W lix u-se um critériomlnimo de 75% paraascrœ e sme isem rdalo ao 'ntnldascrœ o seliciadas.Ascrœ - x mporfom- oismaisfrm ûmtesforam:ucuidardasaûde,ajudaraspœ soas que nm' sitamysalvar d* ,gerarr-erva de sangue nosBmv s desangue,nœ h xmx dovantagem ,œ ntrair doœ o s,= trairAD S,perdert-doando sangue e se r-se fraco'.Estas crœ o s rœ res- nm 78,95% do * 1zrm çasx m poxam- nisdidadas.Ascrœv snormativasmM nis reeriam-se a:ufam ilia, m idia, doadorœ, profssi- is de saûde. t* s as pa soas quenv - shnm e H ospitais e Bancos de Sangue''.Estes referu e rœ ra - xm 83,53% do 1'#nlde crœv snonnaivaseliciadas.De posse dasascrm e selaborarsœâquestionériopara seœhtdnrainte çâo dossujdtosdesetomarum doadorvoltmërio eperie co desangue,œ m basena Tœria daA#o Racinnll.o


11.05RELACIONA*G NYO AFRTW O DE R/D HRDR? AM 3TECTCLmnvAnAs- IE=a pesqe s %vec= o oXefvo ve = o reladom- eno demna - smeee - lx dn* eom seus m e s e qe as dzf'-se Gcon- 'xm =1se e % Y sulelœ :m ''=mque12zxlh- :mpee - lxM x edns na G de 30 à 50 O os de 1H>A-.M o rlRl:uhnlynn'se O e v'- qcne - an 10 pe- œ ab%so como:xw ses O sujdo e do cônjv e a f= a deml-m'M- ento =ta edepe % % (oa < .Proeedlmeato:f- -- '- = :o- ' ' ou e midë- . m xultad- :so< a> que Gv= aè :a- da e 50% X- H- - queEo- - ab.1>d>.;sobm a RK > * x= me d- ao sa* de obovosea see œ - 0* :15% * Ec=20% X sabea.ou O s 20% H & e, 15% Ecou > l-an; q'x- n aa< ' > do < = Go do cu2 lpôaa * obœve-se:47%* ou nM œ m'x/edn em nG 23.55% e hov m* . 17.64%ae ou que o x.- Go jâ em u = cdx e 11 .76% * ou quepu- m a sc mo or % * .Not-se qœ a: mnG- s e o;m G dose ndx a ee e c< pel a bos* -- > a snea dv-%u=t à mAe- oG M M ve ' ' de o -1xm'annn.> *ee e .PG e xj% ap- o x le'&> sme fave veap& a Z- ençe *' 'w * * =0 a apxoiaxao de G p- âodo v h= lu o.CO cH 'x quç me > e hom- me ee- - sese op-''e sdifx - q= * àm- ' - Hn o sexo f- G-'o ome abe .* = M o * .a neœ -'zaz- de R A1N R S dePese com e e= Oo me v oG1*d*2n.*(M > do 2*= do TN- de Pdcob#a)


11.06 = IDIA- x - > No p- sx a /px.m > * z avznze Pslœ n- x > HIPu -> > / = unidadebâaioa de saûde em Bauru . Foram coletados dados.oobre a origem do indivfduo , trabalho . religiao ,'posiçKo sôcio-eoonôm ica . relaeionamento familiar.ea -ude e expressKo de sentimentoe. Foram seleoio-ṅados sete casos e realizadas entrevistas centradaano procesa: de adoeoimento: histdrico ddoença ; oausalidade ; tratamento e controle . Oreau ltadoe indioaram que os prinoipais p6loe dtensao relaoionados com a hipertensKo . giravem torno da re laçKo homem/mulher : alcoolismo;asresaKo ffsica à mu lher e filhoe ; relaçïextraconlugal; doença do marido ; diferentes oonoeoçöea de relaoionamento conlugaly dtfieultanda oovunieaçKo do caeal. O trabalho fora de caee a partickpaçKo religioea foram indieadoe comimportantes no oontrole do nervosismo e da pressKa rterial. Concluimos que os aspeotos geradores doonflitos e sentimentoe negativos (ratvl, medo.tristeza. vergonha), eatlo associados ao espaçprivado. enquanto os aspectos positivos (trabalhfora de caaa e participaçKo religiosal.telaoionamee ao espaço pûblico . O trabalho e a participaçlem Erupoa re ligiosos possibilitam eepaço parre laçöes sookais e desenvolvimento de atividadeque aliv iam aa tenaöes do dia-a-dia. A religilo ,no entapto . atua oomo controladora de emoçsee e ,d iferentemente do trabalho remunerado,m ais dependentes de seue familiares.* Realizada com bolsa do CNPq .torna-a


11.07o PAPELQ.0 SUPORT4 SOCIALNAPREVENCAO PE DISTURBIOSPSICO LOG ICOS NO TRABALHO 1.1 - 1.- .i!I,pi1l;-. .ëi!I1,d.1'l.;-'RENATA FABIANA PEGORARO , DA RLEN EC.RABELLO COELHO ,W A ND ERLEY CO DOUSP/RP-FFCL-DePtO de Psicologia e Eduwaçâo. ..1-. . 1Os estudos sobre 'stress'e/ou distûrbios psicolôgicos' nojtrabalho vêm apontando para uma relaçâo inversa entre aprevalência de sofrimento psfquico no trabalho e Supode Social ,definido como '..terum relacionamento com uma ou m ais pessoasque seja caracterizado porinteraçöesrelativamente frequentes,porsentimentos fodes e positivos e poruma habilidade e disponibilidadepara dare receberassistência prétlca e/ou em oclonalem casos denecessidade'v.g.sarason - 1983.O Supode Sooial,podanto fariapade de mecanism os psicolögicos preventivos de d'stress'.èUm estudo realizado com mais ou menos 3.000 (três mil)soldados da Polcia Militarde Ribeirâo Preto,utilizou um protocolo de i investigaçâo em saude mental, que traz entre outras,um a sub escala lde Supode Social e uma medida quantitativa de distûrbios Ipsicolôgicos no trabalho, !Os resultados confirmaram apènas parcialmente as previsses $da Iiteratura:As relaçöes entre Supode Sociale sofrimento pslquico !lnâo sâo Iineares . Pessoas com nfvelbaixo de supode soolal,de fatoIapresentam menorprobabilidade de sofrilnento psfquico,no entanto a lpresença de supode socialadequado e/ou bom nâo dim inuem a lincidência de disturbios psicolôgicos no trabalho.Os dados qualitativos parecem indicar que a presença de'supode socialalimenta semelhança com os m ecanismos de defesa !descritos pela psicanélise.Porvezes,a presença de um fode supodesocialpode favorecero deslocamento de problemas encontrados no @1trabalho,mascarando assim as dificuldades encontradas e im pedindoque o trabalhadorpossa atuarno sentido de enfrenté-las.lcNpq)


tl* I11 * OR ALCOOLISMO EM EMPREHv v Lûda Hde a Boe .M dréa Ai- andraG-o ne.œ hM a Bure .W andee CeUSPm P-FFCLG A * G ologK e Educal oO alx oe m o % * am ne o = mo um * ma*-r- e ve N T um a sér* * G o- e no trae o O moa- ntelsm o,exc- de O en- mde ,addent- de kaY ho.m fda* O e de N u- .que no e o @ no e me > e .A> r- ea conse ç'o.a * > o do pro- ma ne em-- e oInve m eno - m e de prw e e e program e de = m* aoal-'-'-mo e * e o muio N uco frm uenta no Bre . 1para ln- ara m lnd. * a>- moen% H - lhe re,jdu* em G - foram e dade (574Q suj- ),- * uma o ada'(u quena w pulao o - - at que u - em tomo > 1n% .œ nûm--lom am - realm ente expr- -'quando x conxdera denpo de cada- o x - mo de à- e e x ka- balor- w- às- dadi prod- a x - ra- mente.na empr- - a ce ando a1z.2% e na * > a 4a.9% .conxderan* x que ex- m ente n- -- * ra x conpawj'-N sow menx - la- - equpat-enaaam- rxweaIY nC Oem wW D% lCxrVQ AY*Q X rz CeneteC 'eGoax'lto X 22 r.1nomerx .I De acordo O m a H d ura 9*% O e rado que ne empr- oe oe mo f- menordo qu@naD - kç'oe A rd,umaM< quel de dos * M O O N d* * us em p- D rO u% da doenO elam e m N m ue a nM - -'M-=- * m ante o e pr- aa r- = mo umfe rque re nge o oan- zm o da =-='=-No oaso d- du- e pr- Inve lde ,- dad- x recemsusteno ra Ne t- * qu@ a > IH O m rde o * ele kmo ele* nte aca- conM * lndo para a contnudade da doenm em Iu- refune narcom o fe rini * r , na e a em que okaY ho - afe ee> da re de N e nœ que Ime e o * 4* a de tomarcone n- de seu N oN - a.3- :'' ' - '- - c-


11.09PSICOO GIA SOCTAI.E COOPEM TIW SM O AGRA R'Oœ œ rExe eabaho se hsere no âmbho da pëcolo#a social dodesovqlvimento agrH o,t-do copo obje o prhcipak .idenv carosfatoresplcolô#cosremonlveispelo êxito'-#acœso eoinômico decooperae as av irias.Forap exudadasG s oooperativasde extraç:o de,'.nv-'e de oW a,e' Andasna proe cia de Toledo,Bœ nnha.D estaw duasforam ido tl:'cadas e'clase cadas segundo o crite o econôm ico deêxito emmxdeFacasjo.Asoooperativasde :e o tm'ham 497 e 178B cioseade:facasso3* .Foram œ ke adostodososmy mbrosdasdiretoe G num total4e 14 O cios,com a G llidade de idenv oar > asam'buil esaremeito doshtoresplcoldgicèsTee onséveispelo êe oou lacgsso daoooperae a.Baseado nexasinfo- n'l' ew foiconenddo= quesuon4n'ù 'a4 koc'paracada cooperae a s- do ap:cado a.97B cios, dos quais, 66 pertœ eism a cooperativas de :xito e, 31 acooperativa de Faca'- .Os B dos naM v ahde mnioe sKo komenscom .mnmedia4e idoe de53Ros,com baixo niveldeescohridade e,com ..mx renda qm tom o dos U$ 1000.00 m ensais,com o é o com xxmpara pessoas de seu e> ato sochl na Espxnha. O s dados foramsubmdidosa..mnrevessâo loo icaeo valorde pTedkâo enoonaadofoide 96.88% pata os sege tes htores:idade dos s6cios;m odo dekgresso n. coopef:tiva;e elorgnnlx tivo da cooperativa;atn-buiçâodo nivelde o'rgnn'iyxçâp di cooperativa e a pm icipaçâo no pm oessodecis6rio em rehçào ao critério de êxito e Facasso.Exe exudo m oxraaspose ilidadesde aplicaçâo dapsicolo> social'em éreas poucoexploradas com o o m= do Agririo.


%+N11.10M M AQ AAR D o s M U ITO S ',AQ ES:DE M ULHER A EM PM GADA DOM ASTICAM - '* G œ e tk - U* - 'ae . M u d@ W * &- d@ :@ sdA p-gœ e pege gapx-- .e lge a quemedlA > @* do > = -j. ' e x m œ m ria .d:dageeotiz @- a-oHeatw e mea o de- ,'- l go- çe do gujelto wev edomée r. Pn ' ' fo* @* @#i> 2e-e g@ * @mgqu@jée .lh--- ou e % e olh- como @> * domégGca =œ - de O lia Y s ' *'* eezni-e- -- ae-fox azi-a-.no Sindice * > > Domée c- de Po> Alem ee a= e ênçil de e- gog d@e m@= dde . T@* a e- vigœfox ee *œiœ na Inten soG do,poe oc - e,>e ise * ç--A-** .M * dee e be quee eggomo l Noeedegia* @> * de M lia * d- @ eoçi? bG orix - ,= itavea g.* 1e- 'œ * o- zo e cœ = elee e m-o de f1% g;obe o - * @sçol< * @ . dz œ de * * e lpe d:p- x e- > egcolw jl que * neeeggie de e e é e g- .'ne ; s œ œ d@ pl- ja e fe lir, perçpbie pelamie e A coee e peh âee e ia de go - :eg;ou e da a> @ - '* de ew rpgog * lve ia doe - e ereg > @eb -dh- gem g- eim a g.'oeae ne tendo e eggo , - < a n-hwn- fçio.M - * Y mée œ ,pe v- - m - a1* *e . 1* 'mIY @ eom . M lix.gn- olaao = :po de eo lo- e- Bpx- ido --< @* :e alhea- e:K * 1- * pe olé#çaO e e e mée /oyeM -zêezn egze giel-- ê- porx lh- w poba g @ d@ pe a govie e dee w a cie , M çi-- g< gomo = a1G = e :e * ale- ça edivieeg-@Z- a-= - * e pri- ço goriœ godig. No * or %gkee l * 1lh- e'.pomo no de e +œ o- pe gv l gocid.exi- did eeeg. iv- ide g. D@gt@ me . pe ce M e œe 2%x com e iges + e >


11.11Be REœ lnoO snco B DoA o su ôLlcou,'n'.m Raja Gau glia PaussElm sfneituto * Pgicole iaUniw rsidade FA m ldo R io de Ju ekoO pmx sito do % e o foio de Zw suge a ain3micasH M EO at- / no es- o œ exerdcio * = pa go e m éstix esua am xu:e > = - o % mlbjehviG de % empregadadom ésu> .P- ser o emp% o dom égtix = a % m xm xdam enteae - e N deeM innçœ = nôlniœ ,de a a tlxa sx ialeracv g,optx -x m revhxru.lo a > 'tW = kDfeanciale rico emquee de en- fœ- ca idlmHx,e em que,in% hou- elu> - asdhn- - Zt- sœ e Zdivide .> sa fnm u,v o> u-ge ao, O nx ie œ lubi*s, e- o sx ial e sigtem asH e lix H- w ld dœ m r Pi> Boe eu. Fnm m coletae srelato: -na linh. da aH dagem bioe ca- de G G e dtu;em - ae domée cas o e do= em no 1e de kae o, nome dpio do m o * Ju eim e cujo Ymm de O gajanwnto naxu- e w n'sva en% H ge cho nà = œ .OsH>HM aw lnmmdH eno - œ qœ ad> ' o se e hO atua defonna x tuada:na delH àçR do es- o de cimule o ôsiO e sM N lëca daemp% ae ;nl valoO ç'o do = iw ao dœ m - ,@ os esf- os(hac page - dele fn- -m > qw no ' dos* e o da oe- xo Gmiliv e, x pnmitu temente, nadesvalo-' o do uniw ao de M gem das em pmgadas; mM f- 'o das m laçœ dm m and&- iênda em m laçöes dede dh% ,Df- = do l- m sse .OsanHnuNvel- aedaqueœ d- R = Gbui- queasmulh- que exe-mm ax um çR de - ge dc éauœ addem x a autœ vv açâonegatiu -de gi e do seu ohcio, m lm tx do o esG tuto que o% e o Hnm Astix -m go,> se e m o M o N go-gœ a na nossasx iM xae;ine lw le A valnn'exdn,desvalorle' o que se estendeao agente que Y icionxlm c te o ex> zu nossa aœ iedade; am uh e.


m *Mv *11.12' l A Aw xçAo x Pslcô- -m sm u çAo p- At,.oTRARAT.HO COMM xm v ans x m sn = o Ro- m oxsTo INrre J: m ).NivesG raça de Tom mlm Rochao pr---- - hllho t- N robjetivo mostrara atuae do pe logonuma instituie > .FoiO l'do da monoe ade concle do Cursode E> 1>l1=e - Psi* loe JUHZR da Universie do Exado doRio de Jandm (UFx )yque visou conheœ demodo misaproBmduo aO ndiço da mlzlh-r preM -bre dra e es- ge a - * regime depro- eo.œ tro pe sito desta peK uiM foisa* ospontosdevistadasmlalh-es det- nq x bre o aloAnn- do: Y escios pe 'no tesao regime.te como:o trabalo e -= ro (TEM)pa Wsita pe dica ao 1ar(VPLIeo apr- lx ao e= lar.e kxm- O nh= r o parx œ do psie logo x breestes Y e cios,sua m laçe com e - mulh- e sobre o e ox o todo regime e do Kst- * mo um te o.A M odologia * 0*+* Wu-x de m K uin te ca e de ca po,onde foramr- llx ao. e e stas com a pe loga e as internas, através deque oe osque contiv- m p> fe nanqe * %.See u-se= alohx te Ha - e ole œ que > ;u obte ree tadosmaisqœ 'tativosdo que quantite os, N ssibo e o assim o delineamento do >o/œ m- '/ a- a m mulh- O ndœ e K regime e abelo ou ae o .A M - o propom = Y nclue , consixiu em ide tifcar o que xprete de dessas > * % que % acham pr- a um univa dem arp ' nzi dade > de 1n* 6*o e de fm com o se w 4nl.N esx r- - o,eea imo da da vi* e % proN sœ delmhAlho do Pe logo em umainsute ëo- .


11.13UX ESTUDO ACERCA DAs CARACTERISTICASPSICOM;TRICAS DE QUATRO ESCALAS DO BEM-ESTANSBBJETIVO .Carloœ Axérico A . Pereira (Nûc1eo de Eatudoa axRelaçAmm àfetivaa-u RAzlnat.paic .zuFRl). Kally Batalhasiquaira (bolaiata Jovex PeaquiaadorzsR-zzNERAzInat.Paic.ZUFRJ) e Cléudia Maria Baatoa Poraira(BERàZIn&t.Psic.ZUFRJ)Estudoa aobre cuall'dade #& ea'da (QdV) e Bo--estaœ&rôJ1;a'Ro (BES) têx ocupado espaoo conaiderlvel naœpublicaçöes de Paicologia. Mal. na roalidadebrasileira. escaaso tem sido o nuxero de poaquisaasobre o aasunto . Citam-aa alguna estudoa : Rattner .1977. 1979; Pereira. 1992a . 1992b . 1993a. 1993b . 1993c .1994a, 1994b. 1994c . Noa Eatadoa Unidoa . naUniveraidade de Illinoia, tem aido Dienlr (1984) o xaiadovotado peaquiaador aobro aa dimena-oea de BES . Oeatudo que a aeguir apreaentaxoa tem por finalidadeoolocar ao aloance de pesquiaadoreœ braœileiroaprnm- dimentoa eacalnr-a para a medida de aubdimonaôoœde BES . Trata-ae de uma investigaçio acerca daaoaracteriaticaa psicoxétricas de quatro eacalas de BES :(a) Eacala do bem-estar subjetivo (2119, de Lavrence aLiang: 1988; (*) Escalas do afeto positivo e afetonegativo (PJyJR . de Vetaon. Clark e Tellegen. 1988;(&) Escala de aatisfaç-ao de vida (5& m e de Diener.Fxoona. Laraen + Griffin, 1985; e (o& Eœcala dedeaeaperança ('& , de Hill. Gallager. Thoxpaon eIshida. 1988. Eataa aacalas forax, inicialmonto .aportuguesadaa por 18 tradutoroa oxperta om Inglêa-Português. e aeleeionadoa os itens peloœ eritir ioa de :(a) frequência de traduçdo e (*) adaquabilidade de uaofrente a pesaoaa adolescentes e adultas . alvoa parleatudoa futuros . Posteriorxente . aa quatrc eacalaaforam aplicadas a u>a pequena axoytra de 120 poaaoaa.entre estudantes. profoaaorea, medicoa, onfermeiroœ .dentre outraa. procedendo-se a uma anlliae doœ itenaescalarea e daa aubdixenadea doa iteha componentea daaeacalaa, configurando-œe, deata forma . auaaoaraeteristioas paicoxétricaa . Adicionalwento .delineam-ae intercorrelaoöea entre aa a'xhaixena6ea daaaupraxencicnadaa eacalaa . Finalxente , propso-ae umaforxato de uso de cada eacala, bex coxo seu exprogo eminvestigao3es noa setgres organizacionaia. eacolarea.hospitalares e coxunit'arioa .(Auxilio SR-ZZUFRJ)*œ +t--


11.14ATITUDES EM RELAG O A ARBOm ZK AO URBANA:UmCONTRIBUW AO DA PSICOLOGIA AM RIENTAL PARA AQUALIDADE DE W DA URBANASuu nn M neinSA lves e Valdine Vel- GouveiaUniversiA de de Braslia e Universidade Fe ralda PnrnMVisto que as érvùres Bm valor ese co, = lë ico e econômix, oconhecimentn * atitudes da populcln é impo- te para faar-seintervene s na melhoria A qualianae de vida urba atravésdo seu plantil.Dentro da psicologia a bi- nl.osestudossobre a are naqe ' no Ontextnurbano têm merecido desm ue N rvM osm squisHores (Go1d 1977;Karow& Kielbaso 1982;Som mer,fH-nther & BA er1990;Sommer,Cecchetini&Gdinler 1992).Elespm uisnmm sobreaso-qrnzeedsticasdase oresquem ais agm axm e desaa m pulnc.ln,x ncluldo que nâo exisk um upoidealde e ore.Segundo Gold (1977),asatimdesem rele o à arbohzac-sc.dividem-se em duascategorias:(a)visâo inogmtivw onde as e oressâovistas como elementos essenciais para o planeja ento urb= o;(b)visâoam bivalente, onde as H ores se vistas * m o artefatos da onhlrezA.C onsiderando-sk a idéia de que es1 crœ œ ndo a G osola do escapism o -ohomem vive na cidade:mnqsonha com r-qmpo (Oo1d,1977;W ohwil,1983),criou-se um terc iro fator denom inndo 'es-ista'onde asatitudesreqe'emsena tene va de duplicar a nnh'rezA em simbolos. dentro do prôprioa biente.Com ba nessecont- n,o obje vo desu pesquisafoiO nstruir.,nu escala de atitudesem relae à arborie urba para serutilixxdn nocontexto brasileiro.A D cala com 39 i- foiaplice a nmn amostra de394sujeitos.Fez-so 'mx nnn'lisefaorialpara avaliaramultidimensionalidndmdoconenzo . Os resultados indiM m que este conenlo é multifatorial: oprimeiro G'or,denominxdo integrativot- 18itens('Aspessoaszhsopeviyerm- contatocom asA vores*),o segundo,a bivaleno com 13itens('E x'mxbobagem m rdertemm O m a preservncAp dee o= ')eoterceiro,escapista cpm 8 itenq('O go quepuderdeixxreia ciandepara morarnoo.nmpol),œ m Alpl> de Cronbach = pectiva ente de .81,.76 e .70:indie do a consie cia interna dosfatoresque,juntos,expli= 22% davndnbilianae lotaldo cons% to.


11.15A ocupaçâo do Eapaço P ûblico do L acera quadra po llevportlva .do Jard im D elaViata-um eatudo de caeo .Autorea- Jorgeta Zoghe ib M llanec ï . repar tamend e ' Educaç8o F isica . Fa cu ldado dec iênciaa -UNESP -BAURU e An ton io Fernand Naacimento Junior.eaDepar tamen to de c iênciasHumanas , FAAC - UNESP .BAURU .M F-jA produglo de eapaçoa para o lacer te apreaentado d iferentea facee mdoa e d ificulda-para a adm in latraçâo pùb llca na& cldadebde porte mëd io . Eate ea tudo v iea co la-orar para a compreenalo doa e lemen toa q uecons tâtuem o interesse doa cidadioa n utllixaçâo do taia oapaçoa.aCom ta l propösitoos coeatudou-ae o per fil aöc io -nceitoo e ae ativ idadea deeco lazornôm doaico .moradoree da regi8o e doe freqûenda tad oresquadra po liesportiva do Jard im De laV ïa tad , no municïpio de B auru ; S . P . D e a tu -o conatituiu na elaboraçlo de doia que- tionïrioaque englobam as quea töea per tinenteaum para oa moradoroa o outro par a freqtientadores da quadra em oaOa quee tâo .reaultadoa foram tabu ladoa e claaaïficadosde forma deacritiv a e ind icaram63% dos moradorea praticam q uedealg uma a tiv ld adelazer sendo que 41 . 7% conhe cem a quadrapolieapor d tiva em quea tâo . D esses . 4O% a2oc o aexo maaculino e 60% fem in ino . Uma por-ontagem menor de mulhere: (37* ) pratlcamad tividadea de lazer no ba 'irro . Ls ind iv ï-uoe da fam ïliaa de menor renda praticammenos . Com eaae respeito a fa ix a o tiriajovens sâo oe maiorea praticant ,oeos idoaoe n8o oe enquantoaa praticam . O trabalho a indaenumerou um grande nùmero de ro lnv lndicaç8odoe moradores com respe tto ao l'ezerEm fungâo do ba ixo nùm ero de pessoae queutllicam a quadra (de 05 a 30 peseoee porsemana). do baixo nùmero de opçöea * da auaêneiade outraa ïreas do laxer no ba irroo eatudo demonstra um deoen contro en tre o ,anseio da populaçio do ba lrro e a a ç8o dopoder pùblico . Falta portan to uma po liticade organizaçâo de programaa p ara o lazer dapopulaçâo .


A EsTRuTunAç:o DA IxAcRx DA11 .16 CIDADE DE LONDRINAciiia Rubla de Andrade castro.Ant3nlo Fernandes Nascimento Jûnior.Universidade Estadual Paulista, Bauru.A partir da inter-relaçxo de elementos estrutMradores, a cidade vai construindo sua forma,criando sua*imagem e adguirindo significado. Ela e o produto dinêmicoda construçao humana para seu prûprio usurruto e representa seu modo de vida, sua cultura e aspiraç3es nos diferentes momentos da hist3ria. Ukilizandocse do poder normakivoque 1he e atribuido, o Estado interfere diretamente nesteprocesso articulando os elementos segundo a sua concepçqQ.Neste contexto, as particularidades da relaçaohom:m-ambiente sRo consequ3nci:s, entre outros fatores, deestimHlos visuais e de percepçao que o meio transmite parao usuario em determinado momento. Assim, este tr:balho temcomo objetivos: analisar o processo de construçao da imâgem da cidade de Londrin:, identificar seus impactQs nocomporkamento da populaçao e verificar se o Poder Publicocontribui positiva e/ou negativamente para sua fornagRo.Para a coleta de dados utilizou-se das respoltas ao questionario aplicado , o que possibilitou a ideptlEicaç ; o de diferentes padro-es de comportamento e emoggesem relagRo aos diversos aspectos da pyisagem urbana. Ja oestudo de mapas mentais rorneceu subsidios para a identifi-caçao da imagem , e consequentemente , do domini: que os sMjeitos tem ' sobre :idade . Atraves da observagao diretaconstatou se que a area de estudo delineada, a regiRo cen-tral e seu entorno , se distingue das demais pela diversidlde de uso e veriricou-se que a ralta de uma estrutura qu:suporte o processo de adensamento è responsâvel por uma sErie de proble:as que influem negativamente no c:mportamento da pgpulagao . O quadro apresentado f:z dejta area alvode um numero significativo de intervençoes publicas .O instrumento foi aplijado numa amostya aleat-lria de 15O sujeitos # destes , um numero de 80 tamben desEnhou os dois tipos de mapas mentais ;o ejpontêneo e o indMzido. Ate o momento os resultados das apalïses lndlcar:mdois pontos importantes: (1)- a pQpulaçao possgi uma visaorçagmentada éa cidade, exce#o da area em questao; (2)- arapida mutaçao na paisagem e a resposta bumana aos estimMlo s .e -visa suprir as necessidades e padroes de satisfaçRo.


11.17A VISâO DA POPUG CXO BM SILEIMFRENTE AO PSICULOGO E A PSICOLOGIA - LuizFem ando de Lara Campos (Pontida Univeo idadeCatôliœ da Campinas e Univeo idade S.Frandsx liFétimaApareclda M iglioli; Mada Ceclla Labate; M arla LûclaThomazi;Patrlda Castro Pandols e Raquel Yam abue l(AO d:mlO s da Univeaidade S.Juda: Tadeu IS.PauIo)Este estbdo teve œ m o m eta,avaliar asped os da identldade'- alda psiœ le ia e dos plle logos na e iedade bYsileira.Aam ostra foIdeteM inada acldenK lmente,sendo œ m v ? por110 sujeitos do sexo feminino e 130 do sexo man lno,O mIdade entœ 16 e 50 anos,Ysidentes na Y iëo metm poltanados municfpios de Campinas e S.paulo,indee ndente do graude esm larldade e nîvelse l- nômlœ .O matedalutilyndoOnsistludeum questlonéKoœm 24 N rqunys,ae Mae o,além da œ œderia # o dos sujeitos, vanévels Ylativas àsexerlêndas anteeres œm psielpos. Onhedmentos arese ito da psiœ le ia enquanto ciêncla e pm sse o,e oplnie sK bre os se-i- prestados K reste pe sslonal.Os resuldmindlœ m de fo= signisœ tiva que os sujeitos:a)tiveœm multom u* œ ntato œ m a psiœ logia e % us po ssslonals,Y ferindoum O ntato maiorno gru/ feminino;b)nâo prion'ynm a bue.ndeste tiK de auxilio O œ slmesmo ou N œ um paœnte/amipo;c)es1 situal o pa* - erem Oe o da ajuda oferx da>Io psielœo nâo Dr pea bida N los sujeitos œmosignmœ tiva,além de serœ nsiderada œ ra e Y stnta a - - sœ m pmblemas psiœ lôgi- q modeœdos ou gœves. d) opsie logo é desnido mais - 'am igo'do que um pY sssionalœ mNtente e atuando baslœ mente em O nsulôriospadiculares;e)os prindpais nomesœladonados N los suleitosœ m o im poe ntes na psiœ logia foœ m S.FY ud e C .G .Jung.oque sugere uma fode Iniuênda das teorias ps'Y inâm lœ s.Conclul-se que a psiœ lœ la é O Y d en'- da * m o um aposeedo - 'Imante nâo valongnda, œ m atuaW oeminentemente diniœ baseada no me elo me iœ e napsiœ néli- e œ m K uœ esdênda e validade e JaI.


'.* M11.18A Y O IM CIA m RG -EW AR O R M IVO> UM GW M DE RAM EIM DA ClnAnE mRIO DE JANEIO> TNH R TRn P N . ; AnV RK y P . ; RPETJO TM . S . ;nnx uxg . T .Meatrado em Paicoiogia Cognitiva. Social eda Pereonaiidade -U n iv er aid ade Fede ral do R io de Jane iro . RJ -O eatudo conaketâu em n-n anâlkaedeacritiva da experiêneia do bem-estaraub3etivo entre pratioantee de eapoeira -DeaenvoAveu-ae um eatudo de ommpn culosprooedimentoa foram c a) obaervaçâo partioioante; b ) reaiixaoâo de entreviataa; 0) elaboraofode um queationârio com 10 perguntaaabert aa a f im de co Aher in fow- nçöea acerca dobem-eetar aubletivo -participaram 32 auleitoaaendo 20 d o aex o m aaou lino e 12 do sexo .feminino. oulaa idadea variaram entre 11 a 35anoa - Oa dadoa obtidos foram nnnliaadoa porprocedimentoa il qualitativoa e quantitativoa - 0caracterixou-ae por *>m nnAliae deconteûdo daa reaoootaa doa euleitoey referenteao u ueationârio aplicado . 0 29oonatitu iu-ae em mam n nnAliae por diatribuiçâode fr equ êno ia atrav éa do ngm ap n- onto . emc ategor iaa . da a exp reaaöe a aîgn ifioativaareferente a ao a oonteû doa daa reapostaaobtidaa - Deaaa -nneira . o eatudo conclui queo bem-eatar aubletivo pode aer defànido pelograu de feiicidade experimentado pelo grupocom a prâtica da capoeira. Alêm disao . foiob aervad o qu e . o oontexto da capoeira permiteo e atab e ie o -l- onto de boa a re laooeaànterpeaaoaia havendo a predominAneia doaafetoa poaitivoa aobre oa afetoa negativos .


11.19PSICODRAMATURGIR Nq RESSOCIGLIZ/CROCR ITICR DE F'RC IENTEB PS ICOT ICOS .qnnunc iata Don in i-vie ira (Mes tranda e m -Psicossocioloqia de Comunidades e Ecoloqie Soc ie l *W?&do ' Proqrama Eicos - Estudos Interdisckplinaneade Comun idades e Eco log ia Boc ia l. Un ive re ida deFedera l do R io de Jane iro.OrienkadorzRaffae le Giovani B iaco mo In fante Rh D(Instituto de Ps iqu iatria . Un iversidade Fede ra ldo Rio de Janeiro ) .# Psicodramaturqia na ressocializakao depacientee ps icôticoe . dentno do P ro je to In teg radode Ecolooia Men ta l 4 um traba lho realizado com umqrupo de pacientes assistidos no Instituto deRsiquiatria da UFRJ , em reo ime de Hosp ita l D ia .Tem orioem em questionamentos e estudo? queapontam para a critiea de parad iqmao c lAee iuoa ,no que se refere , tanto ao s conce itos depsicopatoloq ia. quan to àa fo rmas eetabe lec idae deconduta na assisk*nc ia doe pac àen tew d 'ito ops icôticos. Baseada no Ps icodrama de Mo reno : To 1desenvolvida a partir de ee tudos antropo lôo ico ode expreesees artfst icas e cu ltu ro is popu lareo em istic ismo co letivo e busca defin ir ae d i


11.20m sa m m çAo pM Am m m s x M M TxcAs Em xcAso EM FAO IAABI Nlu Le m coNœ co yAa oAntoxlo R@e ,Adde a C.Tdxela & Ce I- J- A.Clrdelmm p- a e- d* P:I* Y **P4:> :**çâ@ œ Ant- lUalvm lde e Fedeu l* P- a bmc/œ estudosx- o quediz+ to = m# l'se divi/o * ta fas= si- adasmaxulinas e f- :'aln-ypr= = ob- oe > to m*M 1-'o e fe ino emer- eç- no e- o d- e co.Es= têm m- ao aevido tedifx ça* t* asatluç:esdos doisxxos- to a ee quee op* do umacx trihuçzonoe do * h,= rumamaiorx pr- * w eo:fc ômenose m * 1- que - 1= p K- - e amulhœ na sto RlaçieO tidiano e no e - fcio de xxqM 'sinstitude izados.G e te % nova Y - = 1a1que vœ * éstaa l= do.N = u-x I= x ee o,1oraros= tilentose ce it- que R acredita - - N e no (El* do:m#isr- nitantes.* 1- 40 = qe a m siçe - - ,1- e a *W* * ,*1do kaœ ho.%-- œujcoNeste = udo foiinvestiN daa r- e 'o qœ o 'cim çâo- *m1BM = atividadesdtme œ = > = o* N e Ixx 22 œ isde umeœ jx to habitacioM e30 cme m--*--sde tua favelanaci* do Rxife.T* ossujeitos- - xlicitados* - dœ um questie o que * e * tuna e= la de lvaliaex m sta - - ti- * auviam d- éee- .Para *4a auvidae o xjeito deviainfonnar- que me iA ctxw,w I-va mzZ -e va= a N 'cim e do:h'- .nu ueh Mivi- em= a ex ala Likertde 1a 4.œ dadoa analisados atrave de anv se fatozial(méte de mta# o mamaxj em ultidimœ sie (*> ),.1% de mos- que *e a m ssui1- qualidae spsix éqica,.indicaram a exista iadedoisfatc s.O m imeim fatœ N ee -ao N adviaoa- e Micmqv lalmo te acei- - a atuaç'o maxulina e o - do fatœ - aqvianz- ne axitas N a aatue o ->- .1iM (consi* adas a o ativiae - fe i- ).Ale e s * is Fum s deativio des é m sslvelo* v = :- *1m gnlm f- do: N advidadesO m xtl- - a1 noFstœ 1.masam- -oan nlveisde Mttlraç:o a1% œ ne no Fltœ 2 (enke .3 e .5).Esœauvi- - > = e siae -minê- Mi&ias.O treoFatœ 1e 2.1Y e a:advidadesemqx 1 lmrae tae da N 'cile o dohœ = (Fatœ 2),O x mre queesxsxzelaci- n- = a e = ç'o e cuide ce osflhose * 1% e que ne * aœ œ asxN 'ci- e (Fatœ 2)estâo asativie* cœ o lAve e- - C-m'h-reLim- e- .m. a Ose.As me asa - sae vésde'e xsde wriântiaa indie- m uverdif- as:ie '* asq- to ao nvtvoqmO œ Faude ''-'''M-iatœ a1g- ae ie= % osdoisgru- v iai:(Aju* nastarefase= 1a- ,1- asœiav sm m o > .eoFator2 -adddadesv ialme te--'**#


11.21 A REPRESENTACAO soclAl-DEJUSTICA xAREA LIDA D E BRASILEIRAsandra salom âo CarvalhoEvelineMariaIzalAsmarUniversidade Gam a FilhoLsta m m uim investigou a representaçâo A ial da justka,pxpiciando umaae rdagem psicol'ogica rbre o guem nsam ecomoreasem osbrasileix saoseventosrelacionadosà Justka eà injustiçaem nosx pais. Vir u com preender qual funçâo cum pre essaxptxsentaçao na organiwwâo de comm rtamentos e nascomunicaçœ s das clasxs baixa e média. Foram m aliu das 16Oentmvistas,de tim xmi-aixrto,em sujeitos de ame sos xxos,olaniMdosem 4rum ssegundo critériosdecompromissosn niais,p= urando relaclonaraidadedossujeitoscom o grau de encargosfamiliares,com faixa etâria dosfilhos,com o grau de instruG o,como trabalho e com a aln entadoria. Os dados foram subm etidos aanélix squalitativa e quantitativa. Osprincipais œ sultados am ntampara as seguintes difem nças entm as clasx s r l is: nasxplvsentaçA discutfveis,nasnormasdejustka dixributiva,nasfunçA eslxcficas das reprex ntaçœ s! nos objetos v iais deancoragem ,nas reaçH às situaça sde inlustio . Houve correlaça sentm asclasses= iais:nasmprexntaçA conceituaisde justiça,nasjreaçasàsjustiças institucionaliadas,quanto à justka = lal,na !identificaçâo dosdadoseconômicosew lticoscomo oslvsm nkveis imrtYaaestrutum daJustka,quantoajustkadivina,conhecimento /xbm justkalegal,normasdejustkadistributiva,no sentimento deraiva eacomM ndo nasr'eaçA àinjustio enosrelacionamentoscotidianoscom familiam se am igos. A coincidência de resultadosdeambasasclassesquanto àjusti/ = ialcontraria a nœ âo de normashegem ônicas e apam ce assœ lada à ot- nizaçâo = ial do païs.EmY ra ambas as classes coincidam nq descrença em tM ns asinstituijajdajustijaosmotivossâo distlntos. No plano teôrico ajustka evlstacomo lgualdade,resm ito,equilibrio no prâtico é vividocomo desisualdade,descltnça e desconfiança. O nlicleo centraldamptvxntad o apmxnta ambasastendências,Kndo a clasx médiamaiscrftica. A norma distributiva igualdade pam ce corresm nder àexmctativa dajustiça idealizada. A forte clxnç,j na justiça see vldenciacomo ' o tinlco l'efemncialfidedigno deJustlça.Aspr-atica:dejustiçado diaa diaindicam uma incœ lfnciacom o sistemamaior:tY os saojustose - anseiam m rjustka.jI(


-'-.)ilI!7!Ib$l:biI11.22-A EU ERIEN cIA DE W JUSTICA:UM A ANA'TISE .PRRLIM IN AR D E SU A FEN OGN OLOG IAEveline M aria Leal A ssm ar, M arcos Ladeira , M aria AparecidaC onstante.Universidade G am a Filho.Osestudossobreexperiênciasde injustiça têm revelado queaspessoasusnm o termo injustiça de forma maisampla do queospsicôlogossociais, em geral, o fazem ; por outro lado, muitos dos eventosdescritos sâo consistentescom a compreensio cientï ca do fenôm eno(u ku1a,1986).Deutsch (1985),porsua vezycomenta que,apesardaintensa atividade experim ental gerada pela Teoria da Equidade,.Praticamente nâo hâ pesquisa relacionando a fenomenolo#a dalnjustiça às expee ncias reais das pessoas que iu igem ou so&eminjustiça.Problemaséticose metodolô#cosjustiscam o conhecimentoprecâ no ' sobre o qué pensam e sentem aspessoaàdiu te da injustia ede como essas cogniçöps e sentimentos medeiam suas reaçöessubsequentes.Este estudo é o prim eiro de um a investigaçëo sisteu ticasobrea fenomenologia da injustiça,talcomo vivida,penuda ou sentidapor brasileiros.V alendo-se da téc m'ca de relato retrospeu ivo,x licitouseaossujeitosque descrevessem uma injustiça sofrida e indicassem oque sentiram apensarxm e Gzernm diante da situaçâo.Pm iciparam dapesquisa 100 adolescentes, 100 eMudantes de graduaçâo e 100flancionx'riosdeumx institukâo pûblica.A anélisedosrelatospe= itiuvee car os principais tipos de eventos causadores de injustiçw oscontextos em que ocorreram ,a relaçâo de poderentre perpretador evitima,bem como asconseqtzncias Qrea/ eseemoçöessuscitadaspelavivencia da injustiça.Algumastendenciasgeraispodem serapontadnm:evidente discrepância entre'asinjustiçasrepoladas(acu- öesinjustasforxm asmaiscitadas)e ostiposdeeventos.geralmente nnnliqndosporpesquisadoresem equidade (pagamentosinjuxos);grande inciddnciado maiorstatusou poderdo perpetradorda injustiça;msiorFequenciada reaçâo nao f= er 'zœz?zzdiante * injustiça.coa/re /zmdn com *prediçöes da teoria * equianao de que osindividuos busnnm semprerestaurar a justiçw raiva ou indignaçâo como a emoçR mm'stipicamenterelacionada à injustkw constimindo evid:ncia em apoio àteoria da equidade.Tais resultados sëo discutidos em termos de suakutilidade inform stiva para a com preensâo cientisca do que é wstocomo justo ou injusto ede como aspessoasreagem à injustka.


11.23A PERCEPCAO DE JUSTICA NUM A VISAOm STITUCIONALv ania Lucia Vianna Carneiro Costa e Eveline M aria LealAssmarUniversidadeGamaFilhoEstapesquisa teve como objetivo investigaro comportsmento socialdejustiçae suarelaçâocom a persgectiva deanâliseinstitucional.Demodo especiGco ) pretendeu-se verlflcar a influencia do treinam entoXWD Imilitarnapreferenciapordeterminadasnormasdejustiçadistributivaem situajöes de alocaçâo de recursos. Forsm tomados comoreferencims teôricos a abordagem multidimensional de justka deDeutsch(1975,1985),o estudo deLansberg (1984)sobre a percepçâode justiçaem organizaçöese o que posmla Gomnan (1974) sobretinstituiçöestotais'.Participarsm da pesquisa 189 m ilitares de postosepatentesdistribuidosentretodaa hierarquia militar(excetuando-segenerais),lotados no Centro de Estudos de Pessoal,na Escola deSaùde e no Centro de Capacitaçâo Fisica do Exército.Os participantes .responderam um questione o com situaçöesde decisRo,insjirado em !Assmar (1988), mas adaptado às caracteristicas do melo militar,cabendo-lhes solucionar cada problem a proposto da form a quejulgavam mais justa. Os resultados obtidos comprovaramempiricamenteahipôtesedequeossujeitosde altasqatentestenderiamaconsideraraequidadecomo o principio distributwo maisjusto.Omesmo sedeu em relajâo àhip6teseque sujereque quanto maisalto onivelhierérquico,mmor o grau de justlça atdbuido à norma daeqûidade.A hip6tese principaldo estudo que se refere à inludncia dainstituiçâo,atravésda ideologia do mérito,na tend:ncia de escolha da !equidadecomo anorma maisjustadealocaçëo derecursosfoiapenas 4parcialmente confrmadar jâ que apenas quando comparada ànecessidade (masnâo a ie aldade) a eqldade apresentou maioraceitaçâo por parte dos suleltos. Outras hipôteses foram tqmbémparcialm ente confrmadas,tendo sido refutada apenas a hipôtese queconsiderava aeguidadeeaigualdadecomo igualmentejustas,guandoavaliadasyorm litaresdebaixaspatentes.Estudosempiricosa/cionaissâo sugendos com outros tipos de tçinstituköes totais' e outrasmetodologias,que nâo a de trole playing' usada nesta pesquisw parauma melhor avaliaçâo desses resultados e a obtençâo de conclusöesmaisconsistentes.l


'+ c a'11,24PERCEN AO E REACXO X INJUSTICA'.:ANALISE COW ARATIVA DE W TEMAS E BENEFICIG OS EMowvksx'rEs coNolçöEs DE lw'tEn çâoEveline M xria LealA ssm lr,U niversidade Gama Filhom uindo daconcep# o aristolélicade queuojuxo é o proporcionar aTeoria da Eqùidade postula que qualquer desvio de um estado de:coisas equitativo é percebido como injusto, gerando distress emotivando aspessoasa rea#rcognitiva ou Fomportamentalmentepararede -lo ou elim inâ-lo e,assim yrestaurara eq œ'dade.lsso se aplicariatanto para vitimasquanto para beneEdâridsdeumainjustiça,emborasejam previstasalgumasdiferençasdeintensidadeem suaspercepl es;e reaçoes.Seriam essasp/edie esvélidaspara a culmra brasileira,comcarm ehsticas tâo distintas da cultura none- am ericanw em que foiconcebida essa teoria? Por outro lado, na testagem de suasR roposiçöes, os pesquisadores em equidade criaram, via de regra ,sztuae es de laboratôHo com sujeitos isolados, comparandö seudesem penho em tarefas com um toutro nâo-identï cado '.Ignoraram , .com esse procedim ento, a dinxam ica interacional, bésica para oentenaimento do comportamento social de justiça. Seré que napresença de um outro realas pessoas se comportariam da m esma formaque quando soznhos? Para responder a essas indagaçöes,o modelodesta pesquisa previu a realix>çâo de sessöes experim entais com diadesreais.em duascondiçöesde interaçâo (32 diadesno total),executandotarefasde cujo desempenho dependia o recebimento deum prêmio.Adecieo do experimentador,teôricamente injusta,criava umavitima eum beneEciério.O s resultados m ostraram que:brasileiros experienciamcom intensidademenordo que a teoria supöe ainjustkadasituaçâouine uuva';un sisniEcadvmsasdiferençasnapercepçâo dehjustiçade -'imAse h- escieios;o grau de interajâo entreossujeitosnëoprovv u difero e nAq respostas à injustlçw masrevelou reaçöesdiferentes das ee atlM das pela tx ria - apenAq 12 , 5% se conformaramàs '/ es. enquanto 37,5% prefen'ram adiar a resposta e 50%op- m m' por n:o fazer nnaa.Tais resultados sâo discutidos.qu- -onxndo-x =lA validade para a cutura brasileirw propondo-se aincl,len da ve âve!iAte- :O e a1> teo> âo sobre justiçae anN - 'HAHe de x exR- pre > espe caspara o compooxmentode xeimoqe K- e ce osdx injuse .


11.25CULTIY A E FOQM ACAO pK SIrRR TIVD ADE ;O CASO DE DESCENDENTES D E JAY N EsEs EA NX XO DE RRRPONSABHO ADE SM AI.M aria Vittoria Civiletti& M sn'a de Falim x Sim ie;U niversianao fH m n FilhoA > 'rdospressum stosteéricosde Vygotskyllg8g)de que asca1ractedsticas intra-individY s fo= num prim eiro m omento interindividYsede que n>1 prx x deinl- nl-' o a 1- g* m ssuium > m1primordialiprocurou-seinveO- N siveisdiferen- na noderesm nuhiliaAm = ialentrebv ileirosbilinguesdescendentesde ja1m nexse G qileirosxm dexendência de es- kos .' A escolha do tams -resm nuhiliana- v ial-deve-se a im m einniado m esmo no ate contexto m litic- onôe O bm sileiro.Nosso fa osoGjeitiA o'noslevou aum e* o anômico,onœ o interesx individualpxvalesce,soaruoysobx o coletivo.Em que me da este G o subjedvo6 r.m rledstico A cultum bm sileH e m - to incœ do em x us m em -brosdesde sua M iali- e prim e a?Ossujeitosforam 100b> ileixsbilinguese bicultu-isdesoendentesdejamnesese100bY ileirossem descendênciade - n> H s.A hi aXteseno Hemaom % deque d-- ndenteṣbilingueṣ ebjculhl-isdeja*nesesteria inlernnlvndo,em se v iallzae pnmAnw via linguagem;valoresdacultumjam nesa queprion'-m osinkxsxscoleNvos.aumen-% do assim suano de resm - bilidade sx ial. :Osinse mentosutilixdosforam = questionin'o conse do >avaliara existência debilino smo ebicul dossujeiose a exa-1: deresm nsabilidnde sx ialde Sigelmlnn eFe- ne s(1984).Osresule osenconeos am nlnm m um A diferença esGtistica entesi>scativaq- toàne de resm nsabilianaesx ialnosdoisgrum s,conl= nndo %sim a hi# teseinicial.O valorenconfw ao m 1o teste T- um ivelde si> lcMcia de0.05foide-s,ls.Rejeitou-x desta formaahiëtesenulœConcluiu-x m 1a nv - sidnde de m m nsar os valo= sobre D sm n-sabilie e v ialque* pue œ àcrio ça em sua sx iale' primAriane B m 1a fam iliw m ase M m m la ex olayliw os e pro- infu hs.etc.F-qtnsem 4* 1% x ria umx fo= de H nnfo de umx z'.antedstica% subjetividnd-do brasileiro que> u* tem conebuido - o Y mesœ da coledviœ e.Pesquisa realx dn com am io do Ce q.


11.26 t uaçâo e orxtmizaçnn - espaço-iempori dem oradi% de baixa renda brasileira *slaine pedreira Rabinovich, universidade s.pauloEsteestud:dpM ede1Im proynmadepesmlisaseujametafmalépcssibilitaracolnpreensio e a anMise das dimensôes em tom o d:s quais se ttnstitli aidentidade brasileira.Ele se kucreve em uma citica ao (listurso pskolöscc.cjztendidotonlo1.1viésemoclntlico.qu:seseguiu aodiscursohisenista,tend:,comoeste.umafunçioideolöscaemoral.0 presenteeabe ofliscutealimpeza.am lm açxo eorgalizaçio de m oradiaspnpulœ'esbrasileirasa pxe detresséliesde pesquisas:em zona urbanâ paulistana;em zona 14.1.2 bo Piaui;c:m mtradqresde lxza da cidade de S;o Paulo'.Concv -se que:l.lim par e ftrtum ar.d: ponto devista operacional. coklddem; z-as prfdtau higienistas fornm incnrporadasassimilu do-as q prâtita: anteliore:%endo ! l1m produto d: mestiçagem. Cûmoconsequênciw as prâtkas söcio-stmbv eas da lknpeza e da nm lmaçâo,delinkitarimu um a kea inteliordo 'tu'plivado-fxze m',mn cpnsiçsûa um exteliûr'enifo-eu'-pflblicoprefletindo lma dvência 'nlral'do/no'urbano;3.egtelnndû deodelinutare se apropric de espaço através da hmpezap:detia estarindicaad: apresença de categoriasestéticas.embnta aparentemente éticas'p4.a orgsmiztçx:espaço-tenlporaldagmtrqïas%e dâ em tûmo dogeixcs*:rdenad4-pQr-llnçb'-'nzo-ordenado-por-nmç:o*r'prhatizado-coletie ado',havend: qualo tiposdt.m odo de m orar:ptivaliyndo'semi-ioletie ido.celetivizado e nômade;5.os ideaisde vida pdvada einlima.associadosao proyrsso c=-'lignt4lio.secontapiem apu tkas comlm-lthias assodadsu à


11.27A FUNG O SOCTAT,DA POLICIA MILITARM AC ED0 , J.W eberF.'.M GANELLI,M argo--œ M.1 , ANJOS,Erly E.3(1) P-feggor Aëuno Depal* men'. 4e Pglœ l.gla Se -l e d.Desenv*lvlm ehtl -Unlver:ldade Federal:@ Espirlt/ Sane .(z)Pr@fegs/ra Ag&ls'tente Depnes.mono * Illgtérla -Unlversle de Fe eral4* Egplrlt* Se tm(3) P- eNslrAdjunt. Dep


'.V ;11.28 AO - A pA= .m c z SrASY u cxçöxs:R ls- = *G p.n m AT,Bened#'o M edrodoMeKe o em ellcolpgk :@cIald? FQœ% ve - gociez-a-spcongidu -se = exceçe o ie vfœ o -s@ < e> à idéia * - 1- .mea o n- la - Y e & velKfp - -se e giçe de Ne eito e M e gia ' 19#1).N& b- a + comv-a-eegge f- ôm- oyo obje vo de e e o m0d0como -jeito:idosoi dee '-gco- e ggégio-œ he g.vivenda ltv eH ia-a-, ' '*sG e ige * wpm entK - s v /* W oscovici,1961)por @1@sco- e lhuzee.o - G 2 e ise o af> -s@ a e e og eie l/ogde - pe -cipei.a- @ lfo- e = pe olokw > Univ- iœ eFea- lde Pero-huço @ asim g- = 'x2os:r= -o ->= = H-*:* % .se -diri#d- com % > gA *M 1n,'> * do - reeid- e:(aeane* pege ga pndise lG 1993))e@* - - e - @:e * ge -did#e eom i* -lgoa asi- og> a#* m@e poli- e RegifeR n= M ,G,'= @œ ia=i 65 l 95 e ogyde e os'ogsexoglege gl orie ae pel > F*,'m.Se g,1993); 'e .),- se - a.- -.- v s- e gogiz ie sej- lpn oggujeitog A vie og,-que,em ge .se m e aaa-pœ ele:d@modo nœ # iv nte.Obgm -ge.- im,a todogogeoe- ogpege ooangyafm xlwede o - go: def- ivoe pœ po * . ie gog,+ @ po çœ N o orcio-- ço- - w e *--A* l- - g- e goeiz M e - l-e ne.m 'vldo - elhee e o.e e pœ e- gmiei*g.


11.29 Q uepaissâo estes?PEREIRA NOBREGA N.UniversiHndeFed- ldo Rio de Jc eiro,Insétuto dePsicologia /Program a Eicos*1wx s IA transformaçâo dospapéismasculinosefemininosna sociedade contemporu eaaondeasmulherespm icipam cadavez mnisda vida pûblicw e onde o espaço domésticopassa a serlugardecoo- açâo entrehomem emulher,noslevam a estudarquaisasimplicaçöesdestasmudançasnasconcepW essobreo que é sermâeepaineste lmiverso.Cbsm.nossaatençâo que,embora o(a)adolexentecoloque o exerdcio deum%profissRocomofundam- talem sua vidw o caso seeterGlhosapresema-secomo pontoessencialpara sua realizaçâo como pessoa.Osadolescentessëo unânimesem nfirmarqueo casamento,ou qualquerrelaç:o a dois,inclueaexpectativadeElhos,o quevaiestreitaroslaçosde nmiy>de,auniâo do casal.cujavida sô terâ gentido epossibilidade decontinuidade a partirda presença destes.0 pupo estudado4 oliundo de um universo particulardasociedade brasileira aclassemédiaa1ta.com pessoasde alto nivelde instmçâo.0 cotidiano destessujeitosimplica um estilo devidaondepaiemâe exercem atividadesprosssionais,co-participamdo orçamento fnmiliar: partilham responsabilidadesdo mundo doméstico.Porém estavivêncianâoparecealteraraconctw âo destessujeitossobre ospapéisde homem emulherna casa,que ainda é bastante tradicional,ou seja:compde ao homem aresponslilidadeem asxgurarosmeiosdemanutençâo da fsmilia,eà mulheroscuidadosda fnm liaOsdadosjquidiscutidosforam obtidosatravésdeentrevistu com adolescentes.Desusforam seleclonndasasreferenciasfeitasaospapéisde m'e/pai,o que permitiu acovguraçâo deum conjunto deadjetivos(totalde 33)que foram aprexntadosaossujeitos(totalde40)paraescolherem quaisosque caracterizariam o queésïrmâe/pai.Solickou-seaindaqueosujeitoenumerasse,em ordem decrescenteoscinco adjdivosmaisimportantesnadefmkâo destespapéis.A anélisedosdadosbBmtaparatendênciasde mudaw anats)reprexntaçâotöes)dospapéismatemo/patemo.M sim,se éasrmado que paise mâes sëo pessoas muitodiferentes ! quemantém rela/ esparticulnriyAdascom osslbos,ecujoslugaresnâo sâointerc>mblavéis,ao mesmo tempo chnmn : atençâo que,ao sujeito deinir o quecaracterizaosermâe/ou pai.apareçam pratica enteosmesmosatributos.Esta aparentecont-diçâo parecemostrarque aomesmo tempo quesepensaem papéisdiferenciados,hé M fnxe na aproximaç'o afdiva entre pais /flhos.e a expectativa de relaçöes dereciprocidade,com o consequente abandono das relaçöeshierarquizadas,tais como seapresenfnm dentro da fnmilia contemporl ea.!*Participam dam squisaosbolsistas& Iniciwàocienulka:CARDOSO.M C C,FRANKEN,A.K.eFAM H,B.


-+M*11 30 M M AG VOZS DA PAR RNHAO K' N A m xa r x pr zo u xm yo .zu e Lyr.M ' 2. œ P,e@1.> sedz .Puœse- o B>H.'-. (19:5$ af- pk- ns go/ieaez-- ,ne 6'g c- id- a. eomo = p- on- omiggo.+ - e- e @H *'viaoa-slédica;* n- % ez& -ge co-pe cipwe - ** u eY- do o s- olvime do O o,ind-ive a- o 1ge- * .Ums nous> > do po elpiemo e :e o G G > - au- ez do% e 'é e wciA @ a ne- e por po * h- = de e e j- ocom lco- e eim tond- a- X - lloy1989).o obje vo dede eoxan foiinvesu- - iv ue ia - . vivênda. s em idG e exemem eo* l ide e e de jov- -pig.Adotou-gwpo - o. o conceito de tdenttdG e > .- ?.M pev cuu & To(1979$ defmido çomo = e je de vzoage sie 'ge g- o e vI-* poge e ercl de gie prioyae - ** = m oceggo dedeg- olvim-o psitogeodolé#ço,ia e do.poigp= c-' 'a hie çe-œ e .Fox m&'xa- ' vi* ge -e i#d-,- e @m e o,c- G ojov- -pig.- R.'w e l ' 17-21R og,de c- ezamédil% ciaea- * Refife @E).A- e de - e ige qœ ie u doe ég- og,obge- -ge e e ogxjeito:c- e- '- egge momœ o % - vi% -o êomr -> > -como peM ee o pœ - 'HN U tY * e ide ',difcule do o m oeeggo dee leggsnou a iia-ae,e lvie - x rS * M apo dogs- N ojdosd@ vi% l elo m- os- el@mome ).Pœe e-g.- g-dis- os l m e eito de- gi- e = ge '-* c- e- 'i c- - -c- z'tlho -em gso,por = le ,- =@ do m l*@ * dige e g- v,'-.a* da e siçe deaeo-e iliaoa-g&ne *'xM (oH - e),eypor o- le oppelo = tda o devoe o aog O og = 'g da pao- a-çe e n g- ose edosfeicos( e ,higi-e,@tg.)como ogapeœgemocioe g (eie œ o:e a ldoge moo lo do n- s j,degœ- aa o - - W eree k-los(gV G e ).ogD mle os - - o to- -e- pn eggegRjeitoge ligou- - ao- e * - ide œ egpe- ig,vi- do l > - R desse x vo pv l.coaob- an.e gia com aconco çe de Be -- (t9@5)* + @,X g> e gG gge ea- > ',e = pi pe eipevo,aspo- - lpela - * % G H lA çiw X e oje % =-toHe e - o c- -el- e,e cipe eo .- nhogo com o O o.


11.31O ESPECTRO DE N ARCISO N A M O D NZR AD E:D E FREUD A ADORN OMônica fhximarâesTeixeifa do AmarasDoutoraem Psiooloo Esoolr -U SP -SP.Prop. .Assistente-m utorado DepA mento dePsicoloo daEduce o da IJNE . SP -Ca pwsde N araquara-SPFaçe aosobsx ulos crescentesimpostos pdo mundo oontempo-rMeoàinY dua/oeamuzàçâodoEse toobjeeoquendeseen>-vêy'procurou-se cziar = cam po'de refexâo,que se estendeu da Psice -lix à Teoe C/uow pra se pensr 'soh 'e o de da cltura ocidO tz .A pagtir dos ese dosrealiyAdospelo R ôsofo alem a-o n eodorW .Adom o a res- ito da e éKoa da Razzo llzmz'n,'Ata,qu@ nèla idehv çavaos# ncipiosdesuaautnaiuoluçâo,procurou-serex lxmum. inveso' -çâo metapsicolœ ca sobreo caréterpsicolé#oo do novo modo dee minaçâoideolö/caDunciado pelo autor,bem como 'sobre o fenômeno d,rer essR psfquica em ouao nR m nd- associeanaes industn'sim.Idenv oa do uma espécio de ç% oo oliaç ' k)f- ada' enhx osm m osda totalidade sociale osintere%esin- dxuim,que 't:lia enconkadoo seu épice no fa cismo,M om o 1ev= % a hipôtese.de que haveHaum x w re eira oonvc D da consdência inY duz el m ero m odutocego'de fow asheterôno- .O nxmisismo,nessosenGdo,delxxn'Ademfletir'xmx exe enoiape çulardo indid duo,passR do a serooncebido com o expresso psfqdca4afeuol>âo totaldaculturw oomo resultadù ûle o da idenudadeenA o pao'cnlAge o tm-' 1.m o'ndo dae > dequeofae mo sY' 'cou a prôpHa absolu>'âo dessa idenuHxHeen% o pazuçnlxre o = ivexsA prœ w ou-seAnxlimar,no inte or do cam po m icAnnbYco,em que m edda a rev ç'ssRpslquica prom ouda por e1e e x u caréter pv anôioo e m - oqui:ta seconse un'xm em me elœ protoe oosda subjeO anae essenciau o tev dsica engendrada pelasmodem a v iedades de m u - .Est:estudo contou com àpoio do CNPq e Capes


--* 311.32G EAN ER O E ESTRUTU M AM O LOGICA DOA D O LESC EN TEA lvaro T am ayo e N atasha Tam ayo.U niversidade de B rasilia.segundo Durkheim (1951)a identidadeédeterminadam la tregulaçâonorm ativr que norteia a m ssoa no desem penho do papel socialdesi> ado para ela.A ssim ,a identidade m asculina ou fem inina estéfundam entada na transform açâo de ex- ctativase norm as reguladorasexistentes na sociedade em m etas para a vida. algum as delasrepresentadas pelos valores. Visto que a sociedade apresenta aoshomense àsmulheresprojetosdiferentesde auto-definiçâo.aspessoastêm que adotar valores diferentes em ftm çâo do gênero ou enfatizaralgunsdelesmaisdo queosoutros.Foiobjetivo destam squisaestudaras diferenças nos valores de adolescentes m asculinos e fem ininos.Com o referenoial te6rico foram utilizados os tipos m otivacionais devalores e a es% m ra m otivacional dos valores. verilcadosrecentem ente em diversasculturasatravésde m squisa transcultural.Axm ostra foicom m sta m r 1410 adolescentes de diversos estados dopais.651 do sexo m asculino e 757 do fem inino.A idade m édia foi17.83 anos(DP=1.2).Osvaloresforam avaliadosatravésda Escala deSchw artz na sua versëo brasileira. O teste t revelou diferenças degênero signilicativas em 9 dos 10 tiposm otivacionais.Asm ulheresapresentarnm escoressum riornosseguintestim s:tradiçâo (p < 0,001),conformidade (p < 0,001).benevolência (p < 0,001).universalismo(0,001).segurança (p < 0,006)e autodeterminaçâo (p < 0,01).Osescores foram supenores para os hom ens nos tipos m otivacionaishedonismo (p < 0.001).poder social(p < 0,06)e estimulaçâo (p


11 .33D ENTD ADE DE GêNERO E DEPRESSAO. M aria Cristlna FerreiraUniven idade Federaldo R io de JaneiroDe acordo com Spence e Helmreich (1978)e Bem (1981$ ostraços de peo onalidade associadosao gênero se diferenciam em duasdimensses independentes (masculinidade e feminilidade), que seencontram presentes,em m aior ou m enor grau,nos indivfduos deam bos os sexos. N este sentido, hom ens e m ulheres podem :erelassm cadosem quatro diferepte: eategorias de gênero:m asculinos(altamasculinidadeebalx.feminilidade);femininos(alta feminilidade'ebaixamasculinidade);andréginos(alta m asculinidade efem l-nlidade);indiferenciados(baiu masculinidade efeminilidade).Poroutro lado,o modelo da masculinidade (W hitley,1984) prediz aelstência de um a relaçâo negativa entre m ascullnldade e depressâo,e assim ,hom ense m ulheres eom um m aior grau de m asculinidadetendem a apa sentar um m enor grau de depressâo.Tendo por basetaisformulaçsesteéricas.oobjetivo dopresentetrabalho foitestar ahipétese de que os indlviduos m asculinos e andréginos,por teremum a alta m asculinidade,apresentarlam um grau de depressâo signifeativamente m enor que osindivfduosfem ininose indiferenciados.Partidparam do estudo 5Z0 estudantes univen itérios, sendoz;8 do sexo m asculino e :9; do sexo fem inlno,que responderam àsescalasdemasculinidadeedefeminilidadedo Questionério deAtributosPessoais(Spence,Helmreiche Stapp,1975) e ao InventérioBeek deDepressâo (Beck etal.,1979$Foram obsew adas diferenças signincatiu s entre as m édias dedepressâo dossujeitosmasculinose femininos(t= -3,80;p


--T'd'1311.34REPRESENTK OES SOBRE A VELHICE:O*'SER VELHO 'E O 'ESTAR NA TERCEIM IDADE ' .Ana Cristina Garcia D JX . Universidade para a Terceia Made (UNITI)D- a eto dePsicolo#w UFRGS*,A dim enu o assum ida m la problem ética do idoso tem provocadom uannças na form a com o a e i-dnae trata e represenG a velhice. N esteestudo,o objetivo foiinvestigarmsrepresene ssx iaissobre a velhiceem um grum de idosos que N ici- de um projeto de educaçâox nnanente desenvolvido m la W RGS , a Universidade m ra Terceiralande (UNITI).Três questöes nortesmm a investigaçëo:1 . Com o ossujeitos m rcebem as muannças desta etam da vida 7 2 . Como essajxrcelr o altera ou realirma asrepresentae ssobre a velhice ? 3 .Quala innuência de program ascom o a UNITInessasM nsformaçôes?Fo ramrealizaanc entrevistas sem f-estrut'xm anq com 4 alunas da UNITI, eobteve-se informae es complemenœ es a partir de um questionérioaplicado a oulrs.q 6 alunas . tzvlnqcom m aisde 55 anos de idade e denfvelsöcio-econôm ico m édio . O materialfoientâo subm etido a umannn'Iise de conteûdo,da qualem ergi- m duascategoriasprincipaisq ueremesenlnmm me osdistintosdestessujeitosm rceberem o processo deenvelhecimento:'ser vel o'e 'estarna terceira ie de'A categoria ' servelho' m oskou-se relacionada a atribuiçöes m ssoais n egativas,referindo-se ao indivlduo que M o consegue lidarcom asm ldnnç as queadvém com a ianae.Jé a categoria 'terceim ianrle'designa a !vida eta- deexm riencinan m r aquelesidox sque encon- m m aneiras de lidarcom estas m uannças e 'busrmm se integrar socialm ente .A instituiloa- x e com o um am biente que Ihes orerece esta segunda representaçado envelhecimento.com a qualossujeitosseidentifkam einco> ramaosselsmodosindividuaisdeenlendereviveravelhice - < 1% '.-.u o x h pe ew lhz- n lo .


11.35ADOLESCENTES E POLITICA- O PROCESSODE SOCIALIZACAO POLITICA NO BRASILEMILIA EMI TAKAHASH Imestranda - FEZUNICAMPpolfticoAs profundas do Brasil mudanças nestae ùltimas oeorridas três no décadaa cenfriomotivaram a realizaçlo desta peaqu ila eobre o xcomportamento politico de adolescentes Interessados prinèipalmente no processo de.socializaçKo politica y que se caracteriza pplainternalizaçlo de crenças, valores , atitudea econhecimentos polfticos. buscamos estabeleeerrelaçöes entre o eomportamento dos adolescenteae t o atual sistema polftieo braeileiro - Paraanto , realizamos um lev antamento sob re a sorientagses polfticas entre estudantes de amboaos sexos de quatro eecolas do 25 grau dePresidente Prudente - S . P.. com a aplkcaçKo deum questionârio oontendo pergun tas factu ais e 2escalas, uma de participaçlo politiea e outrade atitudes democrâtioas e anti-demoorltioasEste levantamento e um estudo sobre . aevoluçKo polftica-econômica do Brasil noaûltimos 50 anos permitiu a donfrontaçlo entreae opini6es dos estudantee do 25 grau eom asatuais orientaçses polïticas do governo Os resultados analisados até .indicam que oa agora yestudanteszsob a influência deum mesmo arranlo polittco existente . nKoapresentam atitudes polïtioae totalmentehômogêneas , entretanto . o dado m ais comum fo ium cinismo oolitico dentre o plurarismo deopintôes. Ieto eugere que o processo desocializaçKo pôlfiïca mantém um oerto grau deautonomia frente às orientaçôes polIticaecongruentes com uma polltica eeonômicacrescente adotada pelo atual governo -Agênoia Financiadoraz CNPq


11.36D'/EW OLVIMENTO DE UM MODELO TEoe n DeCIOMEM A œ lz Moraes e mosF= ldade Saleslsna de Lorena e Douloranœ UnBœ rle os da Gognl/ o Sodal,osestudos,tanto de dume œmo öeesquema,perm m - m poux Integrados,œ lne ,sàe reru - l es,dem anelra Isolada.G= o tm e edm e to ge rlœ l eiam ente orgsnla œ para 2œ mleensâo * = as Informae s,o esquema valemprestarao Indlvfduo xsent 1* de ore m .estrutura e Y erênda K estfm do sodal,perm ltle -o Ildarœ m uma sltue o Inusltada (FIske & Te or,1991).Neste sentldo,o em uepa ràzdor/lde d* e fundona = o ummapa e nltlw que aluda a O ssoa a nw egarem sœ mue o sodâ,polsIndulaImsgem de sI,da œ tras pessoas (porexemplo,a parœlra e o rle )e um *= lpt'= padröes es* re s de Interae (BaI* n,1992).e ltle o-se um 2 pessos = o e- méllœ no dom fNo d*nejousela,@x tenha desex lMdo,ao Iongo de = 2 Nslörle de rele onr ent 0s , umesquem a reladx albem e tle ado.œ rlzme te eIa nâo * 1pen- * mK elraw ga ou globalsobre tR = ntedm entolmas o em uem a 1% e rmltlré e ralrm als œ O mportr ento rel- nte em termo: * esquemz,sendo que nestasœ ndle s,eIa se lorneé mals sensltlo a deldhesjIdentlsœndo mals elemenlxslgnlsœ tlw sdo que ls O ssoss que nâo X qere e ram este es- ma (Mekus,% 1th & Moreland,1905).O es- ma de d 'ume permlte IdenNsœ r,œ legorla r,re- de,Interprete,Inferlre ree ra sltual es interpe- als trlsœ dares denatœ a afetlu = o sm eao dorasj = prom etee o a estsN ldade d:srele onam entos rom ântlœ s.Trabale s reœ ntes na érea de œ œ l o sœ eremlsegue Markus(19& ,ine eras m- lrss de I> esegzrum esqu:mz.A aplpœe da Ee a deGlume e mântlœ X serwdvlda pœ Y > IY-- '-e Sela r(Y prelo)D rmlteIe lœ ra pres- œ n;o de * eyquem a de de e,x a vc - os ltens da- x la refletem slt'e em Y e a udusliœ de * um vfne o gfelw ér eao da e a Interferêndl deum rI< .1re œ Ime lnérl, 0Deste m odol o m odelo teörlx estrutural de dum e = o uma rde on/ esté e erto â tesete em em pfrlœ a im de que s. m ssaw allar as = as polendalde esl enY ento um reœ rso dentflœ para a= l ee se do d e* e rom ânllœ .


f(Iil11.37A MATUX M psIQU1M Y CIöMEAndré Luiz Moraes Ram os ,. IF a= ldade Salesiana de lmrena e Doutorando UnBEste lrabalho tem como objetivo disœ tira nalureza psfquica dodume,ouseja,juaiasuaoonstituilo?Para tanto,estésendo assumldaumapostura diferenaada em relal o ao afetn e à cognil o,admitindo estas duasdimenssesœmoigualmenterelwantesnaœ nstruW odo dumeje nëo * moalgunsestudiososœjnilivistasposlulam:oafetoœmosendo um resultado doproœssamentoœ gnitlvodainformaWo.Para Vygotsky (1989a),ascategnriasKgnlo e afeto mudam dehierarquia em diferentes esferas da vida sodalldafpode-se afirm zr que ainformalo e o sentimento sâo simultâneosna K nstrul o do dume.Pulyaeva(1980)argumentaquenem aemolopodeemergirexœ todentrodoœ ntextodealgum aatividade humana.assim com enenhum tlpo de atividade hum ana deixa opartidpanteabsolutamenteimpardalem rela# oaela.ldentifior,nnmeare rotularuma lnformal o =mo dume,susdta aquestio da linguagem .lsto im pliœ em que o dum e,enquanto x nteudo m ental,possui uma represenlal o através da linguagem; estabeledda œ ltural ehistoriœmente pela sodedade, que œrwendonou nomear uma situal opartiœlardeeventos'pensamentos,emolese œmpoflamentosœ mo dume(Whiteg1Q81;White & Mulen,1999).Sabe-se,pois,que hé vérias formas de se O m unioar a ekstêndado dume,poishé diferentes linguagens:a Ifngua,a m usiœ ,o œ rpo,a danW ,osgestos, esealluras, elc. A linguagem do œ rpo, por exem plo, através demanifestaWesorgânios?tais *m0 laquiordia,dorde barrigajparalisia fadal,entre outras.pode sinallzar a preseno do dum e.Na linguagem m usioal,umexemplo pode sero solo de John Lennon em 'Jealousgœ ',quando o ex-beatle !assovia esta melodia.jM sim sendo,o dum eoome um esquem a m ental,esté representadolpor œ gnim es e afetos,eslruturadns através da Iinguagem ,e possui umanatureza dinâm iœ e sodalmente individualizada,que pode se tornaraœ ssfvelse iforanalisada a partirda sua Onslruçâo perparte do sujeito dumento.


11.38A W OLUO O M INTERE8SE PELO GIOME M MO UMOBJETO DE ESTUM M PSIM LM IAAndré Luiz Moraes Ramos (Faœldade Saleslana de Lorena eDoutorzndo UnB)e M nelise Bastos Spera (Faœ ldade Saleslana deLorena)A o Iongo dos séœ losl o dum e tem despertado o interese depensadores.dentistas e artlstas,œ m o um dos tem as m mls œ ntrovertidns,umavez que eo öe a fragildade dos vfnœ los afetivos.Entre es déœ dzs de 20 a 50 deste séœ loj destaœ m -se istrabalhos de S.Freud.M .M ead e H.S.Sullvan.Tradidonsls,tam bém ,sâo osestudos psix patolögix s que atentam para manlfestal es do delfio de dumeem dislurbios paranöides,bem œ mo a sua relal o œ m estados depresslvos.Até a metade da dëœ da de 70,a atenl o dos psie logospara estefenômeno Iim lava-se a perspectlvas teörlœ se œnœltuals(W hlte,1981),sendoque os esœ ssos dados empfrlœ s disponfvelseram baseadosem observaWesdfnlœ s e transculturals(Malhes & Severa,1981)kcom o desenvolqm ento de Instrum entos de m edidalprindpalm enteentre os anosde 1976 e 1982.liveram Infdo aspesqulsas para a lnvestigal oderelay es entre o dume e outros œ nstrutos psiœlögiœ s.Segundo Mathes (1992),o oi-ume œrreladona-se œ m variéveis deinadequal o pessoal:neurotldsmo,ansiedade,Ioœs de œntrole externo e baiuaulo-estlm a. Oulra Iinha de pesquisa enfooa a supervalorizal o dasœ racterfstlœ s do rival.Quanto âs variéveis desene lvim entais:nâo hâ dadnsque atestam a relal o entre dume e ordem de nasdmento e rlvalidade entreirm âos. O bservou-se, aindaj que nâo hâ difereno entre o grau de dum eapresentado porhomens e mulheres (WNte & Mulen.1989).Hoje em dia,observa-se queosestudossobre odume tendem aœ mporum dos œ mposde lnvestigal o sobre osreladonamentosfntimosjquetem atrafdo o Interesse dospsle logos de todo o mundo.. No Brasll entrelanto o que se vê sâolno m e m o, relatos deeo eriêndas dfniœ s e tentativas de'elaborales xnœ ituais,œ m pnuofundamental o empfrioa,o que Indica um atraso de,pelo menos,20 anos emrela# o ao nfvelatualdos estudossobre este relevante fenômeno que pefmelaas relal esinterpessoais.


11.39DM N8AO DARMOCAO AM ORO:AE 3UARELACAO CoMO S @M TOS DE O AClaudiaPolitano'*.E lsaIearA a*,JRnaIARFaria*,GabrielaBv eto*eNeiCalvanou342 h;Instituto dePgicologa,UFRJA qmoçâo a oroea quO do ee xdndnzna realianae 6 pole ze a em estudogde > :o inteœessoal,talcomo a Psicologia Sociala considerw istoézcomo lxna iitude.em qu@ fiôrees6cio-cule ie sâo prepondero tewouatavésdeestudosdoe#roçessoedeorigem primériw em qtx a.relpvM ciage dé e svésdosproceeso:evolucionk iog.N o eentido de veritlcm noequedimensôesdo= or(sociasoudece erflético):> mnisrelev- ps,egtabelecemos= :studo coaelacionalente os cow onentesdo = or e osestilos de vida Segtmdo egtabelecido por diversosteéricos,os estilos devida sâoproçeesoeV quiridogpela Me riade vida dossujeitoeslogo,aedimensöes do = or eeria iv uenciada por pstes estilos, ou sejwhaveria vliag dimensöes rpferentee a em oçe a orosa Pnrx iseo,utilix o:zlx'nmescal. kndnzidas,que for= % de 'love ecd e'pm qtwesto qlecem a:dimeneieedp= or(respeito,colqeniiizlnrle,alfnlfgmo,atraçâollsiça :'atrhmene'l@a 'lifeo leinder quepreconiza oitoestiloem concord4nqia % ve tégia deBobrvviv:ndm QuK doY lic= o:a 1.mFupodq120Bujeitosdediferentvgçlassessoçiaiscuja.faixadlia ve ou'enèe 18 e35O os,çom osmaisdiferpnteseetilo: dp vida obtidos e av'ésdo 'lif:styleind:x'ecozreleionanoeestesmjeitoscom a 'lovegcale'#encone mos que independentemeeedos escores do 'life style index'asdimensöe:do = or :. concenknrsm em eomente dn-:a> > flsica e'n- nlxnent', que eâo consideru a de origem pn'mM 'a Enque o a:demais ee dispersara ,respeito,coc enialidade e ia lemo, e ibutosconsidere os de nnhxrezasocii.Portc to,osregultades K onta em ee Admitirque % dimvngee:da em oçâo= oroea encone oeyldep@ndex de fatdree eöçie-çulhe e, spc- cteriy= do como = fenômeao de nxhu'ez.a mais Imiversal, em quee ectosda egtétita e da formw e de vfnculoem ai: ee eitos,de origemmxisprimitiva BR mais predominutpsna emoça anorosa,do que oe dennblreza eocial.A obtençe doe Hn3o:r1*4 eBcalas fom rn œldieH ose ésdos processo: de x a M élise fiorial que prodlm'rsm os smguintpsresulv os'.0,47 pc a a,dimense de e l > Gsica e 0.49 pa'a a dim ensâo'aftxchment'.Apoio UFRJ/SR-Z * Bolsiet> de hiçiaçe Cientificaw+& I


+ 011.40 'PREDOMINIO TENSIONAL DE MOTORISTAS :UMESTUDO G0 M POPULK OES DE CIDADESSIG NIFICATIVAM ENTE DIFERENTES. Edyleine Be linlPeroniBenezik (clinica Psicolôgica-S-Roque/sp)& Fétima Sandrada Fonseca Rosa David (cat-Psicotécnico/Guarulhosj.A principalm eta deste estudo foi investigar sistem aticam ente aspossivels Intederências am bientals no predom inio tensional dem otoristal. escolhendo as cldades de Guarullm s e sao Roquecomo caméo para a pesguisa,uma vea que a primelra pode serconsiderada com o um a cldade em inentem ente induskialenquantoa outra é caracterizada com o um centro de turism o e Iaaer.c onsiderou-se ainda çom o principais com ponentes am bientais apopulaçâo das cidades. sua ârea. nûm ero de veiculos e d@m otorlstas entre outras variâvels. Para sua realizaçâo foramutilizados 2@e sujeitos divididos em dois grupos de acordo eom acidade que residiam .Gada grupo foiigualm ente com posto por 5:sujeilos do sexo fem inino * 50 do sexo masculino,com idade entre48 e 45 anos e ïograu de eslolarldade.O instrum ento utilzado foIo teste PM K,onde o predom inio tensional foim ensurado segundoas norm as de Alice M .G .de M ira.No grupo de S.Roque,verificou-se52 individuos com predom lnio de im pulsivldade,enquanto que noRrupo de Guarulhos foram registrados 18sujeitos.Gom tendênciaàngidez,foram obsea ados no primeiro grupo 7 sujeitos e 34 nosegundo qrupo.A anâlise estatistica foirealizada através do chi-Quadrado ,trabalhando-se sempre com niivelde significâncla iguala @ .05 e com o x Q cr itico iguala 3.84.Na avalia çào intragrupo deS .Roque,o x 2 obse- ado foiiguala 18.33,indicando um a m aiortendência deste gY po à im pulsividade.No grupo de G uarulhos,ovalorobse- ado do x ' nlo Ievou à rejeiçâo da Ho ,de modo que ai da nâo foIslgnificante (x2o=1.93).Nadiferença estatlstica verifca2 Itando em 7avaliaçâo intorg-pos a Ho foiajeitada com o x resu.73para impulivldade e em e . M em rigldez.NaAvalajao glral,o :2foiigualà 31.73.o que determinou novam ente a rejelçao da Ho.Osresultados indicam umn diferença slgniscativa entre os sujeitos dosdois ga pos,com um a z- iortendência à im pulsividade no grupo des.Roque.enquanto qu@ no gm po de G uaeulhol obse- ou-se um atendência lim ilar. Pode se supor que as intederênçlas am blentaiscom o o m enor nûm ero de tarros.lem âmoros * movimento notra% ito sâo relacionados à tendência de seus m otoristas,com ainfle ncia da qualidade de vida * ritm o alterando o predom iniotenlionaldo* luj*ltol.


11.41vALokEs Do POLI'TICO BM SILEIRO :PERCEN AO DE M R ITARES E CW IS.A lvaro Tam ayo,Jélio César G .M oreira,Flévia C.L ana,Jorge L.V eloso,M .A parecida Peixoto.U niversidade deB rao ia.o jRecentemente,a imagem socialdo m lftico brasileiro tem sido objetode v- as m squisas cientfcas.N a literatura psicolögica universal,W rém , as m squisas nesta érea sâo praticam ente inexistentes . A sucasm squisasintemacionaisencontaanq(de 1982 a 1994)referem -Wse à influencia da aparência Ssica do candidato e da im poM ncia devariéveis de m rsonalidnde do m esm o na prim eim im pressâo. O sresultadosdas m squisaspublicadnqno Brasiltêm revelado a existenciade nm a visâo bastante negativa do m lftico brasileiro. vislo com oow rtunista,m al intencionldo , irresm nsâvel,incom m tente , etc.Foiobjetivo desta p Nuisa estudlramrcew âo que asm ssoastêm dosvaloresdosm lfttcos.A amostrafoiconstimfda por200 sujeitos , dosd ois sexos.com idade média de 33, 3 anos (DP = 10,7).Quakosubgrum f s foram fonnados: ftmcionH os pûblicos civis, m ilitares,uncionM oscom até 10 anosde serviço, ftm cionM oscom mais de 10anosde sew iço.O instnxm ento utilia do para a m rcem âo dosvalo dos m liticos foi a Escala de valores de Schw nez, resadaptada paraatender aos objetivos desta m squisa . A hierayquia dos tim sm otivacionaisde valores revelou que a autorealizaçâoa . o m der sociale(preocupaçâo segurança ocu- osprim eiroslugares. ao passo que o e versalismocom o bem-esœ dosoukos)e a kadiçâo ocupam osltim oslugares.A M ova simples a nivelda es% tura bidi dos valoresrevelou qui na m rcem âo que as m ssoastêm dosvalores m ensionalautotranscend:nciados m lfticos a autopromoçRo 6 m ais im m rta nte do que a(p < 0,001).A Anova 2 X 2 a niveldos tim sm otivacionaîs dos valores e dos fatores da estr revelou diferenças utura bidim ensionnlimm rtantes na m rcew :o do m lftico enke osm ilitares e os civis,ente osde m enosde 10 de serdço e os de m aisde10 anos. Osresultados conflrm am a m rcex â identiscnzlx em m sqi sasanteriores. o negativa do m lftico


'> .11.42 ,PRIORIDADES AM OLUGICAS DEP A IS E H LH O S A D O LE SCEN TES.A lvaro T am aym A nl C .M atos,D oralice S.O liveira,M arcela P.B razU niversidade de B rasflia.Osvaloresapresenlnm simultlmeamenteuna dimensâo cognitivaem otivacional.D o m nto de vista.oo> itivo,elessâo constitufdos m rcrenças e principios.isto é,m r form as de interpretar a realidadesocial e interm ssoal.D o m nto de vista m otivacional,os valoresexpressAm interesses individuais,coletivos e m istos e representnmm etas que o indiW duo tenta atingir durante a sua vida.O sconflitosenke geraçöes diferentes m dem ter com o base diferenças naostrutura axiol6gica das m ssoas. O presente estudo teve com oobjetivo AnAlisarasditerençasde valoresenkeadolescenteseseuspais.O referencialte6rico para esta m squisa foia teoria dos valoresproposta m r Schw n- e os seus colaboradoies. A am oska foicomposta por200 sujeitosdosdoissexos,sendo 100 adolescentese100 paisdesses adolescentes.A ianae m édia dosadolescentesfoide15 anos m .P.=1,05) e a dos pais 45 anos (D.P.=6,06).Para aavaliaçâo dos valores foi utilizada a Escala de Schw xHm Para osadolescentes,a aplicaçëo do ins% m ento foicoletiva.em escolasparticulares. Pnm os pais dos m esm os, forsm realiy>anq visitasresidenciais m r parte dos m squisadores e adm iniskado oine umento. A Anova ztsexo) X ztgeraçâo) revelou efeitosprincipais em : dos 10 tim s m otivacionais de valores.N osquatrofatores da es% tura bidim ensional dos valores 'Am bém foramobsew adosefeitos principais:no fatoraberlaxm à m udnnça o escorefoisum rior para os adolescentes(p < 0.001)e no fatorom sto:consewaçâo,N a ospais(p< 0,001),.na outradimensâo,o escorefmsum riorN a osH olescentes no fatorautopromoçâo (p < 0,005)e- os pmsno fatorautoksnmcendëncia(p < 0 t04),localizado no> 1o om sto.M sim ,a - irdesta abordagem bidlmensionalm de-sealrm ar que as prioridades axioligicasde > ise llhos adolescentessâo antagônicas.


11.43 'ESTRUTUM AM OLOGICA DErsuém os E NAO USUA'RIOS DE DROGAS.A lvaro Tam ayo, M areelo N icaretta, R ebeeea R ibeirmLuciana de P. G .Barbosa.U niversidade de Brasm a.A relaçâo ente cons x.mo de Yogaa valores sociais e fatoressocioculturais em geral 6 enfatizada quase unanimem ente pelos1 esm diosos. A relaç'o que estabelecem as m ssoas com as drogaspsicotrôpicasinsere-se num m érco geralde atim des,de valores e decomm rtam entos prescritosm 1a cultura,afirm a Trem blay . Am sar daW siçâo de desuque que ocupam os valores nnq explicaçöes doconsum o de droga,as m squisascom parando a estrutura axidlogica deusuirios e nâo usuM os sâo praticam ente inexistentes . A presentem squisa tevecomo objetivo estudaressa problemética.Referencialteérico para o estudo da estrutura axiolögica foi constim ido m losresultados empiricos obtidos recentem ente em m squisaspansculturais. A am osta foi com posta por 194 esm dantesuniversitârios dos dois sexos,com idade m édia de 20 , 88 anos. Ocritério para a formaçëo do grum de usuâriosfoio uso de drogasaomenos um a vez m rsem nnn.O grum de nâo usuârios foiconstituidoN r sujeitos que nunca tinham utilizados drogas ilfcitas . Para aavaliaçâo dosvaloresfoiutilizada a Escala de Schwnez . A anova 2 X2 revelou um efeito principal a nivel dos tim s m otivacionais devalores autodet hedonismo (p < 0.001). estimulaçâo (p .< 0,001),conformid enninaçso (p < 0,001), universalismo (p < 0x002) eade (p < 0,04).Os escores nos quatro primeiros tim sm otivacionais foram sum dorespara osusl4rios e no ûltim o para osnâo usls'rios. Vérias interaçöes sexo X uso de drogas forsmsignificativas.A nivelda es% tura bidim ensionaldos valores #nm bé foram observadnqdiferençassir mificativas. Os resultadospodem serexplicadosa partirda him tese da kanscessâo , isto é,da necessidaded os consum idores de cèntestar o m undo dos pais e dos adultos.deom r-se àssxlnqnormase valores. O sresultados mostraram que estak.Tk+ Ilanspessâo é d ferencial para hom ens e m ulheres . As m ulheresuslirias apresentnmm co cteristicas axiolögicas soci alm enteesm radnm doshom ense estescaractedsticas axiolégicas socialm entetsm radas d%lm ulheres .


'.'.,. .(1!:;1:).1.(:111.44VA LO R ES SEXUA IS , G EN A ERO EPRATICA RELIGIOSA.A lvaro Tam aym Tânia 1.M .de R esende.A fonso L.Barros,A n. Flévla A .M adureira,Janaina C.de So.au .U niversidade de Braslia.O s valores sexuais sâo desnidos como crenças referentes acomportsmentosdesejâveisquenorteiam avidasexualdo individuo.Elesexpressam interessesindividuais,coletivos e mistose form am como umaideologia que sustenta as atitudese o com portamento sexualda pessoa .N este sentido, eles sâo tribute os da sociedade e dos grupos dereferdncia:A prética relikon eo gdnero parecem possuirgrandepoderestruturante dosvaloressexuaisdapessoa.Foiobjdivo desteestudoanalisar a inquência do gênero e da pràtica religiosa sobre osvaloresxxuais.A amostra foicpmposta gor164sujeitosdereligiâo catblicw 82do sexo m asculino e 82 do femmino,praticantes e nâo praticantes . Ogrupo de praticantesfoiconstituido porsujeitosqueaGrmaram frm ûentara igrejasemsnalou ql.inyenalmente e,o dosnâo praticantes,poraquelesquedisseram nâo freqûentarou irs6 ocasionalmenteà igreja. Osvaloressexuaisfornm avaliadosatravésda Escala devaloressexuais(Tamayoy.1993).composta por51valoresdistribuidosem quatro fatores:liberdadesexual. remprocidade, estrutura social da sexualidade e O uçâo . AsAnovas 2 X 2 revelaram um efeito principalda variâvelgdnero ao niveldosfatores liberdadesexual(p < 0,003)e reciprocidade (< 0,04),sendo o!escore no primeiro fatorsuperiorpara oshomens e no segundo para asm ulheres.A variâvelprética religiosa teve efeito principalao niveldos:fatoresliberdadesexual(p < 0.001),reciprocidade(? < 0,001)eestruturasocialda sewmlidade(p < 0y001).O escore foisupenor,no primeirofator,para o grupo de suleitosnO pratirmntese,nosfatoresreiprocidadeeestmtura social,para ossujeitospraticantes.Asdiferençasobservadasaoniveldo g:nero podem serexplicadasa pneirdeprojetosdeidentmcaçâodiferentes apresentados pela sociednde aos homens e às mulheres . Asdiferençasnosvaloressexlsisdossujeitosqraticantese nâo praticantesexplicsm-sepelo maiorou menorgrau de aceltaçëo daideologia reli#osae dosm odelosde com portamento apresentadosoela ir eia .


11.45TIPQ DE CO KHECIM EMTO EESFERA DE ATQK R DO PROFI*SIOKAL DEP@IO LOGG AA OPI:Z O DE EBTQDAMTEB DA UFE@.R * F œ*''e P *l* l* F-> * @ ro* .D*p.PsI4oI4gIe BotleleD*s.- Mm*nto),'I@- a F.Me eze * E* * @ r -kluze aduandasdePsItoI@gI& &p&e>''*-u-* œ/* E&ple Sae .o presente trabalho objete u IdentMcaras concepçses,deedudantes une re ârloWae,a respelto do tipo detonhetlmedoque têm :obre o/é pre :llonalde pslcolojla e otipo de atuaç'e que conelderam adequada. Foram aplcadolquedlonâdoe a 151alunos.do pdmelro e û'Imo perlodos.do*curso: de bireio,Edec agem,See ço Soclale C/municaç'oSoclalda UFES.M respo:ta: paO a: pergqd as abedas ef*chadae foram eubmetlda: k M éI:@ de Conteûdo. Vericoose que 92,6% do: edudantes Indlcam ter estabelecldo algumtipo de contato.direto ou lnl reto,com algum pslcélogo/a.Otlpo de codato predomlnade déu e por: Meloe deComunicaç'o (41,5*), hae ndo uma p- lência paO ateje :âo (20,6 %),:egulda pela Imprenea e:cda (16,7* ) epe Io râdlo (4 2*); S:uaç:e: de Golw lo Soclavlnformal( 22,2*);CoMato: Gerals (15,8*) e>okendo paredes,amlgoe * O legag pllcélogoWa : J além de diaciplnal dep:Itologla no cuo o de graduaç:o; Congreu os/semlnâdos(10,9*);e,Le ura E:peclale da (9,6*). Quado ao tlpo deproblemétlca com a qualo p:le4logo dw eda atuar,as oplnlsesdlstribuira> ge desde Indicarem qualqu@r tipo de problem a,paszando poraqùele: Ilgados ao relaclonamed o Idem essoal.deeelwoM m el;o hum an 0 , preconce:o, iol:ncia ecompodamedo: agres:e :; até problemas p:leoléglcos lpglqqlâtrlco: (resposta: redendades).Qeando *@ referem aopapeldo/a psltélogia a: reepoda: apontam paM um tlpo detrabalho oKqndo da prâtlca tlnlca,pslcoterapêdica e centradano atendlmento IndM dual.Deda fo- ,ol edudade: atrlbuemao proe glonalde pslcologla pr*ferlnclalmente caœ d erldlcaeda âO * elnlea.ww j


11.46 Pu vjcxs pRw jsyAs PARA oTRABALHO EM COMUNIDADE NA VG ö D0* ESTQDAKTE;D E PSICO LO G G DA UFE*/E@.- > * F-A' - * - -1 * F-- - - > p.Psl# . ax /* eA aeN o&/- e ,UnM aIu-k-e-m œ/* E$#* Sdp*.As coneepçses sobre a prâtlca da P lcologla em dlferente:Lsetores da sociedade t:m rw elado elgnïcados e u loraçôesdere das de preslupostos iloe ieos e orled açses metodol4glca:dlstlntas ded ro da Pélcologla. Gom a proposta de Identëcaresses pressupost os , que poesam'èee larode/açôes no procesaode folm aç'o doe M uros proisllonais de pskologla,foIaplcadoum questlonârl o ycodendo 25 pergud a..abedas e fechada s , a 20e< udantes do 6.lemeltY de psicologia de uma escola pûblica.As pergud as refeda> se à Psleologla Com un:âda. à:concepçses sobre a sua prâtlca.as habildadee e caraderlsticasde form aç'o conslderadas necessédas, e às dKerençaspercebldas com relaç'o às outras p/ tlcae pslcolégicae. Mquestôes fechadal foram submetlda: à anâlee qeant:ate ,enquad o que a M âlse de Conteûdo para as quest:el aberta:rw elou um dlreclonamento de poe ses quanto ao jrabalhoespeo do do/a pslcélogo/a comunltârlo/a. M respostas Indlcao ma necessldade do pro'sslonaldesex e r trabalhos e luntârlo:juG o ao@ setores deeaw recidos; excluiram a possibilidade dotrabalho se aprozm ar de um a prâtlca clinlca;e rw elaram comonecesyârlol ol conheclm ent/s odundol da antropologla, dom ateda lsm o hlstôdco * noçôel eobre a hld érla do pal: e dacomunidade em questâo. N arecem como caracterlsticas'lm podades ao desenyoM mento dos trabalhos,a contdbulç'o àform aç:o da conlci:ncla e egtabeleclmed o de compY mieso:polltlcos eom setores envoM dos,embora nâo sejam explc:ada:as form as de iable ç:ou O s re*u:ados m ostram a co-nclade pollclonam entos dlferedes para o trabalho teldeom etodol6gico a ger degenw M do pelo/a pelcilogo/a comqn:ârlo/a,apodando para a necessldade .de serem reale das anâlse:gobre 0* paradigm al prel*ri*e em taie prâtlcae de m odp a geremobtldos lubâldlol paO uma poaslveldp renelaçâo entre a:de rsae prâtlcas pslcol4glcal.


11.47 Aw m vw âo pz cAvsALm xpz A Am s , EMAm tn cos E xAo-Am tn cosI6m O, Ana Cristina; REGATO, Vilma Cardoso eFERRETRA, M aria Cristina -Universidade G am a FilhoM estrado em Psicologimœ =Segundo JoneseNisbett(1972),quandq o individuo é atorde um determ inado fato,ele apresenta a tendêncla de atribuir acausa desse fato aomeio ambivnte(atribuiçâo externa),enquantoque, reven am ente, quando @ lndivfduo é obsea ador de umdeterm inado fato, eIe tende a atrlbulr a causa do m esm o àscaracteristiease disposiçöespessoais do ator do fat: (atribulçâointerna).Considerando queserportadordo virusda Am S é umfato em que os Z déticos sâo atores e o nâo aidético: sâoobsew adores. form ulou-se a M pétese de que os individuosaidéticosfariam m als atribuiçôesexternas ao fato de ser portadordo virusda Am S que osindividposnâo aidétlcos.Partkiparam do estudo 100 sujeitos de sexo m asculinmsendo 50 hom ossexuals portadores do vfrus da A m S e 50heterossexuais.nâo portadoresdo virus,na faixa etéHa de 18 a 40anos,com idademédia de 30,49 anos.Os sujeitos inicialmenteleram um a histéria sobre a aquisiçâo do virus da Am S por umsujeito homossexual e, em seguida, responderam a umquestionério de sete itens,graduadosde 1 a 9,que investigavam asua opiniâo sobre aspossiveiscausasda aqulsiçâo do virus.O célculo do teste t de Student entre as m édias dos doisgrupos,para cada um dosltens do questionério,dem onstrou que am édia do grupo de aidéticos foIsignm catlvam ente m aior que amédia do grupo de nâo aidétlcos (p adores,ao atribuirem causas para a aquisiçâo dovirus da Am S.


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11.49@*lQX 1-- O K*œlm *AT*'*''lRo* -*- KRT''RAKRTK:R /UNM RITM K UNW ROTXYO WG AKM NO S.M JO.S.;MUU AI$.G.-D*p.% m.e d. Pe e gl..Ue ald.d. Ce lç. d*GoIâ:. . . **e- jEœ do@ < @K* de * c lçgo d* tox *i*. B m lldo Y *lia do@se Iongo d.hle da d. Pelto*gla,a padrde dl- rx l*e qu@l œ;rl= *e me d@le low.Ee e balho,pe culc @e .oble- de e- r eone@l*: < @Y. dope gxlonllpele l*go.:oe = @ a * #- 1nlo ld@ In- zçio,. pad r d**cont/pçôe wéricl:de + * *.A amo-*- *1c- oe por617 ee dle lgolnl@nle ,d* P (N-391)* 1 (Nœ226)gYue,d@ @*eoI*4 piblçl@ *pe telx ..Fold l= do tomo Ine m@e em qu@e one o com 12 qu*e ... :*eld- **b@% 4.o qeel*1re pondldo p*t@RK* p@lo pMpKo @uj*I*,@m-amblee *:t*I*ṛ A:qu*e *:fe am-*-ë:çI* â *e * d@ Ie = < * wobr@ i,o p:t i4lo F o ':po: d@ A balho @ éxa: d. œ *ç* .e bulçzo d* ea--K-Ke cal rao qpe P d*e pe u lonal,:IK.ç5*.d@ co -'-* de tKçôe g@raiè wobr@qu@m é o pitilogo.0: re eb do:Y *I:*d*..no 4u@ c/ne@m@ â > de Info ld* Ine çio.IndltaY Ym * px dominznel. d@ O nc@i* . 4obr@ @ p4le logotomo :@ndo qm pe ::lonalqe* pYe e dl,com um. H o :nd. p@Y@œ aId. 29,2% @ 26.2% @m eœ dae . unlo Yl/ rlo@ d* Ind u ç;@* puble.. epe telax :,O :p@d vlm@e .Em *œ d/e : e@tunde - e.* Me o çlnlcalmbém *i* mai: H qu@e m@e Y Ie d@,* ndo lido 24.2% @m @e d*e 4de @:eoI.: publt.. * M .9% @m @œ dae : de @:col** pad çulax l.Go@x - ** .. é* * d* e aç:o mli:lpoœ d. Y i* *- - eIlnlt..k e @meœ d*e : d. 3*qqle d. 1 gYq (30,2% * 294% d. eœ dle *Qnlw aie o: d. ind uiçie puble.. @ pe tulax l.œ :p@e vlm@e @.no Pigrae.46.9% *m @œ dle : d. *:* 1.. publel* @.62,4% @m @œ d** @ d. 1*.:*1.: pe telax: ).A :IK.çR pe .llonllQnd@ *1 Yle d. malorH e :nti. d. ço=-x-:*m p.It4I*> *1@m p@Ieœ r*#*.par. eœ dle lenlor:izdo:de 1nd1Içô*: publca.(10$9%)* pldtulx:(10.0*).b*mtomo p*Y @e dae :d.Wd@*:t*I*:pe œ lx@(8,0%).Jépn @œ dae .:@a nde e .d@ *K o1*. publtl..* 1@m :I* .ç;@* d@ **1*ç*-- In*m @œ lRH (7.1* .F*e @d*Ie = *ç;@*n:o@:p@dalmda*.l@m.I*.Y e *@ WMrlm px e mlnae m --x-x le d@:p@l. -- - *--@m ga l,: - @ç:o do@ee dAe . letunde e : d* #Kol*: p/dtulYl,ee ** pdm*lx *1*to- Y.. *m 1**.* (20.8*). 0. dad@: e d*nti/m, po% e , .px domlnântl. de tono l*l * Y* : eo peltilgo e qu.e tlnleo .**mdi*x nç- llgnisçe w e @* *œ dle * l*tund/de l @ u/w e / dol .d@dlodoâ*ajudan*4okçâod*pYbl*mae @ dœ dod*Qm*poe- p*cI@W@ compYe eiva.Apolo Finlnteiro:GNPq.fi


11.50O NCEPO E/ DE INFANM E DE DEBENVOL- ENTOINFm L DE PROFEG RE* DE PRR K OAFREQUEG ADM PEG CM E M*Mm rk m œ ae P.RY œ - ,- * K œ u @ Em- lIu - (Un* * F* Ido Espi* * e )prœ' Y = aj- - x o da p s > u aov* l- o ,* - :a lm e e de ex- e. ..-... a aa > #o . . .- w- a o od- v* lm e O udâe * c% v A* d< o *Im - e co- - G * *- a- - m s- *e> à su- e * #* - = œ I- G - 0 daPs- e * Y - - e da ce - - m *u> @In- sKe e .PoeKG e - u% r- * ''* ''Gakae de *n- K œ ,que e - * Infâe * o. :...- .-o a. ao . a w . .- uo a m pjo oInfanMl* * pr- - qu* ke lhavam = N '- - --de n& e aM '' '''-A- - * H . œ - u- u karamqx / ,*% d- - - - re- vam - ' * I-da Ino ncc N - e e O K - - œ - m In- pe(D ,a ), M - r (51,** )œ I - - * (5M * 3.Quane *hK l- e de d- v* l- e 1* 1% * - *- qe- pr- - - d- e- m H- Y menH * 1(28G )ou = he m- to - .I(.,a )d. - pci- g.ral d.e vop l- o . Em a- 43 . a da r- - - Kx ve- - a - - de e - i- u A- rda #a% d.= e I- H M- M ** a ma* (R a )* e qe 1*m ao l * Ed** . A > œ e * *- * dœ * - K- u* ob- G * MIr qe œ p-- lmlœram a- F l= * > aK * P*> K *Y v* l- e , = d- *o e = œ l* eInfanll.Aë m de o,a - H rœ da - -œ (W A% )TO W M* e 1 Infâe #* m lN re * - M -qx a- M > * e - *1 ' ICNPq)


11.51MATERv nADE: REpu sEm o Es O cY S mPG O epartameh*TICAS COTDM de Pse leAS. W hlaidi e dlAmujo nx-.-ajve T- exodae .ww -jUo enldade Fedem lde Espfdta R** ),* > > M .m + teAxdeh K N> (m hhesde Ie h* fN- HAoa)*.O objeuw e m squisa foix 'Ge- asm ssle e f= - - dasG > sœ e da M * * e s- phuœ coh'ainnnn.t- ndo = m RH nCI as* * * * e B0.Fo= - liRAzume> visœ = k120 > ,semlo 60 th dn aode * (Gp e * %* % (% 80 (OW .As e œ incbdmm * % ou- :autœdesnil o c- o * ,- e œ de W u e,= fe e,'- dee * e aiviana..me innn gà caga e a- fM .Ose M -m - mm a1g. mnzlnnc-w Y ngie e as duag r1> >H>*. AM% H 1* 1,+ 0 ToV alm u = menarY x 1 = 0H.% to qe o se autoe Gnlmm x m > (GI=16,93% @0> 1.13+ .œ o Y o indi-mm ag= te e * = 1-M e (01=7,33% eGH=2,37%).Negte lltimo œ o a Y > 1 %xe oria ohenœ maAexmlxmum a- ou dif- (GI=10.65%e GE=2G ).No Onje œ aGviœ eeae innnan.a cie x=osfll% ,al- jà *- a a- x o * fa do Y = 011.wdnndo * % 1,5% (Ali- œ os0 o@ e 12,% (aiM rW o fllho àxi1).T* m Muve = almenio de % œW = ell >M ie (1p N bze O mm e'lhnru no cAneanrln = z os> ,em casoscomo t= fmlY (01=19,05% e 0/=33.33+ .(*lwnbn e esco- dente (GI=10,94 e GE=24,5M )e orieno M se faaeaxl- (01* ,67% eOH=30.65%).Eat- HA% ie x> f- e to nœ elomx âzvqda da M te thde- to > > Gœ , O nne-M o a mle o % = * . > le x n ta e m - e da ee a'e n* a e buie < aados tme ogO VOIWH = çiA dos N e .* ce ql!


'+ M*11.52 Y /U K< ACAO m ,A'.DAMATIKMDAI-Io T- zcqoRu NUM A Nou xoreAca ?Santtv M .F.,N oveH ,A.( .nei- * *)F< #.;Naa-' A.#.;& Se w J.(O k% )DYbv-D *parta- nto delylrie la.LM INTA * % - e -' > e- G M O l+ G u-e -' - a jo - e > é a - œ -' - o- .1- .- - '' - - - x o- - em- ' . -- ' e .M - - 'M o > * - > + Y - a G k Fu- R> o * 1* * çR > o e ae œ).Re 'e e œ e * e M e M- * H >' IM h'xA- * (1* * .A > 'G * * G * '* qe a - R e> --= '.> - i.x . - + = .- '.œw - - .mx- owv- - v'.- - = - e - > .No - + - e œ.- a- 4-1- - e x a 'L= A A '- *-*-A > * * ee * '- ze +s* * ** > O OW X * *-*- *'2*A % O >- ' ' H - e G nm- ,o- - ée ,m - um A d- - ' % * * - e - >.Jâ- - - .> + * d -' '*oe - e œ - éa> o o e* o * * * .éW*o* M o* * ** ''*''-'*' %.. . .......- o mx o x e x w a. .o- - - c- = e- - ' e - œ e= e .x - aéoml- n- z G - e e G -- * * = H .P> * - = * - 'H-M œ e %e - wwAw % >' '% > d- > .A --- .'A A > ' e a ae g. *f> > e' ' ' G ' * - ' e - le > f- œa bl-' ' R G = - y- quee - e x - - .A- :cNa


11.53AVALIACAO DE UM PRUJETO 'OFICINA-ESCOLA 'àEUSM ATRAVéSDA INVESTIGACAO PSICOLUGICA DERTICIPANTES. m nl- Bandeira,SiviaKoller,I- fcia Fo- er,Cléudia Frohlich & CM udioH utz.m partam ento depsicologla,Univeo idade Federaldo R io G rande do Sul.w1jO objetivo desteestudo foiavaliara influência exercidapelo projeto @oficina-Escola*no desenvolvimento psicolögico dosadolescentesque dele pm iciparam .Participaram deste esm do 48adolescentesde idades entre de 13 e 17 anos,sendo 33 do sexomuculino e 15 do sexo feminino.Entre eles,10,4% dorm iam emalberguesou nasruas,16,7% moravam nas AldeiasSOS,66,7% ,com a famflia e o restante (6,3%) em outros lugares. Pnrninvestigarm os possfveismudan- no seu perfilpsicolögico,foramaplicadososseguintesinseumentosno infcio e no finaldo projeto(intervalo de oito meses): Entrevista inicial sem i-estrumradaenfY-nndo mp ectosdemogrâficose psico-sociais,Teste de Bender,Desenho da Figura Humana (DFH)e Testede Raven.Como umdosresultadospudemosobservar que o nlim ero de itens evolutivosno D FH permaneceu esëvel e o num ero de erros no Bender(Koppitz,1976)diminuiu de forma significativa (de 4.51 para2.97;t=3.96;p


11.54CIVM E NO RELACIONAM ENTO AM OROSO:UM A PESQ UISA DE ATITUDES.C ésar Ades**,Cilene Alveg*,D aniela M .C.M .N eves*,Georgina deB relàz*. Isabel P.M .coutinho*, Sueli M . lkeda*, Patdcia T= r*,Renata P.Gorayeb*.Com a lntençëo de iniciar uma exploraçëo psicolôgica dasatitudes em relaçâo ao ciûme no relacionsmento xmoroso, foiaplicado em Sëo Paulo um questione o, constm ldo a pm ir deentrevistasabertasprévias, com 22 proposiçöes('0 ciûme signifcainsegtyança' 'o homem sente maisciûme do queamulher/,etc.).Ospm iclpantes(uma ambstrade 78mulherese81homens,nntados,nam orando ou sem parceiro amoroso, entrevistados em lugarespéblicos)tinlmm deindicar,numaescala de5 pontos-de discordonotalm ente a concordo totalm ente - seu grau de asseutimento cadaum A das pfoposiçöes.O presente trabalho relata uma prim eira anâlisedos resultados.D efinicxo dç ciûm e.Uma colocaçëo aceita portodososparticipantes é que o ciûm e faz parte do relacionamento xmoroso ,seja de um modo positivo ou hegativo (proposiçëo 22) equesedistingue da raiva(proposiçâo 2),.nem todos,contudo,acreditam queo ciûmetenha um lado tegostoso esadio'(proposiçâo 6).M aisdoqueos hom ens,asm ulheres vêem no ciûme é um tsentimento de posse'(proposiçâo 1).Efeitosdo ciûme-sobreo relacionamento.Homens,m aisdo que m ulheres,concordam com a idéia de que a falta de ciûmenâo signiGca indiferença (proposiçâo 3),.casadose namorados,maisdo que pessoas sem comprom isso am oroso,considetnm necessM odemonstrar o ciûme ao parceiro (proposiçzo 15). Diferencasdeg:nero.N âo houve concordância dos participantes,em sua maioriwcom asproposiçöes20 e 21(0 homem sente ou demonstramaisciûme que a mulher), nâo havendo, neste caso, diferençassigniGcativasentre ascateloriasdeparticipantes.Tanto osresultadosda aplicaçâo do questionérlo como os registfosde entrevistas abertas,m ostram a am bivalência de certas atitudts em relaç'o ao ciûme econsrm am a im portância da anâlise deste afeto para a compreensâodo relacionam ento am oroso.* * Professordo IPU SP,* Alunasde Graduaçâo do IPUSP


ii11.55SELECAO DE PARCEIROK ATNJBUTOSm DESFX VEIS EM t1M PARCEIRO AMOROSO:A lt@n A.Zq Sllvw Annbela Se tog,Beaklz T.Carh Catallna N.K aneta, -Fernand@ B.da C@s< M ada F.Amendolw Slm*ne A lglerleRaquelM . Rf1*Sarm eno -Ilt#Ihzt@ de Pslepl@gla -Uo ersldade de S5@ Paulo.W tls em dos vem m lM ndo que a: pesle s s5o basfanfeerlterlfsa: na exo lha de um parœ lro am ol- o Alguns destes esfudoso nclulm m que as qualldades 4ue Ne ezpem ena ntrar em um parœ lroamor- l g-al determ lnad- pe fatlres unlversals, culturals eldlosslucrédO s.Embpl'a este:estudo:J1 tenham defermlnado um grandenûm ere dequalldade:ques* exlge de um pareelro alnda :âo m ult/ rarosos esetu4bs a respee das earaderlm o g lndesejavels em um pareelroame - m A flonlldade deste eA d@ J determ lnar quall s5o as prlnclpalso radrie eas que exduem alguJm O m* posslvel zwx dldafo para umenvelvlm entl amlros@ e/@u o sam ent@.F/ram ut lzad- O sgrupogdesqjelt- (Ss).Um destesgrup/sera œ sfltuld/ p@r :: alun- de pxlclloglw send/ 1: desfes Ss dp zexofemlnln/ e6 (I@ sex. m asculln. A le de mJdla devte:Ssera de 1* alw g.Ooutr@ grupl era O nzfltufd@ p@r 36 pegsO : O m quallneaçie: basfantedlverslflm das (blmens e mulbere: ê* vérhs falxas etérlas,dlferentes 1nNel:edu- llnalG dife entegnivel:xéelmeo nêmlc- ,ek .).A dlversldadedeste gegund/ grupo #d admltlda ln'ex l@nalm elxte com a flnnlldade delleterlgenlzar ee segunda am - e . Solleltoo *e a egte: S* queescrevesgem em um papel1: atrlblfo: que effando presenjes em umapesx- @slmpedlrlade se apzxlœqr e/ou casarc@m elas.Quando os ssam bavam deezerevet esteg 11)afllbMtoseles e- blam aInslrul . paralrdené-lox segund@ as:IIa& lmportânelaz.0 : aœ lbuto: cltados p@r estesgruplsforam tabulae xO ëutamente Onstrulndmse,desfa forma,umaIista deaklbutpslndeselével:em um parcelr/ amoresm Um atrlbufo sé foIlncluid. westa ll:fa quando *raei*dthp@rtrês @u m alx pesxoas.O btevo xeasslum f@talde53atrlbutesnelatlv@s.0:10atrlbutosquefll'am malselfado:f@mnl:arr@gânclw prertendw gr


PslcoLoGu oo D BSBNVOLVMSETOR 12NTO


12.01 AREAS CG CIM CRITAS E AGRUPAM ENTO SSEQUENCIM S ENTRE CRIANCAS EM CRECHFNRenah M eneghinie M ara lgnez Camm s de Cawalho -Faculdade deFilosofa,Ciências e Letrasde Ribeido Pretm universiana- de Sâo PauloO > > lde sum rte dezonascircunschœ (ZC),éreasdelimitnasqm lo menosem tësle s,na ocum l o do es- o m rgrum sde cdaw asm quenas,1em sido demonee o em nossos estudos anledoTes . Oobjetivo do presente esmdo foianalisarx zonascircuncrita favov emuma ocu- çR maiscontlnua dasmesmmsem com- o a outraséreasmm lossubgrum sformados entre criançasde 2-3 anos de um a creche queatende m pulaçO de baixa rendaautilgxe osdadosobhdos em nossoesm do anterior.Os an pamentos foram levanlnansutib'x ndo o cri/ riode proxim idade Gsica na anélise das fotos obtidas m r almq e>am erasfotogréscas com funcionsm ento autoe tico e sim ule eo a cada 30segundos-ascriançasforam consideradms pr*xim x.q quando estava npm éximo a lm de dise cia. Foi considerado que um agrum m entoœ u- va contfnua ou sm uencialmente(an v ento Rquencial)umadeterm ine ârea do lx alde ocorë x ia de atividnaes livresaquandoaquele a- pqmento era observado na m esm a 1 ea m r m ais de um aunidadede temm (30 seg),ou xja,m rmaisde umafoto em xguidœAnotava-x 10 emds agru- ento o ne ero de fotos < uenciais emqœ era observado nu uela érea, som nndm x enio o total de fotossm uenciais obsew nanl em todos os am m m entos form H os entre ascrian- em cada H aes> cfka do local(ârea ao redorda monitom;trêsZC).A anélix evidenciou:(1)dt uma mnneim geml,naszrnascircunscritas,esm cialm ente = duu m ais estrufazm rlnm,œ orreu m aiormrmanênciadosan - entosm rmaisdeuma uniœ e de temm ;(2)os An - entos,x quendais ou n> ,m ais frm x ntes entre criançasfo= die cos,sendo obx w ados em 'zv lt as éreas,com x orrênciamaiorem uma dasZC;(3)osan pamentoscom trêse quaeo crian- ,m uenciais ou nâo,v rreram predom inantem ente = ZC,x lientandmse uma delas;os ap u- eno ssm uenoiais em tdades ou em qxmdgujlmsis ocorreram na1eaem tomo da monitora.Estesdadosam nlAm opam lde sum rtedaszonmscircunxriœ ,nâo x mentem ra a formaw ode an - entos entre chançms M uenas, m as tame m N umam rmanência m ais contlnua nesœ éreas. sugedndo a x orrência deativiœ es com- ilbe q enke as crian- naquelas âre% .(FAPESP /CNPq)G I


q12.02 ESTRW URK AO ESPACIAL E USO 1X7ESPK OPOR CRIANCAS DE 2-3 ANOS EM CRECCR egina C .M ingorance e M nm 1.G m m s de Caw alho -Faculana- deFilosofiw C i:ncias e Ixtras de Ribeie Pretm u i versia.rl- œ S:o PauloEm nosso estudo anteriorconstatamosque a œ upaçpo do espvm r crisnças de 2-3 anos foi infuenciada m la presença de éremscircun= ilas(K ),delimilnzlsqm 1o menosem trêslH os,es- ialmenteas que ofered am sum e cie de am io para o desenvoldm ento deatividadeslûdicas.O prexnte estudo teve como objetivo analisaro > m 1% estruhxm W o es- cial-à m edida que x aumenta o nûmero de ZC nasala - na ocua çâo da sala m 1o grum de crianças. inclusiveconsiderando xlm n ocum çâo m Z s contfnua dasé versaséreases- iais.A colela de G dos foirealix zln na Creohe Carx hinha - CO SEAS/USP-R ibdrâo Preto. em 'lm n sala utilizada habitualm ente N lo grum decrian- de 2-3 anos.durante a œ orrência de ativida* livres,estandopm sentes as d- educadoras. Foram utilix anq três c-meras devie teim com funcionnm ento sim ule eo.sem a prex nça do om rador.O estM o cou ou de H seta- :na EG> 1(5sese s)hada somente'lm n a na circunscdtascom sum rlcie deam io (K 1);a Etapa 2 (5sese s).além de ZCI,continha uma ZAIa circunscdta sem am io (ZC2);na Etaa 3 (4 xssöes),além de ZC1 e ZC2.foiintre uzida umacnlw ninhn de N m lâo.eso tum ndo Izm s tercèira zona circunx riœ Nastrêseopashavia a H a ao re rdaseduœ oras(M ).A distdbukOespacialdas crianças,feita a cada m inuto!ed denciou:m aior x u- âoda ZCI,exceto na EG> 1onde a ZA folmaisœ ue ;1u Etam 3 acnhnna foitam e m bastante utilizada m las cHanças;com aum ento daeM turaçâo es- ial(maior nûmero de ZC)a ZA foimenosœ uo .Em um a K gunda anâlie observou-x a x u- o m ais continua ous- uenciald- nq ér- .m lms crian- -um a chança x u- va continuaou s- œ ncialm ente nm e determ inna. érew q- do era obx rvada namesma m rmaisde uma uniY e de temm (1min).A An4lise evidenciouque a x upaçe xqûencialdo grum fofmiorna M (E>N 1)e na ZC1(Eta- 2 e 3).Da Eta- 1 - 3 observou-se uma diminuiço nax upaço x qûencialda ZA e aum ento na ocum l o M ûencialdeZCI,m 1a m aioria das crian- .Rqtes * 0: revelam o > m 1de sum rte dezonas circunschœ na œ u- o e m rmanência m ais contfnua œ scrian- nestas âreas,sendo este asm cto esx ncialpam a oO rrência deinterK öesm aisd'zmaolxm .qenke cdanças. (FAPESP ICNPq)


12.03MEDIDAS DO AM BIENTE FAM ILIA R NO SPRIMEIROS ANO S DE VIDA E AJUSTAM ENTOSOCIAL EM MENINO S E M ENINAS DE SALVADO R.Bastos,A.C.S.;Fiavio.A.A.',Urpia,A.C.',M agalhâesj'A.;Oliveira,M .L.:Pinho,L.Teixeira,A.E.F* -'-1O interesse na famflia como contexto de desenvolvimento justificouum estudo investigando relaçses entre variéveis söcio-econôm icas emorbidade psiquiétrica infantil(esx res no QMPI-Almeida Filho,1977)numa amostra representativa de 545 crianças,de 5 a 14 anos,em um bairropopular de Salvador, considerando-se, intervenientemente, morbidadepsiquiétrica dospais(escores no QMPA -Santana,1978)e qualidade daestimulal o no ambiente doméstico (escoresno Inventélio HOMS -Bradleye Caldwpl,1976).obtidos a padirda observaçâo de 104 crianças de 0 a 5anos,nasmesmas familias).Tendo a anélise de regressâo multipla sobre oescore no QMPIrevelado a atuaçâo privilegiada das variéveis am bientaisnaexplical o da variaW o observada,propôs-se um folow-up,dez anos ap6s acoleta de dados original, de forma a avaliar o poder preditivo dessasmesmas variéveis sobre medidas de ajustamento socialdos individuos queforam,eles prbprios,sujeitos do Inventério HOME.Este folow-up incluiulevantamento de dados söcio-econômicos,de eventos no curso de vida(utilizando-se uma versâo adaptada do Questionério de Eventos de Wda,deRende e Plomin,1991)e medidas de ajustamento,(utilizando-se o QMPIpara avaliara condil o de suspeil o para transtorno psiquiétrico e a escalapara Ievantamento de competências evolutivas do ACQ Behavior Checklist-Achenbach, Quay e Conners, 1991). Na anélise, foram consideradosestratos da amostra (N=60) conforme variéveis relativas a diferentesmomentosno curso de vida da familia:o momento atual(indicadores söciodemogrificos),osûltimos5 anos(eventos de vida).e os5 primeiros anosde vida (escores no HOME e escoresdos pais no QMPA). Ao niveldeanélises de diferenças entre médias e de anélises correlacionais, osescores no HOME mostraram-se mais impodantes do que os escores noQMPA,especialm ente sobre os escores de com petência.O fatorque avaliaausência de punil o e restriW o fisica foio unico a estarsignificantementeassociado ao escore no QMPI. De uma forma geral,maiorqualidade deestimulal o no ambiente familiarprecoce esteve associada a indices maisaltos de ajustamento;no entanto,alguns fatores que indicam adversidadenos primeiros anos predisseram nfveis m ais altos de com petência,chamando a atenl o para a complexidade inerente à determinaW o devulnerabilidade ou resistência no desenvolvimento.


'f lq12.04 ' Mooos oe eARVIUHAR:extensao equaliaaueda,atuaçlo da crlança na vlda cotidlana de fam illas 'de um balco Mopularde Salvador,Bahia.Bastos.A.Ceclia S.(UFBa)Zannon,C.M .Lana (UnB)Com preendera inserçâo da criança em um mundo socialrequerainvestigao o intensiva de contextos de desenvolvimento,sendo o da famîliaparticularmente importante. Conduziu-se um estudo de casos junto a dezfam flias de um bairro popular de Salvador,Brasil,buscando-se investigaralguns dos m ecanism os culturalm ente estruturadospelos quais a criança seinsere na famîtia.ânfase especialfoidada às idéiasparentaissobre crial ode filhos e organizao o da vida cotidiana,tanto em um plano mais genérico,como no plano imediato às descriW es de rotinas domésticas,justificando oenvolvim ento de crianO s.As decisöes tom adas ao Iongo do trabalho foramorientadas por enfoques teôricos que privilegiam a inclusâo da cultura noestudo do desenvolvimento (enfoques de inspiral o ecolbgica,em especiala perspectiva de J.J.Goodnow.quando analisa idéias sobre crial o defilhos e préticas culturais; as reflexöes de B. F. Skinner, ao situar ocom podam ento na confluência de três niveis de contingências ! e o conceitode m etacontingência de S. Glenn; e a abordagem culture-lnclusive. coconstrutivista,deJ.Valsiner e outros). A amplitude da padicipaçâo dacrianD foi analisada com base em um a categoria am pla: os m odos dePartilhar, que descrevem as prâticas em curso, as idéias dos paisJustificando o promover.o manterou o desencorajara inserl o da criançaem tais préticas,e o padrâo de padicipao o apresentado pela criança emsete diferentes dom-lnios da vida cotidiana do grupo familiar: (1)empreendimentos e iniciativas para gerarrenda,(2)limpeza,arumal o dacasa e ouidado de irmâos menores,(3)preparo e distribuiW o de alimentos,(4)cuidados com os prôprios pertences e tarefas escolares,(5)atividadesextra-muros,no âmbito da rua,(6)eventos intra-familiares ! originados aonfvelda dinâmica familiare (7)eventosde origem-extra fam liarque afetema organizao o da vida da famîlia.Um sumério quantitativo dos dadossugereque a sobrecarga de trabalho matem o incide sobre a extensâo e qualidadeda padicipal o da criança;o trabalho realizado no âmbito da casa é aprincipalestratégia pedagôgica utilizada pelos pais na educal o de seusfilhos.e é vista com o um a estratégia apropriada às classes pobres; oenvolvimento da crianO nas variadas esferas da vida familiar équantitativam ente expressivo e qualitativamente extenso e diversificado,envolvendo m ais as crianças de m aioridade,os primogênitos e as meninas.Parece haveruma distribvil o diferenciada sugerindo que a esfera da vidafam iliar designada pelo m odo de padilhar especifica significados oujustificativas para a padicipal o da criança.


12.05 o coxolcloxv ss s su psssxvol-wvsvro .M *.% Gra> I,.B.Dias,Juliana Guimarâes & M arx jj e Cavajo au(M - rado cm D iœ logia O UFPE)Um raze vclnlimero de ethœostem sido m.nliR.M o a lim de crm m m rosœ minlxlosquaisascrianosIiaxmcom dife= tœ ti> de œntrafe ois.Po> nes't>csludosxbrcpromsiçœ hi/téticas,ascrian- se avaliMx.sem suaœmp= nsâo.13quanto aœ nstruWo dG etlm de infeënda quando envolvem œ ntrafn- xnis?Mquc cxistcm difcrcnças dc de mm nho entre os tës ti- de econtrafaduais dcv itos m # Liu (1985)? O 1* tim jxxle xr œ nlrmadocxclusivanlcntc com IMK nosprincipiosda lé#= formal:& eu tivesse e aa;entaoelzpoderia voar.O 20tim e e nunca = œ nfnn* ou de= nfigmnao,a menosquc o contctido da premisO maior = rra:& Rodrigo tivesse dinheiro eleroler/zr/zv ?a bicicleta.O r,Aentos- dos.nM > nu= xrœ nfirme .$s> caroltib,e.z.%e estudado.zfr- / nota boa na pm vl.No prcxnte estudo tentou-sercsm ndcra cslasquœ tœ sO mm rando o H- mm nho de 60 crinno s e1% 4 e 6anosdc idadcdc c= laspqrticularesqueatendem ao NlvelSëxnio-Eœ x*miœ (NSE)médio c alto.cC/)deer laspliblie que atendem am lae de NSE Y xo %cidadc do Rx ifc.As crianças foram te-xdas ie via.ulmcate e '%z.an uma foisubmclidaatrêstarcfas:One gem,tarfa le tarefa2.Kndo qx m-M ezkw sujeitrccclxu.a#sasondagcm.mguitla* IAO le.m rlltimo,a tae 2 e a outranlctadcrccca u a K ndagem.a fnne 2 e.em Rglge ,a 'Amfa 1.AsIv guntasdesondagcm dosdcscnhosKrviram m ram tcrœ rtezm queascriançasviam o que osdcscnhosrctravam.NaTarcfa lascriançasfomm aprex ntae sem um œ ntexto debrilcadcira dcfazkceonta œm a- nhoscujosœ nte a- œ ntmGe*,missewiram *cstilnulo àconstrul o dcKntençascondicionaisdo tim ç'% ..c- M ...'.A tn- a 2scwiu para analiurx a œnsm k'o de xnteno sœ ndicionais a m lig de umcxcllplo dadoravorœ ia o ux docoM idonalna Tae a 1.Te asascriano sfom maprcscntadasà umainfcrfnciacondidonaldeaœ rdo œ m o grum e o E Ie iu queclasconstruisKm uma Kntença similarO m outro œ nt-'œ .œ Aesultlœ s foramanalisadosamrtirdcuma anélix de variânciaenvolvendo Gnzm (3).Nivel* '*Hconôlnico (2).Scxo (2)eOrdcm (2)œmo fatoase nlimem de œ - As1-Tarcra 1com variâveldv ndente.A nn4lix > Iœ um efeito s'ignm cadvo m ra:NSE (F(1.6)= l.450,* .005);Idade (F41.6)= 2.(N ,* .G11)efhelem (F(1.6)=(,.73l.p (F(2.6)= 0.177.n.s.).Acqim,quaado ascrlan- aP- AM AMa inf--*--'acondicionalc œ nstnliam KntenosO ndicionais (tarefa 2) antes da taafa 1.obtilmm um dcK mm nho melbor do que o outro grum qœ era ap- nt*prinlciramcntcà tarcfa 1.Osxjeitosdo NSB Me io aprexntamm um de= nm nhoInclhorquc osdo NSE Baixo.àex'v< o dasrt dascriançasda faixa ctâria dc5 a 6 anosno GruN 2.Os= ulte u sugerem quea m lira- 5 anos de iaaz-.criale sdccKolasparticularœ M o cap'lzo deœ nstmirK ntcno scondicionaism aisIbcilmcltcquando cxcmRlosKmelhantes(tarcfa 2)Oo aprexntaA .Am io:FACEPE e Ce q- I


-7 *Tq. .12.06Em m O KM COO SY SY SO DO DESENYOW MXG O DE Be sjDE * 0 A 12 > &V S:m o m os KM TIM A INbVITUW AO DE SAWDEPOBIZCAN WWLTM NDO UM INO IM INTO DE AVALTAG ONO O COW ORTAW NV .FOHM CA,A 1. B.da.T.IG ARRR,C.,OT.M D A B.M .,SN WEB,A C.deC.*SODRX Iw1.P.*** M iliresdepese sa eBolgistasde Jniciaç:o Cie ficae* Professora do Dep- - e n de Pgicololadan cula-a- de FilogofiaeCiG ciasHlxnm asdau nivem idade Fedea lG BA a.N egte eelzln.ntonatogf@= obgelu d/ga pe de Zdcadoresdefxédogporlwnx tscm de m lxç'o do des- ol-' œ o. nlzm m oddo hten do deat- al-- to me rengdoni. e> oe do as ge ços de puzricdt= epskologw nlxn C* o de salde Re*d'.Rl Este *'o de atend'm' Y o tœfw orecido kltezvençiesp- en- ,tom x do G den:e O eosou e erv iesnodese> o-' eGo e.pline nlmen#z,yrpm- do to- ospais obge- doresat- esepe e o tesdestaetapa kéclz d:Wd:4:stusO os.Conéde- d:qde nfRm œ o de atendknœ ospropidadospth m'qhh'w'ç:o.m1 ' emssm a esseu bm o = a prkneH O e e da O O ç'o em t= o. no propégke &destrrvœ o dgs- ole ento dos neonatos.a pe dosKdcadortsa e dospda vscza. O m'enzmento .-'%'7ad@ foi o Diagnôstico Fxar/oa? doDesem o/v/- e- o Segundo o M ètodo de M za/çue,que é eompogto de v4n'skprovagp.a cada m eg de WK Fora obse- dog 120 bebls,de a bos ogsexospumlo'esdo Cenko.no pe odo de dea mbr: de 1- a nhn3 de 1* 5.OsA dos H de rntT fox Rnnlsados = tenno dt fmqœ cia pçrcentuz nasprovas deew'ant prla escala d: drs- pe' * o.na popA çâo Krne w &m odo a pem -'' = estudo descle o da m vsm i Osm =tlixdosda enquetodososbebes(1eA)rora ce u sdertproddxnr' assolicitaçstsdt65das1* provasm>1,a' dax.n n M pro- ,p pert=h:aldereproe :ofoiâckn.de > /. Pozle o. os neonatos eendidos t!m o resentado des- ee oscom padvds com os Kdcâdog pdo In- xmento. na > * me lia dagsoëcitaç:es.D estaca -seaPM R?osremeldos obGdosnasprovag refere sàfala cujosptrcO#xlnl'qderçproe 'ote éd@mdtebe os(ebe :dt1G ).osesœdos devrm prosseO com o prop6eo de xxli- as e e adesaemon- daspelosbeblsem > as proa .com o bjçe o& wli:c. osfatores que podem tO 'le- 'R do-u . M em dsso. este moddo deatrne tnto d> e gtr O e ad/ e X se te pegte o= vntt c4m dstas aknplantaç'o destese ço em oA oslpce .


12.07CUIDM OjPATEkNO: #VAI'ERRO::boN A SCIM EN TO AOS N OVE AN OS DE D ADEDA CRIM CA.César Ades#*, Câtia E.H anashiro*, Catarina K1m *, Elaine C.'M oraes*, Eliana H . U emura*, H elena G uim arâes*, Flâvia C.Caramon -* , Luc ina a Teles*, Renata P. Gorayeb*, R oberta C.Boareto*.D epartamento de Psicologia Expedm ental- D U SPProcurou-se seguir o desenvolvimento das atividades de cuidadopaterno e materno em relaçëo acriançasde0 a 9 anos(nasfaixaset& ias de 0 a 11 meses,1a 2 anose l1 meses,3 a 6 anos e 7 a 9anos), através de questionârios sobre ayividades especiscas,aplicadosaamostrasindependentesde paise mëes(totalde 90casaisentre20 e40 anpsde idaàe)com Glhosem cadaumadasfaixas.Pais e mëes tinham de responder sobre o seù prôpriodesempenho esobreo do cônjuge e fornecerdetalhessobre o seurelacionamento com a(o) Glhato). Os resultados relativos adivertimentoArincadeira, orielitaçâo,cuidados em geral, indicamque as atividades de divertimento/brincadeira sâo desem penhadascom freqû:ncia sem elhante porpaie m âe,e que a atuaçëo da m ëe ém aiorque a do paina orientaçëo e cuidadosem geral.A dedicaçâodo pai,em termos de tempo, durante a semana, * visivelm entemenorqueadamëe(cercade80% dos.paispassam menosde6horascom o Glho),havendo aumento do tempè gasto durante o Gmde semana.A maioria dospaisexpressa desejo de passar maistempo com o Glhota),sendo menora porcentayem de'mâesqueexterna o mesmo desejo.M avaliaçöesda participaçâo do cônjugeno cuidado mostram uma assimetria;as mâes parecem ser maisrealistasque asdospais:estestendem a superestimara contribuiç'omaterna.X medida queacriançacresce,diminuiafreqûência decuidados gerais, enquanto aumenta a orientaçëo, perm anecendoconstante o b 'nncar. Embora, globalmente, os dados pareçsmcov rmaridéiascorrentessobreamenorparticipaçâo temporaldopainos cuidados,eles mostram a diversldade de suas interaçöescom a criança e um paralelismo e uma complementaridade de suasRrtibuiçöes com as da mëe.**Professordo IPUSP,* Alunasde Graduaç'o do D U SP


-.+.M12.08 caancTEnlsTlcAs E DESENUnUVIHENT: DEUMA CRIANCA C0M INTELIGINCIA MATEHATIc A EXC EPCIO NAL .Eunice Soriano de Alencar e Denise de Souza FleitlDepartamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento,Universidade de Brasllia.0 Nstudo teve como objetivo descrever as caracteicas e curso de desenvolvimento de uma crirlstan ç a atu alm ente com 12 ano s , que apresenta um r.c i D c a.n i o m a t e fnS t i c o e x c e p c i o n a l , e q u e v e m d e s d eo s s e u s no v e a n o s r e a l i z a ndo c ur s o s em uni ve r s idad e s n o r t e - a e r i c & n a s p a r a a l u n o s q u e a p r : e n t a mtam t a l e n t o m a t e m a t i c o e x c e p c i o n a l . A t r a v e s d e e n -t r e v i s t a s r e a l i z a d a s c o m a c r i a n ç a , c o m a m % e ec om t rê s de se us p ro f s sore s, f oram levantadas in'r o r m @%'-o e s a c e r c a d e s e u b a c k g r o u n d f a m i l i a r , c o m -po r t a m en t o so c i al, de s e m p enh o ac ad 1m ico, in tTresses, curso de desenvolvimento ! bem como possiveisf'a t o r e s q u e p o d e r i a m c o n t r i b u :Lr p a r a e x p l i c a r os e t-l d e s e m p e n h o a v a n ç a d o . 0 s u j e i t o r e s p o n d e u a i n -d a a u m a e s c a l a d e a u t o c o n c e i t o e a u m t e s t e d ecriatividade . Resultados de testes de inteligincia IDli c ado s em d i f er ente s momento s f oram também exAm 1 r7a d o s . t2b s e r v o u - s e u m Q I d e 172 e q u e o s u je i t oob teve 71O ponto s no 'College Board ScholasticAp i.tude Te s t ', o p u: equ i val e a o pe rcenti l 96 dee s t u d a n t e s u n i v e r s n.t a r i o s n o r t e - am e r i c a n o s . D a d o so b t i d o s i n d i c a r a m q u N o s u j e i t o c o m e ç o u a l e r p rv o l t a d e u m a n o e t r e s m e s e s e a e s c r e v e r c om d o ia r;o s . D e s d e m u i t o c e d o 9 a p r e s e n t a i n t e r e s s e p o rn u m e r o s e rel a%3 e s n u m eri cas. /1pr esenta u m r esc rit a a l t a m e n t e i T a g i n a t i v a , s e n d o a u t o r d v a r i o sc o n t o s e d e i n u m e r a s p o e s i a s . O b s e r v o u s e - s e q u e os u j e i t : t e m u m a i m g e m m u i t o p o s i t i v a d s i m e mop r e f e r e n c i a p o r t r a b a l h a r i s o l a d a m e n t e e p o u c o s .g.m i g q s . 0 s e u d e s e m p : n h o e m d i s c i o l i n a s c u r s a d a sna area de computaçao e qulmica .foi consideradoa d m i r éve l po r s e u s p ro 're s s or e s un iv e r s i tér io s noxte aTer i c ano s . 0 s re su ltado s sugerem que uma conjuW & V ao de 'ratores ao nlvel do indivlduo , de sua f .qm n.l i a , d e s u a e s c o l a , b e m c o m o d a s o p o r t u n i d ad e sed uc ac i on a is que lh e s%o oferec idas , tem propicimd o e s t e d e s e m p e n h o e x c e p c i o n a l .*


12.09PERCEPCAO DE AUTO NOM IA NAADOLESCâNCIA.Cristinau uliereWiliam B.Gtm ez.Depm nmentode Psicologia.Universidade Federaldo Rio Grande do Su1.K*+A conquista da autonomia consistè nnmn das principais aquisiçôes daadolescência. Identificar e descrever a m nneira com o o adolescentepercebeeexpressaegtaautonomiaconstituioobjetivodesteestudo.Sendonm .esmdo fenomenolögico,preocupa-se também com o contexto no qualo adolescentevive e exercita seusintercâm bios sociais.Para tanto,fornmentevistados18sujeitosdvididosem trêssubgrupos-adolescentes,paise prosssionais-,assim distibufdos:4 rapazes e 3 m oçms.entre 16 e 18anos,estudantesde 20 grau de um aEscola Estadualde Porto A legre;3pais; 3 mâes; 3 professores; 1 diretor de escola e 1 supervisoraeducacional.Utilizou-se com o instrum entoum aentrevista sem i-estruM ada,que explorava o cotidinnno dos sujeitos, as relaçöes familiares, asam izades,as experiências de tom ada de decisâo,a busca de autonom iacom variaçâo de ênfase töpicade acordo com o subgrupo.A sentrevistasforam analisadasde acordo com astrêsçlpasda pesquisa fenomenolögica- descriçâo,reduçâo einterpretaçâo.Com base na dem nrcaçâo dostextosdasentrevistasem ergiram unidadesde sentido,asquaisforam agrupadasem seis grandes tem as. Estes receberam as seguintes denom inaçöes:Adolescência,AdolescênciaOntem eHoje,Diélogo,EspaçodeLiberdadeyM fdia eAdolescência pelojAdolescentes.Entre asreduçôesque com pöemostem asdestaca-se a percepçâo dos pais,m âes e proflssionais sobre aentrada dosfilhosou alunosna adolescência e a mudança de atitvde queisto acarreta: de crianças obedientes e dependentes dos adultos, osadolescentestornnm -se questionadorese crfdcos,com eçam a buscar a spaindependênciaevalorizam m aisa opiniâo do seu grupo de iguais.P* e seinterpretarqueaconquista daautonom iadurante a adolescência constituisennm processo de experim entaçâo de'novos m odos de agir. os quaisaparecem claram ente nnK decisöes tom adas durante este perfe o. Oadolescente aprende aospoucos a se m ovimentar dentro de 1Am novoespaço de liberdade bastante diferente daquele de sua infM cia e xindadstante da adultez.Este novo espaço'é.ao mesmo tempo,conquistadopelo adolescente efornecidopelosadultosmlm interjogo quemode caambos,o qual6intermediadopelodiélogo.(CNPQ


12.10EU ECTATW AS EM QELK AO AOS EFEITOS DOâLCOO L ENTRE ADOLESCENTES DEDY ERENTESPADROES DE USO DO ;IX OOL NO W TN O W S.LisianeAraujoeW illiam Gozael'. Departamento de Psicologia(UFRGS).A s expectativasem relaçâo aosefeitosdo Mcoolsâo importnntesm ediadorescognitivosdo uso do Mcoole do efeito comportamentaldecorrente deste uso.Realizou-se dois estudos inteTdependentespara investigar a relaçâo entre asexpçctativas e as experiências de adolescentes em relaçâo aos efeitos doélcool. N o prim eiro estudo, 188 estudantes sefm ndaristas responderam umquesdonârio a respçito do uso do âlcoole efeitos esperados. D ividiu-se ossujeitosem 3 Padröes,de acordo com o nflmero devezesqueutilizaramMcoolno ûltimo mês: Padrâo A (nenlumavez); Padrâo B (de1a5 vezes)e Padrâo C (6 vezes ou mais). No segundo estudo, entevistou-se 9adolescentesde ambosos sexos,com idades entre 14 e 16 anos,selecionadosentreossujeitosdo primeiroesmdo.Selecionou-se3sujeitosdecadaPadrâo(A,B e C)que apresentassem efeitosrepresentativosde seu Padrâoe/ouatfpicosnnK respostasao questionl io. A senlevistasforam transcritase ostem as em ergentes foram dem nrcados e agrupados em categoriu . Excertosrepresentativos dascategoriasforam selecionadose um n rede de relaçöesentreas categorias foi kagada. O s resultados apontaram que os três Padrôesconemstaram quanto às expectativas em relaçâo ao âlcool. Observou-sequeo Padrâo A tem expecta ttvas ' m uito amplas. em geral ligadas à alegria edesinibiçâo. O Padrâo B m anteve as expectativ% amplas de alegria edesinibigâo,m astam bém destacou o uso do élcoolcom o prova de m aturidade.O Padrâo C apresentou expp- ntivasmaisdefmidase especficasquanto aosefeitos do élcool. Para os entrevistados do Padrâo C, além de produzirdesinibiçâo e alegria,o élcoolfacilita comportamentossociais,intluisobreraciocfnio,liberaa sexualidade e ajudaaeso ecerproblemnn.EsteesGdorealrm ou a influência dasexped ativa positivasem relaçâo ao Mcoolsobreo tipo de uso do Mcoole a im poeAncia da m odifcaçâo dmsexpectativasnaprevençâo aoabuso deScoolna adolescência.(CNPqJFAPERGS)


12.11O ADOTM O W JOY S PORTM OQFR DE DOU CASORGW CAS CO NICM .V ESTUDO M OMANOIX G COViviane ZiebeldeOliveira eFj/ï- B.Gomes.Dep- - ento dePgicolol Ue erside Ftde doWo fH ndedosdSer adolescentee peA dordex a dôença orge ca œônics é lun: m u ekaniva & es'tr n; mlmdo.Estesdoent:stem e dQ zdm dalnY da apc asdecercadee e= ospo tk Façasa@savu çosdateœ oloG Esteeexaotem cemoQbjdvotolZeec meKorae elndad:adokscer.e daporpacientespiladoresde doençM orgH eascrônkas.pe 'ndo do ponto deWsta de prépe K- duo porrla ecpme do.P= istp foam en- 'o dossvte pgdentesesetef- ni- satnmpwnh- esna haspx'Alenç:o,perfc endo= totz d:quiorztsujeitos.Osm'dnlmentos'xh'hz'adosfox'sm doisrote ost6picôs sell-ee llmdos,= pn o vdoltstente e outo po o seuacqmpe e e. Rdnq Tn- 'œ q fora N dpt. e qen:'xs : apösOahadasdelcordo t:m astr!setmas da pesqe a fenomùnol6gca -descie ,reduçâo .eKte retal'o.AsY dad:sde senedo - * dasene stasfox - tfonne = Y dâdts e Gtu .D tu por sua veztmbunmm Qskemsqemeqœ es.Estesf:= a- adosem oko tattgoHasteméNcasd:adolescente:1)ôimpacto dadoençw 2)serdoen- veausserzdQlescent:.3)e erem - nmento.4)anectssidade de serhospi-lix do.slao dadeescolar,O arelaç'et:m :euto,nzrelaç'oconsigomea o.e:)asM aç'of- 'linr.Asœ toce goriast= e casdosfRmiletsfo- '.1)op* e o contat: cQm 4 A yl4sNco,2) a evoltw'o da doençw 3) osie'caded/A ta ent/,4)axe cddadegsenNdaspdosfnmib'lresr.5)ossenh'merltosd:sf- iliresem relaç'e à diença.OsremendosenconeadosG dened'lm = O eadta Oto n.srzaçies dos sujdtos f= 'b'œ':s : d@ssuje4s:dolestentes.Veo ce-se quep


12.12--*+10 NASCI8ENT: BA CQNSCIêNCIA 9E %ER O:JETO PARA OUTRE:'QES BE L; TAILLE. ANBREA CRISTINA FELIX 9IAS E IARA LOPES PATARRA-lnstituio de Psicologia / Universidade de S1o PzuloEstreveu La:dowski que 'rigorosxlente, o silples fato de exisiirimplica el tolocar-se. na ordem da gabilestAçlo, tomo sçleitovisfvel e, p@r extensïo. a colotar-se co*o te:ggrzlo de sipröprio'. A :eceççidadedeu*ygestlo daprdçriaperEeptibilidaieJé se coloca paraos anilaiA,iuedeye. 'saber quand:lostrar-seaoutros qeres vivo: ou. pelo costrario. deles se Afastzr :u seesconder. No convïvio entre.os home:s, este Jo:o d. 'mostrxeseonde'colplexilica-sepelo fzto deest.d:si:te/nospeiere:serrevelados ou wantidos secretol. A prèsente pesquis. ieve perobïetivo verilicar e. que lome:to de s.u desenvolvimento a criAnçatola conjciê:tia de que : objeto pjr.percepçlo de ouike..PzrRtal. ale. de 'azerlos alpla revisao bibliogrllica deditzdz aodesenvolvipento de recêm-naqtido: (Piaget,Ql11e:, Sptiz,Leeis,Kleeman, Qouin-gltarier Stern.Coll e.outros), realizamos estqdnslolqitqdi,ais co@ 4 crza:ças de 4 z t8 meses procura,do verifitzr,atrlvês de observaçses llnotadas e/ou lileadas) a preslntia :uaus-entia daq segui:tes tondutxs: 1) apelo. 2) escende-escondetpeek-l-boo). 3) esquemas .bertoè. 4) proto-ilperativos, 5)retonKecile:to no espelho (teste da mlnrk: de Lewis). 1) seestpnder rldesaparecer por inteir: *: olhzr alheio, . 7) sinais d.ewbaraço (towo ruior e si,ais de xtankzwe:to tql: descrlteç p:rgarwinl. S* considerarmos :: tondutas dos itenç 5 . 7 c:goco:liéveis para in#erirmos que al criançls te. soçlo dz prdpriaperceptibili:ade para outre. (e isto .e. barpo:i. co. o: vA#iag:souiros dados de que se dilpöe sobre esta idade).verilitaaoq Auegpor volta de 18 leses que a criançz to.. conqcilnti!de çeus.r?bbeto paraoutre..A*co,dutasdol itens1a4.qu.sRoanterioresa 18 *eses, to:stitueé o caminà: par. t.1 tomad. de co,scilnciztulo mecaniqlo bfqito pareee estar bzqeadznz tauszlidjde: .crilnça; por Abstraçto reflexivl,towa tonsti.,tia ue qu. . vist.e. razlodareaglo:asoutraspeqqoa: asrusgestoseoqtrostiposde prçto-comuaicaçlo.vale dizer.e.iunçz:d:ç 'eleiteq'4u:.1a'cauqa :os seus semelbantes.* trabalbo #inanciado pelo CNPQ


12.13GINESE DA NOG O DE SEGREDO NA CRIANCAYves De La Taile e Ana Cristina de AlbuquerqueInstituto de Psicolo/a-USPNumeros autores estâo de acordo quanto ao fato de que todo serhumnno necessita .possuir âreas secretas para m snter seu equilibriopsịcolôgico.Porum lado,seus ser edo: lhe possibilita cultivar umavida interior, controlar o acesjo de outrem a seu Eu.Por outro,permitem-lhe estabelecerrelaçöeshlmnnnsprivilekadas vaças àscov dências e à confança mûtua por elas implicadas. Todaviwpoucosesm dos psicolôgicosinteresu m-se pela genese da capacidadede ter segre osna criança.A presente pesquisa debm çou-se sobre umasped o preciso do problema: a pm ir de que idade a criançademonstrateranoçëo desevedo (algo que seesconde de unse podesecov denciara outros)?Atravésdedesenho ondesevia uma c nança 'cochichando algo no ouvido de outra,a pm ir do qualperguntou-se a68 sujeitosdq 3 a 10 anos 'o que estavam fazendo',pudemosvee car que a partir de 4 anos de idade, 100% dos sujeitosdemonstram ternoçâo de segredo;na m esma idade,todos tam bémafnnam o imperativo do sigilo porp< e de quem recebe um sev edo,etodosdizem que nâo se cov denciam xvedos a quakuerum(somente pais e lmigos).Quanto ao conteûdo dos segredos,ascrianças de 4,5 e 6 anos pensam que se trata de acontx im entos,objetosescondidos,etc.,ou sejh fatosque nâo dizem respeito a suavidaintimw a pm irde 7 anos(fase detranskâo),masessencillmenteapartirde8,osconteûdostornnm-seintimospara85% dossujeitos.Um ûltimo dado deve sesublinbndo:o sentimento de queé traido (0cov denteespalhou seu sevedo)evoluipara a vergonbx (0% nascriançasde 4 anose 90% nasde 10 anos,com evoluçâo gradualnnRfsivnqete asintermedie as).Financiado pelo CN Pq


-!1k,g12.j11 1 *12.14U M E ST UD O G E N EH C O SOBRE O VALOR M O M LHONRA EM CRIANCA E ADULTOSY ves D e La Taille,Fabiana de LnRy.nrie Lia A desInstituto de Psicologia -U SPA hoo '1.:1x:0'de . antipqm ente,m la qualx pw va o prv da vidayM o temchnmndo a atenw o dos psielogos,nem momo - . 1% prx xpqdosœmm oralianHe hxzmnnn.Porémyaté mesmo ose zaioo s(dasCiências SxiaiseHist:ria na sua e oria)quejx.enmente am ntam o dœlinio * ta pqixâo em nosne e de loje,a pqixâo m la qualmuitosœnsideram aœitévd mrdera vida é oamor),sublinhnm o fato de ela ainda m rmnn= rpre nte na Meramuia dosvaloresmorais O ntemm rânY s.A honm x mentefoiexpur- da lfnguasnâo dosistem a simM liœ ex reveu Pitt-m vers.Para iniciar a nnllix de seu lu> notm iverx moralœ ntemm unM brasileiro,ente -nmnsum totalde 104 sujeitostgrum A:26 de 6 anos,B:26 de 11anos,C:26 d: 18 a 25 anose D:26 de 40 a .55 D os,com metadede 0 * Rxo em MHAfain eun'n)œ m a bax num dilemaq ue opnnhn dums* luçœ :deixaro emprego D rcausa * humilhae sKfriY(0 agresx rem o chefe)mesmo tendo mulhere flhos> I'eentarem situae= nômica delavorével.ou nele m rnun- rem nome do nzllento da fnm l'n(ouem nome de outrb valor).OsprinciY sresultadosfo= osxo ntes.Em te asfaixase4Hnmye x m diferençasenta Rxos,venœ a o+ o m rm rnun= rnoempmgo,gno A.6210,B:921% C e D 63% .> to aos argumentospqra amhqsas deci- .aquelesque inv- m o cuidado (% fe lialeo deA:7310,B:921%C:42% e D :271% e aquelesque ev- m honra (hé aquelesque m rmnnecem noemprego m r x r dex nrox Kqirltemos:A:4F% B:4F% C:19% e D:54%.Verm ca-x assim que o gnw dosadultosm nimvelhosraciM 'nnm m nl'mem termosde honra que Rusœntemm rânOsmaisnovos,Rjam elescriançasou j- nsadultos.No que diz resm itè àsformntde defesa da ho= ferida temosunm claraw oluçâo em di- o à mM inW o m la œ nvera m lo diélpgo.TaloY o m uœapar= naschançasde 6 anos(20%),aumenta m ra 42% nason'nn- de 11anos,pula para 73% nosadultosjuvense M duros.é p= iso notarque,entre osadultosK1 diferençasentre tim sde œnverO:osadultosmaisjovensproe m œversahum ilde (xm enfrentamento claro -42%) los maisvdhos preferem œ nve-ee entamento, 68% . AcaM m os m r sublm lmt que, em tM nx as ianaes, ahum ilhal o m rre vœ mente œ ndeM l o moral,xndo vista œ mo fonte de grandesx frimentos m oraispfato que,a nosO ver,realça a imm rtância de se ee ldnrotema honrw forma moralde,jlm mente,ee entarlrlmilu e smse s-fatofrm qente,m rsinal.F# ' M D'!


'12.15Esx ns A'- - DD ASE cov rM Asm R> TANCASEM CM CC S :% M uio silw e- de. o 'R ' 'u o- H * Oëe 'FH * * F;- G Cie @G Ri- Y G '-Unix- .'a-A-G > PaA .> * :O % * G ée œ - > * mé- e- .'- halaa a o uw > c- & F< o - 1- a -e e e oviœ e volvi- lolA à O xa'u e. dœ O dd- -x f- oe do m ioldgàx .objedvls:1)Ywg+ - * e % .n-2- - *C- * FA ;2)Y w go' = a M d- * * 1h..C* - > FW - > * (= gt- > e H );3)> #- o- e * C- œ Fe * qœ m )- =q .e Y œ > * v- hzo*nzn *em> œ *.- .a C* ,> - '' e > ' e G H *- = .e d *s:1% * = 1e' * 5 e 6 m ,mM ' ,'n n.e- 1-.e ge % < > t- *C* C- hm'hn-C- C- USPX . .P- œ ex-:F= M œ - 'e.. = u * .à n w-n ' Nas- - '.i-.,aa* % e de a> N fe .o > do de e œ MnY .'e sm relas.O N 'e o e a - a * - * **m* a- *u * ,% > e - = d-.0.-..+.- e c- w..n :ca * e c- & Fe> e - o - < w 1 œ e w lve o * a-. '- .- .a.. h..1,.v. 4. > = .- %e w *.T* ao M * N H m iag* C+ u *FG eO ae 'x = = ** ,'e me - ,ea e ' œ C > * F G = 'M - h M * T .V .,*e a g- lxw m - > g& T.v.,> - > xja,om G- * - - ,- a < e ae- .'- an œ* mh * - B#> % - = A = -le N- - Ah a ma i* oe œ :e' * .


%tII;12.16REACô ES LNFAM 'IS AS FORM AS DEDIRETIVIDADE M ATERNA: TENDêNCIASEV O LW IVA SSM Re#na Ricco Lucato Sigolo,Luoia Ap- rida Sylvese (bolsistade am rfdçoamento)Faculdade de Ciênciase Lekas de Araraquara -UNESPO segundo ano de vida se caracteliza porser um pedodo onde ason'xoças onnG- am sua existênoia separada dos pais pelo exerdcio dosseusprôpliosdesejos,am esentando folesoposiçöesfrente ao controledosadultos.Este kabalo objee a descrw erasreaçöosinfantis(aoeitaçâox opoe âo)gente aose erentesNposdedireO dadematemaocomoestas evoluem ao longo do se- do ano de l da.Foram obsx das cincoG ades m âe e cHança oom alaso de desenvoe ento, em sgtuaçöes derotinadiM a (banho e rlfeiçâo)e de e quedo > e.Osparesforam f1lmnaoslm oinoo otapas,porum e odo dedoa mesosoom intervalx deH s mesesen% as obs- aO es.Ascdançasdemodo geralam esentamnfveisconsideréveisde aceie alxntedefonnx & - >.* dH e dado,oom preendendo M tO % que propiaixm independO cia quanto dependênoiainfu Gl.Tam l%m H- onseam nie crescentes de reaçöes de oposi-# o,G denciM do 2g= picosem tomo dos24 meses,> lo menosparauako oe ças da am oska.Um a dascriançagam esenta oposiçR genera-1a % a qu quor dpo do oonkole m atom o,onq- to quo p. a ouko: estam açio apa ce m xl'x A qtkntem ente quando a m :e age de fn- l 11- -*ao seu com p- xm ento ou h oentivo a sua coniçso de dependência.Agência Gnnociadora;CNPq


12.17o Esn m o DA INTERK AO M AE -CRIANCA: ANALISE COO ARATIVAEN'l'kE DII?EQENTES SITUAO ES DE 1I1ToBsEhu çâoF S1lGa Re#na Ricco Lucato Sigoloaculdade do Ci&wia e Ixkasdo Araraq= a - U N ESPinteraçeé no ambiontofxmiliarqu: sedesenvolve e ooon'ea maio r fw qûH cia dam âe-cdançw bem com o os phnoipe eventos dea voldm ento infantit D esta fa a, dopesquisador dr estudar este fenôm se eno toma em adeq.znelna ambiento op# o dope cipalm ente, na* 2,W quando o objeivo 5ca a niveldescduvo . Esta pesquisasou anm ar a, eocas interativas enee m :e * cdança Gom d- nvoldmento em ataso doambiente naturz em G s diferentes si- çöessendoduasderoe a alin'a (refe 'o ebe o)e uma de be quedo 1* eœtabdxercompm e à*n% asmelmxR . Fora ob- dos cinco pAm:e e cHançw flm adosdurM te doze m eses . Coe dem u-se pr a nn4l1meassee muhmlid to vH wis:inidafvadecO tato,respone dade , afeli dade eade.Os resltados revee que lm'nguedo favorece niveis de inioialiva infanz ztosm uhulidnae do contato,dg re:ponsiddade m atem a e infantl,' do* de afeiW o matema.Refdç'o e banho assemllla q- to à icia- de conkto dag m & s e a -seexpressR m atem a de afetoneNtivo.Ase cipaisdfer- asen% as dua flGmas situaçöes sewe çam nosaspectoslkadosàresponsM dade ! afeK dade infanh'l emuhu ldade.Conduindo , as dtuaç- do roe a i &ia t6m um a ostm tw apr6pria que se por um hdo minimiza a interferência d o observador.poTouto podf imporâ rdado mze-ce ça wn conteûdo queseres-' * 0a * exdusivanwnte à rezl'vnçso da œ efa. E H quedo consNtuium a ea> de mobilizartodosdadesem es% turaprôpG ondg m> e cziança têm a opoemid adeos seusm ouaos po interagirem = tx sio por issoampëar o foço de e o do m squisador ao analisar a int c* çm eraçâo m âe,-


UKIM12.18CONCEN AO DE ROUBO EM PRK ESCOT,AQNSM ARTINS.Re A+ -G ESP -Universiœ e EsM c lPaulisk- C = pa de SR Joe do R io W e* - Depe Edu- R .Pxeinao do em o pioneko * J.Pia> 'O Julga enoM ori % Cri= 9l'a viu m os as O ne buiçöes a * e zdo K bx ax nx pçR de D ubb œ c* ça e ele ora os = prœ M im ento pnavaliv es* O nœ ie œ M 'An- préev le es.N * prv M imex nt= os = a hise ria qx envolve = M ueno roubo e exnm innm ogx m o prée v lv es rv ndœ * qx sB es sobre o roubo xr % ouerru o,o porquê desœ respoe ,% sM * mo aviia os a pœ- çe% nn'snça a p- - > ,O ntz gência e reliivie de rep u .Tex mo sujeio s80 Gi- de dw préesx lu .= pûblio e ouHpe ode ,dhidi- = n-a- esœ la = dw h'- *.* (e ores em enoM )pnx nHxmo:que 'vlxq> ciR çase ne % re> doroubo ser erre e K justm - em es* resposG apresentxm oKxtipos de e -œ O s,do m ais ele ru o.a 're- sH pl- /,ondeene nk= os * mo je moativa de sœ = 2 o o roubo.a quebm danozm a de rœ iprx i- e,po t= os = bœ prx is= os * 2go em1- .pasunao N rjugtine u ese Ktipe ,evie e de p= ie .apelo a religiosjana- e re- œ Ke eencie , - M * mo jéapxx nt= jtug= o * s = M çR da Ktene . Akavés deseresule os O nsid- s que a O nsA çe de re- sx iais é > 1sp- > do que Piu et O nsie vw m is emboa nR l- hAmo:lv .nao na 111:1 r1.. * fo= eo licil.qœ esàva haveM o =roubo,1M n.* as nrixnçe pe e ber= o e dee o * mo œ .


12.19 c..n..m , c.x.c.. (x w a z- ya - x eam- > * & M x logta > œ );a ,E . * (>œ ) 'a - ae a s - 3- Fe m xm m v u m - io -< ezo u ua * C- Y < M m .H at- ae lv- e - m l- s M e - s e > es- mœ - .> œ 1o œ m - = M ,> = x dtew-r e eœ Gz* > - - . > - r m l- s- - œ m > = - > s = % e x œ >m = % o G - o.0 œ = * œ stœ .- 34+%= M or M - ta œ - 3- < = p% œ G a- = cro .O e leu w œ sG - 3Mfo& > st> a p> - œ H i- * c> œ- i> .O e = < to œ m uttlie + œ >a - œ = crl- œ f- r œ > - > e >m œ mce ïo œ - > .œ e elœ fo= lB e-' (9 > -> e 9 - 4- ),= i- s > > 18 e m - s m -= osa > - cl- œ > c- A uca,st- >m - œ s% œ > M o,> s- = * œ %. Fo> feiœ ote œ - s œ fl- .œ œ z >M ,N ce c- a,M * * * e s œ * e euo œ N u o,u:144+- a - ca œ e ela $- .> a/> v - = - - c> ,- le &- - > % - > > ee s< > - M ct- > 1o e ete f% .Fo= > >- 216 epe œ < - > M c* > l% cH -- - - a . u = > = < > . q - M r- , o-> a W - ep- œ .- 1- œ > 'z- > œ= >= < > œ r- r * d t> (œ * - œ )e * - -x r (œ * A œ ),- v * m - - f- r * W u -m = - - œ - si- s:&.a am fott- m r =c rlo = a > b m 'a'x Gzb. m r = cn -' - -> m lo l< ; e v les œ f- r œ - r - 1* - œ> * c * > * =ro> - œ > f . œ .o& v e M- ca = -,> a vit-* .Aa% - H ta œ > 1 àM * a - i- -c n -' .A pm - œ G - œztx e - c> .v -e s t-' ' - > 1* s œ G cn -' p > = a s œ azo x scx - ' e Ptv t. (*)> 3m4e x< œ >etI*


ut1 :12.-20 o sRso EoucAczoxaL FuxoAxExTAL EM cRz -AxçAs os cLAsss MéozA: zxFLuzxczAsIDADE E sEx o .H e loisa M ou lin de A lencar , Antonlo Carlos Ortega ,Alessandro Fazolo Cezirio, Jos; Carlos Gomes, RodrigoB issoli M iran da . Universidade Federal do Esplrito'Santo.E ste t rab alh o ṭeve por obletivo investigar a inflB3ncia da idade e do sexo na caracterizaçxo do Herroèducacional fundamentaln, o qual di= respeito Lconvicçxo de que a crlança nRo faz mais do que a&ua obrigaçRo quando se domporta bem , nada merecendo por isso , m as qu e deve ser repreendida e mesmocastigada , quandg se comporta mal. Participaram czmo suleitos 40 crianças de classe média de uma escolaparticular de Vit3ria, ES: 20 do sexo masculino e 20 do sexo reminino, que rrequentavam a prlescola(com idade entre 5-6 anos) e a 4: sirie do1* grau (com idade entre 10-11 anos). Foram utilizadasseis iistirias: duas do domlnto moral, duasdo domfnio pr3-social e duas do domlnto acadzmico.Estas hist3rias representam adesxo ès normas ou sBcesso e transgressvo das mesmas. Os resultados obtldosatrav3s da Anâlise de VariYncia (ANOVA) permitiramverificar que: (l) no domlnio moral, o sexoe a idade nRo apresentaram direrenças signiricltivas em relaçxo è ocorr3ncia do 'Ierron; (2) nodomlnio pr3-social, o sexo e a idade inrluenctaramsignificativamente o Herron, sendo que: (a) somenteas crian ças de 6-6 anos com eteram este Herron e(b) as crianças do sexo feminino apresentaram-noaom mais rrequ3ncia; (3) no domlnlo acadpmico, apEna s a idade apresen tou direren çasoAsign ificativasem relaçRo ao rererido Herrof', ou seja, enquantoRs crihnças de 5-6 anos o cometeram, nVo hâ evtdlnaias de qu e ocorra com as crianças de 10-11 anos.


12.21CONCORDXNCIA INTERGEM CIONAL NA REPRESENTACAODA M ATERNIDADE.-PKIKAna C.G.Dï- ,Rita S.f,olw ,Carolina L.Schulte.Claûdia Goularte e -Renata Prosdocimi. Departnn- o de Psioologia,Universidade Fe eraldo Rioevrsn'dedo sulA maternirlno > de representarpara a m ulherum m om ento deredesniçâo,% to narepresentaçëodesimesma comonarepresental ode sua m:e.O objetivo deste estudo foi investigar a concordn-nciaintergeracionalna representaçâodamaternidndedejovensmëese slnqmâes,levando em consideraçâo os contextos sécio-bistéricos de r-qdngeraçio.Participaram do estudo 10 mâesjovens(de 18 a 25 anos)eslznqmâes(de 46 a52 anos).Utilizou-seumaentrevista semi-estruturnanemque se solicitava aos sujeitos que mencionœqsem caracteristicmsreferentesa trêsdim ene es:'vnr.ê como m âe' #'slmmm âes/lilhascom om âe'e 'como uma M a mâe deveria ser'.As entrevisœ foram analisadasatravés de ums nn4lix dè conteûdo com hnqe nascategoriasem ergentesanq priprias descriçöes apresenlndnq.Nos dois grum s as descrie esapresenta-m três categorias princia is: investimento afetivo.caracteristicmsde m lsonalidade e regulaçâo-controle do com portam entodota)filhola).Nëoevidenciou-senenhum tim de contestaçâo explicitam lmsjovensmâes.Ascarateristicasda categoria investimento afetivo,tais como dedicalo e r>rinho.N ecem ser esquemms referenciaisbésicosna representaçâo de maternidnde de ambos osgrum s.Poroutrolado,evidencilmm-se algunsasm ctosN culiaresao grum dejovensmR s,como,m rexemplo,uma preocupaçO em incentivara autonom ia'odo filho e constrmrespaçostanto para simesm a com o para os fllhos.Asmëesdo grum dessasjovensmâesvalorilnmm maisa caracteristicadisciplina-educae denko da categoria regulaçëo-conkole.


.EIT'N12.22EFEITO D O SEX O DO SUJEITO E D OPROTAGONISTA NO JULGAMENTO MORAL DE AO FX:'A G RRSSIVA S. Claudio H utz, Jovana Serra, A lice Silveira,Carlos N unes,& M ârcia A nton.Dept.de Psicologia.UniversidadeFederaldo Rio G rande do Sul.O objetivo do presentetrabalho foiinvestigardiferençusexuais na avaliaçâo de transgressôes sociais ou m oraissexualm ente estereotipadas. praticadas por personagens do sexom asculino e felninino.com base no m odelo de desenvolvim entolnoral proposto por Turiel. A am ostra foi constituida por 690sujeitos, de ambos os sexos.estudantes de.segundo grau emescolas ptiblicas e particulares.Foram utilizados doiscenl ios.Oprim eiro envolvia espancam ento de crianças;o segundo,violênciacontra o cônjuge.M etade doscenârioscontinha uma explicaçâopara o comportalnento agressivo.Ossujeitosresponderam a umcenârio em que o protagonista era do sexo m asculino ou do sexofem inino. Foram obtidms respostas avaliativas da açâo doprotagonista.graude prejufzo causado àvitima,graudepuniçâomerecida pelo promgonista. universalidade do julgamento esentilnentosdo sujeito com relaçâo a açâo.Asresposœ foramtambém classificadas como representando julgamentos da aWocom o transgressâo m oral,socio-convencional,nâo-transgressâo,ouincoerentes. coln base no modelo de Turiel. Os resultadosm ostraram que as situaçöes de espancamento de crian- sâojulgadascomo transgressöesmorais,independentementedo sexodo promgonista ou do sujeito,ede haverou nâo uma explical opara a açâo. Nas situaçöes de espancamento de cônjuge,ajustiticativa para aaçâo reduziu significativamenteo ntimero derespostasque consideram a açâo uma trapsgressào moral.Sujeitosdo sexo masculino consideram que o graudeprejuizo e a punilom erecida com o m enores quando o protagonista é do sexomasculino.Sujeitosdo sexo feminino respondem deforma similara protagonistas de ambos os sexos. Estes resultados indicam queo m odelo pode sersimplista.pordesconsideraro contexto em quea açào ocorre e as idiossincrasias de ditbrentesculturas.


12.23DIFERENCAS E SEM ELHANCAS NO DESEN-VO LVIM EN TO D O R ACIO CW IO M O R ALPRö-SOCIALDE CRTANCAR E APOI,RSCEN-TES BR ASH .Em O S E AW A ICAN O S.Sflvia H .Koller.Cléudia Frohlich,M â cia Silva eGustavo Carlo.Universidade Federàldo Rio Gm W e do Sul.Este estudo visou a investigar as tèlaçöes entre odesenvolvimento do raciodnio m oral prö-social de crianças eadolescentesbruileiroseamericanos.Foram testados219 sujeitosbru ileiros e 67 americanos,de ambosos sexoj;com idadesentre11e 15anoscom o PROM (Medida Objetiva de Raciocfnio 'M oralPré- . social),adaptado parauso no Bru il.O PROM consiste em 8dilemasentreo dçsejo do benfeitoreanecessidadedo receptordeajuda e elicia resqostas categoriudas em cinco sub-escalas:Hedonismo,Necessldade,Aproval o,Estereotipia e R.aciocfniolnternalizado. Uma série de anâlises de regressâo hierârquicuforam conduzidaspara avaliar:(parte 1)asroracterfstiroqdo grupobrasileiro e(parte2)ascomparaçesentre osjruposculturais,idade e sexo. Os resultados obtidos na anâllse da parte 1,dem onstraram que,na amostra bru ileira,ascrianças e osm eninosobtiveram escores mais altos na sub-escala 'de aprovaçâo. O sadolescentes e as m eninas obtiveram escores mais elevados nassub-escalu de estereotipia e raciocfnio internaliu do.Os resultadosobtidos nas anélises referentes à parte 2 revelaram que houvediferença na sub-escala de raciocfnio internalizado, sendo quea d olescentes de am e s os grupos e crianças am er'ica'haapresentaram maiores escores. Houve, ainda, difçrençasignificativa entreasidadeseossexosnasub-esm la de aproval o,sendo que crianças e m eninos de ambosos gruposapresenœ amescores maiores.Em contraste,adolescentese m eninasobtiveramescores m ais elevados na sub-escala de estereotipia. Estesresultadoscorroboram achadosda literatura que comparam esœduasculturasem termos de desenvolvim ento m orale confirm amastendênciasesperadasno curso do desenvolvim ento prö-social.


utlTa12.24RELACöES ENTRE RAclociNlo MORALeRô-so clA L E RA CIOCINIO M ORALM ariane Cruz,Elisângela Arbo,M ârcia Silva &Sflvia K oller.D ept.de Psicologia, Uafverwfde e Federaldo #// G rande do Sul.Estudos am ericanos que com param o raciod nio moral(conforme proposto pelo modelo teörico de Kohlberg) e oraciocfnio m oralprö-social (conforme proposto por Eisenberg-Berg) revelaram graus de correlal o inconsistentes.Este estudovisa a investigara relaçâo entre estes doistiposde raciocfnio numestudo com sujeitos bra ileiros. Para tal, foram testados 67adolescentes de 10 a 16 anos,de ambos ossexos.Foram utilizadasduasmedidasobjetivms:(a)SROM :para avaliaro raciodnio moralem cinco esë gios do desenvolvimento, segundo a teoria deKohlberg;(b)PROM :para avaliaro raciocfnio moralprö-social,segundo a teoria de Eisenberg-Berg,em cinco subscala ,a saber:necessidade. aproval o. estereotipia, empatia e raciocfniointernalizado. O s escores obtidos em am bas as medidas foramsubm etidos a um teste de correlaçâo de Pearson.que revelou um acorrelal o significativa (-.35)entreosesëgiosdo raciocfnio morale a sub-escala de aprovaçâo. Este resultado é coerente com osachados tedricos de Kohlberg e Eisenberg-Berg -quanto m aioroesë gio de raciocfnio m oral m enor a necessidade de aprovaçâoexterna da prö-sociabilidade.Nâo houve correlal o significativaentre os dem ais escores. Este resultado corrobora alguns dosestudos am ericanos que avaliaram estes tipos de raciocfnioutilizando medida objetivas.Neste estudo,para melhoravaliaresta relaçâo sugere-se queseja aumentadaa amosea.Para outosesmdos,sugere-seque sejam utiliudosentrevistasdeavaliaçâo doraciocfnio m orale do raciocfnio m oralprö-social.


12.25BEM -ESTAR SUY ETIVO EM CRIANCASDE RUAM ércia Silva,Sflvia Ko ler,& Cléudio H utzD ept.de Psicologia, Universidade Federaldo Rio Grande do Sul.etlTEstudos anteriores dem onstraram que nâo havia diferençanos nfveis de depressâo e na declaraçâo de sofrim ento entrecriançasde rua,criançasde nfvelsöcio-econôm ico baixo e örfâosinstitucionalizados. Este estudo visa a investigar o bem -estarsubjetivo decriançasem situaçâo derisco pessoale social.Foramtestadas43 criançase adolescentes,de am bosossexos,que vivemou trabalham na rua. A idade da am ostra variou entre 10 e 17anos, média de 14.7 anos. Cerca de m etade da am ostra eracom posG porcriançase adolescentesque trabalham diariam ente narua,masgeralmentevoltam paracasatodasasnoites(criançaqnarua).Osdemais.geralmentedormem narua ou em albergues,nâotendo contato diârio com a famflia(criançasderua).O instrumentoutilizado foia Escala de Satisfaçào de V ida. desenvolvida porDiener e adaptada para uso no Brasil por H utz e Koller. Osresultados foram submetidos a uma AN OVA que revelou nâohaverdiferença significativa entre bem estarm anifesto porcrianç%de rua e crianças na rua. Foiporém detectada um a diferençasignificativa entre sexos,com meninosm anifestando fndicesm aiselevados de bem estar do que meninas. A interaçâo sexo porcondiçâo de vida tam bém nào produziu diferençassignificativas.Estes resultados sâo compatfveis com achados anteriores quesugerem nâo haver diferenças significativas entre os nfveis dedepressëo de criançasde rua,örfàosinstitucionalizados e criançasde baixo nfvelsöcio econôm ico.As diferenças de sexo refletemdiferençms culturais. ampliadas pela maior vulnerabilidade dasmeninasa abuso sexuale maustratosem geral.


uFKq12.26ESTUDY DAS INFLU/NCIAS SOCIAIS DISCRIMIMATNAS QœINTERIEREM MA INTEGRK AO D0 PORTK OR 'DEDEFICENCW M ENTAL EM SEU AM BIENTE SOCIAI. M ilr nA Y e e,Aria- Slm - llo e G - ta Gm .- '-&.E LA inlegraçso da pessoa portadora de de%ciência mental(PPDM)esté presente em todo o sistema dp educaçso esjeclal:professores,proAsslonals,pals e mesmo a socledade questlorymeste processo. M as a nbssa realidade esté pautada nopreconceio ! despreparo e desinformaçso de todos os segm ed ossoclais dmcultando a norm alim çso. a integraçso econsequenlem enle a Independência da PPDM .M sim a presedepesquisa teve como objetko estudar as iniuênciMs sociaisdiscrimlnatkas que o podadorde 4e:ciência m:ntalsofre no seum elo ambiente. Fom m reale das entreistas semFestlu uradascom 19 proisslonals da érea da deiclência m ental.As entreMstasforam reale das no Iocal de trabalho. O s resutados fom manalsados qualRatkamer;e em 9 itens que seguem:1)anélise doambiente soclal;2)a percepçso da sociedade;3)a discdmlnaçso;4)compodamentos apresentados pelas PPDM;5)a famflia;6)oensino especlalizado; T) as contribuiç6es da PPDM; 8) aspossfvels 'çontribulçses da sociedade e 9) a integraçâo. Osresultados gerais'alcanjados demonstram que a PPDM soteinsuêncla direla do amblenle Soclal. um a Iniuência repleta depreconceitos. percebendo o PDM como inûtil, agressko einadaptatko o que Ièva à m arginalkaçso dessas pessoas , incluskepor pade de suas fam ilas que nem sem pre padlcipam de se4processo de aqrendoagem.Para a sociedade elès n5o s5ocapazes de realcar além de sewiços repetitkos ou domésticos .Frente aestapercepçso pode-se concluirjee sua inlegraçso selana fam ila,na escola ou na cùm unidade esta sendo dxcultada peladlscrim inaçso e deslnform açso.


12.27TO RNAN DO M AIS FUNCIO NA L A R OTINA D EDuAs CRIANCAS PORTADOM S DE DEFICIENCIAM ENTAL SEVEM .G RO SSI,R.;AND M DE .A ,;CA RD O SO ,A.; SILVA,A .P.; RO DRIG UES,A .S.;CALVO,Z.A.;BUM NELLO ,A.S.; PERE Z , L.R.O J ' S0U M ,p.E.;M O NTIM OR ,R ,O .- UNIVERSIDA DE ESTA DUA L D ELO ND RINAO presede kabalho teve como objeW o tomarmalst nclonal a ro:na dlârla das crlanças, de m odo que asatended es passa*e m a keinâ-las nas atvldades de culdadospe*qnals dlretamede nas e laçöes. M crlanças u opo% doras de descl:ncla menolR vera,sendo um a do sexom asculino,com 11 anos e um a do sexo fem lnlno com 12anos, am bas intem as num a lnsœ lçëo de m enores. Mcrlanças e o culdadas porduas atendentes que se revesamem doie Kmo F da* 8 às 14 h*. e das 14 às 20* .dlariam ente.A ro:na fpIImplantada na prôpria Instit lçâo e asatended es receberam keinam ed o dos com portam eG os aserem ensinados às crlanças na sik açâo naK ral.Foram feias7 aieraçses na ro:na para que es% se ajusta*u asnecessidades das crianças e das atended es.M anâ lses detarefas foram feitas e refeias conform e as cKanças adquiriamos novos compoe m edos que estâvam sendo keinadospelas atendentes.0* rea O dos parclale foram :am bas ascrlanças adqulrlram novös compo% m edos na ârea deconduta adapta:va de culdados pew oals, no eA nto,tam bém adqulrlram novos compodam ed os nas O gulnteséreas:comunlcaçâo,habildades K clals, Independêncla naIocom oçâo, m as na* âreas: vlda no la r?desem penho nacom unidade, saûde e segurança, habildades acadêm lcast nclonals, lazer e kabalho nâo houve ganhoscomportam eA is.Mesmo as crianças n;o tendo ganhos emtodas as âreas de condutas adaptaW as, os resultadosparclals nos moskam que um a ro:na es- mlrada podebenesclara crlança nâo som ente na érea que se tem com oalvo,m as em oukas tantas,com o foIcltado aclm a.e- I


#FM12.28tm > çAo DE V X CM coMm e NsE AUDIOLöGICM NA AQUISIW O DAY GUAGG EM CRIM CA DFm MAUD> A.A m eta Mrlnclpe M AudiololaEducaclone é a m ter aD o M aux y o no rem e rlodo den clente aux tlvo. Pc a lsso M ola-se otrem = ento aux tfx ,que é a m xnelra oonsotente depropfolr ao den olente aux ttvo as condlçses quepossiblm xm à orl= D ouW nte aprender a 'oue 'eproduzlr fe a. O obletlvo do .presente estudo fo1posslbm e a llm x crl= oa,do sexo fem lnlno,M erm Alor uso possix l de sua auG l o resldM . NoM olo do estudo,em 1991.o sW elto tlnhx 4 anos delaM e.O prooeafm enO oonstltG u no aproveitAm enodo resfduo aux ttvo onde um m e do de trem o dedtscrtm lneo com pr e= entos audltlx -vtae evtslM -auG tlx . em sltuaoôes a1Ae As, o-lonax averbe ae do sw elO X ante destes estM ulosser M de genere ae pr a as demals sltuaçöessem elhAntes. Com o trem o de apro> se:su oessln s fot M vendo = a= ento pror esslvoqu anto M exlgên c- de verbm apâo de foneM s,oqu< posslbm tou o desenvolm m ento M M # oauœ tlva e,oonseqûentem ente,o M olo M ayA lçâoda lm >gem e, posterlorm ente, o lm olo MG abetlzàl o.Até a presente M V o sW elto enoontraseem =plo desenvol< m ento eacolar, em esoolare> ,oom pror esslva aqm sle de vooablllArlo,O ndo llm A m terae satzfat6rla com orlan- eadG tos oue tes.


12.29SEM QUERER OU QUERENDO ?JulianadeBarrosGuimarâes(Departamento depsicologia-UFPEI.Orientadora:M aria da Graça BompastorBorges -F F eDias(M estrado em Psicologia-UFPEI. - -Os estudos de Shweder,M ahapatra & M l'ler,Haidt,Koller & D ias eDias,M artins,Guimarâes& M ariz defendem que a distinçâo entre osdomlnios ' morais e sôcio-convenc ionais é especica à cultura einseparâvelem termossubstanciais.O conceito de dominio M oralparaTu 'nel,limitado aquestöesdedanos,direitosejustiça,nâo explicaa :experidnciamoralda maioriadossujeitos.Variando de culttlra paraculturw o processo de Julgamento M oralpode ser apenaso resultadode uma Inm içëo M oralou de um Rsciocinio M oral.Com o argum entam ,Haidt, Koller & Dias o Julgamento M oral parece ser produtocomplexo daintukRo e do raciocinio.Baseando-se nos estudosdeM iler & M ccann que investigr am a reaçâo de crianças aostransgressoresda condiçâo intencionale osda condiçâo acidentale àsvitim as destas transgressöes, procurou-se observar as.reaçöes decrianças,de idades e niveissôcio-econômico distintos,à transgressöesacident mse ' intencionaisde nonnas moraise sôcio-convencionais e àsvftimasdestastransgressöes.Deste modo,a amostra constituiu-se de20sujeitos(10deNSE médio e10 deNSE baixo,sendo 05sujeitosdeseisanosde idade e 05 de oito anosde idade,dos quais oito m eninos eoito meninasde cada grupo).X cadasujeito foiapresentadauma sériede quatro histôrias qualifcadas como: acidental-m oral', acidentalconvencional;intecional-morale intencional-convencional.A ordem daapresentaçâo dashistôriasfoirandonizadas.Apbsouvirem ashistôriasossujeitosforam questionadosquanto aos critérios dejulgamento(presençaderegra,relatividadedaregra,contingênciada regra).ascategoriasde justiGcaçëo equanto asintensidadesdoserrose daspuniçöes.Os dados foram submetidos à anélises de variâncias. O sresultados demonstraram que os transgressores das condiçöesintencionale moralforam julgadosmais seversmente que os dascondiçöes acidentale convencional,sendo também mais m erecedoresde puniçâo.Portanto,osresultadosobtidosm ostram que as crianças,apartirdos seisanos,consideram a intençRo do transgressore asregrasestabelecidasao avaliaro seu ato.wpojo,.cx pq


#Ke I12.30TIPIFICAX O DE ERROB EM UM JOGO DE REGM B:UmM ORDAGEM CO NSTRUTM STA.s- o 'sl&elra de Quelroz - Une rsldade Federaldo Esplriosantor èpadamento de Pslologla Sotlal* do D.senvoMmento.0.objete deste trabplho é @ d* I- dig. rvem um tontezo mltrmgenétIto,o O tlotlnlo Iégico,no qualseré destatado a Impodântlados erros proe*dlm*ntals(@u N ntlonals)na tonMmçâo de edrMéglasde resoluçâo d le das em um jogo de regras.Padltlpaxm dapesqulsa 06 sujeio s.alunos do pKmelro perlodo do turso d. PsleœIogla da Unkersldade Federeldo Espld o Sad o,tom ldade edre48 * 25 anos.u lkamos ume m odaldad. do Jogo da Senh. nasversôes de 9 e de 16 slnals qu@ proplclaram a segulnte sltuaçâoeo erlmental:os sujeltos foram submdidos a 9 pedldas jogedaseom o 4o erlmentador. M duas pdmelres padldas see ram aadaptaçâo â sRuaçâo de jogo;as tlnco padldasseguiptesis--ma w alaçâo da tpmpreensâo dos sWeRosMrw ésda vec taçâo d:nûmero médlo de elos eometldos e do nûmero médlo de logadesefetuadas.M du4s ûRlmas padldas deram supode ao trebalho deInte- enç:o baseado no método tllnlco-crilto,quando l le mosuma tategoebeçâo de perguntas e de respostas em N nçâo d. pr*qedlmentosde explore âo,d@ justMtaç:o ou de tentrole.Com basena teoria plagetlana fo% ulam os es seguld es hlpéleses de pesqYsa:(1)exlstem oKo tlposde erros,dTeredesdosatualm@ntetless:seadospara osjogos de senha com 3 e eom 4 slnal. s que deteM pnam ume novatlpmtaçâo especmta para o jogo com 9 e com 16 SFnals;(2)esta nova tlpMtaçâo é tompdkelcom os ne lsde t@mpreensâoW ,IB. 1* l1ltals tom o propoMos porPlagel.Os resui&dosobtldos tom base na avalaçâo da O mpreensâ@dossul:ltesenos asped os qualietkos de *xp ltaçâo sobre os protedlmentosadotados pelos suleRos.fom eqlda nosm*mentosdesInteM nçses,coe rm am a e lidade des hlpôteses.


A wâu sE EXPBRTMENTAL ooC O- ORTAM ENTOSETOR 13


13.01DOZE EXPERIMENTOS EM EQUIVAL'NCIA DEPOslçâO.1% L. PaniagovOlavo F. Galvâo,Ana C. Fo nça, * Neusa A. Slm öese.Romariz S.Bao se.Univ#rsidade Federaldo Paré.Belém -PA.DadosdisK nivelsna Ilteraturademon # onaqualos estimulos sâo apY sentados tem sldo apontada com o um a fonte nâodetedada de O ntYle que Interfere na foM açâo de discrlmlnaW esO ndicionais e de classes de estimulos,em pYr- imentos de esO lha segue oo me elo,Indiœ ndoquea> #o dosest-lmulosem slmereceR rinvestlgadacom o um a variâvelrelevante.Doze expeKm entos foram realizados com oobjelivo de veriflcara foc açâo de classes de m ulvalêncla de posl o.Osex> rimentos ocorreram num a seqûência onde os Y sultados dos testes eentrevistas de cada um pYK nonaram ' elementos para a definl o dosproce lm entos usados nos expeNm entos sucessivos. Foram utilizados 33ljeitos adultos,clnco Glanm se um mao co.Utlzou-se um microx mputadorMadntosh Classlc.Os estimulos eram quadrados cinlas apresentados emqualm uerdasnove K siW esde uma matdz3x3.Noinidode cadatentativaum quadradofIO cinza (meelo)e oRo fio m brancos.A# sa OsK sta aome elo.te osos quadrados ficam branœ s e.um eundo dem is.três outY squadradosfio m clnzas(O mpara/es)e os demals permaneoem branoos.com o prooedlm ento de ev lha a* Rréria segundo o m odelo,te inao m -seseisdixdminaW esAB/AC (exe rimentos1e 2),seisdle 'minaW esAO'DC(exe rimentos 3,4.5,6,7,9,11 e 12),e sels dle.rlminaW es AB/CB(ev Kmentos 8 e 10). Uma ent- i


um13.02 A NOMEAO O DOB ESTIMULOB E A EMERGêNCIADE RELK OES DE EQUIVALêNCIA DE POSIçâ0.A na C dstina Gosta França-*Unlveo idade Federaldo Paré.-O èresente experimentoobjetivouverificarse anomeal odos:estjmulos fadlitada a emergêncla de relaçöes de equlvalência de posil o.Foram sujeltos sels estudantes.Utilizou-se um microcomputadorMadntosh eum procedim ento de paream ento com m odelo, com atraso zero. semx rreçâo e pYcedimento *complexo-para-slmples*.Existiram duas O ndi/ esexperlmentais: (1) Mosil o como estfmulos e (2) Ietras gregas comoestfmulos.Na primelra Gondil o,cada sujeito podeKa serexposto a atéquatro O nflguraW e s,ondeasrelaçöesentreosestfmulooposlçâovariavamde uma para outra.A odem de apresental o das O ndld es experimentalsera parclalmente determinada pelo desempenho do sujelto.Apresentava-se apKmeira O nfigural o.Caso os resultados fossem negatlvos,solicitar-se-laque o sujeito nomea*- os estfmulos,entregando-lhe uma folha oom umam atriz sem elhante à do m onitor para que escrevem- os nomes dosestfmulos.Talpmcedimento era realizado duas vezes.Na segunda condl# o,nom eaçâo nâo era solicitada.Ao finaldo experim ento,apresentava-se um aentrevista.Apenas um sujeito demonstrou a ememêncla de equlvalência deposiçso apös nomeaçâo. Um segundo sujelto demonstrou equivalênciaequivalência de posiçio Iogo na prim eira oonfiguraçio.O s outros quatrosujeitos n5o demonstraram equivalência de posl ok mesmo apös asolcitaçâo de nomea/ o. Tës desses quatro sujeltos também nâodem onstraram a em eN êncla de equlvalêncla com Ietras gregas. Naentrevi


13.03 VM Tzsu oz SIMETRXA oz Posw Ao coMM AcA co Ateles panlscus panlscus - Rom nrlR dasilva BARROS * - Depm amento de Psicolo/a Experimental -U niversidade Federaldo Paré.A literatura da ârea de equival:ncia de esdmulos relataFeqûentem ente a dilculdade em se obter a em ergência derelaçöes de equivalência e de suas relaçöes delnldoras,especinlmente a sim etria e a kansitividade, com nâo-hnm anos.Um a das hipöteses levantadas na literatura da ârea é que aposiçâo dosesdmulos assum e um papelconkolador,discultnodoa tarefa praessessujeitos.O estudo da prépria posiçâo com oesdm ulo, nesse senido, parece ser relevu te. O presenteexperimento objeuvou verifcc se simetria pode serobuda apne'g de um leino de três relaçöes enle posiçöes com oesdmulo. Um m acaco Ateles paniscus paniscusexperimentslmente ingdnuo foiudlizado como sujeito e 1xmprocedim ento de pareamento com o m odelo foiusado para keinodasrelaçöes.O experimento donstou de 4 fases: 1)keino debebedouro,2)modelagem da resposta de pressâo àschavesdopainel, 3) teino das relaçöes condicionais, usando umprocedimento onde M cinlmente apenas o esdm ulo m odelo e acomparaçâo correta estavam presentes e depois as comparaçöeserradaseram inkoduzidasprogessivamente,4)teste de simee a.Osresultados m oskam que sim etria nâo foiobtida.N o teste.aohwésde hw ertera flmçâo dosesdmulosmodelo e com paraçâo,como esperado porsimezw o sujeito respondeu do modo mnl'ssemelhante ao keino quanto possfvel, dem onskando novasrelaçöes enke posiçöes muito parecidas com as relaçöeskeinadas.Esse surgimento,nos testespde relaçöes sem elh= tesàs keinadas também tem ocoM do em expen'm entos deequivalência de posiçâo com humanos.A posiçëo com o estfm ulonâo facilitou a emergência da simeG a.Os dados apontnm pnm apossivelnecessidade de um aespéciede 'lenm ing set'de sim eG apara obtençâo de em ergência dessa relaçâo.* Atunlmente ligado ao pror ama de pôs-graduaçâo da U SP-SP.


ylz a13.04 xsLacoss coxpxczoxaxs px posxcaoso s -c o xœ x ow z c oxx axx uaL p x co -RNeuza Simôes*, Isa Paniago & Olavo Galv/oe UniversidadeFederal do Parâ, Belëm .In vest igando -se a s condigöes em que relaçôoscondicionais de posigào s&o tambdm relagôes deeq uivalência e executou-se e ste experimento colocando-se asrelagöes condicionais de posiçâo sob controle contextualde core objetivando a obtençâo de classes de equivalênciade posiçâo. Estudos anteriores demonstraram que a tarefade discriminagho de posigloe por ter os estfmulos fixos,poderia estar faciiitando a aprendizagem de discriminagöessiaples er dessa maneirae ocasionando as falhas naemergênc ia da s re laçöe s de equivalência de posiçâo . Umaform a possfvet de garantir relaçôes condicionais .entre ose atïm uios de po siç âo e seria coloo â-los sob controlec oo textual . Ape sar da concepgào de que as classes deestfmulos equivalentes devem emergir de relaçöescondicionais estar sendo revista por Sidmane a obtençâo dero su ltado s po sitivo s ne ste experimento poderia serin dicaçho de que r elaçöes condicionaise pelo menos,faciiitam essa emergência. Foram sujeitos uma criança e umadulto normais. Foi utilizado um mierocomputador Maeintoshclassice onde os estïmulos (nove quadrados idênticos) eramaprese ntados em um a m atriz 3x 3.A s relagöes modelocomparagâodependiam da cor na qual os estfmulos deoomparaçâo eram apresentados (cinza claroe preto ou cinaaeseuro). Os estfmulos modelo eram sempre apresentados namesma cor (cinza mëdio). Utilizou-se o procedimento deescolha segundo o modelo nas fases de treino e teste e oprocedimento compiexo-para-simples (treino AB/BC, teste deequivalência CA g testes de simetria BA e CB, e teste detransitividade AC). Os sujeitos adquiriram asdiscriminaçöes de linha de base, mas nâo demonstraram aformagho de ciasses de equivalência de posigâo. Naentrevista finaig os sujeitos indicaram estar sob controleda cor em suas escoihase contudo, um sujeito justlficounAo saber onde 'ganhar pontos . e por isso escolhia.#aleatoriamente. O outro sujeito foi exposto a v:riosblocos de teste até apresentar o desempenho correspondenteà equivalênciae justificando por exclusâo. : possfvel quea cor nâo esteja funcionando como controle contextual, masformando estfmulo .composto com a posiçâo: funcionando comoestfmuio discrim inativo. Pretendemos submeter maissujeitos a esse procedimento e variaçôes para podermosfazer uma anàiise mais uonclusiva das relaçöes emergentesde posigào . eBolsista de Mesttado cApls .


713.05n 'o: D o U :o Dx Tx- o : u u clo Nx xg N xEM RGâNCG # lr u sAo Dl cu Asls K rlvAu m sN* >S.M .M ID* *:N.1L- ,C.K - -'Uo e dade #= - Rde M Iaa r-- '-e U* e af W ew,Ba glr W**-To d: édo doçmnA do o p:ssfw lpapel do uso de - oge donàs -Cïpmea o quc % eom*) m folmaç:o d:çlasrse> ' e zs.oûbjee dtste enm'enfnfoikM sNgark'eeme'ca te opapd dests>fplmaç'p ç çe e g'p d: dasgçgdç çg:m le s.Td sçliœwagd: 4-5 anosfo-makéellmotee ostas alm'lm debaseme 'Ig(suje o::3 sessses;>JG''o2:5 sesse ;mjdto3:9 sessie:tom 48 te a- scada).comdesee e o Kfu or >o œ tde dt 8s% e ace> n. hse e 1m'h. de basetodpsosgujdt/sf@= enœ e ostesap - 'o denomelç:o.0 e 'notondm'zœ enœ'*rogsuje osadzœ *etw np ngpreso çadeM .-DeIXna presença de M .$1* :* > F tsmlça d:B1.*> * > ytsença de dem e e e * ee Jn'o de 1% dr .cr- no - 'o e 1* denomvéç:m Aptsc dos njdt/g npmt- çsponœ ea e ceor œ nente pelo m o o:oseef- .ln: modelo A- te @ tegte 4B e 4: oèe o dç nomeaç:w dtsn:p fpra t/ a s e fom ut a rçlaç:o eb-' n'nM .Essesdedoscl> box aele oge en'oresgo doo eanomelç.ogomc t n:o é guide .1n1*4* 49 og lennog rdadone . pnde ogsujeitos 1e3 fox ueladosaA'- Gnmn:'e eom Ie onlhpresençadeA14RDA vi elm N YaFes- . e M .t@ suje o 2 a *'vuomï d o mesmo que Iamoxna pres- a de A1 t MDO d o m e= o -Zab*napmsenç.deM ,JbgeM u-gçque ê:* %Djdt/: f@= ceœz:sd: tste decœ â tscoM * 'e n'* AB.Dois ddts obX eam gutessoquodo pre -' :> = = k @< nomt: mës @: tennp:rehd:ne n: prtsenç.do moddo &:** o somenk e ppisdete doapm Atnr' @sn/m esm és @ste oxRlad/ne nl pR gençado m oddo et- raçêes.Fzn nenblwn dostee : f/ eZ$% a nomeaçso dosee- o:e/pu uw detemo,rzhdM wi..No e w'*o.todo:ps xje olesp*nlne*me e Y mto 91 W W c @S n* $S m **X @S 'AWM SYad/ne namiozh du 'ene 'ug.A a to dad.zdlç'èA ddcas4fi obg- dano gujeito 2.0%putos 4@1g mjeito:neeeg-' m deO rsa k- - :ts.O sujeo 3fQi@ Y eo â passr n@s testesdeeq- O e mu n:* foit* c de * O & eO cl- ex.r-e': dâdoxdœ /ndmmm dpxn: eddenrl: d? tfdto hes'e'** r do Iw@ df 'e= pBahunne 1m fonnlçao dâ rdlç'o M m e ne Gnl G do daKeqe etada fQ> çb e* = 1@ * CIa- S'q'-' '- -S.P'5* >sobm :stfe os da f msen*ç'o * lm' l/debut edl A ko du rele esAB :AC e gd@gkA %dete Ne Sf*7em nefe:se D.Pesqe a Enxnciae pelo cr q


:1*-713.06R- osDo w r No DE m /- m x DA NO- ACAO NoKR ABR KrITM RG O DK Dls- TM ru çôzg coNprcloNu x NAVm TOGO O DX ULASSM m > AT.Pm !gN- e,> ---M .M @);N yaw Te a M @);c--x o,xx- T-M.(z);G- w pT4x'- M .(z):V- *- x> L.c K A.(1); ,wc.(:);c- l:sh* P.(1)Unlvln ldadl Fldea ld. u 'n- G.- I.G ).r- vmald.dldlp- nl. (a)D e s obudos em pqsqe u na e a & eqe' cl e ee - losx>qur a nom raç:o - pe d f-rRe' dor na fonnaç:o de du geg eql-' entes.Noentwnto.e e- ju qz- êo aestada% nomeaç:o foram obs- œ nodes- e o de en- ças de 4-5 = @s u ermzl ' @ - a nom eaç:o. sasw oœ tona vnule qœ o nëo d susdenk para a fonnaç:o de du ses.Um?hikézia de- '@ dtide*'dadepv cegc p= - ''o p- - aomrsi> fae tc a = + G deG sxeseqA-' lotes.O objeA l d- ee e o foiee o ae- '- os:fdtos ee edftp::con-' osdo 1410 d:iae 'e e enomeaç:o.M o czi- u X 34 > os* ** ae .eb>eme la(e 3 à6 %*:sR sc@m 48 - ' :tâda)e ond= mdesempe o Kfezior ao e*' '@ @5% de atell) no e o de esce a* 'ee de acordp f@m 9 me lm Um d9ss'ujdtosf9iM oteln*an aer *ne- %M pm sençl de M e B1.MDtItK Ia prtsença de M eB2 eGa bonapmg= ça deM @m atâe l @G tée mlnlm/ * 85% d:ac- o em sessèesde - 'o.Nostrsasdenomelç'o osujeito e su o- 'Jn'o de nom e. 12 1- -* < D asvtA-' t e1m 1% de aeœ o.Tr'so> :mjeM sfor= ee oe : * sesee:& e 'o X 'Me 'a*d:(M :BB)+ e l .g eY'n'ode *5% deacertoem gess:eg de% 1o eestr.Nenhzun 4@gsulritos foitapc de estgbdetc .zdaç'o e *' '*AB e sh'ekw de nom Flç:o ou ke @ de ide d.de xnn'm'hoe. 0: rze dxt- he a- ons- drer- â no nfRm- e svss:es e mt ' e- çsesnccg> e as p- @ eA bdece M e dl fsçe â idee a em ciO ça d: 4-5a s = eonm n ç:o cœ en'*nçu de 3-4 R o:.0: A dos obudog nogte m sde sml ' e-'n ek- ..êM '''a** repk mn *qu:1:: ebe os hnlen'e e'a % t'o ton-' X - 'M '/e e e n:o e e naœ e daX daggfseqe e : tm hlzmo@s.EA Smul-d/g>que o m odelo m o m ée e de - b'*ç'@ dl fonnlçsl de chssv:eq-' œ ezpvect nào ser selwfvd a@s tfdtls* e e verbe n: fg= ç:: dedusesee eA s. ' Pfxqe a fmo de pd@ Cr q


13.07SOBRE/OSNAO DE INTERK OES PROFESSOR-ALUNO EM SAT,A DE AULA DE PRTM EM FASEM H Stella Coutm'bo de AlcH tara Gi1- Univermidnde Federalde SâoCados/UniverddadeFederal(la Pare asolange GonçalvesRolim -Universidade Federalda Pare ae- IOs exudos x bre hteraçâo profesx r-nlzmo tem evidenciado acow lexidade dasituaçâo socialda sala de aula,m ostrando a neces/dadede aa liar o foco de nnélise daspesquisas.Alglms aabm os recentesindicaram que aIH das interaçöes diédicas entre m ofessor e nhmoocorr- tnm%ém hteraçöesentre a professora e a classe.No O tanto,obsew a-se que asdfades e a hteraçâo professor-classe podem ococcconcomitatementenassahsdeaula.Estetrabm o objdivaclacqifkaras.sobrepodçöes ezkentes enke as interaçöes diédicas e as kteraçöesprofessor-clasx.Foram evnmm'adasaproximndamo te tres horas e m eiade regie o em videov avaçâo dasatividadesde duas profesx ras e seusre@ edivos nlnnos em duas mnlns de pnm' eira =''e do En='noFuadamentat de escohspfzblicaw nmnda oidade de S:o Paulo -SP eouka da cidadedeJoëo Pessoa -PB.Adotando o enfoque bidirecionalde iu uênciascompoham entaispresentesnasinteraçöes,deGn''-R hteraçëo com o contato inte essoalcarademizxdo peh redprocidade de ,n'fluG cias entre os desemp- hosdeprofessor e de nlunos.Osree tadosmostram a ocorrênoia de doistiposde xbreposiçâo entre as interaçöes,dœ om inadase tônicase e c ônicas.Asprimeiras caraderlymm-se peh idenddade do tems tratado nos dois* osdehteraçâo em curso,enquanto asùltimnsguardam apenas 'mnrelaçâo de m'm nltaneidade de ocone cia.Veri:ca-se o predom m'io dassobreposiçöes e tônicas cujo conteûdo referœse à atividade escolarhdicando quetanto professores qmnnto nlnnosestâo voltadosàs tarefasdemm lo acadêmico.


uœ13.08Ixq-EltAçAo PRoa ssom cn ssE:t-U N D A D B D E A N AT,ISE?M nn'nStela Coutm'bo de AlcH tara Gil-Universidade Federalda Pare a/Universidade Federalde Sëo CarlosLuciane Lira da Cn x -Univerddade Federalda Pare aA s pew uisas sobre h teraçëo profesO r-xlxm o concentram -se nosexudosdashteraçsesdiédioascomo basemetodoltY cadeinvestigaçâo.Recentem ente a interaçào professor-ohhqe tem 1do nosliu d: permie doabordar a cow lexidade da e ''aç'o socialaf estabeledda.Este estudovisa idm tœ car e decm lm o que partirn'lnrlu a interaçâo professor-classe.Foram aanlmndas aproximldnmente trêshoras e meia de re#stro,emvidoov avaçâo, das atividades de duas professoras e seus respectivosalunos,em duassalas de aula de primeira sH edo Ene o Fundamentq deescolas pûblicas,um nna cidade de Sâo Paulo -SP e outraAa cidadedeJoâo Pessoa -PB.O procedim ento de tratam ento eanâlisedos dadosfoinoueado pelo p rm ' cfpio da bidiredonnlidnde de M uências,ftmdnmentando o conceito de interaç:o abordado neste aabm o,de m odoa deflni-la com o: e' xaçâo de contato hterpessoal caraderiy>do pehreciprocidadedeinfbxêhchscoe ortamentaisentreo professorechsse.Otenno olasse refe-'do-se a,pelo m enos,70 % dos nîm ospa sentesemsala de aula.Os re=xlados apontam a existG cia de interdependênoia entre osdesempen%osda professoTa e os desempeo os conjunto do m po denhmosydurante a renlu çâo dastc efas acadH cas.A hterdependênoia éconstatada através da identm caçëo de rehçöes ftmdonais que seestabelecem entre os desem pM hosda professora @ osdos seusal= os.A sinteraçöes professor-classe se estabelecem de trêsmodos:-no inicio deumn atividade,oooaendo sem htenupl o até que astarefas rehtivas àatividade em - s0 termm'em i-podem = interroa idas porinteraçöesdeoutros tipose,em seguida,serem rdomadas e -podem constxtn xlg-seempano de ftm do de outros tiposde iateraçâo profesx r-aluno.A ocone cia da interaçâo profe- r-classe perm/'e discutir apellin&mia de condderé-la com o mm'nunu Y dade de nnnel1'me,a1% dasdiades,no estvdo das hteraçöes professor-aluao.CND


13.09m lYM çöES DR DICAS EM DUAS CLASSES DEPRIM ETRA stkm Do ENSN O FUNDAM EN TALM srisStella Coutm'llo de Alco tm CZ -Universidade Federalda Pare a/UniverWdade FH C aIde Sëo CarlosLen-m'n M :G Rsm osFerreira -Universidade Fedcalda Pare a0 +As dfadestem Wdo a base de v ande pm e dos eA dos sobreinteraçâo professor-aluno.Os obje os daskwestigales visavam oevsme de diversos aspedos da situaç'o escolar com o poT exemplo aco- etência do professor,as condköes de ensino-aprendlx>gemy ascaradedeicaspessoais e acadH cas de professores e nhm os entre ouuos.Um nùmerorelativamentemenordeestudosteveporobjetivo identm oaras caraderisticas deste tipo de hteraçâo. Denko desse contexto, opresente estudo tem por objetivo caracten'yv as hteraçöes diédicas,ocorridas entre professora e almos hdividnniK, baseando-se nabidirecionalidade de influências compolamentais entre os pôlos dahterw âo. Foram analijadas aproximsdamente tr:s horas e m eia deregistro em d deogravaç:o,das ao dades de duas pfofesx ras e s= srespectivos nlxmos, em duas salas de prim eira série do FansinoFundamentalde escolasplblicas,umnda cidade de Sâo Paulo /SP e outradacidadedeJoâoPesKa/PB.Estabdecemm-setantocritériosobjetivosquedelimitaram o M cio e o ténnimo dosepis6diosde interaçâo 2como osparâmetros e os indicadores co- oxamentais que e nhu m taisocorrências.Osresultadosmostrm nosdoiscasos,que tanto a professora quantoosalmos podem tomnga iniciativa ou termm'ar a hteraçâo diâdica.A sdfadespodem serde cula ou longa duraçâo,considerando o Aûm ero deelos entre as açöes da professora e do O m o. Os tem as estâocm den'elcam ente a- ciadosa (luem tom a a iniciativa da hteraç:o e atarefa em curso na sala.A aln'l'me dosree tadosindica que a dinnam lca darehçâo professor-nhmo permite variaçöesna ee utura das interaçöesnoque se refere àscombinaçôespose eisœ tre quem hicia equem fm nh'u eo conteûdo dahteraçâo.AsdiferençasencontraA senh'easdfades oconidasnas duas mnlnsdeaula estoadas permitem di=ntir o papel do contexto dado pelasatividades acadêM oasno estabelecimento dasdadesprofessor-al= o.c* q


ae13.10PR O - DE G SN O W EK OMM LICA E ApRM c o> s> m o:WESU DE CYc= e œ * % % *.Ui= *' FM A P-% ' S* Ce œ A1-4- e- œ'**. Unie e Fe %P- G /U / Y H FM Y A CA I- .Oa* e a> ' = = = - 1X- = lpH- Ado e+ .U > * e > ae * - 6 * -' œe % oalalana * ego o x a- % o . e> ' a > 'de ese .O - * e o oâ'G w œ.-.1.- > > > e - . o > % %% pmaxm- l. % x e w xlo o a>' > % = .ce ge e = > :o A e ao c e mm'lmix œ > dœ2= .F= aujeiu - - > a - * œ = > BG> - nwx m- -l> * > % > c> > Jœ p.u e- * * * 1 e > G e= - * .0a> % o me * 2- H - n*-'rw = = e o a> 'do e - .se e deM u.se sit- de e e ae 2- 1n'2''* Sit- P%(SP).U> SP foie u M nœ1a- * :M * œ * ofe Ym h - M m ;o e * al= œ @ a = - ' dœ> H a1- > N f-m .0: Htulœ d= - od@- H G Y Z- = O SP.A O A G 'oœ xo:'= H> m h N feasc . 0, x 'Woel- m e m > o :çD é- * M - o 2- a- * '11+2- j: oe e V*le e mqulio - = e A SP > . e. o = J% . d. sp ëuau lxaaa . = du > a. - e ao = o = jeœ.---..q% . aX .eY*- @& X > 1& aTgjg'x mlxa- gug- = e * e - N w ae H * O X* X 'm 1X*Z M = @ W ' ,ae o aw o -oo- m-ln- u. sp te o o ao@* aœ ,de > he ,* .* - * R ee 'Ade= Z>* We R 1w lmwm-éoQelonloeloœ o a e ae c*cw /**Y q


13.11 UMA PROPOSTA DE REOISTRO DE OBSERVACAO lDA COM PETM CIA Y PROFESSOR. ;c- en Sevitla CmnçalveadosSantos:-Ui veaidade Fe emlda Pam iGA questâo da comm tência do mofessor m rmnnece atualno qe o da D œM ucal o escolar.A desm ito daschticas aos esh.anqr- liaaoshà vAn'nmdz- ruq,continua m rtinentea busca (% indicadoresobjetivosth eiciêx iado m ofessor em sala de aula.Dentro deste contexto,o p> ente estudo temm robjetivomomrum iaqlnlmento deobm açao do des o deN fessoas e al= os do Em ino FvmaAmentalque > > aw linr amm tência do pmfessor.Regsalta-se que,neste caso,a avaliae da.qe dade do ensino V eia-se M s zelaçœ enia o desem m nho dopmfossore o desem m nho dos almos,vi- do aa aquisiça s egcola sdeqtes.Assim a defmiçâo decritériose indicadom s com m dnm entais daxmm tênçiadopmfpssorlevalm Ontaascondie soferx idasp'âra aiaprendH gem dosalunos.Em consee ncia,osagistmsde observK âoœ ntemplam maisdo que asaçôes isoladasdo pmfessor.A rnnqtmzl o dol'ne mw to de observal o -M tx olo de Regise de Obso açâo daComm tência da Profeasora (PROCP) - envolveu: olxew açxo dos !desa m nhosde pmfessoxs e txs- tivos altuios;deflnie de critérios deavaliaçâo (h qualidade do ene o; estaG lœ imento de indie oipsrenmjmenmentaisalacinnnrlosaosehtérlo: de avalaçâo;o/ Anso çâo doPRX P;aplicaçâo do PRX P;corw - seajuste,g;Ieapli- âo eobtençâode lndicesde concord:naia en% obso adoresindcw ndo tes.jPartici- deste kau lbo ciuco professœ as de prim éH série,doEnsino Fnnrlnmenkl(h * plblim da cidade de Je o Pessoe B.O EIxgistro dosdesemm nhosda pm fessoia e doa aluqosM m rx lizados m r Idois obstw adom sindem ndentes,em sess- s - variavam de 40 à 50 Eminutos,dnnmte as aulas de Lingua Portuguesa.O s N giskos fnm m ix fnmtadospmpice do a adequavxo dosie eadorer c- mo m ontais.dos intervalos de temm fuado: pm observaçëo dos indic dom s,dose&lig- esta% le idos,do M terhlutilw rlo nosRgistm s e da fonna demgbtm de alguna dese- A o:.Obteve-se = G ice dp co= rda ia de95,7% 1u a versëo fmaldo m otx olo.Discute-se ase culdades e implicaçœ de tomxr oom o critédo deavm çâo da qY HAH, do en,ino e eom o inJiP.AHZw 'zAm taisasxlaçœ senta osdeamnm nhoade pmfess- e al= os.'CN.'


#1Aa13.12AvD çAo DE UM m sa x r o PmCM ACqH TZACAO X S QRPRAO RIOS DE TAM m A EESCU A DE M UNOS DE CICO BISICO. Me LeF- M G- d X F- G % Cke P.Boe loWAe C.B- < Ae E.N .* M- lho.M exE.Gu o.wT- ColO l M aH K N% VR - C.M oh a G.dlSoun JV o C.C.* R- (U- * F* œ S* C=1œ) @r- ce S.H= a (U- * * B* ).O po e' X Eqe o da e O kog > * - eh'.- o:o- p- e d. 1œ @ dl e - c- > * 4e mh-+ * @ Eg% que % ,-'h'*>an > > em > w*dx .do * ' do ae e % h-h.nel '*2- *-'> 1.*- e ou m uooqx e R xr,'-e.'-a2-.U> mfonne n- prv d-' > foi-.>h'xa>ox o obje dl ** c,*1*- ***- * = pW > *a x'oa .. > me a ma- = miœ > ' > xo eo.x1-'.- - > - > 1% @ 4. - % .o - *-'m lmO o m --'>% > ' alo g:nome X + ag.4:p* R Ge );empc M o O Y *'+ G * '> * Omle% de- Y a'pe œ lekaoe e aœ lee eo .p- o- 1e% ce @ uc-- e =c- * & - - @ c- e - e Ape e a 16zx og* GdoBH ço * M a- ,oH M OY N u ouxlo - 1..M uça e * œ z- f- - :dlfaarG ' (g3%).- - 38% 1= e33% G*- e œ *x e & @X%.Fioou H e oe x a 21 = + = e 1d* *- - œgœ e ogno R = 1-' - = o * Ge o * * o.= e Ee - o pe 'm e e aavm e do e o * 1* * @ * e .Ce q;C M ES


(13.13ESW ATIVM DE DESEM PENH O EM TESN DET.EIYITRA EM W A DISCHV.N A DE PSICOLO GTA .Jorge M endesde Olivwira-cae o,Domie o:S- o Coelo ,LidiaTveg PPœ IHenxloBzduino, AnxFlévia * Am- lM na.leeirw & D œli*lleRodrigu:e Alvesdos S- oe. Universidn4r de Brasilia .Osregulte osd:progidimentosdenfveld:a pire âo,eY lix aosem le ortérios anericc os na década de 40 , nos qui s o:la entesujeitoststimxm osstusdesempolospage ose/ou lxtnrns enqu=tomalizxm ce> to fas ) indicœn qIo:i)mjeitogcom dmgmmpeO o v ima damédia tendem a subesbma-s:u deselnpilionlisdo quesujeitosçomdesempe% o A ixo dame w eii)oçon'em - l% dif- nça individuisem x amesmatm'efw çom 2- sujeitose estimc do muito s:udesempee o enquote oA ogsuperestima -no.Com objttivo de tex.tism sulte osdilizx do umxtr famaisSçnnhxrxl'fora do le oe o,H>twgtw @ a nota qu@achw - haver obtido em cetœ e.Tendo em vista que nem todog osalmosm sene= m aqestimzivc em todogostedes.osresulte ogde28zlmos,qu* Y m sent- m pelo menos çinço egtim xivu dlrnn- o curso,farxm o aligados.0: alunoscom deseo eO o médio Avnnte o mn ox kla damédiatenderan a subesthla'oss@œ dlselnpelzos m m s qx osalx oseom desenven:o A ixo damldia (- .379),colvobo= do osa sulte os da lh- h'a Uma gla sificw o dos zm o: lm H sm po:comb>enodesempe omidio nomxmo,r imie aixo/médio,indicou que:ilopzm osdo œ po Acimasubestlm - m Rlso des- e o,rtz imxrmoornflmerodetegteg(setedelesexoptiivos),eee.'-xra ter !eenaM o maigpn ce tee do- osalm osdo fimzpo Abaixo;eii)osvzor.sX stasH gm edida pa'a o: alx os do G* o m édio so sihurena- l:s pn osdoig outos R oe,.,l!1 il


allq13.14 u sposn s ol oBslRu cAo:M u Tm xs PoR EsTe Los u FoRçAoou sco N m G oxApo s o r IxFonv Aerw o sG eo on Yukip Tom anarl* e Lfgla M .G deC.M areonda M aekado**Instihdo & Psicologia -Uniw rsid- & M o #. /Esteestudo teveo obje vo de aproftme adescrie dasve éveisrespoe veispela mnnuten# o de resposœ de obm al o (RO)em umacondie de refor- ento indm dente de re/9sta.O ev ema de Frexcluia G- om ia-de-kabm o* com o v = '' avel ddermin= te. Op- x'mento empregado jé foi u lluao por Bl= ce (1975), compombos,eN rSchrier,n ompson e S- tor(1980),com macacow reveladoresultadosdivergentes.Isto pm ie ia = a compe o diretadosdadosem= a &ea de peK in na qual 'mn pe xenn modiGcalo de pr- .dimentodilculo a sist ' de O nclue es. Fo= uh'lx dos seis pombosphvu osdecomida e uma caixa de conzcion= ento o/erO te com umdi= dl respom conlole por equipa O to eleeom m - 1* . Opror- lm ento b/ ico consisuu em sessöes compo% por tentauvas discrasepvnanmporint- alosenke to tativas(lEn Em iguz m obabilidadedeapmxnpe ,moe e * tene va tm lnnva com apresene o livre decomida (H +)e m* e sem comida (TS-).Dura te ambososuposdetentativu a chave de resposta p- xnecia ilxlm lnnd. por 1. bx cw a nâoser que ocorrem.- RO.Neste o.%qn.a O rdo disco em alt- a. de acordocpm o dpo de tO tadva çxn vigor.O esquema de RO cà Vl15spra aprodue de = bos S+ e S-na condie de 1* de base.Em duascondim esexperimentais difcO les,DU s foisupe osto ao V1para aprodue dos estimulow S+ (condil o œlS+) ou S- tcondilo &1S-),o q- to o esdmulo zt- -'vo x ntinuava = do prnaux'do em VI.Todososxjeitosfo= subme dosàsa'ntoondiçöew tendo a ordem deexposieinve A Um a x ndiçe exp- 'm eptal foi sem pre in- 'da ente d-condie esde linhn de b- .Os resule osm oslr= que RO for= mantidasem igualFeqûênciw ez: ambos os tim s de tentativas,nas condie sde linbxdeba .A cone g-encia deDRL resultou = uma diminuie mvœ tenaprodul o de S-m > nâo na dl S+,pn todos os sujeitos.Enketanto,resultom A bém ,= aum O to na - de respostasnas TS-x com pnm dncom TS+. Este a= ento to> difcil concore com a conclusâo deB lo chard de que S- seria ave vo e, assim .nâo m= teria R sposœ deobm a#o.Porouko lado.o pnaun de produçâo deS-e de S+ nâo replicaos Y osde ScM eretal.O m m o- ns.*N lsiso Flmgp **Pee sae X q


13.15A> & % m DO M N R EK -= M > cK M x œ - R B B* œ M oG TR DAm - G DAPmVRI.1* F- - *- * -eu IT- - Km * - - - - - - .- . x * o * - - - - . T . - .- - - @*o- œ - * - .- - -- M - *- *- .-*- W - *' .-' * -* Wem W e- e œ ** - - ** m - - ** .- -> * * * - - * $6% e - - * œ *. . . . . . . x o . .I*1* & - * Pm * > :9* ;lG1)


am13.16BB D PM HI C0dt0RR'TXq:Rn !E l1ë= #415R'.9zr0LlIM % àTRINQ :! M W0lM ôClanii: Td ôrtx.Ke/eeseizas lanma.(ristiu :çœ kt Carl* znle ô#deiro:* :- * * H WJ:0 estnd: io Comlertament: ie i= là& alxxnta xntmténks çuant: alinflnéneks ies valores abxlates & s larlmetx! lû xfn?w scbre ccnmprtamente.ûlresentetrahlb é lmapqlitaçb eamlliaçb & estuledelpeeChvarû(19i?-ez).1),1ueatHdcltlmdAnysn:xmlortamentodee- lh avaHaqesnQsvalexsAix ltûsi:atnx.sem xnsilenrA:vaHa/esnafrelllnclaxlativaierelnrw:Qbtios.zndmeteu-se12icmbosaemnemasxnxcelteslepenienteslelntepalevaHàvel(Cû#C7Nl)n:sçuaisaMzdô1.imeiktlei&delecanececcenéanteem 2/1em faveri:eslnemaem leMe, enlnant: cs valexs abmlutos fonm manilnklûs em lcatmxnli/esezleHmentaisde:9.75/!.25sek:2.25/675>2:275/11.25=k:e;5.25/15.75kg.os:ujeitœ leram ipiide,em iei:m ):::prup:1CûycVls'VI8'.cQm dRjeit:s:m )Q2CCNC% 2û'% 2û',eûm lxjeltes.Cinc xjeitcsdem ):1eQsllztm xjeites& lru)Q2AlretntAnm anmentûsnalnzesde reqcstas eem : Acment &svaleresiQ atnm.?&r& Qs&&2ieiistHh lçb letem):entreesemaemas.b uvenm&m nievaHabililaietntrexjeitns.àintepxtaçltdœ iaiQsfQixqlizdaatrAvésdecmalrepstadeTod4rev(1091).ie1ueatrax efrelûénelaierefûv ievem xranalimiasOnjnntamente.Dentm de> prepcstâ.ânmentôsntsvalnresaàsûlntn!ë0atrax.)rc?x&m mul&nysnQsvalûresplatives1. freçiéntia lerefQ& g.ûanmentoiasrazôesieN odas>& e@eralûOmofcnçb nb &s:&lQx!abxlutcs 1: atrax ,e slm iQs valoxs xktivos & fxçûlnck ie Mfoo sxtalcok& .llém ieloierezlliearœ Mscltalesûbtil:se:m esçnema!lmatra > ra e mfepe.& pmlest. aàrênketambém Qsestn& :maliMii:Omemcemasenealea& s,mnioeomlatîveleem A #d/d0àJ 1 1 .


13.17VARIARW IDADE COM PORTAM M AL M REHDIDAAam'>- *.% Silva (*),Flavia C.C= oH (*).> u- œ S.Barba (**)euxnu Hal- L.H lne er(***)(Depto * Psicolon Ev rimenœ .m USP).obbjevo8-- * dofoiverise o-koleopexk% wn'xhiëe- enmMY ,xguie osese s* Neue erex lae e r>.ossujeio sv.. jfo= 12 * ,'eenHns œ M 1vn< de œ e cionnmlno om m n* x m duaghxe-q (dimio -D e G uerx -E),œm e a * mo Dfore r.O M uisiomlni- po mfor- o foiae s* de4 > X p- un à hx-(.- >1lva) :11 - dn œ nsidee A e a alvocAn * m-moe m ou E).Fo* u1' = H>t trN x nung ' G cias de refor- o : FR4: xfor- o' .- M . % alvv zo % = posœ ; vu y: xforo o . j.- u&cà que * Y 'sx a die buie D ou E ap-- e = 4smuhcia e do= (te 4);YO= :afo- eno o indo a mesxze buie inkmue k derefor- % * VV Y,me ' -a-1- Mk %z- c.4n * = m sœ . Foi = ipule a ore œ ayrexn-cAn du= tlge e K Iongo œ d01:expe* enœ :FR4.VARY,FR4.YOKE,FR4. :VARY (ex- n'- * 1) ou FR4. YOKE, FR4,'VARY, FR4, YOKEt- n'meno 2).Ce fase* A u de10 sessœ ,de45min ou 200 e e vu< o que = > x primeim .QuR o K s'i* = * vano' (U), os= u1* - l>m- qu::a)a ve ine * m uênciu foi > doafor- o opex k (* 0= lndie = e VARY); b) a memKem ue cia * refor- t'no * prY uzu = = teve a w n'xhgie Y> u& ce (O œ YOKE);c)aore * ap-- txciq * x ntingência ne1e s= fasesdeafowm o difev cial% vado (VARD . fafe* osr>u= zkrou os Indi= U qua do as* R 4 e YOc = rrera a* sexe &cà Om afor- * % wnn'nu ie .A e ge % m uG giu= iuY indi= :a)a1 R uência de= > nuna 1nic bm = G-R 4 :YOKE que = 1erM e= a œ ntingGcà œ vano' ;b)rele o lversaœe e ulnçl * e * & u= * M uência eo ne m * alk- c-- ...4n'wmà sua e sœ ,- dn que < uênce œ volx'e * or ne m œalke 1 = rreram sob a Oe gência œ = r1*6An.W = M ul*oHvnlanomavariabilie como um opex k @e ee Ne er.1985).m rémsu- > mnpEae d>sa e ise:seria a Y abili- opex o apeumsub-pre o * mfor- en* dife= cial* a1**x ntmg ' ên c à VM Y 1(#)R lse Cr q (hicie Cientisol(**)> 1:1* Ce q(M'emdn)(***)D lsisu CNpq (P- uie r). impBcio na


13.18SKG R E O PAPEL DM VW VEIS BIOLX CM EM U>W LICK AO COA RTAMRNTAL:Alrtc CONSDEM O ES.. u nwsw Bœ tes de Carvallm Neto (l)e EmmnnuelZagury Toe ho.4IEạyMe- an em Psicologia: Teoria e Pemuin do commrtamoto.Univ= idade FM zernldo Parto Be viorismo vun a-qae a slu ftmthçio m rJ.B.W a% = do acœ o de negligo ciar o valor* ve âveisde ce o biolb#co em mm expëcaç'o dofendm- ocomm rtamO tal.Para a1-cridcos,o Behaviori=m repx tazia um mnbio talismo e 'st que tœia a pretenm de dar= ta da Gxnpr= se do to al= ressalfM an a M uo cia do mdo a biente.jdevm miH- nao assim ,o m m l dos genes na ' âo (lo fenômo o.M G m œ ntc ente,a1- autores dirigiram crfdœ sim ilares ao M nviœ ismo RadicAlde B.F.Skinne .acnqnnaMGclusivedecome dane ode Y bula rasr.O pre= te tra1+ visa esclar- comoskinnertratadmsvaziéveisbiole cas= suaexplice o commrtamœtalea > 'disto diwutirse caiw imn ou nâo ascrfdcasaeledirigidaé.Aë ga revi/o(1 alguns% 1.1- & SH ..noIe e o de 1947 atâ 190 , foim ssivele ir a1g- infonne - m rtm'entes e o seume loexpliœ vo.inforznaç- estasaque'nrn- dilc; a sustental odascridcas:1-No quetange o conceito de cov rtamento.Skinnerinterpretatalfœ ômeno como uma relae entre= torganismo (com sua res- 'va bmx geneicale xnzambiœtethistéricoe ime ato),= doassimIm&= x sistente taxà-lodeum ae to das- E- M eskitamOteambienlnli-nm.jéqueopm prio czmœito de comlmrtamento pressum ria,po ele, a exista cia de = orge obiologix ente cm hiituido.2-A- de Skizmerterkatado ao longo de te a sua ox dici- m ento om rante.tâo enfatixxan ImrSkinn- ,nâo tmia x'nudo sem a = 1l= :* daftloga ex ,m isy- o autor.este = % al= Y sum pe to da xle o m hvaleM oM vœiacomose11% (leoomm rtammto olm nteixlado dasvariévdsbiolb#cawjé quetantco mateinicialde onde as se exlnddas (a fonte% pimeira resm sta que M o lxœ ia =explie m ruma hie ria de reforgn- to Prévial,qx to ao ibilie a H-- lnnans+ sde refowadores. eo. * cœta f- , préœxiRtentel no oqnni*rnn e m - to,a - naosgeneucamote'.O quepxle = dixutido talvc e aanx eim = zque skinnc nth com talconjunto de variâveisbiole œ no mometo & expH a m= h que 1w ca- dentrodo x?me lo de Rle o m las cims.P= que Skianœ s'leva em contr taiave âvdsbiolée s.ao falardostrêsniveis* H-- inolodo ento eaoe licv aœiga do- to e do Y ici- mento om r= k,znas nzo tincluiz- anâlix'' * como f*v o:e logos,ao expncarospx- s= on- =zéucoscom queEœ .Em um pla o maisa plo.aschticasnzo t= qualquere'e-taçâo ljâque Skinner1- *la deuma vieo de mulu 'com- O œ (Fgogênese + Ontogc ex + Cult= le1* tl = tospmssum stosevoluuvosaot- w rxbre a am endizagc conte ,se os cdûx s eigem de Ski- uzM m stura * ç*inclena xnwl,'-*' ou xjw que suasexpncaçe % ontogœia deveria = sidqrar asvariéveisbiolé#- como ve vds' tesindiv neveis.entâo,de fato.Stlnneriaorou ulx jx to œ dev ninnntes Omm rœmentais.Dixute.se nlndnasrazöeseasco- œ ciasdovw oincluir1- anâlix '#a > 'e a dosargu= tosxlxe os*'biologiœ rm Atnd,'nts'ou*'lmun- es''da :.:*- 1..:= e alglmsmobl= x do pröpio me lo explie vo qkinoeriano.(l)N lsistadocNm .


13.19ANiLISE FUNCIONAL DA ANSIEDADE DEEAM ILIAQES DE CRIANCAS HOSPITALIZADASAnamdia LH * Silva Fmnco,Célia M H L.da Cogta Zannon o Jorgo M œdes de Oliveira-G stroIutit-o A Psicololia.UaiverazW'ze de 'r- lfa.Impotênda.a-r.so Wzo e incerteza têm sido alxmtnzlaqcomo sigzo cM osbeicos (kangiu u e.Pr-supœtog :obre o estado de angip.dnzle dœ familiares de criançasllospitaliY ase comuns -a dœ nça de uma criança consguraria,para x us paig,uma situaçe de estfmulopotencialmente 'ansiögezm*,eventualmente agudiY a pela hospitalizaçe -levando a açœprosssionslmpara minimlymrou eliminarcondiça s aversiva ou descoO ecidas.M f ix scomportnmentaissâoaeese iasparaidentiscar(8 componenteseansiogênic- *evenmalmen-> em efeitonasituaçâo delmspitali- âo e(i0 desempenhoscoma tentesde prosssionaisnompnejo daa iedade,pe culnrmentecadeiascompoexmentaisresolutivascomaprovei-mentodetentativas dœ familiares para controle da situaçâo.Utilix do uma adaptaçâo do m odeloteörico de ansiedade proposto por1.Pessoti(1978)foram analiseœ relatosverbaisdefamiliares de criançashœpitallyndc,em situaço de interaçâo com proGssionais.Poramutilie astrxnxcrk&sde gravaçe em iudio*de duassituaçœ :uma de orientaçâo sobre adxnçada criança tgrum depais-GP);eoutradeorienœçâo :obre a ex-riênciadehospitalizaçâo conlunta(m podeacompe antee-GA).Fo-m idenuscadog108epiedios(72em GP e36em GA)contendorelatogcorrespondentesa RPe- W'M'N.t'm- tênda e/ouincerteza na situY âo dedœ nçaehœ pitalizaçâo.Foimaior afrequênciade relatosde condiçœdexonhecidasda situaWo(S?/incertea)e de œasiœ sem m- ibilizlnzl-gresolutiva,derestë âo aaç&sdafamûiaou dosprossstonais(Sh limpotência),do qu@ decondiçöesaversivas(S-/aversividade).Em nimero signitkativamente alto delœ uç& sfoiidentifkorlnbusca & * ,em formadesolici- âo deinformaçâosobreœ asiöesparaaç& sresolutiva ousobre aspectœ dexonhecidos da situm o).Umaco- quência apresentnzln pelos prosssionais,nem semprecontigua à buaca & SDstfoiainfo= açe-alvoISD/S+#AsI-(xlseja,a descrkâosolicitndn de evento: esperados ou em andnmento,reduzindo incertea ;ou de œ asiœ joaç& sresolutivas,indicando controlabilidade possfvelda situaçe .Fom m pouco frequentes,nestesepiediœ ,esqém .te e?.#d/m oue.çre-zJz'z'zzee loraçao de J>txçlï:flftfafe.vdeluga oude eaqAva.NosGP,cadeias interativascom bnca de S& e em loraG o & possibilanaos JeJugaee.wW- preiciaram maiorresoluûvidadedoque nosGA.Em 114 œorênciasdebucade &lçnœ GP,68 foram xguidasdeSD#A conuguo e/œ aç* resolutiva ou corregpondente(& .NosGA,de35 œ orrências,novefornm seguidaqporelœ resolutivos.Oggnzpœ parecemser ocasi& spara relatosde conteidosdiferenciados,correspondentes m ais aogelos da cadeiaresolutiva,nœ GP,e aoselosreativosde deprese e inesciência do repertörio comporeomental,nosGA.Ofere em um mnbkente de informaçâo,mnim voltado para reduçâo de incerteme ambiguidade do que para reduçâo de aversividade ou para sinaliww âo de oportunidades aocontroleda situaçëo poraçX s esperad% dos fam iliaresou dospröpriœ prosssionais.Ar io CNPq w'o?n B# ade Mt&'vvA %#- a #8?leH autorœ *T- crlçöes ce/zfe F rM.A.cre'tzldfeR+ l


13.20CONTROLE CONTEXTUAL SOBBE A COMPOSICAO DE CLASSES DEESTIMULOS.JairLopes Jr.,E len Sant'anna*& Paulo José de Souza*- UniversidadeEstadualPaulista/Departamento de Psicologia -CampusBauru.O objetivo deste experimento consistiuém avaliara funçâo de controledeestim ulos contextuais sobre a com posiçâo de classes de estfm ulos a partirdo treino e teste de relal es condicionais de segunda ofdem. Doisuniversit'arios (S1e 52 com 20 anos cada)e dois adolescentes (S3 e S4com 11: 14 anos.respectivamente)foram remunefadospela participaçâono experlm ento.Um software exibia na tela de um monitorm onocfom 'aticoas discriminaçöes condicionais.registrava e jravava as respostas deescolha emitidas pelo sujeito no teclado.Osesbmulos consistiram em 18figuras arbitrérias.Na Fase 1do procedimento houve o treino das relal escondicionais com controle contextualXAB (XIAIBI.X1A2B2.X1A3B3,X2A1B2.X2A2B3.X2A3B1)e XBC (XIBICI.X1B2C2,X1B3C3,X2B1C2,X2B2C3,X2B3C1)e teste das relal es emergentes XCA.XAC.XBA eXCB.Na Fase 2 foram treinadas as relal es condicionais simples XY(X1Y1.X2Y2,X3Y3)e XZ (X1Z1,X2Z2.X3Z3)e testadas as relaçöesemergentes (ZY,YZ.YX e ZX).Na Fase 3 foilestada a transferência docontrole contextualexercido pelos estfm ulos X1 e X2 sobre as relaçöescondicionais testadas e treinadas na Fase 1 para os estfm ulos Y1 e Y2rejpec tivamente.Na primeira exposiçâo aostestesdaFase1,opercentuaim aximo de pareamentosconsistentes com asrelal esprevistas obtido porcada sujeit6 nostestesdasrelaW esXCA eXAC foide55.5*/0.Todosossujeitos atingiram o percentualmaximo de consistência nos testesda Fase2.Em qova exposiçâo aostestesda Fase1:a)apenasS1obteve100% deconsistencia em todos os blocos de teste;b)quanto aos demaissujeitos.ocontrole contextualsobre as relam esCA foivefificadoapenasK r52(com50%)e S4 (com 100% de consistencia);c)apenas 52 e 54 demonstraramcontrole contextualsqbre as relal esAC (com 50% de consistência);d)constatou-se a emergencia do controle contextualsobre jsrelal esBA eCB com 100% (para 52 e S3)e 50% (para S4)de consistencia.Na Fase 3,o desempenho doslujeitosindicoua transfeféncia dasfunçöesde controleexercidas pelos estlmulos X1 e X2 para Y1 e Y2,relpectivamente.Osresultados de S2, S3 e S4 sugeriram que a emergencia do controlecontextualsobre relaW es condicionais nâo se constituiu em condiçâosuficiente para a com posiçâo de classes de estim ulos equivalqntesconsistentes com as relaW es treinadas.Para estes sujeitososmesmosestfm ulos pedenciam a diferentes classes controladas porX1e X2.Porsuavez,os dados de S1 atestam que as relal es condicionais de segundaordem podem possuiràs propriedades das felal esequivalentes.*Bolsista PIBIC/UNESP -CNPq


13.21DISG NCIA ASSOCIATIVA E A EM ERG;NCIA DE RELACOESC O N D IC IO N AIS C O M C O NT RO LE CO N TEX TUA L.Jair Lopes Junior; Elainc C. C hinaid*l Jullana Fossa. UniversidadeEstadualPaulista/Dcpartam cnto dc Psicelogia -Cam pusBauru.signilkativa parccla doscstudossobrc @scfeitosdcvariâvciscstruturaisna formaçâo dc classes de cstimuloscquivalentcsatcsta,para rclaçöescondicionais sim ples. o efcito da distântia assotiativa. a saber, acxistência dc um a relaçio invcrsam cnte proporeional cntrc o grau decontrolccxcrcid@ pelasrelaçöcsderivadas(transitivasc cquivalentcs)conûm cro de nbdulosintcrvenicntesqucdennem cstas rclaçöes (distâncianodal).O objctivodo prcsentccxperimcnto consistiu cm vcriqcarse ocfeito da distância associativa tam bém se m anifcstaria na em crgência dcrelaçöescondicionaissob controlccontcxtual.Trlssujcitos(com 21.19 c12 anos, rcspcttivam cntc) foram remuncrados pcla participaçso nocxperim cntm Um softwarc cxibia na tcla dc um m onitor m onoçrom iticoas diserim inaçöcs condicionais sim ples c c@m controlc contextual,registravacgravava asrcspostasemitidaspelossujcitosno teclado.NaFase 1 ocorrcu o treino das rclaçe seondicionais XA B.BC.D A c tcstedasrclaçôèscondici@naisderivadasdcdoisnédulos(XCD c X DC).de lzrnnbdulo (XCA.XBD.XAC,XDB)esim étricas(XBA,C B,AD).Na Fasc 2houvc o trcino das relaçöescondicionaisX Y e X Z c tcstc das rclaç6escondicionaisdcrivadasdcum nbdulo (ZY cYZ)csim étricas(YX eZX).Na Fase 3 tcstou-se a translkrência do controleeontextualcxercido pcloscstim ulosX 1 e X 2 sobrcas rclaçöcseendicionaistcstadasc trcinadasdaFase1para oscstimulosY1eY2,rcspcctivamcnte.Paraostrêssujeitos:a)nostestcsda Fase 1constatou-se disparidadc no controle exercidopclasrclaç6escondicionaisvisto queo pcreentualm ixim o de consistênciacom asrclaçöcsprcvistas foiobtido,dc inieio,apcnasnasrclaçöes de umnédulo (XAC,para S1 c S3; XDB,para S2) e,postcriorm cntc, nasrelaçk s dc dois n:dulos. Na: Fascs 2 c 3 o pcrccntual m âxim o deconsistêneia foiobtido cm tedfs@s blocosdc tcstcjâ nasexpqsiçöesiniciais.O s resultados da Fasc 1 atestaram a ocorrência do efeito dadisë ncia associativa tam bém na cm crgência dc rtlaç6cs derivadas comcontrole contextual.Quando a emerglneia destasrelaçöcsimplicava natransferêneia dc funçöcs dc contr@lc contcxtual entre estim ulosequivalentes(Fa:e 3)@ efeito da distância assoeiativa nâo folverilcado.* B@lsista PIBIC/UNESP -CNPqie iq


13.22DESCRIG O DE ESTRATéGIAS PARA RESOLUG O BEPROBLEM AS DE ADICAO E SUBTRK AO.-.ulfa M arinalva S.Oliveira -Curso de M estrado em Psicologia -UniverzidadeFederaldo Parf.O objdivo deste estudo foiidu iscarasestratœ asutiliadasnaresolud o de problemas meem-'icos de adiWo e subtrad o pprcriançasrepeentesda 1*série do 1*e u anterionn- e rorovae sem matemética ecriançasnâo repemtesda2*s'erie do 1@vau.Foram pesquisados38sujeitosdivididoseniquatro grupos:G rupo 1:dez crian> s.repdœ tesda 1*série do 1*grau anteriorm' > te reprovadasem matem-'ica O trevisudasao fmaldo ano'>n asro emtesda 11 série do 1*grau anteriomkœtele vo;Gm po 2:nove cn çrœ rovadasem m emm O ca,œ treviA das no M cio do ano ldivo;Gm po 3:dezcrialwas que oeovam cursando a 2* série do 1*grau pela primeira vez,œ trevistadas ao fmaldo ano ldivo;Gm po 4:now crianças que A vamcursando a 2*sériedo 10grau pela priveira vez,œ trevistadasno inicio do anoldivo.Te os os sujeitos foram subme dos ao mqsmo prY- im- o:que :cœ sistiadaapresentaçâo oral deum cœjlm.n de10 problemasm-a xtix s(5 de adkâo e 5 de subtrad o com até dois digitos e duas parcelas,apresentados um de cada vez,akemandx e as v raçœ ) e da solicitaç:o deque resolvessem os m esm os oralm m te ou por escrito.Para ca4a problemaapres- ndo pela experimm tadorafoiaguardado queo sujeko w rbaliassearesposta.Apôsaverbalia d oda respnex,a experim-tadoraquestionavaosujeito:*f omo é quevH fez para resolver?*'Apésobtera respostadosujeko,aexperimetadoraapres- nvaopre lemasege te.Asrespostasdossujekos foram analisadas quanto ao indice de acec s e às estratégiasempregadas.O Indice de acertos foiaproximndo para os Gm pos 1,3 e4(70%,88% e 61,1%,respe vame Ale muko m'Grior no Gmpo 2 (32,2%).Ae otë ia preferida pelos quatro gapos foia r- xgem oralunidadeporunidade. A palir da segunda estratégia mais '*.'liœmda 6 que houvediferœ ciaWo O tre os n pos:Gmpo 1: '- xgem esc* com rxursosr âscos;Grupo 3:m- ngem * e eraç'o.GY * 2 e 4:soludo atrav& deexratégiasque - sujekœ nëo emm capa- dedescrever.Asee- e asforam ainda classilcadas como algo-'lm1'o s e n:o algo-'imicas # obsewandoseum uso maiordasprimeirasnœ Gmpos1e3(90% em ame s,r- ra57%no gmpo 2 e 66% no G* o 4).Osresultadœ indir>m que a experihciaescolar favor= o uso de algo-'mos,o que n:o sir ifca,porém,qu: œalun- pasmnm a em pregarosalgontm ' os previstosnœ livrosesx lares.*solsista CAPES.'


13.23 INVE= GK AO DE VARIAVEIQ , S UE M RFEM MNAFORMAG O DE CLASSESDE Est u pns:Ea lx s xMOX DE ESCOLM X S EA M SO S.J* o Ce C.deR- Ge - ,'awH. FM * > C> )yOEe M i- KatoNnive lhde FM do Pe ).H Pa* 0.'Ihé.JosinddeV M ves,MH r*- 'Fnn- e Ri- e A.A.mhtiGlzuv- 'anHeFe- de > Ce s).o obje o d* atudo foiinv- ' o eMto * me de se de ese o sobm a> fo -'.defo (E* m'nh'va efa o deeqàvze de es* * .'a#lvdxo'- ue emi#4n'œ fo= > a = ke o de 5 ' ' ' esxniol'nn-'mem wna eslnlhlm mule oc com nœ œ œn Y HAO/(AB #' BC * CD@DE EFIe a = e o * ' '' - sknnl--n- e plesoom œ eenA A1(S+)en (F).P= e sujdtœ M .h'lixHn o- eepn n- suj% o e * ,N aemi--n (h = p* de v olha.O e o decada ' ' ' - olme onale ou-secom 4knwNv% = queu prow te * na tda kzdcavl o ese l o a ser- o*= pre- (% e m Glelo.Aso mv qn-' -'%'ane M nd- -xrv'Grora e f---.sdefmo K M'mlnohw' < dose 1% A1 eM N œdc e - de ee dos,cond-'- lmo / Y e osm lo e o. Esœ sœ *fo= condv Y em blx osde e e vasde ' ' ' e plescœn œ p- dee 1œ A1/M @ * deY )!B1*2.CI/C2.Dl& A El& 2 eF1/F2.Fo=%'o>HamA bérn mn%.pm v- f- a equiwl-necn'n de ese O .> e sujOsubme sao e o com a u- do mo- ,e co amx - M fe e defune seeqàvA dadeese ulos.Um e apr- ou de f- im> ae arv he' da sœldu.O sexto sujdto o entou H- pe o inezm-'ite .IMSnovesuj> submeeœ ao kdno Om a u>' O do lMlnM .qœ o mn- -mY fœe de f= > e G 'M' >'-'n de e dos. Do1 oukos sujeafa e de c- * equi-lAn-'o envohe e * = menorte da nodA CA,DA eEA mu re mo- mm màvalGe na + * FA =jae da ne em miœ;= delesmoskou Y f -'='.de fo e seo ouko ze .Um sujdto dem- ou a- a Y fezne de M e A M'm,'no1nm ' sœapr- œ e .xw' l-n-nin œ do: sujde = e e * H- ee mm =m àvA da * e dos= Y fe da * M > .0:= '% Hn* s- queycom= e omule G ousodo- eP- CR'1*'A afo= e de> ' ênee> fœMck dt f- öew poe ve enk porhdue a f= e o * mle es deconkol * +' m* ln-S+ .Este e dn = tou oom a* o da FAPESP. œ au% * .respecdve e .botsisœ de m o a (CNPë,& do'ln* (CAPES/PICD).IC @IBIC/CNPX e osseguintessO % H œ demœ* (CAPES,FM ESP e CAPES.= - ' *t*.1R*


ul ta13.24PROCRARTINAG O EM ESTUDANTES,opEnAnxos E TRANSEUNTESDE VIO QTATES.Sônia m L Enumo (Dept/ de Psicoloka Social e doDesenvolvimento,universidadeFedereldo EspiritoSR to)eRachel K.Kerbauv (Instimto dePsicologiwuniveaidlde deS:o Paulo)Evelya q. .Loxvpda,lorrnna E.X M enezxs.M arcus W .Batistm Eliabeth >. Amaral(estuaqntesdo c= o dePsicolosa ,UniversidndeFederaldoEspiritoSM to ).Adiar a execuçëo de taretks ou a tomada de decisöes é umcomportamento de escolha pouco esfalzlnrln no pals.Visando a conheceralgumms cnmnteristicms de amostra da populaç:o de Vitôrie s,fontmaplicados 3 quetione os: = 1 com 11 questöes sobre conceito ,sentimentos e consequências por adiv ',outro com 6 questöes sobre oatm-qr;e como medida objetivafoientreguepo a 1*amostrayumenvelope selado e enderem do,com escolha entre assinalaro adiamentode alguma tarefa ou deixar em branco, pam serdevolvido entre 7e 15dias.Os dois primeiros questioe ios foram aplicados em 3 amostrms,totaliynndo 249 pesso% :a)50 tmnReuntesentre20e60 anos(10 paracadafaixaetâria'sdivididosporsexo),b)22estldsmtestmiversie os,e c)177 opemn''os.Osrlorlosfomm categorimdos(kerbauy,1993-94)',sendoanalisadosisolada e comp= tivamente.No geral,ossujeitoscostumamprocarastinœ; conceito este baseado no tempddeixar paradepois,atrmsando oinicio datarefa).Entreastarefasmaisadiwdnqestëo:estudare cuirlnaoscom a saûde;e asmenosadiwrlnqeslo relacionxdsm .aos cuidados pessoais,compromissoslinsm ceiros e de % balho,e laa r .Adiarfaz as pessomsse sentirem izritnann,culpadas,e se deprecieem;outm.q relatlmm nada sentir ou alfvio, dependendo da tarefa.Considemmm quetem maisperdas(tompqorpemimçëoecredibilidv e)do que> os(satisfaW o)ao H iarem.M o indicqmm re- paraadic,que foiatribuldo à GpreguiçaMou desprazer em reali- a tarefa.Chegarnahora siFzilk a 10 min de atm-qo;com espera tolerâvelde30 min.Foramdevolvidos 54% dos envelopes (55% preenchidos). As diferenç%encoptradas entres os sexos,ianrlesyoperârios e estudlntes india m arçlevM ciadedadosespeclficospo cadatipo desujeito,quqndoforemproposœ medidn.q de intervençëo educacionalou clinica nessa âreadeautocontrole.


j3 @> @G G EFEITO DO DIAZEPAM + E DA ' CAFEXA SOBRE ODEs> hx llo DE M Tos os EMEsouEMA A D LO DE REFORCANHPCO .M onica Calamitw M artaA.P.Olivelw M e ca P . Nascime e Kltia D amie(Universidade Paulista-CampusCantareira)Este eabalho foirealizado m losalunos do 20 ano de Psicologia da UNIP aolongo das aulaspriticas de Psix logia Gerale Exm rimental . O objeth'o dopresente tabalho foicomparar o efeito de diferentes doses do diazrpam e dacafeina sobre o comm rtamento .ratos mantidos em esquema mûlti/lo dereforçamemo.Ossujeitosforam 23 ratos,W istar,machos,proveni=tes daFtmdaçâo Parque /.:x)16g1c0 de Sâo Paulo,com aproxim ' adamente trêsmesesdeidadenoiniciodo exo =to,mantidosem gaiolasinïùduais,sob ciclo12112h clr- scuro,= comida l vontade e privadosde âgua 48 horasAnedermdx sessâo. Pva realizaço do eabm o fora uHliy>das caixas dexndicionamento omrante. Os sujeitos foram submetidos a 9 sessn sexmwrim M txis;nasduasprimeirasrealizou-se m e elagem eCRF , natc ceira deuseinicio ao esqu= a mûluplo FM -Extinçëo . O intervalo ente assessA sfoixm inimo de x a x xnx @ > 4: uma delas teve a dc açâo 4e 1h . O s 30x mm - t- 4o mluplo e = duraçâo âxa de 2 m.'n.t- se o que 15 del>eram FM e 15 Exe âo.A s- êciados= > foisorteada = ae 'çâodequemn,'m& 401 = > i> sM o e v'= sesG .A 1=da emivx ca mnnh'da apagada dure os= m > & FM e a= a Mx'n#vtiHxil- 3 d.% œ = > * e>' :o. P ualn os Animm'swsxoh'ver. e xs Hz'eM'mlnxGvœ X ) xima & 8y4 wr mxx. ses--a M .x#.w' t , foiinje* ce < iaz- x xludosll,'n>0.P4.1'M >eae asfœ= *M in,'eeun.Wai.p.,x volx e* 1m* e ' 30% = -da. & r '-= >l Nasœ* & e œ - 'm>1.fnr--M 'WZH = > & --= -= ae a/*---:-***20 mG. .(> )@o.#-#nx 30 mg& (> ), .o.A-' 4: myAg (- 3),a,'-> AmFe (- ).' 4 mA (e )@*le **1- 0,P4 (> 5).A - 41- dœ M > lxqx odi- > d- * 4m> a1- .o - l@* - '- *lœ SOH o@* efei* x e- --- .= > 10 daa sb.A tm * r- = * ' foi21-1-.1% * a basa: *----*di - > 1-'e* Aee -K-- '-'1.x di-l-u'& ç % -v*& R > >a- & 4mr*F.O e * iz * di- > - 4@ =* é21- *1* = *'* œ - e e oliuca.> * **as*-'''*- #-'w>o - x-x Ai-l-xiçb % % & do R e % ' Esax xlâr = OA-VA+ 1V *e'.- . x ' 'n . G a aiviao dœ - ' >lm.-hxa1-1-&1% jéqx -- t> > 'a = a> & > s& ib< a e o sido e u& x= * * 'a.


13.26#eME FE ITO S DE DROGAS ANT ICOLINESTE-RAjICAS SOBRE O DESEMPENHO EM INTERVALO FIXOAPOS HISTURIA DE INTOXICACAO POR CU Rm O.José G . M . Tuga Angeram i (UNESP, Bauru);L incoln S . Gimenes; Adriana B . Pereira; eV ânia M .B . Almeida (Universidade de Brasilia).O presente estudo teve como obletivoavaliar os efeitos da Fisostigmina e daNeostigmina (duas drogas anticolinesterésicas)sob re o d esemp enh o em intervalo fixo ap fs hist6riade intoxicaçao por ch lmho (um agenteanticolinérgico). Seis ratos com hist6ria deexposiç/o a acetato de chlnmho (grupo Pb) eseis ratos com histôria de exposiçâo a acetatode sôdio (grupo N a) receberam duas aplicaçöesde cada dose de Fisostigmina (0,O5J 0,1; e 0,2mg/Kg) e duas aplicaçöes de cada dose deNeostigm ina (0,057 0,1) e 0,2 mg/Kg),intercaladas por doses placebo . Para os doisgrup os o s e felto s das duas drogas foramsim ilares, produzindo curvas de dose-dependência, com dim inuiçào do desempenho relacionadaao aumento da concentraçdo das drogas .comparando-se os dois grupos, o efeito dasdrogas foi mais acentuado na reduç/o do desempenhodo grupo Na . Por outro lado, os sujeitosdo grupo Pb foram afetados de acordo com seudesempenho anterior. Os sujeitos desse grupocom histôria de taxas de respostas mais elevadasforam a fe tado s d e modo m ais p rôx imo aossujeitos do grupo Na, enquanto que os sujeitoscom histôria de taxas de respostas mais baixas,foram m enos afetados pelas drogas. Os resultadossugerem que além dos efeitos interativoscom o chumho , as drogas utilizadas produzemefeitos de dependência de taxa (ratedependencyeffect).


13.27EFEITOS DA INTOXICACAO POR CHUMBOSOBRE O DESEMPENHO DE RATOS EM ESQIR MAS DEINTERVALO FIXO .José G . M . Tuga Angerami (UNESP, Bauru);Lincoln S. Gimenes; Adriana B . Pereiral eVania M .B . Almeida (Universidade de Brasilia) .O objetivo do presente estudo foi observaros efeitos da intoxicaçao crônica por chTamhono desempenho de ratos em esquem as de in tervalofixo. Onze ratos equiparados por ninhada ,tamanho e peso foram, ap6s o desmam e (27*dia), divididos em dois grupos e submetidos adoses diérias de acetato de chumho (grupo Pb Jn=6) ou acetato de s6d1o (grupo Na; n=5) até ofinal do experimento . Apôs 97 dias de exposiçâoos sujeitos foram modelados para a respostade pressâo à barra e submetldos por 60sessöes diârias de 30 minutos a um esquem a deFI-60 seg com reforçamento por pelotas de 45mg de alimento . Os resu ltados m ostraram um amaior variabilidade no desempenho do grupo Pbem relaçâo ao grupo Naz podendo-se identificardois subgrupos Pbs. Os efeitos iniciais produziramum aumento nas taxas de respostas nessesdois subgrupos. Entretanto, o subgrupo queapresen tou um m aior aumento m anteve tax aselevadas por um periodo mais longo , retornandogradativamente aos nïveis do grupo Na. O outrosub grupo, com taxas elevadas menores, rapidamenteapresentou uma redqçâo nessas taxas, àniveis inferiores ao do grupo Na e se manteveestabilizado nesses patamares . Os dados sugeremque os efeitos iniciais da intoxicaçâo sobredesempenhos em FI, apesar de numa mesmadireçâo, podem ser de magnitudes diferentes .Mais ainda, a magnitude desses efeitos podemdeterminar o curso de adaptaçio dos sujeitos àintoxicaçâo e à contingência de reforçamento .O R


13.28IRNADIACAO ION IZANTE E O DESEMPENHODE RATOS SOB ESQUEMA CONCORRENTE VI-VIRQLaércia A . Vasconcelos; Lincoln S. Gimenes;#**; Alessandra M . Brandlofz'l Ana Cristina A . Be--zerrasm ; Jane A . Dacanaltz'; Luciana M . Camtzltuniversidadede Brasilia) e Flamarion B. 1p osGoulartoltHospital Araujo Jorge, Goiânia).o objetivo do presente estudo foi avallaro efeito da irradiaçâo ionizante sobre odesempenho de ratos em esquemas concorrentes.D e z rato s fo ram exp osto s a um esquem a concorrenteVI-30/VI-120 seg, com respostas de pressaoà b a rra re fo rçadas por Bio serv ''dustlesspellets ' de 45 mg . Ap6s estabilizaçso na distribuiç âo de resp os tas e reforços , cinco sujeitosforam expostos a uma sessào de irradiaç/opor Co 60 e cinco sujeitos a uma sçssao deirradiaçlo placebo . Os resultados mostraramreduçào na taxa total de respostas dos sujeitosexpostos ao Co 60, com a maior reduçâoo corr en do 24 h ora s ap ôs a irradiaçâo e recup e-raçâo gradual dos niveis de controle num periodod e ap rox im adam ente 72 horas . Para quatrodos cinco sujeitos irradiados houve uma mudançana distribuiçâo de respostas entre osïois componentes do esquema : foi observado umadim inuiçso das mesmas no componente VI-l20seg . Essa mudança nas respostas n&o alterou,entretanto, a distribuiçâo nem a quantidade dereforços obtidos . Os dados sugerem que asalteraçöes comportamentais decorrentes dairradiaçâoe observadas em esquemas V I, simplesou con co rren tes e dep endem da frequên cia dereforços programados nesses esquemas. Oesquema com maior intervalo entre reforços émenoa afetado pela reduçâo de respostas, o quem an tem inalter ad a a relaçlo entre reforçosprogramados e obtidos.t1' A p oio cN pq t31 Bolsista de ATt2) Bolsistas de ICiIII'


13.29EFEITCS DE EK:TFIK'---n IAs DE VARIABILInAnF- A M MA M VM IM E W IRO G. neale Abreu O v riguesötiversiHnHA J1 Brasfliaeewlo p resente estudo inves tfgo u a s p ro p riedade acontrolado ras de contfngênciaa de va ria bilidad esobre o compo rtamento de eacolha em eeq uema aconcorrentes encadeados . Durante oe eloainic iafs . respostas de bica r em do ia diac oaconcorrentemente disponfveia .de aco rdo com umesquema VI 30 s p produzfa o inïcio de um ent redois elos terminafs diferentea . No elo termfnalREPETIR. a liberaçdo de reforqoa dependfa daemisslo de uma sequência espec ïfxca de re apoa ta e(esquerda-direfta-dfrefta-direita). No eloterminal VRRIAR .a apresentaçâo de re fo rçoa e racontingente à em isslo de sequênc fas va riadaa d erespostas - Na condiçlo Lag 1 . pa ra se r re fo rçad aa seguênofa tinha que ser dfferente da aequênciaimedlatamente ante rfo r; na condiçao Lag 5 . asequêncfa e ra re fo rçada some nte quando d ife rfa dacinco ultimas sequêncfas ; e na condfçâo Lag 1O ! oreforço e ra contingente à emfsaâo de seq uênc xa aque diferfam das 10 ultimae seq uênc iaa - 0 e lotermfnal REPETIR produzfu nfveis de va ria bilfdadebaixos e constantes e o elo terminal VARIARproduziu niveis de va rfabilidade que aumenta ramcom o critérfo lag . Prpferêncfa pelo elo terminalREPETIR aumentou oomo uma Tunçlo d fre ta do g ra ude va riabilidade e da pe rcentagem de sequêncfaerefo rçadas no e lo termfnal VARIA R . Oa reaultad oaindfcam que. quando repetfr ou variar aaocompo rtamentos s fm fla rmente adaptatfvoa . aescolha entre essas alte rna tivas é infl uenc iadapo r contingêncfas de variabilidade .


2 2 113.30EFEITO DA M AO ULK AO DA HISO RIA DE SOLW AO DEPROBLEM A SOBRX O CONTROLE AYERTR O POR UM AG STRW AO PARG AT,MVm RM ACOY E PARO AA,MEN'I'R INVAM A ASCONTINGINO AKIodso arto K Slmnx- l,Cléuilo 1.de Ollveim Gullherme C.SaanpA',Crlge ne & Goscke M *Ha Vie * Carle @ (m part*mente de P:leologl.. lehpratprio * AnéltleEx- dmentaldo Comportamento.UnlvemlA deCltéllca de Goiés)c@m o objedvo devedlc.r o efelto da hlstéHa ieDluç:odepm blem .zebre o contmleexerd do por um . lm truç'o pgrcl*lmente em scordo e pardalmente oposta àscx tle ndo e tlmbém de vermee ge - âujeltos que xolucle lr.m o pxblem.c- la sepau r . parte da l- tnwâo que coacorda com . coatiu ênda dlquel. que nâoconcotda Vlhtexajelt- uhlversltârlos.eom *tamfa deeolx lrclrt:esem um* de4q.:eaixml(verd.e veY elhu fo- - iesigM*d- paraumada duwgcondiçœ .N*tondlçxoIm tm doxu os âujelt- soludonam guc- lp- ente 5 preblema: (xoluclonane umproblema o :ujeito palxKv.p*ra * o lte)recebendoMm1instruç:o em acordo eom asclntlngêlclag a tel de lncllr cada pm blem*.N. condlçxo contlngencial o: sujelto:deverls- soludonlr osmesm ox pm blem ag,m .:xm m ceber ingtruçâo.Apés pagsar pel@:5problem*:œkle ,te te o:xujelto:da:Gua:ce dlçöegeam expogœ ao lextopmblemœ jAxtesde lhidat o Rxto pe lem a.@s sMjeltos da condlçâolnstrudonale contingênelala ceblam um a lm truç:o pard-l-ehte lnvena e plrcialm ente em *eordo tom a:coutlngêntilg.A contingêwcla pr4/rlm ld. plra o pm blem. 6 es- dfelvm N pazw nacG . verde- certo (dlto peloexperl-entadorl)> plregn.caixavermelha= erradol3-impl- xae'-lv. vermelb. = eerto;+ impxa :>. œ x.verde= era do.A iM truçâedwd. jaxtesdowujeito lhidar. tarefaespecincKd.ldo.e> :OPR .lcertartod.:a:tehtativasv- ê deve coloce plm : m aloa : que 5: e lm pmm s menlm gque 5@ na caixa verm elhw e osp.- m enoreâ que 5* e im pax : m llores que 5: na ealx. verde'.Durante a gesu oexpeementz (qœ em û>lc*) votê :euirtot*lmewte *Inxta çâo:IA1v oce Rerm râ te oso:clrees;IB1v o lWeltl marcagzeletn B,@ experlmeaaer liaalaztzxçzm*Ese- * xe,tlfllkw qud plrte da lnsttuçu sev lda,pe- lteatertom A médi.deer= .té . H luç'o d* pm blem . fol35.7 para a tondlçâo i- trudonale 21.3 plr. a con* çâoconte endat o teste tde Student(M œ ulglw 197K)para dlferençl:enta asme u ;'mostm. que . dlfem/ça é egto gtlcamentege Ileatiu entx .:tondlçœ lm trucitmxle icoxdngehciz (t- 113)p > *.e .Vedfkou-x quete o:os2: gujeito:4.:dul:tondiç%esx ludonla - o xxto pm blemw m.*v enag8 gujelto:conx.guin m gepare a partedalm truçxo que concorda com a contlng-ench : daquela que n4o coxcerdm œ > ult.4osindl- - queuP. hl:tlrl.desolxçxo depxblem. porexpoglç:o . lm truç& sem atordoœ m *xcontle -enda:*té o pmblema 5.teve @ efelto de eleu ro coataleexercid. (medldopel. médl. de erm g.té . golue do pm bleml)porum.lnsfruçe parciimexa em uor4oe plrtl*l-ente *pne- à: ctmtle êxd.g mlltivao ente a um. Mstôrl. de golul o 4epm blem a pot exN llç'o O m ente b Y atingêaciuC* 4 -D 1.881.*8/0l


13.31Ea n'o BA Me ulAçAo DA H ISTWR'A DE SOLUCAO DEOROBLIM A K BRE o O NTROLE EXERCD O Po R UM AINSTRUCAO A AS CONTINGANG ASImdgmério E.Simoma:gl,Cléudlo 1.de O liveia GuilkeY e C.Sazmov.Crixtiane S.G ox hm Mad. Vlminla C*>*1h@ A partamento de Pskole w Laboratério de AnéliseExm dmeat*ldo Compod*mentq,W ivenidadeC*télk. de Goie)o pru ente experimexto ihvestlgeu @ efeito da histôrl. de xoluçâo de pm blem a sobre oconfmk exerdd@ N tum* lngtrgçâoopostaà&tontingêheiax.Trint.gujeitêsunlvenitârildultog.com. taaf.detoloearegrt4egem um*deduu calxas(verdeevermelka);foramd-l& .4o: plm Mm* du te cendlç4es. Na condll o lnsttuclonll,:olackmavamuegqcesslv/lneate 5 pmblemKs (soluclonlhdo Mm pm blem..pam v-ge par. o *epzl>e)- bendo um * lnstruçâo em aee df com *:etmtingêwdas lntesde inltlmr eada pm blem ..N.coxdlçâoclhtiu endalossujeitosxolud4mavlm - m-mo:poblem*g.massem a eeberla,truç:o.O mesmex orzmu paP * ctmdlç:otzmtalewApôxpasar N log5 pm blemalnldiw fe la oggujeitogdetoda:lseondlçöesfonm expogto:aolexto pm blem a.Antegdelnkllr a taafw os sujelto: da tondlç'o l-trMclonz e eoneu enelll R teblam .mala,truç'o lnveru à! contingêndas.Os xujeito: da condiçâo contmle nâo acebiamj- ta çëw A conting-enel. pzw mm/d. plra o px blem. 6 especifkava:1.paa: na clixavee e= cmen(*to N loexperlmentador);2-paagna x lv.vermel- = errldo;N impax.calx. verm elk. = ceG ;+ impaa :Ma c*lx. w rde = erre G A instruç'o dml* ahtesdeizdlr @ Rxto pNblem. fol:RPAM aeert.r tle :% tentatlva: você deve coloce og nûmerpare:n. cllx. vermelka e os nûm em g lm pares Ma caix. verdee. m rlnte a gexg:oexperlm entllque era œ ea,thexperlmente or registrava a: m xpostagdm eolocar o:cart:egn@:ce u.A médl. de tentu vl:glgta ** * soluç:o dq pm blem . foI* .5 par. a tondiç:o. imtrudtm*l.45.8 par. * tondlçâo tontm le e 33.3 paea a eoxdiç'o contingewdat A anél'oedevld:nd.(lawlm 1971 lndlc@u um*difemnç. egtatlstlclmenteslgnilce v.entm ascondlçœ @I3JN - 3.44;p > e.e).o tete4.T* y lawln 19D par. dlferençg:entmmédla (PHs - M .49)mogtmu qaeadlfeanç. egtatixtlcamexte xlgentatlvaocoa eu entaa ton*e ietrldoxwlecoxtiu exdak Pa> ompln yo xe erodeeRw :eometkosxopmblem.5 em allWolopmblœ .6 em cldatoxdl6ln:aplkou-x . pxva deslxo deO trlbule blx mlal (Slegek 1r 5). Na toxdlç:o Im trudongl . *ferença foImgtatlgtl--ente:lgxlfeatlv.(p = 0.* 1.G = :.e .Natondç:o eontlngendal@ = @.3r ,- :.e e n. eondlçâo eontmle (p = :.637.(x = e.e as wfe- ça: n:o foramem tlstk-- nte glgi x atiu w obgea ande o nûm em o édlo de er- a cada blx o (Ieitineo kntatlv.: p.> ce a um. 4.g três tox4iç- ,verm eou-x qae a méwa de erx s para .e@ndlç:o l- ta clln? f@lx mpa me r que Ma 4em alg coxdlçn w obsea x - ta - m quen.coldiçâoeontleexdalteog@sgvjelto:soluekmxmm o pmblemw enquu o aaeondjç.oe:ntmle1gujelto x:o u udoaou e>*eondiçâo Iasta donal2 zujelt- e o golucionam m.Vlgto 4u*.lxgta çxoA dau k,de sujdtllxlchrosexto pm blemaera otalmente opomà: ee tle lndaw ox er- tometjul:pm - m ,er jxœcatpos4e coxta le Kgtrudonale x:oo wexgeudu M tl formw com o . mu j. 4. erros pm . toxujçqo im ta tjonalçojm .jorque plr. .Oadlç:o œnte endl PO,U -ee - ar quen. eoaœç:o jagtrxejoxaj,oeoxtx jed.ihsta e folme f@> quex.ctmdlçxocontlngemdatCe q -301.0 1.88*.11k j


yl Ea13.32m n'o PA M AO ULACAO Do com e pAsN TRUO ES SOBM o CO- RTAMENTO pE FokMm .A*M GRAAImrbmé- K Si- x- k Cléudl. K de G lvelrw Ma> Vl> . Clwe e,* il.G.M u> Co tilhe & Gose: e Gulke- c *-*n-- (m partamentf de Pe de w1** - 4+ de Ahélle Ex- % entaldo Cœ porta- tw Uhlvee dae Ce llel deG lé:)c- @ objetjv. de vedx lr o efelto d. me o çe * O- AO da l-tmçnggobm ox - - - to de formuhr v x.te t. gujdt- ukveoltétiœ *4ulœ fora desi- d-p.m - d. tG eoxdlçœ .X- tod- a eon*e :- gajelt- - lH-v- .tm h decol- -m c< *'-œ ce a: (um* verde . x tr. ve- hay N. condle EXCLUSAO,osujeito - * r .N* towdçe SRMG STRUVAO * sujelo M* - bl. qullque e tm çxoeg- e. R œ * Y dar. tm fœPm te lg**œ diçœ * œ e gêwd. pn/r*mld. fd:M - t.de eol- rel* :eom- uc%u n. e*ixa vee e = œ rtm M - t. de O l- r tlrte eœ m ncha: x. ce .ve- elh. = em dm - - t. d. col- r eadœ œ quldn do:>* clix. ve- lka = eerto;M pogt. de --*--e O rtœ O m quldrld- >* c*ix. vere = erradl';a gp- t. de eoloeeem œ eom lâ-h-:>. R lx. ve- lh. = certm M p@gt. de coloee ee œ œ ltaka ..ee . ve* = e> * A# *- e tKtlvlg1.3,6.1:,1@,M .36 > ,41 48,54 ** oge eltoxM - va N r esedtp eome em v- f- ne pm x ludoM r * exerdcW > % cllg- *Y - ta f- m e xtrld*g:1-M pœ .deueolheq 2-mg- t. de * .M @-l- Muefo- phe x pletx * Y qh* o- dltm te - Utimul- p- ateg h-eoatle êwel:p> *dag:-CG -''com - e *:** cllx. vee eec.rt* eœ lie a oxque a d. >. eaix. ve- lkr .> >œ lno- pzo ullçe N eextl- âo * > ra q.e *O ee l de fa l- dlo - *ge *:ti-m e - .xœ dl œ - ê-il pw ldl:-c< *--cœ m u eklsM* eix. verde eœ a tr- .* ealx*a - el%r .Verleou-e qkex.e- dlç:o COM PLRTA - gujelt- fo- ulm m mll:- r*:(@it@ fê- ulçœ l q- >.Oe ç:oU CLUSAO e qu* >* - *$* SEM D SV W AO (4ua fa ulaçœ em >d.Mm. * le M e - eqe 2 ..J.I- foM ul.r- *- r:N exd-e ea - eompleœE*- ajeito,N e- a àgc@e çœ COY LETA esEM W STRW AG o ajelto d.eoxdiçe COM PLETA flrmul- *- m N r u duge h. tewtativ. 1 e a v e pl- w*e tltlv. 12.o œ m :+ 1< d* eondlç:o R M ING W AO,*> * *v perexd- - n. e tatlu 12 ** - e plet. x* textltlv. 1* * Mm * 1 * * eatltlvaN sivelx o ex- rimext@ X mœ tn q.eque l@$gwjele :* ex> %ee e el-* > lm tm çe œ eo- e e da e@m el-.- - - qe * fl- o e :> 1*u- ie k:coxtlu a daw fen m lg M rlg que O c- era - t@ * - * * œ tiwga d. * qumem va em lele - a œ diçe C/M PLETA I- ta çœ q*e 14* *- + : N rexd- u v slr de p*- *> er Km œ t* * >:- œ - > K,e ta te m m *:f@rm e çœ ;*g - .(CNPq -* 1.0 1.0 *)


i:13.33FEITO DA MAo xrM çAo DAS PRopkm pm s posEsTtMTans D: UM A com NctNclA Te u cg soBu oL'OMPORTAm NTO D: SOLUCIONARPROBIZM AA E FoAMm Ak AEGRASIAri:mérle K Slmlm-sl,Cléudl@K deO lveirw M *rla Vieinh Caru lu Cdgtiane S .C- G f- -u lhermeC . So nA 1:1ls.T.M âblo eAirla . de c F% (lnpae-- uto d.P:lelle w Imbm téd@ de Aaélixe Experimextll do Comportlmento, Uxlvenldu eC*télk*deG lés)o pa sexe ex- rimexto lnvestigou o efeite de dlfem njeg pm prledu e: dog estim ulo. 4.- . clxtlnga d. triplee Obre o tlmlxlrta eno de zoluclolarpablemlse fo- ular- ra Viuk ajdtqgu ult- univm iurie:fota exl- t- à tgxf. dete lrclrtlesemcllxl:eolorldlg(ama verdeeouta veY elhl).Apésêstentativas:1.3,5,10,25,4@,K@ . 0 ,1::,1*,2*,24% 2*e,3O,M .4*,44$ 48: e52:.os:uleitolmlatava porescrlto como :estlva fa ndo par. lw olvee @ exerdeio pm - tl m vhm du*:condlçn :experlm eutlix> uma condiç'o. guleitoer.exp-to*!m.te tingêncl. :lmple:eem outrscondlçxo a ..um. ctmtlngêndl O mplgxa N* tontingencla slmples folpmgn mado: 1- respost. dee@lx lr IIHA- com hûm em gp*m sna czxa verde = certo;2- Y posf. de eolocar elrtöest@m xûmemgpamgnl z'Rlu vermelàa - erm do;3-M posta de colotlr cartöes comne e- jmplx :MA eaixa ve- elh. = certo;4: M N stl de t'olocar eaa 4ex com xûm em simpw- >* O ix. verde = e rKdo.N* contlngênd. tomplex. folpxg- mado:1.respo:ta deG oelr O rtœ t@m xûmem :lm plM n. cKlxa ve- el:a - certo;2- N xN st. de eolocate.> t- xûmenu Impm- na calx. verde = e> do;3- lw p- t. de colotat cart:es iomnémem :plm :mliores q.e 50 xa eaixa vermelha = terto;4-M pogt. 4e colocay cartö:comhlme- p*> m lio= que 58 n* taix* verde = erradm S.reglxet. de eo- ar cartœ comnûmero:j-mzmehozw que 50 n. calxa verde = certo;6-respostx de colou r eartôescomaûmea gpazw mexoa g qMe 5: n. ckx. vermelk. = ern do . Duas clls- de - lxuta:fora G ta du dux te* see q experimeutll: 1. a spostls * tolotlr cartA s na*œ xa:;2-m gposta deredigir.œ rezultldoste twram que * m édia de tenjltiu s par. ax luçâo do problema n* cqntixgênti. .lmplesfolde 31.8 e par. . contlxgêncla com plex. folder9.4.0 œ tetdeStudent(McGe R .1970 p*radlfermnçl:exta média:moxtrou qu.. dlfemnça é estatlgecameate slgnlfee va enta agcondiçœ de eontlu ênci. simpleset'omplex.(t- 4.62:p > 0.B1).Quanto .mlaç'eepta x luç'o 4@ pa blem.eformulaçêo tla- r.vee œu-x quen.contieêncl.tomplexw dozdez:ajeito:quesolaèloxlrm opmblemw 3foY uh-m a1* ra.enqulntohacontinga ch simplew dos1: :ujeltogqxegeluelou -- o pmblemw 8 fl- ulrmm % v Portantl aumentu doue . complexldlde4: eoMtinga d. elea ue * quu tfdade de :oluç'o sem formullç:o d. > ra . A .N rtentu em mé4ladelcert- lumentyu par. 540,6gujelœ que zl:q formular- aregra>* coxte êpd.cœ plexm N* centle -end.:lmple:para0$2gulelto:qe p:o fo- ula- -. > rw @ p@rcewtu em de aeert- mant- o.ge elevmd. desde a primeirl tewtstlvm A ,simsee w twnto * W uç:o 4o pa bl- a e- o @ lumexto .. pox entagem Ge aceu o. ou amu ue e deum* m reentu em elevmd.deaee> sde:deaprlmelratehtatiu ,podemotormr KdepeM entemena d. formullç:o d. > raCe q - 301.*81.*%Ii' j


uc q13.34 HISTORIA COM/ORTAMENTALDE ESQUEMASMQLTIPLOS E ESCOLHA EM TENTATIVAS DISCRETAS NOM RADIG MA DE AUTO-CO NTROLEElenice S.Hanna,.M lchela R.Ribeiro e lza R .da LuzUniveo idade de BrasfliaNoparadigm adeautoe ontroledefine-se aescolhada m alorrecompensam ais atrasada oomo auto-controle.lmpulsM dade é a escolha da altemativa cujarecom pensa é m enorporém m ais im ediata .A variabilidade individualencontradafrequentem ente em experim entos que utilizaram este paradigm a , tem incentivadoestudos sobre os efeitos de experiêncla prévia sobre o desem penho de escolhao presente experim ento investigou a influênciada hist6ria anteriorem esquemas .m eultiplos,program ados de taIform a a estabelercontrole com podamentalpeloatraso ou m agnitude do refol o,sobre a preferência de pombos no paradigma deauto-controle.o estudo é um a replicaçâo sistem âticae um a extensâo de parte dotrabalho apresentado jorHanna na Reuniâo da SBP de 1991,utilizandodelneamento intra-sujelto,perfodos de trelno de maiorduraçâo , critérios deestabilidade,eesquem as m enoscom plexos , natentativadereduziravariabilidadeencontrada e de facilitara intem retaçâo dos fesultados .o uatro pom bos,comexperiêncla em situal o deauto-controle,foram submetidos a um deliamentodereveoâo ABACA,sendo projramado nacondiçâo *A*esquemasconcorrentesdereforçamento de tentativas dlscretap (CRF-CRF).Os sujeitos escolhiam entre 1 , 5s e 3 s de acesso a um a m istura de grâos ,atrasados 6 s e 16s (sujeitos E8 e E6)ou 40 s e 1e s (sujeitos E5e E7).respectivamente.Nas condiçöesintermFdiérlasde treino,os sujeitos foram expostos a 40 sessöes em esquemas mûltiplos , comcomponentes diferindo apenas nas magnitudes (condiçâo *B*)ou nos atrasos(oondW o r *)de refomamento.Três dosquatro sujeilosmostraram nalinhadebase,proporçe (preferência exclusiva)es de respostas o quartona sujeitoaltem ativa com o m enoratraso pröximas a 1 apresentou ,0proporçöes em tomo de 0,4,dnas ultim as 9 sessses.Apös o treino com m agniludes diferentes , as pfoporçöese respostasdiminuiœm para lodos ossujeitps,masosdadosde apenasdoissujeitos estabilizaram em nfveis mals baixos do que aqueles obtidos antes dotreino. Nenhum a inversâo de preferência foiobseNada .Am s o treino emesquem as m ultiploscom atrasos diferentes,ocorreu um aumento naproporçâoderespostas *impulsivas*para os dois sujeitos expostos aos parâmetros 10-16 s deatraso na linha de base.Gom a experiência continuada na sRuaçâo de escolhaentretanto,este efeito desapareceu.Osresultados encontrados estâo de acordo,com a Iiteratura que sugere efeito de hlst4ria como efelto de corelaW es anteKordos estlmulos presentes em sltuaçöes atuais.Esses resultados apresentarammaiorordem doyue osde Hanna (1991),provavelmente devidoao maiorx ntrolede G u fveisvanâveisse undédas.sugeYmtambémanecessidadedeamplial odo n eumero dë sujeltos e investigaçöes paramétrlcas dos efeitos dos parâmetrosde reforçamento utilizados nas situaçöes de Iinha de base e de treino .Financlamento CNPq


13.35DIF-ERENCIK XO DOS EFEITOS DE PERIODOS PRé-E PCS-REFORCAMENTO SOBRE O AUTO-CONTROLE EM POMBOSElenice S.Hanna,Michela R.Ribeiro,Iza R.da Luz & Denis G .M .Naiffel+Universidade de BrasfliaNoparadigmadeaœœ controle,define-seaeK olhadam aiorr=m > nsamaisatrasada como demonstraçëo de aoto-controle.Impulsividade é a escolhada outra altemativa,cuja a recompensa é mais imediata porém menor.Nesseprocedimento a programaçâo de um inte-alo apös o reforçam ento,tem sidoutilizada,em alguns estudos,para igualara frequência program ada de reforçosnas alternativas.A literatura,entretanto,nâo perm ite um a conclusâo sobre ainfluência dosperfodos p6s-reforço no desem penho de escolha quando atrasosde refomamentosâoprogramadoscomonoparadijmade auto-controle.Esteestudoanalisouoautoeontrolede4pombosem funçaode m udanças nosvaloresabsolutos (mantendo-se constantesosvalores relalivos)dos atrasos e perfodospös-reforço (PRI).Utilizandoumprocedimentode reversëoABAcAedetentativasdiscretas.os sujeitos escolheram entre 1,5 s e 3 s de acesso ao alimento.NasFases A e B,atrasos ou PRlsforam m anipulados,respectivam ente,em trêscondiçöes (4 e 8 s,8 e 16 s e 16 e 32 s),sem controle da frequência programadade reforços nas alternatlvas.Na Fase G,a duraçâo das alternativasfoiigualnastës condiçses (36 s)e,portanto,foram programados atrasos e PRIs diferentes.Nessas condiçöes,foram utilizados os mesmos valores de atraso da Fase A.Anélises da percentagem de respostas na alternativa de m aior m agnitudemostraram grande variabilidade entre sujeitos,confirmando os resultadosencontrados na literatura de auto-controle.Nâo houve efeilo sistem ético doaumento dos valores absolutos dosperfodos pré-ou pös-refomo,confirmandoprediçöesda leigeneralizada da iguala# o.Em geralo compodamento dossujeitos mostraram preferênciapelamenorm gnitude (impulsividade)na Fase A,independentedosvaloresabsolutosdeatMx ,epe ferênc'lapela- iorm agnitudedurante a Fase B.Resultados de dois dos quatro sujeltos da Fase B sugerem ax orrência de insensibilidade à mudanças nas contingências nesta fase oucontroleoompodamentalfraco pelavariâvelmanipuladatpR l.Entretanto,quandoas frequênciasprogramadas de refomosforam equiparadas nas altem ativas naFase C,osresultadosnâo teplicaram aquelesda Fase A.Isto sugere a influênciadopRlsobreodesemN nhodeescolhapelomenosemsituaçöesde manipulal osimultânea de atraso de reforço.Financiamento CNPq


13.36CONTINGâNCM E M GM S: CoNsm EM o Es- SO BRE CO M PO RTA M ENTO S CONK V NTESD dgme r SIm @ne .Add- de c Fe ge E lga T.Sae lo (W pa- entode N cole m Le re dl de M éIK Exe - t/ do Clv - entw EUo ee dlde C* c* * G* )o prexnte tre m m mplkaço de algu g@bJ* d@ e> * e eo N rSlmone e eK (199*,G e c@m@ @bjdlw geralfbxa.r de 4ue fl- a @gxjehœfo- le am > ras q- e expost- àgcfne êada p- r- adaw F@r- o:o lntes @:objetlv- e O ::1)H e â@ d@ mome to (me d@ e e emde Aentallvas)œ qwe - ra * f@- e çe d. Y ;:)Vee car x a m meptagem* > eor- a -.- t. - *g da fo- vlaça 4. > ra; 3) % x orammwda çe c@m * D - lm em de - H* Om M açe - e lt@g - efo- ullr- a > a 14)ObR n *r @ p------ de fo- ulaçe da > rw p- ap- ,Ie G Ae-e a m r le tltlvm x'-''e e dt@x- rsltée sae foraee dad- a x o - - f- te a um a m - com cm e s cdx ad- exta dua:ce ag,- a ve* e - rl ve- lha H avl- 5: cm e w > e tee l+ a e >eoxe e e em. A ta- . 4* -JG - et* * e v pse*m - calxaw A:O e gêndasp- ade eG n v- qe @ex- % extador*Hated@x esc- œ c- letra f@g- ce ad- M* cO vermelha e c@m * > e f- mtol- d- > co vee Pm > Y a lnve- @ e- tador dl>erradm A* cada 'eoe m @:-JO M alav- c- e*av- f- * pm- * r @ exeaklm F@rm e ada e dag- 4e - > :1)M - de* ar M H - c% 1 :) W - * de e #r. œ R 1@ a. p- - *fo- e e da > rm vee - e que pm * d- * e dt- qe f@- ara av . f@rmuaçâo x lr- por * % % G p* m @-ldto fo- a - 4agpe da > r* (.e - n. eO vem el:a * ldra xaealu e e)pm dee :fo- e a #* N wêo A m - agem * eeu- da - 4e v ehmr- a * ta to par. os xjdt- qœ f@e v- a - q- t@ pm - e elt-= > R emt- R œ 4* - * flY ulae C*m b- Ma f- -l-ru de > rawpm p- M- de eo de - - rt- xto:cA- 4- ee + e xcNPq.x 1.% :.>


13.37EFEID DR PALAVY G AVE O M o ESW MIHA PARA ASou lçAo Do PRoBu m E A FO- H.ACAO pl M GRAIalrlsméHo E.Sl- a::l,G é**e1.deO lvelm Crigtl- % G- K M lril Viocm e o.GMilheY eC.Sa wlv e V*le .deNlsdmexe (m pm a ekt@de P:ltole wu - re e deAe lie Xx- * ltd do C@m- - eMe,Uo enlœ eC.t4lic. 4.œ lâg)com o obje vo de verlsclr@ efeko de palavr.:ckm comootimulo pm a xluçe *pmble- e formo e 4* Y ;trlpt* e elœ Kdult- e enltéri- fomm * + .*pm xm & t+ eeM4lçœ .Em te :lgœ 4lçœ * tm fw fd dee@I- t elrtœ em u ixastolori% :(- * ve- eea t> ve elkls Ap6:wge tu vu :1,3.5,&@.z5,4@,* ,% ,1:*,1* ,ze 2* ,> 3D ,3* ,4* ,4* e524,o:.ujelt- M atavwm N rutdtoeome atavafa mio pm me er o exerdelo pa - tc Havl*m 2* eae- ;:* e- - ee tlxho Go. ; w krlxe- e 1* el* se*ktlm m 3 @u 4 ls*rig- .x 1* e- e eom maisqwed- lsterixeog.* % eontlkka ge dge.g lgrupKdog - tentm do c- âo e > -Ae tixklm lstedseog dlspen- xu Ilteri:do cm - .x 1* clr- c- men- qxeelxco oteG tts.* *A eoxtle - ulrhe- dispe- e * *4 a te* - o pad-.> -.eIls- * M - œ f*> e :% 4*gdMrlw* * - * *x>* Mœ :1-al- t. *cd- ro:t*ea- **:te -;2-M p-t*de < +lr.A*condlç- dlfeH- qxa to loeolje - depll> tkaveqe @:gujelœ aœbl- n@ ixidl d.- :* (0 ex- e- M-tlm v lmsum*- sR> N. cte ç'. AGRUPAO DKSH QAG axtegdeihldlr . tm fwo gujeit. m bla - ee 'o t- p*l- tkm u-pe va:- - Na mxdlç'l M M RQUR CINCO -MFaNœ QW X O ,o xjeit/ M eblk - em e eom % pallv- eu ve- 1:quedneo - Mo:quedncœ N*tee a e 4lçe xe N*vll lp- ntle depllacka A:coe u êwei.gp- mad*:pm e u ag œ *çœ oe elv- que @ex-rlmextxdordid. eloR ogvl@lto*1xo et*'-*' e- K a %-*G - .* o iuveee e clr- om 3* 4 .:*r1% n*eœ . ve- du AsY - tu lxvex - he -> 4m Comp*ra e * médh 4e tentu vw:*té * u uçe 4o pablœ . ym - difea- .œ ** .A R élsed*u* d*('- ac19Y ldlc- - * difexnç.êgte tlx exteve ltatiu ewta *:œ dle @13.271- 5.41;p > :.G O te:te* '> (IA% 19* )pm .:*fe- epta mla'--@ HS - 1* .*)- t- qx *X e- ç.egte tka eosio ilc*tivl- r- e'- 'te e * > qx *>1-- * pm * ee thgêntilp> .4*)fld:e * *1** do pmM -> em a laç- à.p-'''-aç:o:* eowju to* pm m :ehm o pe *> - (qK@ O e- eprep- ld-* ee e q- >* * >1- - pm * eoatlKgênd* pw *dl: Vee - --eq>e p*- 41* AGRW AO -DI* **O .::ëelœ lM llm m *- > N.œ 4l. M ATRqW CINO -m Nœ QW Cm œ .4qëdt- fo- Mlm m * v Nl cqa*e R MPm v- G AVK 1sujd- fo- ulol * v x x gëelœ ,> e ud- x ppmblemae,4-œ ,*-**:Kfa /lm m *- r*(.m gëelo fom do. .- m ma e ou xd- * pmblœ *> Pm > se t-,*b- @- qM** Olxç'o 4o pmble- éN lvel- .forme e ;*- rmœ 4 - 391.881.0 *


yKd!;13.38..O ENSINO DE YOVAS PALAVRAS A(JHIANIJAS COM DESEM PENHO ACADEMICO INSUFICIENTETRAVXS DO PROCEDIM ENTO DE EXCLUSAO.osé G onçalvesM edeiros,Sônia A parecida de Oliveira e CeresM arteneixeira.D EP.PSICO LO GIA .'UM V .FED ERAI.DE S.CATAY N A , SC0 prese te trabalho,ora exposto,estâ voltado para a érea da aprendin gemque lida com a aquisiçâo do com poexm œ to textual,ixo é,o comportam c tode leitura e escrita.A aquisiçâo destes com portam entos nas séries iniciais doprim eiro grau 1em se m ostrado problemltica. principalmente para aquelascriançasde classessociais menos favorx idas,onde osincentivospara alekurae escrita sâo quase inexixentes.Boa parte destascrimwaschegam à escola semterem tido a opo- midade de frm uAntnr a pré-escola. E nmn propowâodaquelas que freqùentaram nâo apresœ tam os repertbrios bésicos m inim osneoessériospara um processo de alfabetizaçâo com sucesso.Seiscrianças , deoito a doze anos de idade, cursando a prim eira série do l grau da EscolaEm dualProfa.Laura Lim ndo Bairro do M œ te Verde !' em Florianôpolis , combistbriadefracasso escolar,poA nto repeentes ! paociparam .doproje .Oprograma deensino consistiu do treino em discnmmae scondicionais,ondeos estfm ulos m odelos eram palavrasfaladas e os estfm ulos de com paraçâoeram palavras impressajN a etapa de apro dizagem,tO do palam sfaladasoomo mM elose palawas impressascomo comparad o,astœtativascorrdaseram reforçadas por eo resse s tipo 'm uito bem '@'corre 'e por schas quem ais tarde eram trnrmdas por tem po de acesso a um vidx -gam e . Foramensinadas,em m édia.30 palam snovas para cada criança.Tndnsaprenderamas palavras œ sinadas e suas curvas de aprendiymgem sâo tipicas deprocedimœ tosdesta natureza,com maiornlmero de errosnasR sesiniciaisena medida em que o processo se desenvolvia,o ntimero de erros diminuiaprogressiu mœte.Quando submdidasa um pés-testede leitura apresetaram1O0 porcento de acerto.Submeidasa tee- dego eralia# o(palawasnovasformadasapalirdesilabasjé aprendidas),tM xsleram pelo mO os lmxdassilabas; um a delas apreso tou lekura generalia da, inclusive de frasescompletasno segtmdo teste de generaliad o No teste de muivalência 'M xs ascrianças conseguiram formxrnovas relae s,isto é!conseguiram lercomcom prœ nsâo as palaw as quando apresœ tadas Juno mente com suasrespedivas fgurase vice-versa. Os resultadossâo discutidosem termosdaalcance m ete olôgico e socialdo procedimento esâo analisadase propostasalteraçöesno sm tido de aumentara probabilidade de controledosestimulosdecomparad o sobreasescolhasdossujeitos.(Financiammto:CNPq (Processo 520669/94-0 NV1)


13.39A AMPLIAG O D0 REPERO RIO DE LEITURA DEUM A cm u çA PRK ESCOLAR ATM W S DO PROCED O DEBXCLUSXOFac'p. --José G. Meeiros (Dmad>mœto de Psicologia, Uniw rsiando Fe ral des.Ca1Ar;nn), Clarice R.da Rosa, Carolina A. Machado e lx ni T.Sclmeider.te aenm- n de Psicologia.Universie de Fe raldeS.catarinxl(INTRODUCXO) Os objevos do pres- e trabaho foram:a) instalar ocompoeamOto de leitura como estratégia de Osino para a = secu# o dosobje vos da disciplina psiœ logia da ap= diagem;b) rm licar,ahda queparcialmMte,o programade œsino individualiudo relatado porde Rose (1989).o prv u im- n pe dpalé o & exdusno.usado para expandir lm œ te.aolœ go de tlmn sequh cia de passos,o rœ ee rio de parpmm- ns - re m odelosyalawasd#'ndnspelo experimœtador)eestlmulosde e/- rlçlo èalawasimpressas).(METODOLOGIA)O sujeitoBixlmxcri= ça* 6anos,do sexomasculino,sem exposido prévia ao msino f0r- 1de le-'1m.No M cio doprogrxmn foram realizadastrês sessœ pors-mnnn,passando para duasdiériasno fmaldo program a.O inen,mœ to '#,'lixndo foi',mx pa*a-n-xelogo.o- M dofohasde papelalmam ,onde foram inseridos dese os em pre e br= x epalawase ressasem ldrasmailsculas.Fomm x/,'liudas some o palavrasdissilabas. O experimm tador apro em va '- xtivas sucessivas. virando aspiginasdapastaapôs'lm'Al- -,'vaserxmpldada,para e oisapre- nrat-tativasubsmû- ..A tarefadosujeitofoiapœtarapalam e ressa quecorrespœ desse à pahw a ditaA pelo experim M tador.Para isso,se utilizou doprxedim-todeexclusiodapalavrajérm lxidacomopistapara selxiœ aranova.Além disso fom m apresœ tadas palaw as de gœ eralia çâo, l rmxdas apartirdassilabasjéaprOdidas.Pré e pôs-testesfomm aplicadospara w ril- 'od--volvim- o do rœ ee rio de lem'1u. (RESULTADOS) Os resl-dosindicam que o sujeito doe ou os m- nismosde anélisee sintese œ volvidos nale-'lm .E1e apro deu aleraspalaw asde treino e apre- nu lem' 1m gœ em lin dano decorrere ao fmaldo progrnmA.(CONCLUSAO)Dessa fo- n,om lrmou-seaescihcia do progrxmx deœsino deleihlm dee volvido porde RnO (1989).aomesmo tempo em que tomou-se possiw laosalunos da disciplina nmxeo eriM ciasi>i:cativa e relevante na aplicdo dos princfpios% aprendixgem.


13.40M aoacw -sno s DA lm - y o DS- Es @* BEBH DR X O S W'UAI'J#J- A--'e- n- - h- *W & e * o- njo a -* '*- @ nAn.w > Oe.Ana Cyjkjna Cunv(un&e-'*e% Fe raldo R* * A - lro),Clae â * O e-eros R---*(unhere e Edadualdo R* * de-=ro),Helna **- k Araae i:e alcbda lx ra F- lk).A mâe - uium pa* e Rencialnas relaçôe que o * *e nbelx e com o m undo.EIa fom e e ex> dências de so urança quefavore em a adae o o do - * .Nas fasO iniciaK,um ambiente M me uma relad o *e 'fatôria com sua mâe e rmëem ao be* um plenod- anvoM m ento. NG e sen:do,a e o é um imm rtante canaldeaque çâo de Inform açôe .A de clencla n* * ârea , m de acarre rconsequ/ndas no de envoM m ento No-o ico-soclaḷ A pro- n dopr- -nte G udo foide crw er,cl- G'Icare analsar com portam entosverbaK e nâo-ver- K prH ente em 6 dlade m✠- bê K rK dore dede cienola e ual,que frm uentavam a Unidade Socialde Atendim entode uma instuiçâo ilantrôlca,da tinada ao abKgo e atendimento deindM duos N rK dore de de encia e ual.A idade das m â* va:avamde 22 a 52 anos e os be* tinham em m édia 24 m - - . Todos ** > x ssuiam o diagn4sNco de de enda e ualcongênM , tendo


13.41 REEDUCACAO POS L GLOBAL : UMPROGRAM DE ENSMEO PARA A FORM ACAOD o H SIO TER APEU TA .AméliaPasqualMarques(CursodeFisioterapia-FM USP)Carolina M .Bori(lnstituto dePsicologia-USP).wa.O presenteestudo progôs-sea desenvolvere aylicarum programa paraensinar o futuro profsslonalEsioterapeuta a avaharindidduos segundo a !propostadaReeducaçëo PosturalGlobal(RW9.O programa de ensinopropostotambém é avaliado quanto àsua efciênciw tomando como base odesempenho dosalunosdurante o processo de aprendizagem .M ETO DOParticiparam do prov ama quatro alunas do 39 ano do curso de graduaç'tem Fisioterapia da Faculdade de M edicina da Universidade de Sâo Paulo .Foiconstm ida uma linha de base pela verifcaçâo do desempenho que a!alunas apresentavam antes do ensino de cada cadeia muscular.E foramfeitasavaliaçöesintermediM as,consistindo em atividadescom fotose comvideos,estasûltimascom efeito cumulativo,ou sejw prevendo também,Acada vez,a anélise dascadeias anteriormente estudadas. Para efeito dapesquisa,a ûltima atividade foiconsiderada avaliaçâo fnal. Ao todo forsmpropostos21conjuntosdeatividades,dosquaisos 15 phmeirosvisavsmensinar a origem,inserçâo,açâo e encurtamento de cada m ûsculo das cincocadeias musculares do com o humano - inspiratôriw poste'rior , anterointernada baciw anteriordo braço e antero-interna do ombro.e nas demaipaprenderam arealizarexame para verifcaro encurtamento de o posmusculares,asposm rascorretivasutilizadasem RPG e,na ûltim a atiwdadesasalunasrealizaram avaliaçâo globalde um individuo,propondo posturaspara correçâo dasalteraçöesencontradas. RESULTADO S: N a linha debase, as alunas reconheciam alguns mûsculos das cadeias m as nâoidentifcavam corretamente sua origem,inserç:o ou açâo,nem estabeleciamcorretamente a relaçëo entre alteraçâo posturale mûsculo encurtado. Esta .relaç'o passou a ser estabelecida corretamente apôs a aplicaçâo doprograma de ensino,como mostram osdadosdas avaliaçöesintermediârias.O ensino programado aplicado a um gm po demonstrou ser proveitoso,sugerindo que o programa podeseraplicado a um a classe de 25 alunos. Oprograma de ensino revelou-se efetivo para o pesquisador,uma vez que asalunasadquiriram gradativamente oscomportamentos esperados,tendo nRos6 apresentado um desempenho coreto e com pleto com o, ao Gnal,expressado sentirsegurança para a atuaçëo prosssionalindependente.


ahv a13.42xx m cAo pE poH PRoa nlm ww s BE w xw o NoESTABELETIIM EM 'O DE CADEIM CO- RTAM KNTU EMADOT ,R AcEm s coM SM' Ro- pà pow N.Jogo do, Sauœ CARM G L;CI Ce e a Cavaleana * SR vmo le n t@ de AT.m m A .U - e dade Fede do P*o s proo- l- enœ unqw'odos no a o bele- - de O deecompo- meue sâo dol:procM l-euto Para a ena (a no qualoœ ee o M eI a p-- ' da pe * r- pom da cadeia,x - e1œdl- tedo refor> dor Aa-lcpr-so d- e .M a ?e r- o- .dexe de..- .ordem s- uencœ ;proe- l-en- n ex * 1 œ ,iice d. pe& 'w.- r-po- da O deb , a m ab prlea d@ reorçador lw.lcprogo d- e dene de - ordem z- uenehl 1v> a/ aeom pleo # o da eadeb.um * do una-'M do adolaeenœ eom a- .nno d- envolvlm ento dem o- e u que o œ el o F foim e e - quaxoao uém e o de m , e e po r- ue dw quando O m p- do a T.Enœeo - .um do: zujeiœ ,o * co com Sfe om e deD- e oapr- nlou dle ença zige cadu em z'daç:o ao#do1 p----=1-enœ .o objee o do pr-ente etudo f@i lv-e'ar @ d-empeaho deadol- cenœ eom Se drom e de D owu qu ndo zubm edd- a F e T.Do1 SW eM S,eom 15 *n@: de ie de >G aprexd- - a *-.-''sequa ce de quaœo Feuras de aa.'->b.Cada zujeio xpr- deuquae ze uência:,dua: em F e dua: œ X e - .damenœ AzC on- uências pm r o e a-een foram em do* e ao- n- ,r-p- 'am enœ osraulod- 1+ - - - que p- um d- gujelœ oœ eine F m ose uue m a1 e - œ m ro # e a@ n* - de - etem po ee do,qua do eomp- do a T.P@r% ,@ d-- pee o doa- do suleito n;o forneceu A do,condue o:quan- a --*n'r @um enor G cécl ene e F e T.D kqcu- e @: r- ulo do: em :- o: dedife en- m etodolggicas - œe F e X ordem de apraenol o do:e einow hlM rl prH xp-n'menœ c@m @ proeM l-eno F,e suge -a eone uidade do a-dw m pllnd- e o n* - de sujeiœ .


13.43ENSW O DA LINGUAGEM PE SW M SA PESSOASOES:EFEITO DO Tœ O DE ESTM H.O PAREAD O N O TREIN O ETESTE.Andréa M .L.Landulfo;Lisiane V .Amnrali.Elaine BuchnlwKarina V.Néspole;Clélia R .S.Prestes;Juliana G .Serm .ento;A ndréaK .SonAda;Verônica B.Haydu1 Universidade Estadualde Londrina .2 Universidade de Sâo Paulo .Fernando C.Capovila .Trata daanélisedo efeitodotipo deestimulo parqado no treino e testepara ensinar a linguagem de sinais a pessoas ouvintes. D ezesseisestudantesuniversitM osdistribuidpsem dois gruposforam treinadosaidentz car estimulos form ados por substantivos concretos,representadosna linguagem de sinais por m ovim entos feitos com asm -aos em relaçâo ao rosto.D uaspastascontendo sequlnciasdiferentesde 18 substantivosforam utilizadas,uma com cada grupo para controledo efeitodeordem.Aspastaseram formadasportrêspartes(treino,testeenomeaçëo)em que osestimulossinal(S),fgura(F),palavraescrita(P)evocâbulo (V)eram pareadosdoisadoisduranteo treino.O sinalera apresentado como um dos outros três estimulos (porexemplo V-S)etestado com um terceiro estimulo (porexemplo,P-S).No testeosestimulosfgqra,vocébulo ou palavra eram apresentadoscomo modelo e os18 sinmscomo escolha.N a nom eaç'o osestudantesdeviam dizer o vocébulo que correspondia a cada um dos18 sinais.O sresultados indicam que nRo houve diferença estatisticam entesigniscante no nûmero de acertos ao se comparar osresultados dosdiferentestiposde pareamento durante o testeam ashouve diferença notempo de reaçâo,que foimenordiante de paream entosVS-PS do quede FS-PS e FS-V S,e menor diante dePS-V S do que de FS-PS e FS-VS.Além disso,houve diferença no nûm ero de acertos durante anomeaçâo subsequente apôs treino com determinados tipos depareamentos:o nûmero de acelos foim aior apôsV S-PS do que diantede FS-PS,VS-FS,FS-V S ePS-VS,e maior ap6sPS-FS do que FS-V Se VS-FS.Osresultados sugerem que o tipo de paream ento pode seruma variâvelrelevante no ensino da linguagem de sinais à ouvintes,poisdeterminados pareamentosforam relacionadosm ais rapidam enteno teste e houve facilitaçâo na identï caçâo subsequente dossinais.1PesquisadoraCNPq 2PesquisadorVisitanteCNIN>FF- I


aro13.44EO ENCIAS ADICIONM S DA FORM K AO DE LEARNIG SETNA RESOLW AO DE PROBLEM AS EM NOM OS V3.Verônica B.H aydub;M k cia P.Andrade;Josiane C.Luzia;Lucinnn S . da silva;C arla M .C .Pagnossim .U niversidade Estadualde Londrins.Fem andoC .C apovilaz;Eliseu C.M acedo;M arcelo Duduchi;Alessandra G .S.Capovilla.U niversidade de Sëo Paulo.E w'dências de form açâo de le>rning u durante a resoluçâo deproblem as em N om osv.3.um progrnm n computadorimndo de eduç:ode regras,foram agresentadasem um estudo anteriordesenvolvidocom 17 universiténos.A tarefa em N omos consiste em edv r 48rev as(cinco chancesporetapa)com base na relaçâo entre15 linhas(traços)de diferentescomprimentos.Asregrasdevem relacionar13linhlsde informaçâo (L)com linhasreferentesmodelo (M )ealinbsimediatamenteanterior(A),via operadores=,>,% 1,G #.3 (e.g.,M>L>-A).As 48 revas foram aleatorizadas em quatro sequênciasdiferentes,sendo que seissujeitosforam expostosa cadaumadessassequências.O presente estudo replicou os resultados antedormenteobtidos.demonstrando a form xçâo de lesrning ẹ nas tres dimensöesde respostaanalisadas(nûmero delinhasdeinformlçâo adquiridas,nûm ero de regras-tentativas formuladas e tempo para formular asregras)em um outro grupo de 24 universitM os.Osdadosmédiosdos24 sujeitosmostram que o ne ero de linblmde informaçâo adquiridas,o nûm ero de regras-tentativasform uladase o tem po dispendido paraform ular as rev as em cada etapa dim inuiram sige cantem ente aolongo das 12 etapasiniciais(1*qum o da sese ),estabiliy>ndo emniveisassintôticoscom 22 linbxs de informlçâo.2.7 regras-tentativasform uladas e 18,5 seg para form ular as rev as. A replicaçëo dosresultados de form açâo de lelrning < em um outro grupo deestudantes dem onstra a precisâo do pror-zim ento autom atia do porm eio do prov nm A N om os v3 que permite controle rigoroso sobrediversas dlm ' ensöes da resposta e elaboraçâo de critériosexperim entaisrigorosos.1 isadora Ce q,2PesquisadorVisitante Cu q .Pesqu


13.45 O COMPORTAG NTO VERBAL COMOOPERANTE;UM A EU ERIEANCIA DIDATICAM atbw M .A.. 1 Cirino . S . 2'Passoṣ . M .L.3 sDanûank K.4errx htengm enxY.31Universie * SR Paulo,2UnivœsidadeValedoRio T*m 3Universianzle FM - I* RiodoJxnins4universi- Paulista .GzEste estudo foireàlivlvdo com o lmn das O W dH > da dix iplinaPsioologia Experimenv 1.docursodegrad- âo do IP-USP.O obje vo dotrabm o foienvolverosalunos,logo no iaid o do m 1= .o.nm auvidades demsnipulalo experimotal do comm - o to hlxnano. P= A to. foicon- fdo um exm limento que verifcava a possibiliY e de conkoleoperante do oomportsmento verbal.no e- ,do uso de pronomespesx ais.Osalunosahxnrnm ou comosujeitosou como exeo e oas.Oe alho foiremlx do X m 120 verbosno inlnitivo,apr- - e os um a umim pr> sos em cartöes; e r.zam seis pronom es m ssoais apre- tndossimule ex ente impressosem um caY p.P= a contm lr o efeito de ordmforo M lizadas seis diferentes seqiiências aleatori*mdnq dos pronom > .Ae>dnverboapresentado o sujeito deveriaconœ lirAlmn*n.* inicie m rumdos pronom es,contendo estevcbo.N a Fa dm Linha de Base,x m conseqûO cia pro> m oelo pn oda- penho dossujeitosvfo= apresene osos20 prime osverbos;nadeReforçam O to. os 100 verH s restantes.P= diferentes n m s, o uso dedifcentespronomeseraseguido dereform socialCcerto' uM uito bem*çeôtimo7'l. .For. die dasalgumaspeculiaridadesdo oom- o to vorbalque dderminlmm o ddineamento exe o< taisO mo:conjugw e eregulaidade gramaticaldosverbos,fe limidade cotn a aW o denotada m losmesmos e, Gnnlmente, a impoe cia da rR do ' na orH- deapresœtalo dospronomes.A pm 'gda = élise dos dadosde Linha de Base,fo= idendfm.orls..n- -eristicasdo compor-mc to vérbaldo grum ,a saber:bnien fre êlvciado ux da segunda pessoa e a1+ frequência do uso da fonnx sinsulr .gx doaseguinteMqrrquia comportamenal:10.)EU;20.)ELE;30.)NôSeELES;40.)TU eVOS.Estesdadosfora discuidosem t= osdehistôriapasu dnA s'bitoslingûistiX sy . gapreferêltdip- onzidM e.Como espeM o,o Vforçamentoalterou es> hierrquiw ou sejw osopx tes refov dos aumenfxrxm e1:% 9% e 15% O qum to os d- m'qmMtiv- m-seconstOtesoudxmmulmm .. - em s.oaoi. eqFe dn-to:CNPq/CAPES.


ar>13.46 sssrro DA opv .v-w Ao E oa coxsw uçAoPO R AN A GRA M A N O COOOLE PORtm m r Es VERBAIS Y OM S QUE A PM AVM .M e a M xehxHûbner(UniversidadeMxokee el.MAHAAmélia MxlnseFabioL.Gonçalves W niversidade de S* Paulo)Em esludos préviosHûbnere M atos(190 ,1991,1992)identiloxmm algunsfatozw que M em afeœ a aquisie th leitum sobcon% le de tmitladesmenoxsque a m lam (UV* );nùmem declassesve 4'sM ixmdas* % )anùm- deUve >senvolvidasnota ino,m siçâo das U Y 's,e a ino de a flexividade.o pm sente trau lho testa o etbito de doi: pe l'm M t- de aum entono fnmnnho da classe - * 1,com œ s= oralY sW e 's(Treino emomlizwql o Simplea-TOS).e com cesum oralevisualthsUve 'sf wTre o de Esml,'RAçR e Cons- o com e - -TOA).Oito préescoln--qde cinx anos de iY e N snm m m 1o - 1n0 de lei- dequaa m lawas(Conj= to C)via PnmH,'- deEquivalência.A# sdemonstm- a en- ência % lei- dessase was,comcompx uuoyakavégdostesteschssix sde G valencK foratesu dos q- to à lei- de tp atm no> palam syde vaths dasanteziores(Conj= to C', )au vésde Dlaçœ condici- isdo timudesenhn/e m ese ta '>tw . lam escriY dese o'.A seguk quatmsujeitosforam ensinadosa nmliRAro nome de cae m lavra do Conj= toc denlAp-ndzwse,ao mM elo,a prx œ ia de*% slhG (Toë .Osaemxisrecea rm além desse a ho,xmzouko,em O m o ao m ranagmma silâbico(ToA).Em seguith tMosossujeitosf- m a-testadosna leito dasY awasdo Conltmto C',Osresulàdosindix que o aumento no fnmloho da chsse ver


13.47 REsroxpexoo à INICIATIVA PA CRIANCA coMSINDROME DE DOWN:UMA ANXLISE FUNCIONALDE DESENVOLVIM ENTO DE OPO RTUNIDADES m TERATIVAS.Irnr'-maNeno Cecilio Tadae ClliaM aria Imnada Costan nnonlu tituto dePslcologia,Uzlfver.dde ede Sr- fffl.Tem-seafrmsdo que,nainteraçâo ludicacom a criançacom sfndromede Down,a*diretividade*da mn-zxcorrelaciona-seàN uca particim do zl-tta criança naativirlnHe,configurando lbaixo fndice de comm tênciasocialda dfnrl-l.Anélisescomm rtamentaisdessainteraçio sâo necesso aspal'aidentitk armnnipulaç& sadeqtad..qà promx :o depadra sinteracionaiscom aproveitamentode iniciativasda criançana atividade.Realizou-sexlmx nn4liseexm rimentalde desenvolvimento deoportunidadesinterativasentre acriançacom sldromede Down e seu agente de cuidados,em atividade de explorarebrincar.Participaram d'mq'dfades:umamenina esuamâe;e um menino e sua babi.Ascrianças tinham cinco anos e freqûentavam a mesma 'classe prë-escolar. Utilizou-seprocedimento detreino instrucionaldo adulto,em laboratörio,focalia ndo respostasdebrincarapartirde iniciativasdacriança,sem ecom exemplosde comm rtamento esm rado.0 delineamento exm rimentalincluiulinhade %se multipla entre sujeitose um esquemxde sontla naresidência dacriança.Asinteraçsescriança-adulto em sess& sde atividadeMdicaforam registradasem vfdeo.Foram identificadasresm stasdo adulto,de antecipaç:oksaçöesdacriança(klmnforma prevalentede'comm rtamento diretivo/)e de conseqûenciaç'oas=siniciativasno manuseio deobjetos.Foram medidas:(l)freqûência de setetom gratlasde respostasdeantecipaçâo ksaçôesda criança,(fp taxa e (17 duraç:o decadeiasdeatividadeconjuntadadfade.qxu'ndo iniciadaspela criança.Antesdo treino,obselw ram-se msfreqûênciasmaisalusdeanteci- çâo àsaçöesdacriança;em m u lxasa taxae a proporçâo detempoem atividadeconjunta iniciadamla criança.0 treinoœ asionou mudançadom drëo interativo:a simples instlw âo parabrincar a partir Jeiniciativas da t'rfuafw produziu reduçâo imediata (atëJ0%)dasrespostasde antecipaç:o oœ asionou frO uência crp-qn-nte de cadeiasinterativasinicindnsN la criança.O desem penlmtlo adultomelhorou com intrGluç:o de exemplos.A murlnnça do padr'o interativodeu-se em trêsmomentos:(f)enfraquecimento do resm stasde *antecim rw,(fz)fortalecimentoderespostasde*conseqflenciareiniciativasda criança,e (l/f)desenvolvimento deatividade conjuntaduradoura.Cov rmou-seo padrâo dediretividade do adulto e mostrou-seque,atrav&de a*rdagem construcional(7 Goldiamond.1982)à responsividadeuo adulto e ksiniciativasdacriança,épossfvelenlkaquecereste padr:o,evidenciarefortalecera competência instrumentalda criança na orientaçâo da ativirlnae interativa.Almlo CNPq cozlBolsa de Mrsçrado #Jm a pflefm autora.* 1


13.48 TpxxsFsu xclA DE ApklRxolzAoEM psDISCRIMINA SENTIDO AO % 0ESEMPENHO ESCONDICIONAISDESILABASSEMNUMA TAREFAZV?NTECIPACAONaliniyLorismarloSimonassiyKelenCristinaFernandesMariaVirginiaCmSERIALalpo,r1SboratériodeWnâliseExperlmentaldocomportamento,UnlversladecatélicadeGolésltla#m GOShGuilhermeSFontw eValériadoNascimentp(IijartamentodePsicplogla,axoerim entossobre transferênçia de aprendizaRem m ostram que suieitoshum a-ors aorendem com m ais facilldade e-m alsv e Tozmente tarefasve'br aiscue tehamrsido antecedidasportreino em tarefasverbaisan 'aloqasou m esmo difeentesfefeito oroativol.-O presente exoerim ento obietivou-verificaro oossfvelentdosobreodesempenpdehumapospumatarefadeanteclpaçaqseri>lcpmfeiltoYproativ-odaaq-ulsijj-odediscri'minaç-oescon-dicionaisçntrlsfla6assemssllabasdasdiscnmlnaçoesconqlclonalstreinydas.Dezesselstp lyersltâlojom idadeentre19e45ano.servlram Harvard Graphics lzstalado comosweitos.A em mlcrocomputaores fugâo SldeShow Bul (Z-station/486Dx)jromovluaa-prpsentaçpodosestfmqlos.Com AB um delineamen-.Y A o orocè imento conslstludetresfases:1)LlnhadeBasedaAnteclnaenclaS o >erfal;1I)Treino 4e itosforam Discrimin>çöesCondici-onaise lnsyuidojameporizlr3serlesde12slabgs111)T>stedeTrxnffe-. N > fase l os suleem sentldo nunhatarefadeantecipaçao serlaltmlca.Aoresentou-se umasérleor sess-ao e reaistrou-se o nûm ero -de tentativ>s -at'etrês -reoetic-oesconsecutivasBbmetldosatarefasdeigualaçaoasamostrqco& as-èerlxsem e-rrosnum m 'aximpde20tentatlvas.Nafas'e1-osspjeitosforamlflabassLrlsentlocomoeslmulosdenmostraedecomparaçao.Contlngrnclasderqforçoforamadaspara8relaçöefcondlclonalsentre12slabasdetresçonjuntosA roqra-eà.Assessöesde trelno conslstlram em blocosde32tentatlvasAB eotlBC.Regukstrou-sesessqejponsecutlva;so n 'pmerodede100acîrtosporsessëozsdç acerto Tlstesdesendo areneylyidadefaseçncerradacomjimetriatrêseransllvldadetambem foram reallzados.Kafase111,ossulelto s.dlvldldosem'A're, grupo, foram expostos noyam ente a tarefa dp antec-lpaçâd serial.Numaûnlcasessaù com osmejmoscrltérlosdafaselfolapresentadaaca4xum dossentadasresgrup osdmadetrêsserlescpmpostaspelasslbysdafxseII.Asserlesyre-diferlram quanto ao grag de ordenaçao,dxs jvlabasconsidera o orelno na fase II.Um dosgrupos fole x posto a um a séne ordenada (GO)e osutrojdoisasjriçsçdesordepadas'(GA osnumerosmedlosdetentatlvasDaraaoulslçëodasserlesnasfasesIeloservou-seclaramenteoefeitopr-oativojaraoGO(-x(l)=14.72e=x(l/I=6.17;=6qqB).Em çqmparaçöesi-ntra-jrujoâosiùlfscakvùs(GA:REI)=155exjlg=l%.622p


,13.49 APRENDIZAGEM DE LEU UR A E ESCRITA EMAPRENDR ES CöM HISTWRTA DE FRACASSOESCO LARAdHana B.pereirw Deisy G .de Souza;Jllio C .C.de Rose.U niversidadeFederalde Sâo Carlos.Esm dos recentes da Ann'lise do Comportam entodemonstram que repelôrios diferentespodem ser interligadosatravésdeumaredederelam esde equivalênciaentre estimulos. O objetivo dopresente estudo consistiu em replicar osestudos de D e Rox , Souza eHnnns (1994) instalando discriminal es condicionais entre palavrasimpressase palam sditadas e veriscando os efeitos dessa aprendizagemsobre: 1) a emerg:ncia de ldtura das palavras incluidas nasdiscriminae scondicionais;2)a generxliyAçâo de leitura para palavrasnovas;3)aemergênciadeditado em ambosostiposde palavras.Esteem do adiciona ao estudo oripnal ' um delinelm ento de grupos com umgrupo experimental e um n po controle .Ossujeitosde ambososn pos pertenciam ao Ciclo B 'asico de xzmn ex ola de periferiw comhistôlia deâacasso escolar.Ossujeitosdo > po eq en'mental(N = 6)foram submetidosao Progrm a de Ensino (para aqulmçëo derelae esdepareamento com o m odelo,entre palavras ditadas com o m odelos epalawasescritascomo comparaçöes)ea sucessivasavalial esde leiturae diu do de palaw as envolvidas no treino e de palavras novas .H sbilidndesde eK rita,nâo ensinadasdiretam ente , foram testadas antes.no meio eao Enaldo estudo.Ossujeitosdeste n po aprenderam aleras palavras ensinadas e,em niveis diferentes, leram palavras novas .Cinco sujehosaprer tlrsm melhoratame m naeRerita.Osiujeitosdogrupo conlole @ = 5)nâo fo-m submetidosao ensino;pe ciparamapenasdasavaliaçöesde leitura e escrita antesyno m eio e ao fnaldoProgrnml de Ensino.Quatro sujeitoscontroleapresentaram melhora nosdesempenhos de leitura e escritw m nR com indices inferiores aos dossujeitosexperimentaise com maiorvxn'eilidnde inter-sujeitos.Estesresultados sugerem que o ensino das discrim insçöes condicionais foiefdivo paragerartanto leituraquanto escrita(ditado)emergentesequea pm ir da anàlise compodamentaldas redes de relaçöes envolvidas épossivelum mliorentendimento de s'uasfontes de controle .Ce q,FAPESP, CAPES.


PslcoLoGu EscoT.An /E oucAçAoSBTOR 14


14.01 Exswu s APRENDER:O CONIW CM ND NA EK OLAM *+ u=- Févemxo v - x tw - *v- aa - wx o va- *r- - - e :.B= -M discussœ e An4lmes a rev ito da alae en%pnnhx M ento,ene o e aœ ie de.iem O ltm do em evidench o m m ldo a iao fo- lzsobntudo no que se xfere à o e divulg+ odeste coA hnento.En% osve osas- os,a petio do pm fessoremsala de aula tem m- ido es- ialatençâo . Com o te pe tiO .es>hmdamenta-se em detm inndos O nœ itos , com o o de ap= der eense ,e o A prio O nxito de rm hM lm ento.TemosdeM dido queeo lm r - t* pnn- itœ é Zmzxm ental jo qualquer inforvençe naescola.Com este intuito e W sando a pràtio do em ino de cienciase deM teznàtiM no 1* o uaoito quest- sa> nsfnm m ap- = G das a =tohl de 72 professoas da RA W zbli- do D . F.:34 pm fesso- deeia ias(25mulheM e9 hnmenn),com um temm H dio de magistéhode 9,11 anos e idade m édia de 34, 91 anos e 38 profossozps de .znatemàtica (22 mulhemse 16 homa ),= >um temm mM io de> gistério de 8,68 = ose ie m édia de 33 , 8 aaos.M a sm stas àaqœ stœ ,tnm-us a o disc> o dos pm fessom s , f- m subm eti% s a= xnélisedeconteudo que> iu a O tegnHymçâo de cada om- itoahe do. Oa M ultado: m ose que , K dem ndente da sua %es- ilO de x zlx im wzto,os N fessoa s X fendem no seu dis= oN a pràtica em œ a de auh, a alal o *n% o conteùdo te zieo e .pràtica da vida Gzax'nnn,- = - sem ele ça W que nos leva aconcluir so% tuna N dm niyxçâo do discua o , elaM mdo a > ' dec= ososciaisditosde v iclagem .Ao m esm o temm que (xq pm fessoa sdefendem esta pràtio de enaino Y eado zm R laçâo tx ria/viA0 +cotiaixnn,o pnnhe im ento é visto * m o um pr- so de asslm llxçâo .n= sentido de unza 'absow :o* m ssiva . a % t= do = ensino dedN' o Y M :pmfessor-yaluno.Como O nclusëo o kae o am ntaen% ouH sa quesuo th ine-ncia conceitM na po pria fom laçâo dospm fess- s,o que esh% lu = im plicaç:o ese ta = àa quese o doN m 1do pmfessor,quando seto- a xlal o * oren% conhM im- to .a ino e sx ie de, o que em 1î1* nnAliAe eSK dire- enterehcioM do com qualquerpmjeto ou pmm sta de intervençâo na escoh .*w- # Je R r4- o-c- q


14 .02 A EK EMX G .AO RW èéhèEN âo po PROFER RPGAR.UM ESTUX COM BASE NA O BRA DEW EXW W AIAM N.Plxtilela U aivea idxde G téliea de S:* Paulo A.* Rita Silva Alm eid.O referido estudo bu= dixutir a m rce que o profesortem xbre a eme ona sala de aula.A pr- po destetrabalho tentrl zou-x no prof-er,-conh= rcomo ele se N sidona M e ao fo ômeno emoe .Especzx ente,procurou-x investigar quala per- o do'prof- rda pr&exola Obre aemod o na interaçëo Y agY caxAxtlrAndo-se trêsemo e rdadasN rW u on em > tx ria:ale w medo e raiva.Entre outrosN ntosbu= u-xuu r:qualo conoeito de eme n do prof- r;x,na mza opie ,aalalope gôgica envolve eme o;R a rele o Y e afe vidade e inteBgência éobm ada pelo profeso rna sala de aulm Osmjeitosda 1- u1% fo= W sprofesx ras (1e ,,nu pe la da re e particulv : l- lia da na cidade de S:oPaulo. Tinbxm em mM ia cinco anos de ev nência na pré-ex ola e todaspossuiam nivelxe or.OsdHos foram Xletadosporuma otreds'ta gravadmNo roteiro da entre sta constavam qu- œ xhertas que indav vam x bre aN cepçâo das professoras sobre a presença das emoe nas auvidadesescolares.Foram utilizadas,tambG quest- es- iscasxba a ale asomedo.e a raiva.Atrave destas três emoe s,pretodeu-x - dar x asprofessorasidœ tœcavam asem> na * de aula e * mo a elasreaka .Osdadosrevelnm m quefoge à v œ pçâo dasprof- x rasa indise abilidade dosas- osafuivo,cognitivo e motor na atividade intele ul.Asprofe- ras,ao1- n- lidar com as situae s œ otivas, acabavam conta#adas ecompletame teincapaza de racionalizara situo .fazendo nuim partedo quechnnomos*circuito perversolda = e o.Apr- tarm tambématlm cone tolimitado de afeto t daia insistênda - o- zden'ur-se como *t< confundindo. .eme o com sentlmento e nâo percebendo a estreitarele o - wf- dade eintenga cia.Osresultadospermitem apontaro - .Ho daafuividade como umalanmn na for- çëo do professor.A au/ncia de unm forma# o prosKqionalqueaborde o e xao da afetividade e - implicae com a auvidade intelectualtrazprejuizospara a Mucae .Suascon- uêndasating- o âmbito da salade aulaimbriomnao asinterao esonde se eenh-l= a préticape gôgiœ .A falta dehabilidade em ndministrar as im previsivei: crises emtuionais prov- umdesgaste lsix e psicolôgico pois,o proe-qnr torna-x vitima do xu conte o aoassistiro ese culo da emoe .Acre ta-x seiproe a a amplalo ' deestudosx bre a relaçëo entre afetiviaoae e inteligênda na lit- hxm eslv ialiu'd% . Acompreensâo da rxiprocidade entrv afeividu ee cognie é a nola propulxmpara.,nu comprx - o proveitox acercadasrelal egafdivasna salade aula.En- se o compr- dera afetividade como uma companhdra selda inteng& ciwnlrrnxr> aue ciaé desconh- a relalo de compl- ntaziM nde *tr* open- e o v tirno desenvolvim ento hum ano.Agência inanciadora:CNPq


14.03A QEPETIG O COMO ASPECTO COESW O EM TEXTOSN ANTIS.AarlAnl TelxelrlrDlnlele Séh*ra & Pedrosa,1.M .Depnexm ento dePsicologiw Universidade Federalde Pem am buco.e- IObjetivou-se com esteem do compreendero processo de produçâo detextos por crianças do 10 grau m enor,considerando-se os aspectoscognitivosrelevantes a essa aprendlzngem .Utilizou-se um n nm oskade 16 sujeitosprovenientesdedlxnqescole pûblicasenke 10 e 16 anosque tiveram suasproduçöestextuais avaliadas q lnntos aos aspectoscoesivos,esmcilkamente,a repetkâo.Identifcou-se e rygistrou-se asm atria s-primeirasocoaênciasde term os,que fomm d lm eradnA deacordo com sua ordem de aparecimento,bem como,as repetköestotais e parciais dessas mesm as m atrizxs. Esses elem entos fornmconvencionndos, respectivam ente por:M ,Rt e Rp.Teve-se nxlm aescala decrescente, qlnnto ao nivel da classiscaçâo sintéticosemMticadasRte Rp o usodesubstantivos,adjetivos,pronomeseadvérbios. Verifcou-se a ocorrência predom inante de rem tiçöesatravés do uso de substantivos e adjetivos pca que houvessecontinuidade e coesâo texMlnl.Dem onskou-se assim ,que as criançasem szlnmproduçöes iniciam o processo de introjeçâo da es% turatextual,ao tentarem,a partir de um a relaçâo enke o referencial, am atriz e suasrepetiçöes,apresenœ idéiascom clareza e organiww âo.Pretendeu-se,atavés da com preensâo e da anélise da produçâo detextos porcriançasconG buir para xlm a a pliaçâo e adequaçâo dosconteûdosdas intervençöes teérico-prâticas realizadnK em escolas e,consequentem ente no ensino da lfngua escrita.Apoio:CN Pq


4k#.q14.04ESTRATEUIAS INTUITIVAS DESEN/OkVIDAS PûRCRIANCAS PARA A SOLUCAO DE PROBLEMAS DE DIVISIOPARTITIVA E P0R QUOTASJ : n e C o r r e a - U n $v e r s id a d e F ed e ra 1 d o R iod e J a n e -7r oA f im in v e s! iga r a com phe ensX o in icia! do.c o n c e it o d e d '-)v is a o a n te s d e sua f o r N a 1izaçao pe-1a e sc o 1:. f o r am e s tu d ada ! a s estra t e g ias ! ntu': -t 1vas ut -31iz a d ! s p : 1a s cr 2a (jç as par a so1uçao deproblemasp e d id o a 4de1 cdr7vis-7a n çaoapartltlva e por quotas .s d e 5 e 6 a n : s d e e s c o 1a pFpi u -blica da c idade de 0xf ord que resolkessçm , :m entr e v ist a s in d iv id ua ist*7t1va e 6 y 6 ?rqb!em as de d1v7sao pa!d pr o b 1e m as d ! d Jv 1sao p or quo tas, te n-o ,c o m o m a te r ia 1 a u x i11ar .q u a nt id !d d e b 1ocossu f E1c ien! e p ar a r e p r esenta r o div7d e nd o .m m e d ia 50 % da s q r ia n ças d e 5 an o s r eso19 e -ram ostpro b1ema d e d 1v i!ao pa*tit iva e nquanto ,a penas,1/ 5 d: 1a s consegu 1u sol.jc ionir os prob1ema s de d .iv $s a o por qu otas . Em torno de 6 anos ,a -pesar do desempegho ainda ser me1hor em problemasp a r t -7t iv o s, a m a no r p ar t e d a s cr i!nças re so1ve ucom B a s icsucesso am e n t e ,os d 9qroblemas ns t ip o s dde e edivlsâo s t r a t eg #apor s fquotas. o r é m u t i-oâ1 -nz a pd roba s 1emap o r s,c r -7a n ç a s q u e r e so 1v e r a m , corr :ta m ent eta ambo s b ajeado s na ut i1Eizaçao espon-nea da correqpond%ncla. Para os problemas ded i v -7s X o p a r t -3t -7v : y a s c r ia n ç a s f a z 1a m u so d a c o r -r e s pond3 nc*na t !r r!lo -a-t e r n!o, e nqu 4n to que pa ra osProb1emas de d1v7sXo por 'guotas. as çrianças base a v a m- s e n u a c o r r e s p o n d e n c 7a d : mu 7t o s - p a ra - u m C ont r a ria m e nt e a o e â tud o d e F 1sc hbe 1q e t a1 .(1985), e m q je a d iy isao po r q uotas ser 1a construTd:pela 7nqtrukao f orma 1, observgu-se que am a ior ia d a s cr 1an î as de 6 an? s e m nossa 4 m ostr af o i c ap a J d e u t i11z a r p r o c ed 3Y e r t: s.c onsist ente sna soluçao dos problemas de d 1v1sao por quotas .a p o 1o C N P q


14.05A INTERACRO SOCIAL EN SALA DE AULAEstâ em realizaçâo uma pesquisa em escole plblica dePorto Alegre. para estudo da interaçso social que se estabeleceem .sala de aula quando o adulto e a criança interagemsobre um mesmo obleto de conhecimento, besicamente umobleto de discurso. Os suleitos (um proeessor e 27 alunosda la. slrie do lo. graua em 1993. e um professor e os mesmosalunos na 2a. sirlea em 1994) sâo os informantes da peaquisa, que se caracteriza como etnogrlfica. Ds protocolosyalaborados a partir de observaçöes sistanxticasy registradasem fitas de gravador e dedeo. posslbilltam, at; o momentoduas categorïas em diferentes nfveis de anâlise: o diâlogoe a açâo do professor como gestor do ensino.Busca-se analisar: a) o domfnio da situaçâo. que exigedisposiçâo cognitiva por parte da criança, bem como o deselodo adulto em transferir para a crtança a responsabilidadeestratigicd da açâo; b) clareza e coerência, considerandonâo s6 as informaçôes do significado explicitado pelos parkicipantes,mas a negociaçâo do sentido dado na interlocuçâq'c) formas de intervençâo do adulto respeltando a alteridadeda criançaa expressa nos diferentes modos dela participar dotarefaa assinalando a transiçâo do funcionamento interpsicolsgfcopara o intrapsicoligico.Os dois focos centrats do estudo - o papel do professore a especiflcidade do objeto de conhecimento - exigem umaprofunuamento em queàtses Jâ levantadastperret-clermont,l99G) sobre a relaçâo assimdtrica em sala de aula. que cria ip conflitos6cio-cognitivoe;causadedesenvolvimento inte' !lectual e sobre a lntervençâo pedag6gica e o debate dientfei'co em sala de aula (Vinh-Bang, 1990 e Johsua e Dupin. 1991).A hipotese de que a produçâ6 de um saber escolar J o re'sultado de um conlunto de operaçsesyque sâo efetuadas nas 1n.teraçies aluno-professor-obleto de conhecimento, implica con' !siderar que a Otransmissso de conhecimentosoe o 'aprender a ipensar ' sâo dois processos articulados e n3o opostos. 'i'


4k'A l14.06M AX.IR DA Tm RACAO PRoR ssom M 'uNoCe e W QUAVRKM A,C* - '@ TKM TRAZO e e M ETn :Hdg.M nlxRzk* - . soTM A > .7To.- .:.Pe @l@* Uo - ae e#e - ld@ PeCom o objeuvo de *,Y'1i< ogo feegoaga ide 'lve pogglveigve - ig g- e ozw de gi- ôesproblemK çe na inter- e parvgzor-2 œ o pm - hieo psrole,foiele oY o = = o de oHeo e gontpndo5G ),devendo gera - lze o o proçedimento:V 1:'e>Ho.Todaviw .='% jecela gio 'g- ivtde sujeitos coneee u identifcr a ve éveis cm e oe de sio :elproblem K c> noe exemplo: c isdoe,oa quaie favoo c. k çon- xça d:= alxiona ento profegeor-dlmo mige e ve.O œ 'DO .DE GEOM HCM .DO . M COL > p# = M


14.07PERFIL X PSICOIY = EK OLV E D UCACIONM :SUBSY IOSPm K AO.Soe e WecM ereRaqud So= tA r-wn e onv cl U-' '*ca/ : ça& c- ' )O m- to de O- o dee t- N côlœ œ = 1> me olx aexcelO k o> 'Y *- o A bdxH o to dem - éteba ke- - e udœ qe a- oe a préuoana - < ao m- ot= m qx le v ca n* e e- ie po - ' * suM *œ àe ce f- H a eoua > ' de œ .F= * w Hqe onH os a pe 'ci- e * m O- M n M ê- x ionz dePe ole Fv e (N= 7O ) e * obue 1œ% * e olo . O- * œte oblee u e > a e oie = e % Hv fe e nœu G a im x o sx n= e e ee ode .Fœ= ide ço 85Y eltvœ ç- ie w n'e do20 a 61-' - =* do xxo feminlo (81%),bre e (:4%),=> * = Pe le (88%).> > a qw ue œ f-e-a1q'oezu m ja gua A qe cja. œ > oo po o exc fcio pm M onz foi- lx an œ - % X 1* -(7% )e apO - como e e o te ça * * 2 a o8>b,-xnuu o + * k > a H (63%$ RMl1+- me% = e =* odO e depe e N f-.œn- eo- = * doae A-'xm - us '' (52%)- do & - - - ocae e . A- * que a e * 1* po o oxc foioN M onzme na descio oia defo- e ça (8% )@ s% =qu: % lm -' ie Oa-- m f- e a fo- M - o exc fdo> Y e ne G ee do e œ em - 1-,a- e ao f % & c- X * > '' so * > 'e X Go- ,- 1nx'n'œ e Y e cl * % =' - -1- - a hoi- oz- à N éGxe oe .


#kf i - u14.08 PROMK AO x oEs> oLvr ocx wnqvoœ m eulsn co os cm o çxs coMw sAo sllsw oRM M .ALGtiNslc suLTa sC ecill a om leriBatisu CEPM -CG de Ee lanm e Pesquisas =R eabihu çâo 'PD E D r.G abriel 0 . S.Pozlo/,Face de de Cie sM M lM s y u niversie Esu dualde C- %Cri- as com vie o subn= xlC= m G sevem de e o queM o e e serce gida m rM lnmonto cllnico ou cY x na come ulos conw ncinnnimK) muitas u s apasM lxm ae og nodesenvolvim - to e N bl- sôciœ afetiw s que difcule axinten ç:o à esx la D gulr . Viu nao prew nir/- M inresses pm bla ,ce asde q%% a seisan- sâo aM * em > m ,dx w asm rs- nnn (u> hom e > 1a m rsesse yOm ativiA d- ahce dasaComunlcaçao.e'xprerao eM atemàdca.O objedvo do N otemlato 6d- om ver a1gm = m ud- s no A em m A o A sas e ças ao longode = m- o.qa de H lwlhn (PH> H q- -a de 95).O H hnlhn foim mlia an x m seis e - ,vH s c= dG culdades de visâo no x nmcentm lou gloM e duas = z visâo a- g n= c- m uito M d to> .mnmA),O agise mrho nleea* sassess- ),a> 'do qualfoilm v:lznao = pmt= lo com a descil o dasaûvie desww.nl1'*xY ea sintese do d (do gnzm e de 0% ce ça)nogas- tosce tivo-ll'nmllstix .m ixmotore se io-afedvo. lxnke oszesule os obsea ados no PO H some de 95, œ se osxwgise sde feu H com œ deje ,V luem-se:1)- a ZZV OG dason'onçasdo > m :alm- to % M 'cim ç:o = atividadeaYlefvas(ex:x nw rsa O m e tose O legase alg= as> ' dln nfocom - oemA hg= );almento % l-billzl>H- e complexie do M -lve e!njogos de m onGgem fviHimM miozM ' > alm- n da O mple de aqv sene âo de situaçœ pa senteae I- HA*ae vésde mM ehga ea- ho;e M 'cipe o em jogosde v shneone se les;2)-u> ou m ucas* :alzmM fn da ori- ea- iale ido do- nnheix to de fg= (= * * com o xzvwnxl,H cio doe nhe e to do popho nome,M cio da = % = atéM sou quaeC om idœ a.se que os D m;I>HM ohq- zlnq K dix m o- gœ ntdesenvolvlm- lo co> tivo.lingutsdco ou em pe.e iu - este,eque Ie œn ser akibuldos, ao menos = - e, às aûviY œdesœw olvidasno p- e H e o.


14.09 'oM esw x oe cAso oe uMA CRIANCA eonnwx -RA DA SINDROME DE KLIPPEL-m ENAUNAY-w EBER.Daniela Von steln (Assïde Pals e Amlgos dos Excepclonalsm ondrlna)Marla Crlstlna Marquezlne IEDUïUnIV.Est.de Londrlna).Marla A-m-éla -Almeida (Univ.Fed.de Sâo Carlos/psl). ekA -A escolha deste tem a de estudo foiInsuenclado pelo apareclm entode um aluno m rte orde um a sfndrom e poucofrm uente,que é a sfndrom eKlippel-Trenaunay-W eber,em um a Escola Especialda APAE.Esta sfndrom e caracteriza-se K rum a trlade que pode se apresentarcomo:sfndrom e cutânea,vasculare ôsteo-hlpertrösca.Na atualldade.de acordo com Talra,Kamura & Kawara (1994,p.3O3).pode serdeflnidacom o sendo 'um a desordem neurocutânea incom um ,caracterizada porhem anglom as cutâneose össeos e/ou hipertrosa dos tecidos m oles daârea envolvlda'.No que dIz reppelto ao desem penho,o retardo m entale/ou convulsöes pode serencontrado frequentemente em sujeitos comhem angiom atose facial.o objetlvo deste trabalho foIrealizarum estudo mais aprofundadode um caso desta slndrom e e fazera relaçâo da m esm a com o grau dedesclôncla mentalapresentado > lo sujeito,através de um acom panhamentopedagôgico.O sujeito deste estudo foium m enino de 4 anos .segundo filho,de um a fam llia com três filhos de sexo m asculino.Ao nascer,jâapresentava deformidade na face.pernas e m anchas esparsas> 1o corpo.A pesqulsa reallzou-se atraves de tr*s etapas.Na 4*etapasolcltou-se Iaudosavalatörlos,com o Intulto de conhecerm elhoro sujeitoe Identiscaros seus sum stos Iim ites.aos seguintes prossslonais:ssloterapeuta,fonoaudlôlogo,neurologlsta,pslcölogo,odontölogo,pedagogoeterapeuta ocupaclonal.Na 2* etapa,Ilnha de base,rea lzou-se a avaliaçâodo sujelto através do Inventérlo Portage,em três seeeöes individuajizadas.Na3*etapa,fase de Intervençâo,o sujelto foIcolocado em um asala de aula com m als quatro alunos,contando com o atendlm ento especiallzadode um a professora,um a auxiliare de um a das pesquieadoras.Nesta fase,apôs verificada a estabilldade da Ilnha de base,as âreas desoclalizaçâo,cognlo o,Iinguagem,autos-cuidados e desenvolvim entom otorforam trabalhados durante todas as atlvldades regulares da escola.As avalaçöes foram ,em num ero de 6 sessöes.em espaço qulnzenal.para Identlscaras alteraçöes nas ireas aclm a citadas.Os resultados quantitativos mostraram que o sujeito apresentou umdesem penho m elhornas âreae de sociallzaçâo,Iinguagem e desenvolvlmento m otor.As âreas cognltlva e de autos-culdados apresentaram umdesem penho bastante Irregular,m ae eqta irregularldade talvez possa serexplicado pelas constantes faltas à escola devldo a novos problem as deseu quadro clnlco.O sujelto irla sersubm etido a nova avalaçâo neurolöglca,polshavla a suspelta dq surgim ento de um hemangioma cerebral.concluiu-ee que o sujelto poderia frequentar*em grandes problem as osprogram as regularesda elcola especlal,com o os outroé ajunos.


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14.11LEVANTV ENTO DO REPERO RIOACADXM ICO DE CRIM QAS DA PRTMEIRA SXRTE DE TIM A ESCOLAPOBLICA,RELACIONADO X REALIDADE SUCIO.ECONôM ICA DESEUS PM S.José 0.M e eiros.Cibele M .Cunhw Carla R.M onteiro,Luiz F- xndoS.Thiasq e G ovaniS.Silveira(DEPARTAM ENTO DE PSICOLOGWUNIVERSD ADE FEDERAT.DE SANTA CATARW A)O objetivo do prer teestudo foiidentlcaro rep- ôrio bâsico para oH cib do processo de alfabdizaçâd e osfatoressôcio-econôm ico-sociaisprlœ tes no processo que antv>de a aquisiçëo da leitura no meio socialem que exumcriançasvivem.Ossujeitosdo estudo fora 23 crianças.sendo 13 do sexo masculino e 10 do sexo f- inino,com idade variandoentre 6 e 8 anos,pertencentesà primeira série do p* eiro grau de um aev la pûblic da peHfelia da cidade de Florianôpolis . O professor e ospais dascriançasfornc ram informlçöes.obtidas através de entrevista ede aplice o de um questionin'o. Os pré-requisitos bl ioos para axlfnh-'yxçâo foram obudos a pnrtir da aplicaçëo do Ins% m ento deAvaliaç'odo Repelôrio Bésico paraa Alfabetizaçio (TAR),desenvolvidoN rLeite(1984).Osresultadosdo 1AR apontam que a)o repelôdobâsico da maioria dosalunos é escasso para o infcio da alfabellxmç:o , pois70 por cento deles obtiveram indice de acerto de até 70 por cento(tomM do 100 porcento como o idealprainiciara alfab-iyaçâo)eb)amaioria dosalunos aprovadosna primeira séde esl o situados em classesde acertosmais elevadasenquanto que os reprovados estâo situado: nasclasx s interme e as de acertos dè 1Am Os dnaos das entrevistasindic>m que.)78 porcento dospaisdascriançasgnnbnm entre 1a 6,5œ kios ml'nlm os,com a m édia salarialsituada em torno de 4 salkrios . oque muivalehojea M 280,00 e que,em me a.hé 5pesxasdependentesdexarendw b)arendasale aldospisdosalunosreprovadossitua-x nafixa de 1 a 6,5 sale osminimosenquu to que a dos aprovados situa-seentre 1e 11salériosmfnimosec)o niveldeescolaridadedospaisé.emgeral,m ais elevado do que o dasm;- das crianças.Conclui-se . a partirdos dadosobtidosno presente trabm o,que tanto fatoresintra-escolares(pr&rmuisitosbésicospara a G a ' ëo)quanto fatoresextra-escolres(fn'1vnY arialeniveldeescolaridade dospis)M uenciam no rendimentoAe.Rfle co dos Zunos.'ekm I


14.12RELAG O ALUNO-ESCOLA:A W SAO DE UM GRW O DECRIANCAS CARENTES.M nkilim NunesBaptista (Universidade Paulista eMestmndo -PUCCAO );FâbioAnuralGraea r;Gerson LuisCardoso;Amilton M nrlinsdosSantos(M estrandoda PUCCAM P)e Luiz Fernnndo de Lara Ommm s(UniversidadeSâo Frandsco &Dx ente do Depnunmento de Pôs-Gradual o em Psicologia da Pono ciaUniversidade Catôlica deOmmpinas).O presente estudo teve como m eta caraderia ra relaçâo que o aluno doprimeiro grau estabelece com a escola.A amostrafoide93sujeitos(41dosexo mnmculino e 52 do sexo feminino),com idndevariando entre7a 14anos, m om dores num a favela da G rande S.paulo. Foi utilizado umquestionn'rio com l08 perguntas das quais foram selecionadas 20 para opresenteestudo,abordnndo além do pee lsocialefnmiliaydo sujeito,suaauto-avaliad o sobre o seu desempenho escolar,preferênciaspormatériasesuas relaç& s com ativianaes acadêm icas.Os resultados indicam que 54%dossujeitospertencem afnmfliésde5 a 7 pessoas.considemdnsfaml'liasgrandes.Em média 32,19% nâo recebem auxilio na execulo de tarefasescolares.indiolm do pouco suporte fnm iliarpara a escola.Cerca de 51,05%da populad o alnvmm 'gostar muito'da escola e os elementos maisapreciados nes'te contexto sâo:a relad o com os professores (30,84%),xmigos(28,448/4,merenda escolar(16,80%)elid o (14,97%).A matériapreferida pelos sujeitos é Educad o Fisica (28,62%) e a prderida éM atee tica (29,6M4.ApenxK5% afirmxm faltarsempre àsaulmse 45%m M ernanmente.Os motivosmxis freqûentespara as faltas sâo:cuidardeimuo (36,05%)e 'preguiça'(28,97%9,o que revela falta de suporte familiarpnm os estudos e m otivaçâo.N âo cursam a série correspondente à idnde65% dossujeitoseo indicederepetência éde51,64% .Osdndosda presentepesquisa apontxm que fatores motivacionais, sociais, econômicos como:'preguiça'falta de apoio àstarefm escolares,mssumira fundo partnY nafamilia e terque trabnlmrfora interferem no desenvolvimento acadêmico dascrianças,confrmnndo dndosde leitura.


14.13REPRESENTAIrES DE EDUCADORAS DE CRECHE SOBREFAMfyIASEIXES DE CRIANC/S ATjNDIDAS.TelmaVjtorla&HarTaClotllieRossetliFerrel/a - Faculdade'de Fllosöfia, Clencias e Letras-unlversldade de S.paulo.Este trabalho pertence a um Projeto Temsticog 'lnteraçsoadulto-crz'ança e crlança-criança em crsches: analise de al-,guns elementosmedladores do desenvolvlmento humanou, naforyade t sub-projeto.Asrepresçnlaçpes4os adultoq,cons-ruldas no decoryer de sua hlstorza de vlda,coqstltuey-seelementos a ser znvestigados n: contexto do proleto mazsamplo.Sabemosdasrepresentaçfesprejoyinantgs na qossatsocledade,sopreacrecheçomo lnstztulçao asslstencla! vol-jda ao ategdlmento de çrlança! Mcarrntel'e sobre a lmportanciada mae (ou substltuta) Junto a crzagça, para o seudesenvolvimento.jabemos tambéT,da necessldade de abordareqtasrepresentlçoesna formaçanjoseducadores de creche,vljto que.elas lgfluenciam sua açao no lrabalpo junto acrzanças e famfllas. Ṛrocurlmos entso, lqvestlgar çomo estesedycadores representam ls mses/famfllas que delxamseus fllhos na creche.Anallsamos entrsvlstas de rducadoragds d ? crechesdiferentçsno NSE dasfamlllls atendldas:con-lçoes de lrabalhg,tlpo de forYaçso prevla e em servzço:Nasenlrevlltlssaoabordadojplversos assuntos,como alzmentaçao,hlgleneetc.Naanalls: recor