situação atual e perspectivas da agroecologia - Embrapa Suínos e ...

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Catarina, em Florianópolis, verificou que, no período de 1990 a 1999, aconteceramcerca de 3519 intoxicações por agrotóxicos com 117 mortes, a maioria agricultores.Tabela 1 - Intoxicação Humana por Agrotóxico em Santa Catarina – Jan. de 1990 a Dez. de 1999.Ano Atendimentos Mortes1990 205 91991 306 31992 271 81993 341 101994 325 111995 392 71996 426 141997199842842311331999 402 11Total 3519 117Fonte : Centro de Informações Toxicológicas – CIT ( Hospital Universitário ), UFSC.E vale ressaltar que estas informações são uma parte da realidade, na verdadeo número real é bem maior que o registrado, pois os sintomas de intoxicação poragrotóxicos se confundem com sintomas de várias doenças, como por exemplodepressão nervosa, problemas nos rins e fígado, cansaço, fraqueza, tonturas,náuseas, etc. (14) No Alto Vale do Itajaí, na região cebolicultora, um levantamentoconstatou que quase 60% dos agricultores estavam contaminados por pesticidas(15).O uso constante e indiscriminado dos agrotóxicos, ao invés de controlar oudiminuir as pragas, só fez aumentá-las. Segundo dados fornecidos pela Profa. AnaPrimavesi, em 1970 existiam cerca de 193 espécies de pragas catalogadas noBrasil, passando para 624 em 2000 (16). Hoje, felizmente, já existem alternativaspara esta situação calamitosa. Pesquisas na Estação Experimental de Ituporangacom a cebola orgânica, as hortaliças e as frutas, mostram que é possível cultivarestes e outros produtos sem uso de agrotóxicos e adubos químicos, com bonsrendimentos (17). Mesmo que seja para salvar a vida de uma só pessoa, todos osesforços, gastos e investimentos da sociedade valem a pena.Recentes pesquisas feitas no Brasil, inclusive em Santa Catarina, mostram queo consumidor urbano aceita pagar até 20 ou 30% a mais pelos produtos orgânicosou agroecológicos (23), confirmando estudos feitos anteriormente em São Paulo(13). Em Florianópolis, um levantamento feito em 1996 nos supermercados dacidade revelou que 77 % dos compradores preferem os produtos orgânicos aosconvencionais, e a maioria dos consumidores apontou o item ‘saúde individual’ comofator mais importante para a compra de alimentos alternativos (24). Resultadosemelhante foi obtido em Lages, em 1997, entre consumidores urbanos queapontaram ainda que a proximidade, preço e qualidade dos produtos são fatoresimportantes na hora da compra (25).14


Tabela 2 - Hortaliças cultivadas com esterco animal compostado possuem maior teor relativo devitaminas, sais minerais, etc. em relação às cultivadas com adubos químicos.Conteúdo Percentagem a mais (%)Matéria seca 23Proteína verdadeira 18Metionina 13Vitamina C 28Açúcares totais 19Ferro 77Potassio 18Cálcio 10Fósforo 13Fonte: Schuphan, 1974, citado no livro Agricultura Biodinâmica ( Koepf, H. H.; Pettersson, B.D.;Schaumann, W., Ed. Nobel, São Paulo, 1983).Resultados de experimento de 12 anos de duração.AS VANTAGENS TÉCNICO-ECONÔMICAS DA PRODUÇÃO ORGÂNICAAo contrário do que muita gente pensa, produzir organicamente não sai maiscaro do que o cultivo convencional, e a produtividade das culturas agroecológicasnão são necessariamente menores do que as que utilizam agroquímicos. Porexemplo, experimentos realizados durante cinco anos seguidos (1990-95), noEspírito Santo, pela Empresa Capixaba de Pesquisa Agropecuária-Emcapa mostrouque o cultivo orgânico de nove produtos (hortaliças e cereais) entre doze testadosobteve rendimentos superiores à média estadual do sistema convencional em usopelos agricultores, variando de +3 % a + 164 %, com obtenção de produtos deexcelente padrão e qualidade comercial. Além disso, os custos de produção dosistema de manejo orgânico foram em média 14 % inferiores aos do sistemaconvencional para todas as espécies estudadas (tomate, feijão, batata, inhame,batata-doce, repolho, etc.), exceto para o milho que apresentou custos similares nosdois sistemas. Quanto à fertilidade dos solos, os pesquisadores capixabasverificaram que ocorreu evolução dos teores de matéria orgânica, CTC, fósforo,potássio, cálcio, magnésio, pH e saturação de bases. Ainda, constataram que o usoda matéria orgânica (compostagem) permitiu uma rápida correção da acidez do solo,tendendo a estabilizar o pH próximo à neutralidade (26).Um levantamento do Conselho Norte-Americano de Pesquisas, requisitadopelo Ministério da Agricultura-USDA, no final da década de 70, entre 14estabelecimentos orgânicos e 14 convencionais, concluiu que as propriedadesorgânicas apresentaram renda líquida semelhante às tradicionais, porém com trêsvezes menos gasto energético, menor erosão do solo e menos poluição ao meioambiente (28). E não se precisa ir muito longe para mostrar que o produtoagroecológico atinge boas produtividades e tem menor custo. O recente lançamentoda maçã agroecológica na região serrana catarinense, apesar de primeira safra nocultivo orgânico, não deixa dúvidas quanto ao seu futuro promissor.Os resultados obtidos são bastante animadores, tanto do ponto de vistaeconômico, como social. O rendimento chega a 35 ou 45 toneladas por hectare, aum custo de R$ 0,16 por kg contra R$ 0,18 da convencional, e para a próxima safraespera-se reduzir o custo da orgânica para R$ 0,14. Isto sem falar que o preço pagoà maçã agroecológica dos agricultores familiares foi de quase o dobro daagroquímica (29).15


Falando-se em preços é bom destacar que o custo dos insumos tem seelevado assustadoramente durante o Plano Real, desde a sua criação em julho de1994 até o momento. Porém os preços recebidos pelos agricultores por seusprodutos não acompanham no mesmo ritmo. Enquanto os insumos (sementes,adubos químicos solúveis industriais, pesticidas, combustíveis, etc.) aumentaram,em média, 100 % no período, a produção agropecuária teve reajustes bem abaixodeste valor (30). A alternativa para o produtor rural é, então, agregar valor ao seuproduto, agroindustrializando e/ou cultivando organicamente (31) e (32).Tabela 3 – Evolução dos Preços dos Insumos* ( 7. o ano de Plano Real).Produtos Agosto 94(R$)Agosto 96(R$)Agosto 98(R$)Agosto 99(R$)Março 2001(R$)2001/1994%Adubo 5 – 20 – 10 (sc 50Kg) 9,66 13,90 14,86 18,55 19,85 105 %Adubo 9 – 33 – 12 (sc 50Kg) 12,70 18,03 17,20 25,07 25,46 100 %Primextra (5 l ) 32,24 31,98 33,03 49,00 50,30 56 %Gramoxone (5 l ) 42,83 43,15 51,91 77,96 82,98 94 %Furadan (1 l) 22,22 23,17 25,98 41,11 43,62 96 %Malathion (250ml) 2,88 3,86 4,01 4,51 5,01 74 %Dithane (1Kg) 6,59 7,13 8,36 11,51 12,08 83 %Manzate (1Kg) 7,03 7,33 8,14 11,94 12,69 81 %Alface (100g) 4,13 4,53 5,55 7,74 9,98 142 %Grama Missioneira (1Kg) 11,07 14,52 18,68 19,46 25,60 131 %Farelo de Soja (1Kg) 0,23 0,30 0,25 0,33 0,48 109 %Sal mineral (1Kg) 0,68 0,85 0,87 1,02 0,94 38 %Vermífugo (100ml) 2,84 3,27 3,41 4,17 4,82 70 %Arado aiveca microtrat. (un.) 357,68 612,29 792,67 753,83 852,50 138 %Pulverizador microtrat. (un.) 730,63 922,50 883,67 904,17 1.177,83 61 %* Preços médios pagos pelos agricultores catarinenses.Fonte: Epagri, Instituto Cepa, Itag/Udesc, Deconor.MERCADO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS ORGÂNICOSO mercado mundial de produtos orgânicos é um dos que mais cresce nomundo todo. Em 2000 o comércio de orgânicos movimentou mais de 20 bilhões dedólares na Europa, Estados Unidos, Canadá e Japão. A consciência da busca deuma melhor saúde e os problemas causados por resíduos químicos fez com que osconsumidores europeus, por exemplo, aumentassem o consumo dos produtosorgânicos 25 % ao ano, disse recentemente a professora e agricultora IngerKallender, presidente da Associação de Agricultores Ecologistas da Suécia, aovisitar, no Brasil, o Centro Ecológico Ipê, no Rio Grande do Sul (33)Nos Estados Unidos, 42 % das maiores redes de supermercados vendemalimentos cultivados organicamente e 25 % dos consumidores americanos compramprodutos orgânicos pelo menos uma vez por semana. O número de supermercadosque vendem estes produtos aumentou de 195, em 1995, para 700 em 1996,segundo o Trend Research Institute – EUA. A venda de alimentos orgânicos nosEUA está aumentando 20 % ao ano ( 7,6 bilhões de dólares em 1995) e poderásignificar até 20 % dos 400 bilhões a serem gastos anualmente com alimentação nosEstados Unidos no ano 2010 (26) .Quanto aos países chamados do Terceiro Mundo, as estatísticas indicam que oMéxico e Argentina lideram a produção, mas o Brasil já movimenta 150 a 200milhões de dólares. Isto apesar de que, até há poucos anos, falar em agriculturaorgânica ou agroecologia era considerado coisa de hippies, sonhadores, simplesmodismo. Mas a moda pegou e a realidade aí está, e o Brasil já exporta 70 % doque produz (soja, café, laranja e suco, açúcar mascavo, banana), ou seja, 14 miltoneladas, sendo que metade disso é soja em grão. A área cultivada organicamentejá representa 100 mil hectares e no Brasil já somam 1.500 os produtores e empresasrurais certificadas com o selo verde ou orgânico (34) e (5).16


Várias entidades e associações são pioneiras no mercado e produção orgânicano Brasil, como por exemplo o Instituto Biodinâmico de São Paulo, que é atualmentea única instituição brasileira reconhecida internacionalmente para fiscalizar ecertificar os produtos orgânicos para exportação. Depois vem a Associação deAgricultura Orgânica-AAO, também de São Paulo, o Instituto Verde Vida, emCuritiba, e a Associação de Agricultura Biológica do Rio de Janeiro-ABIO. No nossovizinho estado do Rio Grande do Sul, a Cooperativa Coolméia reúne cerca de 30associações de agricultores orgânicos de vários municípios e utiliza várias feiraslivres que comercializam seus produtos. E, em Santa Catarina, diversas entidades jáexistem e que também produzem e comercializam os produtos orgânicos, conformecitado no início deste texto. As ONG’s preferem inicialmente vender seus produtosdiretamente aos consumidores através das feiras agroecológicas. A própria Epagri,através do Curso Profissionalizante de Agroecologia, vem incentivando a formaçãode novos grupos de produtores orgânicos (10).A demanda por alimentos sem agrotóxicos cresce 40% ao ano no continenteeuropeu (4). Na Europa, as lojas especializadas e as feiras têm sido o principal meiode comercialização dos produtos orgânicos, entretando grandes cadeias desupermercados como o Carrefour, na França, o Esselunga, na Itália, e a redeSainsbury, na Inglaterra, estão abocanhando uma fatia cada vez maior do mercado,revelando a tendência do futuro. Inicialmente os hortifrutigranjeiros, mas agoratambém os produtos processados dominam o mercado. As empresas importadoras edistribuidoras estão cada vez mais presentes nos países europeus (2).No Brasil, o mercado de produtos orgânicos está dando seus primeiros passos.As feiras livres ou agroecológicas estão se multiplicando em vários estados,destacando-se São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande doSul e Santa Catarina. Também grandes redes de supermercados como o Pão deAçúcar no eixo Rio-São Paulo e o Angeloni aqui em Santa Catarina estão investindopesado na comercialização de produtos orgânicos (10). No Brasil, embora essesegmento represente apenas 2% do mercado de FLV (frutas, legumes e verduras), oavanço também se dá aos saltos, na média de 50% ao ano. As grandes cadeiasestão comprando qualquer quantidade de orgânicos. Há defasagem de pelo menos30% a 40% entre a oferta e a demanda, informou à Revista Globo Rural RobertoHiroshi, diretor de perecíveis do grupo Pão de Açúcar (4).Um exemplo de parceria entre grupos de produtores orgânicos e supermercadofoi o caso da Associação dos Produtores Ecologistas da Encosta da Serra – Agrecoe o Supermercado Santa Mônica, de Florianópolis (hoje este supermercado foicomprado pela rede Angeloni). A Agreco tem sede em Santa Rosa de Lima ecomeçou com meia dúzia de agricultores, mas hoje já são mais de 250 famílias emonze municípios do Sul do Estado e Encosta da Serra. Com recursos do Pronaf, aAgreco está construindo cerca de 53 pequenas agroindústrias que processam amatéria prima e agregam valor ao produto. A diversificação é uma estratégiaadotada pela Agreco, que produz hortaliças, frutas, derivados da cana, derivados doleite, cereais, etc. Outra estratégia é a diversificação na venda. A Associação hojevende em feiras municipais, para supermercados, lojas de produtos naturais, cestaspara consumidores e está acertando contratos fora do Estado. Também possuiparcerias de comercialização com outras entidades de produtores orgânicos, como aEconeve, de São Joaquim, e a Apou, de Urupema (35). E também está entrando nochamado mercado institucional, ou seja, a comercialização objetivando a merendaescolar. A Agreco já possui contrato de parceria com várias escolas de Criciúma eFlorianópolis.17


A comercialização de produtos orgânicos é mais complexa que o comércio deprodutos convencionais, em função da estrutura do mercado e do processo decertificação e embalagem. Os produtos orgânicos necessitam receber umadiferenciação, um certificado, através de um selo ou rótulo, que caracterize o produtoe a propriedade como “orgânico(a)”. Esta diferenciação é o que vai dar credibilidadejunto ao consumidor, o qual terá a certeza e segurança de que o mesmo foiproduzido dentro de princípios e normas técnicas pré-estabelecidas, onde não sepermite a utilização de qualquer substância química que possa provocar danos àsaúde (36). Está crescendo também no mundo inteiro o chamado comércio Eco-Solidário ou Comércio Justo, ou como é mais conhecido, em inglês, o Fair Trade.Trata-se do apoio que vários países europeus oferecem a grupos, associações depequenos produtores familiares de países subdesenvolvidos ou emdesenvolvimento. A idéia é valorizar o produto ou artesanato da pequena agriculturafamiliar, com um enfoque social, evitando a exploração da mão-de-obra barata, dohomem pelo homem. Não há exigência do produto ser necessariamente orgânico,mas este tem preferência (2).A embalagem também é importante fator, pois dá bom aspecto ao produto eatrai o consumidor que estará disposto a pagar mais. A embalagem traz uma marcaque vai gerando confiança e reconhecimento no consumidor. E a embalagemtambém conserva melhor o produto, reduzindo perdas (10).É importante para o agricultor ter em mente que para manter o mercado,necessita ofertar produtos de forma constante durante todo o ano, com umavariedade de espécies diversificadas para atender à demanda dos consumidores.Portanto, torna-se imperativo que os agricultores trabalhem em grupos ouassociações para ampliar o leque de atuação, programando a produção, de forma aofertar o maior número de produtos durante todo o ano. Outra característica dacomercialização de alimentos orgânicos, que o diferencia do sistema convencional, éque, em muitos casos, há o estabelecimento de um preço fixo para o produtodurante o ano todo, além de muitas vezes produzir por contrato, ou seja, programauma determinada produção na certeza de venda após a colheita. Isto éextremamente vantajoso, especialmente no mercado de hortaliças, que normalmenteapresenta uma oscilação muito alta de oferta e preço nas diversas épocas do ano(10).LITERATURA CITADA1. L´AGRICOLTURA biológica in Europa e nel mundo. Disponível : site agraria.it (2001).URL: http://www.agraria.it/osservatorio/ita/e13.htm. Consultado em 04 de junhode 2001.2. GROLINK. Markets. Development of Organic Agriculture. Advanced International TrainingProgramme – Binder 2, Sunne, Sweden, 22 de julho a 22 de agosto, p.57-98, 1999.3. ALEMANHA anuncia ‘revolução agrícola’. Folha de São Paulo, São Paulo, 12 jan. de2001. p. A11.4. O SABOR do século 21. Globo Rural, São Paulo, junho 2001, p. 47-55.5. HARKALY, A. Perspectivas da agricultura orgânica no mercado internacional. BoletimAgroecológico, Botucatu, SP, v.3, n.11, p. 8-11, Maio 1999.6. ELES não usam agrotóxico. Época, Rio de Janeiro, 26 de junho de 2000, p.54-59.19


7. PASCHOAL, A. D. Produção Orgânica de Alimentos: Agricultura Sustentável Para osSéculos XX e XXI. Piracicaba, SP: A. D. Paschoal, 1994. 191 p.8. TAGLIARI, P. S. Produção agroecológica: uma ótima alternativa para a agricultura familiar.Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.10, n.1., p.29-39, mar. 1997.9. TAGLIARI, P. S. Projeto de Produção Orgânica de Alimentos. Epagri, Florianópolis,Setembro de 2000, 20 p.10. ANOTAÇÕES e Informações do Projeto de Agroecologia da Epagri. Junho 2001.11. AGROTÓXICO intoxica 300 mil por ano no Brasil. Correio Riograndense, Caxias do Sul, 24 fev.1999. p.412. AMARAL, D. A. ; FERNANDES, T.A Exposições Humanas a Agrotóxicos em Florianópolis eMunicípios da Região da Bacia do Rio Cubatão: Estudo epidemiológico de casos registradospelo Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina no período de 1990 a 1996. InCONGRESSO BRASILEIRO DE TOXICOLOGIA, 10; Salvador, BA, 1997. Anais. Salvador;Sociedade Brasileira de Toxicologia, 1997.13. ABREU Jr., H. de; STOLTENBORG, J. Agricultura orgânica e o mercado de frutas e hortaliças orgânicas-Panorama mundial e situação no Estado de São Paulo. Agricultura Biodinâmica,São Paulo, v.1., n.1, p. 9-14, January 1998.14. CENTRO de Informações Toxicológicas/Hospital Universitário da UFSC. Dados fornecidos pelasDoutoras Darciléa A. Amaral e Margaret Grando.15. ACARESC/FUNDACENTRO. Dados fornecidos pelo Eng.Agr. Elmo Piazza Branco.16. PRIMAVESI, A. Os alimentos, os solos e a saúde. Agroecologia e Agricultura Familiar, Lages,Ano III, n.3. p. 20-21, nov. de 2000.17. AGROECOLOGIA no Mundo, Brasil e Santa Catarina. Disponível : site epagri.rct-sc.br (2001).URL: http://www.epagri.rct-sc.br/agroecologia/…. Consultado em 15 de junho de 2001.18. QUALITÀ nutrizionale degli alimenti biologici. Bioagricultura, Vignola, MO, maio-junho 1995, p. 28.19. DEFFUNE, G. Curso fundamental de revisão científica e prática em agroecologia, agriculturaorgânica e alelopatia aplicada. Florianópolis: Epagri, 2000. 27p.20. VIGLIO, E. ; LEITE, C. B. Produtos orgânicos : uma tendência para o futuro? Agroanalysis,Rio de Janeiro, v. 16, n.12, p. 8-11, Dez. 1996.21. WHAT the consumer says. Ecology and Farming – IFOAM, n.20, p.14-15, Janeiro-Abril 1999.22. IL MERCATO dei prodotti biologici. Disponível : site agraria.it (2001). URL:http://www.agraria.it/osservatorio/ita/e11.htm. Consultado em 04 de junho de 2001.23. CONSUMIDORES opinam sobre produtos orgânicos. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v.12, n. 3, p.9, set. 1999.24. KROTH, L. T.; BET, M.; KLEVESTON, R.; KREUZ, C. L. Rerceptividade do consumidor deFlorianópolis a hortigranjeiros sem agrotóxicos. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v. 9, n.4, p. 7-10, dez. 1996.25. AGRICULTOR vende direto em feira agroecológica. Agropecuária Catarinense, Florianópolis,v.11, n.3, p. 43-44, set. 1998.26. SOUZA, J. L. Agricultura Orgânica: Tecnologias para a produção orgânica de alimentosSaudáveis. Vol. 1. EMCAPA. Domingos Martins – ES, 1998. 179p.20


27. KOEPF, H. H.; PETTERSSON, B.D.; SCHAUMANN, W. Agricultura Biodinâmica . São Paulo:Nobel, 1983. 316p.28. ENGELKEN, R.; ENGELKEN, R. The Art of Natural Farming & Gardening.Greeley, Iowa:Barrington Hall, [1983?], 221 p.29. ESCRITÓRIO Municipal da Epagri de São Joaquim. Relatório econômico da maçã agroecológica.Abril de 2001.30. PREÇOS RECEBIDOS E PAGOS PELOS AGRICULTORES EM SANTA CATARINA.Florianópolis: S.D.A./EPAGRI/ICEPA. Ago. 1994, Ago. 1996, Ago. 1998, Ago.2000, Maio 2001.31. EPAGRI, ICEPA, PROCON. Preços de Comercialização de Produtos Agroecológicos. Anotaçõesdo Curso Básico de Agroecologia da Epagri, 1998.32. VALOR agregado ao produto orgânico. Informações fornecidas pelo agricultor orgânico Marcelode Cunto, Florianópolis, 1999.33. BEBIDAS e alimentos orgânicos giram US$ 20 bilhões. Correio Riograndense, Caxias do Sul, 23fev. de 2001. p. 04.34. PALESTRA proferida pelo Eng. Agr. Laércio Meirelles, Centro Ecológico de Ipê/Dom Pedro deAlcântara, RS, por ocasião Semin. do Coleg. Estadual de Agric. Orgânica, Fpolis, SC, Nov. 2000.35. PALESTRA proferida pelo Eng. Agr. Lúcio Schimidt, Gerente Técnico da Agreco, por ocasião do1. o Seminário Regional sobre Agroecologia, Campos Novos, SC, 12 jun. 2001.36. GROLINK. Standards, Certification and Regulation. Development of Organic Agriculture.Advanced International Training Programme Binder 2,Sunne,Sweden, 22 de julho a 22 deagosto, p.99-123, 1999.37. FAO REGIONAL CONFERENCE FOR EUROPE, 22,2000, Porto, Portugal. Food Safety andQuality as Affected by Organic Farming . Roma, Itália: FAO, 2000, 14p.21

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