Edição 72 download da revista completa - Logweb

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4 Logweb | edição nº72 | fevereiro| 2008 |


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14 Logweb | edição nº72 | fevereiro| 2008 |EmpilhadeirasTendênciase novas aplicaçõesSÃO VÁRIAS AS TENDÊNCIAS APONTADAS NO QUE DIZ RESPEITO ÀS EMPILHADEIRASELÉTRICAS E A COMBUSTÃO. COMO TAMBÉM AS NOVAS APLICAÇÕES DESTAS MÁQUINAS.Nesta primeira matériaespecial de 2008 referenteao setor de empilhadeiras,são enfocadas as tendências, emtermos de tecnologias/novosacessórios, e as novas aplicações.MenoscomponentesCom relação às tendências emtermos de máquinas elétricas, háum consenso entre os profissionaisouvidos pela redação da LogWeb: ouso da tecnologia AC (correntealternada).Segundo alguns dos entrevistados,atualmente a maioria dosequipamentos elétricos estáutilizando tecnologias AC de 48 V,por serem equipamentos commaior desempenho, além de terema manutenção mais reduzida doque os de DC (corrente contínua).“Nos dias de hoje, váriastendências estão sendo observadasno mercado de empilhadeiras,dentre elas podemos citar:ergonomia, produtividade e energia(renovável e eficiência na utilizaçãodesta). Para máquinas elétricas, omotor de corrente alternada estápara a injeção eletrônica nosautomóveis, ou seja, a AC permiteuma eficiência no consumo, ummonitoramento maior de todo oconjunto da máquina, além de umamanutenção mais precisa e menoscomplicada, afinal, não existemPedrão, da Retrak: as tendênciasestão mais próximas depreocupações com o meioambienteTroccoli Filho, da Still:o mercado sabe que a tecnologiaestá atrelada à melhoria daprodutividadetantas peças de substituição. Alémdisto, estes motores têm umarecuperação ainda maior daenergia perdida nas frenagens einversões de sentido da máquinaque, através do freio regenerativo,utilizam esta energia no torqueinicial logo após esta operação,aumentando, assim, a vida útil deuma carga de bateria em até 6 ou 7horas, o que, por conseqüência,diminui o consumo de energia parasua recarga”, avalia GuilhermeGomes Martinez, da área de vendasYale WHE (Fone: 11 5521.8100).O engenheiro Mário Baptistada Silva Júnior, coordenador devendas de empilhadeiras elétricasHyster da Brasif (Fone: 31 2129.3944), revela que tanto asempilhadeiras elétricas quanto as acombustão estão tendendo a tercada vez menos componentesmecânicos e passando a ser cadavez mais eletrônicas. “Há a buscacontínua por máquinas cada vezmais eficientes, mais ágeis e querequerem menos gastos commanutenção. Todos os modelos dasempilhadeiras elétricas estãotendendo a utilizar tecnologia AC esistema elétrico Canbus, que reduzdrasticamente o volume de fiaçãoutilizado – com menos índice deintervenções, a manutenção ficamais barata.”Silva Júnior também apontaoutra tendência: de as empilhadeirasutilizarem mini-alavancas econtroles tipo “joystisck”, quepermitem maior conforto para ooperador. As empilhadeiras acombustão também tendem autilizar sistema elétrico Canbus.Já se faz uso de “gerenciadores desistema” que monitoram econtrolam todas as funções damáquina, completa ele.Marcos Antonio Thalheimer,coordenador geral de empilhadeirasda Linck (Fone: 51 3358.3333),distribuidor Clark em RS, SC e PR,vai pela mesma linha. Nosequipamentos de combustãointerna, ele aponta que as novasgerações de equipamentos estãooferecendo eletrônica embarcada.Pelo seu lado, Fabiano Fagá,gerente de vendas da Clark (Fone:19 3881.1599), destaca que aprincipal tendência do setor estáem empilhadeiras “ecológicas”, ouseja, tanto a combustão quantoelétricas que não agridam o meioambiente. “Esta nova tendênciaainda é encontrada majoritariamenteem multinacionais com certificaçãoISO 14.000, mas num futuropróximo será uma consideraçãomuito importante”, destaca.Outra tendência – aindasegundo Fagá – é comprarequipamentos que ofereçam baixocusto de manutenção aliado àprodutividade, mudando o focotradicional das compras.No campo das máquinasSilva Júnior, da Brasif:tendências estão em menoscomponentes mecânicos e maisem eletrônicaThalheimer, da Linck: as novasgerações de equipamentos estãooferecendo eletrônicaembarcadaelétricas contrabalançadas, ogerente de vendas da Clark diz quea tendência é por máquinas de 80V com todos os motores AC – “estatecnologia permite longos turnosoperacionais com performanceigual à de uma máquina acombustão, mas com custo demanutenção bem reduzido”.Fábio D. Pedrão, diretor daRetrak (Fone: 11 6431.6464),também aponta o lado “ecológico”quando aborda as tendências. Deacordo com ele, atualmente elasestão mais próximas de preocupaçõescom o meio ambiente eaproveitamento de espaços comredução nos custos. “Nestes casos,máquinas a combustão estãosendo substituídas por similareselétricas, pois estas não poluem omeio ambiente e apresentammenor poluição sonora. Tambémpodemos considerar a substituiçãode empilhadeiras retráteis etrilaterais para corredores estreitospor equipamentos novos, maisvelozes, ágeis e com elevaçõesmaiores”, completa o diretor daRetrak.“Como os Centros de Distribuiçãoestão geralmente localizadosperto dos grandes centros urbanosonde as áreas têm custo elevado, atendência é que esses CDsprocurem aumentar a densidade dearmazenamento, usando pésdireitos cada vez maiores. Isso fazcom que o uso de empilhadeirasretráteis de 11 m de elevação sejacada vez mais comum. A média dealtura das empilhadeiras retráteistem aumentado ano após ano,demonstrando claramente essatendência.”A avaliação é de Ruy PiazzaFilho, diretor da Piazza (Fone: 113589.5465). Ainda segundo ele,outra tendência que é clara é a dasubstituição de empilhadeiras acombustão por empilhadeiraselétricas, pelo mesmo motivo, ouseja, melhor aproveitamento dasáreas úteis dos armazéns.“Nesse caso existe, também,cada vez mais a consciênciaecológica que aumenta a procurapor equipamentos não poluidores.No caso das empilhadeiraspatoladas, essa tendência deaumento dos pés-direitos tambémé sentida. Até poucos anos atrás,no Brasil as empilhadeiraspatoladas levantavam seus garfosaté 4 m, enquanto hoje chegam emgeral até 5,5 m. Evidentemente, oavanço da tecnologia tambémcontribuiu para que essa tendênciafosse viável”, avalia Ruy.Bento Gonçalves Neto, gerentede filial da Retec (Fone: 31 3372.5955), alega que para as empilhadeirasa combustão, a tendênciadas fábricas é lançar cada vez maisequipamentos compactos, comdesign arrojado, focando no maiorconforto do operador, além debuscar melhoria na eficiência dospropulsores visando à redução doconsumo de combustível e daemissão de poluentes.Quanto às empilhadeiraselétricas, os equipamentos estãovoltados para uma maior agilidadenas operações, com o aumento davelocidade de subidas e descidasde cargas, além da maior facilidadenas manobras, com sistemas dedireção e tração com controlesmais precisos e eficientes. “Paraos equipamentos elétricos, alémdas características já citadas,buscam-se menor consumo deenergia das baterias e maiordurabilidade destas, proporcionandomaior tempo de trabalho efetivocom menos paradas para recargase substituições de baterias”,afirma Gonçalves Neto.Ele também ressalta que, tantopara empilhadeiras elétricasquanto a combustão, os fabricantestêm dado grande ênfase aoaspecto segurança, com aplicaçãode dispositivos que minimizam osriscos de acidentes nas operações,como interruptores “homemmorto”, desativação de torres etração na ausência do operador,entre outros.Mais sucinto, o engenheiro LuizAdriano, consultor da Tracbel (Fone:31 8449.6695), declara que as


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Para ele, o foco tecnologiasempre foi um ponto importante e omercado sabe que ela está atrelada àmelhoria da produtividade.Luiz Antonio Gallo, gerentecomercial da Skam (Fone: 114582.6755), aponta uma outra direçãoem termos de tendências – para osistema AGV, que são máquinas guiadasautomaticamente ou “robotizadas”.Gallo, da Skam: tendência é o sistemaAGV, que são máquinas guiadasautomaticamente ou “robotizadas”Novas aplicaçõesSobre as novas aplicações dasempilhadeiras, Silva Júnior, da Brasif,lembra que as necessidades dasempresas de distribuição obrigam odesenvolvimento de novos sistemas dearmazenagem, e assim há novasaplicações para as empilhadeiras etranspaleteiras elétricas com espaçoscada vez menores dos depósitos.Fagá, da Clark, aponta que todo diasurgem novas aplicações para empilhadeiras,simplesmente por um quesito:redução de custos. “As empresascomeçam a intensificar a saída de seusprodutos de forma 100% paletizada,obrigando, por exemplo, as empresas demédio ou pequeno porte a terem nomínimo um equipamento. Por exemplo, osetor de bricolagem hoje recebe a maiorparte de suas cargas paletizada – secompararmos este cenário com o deRuy, da Piazza: no caso dasempilhadeiras a combustão, surgiu umnovo mercado, o da construção civildois anos atrás, veremos um crescimentoastronômico”, afirma.Mais específico, Ruy, da Piazza,aponta que, no caso das empilhadeirasa combustão, surgiu um novo mercadono Brasil, que é o da construção civil. Deacordo com ele, como existe umatendência de transporte dos materiaisnecessários à construção civil empaletes, e não mais a granel, paraaumentar a eficiência das cargas edescargas desses materiais, abriu-seum novo campo para a aplicação dasempilhadeiras a combustão.“As empilhadeiras a combustão têmsido usadas em maior escala, também,nas operações de carga e descarga decaminhões e contêineres, com mastrosmais baixos, motores com maior torquee transmissões hidrostáticas maisapropriados para maiores aclives.Quanto às empilhadeiras elétricas,existe um aumento no uso dos modelostrilaterais, que proporcionam maiorvolume de armazenagem, trabalhandoem corredores com a metade da largurausual”, avalia, por sua vez, GonçalvesNeto, da Retec.Pedrão, da Retrak, acredita que asaplicações não são novas, mas estãosendo postas cada vez mais na prática.“Não é de hoje que é possívelverticalizações de produtos em grandesalturas. Este conceito remonta à décadade 70. O que está ocorrendo é umamudança de comportamento nasempresas nacionais sobre algo que jáocorreu no mercado mundial: melhoraproveitamento do espaço interno. Oscustos de construção e de mão-de-obraestão maiores, obrigando empresas areduzirem fábricas, aumentando oaproveitamento dos espaços.”Segundo o diretor da Retrak, comeste conceito é obrigatório aproveitar opé-direito das fábricas e depósitos aomáximo, exigindo-se, nestes casos,equipamentos rápidos e modernos.“Citaria como exemplos:empilhadeiras retráteis – podem estocarmercadorias em corredores de 2,8 m ealtura de elevação até 11,25 m;empilhadeiras trilaterais – o menorcorredor de operação entre as empilhadeirasproduzidas mundialmente, 1,7 m,(dependendo do tamanho do palete), e amaior elevação disponível, 14,0 m. Paraambas as situações, o aproveitamentode espaço é o objetivo, aliado à altadensidade de armazenagem alcançada;empilhadeiras de contrapeso elétricas –cada vez mais utilizadas em operaçõesonde anteriormente se utilizavamequipamentos a combustão (GLP oudiesel)”, atesta Pedrão.Já Troccoli Filho, da Still Brasil,aponta que a aplicação da empilhadeiraestá ligada aos dispositivos (acessórios)e às estruturas de armazenagem.“Constatamos que os fabricantes deacessórios e de estruturas de armazenagemnão apresentaram nenhumanovidade no mercado. O que realmenteestamos percebendo é que algumasempresas estão apostando na melhoriado produto, ou seja, na melhoria datecnologia embarcada que irá resultarno aumento da produtividade. Nosequipamentos elétricos percebemos asseguintes melhorias: substituição dosmotores de DC por AC, sistemas degerenciamento de velocidades detranslação x velocidade de elevação dosgarfos x peso da carga e melhoria naergonomia. Nos equipamentos acombustão, as melhorias incluem:introdução do sistema de injeçãoeletrônica nos motores, sistemas degerenciamento, melhoria na autonomia(consumo) e na ergonomia.”Martinez, da Yale, divide asaplicações por tipo de máquina. “Nocaso das elétricas, as novas aplicaçõesincluem: operação com máquinasretráteis em até 11,5 m; utilização decabines climatizadas (temperaturasacima de 12º C) em câmaras frias comtemperaturas de até -40º C – assim nãoé preciso trocar de operador a cada 20minutos; utilização de trilaterais commais de 16 m de elevação para umaaltíssima capacidade de utilizaçãocúbica; paleteiras com operadorembarcado para carregamento de atétrês paletes de uma única vez;empilhadeiras contrabalançadas quepodem ser usadas em áreas externas eaté na chuva (com a devida preparação);máquinas pantográficas duplas para até10,8 m – com a utilização de laser ecâmera de vídeo é possível operarnestas alturas com acuracidade de100%, tendo assim uma capacidade deutilização cúbica maior que de umatrilateral; empilhadeiras contrabalançadascom torres Quadriplex (quatroestágios): maior elevação com umaaltura recolhida igual de uma Triplex –permite uma utilização cúbica maior;empilhadeiras contrabalançadas comtorres maiores que 6 m estão setornando freqüentes; utilização derebocadores para transportes horizontaisem grande quantidade;selecionadoras de pedidos para até10,5 m de seleção – grande quantidadede SKU a serem separados para ummesmo pedido.”No caso das máquinas a combustão– ainda de acordo com o representanteda Yale – a tendência é a aplicação deempilhadeiras tipo Cushion. ●


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Informe Publicitário| edição nº72 | fevereiro| 2008 | Logweb17A automatizaçãologística acelerao passoA Ulma Handling Systems, empresa que atualmente lidera o ranking daautomatização, torna a obter resultados muito positivos no ano de 2007.A automatização dos processoslogísticos internos tem adquiridoforça nos últimos anos nos setoresda fabricação e da distribuição. Osprofissionais mostraram estar deacordo de que nos encontramosdiante de um dos últimos nichos demelhoria que ainda permite àsempresas reduzir seus preços. Istoexplica porque o mercado, especialmentenaqueles setores relacionadoscom a atividade produtiva,segue apostando, ano após ano, comforça no investimento em soluçõeslogísticas automatizadas.A tecnologia tem sido convertidaem uma ferramenta universal,cuja presença se faz necessária emtodas as empresas que, além deolharem a sua conta de exploração,proponham-se a avançar na qualidadede seus processos, controle deinventários, redução de tempo deentrega, redução de erros, capacidadede reação diante de imprevistose, inclusive, para determinadasempresas, possibilidade de explorarnovos padrões de negócio, comoos que se derivam do chamadocomércio eletrônico, em qualquerde suas faces mais comuns.O fato de o conceito de eficiênciaestar penetrando na mentalidadedos diretores constitui o principalacelerador para um mercado queanualmente vai melhorando seusvolumes e aumentando o parque desistemas de automatização logística.Um caso representativo da importânciade adquirir este conceitoestá na engenharia da Ulma HandlingSystems, que atualmentelidera o ranking de sistemas deautomatização logística e cujosresultados em 2007 tornaram a sermuito positivos.A engenharia superou os resultadosdo ano anterior, tanto emnúmero de novas instalações comode transelevadores entregues. Setivesse que destacar alguns pontosda atividade da Ulma no ano queacabamos de despedir, entre elesseria mostrado, junto ao crescimentodescrito em termos gerais, o saltosignificativo que tem experimentadono mercado internacional. Osdados praticamente duplicam osobtidos no ano anterior e marcamum ponto de inflexão em seu arranqueinternacional. Na realidade, dassete instalações que exportou em2007, cinco abrangeram a implantaçãode 24 transelevadores. A distânciaé enorme, se forem comparadoscom os dois instalados em 2007.Entre as instalações realizadasem 2007 pela Ulma HandlingSystems no mercado interno destacam-sea Portico, empresa distribuidorade artigos e bazar, e a do operadorlogístico Cegasa, ambos os projetoscaracterizados por sua dimensãoe complexidade de realização.O sistema logístico desenvolvidopara a AC Marca, empresa especializadaem produtos de drogariacomo Norit, Tintes Ibería o Naturalezay Vida, é outro projeto a serdestacado na trajetória de UlmaHandling Systems. Além do sistemade armazenamento automáticopadrão, a instalação conta com uminovador sistema de armazenamentoautomático projetado paraambientes explosivos, destinados aprodutos como aerossóis que, devidoa suas características, têm de serarmazenados em áreas antideflagrantes.O sistema integra um completoprojeto de transporte automáticoque conta com 5 STV-s (SortingTransfer Vehicles) caracterizados porseu alto ritmo, com uma velocidadede deslocamento de 200 m/min,flexibilidade e reduzida distâncianecessária (50 mm) entre eles.As perspectivas da empresa para2008 seguem sendo positivas emtermos globais e, inclusive, no quese refere a algum segmento da atividade,superam os resultados colhidosem 2007. Em sua carteira denegócio para o próximo ano mostramvários projetos no estrangeiro,entre os quais se destacam osprojetos que serão desenvolvidospara as empresas francesas Bonduellee Chausson Livre Service eos projetos para o Brasil, comoMarfrig e o Cofema.O avanço da Ulma no mercadoda automatização logística se apóia,principalmente, em dois fatores. Emprimeiro lugar, em sua força deconsultoria, que permite proceder,em todos os casos, ao estudo detalhadodos padrões de negócio deseus clientes e de suas necessidadesno plano logístico, de tal modoque suas soluções contribuem, emcada caso, com um valor personalizadoaos processos empresariais.Por outro lado, na confirmada experiênciano projeto e na implantaçãode Sistemas Integrais de automatizaçãologística desenvolvidosna estreita colaboração com aDaifuku, líder mundial em MaterialHandling Systems.O trabalho diário da Ulma foi reconhecidodurante o exercício 2007pelo setor da logística com a concessãode vários prêmios, entreeles: a recente obtenção do Q dePrata do Prêmio para a Qualidadede Gestão, que outorga o GovernoVasco, através da Fundação para oIncentivo da Qualidade, Euskalit.Este reconhecimento representa ummarco a mais no padrão de gestãoda qualidade da Ulma, que temobtido avanço desde a certificaçãode seu sistema de Gestão da QualidadeISO 9001:00, passando pelacertificação de seu sistema de prevençãode riscos laborais segundonormativa OHSAS 18.001:07; arecente certificação de seu sistemade gestão ambiental na Norma ISO14001:04; e, finalmente, o reconhecimentoexterno segundo o padrãoEFQM com a obtenção do Q de Prata.Além disso, o Clube Dirigente daLogística tem outorgado sua máximadistinção a Ulma HandlingSystems e Cofac como melhor projetode automatização logística. Acolaboração de ambas as empresasse enraíza no projeto e na implantaçãode um completo sistema deautomatização logística desenvolvidopela Ulma Handling Systems nasinstalações da Cooperativa Ferreterade Cataluña, Cofac. ◆


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24 Logweb | edição nº72 | fevereiro| 2008 |Informe PublicitárioMarksell: 25 anosde tecnologia emelevação de cargasAo completar 25 anos, a empresa comemora a liderançano setor de plataformas veicularese busca a conquista, também, do setor de niveladoras de docas.Assim como “Gillette” estápara lâmina de barbear,“Bombril” para palha de aço e“Maizena” para amido de milho, apalavra “Marksell” está paraplataformas elevatórias decargas veiculares.Afinal, é só parar atrás de umveículo de carga equipado com esteacessório – que permite a operaçãode carga e descarga por um únicooperador de cargas paletizadas,unitizadas, com rodízios e emcarrinhos – para se ver a palavra“Marksell” estampada. São plataformaspara as mais diversas aplicações,com capacidades de carga de150 a 3.000 kg e para instalação apartir de picapes e pequenosfurgões até veículos pesados.“Somos líderes neste mercado,e a nossa meta também é liderarmoso segmento de plataformasniveladoras de docas, onde tambématuamos”, diz o engenheiro EdisonSalgueiro Junior, diretor da MKSEquipamentos Hidráulicos –Marksell.25 anosMas, além da liderança nomercado de plataformas e asótimas perspectivas com relação aosetor de niveladoras de docas,Salgueiro Junior diz que a empresatambém está comemorando osseus 25 anos de atuação, completadosem janeiro último, com maisde 15.000 unidades de equipamentosproduzidos. E aproveita paracontar a história da empresa,destacando, inicialmente, o significadoda palavra Marksell: Mark demarketing e Sell de vendas (eminglês). “Trata-se de um nomepitoresco e reconhecido em todo omundo. Nossa marca e nossoslogam – ‘Tecnologia que Eleva’ – ébem visto no mercado todo e anossa marca tomou proporçõesmuito maiores do que a própriaempresa”, afirma o diretor.Tudo começou com a amizadeque já havia entre Salgueiro Juniore o também engenheiro JorgeMota, que foram trabalhar juntosna Munck, na época a principalempresa dedicada à produção deguindastes e equipamentos hidráulicos.Lá, os dois engenheirosassumiram a área comercial etinham a missão de reorganizar ogrupo.Ficaram por dois anos e depoiscriaram uma empresa demarketing, voltada para a assessoriacomercial na área de equipamentos– era a Marksell, quenasceu em janeiro de 1983.“Como a Munck fornecia paratodo o Brasil e várias empresas deoutros estados tinham problemasna hora da compra, no sentido deinspecionar estas compras aqui emSão Paulo, a Marksell passou aprestar serviços de assessoriacomercial – ou seja, acompanhávamoso fornecimento para ascompradoras. Num passo seguinte,começamos a representar váriasempresas”, conta Salgueiro Junior.Alguns meses depois – ainda de


| edição nº72 | fevereiro| 2008 | Logweb25acordo com o diretor – umaempresa de origem italiana estavacomeçando a fazer guindastes noBrasil – a sua especialidade eracilindros hidráulicos – e precisavade uma empresa para vendê-los. “Elá fomos nós. Fizemos um contratode distribuição no Brasil todo, mascontando com escritório e oficinapróprios em São Paulo e no Rio deJaneiro. Mas, outra história estavase desenvolvendo em paralelo:como a Munck havia fornecidovárias plataformas veiculares para oSupermercado Pão de Açúcar, e eraeu quem atendia a esta conta,fomos chamados para fazer amanutenção destas plataformas.Mas, dois meses depois do iníciodeste trabalho, nos convidarampara o desafio de produzir um lotede plataformas, usando o conhecimentoque já tínhamos. Assim, nostornamos fabricantes de plataformasveiculares”, relembra SalgueiroJunior.Ele também conta que desenvolveramo projeto de um equipamentoevoluído, em relação aos que jáhaviam no mercado, iniciando, ali,uma “política” que se mantém atéhoje: o desenvolvimento de produtossempre com novas tecnologias,equiparados ao que de melhorexiste nos mercados europeu eamericano. Outra política adotadapela empresa é a de entrar emmercados onde, através de umtrabalho sério, possa se tornar líder,não somente em volume, comotambém em tecnologia.NiveladorasNo caso das niveladoras dedocas, o diretor diz que se trata deum mercado ainda pequeno, masde grande interesse para aMarksell. “É um mercado aindanovo, onde há muito a ser feito, eque apresenta crescimento substancialtodo ano. Aqui tambématuamos sempre com produtosdiferenciados, sobretudo baseadosem qualidade – tanto que nossosprimeiros produtos foram plataformaseletro-hidráulicas, com projetoatualizado e um nível de tecnologiasuperdiferenciado do que estavadisponível.”Com relação a estes tipos deequipamentos, a empresa produzatualmente as seguintes famílias,que podem ser fornecidas emvárias dimensões:❖❖❖❖Tipo de embutir na doca,com acionamento eletrohidráulicoe capacidades decarga/tráfego de 6.000 a12.000 kg;Tipo de embutir na doca,com acionamento manualmecânicoe capacidades decarga/tráfego de 6.000 a9.000 kg;Tipo frontal a doca, comacionamento eletro-hidráulicoe capacidades de carga/tráfego de 3.000 a15.000 kg;Tipo frontal a doca, comacionamento manual-mecânicoe capacidades de carga/tráfego de 3.000 a9.000 kg;❖ Linha completa de acessóriospara operação conjunta comas plataformas niveladorasde doca: calços para asrodas dos veículos, guiaspara as rodas dos veículos,protetores de doca especiais,conjuntos de iluminação,etc., além de acessóriosespecíficos para cada linhade equipamento.Outro segmento em que aMarksell também atua é o deplataformas para deficientes físicos– plataformas elevatórias paraacessibilidade – de uso em ônibus,micro-ônibus e vans.DiferenciaisO diretor lembra que, embora aempresa atue com três linhas deprodutos, mantém gerências deprodutos e departamentos deengenharia separados e umaestrutura comercial adaptada paraatender grandes clientes, comofrotistas e montadoras de caminhões,no caso das plataformasveiculares; empresas de engenharia,de arquitetura e operadoreslogísticos, no caso das niveladorasde docas; e grandes frotistas deônibus, no caso das plataformaspara deficientes físicos.“Um dos nossos trunfos nomercado é poder contar com amesma rede de distribuidoresRandon, há mais de 8 anos, que éa mais conceituada no segmento deequipamentos veiculares. São maisde 50 distribuidores no Brasil todoe nos principais países da AméricaLatina – neste número, tambémestão computados outros distribuidores,com os quais também temosparceria. Além da comercialização,eles executam a instalação, aassistência técnica e o fornecimentode peças de reposição”, afirmaSalgueiro Junior.E, já que começou a apontar osdiferenciais da empresa, elecontinua. Lembra que um deles é apreocupação de sempre renovar alinha de produtos, buscando novastecnologias e melhorias contínuas.“Um dos motivos de estarmossempre atualizados com relação aoque há de novo em equipamentossimilares aos nossos é que participamosdas principais feiras dosetor no mundo. Mantemoscontatos e conhecemos as fábricasde todos os principais players domercado nas três linhas.”Este é um dos motivos quepermite a Marksell manter umaengenharia capaz de desenvolversoluções sempre atualizadas –prova disto é que a empresa possuivárias patentes. “A nossa engenhariade produtos é bastante atualizada,sendo capaz de desenvolverprojetos de qualidade diferenciadosdo mercado, utilizando softwarespara projetos em 3D e de cálculoestrutural de última geração.” Aestrutura comercial e de pós-vendatambém é apontada como umdiferencial, por agilidade.A Marksell tem sua plantainstalada em Itapevi, SP, região dagrande São Paulo, ocupando umaárea total de 7.000 m². A estruturade produção apresenta grandeflexibilidade, operando “on demand”,produzindo inclusive os seuspróprios cilindros e unidadeshidráulicas. ◆Marksell:Fone: 11 4789.3690


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34 Logweb | edição nº72 | fevereiro | 2008 |MultimodalEstudos da NTC&Logísticaestimam que o custo doquilômetro rodado de umcaminhão pesado, que é deR$ 1,99 na estrada em estado deconservação ótimo, aumentapara R$ 2,36 (18,6%) em estradaboa, R$ 2,80 (40,75%) emestrada regular, R$ 3,29 (65,3%)em estrada ruim e para R$ 3,80(91%) em estrada péssima.“Devido às deficiências dasrodovias, o transporte rodoviáriode cargas custa hoje cerca de30% a mais. Isso equivale a umcusto adicional de R$ 17 bilhõespor ano”, informa Reis.Segundo levantamentos doIPEA, os acidentes custam aopaís R$ 28 bilhões e matam33 mil pessoas por ano. Destetotal, cerca de R$ 7,8 bilhões e8.500 mortes envolvem aparticipação do caminhão.Morrem anualmente cerca de2.500 motoristas de veículos decarga. “Estes elevados índices sedevem, em parte, à grandeconcentração de tráfego napequena malha existente.Estudos da NTC&Logísticamostram que existe fortecorrelação entre o número deacidentes e a densidade detráfego”, ressalta o coordenadortécnico da entidade.Para sanar osproblemasDe acordo com Reis, daNTC&Logística, a economiaestimada, de R$ 17 bilhões porano, demonstra claramente que oinvestimento em melhoria dasrodovias existentes tem altíssimoretorno, e o que o governo podefazer é investir mais na infraestruturade transportes.Para ele, a calamitosasituação atual resultou claramenteda ausência de investimentos.Da década de 40 até o início dosanos 80, os recursos carimbadosdo Fundo Rodoviário Nacionalgarantiram não apenas aconservação, mas até mesmorazoável expansão da malha,especialmente durante o governoJK e os anos de ouro do chamado“milagre econômico”, conta Reis.Segundo ele, a constituição“cidadã” de 1988 não sóextinguiu a vinculação derecursos, como também crioutamanhos custos sociais queengessou o orçamento e levou aUnião à falência. “A partir daí até2003, os investimentos emtransportes tornaram-seirrisórios. Ficaram abaixo de0,3% do PIB, quando seriamnecessários de 2 a 3%”, declara.Reis continua, dizendo que osetor voltou a ter esperanças noEstradasmundiaispavimentadas(tabela 1)Países % EstradasPavimentadas(km)1 Alemanha ............... 100,02 França .................... 100,03 Itália ....................... 100,04 Reino Unido ........... 100,05 Suíça ...................... 100,06 Holanda .................. 100,07 Espanha ................... 99,08 Coréia do Sul ........... 86,89 Rússia ...................... 84,710 China ........................ 81,011 Bélgica ..................... 78,012 Japão ....................... 77,713 Estados Unidos ........ 64,514 México ..................... 49,515 Índia ......................... 47,416 Turquia ...................... 41,617 Austrália .................. 41,618 Canadá ..................... 39,919 Suécia ...................... 30,520 Brasil ........................ 12,2Fonte: NTC&Logísticafinal de 2001, com a criação daCIDE – Contribuição sobreIntervenção no DomínioEconômico, que passou aarrecadar cerca de R$ 8 bilhõespor ano, a serem investidosprincipalmente na infraestruturade transportes.“O governo, no entanto,descumpriu solenemente aConstituição e passou a desviarestes recursos para outrasfinalidades ou a não gastá-los,para aumentar o superávitprimário. Entre 2002 e 2004,menos de 20% das verbas daCIDE foram gastos emtransportes.”De acordo com o coordenadortécnico da NTC&Logística, apartir de 2005, este percentualcomeçou a melhorar, atingindo96% em 2007. Mesmo assim,declara Reis, dos R$ 45,2bilhões arrecadados de 2002até novembro de 2007, apenasR$ 20,5 bilhões foram efetivamenteinvestidos em transporte.“Os investimentos empenhadosem transporte cresceramde R$ 3,87 bilhões em 2003para cerca de R$ 7,2 bilhões em2007. No entanto, deste totalapenas R$ 2,9 bilhões foramefetivamente liquidados(gastos)”, diz.Sobre o PAC – Programa deAceleração do Crescimento, queprevê investimentos em rodoviasde R$ 33,4 bilhões entre 2007 e2011, na recuperação de32.000 km de rodovias, adequaçãode capacidade ou duplicaçãode 3.214 km e construção deoutros 6.878 km, Reis consideraque os recursos são claramenteinsuficientes. “A CNT estimaque, só para eliminar os gargalosimediatos, seria necessárioinvestir R$ 93,5 bilhões. O pior éque o programa empacou naincompetência gerencial, incapazde vencer obstáculos como aslicenças ambientais, desapropriações,falta de projetosexecutivos, empreiteiras,máquinas, engenheiros etc”,expõe.Reis espera que, comodinheiro deixou de ser problema,mesmo com atrasos, o PAC possacontribuir para amenizar osgargalos rodoviários.Objetivando melhorar asituação da malha rodoviária, aCNT lançou, em setembro de2007, o PLB – Plano de Logísticapara o Brasil, resultado deestudos técnicos da entidade, umconjunto de projetos queabrangem construção, adequaçõese recuperações da infraestruturado transporte brasileiro,dentre elas as rodovias.Índice deMortara pararodoviaspavimentadas(tabela 2)Países Índice deMortara1 Bélgica ..................... 7,222 Holanda .................... 7,093 Japão ....................... 4,954 França ...................... 4,675 Suíça ........................ 4,066 Espanha ................... 4,007 Alemanha ................. 3,948 Itália ......................... 3,689 Reino Unido ............. 3,4110 Índia ......................... 3,0211 Estados Unidos ........ 2,2912 Suécia ...................... 2,2713 Canadá ..................... 2,1614 Austrália .................. 1,9915 Coréia do Sul ........... 1,7016 China ........................ 1,6117 Rússia ...................... 1,0018 Turquia ...................... 0,9619 México ..................... 0,2920 Brasil ........................ 0,23Fonte: NTC&LogísticaReis, da NTC&Logística:“o investimento em melhoriadas rodovias existentes temaltíssimo retorno”O Plano prioriza a intermodalidade,a acessibilidade aospontos de exportação, aintegração entre as zonas deprodução e de consumo internoe a conexão com os países daAmérica Latina. As propostas deintervenção do PLB dividem-seem projetos rodoviários,aeroportuários, ferroviários,hidroviários, metroviários, Tremde Alta Velocidade (TAV) e determinais.O estudo feito pela CNTaponta para a necessidade –em valores atuais – deinvestimentos da ordem de R$223,8 bilhões, ao longo daspróximas décadas. Para aentidade, com a estruturaapresentada, o Brasil estaria empé de igualdade com os paísesmais desenvolvidos.Em se tratando de rodovias,o PLB indica a necessidade deconstrução de novas vias, alémda duplicação de 14 milquilômetros, implantação defaixas adicionais e recuperaçãode pavimento por todo o país.“Para resolver os problemasda malha rodoviária brasileira, éfundamental que se providenciemnovos e regulares investimentos.Para que a infraestruturarodoviária adquirapadrões satisfatórios desegurança e de desempenho, aCNT considera que sejamnecessários investimentos, emcurto prazo, em torno de R$ 23,6bilhões e outro R$ 1,34 bilhãopor ano para serviços demanutenção. Os recursospodem ser originados doorçamento da União e da CIDE”,considera a Confederação.Para ela, o crescimentoeconômico e social do Brasildepende da disponibilidadesatisfatória de rodovias, para asustentabilidade do desenvolvimento,para a integraçãoregional, para a qualidade devida das pessoas e para ainserção do país no cenáriomundial.Com a ajuda dainiciativa privadaPara a CNT, o sistema deconcessões tem apresentadobons resultados, no que pese oônus dos pedágios. A sériehistórica da Pesquisa Rodoviáriaregistra as rodovias concessionadascomo as melhores do país.A partir desta experiência, ogoverno já realizou o leilão deconcessão para a segunda etapado processo e divulgou asrodovias que entrarão na terceiraetapa, conforme informa aConfederação.Segundo ela, as ParceriasPúblico-Privadas (PPPs) tambémpodem contribuir positivamentepara a ampliação e recuperaçãodas rodovias. “Com a vantagemde a iniciativa privada participarcom maiores investimentos erealizações das obras”.Realmente, para Reis, daNTC&Logística, as deficiênciasda infra-estrutura são tão brutaisque o país não pode se dar ao luxode dispensar, por mero caprichoideológico, os capitais privados,venham eles na forma deconcessões ou na forma de PPP´s.Segundo ele, as primeirasconcessões, especialmente as doEstado de São Paulo, obrigaramos usuários a desembolsartarifas elevadas, muitas vezes,superiores aos benefíciostrazidos pelas concessões. “Noentanto, as licitações federaismais recentes, feitas semcobrança de ônus e numambiente econômico muito maisfavorável, tiveram comoresultados tarifas bastantemódicas, capazes de baixar oscustos do transporte”, considera.Reis aponta que enquanto asconcessionárias paulistascobram cerca de 12 centavos porquilômetro por eixo, as novasconcessionárias federais vãocobrar, em média, apenas 2,7centavos por eixo, e este valorcai para 1,4 centavos na rodoviaFernão Dias.O coordenador técnico daNTC&Logística explica queembora o modelo federal exijainvestimentos menores, uma dasrazões da redução do preço foi aausência da cláusula de outorgaou ônus, espécie de aluguel pagopelas concessionárias aogoverno, sob forma de dinheiroou de obras em outras rodovias.“Esta disparidade levou ogoverno de São Paulo a reduzirde R$ 4,40 para R$ 3,00 a tarifado Rodoanel e a fixar o valoratual cobrado pela DERSA (dezcentavos por eixo) a tarifamáxima para a segunda etapa doseu programa de concessões(1.500 km)”, complementa.


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Investiremos em Tecnologia deInformação, equipamentos demovimentação e transporte”, destacaPercival Margato Junior, diretor daAbrange (Fone: 19 2106.8100),acrescentando que também está nosplanos a construção de um Centro deDistribuição de 25.000 m 2 atésetembro desse ano, além dacapacitação da equipe em melhorespráticas de gestão. “Nossa prioridadeé aprimorar o modelo de gestão paraassegurar respostas rápidas àsnecessidades dos clientes”,complementa. Já Marcelo Murta,diretor de logística da empresa, dizque dentro da sua estratégia decrescimento, a companhia prevê para2008 os seguintes investimentos:construção – R$ 80 milhões emnovos armazéns; equipamentos –R$ 20 milhões em equipamentos demovimentação e veículos; tecnologia –R$ 5 milhões. De acordo com ele, asprioridades são: construção, com ainauguração de novas áreas no país;investimentos em tecnologia, paraoferecer serviços e controles maisconfiáveis aos clientes, bem comopara suportar o crescimento; eequipamentos, pois haverá a renovaçãodo parque atual, além de novosnegócios que terão início.Margato Junior: a construção de umCD está entre os planos da empresaABSA: novos sistemas paraaumentar competitividadeTecnologia e Sistemas de Informação e Controleestão entre as prioridades da ABSA Cargo (Fone:0300 788 2272) para 2008. Segundo DarioMatsuguma, diretor técnico e de planejamento daempresa, a Lan Cargo, parceira da ABSA, irá investir17 milhões de dólares no sistema de controle defrota chamado MRO, considerado o principal projetoda IBM em nível mundial. A previsão é de que até oMatsuguma: a novidade final de 2009 o sistema já esteja incorporado. “Eleé a compra do terceiro proporciona controle mais amplo dos aviões e dosBoing 767-300equipamentos, com maior eficiência e garantia desegurança”, conta Matsuguma.A empresa também investirá 1 milhão de dólares em um sistema de escala derevezamento para pilotos, de acordo com a legislação. “Com ele, esperamos maioreficiência na utilização e controle dos pilotos, com conseqüente redução decustos”, diz o diretor técnico e de planejamento da ABSA Cargo.Em equipamentos, a novidade é a compra do terceiro Boing 767-300 dacompanhia, que começará a operar a partir de julho deste ano.Matsuguma analisa que a desvalorização do dólar afetou a competitividade daempresa, mas com os novos sistemas, que geram redução nos custos, a ABSACargo pretende se destacar no mercado.Thomas: terminal ampliaráem cerca de 50% oscontêineres movimentadosAliança: novo terminal decontêineres em SCJuntamente com o Grupo Battistela, a AliançaNavegação e Logística (Fone: 11 5185.5600) estáinvestindo na construção de um terminal decontêineres na Baia de Babitonga, em Itapoá, SC.“Com investimento de R$ 350 milhões, a previsão é deque o Tecon Santa Catarina entre em funcionamento apartir de 2009, com capacidade para movimentar 300mil contêineres por ano”, informa Julian Thomas,diretor-superintendente da empresa.O terminal ampliará em cerca de 50% os atuais700 mil contêineres movimentados em SãoFrancisco do Sul, Itajaí e Imbituba, e será uma dassoluções das exportações do Estado de SantaCatarina, tornando-se um centro portuário do Mercosul. Thomas revela que oterminal terá profundidade natural de 16 m, sendo desnecessária a dragagempermanente ou mesmo periódica, e possuirá capacidade para operar navios de até9 mil TEUs. “O Tecon Santa Catarina contará com um cais de 630 m para atracaçãosimultânea de três navios. A operação será feita por oito portêineres de últimageração, além de uma retro-área de 350.000 m 2 ”, descreve.ALL: serãoR$ 200 milhões emvia permanenteA ALL – América Latina Logística(Fone: 41 2141.7555) investirá R$ 600milhões em 2008, dos quais R$ 200milhões serão apenas em via permanente.Segundo a empresa, este investimentogarantirá um aumento de 10% emvolume e 12% em receita.Em entrevista ao jornal paulistaGazeta Mercantil, José Paulo Fillipin,gerente de engenharia e projetos de viada empresa, disse que a maior parte dosinvestimentos será destinada à melhorada malha de Mato Grosso ao Porto deSantos, trecho da antiga Brasil Ferrovias,que possuía 4,7 mil quilômetros de viaférrea. Estão previstas a troca de trilhose a ampliação de ramais na malha norteda companhia.Pelo programa da ALL, serãoconstruídos sete quilômetros no Porto deSantos. Além da ampliação dessa linha,a operadora logística prevê a construçãode mais 2 mil quilômetros em AltoAraguari, no Mato Grosso. SegundoFillipin, a meta é alcançar uma produtividadede 120 horas no pico de safra entreo Mato Grosso e o Porto de Santos.Brasilmaxi: cerca de R$ 6 milhões serãoinvestidos em infra-estrutura


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Será implementada uma nova plataformatecnológica, que englobará soluções de gestão doprocesso logístico (LMS) e também de Inteligência deNegócios (Business Intelligence).Columbia: novosequipamentos estão no plano“Para 2008, aColumbia (Fone: 113305. 9625) tem comometa voltar suasatividades para o clientee focar seus serviços noconceito de inteligêncialogística, oferecendo oque há de maiscompleto em serviçosde logística integrada.”A afirmação é deNivaldo Tuba, diretorexecutivo da empresa.Segundo ele, paraque estes objetivossejam atingidos, váriasTuba: investimento noações serão de vitalconceito de inteligênciaimportância: investimentode aproximada-logísticamente R$ 8 milhões emnovos equipamentos demovimentação e armazenagem de cargas; foco naampliação das ações junto aos setores da indústriaquímica, farmacêutica, de vestuário e eletroeletrônicos,além de serviços logísticos na área deenergia elétrica; continuidade no desenvolvimento dosetor de transportes, aumento de frotas e novasparcerias; foco no desenvolvimento dos negócios nosestados da região Sul; implantação de um novo CD emSalvador, junto ao Porto Seco; e o desenvolvimentologístico no Estado de Pernambuco.Ryder: upgrade em todos osequipamentos no BrasilNo modelo de negócios da Ryder Brasil (Fone:11 5644.9644), os investimentos em infraestruturasão feitos em função dos projetos deseus clientes, segundo o presidente da empresa,Antonio Wrobleski. Por isso, em 2008 existe apossibilidade de a Ryder construir mais doisCentros de Distribuição que conciliarão altatecnologia em construção e em sistemas deinformação, como, por exemplo, a aplicação dovoice-picking, ferramenta que está sendo testadahá 1 ano no Brasil.A Ryder também vai investir cerca de R$ 42milhões na compra de 150 siders e 125 cavalospara ampliar a sua frota própria. Já emWrobleski: existe atecnologia, a empresa fará um upgrade em todos possibilidade de construiros seus sistemas no Brasil, além de ampliar osmais dois CD´sespelhos de rede. “Chamamos de espelhos derede um mecanismo de backup que fazemos para proteger os dados de todasas operações de cada planta Ryder. Atualmente já temos dois espelhos naArgentina e no Brasil e teremos um terceiro em Miami, nos Estados Unidos”,conta, apontando que o sistema de gerenciamento de armazéns também estána pauta de investimentos para 2008.Além disso, projetos voltados para os funcionários serão contemplados.“Estamos investindo em treinamentos e cursos voltados para a formação dosnossos motoristas, que hoje precisam saber interagir com a eletrônicaembarcada em nossos caminhões”, acrescenta Wrobleski. Já na questão desustentabilidade, a Ryder ampliará seu programa de preservação do meioambiente, com o início das atividades de um grupo de especialistas que terãoa função de explorar alternativas sustentáveis como a utilização de biodieseldentro da companhia.Superfrio: dois CDserão inauguradosDevido ao crescimento no setor de armazenageme logística, que necessita de temperaturacontrolada, em 2008 a Superfrio (Fone: 193641.1254) prevê grandes investimentos em trêsunidades distintas, com inauguração de mais doisCentros de Distribuição, um em Poços de Caldas,MG, e outro em Ribeirão Preto, SP, além dasampliações na unidade de Mogi Guaçu, SP. Todosestes investimentos contemplam obras civis,aquisições de equipamentos e informatização desistemas, entre outros.“Ribeirão Preto e Poços de Caldas serão osdois novos pólos de investimentos da SuperFrio”,informa a assessoria de imprensa da companhia.Usifast: aumento da frotaestá entre as prioridadesEm 2008, a Usifast Logística Industrial (Fone:31 3399.8701) irá investir R$ 50 milhões, sendoR$ 2 milhões em Tecnologia da Informação, R$ 20milhões em terminais galpão, R$ 25 milhões emcavalos e carretas, R$ 1,5 milhão emempilhadeiras e R$ 1,5 milhão em treinamento defuncionários.Mário Lincoln Costa, diretor comercial e deoperações da empresa, declara que as prioridadessão o aumento da frota e a implantação denovos centros de distribuição “para suprir oaumento de demanda dos nossos clientes emelhoria do nível de serviço”. ●Mais dois CD´sserão inaugurados,em MG e SPCosta: serão investidosR$ 20 milhões emterminais galpãoNotíciasRápidasIveco fecha 2007com recorde devendas no BrasilSegundo a classificaçãoANFAVEA, no ano de 2007a Iveco (Fone: 08007023443) aumentou suasvendas em 119%,enquanto o mercado decaminhões como um todocresceu 31,5%. SegundoMarco Mazzu, presidenteda Iveco Latin America, odesempenho da empresafoi o melhor entre asmontadoras brasileiras decaminhão. “No período, aparticipação da Iveco nomercado de atacado decaminhões passou de3,2% em 2006 para 5,3%em 2007. No varejo, aIveco cresceu 65%.Nenhuma outra montadorade caminhões cresceutanto. Esse desempenhogarantiu à Iveco 4,9% demarket share no mercadobrasileiro”, diz Mazzu. Odestaque foi o caminhãoIveco Stralis. Com 2.490unidades emplacadas nomercado em 2007, opesado registrou umcrescimento de 200,4% edobrou sua participação demercado. “Entre 2008 e2010 a Iveco vai investirR$ 375 milhões naAmérica Latina, principalmenteno Brasil. Serão R$125 milhões por ano, istoé, 60% a mais que o ritmoanterior de investimentos”,explica Mazzu.“Vamos lançar dois novosprodutos por ano, vamosaumentar nossa produção,vamos continuar aexpandir nossa rede deconcessionários no Brasil,vamos aumentar nossaforça de vendas,” informao presidente. Em 2008, aIveco projeta vender cercade 9.000 veículos nomercado brasileiro, 40%mais que no ano passado.


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○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○| edição nº72 | fevereiro| 2008 | Logweb436anos de estradaem fevereirode 2008A participação dos fornecedores e usuáriosde logística na revista Logweb foi decisiva paraque ela chegasse ao seu aniversário com saúdee confiança no futuro.Ninguém vai longe sem parceiros fortes. Eles confiaramem nossos propósitos e viram, ao longo desses anos, o quantonos esforçamos para oferecer ao mercado um espaço editorialde qualidade.Ampliamos a nossa cobertura dos temas da logísticamoderna, não só nas edições mensais, mas também aoproduzir Suplementos Especiais. Os setores Multimodal,Alimentos & Bebidas, Logística e Meio Ambiente eo Caderno de Usados e Seminovos, este o únicoclassificado especializado do Brasil, são produtos queconquistaram os elogios de leitores e anunciantes.Pela sua seriedade editorial, a revista Logweb conquistouo Certificado de Qualidade na Prestação de Serviços naDivulgação do Segmento de Transporte, o Prêmio ABML deLogística e o Prêmio ANTF de Imprensa Especializada. Sem falsamodéstia, não é pouco.O aniversário vai ser comemorado com uma promoçãopara todo o ano. Queremos que os anunciantes estejamconosco por mais tempo e com tantas vantagens que não dápara detalhar aqui. Entre em contato com nosso DepartamentoComercial. Você não vai acreditar. Veja os Planos de Aniversárioao lado. A fidelidade, afinal, merece ser premiada.○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○○ ○ ○ ○ ○○ ○ ○ ○○ ○ ○ ○Redação, Publicidade, Circulação e Administração:Rua dos Pinheiros, 240 - conj. 12 - 05422-000 - São Paulo - SPFone/Fax: 11 3081.2772 | Nextel: 11 7714.5379 ID: 15*7582visite nosso site: www.logweb.com.br | e-mail: logweb@logweb.com.brRedação: Nextel: 11 7714.5381 - ID: 15*7949 | Comercial: Nextel: 11 7714.5380 - ID: 15*7583Mas o presenteda revista Logwebé para a sua empresaPlano 12 mesesVantagens: Bonificação de uma página de InformePublicitário em edição a definir • Encartes de folhetos/foldersna revista impressa que será entregue nas principais feiras eeventos do Brasil (no máximo 1.000 unidades) • Um bannerrotativo de 468X60 pixels no portal LogWeb na seção deanunciantes. • Forma de Pagamento: 12 parcelas iguais.Plano 9 mesesVantagens: Encartes de folhetos/folders na revistaimpressa que será entregue nas principais feiras e eventosdo Brasil (no máximo 1000 unidades) • Um banner de 120X60pixels no portal LogWeb na seção de anunciantes. • Formade Pagamento: 12 parcelas iguais.Plano 6 mesesVantagens: Um banner de 120X60 pixels no portalLogWeb na seção de anunciantes. • Forma de Pagamento:12 parcelas iguais.revistaLogweb6 anosreferência em logísticarevista Logweba mídia de logísticaparceira da Fispal

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