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O Ensino da Oralidade nas aulas de Língua Portuguesa

O Ensino da Oralidade nas aulas de Língua Portuguesa

O ENSINO DA ORALIDADE

O ENSINO DA ORALIDADE NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESAO ensino de oralidade caracteriza-se pela prática de gêneros orais, porémcomumente, são confundidos pelos professores com representações de textos escritos,como, por exemplo, a peça teatral, que é uma dramatização do texto escrito, e não umgênero oral. A fala é a principal maneira de interação dos seres humanos, maisutilizada que a escrita, o que pode ser explicado devido à informalidade desta forma decomunicação, porém a oralidade tem sido esquecida por muitos professores de línguaportuguesa, que não trabalham com esta modalidade , por isso, deixam de contribuiralunos desenvolverem essa capacidade.Uma criança começa a falar muito antes de iniciar sua vida escolar, e através dafala conquista seu aprendizado sobre o mundo. Porém, na vida escolar, os alunosprecisam desenvolver/aprimorar a competência oral para terem êxito em situaçõessociocomunicativas.A relação entre a escrita e a oralidade existe e é bem clara, pois tanto umaquanto a outra servem como interação em forma de diversos gêneros na grandediversidade dialetal e de registros que o uso de qualquer língua implica. A fala não deveser vista apenas como um lugar de espontaneidade, de relaxamento ou de descuido emrelação às normas da língua padrão, ela varia e assim como a escrita que, ora é formalora é informal, pode se adaptar a diferentes situações. Essas duas modalidades dalíngua, a escrita e a falada, não têm diferenças essenciais e também não se opõem,apenas diferem em alguns aspectos. Portanto, dependendo da situação sócio-comunicacional, os usuários realizam tanto textos orais como escritos, com diferentesregistros.Os professores, no Ensino Médio, têm a oportunidade de trabalhar com seusalunos o caráter interacional da língua e a sua realização em diversos gêneros.Utilizando variação da língua oral e defendendo que usamos um tipo de língua em casacom amigos e outro no ambiente profissional ou em público, o professor poderá orientarum trabalho oral eficiente.

A oralidade em práticaAs práticas de oralidade devem ser orientadas para uma coerência global, ouseja, trazer temas das aulas para palestras ou debates, pois dessa forma irão assumircaracterísticas diferentes de conversação e terão um sentido mais real para o aluno. Éimportante promover reflexões sobre as especificidades do oral, aspectos formais efuncionais, mostrando que os textos orais e escritos apresentam certas diferenças. Umamaneira de perceber as diferenças é conhecendo uma grande variedade de gêneros oraise observar que cada um cumpre uma função, por isso apresentam característicasparticulares.Um exemplo é o gênero entrevista, muito utilizada na comunicação televisiva eradiofônica, geralmente vinculada a assuntos de interesse do telespectador/ouvinte emuito conhecida pelos alunos. Trata-se um gênero oral através do qual se pode construiruma boa sequência didática pois, os alunos poderiam realizar, gravar e apresentar aentrevista para a turma e, para isso, teriam que, necessariamente, preparar as perguntas aserem feitas ao entrevistado, bem como uma apresentação dele.A oralidade quando estudada, pode orientar, inclusive, para facilitar o convíviosocial e cultural, em que o respeito pela diferença venha através do conhecimento dodiferente. O professor que proporciona aos alunos momentos de apreciação dasrealizações estéticas da literatura improvisada (repentes, cordel) fará com que os alunosvalorizem o oral e respeitem essa outra vertente artística, além de desenvolver ahabilidade de escutar com atenção e respeito os mais diferentes tipos de interlocutores.Os alunos têm o direito de serem orientados sobre os contextos sociais de uso degêneros, bem como ter acesso às características textuais, tais como sua composição eestilo. Ao solicitar um seminário (gênero comum no ensino médio), por exemplo, osprofessores devem, antes, orientar os alunos sobre o funcionamento desse gênero paraque possam realizá-lo eficazmente.Sequências Didáticas (SD)O termo sequência didática, criado por Schnewly e Dolz (2004), se refere a um conjuntode atividades escolares organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero

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