Edição 89 download da revista completa - Logweb

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Foto: PenskeA distribuição dos produtoseletroeletrônicosCada vez mais o RFID é alvo de estudos e ganha novas aplicações


4 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |


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8 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |EntrevistaMarcelo José de Sousa,diretor de logísticada TGestiona,fala sobre e-commerceAInternet, já há algumtempo, é parte integranteda vida de muitas pessoas,que passam horas conectadas àrede mundial de computadores,seja com propósitos profissionaisou pessoais. Com isso, ascompras feitas por meio destaferramenta também têm seconstituído uma forte tendência,o que pode ser facilmenteexplicado pela comodidade deadquirir uma infinidade de produtoscom apenas um click e recebera compra no conforto do lar.De acordo com Marcelo Joséde Sousa, diretor de Logística daTGestiona (Fone: 0800 7771010),empresa do Grupo Telefônica, omercado brasileiro de e-commerceé de aproximadamente R$ 8,5bilhões, com mais de 9,5 milhõesde consumidores on-line, e estácrescendo exponencialmente acada ano. Ele diz que até 2011 aexpectativa de crescimento é de25% ao ano.Com este cenário consolidado,a logística passou a ser umfator determinante para que ospudessem ser entregues emperfeitas condições e nos prazosdeterminados, através do processoque ficou conhecido comologística porta a porta. Talprocesso vem sendo desenvolvidopela TGestiona, como conta oresponsável pelas operaçõeslogísticas da empresa, e envolvetoda a cadeia do Supply Chain,incluindo planejamento de materiais,qualidade, armazenagem,customizações, transporte,distribuição e logística reversa.Souza está na TGestionadesde o final de 2006 – tem MBAem Administração de Empresas.Ele desenvolveu seus conhecimentostrabalhando em grandesgrupos internacionais dossetores alimentício e farmacêutico,nas áreas de Auditoria, ControleInterno, Contábil e Logística Nacionale Internacional. No passado,comandou operações nacionais daNestlé e foi responsável poroperações da Novartis na AméricaLatina e no Caribe.Logweb: Discorra sobre osurgimento da solução dee-commerce da TGestiona.Quais os principaisfatores que levaram aempresa a desenvolveresta plataforma?Sousa: A solução de e-commerce TGestiona teve iníciomediante demanda de um grandecliente, com o objetivo de ter umcanal diferenciado para alavancagemde clientes. Já existe, atualmente,uma operação logísticaB2C de cerca de 40 mil entregaspor mês, integrada a uma plataformade back-office com contextopromissor do e-commerce ouback e-commerce e interface devenda. Essa experiência sinalizouespaço para uma solução queintegre diversas interfaces devenda, que seja “paralela” afluxos e sistemas já existentes eque seja disponibilizada para ummercado mais amplo do que asempresas do Grupo Telefônica.A consolidação desse caso trazcredibilidade perante o mercado,pelo porte do cliente, marca ecomplexidade de operação.Contratamos no final de 2008uma consultoria especializadapara avaliação de mercado deOrder to Delivery (O2D) e o nossoproduto, evidenciando grandeoportunidade de negócio para ofuturo.Logweb: O conceito quea TGestiona utiliza nalogística porta a porta doe-commerce é o O2D.Explique as características,diferenciais e vantagensdeste conceito.Sousa: A característica éuma plataforma integrada,desde a venda até o tracking daentrega, trafegando pelosistema de vendas, fraude,pagamentos, ERP, WMS e TMSde forma ágil. Esta plataformapermite que a TGestiona ofereçaprocessos customizados devendas e logística com SLAsbastante agressivos aos clientesdo Grupo Telefônica e aomercado.Logweb: Conte comofunciona e quais são ascaracterísticas principaise os recursos oferecidospela plataforma de e-commerce da TGestiona.Sousa: A solução dee-commerce TGestiona é completa.Oferecemos o sistema dee-commerce ou back-commercecom look and feel agradável deacordo com a necessidade decada cliente, interligado com oERP, WMS e TMS TGestiona.Isso possibilita que, através dosistema de vendas, o clientetenha rastreabilidade total dopedido ou nota fiscal. Além disso,nosso sistema de e-commerce faztodas as tratativas de pedidos eworkflows de ocorrências, flexibilidadede formulação de preços ecampanhas de venda, flexibilidadeno cadastro de produtos ecapacidade de modularização deinterfaces. Resumidamente, asolução Order to Delivery (O2D)envolve uma ferramenta devendas com consulta on-line deestoques, análise de fraude,gestão de meios de pagamentos,agendamento, faturamento e alogística diferenciada. A soluçãoenvolve interface completa comos sistemas dos clientes dequalquer porte.Logweb: Esta plataformapode ser interligada aoutros sistemas? Quais?Sousa: Sim. A plataformapode ser interligada comqualquer sistema. Usamos oconceito de EAI – EnterpriseAplication Integration, com trocasde informações sistêmicasatravés de serviços.Logweb: Qual é aestrutura logísticadesignada para oatendimento dos clientesde e-commerce?Sousa: Atualmente, nossaoperação, por motivos de estoque,é centralizada em Barueri, SP, noCD TGestiona com atendimentopara todo o Brasil. Existe apossibilidade de utilização detodos os nossos nove CDs noEstado de São Paulo – Barueri,Mauá, Campinas, Santos,Taubaté, São José do Rio Preto,Bauru, Ribeirão Preto e PresidentePrudente –, bem como do CD emSão José do Pinhais, na RegiãoMetropolitana de Curitiba, o dePorto Alegre, no Rio Grande do Sul,e o de Recife, em Pernambuco.A infraestrutura total ultrapassa100.000 m 2 de área de armazena-


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10 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |gem. Além desses, podemoscompartilhar a infraestrutura denossos parceiros em todo o Brasil,com atendimento nacional.Logweb: Esta estrutura écompartilhada comoutras operações ou oe-commerce é umadivisão totalmenteindependente dentro daempresa?Sousa: A estrutura da operaçãodo e-commerce é compartilhada,visando a sinergias e custosbaixos. Entretanto, dentro daoperação, os pedidos do e-commerce são segmentados etratados de forma diferenciada.O monitoramento e o gerenciamentode pedidos são dedicados.Logweb: Como separar asoperações logísticas doe-commerce das outras?Em que elas diferem?Sousa: Os pedidos dee-commerce hoje são tratados deforma diferenciada. A segmentaçãodesses pedidos acontecequando se importa os pedidospara o WMS, agrupando-os emum canal de atendimentodiferenciado. Dessa maneira,conseguimos tratar o e-commercede forma customizada, desde aseparação, passando por pickinge customização, expedição até adistribuição porta a porta e alogística reversa. A equipe degestão e monitoramento édedicada.Logweb: Quem são osclientes de e-commerceda TGestiona?Há particularidades nasoperações deles?Sousa: Estamos em processode negociação com diversasempresas, principalmente dosetor de eletrônicos, telecomunicaçõese cosméticos. Iniciamosnossas operações com um grandecliente para atendimento de umcanal de ataque à concorrência.Esse canal tem a importantemissão de captar clientes deoutras operadoras de telefoniamóvel. A diferenciação começouna ferramenta, ao adequar osistema para receber as informaçõessobre a portabilidade e aintegração com os sistemascorporativos da empresa. Alémda diferenciação sistêmica,temos a logística customizada,com manuseios pertinentes aocanal e distribuição com coletade documentos, contratoassinado e ativações. Nossameta é ter ainda três clientes comatendimento de e-commerce esteano e um crescimento de pelomenos 25% ao ano.Logweb: Que tipo deprodutos a empresamovimenta nas operaçõesde e-commerce?Quais deles exigem maiscuidados especiais?Sousa: Atualmente movimentamoscelulares e chips GSM.Fazemos a preparação para que ocliente receba o aparelho com oA TGestiona conta com nove CDs no Estado de São Paulo, umno Paraná, outro no Rio Grande do Sul e um em Pernambucotema associado durante acompra (geralmente imagens earquivos MP3 de algumacelebridade atual) e pronto parauso com inclusão de embalagensdiferenciadas para a distribuiçãomediante coleta de documentose contrato assinado, finalizandocom a ativação do celular nacasa do cliente. Estamosadaptados para fazer a distribuiçãoem qualquer segmento deeletroeletrônicos, telecomunicaçõese cosméticos.Logweb: Em porcentagem,qual a participaçãoda logística voltada parao e-commerce na atuaçãoda empresa? Há umatendência de crescimentodesta participação?Sousa: Das 250 mil entregasporta a porta que a TGestionafaz hoje, o canal de e-commercerepresenta 5%. Existe umatendência de crescimento, já queo mercado prevê um crescimentode 25% ao ano na comercializaçãode produtos via e-commerce emrelação aos demais canais devenda.Logweb: A TGestiona éuma das empresas maisconhecidas no que dizrespeito à LogísticaReversa no Brasil.Este serviço tambémabrange os clientes dee-commerce? De quemaneira funciona esteprocesso?Sousa: Sim, hoje temos aCentral de Logística ReversaTGestiona, uma operaçãocentralizada e especializada emreversa de modens, celulares,decodificadores e computadores,além de placas telefônicas.Fazemos controle de garantia,triagem, canibalização decomponentes, reparo comcertificação de fabricantesespecializados e, se necessário,toda a gestão de assistênciatécnica, do agendamento até ocontrole de planta com númerosde série. No e-commerce,controlamos via sistema ocancelamento com devolução ea troca garantida em até setedias após a entrega, atendendoaos direitos do código do consumidor.Os atendimentos sãoagendados com monitoramentosistêmico de toda a cadeia,disponibilizando o trackingcompleto dos pedidos aos clientes.Logweb: Quais osprincipais desafiosenfrentados na logísticaporta a porta doe-commerce? Como aempresa lida com eles?Sousa: Os desafios dalogística porta a porta para oe-commerce são ter 0% defraudes e insucessos, minimizandocada vez mais as perdas eretrabalhos ao longo da cadeiado Order to Delivery. Além disso,disponibilizar a informação parao cliente, onde ele estiver, e deforma ágil com mensagens detexto (SMS) e e-mails com alteraçãodos status até a conclusãodos serviços. Trabalhar com SLAsdiferenciados e entregas agendadascom horário, caso necessário.A TGestiona está aumentandoconstantemente seusinvestimentos em tecnologia,sistemas e processos, a fim deatender às exigências domercado de e-commerce.Logweb: De que formavocê analisa o cenárioatual da prestação deserviços logísticos para oe-commerce no Brasil?Quais são as tendênciasno que diz respeito a eles?Sousa: Identificamos umgap no mercado de e-commerce,principalmente para solução deO2D. Nosso modelo comercial évoltado para a venda de produtose serviços, apoiado por canaisremotos, que possui característicade integração completa entreo próprio canal de venda e asfunções logísticas. A TGestionaentende que este gap é oportunidadepara expandir seus negócios.Mercados mais maduros, comoo europeu, representaram, em2007, US$ 133 bi, e estima-seque venham a crescer cerca de25% ao ano até 2011. ●


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12 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |SEU PRODUTOONDE QUEMCOMPRA VÊLogísticaem Focono Canal 25 da Net JundiaíPrograma Inédito,com entrevistas junto aosprincipais executivos do setor,todas as quintas-feiras,às 20h30Reapresentações:✓ Segunda: às 12h30 e às 18h30✓ Terça: às 12h e às 22h30✓ Quarta: às 10h e às 14h30✓ Quinta: às 14h e às 21h✓ Sexta: às 8h30 e às 14h30✓ Sábado: às 8h30, às 14h30 e às 18h30✓ Domingo: 19hEntre nesseprograma!PORTALFale conosco:LogwebA multimídia a serviço da logísticawww.logweb.com.brRua dos Pinheiros, 240 - conj. 1205422-000 - São Paulo - SPFone/Fax: 11 3081.2772Comercial: Nextel: 11 7714.5380 ID: 15*7583Rastreamento e monitoramentoZatix anuncianovo presidenteDa esquerda para a direita: Necho, Hackett, D´Ippolito, Melo e Nunes– a empresa espera atingir faturamento de R$ 1 bilhão em cinco anosCompletando um ano de existência, aZatix (Fone: 11 3025.0000) anuncia seunovo presidente, Martin Hackett, querevela os planos e os desafios da empresaespecializada em rastreamento e monitoramentode veículos, telemetria e logística.Primeiramente, o profissional cita asseguintes tendências que devem influenciar ereger o mercado nacional nos próximos cincoanos: elevados índices de roubo de veículos ecargas no Brasil; utilização crescente desoluções de telemetria e logística; veículossaindo de fábrica com rastreadores instaladosa partir de agosto de 2009, segundo LeiComplementar 121; e importância crescente deescala de negócio e nível de qualidade doserviço. “Será difícil para as pequenasempresas competirem com as grandes emabrangência e outros itens”, diz.Entre os desafios da companhia estão oprocesso de internacionalização, que deveráser iniciado em 2010, e sua expansão paraoutros mercados, em cinco anos, a partir dequando a Zatix deverá operar também naAmérica do Norte, Ásia e Europa, além deampliar sua presença em países da AméricaLatina. Entre os cotados estão Chile,Argentina e África do Sul.Hackett explica que o plano da empresa écontinuar a crescer a uma taxa acelerada, pormeio de três linhas: crescimento orgânico, coma criação de novos serviços; aquisições denovas marcas e empresas do setor paraaumentar o market share; e internacionalização.Sobre o novo modelo de operação, quemexplica é o vice-presidente comercial e demarketing, José Melo. Segundo ele, aempresa atua com duas marcas: GraberRastreamento, no segmento de casco, compessoa física, frotas de serviços, atendimentoa seguradoras e montadoras; e Omnilink, nosegmento de carga, com logística etelemetria em transportes, atuando commédias e grandes transportadoras, agregados,embarcadores e gerenciadores de risco.Elas operam com especificidades, estratégiascomerciais e canais de vendas próprias,sob a marca corporativa Zatix.Já Cileneu Nunes, vice-presidente deengenharia e tecnologia, conta que aempresa está investindo em uma novaplataforma de sistema, que será a base detodas as operações, respeitando os diferenciaisde cada produto oferecido. Ele informa queesta integração de sistemas estará prontaem cerca de um ano e meio, e serão aplicadosR$ 4 milhões, mais outros investimentos nasestruturas que irão operar no sistema.Nunes também revela duas novas demandasdo mercado: logística, como na integraçãodo rastreamento com o milk-run, e telemetria,envolvendo o controle da dirigibilidade domotorista. Segundo ele, há cases nestessegmentos, e os resultados são expressivos.Por sua vez, Marco Nicola D´Ippolito,membro do Conselho de Administração daempresa, explica que a intenção é realizaraquisições de mais do mesmo. “Assim,conseguimos ser mais efetivos, aumentandooferta e mercado de atuação”. A Zatixoferece, ainda, o serviço de recuperação deveículos em pronta-resposta – cerca de 60%dos rastreados pela empresa contam comeste serviço. E a tendência, segundoMarcelo Necho, vice-presidente deoperações, é crescer neste segmento.Já para o serviço de Gerenciamento deFrotas, a companhia indica empresas aptas aoferecê-lo. Este serviço é mais utilizado porembarcadores, transportadores e montadorasque buscam segurança não apenas para ocaminhão, mas, principalmente, para a carga,sendo informados sobre desvio de rotas, se aentrega foi feita em local correto, etc. ●Foto: Gladstone Campos/Realphotos


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb13AutomatizaçãoRM implanta ERP noCentro Químico Campinastica, manutenção e assessoriacientífica.Samuel Barros, gerenteadministrativo/financeiro do CQC,conta que o objetivo com o investimentoé agilizar as atividades, reduzircustos e facilitar as tarefas.“O que antes era controlado emplanilha Excel, por exemplo, agoraé disponibilizado pelo ERP emformato de relatório”, aponta.Não foi necessária nenhumacustomização dos módulos implantados,ou seja, a solução foitotalmente aderente aos processosdo CQC. “O BackOffice do ERP daRM Sistemas atende totalmenteàs características de uma empresado setor químico”, frisa MárciaUehara, diretora de atendimentoARM Sistemas Campinas(Fone: 0800 7742111) acabade finalizar o projeto deimplantação do sistema de gestãoempresarial no Centro QuímicoCampinas – CQC Tecnologia emSistemas Diagnósticos (Fone: 193303.3800), em São Paulo.Foram necessários oito mesesde trabalho e R$ 100 mil em investimentos,incluindo a aquisição dossistemas RM Nucleus, RM Fluxus,RM Saldus, RM Offcina e RM Bis,que oferecem integração entre osdiversos processos da empresa,além de maior disponibilidade deinformação, beneficiando 15 colaboradoresdos departamentosfinanceiro, comercial, de faturamento,compras, estoque, logíserelacionamento da RM.Ela também conta que asexigências do cliente envolveramcontrole de rastreabilidade deprodutos em relação a Lote (Datade Fabricação, Data de Vencimento,etc.) e controle de informaçõestécnicas e científicas dos produtoscomercializados pelo CQC.Como benefícios, a soluçãooferece à área de Compras informaçõesmais precisas, minimizandoo tempo de estoque e maximizandoo tempo de reposição deprodutos. Também proporcionaum maior detalhamento àsinformações de estoque disponívelpara venda, estoque emquarentena e de produtos paradescarte. “Oferece um controleMárcia: a solução ofereceintegração entre os diversosprocessos da empresamais apurado de estoque deterceiros em nosso poder eestoque nosso em poder deterceiros no que diz respeito apeças e equipamentos de análisequímica comercializados peloCQC”, explica Márcia.Em logística, as vantagensestão na facilidade quanto àrastreabilidade de produtos porlote, rastreabilidade de equipamentospor número de série,separação de material paradespacho e recebimento dematerial e controle de qualidade dearmazenamento dos mesmos. ●


14 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |PresentesVenda de flores pela Internetestá a todo vaporQuatro lojas físicas e umCentro de Distribuição de600 m 2 , em São Caetanodo Sul, SP, compõem a estruturada Giuliana Flores (Fone: 113383.1700), empresa de 19 anos,que há nove dedica-se aoe-commerce, vendendo flores epresentes pela internet, tantopara pessoas físicas como parao segmento corporativo.O site recebe diariamentecerca de 6.000 visitantes únicose perto de 180.000 por mês, econta com certificações como oselo de empresa reconhecidapelos sites Bondfaro e Buscapé,Loja Ouro pelo e-bit e Site100% Seguro pelo Hacker Safe.O diretor Clóvis Souzainforma que a Giuliana Floresrealiza 8.000 entregas por mês eatende a mais de 1.100 cidadesbrasileiras, contando, ainda, comparceiros como Kopenhagen,Amor aos Pedaços, Faber Castell,Payot, Mahogany, Havanna,Ofner, Salton e Hydrogen.Na mecânica do atendimento,os produtos escolhidos pelosclientes podem ser adquiridosna mesma hora, tanto peloSouza: “A logísticaé essencial para oatendimento a 6.000visitantes únicos diários euma média mensal de8.000 pedidos”Por meio do e-commerce, o atendimento da empresaé nacional e muitas vezes internacionalportal como por telefone. Feito opedido, os profissionaisespecializados tratam depreparar os arranjos, que serãoentregues por empresas comoDHL, TAM, Direct Log e Correios,entre outras. “Ao final da tarde,todas as transportadoras retiramos produtos em nossa base e osentregam aos locais de destino,num período entre um e três diasúteis, variando de acordo com adata prevista para a entrega”,explica Souza. “Na Grande SãoPaulo os arranjos são confeccionadose entregues no mesmodia”, salienta.Ele revela que após asentregas, a empresa envia umaconfirmação ao comprador. “NaGrande São Paulo (com exceçãodo período da noite), duas horasapós a entrega realizada, éenviado um e-mail notificando orecebimento do pedido. Foradessa localidade, a confirmaçãoé feita no dia posterior”, relata.Destacando a questão daentrega, Souza aponta que asembalagens são diferenciadaspara produtos que vão para omesmo Estado ou para outrasregiões. “Nós vendemossentimento. Por isso, o cuidadocom as embalagens e refrigeração(quando preciso), entreoutros, é fundamental para queo produto chegue exatamentecomo o cliente comprou. Eletem que presentear exatamenteda mesma forma que viu emnosso site na hora de comprar.Nossa preocupação é constante”,destaca.O diretor lembra que aolongo dos anos, tanto osprodutos como as embalagensforam sendo alterados para queo transporte fosse maistranquilo. Porém, aponta que omaior desafio é prestar um bomatendimento ao cliente que,segundo ele, é exigente eansioso. “Por isso, estamossempre em constante contatocom as transportadoras paradar a resposta de entrega feitao mais rápido possível aocliente”, argumenta.Ainda de acordo com Souza,por meio do e-commerce, oatendimento da Giuliana Flores énacional e muitas vezesinternacional. “Quem está forae precisa presentear alguém doBrasil procura muito o nossosite. Nosso sistema de entregaé terceirizado e temos fretes emtodos os períodos – manhã,tarde e noite”, comenta. “Paraeste ano, estamos integrandotodo nosso ERP”, acrescenta,lembrando que a empresainveste pesado em tecnologia,atendimento online e infraestruturade call center.O diretor ressalta que em2008 a Giuliana Flores nãosentiu a crise mundial e cresceu42% em relação ao ano anterior.Ele diz que a compra online éuma opção que vem crescendodemais com a evolução dainternet e revela que aexpectativa para este anocontinua muito otimista, e aprojeção de crescimento chegaaos 40%. “Fatores como nossaaliança com grandes marcas,forte penetração do público A eB e mercado corporativo, altoinvestimento em tecnologia eações de marketing online eoffline e incentivo a equipes,entre outros, contribuíramconsideravelmente para ocenário”, garante.É com essa proposta decrescimento que ele destaca aimportância da logísticaeficiente da empresa.“A logística é essencial para oatendimento a 6.000 visitantesúnicos diários e uma médiamensal de 8.000 pedidos. Nossameta para 2009 é atingir 10.000pedidos mensais. Sem logística,os resultados não são alcançados”,afirma. ●


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16 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |EmbalagensHigienização éindispensável nosetor farmacêuticoTudo que envolve produtos ingeríveis está relacionado à saúde, então, quando do transporte earmazenagem deste tipo de carga, os cuidados com limpeza devem ser prioridade, por isso é necessárioseguir as normas que regulamentam a atividade.Aregulamentação sanitáriaque estabelece os critériospara armazenagem deprodutos farmacêuticos para asaúde afirma que os equipamentosutilizados para a guarda destesprodutos devem estar em boascondições de limpeza e conservação.Assim, os paletes utilizadosnos Centros de Distribuição devematender a estes requisitos sanitários.“De um modo geral, devemser de material liso, impermeávele de fácil limpeza”, explica Saulode Carvalho Jr., presidente daAnfarlog – Associação Nacionaldos Farmacêuticos Atuantes emLogística (Fone: 17 3227.7527).Os paletes utilizados nosegmento podem ser feitos dediversos tipos de materiais, comoplástico, metal e madeira, sendoque este último necessita detratamento e impermeabilizaçãopara não contaminar a carga nocaso de pragas que venham alojarseno material. “Não existe lei noBrasil e no mundo que proíba ouso do palete de madeira.O usuário deve ficar atento àqualidade dos paletes e exigir dofornecedor os tratamentosindicados para cada operação”,frisa Marcelo Canozo, presidenteda Abrapal – Associação Brasileirados Fabricantes de Paletes (Fone:11 3255.8566) e diretor da FortPaletes (Fone: 15 3532.4754).No caso de exportações queutilizam os paletes de madeira,devem ser atendidas as exigênciasda Norma Internacional deMedida Fitossanitária (NIMF)nº 15, ou ISPM 15, editada pelaOrganização para Alimentação eAgricultura (FAO), das NaçõesUnidas, que trata especificamentedo tratamento fitossanitário.Canozo lembra que dependendodo segmento, é importante ocontrole e tratamento com certafrequência.Ainda sobre regulamentação,também é preciso atentarseàs Normas Técnicas da ABNT,como a 5426, sobre planos deamostragem e procedimentos nainspeção por atributos, ondeensaios não-destrutivos e ensaiosdestrutivos são realizados. Nosensaios destrutivos, os maisutilizados são: NBR 6737 –Determinação da resistência àcompressão da coluna; e NBR6735 – Determinação daresistência ao arrebentamento.As embalagens devem seradequadas no sentido de permitira movimentação (palete), otransporte e a armazenagem,assegurando as suas qualidadesiniciais até o usuário final,cumprindo as suas funções:mercadológica (a forma pela qualela se identifica atrai o consumidore vende o produto); econômica(o projeto de uma embalagemvisa a uma aplicação correta demateriais, modelo e fluxo deprodução); protetiva (mecânica:contra choques, vibrações,empilhamento e transporte, efísico-química: contra baixastemperaturas e umidade).Outro órgão significativo é aAnvisa, que determina que asembalagens devem proteger o seuconteúdo e que os paletes paramanuseio/transporte e estocagemsejam fabricados em materialinerte, que não absorva água.Carvalho Jr., da Anfarlog,expõe que os principais problemaslogísticos causados porembalagens não adequadas aosetor são avarias, deformidades,perda do produto e contaminaçãodele. “As embalagens afetamdiretamente a qualidade doproduto, impactando nos custoslogísticos, pois irá causar umprejuízo para a empresa”, diz.Estes problemas podem serresolvidos, na opinião do profissional,obedecendo às regras deempilhamento e acondicionamentomáximos e também às boaspraticas de armazenagem,distribuição e transporte quevisam a manter a integridade doproduto farmacêutico. Ele sugere,ainda, o desenvolvimento deembalagens mais resistentes.FornecedoresA Inex Pack (Fone: 433028.0660) fornece embalagenspara o segmento alimentício eagora está entrando no mercadofarmacêutico com as Bag-In-Boxde 5, 10, 20, 40, 200 e 1.000litros, descartáveis e retornáveis,de acordo com o tipo de caixaque acomoda as bags, explicaFernando Cardoso, do departamentode desenvolvimentoMercado&Produto da empresa.Para o transporte de produtosfarmacêuticos, a Irmec (Fone:11 4828.4588) fabrica paletesmetálicos retornáveis em açocarbono, alumínio e inox, sendoestes dois últimos passíveis dedescontaminação, como destacaRaul Vallespin, engenheiro deprojetos da empresa.Ao setor farmacêutico, aJosé Braulio (Fone: 113229.4246) oferece paletes demadeira, de polietileno de altadensidade e de aço, que podemser retornáveis ou não, dependendoda logística de cadacliente. “Investimos em moldesde injeção específicos e temostrês produtos de polietileno dealta densidade injetados, ideaispara a indústria farmacêutica”,diz Jose Ricardo Braulio,coordenador da empresa.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb17A MarfiniteProdutos Sintéticos(Fone: 11 4646.8500)desenvolveu oitomodelos de caixasplásticas lacráveis eretornáveis que servempara entrega dosprodutos farmacêuticosdo distribuidor àsfarmácias. Para garantir ainviolabilidade das caixas,a Marfinite acoplou umlacre que só é destruídopelas farmácias querecebem os produtos,conta Vital Raiola, diretorconselheiro da empresa.A KBK Plásticos (Fone: 513499.1849) é especializada naprodução de paletes plásticos para otransporte de cargas, tanto paralogística do mercado interno quantopara exportação. Elas podem serretornáveis ou one way. Amaro LuizCassepp de Carvalho, sócio-diretor daempresa, conta que os paletes sãolaváveis, atóxicos e livres de predadores.“Como também duráveise recicláveis, pois são fabricados empolipropileno e polietileno de altadensidade”. Ele garante que por serempré-montados, facilitam a manutenção,pois é só trocar o perfildanificado no caso de avarias nomanejo ou sobrecarga. A empresadesenvolve, ainda, projetos específicosno que diz respeito a medidas, vedaçõese pesos especiais, entre outros.A Pallet do Brasil (Fone:11 4581.9288) fabrica paletes eembalagens diversas em madeirareflorestada para logística internae externa de empresas farmacêuticas,entre outros segmentos,que variam em tamanho emodelo. A companhia tambémdistribui paletes plásticos queatendem às normas fitossanitárias,tendo em sua composiçãouma combinação de resinareciclada e virgem, além defabricar caixas sob encomenda.“No conceito retornável,todo nosso cliente é orientadono quesito logística reversa,processo que propicia um melhoraproveitamento no setor delogística no que se refere a custode embalagens e paletes poroperação, mantendo o foco principal,que é reciclagem de produtosduráveis, criando cada vezmenos impacto ambiental como corte de madeira, entre outros”,explica Jeferson FernandesMosquéra, gerente da empresa.Mosquéra: “todo nossocliente é orientado noquesito logística reversa”


18 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |A Transpal Pallet (Fone: 114591.0310) produz dois modelosde paletes de plástico queservem a diversas aplicações,como ao transporte de embalagensde medicamentos. “Por setratar de produto fabricado commaterial plástico e inerte, setorna ideal para esta aplicação”,salienta João Villadangos,diretor da empresa.Como clientes da empresa,Villadangos cita os ambulatóriose hospitais da Marinha do Brasil,que utilizam os paletes deplástico da Transpal em substituiçãoaos de madeira nocombate à dengue no Estado doRio de Janeiro.O sistema de paletizaçãominimiza os danos na embalagempor manuseio inadequado, permitindoque as embalagens originaisdos medicamentos sejam preservadasem toda a cadeia dedistribuição. “O desenvolvimentode um palete de plásticode engenharia permitiu maiorrapidez no manuseio/segurançae proteção das embalagens,invariavelmente de papelão oucartonagem, dos medicamentos,preservando, assim, suaintegridade”, expõe Villadangos.Pontos críticosOs entrevistados para esta matéria listaram os problemasmais comuns com relação às embalagens para transportede produtos farmacêuticos. São eles:✦ contaminação;✦ preço um pouco mais altodos paletes de plástico,devido ao processo defabricação e matériaprima;✦ inviolabilidade das caixas;✦ acúmulo de sujeiras,poeira, ferrugem,proliferação de pragas, defungos e bactérias;✦ padronização do materialexigido;✦ manter todos os lotesidênticos, pois adequarfornecedor de matéria-primae treinar mão-de-obraespecífica para tal segmentonão é um processo rápido;✦ danos na embalagem pormanuseio inadequado;✦ higienização das embalagens.Validade dacaixa de papelãoQual a validade de uma embalagem de papelão ondulado? Peroti,da Slotter, explica que como o envasamento dos remédios éfeito nas condições ideais de vida da embalagem de papelãoondulado, 20 ºC e 50% de UR, a empresa deixa a critério dafarmacêutica a definição da data em função da validade de seuproduto, e o estabelecido foi dois anos. “Tivemos a oportunidadede testar essa proposição quando, em um dos casos, a comprada embalagem feita fora maior do que a necessária e venceriao prazo de saldo das embalagens em um mês. Trouxemos algumasembalagens para testes e o resultado fora igualzinho ao realizadodois anos antes”, explica.Para o setor farmacêutico, aSlotter (Fone: 11 4791.2020)produz embalagens desde alinha normal, denominada ABNT0201, até os modelos de linhacorte-e-vinco, como ABNT 0201para a linha automática docliente; a ABNT 0713, comdetalhes, como prolongamentosda aba interna do fundo paraevitar violação; e ABNT 0427com ou sem acessórios; não sãoretornáveis.Ronildo Peroti, gerente dedesenvolvimento de produtos daempresa, conta que a Slotter jádesenvolveu uma embalagemespecial e diferenciada paracliente da área farmacêutica, achamada linha automática.O profissional explica queeste determinado cliente haviacomprado, na Itália, um complementode sua máquina envasadorapara embalar os cartuchosautomaticamente, agilizando asua linha de produção. O detalhe,nesse processo, foi que a máquinaainda não tinha chegado aoBrasil e não havia desenho daembalagem. Apenas no Rio deJaneiro havia uma máquinasemelhante. “Fomos ao Rio,vimos a máquina, cujo conceitoera o mesmo, e definimos umacaixa normal 0201 com detalhes.Preparamos 40 amostras paratestes quando a máquina chegasse,e aprovamos”, conta Peroti.Divisão do Grupo Jacto, aUnipac (Fone: 11 4166.4260)dispõe para movimentação deprodutos farmacêuticos a LinhaFlipak, que é oriunda do acordofirmado com a empresa americanaORBIS Corporation (uma subsidiáriada Menasha Corporation).Esta linha é formada por colapsíveise com tampas encaixadasdentro do perímetro do contêiner,para proteção contra quebra damesma quando conduzida outransportada. O modelo FP03permite empilhar 16 unidadesem um palete de 48’’x40’’; já aversão FP075 possibilita oempilhamento de oito caixas nomesmo palete. Os modelos FP06e FP145, segundo a empresa,proporcionam carga estável esegura em reboques largos.As laterais possuem 110 polegadasde largura, e a superfície dofundo é granulada, para oferecermelhor tração no transporteintegrado com equipamentospara manejo automatizado etodos os tipos de transportadores.Também possuem variadas opçõesde acessórios para identificação.Vailton Carlos Bonfim,gerente comercial da divisão delogística da empresa, conta quea Unipac desenvolveu uma caixaFlipak para atender à empresaDimper – que a utilizou por algunsanos. “Na época, substituímos ascaixas de papelão por caixasplásticas, dentro do processo delocação, e isto trouxe a estecliente os seguintes benefícios:redução de custo das embalagens;redução das perdas porviolação; aumento da segurançasobre os medicamentos; emelhoria do processo logístico;entre outros”, diz. ●


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20 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |ArmazenagemEm época de crise,galpões industriaisencontram novasaplicaçõesOs galpões estruturais, pré-fabricados, infláveis e modulares encontram aplicações diferenciadas noatual momento, sendo empregados nos mais diversos segmentos e para as mais variadas aplicações.Para isto, também contam com novas tecnologias.Num momento de crise comoo que vivemos, os galpõesestruturais, pré-fabricados,infláveis e modulares encontramaplicações diferenciadas? Este éo tema central desta reportagemespecial da revista Logweb.Neste sentido, AlexandreDias, diretor da Alumitex (Fone:0800 771.8533) – que fabrica, locae vende galpões estruturais – dizque sim, pois, em períodos decrise, se torna necessário oarmazenamento de produtosacabados e matérias-primas, poismuitas empresas não podemreduzir drasticamente o seu ritmode produção, considerando que asvendas diminuem e a necessidadede estocagem aumenta.Por sua vez, Luiz Carlos deSouza Pastore, da divisão comercialda Fix Implementos Rodoviá-As estruturas em concretopré-moldado podem ser dequalquer tamanhorios (Fone: 11 3318.3199), quefornece galpões industriais, lonaspara sider e para carga seca(Vinitruck), diz que, em temposde crise, podemos destacar onão pagamento de impostos, jáque este tipo de estrutura não éconsiderado como áreaconstruída, “sem nos esquecermosda rapidez na execução/instalação, pois uma estrutura deaté 1.000 m 2 pode ser montada ematé três dias”, afirma.Ele também lembra que porserem fruto de uma tecnologiasofisticada, as estruturas demembrana tensionadasnormalmente possuem custoselevados em relação às construçõesconvencionais. “Porém,atualmente a relação custobenefíciotem imperado e, levando-seem conta que estas estruturaspodem vencer grandes vãos,podem também ser totalmentedobradas, desmontadas e/outransportadas de acordo com anecessidade, sendo de grandevantagem em determinadoscasos”, completa.Maristela A. Polimeno,gerente comercial da GalleonEstruturas Pré-Moldadas deConcreto (Fone: 11 4790.1503),que executa estruturas em concretopré-moldado, lembra queeste material se adapta a projetoscomerciais, residenciais, rurais einstitucionais (igrejas), mas podemser executados de qualquer tamanho,logo se adapta às necessidadesbásicas dos clientes.Quem também comenta oassunto é Anderson Ortiz dosSantos, coordenador da consultoriatécnica da Medabil (Fone:54 3273.4000), que atua comsistema construtivo metálico.“O grande diferencial de estruturaspré-engenheiradas é arapidez que proporciona nasfases de projeto, fabricação emontagem, gerando o início deutilização do empreendimento deCoberturas efechamentos comlonas térmicassão algumas dasnovas tecnologias


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb21forma rápida e, consequentemente,podendo acarretar um retorno deinvestimento com maior rapidez,além de gerar menos desperdícios,que é uma forma deeconomia”, destaca.“Os galpões estruturadosoferecem respostas diferenciadas,pois são fáceis de montar e nãonecessitam de fundação parainstalação”, destaca, por suavez, Sebastião Luis da Silva,gerente comercial da Rentank(Fone: 11 4138.9266), que fornecegalpões estruturados comfechamento em lona vinílica.Por fiz, Cláudio Bonetto,diretor industrial da Topflex(Fone: 11 3311.7878), que fabricagalpões estruturados revestidosem lona, galpões retráteis revestidosem lona e automatizados,também dá a sua opinião sobreeste assunto: “as empresas queestavam com planos deexpansão e com investimentosde produção em andamentooptaram por armazenar seusprodutos provisoriamente nosgalpões industriais”.Novas tecnologiasPor outro lado, novas tecnologiasforam agregadas à produçãoe à operação dos galpões?Fernando Balestrim Dourado,gerente de Produção e Qualidadeda Araya do Brasil Industrial(Fone: 12 2123 4200) – fabricantede estruturas metálicas comcoberturas em lonas vinílicasVinigalpão e estruturas metálicastubulares espaciais com coberturaem telhas metálicas –, contaque as novas tecnologiasaplicadas ao produto Vinigalpãosão as coberturas e fechamentoscom lonas térmicas, diminuindosensivelmente a temperaturainterna dos galpões. Outratecnologia – ainda segundoDourado – é a utilização nasestruturas metálicas de pinturaeletrostática em pó, revertendopara o usuário final maior durabilidadedo produto, além de opçãode cores das estruturas, saindodo usual galvanizado, e melhorvisualização, principalmente dascolunas nas operações internas.“Atualmente existem diversostipos de produtos com usosdistintos. No caso de armazenagem,os galpões são de aço emfunção do custo da matéria-prima.Para eventos são utilizadas estruturasde alumínio, por questõesestéticas e de agilidade namontagem e desmontagem.Os infláveis têm a montagemextremamente rápida, porém oambiente interno deles não é omais adequado para permanênciade pessoas, além de necessitaremde equipamentos suplementares,como geradores e eclusas,representando gastos extras decombustível ou energia para ocliente”, avalia Dias, da Alumitex.Para Pastore, da Fix, as obrasde coberturas são executadascom a mais alta tecnologia,começando pelo projeto queutiliza programas para cálculosbaseados em elementos finitos,até chegar à escolha da membrana.“As membranas atuais nãosão em nada comparadas comas imagens de lonas quasedescartáveis que conhecíamos,Novas tecnologias envolvembenefícios ecológicosestendidas para festas, circos,etc. Hoje em dia, até mesmo oscircos utilizam estruturas tensionadas.As membranas possuemalgumas características queagregam valores de conforto esegurança, como proteção contraraios UV, proteção antifungos eproteção antichamas”, diz ele.A gerente comercial da Galleonlembra que, ainda em termos detecnologia, hoje temos, além daslajes pré-moldadas, os painéisde fechamento, ou seja, placaspré-moldadas que, ao seremencaixadas, fecham a obra comoum todo.


22 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |“Novas tecnologias sãodesenvolvidas constantemente naMedabil, especialmente no quetange a benefícios ecológicos.Dentre elas podemos destacaras placas de lentes prismáticasque são instaladas, adequando-seao sistema e que proporcionamluz natural nas obras, com umaquantidade menor de aberturasna cobertura. Também destacamoso sistema de ventilaçãonatural e estático na cobertura,onde ocorre circulação de arnatural, proporcionando confortotérmico. E a captação de águade chuva para reuso através decalhas e sistema de armazenamento”,aponta o consultor daempresa.Silva, da Rentank, tambémcita as novidades da sua empresa:a nova linha Flex, que oferecepé-direito de 6,20 m e “mantéma mesma característica defacilidade de transporte emontagem”.No caso da Topflex, Bonettodestaca que a empresa constantementeinveste em novas tecnologiaspara atender às necessidadesdo mercado, melhorando oambiente interno no que dizrespeito à ventilação, à iluminaçãoe preocupados com apreservação do meio ambiente.“A Topflex é a pioneira emgalpões de lona retráteis (tetosremovíveis) automatizados, emprojeto especiais como uma arenacoberta em lona de 12.000 m²com capacidade para 12.000pessoas”, diz ele.Galpões de lona retráteisautomatizados sãodestaques do setorProjetos especiaisJá que o assunto se voltoupara novas aplicações, quaisseriam os casos diferenciadosde uso dos galpões?O diretor da Alumitex lembraque os casos de utilização degalpões temporários são os maisdiversos possíveis, desde eventosde grande porte, áreas auxiliaresdurante a construção de grandesempresas, armazenamento emgeral e até abrigos emergenciaisem decorrência de tragédias danatureza, como, por exemplo,enchentes ou desabamentos.“De fato, a utilização é amais diversificada possível, quevai desde a armazenagem deprodutos industriais, agrícolas,eletrônicos, etc., ou ser uma entreas mais conhecidas e destacadasestruturas, entre as quais podemoscitar o terminal de passageirosde Jeddah, na Arábia Saudita,criado em 1981, o Estádio ReiFahd, Riad, também na ArábiaSaudita, que atua desde 1992, oAeroporto de Denver, em 1993, e,mais recentemente, em 1999, oDome do Milênio”, acrescentaPastore, da Fix.Ainda como novos projetos,Santos, da Medabil, enumera oCentro de Distribuição Climatizadoda Bomi em Itapevi, SP,primeiro CD da Bomi no mundocom conceito “Green-building”.“Nesta obra foi utilizada umavasta gama de produtos desenvolvidospelo sistema construtivo daMedabil, a fim de que fossepossível para o cliente adquirir acertificação Leed (The Leadershipin Energy and EnvironmentalDesign)”, informa o coordenadorde consultoria técnica.No caso da Rentank, ogerente comercial destaca quefoi feita a montagem, em temporecorde, de uma nova área deprodução para uma importanteempresa do setor automobilísticoque foi atingida por um sinistro,sem comprometer o andamentodas atividades.Dourado, da Araya, por suavez, cita o caso realizado para aThyssenKrupp, de Campo LimpoPaulista, SP, onde, na cobertura enos fechamentos dos galpõesforam utilizadas lonas térmicas,minimizando a temperaturainterna dos mesmos.“Outro caso foi o da EstreBiorremediação, onde, devido ànecessidade do cliente,utilizamos altura livre de 8,0 mcom quatro unidades geminadas,totalmente estanques, impedindo/ouminimizando a saída do arinterno dos galpões”, completa ogerente.CoberturasmetálicasJá no caso da Marko (Fone:0800 702,0304), a especialidadeenvolve sistemas integrados deestrutura e cobertura metálicaroll-on.Fernanda Borges, gerente demarketing, conta que, mesmodiante da crise mundial, algunssegmentos mantiveram seusprojetos numa linha de crescimento,como é o caso da construçãode shoppings. “Trata-se de umnicho que estamos diretamenteenvolvidos”, afirma, ressaltandoque a empresa foi a responsávelpela cobertura de alguns deles.“É um nicho que ainda tem muitoa ser explorado, principalmentenas Regiões Norte e Nordeste.Afinal, estamos falando de shoppings,que representam 2% do PIBe já são responsáveis por quase20% do varejo nacional”, alerta.Além dos shoppings, aempresa segue fomentando asconstruções dos Centros deDistribuição dos principais varejistasdo país, além dos supermercadosem si. “Os grandesCDs vêm utilizando cada vezmais estruturas metálicas préfabricadas.E a Marko, atravésdo roll-on, atende perfeitamentea essa demanda”, explica agerente.Segundo Fernanda, mesmocom a crise, as obras ligadas aomercado de varejo e logísticaainda estão demandando.Ela também destaca que oroll-on pode ser aplicado adiversos setores, tanto naindústria, como no varejo e naárea de logística. “Temos atéexemplo da implantação deCobertura roll-onpode ser aplicada emdiversos setorescoberturas para a locadoraBlockBuster, além de igrejas ehangares. Um case interessanteé o do CD do Magazine Luiza,pois utilizou o roll-on comoalternativa sustentável paraviabilizar o reaproveitamento deáguas pluviais”, informa.Fernanda também ressalta aquestão da sustentabilidade,que atualmente é a palavra deordem no mundo. “Dessa forma,procuramos incentivar diversassoluções nessas áreas. Recentementenos filiamos à GBC –Green Building Council, organizaçãoque tem como missão desenvolvera indústria da construçãosustentável no país. A GBC játem mais de 100 associados,entre eles 3M, Wall-Mart, ABNAmro Real, Kimberly-Clark doBrasil, entre outras. Com estainiciativa, a Marko pretendeparticipar mais efetivamentedestas questões, unindo esforçosna busca por melhores práticaspara implementação do desenvolvimentosustentável no Brasil”,afirma a gerente de marketing.Neste sentido, ela destacaque o sistema fabricado pelaempresa tem característicasustentável por facilitar acaptação de águas pluviais parareuso e possibilitar a economiade energia. Também se engajatotalmente na campanha “OneDegree Less”, através do uso dabobina pré-pintada branca.A campanha é incentivada pelaGBC e estimula a população apintar as coberturas de suasresidências ou empresas comtintas claras reflexivas. Segundopesquisas, a utilização desteartifício proporciona umaredução de até 20% no gastocom ar-condicionado. ●


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24 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |TecnologiaCada vez mais o RFIDé alvo de estudos eganha novas aplicaçõesA identificação por radiofrequência é destaque nesta edição da Logweb. Fique por dentro da tecnologiade RFID no Brasil, além da apresentação dos cases. Conheça, ainda, o Centro de Excelência em RFID daHP, localizado em Sorocaba, SP, além do laboratório de RFID do SENAI da Bahia e o mouse RFID.ARR Etiquetas (Fone: 112535.9000) tem ocupadouma posição de destaqueno mercado brasileiro de RFID.A partir de 2007, a empresaagregou às suas soluções osserviços de assistência técnicaem balanças eletrônicas eimpressoras de código de barrase promoveu uma extensão desua linha de produtos, com olançamento das etiquetas paramedição de temperatura e paraprevenção de perdas.Segundo o gerente de marketing,Cácio de Lima MachadoFilho, a empresa vem acompanhandoo desenvolvimento doRFID há mais de 10 anos. “A RRfoi a primeira empresa a associarseao EPCGlobal, órgão internacionalresponsável pela administraçãodos associados EPC em todoo mundo, contratou um profissionalexperiente neste segmentopara gerenciar o desenvolvimentode produtos relacionadosà RFID e investiu emequipamentos deprodução de etiquetaslaminadas com inlays(substrato + antena +chip) para todas asimpressoras domercado”,relata.Machado Filhoconta que pela expertiseque adquiriu como fornecedorade etiquetas, um dos componentesvitais do RFID, a RR Etiquetastem sido convidada a participarde vários testes que estão sendodesenvolvidos no Brasil, como oEPC Cold Chain Brasil. Eleexplica que esses testes sãoencaminhados, em geral, demaneira autônoma, por empresasinteressadas em conhecermais detalhadamente atecnologia e seus benefícios emconjunto com integradores quetêm se especializado naimplantação dessa solução.De acordo com o gerente demarketing, para os casos em quehouver algum interesse ouexigência específica por parte dealgum integrador, ou mesmousuário final, a RR Etiquetas jádesenvolveu a especializaçãopara dar continuidade a qualquerestudo ou teste que vise àimplantação e ao desenvolvimentoda tecnologia no mercadobrasileiro.Ele comenta que do ponto devista da RR Etiquetas, as tecnologiasdo código de barras e doRFID deverão coexistir por longotempo, embora se estime que, nofuturo, o RFID substitua muitasdas atuais aplicações de códigode barras. “A adoção do RFIDdeverá representar uma revoluçãotal qual aconteceu com o códigode barras, e o varejo terá papel dedestaque na difusão e adaptaçãodesses novos padrões junto àindústria, incentivando a realizaçãode projetos-piloto e estimulandoa adoção e a aplicaçãodessa nova arquitetura deidentificação e transferência dedados que utiliza a radiofrequênciae a internet. Às indústriasresta adequar-se o mais rapidamentepossível, pois poderãoencontrar mais dificuldades paracolocar seus produtos nomercado”, projeta e aconselhaMachado Filho.Ainda expondo a análise daempresa, ele diz que pequeno emédio varejo certamente serãobeneficiados com este desenvolvimento,numa perspectiva demédio/longo prazo. “Num primeirocenário, o grande varejo estáum passo à frente, em virtude deseu poder de estabelecer novospadrões de identificação dosprodutos que recebe”, aponta.Projeto EPC ColdChain BrasilMachado Filho explica que aRede EPC é uma ferramentaeficiente para garantir a rastreabilidadede produtos, garantindosua visibilidade a todos os envolvidosnos processos produtivos ecomerciais, até mesmo ao consumidor.“Por meio da identificaçãoautomática e individualizada decada produto, os leitores publicamtodas as suas leituras no Sistemade Informação EPC (EPC-IS), umaespécie de grande banco dedados compartilhados que facilitaa integração de informações e aautenticidade do processo e deprodutos. E com acesso à RedeEPC, pode-se rastrear pelainternet um produto identificadocom EPC/RFID”, informa.Ele revela que o EPCproporciona maior eficiência nosnegócios e na logística, rastreamentototal dos produtos, comeconomia de tempo, custos emaior segurança para todos osenvolvidos na cadeia de suprimentos,desde as empresas echegando, até mesmo, aosconsumidores.E foi para validar a viabilidadede aplicação da tecnologiaEPC/RFID em produtos congeladosem ambiente agressivo de


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb25produção, armazenagem edistribuição, aprimorar o processoe as informações de rastreabilidadedo processo produtivo e dedistribuição, tornando estasinformações acessíveis a parceiroscomerciais e consumidores, eaumentar a produtividade emoperações automatizadas com atecnologia EPC/RFID que oFrigorífico Flamboiã, em parceriacom a RR Etiquetas, GS1 Brasil,Logimasters-Dachser, Edata,Genoa, Motorola, NEC e Seal,desenvolveu o Projeto EPC ColdChain Brasil.O gerente de marketing daRR Etiquetas conta que após oplanejamento, a implementaçãodo projeto aconteceu em duasfases: a primeira, chamada deSite Survey, envolveu o mapeamentodo processo interno deprodução, armazenagem edistribuição das empresas, aidentificação da melhorcomposição técnica (tags econfiguração de leitores) queseriam utilizados e, finalmente,a identificação de eventuaisbarreiras à tecnologia nos atuaisprocessos.Na segunda fase, chamadade Piloto de Aplicação, foramdesenvolvidos os sistemas deinformação e automação, odesenho do processo de aplicaçãoe a aplicação de etiquetas EPC/RFID nos processos produtivos,recebimento e expedição.“Nesse piloto foram produzidase identificadas mais de 18 toneladasde produtos com etiquetasEPC/RFID, que foram aplicadasnas caixas de transportes e nospaletes. Foram efetuados doiscarregamentos da Flamboiã paraa Logimasters, que recebeu osprodutos, armazenou e expediupara o exterior utilizando portaisEPC/RFID”, conta.De acordo com MachadoFilho, a combinação de etiquetas,equipamento, configuraçõese engenharia de sistemas eprocessos garantiu 100% deleitura de caixas e paletes, altaperformance, mesmo com aaplicação da tecnologia EPC/RFID em produtos congelados eem ambiente frigorificado comtemperaturas inferiores a -40° C,e grande condensação de umidadesobre os equipamentos eetiquetas.Ainda, ele aponta que osprocessos de identificação,expedição e recebimento deprodutos com EPC/RFID são até43 vezes mais eficientes, quandocomparados a um processo jáautomatizado com código debarras, por exemplo, em queeram gastos em média cerca dedois minutos e dez segundospara a identificação de 50 caixasde um palete de produtos naFlamboiã. Com a tecnologia EPC/RFID, este processo pode serfeito durante o embarque doproduto, em menos de umsegundo, não interrompendo oprocesso de carregamento, oqual se tornou mais eficiente.“As docas e infraestruturas sãomais bem utilizadas e os produtosnão ficam aguardando suaidentificação”, complementa.Outro resultado destacado foique a produtividade dos sistemasde informação da Logimasterssofreu grande incremento.Machado Filho lembra que umoperador levava em média seisminutos para identificar a cargaque estava recebendo, com aleitura de códigos de barras e adigitação de dados. Ele diz quecom a tecnologia EPC/RFID, estasinformações foram acessadas naRede EPC, permitindo integrarinstantaneamente todos os dadosde rastreabilidade do produto.Pandini, da HP: “o RFID ésuperior ao código de barrasem termos de velocidade”


26 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |HP tem Centro deExcelência em RFIDMarcelo Pandini, gerente deEstratégia e Desenvolvimento deOperações para o Mercosul daHP (Fone: 11 4004.7751), contaque a empresa acredita que atecnologia RFID desempenhadois papéis fundamentais:possibilita meios de identificaçãoúnica de objetos a custobaixo, permitindo transformar acadeia de suprimentos e reduzirseus custos dramaticamente, e,em segundo lugar, pode serusada em combinação comoutras tecnologias para rastrearobjetos com objetivos que vãoalém do gerenciamento dacadeia de suprimentos,resultando em uma infraestruturaeletrônica inteligente e queestá a par do ambiente físico.Ele comenta que tal infraestruturapode ajudar a aumentar avisibilidade e o controle sobre oseventos do mundo físico queatualmente afligem a tomada dedecisão nos negócios. “O RFID ésuperior ao código de barras emtermos de velocidade, processamentoparalelo e simplicidade”,resume.Fazendo jus à importânciadesta tecnologia, em junho de2004, a HP adotou uma iniciativahistórica para o RFID no Brasil:dentre 25 localidades, a empresaescolheu o país como pilotomundial para uso da tecnologia novarejo, empregada na fabricaçãoO uso do RFID demonstraque a tecnologia permiteretorno de investimentoMouse RFID chega ao BrasilProduzido pela empresa alemã DeisterElectronic, o mouse RFID de alta frequência,cuja principal característica destacada pelo fabricante é arobustez, é comercializado no Brasil pela Saint Paul EtiquetasInteligentes (Fone: 11 2093.7070), empresa que há nove anosatua no mercado de automação comercial e é filiada à EPCGlobal e à GS1 Brasil.A novidade consiste em um leitor de pequenas dimensões(80x57x19 mm) que conta com várias funcionalidades.O produto, que traz tags e software para identificação porradiofrequência, utiliza frequência UHF de 860 a 960 MHz, temalcance de até 30 mm para leitura e gravação, não necessitade fonte de energia complementar e é plug and play, podendoser conectado a qualquer computador com conexão USB.De acordo com Luciana Cabrini, diretora de marketing daSaint Paul, o mouse pode ser utilizado em ambientes industriais,no varejo, na logística, na cadeia de abastecimento, emlaboratórios e escritórios, em conjunto com um computadorindividual leitor. “Trata-se de uma solução avançada, padrãoEPC de segunda geração, que suporta uma ampla gama deaplicações RFID”, complementa.Embora não tenha todasas funções de um coletor, omouse RFID proporciona maiorpraticidade no manuseio, jáque é 20 vezes menor que umleitor e, além disso, o custo domouse é muito mais baixo, deacordo com Luciana. “Nalogística, por exemplo, elepode ser usado na gravaçãode tags rígidos paracontêineres, cartões de PVCpara malotes, etiquetas paragerar inventários, entre outras.O RFID é uma tendência e sãoinúmeras as suas aplicações”,complementa a diretora daLuciana, da Saint Paul:uma das novidades é otag veicular RFID dealta frequênciaSaint Paul.Outra novidade apresentadapela Saint Paul é o tagveicular. Trata-se de umaetiqueta autoadesiva RFID dealta frequência para aidentificação e controle do acesso de veículos, sendo indicadapara segurança patrimonial e monitoramento das frotas.Capaz de suportar temperaturas que vão de -35º a +80º C,a tag veicular é fabricada em poliéster e utiliza adesivoespecial para vidros, operando na freqüência UHF de 840 a 960MHz. É encontrada em duas versões, com memória de 96 bitse de 240 bits.Segundo Luciana, essa tag veicular utiliza leitores RFID eantenas padrões de mercado, também comercializados pelaempresa. “O resultado é a pronta identificação e monitoramentodo acesso do veículo, o que reduz sensivelmente os riscos decirculação não autorizada. No caso da indústria ou condomínionão possuir um sistema de antenas/leitor RFID, a Saint Paulpoderá viabilizar a sua implementação por meio de soluçõesdesenvolvidas por empresas parceiras”, completa.de equipamentos do setor deimagem e impressão na fábricade Sorocaba, SP, que foi escolhidapor ser a primeira unidade dogrupo com a cadeia completa emuma única localidade.O Centro de Excelência emRFID foi instituído em abril de2005 e, desde então, trabalhapara atender às necessidadestecnológicas da indústria, atravésde seu comprometimento com aimplementação e a pesquisa daaplicação da tecnologia RFID,continuamente investigando aspróximas gerações de infraestruturapara a captação e coleta dedados, sempre com o intuito decontribuir de forma ativa para odesenvolvimento da tecnologia,facilitando sua adoção em escalaindustrial.“O ambiente em que seriaimplementado o projeto caracterizava-sepela concentraçãocompleta de toda cadeia desuprimentos criada pela HP paraatender aos mercados brasileirose do Mercosul, incluindo orecebimento da matéria-primados fornecedores, manufatura doproduto genérico, estoque damatéria-prima do produtomanufaturado e acabado, Centrode Distribuição e canais devendas”, explica Pandini.Ele admite que, devido à altaabrangência do projeto e àcondição de tecnologia nascenteem que o RFID se encontrava em2004, foi necessário suporte paraa implementação, pesquisa edesenvolvimento. Por essemotivo, a HP Brasil criou o RFIDCoE, que atualmente é umareferência internacional paratestes, pesquisas e desenvolvimentode aplicações em RFID.“Durante a implantação doprojeto, algumas das funcionalidadesdo novo sistema ou dosnovos processos começaram aser testadas no laboratório antesda execução do piloto noambiente de produção. Esta novaabordagem foi adotada paraaumentar as chances de sucessode qualquer nova implementaçãona linha de manufatura”, lembra.O gerente comenta quedesde a sua fundação, o RFIDCoE desenvolveu mais de 15projetos de P&D e foi visitadopor mais de 100 empresas dediferentes países. “É o primeirocentro de excelência no Brasil


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb27dedicado à investigação e aodesenvolvimento de soluçõesRFID e, também, o único laboratóriodo Brasil credenciado pelaEPC Global”, comemora, enfatizando,ainda, que o RFID CoE étambém o primeiro no mundoacreditado nos escopos DynamicDoor Portal, Dynamic ConveyorPortal e Static Test Method, oque lhe permite realizar testestanto em portal e conveyor, comotambém testes estáticos deacordo com padrões estabelecidospela EPCglobal.Atualmente, a HP está usandoa tecnologia de etiquetageminteligente em cada produto quesai da fábrica brasileira. Ao contráriodas outras implementaçõesde RFID, pela primeira vez amemória de usuário da tag(memory user) está sendoutilizada. São gravadas nessecampo informações do produtoao longo da cadeia produtiva –número de série da HP, resultadode testes, versão de firmware,data de validade do cartucho eO RFID possibilita a criação de uma cadeia integradapaís de destino. “Esta abordagemdo uso da tecnologiapermite a criação de um DNA doproduto que o acompanhaatravés de toda a cadeia desuprimentos”, elucida Pandini.Para ele, o reconhecimentodo sucesso do projeto é vistopelos números favoráveis deretorno de investimento emelhorias no processo produtivoe estoque – houve redução de17% do inventário de impressorasem toda a cadeia. “O uso doRFID nas instalações no Brasilclaramente demonstrou que atecnologia permite retorno deinvestimento através de automação,visibilidade e velocidade,permitindo controle total, e emtempo real, de toda a cadeia desuprimento e gerenciamento deativos, fomentando a colaboraçãoentre todas as partes envolvidas,ao longo da cadeia”, afirma.Ele garante, ainda, que oRFID possibilita a criação de umacadeia integrada, não apenasatravés do fluxo de materiais,mas também sob o ponto devista de fluxo de informações,com plena visibilidade sobre ostempos de produção, de paradade materiais em estoque, controlede FIFO e de despachos entre afábrica e o CD, possibilitandouma gestão mais eficaz da operação.“O RFID trouxe eficiência aoprocesso de produção e distribuiçãode impressoras produzidaspela HP do Brasil”, encerra.


28 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |RFID nos trilhosA concessionária MRSLogística (Fone: 0800 9793636),que opera e monitora a malhasudeste da rede ferroviáriafederal, encontrou na soluçãointegrada de RFID desenvolvidapela NEC (Fone: 11 3151.7000),empresa provedora de soluçõesde TI e comunicação, o complementoideal para o sistemaRailBAM, utilizado para resoluçãode problemas ocasionados porfalhas técnicas na sua frota detrens.A solução composta portags, antenas e leitores de RFIDfoi totalmente desenhada pelaNEC, que também foi responsávelpela sua integração ao sistemaRailBAM, que está instalado noPátio P2-03, na Ferrovia do Aço,trajeto obrigatório de todas ascomposições de carga pesada daMRS, por onde passa 70% dafrota da empresa. Segundo aNec, a solução faz parte doSupersite, sistema que a MRSconcluiu em 2008 e que contacom mais três módulos dedetecção de falhas.“Assim que a composiçãopassa sobre o local onde estáinstalado o RailBAM, ele éacionado e analisa o ruídoemitido pelos rolamentos. Casodetecte qualquer ruído fora dospadrões, ele envia as informaçõeson-line para o software decontrole, ao mesmo tempo emque a solução da NEC enviainformações sobre a roda comdefeito para o computador doRailBAM”, explica Decio Tomaz,CIO da MRS, detalhando ofuncionamento do sistema.“Com as informações consolidadas,é possível identificarinstantaneamente o vagão comdefeito e fazer a emissão derelatório completo para a equipede Planejamento e Controle deManutenção, para que o vagãoseja direcionado à oficina”,acrescenta. Com o uso destatecnologia, Tomaz comemora quea empresa passou a ter um controledos defeitos logo que elescomeçam a se manifestar, evitandoquebras e descarrilamentos,a partir de uma manutençãopreventiva.Arnaldo Murasaki, diretor daNEC, comenta que o sistema deRFID é fundamental porque é aetiqueta quem indica ao softwarede controle qual é o vagão comproblema e em que posição elese encontra. “Nossa solução foitotalmente integrada ao sistemada MRS, sem dúvida um dosmais modernos já implantadosem uma rede ferroviária nopaís”, opina, reconhecendo queo funcionamento da solução deRFID é bastante simples, e que ogrande desafio para a NEC foi odesenho e a integração com osistema de controle da MRS.Ainda, Tomaz explica queoutros três módulos compõem oSuperSite da MRS: o T.Bogie,que mede o desalinhamento detrucks; o Wheelspec, que utilizaa tecnologia laser para avaliar operfil das rodas, e o WILD, queverifica o calejamento e aovalização das rodas, antes quesejam detectáveis pelos meioscomuns, como ruído, por exemplo.RFID nos aresA tecnologia de identificaçãopor radiofrequência faz parte dapolítica de inovação constanteda Airbus (Fone: 11 2165.1655),uma das principais produtorasde aeronaves comerciais domundo, que está utilizando oSalvador e região têm laboratórioRFID do SENAI/CimatecA tecnologia RFID faz parte da política de inovaçãoconstante da AirbusRFID para desenvolver umacadeia de abastecimento digitalmais enxuta e eficiente.A empresa possui umprograma de transformaçãocorporativa, denominado ValueCain Visibility and Auto-ID, queutiliza tecnologias de autoidentificação,como a RFID, para racionalizaros processos de negócios,melhorar a visibilidade e reduziros custos operacionais e deregistro por todo o ciclo de vidada aeronave.Há três anos a Airbus temliderado o projeto de pesquisa etecnologia iC-RFID (IntelligentDesde fevereiro último, empresários de Salvador e regiãocontam com um laboratório de RFID do Serviço Nacional deAprendizagem Industrial (SENAI) da Bahia. A estruturatecnológica, patrocinada pela Saint Paul, funciona no CentroIntegrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec) e tem por metaapoiar empreendedores interessados na aplicação do RFID aosseus negócios.De acordo com Lucas Travassos, um dos responsáveis peloprojeto, por meio do laboratório é possível validar soluções edefinir especificações para um projeto RFID. “Nossa idéia écapacitar profissionais para trabalhar com uma tecnologia quetraz grandes diferenciais competitivos. Empresas que ainda nãoestão familiarizadas com o RFID poderão acompanhar demonstraçõespráticas, testes de campo e estudos de problemas on-site.”Várias empresas participam do projeto. A infraestruturamontada reúne soluções como aplicações para cadeia delogística de suprimentos e middlewares da Arew Sistemas, tagsespeciais para metal da ABNote, equipamentos da Motorola,como antenas, leitores e coletores de dados UHF, e impressorasRZ 400 da Zebra Technologies, além de diversos modelos deinlays da UPM para confecção de etiquetas inteligentes.“Selecionamos o que existe de melhor em tecnologia.“Catering via RFID), que visa aaumentar a eficiência de todo oprocesso, desde a empresa decatering – serviço que leva eretira todos os produtos de epara as aeronaves – até opassageiro. “A tecnologia RFIDcontribui com o aumento daefetividade de toda a cadeia doprocesso, desde o fornecedoraté o passageiro do avião.A proposta é melhorar a cadeialogística de catering, etiquetando,identificando, localizando emonitorando todos os produtoslevados e retirados de umaaeronave”, comenta Carlo K.Nizam, Head of Value ChainVisibility da Airbus.De acordo com ele, o RFIDestá sendo usado pela companhiapara melhorar os processosde negócio. A tecnologia temsido empregada no rastreamentode cadeia de abastecimento,depósitos e distribuição; rastreamentointerno (contêineres,peças, ferramentas, gabaritos);rede de transporte global (mar,terra e ar); ordem de pedido econfirmação de processos;processos de revisão geral emanutenção; embarque emonitoramento de carga; e na jácitada operação de catering.Ainda, Nizam revela que aAirbus está pesquisando meiosde melhorar a qualidade doserviço com a utilização do RFIDpara identificar itens do cardápioe fazer uma comunicação diretacom o forno da aeronave. “Issogarantiria que o tempo de preparaçãoda comida fosse maiseficiente, além de os pratoschegarem aos passageiros emcondições perfeitas”, justifica. ●


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30 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Mercado de TrabalhoProfissional de suprimentosganha mais importânciaUma pesquisa recente doILOS – Instituto deLogística e Suppy Chain(Fone: 11 3847.1909) aponta quea crise econômica mundialestá incentivando uma mudançade comportamento nas relaçõesentre as grandes empresasbrasileiras e seus fornecedores.A principal delas: as duas partesestão formando parcerias paradiminuir os efeitos da crise.De acordo com o especialistaem suprimentos, Ataíde Braga,coordenador do estudo, foiconstatada uma necessidade deevolução no setor. “Há muitaoportunidade de desenvolvimentonessa área, mas sentíamosque havia falta de informação”,admite. “Até os governos estãocriando seus portais de compras,os chamados pregões eletrônicos.Se o suprimento é feito deforma estruturada, possibilitareduções de custos. Por isso, apesquisa chega para ajudar adesenvolver esta área tãoimportante”, comenta.A pesquisa aponta que pormeio das iniciativas de parcerias,as indústrias já conseguem, emmédia, redução de 6,1% nasnegociações para compra deinsumos. “A redução tem sidoainda mais importante nesseperíodo de baixa demanda”,afirma, lembrando que 86% dasempresas entrevistadasdisseram que essa redução vemacontecendo nos últimos anos.Ele revela que 71% dasempresas não estão satisfeitascom o desenvolvimento dosfornecedores, lembra que odesenvolvimento destes ésuperimportante para as grandesempresas e diz que não bastaapertar para reduzir custos, masé preciso, também, anteciparuma possível dificuldade que ofornecedor possa encontrar,principalmente em períodosturbulentos. “Evitar que hajaBraga: “Se o suprimento éfeito de forma estruturada,possibilita reduções decustos”problemas, através daintegração com o fornecedor,pode ser o pulo do gato na criseeconômica”, opina.Além disso, Braga aconselhaque as empresas estejamatentas para a saúde financeirados fornecedores com maisfrequência. Ele sugere que ascorporações monitorarem asoperações, deem sugestões,mapeiem e identifiquem pontosque possam ajudar o fornecedora melhorar sua situação, paragarantir uma melhor sinergiaentre ambos.Mesmo não estando satisfeitascom o desenvolvimentodos fornecedores, 91% dasempresas disseram queaumentaram a qualidade deserviços oferecidos por eles.“Embora saibam que precisammelhorar essa relação, asempresas também sabem que aqualidade dos serviços já estámelhorando”, festeja o coordenadorda pesquisa.Outros dados relevantesapontam que 61% das empresasentrevistadas disseram que osetor de RH ainda não estáadequado e 68% estão insatisfeitascom o uso de TI na gestãoda cadeia de suprimentos.A respeito do primeiro aspecto,Braga diz que o momento paraas empresas se prepararem parao crescimento é agora e, paraisso, os investimentos em RH sãonecessários, por meio de treinamentose gestão de carreiras.“A automatização auxilia naquestão do RH, porque o funcionárioque estava desempenhandodeterminada atividade quefoi automatizada poderá serremanejado para uma área maisestratégica, aonde irá se sentirmais valorizado e motivado”,destaca. “A conta que precisa serfeita é se a adoção das ferramentasde tecnologia irá proporcionarganhos e melhorias. O quedeve ser observado não é ocusto, mas, sim, o retorno doinvestimento”, acrescenta.Na visão do pesquisador, olado ruim levantado pelo estudoé que ainda há muita coisa a sermelhorada na área de suprimentosdas empresas brasileiras.No entanto, dois aspectos acalentam:as empresas já estãoenxergando isso e estão investindoem alguns aspectos comoRH, TI e parcerias; e a maioriadas empresas no mundo aindanão entrou no estágio de integraçãototal da cadeia de suprimentos.Portanto, não é só oBrasil que está atrasado.Para concluir, Braga enfatizaque nesse momento de crise, oprofissional da área de suprimentosé ainda mais importante,porque da mesma forma queocorreu com a logística por voltade 1993 e 1994, hoje, este setor éfundamental dentro das empresaspara propiciar redução de custos.Foram entrevistadas 95empresas de diversos setores,como farmacêutico, higiene ecosméticos, limpeza, alimentose bebidas, automotivo, químico,petroquímico, construção,engenharia, agronegócio, têxtil evestuário, entre outros. ●NotíciasRápidasProcfit implantaERPs com agilidadeA Procfit (Fone: 11 2626.0234)aposta na agilidade cada vezmaior na implantação de ERPscomo um importante diferencial.A empresa lembra que até poucotempo era comum a implantaçãodesse tipo de sistema levar de12 a 24 meses. No entanto, com abusca por eficiência e agilidadeque se vê no mercado hoje emdia não dá pra levar tanto temponeste processo. Na prática, aempresa conta que implantou umsistema em uma indústria deimobiliários urbanos em apenas30 dias, mesmo tendo quedesenvolver novas funcionalidadesque se adaptassem àsnecessidades do cliente. Outrocase de sucesso é com a rede devarejo farmacêutico Ultrafarma.O processo teve início em abrilde 2008; em maio foi feita aparametrização e importação dosdados cadastrais que era utilizado;em junho o sistema já executavarecebimento de mercadoria,gestão de estoque e inventário;no mês seguinte foram incorporadasas funcionalidades degestão de compras, distribuiçãoe logística e gestão financeira;em agosto teve início o processode gestão fiscal; e em setembro,os processos contábeis.WBA GestãoEmpresarialapresenta ERPdesenvolvido noBrasilA WBA Gestão Empresarial(Fone: 11 2579.5279) traz um ERPtotalmente desenvolvido no Brasil,que cobre desde o pedido doproduto junto ao fornecedor, suaentrada na empresa, estabelecimentode preços, disponibilidadepara venda, acompanhamento dedemanda e gestão financeira depagamentos e recebimentos.A empresa destaca que estesistema é certificado pelo IEES –Instituto de Estudos Econômicos deSoftware, que é ligado a Unicamp.


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32 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Informe publicitárioDieletro: carga ideal paraimpulsionar sua empresaEspecializada em controles de potência, a companhia é destaque emcarregadores para baterias tracionárias e projetos de salas de baterias.O próprio mercado incorporou a marca e recomenda: compre umDieletro! Isso porque a empresa nacional, desde 1982 no mercado,desenvolve, executa e comercializa produtos destinados à área de eletroeletrônica,especificamente em controles de potência.Entre eles, estão retificadores industriais até 50.000 amperes, retificadoresde corrente pulsante – até então única fabricante nacional –,retificadores industriais para carga de baterias estacionárias, de 10 a1.200 amperes, estabilizadores de tensão AC até 100 kVA, transformadores,indutores, reatores, inversores, carregadores para telecomunicaçõese no breaks.Em 1984, a Dieletro visualizou, através de pesquisa junto a fabricantesde baterias nacionais e importadas, a necessidade de carregadores parabaterias tracionárias no mercado. Assim, investiu e lançou o produto,visando apoio para cargas em baterias de empilhadeiras, paleteiras,rebocadores e máquinas elétricas em geral. “Demos ênfase para a melhorcurva de carga e de forma automática com tal sucesso que esse equipamentose tornou um padrão nacional em carga efetiva, proteção e naforma de carregar a bateria”, explica o diretor da empresa, José FaustoSchiavuzzo.Os destaques em produtos para a área logística são: carregador DIBT(eletrônico/automático), carregador DTM (microprocessado/programável),carregador DIBE (monofásico) e carregador DIBF (para formação debaterias).De acordo com o profissional, apesar de toda a modernidade da época,os carregadores da Dieletro já estão na 5ª geração de atualizaçõesreferentes à modernização e ao aprimoramento da eletrônica, em buscada simplicidade na operação, usando circuitos microprocessados, dandoaos usuários a possibilidade de alterar a curva de carga, carregar váriostipos de baterias e até quatro unidades na sequência, armazenar dadose gerar relatórios.Salas de bateriasA Dieletro também executa projetos de salas de baterias, incluindo serviçotécnico durante a construção, oferecendo carros de troca, suportes,estação de baterias para recarga e acessórios. Ou seja, um sistemacompleto para facilitar a montagem ou execução da sala de baterias.O serviço inclui orientação técnica, elétrica, hidráulica, mecânica,dispersão de H2O, neutralização do ácido sulfúrico, circuito de águadestilada, caixa neutralizadora de ácido, logística de movimentação esuporte interno, assim como fornecimento dos carros de troca de bateriaCB2000, esteiras com suporte para carregador EBC 1000, carregadorespara cada tipo de bateria e cálculo da área em função do número deequipamentos e suas futuras expansões.“Este é mais um serviço que a Dieletro presta na área de logística,visando apoio para que a operação do cliente funcione da melhor formatécnica, levando em conta a área útil disponível, em função da quantidadede equipamentos”, expõe Fausto.LocaçãoA Dieletro conta com um Departamento de Locações de CarregadoresTracionários e Estacionários com 550 equipamentos locados mediantecontrato, alguns até há 16 anos no mercado.E, ainda, loca de um a três carregadores para o sistema de emergênciaem prazos curtos de um mês. Para quantidades maiores, é exigida umalocação mínima de 36 meses.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb33Assistência TécnicaRecentemente, a Dieletro reestruturou totalmente o departamento deassistência e pós-vendas, já que esta é uma das áreas mais importantesda empresa. “Afinal, nossos carregadores ficam ligados diretamente àrede dos clientes. E enfrentam todos os tipos de problemas na rede dealimentação, como sub e sobre tensão, rede capacitiva, indutiva, muitasvezes geradores entrando e saindo, no-break e até impedância alta porinstalações mal dimensionadas, falta de fase e, dependendo da indústria,vários tipos de ruídos e interferências que influenciam no bomfuncionamento de um carregador”, explica o gerente de serviços e pósvendasda empresa, Fausto Jr. Schiavuzzo.Apesar de os carregadores estarem protegidos contra todos esses tiposde problemas, o profissional lembra que não estão protegidos contra ostécnicos de carregadores que não estão credenciados para o tipo detecnologia da empresa. “Quando eles intervêm para um conserto, àsvezes até simples, complicam, desregulando os carregadores dos ajustespadrão de fábrica. Muitas vezes para ganhar um dinheiro a mais,substituem as placas originais dizendo que estão melhorando o produto,só que nesse momento estão transformando o carregador em umcomplicador de problemas para sua operação, e não uma solução”,alerta Fausto Jr.Quais são as complicações?✦ Não carrega mais corretamente a bateria, há aquecimento– transformando energia em calor –, diminuição daautonomia, não dá mais o tempo necessário de trabalho;✦ Diminui a vida útil da bateria;✦ Problemas para a rede de alimentação do cliente:dependendo dos desajustes, causa sérios danos, aumentao consumo de energia, trabalha dessincronizado,consumindo mais em uma fase do que nas demais;✦ Começa a queimar os semicondutores, fusíveis e atétransformadores do equipamento (carregador).“Esse alerta é muito importante porque está sendo uma prática muitocomum: os clientes, muitas vezes desinformados, orçam uma assistênciatécnica não especializada e o que vale, às vezes, é uma pequenadiferença de preço, mas logo na frente vai custar muito e dar prejuízosincomparáveis”, diz o gerente de serviços e pós-vendas da empresa.Fausto Jr. deixa bem claro que não existem equipamentos que não exigemmanutenção, mas, sim, equipamentos com o índice mínimo de manutenção.Em qualquer lugar do Brasil ou Mercosul encontram-secomponentes para manutenção. “Mas para que um técnico tenha sucessono conserto, ele tem que ter conhecimento e segurança do serviço aexecutar, além de vasto conhecimento da bateria e suas característicasde funcionamento”.Mesmo com baixo nível de manutenção do carregador, a Dieletro temuma grande equipe em pronto atendimento, com pessoas altamentecapacitadas, proporcionando maior eficiência no atendimento, oferecendouma eficaz solução técnica com toda seriedade, qualidade etransparência, como garante Fausto.Assim, a empresa oferece serviços de Manutenção Preventiva e Corretiva,Assistência Técnica Emergencial e Apoio Técnico Antes e Pós-Vendado equipamento. Além disso, disponibiliza treinamento especializadopara seus clientes, representantes e corpo técnico.Números e prêmiosNo dia em que a Dieletro completou 27 anos, 13 de maio de 2009, aempresa comemorou a marca de 31.620 equipamentos fabricados efornecidos ao mercado nacional e Mercosul, sendo 21.700 carregadoresde baterias tracionárias para a área de logística. “Esta conquista marca,sem dúvida, o sucesso da companhia, que é resultado da bagagem técnicae do alto conhecimento de seus sócios fundadores em produzir osmelhores e mais eficientes equipamentos do mercado”, declara PaolaSchiavuzzo, da área de marketing/publicidade.No decorrer dos anos, a Dieletro também recebeu vários prêmios dequalidade e marcas líderes, como o Top Five. “Muitas vezes ouvimos nomercado o slogan ‘compre um Dieletro’, o que nos faz sentirmos muitovalorizados e orgulhosos por nosso trabalho”, diz a profissional.Mercado hojePaola, Fausto eFausto Jr.: Marketing/publicidade, diretoriae gerência de serviçose pós-vendastrabalham juntos parao pleno atendimentoao clienteAtenta à crise financeira global, a Dieletro preocupa-se com reduçãode custos, contando com o apoio de seus profissionais, que não medemesforços para sempre atender ao mercado com qualidade.A empresa sabe que a crise traz criatividade e soluções, mas que nãoexistem fórmulas fáceis para encontrar saídas. Para a companhia, ofoco tem de estar nas soluções, e não nos problemas – nenhum fracassopode ser atribuído à crise. “Já passamos por algumas crises, e elasacabaram trazendo crescimento, amadurecimento e desenvolvimento”,revela Fausto.Segundo a Dieletro, o desafio não é a crise, mas sim oferecer aos clientesas melhores soluções, apostando no desenvolvimento de novos equipamentosque facilitam cada vez mais a operação do usuário.E, para isso, a empresa conta com uma equipe de profissionais comlarga experiência na área de projetos especiais, com laboratóriosmodernos e equipamentos de apoio. “A partir de um rigoroso controlede matéria-prima e pesquisa avançada, a Dieletro oferece resultadosexcelentes em durabilidade e baixo custo de manutenção”, garante oprofissional.www.dieletro.com.brNovo telefone: (11) 2911.2048 | Fax: (11) 2916.4784


34 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |RastreamentoServiço Indica mostrasituação do trânsito aosmotoristas de São Paulo, SPQue tal se, ao traçar umarota em seu GPS, onavegador presente em seuveículo levar em consideração oseventos relevantes no trânsitosomente no percurso escolhido e,ao identificar uma via comproblemas, o GPS sugerir umpercurso mais adequado, deacordo com as condições detráfego? Esta é a proposta doIndica, serviço oferecido pelaMovix (Fone: 0800 604 4400).O Indica é a aplicação datecnologia TMC – TrafficMessage Channel, através daqual os eventos relevantes aopercurso escolhido são recebidospor ondas de rádio FM-RDS etransformados em texto para quesejam interpretados pelo equipamentoque, por sua vez, forneceo percurso mais adequado, deacordo com as condições detráfego. De acordo com a Movix,São Paulo é a primeira cidade daAmérica Latina a disponibilizaresta tecnologia, bastante conhecidana Europa e América do Norte.O serviço funciona daseguinte forma: “a Movix possuiuma Central de Monitoramentoque registra as informações detrânsito fornecidas pela MapLink,seu principal provedor de dados,e por outras fontes, comoconcessionárias, rádio escuta, etc.A partir desta etapa, os dados sãocompilados e alimentam umsoftware, que cruza as informaçõescoletadas com o mapa.Todos esses dados são enviadosao Grupo Bandeirantes de Rádio,responsável pelo broadcast viaondas de rádio, que sãorecebidos pelos navegadoresGPS habilitados”, conta ogerente de operações responsávelpelo Indica, Eduardo Godoy.Ele avisa que a ferramentaacaba de ter seu software atuali-zado, passando a cobrir novasvias e a processar ainda maisrápido as informações de trânsito.Por isso, lembra que os usuáriospodem fazer o download da novaversão gratuitamente no sitewww.indicaseucaminho.com.br,bastando apenas que onavegador GPS já possua oserviço Indica instalado.Por se tratar de uma soluçãoinédita na América Latina,Godoy comenta que a Movixteve que recorrer a parceiros daEuropa para a criação e odesenvolvimento do Indica. Elerevela que foram seguidos todosos passos das empresas que jáprestam o serviço fora do Brasile afirma que as lições aprendidasde outros projetos da Europaforam fundamentais para aimplantação do serviço no Brasil.O gerente de operaçõesresponsável pelo Indica diz que aprojeção do mercado de GPS éde crescimento pelos próximosquatro anos. “Falando exclusivamentedo Indica ou de uma soluçãocustomizada para empresasde logística e transporte, aprojeção é ainda maior”, pontua.Ele comenta que ainda não háum case relacionado a empresasde logística, mas revela que aMovix está desenvolvendoA Movix teveque recorrer aparceiros daEuropa para acriação e odesenvolvimentodo Indicaparcerias com várias empresasdesse segmento, que sempretiveram a demanda de umasolução que disponibiliza umaintegração entre o sistema dedespacho de veículos/profissionaise o roteamento dos pontosde destino, localizando os profissionaismais próximos para realizaçãodos serviços. De acordocom ele, dessa forma, é possívelrealizar um acompanhamento emtempo real do andamento, localizaçãoe finalização destes serviços.“O Indica agregado a essesistema oferece uma solução deotimização do tempo ainda maior.A Movix consegue disponibilizaruma solução completa e tambémse integrar a algum sistema/SWjá existente da empresa”, exalta.Por fim, Godoy lembra queatualmente o serviço está disponívelapenas na capital paulista,mas será expandido para o Rio deJaneiro ainda nesse semestre e,até o final do ano, o plano éampliar para outras duas cidades,ainda a serem definidas. “Em2008, a Movix registrou crescimentode 102%. Este ano, aexpectativa é de crescer 137% e,para isso, está focando na expansãodo Serviço Indica, oferecendootanto para o mercado B2Bquanto para B2C”, completa. ●NotíciasRápidasCSI Cargo completaum ano de contratocom a ComexportDesde maio de 2008, a CSI Cargo(Fone: 41 3381.2300) é o operadorlogístico da Comexport, um dosmaiores integradores de comércioexterior do país. A CSI Cargo éresponsável pelo transporte deplacas de vidro para construção civildo porto de Paranaguá até oarmazém e pela armazenagem dosprodutos, bem como a sua expedição.Para isto, mobilizou 38profissionais que gerenciam serviçosde recebimento, armazenagem,expedição e controle sistêmicode transações que envolvemaproximadamente 120 contêineres/mês.“Implementamos umsistema especialmente projetadoe construído para a retirada decaixas dos contêineres e para aarmazenagem da carga nos caminhões”,ressalta Andrés Ceballos,diretor presidente da CSI Cargo.Segundo Claudio Cortez, gerentecomercial e de marketing damesma empresa, a Comexportfechou contrato de 3 anos com aCSI Cargo porque percebeu acapacidade do operador emdesenhar e implantar soluçõespersonalizadas.Mesquita conquistacertificações dequalidadeA Mesquita (Fone: 11 4393.4900)conquistou a certificação ISO 9001,versão 2008, e a renovação doSASSMAQ – Sistema de Avaliaçãode Segurança, Saúde, MeioAmbiente e Qualidade, da Abiquim– Associação Brasileira deIndústrias Químicas, por mais doisanos. “A certificação ISO 9001comprova que a Mesquita está nocaminho certo ao buscar a melhoriaconstante de seus processos”,afirma Daniel Mathiazzi, coordenadordo departamento de qualidadeda Mesquita. Já a certificaçãoSASSMAQ atesta que a empresaestá altamente qualificada para otransporte de produtos químicos.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb35e-commercePortCasa prevêcrescimento e destacaa logísticaDo clique à entrega:as etapas dos pedidosda PortCasa✓ O cliente efetua a compra pelo site✓ O pedido entra no sistema e é feita abaixa automática no estoque✓ Envio para o cliente do e-mail deconfirmação da compra✓ Análise contra fraudes eletrônicas✓ Aprovação do cartão das operadoras✓ Separação das mercadorias no Centrode Distribuição✓ Geração de etiquetas para osCorreios ou outra transportadoraselecionada✓ Conferência das mercadoriasseparadas✓ Acomodação para proteção na caixapersonalizada PortCasa✓ Coleta feita pela transportadora✓ Entrega ao cliente✓ Contato pós-vendaSztanfater: “realizar entregas ematé dois dias é o ideal para o clientebrasileiro”Com pouco mais de um ano devivência no e-commerce, a PortCasa(Fone 11 3337.5618), uma loja virtualde artigos e utensílios domésticos, comdestaque para as linhas baby e de cama,mesa e banho, vem conseguindo bonsresultados tendo a logística como umaimportante ferramenta de negócio esuporte para o crescimento.A empresa iniciou o ano de 2008 comR$ 30 mil e encerrou com um faturamentode R$ 2.6 milhões – segundo o sóciodiretorNatan Sztanfater, com bastanteotimismo, apesar da situação crítica daeconomia mundial. “Para 2009 esperamosum crescimento forte, com meta de maisde R$ 5 milhões de faturamento”, garante.Na visão de Sztanfater, a importânciada logística na atuação a PortCasa está nofato do tempo de entrega no e-commerceser fundamental. “Pelo que identificamos,realizar entregas em até dois dias é o idealpara o cliente brasileiro”, aponta,lembrando que o site recebe diariamente10.000 visitantes únicos, o que totalizacerca de 300.000 visitas mensais.Para atender à demanda de pedidosfeitos na internet, a empresa utiliza doisdos três armazéns que possui. “Temos umapequena frota própria e tecnologia deponta, principalmente quando se fala emsistemas. Trabalhamos com Microsiga,sistema de gestão e bons parceiros para omecanismo de vendas na internet. OsCorreios, sem dúvida, também são muitoimportantes para o funcionamento destebusiness”, conta, sem esquecer-se demencionar que trabalha, ainda, com outrastransportadoras e que em São Paulo,muitas vezes, realiza as entregas com frotaprópria da PortCasa.Sztanfater lamenta apenas que oscustos para entrega sejam muito altos,o que acaba dificultando o trabalho daempresa. “Precisamos de verdadeirosparceiros para distribuição de nossospedidos, que hoje vêm de todo o Brasil.O custo ainda é muito alto, o que acabainviabilizando compras de valor agregadobaixo”, reclama, aproveitando para advertirque as transportadoras brasileiras nãocuidam tanto dos produtos quanto elegostaria e que, por isso, a PortCasadesenvolveu uma embalagemultraprotegida para seus produtos. ●


36 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |EmpilhadeirasA escolha certa dospneus evita prejuízosAvaliar operações, piso, horas trabalhadas, velocidade e outros itens no momento de adquirirpneus para empilhadeiras evita paradas da máquina, danos ao conjunto mecânico do equipamentoe desconforto dos operadores.Na hora de escolher o pneucorreto para determinadamáquina e operação, éimportante saber os tipos queexistem no mercado, conformeensina Newton Amorim, diretorde marketing América do Sul daMichelin (Fone: 0800 9709400).“Existe o pneumático deconstrução convencional(diagonal), que é o mais usual domercado por ser o mais barato; eo radial, que se propõe, peladiferença construtiva, a trazeruma redução no custo por horaou quilômetro trabalhado dopneumático, além de vantagensacessórias, como economia noconsumo de combustível,redução no índice de furos,diminuição do número de paradade equipamento, maior capacidadede carga, etc.”.Uma terceira solução encontradano mercado, continua oprofissional, envolve as bandas deborracha maciça (o tipo chamadosuperelástico), que são coladas naroda, não levando o elementocompressivo interno: o ar. “PorResumo de utilização das diferentes construçõesESTRUTURA CARACTERÍSTICAS INDICAÇÕESDiagonal Menor custo de aquisição Operações em longas e médias distâncias (500 a 3.000 m)Ótima estabilidade lateralReboques de serviços internosMaior resistência de carcaça na lateral para terrenos severos Veículos para transporte de grandes cargasBoa capacidade de traçãoBoa resistência a manutenção deficienteBoa resistência a pressão inadequadaÓtima aplicação para qualquer tipo de serviçoRadial Alta capacidade de tração Operações em longas e médias distâncias (500 a 3.000 m)Excelente durabilidadePara todos os tipos de terrenosConforto na operaçãoIdeal para terrenos irregulares e agressivosEconomia de combustívelMelhor controle nas operaçõesMenor área de frenagemMaior resistência a cortes na banda de rodagemRodar mais silenciosoÓtima aplicação para qualquer ciclo de serviçosMenor custo por hora trabalhadaSuperelástico Praticamente não tem necessidade de manutençãoAdequado para serviços árduos em terrenos lisos e regularesProporciona rodar extremamente macio Excelente para serviços de rotas curtas (até 200 m)Alta performancePara aplicações com cargas que exijam elevações maioresExcelente estabilidadeIndicado para operar dentro ou fora de instalaçõesBaixa resistência ao rolamentoindustriais que apresentam grande risco de perfuração ouExtremamente resistente aos choquesataque a banda de rodagem por materiais pontiagudosEvita perda de tempo na oficina para reparos (perfurações e cortes)Ótima aplicação para ciclos curtos de serviçosFonte: Continental


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb37Toniolo, da Trelleborg:o pior problema da escolhaerrada do pneu é ter oequipamento paradonão possuir ar, tem a vantagemde não provocar a parada damáquina por perfurações, poroutro lado, a falta do ar internotorna-o extremamente rígido, oque causa inconvenientes aoequipamento, ao operador e àcarga transportada”, apontaAmorim.Assim, caberá ao usuárioanalisar, com apoio dosfabricantes, qual o melhor tipoconstrutivo que atende às suasnecessidades para tomada dedecisão na hora da compra.É aí que entra a consultoria doprofissional de pneus industriais,segundo Vinícius Penna,supervisor de vendas de pneusindustriais da Continental Pneus(Fone: 0800 170061), sendonecessária uma visita in loco afim de saber exatamente amelhor estrutura de pneu a serutilizado, que obrigatoriamentedeve estar diretamenterelacionada com as característicasda aplicação. “Além disso, éessencial atender às expectativasdo usuário em relação aocomportamento e à vida útil dopneu”, expõe.O profissional cita algunspontos que é preciso analisar naescolha do pneu correto: qual oveículo em que será aplicado opneu, empilhadeira ou veículoindustrial; que tipo de terrenoserá aplicado (asfalto, bloquete,terra) e qual a intensidade daoperação (severa, tranquila);qual o tipo de deslocamento(longo, médio, curto); qual o tipode ciclo do serviço (ininterrupto,intermitente, estacionário); quala velocidade de trabalhopredominante; qual percentualde trabalho que será realizadocom carga máxima; qual a alturade elevação e peso da carga; oque o cliente procura: preço,horas trabalhadas, conforto,aderência, estabilidade lateral,robustez, baixa resistência aorolamento e baixa manutenção.“Apenas após termosanalisado todas essas variáveisestaremos aptos a indicar omelhor pneu para a operação”,diz Penna.Para Paulo Nobre, gerentecomercial nacional da Rodaco(Fone: 11 4427.6656), o resultadode custo-benefício (preço dopneu dividido pelo número dehoras trabalhadas) é o principalfator a considerar na escolha deAmorim, da Michelin: nãoescolher o pneu corretopode gerar perda deprodutividade da máquinaum pneu. “Neste aspecto, ospneus superelásticos são os queproporcionam melhor custobenefício,pois, além deapresentarem maior durabilidadecom menor custo hora, não furam,não rasgam e não necessitam decalibragem (manutenção comborracharia, etc.). Outra vantagem


38 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Resumo comparativo para aplicação dos pneus industriaisPenna, da Continental:na escolha do pneu épreciso considerar o tipode terreno da operaçãoé que com a tecnologia aplicadahoje em pneus superelásticos, osmesmos apresentam flexibilidadesimilar à dos pneumáticos,portanto eliminando a limitaçãode sua utilização por tipo depiso”, explica.Para responder os itens quedevem ser considerados naescolha do pneu, José FernandoNeubern, diretor comercial daRodafer Artefatos de Borracha ePlásticos (Fone: 11 3906.1616),coloca-se no lugar do cliente.“Gostaria de um pneu commenor custo/hora, bom para quese tenha um ganho no custo dopneu. Nem sempre o pneu maiscaro pode ser o melhor, dependemuito da utilização do equipamento,número de horastrabalhadas, tipo de piso,operador, tudo isso interfere paraa boa escolha do pneu, tantonacional quanto importado,porque hoje já temos produtosnacionais que atendem a váriostipos de operações, sem anecessidade de desembolsarmosum valor maior na hora dacompra”.Ele julga que só assim, tendotodas as informações, podeindicar a melhor escolha dopneu.CARACTERÍSTICATIPOS DE PNEUDiagonal Radial SuperelásticosVelocidade máxima 20 km/h 20 km/h 16 km/hCurtas distâncias até 200 m Aceitável Aceitável IdealMédias distâncias de 500 a 1.000 m Ideal Ideal CríticoLongas distâncias até 3.000 m Ideal Ideal CríticoCapacidade de tração Ideal Ideal AceitávelDurabilidade Aceitável Ideal IdealEstabilidade com cargas em alturas elevadas Aceitável Aceitável IdealResistência a furos Aceitável Aceitável IdealFacilidade de manutenção Aceitável Aceitável IdealBaixa resistência ao rolamento Aceitável Aceitável IdealConforto/proteção para o transporte Ideal Aceitável AceitávelTempo perdido com perfurações Crítico Aceitável IdealFonte: ContinentalNão erre na escolhaA escolha correta é extremamenteimportante, pois conformefrisa Jorge Rodrigues, da ComercialRodrigues (Fone: 11 2093.8004), asconsequências da escolha erradavão de um simples desgasteprematuro ou quebra do pneu até otombamento da máquina, juntamentecom a carga e o operador.Na opinião de Adriano Toniolo,supervisor técnico comercial daTrelleborg do Brasil (Fone: 143269.3603), ter o equipamentoparado pode ser considerada a piorconsequência em uma operação,pois, por muitas vezes, pode acarretarcustos financeiros diretos naprodução ou penalidades, no casode empresas de locação. Outrasconsequências são danos aoconjunto mecânico do equipamentoe desconforto aos operadores.Entre os custos que envolvema escolha errada, Amorim, daMichelin, cita perda de produtividadeda máquina, desgasteprematuro do pneu, aumento doconsumo de combustível eexcesso de vibração, entre outros.Nobre, da Rodaco, aumenta alista, acrescentando maior custo/hora rodado, custos com borracharia,calibragem/manutenção,somados aos de reposição, comocompras, transporte, estoque etc.Para Neubern, da Rodafer, umadas piores consequências emadquirir um pneu errado é justamenteter um custo/hora grande,ou seja, o preço final do pneu émaior do que foi pago, causandoprejuízos que não aparecem nahora da compra. “Fora quandoum pneu é de baixa qualidade,muito duro por ter uma construçãoem duas camadas, queacaba não fazendo uma de suasfunções, que é absorver osimpactos, para que não sejatransmitido ao equipamento, oque acaba dando uma vida útilmenor em algumas peças,principalmente nos equipamentosde hoje, que possuem umaparte muito grande de dispositivoseletrônicos”, expõe. O maisgrave de todos, de acordo comele, é quando esses impactospassam para o operador, causandoafastamento de funcionários eprejuízos à empresa.Penna, da Continental, porsua vez, analisa que atualmentepode-se verificar que o mercadode movimentação de cargas noBrasil tem sofrido altos investimentosem soluções logísticaspara redução de custos. Nesseâmbito, considera que os pneusindustriais são extremamenteimportantes, uma vez querepresentam uma parcelasignificativa dos investimentosrealizados na manutenção dasempilhadeiras. “A utilização depneus de qualidade e o seucorreto diagnóstico para as maisdiversas aplicações são fatoresfundamentais para redução doscustos (menor custo/hora),desgaste dos equipamentos,conforto ao operador, economiade combustível e redução naemissão de CO 2. A escolhaequivocada dos pneus reflete embaixo rendimento, elevadoscustos e, principalmente,insatisfação do consumidor”finaliza o profissional.●


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb39Negócio FechadoSolução da Softwayé adotada ada pelaOdebretetchPrestadora de serviços de engenharia e construção, aOdebretch (Fone: 11 3643.2750) escolheu as soluções daSoftway (Fone: 19 3344.9200) para gestão de seus processosde importação e exportação. O objetivo do projeto, de acordocom as empresas, é implementar um processo automatizado epadronizado para importar e exportar bens e mercadorias paraas diversas unidades e obras no Brasil e outros países nosquais a construtora possui operações. De acordo com EduardoB. Vitor, diretor da Softway, “a ideia é criar uma plataforma globalde comércio exterior, integrando o processo de exportação daunidade brasileira com os processos de importação dasunidades da Odebrecht espalhadas pelo mundo, trazendo maisrastreabilidade, agilidade e controle para estas operações”.A implementação desta solução ocorre em paralelo àimplementação do novo ERP da empresa, o Oracle eBusinessSuite (EBS) na sua versão 12. O pacote Softway foi homologado ecomplementa a solução Oracle com as funcionalidadesespecializadas em comércio exterior, mantendo a integraçãocom os diversos módulos do EBS, como: Compras, Vendas,Recebimento, Contas a Pagar, Receber e Contabilidade.Negócio FechadoSaint-Gobain adquireportas rápidas da RayflexPara a sua nova unidadeindustrial, responsável pelafabricação e pré-montagem depuxadores de vidro para máquinasde lavar, localizada em São Caetanodo Sul, SP, a Saint-Gobain (Fone: 112246.7600) adquiriu três portasrápidas, modelo Ray Door RP,lançadas no final do ano passadopela Rayflex (Fone: 11 4645.3360).De acordo com a fabricante dasportas, o mais importante diferencialdeste modelo está no sistemaautorreparável, que facilita arecomposição do material da portaapós quaisquer ocorrências decolisão, devolvendo a porta ao seu estado normal. “A autorreparaçãoocorre sem a intervenção humana, com o uso de um sistema derestabelecimento automático, acionado em caso de impacto, o quereduz substancialmente a manutenção e evita a troca de peças, aomesmo tempo em que elimina longas interrupções na produção parareparo da porta”, informa a empresa.


40 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Negócio FechadoNegócio FechadoSeal Tecnologia fechaparcerias com a Claro e aTrevisan TecnologiaA Seal Tecnologia (Fone: 11 2134.3829) anunciou parceria coma Claro visando à oferta de tecnologias de mobilidade para ossegmentos de indústria, logística, varejo e serviços. A parceriaconsiste na comercialização de coletores de dados e smartphonesfornecidos pela Seal juntamente com um plano de minutos para ainternet, disponibilizado pela Claro. O principal objetivo é proporcionarao hardware da Seal acesso à internet por meio das redes 3G(banda larga) e GPRS Edge, gerando total mobilidade na rua.Já com a Trevisan Tecnologia, empresa nacional que desenvolvesistemas de mobilidade para gestão empresarial, a parceriafornece soluções móveis para a automação de pré-vendas, entregae coleta de produtos, pronta-entrega, promotores (trade marketing)e conferência eletrônica, entre outras aplicações. Essas tecnologiassão voltadas para clientes de diversos segmentos, abrangendograndes, médias e pequenas empresas dentre distribuidores,indústrias, transportadoras, operadores logísticos, agências depromoção, operadoras de telefonia e construtoras. No portfólio donovo parceiro da Seal, um sistema móvel gerencia e coletainformações, analisa resultados, realiza a sincronização de dados eefetua análises online da performance das equipes externas.AGV Logística assumeoperação da BASFA AGV Logística (Fone: 19 3876.9000) assumiurecentemente as operações da unidade de negócio CareChemicals da BASF – que corresponde aos negócios deNutrição Humana, Nutrição Animal, Cosméticos, Ingredientese Serviços Farmacêuticos e Pigmentos de Efeito. O trabalhopersonalizado para a BASF incluiu novas estruturas,portapaletes mais reforçados e com tamanho diferente dopalete padrão brasileiro (PBR), câmara resfriada dedicada,mão de obra técnica contratada e treinada exclusivamentepara a operação, área de produtos inflamáveis, sinalizações eidentificações personalizadas para atendimento dos critériosde qualidade da empresa.Telit fecha parceriapara fornecimento demódulos para a PósitronA Telit Wireless Solutions (Fone: 11 2679.4654) , braço detecnologia de comunicação sem-fio máquina a máquina(M2M) da Telit Communications, anuncia o fechamento de umcontrato de exclusividade para o fornecimento de móduloswireless para a Pósitron, marca da PST Electronics.Os dispositivos serão utilizados na linha de rastreadoresPósitron GSM, desenvolvida para equipar veículos. O GE-864-QUAD Automotivo é o mais novo módulo produzido pela Telitno Brasil e será responsável por enviar as informações doveículo à central de atendimento da Pósitron. O sistema derastreamento da linha Pósitron GSM permite a localização e omonitoramento em tempo real, além de oferecer outrosrecursos como cerca eletrônica, controle de velocidade,relatório de rotas percorridas, botão de assistência e tambémo bloqueio do motor de partida.Buonny assume operaçãoda SedronA Sedron Logística de Segurança (Fone: 11 5904.0700),empresa de gerenciamento de riscos do Grupo Pool, e aBuonny Projetos e Serviços de Riscos Securitários (Fone: 115079.2621) , anunciam oficialmente a transferência dasoperações da Sedron para a Buonny. O presidente do GrupoPool, Cesar Augusto Caiafa, esclarece que já há algum tempovinha analisando a necessidade de se transferir os serviços daSedron, pois havia um grande conflito de interesses entre asoperações da gerenciadora e da corretora Pool. “É diferente aatuação de uma gerenciadora de risco de transporte emrelação a uma gerenciadora de riscos de outros ramos, comoincêndio, riscos financeiros, entre outros.Ainda segundo ele, a Sedron não está sendo extinta, aocontrário, passará a atuar como gerenciadora de fato do GrupoPool, mas sem executar, podendo inclusive auditar a execuçãodas medidas que serão sugeridas para gerenciar o risco.


Alimentos& BebidasVinagreNovo produto não alteralogística da Gallo no BrasilAGallo (Fone: 0800 6480808),marca portuguesa deazeites, está trazendo aoBrasil o Gallo Vinagre Balsâmico,obtido a partir de uvas brancas edoces, e que anteriormente eracomercializado apenas emPortugal. Com este lançamento, aempresa amplia sua linha deprodutos no Brasil e passa adisputar uma nova categoria, que écomplementar à do azeite.De acordo com a empresa, oGallo Vinagre Balsâmico é umproduto distinto devido ao métodode elaboração e às característicasaromáticas que adquire durantetodo o processo de estocagem eenvelhecimento em barris decarvalho. “É um produto refinadoideal para temperar saladas, aindamais quando associado a um bomazeite. Também realça o gosto e oaroma quando utilizado em pratoscom carnes, por exemplo”, revelaa empresa.A distribuição do novo produtotem abrangência nacional,partindo das unidades da Cargill –empresa que importa e distribui osprodutos da marca Gallo – emMairinque, SP, Uberlândia, MG,Rio Verde, GO, Barreiras, BA, eJaboatão dos Guararapes, PE.“O modal utilizado nas entregas éo rodoviário. As entregas sãofeitas através de transportadorascontratadas para a distribuiçãodos produtos”, observa Rita Bassi,diretora geral da Gallo Brasil.Ela comenta que o lançamentodo Gallo Vinagre Balsâmico nãoaltera a logística da empresa. “Eleajudará na formação de cargas,devido ao aumento no drop size”,destaca. “Depois de efetuada avenda, os pedidos são roteirizadospara faturamento e atendimentona data solicitada. Nessa data, éfeito o carregamento dos produtose o transporte até o cliente pelaempresa de transporte contratada”,explica.Já a armazenagem é realizadade acordo com as normas de foodsafety, em ambiente limpo, semcontato com o solo e longe deprodutos que possam oferecerriscos de contaminação.“O manuseio deve ser feito com| edição nº89 | Jul | 2009 |Logwebcuidado, observando-se os ladose quantidades corretas paraempilhamento, procurando evitaravarias devido à fragilidade.Esses cuidados devem serobservados também no transporte”,destaca Rita.A diretora geral da GalloBrasil entende que a logística éfundamental para a satisfação docliente, e avalia que se bemexecutada, ajuda a empresa norelacionamento com o consumidor.Rita salienta, ainda, que comuma logística adequada, existe apossibilidade de melhorias nosserviços e reduções de custos nacadeia de suprimentos.Do ponto de vista dela, por setratar de um produto importado,todas as variáveis nas operaçõesde importação devem seranalisadas e acompanhadas commaior cuidado, tais como aprogramação de embarque juntoao fornecedor, tempo de trânsitomarítimo e processo denacionalização, entre outras. ●41


Logística & Meio Ambiente| edição nº89 | Jul | 2009 |AdezanMadeira dá lugar a papel recicladoLogweb43Redução de custos, melhoriade qualidade e preservaçãoambiental: estes são osobjetivos da Adezan (Fone: 113782.4522), especialista emlogística interna e embalagens,com a criação do Kraftcap, umaembalagem de papel laminadoque possui uma estrutura dedistribuição de carga em pontoschaveque, através de acolchoamentosinternos, protege a cargaquando há um içamento.Conforme informações daAdezan, o papel que serve debase para a confecção do Kraftcapé proveniente de material reciclado,mas com gramatura rigorosamentecontrolada, garantindo,assim, a performance da embalagem,composta de 80% de papellaminado e 20% de madeira.De acordo com Cesar ValentinZanchet, sócio-diretor da empresa,desenvolvido especialmente para omercado de vidro plano, o Kraftcapveio para substituir totalmente asembalagens de madeira. Ele lembraque as embalagens de madeira, aopermanecerem muito tempo emcontêineres, percorrendo longasdistâncias e enfrentando diferentestemperaturas, tendem a embolorare perder a resistência. “O Kraftcapreduz esses ricos e elimina,também, parte do problema deumidade e oxidação dos vidros.”Zanchet diz que, através demuitas pesquisas e visitas realizadasa feiras no exterior, quepossuíam máquinas de papel paradiferentes aplicações, a equipe deengenharia da Adezan adaptouvários projetos até conseguirrealizar, junto a empresas queconstroem máquinas, uma linhaunicamente desenvolvida paraproduzir o Kraftcap. Ele revela,ainda, que estas máquinas abriramhorizontes para a Adezan, já que,além da Kraftcap, elas possibilitamo desenvolvimento de diversostipos de embalagens. “O materialdo Kraftcap pode não somente serutilizado para o mercado de vidros,mas, também, para outrasaplicações.”Segundo o sócio-diretor daAdezan, o Kraftcap possui avantagem de consumir menosmadeira em sua composição, o queproporciona diversas vantagens,como um Coeficiente de Resistênciade oito toneladas, sendo queos produtos que são embaladospossuem somente duas toneladas.“Além da resistência elevada, háo lado ecológico, que possibilitaeconomia de cerca de 60% damadeira que era destinada aesse fim”, destaca.“O principal benefício é a reduçãode custos em uma ordem de 18%ao ano, em economia de gastoscom embalagens”, complementa.Com a difusão deste novoconceito de embalagem, a Adezanpretende substituir 100% autilização de embalagens inteirasde madeira, adotando o uso doKraftcap. “Nossa expectativa emcurto prazo é responder, com oKraftcap, a 100% das exportaçõesde vidro plano no mercadonacional. Já em médio prazo, háprojetos em andamento sobre ainstalação de novas unidades daAdezan no exterior – no primeiromomento, na América Latina, empaíses próximos; e, em seguida,na América do Norte e outroscontinentes”, comenta Zanchet. ●


44 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |MultimodalFusãoTrafti é o mais novo OperadorLogístico do mercado brasileiroQuatro anos após osurgimento da ideia defusão, a Trafti (Fone: 114358.7000), que já nasce comum faturamento anual de R$ 250milhões, tendo perspectiva deaumentar este número paraR$ 400 milhões em um prazo decinco anos, é fruto da união entreAjofer (Fone: 11 2139.6600),Fantinati (Fone: 11 4353.3333),Trans-Postes (Fone: 11 4357.4100),Transvec (Fone: 11 4391.5555) eMestralog (Fone: 11 4358.7000) –empresas que, juntas, somamquase 150 anos de experiência naprestação de serviços logísticospara diferentes segmentos.O processo de fusão, quesomou mais de 4.000 horas dereuniões, teve início em setembrode 2008 e foi encerrado noúltimo mês de junho, quando aTrafti, o mais novo OperadorLogístico do País, foi oficialmenteapresentada. No entanto, em2006, a criação da Mestralog –especializada em proverserviços logísticos na movimentaçãode carga geral, contêiner,armazenagem e distribuição, eque foi formada pelos mesmosexecutivos que hoje compõem oquadro de acionistas da Trafti –serviu como uma espécie detubo de ensaio para a formaçãodesta que é apontada pelospróprios sócios como um dos10 maiores OperadoresLogísticos do Brasil.Segundo o CEO e sócio daTrafti, Antonio Wrobleski Filho,ex-presidente da Ryder, ousadia,inovação e passado são trêspontos muito importantes queserão fortemente exploradospara o sucesso da empresa, aqual dispõe de 20 unidadesespalhadas pelos Estados deSão Paulo, Rio de Janeiro,Paraná e Santa Catarina; umafrota de 1.000 equipamentos;50.000 m 2 de armazéns cobertosOs nove acionistas da Trafti, no dia em que a empresa foi apresentada oficialmentee uma área total de 250.000 m 2 ;uma carteira com mais de 500clientes; e cerca de 1.300 funcionários,dos quais 1.000 sãodiretos e 300 agregados.Wrobleski Filho, que liderouo processo de fusão, destacaque as cinco empresas quederam origem a Trafti oferecem apossibilidade de atender, deforma customizada, as demandasde serviços logísticos dediferentes indústrias, como aautomobilística, sucroalcooleira,alimentos, hightec e farmacêutica.Ele aponta, ainda, que alémde transporte, a Trafti poderáexecutar operações e movimentaçõesem portos e aeroportos,além de prestar serviços dearmazenagem. “Por isso, aempresa surge com a vantagemcompetitiva de congregar umalonga experiência no desenvolvimentoe implantação de soluçõeslogísticas de acordo com asnecessidades dos clientes emqualquer setor, agregando,literalmente, os três modais:terrestre, aéreo e marítimo”,afirma.Do ponto de vista de EversonMachado, da Trans-Postes, afusão vem em um excelentemomento, já que nos últimos anossurgiram muitos operadoreslogísticos e, com isso, a tendênciapara as empresas que trabalhamapenas com transportes é ter umavida muito curta daqui pra frenteou então virar meros carreteirosdestes operadores.Antonio de Oliveira Ferreira,da Ajofer, segue a mesma linha deraciocínio do companheiro daTrans-Postes e aponta que a Traftié uma visão de futuro dosempresários que observaram anecessidade de criar um grandeOperador Logístico nacional.Ele ressalta, ainda, que todos osclientes da Ajofer apoiaram aideia, lembrando que há umademanda muito grande que,sozinha, a Ajofer não conseguiriaatender. “É aí que entram asinergia e a soma de expertises”,aponta. Endossando a opinião deFerreira e lembrando, também, dabase de clientes, MarcoCapitano, da Transvec, diz que asempresas que compõem a Traftise completam e há uma grandesinergia para oferecer operaçõeslogísticas completas.Na opinião de WrobleskiFilho, as cinco empresas já sãoconhecidas e têm sucesso nosmercados em que atuam. Porisso, ele destaca que é precisoum planejamento muito bemfeito, levando em conta a baseatual de clientes, para que nãohaja nenhuma alteração nasoperações que já vinham sendoexecutadas. Outra preocupaçãolatente dos diretores da Trafti éque os funcionários compreendamcom naturalidade o processode transição, que deve durar atémeados de dezembro deste ano.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb45Diferencial:divisão em silosde atuaçãoO CEO da Trafti já atuou nalinha de frente de grandesempresas, como a Ryder, porexemplo. E ao longo de suatrajetória no segmento delogística criou o conceitobatizado de silos de atuação,que basicamente consiste emdividir totalmente o atendimentoa determinado setor congregandopontos fundamentais dedicados,como tecnologia, sistemas eprofissionais com treinamentoadequado.Seguindo este conceito, aTrafti separou os principaissegmentos a serem atendidos emdivisões como automobilística,alimentos, farmacêutica, altatecnologia, higiene, limpeza,química e linha branca, entreoutras. Para justificar estadiferenciação no tipo deatendimento, Wrobleski Filhocita a indústria de alimentos, naqual os serviços contemplamarmazenagem e distribuição deprodutos perecíveis com saídasconstantes, e a automobilística,que atua com operações MilkRun e tem linhas de produçãoque trabalham em tempo real,com o mínimo possível deestoque. “Outros segmentos,como o farmacêutico, necessitamde atenções especiais, comocontrole de temperatura paraarmazenagem e transporte eefetividade de entregas deprodutos com prazos de validaderigorosos”, argumenta.De acordo com o executivo,atendendo a este conceito, aTrafti respeita as característicasdistintas das operações de cadasegmento e, por isso, dispõe deprofissionais técnicos capacitadospara atuar nas demandas decada uma destas verticais denegócio. “Isto envolve a soma deesforços comerciais, profissionais,tecnológicos, treinamento eexpertise”, afirma.Para dar o suporte tecnológiconecessário para atender àsparticularidades das operações, aempresa conta com a CSC –Central de Soluções ao Cliente,que atua desde o entendimentodas necessidades do parceiro atéa participação em projetosfuturos, contando com suporte deespecialistas em todas as etapasda cadeia logística; e o GCT –Gerenciamento e Controle deTransportes, que é responsávelpela gestão da frota e dos modaisa serem utilizados nas operações.Valorizando opassado e pensandono futuroAlém de explorar a experiênciadas cinco empresas, a Trafti jápensa no futuro. Em curto prazo aempresa pretende expandir suaatuação para as regiões Norte eNordeste do Brasil, além depaíses como Argentina, Chile,Colômbia e Uruguai. Os investimentosnos próximos cinco anosdevem girar em torno de R$ 20milhões anuais, em sua maioriavoltados para implantação detecnologias para gerenciamentodas operações logísticas. “Vamosinvestir nos softwares ERP, TMS eWMS. Após isso, calculamosnosso investimento anual paraimplantação de ações de melhoriade processos, programas degestão ambiental e renovação dafrota”, conta Wrobleski Filho.Ele diz que para o futuro nadaestá descartado e tudo dependedas oportunidades que foremsurgindo. “Tudo o que servir comoforma de alavancagem financeira,inclusive adquirir outras empresas,será analisado pela Trafti”,revela para, em seguida, garantirque mais novidades serãoanunciadas nos próximos meses.“Não estamos nos unindo parapermanecer do mesmo tamanho.A meta é dobrar de tamanho emquatro ou cinco anos”,complementa.●


46 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |MultimodalTransportesUm balanço do desempenho dosetores de cabotagem e ferroviárioConsiderando que a revista Logweb comemorou recentemente os seus sete anos, solicitamos aalguns representantes dos setores marítimo, de cabotagem e ferroviário que fizessem um balanço dosseus respectivos segmentos nestes sete anos. Os resultados são apresentados a seguir.“Nos últimos anos, foram muitasas mudanças no segmento decabotagem. Houve um progressopositivo em dez anos – a evolução dacabotagem representa um aumento devolume em mais de 10 vezes omovimentado há dez anos. Por ano, osetor apresenta um crescimento de 15a 20 por cento de volume, sustentadopelo próprio crescimento orgânico epela migração de outros modais,principalmente do rodoviário. Quantoaos avanços tecnológicos desenvolvidosnos últimos anos que melhoraramo segmento, podemos dizer que houve uma combinação de coisas,inclusive em nível internacional. Se fez bastante do ponto de vista dogoverno, como o aprimoramento do sistema mercante, que controla aarrecadação dos fundos da marinha mercante, o que incentivou acabotagem. Também podemos citar outras melhorias: automatização eoutras plataformas que contribuem para a embalagem de mercadoriae a emissão de relatórios estatísticos, a tecnologia nas própriasembarcações, os navios maiores para operar em portos chaves, asestruturas portuárias que estão sendo feitas (PAC), o aumento detecnologia. Tem havido, ainda, um aprimoramento de serviços, umareestruturação de frotas, já que várias empresas estão apostando nacabotagem, o que vem agregar capacidade estática para migrarcargas de outros modais. Também são oferecidas mais frequências,adicionados novos portos às rotas, o que traz acesso a mercadosadicionais. Por outro lado, as exigências dos clientes sempreaumentam, no índice de cobertura, nas freqüências nos portos legais.A cabotagem apresenta alternativa para clientes que vêm o custocomo fator chave para a sua cadeia logística – visto que representa20/30% do custo do transporte rodoviário. Já para solucionar osproblemas foram tomadas medidas concretas na área de infraestruturaportuária em si, que precisa ser olhada e desenvolvida – isto já começoucom a lei de modernização dos portos, e vem aumentando ano a ano.Cabem mais melhorias, alguns portos têm gargalos de capacidade.O volume se acelera e os portos devem ser modernizados. Para ospróximos anos, apostamos na continuidade de melhorias e no melhoracesso a retroáreas, o que vai agilizar o transporte de carga na cabotagem,além da simplificação de processos administrativos que regulamo modal. Hoje, a cabotagem que não sai de águas brasileiras enfrentaprocessos de desembaraço de cargas iguais aos internacionais deimportação e de exportação, ocasionando atraso na liberação que nãocontribui para a eficiência. Outra área é onerar menos com a cobrançade menos impostos, principalmente no que se refere a combustíveis.Ainda no caso da cabotagem, vale destacar o apelo ecológico.”Artur Bezerra,diretor da Mercosul Line“Os últimos sete anos foram marcadospor muitas mudanças no setor ferroviário, quehá muito tempo não recebia investimentos.De um tempo para cá foram feitos investimentosbásicos na malha (detectores dedescarrilamento, de válvulas de freios, etc.) enos ativos ferroviários e, também, implementou-seuma gestão voltada para a produtividade.Houve investimentos em tecnologia – hojeas locomotivas têm computador de bordo –, atecnologia de licenciamento agora é viasatélite, entre outras mudanças. Tudo issocontribuiu para que o volume movimentadotenha triplicado nos últimos sete anos. Semfalar que os indicadores de segurança aumentaram, impactando numadiminuição de 80% no número de acidentes, e o tempo de trânsitodiminuiu consideravelmente. Para sintetizar aponto três importantesfases do setor ferroviário nos últimos anos: investimentos básicos,investimentos em tecnologia e aumento de volume e produtividade.”Paulo Basílio,diretor financeiro da ALL – América Latina Logística“O setor ferroviário vive um momentoimportante em seu desenvolvimento. Apósdécadas sem investimentos direcionados aoaumento da extensão férrea, o GovernoFederal, responsável pelo setor, voltaatenções e programa aplicações eminfraestrutura, que irão melhorar significativamentea logística do país. O ‘boom’ do setorem 1997, após a concessão de sua operaçãoao setor privado, recebe destaque naagilidade dos processos e no atendimentoqualificado e personalizado aos clientes. Paraatender à demanda cada vez mais exigente egarantir características do modal, comoconfiabilidade e pontualidade, foramrealizados investimentos intensos em tecnologia, e no caso da FTC,podemos citar o computador de bordo e o Sistema de GerenciamentoFerroviário – SIGEFER. O primeiro é uma ferramenta de relevanteimportância para a operação, pois engloba em um único componente,três importantes sistemas: registro de eventos, medição de consumo decombustível e monitoramento das variáveis. O segundo, o SIGEFER,controla todo o trajeto dos trens da Ferrovia Tereza Cristina e é acompanhadodesde o carregamento, deslocamento até a descarga, permitindoque o cliente também localize seu carregamento via internet.”Benony Schmitz Filho,diretor-presidente da Ferrovia Tereza Cristina


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48 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |MultimodalPortosPorto do Itaqui não senteefeitos da criseOano passado foi altamenteprodutivo para o Porto doItaqui, localizado na baíade São Marcos, a 11 km dacidade de São Luís, capital doMaranhão. De acordo com aEMAP – Empresa Maranhensede Administração Portuária,empresa estadual que administrao porto federal, várias açõescomerciais foram desenvolvidascom intuito de aumentar ediversificar as cargas operadasno local, o que possibilitou umfaturamento de aproximadamenteR$ 77 milhões de reais –27,85% maior do que o do anoanterior.O Estado do Maranhão sesitua num dos pontos maispróximos dos mercados norteamericanoe europeu, além deser o porto brasileiro maispróximo do canal do Panamá.Esta vantagem, conformeexplicação da EMAP, é reforçadapela base logística e pela ofertade infraestrutura do Estado,especialmente a FerroviaCarajás e o Porto de Itaqui, querecebe cargas de países comoChina, Rússia, Arábia Saudita,Irã, Holanda, Estados Unidos(Porto de Houston), Singapura,Venezuela e Argentina, entreoutros. Ainda, o porto enviaprodutos para Holanda,Colômbia, Estados Unidos,China e outras localidades.Segundo o presidente daEMAP, Angelo Baptista, em2008, Itaqui movimentou maisde 13,3 milhões de toneladas decargas com 675 naviosatracados. “Dentre as novascargas movimentadas no portono ano passado, destacam-se amovimentação de contêineres ea exportação de álcool”,analisa, lembrando que o portooferece todos os serviços deMesmo com a diminuição na movimentação de cargas,o porto vem obtendo um excelente faturamento comarmazenagemembarque e desembarque decargas e armazenagem. “Osprincipais produtos que sãomovimentados pelo Itaqui sãocontêineres e granéis sólidos elíquidos”, acrescenta.Baptista conta que nos trêsprimeiros meses de 2009 oPorto do Itaqui obteve umresultado de faturamento bemexpressivo, apesar da crise. Eleafirma que esse cenário positivoé decorrência da armazenagemde produtos para grandesempresas maranhenses, comoVale, Alumar e Termoelétricas,que estão importando cargas deprojetos para suas plantas.Em relação à movimentaçãode cargas, o presidente daEMAP revela que o porto vemtendo uma redução na movimentaçãode minérios, ferro gusa einsumos para fabricação depelotas. Outra movimentaçãoque diminuiu no primeirotrimestre foi a importação defertilizantes, porque seu iníciofoi atrasado para abril. “Somenteagora estamos tendo umagrande movimentação defertilizantes”, assume. Emsíntese, Baptista garante que oPorto de Itaqui não sentiu osefeitos da crise: “mesmo comuma diminuição na movimentaçãode cargas, o porto vemobtendo um excelentefaturamento principalmente coma armazenagem”, justifica.Para que o porto siganavegando em bons maresdurante o ano de 2009, as obrasde recuperação dos berços 101e 102, bem como a dragagemdos mesmos, além da construçãodo berço 100, com retroáreade 72.000 m 2 , que nomomento estão paradas.Segundo Baptista, todos estesinvestimentos já programados elicitados estão previstos no PAC.“Além deles, há ainda aconstrução do berço 108 paraoperação de granéis líquidos,com valor de R$ 80 milhões; e oProjeto TEGRAM – Terminais deGrãos do Maranhão, que serálicitado até este mês de junho,no qual a EMAP vai construiruma esteira rolante e adquirirum carregador de navios”,comenta, ressaltando que foraestes grandes investimentos, oItaqui vai investir também napavimentação e melhoria de suaárea operacional, bem como naampliação de áreas paraarmazenagem de contêineres ecarga geral.O presidente da empresa


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb49Estruturaé o que não faltaO Porto do Itaqui possui seis berços de atracação quepodem receber todos os tipos de navios e a profundidade daárea vai de 10 a 19 m. Todos os berços de atracação sãodotados de sistema de tubulação para operar granéis líquidos,além de contarem com equipamentos de embarque edesembarque de cargas, como dois guindastes de 64 toneladas,entre outros. “Cabe destacar que o Itaqui é o maior entrepostode distribuição de derivados de petróleo do Norte e Nordeste”,aponta Baptista.Ele informa que o canal deacesso possui 1,8 km de largura,atinge até 38 metros de profundidade,é sinalizado e seguro, contando comamplas áreas abrigadas defundeadouro e bacia de evoluçãotranquila protegida de ventos ecorrentes. “Essas característicaspossibilitam as operações de todosos tipos de navios. Estes atrativospossibilitam a redução do custo namovimentação das cargas, tornandoo porto maranhense mais competitivopara o escoamento da produção dasua hinterlândia, condição que oconsolida como o Porto da IntegraçãoRegional”, comemora.Baptista: “Itaquivem passando poruma modernização eestá estudandoformas de ampliarsua estrutura numfuturo próximo”que administra Itaqui conta,ainda, que o porto está sepreparando para receber osgrandes investimentos queestão programados para oEstado do Maranhão. Estesempreendimentos vão utilizar oItaqui como embarque e/oudesembarque de seus produtos,o que, para Baptista, demonstraque o Porto de Itaqui é umindutor de desenvolvimento doMaranhão e toda região Centro-Norte. “Cabe destacar que como término da construção daferrovia Norte-Sul, previsto para2010, o Itaqui vai poder atendertodos os estados da região, quetem grande potencial agrícola eindustrial”, projeta. Para ele,também merece destaque aconstrução da refinaria daPetrobras no Maranhão, a qualirá utilizar o porto para aexportação de seus produtos.“Somente a Petrobras vaidemandar a utilização de pelomenos sete berços. Paraatender todas as demandasque estão acontecendo noEstado e na região, o portovem estudando projetos deampliar sua capacidade deoperação”, revela.Em suma, Itaqui vempassando por uma modernizaçãoe está estudando formasde ampliar sua estrutura numfuturo próximo, de acordo como presidente da EMAP. Por isso,para 2009, mesmo diante dacrise, a administração do portoestá otimista, uma vez que ascargas de projetos – quedevem ter a intensidadediminuída no segundosemestre – continuarãochegando durante todo o ano.Já o movimento de naviostende a crescer com asmovimentações de soja (safra),fertilizantes e ferro gusa, queestão sendo retomadas desdeo mês de abril.●


50 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |MultimodalDistribuiçãoBraspress inaugura o seumais moderno Terminalde CargaO painel de produção informa quantos volumes foram inseridos pelo sistema, a quantidadede desvios corretos, os volumes encaminhados para recirculação e para rejeição, quais asrampas mais produtivas, recordes, etc.Perto de completar o 32ºaniversário, a Braspress(Fone: 21 2105.6400) acabade inaugurar o mais modernodentre todos os seus terminaisde carga no país, o qual passa aser também o maior entre osterminais do Estado do Rio deJaneiro. “É a joia da coroa daBraspress”, comemora UrubatanHelou, presidente da companhia.O Braspress-RIO estásituado em um ponto de fácilacesso à rodovia PresidenteDutra e possui área total de41.150 m 2 , dos quais 16.500 m 2são de área construída, na qualestão dispostos dormitórios paraos motoristas, vestiários,departamento comercial, áreapara treinamento, etc. O localconta, ainda, com 114 docas paracarga e descarga simultâneas,que recebem encomendasoriundas de diversas partes dopaís e as distribuem para ascidades fluminenses.O grande destaque da novaestrutura, que levou um poucomais de um ano para ser construída,é a alta tecnologia de automação,representada pelo maiorSorter – sistema automatizadode distribuição de mercadorias –da América Latina, segundo opresidente da Braspress, querevela o plano da empresa com aestrutura: dobrar o número dedespachos diários, que hoje giraem torno de 4.500 a 5.000, emum prazo de dois anos. Helou dizque a ideia de agregar um Sorteràs operações começou a serdesenvolvida a partir de visitas àUPS, nos Estados Unidos, e hojejá é uma realidade tanto no Riode Janeiro quanto na matriz emSão Paulo.O objetivo da empresa comeste sistema é atingir a totalautomação dos processos e aintegração com o sistema proprietárioBraspress Sorter Controller –desenvolvido para controlar aperformance do Sorter – e oDatapress, software de gestão100% on-line. “Assim, podemosintegrar as informações e osprocessos para a classificaçãocorreta das encomendas e conquistara total rastreabilidade dasoperações”, afirma o presidente.Além do Sorter, na filialcarioca também foram implantadoscoletores, os quais puseramfim à antiga parceria documento/encomenda. “Esta mudança, alémde agilizar a operação, aindaoferece um aspecto de segurança”,aponta o presidente da empresa,completando que o investimentoanual da Braspress em tecnologiagira em torno de 7% do faturamento,mas é apenas a ponta doiceberg: “a base de tudo é ainteligência, que dá o suportepara a aplicação da tecnologia.Temos um ERP próprio quepropiciou a automação completadas operações, desde a coleta atéa entrega final”.Na visão dele, a Braspressnão é mais uma transportadoracomum, mas sim uma fábrica deencomendas, que fornece softwares,etiquetas e até computadorespara os fornecedores agilizarem aoperação. Assim, a mercadoria jáchega pronta para ser triada eexpedida. “A velocidade é o pontochave.Temos que ser grandescomo um elefante e ágeis comouma formiga para podermosconcorrer com empresas de todoporte”, ilustra.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb51Na estrutura no Rio de Janeiroforam investidos R$ 35 milhões,dos quais R$ 11 milhões somenteem automação, incluindo oSorter desenvolvido pela Dematic(Fone: 11 2877.3607). SegundoHelou, os investimentos nãoparam por aí. Um terminalsemelhante está sendoconstruído em Curitiba, PR, comprevisão de inauguração emjaneiro do próximo ano. “Buscaremosimplantar tecnologia deponta em todos os terminais emque houver forte demanda”,admite, lembrando, inclusive,que também há um projeto deum novo terminal em Guarulhos,SP, que deve estar funcionandoem um prazo de cinco anos.Rio de JaneiroA escolha pelo Rio de Janeiropara receber esta tecnologiadeve-se ao fato de o Estadoocupar o posto de terceiro maiormercado consumidor brasileiro e,por consequência, ser o segundomaior ponto de demandaatendido pela Braspress, atrásapenas do Estado de São Paulo(Grande São Paulo em primeiro eo interior paulista em segundolugar), lembrando que a matriz,em São Paulo, já conta com umsistema automatizado dedistribuição de mercadorias que,no entanto, não foi desenhadojunto da planta do prédio, fatoque ocorreu no Braspress-RIO,para orgulho de Helou.Engana-se quem pensa quea implantação de um sistemamoderno como este acarretariauma dispensa massiva de funcionários.O presidente da companhiaexplica que por conta doaumento das escalas de produção,por exemplo, a demanda pormão-de-obra poderá ser duplicada,ou até triplicada, dependendodo aumento da produtividade.Além disso, ele comemora ofato de os colaboradoresatuarem com uma tecnologia àqual poucos têm acesso, egarante que haverá redução dejornada de trabalho, em virtudeda diminuição das etapas nomanuseio dos volumes.Complementando o que diz Helou,o diretor de operações daempresa, Luiz Carlos Lopes,revela que antes o terminal eraaberto à 1h30, hoje abre às 5h eem breve começará a funcionarsomente a partir das 7h. “Oscolaboradores irão fazer menoresforço físico nas operações e aBraspress irá evoluir naqualidade, agilidade econfiabilidade dos serviçosoferecidos ao mercado brasileiroa partir da filial do Rio deJaneiro”, festeja o diretor.O funcionamentodo SorterEste sistema, que é a meninados olhos da Braspress, temextensão de 4.700 metros deesteiras e é capaz de movimentar8.400 volumes por hora,quantidade que manualmentelevaria aproximadamente decinco a seis horas para sertratada. De acordo com Lopes, onovo sistema de automaçãopermitirá, além de velocidade eprodutividade nas operações,aumento na segurança erastreabilidade das encomendas,maior precisão e IHM – InterfaceHomem Máquina para acompanhamentoe visualização dasoperações e redução das perdascom extravios.Após as carretas descarregaremas mercadorias na partefrontal do terminal, os volumessão inseridos no Sorter e sãoidentificados através de etiquetasde código de barras, quepersonalizam as mercadoriascom IDs únicos, que serão aidentificação dos volumes aolongo de todas as etapas dacadeia, até o destino final.Após receber o ID, os volumessão colocados em uma das 11rampas de alimentação do Sorter,nas quais os funcionários que aliestiverem posicionam as mercadoriasda forma correta quedevem seguir o percurso. Então,os volumes são levados até as


52 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Multimodalcoletoras, que os conduzem aoAPC – Air Pressure Control, quetem a responsabilidade de fazercom que eles sejam acumuladospara a etapa posterior, chamadade Indução.Nesse momento, os sensorescriam uma imagem virtual dasmercadorias através de pulsoseletrônicos e, em seguida,passam pelas balanças – quecomportam até 45 kg – e sãopesados em movimento. “Estaetapa é importante para compararo peso do volume ao passar peloSorter e compará-lo à pesageminicial feita anteriormente”,comenta Lopes. Na sequência osvolumes, agora em fila única,passam por scanners que aferemas medidas para cálculo dacubagem. “Todas as filiais têm osistema de aferimento de peso ecubagem, o qual permite umarecuperação de 15% da receitaque era perdida quando aoperação era feita manualmente”,destaca.Nessa etapa, as informaçõesde peso e cubagem são enviadaspara o Datapress, que rapidamenteenvia os dados para o Departamentode Emissão, que, então,imprime os conhecimentos decarga. No mesmo instante, o ERPinforma ao Sorter o destino para oqual cada volume será desviado.Feito isso, o Sorter calcula aquantidade de sapatas necessáriaspara enviar a mercadoriapara a rampa de saída designada– são 61 rampas, das quais 59são de distribuição, uma derejeição e uma de recirculação(neste processo a encomendafaz o caminho inverso – que duracerca de quatro minutos – atépassar novamente no Sorter eser encaminhada para o destinocorreto). Após todas estas etapas,as encomendas estão prontaspara serem carregadas noscaminhões e seguirem os seusrespectivos destinos.No entanto, a nossa viagempelo Sorter da Braspress continua,já que o diretor de Operações daempresa faz questão de ressaltarque durante todo o percurso dosvolumes pelas esteiras do sistemaSorter tem4.700 metrosde esteiras econta com11 rampas dealimentaçãoe 61 de saídaautomatizado de distribuição,106 motores trabalham o tempotodo e 443 sensores, ao longo detodas as etapas, controlam o fluxode caixas e apontam qualquertipo de anormalidade na operação,seja um volume que enroscouem algum ponto, que está malposicionado ou que foi encaminhadopara a esteira errada, etc.Justamente para gerenciar ofuncionamento do sistema,dentro do terminal há uma salade controle que possibilita aosengenheiros, responsáveis poridentificar necessidades demanutenções preventivas oucorretivas, observarem a totalidadeda operação. “Além da salade controle, o próprio operadorda esteira pode observar se háalguma anormalidade por meio deum semáforo que fica vermelhoquando algo está errado”,lembra Lopes, destacando, ainda,que o painel de produção doSorter também pode ser monitoradoremotamente, da matriz emSão Paulo, por exemplo.Por fim, Helou revela que afilial carioca conta com umacentral de gerenciamento de riscocujo sistema foi desenvolvido pelaOmnilink (Fone: 11 4196.1100),mas é gerenciado pela própriaBraspress. “O gerenciamento derisco representa 5,4% do faturamentoda empresa. Esta eficiêncianos leva a contratar seguros apreços muito bons”, conclui. ●


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb53TransportesDistribuindoos produtoseletroeletrônicosO destaque do guia setorial desta edição da revista Logweb é osetor de eletroeletrônicos. Várias transportadoras e OperadoresLogísticos atuam nesta área.Adistribuição dos produtoseletroeletrônicos tem assuas peculiaridades.Afinal, eles chamam a atençãopelo seu valor e pela sensibilidadeaos choques e variaçõesde temperaturas, entre outrascaracterísticas.Duas empresas voltadasà fabricação de produtoseletrônicos participam destaprimeira parte de nossamatéria especial. A segundaparte envolve as tabelas comas transportadoras e osOperadores Logísticos queatuam na área.IndustrialA Siemens (Fone: 113833.4553) trabalha com frotaterceirizada - Atlas a nívelBrasil, JSA em São Paulo e naGrande São Paulo e Varig Logno aéreo.“Os serviços que estasempresas oferecem incluemrastreabilidade das cargas atéo momento da entrega, trocade arquivos via EDI e postoavançado”, comenta AlexandreTrambaioli – Industry Sector-Warehouses – da Siemens.Ele também conta que asmaiores dificuldades deoperação na área de produtoseletroeletrônicos – porexemplo, no transporte e naarmazenagem – é a fragilidadede alguns segmentos, cujocusto do frete se torna caropela sensibilidade dosprodutos – “neste caso,temos que contratartransportes especiais”, diz.A propósito, Trambaioliaponta os diferenciaislogísticos do setor eletroeletrônicoem relação aosoutros setores: a necessidadedo cliente do setor eletrônicoé distinta dos demais, pois háum curto espaço de tempopara garantir a entrega e ofaturamento (maior parte nofim do mês, devido aostributos fiscais). Nos outrossegmentos, existe programaçãocom diluição do volumeao longo do mês. “Quanto àlogística reversa dos eletroeletrônicos,trabalhamoscom devoluções pontuaisautorizadas pela área devenda”, completa.Uso geralNo caso da LG Electronics(Fone: 4004-5454 ou 0800-7075454), a empresa atuacom frota terceirizada e osveículos e tipos variam muitode acordo com a carga a sertransportada. “Trabalhamoscom aproximadamente20 transportadoras, emtodos os modais”, dizMarcello Toledo, gerente delogística da empresa.Ele também conta queos serviços oferecidos porestas transportadoras sãoos mesmos do mercado –somente uma presta umserviço diferenciado, moldadoàs necessidades da LG,justificado pelaobtenção das metas.Com relação às maioresdificuldades de operação naárea de produtos eletroeletrônicos,Toledo conta que,no caso da LG, é o transportede MAO – a distância é amaior dificuldade para oreabastecimento dosclientes da empresa.“Por outro lado, osdiferenciais logísticos dosetor eletroeletrônico emrelação aos outros setores éa necessidade de melhorar aperformance de atendimento,os sucessivos aprimoramentose os lançamentosconstantes de produtos”,completa. ●


Multimodal54 | edição nº89 | Jul | 2009 |LogwebEletroeletrônicosdeÁreanaLogísticosOperadoreseTransportadorasempresadaPerfilFoneAGM Logística2107.600021LogísticaAGV3876.900019NavegaçãoAliançaLogísticae5185.560011BrazilALL2197.345211CargoBrasiliense2102.485619Estrutura(Estado)matrizdaocalizaçãoLJRJaneiro,deioRPSPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSPSPaulo,SãoestãoondeefiliaisdeNúmerolocalizadas5RJ;Janeiro,deRiono4no1AM;em Manaus,ESem Vitória,1Paraná;RS;Alegre,Portopróprias:filiais32SãoSP;Vinhedo,PR;Curitiba,SC;Xancerê,Jundiaí,SP;Itapevi,SP;Barueri,SP;Paulo,MG;Contagem,RJ;Janeiro,deRioSP;AL;Maceió,BA;Salvador,GO;Goiânia,MSGrande,CampoMT;Cuiabá,PE;Recife,Brasilnoescritórios21 PSPaulo,São1 ;PRCuritiba,SP;Santos,filiais:3RJJaneiro,deRioatendidasegiõesRlnacionaterritóriooodoTlnacionaterritóriooodoTESS;NE;;NoterritórioTodonacionalCuritibaJaneiro;deRioPaulo;Sãofranquias?desistemadotaAmiSoãN ..inoãNoNãquantaspositivo,Em casofranquias?1 - ..in - -OferecidosServiçostransportesdespecialidadesEsabertaefechadasargasCs(sensíveiespeciaiseLTLFTL,TransportesRodoviário-içamentos)etecnologiaaltadeaéreoeaportaTransporteecheia(cargaportafracionada)cargadeTransporteeaéreafracionadarodoviáriaAutopeças;eletrônicos;ProdutosMedicamentosQuímicos/perigosos;RefrigeradosCosméticos;aosagregadosServiçostransportesControlekits;Montagem deon-linetimerealestoquesdeWEBviaConsultaastreabilidade;R ..in ;ArmazenagemManuseioArmazenagemdeáreanaclientesPrincipaisEletroeletrônicos.i.neAPCAlcatéia,Avaya,Ericsson,Bematech,AgilentPhilips,Samsung,LG,Sony,Toshiba,SempSharpD-Link,AOC,SamsungSaBSH;Positivo;Ericsson;Foxconn;TeAgoraLexmark;Sanmina;Mabe;SpatiuFast;GlobalEDS;Thinktech;OperaçãoprópriafrotaveículosotalT 08 12 01sendonavios,139dedicadosàexclusivamentecabotagem0 214agregadafrotaveículosotalT 021 sveículo235deatualfrota-demandaSobpesadosesemipesadosleves,entre705 oagregad25,exclusivo8rastreada?rotaFmiSmiSmiSmiSmSinousadasTecnologiasrastreamentoascarSSGPatélite;S ;OmilinkAutotrac;JabursatESL,SistemarastreamentositedoatravésAutotracnautilizadastecnologiasOutrasoperaçãocomcelularesTelefonesnobaixaparaprogramaçãoentregademomentoSystem;ManagementTransport-TMSBusinesscasting;Mobile(UPS);RoteirizadoreEDI´sfretes;deAuditoriaInteligence;Interface.i.n ..inaLogísticWebISO 9000?naertificadaCmiSmiSmiSmiSmSiISO 14000?naertificadaCoãNoãNmiSoãNoNãdiferenciadosServiçosdeáreanaoferecidosEletroeletrônicos.i.nedGestãorecebimento;dePlanejamentoArmazenagem;fornecedores;estoque;deGestãoRadiofrequência;transportes;deGestãoExpedição:deServiçosnumber);(serialRastreabilidadecontrolekits,(montagem deagregadovalorconfiguraçõesetestesqualidade,deTriagem dereversa;Logísticafuncionais);e(descarteequipamentosrecondicionamento)deTransporteVendatransferência;Distribuiçãodireta;fracionadaLogísticaExpedição;Trocareversa;agendameparapré-alertadeEnviomonitoradeautomáticaSolicitaçãoatrcargadaRastreamentoescolta;cominclusivecliente,peloLogística"Godoatravéson-linecaminhãodoinformadonão=n.i.


55| edição nº89 | Jul | 2009 | LogwebLogísticaBrasilmaxi2889.610011LogisticsCeva77039870800Columbia3305.999911SPPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSPSPaulo,SãoRioSP;Itapevi,eSorocabaPaulo,Sãofiliais:5ESVitória,RJ;Janeiro,defiliais46 oRiBA;Salvador,Operacionais:Unidades22Campinas,Cajamar,Barueri,RJ;Janeiro,dedoFozeCuritibaSP;Paulo,SãoeSantosSant'AnaJaguarão,SC;Itajaí,PR;Iguaçu,RSUruguaiana,eLivramentodoJaneirodeRioPaulo;-SãoGrande-PauloSãoSudesteRegiãoRio;-Grande-nacionalterritóriooodoT ;SuleSudesteNordeste,Próprio:Centro-OesteeNorteParceiros:.i.noãNoNã.i.n - -;móveis,encomendas,(itinerante,geralCarga(grãosgranelesecaCargaoutros;emudançasProdutosContêineres;minérios);eagrícolaseletrônicos,vidros,(computadores,sensíveisecabosborrachas,(siderúrgicos,Bobinasetc.);etc.)papel,fios,eaéreoTransportecargasderodoviárioTransportesfracionadas;sensíveisprodutosdeBrasil-Rodoviário:nívelDistribuiçãoecontêineresfracionado,Lotação,aduaneiroTrânsitoAéreo;refrigerado;deTerminalGerais;ArmazénsLogística;contêineres.i.n ;custosdeGestãoriscos;deGerenciamentofretesdeGerenciamentomkwang;IT2B;lecom;m.i.ngSamsunHP,Philips,ELL,D .n.i982 08 218321 0.101 242imSmiSmSiCelularRádio;atélite;S ..inc(AutotraRastreadoresCelular;Rádio;TMS;Omnilink)eTMS.WMS;RP;ExDocniMS;WmcodadosdeColetoresEDI,WMS,radiofrequência.imSmiSmSiãoNoãNoNãcarga;datoementoWebdaavéslocalizaçãoMap"ogleclientecadaparacustomizadoserviçosSdVendor-Manage-VMIDistribuiçãoInventory;noEspecialistasNacional;AduaneiroDesembaraçoRECOFáreanakits;Montagem de"Hot-Service";OperaçõespromocionaismateriaisdeLogística


Multimodal56 | edição nº89 | Jul | 2009 |LogwebEletroeletrônicosdeÁreanaLogísticosOperadoreseTransportadorasempresadaPerfilFoneExpressDHL77134510800LogísticaExata72392820800AraçatubaExpresso2108.280011JundiaíExpresso2152.550011Estrutura(Estado)matrizdaocalizaçãoL ..inPSPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSPSJundiaí,estãoondeefiliaisdeNúmerolocalizadas35deem um totalfiliais,13serviçosdecentrosBeloSP;Paulo,SãoUnidades:16RS;Alegre,PortoMG;Horizonte,MS;Grande,CampoGO;Goiânia,Manaus;DF;Brasília,MT;Cuiabá,Velho,PortoAC;Branco,RioAM;RR;Vista,BoaAM;Manaus,RO;Luis,SãoPA;Belém,AP;Macapá,MAeCentro-OesteSudeste,Sul,40:BolíviaArgentina;Brasil;doNorteCampinas,Santos,Paulo,Sãofiliais:20Preto,RiodoJoséSãoBauru,Preto,RibeirãoPresidenteCarlos,SãoCampos,dosJoséSãoJaneiro,deRioSP;Viracopos,ePrudenteCuritiba,ES;Vitória,RJ;Campos,eResendeSC;Joinville,eFlorianópolisBlumenau,PR;RSSul,doCaxiaseAlegrePortoatendidasegiõesR ,brasileirascidades1.59490% dodemaisaequivalentestodasincluindonacional,territóriocapitaisasNorteOeste;CentroSudesteul;S ;BrasildoNorteCentro-Oeste;Paraguai;Bolívia;Chile;Argentina;UruguaiPeru;MG)(menosSudesteSul;franquias?desistemadotaA ..inoãNmiS .n.ifranquias?quantaspositivo,m casoE ..in - 6 .n.iOferecidosServiçostransportesdespecialidadesEaexpressEntregaLogística;internacionalrun;MilkDistribuição;Transporte;delinhadeAbastecimentoproduçãodeaéreoerodoviárioTransportecargasrodoviáriotransportedeserviçosdePrestaçãofechadaefracionadaCargacargas;detransportesaosagregadoserviçosSaportaportaremessadeServiçoemencomendas,edocumentosdeexterior;oparaeBrasilotodoreversaLogística.i.n ..in ,Armazenagem-EstoquesdeGestãoSoluçõesin-house;serviçoskits,montagem delogísticalogísticos,Projetos-logísticas(CentroestoquesdeGestãoreversa;transportes;deGestãodistribuição/in-house);Projetos-tributáriaConsultoriaJust-in-time;Serviçoslogísticos/tributários;Transportemultimodal;TransportedeControleRetrabalho;internacional;Etiquetageminventário;deáreanaclientesPrincipaisEletroeletrônicos.i.n ..in ,ToshibaSempEletronics,LGCCE,Informática,PositivoPhillips,ItautecIngranInformática,CilItautec,Brasil,doEpsonOperaçãoprópriafrotaveículosotalT 052 ..in 078 328agregadafrotaveículosotalT 0 ..in 005 228rastreada?rotaFmiSmiSmiSmSirastreamentonousadasecnologiasTaparpontadeTecnologiasderastreamentoemonitoramentoeSolicitaçãoremessas;on-line;coletasdeagendamentodetempodecálculoparaSoluçõesdepreenchimentoparaetrânsito(AWBs)AéreasGuiasmnilinkOkOmnilinControlsat;utotrac;AkOmnilinAutotrac;nautilizadastecnologiasOutrasoperação.i.n ..inorádiviaveículosdeomunicaçãoC ,Sipanmonitoramento,deCâmarasWMS,TMSSmartclient,TotvsISO 9000?naertificadaC ..inoãNmiSmSiISO 14000?naertificadaC ..inoãNoãNmSinaoferecidosdiferenciadosServiçosEletroeletrônicosdeáreatransporteparaEmbalagensprodutosdeinternacionalconvencionaiscaixasdelicados:polietilenodeinternacom proteçãokits;Montagem deArmazenagem;qualidadedeInspeção.i.nsServiçoriscos;deGerenciamentocustomizadosinformadonão=n.i.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb57Grupo Somex11 3641. 3344K-Way Logística21 3325.6125Mercosul Line11 3527.2349Mesquita11 4393.4900SãoPaulo, SPEspíritoSantoSantos,SPSantos, SP32 filiaiscapitaisem todas as1 : Rio de JaneiroSão Paulo, SP;Manaus, AM;Imbituba, SC;Paranaguá, PR;Pecem, CE; Fortaleza,CE; Santos, SP4 filiais: Santos,Campo, SPGuarujá e São Bernardo doTodoo território nacionalTodoo território nacionalTodo o territóri onacionalSudeste/SulNãoNãoNãoNão- - - -P equenas encomendas Entregas porta a porta RJ,SP, ES; Nacional até 30 kgTransporte marítimocabotagem-Tracking via web para transporte rodoviário edistribuição; Gerenciamento de transportes;Roteirização; Acompanhamento de performance epré-fatura; Transporte de contêiner (FCL e LCL);Distribuição (FTL e LTL).Rastreamentovia WebTratamento da carga comembalagem e logísticareversaPorta a porta;Projetos especiais:Logística egerenciamentoEmissão de nota fiscal; Abastecimento de linhan .i.Ponto Frio, Casa & Vídeo,Sendas Distribuidoran.i.Tyco Electronics, Commscop e254 3 navios70138A té 40n.i.250SimSimSimSimPortoSeguroSatéliteG PSTecnologia via web e satélite (GPS e Nextel)TrackingSoftwares deroteirizaçãoseparação en.i.WMS; TMS; Radiofrequênci aNãoN ãon.i.SimNãoN ãon.i.Nãon.i.Entrega dia e horamarcado; Instalação dosprodutosn .i.Armazenagem; Cross-Docking; Montagem de kits;Picking; Separação; Embalagem; Etiquetagem;Gerenciamento de estoque; Inventário; Operaçõescustomizadas de acordo com a necessidade docliente; Logística integrada


Multimodal58 | edição nº89 | Jul | 2009 |LogwebEletroeletrônicosdeÁreanaLogísticosOperadoreseTransportadorasempresadaPerfilFoneTransportesMira2142.900011LogisticsPenske3738.820011LogísticaPiccilli2941.511811CargasePassagensProativa2196.711711TransportesRamos2955.150011Estrutura(Estado)matrizdaocalizaçãoLPSPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSPSPaulo,ãoSJRJaneiro,deioRsGeraiMinasestãoondeefiliaisdeNúmerolocalizadas02 ondistribuiçãodecentros11BrasilRJ;Janeiro,deRioPE;Recife,CE;Fortaleza,RNNatal,SP;Campinas,ePauloSãofiliais:10PE;Recife,RJ;Janeiro,deRioBA;Salvador,AM;Manaus,RitaSantaES;Vitória,CE;Fortaleza,DF.Brasília,MG;Sapucaí,doBrasiloem todoRepresentantesregiõesasem todas65,paísdoatendidasegiõesReSudestSul;entro-Oeste;ClnacionaterritóriooodoTlSuSudeste;ordeste;NlnacionaterritóriooodoTanacionterritóriooTodofranquias?desistemadotaAmiSoãNmiSoãNoNãquantaspositivo,Em casofranquias?2 - 1 - -OferecidosServiçostransportesdespecialidadesE ;expressaCargageral;CargaProdutossensíveis;ProdutoscosméticosefarmacêuticosCross-Run;MilkJIT;LTL;FTL;transferência;docking;distribuiçãodedicadoserviçosSoéreAoAéreeRodoviáriotransportesaosagregadoserviçosSedControleArmazenagem;Embalagem;estoque;conjuntos;ekitsMontagem detransportes;deGerenciamentoCross-Docking;Paletização;reversa;LogísticaprojetosdeDesenvolvimentoparaGPSRastreamentofrotaamonitorardomiciliaristribuiçãoD ;HotEmergencial;Fretamento;ReversaLogísticadeáreanaclientesPrincipaisEletroeletrônicosIngram Micro,Dell,Itautec,PhillipsSky,demercadodomarcasPrincipaisaltaeeletroeletrônicostecnologiaLuizaagazineMGLProcomp,Itautec,ell,DlGlobaCompanhiaB2W,LGVarejo,deOperaçãoprópriafrotaveículosotalT 054 - 81 861 376agregadafrotaveículosotalT 012 aterceirizad00% frota1 05 481 81.01rastreada?rotaFmiSmiSmiSmiSmSinousadasTecnologiasrastreamentomnilinkOkOmnilinutotrac;A ;ControlsatOmnilink;Ituran;JabursatSascar;Controloc;OmnilinkAutotrac;nautilizadastecnologiasOutrasoperaçãoCenterCallWMS;TMS;ERP;porOperaçãorastreamento;para(100% deradiofrequênciaEDIautomação);Ituransatelital;AutotracGRPS.i.nnCargoscaISO 9000?naertificadaCmiSmiSoãNmiSmSiISO 14000?naertificadaCoãNoãNoãNoãNoNãoferecidosdiferenciadosServiçosEletroeletrônicosdeáreanadeGerenciamentoEscolta;patrimonial;Segurançarisco;Expertisefiliais;nasEstruturaredesem grandesentregadevarejodedetesteparasegregadaÁreaInfraestruturaequipamentos;técnica;assistênciaparaprodutosdeIntegraçãoreversa;LogísticaPós-venda;Agendamento;GarantiaaosAtendimentoreversa;Logísticanacionalem níveltécnicosn.i.informadonão=n.i.


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb59Rapidão Cometa81 3464.5288Saglog Transportes47 3405.8500de CargasSatlog - Serv.,e Transportes12 4009.9400Arm. Gerais, LogísticaRecife,PEItajaí,SCSão José dos Campos, SP36 filiais e 170 pontos de operação emtodo país. Presente em todos os estadosbrasileirosJoinville, SC;Vitória, ESCuritiba, PR; São Paulo, SP;6 filiais: Taubaté, Guarulhos, Santos eViracopos, SP; Manaus, AM; Belém, PATodo o território nacional e 214 países,através de acordo operacional com aFedExNãoSule SudesteNão- - -Todo o território nacionalNãoEmpilhando Soluçõese TecnologiaTransporteaéreo e rodoviário de cargasCargacompleta e itinerant eCargas completasfracionadas(lotação) e/ouRapidão Logística - Full Service emlogística; Rapidão Farma - serviços detransporte e logística para indústrias deprodutos médico-hospitalares e correlatose laboratórios de produtos farmacêuticos;Rapidão B2C - serviço que conectaempresas ao seu consumidor, realizaentregas domiciliares e atende à logísticareversan .i.Warehouse; Cross-docking; Picking;Packing; Acuracidade de inventário; FIFO;LIFO; FEFO; Engenharia fiscaln .i.n.i.LG - Eletronics São Paulo,da Amazônia, ItautecLG - Eletronic sMaisde 2,5 mil60400n.i.50Aproximadamente 260 fixosSimOmnisat; Omnilink; Anjo da Carga -sistema de localização de cargas reativo;e Escolta ArmadaSIT;WMS; ERPSimReboque - Rastreador Controlloc híbrido elocalizador Sascar Semirreboque -Localizador Golden Eye - Trava 5ª rodaMaxlockAcimaSimAutotracWebtrac kEmpilhadeiras GLPs,empilhadeiras elétricas retráteis,patoladas, trilaterais,selecionadora de pedidos,pantográficas, transpaleteiras elétricas.Equipamentos novoscom tecnologia de pontaSimn.i.Rapidão Logística - Full Service emlogística; Gerenciamento de Inventários;Gerenciamento de Atendimentos aPedidos; Gerenciamento de Transportes;Log EMI (Logística de Engenharia eManutenção de Infraestrutura); Log PS(Logística de Postos de Serviços); Log AT(Logística de Assistência Técnica)NãoSimN ãon.i.n.i.DTA; DI; DTA-p; Reembalagem; RFID; KPI' sConsulte-nos.(11) 4584-1171Av. Maria Negrini Negro, 201 -Caxambu - Jundiaí - SPsafe@safeempilhadeiras.com.br /vendas@safeempilhadeiras.com.brwww.safeempilhadeiras.com.br


Multimodal60 | edição nº89 | Jul | 2009 |LogwebEletroeletrônicosdeÁreanaLogísticosOperadoreseTransportadorasempresadaPerfilFoneTA Logística2101.713119TGestiona3618.506911BrasilTNT3573.770011Estrutura(Estado)matrizdaocalizaçãoLPSampinas,CPSPaulo,ãoSSRAlegre,PortoestãoondeefiliaisdeNúmerolocalizadasSudesteeSulregiõesnasfiliais22 eBauruBarueri,Paulo,Sãofiliais:7PR;Pinhais,dosJoséSãoSP;Mauá,RSAlegre,PortoePE;Recife,filiais98atendidasegiõesRlnacionaterritóriooodoT ;SulPaulo;SãodeInteriorPaulo;SãoNordesterodoviário;eaéreomodaisnosbrasileiroterritóriooTodoaéreo;modalnopaíses200deMaisArgentinaeChilepararodoviárioexpressoServiçofranquias?desistemadotaA ..inoãNmSifranquias?quantaspositivo,m casoE ..in - 62OferecidosServiçostransportesdespecialidadesEenacionalDistribuiçãoTransferências;internacionalaltodeprodutos(incluindoEletrônicoscosméticoseagregado)valorinternacional;enacionalrodoviárioTransporteinternacional;enacionalaéreoTransporteem geral,cargasdetransporterodoviário,modalNoeletroeletrônicos;ecosméticosautopeças,calçadista,setordiferenciadascargasdetransporteparaServices","SpecialbiológicomaterialetransportesaosagregadoserviçosSedesdprocesso,otododeGerenciamentofinaldestinonoentregaaorigem atéaCoordenação;Suprimento;porta;aPortaDistribuição;GerenciamentoTransferência;reversa;Logísticaintermodal;e-commercen.i.deáreanaclientesPrincipaisEletroeletrônicos.i.n ,SamsungPalm,LG,Kyocera,Dell,Telefônica,ZTE,Vivo,Positivo,Lenovo,Net,SmartEricsson,SonyMotorola,TelMarNokia,SiemensInformática,PositivoNSN,Apple,TIM,Claro,OperaçãoprópriafrotaveículosotalT 054 04 01.50agregadafrotaveículosotalT 266 002 02.00rastreada?rotaFmiSmiSmSirastreamentonousadasecnologiasTeportasnasDispositivosGSM;Tecnologiaigniçãoassim comocaminhão,doaberturamotoristadocom senhaOmnilinkutotrac;AkOmnilinAutotrac;nautilizadastecnologiasOutrasoperaçãodadosdeBaixaRoteirização:WMS;TMS;deColetoresMonisat;(GSM);radiofrequênciaE-dePlataformaBI;TMS;WMS;Commercen.i.ISO 9000?naertificadaCmiSmiSmSiISO 14000?naertificadaC ..inoãNmSinaoferecidosdiferenciadosServiçosEletroeletrônicosdeáreaestoque;deControleArmazenagem;Bound);OuteBound(InTransferênciasinternacional;enacionalDistribuiçãodeIndicadoresIn-house;Operaçõeskit´sMontagem de(KPI´s);Performanceprodutoematéria-prima(promocionais,Etiquetagem (Nacionalização)acabado);comE-CommercedePlataformaecom ERP(s)completainterfacedecadeiadagestãodeSistemadosRastreabilidadedistribuição;decadeiaaem todaequipamentosaatéaquisiçãodadistribuição,clientesdosresidêncianainstalaçãodetransporte& Repair:Returnimediata;entregaecoletaCritical:Timeaoretornandoetécnicaassistênciaparaclientedocom defeitomercadoriasparadesenvolvidosdiferenciados,serviçosServices:Special-SPScliente;mercadoriadediretaentregaConsumer:toBusiness-B2Cespeciais;projetosprévio;agendamentoecontroleenvolvendofinal,consumidorparaem trânsitoaindapedidosdeconsolidaçãoExpress):Direct(IntegratedIDEum warehouseporpassardesem necessidadecliente,aoentregaparainformadonão=n.i.


61| edição nº89 | Jul | 2009 | LogwebToniato2106.303224PlimorTransportadora2109.100054BertoliniTransportes2482.800511UPS5694.660011RJMansa,arraBlSudoGrandeioRMAanaus,MPSPaulo,SãoRSeMGRJ,SP,filiais:11 aArgentineRSSC;PR;SP;unidades:67Córdoba)eAires(Buenos1Amapá;1filiais:22Rio1Roraima;1Ceará;1Rondônia;2Branco;1Cuiabá;1Goiânia;São1Gerais;MinasSanta2Curitiba;1Paulo;doGrandeRio2Catarina;Pará6Manaus;1Sul;SP;Campinas,eSantosPaulo,SãoRJ;Janeiro,deRioRS;Alegre,PortoBA;Salvador,MG;Horizonte,BeloSC;Itajaí,PR;Curitiba,DF;Brasília,Manaus,AMeSPGrandePaulo;SãoJaneiro;deRiointerior;Minasinterior;eRioGrandeSantaParaná;Gerais;SuldoGrandeRioCatarina;eAires(BuenosArgentinaSC;RS;SP;Córdoba)Sul,Origem Norte:eOesteCentroSudeste,Origem Sul,Ceará;eCentro-OesteSudeste,NorteCeará:nacionalterritóriooTodoãoNmiSoãNoNã- 24 - -emcargaseafinsQuímicos,geralvalorcom altofracionadasCargasagregadosecaargaC ;internacionalaéreoTransporteinternacional;marítimoTransporteinternacional;rodoviárioTransporteGerenciamentoaduaneiro;Despachodistribuição;armazenagem ededeLogística-SPLcargas;deSegurotécnicos;ServiçosPeças;deServiçooficinaseurgentespeçasdeEntregaedomésticoTransporteconsertos;deDoor)to(DoorexpressointernacionallogísticasoluçõesSoaevitandoem gaiolas,CarregamentosdeProjetocarga;damanuseiomáximobuscandoSinistros,deControleindicadoresdeatravésacompanhamentomonitoramenterisco,deregiõesdeterminaisnoshoras24filmadormazenagemAoAduaneirDespachantedeServiçosAlfandegário)(Desembaraço.i.n ..in ,Philips(DHL),SamsungSharpSony,EricssonSony804 042 9.581 18201 081 072 0imSmiSmiSmSirádioesatéliteiaVcAutotramnilink;O ;ControlsatAutotrac;Controlokn.i.ERPTMS;MS;WedBaixacarga;daon-lineInformaçõesEsteirasWAP;viaconhecimentosautomatizadasTBLortalP .n.iimSmiSmiSoNããoNoãNoãNoNã.i.no(diminuiaracom suspensãoVeículosSegurotransferência);aduranteimpactoviadadosdeTrocacargas;em 100% dasEDIRodoexpresso;Armazenagem em GRUreversaLogísticaSPL;deServiçosdemovimentaçãoe(gerenciamentoaatéchegada,adesdemateriais,cliente)aodevoluçãoemanutenção


62 Logweb | edição nº89 | Jul | 2009 |Agenda Agosto 2009FeirasMOVIMAT 2009 – Feira deLogística, Movimentação,Armazenagem e EmbalagemPeríodo: 4 a 7 de agostoLocal: São Paulo – SPOrganização: IMAM Feiras eComércioInformações:www.imam.com.brsylvia@imam.com.brFone: (11) 5575.1400Embala NordestePeríodo: 24 a 27 de agostoLocal: Olinda – PERealização: GreenFieldInformações:www.greenfield-brm.comFone: (81) 3343.1101SeminárioBens de Consumo –Logística, Supply eDemand ChainPeríodo: 12 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização:Ciclo DesenvolvimentoInformações:www.portalsupplychain.com.brciclo@ciclo.srv.brFone: (11) 3862.0959EncontrosEncontro Nacional deLogística e Transporte doAgronegócioPeríodo: 12 de agostoLocal: Videira – SCRealização: NTC&LogísticaInformações:www.ntcelogistica.org.brebalarini@ntc.org.brFone: (11) 2632.1500Gestão de Transporte deProdutos QuímicosPeríodo: 19 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Interação AmbientalInformações:www.interacaoambiental.com.breventos@interacaoambiental.com.brFone: (11) 2576.7608FórunsVI Fórum Nacional de Gestãode Compras e SuprimentosPeríodo: 12 e 13 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Inbrasc – InstitutoBrasileiro de Supply ChainInformações:www.inbrasc.org.bratendimento@febracorp.org.brFone: (11) 3053.1300Fórum Recife – Logística,Supply e Demand ChainPeríodo: 19 e 20 de agostoLocal: Recife – PERealização:Ciclo DesenvolvimentoInformações:www.portalsupplychain.com.brciclo@ciclo.srv.brFone: (11) 3862.0959Missão TécnicaMissão Técnica Internacionalde Logística – EUAPeríodo: 17 a 21 de agostoLocal: Silicon Valley, Califórnia eReno, NevadaRealização: ILOS – Instituto deLogística e Supply ChainInformações:www.ilos.com.brreginab@ilos.com.brFone: (21) 2132.8566CursosLogística3 de agosto a 2 de dezembroLocal: São Paulo – SPRealização: InterlogisInformações:www.interlogis.com.brinterlogis@interlogis.com.brFone: (11) 3862.5670Planejamento de MateriaisPeríodo: 5 e 6 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Elimar ConsultoriaInformações:www.elimarconsult.com.brelimar@elimarconsult.com.brFone: (11) 4797.2172Logística Empresarial –Ênfase em Transportes.Gerenciando a Cadeia deSuprimentos - Supply ChainPeríodo: 8, 15, 22 e 29 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: CetealInformações:www.ceteal.comsecretaria@ceteal.comFone: (11) 5581.7326Transporte Marítimo deProdutos PerigososPeríodo: 10 a 13 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Concepta DGComplianceInformações:www.concepta.com.brtreinamento@concepta.com.brFone: (11) 2602.1700Excelência na Gestão deAlmoxarifadosPeríodo: 11 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: TigerLogInformações:www.tigerlog.com.brbeatriz@tigerlog.com.brFone: (11) 2694.1391Gerenciamento de Comprase SuprimentosPeríodo: 11 e 12 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Global ConnexxionInformações:www.globalconnexxion.com.bredson.carillo@globalconnexxion.comFone: (11) 3521.7038Logística – Ênfase em MeioAmbientePeríodo: 13 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Interlogis – Logística& EmbalagemInformações:www.interlogis.com.br/curso_de_logistica.htminterlogis@interlogis.com.brFone: (11) 3862.5670Movimentação eArmazenagemPeríodo: 14 e 15 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: ENASLOGInformações:www.enaslog.org.brenaslog@enaslog.org.brFone: (11) 3668.5513Controle de Estoque ePlanejamento de DemandaPeríodo: 14 e 15 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: AslogInformações:www.aslog.org.brwilliam.carvalho@aslog.org.brFone: (11) 3668.5513Gestão de Compras eSuprimentosPeríodo: 17 de agostoLocal: Guarulhos – SPRealização: CetealInformações:www.ceteal.comsecretaria@ceteal.comFone: (11) 5581.7326Redução de CustosLogísticosPeríodo: 18 e 19 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: Global ConnexxionInformações:www.globalconnexxion.com.bredson.carillo@globalconnexxion.comFone: (11) 3521.7038Formação de EngenheirosLogísticosPeríodo: 18 a 22 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: TigerLogInformações:www.tigerlog.com.brbeatriz@tigerlog.com.brFone: (11) 2694.1391Auditoria Técnica noSistema de Movimentaçãode Cargas por IçamentoPeríodo: 24 a 26 de agostoLocal: Belo Horizonte – MGRealização: TTEInformações:www.tte.com.brtte@tte.com.brFone: (31) 3224.8171Logística BásicaPeríodo: 28 e 29 de agostoLocal: São Paulo – SPRealização: ENASLOGInformações:www.enaslog.org.brenaslog@enaslog.org.brFone: (11) 3668-5513Veja a agenda completado ano de 2009 noportal www.logweb.com.br


| edição nº89 | Jul | 2009 | Logweb63

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