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*/ V ikW^a* VM^O^Wí (?)VEÍCULO DE INTERCÂMBIO E COMUNICAÇÃO ENTRE GRUPOS DE VILAS DE PoA.ANO 1 - N9 6AGOSTO - 1981C. P. 10459 POA


2 -^z T Í° RA LIrmãos das Comunidades!Estamos numa caminhada em queo tempo parece ser uma dos gran-des inimigos. Não podemes nuncapermitir, porem, que a falta detempo atrapalhe nossa partilha devida, de experiências e apreen -soes. Esta aí o Fumaça para pro-var nossa capacidade de comunicação.Ha muita coisa esfumaçeandopor ax. Seria tão bom se a gentepudesse deixar de comentar certosassuntos! Saber que já se encon-trou soluções justas, cminhos no-vos e fraternos. Mas não se podedizer isto, por enquanto, da si-tuação de nossos irmãos colonosda Encruzilhada Natalino. São muitas e controvertidas as notíciasque nos chegam de lã. Desta veznão vamos fazer um relato geraldos acontecimentos, pois temos outrás fontes para isto. Mas vamostranscrever uma carta de apoioescrita a partir de reflexões so-bre o assunto, na comunidade daTronco. E uma tentativa de se fazer presente e unir a luta do ho-mem do campo e da cidade.Na Tronco a fumaça está en-grossando cada vez mais, e o po-vo continua sendo vítima de gran-des projetos da prefeitura, ondenao acontece o mínimo de parti-cipação popular.Por outro lado também temosanúncios positivos:Na Lomba do Pinheiro gruposde reflexão, de Jovens e crian-ças estão discutindo e escrevendopara nos todos sobre interessan-tes aspectos da realidade que nosenvolve.Na Arapeí os mirins estãodemonstrando criatividade e or-ganização. Que tal os grandesaprender esta lição!!!Alegra-nos também o empenhoe mobilização dos operários daConstrução Civil que se preparampara as eleições no seu Sindica-to.Ate de uma Igreja mais dis-tante (so geograficamente) - SãoFelix do Araguaia - nos vem aBoa Nova da organização de umpovo. Povo que e testemunho deresistência na luta pelo direitoa terra, ã educação e a liberda-de na opção política.Ainda queremos recordar cominsistência os dois Encontros dascomunidades. 0 III9 Regional e o119 Intereclesial Estadual. Am-bos querem ser celebrações de nos-sa caminhada. Festa das comunida-des que ja percebem sinais da li-bertação que se aproxima!EQUIPE:Bom Proveito!DeonizioLuiginoAlcidesLoritaHelenaDecio


3 -Vila Tronco, aos 21/08/81Aos Irmãos Colonos Acampados e Sem Terra!A mossa comunidade, da Vila Tronco de Porto Alegre,quer trazer-vos nossa solidariedade na luta por terra aqui noRio Grande. Acompanhamos desde o início a vossa luta e ate recebemosa visita do Saul e fizemos campanha para ajudar com roupas e alimentos.Três membros da comunidade jâ passaram pelo acampamento aí. Últimosdias ouvimos muitas notícias sobre vocês, mas não dadas por vocês.Sabemos que não se pode entrar no acampamento porque estão querendoforçar vocês a fazerem o que não e bom, sair do Rio Grande.Nossa comunidade e tudo gente pobre. Quase todos vieram daroça, onde eram agregados, trabalhavam a meia ou por salários miseráveis.Sabemos como ê a vida na roça o as dificuldades dos "Sem Terra' ; (Sabemos também a experiência da cidade. Não é tão fácil, tudo sobe eo salário não dá para tudo. Também o desemprego está aumentando. Nóssaimos das ropas, um por um, mas vemos em vocês um exemplo novo de dizerque sozinhos não resolvemos os problemas dos "SemTerra" e dos ' s o-perários da cidade' 1 .Nos também moramos em terras da prefeitura que ainda vãoser nossas. Por enquanto não são. Assim na pobreza nos queremos vivercomo cristãos, fiéis nos ensinamentos e ações de Cristo. Estamosrezando para vocês ficar firmes. Estamos de acordo com a reivindicaçãode terra no Rio Grande. Não estamos de acordo com o tratamentoque a polícia e o governo estão dando a vocês. Vocês não são presos,nern bichos. São humanidade sofrida e unida. O governo não reconheceque vocês estão querendo produzir alimentos mais baratos para nos dacidade., Ele : nunca passou as necessidades que nos e vocês estão passando,com os preços que sobem todos os dias como é o caso do pão,leite, alimentos todos e os transportes. Não bota imposto nos produtosmenr- necessários."Peta é o Vaiiò doi> pobh., do& inacoò z quz não tzm dí^ia".Contlnuzm ^l/itmò, não dz&anlmzml Todoi, 04 pobtiiò acham que. vocl& HòtãoddKtoò. V-Lgam-noò como pod&moò ajuda*.!Irmanados em Cristo e na luta por terra, assinaremos estaspalavras de fé e de anoio a vocês!A comunidade da Vila Tronco.(A &zguVt vem a aòòlnatufia de. todaò ai> pe,6&oaÁ que. cotavampticòcntcò na ficunlão cm que céta canta, c&cfilta pofium gMupo, lol aprovada.)


B ip Ao 9 -v Pffè Ij c •»-- 5 -y^Depois de muito esforço de pressão e luta, recebemos mais um pavilhãoem nossa escola. Mas a alegria dos pobres, mais uma vez durou pouco! Eis queagora na Tronco se ergue um muro de 2 Kms. de comprimento e 2 metros de alturae uma cerca de arrame em cima para proteger melhor. Assim dentro do muroinstalou-se a tranqailidade, pois ficou impossível uma invasão desta áreado exército. Todos nós sabemos da importância dos muros para sustentar e proteger um certo sistema! E fora do muro?Anuncia-se a construção de uma avenida que ocupará 44 metros de larguraEsta atingirá todas as vilas da Zona Sul. No espaço que sobra entre o muroe a Vila dos Comerciários há projeto para uma escola. Escola para quem? Adivinhem!! !Qual será, pois, o destino do povo da Tronco e das outras vilas vizinhas?No dizer do Dr. Zanella é preciso "só deslocar a casa mais pro lado".Consolo ridículo e infantil quendo se está entre um muro e uma Vila Nobre.Com esse empurra daqui e empurra dali seremos comprimidos ou cairemos fora!Diante desta situação somos desafiados a encontcar formas de luta emdefesa do direito de morar. Pois estamos diante de outro aspecto do grandeproblema da Terra. Tentamos nos organizar, mobilizar a população, firmar opé ou garantir aras alternativas. Nos sentimos pequenos porque os inimigossão dos maiores: o exército e a prefeitura.Mesmo assim, confiamos no Deus que caminha com o seu povo e o liberta!Confiamos na força da união comunitária! Confiamos também muito no apoio dasoutras comunidades! Mandem sugestõestò\ Equipe pastoralOS MIRINS DA COMUNIDADEARAPEIPor que resolvemos formar uma diretoriade mirins na Comunidade Arapeí?Surgiu de todes, sobretudo das meninas,que participam da comunidade. Está assim com-posta: Presidente - SuzeliVice-Presidente - RosângelaSecretãrrias - Cláudia e VeraTesoureira - Cristina.0 que queremos nós da diretoria?Queremos que a nossa vila seja cada vezmelhor. As crianças são muito sofridas emaltratadas pela fome.Queremos também que o povo saiba que e-xiste um Centro Comunitário, onde todos po-dem se comunicar e se unir ^cada vez melhor.Nós da diretoria queremos que as criançasque estão trabalhando conosco saibam que e-xiste um Centro Comunitário dentro da vila,Nós também colaboramos nas atividades da Co-munidade: limpeza do.Centro Comunitário,nas eülas de reforço, nas campanhas da Vila,na catequese...Nós queremos ajudar a Vila,principalmente nos seus problemas.Promovemos reuniões com as crianças, festase outras atividades.Achamos importante a nossa organização,porque eàa ajuda a comunidade ser mais unidae mais forte.Por esses motivos é que organizamos a diretoriamirim da nossa comunidade


:....: :, I6 . REJA ::.M E .-^o FELIX íDO ARAGUAIA_^ 10 ANOS DE CAMINHADA DE UM POVO - PARABÉNS!!!- 6 -Tcdos nós conhecemos D. Pedro Caaldaliga. Se não pessoalmenle, ao menos por suaspraticas de libertação e denúncias proféticas. Uoste ano a prelazia onde ele é bispo,S. Felix do Araguaia., festeja 10 anos de caminhada, pois nasceu em 1971,r Dias fortes desta celebração eram 14, 15 e 16 de agosto. Em nome do CECA fui participare gor.taria de contar algumas coisas que vi e vivi por lã.S. Fólix se situa no nordeste do Mato Grosso entre o Rio Araguaia e o Xingu. £ a-rea de muita tensão social, de luta entre posseiros e grileiros de terras. Neste am-biente tenso D. Pedro com uma jcorajosã' equipe de pastoral criaram uraa prática muitooriginal para a época. Enfrentaram cs problemas existentes com 3 instrumentos muitosimples para a organização do povo:1.0 Sindicato dos Trabalhadores Rurais2. O Partido Político - com educação política e conscientização.3. Grupos de Evangelho (CEEs) - com çatequese e alfa'.;ctização,etc.Com estes instrumentos somados a uma vid- aastera e una confiança sincera no ca-boclo sertanejo e no Tndio formaram uma ferte resitincia popular. Isto provocou perse-guições, torturas e até morte por parte dos tubarões que se viram prejudicados em seusplanos de conquista das terras da região.Todas estas lutas com suas vitórias e falhas foram celebradas restes três dias COT.uma programação oem interessante:; . 1 - Apresentação de um Teatro. Feito B'ííhierprstado por agentes de pastoral e.o po-vo. Neste teatro recordaram toda a caminhada da I^gfefja» rs acontecimentos e a participa-ção do povo nestes fatos. Uma reconstrução que devolve ao povo sua memória histórica eajuda a empurrar para frente. - .... i2 - Procissões(pasaeatai] R Celebração de ação tía graças.3 - Reuniões (sindicato, política, das mulheres e reuniões com os visitantes paracompartilhar suas experiências e receber informações de out.rps lugares).Impeessces que me ficaram e que podem ajudar cm nosso trabalho:1 - A festa tornou-se do fato a celebração da vida do povo. Sem outra motivação anao ser a alegria do en-ontro e a convivência. Nenhum interesse financeira,nem bebida:,nen churrascos!2. Toda a força de organização e resistência está centrada no povo, nas bases. Osagentes, inclusive o bispo, são apenas assessores. Até os meios qae usam são bem popula-res, "principal condução, por ex. e a bicicleta ou o cavalo, apesar das incríveis distânciasdo sertão.3-0 testemunho profético resulta do novo que criam e não tanto de discuros radi-cais. Mas de uma organização onde ha participação, garantia de direitos, vivência de justiçae o "saudável" hábito do voto nas decisões.Alem do aprendizado tive a alegria de encontrar o Elizeu, que no ano passado aindaestava por aqói (Vila Divinéia). Agora ele integra a equipe da Prelasia de B. Felix eatua na Ilha do Bananal. Junto cem a Margarida e a P-mvinda enfcentam ao lado de possei-ros e mdios muitas dificuldades'. Sente-se bea na cpção que fez e manda saudações a to--dos os amigos!


O "Ttt/qCf Vy^A^pA- 7 -FSTE TRABALHO FOI OPra^i7AD0 POR PüAS CP.l.WttfiS PA CATP^iFSE PR PRIMPIPA CP-MUNHÂOI ^WPPÇIA F ^WIANRi Cf^ABORAPAM T-^MWM A n !ipiMFI,, A InirF, A SAMIRA E * ri0 -S/SN($LA. •'■■ r' ' % ; ■.Segundo as catequistas, Neli e Edeilir, 'procuramos fazer" um tra-balho com as ciranças para que elas vão tomando consciência da reali-dade, que cerca a todos nós e, ao mesmo tempo, oferecer condições a 'elas para o despertar de uma consciência mais crítica diante destarealidade que elas enfrentam desde já e para que no futuro elas pos-sam ser pessoas capazes de colaborar na construção de um mundo melhoredesaberem lutar pios seus direitos. -Este trabalho foi baseado nas lutas concretas que tivemos nas.. •■■'/■. >. ■nossas Vilas "da*. Lomba do Pinheiro. *: UDeste modo apresentamos o trabalho "0 POVO SE ORGaNIZfl'''.Oi, colega, comevai? Tudo bem?-OII*i Tudo mais oupnenos. Com este/salário qus ga-/nhamos não dá^ nem para comprarum guilcde feijão.J• Viver só com um,/;salário mínimonunca.'( Pois e. Mas \I também o rico ipiorando o po-fe...Como vai /\ dá pra viver'\ /'Vcspereí Deixa eu/fazer uma pergunta.'Como a que o ricoicou milionário?/Porque eles fi-\\/ cam com o di- \\tr j nheiro que fal- r/Sifcj \ ta P ros pobres. ,-,< ique será \que podemos fazer >pra me nelhorar /isso? J&1l C/ ■\ÍÀ ei; uomo ve^que o povopode. acabar-^ãt-^ ' i com a expio-:ra.çaoXí .v/efoiS AH! Ah! Já sei/vamos reunir o povoe conversar...ÍWfr


t £ isso mesmo.\ Vai dar certov E poViemos chamar a reunnlão de Assembléia.Ótimo ^S■ fReunindo todosjuntoe oode sairótima idéia.-8-Hei.' Espere.'Você vai naAssembléia?E assim, o povo se reuniu e peesaram juntos e lutaram juntos e conseguramalguma coisa: o preço da passagem baixou. Agora já estamos preparando outra as-sembléia ^para conseguir água. Isto é que podemos chamar de COMUNIDADE UNIDA!' rEscuta. Por quevocês só batem empobre?W^^£ que nósfizemos opção pelospobres.'Dezenhos: Gentileza de Frei Antônio Cafaratte. Obrigado.'


■ - - '1- 5 •'OS RICOS NOS OPRIMEM !E NÕS?- "- \ \Quando nos nos íeynimos, falamos que os ricos nos oprimeni, não nosdão o direito de uma vida melhor, que os nosso filhos so podem estudarate a 51 serie, porque o pai so recebe o salário mínimo e tem passagm,roupa, calçado para comprar e quem tem 5 filhes, deste jeito ê impossívelterminar o 19 grau...E, assim tem muitas outaas coisas que nem vamosenumerar.E, pensando bem nestas opressões dos ricos sobre os pobres, n5s resolvemosnos perguntar como nos.-vivemos.aqui...na nossa vila que ê pobre,e ver^e nos nac nós pprímimos uijis aos outres também. Será que nos muitááve^es não-fazemos ò mesmo que .os ricos fazem conosco?E cMgamçs a"c:ohcíusâ0 de' que aqui 'em nossa vila existe este tipode opressão que ,iião e-exatamente cortioô dos ricos, mas de outra maneira.Às vezes vemos gente 'pobi/é como a/gente com manias de rico. Qucenílo hunirlhar pessoia^ so poçqu*e-''tífY.eram mais oportunidades de aprender mais ou deconseguir i uiíi\emprégo melhorV / , i ' i : i.r, , a,;Mas taínberà tem/pessoas muito boas quenes mostram o valor das pessoase que é àqüi que nos devemos começar a viver este mundo novo sem Sopressão. Éapartir dá nossa vida ctue nSe^ devemos exigir que os riaornos dêem mais valor e deixem de nos explorar. SBIOíR" i^! n-.: •Nos temos que começar aqui nas nojssas vilas a valorizar as pessoaejo'também^temos que fazer cc^ quiai ab ;p "':;.:-|soas entendam e não façam o mesas ; c'i?i3os- ricoèo fazem, embora conseguinda ^'íD;;eiflprfe^fó^melhor. Os ricosi:jgost.amjdl3i;í©íwí:jos pobres se'oprimam uns; aos outro: p|r,u|porque daí nos, os pobres, ficamos rli-ijvididos e sem força. Mas se nos, pcbresfqueremos nos libertar da Dprestbjsão, não devemos seguir este mau excr.rpiei dos ricos de oprimir os outros.(toò, anldo&l i; IPara nós, as pessoas tem valor! Valor não pelo que elas tem de material,mas pelo que elas tem no seu interior. E Jesus^diz que é aos pobrese quequeninos que se revelou este segredo: "Vai, SznhoA do Cia e da tafJia, jeu. tz dou giaçai posiqu zòcondíòtíò zòtoiò colòaò acó òátloò d IntíllQíntuí \e eu i(LV2.laòt(í.& aoò p&qu&nlno*. Sim, Vai, eu to. bdndlgo ptmqvLZ i&to iolhzlto pzla tua pin.Opn.la. ticolka e vontadz". (Lc. 10,21 )I(escrito pelos grupos de Reflexão da Vila S. Pedro,Lomba do Pinheiro)


-10-A JUVENTUDE ATUALAtualmente a juventude e manipulada,especialmente em relação ã política e no terrenodo "tempo livre" e, frequettemente, levadaao consumismo.A juventude, hoje em dia, e explorada emtodos or sentidos por uma máquina chamada:, ,CAPITALISMO, ou seja, o aparelho exploradorqae procura encher a cabeça dos jovens com i-lusões, com falsos valores e ocupando a maioriados jovens até no seu menor tempo disponívelcom um mundo de fantasias e, procurandonos "embalos" aquilo que desej^ri^fn quefosse as suas vidas. Criam, com o auxTio dasdrigas, o seu mundo ja que mundo r^al e problemáticoe insuportável. Assim experimentamuma satisfação que não existe em saa vida concreta.No entanto, sãorlbes tiradas as chancesde pararem para pensar na sua vida^po seu futuroe nos problemas que os cercan}. , ràanApesar disso, ainda existem jovens que sepreocupam em lutar por um ideal em sua vrda,engajar-se numa luta constante no seu dia-adiaem busca de um mundo melhor.Portanto, para semos juventude realidadeobjetiva, e preciso enfeentarmos os obstáculosque nos cercam. e,,í%mesmb tempo, sermosuma juventude dedicada ao serviço ãxornunidavde e disposta ai tudo»: com a certeza de que a 6transforaação do mundc para melhor vem dosoprimidos que, conscientizando-se, libèrtam-sea si próprios e também aos opressores criandoum mundo mass fraterno, onde o mais fraco seráo primeiro a ser ouvido, onde governar seráigual a servir (e não explorar), onde oproduzir será para todos, onde a lei seráAMAR (e não condenar)... ,r;~ ""' *" -(Grupo de Jovens daLomba do Pinheiro)1. O III9-ENCONTRO REGIONAL DAS CEBsserã-nos dias 5 e 6 de setembro, 81.;LOCAL: Lomba do Pinheiro - Centro Co-munitário da Parada 13.Ja foram distribuídos os roteirospara a, preparação dos participantes.O prazo de inscrições encerra nodia 30de agosto/81.2. O II INTERECLESIAL(Estadual)á.deCEBÜpH.aerã nos dias ,31 de outubro,1 e 2 de novembro/81. j iLOCAL: São Leopoldo - Paroquia do Fia^»Foi enviada a 1^ circular em vis-t.a da preparação deste Encontro. Lo-go mais virá a 2^ circular com maisinformações- e ansturçoes.Não deixefrfos tudo para a ultima•hora ..-pois as^resultados destes ên-centros-'dependem de sua preparação!.^-.r^lk-a ^caminhada de um povo que eâ-tã em jogo!!!■/3'. NOVA-íCOOlTDENAÇAO DAS CEBs de Porjaw—*1?o Alegre. Na reunião do dia 10de agosto/Si foi eleita uma nova cooriiu.denação de nossas reflexões e traba-lhos conjuntos. Ficou assim constituí-da: MARILEWE, MARTA, CELSA, VOMINGOSe VtCíO. Continuemos juntos nossacaminhada com o/povo:! ! !4. PRÕXIMA REUNIÃO: Está marcada pa-ra o dia S de_setembro/8^1_(_3f fei-'ra},na Igr. da RECONCILIAÇÃO.

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