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O planeta Terra estáESQUENTANDOCursosPalestras eConferênciasnaAPCD SAÚDE


Regional SaúdePresidenteGilberto Machado Coimbra1 o Vice PresidenteTakashi Yagui2 o Vice PresidenteWagner Nascimento MorenoSecretária GeralArne Aued Guirar Ventura1 o SecretárioDurval Paupério SérioTesoureiro GeralOssamu Massaoka1 o TesoureiroKunio ShimabokuroDepart. Assessor de Rel. InternacionaisAdmar KfouriDepartamento Assessores E.A.PMilton de Souza TeixeiraSamuel CecconiDepartamento Assessor de BenefíciosAuro Massatake MineiDepartamento Assessores CientíficoCheng Te HuaLuci FinottiDepart. Assessor de ComunicaçõesMoacyr Nunes LeiteDepart. Assessores de Congressos e FeirasLuis IdeLuis Afonso de Souza LimaDepart. Assessores de Defesa de ClasseHelenice Formentin IkegamiElizabeth Aparecida BragaDepartamento Assessores de EsportesCarlos Teruo ItabashiMauricio FazuraDepartamento Assessores de PatrimônioPaulo NagamineShindi NakajimaDepartamento Assessores de TurismoRicardo UgayamaArnaldo Baptista Ferreira JuniorDepartamento Assessores CulturalSonia Maria Moraes CecconeClara Yulie ChibaDepartamento Assessores SocialJulia UchidaMauricio NishimuraDepart. Assessor de Tecnologia e InformaçãoSergio YunesDepart. Assessores da PresidênciaValsuir José VessoniAdmar KfouriDiagramaçãoElisangela C. S. Chagas / Marta L. Silvatel.: (11) 6233-6890Jornalista ResponsávelIsrael Correia de Lima (MTB 14.204)tel.: (11) 3477-4156espaçodoleitorE-mail: contato@apcd-saude.org.brSite: www.apcd-saude.org.br4000 ExemplaresEndereço: Rua Rondinha, 54Saúde – São Paulo – SPCEP: 04140-010Tel. (leitor): (11) 5078-7960Tel. (anunciante): (11) 3477-4156 c/ IsraelCapa:Meio AmbienteeditorialANO IV - Nº 16 - MAIO / JUNHO / JULHO DE 2007sumárioPresidente .................................... 3Científico I ............................. 4 e 5Científico II ................................. 6Cursos 2007 ............................ 8 e 9Curiosidade ................................. 10Científico III .............................. 11Social .................................14 e 15Aniversariantes ....................16 e 17Atualidade ................................. 19Científico IV ........................20 e 21Benefícios................................... 24Culinária .................................... 25Indicador Profissional ................... 26Dia 16 de junho realizaremos a nossa festa junina, cominício às 17 horas.Gostaríamos que os sócios participassem, para isso, devemconfirmar presença.No segundo semestre, às sextas-feiras, iniciaremos maisum curso de Implante com o professor Dr. Paulo Yataro Kawakame equipe. As inscrições estão abertas.Estamos programando uma viagem para Minas Gerais, cidadeshistóricas, no dia 03 de agosto de 2007.Para o dia da criança, por iniciativa de nosso vice-presidenteDr. Takashi Yagui, desde já promoveremos uma campanhapara ajudar as crianças carentes, com doação de brinquedosnovos e usados em bom estado.Participem.Quero agradecer aos assessores do DepartamentoSocial, pela excelente organizaçãode nossas festas, em especial acomemoração de nosso vigésimo sextoaniversário.Espero continuar contando com a participaçãodos diretores, sócios, professorese alunos nos cursos em andamento e nosque se iniciarão.nestaedição edição03apcdsaúde


novos sintomas doCâncer de MamaLinfonadosMamainformativocientífico científicoI04Eu quero compartilhar esta mensagem com você,porque na última segunda-feira Claudia morreu porcausa desta doença. Por favor, não pare de ler isto eenvie esta mensagem. Mulheres: estejam alertas paraesta nova manifestação da doença. Homens: por favor,façam correr esta mensagem.Esta é uma informaçãopara as mulheres teremsempre em mente. Emnovembro, a irmã de um amigodesenvolveu uma erupção nasmamas, semelhante à que asmulheres desenvolvem quandoestão amamentando.Como a mamografia dela saiulimpa, o médico a tratou comantibióticos. Depois de dois tratamentos,começou a piorar.O médico pediu que ela fizesseoutra mamografia e também foifeita uma biópsia, que revelouum tumor maligno, de crescimentorápido. Primeiro fizeramquimioterapia para reduzir ocrescimento, depois mastectomiae em seguida, tratamentocompleto de quimioterapia e tratamentopor radiação.Nove meses depois de intensotratamento, foi determinada suaalta.Depois de um ano de viver diariamenteno seu limite, o câncerocupou o fígado. Seguiram-semais quatro tratamentos, quandoela optou por ter qualidade devida e interrompeu o tratamento,para não mais sofrer os efeitos secundáriosda quimioterapia. Passaram-secinco meses, nos quaisela planejou tudo e cada um dosdetalhes dos seus dias finais.Segue abaixo a mensagem dela:Por favor,esteja alerta aqualquer coisaanormal, e sejapersistenteprocurandoajudaimediatamente.A doença de Paget é uma forma estranha de câncer de mama, e aparece na parte externa dopeito, no mamilo, na aréola.Pode parecer uma erupção, que então, se torna em uma lesão com aspecto seco.Eu nunca tinha suspeitado que era câncer de mama, mas era.Eu nunca achei meu mamilo diferente, mas a erupção me aborreceu e por isso eu fui ao médico.Às vezes, incomodava e doía, mas fora isso não me aborreceu. Era somente feio e me aborrecia,e não melhorou com todas as pomadas prescritas por meu médico e o dermatologista para a aparentedermatite. Eles estavam preocupados, mas não me esclareceram que pudesse ser canceroso.Eu percebi que não há muitas mulheres que desconfiam, que uma lesão ou erupção no mamiloou auréola possa ser câncer de mama. A minha começou com uma mancha vermelha simples naauréola. Um dos maiores problemas com a doença de Paget é que os sintomas parecem ser inofensivose, freqüentemente, com uma inflamação ou infecção da pele, incentivando a descobertae tratamento deles deste modo.GlândulaMamáriaMamiloapcdsaúde


Quais são os sintomas?1-2-Uma irritação persistente, gotejo e ressecamento do mamilo,causando coceira e irritação.Uma lesão no mamilo que não cura (o meu estava na área aaréola com uma protuberância no centro do mamilo).3-Um único mamilo é geralmente afetado. Como diagnosticaristo? O médico deveria fazer um exame físico e sugerir imediatamente uma mamografiadas mamas. Mesmo quando a irritação e as crostas parecem dermatite (inflamação dapele), seu médico deveria suspeitar de câncer. Se aparecer somente em uma das mamas,pedir imediatamente, uma biópsia da lesão, para confirmar o que está acontecendo.Esta mensagem deve ser consideradacom seriedade e divulgadapara o maior númeropossível de pessoas(parentes e amigos).Pode salvar a vida de alguém.Meu câncer de mama passoupara os ossos depoisde “megadoses” dequimioterapia, vinte e oito(28) tratamentos de radiação eTamaxofin. Se isto tivesse sidodiagnosticado como câncer demama desde o início, provavelmentenão teria se estendido.Para todos os leitores: isto é triste.Como mulheres, nós não sabemosnada sobre a doença de Paget.Por meio de e-mails, nós podemosfazer com que outras pessoas tomemconhecimento e saibam sobre o seuperigo potencial.Desta forma estamos ajudando as mulheresem todos os lugares.Por favor,se você puder, envie estamensagem ao maior número de pessoas,especialmente para sua família eamigos.Esta atitude pode estar salvando vidas.informativocientífico científicoI 05apcdsaúde


ODONTOLOGIA BASEADA EMEVIDÊNCIASinformativocientífico científicoII06Resumo: Descrever claramente a importância daPrática Odontológica Baseadaem Evidências, para auxiliar o processo de decisão,conduzindo a melhoresresultados para os pacientes.Descritores: Odontologia Baseada em evidênciaRecentemente, estamos vivenciandouma mudança noparadigma referente à assistência emsaúde para os pacientes. Esta mudançafundamenta-se na decisão clínicacom base em comprovação científica,sendo denominada cuidados em saúdebaseado evidências. Este contextoenvolve, evidentemente, a Odontologia.Historicamente, a maioria dosprofissionais por meio de seus conhecimentos(experiência profissional) ehabilidades estabelecia diagnósticose decisões clínicas na assistência emOdontologia, sendo que alguns utilizavamresultados de pesquisas paraorientá-los nas decisões quanto aodiagnóstico e tratamento.Hoje, com a prática da OdontologiaBaseada em Evidência, poucosprofissionais estão combinando asmelhores evidências de pesquisascientíficas disponíveis com a experiênciae habilidade clínica, para obteremmelhores resultados na práticaclínica.ProposiçãoMelhorar os resultados dos tratamentose a saúde dos pacientes e facilitarnas decisões das condutas clínicas.Descrever claramente a relevânciados artigos para prática clínica.Evidências científicasÈ necessário escolher revistas de credibilidadecientífica, e interpretar corretamenteos resultados dos trabalhoscientíficos. Uma vez obtido, teremosque avaliar a qualidade das evidênciase se contém diferentes tipos de errosque podem comprometer diretamentea sua validade.Observar a metodologia empregadano estudo, grupo controle para medirapcdsaúdeos efeitos nas intervenções, tamanhoda amostra adequada e se reproduzresultados com outros estudos.DiscussãoConcluxãoHoje as revistas não especializadas publicamresultados de pesquisas científicas,sendo que algumas não apresentamclaramente esses resultados.Os pacientes têm feito perguntas sobreestes temas, estando ou não relacionadocom a Odontologia.Muitos estudos usam planejamentoincorreto, tamanho inapropriado dasamostras ou teste estatístico, ou análiseinadequada dos dados.Têm se aplicados os achados de pesquisascientíficas nas práticas clínicasodontológicas, sem a certeza da validadedos resultados. Devemos salientarque nem todas as questões podemser respondidas por meio de metodologiade pesquisa. Portanto, é importanteter habilidade e conhecimentoprático clínico para praticar OdontologiaBaseada em Evidência.O profissional deve criar o hábito deler e pesquisar trabalhos científicos,para não só enriquecer seus conhecimentos,mas também, para aprendera escolher e interpretar melhor osresultados das pesquisas. Assim teráconhecimento suficiente para aplicaras evidências científicas na práticaclínica odontológica. Quando se têmesses conhecimentos, e associandocom a prática e habilidade clínica, oprofissional estará com informações eexperiências suficientes para diagnosticar,planejar e executar o tratamentoodontológico com sucesso.Os trabalhos clínicos odontológicos planejados e executados, baseados emevidências científicas e associados aos conhecimentos e habilidades clínicasprofissionais, conduzirão a resultados satisfatórios.A sociedade atual requer que nossas decisões estejam baseadas, não apenas,isoladamente, na experiência do profissional e na identificação dos problemasdo paciente, mas também nos dados de pesquisas atuais disponíveis.REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS1. Elliot.Abt. Complexities of an Evidence-Based Clinical Practice. Journalof Evidence-Based Dent Pract. 2004, 4(3): 200-209, September.2. Francesco C. and Paolo P. The meta-construct of evidence-baseddentistry. Part 1. Journal of Evidence-Based Dent Pract. 2001, 1:159-165, December.3. Haynes RB, Sackett DL, Gray JMA, Cook DC, Guyatt GH. Transferringevidence from research into practice: 1. The role of clinical careresearch evidence in clinical decisions. ACP Journal Club. 199, 125:A-14.4. Roman J., Holger J. S, Devereaux P. J., Gordon H.G. Evidence-BasedHealth Care as a Model for Decision Making. Journal of Evidence-BasedDent Pract. 2004, 4(1):04-07, March.Luis IdeMestre e Especialista em Periodontia pela faculdade de Odontologia da USP


ORTOPEDIA FUNCIONAL DOSOobjetivo deste trabalho visaapresentar uma técnica alternativade confecção de pistas indiretasdos aparelhos ortopédicos FuncionaisPlanas.No intuito de facilitar algumas manobraslaboratoriais, utilizou-se umaplaca articular metálica de registro intra-oral,em substituição às tradicionaisguias de pistas pré-fabricadas em resinaacrílica, idealizadas pelo Dr. HelioEiras. Após algumas revisões literáriaspudemos mencionar alguns aspectosimportantes em relação as pistas indiretasdos A.O.F Planas quanto a sua altura,largura, inclinação e posição, nosespaços funcionais livres do sistemaestomatognático.Pistas dos aparelhos ortopédicosfuncionais planasPistas “Planas” e equiplanPistas “Planas” ou Pistas de Rodageme o Equiplan clinicamente tem conseguidoa roca de toda excitação neuralpatológica, pur um processo que tendeao fisiológico sem nenhum esforçoobtido automaticamente pelo paciente,graças à lei da mínima dimensãoverical. Com as pistas instaladas convenientementeconseguimos que opaciente pos si encontre a posiçãoque nos desejamos. A utilização dasmesmas por 24 horas. Leva ao novocondicionamento nercoso, apagandoa antiga memória e registrandoao cérebro a nova forma de trabalhodos músculos e articulações temporomandibulares.Troca-se a função, por conseguintea órgão se transforma, criando umaoclusão equilibrada funcional e estética.(Planas, Pedro: Gênesis de laRehabilitaciòn Neuro-Oclusa. 1ª ed.México, 1.972.)Função das pistas nos AOFs – planasA função principal consiste em obrigara contratar a placa inferior contraa superior e vice-versa.Facilitar o movimento de lateralidade,orientar a situação do plano oclusa,reabilitar as ATMs, corrigir as distoclusões,frear as mesioclusões e ajudar asaltar as oclusões cruzadas, etc.(Planas, Pedro.: Rehabilitación Neuro-Oclusal-RNO.Ed. Salvat. 1.987,Técnica alternativa de Confecção das pistas indiretas nos AOFM – Planasp. 130.)Liberar os movimentos funcionais damandíbula, eliminando as interferências.Os maxilares devem estar o mais próximopossível entre si para que se aproveite,em torno da postura, a maiorsensibilidade dos receptores.(Bonfill, J.J. 1.975 – Simões, Wilma A.:Ortopedia Funcional dos MaxilaresVista Através da RNO. Liv. Ed. Santos.1.985, p. 466.)Pistas: altura e posição-As pistas devem estar na região dospré-molares ou molares decíduos.-O espaço entre os molares será igualou aproximadamente 1mm menorque o levante anterior considerandosea distancia cúspide/fossa.-A altura da pista inferior é um poucomaior que a metade da distancia entreos molares indiciada pelo “calço”,ou seja, pouco maior que a metadedo levante total.- Sua posição é acima das fossasoclusais dos dentes inferiores, emfunção do maior ou menor levante,com ligeira inclinação no sentido queo caso exige.(Simões, Wilma A.: Ortopedia Funcionaldos Maxilares Vista Através daRNO. Liv Ed. Santos. 1.985, p. 474e 476)Pistas: inclinaçãoNo sentido mesio-distal será aquelaque induza a MPT (Mudança de PosturaTerapêutica). Pela lei da mínimaDimensão Vertical de Planas, a mandibuladesliza para o lado de maioraproximação entre os dois maxilares,isto é, o lado mais baixo, que nasdistoclusões será na parte posteriordos maxilares e porisso, a mandíbulaocupa posição distal; vice-versaocorre nas mesioclussões.As pistas devem ter inclinação contrariaaquela assumida pela mandíbulaem seu estado de postura patológica.Em caso de classe I levar sempre amandíbula para uma postura ondeencontre toque incisivo.(Simões, Wilma A.: Ortopedia Funcionaldos Maxilares Vista Através daRNO. Liv. Ed. Santos. 1.985, p. 466)MAXILARESPistas: dimensãoPara definir a largura tem-se que fazerdesgastes, primeiro entre os dentes e aspistas, pois elas deverão estar afastadasdo arco dentário: a superior mais que ainferior, pela propira anatomia dos arcosdentários nessas situação, a fim deque as pistas não tropecem entre si oucomo os dentes; depois são desgastadosdo lado da lingue e do palato paranão invadir o espaço oral fisiológico.Na parte posterior o desgaste é feitodiminuindo-se a largura até morrer emzero.A pista inferior deve ser mais estreitaem relação à superior. Essa larguradeve ser suficiente para o contratoentre as pistas durante os movimentosfuncionais.A largura das pistas é por volta de inferior2 a 3 mm e superior 3 e 4 mm.(Simões, Wilma A.: Ortopedia Funcionaldos Maxilares Vista Através daRNO. Liv Ed. Santos 1.985, p.479 e480)A técnica foi idealizada no sentidode facilitar a confecção de pistas dosAOF-Planas. Consiste na utilização deuma placa articular metálica de registrointra-oral, fixada com cera no planooclusão do modelo inferior (com peçase acessórios fixados e acrilizados) obedecendoa inclinação no sentido mesio-distalque o caso exige. Articulamseos modelos superior e inferior com aMudança de Postura Terapêutica como “calço” de cera, acrescentando ummm acima da altura da pista desejada,para compensar a espessura (1mm) daplaca.Para a confecção das pistas inserimosa resina acrílica, na consistência pastorsa,pela região posterior do modelo,nos quatros cantos formados pelaplaca metálica, junto a face lingualdos dentes. Após a polimerização desarticulam-seos modelos e remove-sea placa, onde podemos ver as quatropistas prontas para dar forma e acabamentocomo e preconizada pelo idealizadorDr Pedro Planas e descrita pelaDra. Wilma Alexandre Simões.Dr. Auro Massatake MineiEspecialista em Prótese Dentaria e OrtopediaFuncional dos Maxilaresapcdsaúde07


programaçãocientífica científicade de200708Coordenador:Wander Célio Kobayashi CRO 53015Especialista em Implantodontia pela APCDSão Bernado do CampoMestrando em Implantodontia pela UNISAUniversidade de Santo AmaroTodo são professores do Curso de Implantodontiado Centro de QualificaçãoProfissional Biomet 3Curso deImplanteProfessores:-Luis Macedo Mangueira CRO 39556Especialista em Periodontia pela UNIP Universidae PaulistaMestre em Implantodontia pela UNISA Universidade de Santo Amaro.-Paulo Yataro Kawakami CRO 43505Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial pela UNIP Universidae PaulistaMestre em Implantodontia pela UNISA Universidade de Santo Amaro.-Maurício Duarte CRO 37157Especializando em Implantodontia pela UNISA Universidade de Santo Amaro.-José Luiz Takashi Yassui CRO 16623Professor do Curso de Implantodontia do Centro de Qualificação Profissional Biomet 3i.-Julio Kawakami CRO 25231Especialista em Anatomia Cirúrgica da Face,pela São Leopoldo MandicMestrando em Ciência da Saúde pelo Hospital Heliópolis.-Sabrina Hatayama CRO 73432Especializanda em Periodontia pela FOB USPAssistentes:Claudia Pêra, Paulo Ueda e Edson Yassuo Bajou,Objetivo: Capacitar o cirurgião-dentista nos planejamentose execuções das cirurgias básicas e avançadas na implantodontiacom a utilização do sistema BIOMETData: Agosto de 2007Dia da semana: sextas-feirasHorário: 18h ás 22h30Carga horária: 64 horas / aulaVagas: 21Natureza: teórico-prático-laboratorialDuração: 4 mesesValor: 4 X R$350,00(sócios efetivos-recém formados50% de desconto)Curso de Aperfeiçoamento emCirurgia Oral MenorMinistradores: Prof. Dr. Josué Lourenço Santiago(Doutor, Mestre, Especialista e Livre docenteem Cirurgia e Traumatologia Buco MaxiloFacial pela FOUSP);Glácio Avólio (Especialista, Mestre em Cirurgiae Traumatologia Buco Maxilo Facial pelaFOUSP);Marcelo Marcucci (Especialista, Mestre emCirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facialpela FOUSP)Objetivos: Trata-se de um curso eminentementeprático que visa o desenvolvimentoe aperfeiçoamento do aluno no âmbito dacirurgia oral menor.Serão abordados aspectos referentes ao diagnóstico,planejamento, técnica cirúrgica,complicações e terapêutica medicamentosa,priorizando o tratamento cirúrgico dos dentesretidos. O objetivo final é habilitar o aluno noplanejamento e execução da prática cirúrgicanas mais diversas situações possíveis de ocorrerem consultório.Prof. Dr. GlácioAvólioProf. Dr.MarceloMarcucciData: Agosto de 2007Natureza: teórico / prático / demonstrativocom atendimento de pacientesDia da semana: quintas-feirasHorário: 19h às 22h30Duração: 62hs/aula – 5 mesesVagas: 16Valor: 5 x R$ 300,00(sócios da APCD)apcdsaúde


CONFERÊNCIA DOGRUPO DE ESTUDO DEENDODONTIADAAPCD SAÚDEConvidamos a todos os Cirurgiões-Dentistasa participar, gratuitamente, de mais um encontrodo G.E.E.TEMA:“CONSIDERAÇÕES CLÍNICASSOBRE TRAUMATISMO DENTAL.DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO”MINISTRADOR: Profº Mestre Luiz MarcosManci(Prof. da equipe do curso de atualização eespecialização da Disciplina de Endodontiada Faculdade de Odontologia da UniversidadeMetodista, da APCD São Bernardo ecurso Avançado de Endodontia da APCDSaúde).Para participar, favorentrar em contatocom APCD RegionalSaúde(011) 5078-7960 paraconfirmar presença.data: 26/06/2007terça-feira às20:00hsDra. Deborah Calvo Diretora do GEEDr. Keiji Nishikawa Vice Diretor do GEEIMPORTANTEA EAP poderá cancelar os cursos previamente,caso o número de vagas nãosejam preenchidos. Os horários poderãoser remanejados em função de umamelhor operacionalização.Para maiores informações, entre em contatoconosco.PalestraAPCD Regional SaúdeConferência gratuita com aula demonstrativae aplicação da técnicaDia 18 de junho de 2007 as 20hIniciação à Odontologia Ultra-sônicaProf. Dr. Luis Augusto L. Conrado(Graduado em odontologia pela faculdadede odontologia de Araçatuba, UNESP, Mestreem Engenharia Biomédica, UNIVAP, Doutorandoem Engenharia Biomédica UNIVAP,Pesquisador colaborador Junto ao Institutode Pesquisa e Desenvolvimento da UNIVAP,Consultor científico do SENACConsultor científico Microdont, Consultorcientífico da Invel, Consultor científico daCVD Vale)Resumo da palestraUma nova forma de se promover a odontologia,sem anestesia, sem dor, sem oruído indesejável do alta rotação, minimamenteinvasiva e sem ferir os tecidosmoles. Uma fantástica inovação que, associadaao aparelho de Ultra-som, podeminimizar dramaticamente o medo damaioria dos pacientes de ir ao dentistae aumentar de forma expressiva a freqüêncianas clínicas.programaçãocientífica científicade de200709apcdsaúde


curiosidade10ESPÍRITOS EVOLUÍDOSHá anos, nas olimpíadas especiaisde Seattle, nove participantes, todoscom deficiência mental, alinharam-separa a largada da corrida dos 100 metrosrasos.Ao sinal, todos partiram, não exatamenteem disparada, mas com vontade de dar omelhor de si, terminar a corrida e ganhar.Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiue começou a chorar. Os outros oito ouviramo choro. Diminuíram o passo e olharampara trás.Então viraram e voltaram. Todos eles.Uma das meninas com Síndrome deDown ajoelhou, deu um beijo no garotoe disse:- Pronto, agora vai sarar!E todos os noves competidores deram osbraços e andaram juntos até a linha dechegada.O estádio inteiro levantou e os aplausosduraram muitos minutos...Talvez os atletas fossem deficientes mentais...Mas com certeza, não eram deficientesespirituais...“Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemosque o que importa nesta vida, maisdo que ganhar sozinho é ajudar os outrosa vencer, mesmo que isso signifique diminuiros nossos passos...”“Procure ser uma pessoa de valor, em vezde procurar ser uma pessoa de sucesso. Osucesso é consequência.”apcd_reg.saude@terra.com.brapcdsaúdeinformePara que a APCD Regional Saúde possa bem informar a todosseus associados, solicita aos que não estão recebendo os informesvia e-mail, que nos comunique seu endereço eletrônico,através do nosso e-mail, para que possamos atualizar seu cadastro.Obs.: inúmeros e-mails tem retornado por motivo de “endereço desconhecido”ou por “caixa postal lotada”. Envie o seu e-mail agora!


OBTURAÇÃOTERMOPLASTIFICADAFIGURA 01RX inicialantes dotratamentoendodônticoFIGURA 02RX final – apóso tratamentoendodônticoFIGURA 03RX de controlede 1 anoOtratamento endodônticotem como objetivoprincipal promover a completalimpeza e desinfecçãodo sistema de canais, suaadequada obturação e imediatarestauração, impedindoa microinfiltração coronária.Todas estas fases são importantespara o sucesso do tratamentoendodôntico. Portantoa obturação do sistema decanais tem-se mostrado umapreocupação na endodontia.A obturação tem a função depromover um selamento dosistema de canais, incluindocanais laterais e ramificações.Uma das técnicas maisutilizadas na endodontia, éda condensação lateral, queapesar ser a mais difundidadurante anos; técnicas queutilizam o conceito de gutaperchaaquecida, caminharamparalelamente a condensaçãolateral. Atualmente ésabido que esta técnica nãooblitera de maneira satisfatóriacanais acessórios e aindapode causar a fratura verticalda raiz, devido a tensão geradadurante o processo deobturação. Devido a essasdeficiências, as técnicas queutilizam guta-percha aquecidaforam evoluindo e ganhandocada vez mais campona endodontia, já que estastécnicas superam os problemasgerados na condensaçãolateral.AUTORES:Frederico Gazzinelli C. Costa eJosé Eduardo de Mello JuniorA obturação da guta-perchaaquecida tem como objetivoamolecer a guta-percha, melhorandoo seu escoamento,para promover um boa qualidadeseladora do sistema decanais radiculares. Este conceitode obturação pode serfeito de várias maneiras, poréma maioria delas necessitade equipamentos específicos,ocasionando muitas vezesum elevado custo.A técnica Híbrida ou TaggerModificada, é uma técnicaque necessita apenas de umtermocompactador para serrealizada, portanto de baixocusto. O termocompactador ,é um tipo de lima Hedstroëmcom a parte ativa invertida,que acoplado ao contra-ângulo,obedece o princípio daação reversa de um parafusoprojetando todo o materialobturador, aquecido pela rotaçãohorária do micromotorelétrico, contra as paredes docanal. A técnica consiste deum cone principal envoltocom cimento endodôntico,associado a cones acessóriosjusta-postos, e a ativação dotermocompactador, seguidade uma ligeira condensaçãovertical. Ao lado apresentaremosum caso clínico em queesta técnica de obturação foiutilizada.informativocientífica científicaIII11apcdsaúde


Além das bactérias, obeijo também podetransmitir vírus causadoresde doenças. Uma dessasdoenças, a mononucleose, recebeucomo nome popular “doençado beijo”. Mononucleose écausada pelo vírus Epstein-Barr(VEB) e, depois de um períodode incubação de 30 a 45 dias,a pessoa pode permanecer comvírus para sempre no organismo.Mononocleose pode ser uma doençaassintomática, ou apresentarsintomas que incluem: fadiga,dor de garganta, tosse, inchaçodos gânglios, perda de apetite,inflamação do fígado e hipertrofiado baço. Outra doença porvírus mais conhecida, e tambémtransmitida pelo beijo, é o herpeslabial. Essa doença é provocadapelo vírus herpes simplex e podecausar bolhas e feridas nos lábiose pele ao redor da boca.As temidas doenças sexualmentetransmissíveis (DST) tambémpodem ser contraídas pelo beijo.Há risco de transmissão dovírus HIV, causador da doençasda AIDS, caso existam feridas ousangramento na boca. O risco detransmissão do HIV através dobeijo na boca é maior em pessoascom body-piercing na línguaou lábios. Um beijo mais ardentepode provocar sangramento naregião do body-piercing, havendoo risco de infecção do vírusHIV se o sangue entrar em contatocom uma lesão bucal, corteou cárie. Outras DST tambémtransmissíveis pelo beijo incluemsífilis e gonorréia.10 12faça uma criançafelizDoe brinquedos novose usados em bomestado de conservação,a partir de fevereiro de2007, durante o ano de2007, na sede daAPCD Regional Saúde.Eles serão doados paracrianças carentes.ANUNCIEAQUIcontato: Sr. Israel(11) 3477-4156 / 9263-1935contato@apcd-saude.org.brapcdsaúde


APCD SAÚDEdepartamentosocialComemoraçãonova geraçãoYatiko, Ossamu, Juliana26dosanos14familia charles Giba, Pureza, Ivone, Wagner, Cida, Takashi Takashi, Gilbertocantor e amigosLuis Ide, Ana, Beatriz, SergioTakashi, CidaapcdsaúdeGilberto, Pureza Maria, Fatima, Wagner, Charles Moacir, Kunio

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