Revista – II - Fenacon

fenacon.org.br

Revista – II - Fenacon

EDITORIALDiretoria da Fenacon(Gestão 2007/2010)PresidenteValdir PietrobonVice-Presidente InstitucionalAntonio MarangonVice-Presidente Região SudesteGuilherme Bottrel Pereira TostesNovoshorizontesVice-Presidente Região SulLuiz Antonio MartelloVice-Presidente Região NordesteAdelvani Braz da SilvaVice-Presidente Região Centro-OesteAntonino Ferreira NevesVice-Presidente Região NorteCarlos Alberto do Rego CorreaDiretor-AdministrativoAntonio Gutenberg Morais de AnchietaDiretor-FinanceiroPaulo BentoDiretora de EventosAparecida Terezinha FalcãoDiretor de Tecnologia e NegóciosCarlos Roberto VictorinoDiretor de AssuntosLegislativos e do TrabalhoFábio Oliveira FilhoDiretor de Relações InstitucionaisUrubatam Augusto RibeiroDiretor-Adjunto de ComunicaçãoMaurício MeloSuplentesLaércio José JacomélliJosé Geraldo Lins de QueirósPedro Ernesto FabriPaulo César TerraJosé Weber Oliveira de CarvalhoAuxiliadora Oliveira de AraújoCelestino Oscar LoroIrineu ThoméAna Lúcia Sales dos SantosJoão Carlos de OliveiraConselho FiscalEfetivosPatrícia Maria dos Santos JorgeFlávio Jair ZanchinRider Rodrigues PontesSuplentesValdir Campos CostaMaciel Breno SchifflerGelásio FrancenerRepresentação na CNCEfetivosValdir PietrobonCarlos José de Lima CastroSuplentesPedro Coelho NetoRenato Francisco ToigoUm divisor de águas. Assim posso classificar o que significou a 18ª ediçãodo Congresso Brasileiro de Contabilidade, em Gramado. Não apenaspela ilustre presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva,mas, principalmente, pelo que essa participação representou.Mais do que levar boas novas ao setor empresarial contábil, a ida dorepresentante máximo de nossa República ao evento demonstra que essesegmento possui forte representatividade no país. Na ocasião, ele anunciouque as organzações contábeis entrarão no Anexo III da Lei Geral, prometeuenviar ao Congresso Nacional anteprojeto de lei que atualizará o Decreto-Lei nº9.295/46, que regulamenta a profissão, e divulgou a Portaria nº 184 de 25 deagosto de 2008, que moderniza a contabilidade pública.A empresa contábil é a primeira instituição a que o brasileiro sedirige quando pretende abrir um negócio. Além disso, o setor processatoda a arrecadação tributária nacional e gera um Produto Interno Bruto(PIB) de R$ 2,5 bilhões ao ano, entre outras atribuições essenciais. Não foipor acaso que o próprio presidente afirmou que somos “profissionais indispensáveisao bom funcionamento da economia e da sociedade”.Não tenho dúvidas de que, com essa afirmação, o governo reconhece opapel da contabilidade nos processos que promovem a geração de riquezase de empregos, além do bom funcionamento das máquinas pública e privadado país.Acredito que, a partir desse reconhecimento público, surgiu uma granderesponsabilidade: é preciso que, constantemente, seja mantida a excelênciados serviços prestados, além de permitir definitivamente que as novastecnologias façam parte do nosso cotidiano. Daí a importância da CertificaçãoDigital, do Sped, da Nota Fiscal Eletrônica.Portanto, posso afirmar: estamos diante de uma nova etapa na áreacontábil. Uma era em que as empresas devem se preparar para todas asmudanças que apontam no horizonte, pois tenho certeza de que hoje asociedade e o governo sabem o peso que representamos para o Brasil.Valdir PietrobonPresidente da Fenaconpresidente@fenacon.org.brFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 3


SUMÁRIOAno XIII - Ed. 129 - Setembro/Outubro 2008Contabilidade • Assessoramento• Perícias • Informações • PesquisasCrise globalEconomia brasileira deve crescer entre2,5% a 3,5% em 2009, númeroinferior ao projetado para este anoEntrevistaAntoninho TrevisanEmpresário conta sua história desucesso e suas atuações na área sociale em defesa do setor empresarialEspecialContagem regressiva para a 13ªConescap foi dada com o lançamentoda convenção em GoiâniaContabilidadeEvento reúne mais de seis milprofissionais da Contabilidadede todo o paísEmpresasSetor de serviços lidera oranking das empresas quemais empregam no país201281118OPINIÃOElaine Cristina ReisTerceirização e legislação trabalhista 6GESTÃOA utilização de blogs corporativos é cadavez maior no ambiente empresarial 16ARTIGOErnesto Dias de SouzaInformação contábilna gestão das entidadesTRIBUTOSAC FENACONUnicorp Fenacon abrirá inscriçõespara quatro cursos a partir de outubro 30SEÇÕES24Débitos de até R$ 10 mil podemser perdoados pela Receita Federal 26MANUALFenacon lança versão digital do Guardae Manutenção de Documentos Fiscais 28Cartas 5Fenacon 32Regionais 34Etiqueta Empresarial 40Resenha/Charge 414Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


OPINIÃOTerceirização e alegislação trabalhistaElaine Cristina ReisAdinâmica da economia mundial,especialmente no que dizrespeito ao desenvolvimento tecnológicoe à modernização industrial,levou ao surgimento e à abertura denovos segmentos de negóciosespecializados na fabricação de determinadasmatérias-primas e nofornecimento de determinados serviços,que antes eram totalmenteproduzidos ou fornecidos pela própriaempresa responsável pelo produtofinal.Isto é, esses produtos e serviços,anteriormente consideradoscomo parte integrante do processoprodutivo, hoje, são fornecidos pornovos segmentos e empresas especializadas.É a chamada terceirização.Nesse novo modelo, as atividadesessenciais para as empresasanos atrás hoje são consideradasapenas como atividades meio daexecução do seu negócio. Desta forma,houve não só uma evolução, masuma revolução dos negócios. No entanto, esse desenvolvimentoe essa evolução nem sempre são acompanhadosna mesma velocidade pela legislação trabalhistae pelo Poder Judiciário.O crescente desenvolvimento do fenômeno daterceirização na contratação de mão-de-obra tem geradoinúmeras reclamações trabalhistas, que sãodispendiosas a todos os envolvidos, inclusive àstomadoras de serviços. E, na prática, o que se verificaA segurança naterceirizaçãodepende documprimento derequisitos legais,além do controlede funcionáriosFoto: Divulgaçãoé que os tribunais e a legislação,principalmente trabalhista, nemsempre acompanham a evoluçãodos novos conceitos com a rapidezdesejada e muitas dessas inovaçõesesbarram na limitação legislativa,que considera fraude muitas dessasterceirizações.Depois de reiteradas decisõesquanto à legalidade da contrataçãode serviços terceirizados, o TribunalSuperior do Trabalho (TST) editoua Súmula nº 331, consolidandoo entendimento de que é ilícitaa contratação de mão-de-obra paraa prática de atividade preponderanteda empresa tomadora de serviços,ou seja, a atividade-fim. Assim,forma-se, nesses casos, o vínculode emprego direto.Esse entendimento está vinculadoao disposto no artigo 2º daConsolidação das Leis do Trabalho(CLT), que estabelece que o empregadoré aquele que assume os riscosda atividade econômica, admitindoe assalariando, bem como dirigindo a prestaçãopessoal dos serviços. Nesse sentido, o entendimentomajoritário dos tribunais é de que a contratação deterceiros para a atividade-fim da empresa representa atransferência do risco do negócio, o que não é admitidopela legislação.Dessa forma, a terceirização deve ser utilizadacom critério, pois, mesmo não havendo qualquer ilegalidadena contratação de empresa interposta, a6Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


ESPECIALSucesso no lançamentoda 13ª ConescapGestão do Conhecimento e do Social serão os temas abordados napróxima edição do evento, que será realizado de 14 a 16 de outubro de2009 em Goiânia. Expectativa é que seja o maior de todos os temposDa RedaçãoComeçou a contagem regressiva para a realizaçãodo maior e mais importante evento do setor deserviços do país. A 13ª edição da Convenção Nacionaldas Empresas de Serviços Contábeis e das Empresasde Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas(Conescap) foi lançada, no dia 22 de setembro,em Goiânia-GO.O evento teve a participação da diretoria daFenacon, de presidentes dos sindicatos filiados, depresidentes e representantes das entidades do setor deserviços e de empresários do setor.Durante o discurso, o presidente da Fenacon,Valdir Pietrobon, comentou dados do setor de serviçose falou da atuação do Sistema Fenacon em assuntosde repercussão nacional, como Lei Geral e ReformaTributária.Pietrobon falou, ainda, do tema Serviços: Gestãodo Conhecimento e do Social. “Não tenho dúvidas deFoto: DivulgaçãoCerimônia delançamentodo evento emGoiânia8Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


ESPECIAL“Goiânia será sede de um dosmaiores eventos do setor deserviços. Esta será a maiorConescap de todos os tempos”que os assuntos que serão abordados neste evento serãode extrema importância para o setor, pois evidenciamcaracterísticas essenciais para o desenvolvimentodele e de todo o país”, afirmou.Para o presidente da Comissão Organizadorado Evento, Edson Cândido Pinto, esse assunto nãopoderia deixar de ser discutido, além da grandeexpectativa em torno da realização da convenção,de 14 a 16 de outubro de 2009. “Goiânia serásede de um dos maiores eventos do setor de serviços.Esta será a maior Conescap de todos ostempos”, disse.Após a solenidade, a ComissãoOrganizadora da 13ª Conescap ofereceu umjantar aos convidados.O eventoA Convenção Nacional das Empresas de ServiçosContábeis e das Empresas de assessoramento, Perícias,Informações e Pesquisas é o maior e mais significativoevento do setor de serviços. A convenção, que ocorre acada dois anos, além de ser um importante momentoFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 9


CONTABILIDADECongresso reúne mais deseis mil contabilistasEvento reuniu profissionais de todas as partes do país e contou coma presença do Presidente da República, que garantiu a inclusão dasempresas de serviços contábeis no anexo III da Lei GeralPor Vanessa ResendeCerca de 6.400 profissionais da área contábil participaramda 18ª edição do Congresso Brasileirode Contabilidade que aconteceu em Gramado –RS, entre os dias 24 a 28 de agosto último.Promovido pelo Conselho Federal de Contabilidade(CFC), o evento teve uma programação variadacomposta de apresentação de palestras, painéis etrabalhos, com o objetivo de expor e debater temasatuais e tendências da contabilidade, para o aperfeiçoamentodos profissionais do setor e, em especial,para a valorização da Contabilidade como ciência.O setor empresarial contábil esteve presente coma apresentação do fórum Certificação Digital: o usoe benefícios, Sped Contábil e Fiscal – Praticidade,que teve a participação do presidente da Fenacon,Valdir Pietrobon, como coordenador da mesa e o diretorde tecnologia e negócios da Fenacon, CarlosVictorino, como um dos palestrantes.Composição da mesa da palestrasobre Certificação DigitalFoto: Luiz NeriFoto: Ricardo StuckertO ponto alto do evento foi a participação doPresidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva,que garantiu a inclusão das empresas de serviçoscontábeis no anexo III da tabela da Lei Geral da Microe Pequena Empresa. “As empresas de serviços contábeisprecisarão ser enquadradas no anexo III”, destacouLula, sendo ovacionado, de pé, por todos os que estavampresentes no evento.Agradecimento – O presidente da Fenacon recebeuofício da presidente do CFC, Maria ClaraBugarim, em agradecimento pela participação do SistemaFenacon no evento. Segundo o texto, ela afirmaque a Federação contribui de forma muito positivapara o êxito do congresso. “Não tenho dúvidas deque a dedicação e o carinho com que Vossa Senhoriadesempenhou cada uma das tarefas que lhe foramconfiadas contribuíram para o sucesso do maior eventojá realizado pela classe contábil”, disse.A próxima edição do Congresso Brasileiro deContabilidade será em Belém-PA.PresidenteLula comrepresentantesdo setorcontábilFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 11


ENTREVISTA“O Supersimplesrepresenta um avanço”Antoninho Trevisan analisa sua trajetória de sucesso ao longo desses25 anos de existência e destaca ainda a importância de atuar na áreasocial, além de sua luta em defesa do setor empresarialHá 25 anos, Antoninho Marmo Trevisan resolveuarriscar na vida profissional, abrindo sua própriaempresa: a Trevisan. Hoje, aos 58 anos, ele possuium grupo formado por quatro grandes corporações –Trevisan Consultoria, Trevisan Escola de Negócios,Trevisan Outsourcing e BDO Trevisan.Essas empresas hoje possuem em seu quadro,mais de 1.500 funcionários, espalhados em 16 escritóriospelo Brasil. Juntas, as quatro faturaram em 2007mais de R$ 100 milhões. O crescimento delas ultrapassoua casa dos 57% em relação ao ano anterior(2006). A BDO prevê crescer 30% e alcançar ofaturamento de R$ 95 milhões em 2008.Nesta entrevista, Trevisan conta como conseguiusobreviver a grandes mudanças políticas e econômicas,fala de sua atuação na área social e faz uma análiseda Lei Geral. “A Lei Geral está perto de atender aseu objetivo, que é minimizar a carga tributária dopequeno empresário e, com isso, reduzir ainformalidade no Brasil”.Foto: DivulgaçãoRevista Fenacon em Serviços - Neste ano asempresas Trevisan completam 25 anos de existência.Qual avaliação o senhor faz dessa trajetória?Antoninho Trevisan - Tenho a impressão de quenossa empresa tem seu desempenho acelerado nosperíodos mais difíceis da economia. O próprio anoque escolhi para iniciar o negócio (1983) estavamarcado pelas piores taxas de crescimento. É quandonossa vocação, de oferecer soluções criativas,mais ganha espaço. Mas, de todos, o mais difícilfoi o ano do confisco da poupança pelo então recém-eleitopresidente Collor. Assim mesmo, orgulho-mede jamais ter atrasado o salário do nossopessoal e nunca ter deixado nossos clientesdesassistidos. Foi nesse cenário instigante que oentão conceito de Qualidade Total passou, de modoamplo e definitivo, a fazer parte do discurso das empresas,que constituíam departamentos e programas12Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


ENTREVISTAespecíficos para provê-lo. Talvez tenhamos sido dosprimeiros consultores dedicados a ajudar as organizaçõesbrasileiras nesse sentido. Não foi à toa que oBrasil conquistou o selo de investment grade em maiodeste ano, concedido por duas das maiores agênciasde classificação de risco do mundo, a Fitch Rating e aStandard & Poor’s. Em resumo, eu diria que a somade determinados elementos, como inovação,internacionalização, sustentabilidade, responsabilidadesocial e melhoria das competências gerenciais temgarantido uma governança indispensável para o crescimentovigoroso de qualquer organização. E acreditoque serão ainda mais necessários para neutralizar eventuaisrespingos que a crise mundial disparada pelosEstados Unidos possa vir a proporcionar para nós.Nesses 25 anos de vida procuramos trilhar por essecaminho.RFS - Como o senhor avalia o atual desempenhoeconômico e os novos cenários do Brasil?AT - Vejo no país um cenário que estimula aconfiança no desenvolvimento sustentável. Há váriosindicadores positivos da atividade e do emprego industrial,das exportações, da balança comercial, doconsumo no varejo e do crescimento do Produto InternoBruto (PIB). Os dados recentes sobre o crescimentodo PIB permitem essa confiança, sem falar noscontinuados recordes da arrecadação tributária. Amaterialização dessa visão passa por fatores importantes,como uma ampliação no financiamento doagronegócio e da agricultura familiar e a retomada deinvestimentos em infra-estrutura, com a construçãode hidrelétricas, linhas de transmissão, recuperaçãode estradas, reformas e ampliações de aeroportos eincentivo ao setor naval, entre outros fatores. Aindaque o quadro internacional seja turbulento, pela crisedas hipotecas norte-americanas, o Brasil encontrasebem estruturado para enfrentar essas questões. Nãofosse pelo alto endividamento interno, pelacarga tributária exagerada e pelos juros absurdamenteelevados, nosso país poderia ser um porto muito maisseguro para qualquer investidor. Temos mercadoconsumidor ávido, renda mais bem distribuída,governança nas empresas e no setor público de bomnível e demanda formidável por investimentos eminfra-estrutura. Essas situações mantêm a alta confiançado empresário que aposta no crescimento dopaís numa curva relativamente estável paraos próximos anos. É importante lembrar que ahumanidade sempre reage diante do caos iminente,seja retardando-o, seja superando-o. Isso acontecedesde que o mundo é mundo.“Não tive dúvidas em defender,no Congresso de Contabilidade,diante do presidente Lula, ainclusão no anexo III”RFS - Durante o 18º Congresso de Contabilidade,foi firmado convênio entre o Conselho Federal deContabilidade e o programa Ação Fome Zero. Em queconsiste essa parceria?AT - O termo de cooperação entre a ONG AçãoFome Zero e o Conselho Federal de Contabilidade(CFC) tem por objetivo viabilizar o apoio aos Conselhosde Alimentação Escolar nos municípios de todoo Brasil. São 37 milhões de crianças atendidas poresse programa. O objetivo deste projeto é contribuir,por meio de várias ações, para que os recursos públicosprevistos no Programa Nacional de AlimentaçãoEscolar (PNAE) sejam efetivamente gastos em merendade qualidade, na quantidade e regularidade necessáriaspara o desenvolvimento dos alunos da redepública de ensino do país. Por causa do grande númerode municípios do Brasil e da extensão territorial,a Ação Fome Zero necessita de parcerias para a execuçãodessa tarefa. Já que o Conselho Federal de Contabilidadecongrega mais de 400 mil contabilistasdistribuídos por todos os municípios brasileiros e éuma entidade civil que tem como diretriz o desejo deampliar a participação política e social do contabilistae a defesa da sociedade, pensou-se que era possíveljuntar os dois interesses e, dessa forma, realizar aparceria. Assim sendo, o CFC, que tem interesse emcolaborar com a execução do projeto Gestão Eficienteda Merenda Escolar, destacará, por meio de seusconselhos regionais, um profissional em cada cidadepara auxiliar na execução da tarefa de fiscalizar ascontas do PNAE e fornecer parecer conclusivo nosmunicípios. A Ação Fome Zero, com a experiênciaadquirida no desenvolvimento do projeto Gestão Eficienteda Merenda Escolar, se dispõe a elaborar e executarem conjunto com o CFC uma campanha desensibilização dos profissionais contabilistas sobre aimportância da sua atuação como voluntário no Conselhode Alimentação Escolar; e deverá também forneceraos Conselhos Regionais de Contabilidade todasas orientações necessárias para a realização doapoio aos conselheiros de alimentação escolar, bemcomo informar sobre os conselhos de cada município,com endereços e contatos.Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 13


ENTREVISTA“A Lei Geral está perto deatender a seu objetivo, que éminimizar a carga tributária dopequeno empresário”RFS - Qual é a linha de atuação do senhor àfrente do Comitê Gestor da ONG Ação Fome Zero?AT - A administração da Ação Fome Zero é realizadapor um órgão colegiado de três empresários,que formam o comitê gestor. Entre as atribuições dessecolegiado está a tarefa de analisar resultados, estabelecerprioridades estratégicas, deliberar sobre aspectosfinanceiros e administrativos, enfim, decidir sobreos rumos da entidade. Minha função no colegiadoé de presidente, com mandato de três anos. Minhaatuação vai além desse papel. Como as questões daalimentação escolar, do combate à fome e da luta poruma administração pública ética são temas muitoimportantes na minha vida pessoal e profissional,minha atuação na entidade é também de aconselhadore estimulador. Sempre apresento o trabalho daequipe da AFZ e, assim que vislumbro parcerias quepodem gerar cooperação para a causa desenvolvidapela entidade, eu invisto nelas. Por isso, posso afirmarque minha atuação é a mais ampla: aconselho,estimulo, participo das ações com entusiasmo e sempreopino para direcionar melhor o trabalho.Foto: DivulgaçãoRFS - Além de empresário, o senhor integra organizaçõese entidades representativas de classe. Quala importância do envolvimento do empresário nessasentidades e em questões que buscam o desenvolvimentoeconômico e social do país?AT - Além da questão social, existe outro pontoa destacar, que é a governança corporativa. Agovernança nos parece um fator de diferenciação dagestão e de desenvolvimento de atividades de formasustentável. Considero uma ação de cidadania oenvolvimento direto de empresários em instituições,organizações e entidades de classe. Como vivenciarum negócio, um mercado exclusivo da profissão decontabilistas, sem partilhar do desenvolvimento profissionalda classe? Da mesma forma que não admitoque profissionais não formados em Ciências Contábeisdirijam ou sejam sócios de firmas de auditoria. É umaquestão de princípios. Da mesma maneira que nãoconcordo com aqueles que, sendo contadores, preferemse apresentar com outros títulos. Ora, o sujeitovive daquela profissão, mas tem vergonha de se apresentarcomo tal. Desde sempre fiz questão de me apresentarcomo contador e especialmente quando estoutratando do tema publicamente. Tenho muito orgulhoda profissão que abracei e que, como empresário,me permitiu inclusive criar uma faculdade cujo cursode Ciências Contábeis foi classificado como o melhordo Brasil pelo MEC. Desde muito jovem colaborocom a profissão. A minha primeira participaçãofoi nos anos 70, como membro do comitê do Boletimdo Ibracon, junto com o queridíssimo professorAdemar Franco.RFS - O senhor sempre teve uma atuaçãomarcante em defesa do setor empresarial contábil.Como avalia a possível inclusão dessas empresas noanexo III do Supersimples?AT - O Supersimples representa um avanço. Apossibilidade de adesão dos escritórios de serviçoscontábeis ao sistema beneficia o setor, tendo em vistaque serão admitidos todos os benefícios previstosno estatuto das micro e pequenas empresas no país. ALei Geral está perto de atender a seu objetivo, que éminimizar a carga tributária do pequeno empresárioe, com isso, reduzir a informalidade no Brasil. Nãotive dúvidas em defender, no Congresso dos Contabilistas,diante do presidente Lula, a inclusão no anexoIII. Por várias razões. Primeira, porque se tratava demeus colegas, segunda, porque era justo tecnicamentee terceira, porque defendo tudo o que representarmenos imposto para o contribuinte.14Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


GESTÃOBlog corporativo:por que ter um?É cada vez maior o número de instituições que utilizam essasferramentas como canal de comunicação. Eficazes e de baixo custoeles podem melhorar o relacionamento entre a empresa e o clienteDa RedaçãoAtecnologia está cada vez mais presente no mundoempresarial como ferramenta de comunicação.Além dos tradicionais website e e-mail, ganhacada vez mais força uma nova tendência nas organizações:o blog corporativo.Com o crescente número de usuários conectados,o potencial de alcance de um blog torna-se muitomaior. Essa nova ferramenta tem despertado o interessedas empresas que buscam meios alternativos parareforçar o relacionamento com públicos.De acordo com o consultor do Sebrae, AndréSpínola, a blogosfera é uma realidade que cada vezmais se agiganta. “O Brasil é um dos países com maiorutilização de blogs. São 11,4 milhões de pessoas quenavegam, em média, 5 horas por mês”, acrescentou.O blog corporativo pode ser utilizado não apenascomo um espaço virtual para trocar informaçõesentre uma instituição e o seu público, mas tambémserve para promover a empresa, bem como seus produtose serviços. Vale lembrar que o blog não permitevender diretamente para o consumidor como emsites, mas nada impede de utilizá-lo como estratégiade marketing.Com linguagem simples e direta, essa nova ferramentafunciona como canal promissor de comunicaçãomais informal e, assim, pode aumentar e aprimoraro relacionamento da empresa com seus públicos.Sua estrutura de fácil leitura e a abertura de espaçopara envio de comentários permite uma comunicaçãomultilateral entre a empresa e o mercado eentre os próprios clientes, já que todos têm acesso aoconteúdo. Além de servir como caixa de sugestões ereclamações.O blog possibilita ainda se inserir em resultadosde ferramentas de busca e aumenta a visibilidadeda empresa e o número de pessoas que acessam apágina. A exposição do blog conecta potenciais clientes,o que pode gerar novas oportunidades de aliançase parcerias estratégicas.Fazer parte dessa era inovadora é simples e custapouco para as empresas. Segundo Spínola, criar umblog é extremamente barato. “Existem plataformasgratuitas que dão ótimas opções para a criação.16Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


GESTÃOUm bom blog nasce sem a necessidade de gastos financeirose sim com uma boa dose de dedicação.Não gosto de dizer que não custa nada, pois tomatempo. E tempo é dinheiro”, analisa.Sete passos para criar um blogde respeito para uma empresa:1º passo - criar um bom blog com design atraente.Uma imagem séria e profissional que espelhecredibilidade.Os blogs Dicas Blogger e TemplatesNovo Blogger dão todas as dicas para quem escolhero Blogger, com modelos e tutoriais. Quem não temnoção alguma deve ler o Bê-a-Blog.2º passo - registrar um domínio própriopontocom ou pontocompontobr, o que confere maiorprofissionalização e é muito barato. Os preços variamentre 10 e 30 dólares por ano e você terá tambéme-mails com o nome da empresa.3º passo - buscar ferramentas de search engineoptimization. Seu bom posicionamento nas ferramentasde busca é importante num mundo onde o uso da internetaumenta exponencialmente todo ano e a web aparece comoum grande catálogo telefônico ou uma grande vitrine.4º passo - levar sempre bons conteúdos. O blognão falará apenas dos produtos/serviços da empresa,mas trará também notícias, manuais, links, indicaçõese comentários sobre assuntos de interesse dosseus clientes (e não seus).5º passo - ser interativo e utilizar o blog comoferramenta de relações públicas, comunicação comclientes e marketing. Fazer com que o blog seja umaferramenta próativa, utilizando o mailing e mantendocontato pós-venda, com ofertas e disponibilizaçãode newsletters e informativos.6º passo - observar leis de direitos autorais, preocupando-secom cópias sem autorização e cópiascom condições, como, por exemplo, citar a fonte.Lembre-se que seu blog tem fins lucrativos, já queprocura incrementar as vendas da sua empresa e, conseqüentemente,ampliar seu lucro.7º passo - atualizar o blog com conteúdo interessantee prático, freqüentemente. Essa talvez seja a tarefamais difícil, justamente por exigir tempo, não só para aatualização em si, mas também para sempre estar atentoàs novidades e ao interesse do mercado.Colaboração: Natasha EchavarríaFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 17


EMPRESASSetor de serviços cresceem ritmo aceleradoExistem aproximadamente 960 mil empresas desse segmento no país,que lideram o ranking de geração de empregos. São 37,7 milhões detrabalhadores em atividade em todas as regiões brasileirasDa RedaçãoOcrescimento e a consolidação do setor de serviçosé uma tendência mundial. No Brasil, essesegmento responde por mais da metade da renda nacionaldo Produto Interno Bruto (PIB), que é a somade todas as riquezas produzidas no país.Na Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgadapelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), números e indicadores econômicos mostramo ritmo da evolução do setor de serviços em 2006.• Prestados às famílias• Prestados às empresas• Transporte e correios• Informação• Manutenção e reparação• Outros• Atividades imobiliáriasNesse estudo foram investigados sete segmentos:serviços prestados às famílias, serviços de informação,serviços prestados às empresas, transportes,serviços auxiliares dos transportes e correios, atividadesimobiliárias, serviços de manutenção e reparaçãoe outras atividades de serviços.Para o presidente da Central Brasileira de Serviços(Cebrasse), Paulo Lofreta, esses números denotama força dos serviços na economia brasileira como umtodo e espelham sua importância no plano social.Existem aproximadamente 960 mil empresas nosetor de serviços. Do total de empresas, a maiorrepresentatividade está nos serviços prestados às famílias,em que foram identificadas 308.205 empresas,32,2%. As ligadas aos serviços prestados às empresasrepresentaram 23,4% do total.A receita operacional líquida obtida poressas empresas, em todo o país, somouR$ 501,1 bilhões. Os serviços ligados atransportes, auxiliares de transportes e correiostiveram a maior participação na geraçãode receita, com R$ 149,7 bilhões, oequivalente a 29,9% do total. Em seguidavieram os serviços de informação, com 28,7%do total gerado, e os serviços prestados às empresas,com 21,5%.Nos serviços prestados às empresas, os serviçostécnico-profissionais geraram receita operacional líquidade R$ 51,8 bilhões. A pesquisa mostra aindaque atuavam no país cerca de 3.206 empresas do setorde serviços de investigação, também parte dos serviçosprestados às empresas, segurança, vigilância etransporte de valores que geraram receita operacionallíquida de R$ 11,4 bilhões.EmpregoO setor de serviços é de extrema importância noque diz respeito à criação de empregos. De acordo18Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


EMPRESAScom Lofreta, o setor continua liderando no ranking degeração de empregos em todas as regiões brasileiras,com 37,7 milhões de trabalhadores, ao lado do comércio,que tem 16,3 milhões deles.Em todo o país, o segmento é o responsável porquase 45% da mão-de-obra ocupada. O total pagoem salários, retiradas e outras remunerações atinge acifra de R$ 95,1 bilhões.De acordo com o Cadastro Geral de Empregadose Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalhoe Emprego, o segmento foi responsável pelacriação de 587.103 empregos no ano passado e foi oque apresentou o melhor desempenho na geração deempregos formais no país entre janeiro e agosto desteano.Os serviços prestados às empresas foram o principalsegmento, em termos de pessoal ocupado, cercade 3 milhões de pessoas. Essa categoria se destacatambém pelos altos salários, retiradas e outras remunerações,que alcançam o valor de R$ 31,6 bilhões.Já os serviços técnico-profissionais, por exemplo,consultorias, agências de publicidade, escritóriosde advocacia e contabilidade, serviços de engenhariae arquitetura contam com o maior salário médiomensal, cerca de 4,6 salários mínimos.Grandes EmpresasNos anos de 2000 e 2006, a participação dasgrandes empresas no total do PIB do setor de serviçosnão-financeiros aumentou, passando de 48,5% para50,7%, “impulsionadas pelo crescimento no segmentode serviços prestados às empresas”. Dentro desse segmento,a atividade de seleção, agenciamento e locaçãode mão-de-obra temporária apresentou as elevaçõesmais expressivas entre as grandes empresas.• Transportes e correios• Informação• Prestados às empresas• Prestados às famílias• Atividades imobiliárias• Manutenção e reparação• OutrosPor todo esse crescimento, Lofreta afirma que aCebrasse, em sua missão de representatividade do setor,reveste-se de força e de vontade para reivindicarmelhorias das esferas de poder. “Queremos o melhorpara melhor empregar e melhor formar nossos trabalhadorese colaboradores. Assim, maximizaremos aindamais nossa posição no cenário nacional, gerandomais emprego e reforçando a economia”, frisou.Colaboração: Natasha EchavarríaFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 19


CAPABrasil sofrerá impactosda crise global20Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


CAPAMesmo com a alta do dólar, menor oferta de crédito no mercadoe taxas de juros mais altas, a economia brasileira mostra solidez,embora deva apresentar menores índices de crescimento em 2009Por Vanessa Resende“É só uma crise passageira”. Essa frase foi pronunciadapor um investidor durante o colapso do capita-sobre o desempenho da economia brasileira em 2009,Por outro lado, haverá sim impactos da crise externalismo ocorrido após uma sucessão de desastres econômicose que teve como ápice a queda da Bolsa de ções brasileiras e pela redução dos fluxos de capitaispor meio do recuo da demanda externa pelas exporta-Valores de Nova York, em 24 de outubro de 1929. A em direção ao Brasil”, avalia.partir dos Estados Unidos, ela alcançou a economia Há consenso entre os economistas de que o paísde vários países, inclusive o Brasil, onde o principal continuará crescendo, mesmo diante de umapilar da economia era a exportação do café. O país, desaceleração mundial. Porém, as estimativas paraentão, viu os valores do seu principal produto despencareme os créditos serem cortados, ocasionando 3,5%, o que representa redução de até três pontos2009 apontam o percentual de aumento entre 2,5% eum efeito dominó, com a derrocada de milhares de percentuais em relação ao resultado esperado para estefazendeiros e falências no comércio e na indústria. ano, de 5% a 5,5%.Após 79 anos o mundo vive a expectativa deoutro abalo na economia norte-americana, que enfrentauma das mais graves crises de sua história.Mesmo que o governo dos Estados Unidos coloqueem ação um efetivo plano de resgate de sua economia,os efeitos da crise devem ser sentidos pela economiaglobal pelos próximos dois anos, segundo especialistas.Em meio a toda essa incerteza e uma onda depessimismo dos investidores, dificilmente o Brasil sairáileso de uma crise econômica mundial de maioresproporções. Mas é certo que nunca esteve tão preparadopara enfrentar turbulências. O país desfruta dereservas superiores a US$ 200 bilhões, o PIB cresce a6,1%, a taxa de desemprego é de apenas 8,1% e omercado interno ganha novos consumidores, graçasàs políticas públicas e ao ciclo positivo da economia.De acordo com o economista-chefe do BancoSchahin, Silvio Campos Neto, a expectativa é que opaís continue crescendo no próximo ano, porém emmenor escala. “O país seguirá crescendo mesmo emmeio à crise externa pelo fato de o atual ciclo positivoestar sendo condicionado principalmente pelaforte expansão da demanda doméstica, especialmentepelo comportamento vigoroso dos investimentos.SilvioCamposNeto,economistachefedoBancoSchahinFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 21


CAPAParadoxosRelatório sobre o Investimento Mundial da Unctad(Conferência das Nações Unidas para o Comércio e oDesenvolvimento), divulgado antes do ápice da atualcrise financeira, aponta que o Brasil é o quinto país maisatrativo no mundo para se investir.O país foi o que mais recebeu investimentoestrangeiro direto (IED) na América Latina no anopassado, US$ 35 bilhões. Segundo o relatório, ospaíses latino-americanos mais atraentes para osinvestidores continuarão sendo Brasil, Méxicoe Chile. O documento analisa, comoparâmetro para esse crescimento, os altospreços do petróleo, das matériasprimase das infra-estruturas nodesenvolvimento dos países,além dos investimentosnas fronteirasdessas áreas.Entretanto,devido a altacarga tributária e aosentraves burocráticos paraabrir e fechar empresas, o Brasilfica no 125º lugar entre os paísesonde é mais difícil fazer negócios.Isso é o que aponta o relatório DoingBusiness 2009, divulgado tambémrecentemente pelo Banco Mundial.A instituição pesquisou 181 países paradeterminar quais são aqueles cujas estruturasregulatórias facilitam a abertura e operação deempresas, o pagamento de impostos e o fechamentode negócios. O relatório critica ainda a legislaçãotrabalhista brasileira, que limita o tamanho dasempresas e reduz o número de empregos.Empresas brasileiras – quando o assunto é acaptação de recursos e a sobrevivência das empresasno país, o certo é que os impactos diretos da crise naeconomia norte-americana serão sentidos a médioprazo. Apesar das propagandas otimistas de solidez,de fato, os efeitos já se manifestam e as piores conseqüênciassão as mais lentas, pois, mesmo após o retornoa uma virtual estabilidade do sistema, continuarãocorroendo, principalmente, as pequenas e médiasempresas brasileiras, que lutam pela sobrevivênciaà custa de empréstimos e financiamentos.Para o vice-presidente da Sociedade Brasileirade Estudos de Empresas Transnacionais e daGlobalização Econômica (Sobeet), ReynaldoPassanezi, o Brasil poderá sofrer alguns impactos, masé necessário que se mantenha a tranqüilidade. “Asempresas têm de estar conscientes de que o créditoficará mais escasso e mais difícil de se conseguir eque isso vai perdurar até 2009”, afirmou.Outro reflexo a ser sentido por empresáriosnacionais refere-se ao aumento com custos nas linhaspara capital de giro e para tocar a ampliação de fábricas– juros médios de 28,4% ao ano, os maiores desdejulho de 2006 –, uma vez que o crédito externosecou.Em linhas gerais, a transmissão da crise financeirapara o país poderá ser sentida mais intensamentepela menor demanda das exportações e pela contraçãoda liquidez, o que implicará menores investimentosestrangeiros e menor disponibilidade de recursospara captações externas. “A oferta de créditono mercado doméstico poderá ser prejudicada por estapiora do ambiente lá fora. Evidentemente, o grau doimpacto a ser sentido pelas empresas brasileiras dependeráda duração e da intensidade da crise no exterior,ou seja, de quão profundo será o efeito sobre aeconomia mundial e quanto tempo o sistema financeirointernacional levará para se recuperar”, afirmaCampos Neto.Outra previsão é que as exportações brasileirassejam negativamente afetadas. Porém, como ainda háa expectativa de que importantes economias emergentessigam com bom comportamento, casos deChina e Índia, é provável que o impacto sobre a receitatotal das exportações não seja significativa, podendoocorrer inclusive nova expansão – embora pequena– em 2009.Consumo – Os efeitos da crise financeira tambémsão sentidos pelos consumidores brasileiros. Aalta do dólar e a menor oferta de crédito, decorrentesdo cenário internacional, afetarão o cidadão comum.Para se ter uma idéia, a recente valorização damoeda norte-americana pode pressionar para cima oscustos de produção de fabricantes que utilizam22Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


CAPAcomponentes importados. Por isso, o brasileiro passaa pagar mais por itens como eletroeletrônicos. Os produtosvindos de outros países ficam mais caros.De acordo com o especialista em comércio exterior,Luiz Martins Garcia, a capacidade que o Brasildesenvolveu nos últimos anos de ampliar seus mercadosde exportação deve amenizar os impactos da criseno país. “Sabe-se que o Brasil conseguiu, nos últimosanos, diversificar de forma um tanto acentuada agama de países com os quais opera. Mesmo assim,não há sombra de dúvidas de que tanto os EstadosUnidos quanto a Europa são altamente representativos,não somente como destino de nossos produtos,mas também como origem de nossas importações”,afirma, destacando ainda que, apesar desse fator positivo,a retração da economia norte-americana deveráafetar o crescimento do país.Na média, os consumidores que se dispuserem acomprar a prazo ou a tomar empréstimos vão arcarcom as maiores taxas de juros desde o segundo semestrede 2006: 52,8% ao ano, em média. Operações queantes eram oferecidas sem restrições, como os empréstimoscom desconto em folha, praticamente sumiram.No máximo, os bancos estão renovando os financiamentose, mesmo assim, em prazos menores.Investimentos – É no mercado financeiro que osefeitos da crise são mais evidentes. Somente para seter uma idéia, após o estouro da crise, o valor dasempresas com ações na Bolsa de Valores de São Paulo(Bovespa) encolheu R$ 617,8 bilhões. Corretoras efundos de investimentos tiveram dificuldades parahonrar compromissos no pregão paulista. Grandesexportadoras, como a Sadia e a Aracruz Celulose,perderam mais de R$ 1 bilhão, ao serem surpreendidascom a disparada do dólar em relação ao real.Estima-se que, na primeira quinzena de setembro,saíram em fuga da Bovespa US$ 700 milhões,entre investidores estrangeiros e nacionais. Algunsdeles decidiram se antecipar e sair do mercado deações. Houve quem comprasse títulos da Petrobrásno início do ano a R$ 40 e tenha visto a cotação baterem R$ 30. Essa depreciação ocorreu mesmo com adescoberta do pré-sal, que aumentará substancialmenteas reservas de petróleo produzidas no país.A perspectiva futura é que em 2009 a economiamundial deva ter um desempenho mais modesto. Setoresque exportam prioritariamente para as economiascentrais (EUA, Zona do Euro, Japão) podem sermais afetados. Já as importações do país devemdesacelerar o ritmo de expansão, conforme o crescimentoda economia brasileira também apresentarmoderação nos próximos meses. “Acredito que o dólar,embora se torne mais volátil em meio a um ambientede turbulências, não deve apresentar mudançasignificativa de patamar. Se, por um lado, a menorliquidez global deverá impedir a continuidade da apreciaçãodo real, por outro, as volumosas reservas internacionaisfornecem uma importante garantia, eliminandopressões especulativas contrárias à moeda doméstica”,conclui Campos Neto.Anun.PressclipingFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 23


ARTIGOInformação contábilna gestão das entidadesErnesto Dias de SouzaAContabilidade nasceu comouma ferramenta de gestão. Nofinal do século XV, o Tractus (de FráLuca Pacioli), que é a obra reconhecidacomo marco inicial da Contabilidade,era dirigido aos comerciantesda época e apregoado como ummétodo de controle dos negócios.Atualmente, para grande partedas pessoas, contabilidade está associadaà tributação e às leis queregem as sociedades e o comércio.Prevalece a idéia de que contabilidadeseja, acima de tudo, uma obrigaçãolegal e não se tem a sensibilidadede ela existir pela necessidadede se manter um sistema formal euniversal de controle do patrimônio.Sem dúvida, há uma grandeutilização da informação contábilpelos órgãos responsáveis pela tributaçãonas esferas federal, estaduale municipal. A legislação comercial,o Código Civil e a Lei das S.A.se preocupam com a qualidade e oformato das demonstrações contábeis.A legislação e as normas exigemque as entidades mantenhamescrituração contábil, definem o conteúdo mínimodas demonstrações contábeis, seus formatos, periodicidade,critérios de avaliação, etc.A contabilidade legalmente regulamentada eformatada é importante para a tributação, para a tomadade decisões por investimentos, concessões decrédito, participação em concorrências públicas, parceriasem negócios, etc. Todavia, não é suficiente paraa gestão e o controle internos das entidades.A informaçãocontábil é bastanteflexível e deve tercapacidade paraatender desdeas necessidadesmacros até asmais específicasFoto: DivulgaçãoAs demonstrações contábeispossuem finalidades externas à entidade.O Fisco, os acionistasminoritários, bancos, fornecedorese outros são usuários externos dasinformações contábeis e por isso asrecebem de forma padronizada, previstaem lei e demais atos, uniformementeproduzidas dentro de padrõesmínimos de procedimentose de qualidade, de modo que possamser analisadas e interpretadascom um mínimo de segurança.A informação contábil voltadapara os usuários internos à entidade,que participam diretamentede suas atividades e de sua gestão,não é engessada por leis comerciais,societárias ou fiscais. É bastanteflexível e deve ter capacidade paraatender desde necessidades macrosaté as mais específicas.Por exemplo, o controle deestoque é exigido pela legislaçãoFiscal. Todavia, o controle de itensestocados e o melhor aproveitamentodo giro desses estoques são a suafinalidade principal. Para atendimentodo Fisco, utiliza-se o custeiopor absorção, mas para controle interno e a análiseadequada dos processos de produção e de suasdiversas etapas, o custeio por atividades e o custeiodireto são ferramentas muito mais úteis e eficientes.A Lei das S.A. prevê a elaboração da Demonstraçãodos Fluxos de Caixa (DFC), que é preparada a partirde fatos consumados e serve de ponto de partidapara as projeções. É muito comum pequenos e médiosempresários perguntarem onde está o lucro, já que elesnão vêem a cor do dinheiro. A DFC faz exatamente24Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


ARTIGOisso: concilia o lucro com a variação do caixa.O acompanhamento sistemático e periódico dasprojeções e expectativas de entradas e de saídas decaixa e o respectivo confronto com o caixa realizadoé um procedimento que não é exigido por nenhumalei oficial, mas indispensável à manutenção da saúdefinanceira das entidades e à manutenção de um bomrelacionamento com clientes, fornecedores, instituiçõesfinanceiras, etc.Orçamentos são exigências legais para as entidadespúblicas, todavia, a elaboração de planejamentosplurianuais e o acompanhamento da execuçãodos orçamentos são imprescindíveis para que as entidadesprivadas possam estabelecer suas metas, reverseus processos e expandir suas atividades. Normalmente,os orçamentos partem de dados contábeisque são ponderados com dados conjunturais, expectativasde mercado, objetivos e políticas internos eestimam lucro, receitas e despesas para períodos futuros.Ou seja, são balanços projetados.Esses são apenas alguns exemplos do quanto ainformação contábil é importante no dia-a-dia dasempresas. É claro que, para se ter um nível de informaçãoadequado, consistente e confiável, é precisoalgum investimento, tanto em bons profissionais quantoem equipamentos e sistemas de informação. Todavia,engana-se aquele que acha que tudo isso é importanteapenas nas grandes empresas.A amplitude de preços de programas e de sistemasde gestão é muito grande. Para alguns, umaplanilha de cálculo ou um simples software de prateleirade baixo custo pode ser a solução, para outros,poderá ser necessário algum investimento maior. Oque não é aceitável, nos dias de hoje, é dar espaçopara a desorganização, a falta de informações e decontrole, pois aliadas a esses fatores estão grandesdificuldades que podem ser evitadas num ambienteempresarial organizado.Ernesto Dias de Souza, contador em São Paulo – redator de Contabilidade/consultore instrutor da VerbaNet Legislação Empresarial InformatizadaAnun. NasajonFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 25


TRIBUTOSGoverno pretende anistiarpequenas dívidasDébitos de até R$ 10 mil podem ser perdoados caso medida sejaefetivada. Atenção da Receita está voltada às dívidas acima desse valor,que correspondem a 96% do valor das inscrições na Dívida AtivaPessoas e empresas inscritas na Dívida Ativa daUnião, cujos débitos não ultrapassem o valor deR$ 10 mil e que foram contraídos há cinco anos oumais, podem ser, muito em breve, absolvidas do débitocom a Receita Federal. A intenção seria perdoarcontribuintes que devem impostos federais como aContribuição para o Financiamento da SeguridadeSocial (Cofins), o INSS, a Contribuição Social e oImposto de Renda.Essa foi a proposta apresentada oficialmente nomês de agosto pelo ministro da Fazenda, GuidoMantega, durante reunião com o Presidente da República,Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo é anistiarcerca de 2,1 milhões de processos, o equivalente a18% do total em trâmite na Receita Federal. A previsãoé que sejam encaminhadas cinco propostas aoCongresso Nacional, sendo uma Medida Provisória,que trataria especificamente da extinção dos pequenosdébitos e quatro projetos de lei, que abrangeriama questão da Lei de Execução Fiscal e a TransaçãoTributária. “É uma nova sistemática de administrar opequeno crédito e vai facilitar a vida do pequeno contribuinte”,destacou o procurador-geral da FazendaNacional, Luís Inácio Lucena Adams.Os contribuintes que se virem nessa situação,contudo, não devem entender a proposta como umprêmio. “Esta medida não deve se tornar uma constante,trata-se de uma situação pontual e não poderia,por parte do governo, existir uma política deperdão de dívida. Caso contrário, os devedores entenderiama ação como uma premiação aosinadimplentes, em detrimento daqueles que pagamPor Karen PortellaFoto: Divulgaçãosuas obrigações dentro dos prazos estabelecidos”,enfatiza o analista de gestão de riscos de instituiçõesfinanceiras, Márcio Peppe.O projeto contempla ainda o incentivo aopagamento à vista e ao parcelamento dos débitosde pequeno valor – também de até R$ 10 mil –inscritos em dívida ativa ou não, vencidos até 31 dedezembro de 2005. Nesse caso, foi criada uma tabelacom descontos. As multas de mora e de ofício e26Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


TRIBUTOSos juros de mora seriam reduzidos de acordo como prazo de pagamento.Custo-benefício da medidaHá um fenômeno presente em grande parte dassituações de negócios em que um pequeno númerode agentes é responsável por grande porcentagem dosresultados, enquanto que, em contrapartida, a maiorparcela dos envolvidos detém pouca representatividadeno todo. Tal princípio, conhecido como Lei de Pareto,é exatamente o que acontece com a mais recente decisãode recuperação da Dívida Ativa da União –muitas pessoas e empresas que devem pequenos valoresindividuais de um lado e poucos devedores relacionadosa grandes quantias de outro.Para se ter uma idéia, de acordo com levantamentoda Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional(PGFN), os débitos de até R$ 10 mil, inscritos até 31de dezembro de 2007, correspodem a cerca de 2,1milhões de processos. Essas dívidas somam poucomais de R$ 3,6 bilhões, o equivalente a menos de0,28% do total de débitos em atraso sendo cobradospelo fisco, que chega a R$ 1,3 trilhão.O consenso é que não é economicamente viável cobraresse dinheiro, já que é demorado e caro, independentementedo valor da dívida. Cada processo custa em médiaR$ 6 mil e, em muitos casos, o contribuinte deve menos doque isso. Além disso, um processo de execução fiscal hojedemora cerca de 16 anos para ser concluído, sendo em médiaquatro anos na fase administrativa e 12 na judicial.O verdadeiro foco da Receita Federal, contudo,são as grandes dívidas. De acordo com dados da PGFN,atualizados em julho de 2008, os débitos acima deR$ 10 mil correspondem a apenas 24% da quantia,mas a 96% do valor consolidado das inscrições naDívida Ativa da União.As dívidas posteriores a 2002 e superiores aR$ 10 mil estão sendo tratadas em projetos de leique estabelecerão novos modelos de negociação. Essasnegociações são conduzidas diretamente com osdevedores, por instituições financeiras federais comoo Banco do Brasil.Pela internet é possível saber quem vai se beneficiarcom o perdão. Basta entrar no site da Procuradoria-Geralda Fazenda Nacional (www.pgfn.gov.br),clicar no e-CAC (localizado no lado esquerdo da página)e acessar “consulta de débitos”. Para se cadastrar,o usuário deverá colocar o CPF ou CNPJ e salvaruma senha. Com esse cadastramento será possível consultaros débitos pendentes.Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 27


MANUALFenacon lança Guia dePrazos em versão digitalIniciativa visa tornar a leitura do livro Guarda e Manutenção deDocumentos Fiscais mais prática ao público, além de contribuircom o meio ambiente, pois evitará a produção de toneladas de papelPor Karen PortellaEdiçãodigitaldo guiaVai ficar mais fácil acessar o conteúdo da publicaçãoGuarda e Manutenção de Documentos Fiscais.A mais recente novidade da Fenacon é adisponibilização para download gratuito do guia nosite www.fenacon.org.br/guiadeprazos. Essa medidatem por objetivo contemplar os empresários de serviçoscontábeis e de atividades correlatas no sentido decolocar a tecnologia a serviço da praticidade na buscada informação.Guarda e Manutenção de Documentos Fiscaisdisponibiliza a seus leitores a quantidade de obrigaçõese prazos que as empresas devem cumprir. O livrotraz ainda informações detalhadas sobre a legislaçãovigente no país, além de esclarecer obrigações doempresariado e competências governamentais.A leitura do guia de prazos digital preza pelapraticidade e interatividade com o usuário. O formatoda publicação foi elaborado com o objetivo demanter os movimentos naturais que a pessoa desenvolveao ler um livro. Além disso, para baixar o arquivo,não é necessário possuir nenhum programaespecífico.Com opções de folhear as páginas com umclique no canto da folha, acessar diretamente otópico desejado por meio dos índices sistemáticoe alfabético, ampliar o texto e imprimir afolha visualizada, o usuário se surpreenderá coma facilidade de leitura proporcionada por estaferramenta.Idealizador da iniciativa, o diretor detecnologias e negócios, Carlos Roberto Victorino,explica que a adaptação do guia de prazos paraa versão digital aprimorou a leitura de publicaçõesno computador. “Ler revistas, livros ou foldersno formato PDF é muito complicado, pois o arquivogeralmente não é ajustado à tela do equipamento.Diante dessa dificuldade, estudamos um processo emque o usuário pudesse visualizar o guia como um livroimpresso”, disse.28Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


MANUALO guia traz afacilidade deacessar o conteúdodesejado comapenas um cliqueno tópico do índiceA interatividade é oprincipal objetivo destapublicação. O usuáriopoderá utilizar o guiacom a mesma agilidadede um impressoA ediçãotambém trazatalhos paraampliar o textoe consultar osíndices analíticoe alfabéticoO aplicativo possui,ainda, acesso rápidopara imprimir, baixaro guia e consultartópicos de ajudaVictorino lembra ainda que outra importantevantagem dessa publicação no formato digital é oimpacto positivo na preservação do meio ambiente,já que poupa a demanda de toneladas de papel queseriam utilizadas para a fabricação de livros.Segundo o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon,a idéia de adaptar o guia de prazos para a leitura diretamentena tela do computador demonstra o interesse doSistema em acompanhar a era tecnológica. “A principalmotivação para a elaboração desse guia foi a preocupaçãode levar praticidade e economia para o dia-a-dia doempresário. Por meio dessa ferramenta, a busca da informaçãodesejada dá-se de maneira gratuita e de qualquerlocal onde houver um computador conectado àinternet”, destacou. O presidente lembrou ainda que aintenção é que essa iniciativa torne-se modelo para aadaptação digital de outras publicações de interesse dasempresas do setor de serviços.Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 29


AC FENACONCapacitação on-line paraafiliados da FenaconObjetivando a excelência em educação empresarial, a Fenaconimplanta sua Universidade Corporativa. A partir de outubro, quatrocursos estarão à disposição dos profissionais associadosPor Karen PortellaHome pageda UnicorpFenaconEstimular, criar e aprimorar habilidades, qualificações,competências, atitudes e desempenhosindividuais e de grupos no ambiente de trabalho. Comesses objetivos, cada vez mais empresas e instituiçõesbrasileiras investem na capacitação profissionalde seus funcionários e membros afiliados. Nesse contexto,a educação corporativa surge como um importantealiado para o desenvolvimento de negócios competitivose sustentáveis.Ciente da importância da educação corporativa,a Fenacon inaugurou, em parceria com a J&WInformática, a Universidade Corporativa da Fenacon(Unicorp Fenacon). O lançamento oficial foi realizadoem Gramado (RS), durante o 18° Congresso Brasileirode Contabilidade, em agosto. A busca contínuapelo aperfeiçoamento profissional das empresas deserviços contábeis e das empresas de assessoramento,perícias, informações e pesquisas foi a grande motivaçãopara a implantação desse projeto.Visando à condução das aulas de maneira econômica,flexível e prática, o método de ensino daUnicorp Fenacon será a educação a distância viainternet, o chamado e-learning. Essa ferramenta possibilitaao usuário treinar no horário mais conveniente,sem a necessidade de deslocamento, e no seu próprioritmo.Além de oportunizar maior autonomia ao aluno, odiretor de tecnologias e negócios, Carlos Roberto Victorinodestaca que outra importante vantagem do e-learning é ainteratividade proporcionada pelas aulas on-line. “NaUnicorp Fenacon, o usuário poderá reforçar o aprendizadocom recursos de texto, áudio e vídeo”, enfatizou.Para o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon,este projeto representa mais um grande avanço decorrenteda parceria com a J&W Informática, que possibilitaráa qualificação profissional de cerca de 400mil empresas ligadas à Federação. “Esperamos contribuirpara o desenvolvimento dos micro e pequenosempreendedores de todo o país. São profissionais quelidam, dentre outros segmentos, com comércios eserviços, auditoria, importação, crédito e gestão empresarial”,disse Pietrobon.30Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


AC FENACONBusca pelosucesso empresarialPreocupadas com o tema e em investirna formação de seus profissionais, asempresas apostam na implantação de UniversidadesCorporativas. A palavra-chavedesse sistema é otimizar – tanto a aplicaçãodos recursos financeiros no capital intelectualda corporação quanto a experiênciaadquirida.Universidade Corporativa consiste emuma organização que tem como finalidadesprincipais desenvolver, armazenar etransmitir o conhecimento necessário aosucesso permanente da empresa. A previsãoda Associação Brasileira de EducaçãoCorporativa (Abec) é que existam mais de200 delas no Brasil.Os cursosA Universidade Corporativa da Fenacon abre asinscrições em outubro, oferecendo os seguintes cursosmensais: Nivelamento da língua portuguesa, ContabilidadeGeral, Matemática Financeira e CertificaçãoDigital – noções básicas e benefícios.Os interessados poderão se cadastrar em gruposde até quatro alunos, que terão acesso, pelotempo contratado (mensal, trimestral ou semestral),a todos os títulos do catálogo de cursos mensais.Em breve, será disponibilizada também a opção“cursos especiais”, por meio da qual o aluno poderáescolher matérias pontuais, tais como: Nota FiscalEletrônica, SPED e Agente de validação dacertificação digital.A meta da Universidade Corporativa é atenderas categorias de serviços filiadas à Fenacon,oferecendo pacotes de aulas a preços acessíveis aopúblico. Os quatro alunos poderão participar doscursos mensais por um custo total equivalente aR$ 6,00 por dia.Para participar dos cursos, basta acessar o sitewww.unicorpfenacon.com.br e seguir as instruçõesna opção “Como participar”.Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 31


FENACONFenacon faz acordo de cooperaçãotécnica com Juntas ComerciaisImagens meramente ilustrativasA Certificação Digital é, na atualidade, um dosprincipais avanços tecnológicos em relação à identificaçãopessoal e assinatura digital. Pensando nisso,a Fenacon realizou acordo de cooperação técnica comas Juntas Comerciais dos estados. O objetivo da medidaé completar os atos e procedimentos das Juntascom a implantação do projeto de autenticação de livrosMercantis Digitais.A viabilização do projeto, que se dá em conjuntocom o Sistema Público de Escrituração Digital(Sped), é feita por meio de doação pela Fenacon deequipamentos próprios para a autenticação de livrosmercantis às Juntas Comerciais.A principal finalidade das Juntas Comerciais é aexecução dos serviços de registro de empresas mercantise de agentes auxiliares, como leiloeiros, tradutorespúblicos e intérpretes comerciais e administra-dores de armazéns-gerais. Suas atividades são reguladaspelo Departamento Nacional de Registro do Comércio(DNRC), pertencente ao Ministério do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior (MDIC).A partir da criação do livro mercantil digital, fez-senecessária a utilização do recurso de assinatura digitalpara garantir a segurança das transações eletrônicase a integridade dos dados.O presidente da Junta Comercial do Estado doPará (Jucepa), José Artur Guedes Tourinho, vê commuito entusiasmo a parceria firmada com a Fenacon.“Estamos saindo de um atraso secular em termos detecnologia e entrando na era do conhecimento, porisso resolvemos nos informatizar como um todo. Sendoassim, esse acordo veio ao encontro de nossas expectativas”,avalia.Para o presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon,o principal ganho da parceria será auxiliar no processode desburocratização dos procedimentos, tornando-osmais céleres e eficazes. “Nossa intenção comesse acordo é levar os benefícios da tecnologia virtuala todas as categorias de empresas abrangidas pelasJuntas Comerciais. Por meio da utilização de novossoftwares e equipamentos de ponta para aperfeiçoar omecanismo de autenticação dos livros mercantis, asJuntas Comerciais vão prestar mais um importanteserviço à classe empresarial do país”, concluiu.Cartões criptográficosentregues às Juntas Comerciais32Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


FENACONParceria BB e Fenaconapresenta os primeiros resultadosO convênio entre o Banco do Brasil e a Fenaconjá apresenta os primeiros resultados positivos. Parase ter uma idéia, somente um escritório contábil deSão Paulo, que atua como Correspondente no Paísdo Banco do Brasil, indicou 60 micro e pequenasempresas da sua carteira para se tornaremcorrentistas do Banco, sendo que 43 dessas já abriramconta corrente.Fechado em julho de 2007, o acordo entre o BBe a Fenacon viabilizou ainda o registro de pagamentospelos contadores por meio do Gerenciador Financeirodo Banco do Brasil. Utilizando o canal de autoatendimentopessoa jurídica na internet, o empresáriocontábil pode registrar os pagamentos de títulos,convênios, tributos, entre outros, em nome dos seusclientes, proporcionando maior agilidade e comodidadena prestação de seus serviços.A partir de setembro, o convênio passou a oferecermais um diferencial às empresas contábeis associadasao Sistema Fenacon. Agora, os escritórios podemacolher de seus clientes proposta de empréstimopara contratação do BB Giro Décimo Terceiro Salário,linha de crédito do BB, que oferece capital degiro às empresas para o pagamento do 13º salário dosseus empregados.O empréstimo é destinado às pessoas jurídicasdos ramos industrial, comercial e de prestação de serviços,de portes diversos, e possibilita o financiamentode até 100% do valor da folha de pagamento, adicionadosos encargos sociais incidentes.Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 33


REGIONAISREGIÃO SUDESTESescon-Rio de JaneiroO Sescon Rio de Janeiro deu mais um passorumo ao grande futuro. O presidente do Sescon-RJ,Lindberger Augusto da Luz, assinou a escritura de comprado sexto andar do edifício onde se localiza a sedeSescon-RJ amplia sedeFoto: Divulgaçãodo sindicato. Com a compra, a sede da entidade passaa ter dois andares, o sexto e o sétimo, do edifícion° 120 da Av. Passos, Centro do Rio de Janeiro.Com a ampliação da sede, o sindicato pretendeinstalar um Centro de Treinamento. O presidenteLindberger diz que a compra do imóvel é resultadonatural do trabalho que a atual diretoria tem desenvolvidoe que foi iniciado nas gestões anteriores. “Éimportante manter a direção de progresso que oSescon-RJ vem trilhando nos últimos anos. A compradesse imóvel é mais uma demonstração de seriedadedessa entidade”.Presidente do Sescon-RJ e o presidente da CNCna assinatura da escritura de compraSescon-Minas GeraisSescon-MG cria Espaço do EmpresárioPromover encontros com empresários e a diretoriado Sescon Minas Gerais para discutir ações eidéias que visem ao crescimento e ao fortalecimentodas categorias representadas. Esse é o objetivo do Espaçodo Empresário, criado em agosto deste ano pelaGestão 2008/2011.Por meio de fóruns democráticos gratuitos realizadosperiodicamente, o sindicato traz para o dia-adiadiscussões jurídicas, contábeis ou outras que se-jam do interesse dos participantes.Para o presidente do sindicato, Luciano Alvesde Almeida, a meta é ampliar cada vez mais o númerode participantes, estimulando a troca de informações,de modo que todos participem. “Os fóruns semostram como uma oportunidade para os empresáriosampliarem o conhecimento e também para descobriremformas de resolver os problemas em suas empresas”,afirmou.Sescon-Espírito SantoSescon-Espírito Santo lança informativoApós 10 anos sem veículo de comunicação impresso,o Sescon Espírito Santo lança o InformeSescon/ES. O informativo, que será bimestral, temcomo principal objetivo servir como instrumento decontato entre a entidade e os profissionais da área.Com a nova ferramenta será possível mostrar todosos trabalhos desenvolvidos em prol da classe, comoeventos de capacitação para o desenvolvimento dosprocedimentos contábeis e novidades do setor.Foto: DivulgaçãoInformativo do SesconEspírito Santo34Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


REGIONAISSescon-São PauloSescon-SP luta por melhoria no ambiente de negócios do paísFoto: DivulgaçãoO Sescon-SP, juntamente com o Fórum Permanenteem Defesa do Empreendedor e outras entidadesdo setor produtivo do estado, organizou o Mutirão daLegalidade, reunindo milhares de lideranças representativasdo empreendedorismo brasileiro, políticos, autoridadesmunicipais, estaduais e federais em favordos ajustes na Lei Geral.Para o presidente do Sescon-SP, José MariaChapina Alcazar, essa mobilização vem ao encontrodas lutas da entidade em torno da simplificação e diminuiçãoda carga tributária. “Queremos a legalidadedessa expressiva parcela de brasileiros, que hoje nãotem acesso ao crédito, vive na clandestinidade e semdesfrutar de algum benefício”, disse ele, referindo-se àcriação da figura da Microempresa Individual, um dospontos do projeto. Outra mudança muito esperada,segundo o empresário e líder setorial, é a transferênciada tributação no Simples Nacional das empresas deserviços contábeis do Anexo V para o Anexo III, menosoneroso. “Agora devemos pressionar para que ossenadores aprovem o texto ainda neste ano, o que permitiráa vigência das mudanças já em 2009.EESCON – Foi um grande sucesso a 21ª ediçãodo Encontro das Empresas de Serviços Contábeis doEstado de São Paulo (EESCON). Durante os três diasde realização, ocorreram palestras, debates e painéisque discutiram temas de interesse para o setor.ChapinaAlcazardiscursandono Mutirãoda LegalidadeREGIÃO SULEvento discute certificação digitalSescon-BlumenauO Sescon Blumenau promoveu mais uma edição dotradicional café-da-manhã para empresários contábeis deBlumenau e região. Durante o encontro, a entidade formalizouuma parceria com a AC Fenacon e empresas associadas,em que ficou estabelecido que escritórios contábeisque fizerem certificação digital serão remunerados. LeomirMinozzo, presidente do Sescon Blumenau, destacou aimportância da proposta e lembrou que a certificação digitaltorna a prática de atividades pela internet mais segura.O evento também contou com a presença do presidentedo CRC-SC, Sérgio Faraco, que ministrou palestrasobre a responsabilidade civil do contador. Outra atraçãodo encontro foi o diretor da QuickSoft, Ênio Lindner, quefalou aos empresários sobre os benefícios da hospedagemde sistemas em Data Center para empresas de contabilidade,visando à redução de custos.Sescon-Grande FlorianópolisContabilizando com o DireitoO Sescon Grande Florianópolis, em parceria com oCRC-SC, iniciou em agosto a primeira turma do cursoContabilizando com o Direito. O projeto oferece aos profissionaisda contabilidade conhecimentos práticos sobreseis ramos do Direito: Trabalhista, Previdenciário, Civil,Empresarial e Societário, Tributário e Constitucional.“A procura foi surpreendente: o número máximode 50 participantes foi alcançado nos primeiros dias deinscrição e há uma lista de espera com mais de 20 profissionaispara a próxima turma”, observa o presidentedo Sescon Grande Florianópolis, Augusto Marquart Neto.Para ele, o grande interesse revela que os profissionaisestão conscientes da necessidade de se manter atualizadosFoto: Divulgaçãoem relação às constantes mudanças da legislação.Idealizado pelo CRCSC, o Contabilizando como Direito está sendo ministrado em mais cinco regiõesdo estado, por meio de parcerias firmadas com oSescon Blumenau e Sindiconts locais.O professorMarco LeiteGarcia ministraa primeira aulado cursoFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 35


REGIONAISSescap-ParanáSescap Paraná completa 20 anosPara celebrar os 20 anos de aniversário, o SescapParaná promoveu intensa programação no últimodia 12. As comemorações tiveram início à tarde quando,no centro de Curitiba, foi servido um bolo de 20metros à sociedade.Foto: DivulgaçãoO doce tinha cerca de 400 quilos e sua coberturaera decorada com o nome dos 83 impostos, taxas etributos brasileiros. “O corte do bolo tributário é umaforma de dizermos que o governo deveria fazer omesmo com os tributos que arrecada dos contribuintes,dando uma contrapartida maior às empresas deserviço e à população, reduzindo a carga tributária,cortando impostos e distribuindo-os de forma justa”,disse Mário Berti, presidente do Sescap-PR.Durante a noite foi realizado um jantar comemorativoonde os empresários que mais se destacaramno setor de serviços receberam o troféu GralhaAzul. Ao todo, receberam a premiação 20 empresáriosdo setor de serviços do estado do Paraná.Presidente do Sescap Paraná, MárioBerti, corta bolo de comemoraçãoREGIÃO CENTRO-OESTESescon-Mato Grosso do SulSescon-MS trabalha pela desburocratizaçãoO presidente do Sescon Mato Grosso do Sul emembros da diretoria participaram, nos meses de agostoe setembro, de cinco reuniões com técnicos daReceita Federal em Campo Grande (MS). O objetivodos encontros é discutir a utilização do sistema desimplificação e sincronização de abertura de empresas,a Redesim, e a melhoria no atendimento aosempresários contábeis do estado.“Estamos estudando um período de atendimentodiferenciado aos empresários contábeis, a integração dossites da Receita e do sindicato por meio de novos links,e, ainda, a possibilidade de a Receita Federal abrir aosempresários contábeis e funcionários um espaço para treinamentossobre o preenchimento de formulários e guiasda Receita Federal do Brasil”, explicou Ângelo Alves, coordenadorda Câmara Setorial do Sescon-MS.Sindicato destaca benefícios da Certificação DigitalO presidente do Sescon Mato Grosso do Sul,Ruberlei Bulgarelli, com o apoio do Conselho Regio-Foto: Divulgaçãonal de Contabilidade (CRC/MS), realizou, nas cidadesde Dourados e São Gabriel do Oeste, palestrassobre os benefícios da Certificação Digital.De acordo com Bulgarelli, é muito importanteque as informações sobre a Certificação Digital cheguema todo o estado. “Já realizamos váriascapacitações explicando os benefícios que o certificadoatribui aos seus adeptos”, completou.Representantes doSescon-MS e do CRC-MS36Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


REGIONAISSescon Amazonas realiza dois cursos por mêsO Sescon Amazonas realiza todos os mesesem média dois cursos. No mês de setembro foirealizado o Curso SEFIP 8.4/GRRF, na sede daCaixa Econômica Federal, ministrado pelo funcionárioda instituição Daniel Valente. O eventocontou com um público de aproximadamente 35pessoas. Está prevista a realização do curso sobreo Simples Nacional e suas atualizações. A palestraserá ministrada pelo contador e consultor PauloEuzébio da Silva Filho.Além de realizar cursos, o sindicato se preocupacom a parte social. Nos eventos são coletados ali-Foto: DivulgaçãoREGIÃO NORTESescon-Amazonasmentos não perecíveis para, posteriormente, serem doadosa instituições de caridade.Participantes dos cursosoferecidos pelo Sescon-AMSescon-Distrito Federal16º Festival da Primavera reúne 1400 pessoasO Sescon-DF realiza todos os anos o Festival daPrimavera, maior evento social da classe empresarialcontábil do DF. No dia 20 de setembro a 16ª ediçãodo evento reuniu cerca de 1.400 pessoas no SESC doGuará, cidade próxima ao Plano Piloto, região centralde Brasília.Além de empresários e colaboradores do setor,familiares e amigos, a festa reuniu autoridades e dirigentesde entidades parceiras, entre eles o Secretáriode Ciência e Tecnologia do DF, Izalci Lucas, o Presidenteda Fenacon, Valdir Pietrobon, do CRC-DF,Gerardo Gama e do Sindhobar, Clayton Machado.Presidentes do Sescon-DF de gestões passadas tambémcompareceram à festa.Os associados do sindicato e convidados do Festivalda Primavera puderam desfrutar da estrutura completado SESC durante todo o dia, além das váriasopções de alimentação e entretenimento organizadaspela diretoria do Sescon-DF.A presidente do Sescon-DF, Simone da CostaFernandes, avaliou o 16º Festival da Primavera comoFoto: Divulgaçãoum dos melhores encontros sociais já realizadospelo setor empresarial no DF. “O Festival da Primaverajá está consolidado no Distrito Federal comoa maior festa de confraternização entre os empresáriose colaboradores da nossa categoria. Por issotentamos preservar ao máximo possível não só aqualidade dos serviços contratados, mas também aessência do evento, que é justamente a integraçãoentre todos aqueles que contribuem para o crescimentoe a sustentação do segundo setor da economiado DF”, destacou.O presidente da Fenacon, Valdir Pietrobon,reunido com participantes do eventoFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 37


REGIONAISREGIÃO NORDESTESescon-Rio Grande do NorteSescon-RN promove 7º EnescapFoto: DivulgaçãoO Sescon Rio Grande do Norte vai promover,nos dias 23 e 24 de outubro, no Hotel Parque daCosteira, a sétima edição do Enescap – NE – Encontrodas Empresas de Serviços Contábeis e das Empresasde Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisasda Região Nordeste.Com o tema Empresas de serviços na era digital,o sindicato estima receber na Cidade do Sol cerca de500 participantes, entre profissionais do meio contábile das empresas de assessoramento, perícias, informaçõese pesquisas.Folder de divulgaçãodo 7º EnescapSescap-PernambucoCampeonato de futebol do Sescap-PEA quinta edição do campeonato de futebol doSescap Pernambuco teve início no último dia 28 de setembro.Os participantes, que representam os escritóriosde contabilidade associados ao sindicato, vêm “batendoum bolão” de interação, dentro e fora de campo.O evento, que é realizado em parceria com aAssociação das Empresas de Serviços Contábeisde Pernambuco (Aescon-PE), conta com a participaçãode oito equipes masculinas e quatro femininas.Os vencedores serão conhecidos no próximo dia23 de novembro, data da última partida do campeonato,que se encerrará com confraternização e entrega deprêmios.Sescap-BahiaSped é tema de videconferênciaCom o objetivo de discutir os quatro subprojetosdo Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), foirealizada mais uma videoconferência no auditório doInstituto Anísio Teixeira (IAT), no dia 30 de julho. Oencontro foi transmitido para 30 pólos de recepçãoem todo o estado.Na avaliação do coordenador de educação daUniversidade Coorporativa da Sefaz BA, Márcio Braga,a segunda videoconferência despertou interesse mai-or do que a realizada em junho. Ele informou que,desta vez, foram novecentas pessoas inscritas, entreempresários do segmento contábil, contabilistas e servidoresfazendários.O presidente do Sescap BA, Dorywillians Azevedotambém percebeu uma interação maior. “Houvemais perguntas dos contadores, o que demonstraque estão atentos e interessados em se adequar aosnovos avanços tecnológicos”.38Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


REGIONAISSescap BA lança o Cartão do AssociadoSescap-BahiaA partir de setembro, os associados do Sescap BApassam a contar com mais um serviço: o Cartão do Associado,disponível para retirada desde o início de setembro,na sede do Sescap BA, na avenida ACM, edifício RoyalTrade, 2.573, 12° andar, sala 1208, no bairro da Cidadela,em Salvador. Para os associados o cartão é sem custos.Entre os benefícios e vantagens do novo serviçoestão descontos que variam de 10 a 20 por cento emdiversos estabelecimentos de Salvador, como óticas,academias, cursos, escolas de idiomas, floriculturas,perfumarias, entre outros. De acordo com o diretor administrativodo Sescap BA, André Martinez, o cartão doassociado é mais uma forma encontrada pelo sindicatode reforçar a atenção aos associados, através de novasalternativas no marketing de relacionamento.O Sescap Ceará lançou no mês de agosto a revistaPonto Empresarial. A publicação reúne informação,prestação de contas e lazer de forma personalizada eselecionada. Além de trazer uma linha editorial ampla,a nova revista apresenta matérias sobre gestão daqualidade e saúde ao lado de notas sobre tecnologia,entrevistas e publicação de artigos. Destaque tambémpara o balanço da atuação do Sescap-CE, que é apresentadode forma ilustrada e organizada.A primeira edição, que já começou a ser distribuída,tem como destaques de capa a busca pela éticanacional, o sucesso do ambiente empresarial 2008,os perigos de uma rotina estressante e os comentáriosde Germano Rigotto sobre a Reforma Tributária.Sescap Ceará lança revistaSescap-CearáFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 39


ETIQUETADecifre o corporativêsDa RedaçãoMuito utilizado por uns, porém muito criticadopor outros. Assim se dividem as opiniõessobre o chamado “corporativês”, nome popularizadopara expressar termos dos ambientes denegócios. Porém, o mais constrangedor é você estarpresente em uma reunião e não compreender oreal sentido dessas expressões. Selecionamos algumas:• B2B: sigla fonética de business to business. É o comércioeletrônico entre empresas. É um mercadosem a participação do consumidor.• B2C: business to customer, a empresa que vendediretamente para o consumidor via internet.• Brainstorm: literalmente, significa “tempestade cerebral”.É uma reunião para se fazer exatamenteisso: trocar idéias.• Budget: orçamento.• Buying in: compra (de umaempresa, por exemplo).• Case: caso; história; estojo;embalagem.• Cash: dinheiro vivo.• Commodity: produtoprimário,geralmentecom grandeparticipaçãono comérciointernacional.• Corporate purpose:objetivo da empresa.• Data-base marketing: marketing baseado embanco de dados de nomes e pessoas, paraquem você dirige mensagens de interessede sua empresa.• Downsizing: redução no número de funcionáriosda empresa.• E-commerce: comércio eletrônico.• E-learning: combinação entre ensino e tecnologia(internet) ou educação a distância.• Endomarketing: é uma área diretamente ligada à decomunicação interna, que alia técnicas de marketinga conceitos de recursos humanos.• Feedback: retorno da informação ou do processo aoindivíduo a fim de que os procedimentos de trabalhosejam analisados e corrigidos.• Feeling: sentimento; percepção.• Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão oudebate, retomando temas para atingir soluções. Tambémpode significar revisão das tarefas que foramgeradas após uma reunião ou auditoria, quando osprazos para realização se esgotaram.• Forecast: previsão.• Headcount: número de pessoas que trabalhamem determinada equipe ou empresa.• Know-how: experiência de cunho técnicopara realizar algo.• Lato sensu: amplo sentido; especializaçãode curso de pós-graduação.• Layout: esboço da posição relativa das ilustrações,títulos e textos; disposição do espaçodentro do ponto-de-venda.• Mailing: lista de nomesde possíveis clientes;cadastro declientes.• Market share: fatiade mercado.• Mark-up: margembruta ou processode adicionar umamargem de resultados ao custo-base,na determinação do preço.• Outsourcing: terceirização; está ligadà à procura de“fontes” fora da organização ou país.• Player: empresa que está desempenhando um papelqualquer em algum mercado ou negociação.• Sales manager: gerente de vendas.• Spread: taxa de risco.• Target: alvo.• Trend: tendência.• Turnover: rotatividade de mão-de-obra.• Workshop: oficina.Sugestões pelo e-mail: comunica@fenacon.org.br40Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008


RESENHANOTEBOOK: O Mundo Virtual nas suas MãosAutor: Nivaldo CletoEditora: AtlasA revolução tecnológica que eclodiu com o terceiro milênio desafia a mais fértilimaginação. Do mais banal aspecto do nosso cotidiano a uma vital intervenção cirúrgica;da tarefa menos importante de um estagiário a uma solução complicada exigida deum grupo profissional sênior. Enfim, em todos os afazeres do homem atual, as novidadestecnológicas estão presentes, preenchendo nossas necessidades – algumas que nemconhecíamos – e facilitando-nos a vida.Computador pessoal, notebook, palm top, discos de memória, telefonecelular, GPS e essa infinidade de periféricos do ramo! Como se viveria nos diasde hoje sem isso tudo? Por outro lado, como viver com isso tudo, tirando oproveito que nos tem a oferecer? Ter o mundo virtual nas mãos é, metaforicamente,viajar com Nivaldo Cleto neste seu ágil livro, que dosa teoria e práticana medica certa, dá conta da primeira à última página de cada ponto da liçãoque planejou transmitir.É um guia valioso, indispensável mesmo para quem tem no notebook e no PCinstrumentos permanentes de trabalho e gosta de acompanhar os avanços do mundovirtual.CHARGEFenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008 41


SINDICATOS FILIADOSSESCAP - ACREPresidente: José Mauricio Batista do PradoEnd.: Rua Benjamin Constante n° 887 – Bairro: Centro Sl. 307/308Ed. Abraão Cecury - CEP: 69.900-160 - Rio Branco/ACTel.: (68) 3222-8040 - scastagna@ibest.com.brwww.sescap-ac.org.br - Cód. Sindical: 002.365.00000-7SESCAP - ALAGOASPresidente: Milene Rocha da SilvaEnd.: Rua Dr. Luiz Pontes de Miranda, 42Ed. Breda, 10º andar, Sl. 1001 e 1002 - CentroCEP: 57020-902 - Maceió/AL - Tel: (82)3223-6496sescap.al@hotmail.com - Cód. Sindical: 002.365.89638-8SESCAP - AMAPÁPresidente: Márcio Lélio P. do NascimentoEnd.: Rua Beira Rio, 248, Santa InêsCEP: 68901-470 - Macapá/AP - Tel.: (96) 3225-7004/7003sescap_ap@hotmail.com - www. sescapap.com.brCód. Sindical: 002.365.00000-7SESCON - AMAZONASPresidente: José Luiz SilvaEnd.: Rua Ramos Ferreira, 664 A, Centro - Próx. Praça da SaudadeCEP: 69010-120 - Manaus/AM - Tel.: (92) 3233-1803sesconam@vivax.com.br - www.sesconam.org.brCód. Sindical: 002.365.91072-0SESCAP - BAHIAPresidente: Dorywillians Botelho de AzevedoEnd.: Av. Antonio Carlos Magalhães, 2.573, Sl. 1.205/6Ed. Royal Trade, Candeal de Brotas - CEP: 40289-900Salvador/BA - Tel.: (71) 3452-4082sescapba@sescapbahia.org.br - www.sescapbahia.org.brCód. Sindical: 002.365.90858-0SESCON - BAIXADA SANTISTAPresidente: Ariovaldo FelicianoEnd.: Av. Conselheiro Nébias, 592, BoqueirãoCEP: 11045-002 - Santos/SP - Tel.: (13) 3222-4839sesconbs@sesconbs.org.br - www.sesconbs.org.brCód. Sindical: 002.365.97194-0SESCON - BLUMENAUPresidente: Leomir Antonio MinozzoEnd.: Rua 15 de Novembro, 759, Ed. Hering, Shopping H,4° andar, Sl. 403 a 405 - CEP: 89010-902 - Blumenau/SCTel.: (47) 3326-0236, sesconblumenau@sesconblumenau.org.brwww.sesconblumenau.org.br - Cód. Sindical: 002.365.89502-0SESCON - CAMPINASPresidente: José Homero AdaboEnd.: Av. Irmã Serafina, 863, 2° andar, Sl. 21/22,Ed. Sada Jorge, Centro - CEP: 13015-201 – Campinas/SPTel.: (19) 3239-1845 - sesconcampinas@uol.com.brwww.sesconcampinas.org.br - Cód. Sindical: 002.365.97193-2SESCAP - CAMPOS GERAISPresidente: Aguinaldo MocelinEnd.: Rua XV de Novembro, 301, 6º andar, Sl. 67/68,Ed. Dr. Elyseu - CEP: 84010-020 – Ponta Grossa/PRTel.: (42) 3028-1096 - sesconpg@interponta.com.brCód. Sindical: 002.365.91178-6SESCAP - CEARÁPresidente: Cassius Regis Antunes CoelhoEnd.: Av. Washington Soares, 1.400, Sl. 401, EdsonQueiróz - CEP: 60811-341 – Fortaleza/CETel.: (85) 3273-5083 - sescapce@sescapce.org.brwww.sescapce.org.br - Cód. Sindical: 002.365.88157-7SESCON - DISTRITO FEDERALPresidente: Simone da Costa FernandesEnd.: SHCS CR, Qd. 504, Bl. C, Subsolo, Lj. 60/64,Asa Sul, Entrada W2 - CEP: 70331-535 - Brasília/DFTel.: (61) 3226-1269 - sescondf@sescondf.org.brwww.sescondf.org.br - Cód. Sindical: 002.365.04303-2SESCON - ESPÍRITO SANTOPresidente: Jacintho Soella FerrighettoEnd.: Av. Princesa Isabel, 15, 11º andar - Ed. Martinhode Freitas - Sl. 1105/11 - Centro - CEP: 29010-361 - Vitória/ESTel.: (27) 3223-4936 - sescon@sescon-es.org.brwww.sescon-es.org.br - Cód. Sindical: 002.365.04904-9SESCON - GRANDE FLORIANÓPOLISPresidente: Augusto Marquart NetoEnd.: Rua Felipe Schmidt, 303, 9º andar, Ed. Dias Velho,Centro – CEP: 88010-903 Florianópolis/SCTel.: (48) 3222-1409 - sescon@sesconfloripa.org.brwww.sesconfloripa.org.brCód. Sindical: 002.365.88511-4SESCON - GOIÁSPresidente: Edson Cândido PintoEnd.: Rua 107, n° 23, Qd. F22, Lote 03 - Setor SulCEP: 74.085-060 - Goiânia/GO - Tel.: (62) 3091-5051sescongoias@sescongoias.org.br - www.sescongoias.org.brCód. Sindical: 002.365.05474-3SESCAP - LDAPresidente: José Joaquim Martins RibeiroEnd.: Rua Senador Souza Naves, 289, Sobreloja,Ed. Euclides Machado - CEP: 86010-914 – Londrina/PRTel.: (43) 3329-3473 - sescapldr@sescapldr.com.brwww.sescapldr.com.br - Cód. Sindical: 002.365.90169-1SESCAP - MARANHÃOPresidente: Gilberto Alves RibeiroEnd.: Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n°, Sl. 201,Retorno do Calhau, Casa do Trabalhador - CEP: 65074-220São Luís/MA - Tel.: (98) 3236-1402sescapma@sescapma.org.br - www.sescapma.org.brCód. Sindical: 002.365.90023-7SESCON - MATO GROSSOPresidente: Moacyr Rosa CoelhoEnd.: Rua Hollywood, 552, Jardim Califórnia,CEP: 78070-345 - Cuiabá/MT - Tel.: (65) 3634-8371sesconmt@terra.com.br - www.sescon-mt.org.brCód. Sindical: 002.365.86025-1SESCON - MATO GROSSO DO SULPresidente: Ruberlei BulgarelliEnd.: Rua Maracaju, 13, Sl. 01 (esquina com a AvenidaPresidente Ernesto Geisel) - CEP: 79002-214Campo Grande/MS - Tel.: (67) 3029-6094sesconms@sesconms.org.br - www.sesconms.org.brCód. Sindical: 002.365.87924-6SESCON - MINAS GERAISPresidente: Luciano Alves de AlmeidaEnd.: Av. Afonso Pena, 748, 24° andar, CentroCEP: 30130-003 Belo Horizonte/MG - Tel.: (31) 3273-7353sescon@sescon-mg.com.br - www.sescon-mg.com.brCód. Sindical: 002.365.04937-5SESCON - PARÁPresidente: Paulo Otávio Bastos BakerEnd.: Av. Presidente Vargas, 640, 5º andar, Sl. 01,Ed. Selecto, Campina - CEP: 66017-000 – Belém/PATel.: (91) 3212-2558 - sesconpa@nautilus.com.brwww.sescon-pa.org.br - Cód. Sindical: 002.365.90145-4SESCON - PARAÍBAPresidente: José Roberto Gomes CavalcantiAv. Almirante Barroso, nº 1020 - TorreCEP: 58040-220 - João Pessoa/PB - Tel.: (83) 3048-4243sescon.paraiba@gmail.com - www.fenacon.org.br/sescon-pbCód. Sindical: 002.365.90755-0SESCAP - PARANÁPresidente: Mário Elmir BertiEnd.: Rua Marechal Deodoro, 500, 11° andar,Edifício Império, Centro - CEP: 80010-911 – Curitiba/PRTel.: (41) 3222-8183 - sescap-pr@sescap-pr.org.brwww.sescap-pr.org.br - Cód. Sindical: 002.365.88248-4SESCAP - PERNAMBUCOPresidente: José Félix de Souza JúniorEnd.: Rua José Aderval Chaves, 78, 4° andar,Sls. 407/8, Boa Viagem - CEP: 51111-030 – Recife/PETel.: (81) 3327-6324 - sescappe@sescappe.org.brwww.sescappe.org.br - Cód. Sindical: 002.365.88145-3SESCON - PIAUÍPresidente: José Raulino Castelo Branco FilhoEnd.: Av. José dos Santos e Silva, 2.090 - Sl. 102Centro, Teresina/PI - CEP: 64001-300 - Tel.: (86) 3221-9557sescon.pi@hotmail.com - www.sesconpiaui.orgCód. Sindical: 002.365.90801-7SESCON - RIO DE JANEIROPresidente: Lindberger Augusto da LuzEnd.: Av. Passos, 120, 7° andar, CentroCEP: 20051-040 – Rio de Janeiro/RJ - Tel.: (21) 2233-8899sesconrj@sescon-rj.org.br - www.sescon-rj.org.brCód. Sindical: 002.365.86767-1SESCON - RIO GRANDE DO NORTEPresidente: Edson Oliveira da SilvaEnd.: Rua Romualdo Galvão, 986 - Lagoa SecaCEP 59056-100 - Natal/RN - Tel.: (84) 3201-0708sescon@sescon-rn.com.br - www.sescon-rn.com.brCód. Sindical: 002.365.91069-0SESCON - RIO GRANDE DO SULPresidente: Luiz Carlos BohnEnd.: Rua Augusto Severo, 168, São JoãoCEP: 90240-480 – Porto Alegre/RS - Tel.: (51) 3343-2090sescon-rs@sescon-rs.com.br - www.sescon-rs.com.brSESCAP - RONDÔNIAPresidente: Ronaldo Marcelo HellaEnd.: Rua Júlio de Castilho, nº 730, Olaria - CEP: 78902-300Porto Velho/RO - Tel.: (69) 3223-7577 - sescap-ro@uol.com.brwww.sescap-ro.com.br - Cód. Sindical: 002.365.91126-3SESCON - RORAIMAPresidente: Auxiliadora Oliveira de AraújoEnd.: Rua Coronel Mota, 1878 - Centro - CEP: 78.902.300Boa Vista/RR - Tel.: (95) 3624-4588 - sesconrr@hotmail.comwww.sesconrr.org.br - Cód. Sindical: 002.365.04959-6SESCON - SANTA CATARINAPresidente: Elias Nicoletti BarthEnd.: Av. Juscelino Kubitschek, 410,3º andar, Bloco B, Sls. 306/308 - CEP: 89201-906Joinville/SC - Tel.: (47) 3433-9849 - sesconsc@sesconsc.org.brwww.sesconsc.org.br - Cód. Sindical: 002.365.02808-4SESCON - SÃO PAULOPresidente: José Maria Chapina AlcazarEnd.: Av. Tirandentes, 960, LuzCEP: 01102-000 - São Paulo/SP - Tel.: (11) 3304-4400sesconsp@sescon.org.br - www.sescon.org.brCód. Sindical: 002.365.86257-2SESCAP - SERGIPEPresidente: José Cicinato Vieira MelloEnd.: Rua Urquiza Leal, 15 A 1º AndarBairro Salgado - Filho CEP 49020-490 – Aracaju/SETel.: (79) 3221-5058 - sescapse@infonet.com.brwww.sescon-se.org.br - Cód. Sindical: 002.365.04999-5SESCON - SERRA GAÚCHAPresidente: Marco Antonio Dal PaiEnd.: Rua Ítalo Victor Bersani, 1.134,Jardim América - CEP: 95050-520 - Caxias do Sul/RSTel.: (54) 3222-7831 - executivo@sesconcxs.com.brwww.sesconcxs.com.br - Cód. Sindical: 002.365.87490-2SESCON - SUL FLUMINENSEPresidente: Vera Lúcia Pires NunesEnd.: Rua Orozimbo Ribeiro, 14 - 2º andar,Centro - Barra Mansa-RJ - CEP: 27330-420Tel.: (24) 3322-5627 - sesconsul@sesconsul.com.brwww.sesconsul.com.br - Cód. Sindical: 002.365.05022-5SESCAP - TOCANTINSPresidente: Gilvane Ferreira da SilvaEnd.: Av. LO 03, Qd. 104 Sul, Lts. 01 a 10Salas 262/263 – C. Comercial Wilson Vaz,Plano Diretor Sul, – Palmas/TO - CEP: 77020-028Tel.: (63) 3215-2438 - sescapto@uol.com.brCód. Sindical: 002.365.91124-7SESCON - TUPÃPresidente: José do Carmo BastosEnd.: Rua Carijós, 481, Centro - CEP: 17601-010Tupã/SP - Tel.: (14) 3496-6820 - sescontupan@unisite.com.brwww.sescontupa.org.br - Cód. Sindical: 002.365.90844-0Empresário de serviços, entre em contato com seu sindicato por e-mail.É mais rápido e econômico. Critique, reivindique, opine, faça sugestões aos seusdirigentes. Eles querem trabalhar por você, em defesa de sua empresa.42Fenacon em Serviços – Setembro/Outubro 2008

More magazines by this user
Similar magazines