Jornal sticapjunho final.p65 - Sindicato dos Trabalhadores nas ...

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JUNHO 2007Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de PelotasSTICAPFiliada a CUT e CONTACw w w.sticap.org.brimprensa@sticap.org.brRua Almirante Barroso, 3124 Centro – Pelotas/RS33 ANOSde LutaEm extinçãoO salário-mínimo gaúcho vem perdendo valorano após ano. Quando foi criado, no governo deOlívio Dutra(PT), em 2001, o piso regional valia 1,30salário-mínimo nacional. Hoje, corresponde a apenas 1,13salário nacional. A desvalorização preocupa e aponta paraum processo de extinção que só interessa aos empresários. Asucessão de governos gaúchos não comprometidos com ostrabalhadores, como os de Germano Rigotto(PMDB)e agora deYeda Crusius(PSDB), está fazendo sumir o piso regional, quefoi uma conquista do povo do Rio Grande do Sul.Páginas CentraisNesta EdiçãoAutônomos podem contribuir com 11% para o INSSChefe da seção de atendimento da agência local do INSS, Cláudio de OliveiraPinho fala, na entrevista do mês, sobre a nova forma de contribuição paraautônomos que já está em uso pelo Instituto Nacinal de Previdência Social.Página 7Sindicato representa contra prefeito por improbidade adminstrativaA razão do processo é o não envio, por parte do Executivo ao LegislativoMunicipal, do projeto do novo Plano Diretor de Pelotas. A representação foientregue à promotoria dia 17 de maio. Página 2Fale com o SindicatoTelefone(53) 3225-3564Ligações a cobrar(9090 3225-3564)Sede do Sindicato,rua Alm. Barroso, 3.124,centro, Pelotas.Internet www.sticap.org.brE-mailimprensa@sticap.org.brCEP 96010-280


02Emenda 3 estimula a informalidade e a fraudeO Congresso Nacional vai votar se derruba ou não o veto da Presidência da Repúblicaà Emenda Três, que retira direitos dos trabalhadoresConforme o presidente da AssociaçãoGaúcha dos Auditores Fiscais doTrabalho, Valdir José Knecht, deve sermantido o Veto, pois a Emenda agride aordem constitucional e estimula a informalidadee a fraude. “Bem como fere aConvenção nº 81 da OIT(OrganizaçãoInternacional do Trabalho) e a legislaçãotrabalhista nacional, trazendo forteprejuízo ao recolhimento previdenciário,de FGTS e de renda, na fonte, da pessoafísica”, observa.Ele diz que a Emenda número 3 nadamais é do que a precarização dos instrumentosde proteção das relações detrabalho e, principalmente, das relaçõesde emprego, tuteladas pelo interessepúblico.Sem direitosAlgumas empresas contratam trabalhadoresque cumprem jornada fixade trabalho, têm chefe, têm que produzircomo qualquer outro funcionário,mas para diminuir os encargostrabalhistas foram contratados comopessoas jurídicas. Apesar do vínculo,estes trabalhadores não recebemdécimo-terceiro salário, nem FGTS ououtro direito trabalhista. A emendatrês formaliza este tipo de contrato eo torna cada vez mais comum. Na prática,ela vai dificultar qualquer tipo defiscalização, deixando o trabalhador àmargem da proteção do estado.Sindicatos protestammarasantos.epi@gmail.comSaiba mais sobreLER e DortAs lesões por esforços repetitivos (LER), são movimentos repetidos dequalquer parte do corpo que podem provocar lesões em tendões, músculose articulações, principalmente dos membros superiores, ombros e pescoço,devido ao uso repetitivo ou a manutenção de posturas inadequadas resultandono declínio do desempenho profissional.As principais causas de LER são: posto de trabalho inadequado, atividadesno trabalho que exijam força excessiva com as mãos; posturas inadequadase desfavoráveis às articulações; repetição sistemática de um mesmo padrãode movimento; ritmo intenso detrabalho; jornada de trabalho prolongada;falta de possibilidade de realizartarefas diferentes; falta de orientaçãoe desconhecimento sobre os riscosdo LER. Os principais sintomassão: formigamentos, dores, fadiga,perda da força muscular e inchaço naspartes afetadas. Geralmente os diagnósticosmédicos são de tenossinovites,tendinites, epicondilite, bursites,etc.[A melhor forma de combater aLER é através da prevenção, isto é,evitar que o trabalhador se torne umlesionado, oferecendo condições detrabalho adequadas e que não o deixeexposto às causas do LER. O trabalhadorportador de LER deve ser reaproveitadoem outra função em que não sua lesão nãoseja agravada.Projeto Alerta prossegue no EstadoApós encerrar a fase de entrevistas em Pelotas e região, o projeto Alerta,que pesquisa as condições de trabalho e de saúde dos trabalhadores defrigoríficos do Estado, continua com suas atividades nas outras cidades doRio Grande do Sul. Já foram realizadas audiências públicas em Santa Maria,Alegrete e Bagé, em maio, além do evento ocorrido na Câmara de Vereadoresde Pelotas em abril. A pesquisa também já levanta dados nestas cidades,ouvindo os trabalhadores.O problema das condições de trabalho nos frigoríficos e especialmentenas indústrias do setor avícola foi abordado durante audiência pública realizadana Assembléia Legislativa do RS, também em maio.As cidades abrangidas pelo projeto Alerta são Pelotas, Bagé, Alegrete,São Gabriel e Santa Maria. Os questionários deverão ser aplicados até julho.O trabalho quer mudar o ambiente ruim existente nos frigoríficos, que acabapor resultar em problemas graves de saúde nos operários, como a LER e aDort, devido aos esforços repetidos feitos pelos trabalhadores nas linhas deprodução, cujo ritmo acelerado, que serve somente para aumentar os lucrosdos patrões, chega a ser desumano e violento. O projeto é uma realização daFederação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do RS,Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Instituto Itapuy.Os textos contidos nesta publicação são de responsabilidade do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas eRegião. Presidente: Elton Lima Secretário de Imprensa: Clóvis Rogério. Conselho Editorial: Clóvis Rogério, Elton Lima, Lair de Mattos.Rua Almirante Barroso, 3124 - Fones (Fax)(053) 3225.3564 Pelotas-RS. Jornalista: Paulo Otávio Pinho,r.p. 179\92\7461. Gráfica Signus Tiragem:3.500 exemplares


Processo03Sindicato representa contraprefeito por irregularidadePromotor recebeu denúncia de improbidade admistrativaO Sindicato dosTrabalhadores nas Indústriase CooperativasdaAlimentação dePelotas, juntamentecom o Diretório Municipaldo Partido dosTrabalhadores(PT) ea Bancada do PT naCâmara, entrou comrepresentação na 2ªPromotoria de JustiçaEspecializada de Pelotascontra o prefeitoda cidade, FetterJúnior, por improbidadeadministrativa.A razão do processoé o não envio,por parte do Executivo,aolegislativomunicipaldo projeto donovo Plano Diretor de Pelotas, já aprovadono Conplad(Conselho Municipaldo Plano Diretor) em 2006. A representaçãofoi entregue ao promotor JaimeChatkin dia 17 de maio.“A Prefeitura não demonstra vontadepolítica de implementar o novo PlanoDiretor”, ressaltou o presidente doSindicato, Elton Lima. Nas reuniões doConplad, órgão do qual o Sindicato fazparte, é constante a falta de quórum quePromotor recebe vereadores e sindicatoimpede o andamento dos trabalhos. Namaioria das vezes, as representações ausentessão as das secretarias e órgãosda Prefeitura, o que sugere que podeestar havendo uma manobra por partedo Executivo para trancar as atividadesdo Conselho. O projeto do novo PlanoDiretor foi aprovado no Conplad e enviadopara a Prefeitura, que deveria remete-loà Câmara de Vereadores paraJustiça manda reintegrar empregadodemitido por entrar com processoA PrimeiraTurma do TribunalSuperior do Trabalho,acompanhandoo voto doministro Luiz PhilippeV ieira deMello Filho, confirmoua nulidadeda dispensa imotivadade empregadoda Companhiade Saneamentodo Paraná- Sanepar que,após 18 anos de serviço, teve extinto o contrato de trabalho comoretaliação por ter ajuizado reclamação trabalhista contra seu empregador.Segundo destacou a sentença, a Sanepar, “coincidentemente”,demitiu o autor da ação e outros dois empregados que também moveramação trabalhista contra a empresa, justamente quando houve otrânsito em julgado da decisão favorável aos empregados.votação.Conforme a representaçãoapresentadaao Promotor,que pede o ajuizamentode AçãoCivilPúblicacontraoprefeito, o Executivodeveria ter encaminhadoo projeto deleiinstituindoo TerceiroPlano Diretorde DesenvolvimentoUrbano de Pelotasaté 9 de outubro de2006 , “conformedetermina o artigo50, combinado como parágrafo terceirodo artigo 40 do Estatutoda Cidade”.Registra ainda arepresentação que “ o prefeito, omitindo-seem apresentar o projeto de lei doTerceiro Plano Diretor infringe normarelevante do parágrafo 1º do artigo 40do Estatuto da Cidade, pois a Lei deDiretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianuale a Lei Orçamentária não incorporaramas novas diretrizes e prioridadespara a política urbana, que deveriamestar em consonância desde 2006”.Brigada encaminharelatório sobrevazamento de amôniano Extremo Sul ao MPO vazamento de amônia ocorridodia 30 de abril no frigoríficoExtremo Sul está tendo desdobramentos.O relatório sobre o acidenteelaborado pelo 1º PelotãoAmbiental da 3ª Companhia Ambientalda Brigada Militar de Pelotas,onde estão descritos os fatosocorridos no frigorífico, foiremetido ao Ministério Público doMeio Ambiente, para que sejamtomadas as providências legais cabíveis.Na visão do Sindicato, o acidentemostrou o despreparo daempresa em casos de emergência,pois vários trabalhadores tiveramde ser encaminhados ao Pronto-Socorro.Demitido durantelicença médicarecebeindenizaçãoO Tribunal Superior do Trabalhorestabeleceu sentença da 2ª Vara doTrabalho de Jundiaí (SP), que condenouuma empresa a indenizar trabalhadordemitido quando se encontravaem licença médica por acidentede trabalho.O trabalhador ajuizou ação defendendoque, em decorrência do acidentedo trabalho, o contrato extrapolouo prazo combinado, convertendo-se,automaticamente, em contratopor prazo indeterminado, implicandoindenização de salários, aviso prévio,13º, férias proporcionais, depósitoe respectiva multa do FGTS.Trabalhadora daGessy ganhaindenizaçãoA Segunda Turma do TribunalSuperior do Trabalho restabeleceusentença que condenou aGessy Lever Ltda. a pagar indenizaçãode R$ 31 mil por danomoral a ex-empregada que adquiriuLER (lesão por esforços repetidos),seguida de trombose,aposentando-se por invalidez.O relator do recurso no TST,ministro Renato de Lacerda Paiva,afirmou que foi “provada a doençaprofissional e, por conseqüência,o nexo de casualidade(doença X trabalho), tendo emvista que ela executava, em algumasfunções, único padrão demovimentos, eventualmente emritmo acelerado, e em algumastarefas era exigido o uso da forçamuscular nas mãos”.


04SALÁRIO MÍNIMO GAÚCHOOPISOESTÁSUMINDUma conquista histórica dos trabalhadores gaúchos está seriamenteameaçada de extinção. O piso regional, criado no Rio Grandedo Sul em 2001 durante o governo de Olívio Dutra (PT), estáperdendo valor, comparativamente ao salário nacional, a cadaano que passa, desde que governos sem qualquer comprometimentocom as causas dos trabalhadores voltaram a comandar oEstado, como os de Germano Rigotto (PMDB) e agora de YedaCrusius(PSDB). A intenção é clara. De acabar com o piso regional. A própriagovernadora Yeda chegou a declarar para a imprensa que “não descarta a extinçãodo piso”.É bom frisar que os deputados estaduais representantes dePelotas, Nelson Harter(PMDB) e Leila Fetter(PP), aprovaram o baixo índicede reajuste do piso, 5,98%, ao mesmo tempo em que reajustaram ospróprios salários de deputados em 19%Se o índice de reajuste concedido anualmente ao salário regional continuar no ritmo atual, o piso gaúcho vai sumir embreve, para desespero de boa parte dos trabalhadores do Rio Grande do Sul, que dependem deste salário para viver. Em2001, quando foi criado, o piso regional equivalia a 1,30 salário mínimo nacional. Em 2005, passou a valer 1,25 saláriomínimo e, em 2006, a proporção baixou para 1,16. Com o índice aprovado para maio de 2007 passou a valer 1,13 saláriomínimo nacional. Como se pode notar, o salário gaúcho avança rapidamente para igualar-se ao nacional e desaparecer.VotaçãoCom galerias lotadas por trabalhadores, sindicalistas e representantes de movimentos sociais de todo o Estado, quetentaram pressionar os parlamentares a concederem um aumento maior,oplenárioda Assembléia Legislativa aprovou dia5 de junho, por 33 votos favoráveis e 20 votos contrários, o Projeto de Lei (PL) 166/2007 enviado pelo Governo do Estado,estabelecendo reajuste para os pisos salariais no Rio Grande do Sul. O índice aprovado foi o de 5,98%. Antes da votação,a CUT pretendia uma elevação na ordem de 11,5%. As oposições ao governo de Yeda ainda tentaram um índice pelomenos igual ao concedido ao salário nacional, superior a 8%, mas não conseguiram. O governo do Estado tem a maioria naAssembléia.AlimentaçãoOs trabalhadores nas indústrias da Alimentação ficaram no terceiro patamar do piso, com o valor de R$ 450,09.LIDER ANÇAS ANALISAM VOTAÇÃO DO PISO MÍNIMO GAÚCHO“O que ocorreu jáera esperado. Agovernadora tem amaioria na AssembléiaLegislativa. Atendência dela éatender às demandasdos empresáriose acabar com opiso, que é umagrande conquista dos trabalhadores. Paraa nossa categoria o piso é muito importante.Trabalhadores de setores como dasconservas tiveram um salto salarial a partirda instituição do piso”.Elton Lima, presidente do Sindicato dosTrabalhadores nas Indústrias e Cooperativasda Alimentação de Pelotas foto“A governadoraatingiu parcialmenteseu objetivo, conseguindoaprovarum reajuste menordo que o do salárionacional, o que naprática configura aextinção lenta egradual do piso regional.Não fosse a mobilização dos trabalhadores,o índice aprovado seria oproposto pelo Governo do Estado, que eraainda menor, os 3,3%”.Lair de Mattos, secretário do Sindicatodos Trabalhadores nas Indústrias eCooperativas da Alimentação dePelotas“A mobilização dosempresários e a representaçãopatronal naAssembléia Legislativarebaixamo piso doRio Grande do Sul apatamares muito diferentesde quando foiinstituído, diminuindoo valor do piso em relaçãoao salário-mínimonacional. Isto é resultado da política dagovernadora Yeda Crusius e de partidos comoo PSDB e o PTB, este último que se diz defensordos direitos dos trabalhadores. Estegoverno do Estado não tem simpatia com ascausas dos trabalhadores”.Darci Pires da Rocha, presidente da Federaçãodos Trabalhadores nas Indústrias daAlimentação do RS(FTIA-RS)


O...Como ficaram os saláriosCom o novo índice, os pisos salariais vigenteno Rio Grande do Sul passam a ser os seguintes:R$ 430,23 para trabalhadores:a.na agricultura e pecuáriab.nasindústriasextrativasc.em empresas de pescad.empregados domésticose.em turismo e hospitalidadef.nas indústrias da construção civilg.nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedosh.em estabelecimentos hípicos.05R$ 440,17 para trabalhadores:a.nas indústrias do vestuário e do calçadob.nas indústrias de fiação e tecelagemc.nas indústrias de artefatos de courod.nas indústrias do papel, papelão e cortiçae.em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais 4e revistas e empregadosem bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistasf.empregados da adm. das empresas proprietárias de jornais e revistasg.empregados em estabelecimentos de serviços de saúdeR$ 450,09 para trabalhadores:a.nas indústrias do mobiliáriob.nas indústrias químicas e farmacêuticasc.nas indústrias cinematográficasd.nas indústrias da alimentaçãoe.empregados de agentes autônomos do comércio“Mais uma vez as empresas e o Executivoconseguiram aprovar a propostaque não era a dos trabalhadores. A justificativados empresários que um índicemaior causaria desemprego não temfundamento. Pelo contrário. O queocorreria é uma maior quantidade dedinheirocirculando, o que geraria maisemprego. A política do governo do Estadoé de achatar o salário. Para aalimentação o piso regional é muito importante porque balizanossas negociações, e como está os trabalhadores perdem.O Rio Grande do Sul, que foi o primeiro estado a instituiro piso regional, ficou para trás com relação a outrasunidades da Federação. No Rio de Janeiro o índice de reajustedo piso estadual foi de 15%, no Paraná foi de 9% e emSão Paulo o percentual também foi superior ao gaúcho. Precisamosnos mobilizar para tentar recuperar, em 2008, asperdas que estamos acumulando”.Cairo Reinhardt, presidente eleito da Federação dos Trabalhadoresnas Indústrias da Alimentação do RS (FTIA-RS)R$ 468,28 para trabalhadores:1.nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e dematerialelétrico2.nasindústriasgráficas3.nas indústrias de vidros, cristais, espelhos,cerâmica de louça e porcelana4.em empresas de seguros privados e capitalizaçãoe de agentes autônomos de segurosprivados e de crédito5.nas indústrias de artefato de borracha6.em edifícios e condomínios residenciais, comerciaise similares7.nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas8. auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentosde ensino).Yeda é isso aí...


06Indústria de pescadosSouto Oliveira paralisadaFUNCIONÁRIOS DO MERCOSULREJEITAM BANCO DE HORASOs funcionários da empresa Souto Oliveira S/A indústria localizada na Colôniade Pescadores Z3, paralisaram suas atividades em maio. O motivo principalda paralisação foi o atraso no pagamento dos salários, mas os trabalhadorestambém se queixaram do não pagamento das diferenças salariais referentes aodissídio do ano de 2006 e da concessão de férias sem o devido pagamento.O Sindicato da Alimentação esteve reunido com os trabalhadores e manifestouseu apoio ao movimento, negociando com a empresa o retorno das atividades,após o cumprimento de suas obrigações legais.Os trabalhadores do Frigorífico Mercosul rejeitaram a propostade Banco de Horas apresentada pela empresa. Na assembléiarealizada dia 6 de junho, 60% dos presentes votaramcontra o Banco de Horas.Rejeição ao Banco de Horas também na OrlândiaOs trabalhadores da Produtos Alimentícios Orlândia rejeitarampor maioria, durante assembléia realizada dia 18 demaio, a proposta de banco de horas apresentada pela empresa.Telefones úteisCaixa Econômica Federal : 2123-1660. Ligar das 9h às 17h.Sine – 3225-7494Procon – 3284-4477Conselho Tutelar – 9118-1661 (Plantão)Delegacia Regional do Trabalho - 3222-2111/ 3225-4405Conselho Municipal de Saúde – 3227-6555Conselho Municipal de Meio Ambiente –3284-4445RadioCom 104.5 FM – 3222-1571Vigilância Sanitária – 3284-7700Centro de Referência em Saúde doTrabalhador – 3225-6688SAMU – 192ClassificadosgratuitosVENDO – (motivo Mudança) TerrenocomfrenteparaaBr293,medindo47,5m²defrentepor71m²fundos. ValorR$7.000,00+R$2.000,00 de documentação. Tratar fones; 32214424 ou 91366627(Laerteou Oswaldo).BARBADA -Vendo,Fusca76 Vermelho 1300L valorR$1.000,00outroco.Tratarpelofone91366627(LaerteouBerenice).VENDO –2portaspantográficasdePVC,novasvalordeR$25,00cada.Tratarpelofonefone81247607(Cleber).ALUGA-SE – Uma maquina Of SET,bomestado,valordoaluguelmeiosaláriomínimofederal.Tratarpelofone81247607(Cleber).VENDO -Terrenodeesquinamedindo30x20,localizadonoBairroJardimAmérica,próximoaocampodoEstrela,valorR$4.000,00.Tratar pelo fone 32821534 ou 91082145.VENDO - Uma moto CBX 150 ano 89, ótimo estado e documentaçãoemdia,valorR$2.900,00,tratarfone81161285após18horas.VENDO -Desinfetante,amaciantes,clorofinaedetergente.Liguee encomende produtos de limpeza de ótima qualidade. Fones32737311 e 81197970.VENDE-SE-Passat79. Valor R$ 2 mil. Documentação em dia.Fone 91035852.VENDO-ouTrocoporcasaemPelotas.Casacentralnomunicípiodesanta VitóriadoPalmar,com3quartos,sala,escritório,2banheiros,varanda,lareira,churrasqueiraeSALÁRIO MÍNIMONACIONALR$ 380,00SALÁRIO FAMÍLIARemuneraçãoaté R$ 449,93 - R$ 23,08de R$ 449,94a R$ 676,27- R$ 16,26Anuncie nosclasificados do JornalNOSSA LUTAAssociado deixe seuclassificadono sindicato ou atravésdo telefone 32253564Associe-se ao SindicatoCONVÊNIOS DE SAÚDEAlém da luta política, o Sindicato oferecevários serviços aos seus associadosATENDIMENTO JURÍDICODe terças a sextas-feiras, apartir das 18h.ATENDIMENTO MÉDICODe segundas a sextas-feiras,a partir das 18h30min.Para ter direito é preciso ter a carteira de sócio ou dependenteCardiologistaMichel Halal .......................................................................... 3222.8099NeurologistaF.F.deFreitas...................................................................... 3225.4930OftalmologistaJose Ananias Silveira do Amaral ............................................. 3227.1343Raio XInstituto de Pneumologia ........................................................ 3222.2791Análises ClínicasLaboratório Maurício Guimarães VIP- 20% de desconto . 3222.5969Laboratório Oswaldo Cruz - Tabela do SUS . 3222.2597Pronto Socorro InfantilPronto Baby .......................................................................... 3222.1293PsicólogasRejane Paiva Fonseca e Silva ................................................ 3222.1293Elmides Colares ..................................................................... 3225.2873NutricionistaCátia Borba .......................................................................... 3222.2791GINÁSTICAFEMININAÀs terças equintas-feiras,das 18h45min às19h45min, comaulas gratuitas asócias edependentes.ATENDIMENTOODONTOLÓGICOSóciosDe segundas a sextas-feiras, apartir das 18h, com consultasagendadas com antecedência.DependentesDe segundas a quintas-feiras, das9h às 11h, por agendamento epagamento de taxa de manutençãode R$ 8,00 e nas quintasfeirastambém das 13h30min às15h30min.GRUPODA LERÀsquartasfeiras,às18h30min.Reuniõesparaassistênciaeterapiasparaportadoresde LER.


DenúnciasDenuncie: Ligações à cobrar: 9090 3225 35 64l Frigorífico Mercosul l JosaparTrabalhadores reclamam da péssima qualidade da comida. O almoçoestá sendo servido às 9h. Os trabalhadores param neste horário evoltam às 10h. Está ocorrendo uma quebra da rotina diária dos funcionários,já que costumavam almoçar ao meio-dia.l Frigorífico BonsulO excesso de jornada e a forma de pagamentono frigorifico Bonsul têm sido alvo de váriasdenúncias que chegam até o sindicato. Alémde fazer os trabalhadores cumprirem mais deduas horas extras por dia, o que é ilegal, a empresaainda paga estas horas por fora, prejudicandoos trabalhadores em suas férias, FGTSe previdência.Quanto às questões de higiene, o sindicatojá encaminhou denúncia à vigilância sanitáriapedindo providencias.Faltam bebedouros. A empresa possui apenas um bebedouro para todaa unidade da V ila Princesa.l São JoaquimTrabalhadores também solicitam banheiros mais limpos.l EfegêTrabalhadores solicitammelhorias nos banheiros daempresa, que são muito sujos.Afaltadehigienenosbanheirosmostra o descaso daempresa para com os funcionários.l Casarin (Obelisco)Trabalhadores excedem a jornada e não recebem horas extras. A empresaestá roubando de seus funcionários com o Banco de Horas ilegal.Papel dos SindicatosAos sindicatos cabe a defesa dosdireitoseinteresses coletivos ou individuaisda categoria, inclusiveem questões judiciais ou administrativas,sendo prerrogativa destesrepresentar, perante às autoridadesadministrativas e judiciárias,os interesses gerais da respectivacategoria ou profissão liberal, bemcomo os interesses individuais dosassociados, relativos à atividade ouprofissão exercida.Os sindicatos mantêm serviço deorientação sobre osdireitos trabalhistasdos integrantes da categoriae a maioria deles conta com departamentojurídico para a defesados interesses de seus associados.Se você tem alguma dúvida sobreseus direitos trabalhistas, antes derecorrer à Justiça do Trabalho, procureo seu sindicato.l Padaria do trevoTrabalhadores sem a carteirade trabalho assinadaAções Coletivas AjuizadasA assessoria jurídica do Sindicato ajuizou diversas ações coletivas neste ano de 2007, buscando garantir direitosdos trabalhadores.Nas ações coletivas o próprio Sindicato busca na Justiça do Trabalho os direitos dos trabalhadores, sem anecessidade de que estes entrem com ações individuais enquanto ainda estão trabalhando, o que na quase totalidadedas vezes gera perseguições e demissões pelos patrões.Entre estas ações coletivas estão:- ações contra o Frigorífico Extremo Sul, buscandoo pagamento do tempo gasto para troca deuniforme como horas extras; a nulidade do sistemade compensação de horas e o pagamento de horasextras; o pagamento dos intervalos intrajornada; e orecolhimento do FGTS;- ação contra o Frigorífico Mercosul, buscando opagamento do tempo gasto com troca de uniformecomo horas extras;- ação contra Souto Oliveira, cobrando o pagamentode diferenças do dissídio;- ação contra Sérgio Luiz Classen Sias, cobrandoo recolhimento do FGTS não depositado;ação contra Conservas Minuano, cobrando o pagamentode diferenças salariais decorrentes de dissídiocoletivo.AVIPAL-A assessoria jurídica do Sindicato também ajuizou AÇÃO CIVIL PÚBLICA naJustiçado Trabalho parabuscar o respeito aos direitos dos trabalhadores terceirizados que atuam junto a empresa AVIPAL, localizada noCapão do Leão. Esta empresa terceiriza seus serviços por meio de supostas cooperativas de outras cidades e quenão pagam qualquer dos direitos trabalhistas de seus funcionários: não assinam carteira de trabalho, não respeitamjornada de trabalho e não pagam horas extras, e isto além das condições de trabalho desumanas a que são submetidosos trabalhadores.PROCESSO TRABALHISTA CONSERVAS ALMEIDAOs trabalhadores citados abaixo devem entrar em contato com o Sindicato de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14hàs 16h, com a seguinte documentação: carteira de trabalho e carteira de identidade.Palmira Pegoraro BosembeckerNeuza Regina B. de LeonNoemi FariasPatrícia Eliane B. DiasNeuza Terezinha MelloOdete Rita SoaresPatrícia Mathias PimentaNilda Azambuja SilvaOdila Marques PereiraPaulo Alvacir Luche SilvaNilda da Silva PeresOdila SoaresPaulo Roberto A. da SilvaNilda Roseli Silva Rodrigues Odira da Silva BoeiraRegina Amorim VitóriaNilma da Rosa PegoraroOdelmar Ferreira da SilvaReginaldo Canez SilveiraNilma Tavares de SouzaOlga Paz IsnardiRogério OtteNilza Pinto da SilvaOlga Pinto SouzaRosa de Souza MattosoNilza Vanuza F.deÁvilaOlga Sales FuenteRosa Maria Rodrigues da CunhaNiva Matias GarciaOrdalia Alves BragaRosa Regina Farias SouzaNoedilma Rojahn PintoOrdalina Borges LeiteRosana de Fátima da SilvaNoeli W otter CarvalhoOtilia dos Santos UlguimRosane LindemannNoely Gonçalves da SilvaOtilia Rodrigues da RosaRosane Schwartz PereiraSindicatono RádioVOZ TRABALHADORATodas as sextas-feiras das 18h às19h na Radiocom 104.5 FM -Pelotas. Ligue e participe pelofone - 3222.1571TRIBUNA SINDICALTodos os sábados das 12h 30minàs 13h na Rádio Livre 87.9 FM -Capão do Leão Ligue e participepelo fone - 32755059

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